Minha Irmã Vem Morar Conosco
Meu marido Dave e eu estávamos em casa quando minha irmã Tina ligou.
— Bom, vendemos a casa — ela disse.
— Sinto muito — respondi. — Sei que foi difícil para você.
Minha irmã tinha 26 anos, seis anos mais nova que eu. Ela acabara de passar por um divórcio bem complicado. Tiveram que vender a casa como parte do acordo. Ela amava a casa e queria comprar a parte do ex, mas por várias razões não deu certo. Agora estava vendida.
Ela chorou ao telefone. Tinha economizado como louca quando era mais nova para dar a entrada. Sabia que queria uma casa o mais rápido possível. Era determinada e se esforçou muito para economizar.
Ela havia investido muito suor na casa. Reformou a cozinha e o banheiro quase sozinha. Meu marido ajudou com algumas coisas mais pesadas. Ela arrancou o carpete e revitalizou o piso de madeira. O marido dela esteve ausente na maior parte do processo. Trabalhava até tarde e nos fins de semana.
Ela tinha noventa dias restantes na casa.
— E agora? — perguntei.
— Bom, não tenho certeza. Acho que não consigo comprar uma casa nova sozinha — ela disse com voz triste. — Acho melhor eu encontrar um apartamento rápido.
Conversamos mais um pouco. Disse a ela para ligar a qualquer hora, e desligamos.
Meu marido percebeu que algo estava errado pela expressão no meu rosto quando voltei.
— O que foi? — ele perguntou.
— Ela vendeu a casa — contei.
Ele já sabia de toda a história. Dave e eu somos muito próximos e compartilho tudo com ele.
Ele desligou a TV. Sabia que eu queria conversar.
— E agora? — ele perguntou.
— Ela não tem certeza — respondi. — Provavelmente vai procurar um apartamento.
Ele se solidarizou. Sabia o quanto ela queria estar em uma casa. Conversamos sobre isso por um tempo.
Então ele disse: — Ela nunca vai conseguir comprar uma casa nova se estiver pagando aluguel.
— Eu sei — respondi. — Ela também sabe. Acho que é por isso que está tão difícil.
— Bem — ele disse. — Ela poderia ficar com a gente.
Eu olhei para ele. Todos os motivos pelos quais eu o amava vieram à mente. Isso acontecia muito, ele era muito bom para mim. Trabalhava duro para me dar a vida que eu queria. Era bom com a minha família, sempre fazia tarefas domésticas sem que eu pedisse, quando eu tinha um dia ruim no trabalho ele estava sempre lá. Nosso casamento era maravilhoso.
— Você acha? — questionei.
— Claro, temos bastante espaço. Ela e eu nos damos super bem — ele respondeu.
Realmente tínhamos bastante espaço. 3100 pés quadrados, cinco quartos. Estávamos planejando começar uma família em breve e compramos uma casa que nos comportasse.
— É por isso que você ganha boquetes quando quiser — brinquei. Era nossa piadinha interna. Algo que eu dizia sempre que ele fazia algo legal. Eu dizia muito.
Na verdade, era verdade. Ele era um marido incrível, além disso, eu o achava sexy demais. Se ele quisesse um boquete, eu não conseguia me ajoelhar rápido o bastante. Adorava ter o pau dele na boca. Além disso, ele era um amante maravilhoso. Eu faria qualquer coisa que ele pedisse sexualmente.
— Ela poderia me ajudar a reformar a casa, afinal, ela me deve — ele brincou. — Você acha que conseguiria morar com ela?
Pensei. Minha irmã era mais nova que eu. Era nova o suficiente para nunca termos estudado juntas ou competido por amigos. Sempre nos demos super bem. Conforme envelhecemos, ela se tornou minha melhor amiga. Fomos madrinhas de casamento uma da outra. Compartilhávamos amigos e praticamente todo o resto.
— Claro — respondi.
— Bom, todos os meus amigos vão ficar com inveja — ele disse. — Eu poderia morar com duas mulheres tão bonitas.
