Casando com a Empregada
Barão Lukas Instaf se deixou cair na cadeira do escritório com um gemido audível.
Sim.
Seu escritório.
Ele tinha que ficar se lembrando desse fato. Quem diria que herdaria a baronia com apenas vinte anos. Era uma pressão e tanto, ele tinha que admitir.
Se viu olhando para o retrato imponente pendurado sobre a cornija da lareira. A imagem do pai era de um homem sombrio, carrancudo, de cabelo escuro e traços duros, cheios de desaprovação.
Lukas herdara os cabelos do homem, se não seus traços rústicos. Era mais esguio que o pai atarracado. Muitos diziam mais bonito, e certamente mais jovem. Ele flexionou as mãos nos braços da cadeira, inquieto, e percorreu o escritório com os olhos. Não gostava muito da decoração. Mas isso sempre tinha sido problema dele, como o pai frequentemente o repreendia. Ele era indeciso. Fraco.
Bem, Lukas tinha que começar a ser decidido. Pois esta era sua casa agora.
Bem, quase isso.
A porta se escancarou com um baque. "Bom dia, patrão!"
Ele se endireitou de repente quando uma figura familiar entrou saltitando no aposento. Clarissa, a empregada da família havia dois anos, era uma personalidade forte na casa. Enchia cada cômodo em que pisava com sua presença e seu caráter algo pouco convencional. Lukas não tinha ideia de por que seu pai mantivera a ruiva espalhafatosa.
Bem, isso não era totalmente verdade. Ele tinha uma boa ideia. Duas delas, na verdade. Clarissa era mais peituda que muitas holstauras. Na verdade, havia rumores de que ela fosse uma daquelas donzelas bovinas, mas que lixara os chifres. Lukas não sabia o quanto acreditava nisso, mas sabia que ela frequentava aquela nova igreja da deusa vaca que estava causando furor. E ela era incrivelmente atrevida e enérgica para uma criada. Sem falar em provocadora. Muitas vezes ele fora alvo de suas atenções, ficando atrapalhado e irritado.
E ela estava usando perfume de novo, ele notou com um suspiro. Francamente, parecia que todo dia ela usava um tipo novo. O atual era jasmim, e estava chocantemente forte. Bem, pelo menos era melhor que o de alecrim que costumava usar perto do pai dele. Na verdade, era quase... agradável.
"Clarissa!" ele suspirou, forçando-se a não encarar os seios impressionantes da empregada. "Você..."
"Aqui com seu chá!" ela disse, deslizando a bandeja à sua frente com uma piscadela dos longos cílios. "Começando bem a manhã, como o barão grande e forte deve fazer!"
"Clarissa, sério. Você não pode simplesmente..."
"Não se preocupe, meu barão! Tem creme de sobra. Sei o quanto você gosta", ela acrescentou, pegando uma jarra e derramando uma porção generosa em sua xícara. "E vai precisar hoje! Porque temos muito trabalho a fazer."
No meio da arrumação de seus papéis, Lukas fez uma pausa. "Temos?"
"Claro, meu senhor! Agora que você é barão, temos que decidir sua noiva."
"M-minha o quê!"
"E eu as tenho bem aqui!" Clarissa cantarolou, erguendo uma pasta de algum recesso oculto de sua saia escandalosamente curta (tinha que ser personalizada. Nenhuma outra criada na propriedade tinha um uniforme tão justo e revelador). "Vamos dar uma olhada, meu barão?"
"O qu... Espere aí, eu não posso simplesmente..."
"Meu barão!" Clarissa exclamou com horror fingido. "Por certo você percebe a importância de escolher sua noiva? A baronia não pode ficar sem uma senhora. Não só pelo trabalho duro de administrar a propriedade, mas também pelo trabalho vital de dar continuidade à linhagem familiar! O que significa que temos que escolher a esposa mais ampla, fértil e adorável para você."
"F-ffértil? Clarissa! Isso é..."
"Não se preocupe, meu barão. Tenho certeza de que você pode dar conta disso. Ora, qualquer mulher se consideraria sortuda por ser curvada sobre sua mesa enquanto você mete com força, enchendo-a com seu droit de seigneur."
