Encontro no Drive-In com a Mamãe
— 21 anos. Não acredito, Will.
Mamãe me olhou do outro lado da mesa de jantar com seus olhos adoradores de sempre. Era meu aniversário, e eu acabara de soprar as velas do bolo que ela fizera para mim.
Éramos só nós dois. Papai estava fora de cena havia alguns anos, tendo trocado a mamãe pela secretária, que era 15 anos mais nova. Eu achava que ele era um idiota, e nosso relacionamento sofreu por muito tempo. Mamãe ficou de luto pela infidelidade do papai e pelo fim do casamento por um tempo, mas não demorou para se recuperar. Ela tinha um bom emprego e conseguia se sustentar muito bem. Eu estudava administração na faculdade, mas morava em casa para economizar.
Mamãe preparara enchiladas de frango e um bolo de chocolate, meus favoritos. Ela era uma ótima cozinheira.
— Está ótimo, mãe — eu disse. — Muito obrigado. Eu realmente agradeço.
— É um prazer. — Ela esticou a mão sobre a mesa e apertou meu braço. Fiquei impressionado com o quão jovem ela parecia, os olhos arregalados e a pele impecável, e o cabelo castanho escorrendo pelos ombros. Enquanto ela se inclinava sobre a mesa, a blusa revelou o decote — muito decote. Senti um formigamento estranho. Um filho normalmente não sente esse tipo de formigamento pela mãe. Mas eu senti.
Mamãe parecia alheia à impressão que causava, e eu deixei pra lá, ou tentei.
Limpamos a cozinha juntos quando o jantar acabou.
— 21 — disse mamãe, enquanto lavávamos a louça. — Era o número da sua camisa de futebol, não era?
— Sim — respondi. — Nos dois anos do time principal. — Eu jogava como strong safety no time do colégio.
— Sabe — disse mamãe —, eu fui líder de torcida no colégio. Era a chefe das líderes no último ano.
— Não sabia disso — falei. — Acho que é a primeira vez que você me conta isso.
— Sério? — ela perguntou. — Estou surpresa que você não soubesse. Acho que ainda tenho meu uniforme de líder de torcida em algum lugar da casa.
— Mãe, eu não fazia ideia. Quando foi a última vez que você usou?
— Desde o colégio — ela disse.
— Por que você não experimenta? — perguntei. — Eu gostaria de ver.
Depois que as palavras saíram dos meus lábios, pensei que talvez fosse uma coisa estranha de dizer — querer ver minha mãe de quarenta e poucos anos com roupa de líder de torcida. Mas eu queria vê-la assim.
— Não sei, Will — ela disse.
— Vamos, mãe — insisti. — Me faça a vontade. É meu aniversário.
— Não sei bem onde está — ela disse. — Mas, já que é seu aniversário, vou procurar. Mesmo que encontre, não sei se ainda sirvo.
— Vá com calma — falei. — Ainda é cedo.
Era cedo mesmo. Mamãe voltara mais cedo do trabalho para fazer meu jantar de aniversário, e já tínhamos terminado, e eram só 18h30.
Mamãe me olhou, divertida, e suspirou.
— Lá vou eu — disse.
Depois que mamãe saiu do cômodo, eu também saí da mesa e fui para o meu quarto. Peguei minha velha camisa de futebol do armário. Mamãe estudara no mesmo colégio que eu, vinte e tantos anos antes, mas eu tinha quase certeza de que as cores — branco, verde e dourado — ainda eram as mesmas, e achei que seria divertido ver se combinávamos. Tirei minha camiseta e vesti a camisa de futebol. Voltei para a cozinha, sentei à mesa e esperei.
Demorou o que pareceu uma eternidade, mas, enfim, o som dos passos suaves de mamãe chegou aos meus ouvidos, e ela dobrou a esquina — e voilà! — lá estava mamãe em seu velho uniforme de líder de torcida.
Ela parecia envergonhada. Ficou parada na porta, inquieta.
— O que você acha? — perguntou com uma voz baixinha e trêmula.
O que eu achava? Eu não sabia o que pensar. Nunca tinha visto mamãe assim antes. Nunca a tinha visto usar uma saia tão curta. Era minúscula. Mostrava muita perna. Suas pernas eram finas mas torneadas sob a barra da sainha plissada. Considerando que o uniforme servia nela no colégio, era incrível como ainda caía bem. Estava um pouco apertado, especialmente na barriga e, bem, nos seios, que transbordavam sob o top branco e as letras verdes e douradas do nome do colégio.
Mas, no todo, mamãe estava incrivelmente bem. Eu estava um pouco maravilhado. A princípio, não disse nada.
— Hum — fez mamãe. — Você não falou nada, Will. Estou ridícula?
— Não, mãe! — respondi. — Você está fantástica. Não acredito como o uniforme ainda lhe cai bem.
— Obrigada — disse ela. Parecia aliviada, mas cética.
— Nós combinamos — falei, apontando para o número verde e dourado na minha camisa. Ao contrário do uniforme de mamãe, minha camisa ficara mais folgada desde o colégio, já que eu perdera um pouco dos músculos que ganhara naquela época com horas de musculação.
— Você está muito bonito — disse mamãe. Mamãe dizia esse tipo de coisa para mim o tempo todo, mas desta vez foi um pouco diferente, com ela me olhando na minha camisa de futebol e eu encarando ela — sim, eu estava encarando — na saia justa e no top de líder de torcida.
