Ninguém Vai Ver
— Argh, como diabos eu deixei você me convencer a fazer isso? — Zack gemeu, se ajeitando na cama.
— É porque sou sua mãe e você me ama.
A resposta dele foi mais um gemido do que palavras. Alisha passou a perna por cima dele, montando em sua cintura na cama. Começou devagar e suave, os dedos deslizando sobre a pele quente e nua dele. Seus dedos percorreram as saliências dos músculos até encontrar o que procurava. Pegou o tubo sobre a mesa e espremeu um pouco nos dedos. Estava frio, ela segurou na mão por um instante, esperando aquecer, mas não adiantou muito.
Ele gemeu de novo quando o creme frio o tocou. — Não se preocupe, vai esquentar num segundo. — murmurou ela. Passou os dedos sobre a faixa de músculo, devagar e suave no começo, e depois gradualmente com mais força. Usou as duas mãos em conjunto e ele gemeu outra vez, agora um som de prazer.
— Viu? Isso é melhor, não é?
— É, está uma delícia, — suspirou ele. Ela continuou com pressão constante, deixando os dedos se espalharem e deslizarem até sentir a tensão diminuir. Ele suspirou e afundou na cama macia, e ela sorriu.
— Pronto, muito melhor. — elogiou, mas não parou; em vez disso, deslizou as mãos para cima, tateando suavemente em busca de mais nós. Os ombros dele estavam tensos e ela trabalhou cada um até não sentir mais a rigidez.
— Nossa, eu tinha esquecido como você é boa nisso. — Zack gemeu no colchão.
— Não sei por quê. Foi assim que eu nos sustentei a maior parte da sua vida.
— Eu sei, só que eu não precisava tanto quando era criança, — murmurou ele.
— Sim, é verdade. Você tem trabalhado muito esses músculos. Teve sorte de ser só uma distensão; isso eu posso consertar.
Zack suspirou de novo e ela começou a descer pelas costas dele.
— Acho que você não devia mais dormir no chão, é muito duro para as suas costas.
— Eu não caibo no sofá, — murmurou ele. Ela sabia que ele era alto demais para o pequeno sofá de dois lugares da cabana.
— Eu sei, podemos dividir a cama até terminarmos outra cabana. É grande o suficiente.
A única resposta dele foi outro gemido. Alisha deixou a mente vagar enquanto liberava toda a tensão dos músculos das costas largas do filho. Ele estava ali ajudando havia duas semanas. Ela estava restaurando várias cabanas de caça que o pai lhe deixara e, na verdade, precisava mesmo da ajuda, mas não era por isso que ele estava ali, ela sabia. Conhecia bem o olhar de quem está fugindo de um término ruim. Já passara por isso muitas vezes.
— Eu realmente agradeço toda a sua ajuda.
— Eu sei.
— Eu nunca conseguiria deixar tudo pronto a tempo para a temporada de caça sem você.
— Claro que conseguiria.
— Não, não conseguiria, — ela riu.
— Mãe?
— Hmm?
— Por que você está me amaciando?
— Não estou amaciando você para nada, — ela riu. — Só estou curiosa sobre o que aconteceu com a Trish. O que fez você vir para cá?
Ele soltou um suspiro muito mais profundo que os anteriores. — Nós terminamos.
— Isso eu já imaginei, o que aconteceu?
— Hum, é meio que uma longa história.
— Não tenho para onde ir. — Ela continuou deslizando os dedos pelos músculos e pôde literalmente sentir ele ceder.
— Nós, hum... tínhamos um relacionamento aberto.
— Tudo bem.
Ele hesitou e ela apenas continuou a massagem. — Isso não surpreende você? Ou... incomoda?
— Não, — ela riu. — Deveria? Não sou puritana, querido, ainda sou um ser humano, ainda uma mulher no auge, aliás.
— Certo, — ele riu.
— Então, você não queria um relacionamento aberto?
— Não, eu queria, era... bom. Tinha... Meu Deus, não acredito que estou contando isso para a minha mãe.
— Não pense em mim como sua mãe, pense em mim como sua terapeuta.
— Você era fisioterapeuta, não do tipo para quem as pessoas desabafam! — ele bufou, e ela riu.
— Você ficaria surpreso com algumas coisas que as pessoas me contam. Enfim, continue.
— Tem muitas... coisas... que eu curto e que não são exatamente convencionais. Por isso tínhamos um relacionamento aberto, para eu poder... explorar um pouco.
— Parece muito saudável.