Pensei. Aos 32 anos eu me mantinha em forma. Tinha 1,68 m, 59 kg, com cabelo loiro até abaixo das omoplatas. Minha irmã era uma versão mais nova de mim. Trocávamos de roupa facilmente e éramos frequentemente confundidas por pessoas que não nos conheciam bem.
— Bem, coitado de você — ri. Então o beijei.
— Que tal um daqueles boquetes agora? — sussurrei.
— Quem poderia recusar? — ele respondeu enquanto eu deslizava de joelhos.
Era tarde da noite, então nós dois já tínhamos vestido roupa de dormir. Ele estava de shorts de ginástica e camiseta. Puxei o shorts dele para baixo para expor o pau. Já estava semi ereto.
— Mmmmm — disse, segurando-o nas mãos.
Admirei por um momento. Ele tinha um pau ótimo. Com uns 20 cm, era quase grande demais. Era grosso, grosso como um tubo de rolo de papel toalha. A cabeça era um pouco mais grossa. Eu amava o pau dele. Levei-o à boca.
Deus, como era bom. Adorava como ele ficava mais duro conforme eu chupava. Havia uma gota de pré-gozo na ponta. Lambi. Minha boca subia e descia no pau dele. Não conseguia colocá-lo todo na boca, então minhas mãos o envolviam e eu o masturbava enquanto chupava.
Parei por um instante. Eu estava de camiseta e calcinha. Puxei a camiseta pela cabeça e joguei de lado. Ele amava meus seios. 36c e firmes. Queria que ele os visse. Então abaixei a boca de volta ao pau dele.
Ele afastou meu cabelo para trás dos ombros. Adorava me ver. Encontrei os olhos dele e tirei a boca do pau.
— Gostando da vista? — provoquei, e lambi a ponta.
— Você é linda — ele respondeu.
Voltei a chupar o pau dele.
Ele estendeu a mão para mim. Como um boquete muitas vezes é preliminar do sexo, tenho certeza de que ele pensou que íamos nessa direção.
— Não — eu disse. — Isso é todo sobre você — e abaixei a cabeça de volta ao pau dele.
Minha mão continuou a acariciar o pau dele.
— Onde você quer gozar? — eu disse. Voltei a chupar.
— Na minha boca? — voltei a chupar.
— No meu rosto? — voltei a chupar.
— Nos meus seios? Onde você quiser — eu disse.
Puxei meu cabelo para frente e o enrolei no pau dele. Acertei o pau com meu cabelo.
— No meu cabelo? — sorri, e novamente tomei a ponta na boca.
Eu adorava ser safada e falar sujo e, embora na maioria das vezes nosso sexo seja amoroso e lento, às vezes eu só queria foder.
Senti o pau dele começar a inchar.
— Não? Eu escolho — eu disse. Puxei o cabelo para trás, endireitei as costas e empinei os seios. — Goza em mim, amor. — Continuei a acariciar o pau dele.
Ele começou a gozar. Mirei o pau dele na minha boca aberta. O primeiro jato de porra me acertou no queixo e na boca. O seguinte no rosto. Conforme ele continuava a gozar, foi parar em todo o meu rosto, pescoço e seios.
— Mmmm — gemi enquanto tirava as últimas gotas. Novamente tomei o pau dele na boca para provar o gosto. Engoli as últimas gotas.
Sentei nos calcanhares. Peguei um pouco nos dedos e os lambi.
— Deus, eu amo sua porra — eu disse. Comecei a esfregar a porra dele nos meus seios.
Ele simplesmente disse: — Eu te amo.
Depois que a porra começou a secar, eu disse: — Bem, melhor eu ir tomar banho. — Enquanto saía do quarto, empurrei a calcinha para baixo, saí dela e a deixei no chão.
Entrei no banho e senti a água quente lavar a porra de mim. Pensei em Dave e como ele era gostoso. Meus dedos deslizaram para a minha boceta. Eu já estava excitada e molhada por ter feito o boquete no Dave. Quase assim que toquei na boceta, gozei. Foi bom.
