Contos eróticos para ler inteiros.

Coroas

A Noite da Mamãe na Van

guatavinho9118 min

Não era que eu não gostasse do meu pai, era só que eu achava ele meio palhaço. Um palhaço que tinha dado muita sorte, mas ele era o tipo de cara que nunca percebeu que foi a sorte que o levou aonde chegou. A sorte grande do papai foi estar no lugar certo na hora certa e, por uma série de coincidências, acabar casado com uma mulher que era muito superior a ele em praticamente todos os sentidos.

Quando era jovem, mamãe estudou em um colégio só para meninas. Uma noite, ela conheceu meu pai num daqueles bailes de integração. Papai era o que se poderia chamar de um cara da cidade; ele cresceu numa família grande na mesma cidade onde mamãe fazia faculdade. Na noite em que iam se conhecer, o namorado da mamãe ligou dizendo que achava que o relacionamento não estava funcionando (ele depois ligaria implorando para voltar, mas aí já era tarde demais) e que eles deviam dar um tempo. Mamãe levou a ideia muito a sério e decidiu que aquela era uma boa noite para se encher de cerveja barata e achar o primeiro cara disponível para se perder numa noite de sexo vulgar. O primeiro cara disponível era meu pai – um cara cuja vida estava prestes a mudar radicalmente. Parece que a camisinha que papai estava usando estava na carteira dele havia tempo demais; naquela noite, ela não aguentou a ação e estourou. O resultado daquele feliz acidente viria a ser minha irmã mais velha.

Mamãe, sendo uma boa moça, casou-se com meu pai e eles logo se estabeleceram e tiveram mais dois filhos, sendo eu o caçula. Quando eu tinha 18 anos, ela tinha acabado de fazer 42, e minha irmã mais velha e meu irmão mais velho já tinham saído de casa.

Deixa eu te contar um pouco sobre a mamãe. Ela se parece muito com a Suzanne Somers. O mesmo rosto, o mesmo corpo e um lindo cabelo loiro naturalmente cacheado, um pouco abaixo dos ombros. Mas sua qualidade mais irresistível é um tipo de magnetismo sexual que ela exala. Aonde quer que a gente vá, eu sempre noto os homens olhando para ela, às vezes das formas mais lascivas. Ninguém parece imune a ela, ou aos seus encantos. Os homens vivem tropeçando uns nos outros para agradá-la, e na maioria das vezes fazem papel de completos idiotas. Até onde eu sabia, ela nunca tinha sido infiel ao meu pai, mesmo que, como ele uma vez me disse (com certo orgulho), ele não visse necessidade de fazer sexo mais de uma vez por mês. Nem meus amigos eram imunes.

Um dia, depois de algumas cervejas compradas ilegalmente, meu amigo Chad me disse que estava apaixonado pela minha mãe. Achei que ele estava brincando, mas quanto mais a gente conversava, mais ele me convencia de que falava sério. Antes de nos formarmos no outono, Chad tinha sido o astro do futebol americano do nosso time do colégio (foi assim que o conheci; eu jogava na ponta defensiva) e era um filho da puta bonitão. Além do rosto e do corpo bonitos, o Chad era pauzudo como um cavalo. Eu sabia que ele tinha comido o rabo de quase toda garota da escola que valia a pena, então fiquei surpreso ao descobrir que ele estava fissurado na minha mãe. Quando ele me perguntou se me incomodava o fato de ele querer transar com a minha mãe, tive que confessar que não, e que, se ele quisesse tentar, era mais que bem-vindo. Eu talvez tivesse me oposto se achasse que ele tinha uma chance real, mas eu conhecia minha mãe e ela não era do tipo que trai o marido – especialmente com um cara da idade do filho.

Não pensei muito mais no assunto, até uma semana depois, quando Chad tocou no tema de novo. Ele disse que estava quebrando a cabeça, mas não conseguia bolar uma ideia de como entrar nas calças da minha mãe. Depois de brincarmos um pouco, sugeri que ele pegasse a van adaptada do irmão (um puta carrão para transar, se é que já existiu um) e que eu convenceria minha mãe a ir ao cinema drive-in conosco. Falei para ele que a gente ia tomar umas cervejas e, em algum momento, eu ia dar o fora e ele teria sua chance. A única condição que impus para armar tudo foi que ele instalasse uma câmera de vídeo na van para eu poder ver a ação (achei que seria engraçado ver minha mãe puritana se defendendo das investidas taradas dele). Chad concordou entusiasmado. Ele achava que, se eu conseguisse deixá-la bêbada, ele faria o resto.