Ele bufou, mas continuou: — No geral, eu achava que ajudava, mas aí...
— Aí...?
— Ela decidiu que não queria mais um relacionamento aberto e, mais importante, não queria um relacionamento comigo. Agora está com um cara que nós... bem, resumindo, ela está com outra pessoa.
— Sinto muito.
— É, é o que é. Era estranho eu continuar lá. Naquele meio, as mesmas pessoas. Então achei que um pouco de distância seria bom.
— Então você acha que é disso que precisa agora? Um relacionamento aberto?
— Não, talvez, não sei. Não sei do que preciso. Acho que vou saber quando encontrar.
— Sim, provavelmente é verdade. Como está se sentindo aqui? — Ele ergueu o peito da cama e se torceu um pouco. E ela se levantou sobre os joelhos.
— Está bem gostoso. — Ele se virou completamente, girando no lugar na cama. Ela ainda estava sobre ele, e ele olhou para cima. Ela já tinha tomado banho, então estava de short de pijama e regata. Ele percebeu que ela não usava sutiã quando notou os mamilos marcando o tecido fino.
— E que tal desse lado? — Ele estava brincando, mas ela sorriu e se inclinou sobre ele. Pegou o tubo de loção na cama e espremeu um pouco na mão. Esfregou entre as palmas e se inclinou sobre ele de novo. Espalhou o creme frio no peito dele e começou a trabalhar os músculos só do lado esquerdo.
Aquilo era uma péssima ideia. Ele nem falara sério, mas agora não tinha força de vontade para pará-la. Já estava meio duro enquanto ela massageava suas costas, mas agora podia vê-la, podia ver os seios empinados balançando sob a camiseta enquanto ela o tocava. Ela não parecia uma mulher de quarenta e poucos anos. Parecia muito melhor que a maioria das de trinta. Sempre fora magra e definida, e ele sabia que todo o trabalho que ela vinha fazendo nas cabanas certamente ajudava o físico.
O longo cabelo ruivo estava enrolado num coque bagunçado no topo da cabeça, e claro, ela não usava maquiagem, mas não precisava. Ele conseguia imaginar como ela ficaria cavalgando nele, com a cabeça jogada para trás enquanto ele atingia cada ponto sensível dentro dela. Sem pensar, ele agarrou as coxas dela; seu pau inchou e ele fechou os olhos. Vestira moletom depois do banho e agora quase podia sentir o calor doce dela através do tecido. Ela desceu um pouco mais, e as mãos dele em suas coxas a puxaram ainda mais para baixo. Ele podia sentir. Não quente, porque tinha tecido demais, mas podia sentir o calor. Ela balançava para frente e para trás enquanto massageava o peito dele, e ele mal conseguia evitar de subir contra ela. Estava duro como pedra agora. Seria tão fácil abaixar o moletom. Afastar o short fino dela para o lado. Ele poderia estar dentro dela em menos de dez segundos. Dentro da sua... mãe. Seus olhos se abriram de repente e ele a viu olhando para ele. Ela imediatamente se mexeu, forçando-o a soltar suas coxas.
— Pronto, — a voz dela soou um pouco aguda demais, — Isso deve ajudar. Esse músculo deve estar novo amanhã.
— Obrigado. — Ele a observou andar até a pequena cozinha da cabana de um cômodo só. Ela estava claramente agitada, e ele se sentiu péssimo.
— Mãe, desculpe por...
— Não se preocupe com isso. É perfeitamente natural. Acontece o tempo todo. — Ela riu, mas não olhou para ele. Ele se sentou na beira da cama.
— Posso fazer um chocolate quente para você? — Era o vício secreto dela e uma tentativa tola de desculpa.
— Na verdade, acho que vou dormir. — Ela olhou para ele rapidamente antes de entrar no banheiro. Quando saiu, deslizou para o lado oposto da cama e puxou o lençol e o cobertor para cima.
Zack apagou a luz e se deitou. O ar estava carregado, a tensão irradiava no espaço entre eles. Seu próprio corpo guardava um tipo diferente de tensão. Mesmo que seu pau tivesse amolecido, a excitação permanecia. O fato de ser sua mãe deveria tornar fácil abandonar a ideia, mas parecia que era exatamente isso que a tornava ainda mais intrigante. A mãe dele, não tinha nada mais proibido que isso. Já era o suficiente para deixá-lo duro por si só, mas acrescente que ela era bem gostosa e tinha um ar definido de coroa fogosa... é, o pau dele estava duro de novo.