Ficamos ali por um instante nos olhando, talvez ambos nos sentindo um pouco nervosos, um pouco ridículos, e um pouco… de algo mais.
Mamãe quebrou o silêncio.
— Foi divertido. Hora de parar de bancar a boba e tirar essa coisa. — Ela se virou para voltar ao quarto.
— Não faça isso! — deixei escapar. — Fique assim. Eu continuo com minha camisa. Vai ser divertido. Vai ser como se eu fosse o capitão do time e você a chefe das líderes de torcida, meu par.
Não sabia bem de onde aquilo viera. Eu não fora capitão do time — esse papel coube ao quarterback, um babaca convencido de queixo com covinha. Mas eu o invejara porque ele SAIU com a chefe das líderes, uma ruiva chamada Allyson por quem eu sempre tivera uma queda. Eu queria levá-la ao baile de boas-vindas, mas minhas esperanças se frustraram quando descobri que ela ia com ele.
— Par? — Mamãe me olhou com ar interrogativo. — Aonde você pretendia me levar?
Eu não fazia ideia. Não tínhamos planos para aquela noite.
Forcei o cérebro para ter uma ideia e, depois de alguns momentos pensando e sem falar, percebi que estava olhando para os seios apertados de mamãe porque, de repente, ela cruzou os braços sobre eles. Batia o pé.
— Vamos ao drive-in — falei, o pensamento surgindo do nada.
— Drive-in? Não me lembro da última vez que algum de nós foi ao drive-in. Por que lá?
— Não sei. Só parece combinar com o que estamos vestindo. Um jogador de futebol e uma líder de torcida indo ao drive-in. — Por dentro, tive de admitir, a ideia era ridícula.
— Bem, é seu aniversário, então, se você quiser, podemos, mas, se eu for ao drive-in, tenho que me trocar. Não vou usar isso na rua.
— Qualé, mãe — insisti. — Você está ótima. E, como você disse, é meu aniversário. Você tem que fazer o que eu quero.
Ela ergueu as sobrancelhas ao meu comentário. Não estava convencida.
— Vamos, mãe, vamos fazer isso — falei. Refleti sobre minha escolha de palavras assim que elas saíram. Um leve esboço de sorriso nos lábios dela sugeriu que também captara a implicação das minhas palavras.
— Não sei…
— Ninguém vai ver você além de mim — insisti. — Vai estar escuro, e você pode ficar no carro enquanto eu pego a pipoca.
A determinação de mamãe pareceu vacilar.
— O que está passando? — ela perguntou. Agora eu estava animado.
Olhei para o celular.
— Tem o novo Velozes e Furiosos começando em meia hora. Dá para chegar se formos agora.
— Esses filmes são idiotas — disse ela.
— Mas são idiotas divertidos — respondi. — É o tipo de filme que se deve ver no drive-in. — Na verdade, nas poucas vezes em que levei uma garota ao drive-in, foi para ver um suspense erótico. Mas esta era a mamãe, então aquilo não parecia apropriado.
— Tá, Will — ela disse. — É seu aniversário. Mas não vou sair do carro. Você vai ter que pegar a pipoca e as bebidas. Não quero que as pessoas vejam sua velha mãe ridícula.
— Você não está nada ridícula, mãe. Você está muito bonita.
Acho que ela quase corou.
— Obrigada. Não acredito que eu pareça bem com essa roupa, é tão apertada, mas obrigada.
Na verdade, mamãe estava bem porque a roupa ERA apertada. Ela abraçava as curvas dela incrivelmente bem. Podia estar um pouco apertada, mas, aos meus olhos, não demais. No ponto certo. A cintura era surpreendentemente fina, e o caimento justo da blusa acentuava o tamanho do busto. A pele das pernas era lisa, e me chamou a atenção o quão alta na coxa batia a barra da saia curta e plissada.
— Temos que ir agora — falei.
— Como eu disse, é seu aniversário — ela respondeu, resignada por fim.
— Então é um encontro — eu disse. — Obrigado, mãe! — Sorri radiante. — Ei, já que acabei de fazer 21, vamos levar algo conosco. — Corri até o armário de bebidas e peguei uma garrafa de rum, dois terços cheia.
— Não acho que seja permitido levar bebida alcoólica ao cinema, Will — ela disse, bancando a mãe.
— Ninguém vai saber — falei. Segurei a mão dela com a mão livre e a puxei para a garagem.
E lá fomos nós. Abri a porta da garagem para mamãe, e depois abri a porta do carro para ela, estendendo a mão num gesto exagerado de cavalheirismo. Mamãe sorriu para mim, parecendo apreciar tanto a bobagem quanto a gentileza do gesto. Fechei a porta atrás dela, entrei no banco do motorista do sedã familiar e partimos.
Chegamos ao cinema drive-in faltando apenas 5 minutos para o filme começar. O crepúsculo enfim dera lugar à noite. O céu acima estava escuro e limpo, e as estrelas brilhavam sem lua à vista.
— Eu pego as bebidas e a pipoca — falei. Eu sabia do que mamãe gostava — Coca Diet, e pipoca com pouca manteiga. Eu preferia Coca normal. Corri até o bar e voltei ao carro com a comida, as bebidas e muitos guardanapos nas mãos, e faltava só um minuto para o filme começar.
Abri a porta, entrei no carro e me sentei.
Notei logo que o banco não era especialmente confortável, e tive uma ideia.