O rosto de Lukas queimou, como sempre acontecia quando Clarissa começava com esse tipo de conversa. O que não quer dizer que ela estivesse errada, infelizmente. Ela tinha toda a razão. Ele precisava mesmo se casar, mas ainda parecia tão cedo para ficar procurando uma noiva. "Clarissa, sério. Eu..."
"Cedo para começar, meu barão! Temos que ser. Quando se espalhar a notícia de que o Barão Instaf não só é solteiro, mas também um pedaço de carne de garanhão tão adorável, impressionante e bonito, bom, seremos assediados por jovens damas elegíveis querendo que você as monte como uma égua premiada! E quem for a escolhida terá sorte em tê-lo. Pode acreditar em mim!"
"Clarissa! Isso é... esse tipo de conversa não é nem um pouco..."
"Você tem toda razão, meu barão. Aqui estou eu, tagarelando, e você nem teve chance de olhar as opções! Vamos ver as candidatas, que tal?"
Lukas suspirou, finalmente desistindo. Era quase impossível deter Clarissa quando ela decidia algo, embora, pelos deuses, ele a deteria em breve. Teria que falar com o mordomo-chefe sobre demiti-la. Ela o tratava com excessiva informalidade. Mas, por ora, achou que o melhor seria simplesmente encerrar esse assunto dos retratos.
"Está bem", ele disse. "Vamos dar uma olhada..."
"Que sábio, meu querido barão", Clarissa gorjeou alegremente, abrindo a pasta na primeira página e apoiando-a logo abaixo de seu imenso busto.
Lukas pigarreou, forçando-se a olhar para o retrato e não para o par impressionante de seios logo acima dele. "E esta é..."
"Mirria Mable. Filha de um lorde do país do sul. Um exemplar e tanto. Uma jovem atraente, embora meio tola. Bonita, mas não muito inteligente. E nem de longe tão dotada quanto eu, hmm?"
"Clarissa! Isso não é nada apropriado", Lucas disse, embora tivesse que admitir que era verdade, e seus olhos rapidamente deram uma espiada no peito de Clarissa, como que para confirmar isso. Pelos deuses, o aposento parecia sufocante com o perfume que ela usava. Ele devia abrir uma janela, embora o cheiro não fosse desagradável. Na verdade, era um tanto... reconfortante.
Clarissa deu uma risadinha. "Muito verdade, meu barão. Não podemos julgar uma mulher menos abençoada que eu nesse aspecto. Algumas de nós simplesmente nascemos com um busto generoso. Perfeito para deitar a cabeça."
Lukas revirou os olhos, mas sentiu as bochechas esquentarem com o pensamento. "Eu, ah... Bem, e as outras?"
"As outras? Claro, meu senhor", Clarissa disse, virando a página, o peito saltando ao fazê-lo.
Aquela visão fez Lukas perceber de repente que sua boca estava muito seca. Com pressa, ele pegou uma xícara de chá e tomou um gole. Mm. Normalmente ele não era grande fã de creme no chá, mas onde quer que Clarissa arranjasse o seu, era delicioso.
"Agora então", Clarissa disse. "A Dama Blumen, do Ducado de Clausen, parece uma combinação perfeita para você. Quase tão peituda quanto eu, e sei o quanto isso é importante para você, meu barão."
"Não tão importante..." ele murmurou.
"Ho ho!" Clarissa riu, a alegria rouca fazendo seus seios saltitarem de modo muito distrativo em seu top apertado. "Como você é divertido, meu barão! Mas eu sei o quanto você valoriza um par de seios impressionantes. Mal consegue despregar os olhos dos meus!"
Lukas enrubesceu de novo, percebendo que estivera encarando o peito dela. Ele tomou outro gole de chá às pressas. Pelos deuses, ele estava se sentindo um pouco tonto. "Eu, ah... O que mais tem sobre ela?"
