Um Segredo Entre Irmãos
Kit empurrou de leve a porta da frente, exausta, mas satisfeita. Fora um dia longo, e depois de tantas lojas e compromissos, ela só queria relaxar o resto da noite. Carregada de sacolas de compras, fechou a porta sem barulho com as costas, sem querer acordar o resto da família. Entrar tarde da noite sem ser notada não era problema para Kit — já fizera isso muitas vezes antes, e com companhias mais comprometedoras do que latas de sopa. Não fez um som ao pousar as compras e entrou na ponta dos pés na sala de estar.
Thomas estava esperando por ela. Bem, mais ou menos. O agora recém-formado do ensino médio estava desacordado no sofá, seus membros magricelos mal iluminados pela estática tremeluzente da TV. Kit abafou uma risada. O irmão mais novo estava tão preocupado com ela, com a consulta médica de hoje, que tentara ao máximo ficar acordado, mesmo contra sua vontade.
"Ele nunca foi do tipo que vira a noite..." murmurou para si mesma, esgueirando-se ao lado dele. Seu cabelo castanho-arenoso combinava com o dela, embora o dela chegasse até a metade das costas. As pessoas costumavam dizer que dava para perceber na hora que eram irmãos, e realmente dava. Isso poderia dificultar um pouco as coisas depois da formatura, considerando o que Kit descobrira hoje. Mas, no momento, ele dormia, aguardando atentamente o retorno da querida irmã em seus sonhos.
Kit deslizou com cuidado para o sofá e tirou o controle remoto da mão frouxa dele. A estática se apagou, e tudo ficou em silêncio de novo. O lugar estava igual a alguns meses atrás, quando ela trouxera o namorado escondido para casa enquanto os pais estavam fora. Apenas dois corpos jovens apertados no sofá preto acolchoado, vigiados pelo patamar e pela escada do andar superior. Completamente sozinhos. Thomas bocejou e se espreguiçou, roçando a mão na irmã. Seus dedos pararam logo acima do colo dela, e um arrepio subiu pela espinha de Kit — um toque leve, como na noite em que descobriram o que realmente sentiam um pelo outro.
As coisas acabaram de um jeito diferente do que ela planejara, com certeza, mas no que diz respeito ao resultado...
Quatro Meses AtrásA porta da frente se abriu quando os dois universitários entraram cambaleando, ocupados demais se beijando para serem discretos. Kit e seu namorado Allan estavam namorando firme havia alguns meses, e as coisas estavam realmente começando a esquentar. Na faculdade, já tinham transado algumas vezes, mas estar de volta em casa tornava essas excursões sacanas quase impossíveis.
Hoje não, porém. Os pais de Kit estavam em uma viagem de negócios, e só seu irmão mais novo, Thomas, ficara em casa. Esta noite ele estaria estudando para as provas finais, e Kit sabia que isso significava que ele estaria apagado por volta da meia-noite. E isso queria dizer que ela e Allan podiam se divertir como bem entendessem.
E se divertiram mesmo. A língua de Allan dançava com a dela enquanto Kit o puxava de costas para o sofá. Suas risadinhas eram abafadas contra os lábios dele quando suas mãos atrevidas agarraram a bunda dela. Eles caíram com um baque no sofá, despencando para trás, com Allan prendendo a namorada que se contorcia no couro preto. Kit derrubou um criado-mudo, mas não se importava. A discrição deles não conseguia esconder as breves escapadas de suas risadas, murmúrios e depois gemidos enquanto arrancavam as roupas um do outro. Ele tirou a camiseta de algodão dela, ela afrouxou a calça jeans apertada dele, e logo suas roupas se misturavam no chão. Allan esfregava a ereção na cueca boxer contra a calcinha de seda de Kit, já molhada de expectativa.
"Mmm, Deus, Allan," Kit sussurrou quando conseguiu tomar fôlego, "senti tanta falta disso..." Ela roçou os quadris na direção dele enquanto acariciava os flancos nus dele.
"Ah é, tô vendo," ele respondeu, mordiscando o pescoço dela, "Acha que vai gritar para mim esta noite, Kit?"
"Mmm-mmm," Kit balançou a cabeça, "Meu irmão ainda está aqui. Não podemos fazer muito barulho, lembra?"
"Quê? Achei que você tinha dito que a casa era só sua esta noite."
"É sim, é sim. Só meus pais que foram embora. Thomas já deve estar dormindo. Ele tem — mmm — estudado para as provas," Kit arqueou o corpo para encontrar a mão do namorado, aquela que deslizou por baixo do sutiã e o arrancou dos seios dela. "Mas temos que fazer silêncio, tá? Ah, assim mesmo, Allan..."
"Você fala isso, mas é você que está gemendo tão alto," o garoto sorriu maliciosamente e continuou provocando o mamilo pequeno de Kit, puxando o botãozinho rosa exatamente como sabia que ela não resistia. "Talvez a gente dê um showzinho pro seu irmãozinho, hmmm? Mostrar pra ele que putinha tarada a irmã dele é."
"Allan!" Kit sibilou entre os dentes, "Não diz isso!"
"Dizer o quê? Que seu irmão adoraria aproveitar a irmã mais velha tarada dele?" Allan riu. Kit fez cara feia.
"Eu amo o Thomas, mas não desse jeito. Não diz coisas assim! Só... ooh, só me fode, Allan!"
"Shhh, não queremos acordar seu irmãozinho agora, né? Ele vai ter que perder enquanto eu fodo a irmã mais velha dele..." Allan deslizou a calcinha de Kit até o meio da coxa, nem se preocupando em tirá-la antes que o som familiar de amassar e rasgar a embalagem da camisinha enchesse o silêncio. Preliminares nunca foram algo com que Allan perdesse tempo.
"Ele não é pequeno. Vai se formar em apenas um mês..." Kit resmungou para si mesma, deitada sob o namorado ocupado. Não valia a pena discutir, apesar do desejo instintivo de fazer exatamente isso. Thomas era um cara legal, às vezes bom demais. Ela teve que defendê-lo no primário e no ginásio dos agressores que sempre o chamavam de 'Gatinho da Kit' e 'Tom Polegar' por ser pequeno. Mas no ensino médio ele superou esses apelidos e até a irmã mais velha, e ela não era baixa, nem de longe. Mas ele sempre a chamara de 'Mana', e ainda chamava...
"Ahhh, pronto," Allan disse finalmente, massageando o pau encapado algumas vezes antes de trazer Kit de volta de suas lembranças. "É, hora de te mostrar o que seu irmão só deseja poder fazer." A sala escura escondeu a careta de Kit, mas ela se desfez quando o membro quente de Allan deslizou entre os lábios dela.
