Você Está Falando Sério?
Ela fechou a porta, largou a bolsa e soltou um suspiro. Cody não pôde deixar de notar que algo não estava bem.
— O que foi, amor? — perguntou ele.
Ginny suspirou de novo e então veio sentar-se ao lado dele. Ele passou um braço em volta dela e acariciou seu ombro. Ela se recostou nele. — Estou preocupada com a Ava. Ela está tão deprimida.
— Por causa do Tom?
Ela assentiu, e ajeitou uma mecha rebelde de cabelo loiro atrás da orelha. — Ela quase não sai, e... Ela não é mais a mesma.
— Já faz uns dois meses, né?
Havia um toque de irritação na voz dela quando respondeu: — Eles ficaram juntos por três anos, e aí ela chega em casa no aniversário de namoro e pega ele com o pau sendo chupado por outra.
— É, você tem razão — disse ele, embora ainda achasse que era um tanto exagerado.
— Isso destruiu ela completamente. — Depois de alguns segundos, Ginny perguntou: — Você acha ela gostosa, né?
Sinais de alerta soaram na cabeça dele, e Cody não respondeu. Ela se virou para olhar para ele, e depois de um instante, ergueu as sobrancelhas. — Fala sério. Você não acha mesmo que eu sou ciumenta assim, acha? Sério. Me conta.
— É, ela é gostosa — admitiu ele, e sentiu um enorme alívio quando ela sorriu.
— Você foderia ela num piscar de olhos, não foderia?
Ele foi rápido em responder: — Não. Você é a única que eu quero.
Isso a fez sorrir, mas ela imediatamente perguntou: — Mas e se não houvesse consequências? Você foderia ela até não aguentar mais se tivesse a chance, né?
— Como se nós dois estivéssemos solteiros?
— É, algo assim.
Ele hesitou, mas então respondeu: — É, acho que sim.
Ginny se aconchegou nele e disse: — Acho que é disso que ela mais precisa — um cara gostoso pra foder ela sem camisinha e deixar ela sem fôlego.
— Com certeza tem caras dando em cima dela.
— É, mas ela está tão pra baixo que afasta todos. Acho que ela precisa de alguém por quem ela já sente tesão, que simplesmente puxe o pau pra fora e diga 'aqui'.
— Então, por quem ela tem tesão? Se você acha que isso vai funcionar, tenho certeza que você pode achar um cara que faça isso.
— Bem, tem você...
— Hã?
Ginny soltou uma risadinha com o choque dele. — Ah é. Ela praticamente tem que trocar a calcinha toda vez que olha pra você.
— Bom, isso não ajuda muito.
— Ou, talvez ajude.
— Do que você está falando?
Ginny se sentou ereta, fitou os olhos dele e disse: — Quero que você foda ela. Sei que ela não vai conseguir resistir a você, e você vai fazer ela gozar tanto que ela não vai conseguir enxergar direito.
Cody deixou escapar: — Você está falando sério?
— Seríssima. Você é exatamente o que ela precisa.
Ele balançou a cabeça. — De jeito nenhum.
— Olha pra mim. É sério. Eu quero que você faça isso.
— E o que acontece daqui a alguns meses, quando a gente brigar por alguma coisa, e essa for a primeira coisa que você pensar? Não quero estragar isso.
— Você não vai.
— Você diz isso agora, mas...
— Olha, eu te contei que sou bi-curiosa, lembra?
— Sim.
— Bom, a Ava é a pessoa por quem eu tenho curiosidade.
Cody se recostou, tentando absorver o que estava ouvindo. Era demais, rápido demais, e ele não sabia como processar.
— Tenho quase certeza que ela sente tesão por mim também, mas acho que ela não iria topar se fosse só nós duas. Agora, se eu tivesse a isca certa... — Ela enfiou a mão entre as pernas dele e apertou.
Cody soltou um grunhido quando o toque dela fez o sangue correr para baixo.
— Imagina só. Enfiar esse pauzão na bucetinha depilada dela enquanto ela me chupa. Nós duas gemendo. A bucetinha dela apertando em volta de você quando ela estiver prestes a gozar. Mmm... Estou sentindo você ficar duro.
Ela não estava errada. O protesto dele não mudou isso quando disse: — Tem tantas maneiras disso dar horrivelmente errado.
— Mas pode dar tãaao certo — Ginny disse enquanto acariciava o pau quase totalmente ereto dele por cima do short. — Imagina você tirando de dentro dela e eu chupando todo o melzinho da buceta dela do seu pau. Quase consigo sentir o gosto.
— Isso é uma coisa — ele disse. — Você está excitada com a ideia, mas pode ser completamente diferente quando for real.
— Confia em mim. Eu quero muito. Quando a gente estava no chuveiro da academia hoje de manhã, quase me ajoelhei e enfiei meu rosto na buceta dela.
— Deus — Cody gemeu quando os dedos dela apertaram ao redor de sua ereção e começaram a masturbar. — Ou ela pode não estar a fim.
— Bem, então eu vou só assistir você foder ela e depois sentir o gosto no seu pau.
Ele sabia muito bem que isso também podia não acontecer. Ava poderia recusar qualquer coisa. Sua capacidade de protestar estava diminuindo, diante das imagens que a conversa sensual e a mão massageando estavam conjurando.
— Apenas diz. Diz que você vai foder minha melhor amiga por mim, pra ela parar de ficar tão pra baixo. Diz. Diz. Diz.
Cody gemeu e disse: — Tá bom.
— Quero ouvir você dizer. Diz que vai foder ela até ela não conseguir andar.
— Vou foder ela até ela não conseguir andar — ele disse num rompante de palavras rosnadas.
Ginny riu, tirou a mão do colo dele e se levantou do sofá num pulo.
Cody soltou um longo suspiro e deixou a cabeça cair contra a almofada atrás dele. Ele apertou o pau latejante para aliviar a dor que ela havia provocado.
Quando ela pegou o celular e enviou uma mensagem, ele se perguntou se ela já estava tentando arranjar tudo. Depois de enviar, ela ficou olhando para a tela até o alerta de mensagem soar. Ginny soltou um gritinho e disse: — Ela está vindo pra cá.
— Agora?
Ginny terminou de digitar a resposta e disse: — Sim. Agora mesmo. E se ela não se apressar, vou estar sentada na sua cara quando ela chegar. Estou tão excitada agora que não aguento. — Ela foi até ele, agarrou a mão dele, e guiou-a para dentro da perna do short até a virilha.
