Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Um Segredo Entre Irmãos

franautora42 min

Kit empurrou de leve a porta da frente, exausta, mas satisfeita. Fora um dia longo, e depois de tantas lojas e compromissos, ela só queria relaxar o resto da noite. Carregada de sacolas de compras, fechou a porta sem barulho com as costas, sem querer acordar o resto da família. Entrar tarde da noite sem ser notada não era problema para Kit — já fizera isso muitas vezes antes, e com companhias mais comprometedoras do que latas de sopa. Não fez um som ao pousar as compras e entrou na ponta dos pés na sala de estar.

Thomas estava esperando por ela. Bem, mais ou menos. O agora recém-formado do ensino médio estava desacordado no sofá, seus membros magricelos mal iluminados pela estática tremeluzente da TV. Kit abafou uma risada. O irmão mais novo estava tão preocupado com ela, com a consulta médica de hoje, que tentara ao máximo ficar acordado, mesmo contra sua vontade.

"Ele nunca foi do tipo que vira a noite..." murmurou para si mesma, esgueirando-se ao lado dele. Seu cabelo castanho-arenoso combinava com o dela, embora o dela chegasse até a metade das costas. As pessoas costumavam dizer que dava para perceber na hora que eram irmãos, e realmente dava. Isso poderia dificultar um pouco as coisas depois da formatura, considerando o que Kit descobrira hoje. Mas, no momento, ele dormia, aguardando atentamente o retorno da querida irmã em seus sonhos.

Kit deslizou com cuidado para o sofá e tirou o controle remoto da mão frouxa dele. A estática se apagou, e tudo ficou em silêncio de novo. O lugar estava igual a alguns meses atrás, quando ela trouxera o namorado escondido para casa enquanto os pais estavam fora. Apenas dois corpos jovens apertados no sofá preto acolchoado, vigiados pelo patamar e pela escada do andar superior. Completamente sozinhos. Thomas bocejou e se espreguiçou, roçando a mão na irmã. Seus dedos pararam logo acima do colo dela, e um arrepio subiu pela espinha de Kit — um toque leve, como na noite em que descobriram o que realmente sentiam um pelo outro.

As coisas acabaram de um jeito diferente do que ela planejara, com certeza, mas no que diz respeito ao resultado...

Quatro Meses Atrás

A porta da frente se abriu quando os dois universitários entraram cambaleando, ocupados demais se beijando para serem discretos. Kit e seu namorado Allan estavam namorando firme havia alguns meses, e as coisas estavam realmente começando a esquentar. Na faculdade, já tinham transado algumas vezes, mas estar de volta em casa tornava essas excursões sacanas quase impossíveis.

Hoje não, porém. Os pais de Kit estavam em uma viagem de negócios, e só seu irmão mais novo, Thomas, ficara em casa. Esta noite ele estaria estudando para as provas finais, e Kit sabia que isso significava que ele estaria apagado por volta da meia-noite. E isso queria dizer que ela e Allan podiam se divertir como bem entendessem.

E se divertiram mesmo. A língua de Allan dançava com a dela enquanto Kit o puxava de costas para o sofá. Suas risadinhas eram abafadas contra os lábios dele quando suas mãos atrevidas agarraram a bunda dela. Eles caíram com um baque no sofá, despencando para trás, com Allan prendendo a namorada que se contorcia no couro preto. Kit derrubou um criado-mudo, mas não se importava. A discrição deles não conseguia esconder as breves escapadas de suas risadas, murmúrios e depois gemidos enquanto arrancavam as roupas um do outro. Ele tirou a camiseta de algodão dela, ela afrouxou a calça jeans apertada dele, e logo suas roupas se misturavam no chão. Allan esfregava a ereção na cueca boxer contra a calcinha de seda de Kit, já molhada de expectativa.

"Mmm, Deus, Allan," Kit sussurrou quando conseguiu tomar fôlego, "senti tanta falta disso..." Ela roçou os quadris na direção dele enquanto acariciava os flancos nus dele.

"Ah é, tô vendo," ele respondeu, mordiscando o pescoço dela, "Acha que vai gritar para mim esta noite, Kit?"

"Mmm-mmm," Kit balançou a cabeça, "Meu irmão ainda está aqui. Não podemos fazer muito barulho, lembra?"

"Quê? Achei que você tinha dito que a casa era só sua esta noite."

"É sim, é sim. Só meus pais que foram embora. Thomas já deve estar dormindo. Ele tem — mmm — estudado para as provas," Kit arqueou o corpo para encontrar a mão do namorado, aquela que deslizou por baixo do sutiã e o arrancou dos seios dela. "Mas temos que fazer silêncio, tá? Ah, assim mesmo, Allan..."