"Ohh Deus..." Kit gemeu o mais baixo que pôde, "Por favor... vai devagar. Não quero acordar—" Allan a interrompeu metendo com força dentro dela. Kit mal conseguiu conter o gritinho quando o pau liso pela camisinha se enfiou dentro dela. A cueca de algodão dele roçava no monte sensível dela, e os grunhidos altos dele a enfureciam e excitavam ao mesmo tempo.
"S-silêncio! Ah, ooh, oh!" O couro do sofá rangeu enquanto a força de Allan a empurrava para a frente aos poucos. Kit cerrou os dentes, tentando ficar quieta e reprimir a dor da estocada bruta dele, mas seus gemidos ainda escapavam de seus lábios. "Se o Thomas estiver acordado..." Ela pensou, "Ele vai saber com certeza o que está acontecendo aqui embaixo."
"Tá gostando, hein?" Allan rosnou, enfiando com mais força na garota que se retorcia.
"Ummm, oooh, não — não tão forte, Allan." Kit olhou para o rosto tenso dele, imaginando se ele conseguia ver seu lábio mordido e olhos apertados. Provavelmente não, mas ainda assim ela tentou gentilmente empurrar o quadril dele para trás.
"Ugh, tá bom — você faz então." Allan saiu completamente e se jogou de costas. Kit piscou e se apoiou nos cotovelos depois de um momento constrangedor. Ela olhou para o pau do namorado. Mesmo coberto pela camisinha, dava água na boca, e as amigas concordavam que ela tinha sorte de ter um cara tão bem-dotado só para ela.
"E aí?" Allan resmungou, "Vai — senta em mim como uma boa vaqueira." Ela se perguntou se realmente tinha tanta sorte assim...
"Deixa eu só me cobrir primeiro..."
"Por quê?"
"E se o Thomas vê?"
"Aí ele vai saber que a irmã dele tem peitos gostosos."
"Preciso ter cuidado caso ele acorde," ela tentou pegar o sutiã, mas Allan agarrou seu pulso e a segurou.
"Nu-uh. Quero ver esses peitos balançando só para mim, amor." A outra mão dele apalpou os seios nus dela. Ela sabia que ele os amava — ele dizia que eram as melhores partes dela. Ele massageou os seios firmes dela, deixando-os transbordar por entre os dedos, como se os pesasse e avaliasse, como fizera todas as vezes que a camisa dela saía. Kit não tinha tanta certeza, mas a expressão no rosto de Allan dizia que ela não tinha muita escolha no assunto.
Então ela tirou a calcinha completamente e avançou para montar nos quadris dele. Segurando a base do pau dele, ela o guiou para dentro da boceta ansiosa. Ela jogou a cabeça para trás e gemeu enquanto descia devagar até que as bolas dele tocassem a bunda nua dela.
"É isso aí, muito bom..." Allan gemeu, acariciando os quadris fartos da namorada, "Agora me mostra por que você é minha putinha, Kit."
Com cuidado, Kit começou a subir e descer. Levantar a bunda e afundar de novo fazia a boceta dela apertar e tremer muito mais gostoso do que as estocadas de Allan. Mas, em vez de focar no prazer, ela olhou para o corrimão do andar de cima. Estava escuro demais para ver muita coisa, mas o quarto de Thomas era a primeira porta à esquerda. Porta fechada e luz apagada, mas ainda assim Kit se preocupava. Cada descida sacudia os seios dela, um brilho de suor aparecendo neles sob a luz fraca do luar. Normalmente, ela nunca correria esse risco, mas estava há tanto tempo sem Allan, e sempre ficava tão excitada nessa época do mês. Ela não queria sexo — ela precisava.
"Mmmmm, finalmente está gostando, hein?" Kit se inclinou para a frente, segurando o peito duro dele e deixando o quadril trabalhar o pau. Ela não respondeu — só empinou o peito sobre o rosto do namorado e o provocou com aqueles frutos pendentes, desejosos de serem colhidos.
Mas ele não os colheu de jeito nenhum. Em vez disso, ele recostou a cabeça nos braços cruzados enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido nele. Finalmente, a garota sentiu o começo daquele nó familiar apertando no fundo do estômago.
"Ahhh sim," ela sibilou, jogando o cabelo comprido e se arqueando contra ele. Todo o corpo dela ficou tenso, preparando-se para o que ela desejava havia semanas. Ela estava quase lá. Allan chegou primeiro.
"Ah, merda, amor, vou gozar!"
"Não, não, espera!" Kit implorou, forçando o quadril a desacelerar. Mas ele agarrou os quadris dela e a enfiou com força. Apesar de seu contorcer desesperado, ou talvez por causa disso, ele pulsou e jorrou dentro da grossa capa de borracha.
"Não..." Kit gemeu baixinho, esfregando o quadril no namorado em vão, tentando chegar lá. Mas ele agarrou os quadris dela com força, o pau ainda se contraindo e bombeando inutilmente dentro dela. O nó apertado em seu ventre se afrouxou, e logo tudo o que restava era a respiração ofegante de Kit e o gemido satisfeito de Allan.
"Ah, é, isso foi bom, amor," Allan suspirou, dando uma estocadinha por baixo. A camisinha conteve tudo, mas mesmo o calor da porra dele irradiando dali não fazia nada pelo desespero de Kit.
"Eu estava tão perto..." Kit gemeu. Ela se esfregou nele, ordenhando o pau que amolecia dentro de sua boceta apertada, lutando para reanimar o membro murcho de Allan. Levantando-a, ele segurou a base do pau e tirou a camisinha.
"Que cara é essa?" Ele disse quando finalmente parou de gemer e abriu os olhos, "Achei que você estava gozando comigo, gemendo e fudendo em cima de mim desse jeito."
"Você não estava me ouvindo? Eu disse para você parar, mas você gozou mesmo assim!" Kit olhou feio para ele com os punhos cerrados.
"Quando você se esfrega no meu pau desse jeito, você sabe que eu não consigo parar. Não me culpa." Allan casualmente rolou Kit para o lado no sofá e começou a vestir a cueca boxer de volta.
"VOCÊ me puxou para baixo!" Kit sibilou entre os dentes, "Eu tentei parar, mas você não deixou!"
"Puta que pariu, Kit! Não entendo qual é o seu problema. Você estava com tesão, a gente transou, e agora você está brava? Que porra foi que eu fiz!?"
"Você-! Tanto faz. Não quero fazer isso aqui." Kit se cobriu com os braços enquanto tateava as roupas. Allan já estava vestido quando ela desistiu de procurar e se levantou.
