Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

O Garoto Sujo da Mamãe

paolaoliveira64 min

Diane encarou a tela do celular em choque. Espalhada por ela em cores vivas e nítidas, estava um pau muito grande e muito ereto. A foto mostrava apenas o pau descaradamente inchado e um vislumbre modesto da virilha e dos quadris que o acompanhavam. Se a perspectiva da imagem servia de referência, era também um pau impressionantemente grande, cruzado de um lado para o outro por veias pulsantes e uma cabeça proeminente e profundamente sulcada. Diane passou do choque para o humor, depois para o constrangimento e então para o assombro, tudo em questão de segundos.

A mãe solteira de trinta e seis anos estava sentada no meio do restaurante lotado na hora do almoço, olhando fixamente para o celular, até que pensou em dar uma olhada nervosa ao redor para ver se alguém conseguia perceber o que ela estava vendo. Ela tinha algumas amigas que brincavam com sexting e tinham muitas fotos de paus nos celulares. Ficava divertida e até um pouco excitada nas vezes em que elas mostravam descaradamente durante almoços como aquele que ela estava prestes a ter hoje, mas simplesmente não era o tipo de mulher que se envolveria em algo assim.

Felizmente, ninguém conseguia ver o que ela estava olhando, e voltou sua atenção para o celular. A foto era um lembrete marcante de quanto tempo fazia desde que tivera um pau de verdade em sua vida. Tempo demais. Tanto tempo que não conseguia admitir nem para as amigas mais próximas, embora elas soubessem que Diane havia se dedicado a construir uma boa vida para si mesma e para seu filho de dezoito anos, Ricky. Mas essa era a coisa mais chocante sobre a foto — era o pau de Ricky. Diane tinha aberto a mensagem imediatamente quando viu o número do filho aparecer nas notificações, e quando viu a selfie obscena que ele tirara do próprio pau, sentiu-se corar instantaneamente.

Era quase demais para a voluptuosa jovem mãe absorver tudo de uma vez. Ver um pau duro e nu no celular já era chocante o bastante. Depois, perceber que era do próprio filho e não conseguir desviar os olhos e simplesmente apagar a foto era ainda pior. No entanto, a parte mais chocante de todas era que ela não conseguia evitar admirar o quão grande e lindamente formado era o pau de seu filho de dezoito anos. Era o pau mais perfeito que Diane já tinha visto, mas ela sabia que nem deveria estar olhando para ele.

Tudo isso passou por sua mente em questão de segundos enquanto estava sentada à mesa esperando sua amiga, Elise, aparecer para o almoço. Mal tinha começado a se perguntar por que diabos o próprio filho lhe enviaria uma foto de seu pau lindamente excitado quando a mensagem dele chegou logo em seguida.

Meu Deus, mãe, desculpa! NÃO era pra você!

Agora fazia mais sentido, mas ela não conseguia imaginar para quem o filho estaria enviando uma foto do pau. Não achava que ele estivesse saindo com alguém no momento, e ele havia terminado com a última namorada há apenas duas semanas. Enquanto ficava sentada tentando pensar em como responder, na verdade se viu sentindo um pouco decepcionada. A ideia de Ricky querer que a mãe o visse daquele jeito lhe dava uma sensação estranha de calor e afeição. Também estava começando a deixar seus mamilos duros dentro dos sutiãs tamanho D.

A melhor coisa a fazer parecia ser apenas rir da situação e não dar muita importância. Ricky era um jovem adulto agora e podia compartilhar seu belo pau com quem escolhesse. Imaginou se ele riria também se ela dissesse que ele tinha um pau bonito.

Mas então Diane avistou Elise vindo em direção à mesa e rapidamente guardou o celular na bolsa antes que a amiga a pegasse encarando o pau excitado do próprio filho. A bela morena não sabia mais o que fazer.

"Você está se sentindo bem?" Elise perguntou, lançando um olhar curioso para a amiga enquanto se sentava do outro lado da mesa. "Nunca te vi tão corada."

O rosto de Diane estava quente enquanto tentava pensar em uma desculpa. "É — é só o calor," gaguejou. "Está simplesmente insuportável."

Elise lhe deu um olhar cético, obviamente não convencida, mas não insistiu no assunto até que pedissem o almoço e o celular de Diane ficasse vibrando com notificações de mensagens dentro da bolsa. Não era difícil supor que Ricky devia estar fora de si de vergonha e se perguntando por que a mãe não respondia. Ela sabia que não podia simplesmente deixar pra lá. Afinal, teria que encará-lo mais tarde quando chegasse em casa.

