Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Sogra Recheada de Creme

abrao_arrais54 min

— Uh, era o recheado de creme que você queria, não é, Carole?

— Sim. Obrigada, Spencer — disse a atraente mulher de meia-idade do banco de trás. Ela se inclinou para frente e pegou o donut que o genro lhe oferecia.

— E aqui está o seu cruller, amor. — Spencer entregou outro donut para a esposa enquanto entrava no carro, sacudindo a neve acumulada dos ombros. — Jesus, essa neve está bem forte. É melhor a gente ir logo antes que piore.

— Aqui está o seu café, mãe. — Peri se virou no banco e entregou um dos copos para a mãe, e colocou o de Spencer e o dela nos porta-copos do console dianteiro. — É, parece que está piorando desde que saímos de casa há quinze minutos — disse Peri, olhando pelo para-brisa enquanto afivelava o cinto de segurança. — Espero que melhore quando sairmos desse nevoeiro. Estou ansiosa por esse fim de semana há um mês. É melhor o tempo não atrapalhar nossos planos. — Ela lançou um olhar safado para o marido e piscou para ele, sem ser vista pela mãe no banco de trás.

Spencer percebeu o olhar que a esposa lhe deu e sorriu de volta enquanto religava o carro, os limpadores já com dificuldade para acompanhar a neve que caía. Ele e sua esposa, Peri, estavam planejando esse fim de semana de esqui há um mês. Na verdade, o plano era mais para um fim de semana picante no resort, com talvez um pouco de esqui no meio. Como um banqueiro de investimentos de 27 anos em uma grande empresa renomada, esperava-se que Spencer dedicasse muitas horas, o que ele fazia com prazer e adorava — mas agora era hora do fim de semana deles.

Peri tinha 25 anos e havia começado recentemente sua clínica como psicóloga. Como jovem associada, ela também estava acumulando muitas horas. Ela tinha sido contratada recentemente por uma pequena sociedade que percebeu que não conseguia dar conta do número de clientes que solicitavam seus serviços. Como jovens profissionais, tanto Spencer quanto Peri muitas vezes se viam cansados demais quando chegavam em casa até para pensar em sexo, ambos geralmente adormecendo em frente à TV tarde da noite. Peri vinha sentindo uma coceira danada entre as pernas ultimamente, e esperava que Spencer coçasse essa coceira bem fundo nesse fim de semana com aquele pauzão dele. Sua mala estava cheia de lingerie sexy e sapatos que definitivamente não eram feitos para tempo com neve. Ela não se importava nem um pouco se eles nunca saíssem do quarto.

O resort ficava a cerca de três horas de onde moravam — três horas em circunstâncias normais, não como a tempestade de neve em que se encontravam agora.

A mãe de Peri, Carole, de 47 anos, estava pegando uma carona de volta para a cidade onde morava, mais ou menos na metade do caminho entre o resort de esqui e a cidade onde sua filha e Spencer residiam. Ela tinha vindo de carona com uma amiga de manhã cedo e passou o dia visitando a irmã, que morava na mesma cidade que Peri e Spencer, tendo combinado com antecedência pegar uma carona para casa com a filha e o genro a caminho do resort. A casa de Carole ficava bem no caminho, e eles concordaram felizes em dar uma carona para ela. Assim que Peri e Spencer terminaram o trabalho na sexta-feira, pegaram as malas, buscaram Carole na casa da tia de Peri e saíram da cidade, fazendo uma rápida parada para donuts e café nos arredores. Na esperança de chegar ao resort o mais rápido possível, eles saíram da loja de donuts e seguiram viagem.

— Jesus, não acredito nisso — disse Spencer, tomando um gole de café enquanto entrava cuidadosamente na rodovia, mantendo os olhos nas lanternas traseiras do carro à frente.

— Cuidado, querido — disse Peri, apertando os olhos para tentar enxergar através da neve que caía também. — Vá com calma. Não estou a fim de morrer nessa viagem.

— Concordo. Toma, segura isso — disse Spencer, entregando-lhe seu copo de café enquanto se endireitava e se inclinava para frente, ambas as mãos segurando o volante com força. A neve estava caindo mais pesada agora, e ele mal conseguia ver as linhas da estrada por causa do carro à sua frente, as lanternas traseiras vermelhas à frente quase piscando agora, pois a neve o impedia de vê-las claramente. Além de tudo, a escuridão estava começando a cair.

— Ai, meu Deus — disse Carole do banco de trás —, isso não está nada bom.

