Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Dilema na Festa de Natal

taisfernado27 min

Alison se estudou no espelho enquanto segurava o vestido vermelho justo que usaria na festa daquela noite.

"Nada mal", pensou consigo mesma ao contemplar a coisinha sexy apertada contra o peito, "pelo menos para uma mãe na casa dos 30, eu acho", contemporizou depois.

Alison estava organizando uma festa de trabalho bastante importante aquela noite, e queria impressionar. Era uma festa de Natal para basicamente todo mundo do escritório (não que fosse tão grande) e ela queria causar uma boa impressão nos colegas, com quem ainda era relativamente nova. Trabalhava lá havia pouco menos de um ano e, embora conhecesse todo mundo razoavelmente bem, eles nunca tinham ido à sua casa ou saído com ela fora do trabalho. Frequentemente recebia convites para noitadas com os colegas, que diziam que ela precisava "se soltar de vez em quando", mas sempre recusava. Dessa vez, decidiu que faria uma festa fantástica para impressionar os colegas e convencê-los de outra coisa que tinha em mente.

Com isso, deixou o vestido cair na cama e admirou seu corpo nu no espelho. Ela era uma mulher incrivelmente gostosa. Tinha cerca de 1,62 m e um corpo muito firme e ágil, resultado de anos de ioga, algo que começara na faculdade e continuava fazendo até agora, uns 10 ou 15 anos depois. Tinha seios empinados de tamanho C e uma bunda redonda e bem torneada. Quadris largos e pele branca como leite; olhando para ela, seria difícil dizer que tinha mais de 30 anos, quanto mais que era mãe. Em resumo, era um avião.

Alison apertou os peitos firmes e soltou um gritinho com a ponta de prazer que aquilo trouxe. Estivera tão ocupada planejando a festa que mal tivera tempo para si mesma. Estava solteira havia alguns meses e, ultimamente, andava cada vez mais excitada. Lentamente, levou a mão até a boceta e, pouco antes de poder fazer qualquer coisa para se satisfazer, o telefone tocou.

Sobressaltada, Allison atendeu o telefone e pensou consigo: "Quem estaria ligando tão cedo de manhã?"

"Alô?" disse ao atender, um pouco decepcionada por seu momento "só para ela" não poder continuar.

"Oi, Ally, é a Dana!" Dana era sua melhor amiga da faculdade. Eram amigas havia anos e ela, ao contrário dos colegas de trabalho, conhecia muito bem sua família. "Estou ligando do telefone do meu irmão porque tenho uma notícia chata!"

"Ah, não", pensou enquanto vestia algumas roupas e descia para a cozinha. "O que foi?" perguntou, torcendo para que não tivesse nada a ver com a festa de hoje.

"Bem, Ally, sabe, a gente subestimou muito o trânsito de LA. Achamos que se saíssemos cedo o suficiente conseguiríamos evitar, mas parece que todo mundo teve a mesma ideia. Não vamos conseguir chegar na Baía senão muito mais tarde do que pensávamos. Acho que não vamos chegar a tempo da festa. Sei que você queria que o Nick fizesse um favor para você ou algo assim, mas espero que não fosse tão importante. Desculpa a gente não poder ir."

"Ótimo", Alison pensou consigo. "O que eu vou fazer agora?"

"Tudo bem, Dana", mentiu, "não era tão importante. Só cheguem aqui em segurança, tá? Não quero que você perca o Natal amanhã, afinal."

"Tá bom, linda", Dana disse, "Amo você, Ally! E manda um oi para o Greg por mim!"

"Também amo você, Dany", Alison respondeu, entrando na brincadeira dos apelidinhos carinhosos que usavam como melhores amigas havia mais de 15 anos.

"Droga", Alison praguejou baixinho ao desligar. Nick, o irmão de Dana, que ela também conhecia havia muitos anos, deveria fingir ser seu namorado na festa daquela noite. "Merda!" Praguedou de novo, agora bem alto.

"Opa", Alison ouviu vindo da esquina. "O que aconteceu?" seu filho Greg disse ao entrar na cozinha.