A mancha úmida na calcinha dela confirmou que ela não estava exagerando. Aquele ponto sem dúvida ficou mais molhado quando ela forçou o dedo dele na fenda e roçou contra ele por um segundo. Ela soltou um gemido longo e profundo, puxou a mão dele e disse: — Vai se trocar e coloca aquele short laranja de basquete. Sem cueca. Coloca uma camiseta que seja mais fácil de tirar também.
Dadas as instruções, ela puxou a blusinha pela cabeça e deslizou as alças do sutiã pelos ombros. Antes de alcançar as costas para o fecho, ela o olhou e disse: — Então...
Cody se levantou do sofá e foi para o quarto. O sutiã de Ginny caiu na cama enquanto ele se despia para se trocar. Ele estava vestindo uma camiseta velha e confortável quando a ouviu chamar: — Anda logo. Ela vai levar só alguns minutos para chegar, e você precisa estar no lugar.
Ele se perguntou há quanto tempo ela estava planejando isso quando entrou na sala e viu que ela havia ocupado as outras duas cadeiras com cestos de roupa suja, deixando apenas o sofá como lugar para sentar. Ela tinha estendido uma manta de pele falsa sobre o sofá também.
— Senta, bem no meio — ela instruiu.
Cody tomou seu lugar quando a campainha tocou. Ginny lhe lançou um olhar animado, e então se recompôs enquanto ia para a porta.
— Oieee — as garotas se cumprimentaram, e então se abraçaram. Até Cody percebeu que o cumprimento de Ava estava menos exuberante do que ele estava acostumado. A morena estava sorrindo, mas parecia forçado.
— Senta aí, vou pegar — Ginny disse, e então foi para o quarto.
Ava hesitou brevemente ao ver as duas cadeiras ocupadas pela roupa, mas então se sentou ao lado de Cody no sofá.
— Oi — ele disse, e acenou enquanto ela se sentava.
— Oi — respondeu ela, e pela primeira vez, ele notou um brilho de algo nos olhos dela quando olhou para ele que denotava atração.
Ginny não os deixou sozinhos por muito tempo. Ela saiu do quarto com um livro e disse: — Aqui está.
Ava pegou o romance e perguntou: — Obrigada. É bom?
— Muito bom — Ginny respondeu enquanto se sentava no lado oposto do sofá, com Cody entre elas.
Ava leu a sinopse na contracapa, e enquanto ela estava distraída, Ginny agarrou o pau de Cody por cima do short fino. Ele tinha perdido a maior parte da rigidez até aquele ponto, mas isso mudou rapidamente com o toque dela e o olhar sensual que ela lhe deu.
— Puta merda, ela não está de brincadeira — ele pensou quando ela enfiou os dedos por baixo do cós elástico do short dele.
— Quero te mostrar uma coisa — Ginny disse.
Ava desviou os olhos do livro bem quando Ginny puxou o tecido que o encobria. O livro caiu dos dedos dormentes dela quando ela arfou, e cobriu a boca com as duas mãos.
Ela não desviou os olhos, porém.
A namorada loira dele segurava o cós do short dele para o lado com uma mão, e acariciava o pau que endurecia rapidamente com a outra. Ava balançou a cabeça, como se estivesse saindo de um transe, e arrancou os olhos para olhar para a amiga.
— Mmm hmm — Ginny gemeu enquanto franzia as sobrancelhas, e então olhou para baixo, para a ereção dele.
Os olhos da morena saltaram duas vezes para o órgão que balançava antes de ela gaguejar: — Eu... O quê... Uhm...
Ginny disse: — Você precisa seriamente dar, amiga. Já que você não está fazendo nada a respeito, decidi que você precisava de uma ajudinha.
A boca de Ava se moveu, mas nenhum som saiu. Ela olhou da loira, para ele, para o pau duro como pedra dele, e então de volta para a amiga. A próxima coisa que Cody soube, sua namorada estava se inclinando sobre ele, e agarrando a mão da amiga. Ava pareceu resistir por um instante, mas então permitiu que a loira puxasse a mão dela para o colo dele. Ela inspirou um suspiro trêmulo quando Ginny fechou os dedos dela em volta dele.
— Eu quero que você foda ele. E eu sei que você quer — Ginny disse.
O tom dela era tão sensual e excitado que lhe deu arrepios. Um tremor percorreu a morena que apertava o pau dele também.
Ginny se inclinou e sussurrou: — Beija ela.
Cody olhou para a morena, sentindo-se um pouco desconfortável em tomar a ação agressiva apesar do fato de os dedos de Ava estarem enrolados em volta do seu pau. Embora os olhos dela tivessem voltado a descer para sua ereção pulsante, foi como se ela sentisse os olhos dele sobre ela e olhasse para cima. Ela sugou um breve suspiro quando ele tocou seu braço hesitantemente, e ela estremeceu quando a mão dele deslizou para cima até seu ombro.
Os lábios de Ava se entreabriram quando ele olhou nos olhos dela, e moveu a mão para seu pescoço. Quando ele se inclinou para ela, ela soltou um gemido baixinho, fechou os olhos, e se inclinou para a frente para encontrá-lo.
O beijo foi absolutamente elétrico, e pareceu quebrar as inibições da morena. Ela o beijou apaixonadamente — a língua dela acariciando seus lábios. A mão que não estava entre as pernas dele pousou na nuca dele, e ela entrelaçou os dedos no cabelo dele — mas apenas brevemente.
A próxima coisa que ele soube, ela estava arregaçando a camiseta dele. Ava se afastou do beijo e arrancou a camiseta dele. Assim que ela deslizou para trás do sofá, ela alcançou a blusa dela e começou a puxá-la para cima. Quando a parte de baixo do sutiã dela apareceu, ela pareceu se lembrar da amiga sentada na outra ponta do sofá, e fez uma pausa — seus olhos se arregalando.
Ginny gemeu sua aprovação e puxou a parte de trás do short de Cody.
O que quer que tenha passado entre elas deve ter sido suficiente para Ava, porque ela murmurou baixinho: — Ai, meu Deus — e terminou de arrancar a blusa.
Cody colocou uma perna no chão e se levantou o suficiente para tirar o short completamente, o que fez Ava lamber os lábios enquanto ela se livrava do sutiã. Ginny sempre dizia que elas usavam exatamente o mesmo tamanho em tudo, então ele presumiu que ela também tinha seios tamanho C. Os peitos dela eram lindos. Ela tinha auréolas ligeiramente maiores e mais irregulares que as da namorada dele, com mamilos menores.