Ele se perguntou se poderia pegar no próprio pau; ela saberia? Ela sentiria? Ela ajudaria? Ele fechou os olhos com força, tentando bloquear a fantasia, mas ela não o largava.
— Quanto tempo faz? — Ele sussurrou na escuridão.
— Quanto tempo faz o quê?
— Como você disse, você é uma mulher no auge, quanto tempo faz?
Ele ouviu a respiração dela prender e não tinha certeza se ela responderia. — Tempo demais, — ela sussurrou por fim.
Zack rolou para o lado; ela estava de costas para ele, e ele não resistiu. Já estivera com muitas mulheres, e até alguns homens, mas nunca estivera tão excitado. Nunca sentira uma excitação tão aguda. Ele tocou a coxa nua dela, arrastando os dedos para cima e para baixo.
— Zack, — Ele ouviu um aviso familiar no tom dela, e seu pau pulsou.
— Hmm? — Ele desceu a mão, fazendo os dedos percorrerem a linha onde as pernas dela estavam juntas.
— Zack, — ela sussurrou, — Pare, não podemos.
Ele podia sentir os arrepios surgindo nas pernas macias dela; fechou o espaço restante entre eles, colando-se às costas dela. — Por que não podemos?
— Porque você é meu filho, — ela disse, exasperada.
— Sou adulto, somos dois adultos consentindo. — Ele pressionou o pau contra a bunda dela e sentiu-a estremecer.
— Eu pareço seu filho? — Ele pressionou os lábios no pescoço dela, e ela suspirou.
— Não.
Ele não precisou de mais convite que isso; subiu a mão, deslizando-a sob a barra da regata dela. Segurou o seio, apertando um pouco; era muito mais firme do que esperava, e quando rolou o mamilo entre os dedos, sentiu-a arfar.
— Eu não sou seu filho no escuro, no escuro eu sou só um homem, um homem que pode cuidar dessa vontade entre as suas pernas.
Alisha fechou os olhos com força e se agarrou a esse pensamento. Ele era só um homem, um homem a tocando de maneiras que ela não era tocada há muito tempo. A mão dele desceu mais, e ela não fez movimento para pará-lo. Ele deslizou os dedos sob o cós do short e da calcinha dela. Ela devia mandá-lo parar de novo. Devia exigir que ele parasse. Ela era a mãe, devia ser a responsável. Mas então os dedos longos e calejados dele separaram os lábios dela. A respiração dela prendeu enquanto ele deslizava suavemente mais fundo. Era tão diferente dos próprios dedos dela. Tão melhor. Ele circulou o clitóris, e a respiração que ela segurava escapou. O dedo áspero dele passou sobre o ponto sensível, e ela pressionou as costas contra ele. Não via o pau dele havia anos, mas a julgar pela sensação contra sua bunda, tinha ficado muito bem.
— Isso, está gostoso, né? — A voz grave dele no ouvido dela era quase tão erótica quanto a sensação dos dedos.
— Sim, — ela gemeu, e ele a recompensou com outra passada sobre o clitóris. Ele curvou os dedos, penetrando-a e pressionando-a contra seu pau no mesmo movimento. Ela gemeu, agarrando o antebraço dele e abrindo as pernas. Ele a dedilhava, esfregando a base da mão contra o clitóris dela. Ela girava os quadris, se esfregando descaradamente nele, e ele sorriu.
Ela estava tão excitada quanto ele; tentara fingir que não, mas agora não dava para negar. Ele podia sentir o creme escorregadio dela. Podia sentir como ela pressionava contra ele. Ela queria aquilo tanto quanto ele. Ele abandonou qualquer fingimento de sedução e se sentou. Tirou o short e a calcinha dela e os jogou no chão, seguidos pela regata. Não conseguia ver muito no escuro, mas isso não importava porque podia sentir. Chutou o próprio moletom e se moveu sobre ela. Ele a pressionou contra o colchão macio porque amava a sensação. Ela era tão menor que ele; até aquele momento, ele nunca percebera o quanto.
Ele tomou os seios dela nas mãos e apertou até ela gemer. Então chupou primeiro um mamilo e depois o outro. Suave, depois forte. A mão dela agarrou o cabelo dele com força, e ele chupou mais forte.
— Me diz como você gosta, forte ou suave, rápido ou devagar.
— Eu gosto de tudo. — Ela gemeu. — Tudo, qualquer coisa, estou doida de vontade! — Ela ofegou, e ele sorriu. Definitivamente fazia um bom tempo; ela estava quase desesperada. Ele desceu, e ela soltou o cabelo dele; ele abriu as pernas dela e a lambeu numa lambida longa e agonizantemente lenta.