Naquele fim de semana, meu pai viajou para um torneio de golfe fora da cidade com uns amigos. Então Chad e eu percebemos que era a hora perfeita para colocar nosso plano em ação. Contei para minha mãe que Chad e eu íamos ao cinema drive-in porque uma garota que eu conhecia talvez estivesse lá. Ela riu e me desejou boa sorte. Naquela noite, pouco antes de sair, perguntei inocentemente quais eram os planos dela. Ela me disse que não tinha nenhum. Falei que ela devia vir ao cinema conosco. A princípio, ela riu e perguntou por que diabos dois garanhões jovens como a gente teriam interesse em levar uma velha junto.

– A gente não tem interesse em levar uma velha. A gente tem interesse em levar minha mãe jovem e sexy – eu disse, e depois acrescentei: – Sabe, outro dia o Chad estava me dizendo que achava que eu tinha a mãe mais bonita de todo mundo que a gente conhece.

Mamãe ficou lisonjeada, e eu achei ter detectado um ar de animação quando falei aquilo. Me perguntei se o Chad talvez tivesse uma chance melhor com ela do que eu estava imaginando. Mamãe finalmente concordou que talvez fosse divertido ir, e que pelo menos a tiraria de casa.

Chad nos pegou às 6h30 na van adaptada do irmão. Chad vinha de uma família rica, e a van era luxuosa. Não tinha janelas na parte de trás (para privacidade), uma cama de casal e um sistema de som matador. O veículo perfeito para um encontro. Enquanto mamãe e eu entrávamos no banco da frente, Chad sussurrou para mim que a câmera estava pronta. Pisquei para ele e lá fomos nós três.

Mamãe estava ótima naquela noite; usava uma regata branca e uma calça jeans justa. Devia estar usando um sutiã push-up, porque os peitos dela estavam magníficos. Chad disse que tinha cerveja gelada na geladeira e que mamãe e eu estávamos à vontade. Ele disse que ficaria como motorista designado. Mamãe brincou que meus amigos sempre pareciam se comportar tão bem quando ela estava por perto. Eu ri e me perguntei o que ela acharia do comportamento do Chad mais tarde. Fui atrás e peguei um pack de seis cervejas na geladeira; quando chegamos ao drive-in, mamãe e eu já estávamos prontos para começar um novo pack.

O drive-in estava exibindo uma sessão dupla de filmes de terror. O filme não era muito bom, o que se encaixou perfeitamente no plano. Na primeira meia hora, mamãe já estava entediada e disse que a cabeça estava girando um pouco. Chad sugeriu que ela fosse se deitar, e mamãe aceitou a oferta. Uns cinco minutos depois, Chad acionou um interruptor no painel e sussurrou para mim: “Câmera de vídeo.” Fiz sinal de positivo e dei um tapinha nas costas dele, desejando boa sorte enquanto ele ia para a parte de trás da van.

– O que você está fazendo aqui atrás? – ouvi minha mãe perguntar. – Pensei em dar uns tragos num baseado que eu trouxe – disse Chad. – Quer um pega?

– Nunca experimentei – mamãe disse.

– Sempre há uma primeira vez – disse Chad, enquanto eu ouvia o isqueiro acendendo o baseado.

Colocando a cabeça para fora das cortinas que separavam a frente da parte de trás, mamãe disse: – Chad quer que eu fique chapada com ele, o que você acha, filhote?

– Vai fundo – eu disse. – Você não é americana de verdade até ficar chapada na parte de trás de uma van no drive-in. Ouvi mamãe rir e ela disse ao Chad: – Ok, não quero ser antipatriota. O que eu faço?

Chad explicou como inalar, e em poucos instantes ouvi-a tossindo baixinho. Depois disso, ouviu-se silêncio por um tempo, exceto pelo filme, enquanto eles deviam estar passando o baseado de um para o outro.