"Aonde você vai?" Allan perguntou.
"Pro meu quarto. Provavelmente para gozar que nem você fez."
"Tá bom então, não vou lidar com essa merda de novo." Allan vestiu o casaco e saiu pisando duro, deixando a porta da frente escancarada no ar frio da noite. Kit correu para a porta, furiosa enquanto o motor do carro rugia.
"Você esqueceu sua camisinha, babaca!" Ela se armou e jogou a camisinha usada na cara presunçosa dele atrás do volante. Mas seu míssil pegajoso errou completamente, passando por cima do carro e voando para o breu desconhecido. Ela imaginara que espirraria como um balão d'água no para-brisa dele, mas pelo menos não estava por perto para lembrá-la do pau egoísta que a fez.
Só quando os faróis desapareceram na esquina é que Kit percebeu que estava parada nua na varanda, gritando e jogando camisinhas na noite. Não poderia ter corrido mais rápido do jeito que recuou então, com o rosto ficando ainda mais quente enquanto o resto do corpo tremia de frio. Ela respirou forte, enxugando com os punhos lágrimas salgadas e engolindo os soluços quando ouviu um arrastar.
Kit congelou, depois se virou rapidamente e entrou sorrateira na sala de estar. Chegou bem a tempo de ver a porta de Thomas se fechar quase por completo.
"Ele viu aquilo? Ele me viu? Ai, Deus! Quanto será que ele viu!?" Em pânico, Kit engatinhou até a calcinha e o sutiã e os vestiu antes de subir sorrateira as escadas. Quanto será que o irmão tinha visto? Ela não podia saber. Talvez ele tivesse acordado bem no final e não vira nada? Kit tentou se convencer de que era isso, mas seu coração gelou quando ouviu seu nome através da porta. Mal respirando ou se mexendo, ela se ajoelhou e espiou dentro do quarto dele.O abajur fraco na mesinha de cabeceira de Thomas iluminava o quarto e sua cama ocupada. Definitivamente, ele não estivera estudando. Fotos estavam espalhadas pelos lençóis, algumas caindo no chão, e muitas outras amontoadas em uma caixa de sapatos por perto. Ele estava deitado no meio delas, de costas para a porta, se mexendo levemente debaixo dos lençóis. Ele estava definitivamente acordado, e Kit se inclinou para ouvi-lo sussurrando.
"Você merece coisa melhor do que isso, Kitty."
Kit recuou e se preparou para pular para trás. Mas ele não se virou. Em vez disso, continuou murmurando: "Você sempre traz caras assim. Por quê? Por que você sempre se subestima? Puta merda, mana..." Ele rolou de costas, e Kit vislumbrou a foto nas mãos dele. Era ela.
Caiu a ficha. Kit olhou mais de perto o quarto dele e se viu em cada foto espalhada. Algumas eram normais, ela sorrindo com amigos ou posando para a câmera. Mas as mais gastas eram diferentes: uma tirada na praia alguns anos antes, quando ela comprara um biquíni novo de cordinha. Outra de quando ela se fantasiou no Halloween de prostituta pirata, a sensualidade exibida. E então havia uma dela saindo do banho, a toalha mal cobrindo o corpo ainda pingando. Essa última só poderia ter sido tirada da porta do quarto de Thomas.
O coração de Kit começou a disparar. "Por que... por que ele tem todas essas...?" Quanto mais olhava, mais fotos tiradas secretamente descobria. Muitas delas a mostravam com roupas casuais em casa, as camisetas grandes mal cobrindo a calcinha e os tops esportivos com shorts de ginástica. Thomas estivera tirando-as todos esses anos, ela percebeu — ele sempre carregava a câmera e revelava muitas fotos ótimas, mas nunca mencionara as que agora estavam espalhadas pelo quarto.
"Kitty..." Thomas suspirou, fazendo os olhos de Kit voltarem para o irmão. Ele a chamara de Kitty desde pequeno, e era o único que Kit permitia que fizesse isso. Ele se concentrou em uma foto especialmente gasta em uma das mãos, mas onde a outra estava Kit não podia ver. Isto é, até ele puxar o lençol.
"Mmmm," o irmão de Kit gemeu, masturbando-se para a foto da irmã mais velha. A boca de Kit se abriu — Thomas pensava daquele jeito sobre ela!? Felizmente, sua voz congelou junto com o resto do corpo, então Thomas continuou acariciando o pau que endurecia e olhando para a foto de Kit. "Eu seria tão melhor para você, mana..." ele murmurou, o líquido pré-seminal brilhando e escorrendo pelos nós dos dedos. Ele estivera se masturbando por um bom tempo.
"Aquele desgraçado!" Kit gritou em sua mente, "Como ele pode dizer isso!?" Kit teve meia vontade de escancarar a porta e dar uma surra para trazer a razão de volta a ele, mas não conseguiu. Não conseguia se mexer do lugar, nem mesmo fechar a boca escancarada. Seus olhos fixaram-se no irmão mais novo, particularmente em seu pau longe de ser pequeno enquanto ele o estimulava."Que babaca!" Thomas rosnou, a mão apertando o pau, "Ele nem se importou com ela. Nem tentou tocar nas coxas da Kitty... na boceta dela..." A punheta dele extraiu outra gota de pré-gozo do membro inchado. Kit assistiu hipnotizada enquanto ela escorria pelo pau. "Aposto que ele nunca nem chupou ela... nenhum deles fez isso. A mana teria um gosto tão... doce..."
Isso não era real. Kit enraizada no lugar, ouvindo o irmão mais novo dizer coisas tão sujas sobre ela. Coisas que ele não deveria saber. Era verdade que nenhum de seus namorados jamais se oferecera para fazer sexo oral nela, e ela sinceramente achava que não queria que fizessem. Mas quando Thomas falou assim, com aquele rosnado luxurioso na voz, uma raiva explodiu no peito de Kit contra todos os seus ex por nunca terem tentado. Mas o irmão dela... Ele queria. Ele queria provar a irmã mais velha.
— Meu Deus, Kitty — Thomas ofegou. Sua punheta acelerou. — Aquele babaca tinha razão... eu te foderia. Melhor do que ele, melhor do que... — ugh! — todos eles!
A cabeça de Kit girou. Ele realmente tinha visto tudo. Viu ela com Allan, viu ele a possuir, viu a irmã cavalgando nele. Foi por isso que fez isso agora, Kit percebeu. Ele queria a irmã. Queria foder ela.