Ava não perdeu tempo em desabotoar a calça jeans assim que seus seios estavam livres. Tentar se livrar das calças foi mais complicado, e puxou a calcinha dela para baixo enquanto o jeans deslizava sobre sua bunda.
— Tira isso — Ginny disse num sussurro rouco.
Cody estendeu a mão para fazer exatamente isso, e Ava rapidamente girou no sofá com as pernas viradas para ele. Enquanto ele puxava o jeans até os joelhos dela, sua namorada agarrou as pernas da calça e puxou também. Em pouco tempo, a calça jeans da morena caiu no chão com um baque surdo.
Ele se lembrou do que a namorada tinha dito quando viu a mancha mais escura na calcinha de Ava, o que confirmou o quão excitada a morena ficava perto dele. Envolvido no calor do momento, ele não precisou de instrução para puxar aquela calcinha para baixo e jogá-la longe.
Ava obviamente não estava deprimida o suficiente para parar de depilar a buceta. Seus lábios rosados apenas despontavam da fenda até que a morena se ajeitou para trás e abriu as pernas. Cody se moveu para perto, mas fez uma pausa quando ela de repente colocou uma mão entre as pernas e fitou os olhos de Ginny.
— Você tem certeza? Eu... — Ava perguntou, sua voz rouca de desejo.
Ginny respondeu com ações, em vez de palavras. Ela deslizou do sofá, sentou-se na mesa de centro, e tomou o pau dele na mão. Ela o apontou para o meio das pernas da amiga, e as duas trocaram um olhar. Ava moveu a mão, e a loira guiou a ponta dele para a abertura dos lábios dela.
Cody gemeu e Ava choramingou quando Ginny esfregou a glande dele pela abundante umidade dela. A morena respirou fundo quando a amiga centralizou a cabeça do pau dele na entrada do canal dela.
Ele não era de discutir quando sua namorada empurrou a bunda dele. Um grunhido rosnado escapou dele quando ele afundou na buceta quente e molhada dela.
— Ai, meu Deus — Ava exclamou com uma voz aguda e esganiçada enquanto ele a preenchia. Suas costas arquearam, empurrando seus peitos maravilhosos para o alto. Embora fosse deliciosamente apertada, ela estava tão molhada de antecipação que ele conseguiu enterrar todo o comprimento do seu pau dentro dela de uma só vez.
Ginny encorajou os dois: — Dá a ela o que ela precisa.
Cody recuou, e enfiou de novo, arrancando um gritinho de Ava, seguido de um suspiro. A morena disse: — Ele é tão gostoso.
— Eu sei — Ginny disse, e então estendeu a mão para segurar a mão da amiga. As duas riram e coraram, embora a risada de Ava tenha sido cortada por um grunhido quando o pau dele afundou em suas profundezas novamente.
A mão livre de Ava foi para o clitóris e três dedos circundaram o botãozinho. Cody mal podia acreditar que estava fodendo a melhor amiga da sua namorada enquanto Ginny estava sentada ali segurando a mão da morena. Ele olhou para a namorada, e ela lhe deu um aceno animado.
— Fode ela, amor. Faz ela gozar gostoso — a loira lhe disse.
— Ah, porra, isso! — Ava gritou em resposta.
Cody foi devagar, deleitando-se com a sensação da buceta dela, e deixando-a sentir cada centímetro dele.
— Mmm, ela é gostosa, né? — Ginny perguntou.
— Pra caralho — ele respondeu.
Ava disse: — Tão cheia.
Ele aumentou o ritmo, o que fez Ava gritar e apertar a mão de Ginny com força. A outra mão dela bateu no encosto do sofá e o arranhou. Foi quando a namorada dele decidiu fazer seu próximo movimento.
Os olhos de Ava se arregalaram e ela arfou quando a loira assumiu o lugar massageando o clitóris dela. Cody sentiu os músculos dela se contraírem ao mesmo tempo, e achou que aquele seria o passo além do limite que ele esperava. Depois de um segundo ansioso, os olhos de Ava reviraram, e ela soltou um rosnado incrivelmente sexy.
Cody bebeu tudo aquilo. Os dedos da namorada dele circulavam sobre o clitóris da morena. Ava se contorcia de prazer. Um par de seios tremulava com as estocadas dele, e outro com o movimento da mão de Ginny. Ava choramingava a cada estocada, e a namorada dele soltava gemidos excitados.
Em pouco tempo, o ruído suave de corpos colidindo se juntou àquela sinfonia. Os seios de Ava passaram de tremular para quicar. Seus gritos ficaram mais altos. Ginny mudou de posição e seus dedos brilharam ainda mais rápidos entre as pernas da morena.
— S-s-sim! — Ava gritou com a onda de estimulação.
— Goza pra gente. Vai — Ginny ordenou com uma excitação ofegante. Ela estava olhando diretamente para o rosto corado da amiga.
Os olhos das duas garotas se travaram e Ava guinchou: — Ai! Ai! Ai, meu Deus!
— Mmm hmm. Isso — Ginny respondeu. Ainda encarando profundamente os olhos de Ava, ela disse: — Fode ela com força, amor. Faz ela gozar.
Ava soltou um guincho estridente quando ele seguiu aquela instrução à risca.
Cody martelou a buceta dela e grunhiu de esforço. O rubor no rosto da morena parecia se aprofundar cada vez que ele batia fundo nela. Então ele sentiu o primeiro cócegas de aviso. Ele rapidamente ergueu os olhos para encarar a parede, mas isso não fez nada para esconder o som do seu pau mergulhando na buceta apertada e molhada dela, ou os gritos cheios de prazer que explodiam dos lábios de Ava. Ele cerrou os dentes, reuniu sua vontade, e se preparou para lutar.
Não foi necessário.
Ele soltou um grunhido surpreso quando a buceta dela se contraiu ferozmente em volta dele. O som mal podia competir com o gemido de doce agonia de Ava. Cody enfiou contra a resistência da buceta em clímax dela, fazendo-a sugar um suspiro irregular e gritar novamente.
"Sim! Sim! Sim!" guinchou Ginny em rápida sucessão, seus dedos ainda um borrão entre as pernas da morena.
Mais algumas estocadas o levaram perigosamente perto do limite, e Cody enterrou o pau uma última vez. Pregada no sofá pelo membro pulsante dele, Ava se debateu e sacudiu. Seus braços agitaram-se e arranharam o que quer que estivesse no caminho. Fazia um bom tempo desde que ele tinha visto outra mulher gozar, e era emocionante.