– Você não quer um pouco disso? – ouvi minha mãe me perguntar.

– Não, obrigado, querida, estou de boa – respondi.

– Me sinto muito relaxada – minha mãe disse. – Posso fazer você se sentir mais relaxada – disse Chad. – Deita e deixa eu massagear suas costas.

– Bem, não vou dizer não a uma massagem nas costas – mamãe riu baixinho.

– Obrigada, gentil cavalheiro. Ouvi-a se esticando na cama. – Agora, não quero pegar suas mãos descendo demais.

Depois de uns dois minutos, ouvi mamãe soltar um gemido baixo e dizer: – Você é muito bom nisso. Tomei aquilo como um sinal para sair.

– Ei, pessoal – eu disse. – Acabei de ver aquela garota de quem falei passando. Vou segui-la. Vão embora quando quiserem, eu consigo uma carona para casa com ela.

Mamãe pôs a cabeça para fora de novo. – Tem certeza? Podemos esperar por você.

– Tenho certeza – eu disse.

Ouvi Chad dizer: – Ei, você, ainda não terminei com você. – E vi mamãe sendo puxada para a parte de trás de novo. Mamãe estendeu a mão, agarrou a minha e apertou. – Tenho que ir agora – ela disse, sorrindo. – Divirta-se muito.

– Você também – eu disse, e saí da van.

Consegui uma carona para casa com uns amigos e subi para o meu quarto, assistir um pouco de TV e esperar minha mãe chegar. Por volta das 3h da manhã, ouvi a van do Chad subindo a entrada da garagem. Rapidamente apaguei a luz antes que eles entrassem no campo de visão e fiquei olhando. A van parou e Chad desligou o motor. Sentei e observei por quase 15 minutos. Finalmente, a porta se abriu e minha mãe saiu. Ela parecia um pouco trêmula. Chad saiu e foi até o lado dela, agarrando-a enquanto ela se afastava. Ele a puxou de volta e a beijou. O beijo ficou bastante apaixonado, e mamãe abriu a camisa de Chad e começou a beijar o peito dele. Chad começou a esfregar a virilha da mamãe por cima da calça jeans. Em certo momento, ele praticamente a levantou do chão enquanto se esfregava nela. Por um instante, as ações deles me fizeram pensar que iam trepar ali mesmo, mas finalmente mamãe o afastou, deu boa-noite e entrou em casa. Finigi dormir quando ouvi mamãe parar na porta do meu quarto e depois andar pelo corredor até o quarto dela.

Na manhã seguinte, acordei por volta das 10h e liguei para Chad. Ele parecia sonolento, mas me disse para ir até a casa dele ver a fita. Desci correndo e encontrei minha mãe tomando café na varanda.

– Aonde você vai? – ela me perguntou alegremente.

– Vou a um jogo de softball com uns amigos – eu disse.

– Com o Chad? – ela perguntou nervosa. Ignorei o tom.

– Não, liguei para aquele vadio, mas ele disse que tinha outros planos. Acho que vou vê-lo amanhã... Aliás, não ouvi você chegar ontem à noite. Devia estar dormindo como uma pedra. A que horas você chegou?

– Ah, chegamos tarde – disse mamãe. – Dormimos no fundo da van.

– Tudo bem, então te vejo mais tarde – eu disse.

– Ótimo, vamos jantar só nós dois hoje à noite. Estou com saudade de conversar com meu filho – ela disse.

Dei um beijo de despedida e fui para a casa do Chad.

Quando cheguei, subi para o quarto dele. Chad me entregou a fita. – Antes de começar a assistir, quero que você saiba que eu realmente amo a sua mãe – ele disse.

– É por isso que você está me deixando ver uma fita de vocês dois? – brinquei.

– Bem, eu também amo você, cara – ele disse, rindo.

Liguei o vídeo; Chad tinha avançado até o ponto em que eu saí da van.

Mamãe estava deitada de bruços e Chad massageava suas costas. Depois de alguns minutos, ele perguntou:

– Por que você não tira a blusa?