A porta do boxe se abriu e Dave entrou no banho.
— Foi bom? — ele riu. Ele obviamente tinha me visto gozar.
— Não tão bom quanto seu pau — ronronei.
Ele me tomou nos braços e me beijou. Forte e longo. Meu corpo estava sentindo o calor. Pude sentir meus seios apertados contra o peito dele. Meus mamilos estavam duros. A mão dele deslizou para minha boceta. Ele começou a esfregar meu clitóris. Gemi.
Ele enfiou dois dedos na minha boceta. Gozei. Continuamos a nos beijar.
Minha mão deslizou e envolveu o pau dele. Estava duro como pedra. — Mmmmmm — gemi.
Ele então me virou. Coloquei as mãos na parede do boxe e me inclinei, empinando a bunda o mais alto que podia. Dave era 12 cm mais alto que eu, então teve que dobrar os joelhos para entrar em mim. O pau dele deslizou facilmente na minha boceta molhada.
Deus, como era bom. Ele me fodeu. Segurando meus quadris, senti-o enterrar o pau em mim e depois tirar, e fazer isso repetidamente. Gozei de novo.
Dave já tinha gozado, então não ia gozar rápido. Desligamos a água, nos secamos e fomos para a cama. Deitei de costas enquanto ele entrava em mim. Transamos por pelo menos uma hora.
Na manhã seguinte, liguei para Tina. No começo ela estava relutante. Não porque estivesse preocupada em morar conosco, mas porque não queria ser um incômodo. Assegurei-a de que não era um incômodo e que Dave tinha sugerido como uma forma de ela economizar para uma casa nova. Ela finalmente aceitou.
No mês seguinte, Dave e eu a ajudamos a empacotar. Colocamos o que ela não podia levar em um depósito, vendemos algumas coisas e mudamos o resto para nossa casa. Tina não podia estar mais grata. Entre alguns choros e muitos agradecimentos, conseguimos mudar tudo.
Tina se mudou. Foi bem tranquilo. Rapidamente caímos em uma rotina, com Tina fazendo sua parte ou mais das tarefas da casa.
Eu adorava ter Tina lá. Ela e eu conversávamos. Ela estava bem deprimida. Ainda precisava reclamar do ex, não tanto, mas ainda um pouco. Ela o pegara na cama deles com outra mulher.
— Não é como se ele fosse mal amado. Puxa, eu transava com ele sempre que ele quisesse — ela me contara. — Puxa, se ele quisesse outra mulher, eu teria feito um ménage.
Na maioria das vezes era só coisa normal. Ela se adaptou à nossa rotina doméstica bem facilmente.
À noite, a gente ficava no sofá modular assistindo TV. Não pensei muito nisso na época. Eu usava minha camiseta e calcinha normais. Tina começou usando shorts de ginástica de dormir e uma camiseta. Eu sabia que ela dormia nua, assim como eu.
Geralmente, no sofá, eu me aconchegava com Dave e assistíamos TV, mas às vezes, quando ela e eu conversávamos, ela chorava. Quando isso acontecia, eu a abraçava e a gente se aninhava no sofá e eu a confortava.
Ela e Dave começaram a reforma/atualização da nossa casa. Trabalhavam bem juntos e tinham um ótimo relacionamento.
Um dia, aconteceu de eu trabalhar até tarde. Quando cheguei em casa, Tina estava dormindo com a cabeça no ombro de Dave. Ele colocou os dedos nos lábios e me silenciou. Não fiquei preocupada. Eu confiava absolutamente nos dois. Estava mais preocupada com a Tina. Era óbvio que ela estivera chorando.
A vida continuou. Incluímos Tina em quase todas as nossas atividades. Muitas vezes saíamos para jantar, cinema ou dançar e sempre incluíamos Tina. Com o tempo, notei pessoas nos olhando. Percebi que as pessoas deviam se perguntar sobre o cara gato com duas loiras bonitas nos braços.
