Depilando Minha Mãe
Eu estava no segundo ano da faculdade quando a pandemia chegou, e o governador decretou lockdown. Minhas aulas ficaram online. Por sorte, eu morava com a minha mãe na época, então as coisas não mudaram tanto. Passei muito mais tempo no computador, no meu quarto. Também passei mais tempo com a minha mãe. A gente se conheceu melhor.
Muito melhor, como acabou acontecendo.
Um dia, entre as aulas e perto do meio-dia, fui até a cozinha fazer um sanduíche de peru. Procurei na geladeira e vi que o pote de mostarda estava vazio. Droga. Minha mãe tinha me dito mais cedo que ia ao supermercado, então pensei em avisar que precisávamos de mais mostarda. Fui até o quarto dela. O quarto da minha mãe ficava do outro lado da casa, no fim do corredor. A porta estava entreaberta, então empurrei, entrei e chamei por ela.
"Ei, mãe —"
Parei de falar e de andar. Minha boca caiu.
A da minha mãe também.
Ela estava completamente pelada, parada no meio do quarto, me olhando.
Meus olhos percorreram o corpo dela de cima a baixo. Não consegui evitar.
"Tommy!", ela gritou, as mãos tentando freneticamente se cobrir.
"Desculpa, mãe!", gritei de volta. Virei e corri para fora do quarto, pelo corredor, de volta para a cozinha.
Eu tinha acabado de ver minha mãe pelada.
Nunca tinha visto ela pelada antes.
Coloquei a mão na porta da geladeira para me firmar. Eu estava meio surtando. Não só porque tinha visto minha mãe 100% pelada, quero dizer, completamente nua da cabeça aos pés, mas também porque, bem, ela era gostosa.
Ela era muito gostosa.
Meu pau estava duro de tanto pensar nisso. Desconfortavelmente duro. Tava pressionando contra a calça, apertado e dobrado pro lado, querendo se esticar.
Mãe. Pelada.
A gente não era uma família puritana, exatamente, mas também não éramos do tipo que fica se expondo. Minha mãe era uma pessoa reservada, modesta. Ela era atraente, mas eu não me lembrava dela nunca ter usado algo que eu chamaria de "sexy". Desde o divórcio do meu pai, seis anos antes, estava só nós dois em casa, e eu nunca, nunca tinha visto minha mãe sem roupa.
Até agora.
Pensei no que tinha visto.
Ela tinha um corpão. Era estranho pensar isso, mas era verdade. Ela era de altura mediana, com cintura fina e seios fartos. Eles caíam um pouco, o que era normal, eu achava, para uma mulher na casa dos 40, mas não muito. Os mamilos dela eram rosados e ficavam eretos. Não conseguia tirá-los da cabeça. As pernas dela eram longas e bem torneadas. Minha mãe não era rato de academia, mas se mantinha em forma, com certeza.
Mas a coisa em que eu mais pensava era a buceta dela.
A buceta da minha mãe.
Na verdade, eu não tinha visto a buceta dela. Tinha visto um enorme matagal marrom-escuro. Cobria tudo.
Era tipo uma selva lá embaixo, para falar a verdade.
Fiquei meio surpreso. Minha mãe era uma pessoa organizada, arrumada, e era meio estranho pensar naquele emaranhado selvagem e indisciplinado entre as pernas dela.
Eu já tinha visto muitas outras bucetas, embora com o lockdown já fazia um tempo desde a última. A maioria das garotas que eu comi ou raspava tudo ou mantinha uma faixinha bem arrumadinha. Uma garota que eu conheci fez depilação com cera e ficou orgulhosa de me mostrar, e cara, aquela coisinha linda era lisinha. Acho que passei meia hora beijando e chupando antes da gente transar.
Nunca tinha visto nada como o matagal selvagem da minha mãe. Não conseguia tirar da cabeça. Eu tinha visto os pelos pubianos da minha mãe. Puta merda. Era loucura pensar nisso. Para ser honesto, fiquei um pouco decepcionado. Era tão espesso que não vi nada da buceta dela. Nem um pedacinho de lábio, ou clitóris, ou capuz.
Agora eu nunca teria a chance de ver. Minha mãe com certeza ia manter a porta fechada dali em diante, para evitar que aquilo acontecesse de novo.
Fiquei imaginando como era a buceta dela. Imaginei se ela tinha lábios longos e deliciosos que pendiam ou se tinha uma daquelas bucetas fofinhas onde tudo ficava meio escondido.