Mamãe riu baixinho: – Acho que não seria uma boa ideia. – Ah, qual é, Sra. Browning, vai ser muito melhor. – Tá bom, mas as portas da frente estão trancadas? Não quero que o Tommy entre e me veja sem blusa – mamãe disse.

Chad foi até a frente trancar as portas, e mamãe tirou a regata. Ela estava usando um sutiã branco de renda, e os seios estavam quase saltando para fora. Quando Chad voltou, ela se deitou de novo. Chad continuou a trabalhar nas costas dela, e depois de alguns minutos, desabotoou o fecho do sutiã e começou a massagear aquela área com mais vigor. Mamãe ficou quieta. Chad se tornou um pouco mais ousado e passou a esfregar de leve os lados dos seios dela de vez em quando. Em vez de protestar, mamãe soltou um suspiro satisfeito. Chad então desceu para massagear o alto das nádegas dela. Mamãe se contorceu de prazer. Ele a envolveu com os braços e puxou os quadris dela para cima da cama; mamãe acompanhou o movimento e arqueou um pouco em direção a ele, empinando a bunda. As mãos de Chad contornaram-na e desabotoaram o cinto da mamãe, abrindo o jeans dela.

– Chad – mamãe sussurrou com a voz entrecortada –, você não devia. – Vai ser mais fácil massagear você – ele disse.

– Isso é uma loucura – ela murmurou, arrulhando –, mas é gostoso.

Mamãe levantou os quadris de novo e segurou a calcinha enquanto Chad tirava a calça jeans dela, removendo também as meias e os tênis. Imediatamente ele voltou a massagear as costas dela. Dessa vez, quando chegou aos seios, ele colocou a mão por baixo do sutiã e pegou um seio. Mamãe se ergueu da cama para dar acesso mais fácil. Chad massageou o seio nu, brincando com o mamilo que endurecia. Mamãe não fez nenhum esforço para impedi-lo; em vez disso, começou a se contorcer de prazer. Chad fez pressão nos quadris dela e a virou. Mamãe agora estava de costas, e Chad puxou o sutiã que ainda estava sobre os seios dela e o jogou no chão.

Sei que pode parecer estranho, mas percebi que aquela era a primeira vez que eu via os seios da mamãe em toda a sua glória. E eles eram lindos, redondos e firmes, com mamilos grandes que agora estavam eretos. Não tive muito tempo para olhar, porque Chad abaixou a cabeça e começou a lamber, chupar e morder os peitos da mamãe. Mamãe começou a responder, respirando pesadamente, e então ela o deteve e o puxou para cima para poder beijá-lo, primeiro suavemente e depois com beijos de língua profundos. Depois de alguns minutos disso e de uma boa esfregação a seco, Chad se afastou, levantou-se e começou a arrancar as próprias roupas. Mamãe o observava em silêncio.

– Deus, como eu quero te foder – Chad disse.

– Querido, não podemos fazer isso. Eu sou casada – disse mamãe. – Não posso ser infiel ao meu mar-... – Mamãe parou de falar quando viu o tamanho do pau enorme de Chad.

Ela ficou hipnotizada. Chad usou a pausa a seu favor; abaixou-se e arrancou a calcinha da mamãe.

– Chad, não devíamos – mamãe disse, enquanto seus olhos estavam grudados na ereção poderosa de Chad.

– Devo pegar uma camisinha? – Chad perguntou.

– Não tenho certeza se devemos fazer isso – mamãe disse.

– Olha – ele disse –, me deixa só sentir como é estar dentro de você. A gente pode parar se você mandar, mas me deixa só sentir como é estar dentro de você. Se a gente não fizer, minhas bolas vão explodir.

Mamãe pensou por um momento. – Você promete tirar depois de só alguns segundos? – mamãe perguntou timidamente.

– Prometo tirar no segundo em que você mandar.

Chad se posicionou sobre minha mãe, e ela agarrou o pau enorme dele e o guiou até a boceta molhada. Na entrada, mamãe pausou por um segundo e disse: – Não acredito que estamos fazendo isso... Só por alguns segundos, certo? Chad concordou com a cabeça.

– Tá bom, enfiaaa.

