Nossa Mãe é Estrela do OnlyFans 03: Confissões e Desejos
Capítulo 3 - O Confronto
Emma, Jason e Lily decidiram confrontar a mãe depois do jantar. A mãe disse que não estava com fome, então eles só pediram pizza e levaram para o quarto de Emma, discutindo o que diriam. E ainda não sabiam. Mas decidiram ir falar com ela de qualquer jeito.
Eles foram na ponta dos pés até o quarto dos pais, com Emma liderando o caminho. Ficaram parados do lado de fora da porta, como se ficar ali fosse lhes dar forças. A mãe não tinha fechado a porta — sempre a deixava aberta quando o pai estava viajando, caso as crianças precisassem de algo. Pela porta, eles podiam ver a mãe sentada na penteadeira, removendo meticulosamente o esmalte vermelho das unhas com acetona — o mesmo esmalte vermelho que tinham visto no vídeo que a mãe gravara mais cedo naquele dia, envolvendo paus de estranhos. O pai estava viajando a negócios, e eles sabiam que a mãe estaria sozinha no quarto.
Os irmãos entraram no quarto. A mãe olhou no espelho e sorriu para eles, mas então viu seus rostos — rostos sérios e ansiosos.
"Mãe — a gente precisa conversar", guinchou Emma.
Os dedos perfeitamente cuidados de Sarah congelaram e ela simplesmente soube. Como das milhares de vezes em que dissera "Mães sabem de tudo". E agora essa mãe sabia que eles sabiam de tudo.
Emma ficou parada, mas Lily ao seu lado estava tremendo muito, apertando sua mão com tanta força que quase doía. Jason estava atrás das duas, duro como uma tábua — o peito subindo e descendo rápido demais. Ele olhou para a mãe com piedade, além de algo mais que Sarah não conseguia identificar.
A energia nervosa era palpável.
Eles tinham acabado de vir do quarto de Emma, onde estavam comendo e tinham assistido — pela décima sétima vez — ao vídeo mais recente da mãe, que também tinham visto ser gravado. Era como uma obra-prima sobre luxúria, desejo e pura sexualidade — como receber dois homens ao mesmo tempo, como desfrutar prazeres carnais, como agradar uma mulher, como ser sexy e safada ao mesmo tempo. Eles tinham encenado um pouco daquilo à tarde, mas não tinham feito nada além de conversar por enquanto.
Emma tinha beijado os dois — com língua, é claro — pouco antes de virem, dizendo que não importava o que acontecesse, nós três vamos nos dar prazer para sempre.
Agora, diante da mulher que, sem querer, começara tudo aquilo, a boca de Emma secou. "O gato comeu sua língua", ela pensou — e teve uma risada interna — não gato, boceta. Boceta comeu minha língua. A boceta da mãe. Ou talvez, espero que coma. Claramente — seus pensamentos não estavam mais lúcidos.
"Mãe — a gente precisa conversar", disse Emma de novo.
Sarah Sinclair girou no banco da penteadeira, o roupão de seda rosa se abrindo para revelar a camisola branca de renda transparente. Ela deixou o roupão aberto enquanto olhava para os filhos, tentando agir com naturalidade.
"Emma? Sim — o que você..."
Então seu olhar percorreu os filhos, que estavam perto demais uns dos outros, respirando ofegantes. Ela não tinha nada a dizer.
Pareceu horas. Apenas silêncio.
Emma observou as mãos da mãe irem para o cabelo, penteando-o com os dedos — um tique nervoso que Emma já vira mil vezes. Ela estava tão nervosa quanto eles.
"Só me arrumando para dormir", disse a mãe, forçando um sorriso tenso. Tentando mais uma vez. "Vocês precisavam de alguma coisa?"
Lily riu antes de conseguir se conter, surpreendendo os outros.
"Mãe. A gente sabe", a voz de Jason saiu rouca. Ele sempre fora o filho adorável. Isso doía mais em Sarah.
A máscara cuidadosamente construída da mãe rachou. "Sabe o quê?", sua voz agora um sussurro.