"Você não vai ao menos verificar suas mensagens?" Elise perguntou. "Alguém certamente quer sua atenção."

Então a amiga loira lançou um olhar malicioso. "Você conheceu alguém, não foi?" sondou. "Não é à toa que estava corando tanto."

Diane sentiu-se começar a corar de novo enquanto se preparava para negar, mas conhecendo Elise, ela não ia parar até que sua curiosidade fosse satisfeita.

"Ele acabou de te mandar algo safado, não foi?" a loira continuou insistindo.

"Claro que não," Diane disse debilmente.

"Ah, por favor, Di, você não pode enganar uma enganadora. Confie em mim, já passei por isso. Além do mais, estou com inveja. Queria eu ter alguém me mandando fotos de pau no meio do dia."

"Ele não mandou..."

A loira riu. "Eu sabia! Me deixa ver. Pelo menos posso viver indiretamente até essa seca passar."

A morena finalmente soltou um suspiro de rendição. "Não acredito que estou fazendo isso."

Diane puxou o celular da bolsa e reabriu o tópico de mensagens de seu filho obviamente excitado. A foto não mostrava nada além do pau dele, então Elise não saberia quem era e talvez deixasse pra lá. Havia mais alguns pedidos de desculpas em pânico de Ricky, mas sua mãe deslizou por eles até a foto. Vê-la novamente fez seu pulso acelerar. Salvou a imagem no álbum de fotos para que Elise não visse o nome dele quando a visse.

Diane abriu a foto do álbum e entregou o celular para a loira.

"Ai, meu Deus," Elise disse, erguendo uma sobrancelha enquanto estudava o pau impressionante. "Mas que putinha sortuda." Riu de novo e continuou olhando fixamente para a foto.

"Ah, por favor," Diane protestou. "Dificilmente sou uma putinha."

"Se um pau desses não te transformar em uma, então não há esperança para você."

Diane não conseguiu evitar rir junto com a amiga descarada. Tinha que admitir que Elise tinha razão. O pau de Ricky devia ser um dos maiores e mais bonitos que sua mãe já tinha visto. Mas não podia se permitir pensar assim. Podia?

"Hmmm," Elise disse pensativamente, ainda olhando fixamente para a foto, sem saber que estava vendo o pau do filho da própria amiga. "Ele parece bem jovem. Estou impressionada, no mínimo. Só consigo imaginar como essa coisa quente deve ser gostosa bombeando uma carga enorme dentro..."

"Tá bom, tá bom," Diane quase gritou, pegando o celular de volta da mão da amiga. Permitiu-se mais uma olhada no pau excitado do filho antes de enfiar o celular de volta na bolsa. "Somos ambas adultas inteligentes. Tenho certeza de que podemos encontrar outra coisa para conversar."

Elise soltou uma risadinha. "Claro, mas não seria nem de longe tão divertido."

Diane não conseguiu evitar uma risada breve e sentiu-se corar de novo. Já era ruim o suficiente não conseguir evitar pensar no que a outra mulher acabara de dizer sobre como seria a sensação do pau de Ricky bombeando seu esperma. Ela nunca admitiria a nenhuma das amigas, mas Diane sempre teve um gosto especial por esperma. Sempre adorou senti-lo e prová-lo, e nunca perdia a oportunidade de tomar uma boa e quente boca cheia. Por mais que a sensual morena amasse foder, fazer punhetas e boquetes sempre foram algo pelo qual ela tinha um fascínio especial.

A morena ficou ainda mais constrangida enquanto a loira a encarava com um olhar curioso.

"Você está fodendo um dos amigos do Ricky, não está?" Elise disse sem rodeios.

Mais uma vez, Diane sentiu o rosto corar com um calor vergonhoso. "Isso é ridículo!" insistiu, embora Elise não parecesse convencida. A loira apenas ficou sentada com um sorriso malicioso.

"Se você está atrás dos amigos dele," Elise continuou, "então talvez não se importe se eu for atrás do Ricky. Mmm, aquele garoto é um tesão."

Diane respirou fundo e forçou-se a se acalmar e deixar o rosto voltar a um tom normal. "Você não vai começar a dar em cima do meu filho," anunciou, lançando um olhar sério para a amiga.