Nunca ia saber. Era decepcionante.
Abri a geladeira e fiz um sanduíche de peru sem mostarda.
Mais tarde, voltei para o quarto e assisti a mais duas aulas no computador. Depois fiz uns deveres de casa. Quando terminei já estava ficando tarde e perto da hora do jantar. Saí do quarto e fui para a cozinha. Minha mãe estava lá, tirando uma travessa do forno. O cheiro rico de molho de tomate encheu o ambiente. Ela tinha feito uma lasanha.
Ela não disse nada. Parecia que estava desviando o olhar de mim. Arrumei a mesa e fiz uma salada verde. Sentamos à mesa para jantar e começamos a comer, e nenhum de nós disse nada por alguns minutos. Finalmente, eu falei. Senti que precisava quebrar o silêncio.
"Mãe, sinto muito por esta manhã."
"Tudo bem", ela disse, hesitante. "Você não sabia que eu estava... você sabe. Eu devia ter fechado a porta."
"Não", eu disse. "Eu que devia ter batido. Sinto muito mesmo. Sei que foi... embaraçoso."
"Foi." Ela assentiu. Ergueu o olhar para mim com um sorriso fraco. "Você nunca tinha visto a sua velha mãe assim."
"Não, com certeza", eu disse. "Foi uma surpresa. Mas, sabe, você não é velha."
"Não?"
"Definitivamente não. Você não parece velha."
"Fico feliz em ouvir isso." Ela brincou com o garfo sobre o prato cheio de lasanha.
"Você está ótima, mãe. De verdade."
Ela riu, finalmente. A tensão incômoda na mesa se quebrou, e eu ri também. Rimos juntos. Foi bom ver minha mãe rir. Ela estava sozinha há muito tempo desde o divórcio. Acho que ela não saía com ninguém fazia um ano. Eu a incentivava a namorar, mesmo sendo estranho pensar na minha mãe namorando. Mas com o trabalho dela, eu, e lidando com a COVID-19, não tinha chance de namorar. Estávamos confinados em casa, sozinhos.
"Bem", ela disse. "Fico feliz que você não tenha ficado horrorizado. Você viu mais da sua mãe hoje do que jamais tinha visto."
"Definitivamente não fiquei horrorizado", eu disse.
"Então, você não —" ela fez uma pausa antes de terminar.
"O quê?", perguntei.
"Você não pensa mal de mim?"
"Como assim, 'mal'? Claro que não. Por que eu pensaria isso?"
"Sei lá. É estranho você ter me visto, sabe —"
"Pelada?"
"É", ela disse, e os olhos baixaram para o prato.
"Mãe, não se preocupa. Foi estranho. Sim. Mas você é linda." Eu estava falando a mil por hora a essa altura e sentia que não conseguia parar. "Quero dizer, você é mais gostosa que muitas garotas que eu conheço. Bem incrível, na verdade. Embora você tenha —" Eu me interrompi.
"O quê?", minha mãe perguntou, erguendo o olhar da massa e da salada.
Balançei a cabeça. "Deixa pra lá."
"Não, eu quero saber. O que eu tenho?"
"É constrangedor dizer."
"Você pode dizer."
"Prefiro não."
"Eu quero que você diga."
"Bem, é que", respondi. Deus, era difícil falar sobre isso, mas por algum motivo minha mãe parecia querer que eu falasse. "Você é meio... peluda. Lá embaixo."
"Oh!", ela disse, e me olhou de boca aberta e olhos arregalados.
"Isso é diferente das garotas que você conhece?", ela perguntou. As sobrancelhas se arquearam.
"Sim", eu disse depois de uma longa pausa.
"Me conta."
"Mãe, é uma coisa estranha de conversar com a sua mãe."
"São tempos estranhos, Tommy", ela disse. "Me conta. Estou curiosa. O que é tão diferente em mim?"
"OK, você quer saber", eu disse. "A maioria das garotas que eu conheço raspa as coisas... lá embaixo. Ou raspam tudo ou mantêm uma faixinha. Você sabe o que é uma faixinha?"
"Sim, Tommy", ela disse. "Eu sei o que é uma faixinha. Não sou totalmente ignorante."
"Eu sei que não é. Só fiquei surpreso —" Não consegui terminar o pensamento.
"Que a sua mãe fosse tão... peluda?", ela disse e riu um pouco.