Bem devagar, Ava foi descendo do seu pico. Os dedos de Ginny deixaram o clitóris da amiga, e ela olhou para ele com um sorriso beatífico enquanto acariciava sua perna — deixando três trilhas escorregadias dos sucos da morena no processo. Os olhos de Ava ainda estavam fechados por conta dos choques elétricos do clímax percorrendo seu corpo.
Ginny empurrou o quadril dele, e ele se retirou. Um som molhado e sugado acompanhou seu pau deslizando para fora do abraço apertado dela, embora o som tenha sido rapidamente abafado por um gemido dolorido de Ava.
O pau dele ainda tocava os lábios dela quando Ginny enrolou dois dedos e um polegar em volta da base, puxou-o para si e o engoliu na boca.
Ginny gemia a cada chupada em seu pau lambuzado de boceta. A coceira do clímax iminente, que tinha começado a diminuir, reafirmou-se rapidamente em sua boca experiente. Ele estava prestes a avisá-la que estava perto quando ela deixou a cabeça do seu pau sair de seus lábios com um estalo e ofegou. Ela imediatamente se virou para Ava.
Os olhos da morena estavam cheios de assombro enquanto ela arfava e ofegava com os tremores secundários do seu orgasmo.
"Mmm, você tem um gosto tão bom", Ginny disse. Ela passou os dedos sobre o abdômen da amiga, sem nunca perder o contato visual.
Cody teve apenas um milissegundo para ver o fogo acender nos olhos de Ava antes que ela agarrasse a mão de Ginny e puxasse a loira para si. Ele rapidamente descobriu que, pelo menos a maioria dos seus medos eram infundados. As duas mulheres se beijaram com paixão desesperada, e Ava arrancou a blusa de Ginny no segundo seguinte ao toque dos lábios. Depois de levar um pé nas costelas de sua namorada se contorcendo, ele se mudou para o braço do sofá para apreciar o espetáculo.
A blusa de Ginny não durou muito, e como ela já tinha tirado o sutiã, seus seios logo estavam esmagados um contra o outro enquanto suas línguas se entrelaçavam. Ava empurrou os ombros da loira para cima e envolveu os lábios no mamilo de Ginny. Sua namorada soltou um gemido agudo com as atenções da amiga.
Embora aparentemente prestando bastante atenção ao que fazia com os lábios, Ava também estava multitarefa. Estava fazendo tudo ao seu alcance para enganchar os dedos dos pés sob o cós do short de Ginny, para tirá-lo do caminho também. Cody ficou feliz em ajudá-la, e moveu-se para puxar o short e a calcinha de sua namorada para baixo simultaneamente. Ginny levantou cada joelho de uma vez, permitindo que ele removesse a última barreira entre eles.
Sua namorada puxou o mamilo dos lábios de Ava, mas só para poder ter a sua vez. As duas mulheres esfregaram seus corpos uma na outra, gemeram e ofegaram. Uma das mãos de Ava percorreu as costas de Ginny, enquanto os dedos da outra se entrelaçavam nos cabelos loiros.
Ginny soltou o mamilo da amiga, e Ava gemeu em protesto. Um gemido seguiu rapidamente quando a loira plantou um beijo logo abaixo dos seios de Ava, e depois outro um pouco mais abaixo.
"Eu queria fazer isso há tanto tempo", Ginny disse antes de passar para outro beijo, mais perto do sexo da amiga.
Ava respondeu: "Ai, meu Deus. Eu também."
A trilha de beijos de Ginny alcançou o monte da morena, e sua namorada disse: "Vem assistir, amor."
Cody saiu do sofá para se sentar na mesa de centro, mas sua namorada não estava esperando ele mudar de ponto de vista. Ava se debateu e guinchou enquanto a língua da amiga banhava seus lábios.
Ginny não estava hesitando, nem brincando. Estava chupando a boceta da amiga com fervor deliciado. Ele disse: "Isso é tão gostoso, amor."
Sua namorada devia ter acertado o ponto exato, porque Ava soltou um ganido que se transformou em uma risada excitada. A morena então se virou para ele — seus olhos focados em sua ereção — e gemeu enquanto lambia os lábios.
Que diabos, ele pensou enquanto se levantava da mesa de centro.Ginny gemeu sua aprovação quando Ava envolveu os dedos em volta do seu pau, e então o engoliu na boca. Ele rosnou com a sensação dos lábios dela deslizando sobre ele, e descansou uma mão na nuca dela. A outra ele preencheu com um seio firme.
Sua namorada estava absolutamente devorando a boceta de Ava, e a morena gemia ao redor do seu pau. Cody alternava entre assistir sua namorada entre as pernas de Ava, e a cabeça da morena balançando sobre sua ereção.
Ele estava começando a sentir a cócega novamente quando uma combinação de tentar engoli-lo fundo demais enquanto Ginny a levava cada vez mais perto do limite fez Ava engasgar no seu pau. Ela se afastou com um grasnido, babando e fungando. Seus dedos — ainda enrolados em volta dele — apertaram desconfortavelmente forte quando ela soltou um grito.
"Ah, merda! Você está... Você vai me fazer gozar!" Ava gritou.
O som mais sexy e faminto borbulhou na garganta de sua namorada ao ouvir aquilo.
A mão de Ava caiu de sua ereção e se fechou em volta do cobertor felpudo sob ela com força de ferro. Sua outra mão parecia estar arranhando o cobertor do outro lado também. O rosto da morena estava corado, e se contraindo a cada momento enquanto ela se aproximava de um pináculo.
"Ah! Ah! Ah! Ah!" Ava gritou em rápida sucessão. Quando a última sílaba passou por seus lábios, seus olhos se estreitaram, e sua boca se abriu.
Cody acariciou seus seios e beliscou seus mamilos, observando as feições da morena se retesarem. De repente, ela se debateu, e soltou um grito primal.
"Caramba", ele disse enquanto Ava se sacudia como uma mulher selvagem em seus espasmos. Sua namorada segurou firme, perseguindo tenazmente a boceta em clímax da amiga para lamber os frutos do seu trabalho. Ava absolutamente se descontrolou. Ela gozou até sua voz ficar rouca e ela lutar por ar. Foi só quando seus gemidos começaram a soar doloridos e mãos trêmulas empurraram a cabeça de Ginny que sua namorada cedeu.
O olhar no rosto de Ginny misturava triunfo, assombro e satisfação eufórica quando ela se levantou de joelhos de entre as pernas de Ava. Cody não conseguia imaginar nada mais sexy do que sua namorada lambendo o suco de boceta de outra garota dos lábios enquanto enfiava três dedos em seu próprio canal para aliviar a ânsia que se acumulara dentro dela. Ginny ofereceu-lhe um sorriso beatífico antes de se inclinar para frente e cair sobre as mãos acima de sua amiga ainda tremendo.