Emma foi até a mãe. Agora podia sentir seu cheiro — o Hermès dela.
"Vamos tentar de novo, mãe", disse Emma, enquanto tirava o celular. Ela fez alguns toques e virou a tela para a mãe. Com '@MrsSinclairxxx' na tela, Sarah Sinclair estava no sofá do porão sendo fodida enquanto chupava a mulher negra — uma cena que acontecera algumas horas antes, mas que parecia anos atrás. "A gente sabe do OnlyFans. Dos 'clientes' que você encontra pro trabalho. Do Tim."
A respiração da mãe parou enquanto ela encarava a tela, como se quisesse fazê-la parar. "É só... é uma renda extra", ela começou, as mãos penteando o cabelo de novo. "Com as mensalidades da faculdade e a pós e..."
"Corta essa merda!", disse Emma. "Eu vi as declarações de imposto que tive que enviar pras inscrições. A gente sabe que as coisas não estão difíceis. Na verdade, o 1099 enviado pela Fenix não chega nem perto do que o pai ganha. Sem os ESOPs."
"Ah, sim — eu vi aquele 1099 e liguei os pontos. Fenix é a empresa dona do OnlyFans — certo?", Emma perguntou.
Emma observou fascinada o comportamento do corpo da mãe — o jeito como o peito subia e descia, como os mamilos ficavam visivelmente eretos sob a renda transparente, como havia umidade nos olhos dela. Ela parecia uma mulher quebrada, sua bem elaborada fachada de normalidade suburbana tinha desabado.
Então, os ombros de Sarah Sinclair caíram — derrotados.
Ela sabia que sempre correu o risco. Mas tinha esperança do contrário.
"E o pai?", Lily perguntou. "Você já pensou no que ele vai pensar quando souber que você está traindo ele?"
"Seu pai...", a voz de Sarah falhou, e depois com mais determinação. "Seu pai sabe."
Ninguém respirou.
"Tudo", ela olhou para eles agora.
"Ele sabe há anos", ela continuou, olhando para eles, mas parecendo fitar o corredor. Bem, sejamos honestos agora, ela pensou.
"A gente... experimentou swing depois que Lily nasceu. Ele adorava me ver com outros homens. Adorava filmar ainda mais."
"Tim foi ideia dele. O melhor amigo dele desde a faculdade de direito." Uma risada sem humor escapou dela. "Ele gosta de escolher meus parceiros. Gosta de ver eles me usarem. Gosta..." Seus dedos tremeram ao tocar os próprios lábios. "Gosta que eu conte sobre eles depois."
Lily fez um som de guincho, como um rato. Jason parecia que ia vomitar.
Emma sentiu tontura — as imagens passando por sua mente do pai, o homem que a ensinara a andar de bicicleta, sorrindo e se masturbando enquanto via a esposa ser passada de mão em mão. O jeito como ele mencionava casualmente o "jogo de golfe do Tim" nos jantares de família.
Tudo aquilo era doentio. E ainda assim...
"Mas eu também gostava. Gosto de ser observada, de estar com estranhos, de ver o rosto do Mark se iluminar por minha causa", continuou Sarah, desafiadora. Aquilo era amor distorcido. Ela queria tirar isso do peito.
Uma nova tensão engrossou o ar.
Então Lily quebrou o silêncio com um sussurro. "A gente assistiu todos os seus vídeos." Ela engoliu em seco, suas mãos pequenas agora segurando as de Jason. "E então a gente... a gente..."
A cabeça da mãe se ergueu de repente. "Vocês o quê?"
Emma não recuou. Agora ou nunca. "A gente se tocou enquanto assistia você. A gente se fodeu enquanto aprendia com você." Ela deu um passo à frente, o perfume dela de novo. Ai, como ela é gostosa. "Você deixou a gente com tanto tesão, mãe. Você era tão sexy atuando, que a gente não conseguiu evitar."
As mãos de Sarah voaram para a boca. "Ai, Deus. Vocês... uns com os outros? Isso é... isso é incesto! Isso é errado!"
A palavra pairou no ar, feia e condenatória.