Nós dois rimos e isso ajudou a quebrar o que de outra forma era uma tensão quase insuportável e estranha. Eu estava conversando com a minha mãe sobre a buceta e os pelos pubianos dela. Era tão bizarro. Mas — não conseguia evitar — era um tesão enorme também. Eu estava duríssimo dentro da calça e fiquei feliz que minha mãe não pudesse ver o volume debaixo da mesa. Não parava de pensar naquela selva de pelos escuros e no tesouro escondido que jazia por baixo. Deus, era excitante.
Nunca tinha pensado na minha mãe desse jeito. Ela era uma mulher atraente, mas era, você sabe, minha mãe. Não deveria pensar na minha mãe assim. Mas, sentado do outro lado da mesa de jantar, eu estava pensando no corpo nu dela — no corpo nu e gostoso dela — e imaginando como era a buceta dela debaixo daquela floresta densa e escura de pelos.
"Acho que sou antiquada", minha mãe disse. "Sempre tive receio de raspar os pelos lá embaixo. Não sei por quê. Fico preocupada de me cortar ou algo assim."
Eu acenei com a mão. "Você não precisa se preocupar com isso. Não é nada demais."
"Não?", ela olhou para mim. "Como você sabe?"
Fiquei desconfortável de novo.
"Bem, quer dizer, é tipo... eu já fiz."
"Fez o quê?"
"Eu já... você sabe. Já fiz para namoradas." Fiz outra pausa. "Isso é muito estranho."
"Você já raspou elas?", minha mãe perguntou.
"Sim", eu disse.
"Uau", ela disse. "Elas deixaram você fazer isso." Minha mãe sorriu de novo. "Isso é muita confiança. Meu filho talentoso."
Agora, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo, e não finjo ser o cara mais suave com as garotas, embora até que me vire bem, mas naquele momento, com a minha mãe sentada do outro lado da mesa comendo lasanha e falando sobre raspar bucetas, a ficha caiu, como um raio: minha mãe estava flertando comigo. Estávamos conversando sobre os pelos da buceta dela, e de repente ficou óbvio para mim que ela estava gostando. Puta merda.
Minha atitude com garotas era: quando uma garota abre uma porta, não ignore. Entre. Minha mãe abriu uma porta. Sim, ela era minha mãe. Mas era uma garota. E, cá entre nós, ela era meio gostosa.
Eu entrei pela porta.
"Sabe, se você tem receio de se raspar, eu mesmo posso fazer." Pronto. Eu disse.
"Você —" Ela parou. "Agora você está sendo bobo."
"Por quê?", eu perguntei, e tentei colocar a expressão mais sincera e ingênua que consegui, como se fosse a coisa mais natural do mundo um filho se oferecer para raspar a buceta da mãe.
"Tommy, qual é", minha mãe disse.
"Qual é o quê?", perguntei, ainda fingindo inocência.
"A gente não pode, você sabe. Fazer isso."
Havia algo no tom da voz dela, e com a clareza de mil sóis naquele momento eu percebi: ela estava pensando nisso. Ela disse: "A gente não pode", mas não era isso que ela queria dizer. Ela queria dizer outra coisa. O corpo dela se mexeu na cadeira e os olhos percorreram o quarto e eu soube — eu soube — que ela estava pensando em me deixar raspar ela. Ela estava imaginando, e eu também.
Eu tinha uma vantagem, e com certeza ia usá-la.
"Claro que podemos, mãe", eu disse, e coloquei uma ênfase extra em "mãe". "Já fiz isso muitas vezes. Não tem problema. Acho que você vai gostar."
"E como você sabe disso, Tommy?", ela perguntou.
"As garotas que conheço dizem que gostam da sensação. Deixa, você sabe, o sexo melhor. Tem mais sensibilidade. Mais contato pele com pele. E é legal, sabe, poder ver tudo. Em vez de ficar coberto."
Minha mãe não disse nada. Só ficou me olhando. Me senti ousado e me levantei da mesa e dei a volta para o lado dela. Estendi a mão.
"Vem", eu disse.
"Vem o quê?", ela perguntou.
"Vamos raspar você", respondi.
"Tommy, seja realista. A gente não pode fazer isso."
"Claro que podemos." Empurrei a cadeira para trás e me levantei e dei a volta na mesa. Peguei a mão da minha mãe. Olhei nos olhos dela. Deus, isso era loucura. Eu queria ver minha mãe pelada. Queria ver a buceta dela, e raspar os pelos, e queria me deleitar com a visão dos lábios nus dela. E a coisa mais louca de todas era que minha mãe estava realmente pensando nisso. Dava para perceber. Ela estava excitada. E de jeito nenhum eu ia desperdiçar uma oportunidade daquelas.