Elise ergueu as mãos em rendição. "Tá bom, tá bom," sorriu maliciosamente. Mas Diane conhecia bem a amiga para perceber que ela ainda tinha paus jovens e duros na cabeça.

Pelo resto do almoço, por mais que a morena tentasse desviar a conversa da foto do pau no celular, não conseguia parar de pensar no órgão impressionante do filho.

Quando Diane voltou para o carro após o almoço, sua boceta estava quente e úmida. Elise só tinha piorado as coisas com um comentário sugestivo atrás do outro. Diane passou um longo tempo sentada no carro tentando pensar na maneira certa de responder à foto enviada por engano por Ricky. Tirou o celular de volta da bolsa e checou a série de 'meu Deus' e desculpas que o filho tinha enviado em pânico após a foto. Mas então não resistiu a deslizar de volta para a foto em si. Sentia-se tão orgulhosa do filho por ter um pau tão impressionantemente bonito. Era impossível não imaginar o quão quente e sólido o órgão de Ricky devia ser em seu estado totalmente excitado, ou como seria o gosto de seu pré-gozo escorrendo sobre sua língua.

Diane queria culpar a amiga sexualmente descarada por falar tanto sobre a ferramenta de Ricky, mesmo que ela não soubesse de quem era a foto. Se é que isso adiantava, só a fazia pensar ainda mais no assunto. Mas, quando admitiu a verdade para si mesma, seu choque inicial ao ver o pau duro como pedra do filho no celular rapidamente se transformou em uma fascinação amorosa antes mesmo de Elise se sentar com ela. Agora estava sentada no carro olhando fixamente para o pau de Ricky por nenhum outro motivo senão o fato de adorar olhar para ele.

O maior problema da mãe confusa era que, quanto mais olhava para aquela única foto, mais imaginava todas as maneiras que conhecia de agradar aquele pau maduro e viril. Viu-se imaginando como Ricky iria gemer e sugar profundas lufadas de ar enquanto sua amorosa mãe cuidava de suas intensas necessidades.

Ele finalmente parou de enviar mensagens apressadas de desculpas, e Diane percebeu que já deveria ter respondido algo há muito tempo. Não conseguia imaginar o que devia estar passando pela cabeça dele após perceber o que tinha feito. Não tinha ideia do que dizer, mas também não parecia certo simplesmente deixar pra lá. Cedo ou tarde, teria que ir para casa e encará-lo. Finalmente, digitou rapidamente uma mensagem tentando não pensar demais.

Tudo bem. Não é como se eu nunca tivesse visto um antes. Tenho certeza de que quem quer que fosse a pessoa para quem você realmente queria enviar isso ficará muito impressionada.

Talvez isso fosse o suficiente e pudesse ser o fim de toda a história. Mas, ao ligar o carro e começar a dirigir, sabia que nunca conseguiria tirar da cabeça a imagem do pau grande e excitado do filho. Sabia que deveria ter apagado a foto — aliás, o tópico inteiro de mensagens — mas não o fez. Sabia que acabaria olhando para ela de novo.

Quando chegou em casa, Diane ficou aliviada ao encontrar a casa vazia. Talvez Ricky tivesse saído para evitar ter que encará-la após seu erro embaraçoso. Eles teriam que se encarar mais cedo ou mais tarde, mas ela ficou contente por não ter que enfrentar nenhuma situação constrangedora no momento em que chegasse em casa. Uma coisa era enviar uma mensagem para o filho fingindo tratar o assunto com leveza, mas olhar nos olhos dele não ia ser tão fácil.

Ela subiu para o quarto e chutou os sapatos, depois tirou a blusa larga e removeu o sutiã, libertando seus peitos grandes e firmes. Passou alguns minutos apenas massageando seus orbes nus, até que os mamilos ficassem quentes e eretos. A imagem do pau impressionante do filho continuava passando por sua mente enquanto rolava e torcia seus botões entre as pontas dos dedos. Os comentários obscenos da amiga loira não paravam de ecoar em seu cérebro, até que se forçou a parar de brincar com os peitos.