"Ah, nada, só a Dana e o Nick furaram comigo para a festa. Eu realmente precisava que o Nick estivesse aqui. Por que você está acordado tão cedo?" Perguntou, genuinamente curiosa para saber por que o filho estava de pé de manhã.

"Por que você precisava que o Nick estivesse aqui? A festa não é só para seus colegas de trabalho? E eu decidi começar a correr de manhã em vez de à noite. Está ficando muito frio para continuar assim nessa época do ano", respondeu, com indiferença.

"Acho que está muito frio mesmo agora. Enfim, eu precisava que o Nick fingisse ser meu namorado essa noite. Tem um cara meio esquisito no meu escritório, da contabilidade, que não para de me convidar para sair desde que terminei meu último relacionamento. Eu disse a ele que já tinha outro namorado para ele parar de insistir, já que não entendia o recado, e falei que ele estaria na festa com certeza", Alison explicou.

"Por que você não diz que surgiu um imprevisto?" Greg perguntou.

"Bem, eu meio que me precipitei. Garanti que ele estaria aqui. Não sei exatamente o que fazer agora." Disse, um pouco preocupada. Repassou mentalmente alguns cenários tentando resolver esse contratempo. Não conseguia pensar no que fazer.

"Bem, você só precisa de alguém para fingir ser seu namorado e espantar o cara, certo? Eu vou estar aqui, eu posso fazer isso." Disse enquanto pegava uma garrafa d'água na geladeira.

"O quê?" Perguntou, ligeiramente pega de surpresa. "Por que você faria isso?"

"Bem, não é nada demais, e ninguém do seu escritório me conhece. A Dana nem vai estar aqui, então você nem precisa explicar para ela. Tenho certeza de que é mais fácil arrumar uma desculpa para seu filho que não se importa com a festa do escritório." Respondeu, bebendo um pouco d'água casualmente.

Alison pensou a respeito e concluiu que o filho realmente poderia passar por seu namorado. Ele estava no primeiro ano da faculdade, mas poderia ser tomado por alguém na casa dos 20 e poucos anos. Ela só teria que arriscar parecer que estava saindo com alguém um pouco mais jovem que ela. Era melhor do que ter o cara esquisito a encarando a noite toda e continuar a perturbá-la no trabalho.

"Você faria isso mesmo?" Alison perguntou, muito aliviada. Ela tinha tanto trabalho a fazer, isso tiraria um monte de pressão de cima dela. "Obrigada! A gente só precisa ir até ele e talvez ficar de mãos dadas por alguns minutos, e depois que ele estiver satisfeito, podemos curtir a festa!"

"Sem problema, mãe. Não é nada demais mesmo. Enfim, vou sair para correr!" Greg disse, abrindo a porta.

Enquanto ele saía correndo porta afora, Alison não pôde deixar de reparar que o filho estava ganhando a forma de um rapagão muito bonito. Era musculoso por causa do futebol americano e bem alto. Um homem muito atraente.

"Enfim, tenho trabalho a fazer", disse para si mesma ao sair do devaneio. "Preciso arrumar tudo para a festa!"

"Finalmente, terminei", Alison pensou consigo ao dar os retoques finais na decoração, pendurando a última peça, um visco, acima de uma das vigas da sala. Os convidados chegariam em pouco mais de 2 horas. Alison decidiu que era melhor se arrumar se não quisesse parecer uma péssima anfitriã!

Tomou um banho e lavou o corpo, ainda incrivelmente excitada pela falta de alívio. Por mais que quisesse começar uma bela sessão e dar atenção ao corpo, sabia que não tinha tempo.

Terminou de arrumar o cabelo e se maquiar antes de vestir as últimas peças de roupa e se aprontar para os convidados. Imaginou que, com um vestido tão bonito, ficaria chique, e vestiu calcinha e sutiã pretos de renda combinando, com um cinto-liga conectado às meias-calças. Por último, vestiu seu lindo vestidinho vermelho e se olhou no espelho.

Tinha que admitir para si mesma que estava fantástica. O vestido vermelho talvez fosse um pouco justo demais para uma festa de trabalho, mas ela estava ótima. Ele valorizava seus seios empinados e sua bunda incrível, mas ainda assim era festivo e apropriado o bastante para amigos do trabalho. Estava animada para ser vista e ter uma noite divertida.