Puxei a mão dela.
"Tommy, não", ela disse. Mas não resistiu. Minha mãe se levantou da cadeira enquanto eu a puxava. Segurei a mão dela e não soltei e a levei até o quarto. O banheiro dela era anexo. Acendi o interruptor de luz. O banheiro era todo de azulejos brancos, banhado em luz brilhante. Me virei para a minha mãe.
"Cadê o seu barbeador?", perguntei.
"Tommy, isso é ridículo", ela disse. "Você sabe que a gente não pode fazer isso."
"Eu sei que podemos", eu disse. "Quero raspar a sua buceta, mãe."
Nós nos encaramos e os olhos dela disseram tudo que as palavras não podiam. Ela estava com tesão e seus escrúpulos estavam desaparecendo.
Comecei a abrir gavetas no armário do banheiro dela. Encontrei uma lata de gel de barbear e um saco cheio de barbeadores descartáveis cor-de-rosa. Puxei um para fora.
"Aqui vamos nós", eu disse. "Não entendo qual é a dos barbeadores cor-de-rosa."
"É o que eu uso", minha mãe disse, com uma voz minúscula.
"É o que eu vou usar em você", eu disse. Estava ficando mais ousado a cada instante. Não conseguia explicar. No dia anterior, nunca teria imaginado algo assim acontecendo, ou sequer querendo que acontecesse. Mas agora, eu sabia que ia deixar minha mãe pelada. Eu sabia. E, oh Deus, como eu queria aquilo.
Abri a torneira de água quente.
"Você precisa tirar a roupa, mãe", eu disse.
Ela não se mexeu.
"Posso tirar para você, se quiser", eu disse.
"Tommy —"
Coloquei o dedo nos lábios dela e ela parou de falar.
"Eu sei que você quer que eu faça isso, mãe", eu disse. "Eu quero fazer isso. Não finja. Apenas me deixe fazer. Vou tirar a sua roupa agora."
Minha mãe não disse nada. Dava para ver que ela queria, mas não conseguia formar as palavras. Ela queria ficar pelada. Eu sabia. Mas não conseguia se obrigar a dizer. No entanto, eu precisava ouvir ela dizer.
"Diz que você quer que eu faça isso, mãe", eu disse.
"Ai, Tommy, eu não consigo", ela disse.
"Consegue sim, mãe", eu disse. "Me diz que você quer que eu raspe você."
O tempo passou. Não sei quanto tempo. Talvez um minuto. Pareceu mais. Minha mãe queria dizer algo, e eu sabia o que ela queria dizer, mas era a coisa mais difícil da vida dela que ela já tinha dito.
"OK", ela disse.
"OK o quê?", respondi.
"Me raspa", ela disse.
"Eu vou."
Minha mãe usava jeans azul e uma blusa justa de manga comprida. Desabotoei o jeans e ela olhou para as minhas mãos, despindo-a.
Deus, era tão estranho, mas tão excitante também.
Conforme os botões se abriam, a calcinha dela apareceu. Era azul-clara, diáfana.
"Preciso puxar isso para baixo", eu disse.
Puxei a calça jeans pelas pernas dela. Minha mãe só ficou parada, sem dizer nada. Eu sabia que ela queria que aquilo acontecesse, mas não conseguia me dizer que queria. Então, eu assumi o controle.
Quando a calça estava no chão, ela levantou os pés e saiu de dentro. Empurrei a calça para o lado.
Me levantei e minhas mãos foram para a blusa dela. Comecei a puxá-la para cima.
"O que você está fazendo?", ela perguntou.
"Estou tirando a sua blusa", eu disse.
"Por quê?"
"Não quero sujar sua blusa quando eu raspar", eu disse. A realidade era que eu queria minha mãe completamente pelada. Queria ver os peitos dela enquanto raspava a buceta. Mas não podia dizer isso. Arranjei uma desculpa esfarrapada para deixá-la nua. Eu precisava vê-la nua.
Minha mãe não discutiu. Deixou eu tirar a blusa. Depois que joguei em cima do balcão do banheiro, ela ficou na minha frente de calcinha azul pequena e sutiã branco, modesto. Vi que o sutiã tinha um fecho na frente, então minhas mãos foram desenganchá-lo.
O sutiã se abriu e os peitos gostosos da minha mãe saltaram para fora. Puta merda, eles eram lindos. Eram firmes e fartos, e os mamilos estavam durinhos.