"Você fala isso, mas é você que está gemendo tão alto," o garoto sorriu maliciosamente e continuou provocando o mamilo pequeno de Kit, puxando o botãozinho rosa exatamente como sabia que ela não resistia. "Talvez a gente dê um showzinho pro seu irmãozinho, hmmm? Mostrar pra ele que putinha tarada a irmã dele é."

"Allan!" Kit sibilou entre os dentes, "Não diz isso!"

"Dizer o quê? Que seu irmão adoraria aproveitar a irmã mais velha tarada dele?" Allan riu. Kit fez cara feia.

"Eu amo o Thomas, mas não desse jeito. Não diz coisas assim! Só... ooh, só me fode, Allan!"

"Shhh, não queremos acordar seu irmãozinho agora, né? Ele vai ter que perder enquanto eu fodo a irmã mais velha dele..." Allan deslizou a calcinha de Kit até o meio da coxa, nem se preocupando em tirá-la antes que o som familiar de amassar e rasgar a embalagem da camisinha enchesse o silêncio. Preliminares nunca foram algo com que Allan perdesse tempo.

"Ele não é pequeno. Vai se formar em apenas um mês..." Kit resmungou para si mesma, deitada sob o namorado ocupado. Não valia a pena discutir, apesar do desejo instintivo de fazer exatamente isso. Thomas era um cara legal, às vezes bom demais. Ela teve que defendê-lo no primário e no ginásio dos agressores que sempre o chamavam de 'Gatinho da Kit' e 'Tom Polegar' por ser pequeno. Mas no ensino médio ele superou esses apelidos e até a irmã mais velha, e ela não era baixa, nem de longe. Mas ele sempre a chamara de 'Mana', e ainda chamava...

"Ahhh, pronto," Allan disse finalmente, massageando o pau encapado algumas vezes antes de trazer Kit de volta de suas lembranças. "É, hora de te mostrar o que seu irmão só deseja poder fazer." A sala escura escondeu a careta de Kit, mas ela se desfez quando o membro quente de Allan deslizou entre os lábios dela.

"Ohh Deus..." Kit gemeu o mais baixo que pôde, "Por favor... vai devagar. Não quero acordar—" Allan a interrompeu metendo com força dentro dela. Kit mal conseguiu conter o gritinho quando o pau liso pela camisinha se enfiou dentro dela. A cueca de algodão dele roçava no monte sensível dela, e os grunhidos altos dele a enfureciam e excitavam ao mesmo tempo.

"S-silêncio! Ah, ooh, oh!" O couro do sofá rangeu enquanto a força de Allan a empurrava para a frente aos poucos. Kit cerrou os dentes, tentando ficar quieta e reprimir a dor da estocada bruta dele, mas seus gemidos ainda escapavam de seus lábios. "Se o Thomas estiver acordado..." Ela pensou, "Ele vai saber com certeza o que está acontecendo aqui embaixo."

"Tá gostando, hein?" Allan rosnou, enfiando com mais força na garota que se retorcia.

"Ummm, oooh, não — não tão forte, Allan." Kit olhou para o rosto tenso dele, imaginando se ele conseguia ver seu lábio mordido e olhos apertados. Provavelmente não, mas ainda assim ela tentou gentilmente empurrar o quadril dele para trás.

"Ugh, tá bom — você faz então." Allan saiu completamente e se jogou de costas. Kit piscou e se apoiou nos cotovelos depois de um momento constrangedor. Ela olhou para o pau do namorado. Mesmo coberto pela camisinha, dava água na boca, e as amigas concordavam que ela tinha sorte de ter um cara tão bem-dotado só para ela.

"E aí?" Allan resmungou, "Vai — senta em mim como uma boa vaqueira." Ela se perguntou se realmente tinha tanta sorte assim...

"Deixa eu só me cobrir primeiro..."

"Por quê?"

"E se o Thomas vê?"

"Aí ele vai saber que a irmã dele tem peitos gostosos."

"Preciso ter cuidado caso ele acorde," ela tentou pegar o sutiã, mas Allan agarrou seu pulso e a segurou.

"Nu-uh. Quero ver esses peitos balançando só para mim, amor." A outra mão dele apalpou os seios nus dela. Ela sabia que ele os amava — ele dizia que eram as melhores partes dela. Ele massageou os seios firmes dela, deixando-os transbordar por entre os dedos, como se os pesasse e avaliasse, como fizera todas as vezes que a camisa dela saía. Kit não tinha tanta certeza, mas a expressão no rosto de Allan dizia que ela não tinha muita escolha no assunto.