— Vamos sentar atrás — sugeri. — Vai ser mais espaçoso e confortável. Vou tirar os apoios de cabeça e empurrar os bancos da frente até o fim para dar mais espaço.
— O que você quiser, aniversariante — ela disse.
Gostei de ouvir mamãe num estado de espírito complacente. Era raro.
Ajustei os bancos da frente e joguei os apoios de cabeça para a frente, e tomamos nossos lugares no banco de trás. Logo notei que o único problema eram os bancos à nossa frente. Eu era alto o bastante para que isso não fizesse diferença, mas mamãe, sendo baixinha e pequena, teria dificuldade para enxergar por cima do banco do passageiro. Então, ela se deslocou para a esquerda e sentou no meio, bem ao meu lado, sem nenhum banco bloqueando a visão. Como o banco de trás era um banco corrido liso revestido de couro, era muito mais confortável para ver um filme do que os bancos dianteiros individuais. Mas, com mamãe sentada no meio, ao meu lado, o espaço ficou mais apertado do que eu esperava. Fiquei pensando se fizera a escolha certa, mas os trailers começaram, então nos ajeitamos no banco de trás para assistir ao filme.
Virei-me para mamãe.
— Obrigado por ter dito “sim” a isso. Você está sendo muito legal, e vai ser divertido.
— Sem problema — ela disse, virando-se para mim com um sorriso adorável. — Tudo o que posso fazer pelo aniversariante.
Mais uma vez, pensamentos estranhos e meio formados subiram ao meu cérebro antes que eu os afastasse.
Despejei um pouco de rum em cada um dos nossos copos de Coca quando o filme começou. Tá, talvez mais do que um pouco. Era meu aniversário, e eu estava a fim de me permitir.
Mamãe tinha razão, claro: o filme era idiota. Era cheio de acrobacias que nunca poderiam acontecer na vida real. Mas isso era parte da graça.
Ficamos ali sentados em silêncio pelos primeiros 15 minutos. Senti um agradável torpor se expandindo pela cabeça.
— Uau — disse mamãe, quebrando o silêncio. — Você pôs muito rum nesta Coca. De repente estou sentindo.
Mamãe era bem menor do que eu, então imaginei que o álcool teria mais efeito sobre ela do que sobre mim.
A tigela de pipoca estava aos nossos pés, entre nós, e eu me abaixei para pegar um punhado, mas, ao fazê-lo, perdi um pouco o controle do copo, e um pouco de Coca derramou na minha camisa.
— Merda — falei. — Mãe, você pode pegar os guardanapos? — O suprimento extra de guardanapos estava à direita dela, no banco dela.
Mamãe pegou um maço deles e os pressionou contra minha camisa para absorver a bebida derramada. Ela espremeu os guardanapos com a mão sobre o meu torso.
Foi uma sensação estranha, mas muito boa, sentir a mão de mamãe pressionada contra mim. Minha cabeça inchou um pouco, por causa do rum e de algo mais.
— Um pouco atravessou a camisa até a pele. Você pode secar isso?
Puxei a camisa para cima e mamãe esfregou o maço de guardanapos sobre o meu torso exposto. Quando ficou razoavelmente seco, ela afastou a mão.
— Nossa, Will — disse ela.
— O quê? — perguntei.
— Seu abdômen. É duro como pedra. Você não tem gordura.
Ela esticou um dedo hesitante e o pressionou contra o meu torso. Retirou-o rapidamente, como se pudesse morder.
— Obrigado. — Fiquei mais aquecido por dentro ainda. Era bom ser elogiado, mesmo que as palavras viessem da minha mãe.
— Não sei como você pode comer como um cavalo e continuar tão magro. Você é igualzinho ao seu pai quando era jovem. Foi uma das coisas que me atraiu nele quando nos conhecemos.
— Eu me esforço um pouco para isso — falei. — Não ganho massa como fazia no time, mas me exercito e me mantenho em forma.
— Isso é verdade — ela disse, com os olhos demorando-se nos contornos do meu abdômen nu e exposto.
Aquele torpor. Aquele torpor. Era por causa do álcool, mas também por causa do olhar dela e das suas palavras.
Apontei para as pernas dela.
— Você também está em boa forma, mãe — eu disse, colocando uma ênfase inesperada na palavra “mãe”. — Olha suas coxas. São bem firmes.
Sem mais rodeios, estendi a mão e a pus sobre a coxa mais próxima dela, apertando-a de leve. A pele era macia e lisa, mas senti o músculo por baixo.
— Você está em tão boa forma — repeti.
Mamãe estremeceu de leve sob o toque da minha mão, mas não se afastou.
— É todo aquele sobe e desce de escada na academia — ela disse.
Puxei a mão de volta, e continuamos assistindo ao filme em silêncio por um tempo. Acabamos nossas Cocas e a pipoca, e eu definitivamente sentia o torpor. Achei que mamãe também sentia, porque, quando olhei de lado, seus olhos pareciam vidrados e os lábios estavam entreabertos. De perfil, seu rosto parecia lindo, e na luz fraca, eu quase podia imaginar que ela era uma garota da minha idade, e que aquele era um encontro normal.
Mas, se aquilo fosse um encontro normal num cinema drive-in, já estaríamos nos agarrando.
Virei de volta para o filme e sacudi a cabeça para clareá-la. Não funcionou de verdade.