Diane colocou a blusa de volta, sem nunca gostar de usar sutiã quando estava em casa, sem se preocupar em abotoá-la. Com a blusa totalmente aberta e leggings pretas, deitou-se na cama e pegou o celular. Contra seu melhor juízo, imediatamente abriu a foto do pau de Ricky e contemplou seu bastão delicioso na privacidade silenciosa do quarto. Sem Elise martelando comentários sugestivos, e ignorando a série apressada de desculpas do filho, simplesmente estudou a grande e madura ereção que cobria a tela do celular.

Sua blusa estava completamente aberta, deixando seus peitos cheios e pesados fáceis de alcançar e acariciar enquanto praticamente memorizava cada veia e sulco no pau do filho. Enquanto brincava com seus mamilos grossos e sensíveis, imaginou pegar aquele eixo quente na mão e esfregá-lo para frente e para trás sobre aqueles peitos macios e quentes. Ricky certamente suspiraria profundamente de prazer, sabendo que sua própria mãe tinha peitos maiores e mais bem torneados do que qualquer garota com quem ele saísse.

Com a casa inteira só para si, tudo estava perfeitamente silencioso e não parecia algo tão terrível imaginar passar a língua ao longo daquele eixo rígido e incandescente. A cabeça parecia tão grande que ela tinha certeza de que encheria sua boca sozinha, mas sabia que seu filho iria gemer e empurrar mais fundo, tomando mais do que sua amorosa mãe tinha para dar.

Diane riu baixinho, estudando o pau jovem e descaradamente exibido no celular enquanto imaginava entregar todo seu corpo e alma ao seu lindo filho, deixando-o se satisfazer da maneira que quisesse. Sua mão desceu dos peitos para dentro das leggings e por baixo da calcinha, seus dedos deslizando pelos lábios úmidos de sua boceta palpitante. Suas dobras rapidamente ficaram escorregadias enquanto as dedilhava, imaginando uma vida em que Ricky entraria em casa e simplesmente colocaria sua mãe sexy de joelhos, abrindo o zíper das calças e apresentando seu pau já inchado para ser chupado até que a recompensasse com uma boca cheia de esperma.

A curvilínea morena nunca havia se entregado a tais devaneios inomináveis antes. Eram apenas sonhos, afinal, então como poderia ser tão ruim? Enquanto enfiava um dedo em seu buraco melado, todo o seu corpo tremeu com deliciosos arrepios enquanto imaginava Ricky enfiando a mão em sua calcinha sempre que quisesse, onde quer que estivessem: como no meio de um filme no cinema, ou debaixo da mesa em um restaurante.

A boceta de Diane continuava ficando cada vez mais molhada, seus fluidos se espalhando por toda a calcinha e leggings enquanto enfiava um segundo dedo na fenda e começava a se foder enquanto olhava ansiosamente para o pau delicioso de Ricky. Com suas depilações regulares e hidratação, sabia que seu filho iria adorar como sua boceta seria lisa e macia. Imaginou que fossem os dedos dele agora bombeando em seu buraco e se curvando em seu ponto G, levando seu corpo a um estado contorcido de necessidade deliciosa.

Em sua mente, podia ouvir seus gemidos roucos e o viu puxar os dedos para fora e substituí-los por seu pau grosso e pulsante. Começou a gozar, sentindo estremecimentos deliciosos pelo corpo enquanto imaginava a sensação de seu pênis quente enfiando com força e vigor no buraco de foda acolhedor de sua mãe.

Diane ficou sem fôlego após seu devaneio safado e sua dedada. Puxou os dedos para fora das leggings e chupou o mel ácido de foda deles. Fazia tanto tempo desde que alguém provara aquele doce petisco, e não conseguia evitar imaginar como Ricky iria saborear o néctar orvalhado de sua mãe.

Depois de limpar os dedos com a boca, Diane fechou os olhos e começou a cochilar.

*

Ricky avistou o carro da mãe na garagem quando voltou do parque. Tinha ficado lá o máximo que pôde, arremessando cestas sozinho quando não conseguia falar com nenhum dos amigos. Quase tinha tirado da cabeça o fato de ter enviado aquela foto do pau para o celular da mãe, mas a caminhada de volta para casa só trouxe tudo de volta à mente. Quando viu o carro dela, soube que finalmente teria que encará-la, sabendo que ela tinha dado uma boa olhada em seu pau totalmente excitado.