No entanto, Emma apenas se aproximou. Então, pegando a mão trêmula da mãe na sua, disse de forma reconfortante: "Não é errado se é amor. E desde quando amor é errado?"
Sarah tentou se afastar, mas Emma não soltou. "Emma, isso é..."
"Lindo", Emma interrompeu. Ela levou a mão da mãe aos próprios lábios. Beijou cada nó dos dedos, um por um, antes de virar a mão e beijar o pulso. "É a nossa família, mãe. E a gente se ama. E a gente ama você."
Ela viu a resistência da mãe vacilar — o leve tremor dos lábios, o jeito como a respiração de Sarah ficou mais rápida.
"Emma... Isso é erra..." O protesto da mãe se dissolveu num suspiro quando Emma fechou a distância final entre elas, inclinando a cabeça e pressionando os lábios nos de Sarah.
O primeiro beijo foi casto — apenas o mais leve roçar de lábios. Emma se afastou para ver os olhos da mãe — as emoções guerreando em seu rosto — choque, negação e algo mais sombrio.
Então Emma a beijou de novo, dessa vez de verdade, lábios entreabertos, deslizando a língua pela costura daqueles lábios que vira enrolados em tantos paus e então forçando mais para entrar. E como se não pudesse resistir mesmo que quisesse, a mãe se abriu para ela, permitindo que a língua a sondasse. E então a língua dela estava tentando entrar na boca de Sarah.
O sabor era inebriante — batom caro e um leve vinho. Emma gemeu, as mãos subindo e se enroscando naquelas ondas perfeitamente arrumadas de cabelo loiro mel que vira serem puxadas nos vídeos.
Lily e Jason tinham ficado ali, olhando Emma dar em cima da mãe, os dedos entrelaçados, sem ousar respirar. Mas assim que Emma beijou a mãe, eles saíram do transe. Sem quebrar o contato visual com a mãe, Jason estendeu a mão para Lily com os dedos ainda entrelaçados, e plantou um beijo nos lábios dela — hesitante, mas crescendo em paixão. Lily pulou em seus braços, montando nos lábios dele enquanto continuava a beijá-lo de volta.
A mãe soltou um ruído ferido. "Lily! Jason!" Mas seus dedos apenas apertaram o cabelo de Emma enquanto Emma continuava tentando beijá-la.
Emma sorriu com o que a mãe estava vendo. "Viu como eles são lindos juntos? Viu como nós todos poderíamos ser lindos juntos." Ela lambeu o lábio inferior de Sarah antes de sussurrar: "Assim como seus vídeos nos mostraram como realmente sermos nós mesmos."
Lily gemeu o nome de Jason enquanto ele a carregava, ainda montada, para a cama. A respiração da mãe veio em rajadas curtas enquanto ela os observava ir para a cama. Ela desabou na cama com o rosto nas palmas das mãos, como se esconder o rosto escondesse a vergonha. E ela queria esconder o fato de que não estava enojada, mas excitada. Ela não suportava admitir que Emma estava certa.
Emma aproveitou a distração para trilhar mais beijos molhados pelo pescoço da mãe. "Deixa a gente mostrar o que aprendemos com seus filmes."
Sarah soluçou, balançando a cabeça entre as mãos. "A gente... a gente não pode...", enquanto Emma removia as mãos dela, apontando para os irmãos.
Jason já estava puxando o vestido de Lily até a cintura, enquanto ela erguia as mãos para facilitar. Ele já deslizava as mãos para puxar a calcinha dela para baixo. E então o olhar da mãe caiu para a calça de moletom de Jason, onde sua excitação estava armando uma barraca e ameaçando rasgá-la. Emma viu aquele olhar — e soube que Sarah já tinha perdido a batalha contra sua vontade.
Sarah Sinclair ficou paralisada na beira da cama, o roupão de seda escorregando de um ombro, a mão penteando o cabelo de novo, aquele sinal que a denunciava. Que ela estava nervosa era pouco. Ela sabia que o que fazia era errado, mas era uma decisão adulta tomada junto com o marido. Mas isso?