Kit enfiou a mão na calcinha antes de perceber o que estava fazendo. Allan a deixara quente, mas Thomas a estava fazendo ferver. Uma parte dela exigia que parasse. Sabia como era errado ficar excitada pelo próprio irmão, mas não conseguia se controlar! A calcinha estava encharcada — Allan nem causava isso nela quando a comia. Mas seu irmãozinho causava, só com suas palavras. E seu pau. Ela já tinha visto maiores e menores, mas nenhum era tão hipnotizante quanto o pau de Thomas sendo polido por sua mão.
— Meu Deus, mano... — ela ofegou excitada, imaginando como seria...
Thomas enrijeceu e se virou para a porta agora escancarada. — O quê... M-Mana!?
Seus olhos cravaram nos de Kit, e o tempo parou. A mão de Kit deixou de se enterrar na calcinha, e a mão de Thomas se petrificou em torno do pau latejante. Nenhum dos dois se moveu, como se a cena pudesse passar despercebida para ambos.
Finalmente, Thomas tomou a iniciativa. — Kitty! Mas que porra... o que você está fazendo aí!?
Ele jogou os lençóis sobre si, como se ainda pudesse esconder que estava batendo uma para a irmã. Não ajudou o fato de ter derrubado no colo a foto que estava olhando. Kit se levantou e tirou a mão da calcinha úmida.
— Hm... — ela disse — Eu ouvi um barulho e vim... vim...
Ela balançou a cabeça para parar de encarar o pau dele erguendo os lençóis. Recuperando a compostura, seu acesso de raiva explodiu de uma vez.
— Quer dizer, como assim "Mas que porra"? Mas que porra é isso tudo!?
Ela abriu os braços sobre o quarto cheio de fotos. Thomas empurrou o que pôde de volta na caixa, mas o estrago já estava feito.
— Eu... eu, hã, estava... — ele gaguejou, juntando fotos desesperadamente.
Kitty marchou para a frente.
— São todas minhas, hein!? Puta merda, Thomas! Quando você tirou essas fotos?
— De vez em quando... acho... Ei!
Kit arrancou a foto que ele encarava tão fixamente antes que ele pudesse impedi-la, determinada a ver que pervertido seu irmão realmente era.
Mostrava ela desacordada no sofá da sala, com a camisa amassada sob os seios e o short amarrotado de uma noite de farra. Seu cabelo espalhado por todos os lados debaixo dela, e ela dormia profundamente. Era só isso — nem era revelador além disso, e o foco estava em seu rosto tranquilo, um sorrisinho entreaberto na boca.
Ela se lembrava daquela noite em pedaços e lampejos. Quando estava no último ano do colégio, entrou escondida em casa depois de ficar muito bêbada e devia ter desabado no sofá. Ao acordar na manhã seguinte, se viu coberta com um de seus cobertores macios. Pensou que tinham sido seus pais, até eles a encontrarem e naturalmente darem uma bronca por ela ser tão irresponsável. Todos esses anos acreditou que simplesmente esqueceu de se enrolar naquela noite, mas o cobertor não estava nem perto dela na foto.
Alguém a levou para ela naquela noite. Cuidou dela. As bordas estavam gastas de tanto manuseio, e Thomas continuava imóvel, a cabeça baixa enquanto a irmã olhava sua foto mais preciosa.
— Você... tirou isso? — Kit perguntou.
— Posso pegar de volta? — Thomas não levantou a cabeça.
— Por que... por que não uma dessas?
Ela levantou uma onde estava saindo do banho, a toalha mal escondendo seu corpo nu dos olhos da câmera.
— Quer dizer, você estava procurando algo sexy... certo?
Thomas respirou fundo e falou para os lençóis.
— Essas aí... poderiam ser de qualquer uma. Tenho muitas outras assim. Mas eu queria... queria ver minha mana, não qualquer outra. Você é...
Thomas ergueu o olhar, mas parou ao ver a expressão de Kit.
— Desculpa! Vou me livrar disso. Foi errado da minha parte, eu...
— Para com isso — Kit ordenou.
Thomas se calou. Ser mais velha tinha suas vantagens, e Kit as usava todas.
— Você estava batendo uma para isso? Meu rosto?
— S-sim... mas não! Não é só seu rosto, é... hã... você.
Thomas sempre falava besteiras poéticas quando ficava nervoso, mas dessa vez Kit sentiu — como se se enroscasse ao redor do coração dela, dando vontade de respirar fundo para abrir espaço.
— Eu... eu vi aquele cara — Thomas cerrou o maxilar, mas logo relaxou. — Quer dizer, seu namorado. E ele...
— Ex-namorado agora — Kit corrigiu.
— Imaginei — Thomas disse. — Mas eu vi vocês dois... E ele não dava a mínima para você, Kitty. Nem se importava se estava te machucando, ou se não estava te satisfazendo! E isso me deixou tão... tão puto.
— Você bate punheta quando está puto?
— Não! — Thomas retrucou. — Bom, não geralmente. Mas eu vi você quando estava por cima, o jeito que seu rosto ficou antes dele estragar tudo, e você estava tão linda e sexy e... e isso me deixou puto por não ser eu ali com você!
Thomas fez uma pausa antes de o rosto cair de novo.
— Hã, espera... ah, merda. Espera, espera, eu quis dizer que eu, você...
— Shhh — Kit sussurrou, se aproximando do irmão. — Tudo bem. Eu entendo.
— Você... entende?
— Sim, entendo.
Ela subiu na cama.
— Espera, mana...?
— Shhh, tudo bem, maninho.
Ela puxou o lençol e montou sobre seus quadris. O rubor de Thomas se espalhou pelas bochechas como fogo enquanto sua irmã seminua se inclinava sobre ele, e ele lutou em vão para manter os olhos longe do corpo lindo da irmã.
— K-Kitty? O que você está fazen...?
— Shh! Caramba, Thomas, preciso desenhar para você?
Kit moveu os quadris para baixo e encontrou os dele. No momento em que sentiu o pau meio duro dele se aninhar ao longo de sua calcinha fina, um choque quente eletrificou sua espinha. Thomas gemeu com os olhos arregalados fixos nos dela, e quando ela recuperou o fôlego olhou para baixo.
— Nunca pensei em você assim antes, Thomas. É sério. Mas quando vi tudo isso... Quando ouvi você falar aquelas coisas sobre mim, sua irmã mais velha...
A frase fez o coração dela pular uma batida.
— Eu... bom, eu gostei.
— Gostou...? — Thomas perguntou com uma voz pequena.
— Sim... gostei muito.