Quando íamos dançar, homens se aproximavam sem saber qual era solteira e tentavam uma dança. Tina nos dizia que ainda não estava pronta para homens. Ela se agarrava a Dave e dizia: “Estou com ele.” Então eles se viravam para mim e eu fazia o mesmo. Eles se afastavam balançando a cabeça ou faziam uma piada e apertavam a mão de Dave. Para nós, ríamos e nos divertíamos.
Uma coisa que fazíamos era que, quanto mais homens se aproximavam, mais a gente dançava de forma provocante com Dave. Era divertido ver os homens nos olhando enquanto rebolávamos. Nós nos esfregávamos no Dave e uma na outra. Tenho certeza de que, naquelas noites, éramos a fantasia de muitos homens.
Muitas vezes, nessas noites, quando eu me esfregava no Dave, sentia o pau dele ficar duro. Tinha certeza de que, se eu sentia, Tina também sentia. De certa forma, era estranho. Percebi que eu tinha orgulho do pau dele. Me perguntei se ela percebia como era bom pelo volume. Somos próximas, eu já tinha contado a ela no passado como ele era um ótimo amante. Até contei que ele tinha um pau ótimo. Me perguntei o que ela conseguia sentir.
Quando chegávamos em casa depois dessas noites, Dave me levava direto para o quarto e me fodia com força. Eu o provocava.
— O quê? Dançar com duas loiras gostosas te deixa com tesão?
— Qual de nós te deixou todo excitado?
— Esse pau duro é por minha causa ou da minha irmãzinha gostosa?
— Você está pensando em me foder ou na minha irmã caçula?
Uma noite, depois do jantar e da dança, eu estava de quatro. Dave estava me fodendo furiosamente por trás. Minha cabeça estava baixa no colchão. Enquanto ele me macetava, eu o provoquei.
— Isso aí, amor, me fode. Quem você está fodendo? Por trás assim, provavelmente pareço com a Tina. Você está pensando em mim ou na bundinha sexy da minha irmã no ar?
— Deus, amor, eu te amo — ele respondeu.
— Isso aí — respirei. — Me fode. Sabe o que a putinha uma vez me contou?
Ele grunhiu algo.
— Ela uma vez me disse que teria feito um ménage com outra mulher se o Jim (o ex dela) tivesse pedido — contei.
Ele começou a me foder mais rápido. Gozei com um gemido.
— Ai, meu Deus, amor. Você gosta disso? Gosta de pensar na minha irmã caçula fazendo um ménage com outra garota? — provoquei.
— Porra, isso é gostoso — ele admitiu.
— Ah, quem é a outra garota? — continuei. — Hmmmm, eu, talvez?
Ele gemeu.
— Meu amor tem fantasia com irmãs? Aposto que muitos homens têm — provoquei.
Ele estava me fodendo furiosamente. Tinha a mão enrolada no meu cabelo e puxava levemente enquanto macetava minha boceta. Gozei de novo.
— Seu pervertido — provoquei. — Imaginando me foder e a minha irmã. Você nos imagina juntas? Talvez ela e eu nos beijando? Mais? Você quer que a gente seja putinhas para você? Sou seu brinquedo sexual, sua esposa, você também a quer? Está pensando na bundinha safada dela no ar ao lado da minha? Está, amor?
— Deus, sim, amor. Isso é tão bom — gemi enquanto ele me fodia. Gozei de novo. — Se você prometer me foder assim, pode pensar na minha irmãzinha e em mim quando quiser. Sou sua, você pode me foder do jeito que quiser. — Gozei de novo.
Senti ele enrijecer. Sabia que ele estava prestes a gozar.
— Vamos, amor. Me enche. Goza na minha boceta. Você pode imaginar que é a boceta da Tina. Tudo bem. Imagine estar dentro da bocetinha apertada dela. Vamos, amor, goza para mim.
Pude sentir ele gozar. Jato após jato quente enchendo minha boceta. Gozei de novo.
Ele terminou de gozar e caímos na cama de frente um para o outro.
— Isso foi gostoso, amor — ele disse.