Alison desceu as escadas e, quando começou a tirar os copos, esperando os convidados chegarem, seu filho saiu do quarto com uma calça social bonita e uma camisa de botão.

"Você está lindo, querido!" Disse enquanto admirava seu bebê crescido e bonito. "E obrigada de novo por me fazer esse favor! Vou te recompensar de algum jeito!"

"Sem problema, mãe. Só me diz o que você quer que eu faça hoje à noite." Disse estoicamente. Ela tinha criado um belo rapaz, pensou consigo.

"Bem, primeiro de tudo, você não pode me chamar de mãe. Me chame de Alison hoje à noite. Afinal, teoricamente eu sou seu par. Depois disso, é só entrar na onda e eu vou tentar tornar isso o mais inofensivo possível. Vou te mostrar quem é o cara quando ele chegar, para você saber para quem a gente está tentando provar."

"Tá bom, mã- quer dizer, tá bom, Alison!" disse enquanto os dois riam nervosamente. "Tomara que isso funcione!"

Os convidados começaram a chegar um por um, alguns com seus respectivos parceiros, outros não.

"As bebidas estão na cozinha, pessoal. Sirvam-se!" Disse conforme eles entravam. Ligou uma música de Natal e tentou ser a boa anfitriã que sabia que podia ser, pelo menos até ELE chegar.

Finalmente, ela o viu subir a rua de carro, estacionar a algumas centenas de metros e se dirigir à casa. Foi procurar o filho, que esperava estar se divertindo.

"Greg!" Disse quando enfim o encontrou, conversando com alguns funcionários da empresa. "Como estão as coisas? Vejo que já conheceu Eric e Sandy!"

Eric se intrometeu. "Esse cara é muito engraçado, Ally, estou surpreso por você não tê-lo trazido a nenhum dos nossos encontros antes. Tenho certeza de que ele vai se dar bem com todo mundo."

"Ah, é que sou meio tímido", Greg disse, tirando o foco de mim. "Me sinto mais à vontade sendo anfitrião, mas com certeza vou tentar aparecer em outras coisas que vocês fazem!"

"Bem, fico feliz que vocês estejam se entrosando!" Allison disse, chocada com como Greg conseguia conversar bem com seus colegas, "Greg, amor, tem alguém que eu gostaria que você conhecesse!" Disse enquanto pegava na mão dele e o levava até a porta.

Assim que chegaram lá, o colega bateu à porta. Alison sorriu ao atender: "Oi, Bob! Como vai você hoje à noite? Entre!" Ela lançou um olhar para o filho enquanto fechava a porta atrás de Bob.

"Você já conheceu meu namorado Greg?" Disse, apresentando o filho, torcendo pelo melhor.

Bob o examinou de perto, aparentemente aceitando o fato de que Alison realmente tinha um namorado.

"Então esse é o cara?" Bob perguntou retoricamente. "Você é um homem de sorte, Greg, se isso for verdade. Espero ver vocês dois em ação hoje à noite. Afinal, um casal tão bonito deveria aproveitar a véspera de Natal", disse, quase com rancor, mas por trás de um véu de gentileza.

"Enfim, sirva-se de uma bebida, Bob! As coisas estão na cozinha." Disse, aliviada, enquanto se afastava.

"Parece que correu bem, eu acho", o filho disse quando ela agora se acalmava e conseguia relaxar.

"Sim, correu!" Disse, ao finalmente perceber o que o filho estava segurando.

"Espera, isso é cerveja? Você é menor de idade, o que pensa que está fazendo?" Disse, severa, em um sussurro.

"Mã- Alison", começou ele quando alguém passou por perto, "estou tentando me enturmar, além disso já estou quase na idade legal de qualquer jeito. Se você quer me recompensar, me deixe beber hoje à noite. Você também deveria, para relaxar um pouco."

"Aff..." Ela franziu a testa ao perceber que o filho estava mesmo lhe fazendo um grande favor. "Tá bem", finalmente cedeu, percebendo que estava sendo tensa demais. "E você tem razão, preciso de uma bebida."