Então ela tirou a calcinha completamente e avançou para montar nos quadris dele. Segurando a base do pau dele, ela o guiou para dentro da boceta ansiosa. Ela jogou a cabeça para trás e gemeu enquanto descia devagar até que as bolas dele tocassem a bunda nua dela.

"É isso aí, muito bom..." Allan gemeu, acariciando os quadris fartos da namorada, "Agora me mostra por que você é minha putinha, Kit."

Com cuidado, Kit começou a subir e descer. Levantar a bunda e afundar de novo fazia a boceta dela apertar e tremer muito mais gostoso do que as estocadas de Allan. Mas, em vez de focar no prazer, ela olhou para o corrimão do andar de cima. Estava escuro demais para ver muita coisa, mas o quarto de Thomas era a primeira porta à esquerda. Porta fechada e luz apagada, mas ainda assim Kit se preocupava. Cada descida sacudia os seios dela, um brilho de suor aparecendo neles sob a luz fraca do luar. Normalmente, ela nunca correria esse risco, mas estava há tanto tempo sem Allan, e sempre ficava tão excitada nessa época do mês. Ela não queria sexo — ela precisava.

"Mmmmm, finalmente está gostando, hein?" Kit se inclinou para a frente, segurando o peito duro dele e deixando o quadril trabalhar o pau. Ela não respondeu — só empinou o peito sobre o rosto do namorado e o provocou com aqueles frutos pendentes, desejosos de serem colhidos.

Mas ele não os colheu de jeito nenhum. Em vez disso, ele recostou a cabeça nos braços cruzados enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido nele. Finalmente, a garota sentiu o começo daquele nó familiar apertando no fundo do estômago.

"Ahhh sim," ela sibilou, jogando o cabelo comprido e se arqueando contra ele. Todo o corpo dela ficou tenso, preparando-se para o que ela desejava havia semanas. Ela estava quase lá. Allan chegou primeiro.

"Ah, merda, amor, vou gozar!"

"Não, não, espera!" Kit implorou, forçando o quadril a desacelerar. Mas ele agarrou os quadris dela e a enfiou com força. Apesar de seu contorcer desesperado, ou talvez por causa disso, ele pulsou e jorrou dentro da grossa capa de borracha.

"Não..." Kit gemeu baixinho, esfregando o quadril no namorado em vão, tentando chegar lá. Mas ele agarrou os quadris dela com força, o pau ainda se contraindo e bombeando inutilmente dentro dela. O nó apertado em seu ventre se afrouxou, e logo tudo o que restava era a respiração ofegante de Kit e o gemido satisfeito de Allan.

"Ah, é, isso foi bom, amor," Allan suspirou, dando uma estocadinha por baixo. A camisinha conteve tudo, mas mesmo o calor da porra dele irradiando dali não fazia nada pelo desespero de Kit.

"Eu estava tão perto..." Kit gemeu. Ela se esfregou nele, ordenhando o pau que amolecia dentro de sua boceta apertada, lutando para reanimar o membro murcho de Allan. Levantando-a, ele segurou a base do pau e tirou a camisinha.

"Que cara é essa?" Ele disse quando finalmente parou de gemer e abriu os olhos, "Achei que você estava gozando comigo, gemendo e fudendo em cima de mim desse jeito."

"Você não estava me ouvindo? Eu disse para você parar, mas você gozou mesmo assim!" Kit olhou feio para ele com os punhos cerrados.

"Quando você se esfrega no meu pau desse jeito, você sabe que eu não consigo parar. Não me culpa." Allan casualmente rolou Kit para o lado no sofá e começou a vestir a cueca boxer de volta.

"VOCÊ me puxou para baixo!" Kit sibilou entre os dentes, "Eu tentei parar, mas você não deixou!"

"Puta que pariu, Kit! Não entendo qual é o seu problema. Você estava com tesão, a gente transou, e agora você está brava? Que porra foi que eu fiz!?"

"Você-! Tanto faz. Não quero fazer isso aqui." Kit se cobriu com os braços enquanto tateava as roupas. Allan já estava vestido quando ela desistiu de procurar e se levantou.

"Aonde você vai?" Allan perguntou.

"Pro meu quarto. Provavelmente para gozar que nem você fez."

"Tá bom então, não vou lidar com essa merda de novo." Allan vestiu o casaco e saiu pisando duro, deixando a porta da frente escancarada no ar frio da noite. Kit correu para a porta, furiosa enquanto o motor do carro rugia.