— Não, não está — respondeu Spencer, colocando os limpadores no máximo para acompanhar a neve que caía pesadamente. A tensão da situação silenciou os três enquanto Spencer se concentrava na estrada, os nervos à flor da pele. A situação não melhorou, e depois de cerca de quarenta e cinco minutos, se é que não piorou.

— CUIDADO! — gritou Peri, apontando para o para-brisa.

Através da neve que caía pesadamente, Spencer viu o carro parado bem na frente deles ao mesmo tempo que Peri. Ele reagiu instintivamente, pisando fundo no freio e virando o volante bruscamente. O carro girou na estrada gelada enquanto ele tentava retomar o controle, mas sem sucesso. Ele sentiu o carro virar de lado e tentou esterçar na direção oposta para endireitá-lo, mas ele continuou girando. Deu um giro completo de 360 graus, finalmente parando a derrapagem e imobilizando-se na direção em que originalmente estavam indo. Arfando nervosamente e com o coração disparado, Spencer encostou o carro no acostamento e o colocou em ponto morto, acionando as luzes de emergência enquanto se inclinava para frente e apoiava a cabeça no volante.

— Estão todos bem? — perguntou ele, virando-se para olhar para a esposa e a sogra.

— Sim, estou bem — disse Peri, visivelmente abalada. — Mãe?

— Estou bem. Obrigada, Spencer. Foi por pouco.

— Muito por pouco. — Spencer sacudiu os braços, tentando espantar a tensão.

Peri pegou o celular. — Vou checar a previsão do tempo. — Seus dedos voaram sobre a tela do aparelho. — Nossa. Acabou de ser atualizada há minutos para esta região. Diz que essa tempestade vai continuar por pelo menos mais quatro a seis horas. — Todos olharam pela janela da frente, enormes flocos de neve continuando a cair. — O que você acha que devemos fazer, Spencer? Acha que devemos dar meia-volta e tentar voltar para casa?

— De jeito nenhum — disse Spencer enfaticamente. — Vou ir devagar pelo acostamento até chegar ao próximo acesso. Se estivermos onde eu acho que estamos, há alguns motéis de beira de estrada perto desta parte da rodovia. Espero que consigamos chegar até lá sem sofrer um acidente.

Com as luzes de emergência piscando e os limpadores funcionando como um metrônomo turboalimentado, Spencer seguiu lentamente até chegar à próxima estrada. Feliz por pelo menos estar fora da rodovia principal, ele respirou aliviado ao pegar a rampa curva para a estrada secundária, chegando pouco depois a um posto de gasolina.

— Já abasteci aqui antes — disse ele. — Tem um motel logo adiante na estrada, se bem me lembro. — Continuando a passo de tartaruga, dez minutos depois avistaram o letreiro de neon piscante do motel, mas só conseguiram lê-lo claramente quando estavam bem embaixo dele.

— The Olde Log Inn — leu Peri em voz alta enquanto passavam em marcha lenta.

— Bem, imagino que não seja o Ritz — disse Spencer, apertando os olhos para encontrar a unidade com a luz de "RECEPÇÃO" sobre a porta. — Mas qualquer coisa é melhor do que tentar enfrentar essa neve. — Ele parou ao lado da recepção e colocou o carro em ponto morto. — Volto já.

Assim que Spencer fechou a porta atrás de si, Carole se inclinou para frente, apoiando o braço no encosto do banco da filha. — Peri, se Spencer conseguir alguns quartos para nós, o que eu vou vestir para dormir? Eu vim só para o dia, então não tenho nada além da roupa do corpo.

— Vai ficar tudo bem, mãe — respondeu Peri. — Tenho certeza de que tenho alguma coisa que você possa usar. — Ela pensou na mala cheia de lingerie e se perguntou se tinha falado rápido demais.

Spencer voltou para o carro momentos depois, mais uma vez sacudindo a neve dos ombros, a porcaria se acumulando em seu casaco mesmo na curta distância entre a porta da recepção e o carro. Ele entrou, entregando uma sacola de mercado para Peri. — Conseguimos o último quarto. Ele disse que cinco pessoas na última hora fizeram check-in por causa da tempestade. — Ele apontou para a sacola que tinha dado a Peri. — Até comprei comida. Temos sanduíches, salgadinhos e algo para beber. Pelo menos não vamos morrer de fome.

— O último quarto? — perguntou Carole, um tom de interrogação na voz.

— Sim — disse Spencer, virando-se e sorrindo para a atraente sogra, percebendo que ela estava preocupada por não ter o próprio quarto. — Mas ele tem duas camas de casal, então acho que vamos ficar bem.