Ainda estava com sede, mas não de Coca. Puxei a garrafa de rum do chão aos meus pés e despejei uns 30 ml no meu copo. Ofereci a garrafa a mamãe.
— Um pouquinho mais? — perguntei.
— Eu não deveria — respondeu.
— Você não está dirigindo — lembrei.
Ela vacilou, e então estendeu o copo.
— Só um pouquinho.
Despejei uns 30 ml no copo dela. Tampei a garrafa e a recoloquei aos meus pés. Bebemos o rum puro e límpido dos copos e continuamos assistindo ao filme em silêncio.
Era mesmo um filme idiota — apenas um monte de cenas de ação improváveis mas bem produzidas, costuradas pelo enredo mais fino que se pode imaginar. Mas as estrelas eram conhecidas e, em alguns momentos, a ação era tão absurda que nos fez rir em voz alta. Fiquei contente em ver que mamãe estava claramente gostando do filme, apesar da infantilidade. O rum provavelmente a ajudou a aproveitar.
Ambos bebemos dos nossos copos até a bebida acabar.
Mamãe rompeu o silêncio.
— Will, tenho que dizer, isso está legal. Um pouco estranho, mas legal.
— Fico feliz que você esteja gostando. É divertido estar aqui com você. E você está ótima como líder de torcida.
Ela soltou uma risadinha.
— Obrigada.
Ela pôs a mão atrás do meu pescoço e passou os dedos pelo meu cabelo.
— Você é um ótimo filho. Agradeço o seu apoio nos últimos anos. Foram difíceis. Feliz aniversário.
— De nada, mãe. Fico feliz em poder estar ao seu lado.
Os dedos dela eram uma sensação fantástica, correndo pelo meu crânio.
Ela puxou a mão de volta e se remexeu no banco. Estava um pouco mais perto de mim do que antes.
Sem pensar no que estava fazendo, passei o braço em volta do ombro dela e a puxei de leve para perto de mim. Mamãe ficou tensa e resistiu no início, mas depois relaxou, se inclinou e deitou a cabeça no meu ombro. Inclinei a cabeça na direção dela e inspirei o perfume doce de seus cabelos castanhos.
Já tinha estado nessa posição antes, com outras garotas, mas nunca com a mamãe. E, no entanto, assim como com as outras garotas, aquilo estava me excitando.
Senti um leve endurecimento entre as pernas.
Puxei a mamãe para mais perto de mim, devagar e com delicadeza. Dessa vez, ela não resistiu. O corpo dela se remexeu e ela se aconchegou ainda mais, até que sua coxa nua ficou pressionada contra minha perna coberta de jeans.
Ela suspirou tão baixinho que mal ouvi por causa do barulho do filme, mas ouvi.
Comecei a apertar o ombro direito dela, suave e ritmicamente. De novo, mamãe não fez nada para resistir. Continuou com a cabeça deitada em mim, olhando para frente, fingindo assistir ao filme. Mas eu achava que nenhum de nós dois estava prestando muita atenção no filme naquele momento.
Meu olhar foi da tela do cinema para as pernas da mamãe. Fiquei maravilhado de novo com a quantidade de coxa lisa que dava para ver debaixo da sainha minúscula. As pernas dela estavam um pouco abertas, e não pude deixar de pensar que a saia era tão curta que quase a expunha. Isso me fez imaginar o que havia debaixo da saia.
Me senti ousado.
"Mamãe?" perguntei.
"O quê?" ela respondeu, sem mover a cabeça.
"Pode parecer uma pergunta engraçada, mas o que você veste debaixo da saia de líder de torcida?"
Com essa pergunta, a mamãe se sentou e olhou para mim.
"Você quer saber o que tem debaixo da minha saia?"
"Bem, sim. Estava pensando nisso e fiquei curioso."
"Você jogava futebol americano, Will. Sabe o que as líderes de torcida vestem por baixo da saia. Já viu isso muitas vezes."
"Isso eu sei", eu disse, com o que tenho certeza que era uma cara de bobo. "Eu só... hã... me perguntei se era igual na sua época."
"Minha época", ela repetiu. "Não faz tanto tempo assim."
"Não estou tentando ofender. Só me perguntei se era igual."
"Will..." ela começou.
Mas ela olhou para mim, e qualquer sensação de que ela se sentia obrigada a impor limites pareceu se abrandar e vacilar sob o efeito do álcool e da intimidade peculiar que já tínhamos compartilhado. Vi o rosto dela relaxar.
"Tudo bem", ela disse.
As mãos dela foram para a barra da saia, nas laterais, e ela a puxou para trás, bem devagar – talvez por relutância, ou talvez porque quisesse dar um show, não sei dizer – mas logo uma calcinha branca de spandex, combinando perfeitamente com a saia, apareceu. Ela tinha razão. Não era diferente das calcinhas que eu tinha visto em outras líderes de torcida fazendo suas rotinas durante os jogos do meu time, muitas vezes.
Não havia nada especialmente sexy no design da calcinha. Era de cor sólida, não transparente, e bem justa para não revelar nada. Mas eu estava hipnotizado pelo jeito que ela modelava o monte pubiano dela. Eu não conseguia ver a boceta, mas conseguia ver o formato e o contorno perfeitamente. E achei que detectei uma leve fenda, um pequeno camel toe.
Senti aquele endurecimento entre as pernas de novo.
"Satisfeito?" ela perguntou.
"Sim", eu disse, a voz trêmula. "Obrigado."
Ela puxou a saia de volta, cobrindo-se.