"Falta uma coisa", eu disse.
Minhas mãos foram para a calcinha azul e puxaram para baixo. Puxei rápido porque estava preocupado que minha mãe pudesse mudar de ideia. Mas ela não mudou. Não disse nada. Puxei a calcinha e o matagal espesso e cheio da mata dela apareceu. Ai, meu Deus, como ela era peluda. A calcinha caiu nos pés dela.
"Levanta o pé", eu disse. Minha mãe obedeceu e saiu de perto da calcinha.
Ela estava completamente nua. Minha mãe.
Eu olhei nos olhos dela.
"Mãe," eu disse.
"Tommy," ela me respondeu.
Eu gesticulei para a banheira.
"Senta aqui," eu disse.
Mamãe fez como eu pedi.
"Abra as pernas," eu disse. "Preciso fazer uma coisa."
Abri uma gaveta e peguei a tesoura.
"Preciso aparar os pelos antes de raspar," eu disse.
"Tá," mamãe disse, mas manteve as pernas fechadas.
Eu as abri. A mata selvagem e peluda da mamãe estava diante de mim. Pela primeira vez, vi a boceta da mamãe debaixo da mata. Queria ver melhor. Comecei a cortar. Peguei um pouco dos pelos pubianos dela e os afastei.
"Caramba, mãe, isso tem mais de cinco centímetros," eu disse.
"Desculpa," ela disse.
"Não precisa se desculpar, mas vai ser divertido raspar isso. Você vai ficar lisinha e depilada quando eu terminar."
Fui trabalhar, cortando os pelos para que fosse mais fácil raspar. Demorou muito porque era muito denso, e os pelos pubianos escuros da mamãe fizeram uma bagunça no chão conforme eu os cortava. Acho que mamãe ficou vermelha. Ela estava envergonhada, mas não ofereceu resistência. Cortei os pelos em silêncio. Eu estava hipnotizado pela visão da boceta dela surgindo enquanto eu cortava os pelos. Remover os pelos expôs os lábios dela. Eram carnudos e bonitos, e um vislumbre de rosa ficava entre eles.
Meu Deus, eu percebi. Eu estava olhando dentro da boceta da minha mãe. E mesmo através da espessura dos pelos eu podia ver que estava molhada. A pele rosada dentro dela brilhava sob a luz do banheiro.
Continuei cortando. Fui com calma. Estava apreciando a vista e não queria ter pressa. E mamãe também não parecia estar com pressa. Ela mantinha as pernas abertas e a cabeça baixa, olhando para o meu trabalho. Eu podia perceber que aquilo a excitava. Não sei como eu sabia, mas eu sabia. Me excitava que ela estivesse excitada. Ela estava expondo a sua boceta para o filho, e estava gostando. Às vezes, enquanto eu cortava os pelos, minha mão roçava os lábios dela, empurrando-os mais para trás e mais abertos. As profundezas rosadas e cheias da boceta da mamãe surgiram à vista.
Parei e olhei para o que eu tinha feito.
"Acho que terminamos de aparar," eu disse. "Hora de raspar." Tentei soar clínico e profissional, mas a verdade era que eu estava excitado pra caralho. Meu pau estava duro contra as calças. Eu estava encarando uma boceta nua e molhada, e queria foder aquilo desesperadamente, mesmo que fosse a da minha mãe.
Peguei uma toalhinha de um cabide na parede e a passei sob a água quente que jorrava da torneira. Espremi o excesso de água e me virei para mamãe. Suas pernas ainda estavam abertas, e ela me esperava.
Pressionei a toalhinha quente contra a boceta aberta dela, e ela ofegou.
"Vai ficar tudo bem," eu disse enquanto passava a toalhinha para cima e para baixo no espaço entre as pernas dela, pressionando sobre a boceta e o cu. Eu precisava deixar os pelos bem molhados e macios para raspar.
Quando terminei com a toalhinha, espirrei gel de barbear nas mãos e esfreguei até formar uma espuma branca e fina. Esfreguei a espuma sobre mamãe, entre as pernas. Minhas mãos não tiveram pressa enquanto encontravam as aberturas dela. Senti as deliciosas pétalas da boceta dela sob meus dedos, e também senti o ápice enrugado do seu cuzinho. Mamãe só ficou sentada ali, observando o que eu fazia, sem ousar encontrar meus olhos.
Segurei a lâmina rosa sob a água quente corrente por vinte segundos, e então a retirei. Era hora.