— Vai ficar tudo bem, mãe — interveio Peri, tendo notado o tom na voz da mãe. — É só por uma noite.

— Claro. Desculpe. Desde que não estejamos lá fora dirigindo, é o que importa. Obrigada por ser tão cuidadoso, Spencer.

— Tudo bem, Carole. Vamos dar o nosso melhor. Ok, quarto 16. Ele disse que é o do canto no segundo andar, bem acima do 8. — Spencer estacionou em frente à unidade do canto, o número "8" na porta mal visível através da neve que caía pesadamente. Ele pegou as duas malas no porta-malas e trancou o carro enquanto Peri e Carole subiam as escadas precárias no final do prédio. Peri verificou o número do quarto e usou a chave antiga para abrir a porta. Os três entraram arrastando os pés, sacudindo a neve dos casacos.

Spencer colocou as malas no chão e se endireitou, gesticulando com os braços abertos em direção ao resto do quarto. — Bem-vindos ao Taj Mahal — disse ele, tentando aliviar o clima.

— Podia ser pior — disse Peri, tirando o casaco enquanto todos olhavam para o quarto onde passariam a noite.

Típico desse tipo de motel envelhecido, a decoração deixava muito a desejar. As duas camas de casal pareciam cansadas e bem usadas, a arte na parede apenas um pouco melhor que o clássico "Velvet Elvis", enquanto a TV parecia algo saído do Smithsonian.

— Bem, é melhor nos acomodarmos. Parece que vamos passar a noite aqui — disse Spencer, distribuindo os sanduíches e as bebidas. As duas mulheres sentaram nas camas e encolheram as pernas enquanto provavam os sanduíches embrulhados.

— O meu está muito bom. Parece caseiro — disse Peri, dando avidamente uma segunda mordida. — E o seu, mãe?

— Sim, está muito melhor do que eu esperava. Definitivamente não são de máquina de venda automática. — Ela ergueu os olhos para Spencer com ar interrogativo.

— O cara disse que, quando viram o tempo virar, a esposa dele imaginou que isso poderia acontecer, então preparou umas comidas, só por precaução. A inteligência dela acabou sendo vantajosa para nós, acho. O meu também está bom. — Ele deu mais uma mordida e foi até a TV antiga. — Vamos ver o que essa belezura consegue sintonizar — disse ele, ligando-a. Enquanto o aparelho aquecia, a tela ficou coberta de pontos brancos piscando.

— Você está brincando? — disse Peri, sorrindo de orelha a orelha. — Tem mais neve nessa TV do que lá fora.

— Que programa é esse ao fundo? — perguntou Carole, tomando um gole de sua bebida enquanto apertava os olhos para a TV.

Spencer se ajoelhou em frente à TV, o rosto a cerca de trinta centímetros da tela. — Acho que é um episódio antigo de Seinfeld. — Ele apontou para a tela cheia de neve. — Olha, lá está o Kramer... não... é o George.

— Desliga isso, Spence — disse Peri, terminando de comer e esfregando as mãos uma na outra. — Essa TV é inútil. Por que não vamos todos dormir e tentar descansar um pouco? Se o tempo melhorar como dizem que vai em algumas horas, talvez a gente possa sair cedo amanhã de manhã. O que você acha, mãe?

— Por mim, tudo bem. Só... você sabe, o que conversamos antes.

— Sim, vou achar alguma coisa para você vestir. — Peri abriu a mala e começou a remexer no conteúdo. — Spencer, você pode fechar essas cortinas, por favor?

— Claro, amor. — Spencer estendeu a mão e puxou as cortinas de cada lado da janela da frente, juntando-as. Um lado veio até o centro, mas o outro parou estranhamente curto, com uma abertura de uns 20 centímetros entre os dois lados. Ele puxou aquele lado, mas não conseguiu movê-lo. Olhou mais de perto, notando que estava firmemente preso na ponta, mas impossível de ir mais longe. — Ah, ótimo.

— O que foi?

— Esse pedaço de tecido é muito pequeno. — Ele puxou-o para mostrar. — É o máximo que vai.

— Parece ser a regra para este lugar. Ah, bem, como eu disse antes, é só por uma noite. — Peri se levantou, com as mãos na cintura, observando-o puxar a cortina mais uma vez. — Spence, por que você não usa o banheiro primeiro enquanto eu arrumo essas coisas para mim e para a mãe?