Cody sentou-se na mesa de centro novamente e apertou o próprio pau, porque ele também estava doendo por atenção. Ginny se equilibrou em um cotovelo e acariciou o rosto vermelho de Ava enquanto a morena lutava para recuperar o fôlego.
Depois de alguns segundos, seus olhos se encontraram, e ambas as mulheres soltaram risadinhas envergonhadas. Ava estremeceu e disse entre arfadas: "Você... Você me fez gozar t-tão forte."
"Nada mal para a minha primeira vez, hein?" Ginny perguntou, e então lambeu os lábios.
"Sério?"
Ginny assentiu.
"Ah, uau", Ava disse com uma voz suave, e então grunhiu quando um tremor secundário ondulou por seu corpo esguio.
Assim que a morena se acalmou, Ginny se inclinou para um beijo. As duas garotas esfregaram suas bocetas juntas enquanto se beijavam.
"Eu disse que você tem um gosto bom", Ginny disse quando seus lábios finalmente se separaram.
"Você quer que eu..?" Ava perguntou, e ergueu as sobrancelhas.
"Você quer?" Ginny respondeu com outra pergunta.
A morena assentiu entusiasticamente, e corou enquanto ria. As duas mulheres se beijaram e pressionaram seus corpos novamente. Ainda estavam assim envolvidas quando Ginny estendeu a mão e chamou Cody com um dedo encurvado.
Ele se levantou da mesa de centro, e descaradamente descansou suas bolas na mão aberta de sua namorada. Ela as apertou de leve antes de mover a mão para o tronco do seu pau. Ginny se afastou do beijo e se virou para ele. "Um pequeno algo para te aguentar enquanto a gente brinca", ela disse enquanto guiava seu pau e seus lábios para se encontrarem.
Cody gemeu com a sensação familiar e tão boa da boca quente de Ginny. Ava melhorou isso ainda mais ao segurar suas bolas e acariciá-las.
Ginny o deixou escapar de seus lábios depois de algumas chupadas e perguntou: "Você não se importa de esperar um pouquinho, né?"
Ele respondeu: "Não, tô de boa."
Ambas as garotas riram. Então Ginny apontou seu pau para a boca da amiga. "Você não ama esse pau?" ela perguntou.
Ava acabou gemendo sua resposta ao redor dele.
Ginny empurrou insistentemente o quadril dele depois de apenas algumas chupadas, e ele obedientemente se afastou dos lábios ávidos da morena.
"Você pode ter mais um pouco depois de chupar minha boceta", Ginny disse.
Ava empurrou os ombros da amiga e disse: "Então deita e me deixa atacar."
As garotas se moveram em perfeita coordenação, como se fosse algo que tivessem feito milhares de vezes. Ava puxou suas pernas para cima, abrindo espaço. Ginny sentou-se sobre os joelhos, e então reclinou-se. A morena sentou-se ao mesmo tempo, e seus dedos estavam entre as pernas da loira antes mesmo que as coxas de Ginny se abrissem.
"Vem cá", Ginny ordenou, e estendeu a mão.
Cody se aproximou — pau na mão. Sua namorada balançou a cabeça e apontou para o chão. Quando ele se ajoelhou ao lado dela, ela guiou seus lábios para os dela. Depois de um beijo breve, mas profundo, ela virou a cabeça dele para olhar para onde Ava estava ajoelhada entre suas coxas e a dedilhando.
"Para de provocar e lambe minha boceta", Ginny disse com uma voz manhosa.
Ava arrastou os joelhos para trás, e então lentamente baixou o rosto no V das pernas de Ginny, encarando os olhos da loira o tempo todo. Sua namorada estremeceu quando Ava gemeu ao deslizar a língua entre os lábios da amiga.
Cody sentou-se e maravilhou-se com a visão. Ava tinha sua bunda perfeita empinada para o alto. Era tão hipnotizante assistir sua namorada ser lambida quanto tinha sido vê-la fazer sexo oral em outra garota pela primeira vez.
Ambas as garotas gemiam, embora o de Ava estivesse abafado pelos lábios da loira. A morena lentamente ergueu a cabeça, fez contato visual com Ginny, e revelou que sua língua estava deslizando pela abertura dos lábios íntimos da amiga. Ginny tremeu quando aquela língua lambeu seu clitóris.
"Isso é gostoso pra caralho", Ginny disse. "Minha boceta tem gosto bom?"
"Tão bom", Ava respondeu, e então fez um som voraz ao mergulhar de volta.
Ginny guinchou e apertou os próprios seios.
Depois de alguns segundos de arrulhos e gemidos com a língua sinuosa da amiga, Ginny disse: "Viu. Eu te disse. Nós duas queríamos."
"Sim, sim", ele disse, sem tirar os olhos da cena entre as coxas dela.
"E assim que ela me fizer gozar, eu quero que você a foda de novo. Eu quero que você goze dentro da boceta dela dessa vez."
"Ah, amor", ele gemeu enquanto ouvia o som excitado que Ava fez na garganta.
"É? Você quer gozar toda no pau do meu namorado? Quer que ele te encha de porra?"
Ava parou de lamber pela fração de segundo que levou para responder: "Sim."
Ginny estendeu a mão e colocou-a na nuca de Ava, puxando o rosto da amiga mais forte contra si. "Então chupa a porra da minha boceta e me faz gozar."
Ava mudou ligeiramente de posição, e Cody viu que era para que a morena pudesse trazer os dedos para a mistura. Ginny gemeu fundo na garganta quando os dedos de Ava a penetraram. Isso foi seguido por um ganido agudo quando a morena balançou a cabeça para frente e para trás.
"Isso, assim mesmo", Ginny exclamou.
Cody estendeu a mão para passar os dedos pelo cabelo de sua namorada enquanto se deliciava com a visão dela sendo chupada. Ginny tinha outras ideias, e puxou a mão dele para o seu seio. Ele obedeceu, beliscando seu mamilo com a pressão exata que sabia que ela gostava. Suas costas arquearam, e seus dedos se fecharam em punho no cabelo de Ava.
Ele estendeu a mão por cima do braço que segurava Ava entre suas pernas, e beliscou o outro mamilo. Então ele pôs seus lábios e língua para trabalhar no primeiro. Ele lambeu, chupou, e até mordiscou o nódulo ereto — sempre de frente para a ação entre as pernas de sua namorada.