"Vamos continuar vendo o filme."
A mamãe retomou sua posição com a cabeça no meu ombro, e eu passei o braço sobre o dela, e ficamos tão aconchegados como antes.
Minha mão recomeçou a acariciar o ombro dela.
Dessa vez, ela desceu. A mamãe respondeu se aninhando contra mim ainda mais apertado.
Eu já tinha uma rotina nesse ponto, e sabia o que queria fazer a seguir. Eu era bom em perceber quando uma mulher estava pronta para o passo seguinte, e nas ocasiões em que eu dei esse passo seguinte, nunca fui rejeitado. Mas essa era minha mãe. Eu podia dar esse passo?
Eu queria? Sim, queria. Sentia álcool e excitação suficientes correndo no meu sangue para não ter dúvidas de que queria. Mas o que a mamãe pensaria? Ela poderia reagir mal e se sentar, e então nosso aconchego terminaria e o encontro – um paraíso até agora – poderia acabar mal. Eu não queria isso, no meu aniversário.
Mas o diabo venceu meu anjo naquela noite.
Dane-se.
Deslizei a mão do ombro dela pelo peito até que meu indicador tocou o topo do seio direito, e o passei para a frente e para trás sobre o seio, por cima do top de líder de torcida. Esperei a reação da mamãe.
Ela não disse nada a princípio.
Continuei roçando o dedo no peito dela, movendo-o em círculos mais largos, roçando-o pela lateral do peito.
Por fim, a mamãe disse: "Isso é gostoso."
Bingo. Empurrei a mão mais para baixo, pegando a parte da frente do peito dela na minha mão. Apertei.
A mamãe gemeu. Sim, minha mãe gemeu quando seu seio foi apertado pela primeira vez pelo filho.
Amassei o peito dela com mais agressividade. Agarrei e apertei, empurrei para cima e para baixo, e de um lado para o outro. Juntei o polegar e o indicador no mamilo dela, que, mesmo por baixo do tecido do top de líder de torcida, eu percebia que estava duro.
A mamãe gemeu mais alto.
Coloquei os lábios perto da orelha dela.
"Isso é gostoso?" sussurrei.
"Sim, é."
Ela começou a passar a mão para a frente e para trás no meu peito, sobre meus próprios mamilos, enquanto eu beliscava os dela.
Nunca tinha visto minha mãe assim. Tão macia e complacente. Desde a separação do meu pai anos atrás, principalmente, mamãe tinha se tornado mais profissional e assertiva. Mas aqui estava ela deitada em meus braços, aparentemente pronta para fazer... qualquer coisa.
Eu queria ver até onde ela estaria disposta a ir.
Passei a mão esquerda sobre meu corpo e a coloquei suavemente sob o queixo dela, e o levantei, até que a cabeça dela estivesse erguida o suficiente para eu ver seu rosto e seus olhos encarando os meus.
Segurei o rosto dela e a beijei – só um selinho suave nos lábios.
"Will", ela disse, os olhos cravados nos meus, e eu não consegui decifrar o que ela quis dizer com aquilo. Havia mil significados nadando naqueles olhos, e eu não sabia qual prevalecia. Ela ia me repreender? Dizer que tínhamos que parar? Dizer que tínhamos que sair e ir para casa agora?
Ela não fez nada disso. O corpo dela se moveu para a frente, e a mão direita foi para a nuca do meu pescoço, e ela puxou minha cabeça em direção à dela, e nossos lábios se encontraram de novo, mais urgentemente dessa vez, e a mamãe me beijou profunda e apaixonadamente. Nossos lábios se esmagaram, e então se abriram, e nossos lábios se tocaram, e então dançaram juntos, girando e investindo.
Mamãe e eu nos beijamos profundamente, com abandono. Mamãe e eu estávamos nos pegando no banco de trás do carro no drive-in.
Mamãe se agarrou ao meu pescoço com as duas mãos, e minhas mãos livres voltaram para os peitos dela, pegando os dois em meus dedos estendidos e ávidos. Amassei os peitos dela com avidez enquanto nos beijávamos.
Ela se afastou de mim por um momento.
"A gente não devia estar fazendo isso", ela disse.
"É gostoso para mim", eu disse.
"É gostoso para mim também", ela disse. "Mas mesmo assim a gente não devia estar fazendo."
"Eu quero", respondi. "Mas o que você quiser fazer, mamãe."
Ela fez uma pausa, mas apenas breve, antes de me atacar de novo, com mais ardor do que antes. Nossos lábios colidiram de novo.
Dessa vez, eu me levantei enquanto a beijava, e empurrei os ombros dela para trás. Não era fácil fazer isso no banco de trás do carro pequeno, mas eu meio que fiquei de pé e meio agachado sobre ela, e os joelhos da mamãe subiram, e logo eu estava em cima dela, apalpando-a e beijando-a, enquanto ela passava os dedos pelo meu cabelo.
Era estranho, e tenho certeza que era ainda mais estranho para a mamãe. Mas algo reprimido dentro dela obviamente tinha sido liberado. O corpo dela se movia com tanto ardor e avidez quanto o meu.