Kit sentiu um sorriso surgir em seus lábios. Seu irmão realmente era gentil — mais gentil do que qualquer um dos seus namorados. E falava tão sujo sobre ela, sua irmã! Parecia tão errado estar assim com ele, mas sentir o pau do irmãozinho pressionando contra ela era tão, tão terrivelmente bom. Ele não era mais criança, de idade ou de qualquer outro jeito. Isso era óbvio.
— Gostou... como?
— Ah, meu Deus, Thomas! Assim!
Kit deu uma dica ao irmão confuso ao esfregar sua boceta encharcada sobre o membro dele. Ele enrijeceu e soltou um gemido que se transformou em um grunhido. Kit não ficou imune — sentiu o pau do irmão crescer e se projetar contra ela, e mordeu um gemido.
— Você me excitou, idiota!
— Ohhh... eu fiz?
Kit não parava, e Thomas não conseguia esconder seu prazer dela.
— Parece que você fez? Ohh.
Kit se ajeitou para que o pau dele cutucasse seu clitóris coberto pela calcinha.
— Meu Deus, Kitty... você está tão molhada!
— Você me deixou assim, mano — sua irmã ofegante respondeu. — Agora entendeu?
— S-sim, ah, meu Deus...
Thomas arqueou para cima, pressionando mais forte contra a boceta ansiosa da irmã. Kit pressionou de volta. Outra onda de choque estranha a possuiu. Ela queria mais. Não — precisava de mais.
"Mas é o Thomas..." uma parte dela disse, "Você não pode foder seu irmão. É tão errado!" Mas seu corpo gritava o contrário. Thomas a rasgava entre ser a irmã mais velha responsável que deveria ser e a jovem excitada que sabia que era. Ela não conseguia decidir, mesmo provocando seu irmãozinho até o pau nu dele arar ao longo de sua calcinha sedosa como uma pá.— Mana, ughhh — Thomas arqueou de novo. — Nós vamos...
— Eu... ohh... não sei... Talvez a gente devesse...
— Kitty! — Thomas ofegou para interrompê-la. — Deixa eu te provar!
O coração de Kit deu um salto no peito. O pedido parou seus quadris exatamente onde estavam. Ela ficou atônita, sentindo sua boceta latejar de calor. Agora era a hora de ser uma boa irmã e parar antes que o ato fosse mais longe.
— Hmm... Tá bom.
"Tá bom!? Isso não era fazer a coisa certa!" A mente de Kit gritou, mas ela já estava rolando para a cama. Sua mente girava enquanto os lençóis farfalhavam sob eles, e enquanto ela ainda se atordoava com tudo, seu irmãozinho olhava para sua irmã quase nua. Mais do que olhar — sentir. Sentindo ao longo de seus braços nus, seus ombros, seu peito...— Posso...? — Thomas tocou hesitante as alças do sutiã dela.
— Sim... — Kit sussurrou.
Seu peito arfava enquanto tentava recuperar o fôlego, mas Thomas desabotoou a frente mesmo assim e lentamente a abriu. Estava mais frio do que na sala, mas o calor das palmas de Thomas rapidamente aqueceu seus seios macios. Ele os manuseava com tanta delicadeza, como se achasse que iriam quebrar — acariciando, alisando e apertando os dedos exatamente assim. Era bom, e logo Kit soltou um suspiro contido e permitiu que seu corpo seduzisse as mãos do irmão.
Thomas respirou fundo, focado inteiramente no peito nu da irmã.
— Meu Deus, mana, eles são lindos — murmurou, acariciando seus globos em forma de sino.
— Mmm, isso é bom... — Kit se espreguiçou e relaxou. Não tinha percebido como estava tensa antes, por Thomas estar em cima dela. Mas ele não era como Allan. Nem um pouco.
— Sabe — ela disse — eles não vão estourar nem nada. Pode ser um pouco mais... — ohhhh!
Thomas não hesitou em apalpar seus travesseiros firmes, agarrando e deslizando da base à ponta. Nem esperou muito antes de lamber seus mamilos endurecidos. Allan quase nunca fazia isso, e definitivamente não com tanta fome quanto Thomas. Apenas alguns segundos e ela já estava fisgada.
— S-sim, exatamente assim...
Kit se viu esfregando as coxas, sem saber o que fazer com as mãos. Não queria distraí-lo, não quando sua língua rodopiava tão bem por um seio tenso e depois o outro. Seus lábios estalaram em sua pele, chupando, saboreando. Quando ela realmente estava entrando no clima, seu mamilo saltou de seus lábios ansiosos, e seu irmãozinho começou a beijar descendo pelas costelas...
— Ooooh, meu Deus, Thomas, isso foi tão...
Mas isso também estava bom, Kit pensou. A língua do irmão dançava sobre sua barriga, traçando as curvas sutis de seu abdômen tonificado, deslizando ao redor de seu umbigo pequeno, e então provocando a borda de sua calcinha. Quando sentiu seus dentes roçarem o material sedoso, ela se gozou um pouco enquanto sua boceta tremia.
— Thomas, você já fez isso antes?
Ela observou a cabeça do irmão migrar enquanto ele puxava sua calcinha para baixo.
— Só algumas vezes — ele disse antes de plantar mais beijos no monte pubiano aparado de Kit.
— O quê? Achei que você não tinha namorada...
Thomas tinha dificuldade em conseguir boas namoradas. Kit viu um pequeno desfile delas enquanto morava em casa, e nenhuma durou mais de um mês. Nenhuma era boa o bastante para seu irmão.
— Hmm... festas... — Thomas respondeu distraidamente.
A calcinha úmida de Kit estava grudada em suas coxas, e a respiração quente de seu irmãozinho soprava sobre sua boceta nua. Ela se depilou só para essa noite, deixando uma linha de pouso aparada acima de seu sexo bem depilado. Sem dúvida ele podia ver como ela estava molhada agora, tão de perto. Esse pensamento apertou o nó no estômago de Kit.
— Quantas... quantas garotas? — Kit ofegou, olhando para o irmãozinho entre suas pernas.
— Não sei... Umas três. Talvez quatro... Eu estava meio que... distraído.
Ele tirou completamente a calcinha dela e afastou suas pernas. Sua irmã mais velha não resistiu. De repente, Kit se sentiu envergonhada — nenhum de seus namorados chegou tão perto de sua boceta assim. Quanto mais Thomas esperava, mais nervosa ela ficava. Após alguns momentos mordendo os lábios, ela falou.
— Desculpa se não está... quer dizer, eu não esperava que o Allan...
Mas ela não pôde terminar antes de Thomas pressionar os lábios em seu sexo úmido. Kit engasgou e não conseguiu conter um guincho. O choque que percorreu seu corpo a pegou desprevenida, mas Thomas não parou. Lentamente, ele envolveu os braços em torno dos quadris dela e beijou toda a sua fenda, sua língua serpenteando para provar a flor proibida da irmã.