Ele podia sentir sua respiração acelerar através do sobe e desce de seus seios. Ele podia dizer que estava ficando mais difícil pelo jeito que mexia seus cabelos também. Ginny começou a se contorcer. Seus gemidos e lamentos ficaram mais altos — mais agudos. Mesmo estando de frente para a boceta dela, ele a conhecia bem o suficiente para saber que suas bochechas estavam ficando vermelhas, e aquele brilho rubro estava começando a se espalhar por seu rosto.
Ela estava subindo sua montanha, e ele estava amando cada momento.
Ava devia ser capaz de perceber também, porque os sons que ela fazia enquanto lambia e chupava entre as pernas da amiga ficaram mais excitados. Ele viu seu braço bombando mais rápido.
Depois de alguns minutos, ele sentiu os seios de Ginny ficarem escorregadios e pôde sentir traços de sal enquanto sugava seu mamilo. Apesar do calor interno causando uma fina camada de suor, sua carne se arrepiou com calafrios percorrendo-a.
Os sons que Ava fazia ficaram ainda mais vorazes, e ele podia ouvir o acompanhamento um pouco mais quieto e molhado dos dedos da morena mergulhando na boceta encharcada de Ginny também. Sua namorada tremia em ondas erráticas, e ele sabia por experiência que ela estava quase lá.
"Ai, Deus! Ai, Deus! Porra, sim! Isso!"
Cody soltou seu mamilo e finalmente desviou o olhar de Ava para ver o rosto de Ginny coberto de suor, e tenso de prazer. "Goza para ela", ele disse.
"Vou... Vou..." Ginny gritou, e então puxou um grande e ruidoso fôlego e guinchou: "Gozando!" A última sílaba se esticou até quase desaparecer em um chiado quando seu orgasmo tomou conta.
Em um toque de genialidade maligna, Cody a segurou para baixo. Ava cravou os dedos nas coxas da amiga ao mesmo tempo. Entre os dois, eles contiveram a loira se debatendo suficientemente para Ava continuar seu ataque. Ginny gritou, arranhou e se debateu. Ele podia ver sua cabeça chicoteando em sua visão periférica, sacudindo o cabelo.
Quando os gritos de sua namorada ficaram doloridos, ele viu Ava relaxar o aperto e recuar um pouco. A morena passou a língua suavemente em sua namorada, então ele a soltou também. Ginny continuou a se debater e sacudir, mas então lentamente se acalmou do seu pico de prazer.
Ava continuou lambendo por alguns segundos, e então terminou com vários beijos suaves sobre o clitóris de Ginny. Quando ela ergueu a cabeça de entre as pernas de sua namorada, Cody pôde ver que o rosto de Ava brilhava com suco de boceta da ponta do nariz até o queixo. Uma gota pendia de seu queixo por um fio de alguns centímetros brevemente, e então o fio se rompeu. Ava lambeu os lábios enquanto a gota respingava em seu seio.
Ginny respirava pesadamente. Ele não ficou surpreso ao ver sua perna direita tremendo incontrolavelmente, e estendeu a mão para acariciá-la, como sempre fazia. Ela soltou um gemido fraco quando o tremor se acalmou, e sua perna afundou no cobertor felpudo sob ela.
Ele chamou a atenção de Ava e articulou a palavra legal. O rosto da morena se encheu de cor, ela riu, e teve que desviar o olhar.
Finalmente, Ginny encontrou fôlego suficiente para falar e disse: "Ai. Meu. Deus. Do. Céu."
Ava imitou a amiga perguntando: "Nada mal para a minha primeira vez?"
Ginny riu cansada, assentiu, e — depois de algumas respirações profundas — disse: "Isso foi incrível."
"Isso foi gostoso pra caramba, amor", Cody disse a ela.
Ginny gemeu. "Falando em gostoso... Me pega uma água, por favor?"
"Claro", ele respondeu enquanto se levantava.
Os olhos de Ava miraram diretamente em seu pau balançando.
"Alguém quer alguma coisa", Ginny disse em tom divertido, e ambas as garotas riram. Sua namorada tentou dar um tapa de costas na bunda dele enquanto ele caminhava para a cozinha, mas errou. "Se apresse", ela gritou atrás dele.
Ele fez exatamente isso, pegando três garrafas na esperança de que ele mesmo precisaria de uma em breve. Embora tenha se ausentado por menos de um minuto, ele encontrou as duas garotas se apalpando e se beijando quando voltou. Ele teve que pigarrear enquanto largava sua garrafa para atrair a atenção delas.
As garotas riram quando seus lábios se separaram. Ginny fez um pequeno aceno, e elas se afastaram para as extremidades opostas do sofá onde tinham começado a noite. Cody entregou a cada uma uma garrafa de água, e então sentou-se entre elas.
Embora ambas tenham aproveitado suas garrafas de água, elas aproveitaram algo mais também. Ele não era nem um pouco avesso às carícias de suas mãos livres sobre suas coxas, peito e abdômen. Ginny foi a primeira a deixar seus dedos deslizarem sobre a cabeça inchada do seu pau, mas a mão da amiga não ficou muito atrás.
Cody respirou pesadamente e recostou-se no sofá, apreciando as duas mãos macias o provocando. Ginny segurou seu queixo com as pontas dos dedos, e o puxou para um beijo. Quando ela se afastou, virou a cabeça dele em direção a Ava, e a morena o beijou com igual paixão.
Ele sentiu os dedos de sua namorada se curvarem em volta do seu pau, assim como as almofadas se mexerem. Ele esperava totalmente que seus lábios o envolvessem. O que ele não esperava era o choque de uma boca recentemente cheia de água gelada.
Ginny riu abafado ao redor dele quando ele arfou e enrijeceu. A boca dela esquentou rapidamente ao redor dele, e ele respondeu quando Ava se inclinou para outro beijo. O ângulo era um tanto desajeitado, mas ele conseguiu alcançar e segurar um dos seios da morena enquanto suas línguas dançavam.
Sua namorada o soltou com um estalo molhado e perguntou: "Quer um gostinho, Ava?"
"Mmm hmm," Ava gemeu no beijo deles antes de se afastar. Ginny segurou o pau dele, e continuou fazendo isso enquanto a amiga o engolia na boca.
"Bom, amor?" sua namorada perguntou.
"Sim," ele respondeu. Ava não chupava tão forte, mas usava mais a língua do que Ginny. Era diferente, mas igualmente maravilhoso.
"Pronto para enfiar dentro dela, fazê-la gozar e então enchê-la?"