Com toda a excitação e a sensação do álcool correndo em mim, não havia nenhum freio que me impedisse de fazer o que eu queria fazer a seguir. Enquanto nos pegávamos, com meu corpo em cima do dela, uma mão livre desceu até que ficou em concha sobre o monte pubiano dela. Minha mão empurrou, e o monte dela empurrou de volta. Puta merda, mamãe. Ela ergueu os quadris do banco contra minha mão. Peguei a outra mão e a enfiei para cima, por baixo do top dela, serpenteando sobre o umbigo e a pele aveludada do torso até chegar à borda do sutiã. Não tinha como parar. Meus dedos se esgueiraram por baixo da borda do sutiã e continuaram, até que finalmente meus dedos estavam sobre o seio nu da mamãe, e senti um mamilo duro pressionar contra eles.
"Sim, Will", ela disse.
A mamãe estava como alguém que eu nunca tinha conhecido antes. Eu não sabia quem era essa mulher. Mas ela era linda e tinha um corpão e estava se oferecendo para mim, e minhas mãos queriam explorá-lo. O tempo todo em que nos contorcemos um contra o outro, a mamãe me beijou, ardentemente, apaixonadamente, lábios me atacando como animais selvagens. Eu ataquei de volta. Era como se estivéssemos caçando e devorando um ao outro.
E então, de repente, a mamãe me empurrou de volta, e eu cedi, saindo de cima dela, até estar sentado ereto de novo, olhando para ela, pensando. Não pensei por muito tempo.
"Will", ela disse. "Você não se importa de ver sua mãe assim, não é? Você não pensa mal de mim?"
"Deus, não", eu disse. "Mamãe... não sei o que dizer."
"Você não precisa dizer nada", a mamãe disse, com uma voz rouca.
Ela empurrou meu peito, e foi minha vez de cair para trás contra o banco de couro do carro.
Os dedos ágeis e ligeiros da mamãe foram para a virilha da minha calça, e por cima do barulho alto do filme absurdo que deveríamos estar assistindo, ouvi o som de um zíper sendo aberto.
Puta merda, a mamãe ia...
Sim, ela ia.
As mãos dela entraram pela braguilha aberta da minha calça, e logo voltaram com seu prêmio: um pau duro como pedra que tinha estado comprimido na calça apertada e agora saltava selvagem e alto, apontando para o teto do carro na luz baixa.
A mamãe não perdeu tempo. Ela envolveu os dedos em volta do meu mastro túmido, e o apertou. Ela se dobrou na cintura, até que o rosto dela ficou a centímetros do meu bulbo inchado. Trocamos olhares de novo, e a mamãe sorriu, e havia uma infinidade de pensamentos e emoções e história por trás daquele sorriso. Então ela esticou a língua, e começou a trabalhar.
No instante em que a língua dela tocou meu pau, o tempo parou. Um raio caiu e um trovão ribombou. Eu não tinha ideia de onde a mamãe tinha adquirido suas habilidades, mas habilidades ela tinha. A língua dela tremulou sobre a ponta do meu pau, e então girou sobre a base da cabeça do meu pau. Com a mão, ela então inclinou meu pau para cima para poder passar melhor sua língua molhada para cima e para baixo pelo comprimento do meu pau. Ah, era o paraíso. Nenhuma namorada que eu já tive tinha feito tão bem. Eu ficava pensando, Caramba, mamãe, como você é tão boa nisso?
Quando suas ministrações manuais no comprimento do meu mastro de pau terminaram, ela olhou para mim, como se dissesse, Agora é hora do prato principal. E então ela abriu bem a boca, e sua boca desceu sobre meu pau com uma expertise e entusiasmo que eu nunca tinha visto ou sentido antes. Ela engoliu meu comprimento para dentro da boca, rapidamente, e eu a ouvi engasgar, mas ela não parou.
Na luz baixa, vi finos filetes de baba escorrerem pelos dois lados da boca da mamãe, mas ela continuou. A boca dela fez hora extra no meu mastro duro, sem parar, sem descansar, sem afrouxar. E eu observei, em transe, enquanto os lábios lindos e carnudos da boca dela desciam sobre mim, me dando um prazer que eu nunca tinha sentido. Olhei para o rosto da mamãe. Vi luxúria e fúria e desejo e desespero, como se toda a vida ela tivesse ansiado por algo e nunca tivesse conseguido, e agora, finalmente, no banco de trás do carro, com seu filho, nada menos, ela tivesse a chance de conseguir, e ela não ia ser negada. Ela atacou meu pau com seus lábios – aqueles lábios requintados – e, de vez em quando, na luz escassa proporcionada pelo cinema drive-in, ela olhava do meu pau duro para meu rosto com aqueles olhos – aqueles olhos requintados, cheios de amor e luxúria e emoções que eu não conhecia nem entendia.
Ela trabalhou meu pau desse jeito por um tempo, e eu perdi a noção do tempo. Nós dois já tínhamos desistido há muito de prestar atenção no filme. Por um breve momento, me preocupei com a possibilidade de alguém nos ver dentro do carro, mas estava escuro, e os vidros eram escuros e todo mundo estava vendo o filme, e eu não me preocupei muito. Mamãe não parecia se preocupar nem um pouco. Ela estava ocupada demais servindo meu pau duro.
"É tão gostoso, mamãe", eu disse a ela.
"Mmmmph", ela respondeu de volta, a boca cheia de carne dura.
Eu empurrava os quadris para cima toda vez que a boca dela descia, para garantir que meu pau entrasse o mais fundo possível nela. A mamãe recebia cada estocada que eu dava.
Senti um calor e um inchaço dentro de mim, e eu sabia que estava perto. Eu ia gozar dentro da boca da mamãe. Deus.