— Oh, — ela arfou, empurrando-se contra a boca dele. Ele chupou o clitóris, enfiando dois dedos de volta mais forte e rápido até ela gozar intensamente, erguendo os quadris da cama.
— Meu Deus, — ela ofegou. As pernas tremiam, e ela afundou de volta. — Isso foi... — ela olhou para cima, e agora que a excitação tinha sido um pouco aliviada, ele pôde ver o constrangimento nas bochechas coradas dela.
— Vem cá. — Ele voltou a subir na cama, e ela o conduziu para que ficasse de costas. Ela segurou o pau dele na mão e olhou nos olhos dele. Ele a observou; ela sustentou o olhar enquanto passava a língua ao redor da coroa do pau. Chupou a cabeça, massageando com a língua antes de abocanhar o tronco todo. Ela o engoliu tão fundo que ele soube que estava tocando a garganta dela. Ele gemeu de prazer, e ela engoliu. Ele nunca sentira nada igual. Não tinha ideia de como ela não se engasgava, e não se importava. Fechou os olhos e imediatamente os abriu de novo. Ver que realmente era a boca da sua mãe no seu pau adicionava um nível de excitação, e ele não queria perder um segundo.
— Isso é tão bom. — Ele enterrou as mãos no cabelo dela e lutou contra a vontade de gozar. Podia sentir crescendo, mas não ia se deixar levar. Não na boca dela. Ele sabia que era o que ela estava fazendo. Sabia que ela estava racionalizando na cabeça que não era tão grave se fosse só sexo oral. Mas ele queria mais. Queria foder ela, e sabia que não ficaria satisfeito se não fizesse. Ele puxou o cabelo dela para trás, impedindo-a de se mover, mas ela não o soltou. Olhou para ele, os olhos arregalados, mas a boca ainda apertada em volta do pau dele.
— Você vai cavalgar em mim, — ele sussurrou. — Vai ser tão gostoso que você vai esquecer que acha isso errado. — Ela suspirou e o soltou, deixando o pau deslizar lentamente sobre a língua.
— Porra, você é boa nisso. Da próxima vez gozo na sua boca.
— Zack... — ele pressionou os lábios nos dela, cortando o que ela ia dizer, porque sabia que não queria ouvir. Ele enfiou a língua na boca dela, enroscando com a dela, lambendo e provocando até ela estar retribuindo o beijo com o mesmo entusiasmo. Ele soltou a boca dela para voltar aos seios. Chupou um mamilo e rolou o outro, depois trocou.
Alisha agarrou a cabeça dele, segurando-se enquanto ele a dava prazer; não se lembrava de alguém ter tratado seus seios do jeito que ele fazia. Ele apertava e acariciava o seio inteiro, não só o mamilo. Embora certamente não negligenciasse o mamilo. Ele chupava e mordiscava até ela pensar que poderia gozar só com aquilo. Então ele rolou de costas, e ela estava mais do que disposta a experimentá-lo.
Mais uma vez ela montou nele na cama. Posicionou o pau dele e então desceu devagar. Ele era grande o bastante para ela sentir uma ardência leve enquanto se abria para acomodá-lo. O corpo dela resistiu por um instante, e então ele entrou com um leve estalo. Sem mais nada impedindo, ele deslizou fundo, e ela gemeu. Ele a puxou pelos quadris, forçando o resto do pau a entrar, e ela gemeu de novo.
— Isso, essa é a minha garota, está gostoso, né? Tão cheia que você sente em todo canto. Para mim também está gostoso. Nunca imaginei que foder minha mãe fosse me dar tanto tesão.
— Ai, meu Deus, Zack, não! — Ela tapou os ouvidos, mas ele só riu e passou o polegar sobre o clitóris dela. Ele sentiu os músculos internos dela se contraírem ao redor.
"É isso, você sabe que quer." Ela tentou fingir que não, mas seu corpo a traiu enquanto começava a se mexer. Ela subia e descia devagar no começo, tomando-o até o fundo, mas ele sincronizava as carícias no clitóris dela com os movimentos dela, então ela rapidamente acelerou o ritmo. Entre a penetração profunda e o que ele fazia no clitóris dela, ela gozou rápido e com força. Zack a puxou para o peito e então rolou os dois para que ela ficasse embaixo dele. Quando ele começou a controlar as estocadas, elas eram duras e profundas, e ela não conseguia parar de implorar por mais. Quando ela teve convulsões de novo, ele gozou com ela, enchendo a boceta dela com tanto esperma que ela sentia quando ele se mexia.