A boceta peluda da mamãe me chamava, esperando para ser raspada.
Então, eu a raspei.
Comecei no topo, acima do monte pubiano, onde os pelos eram grossos e escuros apesar de eu ter aparado. Passei a lâmina rosa para baixo, sobre a pele, vendo os pelos saírem e uma grossa camada deles incrustar a lâmina. Liguei a torneira da banheira e lavei a lâmina após cada passada. Imaginei que a espessura dos pelos pubianos da mamãe pudesse entupir o ralo, mas não me importei. Eu só queria vê-los cair dela. Passada após passada, os pelos da mamãe desapareceram, e a pele gloriosa da sua boceta surgiu à vista.
Eu queria livrar a área bem ao redor da boceta dela de todos os pelos, então estendi a mão e peguei um lábio da boceta entre os dedos e o estiquei, afastando-a dela. Meu pau estava como uma pedra com aquela visão. Coloquei a lâmina rosa no lábio e raspei para baixo, lentamente. Os pelos saíram. O que restou era liso, rosado e perfeito. Puxei o outro lábio e fiz o mesmo.
"Mãe, você precisa virar," eu disse.
"O quê?" ela perguntou.
"Virar. Você precisa ficar de joelhos, empinar a bunda e abrir bem as pernas. Pra eu terminar o serviço."
Eu estava parcialmente, apenas parcialmente, consciente de quão estranhas minhas palavras soavam. Dizendo à minha mãe como ficar nua para que eu pudesse raspá-la. Ela não disse nada. Obedeceu às minhas instruções. Sua bunda doce estava no ar, esperando por mim. Alguns pelos finos e escuros circundavam seu ânus, e eu queria me livrar deles. Queria mamãe totalmente depilada. Coloquei a lâmina para trabalhar. Em mais alguns momentos, mamãe estava totalmente depilada. Todos os pelos tinham desaparecido.
"Tudo bem," eu disse. "Vire de novo e levante as pernas. Quero ter certeza de que terminamos."
Mamãe não disse nada, mas seguiu minhas instruções. Eu podia perceber que ela era minha, agora. A excitava receber ordens.
Ela rolou até ficar de costas e colocou as pernas para cima. Sua boceta e seu cu estavam visíveis.
Ai, Deus, meu pau estava duro.
Coloquei as mãos nas coxas dela e as pressionei para trás. Queria ver tudo, mas também queria mandar o sinal para mamãe de que seu corpo era meu. Eu ia fazer o que quisesse com ele. Ela parecia estar bem com isso. Acho que ouvi um pequeno guincho sair de sua boca.
Todos os pelos tinham sumido. Ela estava totalmente depilada. Eu a tinha raspado lisa e limpa. Algumas gotas de gel de barbear marcavam sua boceta, então eu a limpei com algumas passadas da toalhinha.
"Agora sua boceta está depilada," eu disse.
Mamãe continuou em silêncio. Ela só ficou deitada ali com as pernas levantadas e abertas, exibindo sua boceta.
"Como é que tá a sensação?" perguntei.
"Boa, eu acho," ela disse.
"Você acha?" respondi. "Isso não é bom o bastante. Uma boceta depilada deveria ser muito gostosa. Aqui, vê como isto é."
Passei o dedo indicador direito sobre os lábios dela, e mamãe gemeu. A ponta do dedo foi para cima e para baixo, para o lado dela e então pelo sulco da sua boceta, e depois subiu de novo até tocar o caroço do seu clitóris. Segurei aquela pérola doce entre o polegar e o indicador. Mamãe gemeu de novo.
"É gostoso?" perguntei.
"Ah, sim," mamãe disse.
"Aposto que isso também é gostoso," eu disse, enquanto enfiava um dedo fundo dentro dela.
Ela gritou com aquilo.
"Tommy," ela disse. "Você não devia."
"Sim, eu devo," eu disse. Comecei a girar meu dedo dentro dela. Senti o interior da boceta da mamãe. Estava incrivelmente molhada. Eu sabia que ela estava excitada por sentir o dedo do filho dentro dela.
"Você é gostosa, mãe," eu disse.
Ela gemeu, mais alto.
Tirei meu dedo dela e ele fez um som molhado ao sair.
"Você gosta de como é sem todos aqueles pelos?" perguntei.
Ela resmungou algo, mas não consegui entender.
"Mãe, você precisa falar mais alto."
"É gostoso," ela disse.