— É? Você quer foder minha irmãzinha? — provoquei.
— É um pensamento excitante — ele admitiu.
— Ela é bem gostosa — admiti.
Nós nos beijamos.
— Eu te adoro — ele disse
— Eu te amo — respondi. Adormecemos.
Tive uma experiência estranha naquela noite. Ouvi um barulho no corredor. Levantei, vesti uma camiseta e abri a porta. Lá no corredor estava Tina, completamente nua, parada na frente da porta do banheiro. Quer dizer, fazia sentido. Ela dorme nua, o banheiro é no corredor, para que se vestir se nós dois estamos dormindo no quarto, é o meio da noite, e temos nosso próprio banheiro.
Mesmo assim, foi estranho. Eu já a tinha visto nua antes, mas geralmente quando estávamos nos vestindo ou trocando de roupa, não simplesmente parada no corredor. Pior ainda, percebi que a camiseta que eu usava só chegava até a cintura e minha boceta e bunda estavam de fora. Some isso ao que Dave e eu tínhamos acabado de falar e me senti constrangida.
— Opa, desculpe — eu disse.
— Culpa minha — ela disse.
Nenhuma de nós se mexeu. Não sei se alguma de nós sabia o que fazer. Percebi que o corpo dela era fantástico.
— Bem — ela disse e abriu a porta do banheiro.
— Ah, certo — eu disse e me virei para entrar no quarto.
Voltei para a cama.
— Tudo bem? — perguntou Dave.
— Sim, só encontrei a Tina nua no corredor — respondi.
— O quê? — ele perguntou.
Contei a ele o que aconteceu.
— Droga, por que você não me acordou? Seu marido grande e forte deveria investigar barulhos no corredor — ele disse.
— Você teria adorado — respondi. — Ela tem um corpo incrível.
Ele me beijou e voltamos a dormir.
Na manhã seguinte, encontrei Tina na cozinha. Ela estava com seu shorts e camiseta de sempre. Eu estava de calcinha e camiseta.
— Vejo que você colocou calcinha — ela riu.
— Ah, claro, a senhorita fica desfilando pelada — respondi. — Olha quem fala.
— Bem, eu poderia desfilar só de camiseta, como você — ela brincou de volta.
— Aposto que o Dave ia adorar — retruquei.
Ela riu: — Imagina se ele tivesse visto a gente?
Pensei no assunto. — Ele teria adorado — falei.
— Você me mataria — respondeu ela.
— Não mataria. Confio totalmente em vocês dois. Além disso, ele merece uma emoção de vez em quando — disse.
Ela riu: — Vou ver o que posso fazer.
Nós duas rimos e nos abraçamos. Eu estava consciente dos peitos dela pressionando contra mim através da camiseta.
Nosso dia foi a rotina de sempre. Naquela noite, fomos nos despir para dormir. Eu vesti minha camiseta e calcinha padrão. Dave, shorts e camiseta. Quando a Tina desceu as escadas, nós dois olhamos. Em vez de shorts e camiseta, ela estava de regata e um shortinho de renda. Ela estava uma graça. Nós dois ficamos encarando.
Ela olhou para nós e disse: — Vou me trocar.
Eu finalmente respondi: — Não seja boba. Você está ótima.
Ela veio e se juntou a nós no sofá. Eu não parava de olhar para ela; ela estava tão linda. Como aquele idiota pôde traí-la? Observei Dave. Ele estava fazendo aquela coisa de tentar não olhar, mas não conseguir evitar.
Outro pensamento idiota: as calcinhas dela eram mais bonitas que meus biquínis de algodão.
Quando fomos para a cama, meu marido puxou minha boceta para o rosto dele e começou a me lamber. Era tão bom.
— Isso não tem nada a ver com as calcinhas da minha irmã, tem? — provoquei. Naquele momento, eu não me importava; só me importava com a língua dele contra meu clitóris. Eu gozei.
Ele subiu pelo meu corpo e posicionou a cabeça do pau na entrada da minha boceta. Ele empurrou para frente. Ele me penetrou até o fundo. Era tão gostoso.