Quando Emma viu o roupão da mãe se abrir, ela não precisava ver por baixo para saber como a mãe era nua — ela vira cada centímetro do corpo de Sarah centenas de vezes nos vídeos. No entanto, agora, com a mãe bem na sua frente, a respiração rápida e um vislumbre de nudez, Emma achou que a mãe estava ainda mais sexy. Emma ardia para ver tudo agora. Mãe. Nua.
Ela estendeu a mão, os dedos segurando a faixa do roupão da mãe.
"Deixa a gente ver você", ela sussurrou.
Sarah inspirou bruscamente, mas não a impediu, enquanto olhava para Emma.
Com um simples puxão, e sem quebrar o contato visual, Emma desatou a faixa, deixando a seda escorregar dos ombros da mãe.
A camisola branca por baixo era praticamente uma sugestão no corpo — muito solta, e seu decote generoso aparecia, e até um pouco dos seios de lado. Só camisola e calcinha — ela ia até para a cama sexy. Seus mamilos eram facilmente visíveis através da renda transparente e, como Emma esperava, estavam eretos, claramente excitados.
Emma puxou a calcinha da mãe, úmida, cheirando a excitação. A mãe rapidamente juntou as coxas. Então, antes de perder a coragem, Emma agarrou a camisola e puxou para fora.
Ela deu um passo para trás e olhou para a mãe. Nua. Ainda envergonhada, ainda culpada, olhando para baixo.
Lily choramingou ao ver a mãe — e estendeu uma mão na direção dela. "Ai, mãe", ela suspirou.
Jason só olhou fixamente, a garganta seca enquanto seus olhos percorriam o corpo que todos eles tinham visto em segredo, em filmes que faziam as coisas mais depravadas para mostrar ao mundo. Vendo-a agora em toda a sua glória. O corpo que tinha sido amado por tantas outras pessoas em vídeo.
E agora eles iam amá-la. Venerá-la.
Emma se ajoelhou entre as pernas da mãe e lentamente as abriu, as mãos subindo devagar pelas coxas. Ela cheirou a mãe...
"Emma..."
"Shh", Emma a silenciou, beijando a parte interna do joelho de Sarah. "Deixa a gente amar você." E então, com um olhar suplicante, "Por favor"
A respiração de Sarah falhou.
Emma viu a boceta bem à frente. A mesma boceta para a qual ela tinha se masturbado e que alimentara seus encontros incestuosos com os irmãos. Emma não hesitou. Não podia esperar. Ela se inclinou, pressionando um beijo hesitante nas dobras encharcadas da mãe, a língua saltando automaticamente para prová-la.
E ela era deliciosa. Tipo, muito, muito deliciosa.
Sarah deu um pulo, os quadris se erguendo da cama com um grito agudo, ao sentir Emma nela, fechando instintivamente as coxas em volta das orelhas de Emma.
"Oh! Ai, Deus!"
Emma se afastou: "Não sou Deus, só Emma. Mas prometo te mostrar o céu." Ela sorriu, e então: "Você tem um gosto ainda melhor do que eu imaginava depois de ver você nos seus vídeos." Então ela mergulhou de novo.
Isso não era como o sexo oral bruto e teatral que ela via homens (e mulheres) fazerem na mãe na tela — isso era sagrado, reverente, devoto. Emma a lambia com lambidas lentas e veneradoras, saboreando o jeito como as coxas de Sarah tremiam ao seu redor, o jeito como suas mãos arranhavam os lençóis quase tocando as mãos de Julia, os pequenos gemidos escapando de seus lábios como confissões. Mas também havia fome — fome real, primal, sexual, incestuosa.
Lily não aguentou mais. Ela se levantou na cama, agora também nua, e montou numa das pernas de Sarah, sua umidade se espalhando na coxa lisa da mãe.
"Eu também preciso de você, mãe", Lily arfou, os dedos encontrando os seios de Sarah, apertando-os, colocando a boca num deles.
"Toca ela, Lily", Emma encorajou contra a boceta da mãe, lambendo outra longa faixa pela racha. "Faz ela se sentir bem."