"Porra! Isso é... por que não pedi isso antes?"A garota não pôde deixar de apertar a cabeça do irmãozinho entre suas coxas. Sua língua era como nada que ela já tinha experimentado: Ele foi o primeiro a prová-la assim. O primeiro — seu irmãozinho. Thomas deslizou sua língua em sua abertura apertada, e Kit se contorceu sob ele. "Thomas está me chupando", ela pensou, "Meu irmãozinho está me chupando...!" A sujeira daquilo tudo se acendeu dentro dela, e ela agarrou o cabelo bagunçado do irmão com força e o puxou para mais perto.
— Ah, porra, mano! — Kit gemeu, sacudindo os quadris após apenas alguns minutos. — Tão bom! Mmmm!
Lambidas longas e chicotadas pequenas — a língua do irmão castigava sua boceta para lá e para cá, fazendo-a esguichar contra o rosto dele. Seus dedos se juntaram, dois afundando em seu canal apertado, e Kit sentiu o nó pronto para explodir dentro dela.
— Sim! Sim, sim, sim... me chupa, mano! Meu Deus, sim!!
A garota se apertou e tensionou e, sem mais aviso, liberou seu orgasmo há muito reprimido. Arqueando as costas e agarrando a cabeça dele com força, Kit gozou e viu estrelas dançarem pelo teto escuro bem depois que seus tremores se acalmaram nos arrepios do pós-clímax.
Só então ela relaxou as coxas e deixou as mãos caírem na cama. Thomas respirava com dificuldade, tremendo também. Kit se perguntou vagamente se ela o sufocou quando gozou, mas ele respirou fundo entre suas coxas antes de falar.
— Melhor... melhor do que eu pensava... Meu Deus...
Ele lambeu seus lábios ainda trêmulos, ao longo de sua fenda em um movimento longo, e Kit gritou e se arqueou de prazer.
— Como... melhor...? — Kit ofegou.
Seu irmão a encarou com um olhar que ela nunca tinha visto antes. Ela estremeceu.
— Você tem um gosto tão gostoso, irmã — ele rosnou.
Kit perdeu o fôlego novamente. Ela sempre viu seu irmãozinho como uma pessoa gentil, bondosa e um pouco tímida. Mas essa pessoa tinha ido embora agora. Havia algo selvagem nele agora. Seus olhos a fitavam, seu rosto brilhando no luar fraco com suor e seus fluidos ainda quentes. Ele rastejou para cima dela, mantendo suas pernas abertas com seus joelhos. Seu pau duro como ferro roçou ao longo de sua barriga lisa.
— Prove.
Kit quase engasgou quando sentiu os lábios do irmão pressionarem os seus. Eles estavam macios e molhados — molhados do gozo de sua boceta úmida. E ela sentiu um gosto estranho — nunca tinha provado a si mesma antes, mas ou pelo sabor ou porque provou nos lábios do próprio irmão, ela adorou. Ele agarrou a cabeça dela e a beijou forte, e ela abriu a boca para deixá-lo entrar. Ele brincou dentro da boca dela exatamente como tinha feito com sua boceta, e ela chupou seu próprio gozo da língua dele. Ela flutuou ali, perdida na sensação dos lábios e mãos do irmão em seus seios enquanto ele se esfregava ao longo da linha de sua barriga.
Quanto tempo eles ficaram se beijando assim, Kit não sabia. Só pararam para respirar quando sua fricção seca ficou molhada, quando o pau nu de Thomas se moveu para baixo e serrou entre as dobras molhadas da irmã durante o beijo quente. Kit passou os dedos pelas costas dele enquanto ambos ofegavam, excitados além da imaginação.
— Ah, meu Deus, Thomas — os olhos de Kit se abriram trêmulos depois que se separaram. — Nunca fui beijada assim antes... Por que você não tem uma namorada? Porra, por que você não tem uma dúzia?
— Porque... — Thomas disse, fazendo uma pausa por um momento, mas apenas diminuindo um pouco sua perigosa fricção. — Acho que nunca chegaram aos pés da minha irmã mais velha. É só isso.
Kit sorriu. Ela se sentiu orgulhosa: Orgulhosa como irmã mais velha por ser tão importante para ele, mas também orgulhosa como uma mulher que superou todas as outras aos olhos dele. Os olhos do irmão... Ela os encarou. Eles eram azuis, assim como os dela. Ambos herdaram da mãe, pelo menos é o que o pai dizia. Agora ela estava encarando os olhos do irmão enquanto seu corpo suado se esfregava no dela e seu pau nu provocava sua entrada apertada.
— Ah, irmão, eu te amo... — Kit suspirou.
Então ela percebeu o problema.
— Ah, espera... Thomas, você tem camisinha?
— Eu... não pensei nisso — seu irmão respondeu. — Nunca... quer dizer, nunca cheguei tão longe com ninguém antes.
— Você é virgem?
— S-sim...
— Mas estava dedilhando e chupando garotas até perder a conta?
— É mais ou menos isso.
Kit mal podia acreditar que seu irmãozinho ainda não tinha perdido a virgindade, especialmente depois da mágica que sua língua fez nela. Ela não conseguiu esconder seu sorriso enquanto acariciava suas costas tensas.
— Tudo bem, mano.
— Você tem certeza?
— Ah, sim. Só significa que sua irmã mais velha vai tirar a virgindade do seu irmãozinho.
Sua risadinha se transformou em um pequeno gemido satisfeito ao sentir o pau grosso de Thomas latejar contra sua boceta.
— E a camisinha? Você está segura, mana?
— Não, agora não. Definitivamente, agora não. Mas você vai ter que aprender a tirar na hora alguma vez. Melhor começar na sua primeira vez. — Kit sabia que hoje era um dos piores dias para transar sem proteção. Mas seu corpo não ia deixá-la parar agora, não com a cabeça do pau do irmão pegando perigosamente na sua abertura encharcada a cada passada que ele dava.
— Ah... tudo bem então, eu vou tirar, Kitty — ele disse, começando a ofegar de novo quando Kit envolveu os dedos no pau dele e o guiou em sua direção.
— Bom garoto — Kit ronronou e alinhou-o entre seus lábios. — Agora seja um bom irmão e afunde bem devagarinho na sua irmã mais velha... — Seu coração batia descontroladamente enquanto dizia aquilo. Nunca estivera tão excitada na vida, vendo o pau do irmão cutucando sua entrada. Com os calcanhares o incitando, ele pressionou lentamente.