— Mmmmm — gemi.
Então eu comecei. Não sei por quê, mas eu gostava de mencionar minha irmã quando estávamos na cama.
— Ela usou calcinhas lindas. Talvez eu precise melhorar o meu jogo — falei. — Ou você preferiria vê-las no chão. Ela tem uma bundinha e uma boceta lindas. Sinto muito por eu ter visto e você não.
Meu marido gemeu e começou a me bombar com mais força. Dessa vez, ele respondeu: — Sim, eu adoraria ver as dela, e suas calcinhas no chão.
— Uma ao lado da outra? — provoquei.
— Deus, sim — ele retrucou.
— Hmmmmm, você gostaria de tirar as calcinhas da gente ou que a gente tirasse uma da outra?
— Sim — ele respondeu. Nós dois rimos.
Ele levantou minhas pernas esticadas, tirando minha bunda da cama. Nessa posição, ele conseguia meter mais fundo e eu recebia o pau dele inteiro na minha boceta.
— Ummmphh… — grunhi quando ele meteu em mim.
— Isso, amor, me fode — falei, enquanto o pau dele me bombeava. Eu estava me sentindo a putinha dele. Adorava essa sensação. — Fode sua putinha. Fode minha boceta. Eu te dou tudo que você quiser.
Eu falava sério. Amava tanto ele, e ele me tratava tão bem que eu faria qualquer coisa, sim, qualquer coisa, por ele. Eu conhecia o amor dele por mim e sabia que, se ele me pedisse para fazer algo, nosso amor e eu estaríamos seguros.
Enrolei as pernas ao redor dele e o puxei para dentro de mim.
— Bem, podemos falar dela depois — sussurrei. — Agora eu quero você todo em cima e dentro de mim. — Empurrei meus quadris contra ele e fodi de volta enquanto ele me comia.
— Umppphh, ummmph. Ummphhh — grunhi. — Sim, sim, sim, Deus, sim — gritei enquanto gozava.
Deixei ele me foder até mais um orgasmo, e aí eu estava ficando cansada. Eu o puxei para mim. — Goza em mim, amor — sussurrei. — Quero dormir sabendo que parte de você está dentro de mim. — Eu o beijei. Agarrei a bunda dele e o puxei para dentro de mim.
— Goza para mim, amor. Me dá tudo — falei.
Senti ele enrijecer. Senti o esperma quente inundar minha boceta, pulsando várias vezes. Eu gozei de novo. Adormecemos nos braços um do outro.
Na manhã seguinte, topei com Tina na cozinha. — Noite boa ontem? — ela perguntou.
Olhei para ela.
— Aquele ‘Sim, Deus, sim’ foi bem alto. Normalmente, só ouço sons abafados, mas isso foi alto e claro.
Eu corei. — Sinto muito — falei. Então, acrescentei com um sorrisinho cúmplice: — Mas foi ótimo.
Ela riu. — Fico feliz que uma de nós esteja se dando bem — retrucou.
— Sinto muito — falei. — Deve ser difícil para você, nos ver e ficar sozinha — solidarizei-me.
— Na verdade, não, é até legal. Me lembra que ainda existe amor verdadeiro no mundo e é bom fazer parte disso. Mesmo como observadora próxima — disse ela.
— Você é muito mais do que isso — falei e a abracei.
Naquela noite, enquanto me trocava para a noite, pensei na Tina de camiseta e shortinho. Olhei para as calcinhas de algodão que eu usava à noite. Eram bonitinhas, mas eu tinha um monte de coisas mais bonitas que sempre trocava ou guardava para saídas à noite. Me perguntei por quê. Dave me amava de calcinhas sexy; por que eu não as usava com mais frequência?
Peguei uma calcinha fio-dental de renda branca e a vesti. Me olhei no espelho. Esqueci como eu ficava gostosa com elas. Vesti uma camiseta curta que deixava meu umbigo à mostra. Deixa ele olhar para ela agora, ri para mim mesma.