Sarah arqueou, as costas se curvando para fora da cama enquanto o prazer ricocheteava por ela, com as duas filhas — uma com a boca na boceta e a outra com a boca no seio — a levando à beira do precipício.
Jason soltou um suspiro rouco. Emma ergueu o olhar para vê-lo apalpando o próprio pau por cima da calça, os olhos claramente querendo a mãe enquanto observava as irmãs cobrirem a mãe de atenção.
Emma se afastou, lambendo os lábios. "Ela é mesmo uma delícia. Quer uma vez, Jay?"
Ele não precisou ouvir duas vezes. Caiu de joelhos ao lado de Emma, suas mãos grandes substituindo as dela nas coxas de Sarah enquanto se inclinava.
A respiração de Sarah engasgou. "Jason, você não precisa... Oh, oh, Jasssoooon"
O primeiro toque da língua dele a fez gritar, os dedos voando naturalmente para o cabelo dele para guiá-lo.
Emma observou, hipnotizada, enquanto o irmão chupava a mãe com um entusiasmo que ela não vira ele demonstrar com ela ou com Lily. A língua dele era mais larga, as lambidas mais metódicas do que as de Emma, empurrando a língua grossa quase para dentro, fodendo-a num movimento lento e profundo. Um polegar começou a cutucar o clitóris da mãe.
Lily gemeu, ainda sentada na mãe e se esfregando contra a coxa dela enquanto beliscava e rolava os mamilos da mãe: "Mamãe, você está tão linda assim", levando o outro mamilo à boca.
Sarah estava balançando os quadris contra a boca de Jason.
Emma subiu na cama, plantando os lábios nos da mãe num beijo profundo, enfiando a língua. Ela podia sentir, não, saborear o quanto Sarah amava aquilo — o jeito como sua respiração parava quando Lily apertava um mamilo, o jeito como ela estremecia quando Jason cutucava seu clitóris, o jeito como seus dedos se apertavam no cabelo dele — não, não o afastando, puxando-o mais para dentro do buraco da boceta.
Era inevitável. O orgasmo dela explodiu, suas costas arqueando totalmente para fora do colchão enquanto ela gozava contra a língua do filho, as coxas se fechando em volta da cabeça dele como se não suportasse deixá-lo se afastar, e os mamilos sendo chupados por Lily. Isso foi seguido por algo que era um soluço, um gemido e um grunhido, mas o que quer que fosse, se perdeu na língua de Emma ainda dentro da boca dela.
Jason gemeu quando a boceta dela inundou sua boca, enquanto ele lambia tudo, bebendo-a e ainda assim não conseguia dar conta de tudo.
Quando ele finalmente se afastou, Sarah estava um bagaço — o peito arfando, a pele corada, quase inconsciente.
Emma sorriu com malícia. "Não sabia que você gostava de beber a mãe assim, Jay."
Jason estava felizão, sorrindo como alguém com uma grande conquista. Mas já acariciando o pau por cima da calça.
Lily riu, ainda beijando o seio da mãe. "Acha que consegue fazê-la gozar de novo? Dessa vez NÃO com a boca?"
As pálpebras de Sarah tremeram enquanto ela olhava ao redor — de Lily para Emma para Jason. "Eu, vocês... a gente não pode, a gente não pode fazer isso!"
Emma se inclinou, roçando os lábios nos da mãe. De novo. Caralho, os lábios da mãe eram inebriantes. "Você quer, no entanto."
Sarah tremeu de novo.
Jason se levantou, tirando a calça enquanto olhava para a mãe.
"Quer me provar, mãe?", Jason perguntou com seu sorriso torto, torcendo silenciosamente para que ela não dissesse não agora.
"Jason...", ela começou e então só olhou fixamente para o pau dele. A visão dele, seu filho, o pau agora tão reto, tão duro, tão perfeito. Fez Sarah soluçar.
Emma assumiu o controle. Ela guiou a cabeça de Sarah, seus dedos segurando o cabelo loiro e sedoso da mãe. "Vai, mamãe," sussurrou. "Chupa ele. Chupa o pau do seu filho."
