Contos eróticos para ler inteiros.

Grupal e Orgias

Você Está Falando Sério?

carl8943 min

Ela fechou a porta, largou a bolsa e soltou um suspiro. Cody não pôde deixar de notar que algo não estava bem.

— O que foi, amor? — perguntou ele.

Ginny suspirou de novo e então veio sentar-se ao lado dele. Ele passou um braço em volta dela e acariciou seu ombro. Ela se recostou nele. — Estou preocupada com a Ava. Ela está tão deprimida.

— Por causa do Tom?

Ela assentiu, e ajeitou uma mecha rebelde de cabelo loiro atrás da orelha. — Ela quase não sai, e... Ela não é mais a mesma.

— Já faz uns dois meses, né?

Havia um toque de irritação na voz dela quando respondeu: — Eles ficaram juntos por três anos, e aí ela chega em casa no aniversário de namoro e pega ele com o pau sendo chupado por outra.

— É, você tem razão — disse ele, embora ainda achasse que era um tanto exagerado.

— Isso destruiu ela completamente. — Depois de alguns segundos, Ginny perguntou: — Você acha ela gostosa, né?

Sinais de alerta soaram na cabeça dele, e Cody não respondeu. Ela se virou para olhar para ele, e depois de um instante, ergueu as sobrancelhas. — Fala sério. Você não acha mesmo que eu sou ciumenta assim, acha? Sério. Me conta.

— É, ela é gostosa — admitiu ele, e sentiu um enorme alívio quando ela sorriu.

— Você foderia ela num piscar de olhos, não foderia?

Ele foi rápido em responder: — Não. Você é a única que eu quero.

Isso a fez sorrir, mas ela imediatamente perguntou: — Mas e se não houvesse consequências? Você foderia ela até não aguentar mais se tivesse a chance, né?

— Como se nós dois estivéssemos solteiros?

— É, algo assim.

Ele hesitou, mas então respondeu: — É, acho que sim.

Ginny se aconchegou nele e disse: — Acho que é disso que ela mais precisa — um cara gostoso pra foder ela sem camisinha e deixar ela sem fôlego.

— Com certeza tem caras dando em cima dela.

— É, mas ela está tão pra baixo que afasta todos. Acho que ela precisa de alguém por quem ela já sente tesão, que simplesmente puxe o pau pra fora e diga 'aqui'.

— Então, por quem ela tem tesão? Se você acha que isso vai funcionar, tenho certeza que você pode achar um cara que faça isso.

— Bem, tem você...

— Hã?

Ginny soltou uma risadinha com o choque dele. — Ah é. Ela praticamente tem que trocar a calcinha toda vez que olha pra você.

— Bom, isso não ajuda muito.

— Ou, talvez ajude.

— Do que você está falando?

Ginny se sentou ereta, fitou os olhos dele e disse: — Quero que você foda ela. Sei que ela não vai conseguir resistir a você, e você vai fazer ela gozar tanto que ela não vai conseguir enxergar direito.

Cody deixou escapar: — Você está falando sério?

— Seríssima. Você é exatamente o que ela precisa.

Ele balançou a cabeça. — De jeito nenhum.

— Olha pra mim. É sério. Eu quero que você faça isso.

— E o que acontece daqui a alguns meses, quando a gente brigar por alguma coisa, e essa for a primeira coisa que você pensar? Não quero estragar isso.

— Você não vai.

— Você diz isso agora, mas...

— Olha, eu te contei que sou bi-curiosa, lembra?

— Sim.

— Bom, a Ava é a pessoa por quem eu tenho curiosidade.

Cody se recostou, tentando absorver o que estava ouvindo. Era demais, rápido demais, e ele não sabia como processar.

— Tenho quase certeza que ela sente tesão por mim também, mas acho que ela não iria topar se fosse só nós duas. Agora, se eu tivesse a isca certa... — Ela enfiou a mão entre as pernas dele e apertou.