— Ughhh, mana... — Thomas gemeu, afundando seu membro virgem na irmã.
— Isso, isso mesmo... mmmm! Continue, mano... — Kit observou sua careta, seu rosto retorcido de prazer enquanto ele estreava a primeira boceta da vida dele. A boceta da irmã. E como estreou: Kit se apertou instintivamente contra a carne invasora, capturando-o num abraço quente e aveludado. Ela só tinha transado sem camisinha algumas vezes antes, mas o pau nu do irmão superava todos.
As bolas do irmãozinho pressionaram os lábios úmidos dela, e sua pélvis se enraizou na dela. Thomas tremeu e gemeu, e Kit pôde sentir que ele já pulsava forte bem fundo dentro dela. Ele a preenchia perfeitamente. Onde outros tinham ficado aquém ou sido longos ou grossos demais, seu irmãozinho a ajustava como fechadura e chave. Kit arredondou os quadris e Thomas grunhiu e rosnou de dentes cerrados.
— Não — ele conseguiu dizer. — Se mexa. Mana.
— Hehe, vai gozar logo depois de ser desvirginado? — Kit sorriu abertamente. Apesar da compostura e do jeito hábil que ele tinha ao se masturbar, sua boceta era quase demais para ele aguentar. Ela angulou os quadris para cima e para baixo muito de leve, só para manter o irmão no limite enquanto ele tentava desesperadamente não enchê-la de porra naquele instante.
— Para de se mexer, ugh, Deus — Thomas sussurrou com voz rouca.
— Me obriga — Kit provocou.
— Tá bom. — Thomas pressionou para baixo e prendeu os quadris inquietos dela na cama com os seus. Ela ainda tentou se esfregar nele, mas as mãos dele agarraram sua cintura com força.
— Ooooh, irmão... — Kit gemeu. — Você gosta de tomar conta de mim, não gosta?
— ...É — ele disse. Enquanto isso, ele tinha se recomposto, de modo que os calafrios tensos se transformaram numa excitação zumbidante.
— Então me fode — Kit lambeu os lábios e agarrou os lados dele enquanto falava tão sujo. — Fode sua irmã mais velha safada. — Dessa vez ele não esperou. Antes que ela pudesse terminar, ele começou, devagar no início, mas cada vez mais suas estocadas cresciam até que o ritmo firme tatuou os quadris dela. — Ah, Thomas... — Kit murmurou, cravando as unhas nos lados dele. — Mais forte... me fode mais forte.
Ele fez como lhe foi dito, e o fez com gosto. Kit percebeu onde estava: na casa dos pais, sendo fodida pelo irmãozinho na cama dele. O fato de ser sem camisinha a fez gemer ainda mais alto quando o pau grosso dele beijou as profundezas da sua boceta. A cama começou a ranger debaixo deles, e a voz de Kit ficou mais alta junto.
— Isso! Deus, me fode assim mesmo, mano. Me fode!
— Você é apertada, mana — ele grunhiu, metendo com força.
— Ahh! Você é tão grosso, mano... ohhh...
— Porra, mana, não consigo me segurar...
— Deixa eu ir por cima. — Ele estava pulsando forte dentro dela, e mesmo ao tirar, ela sentiu o pré-gozo esguichar nos seus lábios quentes da boceta. Perigoso, pensou Kit. Esfregou-o na boceta enquanto montava no irmão, como fizera com Allan apenas uma hora antes. Mas esfregar o pau nu do irmão na sua fenda molhada era mil vezes melhor. Ainda pulsava na sua mão quando ela se jogou para baixo nele.
— Ughh, mana... Cuidado — Thomas gemeu, arqueando as costas e agarrando os quadris dela enquanto Kit devagar subia e descia nele.
— O que foi? — Kit disse de brincadeira. — Maninho está quase lá? Vai gozar tão cedo?
— Se você continuar fazendo isso... — ele gemeu. Kit sentou no colo dele e dançou os quadris, mantendo o pau do irmão aninhado bem fundo no seu sexo, onde ele pertencia.
— Pronto, viu? A irmã mais velha vai cuidar de você — Kit sorriu diabolicamente. Ela não conseguia se conter agora; a ideia fervia seu sangue e a fazia querer ser mais safada cada vez que mencionava a união tabu deles. Thomas também não ficava indiferente. Ele gemeu e arremeteu para cima, levantando-a um pouco e cutucando seu colo do útero deliciosamente.
— Olhe para mim. Me toque — Kit instou sem fôlego, recomeçando seu ritmo. Os olhos de Thomas se fixaram na irmã maliciosa. Sua pele clara brilhava no quarto escuro, as sombras projetadas da janela sobre seus seios e barriga tremeluziam para lá e para cá enquanto ela balançava e rebolava nele. Kit observou o irmão apalpar seus quadris funcionais até a barriga ondulante, acariciando cada centímetro dela como se fosse um sonho que poderia desaparecer a qualquer momento. Os olhos selvagens dele a fizeram tensionar de novo. Ela estava se preparando havia tanto tempo, mantida no limite pelas quase-gozadas do irmão e os espasmos fortes dentro dela. Agora estava pronta para gozar para o seu querido irmão de novo.
Thomas também queria mais. Ele puxou a parte inferior das costas dela e a trouxe para baixo. Inclinando-se sobre ele, ele plantou as mãos com firmeza na bunda dela e beijou seus seios pendentes como Allan se recusara a fazer. Kit gemeu e se ofereceu, embora seus quadris se movessem cada vez mais rápido enquanto ele mamava na irmã. Seus hálitos quentes se misturaram, assim como o suor e a porra deles, misturando-se entre seus corpos no ato tabu. Irmão e irmã se aproximaram, e o desejo os levou ao maior tabu de todos.
— Deus, mano, me fode! — Kit berrou. Sua voz encheu a casa vazia, encheu os ouvidos do irmão. Ele agarrou os quadris dela e arremeteu em sua boceta molhada, somando aos gritos dela os ruídos molhados da sua xoxota úmida engolindo todo o comprimento dele. — Thomas! Eu vou gozar logo... ohhhh, eu vou gozar no pau do meu irmão!
— Eu também... Porra! Mana, eu também vou gozar.
O coração de Kit martelava. Seus nervos trovejavam. Sua boceta tremeu. Ela sentiu o pau do irmão, seu lindo pau, cutucando fundo dentro dela, embainhando-se tão perfeitamente, tão completamente. Ela sempre amara o irmão, desde o momento em que ele nasceu, ela o amou. Mas agora seu amor crescia além do que jamais imaginara ser possível. Ela amava o irmão como uma irmã não deveria. Como sempre quis, no fundo.