Os lábios de Sarah se entreabriram, fosse para protestar ou obedecer, Emma não tinha certeza. No entanto, quando Jason roçou a ponta contra a boca dela, ela abriu mais. E agora Emma tinha certeza.
A primeira bombeada dos lábios contra ele foi hesitante e cautelosa. Mas no momento em que Jason gemeu "Porra, mãe... issooo", algo primitivo em Sarah pareceu se desfazer.
Ela o recebeu mais fundo, a língua abrindo caminho para a dureza dele entrar direto, suas bochechas se afundando enquanto o chupava com a mesma habilidade praticada que Emma a vira usar em incontáveis homens nos vídeos.
Os joelhos de Jason fraquejaram ao ser submetido ao melhor boquete que já recebera de alguém — suas namoradas, seus casos casuais, suas irmãs. Aquilo era 'profissional'.
"Oh, meu caralho... Mãe!"
Emma sorriu para ele enquanto guiava a cabeça da mãe para cima e para baixo em Jason. "Aposto que você nunca pensou que seu primeiro boquete de uma coroa seria da sua própria mãe."
Jason gemeu, seus dedos encontrando os de Emma no cabelo de Sarah enquanto a mãe o trabalhava com deslizes lentos e molhados da boca. "Vai se foder, Em."
"Depois," Emma prometeu, antes de se inclinar para beijar Lily, que assistia com excitação atordoada, seus dedos agora entrando e saindo furiosamente da própria buceta.
Sarah gemeu ao redor do pau de Jason quando os dedos de Emma deslizaram para dentro de sua boceta encharcada novamente, beijando Lily, esfregando a mãe, que só abriu mais os joelhos.
"Você está tão linda assim, mamãe," Lily sussurrou, tirando os lábios dos de Emma enquanto ambas observavam a mãe. "Engolindo o Jay tão fundo — igualzinho nos seus vídeos."
Sarah sentiu eletricidade percorrê-la — a lembrança dos vídeos, chupando Jason, seu filho...
Emma a esfregou mais rápido. "Vou fazer você gozar de novo," murmurou. "Enquanto chupa o pau do seu filho. Eu te prometi o paraíso."
Sarah tinha lágrimas nos cantos dos olhos, de vergonha ou prazer, Emma não sabia dizer — enquanto outro orgasmo a rasgava, suas paredes palpitando ao redor dos dedos de Emma e sua boca parando de bombar Jason.
"Me diga a verdade," Emma murmurou, o polegar roçando o lábio inferior de Sarah, manchando a baba que ainda escorria ali, e a fazendo provar a própria boceta nas mãos. "Você quer que seu filho te foda?"
Sarah tentou de novo: "Emma, a gente — a gente não pode—" Mas não conseguiu dizer não.
Emma não deixou a mãe desviar o olhar. Ela segurou o rosto de Sarah voltado para o pau de Jason. "Não foi isso que eu perguntei. Eu perguntei se você quer. Mãe." Jason apenas ficou ali, punhetando o pau devagar. Lily parou de se dedilhar.
O peito de Sarah arfava, seus olhos saltando entre Emma e Jason, seu filho, o corpo dele uma mistura de contenção e desejo. Ela engoliu seco.
"Eu..."
"Ela não precisa dizer," Foi Lily, mais uma vez, rastejando para o colo de Sarah, seus lábios roçando a orelha da mãe. "Olha pra ela, Em. Ela está pingando. O corpo dela está dizendo sim."
"Jason," Emma murmurou, olhos fixos nos da mãe. "Você quer foder a mamãe?"
O maxilar de Jason se contraiu como se pensasse a respeito. Então ele deu aquele sorriso idiota: "Com certeza."
Emma sorriu, então se inclinou, sussurrando safadamente no ouvido de Sarah: "Está decidido então."
Sarah ofegou quando Emma a fez deitar na cama com mãos gentis. Lily a seguiu, seus dedos entrelaçados com os de Sarah.