Cody soltou um grunhido quando o toque dela fez o sangue correr para baixo.

— Imagina só. Enfiar esse pauzão na bucetinha depilada dela enquanto ela me chupa. Nós duas gemendo. A bucetinha dela apertando em volta de você quando ela estiver prestes a gozar. Mmm... Estou sentindo você ficar duro.

Ela não estava errada. O protesto dele não mudou isso quando disse: — Tem tantas maneiras disso dar horrivelmente errado.

— Mas pode dar tãaao certo — Ginny disse enquanto acariciava o pau quase totalmente ereto dele por cima do short. — Imagina você tirando de dentro dela e eu chupando todo o melzinho da buceta dela do seu pau. Quase consigo sentir o gosto.

— Isso é uma coisa — ele disse. — Você está excitada com a ideia, mas pode ser completamente diferente quando for real.

— Confia em mim. Eu quero muito. Quando a gente estava no chuveiro da academia hoje de manhã, quase me ajoelhei e enfiei meu rosto na buceta dela.

— Deus — Cody gemeu quando os dedos dela apertaram ao redor de sua ereção e começaram a masturbar. — Ou ela pode não estar a fim.

— Bem, então eu vou só assistir você foder ela e depois sentir o gosto no seu pau.

Ele sabia muito bem que isso também podia não acontecer. Ava poderia recusar qualquer coisa. Sua capacidade de protestar estava diminuindo, diante das imagens que a conversa sensual e a mão massageando estavam conjurando.

— Apenas diz. Diz que você vai foder minha melhor amiga por mim, pra ela parar de ficar tão pra baixo. Diz. Diz. Diz.

Cody gemeu e disse: — Tá bom.

— Quero ouvir você dizer. Diz que vai foder ela até ela não conseguir andar.

— Vou foder ela até ela não conseguir andar — ele disse num rompante de palavras rosnadas.

Ginny riu, tirou a mão do colo dele e se levantou do sofá num pulo.

Cody soltou um longo suspiro e deixou a cabeça cair contra a almofada atrás dele. Ele apertou o pau latejante para aliviar a dor que ela havia provocado.

Quando ela pegou o celular e enviou uma mensagem, ele se perguntou se ela já estava tentando arranjar tudo. Depois de enviar, ela ficou olhando para a tela até o alerta de mensagem soar. Ginny soltou um gritinho e disse: — Ela está vindo pra cá.

— Agora?

Ginny terminou de digitar a resposta e disse: — Sim. Agora mesmo. E se ela não se apressar, vou estar sentada na sua cara quando ela chegar. Estou tão excitada agora que não aguento. — Ela foi até ele, agarrou a mão dele, e guiou-a para dentro da perna do short até a virilha.

A mancha úmida na calcinha dela confirmou que ela não estava exagerando. Aquele ponto sem dúvida ficou mais molhado quando ela forçou o dedo dele na fenda e roçou contra ele por um segundo. Ela soltou um gemido longo e profundo, puxou a mão dele e disse: — Vai se trocar e coloca aquele short laranja de basquete. Sem cueca. Coloca uma camiseta que seja mais fácil de tirar também.

Dadas as instruções, ela puxou a blusinha pela cabeça e deslizou as alças do sutiã pelos ombros. Antes de alcançar as costas para o fecho, ela o olhou e disse: — Então...

Cody se levantou do sofá e foi para o quarto. O sutiã de Ginny caiu na cama enquanto ele se despia para se trocar. Ele estava vestindo uma camiseta velha e confortável quando a ouviu chamar: — Anda logo. Ela vai levar só alguns minutos para chegar, e você precisa estar no lugar.

Ele se perguntou há quanto tempo ela estava planejando isso quando entrou na sala e viu que ela havia ocupado as outras duas cadeiras com cestos de roupa suja, deixando apenas o sofá como lugar para sentar. Ela tinha estendido uma manta de pele falsa sobre o sofá também.