Provavelmente não seria tão ruim quanto pensou a princípio, já que ela havia tratado o assunto como se não fosse nada demais. Só queria que ela não tivesse demorado tanto para responder. Devia ter passado mais de uma hora que ele passara se perguntando se ela iria surtar ou ficar completamente enojada. Ficou tão aliviado quando ela não ficou. Ela até disse que o pau dele era impressionante. Isso só lhe deu outra ereção. Ricky adorou saber que sua mãe achava que ele tinha um pau bonito.

Com seu corpo lindamente curvilíneo e uma aparência jovem e bonita, Diane era de longe a mais gostosa de todas as mulheres do seu círculo de amizades. Ele queria esquecer que ela era sua mãe toda vez que ela usava algo que exibia seu decote profundo e suave e sua bunda firme e redonda. Não tinha como um cara saudável e tarado como Ricky viver sob o mesmo teto que uma mulher tão gostosa quanto sua mãe e não estar completamente consciente dela como mulher.

Diane tinha muitas amigas de ótima aparência. Como a maioria das pessoas, ela convivia com outras com quem tinha mais em comum. Consequentemente, as amigas de Diane eram em sua maioria outras mães solteiras que gostavam de almoçar ou jantar nos mesmos lugares e iam juntas à academia para manterem umas às outras motivadas a malhar. O bonito e musculoso rapaz de dezoito anos já tinha perdido as contas de quantas vezes bateu punheta fantasiando com as amigas gostosas da mãe, especialmente a Elise.

Ricky e Elise estavam flertando bem pesado ultimamente, e era exatamente por isso que ele tinha a intenção de mandar aquela foto do pau para o celular da loira, e não para o da própria mãe. Mas depois que percebeu o erro, ele não fez isso. Era difícil se concentrar em qualquer outra coisa depois de perceber que sua mãe tinha dado uma olhada inesperada no pau duro do filho.

A casa estava silenciosa quando Ricky entrou. Ele rapidamente percebeu que sua mãe provavelmente estava no andar de cima depois de uma rápida passada pela cozinha e pela sala. Suado de tanto arremessar basquete, decidiu subir e tomar um banho antes de ter que encarar a mãe. Pelo menos ela não parecia estar brava.

Quando subiu, a encontrou dormindo na cama, com a porta do quarto escancarada. A blusa dela estava completamente aberta, deixando seus peitões totalmente expostos. Eles eram ainda mais incríveis do que qualquer coisa que Ricky tinha imaginado antes, e ele não resistiu a ficar parado na porta do quarto da mãe olhando fixamente para os seios nus dela.

As coxas dela estavam abertas de qualquer jeito, mostrando o formato delicioso do monte pubiano dentro das leggings apertadas. Havia uma mancha reveladora de umidade na virilha, e Ricky também viu o celular dela largado na cama ao seu lado. Ele ficou pensando se ela estava olhando o pau dele antes de cair no sono. E por que ela tiraria uma soneca com a porta aberta e os peitos deliciosos expostos daquele jeito? A única explicação razoável era que sua mãe devia estar brincando consigo mesma antes de dormir.

Silenciosamente, ele se arriscou a dar alguns passos para dentro do quarto, ousando se aproximar da cama da mãe onde poderia olhar para baixo e admirar aqueles peitos magníficos de um ângulo melhor. Ele gostava de pensar que ela estivera olhando o pau dele antes de dormir. Por que outro motivo o celular estaria tão perto? Será que ela poderia até estar esfregando a boceta enquanto olhava? Era uma ideia maluca, mas não tão maluca a ponto de o pau do jovem não reagir. Ele esfregou o pau que crescia rapidamente por cima do shorts enquanto olhava para sua mãe seminua.

Os peitos de Diane eram facilmente os mais lindos que ele já vira. Ele morria de vontade de tocá-los, mas a última coisa que queria era que sua mãe acordasse com o choque de ter os seios apalpados pelo próprio filho.

Ricky não estava namorando firme com ninguém no momento, mas tinha um relacionamento casual com umas garotas da sua idade que estavam perfeitamente ansiosas e dispostas a cuidar do seu pau grande e grosso. E também tinha o jeito como Elise andava flertando tanto com ele ultimamente. Ele sempre achou a amiga loira da sua mãe uma gostosa, e tinha certeza de que as coisas estavam indo na direção certa com ela. Mas havia algo diferente na sua mãe. Algo especial. Ela era a única mulher que tinha dedicado a vida inteira a ele. Ela o amava de um jeito que ninguém mais jamais o amaria, e era assim que ele também se sentia por ela.

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