"Ora, só que ela é uma espécie de viúva negra, meu barão. Uma criatura desagradável. Se deleita em se casar com homens ricos e depois esmagá-los sob seu salto. Criticá-los até que não ousem respirar sem a aprovação dela. E que coisa cruel, meu barão! Ora, ela não entende o amor verdadeiro. O amor de um bom marido disposto a fazer qualquer coisa por sua esposa querida. Adorá-la. Venerá-la! Ela só quer dinheiro rápido! Nenhum senso de adorar seu novo cônjuge como o bom garoto que ele é."
"D-desculpe. Bom garoto?" Lukas disse.
Clarissa deu uma risadinha, seus longos cílios tremulando de novo. "Oh, sim, meu barão. Um marido precisa ter a certeza de que é um bom garoto. Que é um bom, obediente e apaixonado bobão para sua amada esposa. Do contrário, ele pode ter as ideias mais tolas na cabeça."
Lukas sentiu as bochechas corarem com as palavras degradantes, mesmo que não fossem dirigidas a ele. E se viu olhando de novo para os seios de Clarissa. Grandes e macios. O arfar sutil enquanto ela respirava. Ou melhor, não tão sutil. Parecia que ela estava tão envolvida na discussão quanto ele.
"Hã, certo. Claro", Lukas disse, tomando outro gole de chá, afundando de volta em sua cadeira com um suspiro. "Então, ela não."
"Oh, não, meu barão. Você merece muito mais. Muito mais peituda! Muito mais amorosa e adoradora. Uma doce esposa que lhe mostrasse como você é um bom garoto. Que deixasse você adorá-la como o marido feliz e bobo que você sempre foi destinado a ser."
"Hã, sim. Sim. Mas, hã... quem é a próxima?"
"Oh, sim, meu barão. Seria a Condessa Francesca", Clarissa disse, virando a próxima página. "Mas ela também não seria uma esposa apropriada para você, meu senhor."
"Hm?" Lukas falou, tomando outro gole, mal prestando atenção enquanto observava os seios de Clarissa saltarem. "Ela não? Por que... por que não?"
"Oh, meu barão! Ora, ela não quer filhos."
"O-oh", Lukas disse, enquanto tomava outro gole longo de seu chá. "Sim, isso pode... pode ser um problema. Preciso de um herdeiro..."
"Oh, não, meu barão. Não apenas um."
"D-desculpe?"
Clarissa lhe lançou um olhar significativo. "Ora, meu caro barão, sua esposa deve lhe dar muitos filhos! Uma dúzia, pelo menos. Uma dúzia de filhos felizes e adoráveis. Sua esposa precisa estar muito desejosa de receber sua semente viril. Porque eu sei, meu querido barão, que você é muito mais garanhão para se contentar com apenas um filho. Que você não gostaria de nada mais do que engravidar sua amada esposa em cada oportunidade. Tornar os seios dela tão grandes... tão pesados... tão cremosos e macios que você não consiga evitar brincar com eles e beijá-los toda noite."
Lukas encarou os seios dela. Pelos deuses, ele podia imaginar. Imaginar aqueles seios saltando. Arfando. Balançando e Clarissa positivamente radiante de... de...
Mas... mas não. Ele... ele precisava pensar apenas... em sua esposa assim. Sim. Apenas em sua esposa. Sua amada esposa, fosse quem fosse... fosse quem acabasse sendo.
"Eu, hã..."
"Oh, céus, meu barão", Clarissa suspirou, fechando a pasta dramaticamente, cruzando os braços sob seu busto saltitante. "Isso não vai dar certo! Parece que não há uma nobre em toda a terra que possa satisfazer todas as suas necessidades. Uma mulher tão peituda. Tão amorosa. Tão bonita e fértil para atender seus altíssimos padrões."
"Eu... s-sim. Ninguém..."
"Oh!" Clarissa de repente disse, se iluminando visivelmente. "Mas então, é claro! Que tola eu sou. Não pensei nisso de jeito nenhum! Ora, você não precisa de uma nobre para sua esposa."
"Eu... não?" Lukas disse, franzindo um pouco a testa, as sobrancelhas se vincando de concentração. Não precisava? Ele tinha a impressão de que isso era importante...