— Senta, bem no meio — ela instruiu.

Cody tomou seu lugar quando a campainha tocou. Ginny lhe lançou um olhar animado, e então se recompôs enquanto ia para a porta.

— Oieee — as garotas se cumprimentaram, e então se abraçaram. Até Cody percebeu que o cumprimento de Ava estava menos exuberante do que ele estava acostumado. A morena estava sorrindo, mas parecia forçado.

— Senta aí, vou pegar — Ginny disse, e então foi para o quarto.

Ava hesitou brevemente ao ver as duas cadeiras ocupadas pela roupa, mas então se sentou ao lado de Cody no sofá.

— Oi — ele disse, e acenou enquanto ela se sentava.

— Oi — respondeu ela, e pela primeira vez, ele notou um brilho de algo nos olhos dela quando olhou para ele que denotava atração.

Ginny não os deixou sozinhos por muito tempo. Ela saiu do quarto com um livro e disse: — Aqui está.

Ava pegou o romance e perguntou: — Obrigada. É bom?

— Muito bom — Ginny respondeu enquanto se sentava no lado oposto do sofá, com Cody entre elas.

Ava leu a sinopse na contracapa, e enquanto ela estava distraída, Ginny agarrou o pau de Cody por cima do short fino. Ele tinha perdido a maior parte da rigidez até aquele ponto, mas isso mudou rapidamente com o toque dela e o olhar sensual que ela lhe deu.

— Puta merda, ela não está de brincadeira — ele pensou quando ela enfiou os dedos por baixo do cós elástico do short dele.

— Quero te mostrar uma coisa — Ginny disse.

Ava desviou os olhos do livro bem quando Ginny puxou o tecido que o encobria. O livro caiu dos dedos dormentes dela quando ela arfou, e cobriu a boca com as duas mãos.

Ela não desviou os olhos, porém.

A namorada loira dele segurava o cós do short dele para o lado com uma mão, e acariciava o pau que endurecia rapidamente com a outra. Ava balançou a cabeça, como se estivesse saindo de um transe, e arrancou os olhos para olhar para a amiga.

— Mmm hmm — Ginny gemeu enquanto franzia as sobrancelhas, e então olhou para baixo, para a ereção dele.

Os olhos da morena saltaram duas vezes para o órgão que balançava antes de ela gaguejar: — Eu... O quê... Uhm...

Ginny disse: — Você precisa seriamente dar, amiga. Já que você não está fazendo nada a respeito, decidi que você precisava de uma ajudinha.

A boca de Ava se moveu, mas nenhum som saiu. Ela olhou da loira, para ele, para o pau duro como pedra dele, e então de volta para a amiga. A próxima coisa que Cody soube, sua namorada estava se inclinando sobre ele, e agarrando a mão da amiga. Ava pareceu resistir por um instante, mas então permitiu que a loira puxasse a mão dela para o colo dele. Ela inspirou um suspiro trêmulo quando Ginny fechou os dedos dela em volta dele.

— Eu quero que você foda ele. E eu sei que você quer — Ginny disse.

O tom dela era tão sensual e excitado que lhe deu arrepios. Um tremor percorreu a morena que apertava o pau dele também.

Ginny se inclinou e sussurrou: — Beija ela.

Cody olhou para a morena, sentindo-se um pouco desconfortável em tomar a ação agressiva apesar do fato de os dedos de Ava estarem enrolados em volta do seu pau. Embora os olhos dela tivessem voltado a descer para sua ereção pulsante, foi como se ela sentisse os olhos dele sobre ela e olhasse para cima. Ela sugou um breve suspiro quando ele tocou seu braço hesitantemente, e ela estremeceu quando a mão dele deslizou para cima até seu ombro.

Os lábios de Ava se entreabriram quando ele olhou nos olhos dela, e moveu a mão para seu pescoço. Quando ele se inclinou para ela, ela soltou um gemido baixinho, fechou os olhos, e se inclinou para a frente para encontrá-lo.