Jason ficou paralisado por apenas um segundo antes de se juntar a elas, seu corpo lançando uma sombra sobre Sarah enquanto ela se recostava nos travesseiros apoiada por Lily e Emma, suas pernas sendo abertas pelas irmãs.
Emma observou Jason se ajoelhar entre as coxas de Sarah, seu pau duro, a coroa pressionando levemente contra o lugar que um dia o havia parido. O pensamento enviou uma emoção perversa por Emma — seu irmão estava prestes a foder o buraco que o havia criado.
Sarah respirava pesado, seus dedos agarrando os lençóis enquanto Jason cutucava sua entrada.
"Jason —" ela tentou uma última vez.
"Me diga para parar," Jason disse, sua voz calma. "Diga não, e eu vou parar."
Sarah sabia que seu filho jamais a desobedeceria. Ela poderia dizer não. Ela diria para parar.
Seus lábios se entreabriram.
Nenhum som saiu.
Todos os três filhos olharam para a mãe. Segurando a respiração. Jason continuou olhando para ela, a ponta na entrada.
"Me diz, mãe, sim ou não." Jason perguntou de novo.
Sarah olhou para Emily, depois Lily e então Jason. Então Emma viu o exato momento em que a resistência de Sarah se quebrou.
Seus lábios se entreabriram de novo.
Dessa vez um pequeno som escapou. "Sim."
Emma sorriu. Lily soltou um gritinho, e Jason sorriu de orelha a orelha.
Com uma reverência que surpreendeu Emma, ele empurrou para dentro da mãe centímetro por centímetro agonizante, até que sua mãe tremesse sob ele, as costas arqueadas, a boca aberta em um grito silencioso.
"Oh... Oh... PutaquepariuMãe..." Jason rangeu os dentes enquanto empurrava até se enterrar por completo, afundado até a base no calor aveludado da boceta da mãe. Parecia que seu pau tinha sido feito para aquela boceta.
A reação de Sarah foi instantânea, suas pernas se enroscaram na cintura dele, travando-o fundo e o empurrando ainda mais para dentro, se é que isso era possível. Suas mãos seguraram os braços dele: "Oh, Deus, Jay..."
Emma e Lily trocaram um olhar e um sorriso, sua própria excitação aumentando enquanto viam a mãe se submeter ao tabu supremo.
"Fode ela," Emma sussurrou. "Fode a nossa mãe, Jay."
Algo se moveu em Sarah enquanto Jason a fodia.
"Sim. Sim, me fode," ela disse num sussurro, a voz grossa de luxúria, e então na voz que usava em seus vídeos de 'Mamãe': "Fode a sua mamãe. Faz ela gozar."
Lily e Emma sorriram uma para a outra.
Jason obedeceu. Ele começou com estocadas lentas e profundas, cada puxada arrancando um gemido quebrado de Sarah. Emma podia ver como a boceta de Sarah o apertava, podia ouvir os sons molhados do sexo ecoando com as estocadas de Jason.
Lily rastejou para frente, pressionando o corpo contra o lado de Sarah, seus lábios novamente nos seios da mãe. "Ele te dá prazer, mamãe?" questionou, seus dedos beliscando o mamilo de Sarah com força suficiente para fazê-la engolir seco. "Seu filho te preenche?"
Sarah grunhiu em resposta.
Emma sorriu e subiu na cama atrás do irmão, agarrando a bunda dele para guiar o ritmo. "Mais forte, Jay. A mamãe aguenta. Não aguenta, mamãe?"
Sarah sorriu — pela primeira vez desde que os filhos tinham entrado no quarto. Ela não estava mais sendo fodida. Ela também estava fodendo seu filho. Ela tinha passado de seduzida a participante ativa, e talvez performer.
Suas mãos cravaram mais fundo em Jason, seus quadris se erguendo para encontrar cada estocada. "S-sim! Sim, Jason. Querido — me fode mais forte. A mamãe aguenta!"
E Jason atendeu. Tirando o pau todo para fora e enfiando de volta, fazendo Sarah sentir a foda do filho. Emma e Lily assistiam, hipnotizadas, enquanto sua mãe era tomada por uma fome crua e primitiva de simplesmente curtir a foda que o filho lhe dava, sem vergonha ou culpa.