"Oh, não, meu amado barão", Clarissa sussurrou enquanto plantava as mãos na mesa, subindo nela e engatinhando em sua direção, os seios pendentes balançando provocantemente, seus olhos quentes, derretidos com algo que fez o pulso de Lukas acelerar e bater com força. "De forma alguma. Ora, se a estirpe nobre não está à altura dos padrões, então temos simplesmente que encontrar outra que esteja. Uma que seja capaz de ver a grandeza em você. A beleza. A virilidade... poderosa... de garanhão em você."
Lukas se viu recuando instintivamente, se pressionando contra o encosto da cadeira, observando sua empregada se mover em sua direção como uma loba em caça. "Qu-quem?"
"Agora essa é a questão, não é, meu barão", Clarissa riu, se endireitando para ficar ajoelhada na mesa diante dele, as mãos envolvendo os seios, acariciando-os e massageando-os de forma provocante. "Ela teria que conhecer seu domínio por dentro e por fora. Ela teria que ter cada criado da casa já sob seu controle. Ela teria que saber como você gosta que as coisas sejam feitas. Ela teria que ser tão bonita... tão inteligente... tão muito... muito... peituda que você simplesmente não pudesse dizer não a ela. Cada ideia que ela tivesse pareceria simplesmente a melhor ideia de todos os tempos. Ops! Eu disse melhores peitos?"
"D-disse?" Lukas falou, praticamente babando enquanto a observava balançar e moldar seus seios.
"Talvez eu devesse ter dito, hmm?" Clarissa falou. "Porque eu sei o quanto meu barão ama seios. Seios grandes... saltitantes... macios. É por isso que eu sei que ele fará a escolha certa. Eu sei que ele vai decidir exatamente a pessoa certa para ser sua baronesa. Para ser sua esposa amada. Sua senhora dedicada. Sua noiva linda... saltitante... bela. Mas quem, meu barão? Quem é peituda e inteligente e bonita o suficiente para isso."
"Qu-quem?" Lukas arfou.
"Pense bem, meu barão", Clarissa cantou suavemente.
Lukas tentou. Ele realmente tentou. Mas sua mente simplesmente não parecia querer cooperar. Cada pensamento que ele tinha girava, se esmagava, saltava e balançava como os seios de Clarissa. Ele gemeu de leve, mordendo o lábio inferior, tremendo de desejo enquanto sua empregada continuava a massagear os seios, seus botões forçando contra a farta carne do peito até que... até que...
"Mmmm", Clarissa gemeu, rasgando a frente de seu uniforme, seus seios amplos e pálidos se derramando à vista. Balançando com maciez pesada. Os mamilos, acentos escuros em suas encostas cremosas.
Lukas arfou, se sacudindo como se tivesse levado um golpe físico quando os seios dela saltaram livres.
"Ops!" Clarissa riu. "Eu fiz isso?"
"V-você... você..." Lukas gaguejou.
O sorriso de Clarissa se alargou. "Eu, meu senhor?" ela disse com falsa timidez. "Você quer que eu seja sua linda baronesa?"
Lukas piscou sem expressão, seus pensamentos turvos se debatendo. "Eu..."
"Bem, é verdade, meu senhor", Clarissa sussurrou, sua perna se estendendo, o pé pressionando o peito dele e empurrando-o junto com a cadeira para trás com um rangido. "Eu sou tão muito inteligente. Tão muito bonita. Tão muito..." ela respirou, deslizando da mesa para o colo dele, Lukas gemendo quando o peso dela se acomodou sobre a dureza de seu pau armado. "Muito..." Clarissa gemeu ao se inclinar para frente, sua farta carne de peito pressionando o rosto dele. "...Peituda..."
Lukas estremeceu, inalando, respirando o aroma inebriante dos seios e do corpo de Clarissa. Um cheiro tão potente e forte que fez seus dedos dos pés se curvarem. Doce. Pesado e maravilhoso. Algo tão real. Tão potente. O jasmim enchendo seu nariz. Sufocando seus pensamentos. E com... com um leve toque de creme...