O beijo foi absolutamente elétrico, e pareceu quebrar as inibições da morena. Ela o beijou apaixonadamente — a língua dela acariciando seus lábios. A mão que não estava entre as pernas dele pousou na nuca dele, e ela entrelaçou os dedos no cabelo dele — mas apenas brevemente.

A próxima coisa que ele soube, ela estava arregaçando a camiseta dele. Ava se afastou do beijo e arrancou a camiseta dele. Assim que ela deslizou para trás do sofá, ela alcançou a blusa dela e começou a puxá-la para cima. Quando a parte de baixo do sutiã dela apareceu, ela pareceu se lembrar da amiga sentada na outra ponta do sofá, e fez uma pausa — seus olhos se arregalando.

Ginny gemeu sua aprovação e puxou a parte de trás do short de Cody.

O que quer que tenha passado entre elas deve ter sido suficiente para Ava, porque ela murmurou baixinho: — Ai, meu Deus — e terminou de arrancar a blusa.

Cody colocou uma perna no chão e se levantou o suficiente para tirar o short completamente, o que fez Ava lamber os lábios enquanto ela se livrava do sutiã. Ginny sempre dizia que elas usavam exatamente o mesmo tamanho em tudo, então ele presumiu que ela também tinha seios tamanho C. Os peitos dela eram lindos. Ela tinha auréolas ligeiramente maiores e mais irregulares que as da namorada dele, com mamilos menores.

Ava não perdeu tempo em desabotoar a calça jeans assim que seus seios estavam livres. Tentar se livrar das calças foi mais complicado, e puxou a calcinha dela para baixo enquanto o jeans deslizava sobre sua bunda.

— Tira isso — Ginny disse num sussurro rouco.

Cody estendeu a mão para fazer exatamente isso, e Ava rapidamente girou no sofá com as pernas viradas para ele. Enquanto ele puxava o jeans até os joelhos dela, sua namorada agarrou as pernas da calça e puxou também. Em pouco tempo, a calça jeans da morena caiu no chão com um baque surdo.

Ele se lembrou do que a namorada tinha dito quando viu a mancha mais escura na calcinha de Ava, o que confirmou o quão excitada a morena ficava perto dele. Envolvido no calor do momento, ele não precisou de instrução para puxar aquela calcinha para baixo e jogá-la longe.

Ava obviamente não estava deprimida o suficiente para parar de depilar a buceta. Seus lábios rosados apenas despontavam da fenda até que a morena se ajeitou para trás e abriu as pernas. Cody se moveu para perto, mas fez uma pausa quando ela de repente colocou uma mão entre as pernas e fitou os olhos de Ginny.

— Você tem certeza? Eu... — Ava perguntou, sua voz rouca de desejo.

Ginny respondeu com ações, em vez de palavras. Ela deslizou do sofá, sentou-se na mesa de centro, e tomou o pau dele na mão. Ela o apontou para o meio das pernas da amiga, e as duas trocaram um olhar. Ava moveu a mão, e a loira guiou a ponta dele para a abertura dos lábios dela.

Cody gemeu e Ava choramingou quando Ginny esfregou a glande dele pela abundante umidade dela. A morena respirou fundo quando a amiga centralizou a cabeça do pau dele na entrada do canal dela.

Ele não era de discutir quando sua namorada empurrou a bunda dele. Um grunhido rosnado escapou dele quando ele afundou na buceta quente e molhada dela.

— Ai, meu Deus — Ava exclamou com uma voz aguda e esganiçada enquanto ele a preenchia. Suas costas arquearam, empurrando seus peitos maravilhosos para o alto. Embora fosse deliciosamente apertada, ela estava tão molhada de antecipação que ele conseguiu enterrar todo o comprimento do seu pau dentro dela de uma só vez.