"Você esqueceu sua camisinha, babaca!" Ela se armou e jogou a camisinha usada na cara presunçosa dele atrás do volante. Mas seu míssil pegajoso errou completamente, passando por cima do carro e voando para o breu desconhecido. Ela imaginara que espirraria como um balão d'água no para-brisa dele, mas pelo menos não estava por perto para lembrá-la do pau egoísta que a fez.

Só quando os faróis desapareceram na esquina é que Kit percebeu que estava parada nua na varanda, gritando e jogando camisinhas na noite. Não poderia ter corrido mais rápido do jeito que recuou então, com o rosto ficando ainda mais quente enquanto o resto do corpo tremia de frio. Ela respirou forte, enxugando com os punhos lágrimas salgadas e engolindo os soluços quando ouviu um arrastar.

Kit congelou, depois se virou rapidamente e entrou sorrateira na sala de estar. Chegou bem a tempo de ver a porta de Thomas se fechar quase por completo.

"Ele viu aquilo? Ele me viu? Ai, Deus! Quanto será que ele viu!?" Em pânico, Kit engatinhou até a calcinha e o sutiã e os vestiu antes de subir sorrateira as escadas. Quanto será que o irmão tinha visto? Ela não podia saber. Talvez ele tivesse acordado bem no final e não vira nada? Kit tentou se convencer de que era isso, mas seu coração gelou quando ouviu seu nome através da porta. Mal respirando ou se mexendo, ela se ajoelhou e espiou dentro do quarto dele.

O abajur fraco na mesinha de cabeceira de Thomas iluminava o quarto e sua cama ocupada. Definitivamente, ele não estivera estudando. Fotos estavam espalhadas pelos lençóis, algumas caindo no chão, e muitas outras amontoadas em uma caixa de sapatos por perto. Ele estava deitado no meio delas, de costas para a porta, se mexendo levemente debaixo dos lençóis. Ele estava definitivamente acordado, e Kit se inclinou para ouvi-lo sussurrando.

"Você merece coisa melhor do que isso, Kitty."

Kit recuou e se preparou para pular para trás. Mas ele não se virou. Em vez disso, continuou murmurando: "Você sempre traz caras assim. Por quê? Por que você sempre se subestima? Puta merda, mana..." Ele rolou de costas, e Kit vislumbrou a foto nas mãos dele. Era ela.

Caiu a ficha. Kit olhou mais de perto o quarto dele e se viu em cada foto espalhada. Algumas eram normais, ela sorrindo com amigos ou posando para a câmera. Mas as mais gastas eram diferentes: uma tirada na praia alguns anos antes, quando ela comprara um biquíni novo de cordinha. Outra de quando ela se fantasiou no Halloween de prostituta pirata, a sensualidade exibida. E então havia uma dela saindo do banho, a toalha mal cobrindo o corpo ainda pingando. Essa última só poderia ter sido tirada da porta do quarto de Thomas.

O coração de Kit começou a disparar. "Por que... por que ele tem todas essas...?" Quanto mais olhava, mais fotos tiradas secretamente descobria. Muitas delas a mostravam com roupas casuais em casa, as camisetas grandes mal cobrindo a calcinha e os tops esportivos com shorts de ginástica. Thomas estivera tirando-as todos esses anos, ela percebeu — ele sempre carregava a câmera e revelava muitas fotos ótimas, mas nunca mencionara as que agora estavam espalhadas pelo quarto.

"Kitty..." Thomas suspirou, fazendo os olhos de Kit voltarem para o irmão. Ele a chamara de Kitty desde pequeno, e era o único que Kit permitia que fizesse isso. Ele se concentrou em uma foto especialmente gasta em uma das mãos, mas onde a outra estava Kit não podia ver. Isto é, até ele puxar o lençol.

"Mmmm," o irmão de Kit gemeu, masturbando-se para a foto da irmã mais velha. A boca de Kit se abriu — Thomas pensava daquele jeito sobre ela!? Felizmente, sua voz congelou junto com o resto do corpo, então Thomas continuou acariciando o pau que endurecia e olhando para a foto de Kit. "Eu seria tão melhor para você, mana..." ele murmurou, o líquido pré-seminal brilhando e escorrendo pelos nós dos dedos. Ele estivera se masturbando por um bom tempo.

"Aquele desgraçado!" Kit gritou em sua mente, "Como ele pode dizer isso!?" Kit teve meia vontade de escancarar a porta e dar uma surra para trazer a razão de volta a ele, mas não conseguiu. Não conseguia se mexer do lugar, nem mesmo fechar a boca escancarada. Seus olhos fixaram-se no irmão mais novo, particularmente em seu pau longe de ser pequeno enquanto ele o estimulava.