— Ok. — Ele pegou sua nécessaire na mala e tirou também uma cueca larga boxer e uma camiseta. Ele tinha planejado dormir nu durante o fim de semana, na esperança de estar pronto para entrar na bocetinha apertada da esposa a qualquer momento. Ser pego de surpresa por essa tempestade definitivamente tinha atrapalhado seus planos. Resignado a mais uma noite de celibato, ele levou suas coisas para o banheiro e ligou o chuveiro, esperando que mergulhar em um dilúvio de água quente batendo nele o ajudasse a esquecer o frio lá fora.

— Então, o que você tem que eu possa usar? — perguntou Carole, parada ao lado da filha enquanto a jovem vasculhava a mala. Carole logo avistou o colorido sortimento de lingerie que praticamente enchia a mala — não exatamente trajes de esqui. — Ah, meu Deus.

— Mãe, Spencer e eu estamos trabalhando muito. Precisamos desse fim de semana.

— Eu entendo, querida. — Carole sorriu para a filha enquanto tocava ternamente em seu braço. — Eu já fui jovem.

— Isso soou ominoso do jeito que você disse. Por favor, me diga que esse desejo não desaparece com a idade?

— Bem, não, definitivamente não. Você sabe o que dizem sobre as mulheres atingirem o auge sexual aos 40. — Carole deu à filha uma piscadela cúmplice, fazendo a jovem sorrir e acenar concordando.

— Você ainda sente tanta falta do papai quanto sentia? Quanto tempo faz agora, quatro anos?

Carole fez uma pausa, pensando no marido, o homem que amava e que tinha sido morto por um motorista bêbado. Ela estivera pensando nisso quando estavam dirigindo na tempestade de neve, e respirou aliviada quando Spencer decidiu parar para passar a noite. — Sim, já faz uns quatro anos. E sim, ainda sinto falta dele.

— Você ainda não conheceu mais ninguém?

— Não. Teve uns dois homens dando em cima, mas simplesmente não estou pronta.

— Mãe, você ainda é jovem — e ainda é um arraso. Eu também amava o papai, mas você realmente deveria se abrir de novo. Não quero que você passe o resto da vida sozinha.

— Obrigada, querida. Vou chegar lá.

— Você... você sente falta disso? — O tom da voz de Peri deixou claro do que ela estava falando.

— Claro que sinto falta "disso". Esses homens que têm aparecido são legais o suficiente, mas não quero pular na cama com nenhum deles só para aliviar o tesão. — O comentário pegou Peri de surpresa, e ela abraçou a mãe enquanto riam juntas. Ela apertou a mãe com força e depois se afastou, ambas olhando para dentro da mala.

— Ok — disse Peri, enfiando a mão na mala e remexendo as peças de lingerie sedosa. — Deve ter alguma coisa aqui que sirva. Sempre tivemos mais ou menos o mesmo tamanho, então isso não deve ser problema.

— Acho que você ainda é tamanho 44? — perguntou Carole, olhando para as coisas sexy na mala da filha. — Eu estou usando sutiã 48 há vários anos.

— Mas ainda temos a mesma altura e constituição. Talvez fique um pouco apertado aqui e ali, mas deve servir. Que tal este? É a coisa mais comportada que tenho aqui. — Peri ergueu uma camisola de renda branca com alças finas como fitas de espaguete. Era evidente pelo tamanho da peça que terminaria bem alto nas coxas de qualquer uma das mulheres, mal cobrindo a boceta da pessoa.

— Se essa é a coisa mais comportada que você tem, acho que vai ter que servir. — Carole pegou a camisola da filha, justamente quando Spencer saiu do banheiro, esfregando uma toalha nos cabelos molhados. Ele estava diante delas de camiseta e cueca boxer larga, esfregando a cabeça.

— O chuveiro é surpreendentemente bom — disse ele, jogando a toalha sobre o encosto de uma cadeira pequena ao lado de uma cômoda de venda de garagem.

— Que bom. Preciso de um banho — respondeu Peri, pegando outra peça e sua nécessaire da mala. — Voltamos já.

— Não tenha pressa — disse Spencer, enfiando a mão na mala e tirando um romance em brochura que tinha começado a ler há séculos, mas que nunca parecia ter tempo de terminar. Ele esperava que também não tivesse tempo neste fim de semana, achando que estaria fodendo Peri até os dois desabarem, mas tinha enfiado o livro na mala de qualquer jeito. Enquanto as mulheres desapareciam no banheiro, ele puxou as cobertas e subiu em uma das camas, tirando a camiseta e jogando-a em direção à mala de roupas.