Então Sarah buscou Lily, seus dedos agarrando o pulso da filha mais nova, puxando-a para perto até que suas bocas se encontrassem num beijo profundo e apaixonado. Lily jogou uma perna sobre Sarah e Sarah provou a filha mais nova. Lily estava tão reprimida, que no momento em que Sarah tocou seu clitóris, ela gozou, estremecendo e caindo por cima.
Emma não resistiu mais. Ela gentilmente removeu Lily e sentou na mãe. "Me chupa, mãe, me ama também." Sarah mergulhou na boceta de Emma com entusiasmo e lambeu todos os fluidos da filha mais velha. Ela se inclinou sobre Jason, beijando-o — selando a família.
Mas Emma não tinha terminado. Ela viu Jason e soube que ele ia gozar. Ela conhecia a performer na mãe.
"Diz para ele onde você quer o esperma dele, mãe," ela incentivou. "Você quer que ele te encha? Ou quer provar ele?"
Sarah não hesitou, sua boca deixando a boceta de Emma e seus olhos revirando enquanto as estocadas de Jason diminuíam para adiar o orgasmo. "Minha boca... uhhh... por... favor... uhhh... eu preciso... uhhhh... provar ele."
Emma sabia.
Jason quase rugiu ao se retirar com um pop molhado, seu pau agora molhado dos fluidos de Sarah. Ele se inclinou, plantando um beijo breve nos lábios dela antes de se ajoelhar sobre seu rosto.
"Por favor, abre, mãe," ele pediu, mesmo na devassidão não esquecendo as boas maneiras com a mamãe.
Sarah obedeceu.
"Goza na cara dela," Lily instigou. "Do jeitinho que ela gosta nos vídeos."
Jason se punhetou algumas vezes e gozou pesado, gemendo, seu jorro espirrando pelas bochechas da mãe, seus lábios, seu queixo, seus seios — causando trilhas e poças.
Lily ofegou, observando todo o branco escorrer pelo rosto de Sarah. "Ai, meu Deus..."
Emma se inclinou, lambendo um fio através da bagunça antes de beijar a mãe profundamente.
Sarah agarrou os ombros de Emma, puxando-a para perto, retribuindo o beijo.
Quando Emma finalmente se afastou, ambas estavam respirando ofegantes.
Sarah não sabia o que dizer.
Emma apenas sorriu, então virou-se para Lily. "Quer experimentar?"
Lily riu, e Emma a guiou para frente, deixando-a lamber os resquícios do gozo de Jason dos lábios da mãe, deixando-a beijar Sarah novamente, dessa vez com todo o esperma para compartilhar entre elas.
Por fim, Sarah se afastou do beijo, suas mãos no rosto de Lily enquanto encarava sua filha mais nova com algo como assombro, e se ergueu para sentar.
"Oh, minha doce bebê," sussurrou, sua voz falhando. Olhando ao redor, "Oh, meus doces bebês."
Então Jason estava lá, abraçando-a por trás, enquanto ela se recostava no peito dele. Emma a abraçou e se aninhou contra seu lado esquerdo, a mão sobre um dos seios de Sarah, enquanto Lily se acomodou em seu colo segurando o outro seio.
Eles apenas se abraçaram em silêncio.
Então Sarah falou, tão baixo que mal a ouviram:
"Eu amo tanto todos vocês."
Emma olhou para cima, bem quando uma gota espessa do esperma de Jason escorria pela clavícula da mãe. Emma esticou o pescoço e lambeu com a língua, circulou e então engoliu. O gosto residual familiar do gozo do irmão persistiu em sua boca enquanto ela se aconchegava no pescoço de Sarah.
"A gente sabe," ela sussurrou.
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Nota do autor: Eu tinha planejado terminar a série aqui. Mas acabei escrevendo rascunhos do Capítulo 4 e 5 (que talvez sejam fundidos em 1, pois o Capítulo 4 é pequeno). Se houver demanda, eu os publicarei. Me digam se querem que eu continue - OV