"Oh, mas o que será que a sociedade diria", Clarissa gemeu, seus quadris se balançando, se esfregando no pau grosso dele, fazendo Lukas gemer e arfar sob ela enquanto seu pau latejava de desejo. Enquanto os seios dela esmagavam o rosto dele entre eles e o peso de Clarissa o pressionava sob ela. "Eles podem dizer coisas tão terríveis..."
"Ohhhh", Lukas gemeu.
"Você tem toda razão, meu barão", Clarissa riu. "O amor verdadeiro supera todas as adversidades. E oh, como você me ama, meu barão. Você ama meus seios grandes... macios... E eu amo você. Amei você tanto que experimentei todo tipo de perfume de alraune até encontrar aquele que simplesmente. Faz. Você. Derreter."
"Mmmm", Lukas gemeu enquanto inalava profundamente.
"E você ama minha mente maravilhosa e inteligente, não ama?" Clarissa sussurrou ao dar um meneio nos seios, fazendo os pensamentos dele rodopiarem novamente até formarem espuma. "Tão inteligente eu ter pensado em comprar aquele creme de holstaura para o seu chá. Tão esperta em saber como ele torna um bom garoto maleável. Como o deixa carente e excitado por seios grandes. Como o faz ficar adorador e burro. Como o faz carente e tarado e obediente.
"Mas há algo maior que meus seios, meu barão", Clarissa gemeu enquanto apertava seus peitos ao redor da cabeça dele. "Oh, sim! Acredite. E esse algo é meu coração cálido e adorador. Perfeitamente feito para meu querido barão. Totalmente devotado a ele. Porque eu sei, meu amado barão, como é dífíííícil para você pensar comigo por perto. Como você fica distraído com um par de seios grandes... macios... Como é difícil para você governar. Você não é talhado para isso, meu senhor. Você só é talhado para ser um bobão apaixonado. Um garanhão perfeito e obediente para sua esposa querida. E oh, meu barão, você realmente me quer? Você realmente precisa de mim?"
Lukas choramingou debaixo de sua empregada, sua mente girando. Bêbado de luxúria e amor e creme celestial e o corpo dela. Suas mãos tremeram quando ele a tocou, acariciando seus quadris e nádegas. Tocando suas costas e fazendo Clarissa se inclinar para frente e quicar provocativamente sobre ele, sua cadeira rangendo.
"Oh, meu barão. Se você me implorasse, então, bem, talvez", Clarissa riu. "Se você me dissesse o quanto me ama, o quanto precisa de mim, então talvez eu acreditasse. Talvez eu pudesse ser convencida a torná-lo meu marido adorador. Meu doce e descerebrado garanhão de homem que faria qualquer coisa que sua esposa peituda mandasse. Vamos tentar, meu barão?"
"Mmmm", Lukas gemeu nos seios dela.
"Vamos", Clarissa cantou suavemente.
Lukas arfou quando os seios dela saíram de seu rosto. Ele piscou estupidamente ao encontrar Clarissa sorrindo para ele, o olhar abrasador e o sorriso quente de desejo.
"Eu..." Lukas disse.
"Eu quero você, meu barão", Clarissa respirou. "Você também não me quer?"
A nota de paixão ardente em seu tom desfez qualquer esforço de resistência dele. A boca de Lukas tremeu e ele assentiu, a verdade escapando dele em um suspiro arfante.
"S-sim", ele disse. "Q-quero você."
"Quer mesmo, meu barão?" Clarissa sussurrou enquanto seus quadris se erguiam, suas mãos desciam provocantes pelo peito dele até a virilha, Lukas arfando quando os dedos dela brincaram com seu volume, abrindo o zíper. "Você quer foder sua linda noiva? Pedir a mão dela e fodê-la e engravidar sua boceta gloriosa?"
"S-sim!" Lukas choramingou, seu pau saltando para fora, um choque de puro êxtase o percorrendo quando os dedos dela se envolveram em seu comprimento. "C-Clarissa, eu... eu..."