— Eu te amo, mano! Eu te amo tanto, tanto... Mmmm! — O suor escorria entre seus corpos em cio e Kit arqueou e uivou enquanto a tensão em sua barriga latejava e ameaçava se romper a qualquer momento.
— Eu te amo, mana! — Thomas gritou de volta. — Eu sempre te amei assim! — Suas bolas estapeavam a bunda dela em seu abandono, e ele fustigava a boceta encharcada dela. Ambos sentiram a pulsação dele, o aperto dela, e souberam que era agora ou nunca. Kit não parou de subir e descer quando segurou o rosto do irmão e encarou aqueles olhos familiares.
— Goza dentro de mim.
— Kitty? Mas você está...
— Goza dentro de mim, mano! Eu te amo... eu quero que você goze dentro de mim!
— Eu não consigo, ragh!... não consigo me segurar, mana! E se eu te engravidar...
— Você vai! Ahhh! Deus, você vai! Sim!! Me dá sua porra, Thomas. Oooooh! Me dá seu bebê, mano!
Eles vieram. Kit gritou e arremeteu para baixo bem quando Thomas se enterrou o mais fundo que pôde dentro do seu corpo desprotegido. Porra quente irrompeu bem fundo em Kit, borrifando sua barriga cheia da semente fraterna. Ele agarrou seus quadris com força e a manteve imóvel enquanto ela gritava e tremia, mantendo sua boceta apertada na base do pau dele enquanto suas bolas lançavam toda a carga contra as paredes internas dela. Kit sentiu o esperma potente espirrar contra seu colo do útero e gemeu, outra onda do seu clímax a lavando só de saber que seu irmãozinho estava enchendo seu ventre com sua porra.
Quando Kit desabou sobre o peito do irmão e o pau dele pulsou e expeliu o último de sua carga acumulada dentro dela, a cama estava encharcada de suor e porra. Kit arfava, deleitando-se no pós-brilho do melhor sexo que já tivera, e Thomas fazia o mesmo. Logo estavam se beijando de novo, agarrados um ao outro enquanto faziam isso.
Por fim, Kit rolou para o lado e se deitou na cama, ainda ofegante pela troca quente deles. Thomas se deitou ao lado dela, olhando para o teto.
— Kitty...?
— Oi, Thomas?
— Você... falou sério? O que você disse sobre...
Kit pensou no assunto. Arriscar aquilo com o irmão era insano, pecaminoso até. Mas ao mesmo tempo... Kit passou a mão pela barriga, sentindo-a subir e descer lentamente com sua respiração profunda. Abaixo de sua mão, ela podia sentir o esperma de Thomas, quente e espesso, escorrendo dentro dela e babando pelos lábios da sua boceta como xarope grosso. Mas muito mais estava lá dentro, fazendo seu trabalho em seu ventre fraterno.
— Bem... — Kit disse, ainda olhando para a barriga. — ...Sim.
— Sim? Para o quê?
— Tudo isso. — Kit virou a cabeça de lado e encontrou o olhar do irmão. — Eu amo meu irmãozinho, mais agora do que eu achava possível. E... — ela acariciou a barriga lisa. — Eu teria um bebê seu num piscar de olhos, Thomas.
— Deus... — Thomas encarou a irmã, de boca aberta. Então um sorriso se curvou.
— Eu te amo, mana.
— Eu também te amo, mano. — Kit sorriu de volta igualmente largo. Aconchegando-se mais perto, porém, sentindo a porra dele esguichando entre suas coxas, ela recuperou o sorriso malicioso de antes. — Mas você sabe, Thomas... — ela disse.
— Q-quê? O que foi? — Thomas perguntou.
Kit enrolou uma perna na dele, esfregando sua boceta bagunçada na coxa dele enquanto sussurrava: — Você vai ter que me dar muito mais porra se vamos fazer um bebê, irmão querido...
Quatro Meses DepoisE ele certamente deu, o verão todo. Kit cutucou Thomas de leve, tentando ficar quieta enquanto os pais dormiam lá em cima. Lentamente seus olhos se abriram, e ele olhou enevoado para a irmã.
— Kitty? Ah, oi, você já voltou...
— Já? Eu fiquei fora o dia todo! — Kit bufou. Thomas esfregou os olhos e se sentou, embora mantivesse a mão onde estava. Olhava atentamente para lá.
— Então... o que disseram?
— Ah, o de sempre. Comer direito, fazer exercício, escovar os dentes. Mas aí eu tive que tirar a blusa e... bem...
— Bem?
— Bem, eles encontraram isso. — Kit se levantou e levantou a blusa larga. Ali, em meio à sua barriga torneada e esguia, havia a mais leve curva logo abaixo do umbigo. Uma pequena saliência até? Thomas a tocou gentilmente, passando a mão pela barriga da irmã enquanto olhava para ela.
— E? O que disseram? Você está...?
— Disseram que ela vai se parecer muito com o papai — Kit sorriu, observando os olhos de Thomas se iluminarem e sua mão acariciar o bebê aninhado em sua barriga. — Pelo menos, é o que aposto que vão dizer quando descobrirem.
— Ahhh, o quê? — Thomas franziu a testa. — Como assim? Você está grávida ou não? — Ele estava olhando para a barriga da irmã o tempo todo, como se perguntasse a ela as respostas. Kit riu baixinho.
— Esse é o meu segredinho, mano — Kit disse, sorrindo maliciosamente para o irmão carrancudo. — Pfft, você vai descobrir logo, de um jeito ou de outro. Você tem me fodido sem camisinha toda noite quando a mamãe e o papai iam dormir, sabe.
— Às vezes mais do que isso — Thomas lembrou. A palma da mão dele circulava aquele ponto, logo abaixo do meu umbigo.
— Ah, é... Bem, estou dizendo para não se preocupar: a gente vai para a faculdade na semana que vem, e você vai se mudar comigo.
— Mas eu não ia me mudar com... — Kit lhe deu um olhar que cortou suas palavras no meio. Ela arqueou a sobrancelha e esfregou a barriga para dar ênfase.
— Não: você vai ficar comigo, maninho querido — ela disse com severidade, mas os olhos traíam a rigidez. — Eu vou ter que garantir que meu irmão mais novo se dê bem na faculdade enquanto tenta engravidar a irmã, não vou? E além disso... — Kit tirou as calças e sorriu diabolicamente, revelando sua calcinha fio-dental rendada para Thomas, cujo pau já estava quase estourando das calças.
— Irmãos sabem guardar um segredinho, não é?