"Deus, Ginny," ele disse, enquanto aquela sugestão fazia Ava chupá-lo um pouco mais forte.
"Levante-se um segundo," sua namorada instruiu.
Isso foi mais fácil falar do que fazer com os lábios de Ava enrolados ao redor dele. Ele gesticulou para a morena e deu de ombros.
"Você não quer desperdiçar essa porra na sua boca, quer?" Ginny sugeriu.
Ava deu uma última chupada lenta, acompanhada por um gemido triste, beijou a cabeça do pau dele e se levantou do colo dele. Assim que ele ficou de pé, Ginny se inclinou para sussurrar para a amiga. Ava assentiu, e as garotas entraram em ação.
A morena virou, colocou um pé no chão e fez uma ponte com a perna apoiando o outro pé na almofada. Ginny deslizou suas pernas por baixo, e então Ava ficou de quatro sobre ela. Depois de um pequeno ajuste, elas estavam em um sessenta e nove uma com a outra, deixando bastante espaço em uma ponta do sofá para ele.
Sua namorada levantou a mão, acariciou as pernas de Ava e disse: "Venha foder ela." Ela então soltou um guincho quando a morena desceu e lambeu sua boceta.
Cody inclinou a cabeça para o lado enquanto subia no sofá para ficar de olho em Ava lambendo sua namorada. Assim que ficou ao alcance, Ginny assumiu o controle envolvendo os dedos ao redor do pau dele. Ele olhou ao redor do órgão rígido para vê-la sorrindo para ele. Mais uma vez, ela o molhou no néctar da boceta da amiga, e então posicionou a ponta do cogumelo na entrada do canal de Ava.
Ela não teve que empurrar a bunda dele desta vez. Ava guinchou e seus dedos do pé se curvaram quando ele a penetrou.
"Isso aí. Fode ela, amor," Ginny o encorajou de baixo.
Cody sugou um chiado entre os dentes quando a língua de sua namorada fez cócegas em suas bolas. Ela deu outra lambida quando ele enterrou o pau na boceta apertadinha de Ava de novo. Ele a sentiu se mexendo enquanto se retirava, e olhou para baixo para vê-la voltando sua atenção para Ava. A morena gemeu baixinho quando a língua de Ginny passou sobre seu clitóris.
Ele não sabia para onde olhar enquanto lentamente bombeava seus quadris. Ele tinha a bunda sexy de Ava, sua namorada lambendo a morena de baixo, e a língua de Ava trabalhando em Ginny para escolher. Era difícil manter o controle, mas ele lentamente empurrava até o fundo em Ava a cada estocada, e se retirava até a cabeça quase sair de seu canal. Ava gemia e gemia de prazer na boceta de Ginny.
Toda vez que ele olhava para baixo, ele podia ver os olhos de sua namorada acesos de excitação. A língua dela vagava entre suas bolas, o pau lambuzado de boceta e o clitóris de Ava. Não havia dúvida de que ela estava gostando. Embora ele ainda não tivesse certeza se isso não se tornaria um problema mais tarde, ele decidiu saborear o momento.
Depois de alguns minutos de estocadas lentas, a língua de Ginny fez uma pausa apenas o suficiente para ela dizer: "Mais rápido."
"Sim. Por favor," Ava gemeu.
Cody não teve dificuldade em atender a isso. Ava guinchou quando o pau dele mergulhou nela. Sua namorada soltou um gemido risonho. Ele podia sentir suas bolas roçando o nariz de Ginny, e a lambida ocasional de sua língua enquanto ela lambia sua amiga morena. Apesar do ritmo acelerado, ele manteve o controle, deixando Ava sentir cada centímetro de seu pau. Ela estava absolutamente encharcada, e sua ereção estava coberta por uma espessa camada de seus sucos.
Ginny de repente colocou as mãos nas pernas dele no final de uma estocada. Ela continuou empurrando, então ele se retirou, o que arrancou um gemido desesperado de Ava. Sua namorada então guiou seu pau lambuzado de boceta para os lábios dela. Ele precisou de muito pouca orientação para foder a boca dela. Ginny grasnou ao redor dele, levando-o para a garganta, que ele podia ver inchar a cada penetração.
As mãos dela o contiveram depois de meia dúzia de bombadas, e ela ofegou assim que a cabeça do pau dele passou pelos lábios dela. Ela estava fungando — mas sorrindo — enquanto guiava o pau dele de volta para a amiga.
Um gemido profundo e sexy escapou de Ava quando o pau dele a encheu totalmente mais uma vez.
As mãos de Ginny se curvaram ao redor do corpo de Ava, acariciando a bunda da morena. Ela deixou seus dedos deslizarem em direção à abertura franzida da amiga, mas nunca a tocou de fato. Cody continuou estocando em um ritmo rápido e medido. Quando ele olhou para baixo, viu que sua namorada tinha uma expressão impaciente no rosto, ela inclinou a cabeça, e ele adivinhou corretamente olhar para as mãos dela.
Ginny mexeu o polegar, e então apontou para o pequeno cu rosa de Ava.
Assim que ele lambuzou o polegar nos sucos dela, o sorriso de Ginny voltou. Ela também deixou sua cabeça se acomodar na almofada, se remexeu um pouco e substituiu sua língua pelos dedos. Ava guinchou com a estimulação aumentada em seu clitóris.
Um guincho ainda mais alto soou quando o polegar molhado dele pressionou contra a porta traseira dela. Cody girou o polegar sobre o cu dela, provocando um rosnado.
"Faz isso. Fode ela com força. Faz ela gozar," Ginny disse com uma voz rouca e exigente.
"Isso aí," Cody rosnou enquanto apertava o agarre no quadril de Ava. A morena gritou quando o pau dele bateu com força nela.
Estalos agudos soaram enquanto seus corpos colidiam, misturando-se com altos gritos de Ava. Enquanto isso, Ginny gemia e massageava o clitóris da amiga. Cody podia dizer sem olhar que Ava não estava mais lambendo sua namorada. Os gemidos constantes, arfadas e grunhidos agudos tornavam isso impossível.
Cody rosnou enquanto a coceira perversa crescia na cabeça de seu pau. Ele molhou o polegar mais uma vez nos sucos de Ava, e então fechou os olhos enquanto o pressionava contra o cu da morena. Ele sabia que estava encrencado. Ela era gostosa demais, e toda a situação era simplesmente quente demais.