— Ah, meu barão — Clarissa riu baixinho, inclinando-se mais perto, seus olhos derretidos e quentes, seus lábios pintados e macios, pronunciando cada palavra enquanto ele sentia seu pau ser guiado para debaixo da barra provocante da saia dela, roçar a pele lisa da sua coxa interna, sendo levado em direção ao calor da sua boceta nua. — Apenas diga... aceito.
— Eu... eu... a-aaceitooo! — Lukas gemeu, a cabeça caindo para trás enquanto o corpo de Clarissa descia, seu pau sendo engolido pelo calor apertado da boceta dela. Seu rosto novamente enterrado na maciez farta dos seus peitos generosos.
— Mmmmm! — Clarissa gemeu, seus quadris balançando, cavalgando em cima do pau dele com movimentos lentos e apaixonados que enviavam um êxtase latejante irradiando por seu corpo e sua masculinidade. — Ahhhh, meu baaarão! Sim! Sim! Eu aceito! Serei sua baronesa! Serei sua esposa linda! Sua amante perfeita! Sua noiva amorosa e fértil. Ah. Ah! Oh, deusa, sim! Me fode! Me enche com seu pau!
Lukas gemia embaixo dela, seus lábios beijando e lambendo os seios dela, perdido no vale cremoso dos seus peitos, preso no êxtase da sua silhueta e na abundância aparentemente infinita dos seus seios saltitantes. Seu pau latejava dentro dela, apertado pelas paredes internas adoradoras. O calor o consumia. O prazer o submergia.
Era tão bom. Tão perfeito. Ele não conseguia se libertar. Não conseguia resistir. A necessidade de gozar surgiu dentro dele. O devorou. O impeliu em direção à inevitabilidade do clímax. Ele ofegava, arfando, gemendo embaixo dela.
— Sim! — Clarissa suspirou. — Ah, meu barão! Ah, meu marido! Sim! Me fode! Me enche! Me entope toda com seu esperma! Ohhhhh, meu barão! Eu preciiiso! Preciso do seu mnnn! Do seu esperma! Ah. Sim. Sim! Goza em mim, Lukas. Goza na sua noiva! Me fode! Me emprenha! Agora! Me emprenha... agooora!
Sua voz subiu, um crescendo de prazer sem vergonha, suas paredes internas se apertando, flexionando, espremendo o pau dele com a glória do seu ápice. Enquanto seus seios tremiam ao redor da cabeça dele, Lukas gritou, rendendo-se ao prazer dela, seu pau latejando, suas bolas se contraindo.
E ele gozou.
Uma liberação abençoada pareceu explodir dentro dele. O queimar. O devorar. Seu pau se rendeu a ela, enchendo-a em jatos agudos de prazer inebriante.
Lukas gemeu, perdido nos seios dela. Perdido no prazer. Flutuando em um mar de êxtase e deleite cremosos, sua mente afundando sob ondas de felicidade macia e saltitante.
Em cima dele, Clarissa arrulhou, rindo baixinho ao senti-lo afundar, perdido sob seus seios. Seus braços envolveram a cabeça do seu novo marido, puxando-o mais fundo em seu seio enquanto olhava ao redor do escritório. Ugh. Que decoração deprimente. Ela teria que dar um jeito de limpar tudo. E o quarto daria um berçário tão adorável também.
Ela riu baixinho, admirando a expressão atordoada do seu antigo patrão enquanto o sufocava sob seus seios. Mal podia esperar pelo casamento. Especialmente porque ela prometeu àquela sacerdotisa holstaur e à sua amiga alraune que poderiam ser suas damas de honra. Afinal, quando se está procurando um marido, é preciso ter um pé na porta. E ela sabia que seu amado noivo tinha alguns amigos que precisavam de noivas peitudas e manipuladoras.
Clarissa cantarolou satisfeita, balançando os quadris preguiçosamente, sentindo o pau de Lukas se agitar novamente dentro dela, pronto para o segundo round.
Mmm.
Tão fácil para uma garota inteligente e peituda como ela...