Ginny encorajou os dois: — Dá a ela o que ela precisa.

Cody recuou, e enfiou de novo, arrancando um gritinho de Ava, seguido de um suspiro. A morena disse: — Ele é tão gostoso.

— Eu sei — Ginny disse, e então estendeu a mão para segurar a mão da amiga. As duas riram e coraram, embora a risada de Ava tenha sido cortada por um grunhido quando o pau dele afundou em suas profundezas novamente.

A mão livre de Ava foi para o clitóris e três dedos circundaram o botãozinho. Cody mal podia acreditar que estava fodendo a melhor amiga da sua namorada enquanto Ginny estava sentada ali segurando a mão da morena. Ele olhou para a namorada, e ela lhe deu um aceno animado.

— Fode ela, amor. Faz ela gozar gostoso — a loira lhe disse.

— Ah, porra, isso! — Ava gritou em resposta.

Cody foi devagar, deleitando-se com a sensação da buceta dela, e deixando-a sentir cada centímetro dele.

— Mmm, ela é gostosa, né? — Ginny perguntou.

— Pra caralho — ele respondeu.

Ava disse: — Tão cheia.

Ele aumentou o ritmo, o que fez Ava gritar e apertar a mão de Ginny com força. A outra mão dela bateu no encosto do sofá e o arranhou. Foi quando a namorada dele decidiu fazer seu próximo movimento.

Os olhos de Ava se arregalaram e ela arfou quando a loira assumiu o lugar massageando o clitóris dela. Cody sentiu os músculos dela se contraírem ao mesmo tempo, e achou que aquele seria o passo além do limite que ele esperava. Depois de um segundo ansioso, os olhos de Ava reviraram, e ela soltou um rosnado incrivelmente sexy.

Cody bebeu tudo aquilo. Os dedos da namorada dele circulavam sobre o clitóris da morena. Ava se contorcia de prazer. Um par de seios tremulava com as estocadas dele, e outro com o movimento da mão de Ginny. Ava choramingava a cada estocada, e a namorada dele soltava gemidos excitados.

Em pouco tempo, o ruído suave de corpos colidindo se juntou àquela sinfonia. Os seios de Ava passaram de tremular para quicar. Seus gritos ficaram mais altos. Ginny mudou de posição e seus dedos brilharam ainda mais rápidos entre as pernas da morena.

— S-s-sim! — Ava gritou com a onda de estimulação.

— Goza pra gente. Vai — Ginny ordenou com uma excitação ofegante. Ela estava olhando diretamente para o rosto corado da amiga.

Os olhos das duas garotas se travaram e Ava guinchou: — Ai! Ai! Ai, meu Deus!

— Mmm hmm. Isso — Ginny respondeu. Ainda encarando profundamente os olhos de Ava, ela disse: — Fode ela com força, amor. Faz ela gozar.

Ava soltou um guincho estridente quando ele seguiu aquela instrução à risca.

Cody martelou a buceta dela e grunhiu de esforço. O rubor no rosto da morena parecia se aprofundar cada vez que ele batia fundo nela. Então ele sentiu o primeiro cócegas de aviso. Ele rapidamente ergueu os olhos para encarar a parede, mas isso não fez nada para esconder o som do seu pau mergulhando na buceta apertada e molhada dela, ou os gritos cheios de prazer que explodiam dos lábios de Ava. Ele cerrou os dentes, reuniu sua vontade, e se preparou para lutar.

Não foi necessário.

Ele soltou um grunhido surpreso quando a buceta dela se contraiu ferozmente em volta dele. O som mal podia competir com o gemido de doce agonia de Ava. Cody enfiou contra a resistência da buceta em clímax dela, fazendo-a sugar um suspiro irregular e gritar novamente.

"Sim! Sim! Sim!" guinchou Ginny em rápida sucessão, seus dedos ainda um borrão entre as pernas da morena.