"Nada mais justo." Ele se congratulou quando a camiseta amassada caiu direto na mala aberta. Estava acostumado a dormir nu, mas com a sogra na cama ao lado, sabia que não podia fazer isso. A camiseta o deixava todo enrolado se tentasse dormir com ela, então a manteve até entrar na cama. A cueca box ficaria, mas a camiseta definitivamente tinha que sair.

Ele empilhou os travesseiros e recostou-se na cabeceira, abrindo o romance de Michael Connelly onde havia parado. O Lincoln Lawyer estava em suas travessuras habituais, e Spencer se acomodou enquanto lia, imaginando Matthew McConaughey no papel de Mickey Haller. Spencer adorou o filme original e o personagem peculiar de Haller, ficando viciado nos livros de Connelly depois disso.

"Sério, mãe, ficou ótimo em você."

A voz de Peri o fez levantar os olhos. Sua esposa atravessou o quarto em sua direção, deslumbrante em um body rosa-choque. Ela tinha cerca de 1,70 m e pesava uns 55 kg. A peça sexy se ajustava perfeitamente à sua silhueta curvilínea de ampulheta, os bojos rendados do sutiã moldando-se espetacularmente aos seus seios grandes 36DD. Conforme se movia, ele podia ver as curvas de seus seios grandes balançando e tremendo tentadoramente acima do tecido esticado dos bojos. O tecido rendado do body apertava-se como uma vespa em sua cintura fina e então fluía até o topo de seus quadris largos e fodedores, as aberturas das pernas cortadas perversamente altas nos quadris. O formato em V sedutor da parte de baixo do body o fez salivar enquanto olhava para o jeito que desaparecia convidativamente entre suas pernas. As aberturas altas nas pernas faziam suas pernas longas e torneadas parecerem ainda mais longas que o normal, suas coxas cheias e cremosas atraindo seus olhos famintos.

Quando estavam no carro, ela estava com o cabelo preso em um rabo de cavalo — agora estava solto, suas madeixas loiras e lustrosas caindo atraentemente até as omoplatas, os fios loiro-mel emoldurando seu rosto bonito de forma encantadora. Seus olhos azuis brilharam quando ela se virou de volta para ele, um sorriso brincalhão erguendo os cantos de sua boca larga e cheia.

"Já pronto para dormir, querido?" Peri perguntou, dando-lhe uma piscadela safada, contornando a cama e se deitando ao lado dele.

"Sim. Você está linda." A resposta de Spencer foi intencionalmente contida, tentando manter sua excitação sob controle por causa da sogra. Ele mal conseguia tirar os olhos de sua esposa deslumbrante, desejando que a sogra estivesse em qualquer outro lugar que não ali.

"Você não acha que a mamãe também está bonita?"

"Ah, Peri, Spencer não precisa se preocupar com uma velha como eu," Carole disse, atravessando o quarto rapidamente e se enfiando na outra cama, puxando as cobertas sobre seu corpo parcamente vestido.

Spencer automaticamente se virou para a sogra quando sua esposa pediu sua opinião, seus olhos se arregalando ao olhar para a mulher de meia-idade. Mesmo ela tendo se enfiado apressadamente na cama ao lado dele, ele conseguiu vislumbrá-la, seus olhos captando cada detalhe delicioso.

Ele se lembrou daquelas vezes em que ele e Peri estavam namorando e as coisas começaram a ficar sérias. Lembrou-se de um de seus amigos lhe contando sobre aquele velho ditado: "Se você quer saber como sua namorada vai ser daqui a 20 anos, olhe para a mãe dela."

Quando Peri o levou para casa para conhecer a mãe, ele olhou — sim, ele olhou bem, bem demorado, e ficou muito feliz com o que viu. Ficou surpreso com a semelhança entre as duas mulheres a princípio, ambas tendo a mesma figura exuberante e curvilínea que o fizera salivar da primeira vez que pôs os olhos em Peri. Carole provavelmente tinha uns 5 a 7 quilos a mais que a filha, com todos os quilos extras exatamente nos lugares certos. Ele facilmente via de onde vinha a generosa linha do busto de Peri — o de sua mãe parecia tão sedutor quanto o conjunto cheio 36DD de Peri, se não mais.

O cabelo loiro de Carole era até cortado similar ao da filha, e era um loiro um pouco mais escuro, o que ele notara vir naturalmente com o envelhecimento das loiras. Ainda estava fabuloso, as madeixas loiro-douradas caindo em ondas suaves ao redor de seu rosto bonito, seus olhos azuis tão calorosos e reconfortantes quanto os da filha, com aquele toque de experiência transparecendo.

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