Por mais clichê que fosse, o melhor que ele conseguiu pensar foi passar estatísticas de beisebol pela cabeça enquanto mantinha seus quadris bombeando. Ele tentou fechar os ouvidos também, mas ainda podia ouvir os gritos de Ava ficando mais altos — mais frequentes. Ele estava perdendo a batalha. Seus músculos se contraíram, e o polegar que estava provocando o cu de Ava a penetrou até a junta. A morena guinchou, e gritou: "S-s-sim!"
"Isso aí. Goza para ele. Goza para ele. Vai, porra," Ginny gritou.
"Ai m-meu D-d-deus! Sim! Assim! Assim!" Ava gritou.
Cody grunhiu alto enquanto o calor e o formigamento se espalhavam por seu pau em estocada.
"Ainda não. Não goza ainda," Ginny o repreendeu.
Fácil para você falar, ele pensou. Estava exigindo cada grama de sua força de vontade não explodir dentro dela. Seus músculos tensionaram e seus dentes se cerraram. Algo parecido com um rugido soou em sua cabeça enquanto ele lutava contra o inevitável.O som de Ava gritando e sua boceta se apertando ao redor dele o pegou de surpresa.
"Ai, sim! Sim! Sim!" Ginny gritou enquanto sua amiga gemia em bela agonia.
Cody abriu os olhos para ver a morena arranhando os lençóis enquanto seu corpo se contorcia.
"Agora enche ela. Goza dentro dela," Ginny exigiu.
Cody conseguiu exatamente mais uma estocada antes de fazer exatamente isso. Ele rugiu enquanto seu esperma jorrava para cima e irrompia no canal apertado de Ava.
"Isso, amor," Ginny arrulhou, mesmo enquanto Ava soltava outro grito.
Seus quadris sacudiram erraticamente, enfiando seu pau nas profundezas dela enquanto jato após jato de esperma inundava a boceta de Ava. Ele rugiu novamente quando os dedos de Ginny gentilmente apertaram suas bolas, desencadeando uma ejaculação especialmente poderosa. Sua cabeça começou a rodar com a intensidade de seu orgasmo. Quando finalmente ele começou a gotejar intermitentemente em seu canal ritmicamente contraído, sua força o abandonou, e ele desabou para frente para descansar a cabeça nas costas úmidas de suor dela.
Não que ele tenha conseguido descansar. Ele estava ficando rapidamente sensível, e as contrações da boceta de Ava enquanto ela descia de seu pico eram quase demais. Cada aperto de seu canal o fazia grunhir — os sons ficando mais lamentáveis a cada emissão. Finalmente, ele não aguentou mais.
De alguma forma, Ginny estava na posição perfeita para sua língua deslizar sobre suas bolas e todo o comprimento de seu pau enquanto ele se soltava. Ava soltou um choro choroso quando ele a deixou vazia. Ele se sentou pesadamente, e então fez uma careta quando bateu a cabeça no abajur na mesa atrás dele.
Sua namorada riu.
Quando ele abriu os olhos um segundo depois, viu a língua de Ginny percorrendo as dobras de Ava enquanto um fio de esperma escorria do canal piscante da morena. Embora sua masculinidade sensível protestasse veementemente, ele não conseguia tirar os olhos da visão de sua namorada bebendo esperma da boceta de outra garota. Ava tremia e gemia baixinho.
A língua de Ginny fez uma pausa apenas o suficiente para ela dizer: "Mmm, ele realmente te encheu." Demorou um pouco demais para dizer, porque um grande glóbulo de sêmen pingou em seu lábio superior antes que ela conseguisse sugá-lo.
Ela apenas riu, agarrou a bunda da namorada e enterrou o rosto na boceta de Ava.
Uma série de três gemidos doloridos escapou dela antes de Ava se afastar rapidamente da língua investigadora de Ginny. Sua namorada a deixou escapar, mesmo que o esperma dele ainda estivesse escapando também. A última coisa que ele viu antes de deixar seus olhos se fecharem foi esperma se acumulando nos seios de Ginny.
Embora ele tenha tentado ignorar as almofadas afundando e o sacudindo enquanto as garotas se moviam um minuto ou mais depois, seus olhos se abriram por vontade própria. Ele gemeu com a visão de Ava lambendo seu esperma dos seios de Ginny, que ela então compartilhou com sua namorada em um beijo.
"Porra," ele gemeu enquanto fechava os olhos novamente.
As garotas ambas riram.
Ele podia ouvi-las sussurrando, e abriu os olhos quando as sentiu ambas se levantarem. Ginny franziu os lábios e fez um som de beijo enquanto as garotas passavam pelo sofá em direção ao corredor. Ava tinha uma mão enfiada entre as pernas para evitar pingar no carpete ao longo do caminho. Cody aproveitou o sofá aberto para se afundar, e soltou um suspiro aliviado.
Ele não tinha ideia de quanto tempo tinha passado quando Ginny o despertou de um cochilo batendo em sua bochecha. Ela ainda estava nua, embora estivesse usando um sorriso enorme — e um tanto torto. "Vem. Quarto," ela disse.
Ele abriu a boca para protestar, mas nem uma palavra saiu. Os olhos estreitados de Ginny lhe disseram que ela não aceitaria um não como resposta. Foram necessárias algumas tentativas abortadas para se sentar. Quando ele tentou ficar de pé, descobriu que suas pernas também não estavam particularmente cooperativas. Ginny segurando sua mão para levá-lo ao quarto ajudou um pouco, mas ele ainda estava trêmulo durante todo o trajeto.
Ava estava esperando na cama — ainda nua também. Ginny o levou para o lado dela da cama, e o encorajou a ficar entre elas. Assim que ele se acomodou, ambas as garotas se aconchegaram contra ele, e descansaram suas cabeças em seu peito.
Ava capturou seu olhar enquanto se acomodava e disse: "Obrigada. Isso foi incrível."
"De nada. Caramba, você era gostosa," ele disse, o que a fez sorrir.
Ginny segurou seu queixo e o virou para ela.
"Minha vez de dizer obrigada." Ela lambeu os lábios e acrescentou: "Você me conseguiu aquela boceta que eu queria."
"Qualquer coisa por você, amor," ele disse.
"Acho que você também ganhou algo com isso," ela disse, e então riu.
"Sim," ele concordou enquanto deixava seus olhos se fecharem.
"Não, não," Ginny protestou imediatamente enquanto batia em sua bochecha. "Nada de dormir. Você ainda não terminou. Você tem que fazer um creampie na Ava também."
Ele sugou uma respiração afiada pelo nariz enquanto uma das mãos de Ginny descansava em seu pau, e uma das de Ava embalava suas bolas.
"Ai, caramba," ele gemeu enquanto elas começavam a trabalhar.
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