Mais algumas estocadas o levaram perigosamente perto do limite, e Cody enterrou o pau uma última vez. Pregada no sofá pelo membro pulsante dele, Ava se debateu e sacudiu. Seus braços agitaram-se e arranharam o que quer que estivesse no caminho. Fazia um bom tempo desde que ele tinha visto outra mulher gozar, e era emocionante.

Bem devagar, Ava foi descendo do seu pico. Os dedos de Ginny deixaram o clitóris da amiga, e ela olhou para ele com um sorriso beatífico enquanto acariciava sua perna — deixando três trilhas escorregadias dos sucos da morena no processo. Os olhos de Ava ainda estavam fechados por conta dos choques elétricos do clímax percorrendo seu corpo.

Ginny empurrou o quadril dele, e ele se retirou. Um som molhado e sugado acompanhou seu pau deslizando para fora do abraço apertado dela, embora o som tenha sido rapidamente abafado por um gemido dolorido de Ava.

O pau dele ainda tocava os lábios dela quando Ginny enrolou dois dedos e um polegar em volta da base, puxou-o para si e o engoliu na boca.

Ginny gemia a cada chupada em seu pau lambuzado de boceta. A coceira do clímax iminente, que tinha começado a diminuir, reafirmou-se rapidamente em sua boca experiente. Ele estava prestes a avisá-la que estava perto quando ela deixou a cabeça do seu pau sair de seus lábios com um estalo e ofegou. Ela imediatamente se virou para Ava.

Os olhos da morena estavam cheios de assombro enquanto ela arfava e ofegava com os tremores secundários do seu orgasmo.

"Mmm, você tem um gosto tão bom", Ginny disse. Ela passou os dedos sobre o abdômen da amiga, sem nunca perder o contato visual.

Cody teve apenas um milissegundo para ver o fogo acender nos olhos de Ava antes que ela agarrasse a mão de Ginny e puxasse a loira para si. Ele rapidamente descobriu que, pelo menos a maioria dos seus medos eram infundados. As duas mulheres se beijaram com paixão desesperada, e Ava arrancou a blusa de Ginny no segundo seguinte ao toque dos lábios. Depois de levar um pé nas costelas de sua namorada se contorcendo, ele se mudou para o braço do sofá para apreciar o espetáculo.

A blusa de Ginny não durou muito, e como ela já tinha tirado o sutiã, seus seios logo estavam esmagados um contra o outro enquanto suas línguas se entrelaçavam. Ava empurrou os ombros da loira para cima e envolveu os lábios no mamilo de Ginny. Sua namorada soltou um gemido agudo com as atenções da amiga.

Embora aparentemente prestando bastante atenção ao que fazia com os lábios, Ava também estava multitarefa. Estava fazendo tudo ao seu alcance para enganchar os dedos dos pés sob o cós do short de Ginny, para tirá-lo do caminho também. Cody ficou feliz em ajudá-la, e moveu-se para puxar o short e a calcinha de sua namorada para baixo simultaneamente. Ginny levantou cada joelho de uma vez, permitindo que ele removesse a última barreira entre eles.

Sua namorada puxou o mamilo dos lábios de Ava, mas só para poder ter a sua vez. As duas mulheres esfregaram seus corpos uma na outra, gemeram e ofegaram. Uma das mãos de Ava percorreu as costas de Ginny, enquanto os dedos da outra se entrelaçavam nos cabelos loiros.

Ginny soltou o mamilo da amiga, e Ava gemeu em protesto. Um gemido seguiu rapidamente quando a loira plantou um beijo logo abaixo dos seios de Ava, e depois outro um pouco mais abaixo.

"Eu queria fazer isso há tanto tempo", Ginny disse antes de passar para outro beijo, mais perto do sexo da amiga.

Ava respondeu: "Ai, meu Deus. Eu também."

A trilha de beijos de Ginny alcançou o monte da morena, e sua namorada disse: "Vem assistir, amor."

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