"Você tem que falar melhor que isso," eu disse.
Baixei minhas calças, e meu pau saltou para fora, apontando para mamãe e balançando para lá e para cá. Estava duro e reto. Deixei cair as calças e a cueca no chão.
"Tommy, o que você está fazendo?" mamãe perguntou.
"Minhas namoradas me disseram que quando raspavam os pelos pubianos, era mais gostoso quando meu pau roçava nelas. Quero que você sinta isso."
"Tommy," mamãe disse. "A gente não pode --"
"O quê, mãe?" perguntei.
"Você sabe," ela disse.
"Foder?" perguntei. "A gente não pode foder? Não se preocupa, mãe. Só vou deixar você sentir pra saber como é bom."
Meu pau era um foguete, pronto para decolar. A boceta da mamãe estava aberta e praticamente pingando. Os lábios estavam abertos. Vi um pequeno filete de umidade vazando dela, descendo e passando pelo seu cu.
Segurei meu pau com uma mão e o bati contra ela, ao lado da fenda aberta, sobre a dobra rosa e carnuda dos seus lábios externos.
"Isso é gostoso, não é?" perguntei.
"Mmmmm," mamãe fez.
Coloquei a ponta da cabeça do meu pau contra o clitóris dela. Estava escondido pelas dobras do capuz, então eu as empurrei para trás com uma mão enquanto direcionava meu pau com a outra. A cabeça do meu pau atingiu o clitóris dela, e mamãe guinchou de novo.
"Você gosta disso, não gosta?"
Ela não respondeu. Apenas gemeu.
"Diga, mãe," eu disse. "Você gosta."
Levou um tempo, mas eventualmente ela disse as palavras que eu queria ouvir.
"Sim," ela disse. "Eu gosto."
"Você gosta de ter uma boceta depilada agora, mãe?" perguntei. "É gostoso com meu pau contra sua pele, não é?"
Com a mão, tracei o contorno da boceta aberta dela com meu pau duro. O bulbo estava inchado e arroxeado e parecia bonito contra a pele da mamãe.
"Seus lábios deveriam estar mais abertos, mãe," eu disse.
"Ai, Tommy," ela disse. "O que você tem em mente?" Seus quadris tinham começado a sacudir contra mim enquanto ela falava.
"Que tal isso?" perguntei. Coloquei as mãos na cintura dela e a puxei para cima e seu corpo subiu prontamente ao meu toque. Então a deitei no chão do banheiro, seu corpo nu e sua boceta depilada e brilhante fazendo um doce contraste com o azulejo branco. Suas pernas tinham se fechado de novo, então eu as pressionei para abrir, e então coloquei a ponta inchada do meu pau bem na abertura da boceta dela e a movi para cima e para baixo. A cabeça do meu pau empurrou os lábios dela para trás. Atingiu o clitóris e então desceu de novo, e eu vi as profundezas da boceta da mamãe, me chamando.
"É gostoso, não é, mãe?"
"É, mas você sabe que a gente não pode."
"Não pode o quê, mãe?" Empurrei meu pau um pouco mais para frente, e ele passou pelos lábios da mamãe.
"A gente não pode, Tommy. Não pode. Você sabe que não pode."
"Não pode o quê, mãe?" Meu pau estava pressionando contra ela e ela ficava mais e mais molhada a cada momento.
"Você sabe do que eu tô falando," mamãe disse, enquanto se recostava com os olhos fechados e sua boceta pressionada forte contra mim.
"Não, eu não sei, mãe," eu disse. "O que a gente não pode fazer?"
"Foder," ela disse.
"Com prazer, mãe," eu disse, e empurrei para dentro dela.
Sua boceta era surpreendentemente apertada, mas estava tão molhada que meu pau entrou e a preencheu com facilidade. Num instante, desapareceu completamente dentro dela.
"Ai, Tommy," ela disse.
"Isso mesmo, mãe," eu disse. "Recebe meu pau."
Enfiei até o fundo, e então puxei quase todo para fora, e enfiei tudo de novo.
"Toma isso, mãe," eu disse.
"Ai, Tommy," ela disse, de novo.
Comecei a meter para dentro e para fora dela, o ritmo acelerando, a profundidade aumentando. Eu fodi minha mãe.
Olhei para baixo e observei meu pau se movendo para dentro e para fora dela e os lábios da boceta dela envolvendo meu pau. Não havia visão melhor no mundo, nem sensação melhor do que a boceta apertada e molhada da mamãe me agarrando.