Ele não saiu de cima dela por um bom tempo e, quando finalmente saiu, rolou de costas levando-a com ele.
"Acho que aquele músculo distendido nas costas melhorou." Ela disse porque não sabia o que mais dizer.
"Melhorou. Obrigado." Ela começou a se mexer, mas ele a segurou. "Não se mexa, você está uma delícia aí mesmo."
Ela suspirou e relaxou de volta sobre ele. Sabia que precisava dizer algo. Dar uma desculpa, decretar que isso nunca mais aconteceria, algo assim, mas simplesmente não conseguiu. Fazia tempo demais, tempo demais desde que tivera um sexo tão bom, tempo demais desde que fora abraçada por um par de braços fortes, definitivamente tempo demais desde que se sentira tão bem como agora. Então ela não se mexeu. Não disse nada, apenas fechou os olhos.
Zack ficou acordado muito depois que a mãe adormeceu. Depois que ela saiu de cima dele e ele cobriu o corpo ainda nu dela com o cobertor. Ele se aninhou atrás dela, deixando o pau se aninhar contra a boceta ainda molhada. Ele ainda a desejava. Não estava duro e a excitação não martelava no cérebro, mas ainda a queria.
Era estranho quando pensava bem. Praticamente tinham sido só os dois a vida inteira. O pai dele vazou quando ele era novo demais para lembrar e, embora a mãe tivesse saído com alguém, nunca ficava com ninguém por muito tempo. Em nenhum momento ele sentira algo sexual por ela. Nem nos anos de adolescência tarado. Agora, de repente, não se cansava.
Estava prestes a fazer vinte e cinco anos. Trabalhava na construção desde os quinze, então o corpo era sólido e construído por anos de trabalho pesado. Era alto e bonito. Nunca tivera dificuldade para transar. Quando queria, conseguia. Embora normalmente não fosse tão satisfatório. Encontrara satisfação com múltiplas parceiras quando havia muito fetiche envolvido. Mas isso... isso fora bem baunilha e parecera incrível. A única diferença era ela. O tabu de foder a própria mãe bastara para fazê-lo gozar tão forte? Tinha que ser. Era tão distorcido que o excitava perfeitamente. Até a vergonha e o embaraço dela o tinham excitado. Não deixara de notar o quanto ela também gozara forte. Ela parecia gostar quando ele mandava nela. Aquilo era uma inversão de papéis interessante. Talvez isso funcionasse para os dois. Ele sabia de uma coisa: não tinha terminado de descobrir o que mais os excitava. Estavam longe da cidade mais próxima. Só os dois trabalhando naquelas cabanas. Ninguém veria nada!
Alisha tentou rolar, mas encontrou uma parede sólida. Piscou tentando clarear a névoa do sono dos olhos e a parede se mexeu. Era uma parede sólida de peito bronzeado sem pelos e abdominais esculpidos. Seu estômago deu um nó e ela fechou os olhos com força. Nunca tivera muito autocontrole e, depois do despertar que tivera na noite anterior, seria quase impossível controlar a libido. Eu deveria ser fácil, era o filho dela. O problema era que ele não era mais um garoto. Na verdade, ele nunca agira muito como um garoto, mas agora... agora era um homem adulto. Um homem com muita experiência e habilidades. Ele mencionara que gostava de muitas coisas que não eram convencionais. O fato de ter herdado as inclinações pervertidas dela não o tornava mais fácil de resistir.
Ela se afastou do corpo dele, tentador demais, mas ele a pegou antes que se movesse muito. O braço dele deslizou pela cintura dela.
"Aonde você vai?" A voz dele estava rouca de sono e lhe causou arrepios na espinha.
"Eu estava... hum... banho."
A mão dele deslizou mais para baixo, sobre a bunda ainda nua dela, e a puxou para mais perto. Ela sentia o pau dele totalmente ereto entre eles e a boceta palpitou. A mão áspera dele deslizou suavemente para cima e para baixo na bunda dela. A carícia não era particularmente erótica, mas só de saber que era a mão de Zack o coração dela disparou. Ela hesitou só por mais um segundo antes de estender a mão e tocá-lo. Deslizou as mãos sobre os peitorais dele e para baixo. Ele era duro, a pele firme ao toque. Os abdominais eram tão sólidos e definidos quanto o resto, mas era o que ela estava buscando. O pau dele era duro e quente, a pele macia e flexível.