Mas a mamãe, como se sentisse meus pensamentos, tirou a boca do meu pau desesperadamente duro.
"Não goza na minha boca, Will", ela disse. "Quero que você goze em outro lugar."
Isso pareceu bom para mim, mas antes de dar à mamãe o que ela queria, eu precisava de algo. Eu me levantei do banco e a peguei pelos ombros, levando-a para trás até que a mamãe estivesse, de novo, deitada de costas no banco de trás e eu meio de pé e meio agachado sobre ela.
A mamãe olhou interrogativamente para meus olhos, mas não resistiu. Ela se deitou de volta com a manipulação de seu corpo pelas minhas mãos.
"Mamãe", eu disse com um suspiro pesado.
"Will", ela retornou.
Eu não esperei. Passei as mãos pelas coxas nuas e frias dela, até que meus dedos sentiram a cintura da calcinha de líder de torcida dela. Então eu puxei. Senti aquela resistência inicial, e foi delicioso. Mas logo a peça minúscula desceu, passando da cintura, passando dos quadris, pelas coxas, até que ficou amontoada nos joelhos.
"Como você se sente por estar pelada no drive-in, mamãe?" perguntei.
"Nervosa", ela disse.
"Há coisas piores do que estar nervosa", eu disse, e puxei a calcinha toda para baixo, passando dos joelhos, passando das canelas, desajeitadamente sobre os pés, até que fossem só um amontoado de látex em minhas mãos, e a mamãe ficou estendida diante de mim, nua, com a boceta à mostra.
Joguei a calcinha de lado.
Algo estava acontecendo no filme no cinema. Eu não tinha a menor ideia do quê. O The Rock estava fazendo algo heroico, ou Vin Diesel estava sendo fodão. Nada disso importava. Tudo o que importava era que minha mãe estava deitada nua e de pernas abertas diante de mim, e eu tinha 21 anos, e estava com tesão, e queria ela mais do que jamais quis qualquer mulher antes. Ela olhou para mim e nós trocamos olhares. Se eu pudesse engarrafar aquele olhar, eu o teria feito.
Minhas mãos foram para frente e agarraram suas coxas. Minhas mãos as empurraram para trás.
A boceta da mamãe ficou diante de mim como uma fruta madura, pronta para ser provada.
Então, eu a provei.
Minhas mãos foram para a boceta dela, e abriram seus lábios. Estava tão escuro que eu mal conseguia ver o que estava fazendo, mas, ainda assim, vi o interior da boceta dela brilhar na luz vinda do filme. Nunca tinha visto nada tão bonito ou erótico.
Não pude resistir. Minha boca desceu sobre ela, e eu provei minha mãe.
Comecei com seu clitóris, lábios franzidos em um pequeno círculo e a língua disparando para frente para tocá-lo. Eu provoquei sua minúscula e preciosa pérola.
Minha língua desceu, para o sulco de sua fenda, e eu provei as doces e revoltosas profundezas da mamãe – aquele sabor requintado, fugidio e que desafia toda descrição.
Eu já tinha ouvido garotas dizerem que um cara não deveria descer muito rápido ou com muita força, mas levar o seu tempo, e eu tentei. Mas era difícil. Eu não queria só chupar a mamãe, eu queria devorá-la.
"Tão gostosa, mamãe", eu disse, me erguendo dela só o tempo suficiente para soltar as palavras antes de voltar a descer nela.
Eu lambia sua doçura, de novo e de novo. Senti aqueles dedos cravando no meu cabelo de novo, também. A mamãe gemia e guinchava.
Qualquer um que passasse poderia ter olhado para dentro do carro e nos visto. Talvez tenham visto. Eu não sabia. Estava ciente do risco, mas não ia parar.
Eu poderia ter lambido a mamãe a noite toda daquele jeito, supondo que o cinema não nos expulsasse. Mas eu precisava fazer outra coisa. Eu me ergui dela. A mamãe ficou deitada de costas no banco do carro, uma bagunça sexy: cabelo despenteado, top puxado para cima sobre os peitos, saia levantada e boceta totalmente exposta.
"Eu quero você", eu disse. "Eu preciso de você."
"Estamos bem expostos", ela disse. "Talvez a gente devesse ir para casa."
— Não posso esperar — eu disse. Não podia mesmo. Precisava da mamãe ali, naquele momento. E, para falar a verdade, eu gostava do risco. Gostava da ideia de foder minha mãe, pela primeira vez, num lugar público, cercado de gente dentro dos carros.
Empurrei os quadris para frente até a cabeça arroxeada do meu pau se aninhar nos lábios da boceta dela.
— Vou te foder agora — eu disse.
— Tá — ela respondeu. Relutou pra dizer, mas queria que acontecesse.
Empurrei, e me surpreendi com a resistência inicial. Um pensamento estranho me veio à cabeça: meu último encontro com a boceta da mamãe tinha sido há 21 anos. Eu estava de volta.
Por fim, a cabeça passou pelos lábios delicados. Continuei empurrando e assisti, maravilhado, meu membro desaparecer, centímetro por centímetro, dentro dela. A boceta da mamãe era mais apertada do que eu imaginava. Me envolveu como uma luva justa, embora a umidade intensa dela facilitasse o caminho. Empurrei, sem parar, até que meu pau sumisse completamente lá dentro.
— Não acredito que tô mesmo te fodendo — eu disse.