Para dentro e para fora. Para dentro e para fora.
"Estou te fodendo, mãe," eu disse.
"Mmmm," ela fez.
"Diga que você gosta," eu disse.
"É," ela disse, com a respiração ofegante.
"Não, diga, mãe. Diga que você gosta de eu te foder."
"Ai, Tommy," mamãe disse. "Eu amo a sensação de você me fodendo."
"Isso mesmo," eu disse. Continuei empurrando e puxando, para dentro e para fora dela.
Deus, era estranho. Minha mãe completamente nua e meu pau duro como aço metendo para dentro e para fora da sua boceta recém-raspada. Mamãe com as pernas escancaradas, obviamente aproveitando o que eu estava fazendo com ela. Nós fodemos e fodemos, minuto após minuto. Acho que fodemos daquele jeito por meia hora.
Eventualmente, senti o clímax chegando.
Uau, eu ia gozar dentro da minha mãe. Enchê-la com minha porra quente. Continuei fodendo ela com estocadas fundas e fortes. Nada podia ser melhor.
"Me diga que sou um bom comedor de mãe, mãe," eu disse.
Para dentro e para fora. Para dentro e para fora.
"Ai, Tommy," mamãe disse, se contorcendo sob mim. "Você é o melhor comedor de mãe. Você me fode tão bem."
É verdade. Eu fodí. Eu fodi ela pra caralho. Martelei o buraco da boceta dela com meu pau. Vez após vez. Nunca tinha sentido nada tão bom ou tão satisfatório. O corpo nu da mamãe balançava sob mim e seus peitos iam para cima e para baixo e a cada estocada profunda parecia que ela estava me prendendo com sua boceta apertada e molhada.
A boceta dela. Apenas algumas horas atrás, eu nunca a tinha visto. Agora eu a tinha raspado e exposto e saboreava a visão dela no meu pau duro. O buraco quente da mamãe me engolia.
Estocada. Estocada. Estocada.
Tão sexy quanto a visão do meu pau dentro dela era o jeito que o corpo quente da mamãe se contorcia e movia enquanto eu a fodia. Seus braços e pernas espasmavam em todas as direções. Seu corpo quicava no chão de azulejo.
"Lá vai, mãe," eu disse a ela. "Vou te dar."
"Eu quero, Tommy," ela disse. "Eu quero tanto."
"Você gosta da sensação do seu filho te fodendo, mãe?"
"Ai, eu amo," mamãe disse.
"Aqui vai, mãe," eu disse. "Aqui está minha porra."
Mamãe queria. Ela queria minha porra dentro dela. Aquilo era a coisa mais excitante de todas -- não meu pau duro, não seu corpo nu e quente se contorcendo, mas o desejo e a necessidade dela por eu derramar minha porra dentro dela.
Eu explodi. Meu pau se esvaziou dentro da mamãe, em jorros grandes e quentes. O corpo da mamãe continuou se torcendo e balançando sob mim e então eu a senti tremer e soube que ela estava gozando também.
"Ahhh!" ela gritou.
"É!" eu gritei. "Fode, mãe!"
"É, me fode!" ela gritou de volta.
Nós continuamos fodendo um ao outro, conforme gozávamos. Nossos corpos se contorceram e ficamos suados e molhados juntos. O movimento diminuiu e nossos corpos estavam escorregadios como enguias juntos.
Meu pau se esvaziou completamente dentro dela, mas eu não tirei. Queria ficar dentro dela. Mamãe agarrou minha bunda com as mãos, e eu soube que ela também queria que eu ficasse dentro dela.
Permaneci ali, com meu pau meio duro dentro dela e meu corpo sobre o dela. Mamãe estava nua e úmida de suor e seu corpo brilhava como um enfeite de Natal.
"Deus, isso é tão bom," eu disse.
"É mesmo," mamãe disse, e eu senti as mãos dela na minha bunda, cravando na minha pele com luxúria e necessidade.
"Tommy," ela disse, com a voz trêmula.
"Mãe," eu disse.
Ficamos deitados assim por um tempo, o corpo da mamãe sob o meu, no chão do banheiro, com meu pau ainda dentro dela. Nada na minha vida tinha sido melhor. Nenhum de nós conseguia falar nada por um tempo.
Eventualmente, recuperei o juízo.
"É gostoso, não é?" perguntei a ela.
"Pra caralho," ela disse. "E Tommy --"
"Sim, mãe?"
"Acho que vou deixar você me raspar de novo."