Chad enfiou o pau enorme dentro dela. Mamãe soltou um gritinho agudo. Automaticamente, as pernas dela se enrolaram nas costas de Chad e o puxaram para mais perto. Eles se beijaram profundamente enquanto ele começava a deslizar para dentro e para fora dela.

– Deus, você é tão gostoso dentro de mim – mamãe sussurrou.

– Você é incrivelmente apertada, Sra. Browning. Parece que estou dentro de veludo quente. Nunca me senti assim antes.

– Não acredito que estamos fazendo isso... Ahhh... Não para, vou gozar logo – mamãe gritou.

– Devo pegar uma camisinha? – Chad perguntou.

– Devíamos parar, mas ainda não. Se você gozar dentro de mim, tudo bem, porque eu estou protegida.

Chad acelerou o ritmo e começou a mandar ver de verdade. Ouvi a mamãe dizer que nunca tinha sentido um pau tão maravilhosamente grande a preenchendo. Eles transavam desenfreadamente, chegando a um crescendo avassalador. Mamãe gritava o nome do Chad, e Chad dizia o quanto a amava.

"Ah, eu também te amo, querido. Você vai me fazer GOZAAAAAAAR!!!!!" O orgasmo de mamãe a dominou e ela se agarrou ao corpo de Chad, selvagemente tomada por um orgasmo arrasador. De repente, Chad parou de bombar, agarrou a bunda de mamãe com força e congelou. Dava para ver na gravação que ele estava gozando, liberando uma inundação de sêmen na boceta quente e acolhedora de mamãe.

"AH, EU TÔ GOZAAAANDO!!!!!!" urrou Chad. "Ah, isso, Chad, goza dentro de mim, querido, EU TEEE AMOOOO!!!" gritou mamãe. Mamãe foi arrebatada por um segundo orgasmo poderoso.

Eles ficaram deitados juntos por um longo tempo, se beijando, Chad nunca tirou o pênis, e eventualmente começaram a transar de novo. Dessa vez, Chad virou mamãe e passou a comer ela por trás. O rosto de mamãe estava enfiado no travesseiro enquanto Chad a arrombava. Em determinado momento, o desgraçado virou para a câmera e sorriu. A gravação continuou assim por várias horas, com eles fazendo aquilo em literalmente uma dúzia de posições diferentes. De vez em quando, davam uma pausa e conversavam por alguns minutos, mas logo voltavam à ação.

Eles fizeram de tudo.

Em certo momento, Chad quis comer o cu da minha mãe, mas mamãe disse que era virgem ali atrás e não se sentia bem com isso, porque o marido implorara por anos para fazer daquele jeito e ela sempre recusara. Chad insistiu, porém, e finalmente mamãe consentiu. Mamãe aguentou Chad no rabo como uma campeã, usando apenas cuspe e porra como lubrificante. Mamãe teve mais dois orgasmos assim, e Chad teve um orgasmo tremendo, despejando uma grande quantidade de gozada no cu de mamãe. Depois, conversaram sobre como tinha sido ótimo, e mamãe disse que estava feliz por ter sido ele a fazer aquilo com ela. Mamãe contou a Chad que a noite deles fora maravilhosa, mas que ela não poderia trair o marido de novo daquele jeito.

Embora tivéssemos avançado rápido por muitas partes, a gravação durou umas boas três horas. Uma sessão de 69 pareceu durar pelo menos quarenta e cinco minutos — em dado momento, fiquei impressionado que mamãe ainda conseguisse respirar, com o cano dele entalado completamente na garganta. A gravação estava acabando quando o celular de Chad tocou. Era minha mãe. Ela queria saber se Chad queria encontrá-la num hotel por algumas horas.

Chad aceitou rapidinho, e eles combinaram os planos. Adeus promessa de fidelidade da minha mãe.

Enquanto voltava para casa naquele dia, pensei na minha mãe e no Chad. Fiquei satisfeito com o rumo das coisas, gostava do Chad e fiquei feliz por ele, mas tinha que admitir que senti um pouco de ciúmes. Eu queria ser eu a transar com a minha mãe num quarto de hotel. Com esse pensamento em mente, comecei a tramar um plano... Mas essa é história para outra hora.

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