Mamãe não respondeu por uns instantes. Só me olhou com uma expressão impossível de decifrar. O som do filme estava ficando mais alto. Acho que tinha uma perseguição de carro rolando. Eu não ligava. Não conseguia desviar o olhar da mamãe.
— É gostoso — ela disse, enfim.
Eu puxei para fora, quase tudo, até parte da cabeça do meu pau surgir entre os lábios rosados, e então empurrei de novo.
Era o paraíso.
Eu ia e vinha dentro dela, e a mamãe movia o corpo contra o meu, se contorcendo e gemendo. Os gemidos eram, às vezes, interrompidos por um — Ai, Will!
Eu não conseguia pensar em muita coisa. Bombar nas profundezas dela era tão bom que meu cérebro não funcionava direito, e as palavras não vinham com facilidade. Concentrei toda a minha atenção na sensação arrebatadora da boceta apertada e molhada dela agarrando meu pau.
Eu também conseguia ouvir: o som do meu pau duro batendo na boceta encharcada. Dava pra ouvir a boceta dela ficando mais molhada a cada estocada. Não existia música mais doce.
— Meu Deus, é tão bom — mamãe disse, ofegante.
Olhei para cima e notei a condensação começando a se formar nos vidros do carro. Caramba. As pessoas ficariam desconfiadas se notassem aquilo — além do fato de nossas cabeças não estarem visíveis. Saberiam o que estava rolando.
Mas eu não ia parar. Foder a mamãe era bom demais pra parar. E eu percebia que também era bom pra ela. Ela não prestava atenção em mais nada além de ser fodida. Fiquei maravilhado com a visão do corpo nu dela sob o meu — seios arfantes, boceta molhada, cabelo espalhado para todo lado.
Ela parecia... uma vadia. Nunca tinha pensado na minha mãe como uma pessoa sexual antes. Agora, nunca mais pensaria nela de outro jeito. Mamãe, com o corpo nu se sacudindo no banco de trás do carro, parecia tão excitada e louca por sexo quanto qualquer garota que eu já tinha conhecido.
Minha mãe estava gostando de ser fodida pelo filho.
Mas ela não estava gostando mais do que eu. Eu amava aquilo. Meu pau era um foguete, explodindo no espaço interior dela, explorando profundezas que eu nunca havia encontrado, nem sequer imaginado antes. A boceta dela me servia como uma luva. Meu Deus, que sensação.
— Me diz o quanto você gosta, mãe — eu pedi.
— Eu amo, Will — ela disse.
— Mais — respondi, respirando pesado e soltando as palavras com esforço enquanto metia dentro dela. — Me conta mais como você se sente.
— Amo o jeito que você me fode, Will. Amo a sensação do seu pauzão dentro de mim.
— Isso — eu disse. Já estava longe demais para pensar no que dizer. 99% do meu cérebro estava focado na sensação do meu pau deslizando para frente e para trás entre os lábios maravilhosos da boceta dela. Não sobrava poder cerebral para palavras.
— Você vai me fazer gozar logo, Will — mamãe disse. — Quero que você goze dentro de mim.
Não respondi nada, mas a fodi com ainda mais força, empurrando com toda a força do abdômen, balançando os quadris, concentrando toda a minha força e esforço no meu pau e na sensação molhada e aveludada da boceta da mamãe. A cada estocada, eu batia no fundo. Mamãe gritava a cada investida.
— Isso! — ela gritou. — Tô gozando.
O corpo da mamãe tremeu sob o meu, e a sensação, combinada com a consciência de que eu tinha acabado de foder minha mãe até o orgasmo, me desencadeou também. Senti o ímpeto dentro de mim e a liberação dentro da boceta da mamãe. Me esvaziei dentro dela, de forma selvagem e incontrolável.
Desabei em cima dela.
Nós dois estávamos suados. Havia uma sensação úmida, de selva, dentro do carro, e cheiro de sexo no ar. As janelas do carro estavam embaçadas.
Mamãe e eu ficamos deitados, nus, por alguns minutos, até que minha atenção voltou para o som do filme que há muito tínhamos parado de assistir. Tinha acabado. Eu me sentei. Os créditos estavam rolando.
— É melhor a gente se vestir — mamãe disse, embora não tenha se mexido. Continuou deitada, imóvel, nua e magnífica, sob mim, estendida no banco de trás. A boceta dela estava claramente à mostra para mim.
Passei as roupas para ela. Nós dois nos vestimos.
Fiquei sem graça de sair do carro para voltar ao banco da frente. Me perguntei se as pessoas olhariam para a mamãe e suspeitariam do que eu tinha feito com ela no banco de trás. Me perguntei se alguém no drive-in poderia nos reconhecer.
Não havia muito o que fazer. Depois que vesti a calça de novo e a mamãe se arrumou no uniforme de líder de torcida, abrimos as portas de trás e retomamos nossos lugares no banco da frente. Não vi ninguém conhecido. Os carros estavam começando a sair do cinema.
Nós também fomos embora, de volta para casa.
Nenhum de nós disse nada por um tempo. Acho que nós dois estávamos em chamas por causa do sexo, mas também envergonhados.
Foi a mamãe quem quebrou o silêncio.
— Will — ela chamou.
— Oi, mãe?
Me virei para ela. Ela estava me olhando, e eu nunca tinha visto um olhar tão maroto no rosto dela.
— A gente não precisa esperar até o seu próximo aniversário para ir ao cinema de novo.