"Que babaca!" Thomas rosnou, a mão apertando o pau, "Ele nem se importou com ela. Nem tentou tocar nas coxas da Kitty... na boceta dela..." A punheta dele extraiu outra gota de pré-gozo do membro inchado. Kit assistiu hipnotizada enquanto ela escorria pelo pau. "Aposto que ele nunca nem chupou ela... nenhum deles fez isso. A mana teria um gosto tão... doce..."

Isso não era real. Kit enraizada no lugar, ouvindo o irmão mais novo dizer coisas tão sujas sobre ela. Coisas que ele não deveria saber. Era verdade que nenhum de seus namorados jamais se oferecera para fazer sexo oral nela, e ela sinceramente achava que não queria que fizessem. Mas quando Thomas falou assim, com aquele rosnado luxurioso na voz, uma raiva explodiu no peito de Kit contra todos os seus ex por nunca terem tentado. Mas o irmão dela... Ele queria. Ele queria provar a irmã mais velha.

— Meu Deus, Kitty — Thomas ofegou. Sua punheta acelerou. — Aquele babaca tinha razão... eu te foderia. Melhor do que ele, melhor do que... — ugh! — todos eles!

A cabeça de Kit girou. Ele realmente tinha visto tudo. Viu ela com Allan, viu ele a possuir, viu a irmã cavalgando nele. Foi por isso que fez isso agora, Kit percebeu. Ele queria a irmã. Queria foder ela.

Kit enfiou a mão na calcinha antes de perceber o que estava fazendo. Allan a deixara quente, mas Thomas a estava fazendo ferver. Uma parte dela exigia que parasse. Sabia como era errado ficar excitada pelo próprio irmão, mas não conseguia se controlar! A calcinha estava encharcada — Allan nem causava isso nela quando a comia. Mas seu irmãozinho causava, só com suas palavras. E seu pau. Ela já tinha visto maiores e menores, mas nenhum era tão hipnotizante quanto o pau de Thomas sendo polido por sua mão.

— Meu Deus, mano... — ela ofegou excitada, imaginando como seria...

Thomas enrijeceu e se virou para a porta agora escancarada. — O quê... M-Mana!?

Seus olhos cravaram nos de Kit, e o tempo parou. A mão de Kit deixou de se enterrar na calcinha, e a mão de Thomas se petrificou em torno do pau latejante. Nenhum dos dois se moveu, como se a cena pudesse passar despercebida para ambos.

Finalmente, Thomas tomou a iniciativa. — Kitty! Mas que porra... o que você está fazendo aí!?

Ele jogou os lençóis sobre si, como se ainda pudesse esconder que estava batendo uma para a irmã. Não ajudou o fato de ter derrubado no colo a foto que estava olhando. Kit se levantou e tirou a mão da calcinha úmida.

— Hm... — ela disse — Eu ouvi um barulho e vim... vim...

Ela balançou a cabeça para parar de encarar o pau dele erguendo os lençóis. Recuperando a compostura, seu acesso de raiva explodiu de uma vez.

— Quer dizer, como assim "Mas que porra"? Mas que porra é isso tudo!?

Ela abriu os braços sobre o quarto cheio de fotos. Thomas empurrou o que pôde de volta na caixa, mas o estrago já estava feito.

— Eu... eu, hã, estava... — ele gaguejou, juntando fotos desesperadamente.

Kitty marchou para a frente.

— São todas minhas, hein!? Puta merda, Thomas! Quando você tirou essas fotos?

— De vez em quando... acho... Ei!

Kit arrancou a foto que ele encarava tão fixamente antes que ele pudesse impedi-la, determinada a ver que pervertido seu irmão realmente era.

Mostrava ela desacordada no sofá da sala, com a camisa amassada sob os seios e o short amarrotado de uma noite de farra. Seu cabelo espalhado por todos os lados debaixo dela, e ela dormia profundamente. Era só isso — nem era revelador além disso, e o foco estava em seu rosto tranquilo, um sorrisinho entreaberto na boca.

Ela se lembrava daquela noite em pedaços e lampejos. Quando estava no último ano do colégio, entrou escondida em casa depois de ficar muito bêbada e devia ter desabado no sofá. Ao acordar na manhã seguinte, se viu coberta com um de seus cobertores macios. Pensou que tinham sido seus pais, até eles a encontrarem e naturalmente darem uma bronca por ela ser tão irresponsável. Todos esses anos acreditou que simplesmente esqueceu de se enrolar naquela noite, mas o cobertor não estava nem perto dela na foto.

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