A noite continuou enquanto o "casal" seguia se misturando, ambos ficando cada vez mais embriagados. Finalmente, depois de uma hora mais ou menos de festa correndo bem, eles se depararam novamente com Bob na sala de estar.

"Ei!" disse ele ao se aproximar deles. "Olhem onde vocês estão parados! Debaixo do visco! Vocês dois sabem o que isso significa! Vamos ver a anfitriã e o namorado darem um beijo!" Disse bem alto, enquanto algumas outras pessoas ao redor começaram a notar.

"Ai, Deus", Alison disse para si mesma ao se virar e olhar para cima, entre ela e o filho. "Por que fui colocar isso aí?"

"Não, não, não, está tudo bem. Isso é só uma superstição! Nem sei por que coloquei isso aí!" Alison tentou argumentar.

"Nada disso, vamos lá! Mostrem um beijo do casal fofo!" Outros incentivaram. Bob permaneceu ali sorrindo, claramente testando o relacionamento.

"Beija! Beija! Beija!" irrompeu da multidão de pessoas agora os cercando.

"Tá bem!" Disse, muito envergonhada pela intenção, ao se virar e olhar para o filho. Antes que ele dissesse qualquer coisa, ela rapidamente lhe deu um selinho na boca, tentando passar inofensivamente pela provação.

"Ah, qual é! Isso não foi nada! Dê um beijo de verdade nele!" Bob disse, para seu horror. "É, dê um beijo de verdade!" Eric disse ao aparecer ao lado deles.

Antes que pudesse dizer algo, Alison ouviu a voz do filho em seu ouvido: "Está tudo bem, vamos só dar um beijo de verdade e acabar logo com isso. Depois disso já deve bastar."

"Tá bem, então", conformou-se enquanto tomava um gole da bebida. Surpreendeu a si mesma, não sabia se era o álcool falando, mas estava chocantemente de acordo com aquilo.

Ela olhou nos olhos do filho e então fechou os seus enquanto lentamente pressionavam os lábios um contra o outro sob o visco.

Ela estava mais do que um pouco bêbada, e sua frustração sexual acumulada começava a se manifestar durante toda aquela provação. Conforme pressionaram os lábios, um choque elétrico os percorreu. Ela se derreteu na boca do filho, seu corpo ansiando pelo toque de um homem. Antes que se desse conta, o filho começou a abrir a boca e deslizou a língua para dentro da boca da mãe. Eles se apertaram febrilmente um contra o outro, esquecendo brevemente o que acontecia ao redor.

Alison de repente saiu de seu torpor solitário e sexualmente frustrado e terminou o beijo, percebendo que estavam parados no meio de todo mundo.

"Uau!" Eric disse enquanto ria, descontraindo. "Que beijo!" Você é um cara de sorte, Greg. Essa coisinha aqui é definitivamente um tesão! E você deveria sair mais com a gente fora do trabalho, Ally! É legal te ver não tão tímida!"

Alison olhou ao redor muito envergonhada enquanto todos os outros voltavam à festa depois de assistirem ao espetáculo do visco.

"Desculpa por isso", sussurrou para o filho obviamente um pouco embriagado.

"Tudo bem! Eu deveria ser seu namorado de qualquer jeito, não é?" Disse enquanto abaixava a mão e dava um tapa forte na bunda redonda de Alison.

Alison sentiu um choque sexual percorrer todo o seu corpo quando o filho de repente fez algo tão direto. Ela topava totalmente encenar, mas aquilo estava seriamente a deixando excitada!

"Vou me sentar", disse ao filho. "Tá bom, eu também! Minhas pernas estão me matando, corri um pouco demais hoje!" Greg respondeu.

Eles atravessaram a sala até o sofá, onde Greg se sentou no único lugar restante.

"Com licença!" um dos colegas gritou, fazendo com que ela se virasse para ver a comoção. Alison viu uma fila de conga (o porquê de seus colegas decidirem fazer aquilo em uma festa de Natal ela não sabia) surgir bem quando esbarrou nela e a jogou no colo do filho.

"Ai! Espero que você não se importe de eu sentar aqui, amor", disse, ainda cuidadosa para manter as aparências, "não tem muito mais onde sentar!" Riu enquanto tentava se ajeitar no colo dele.

"Tudo bem, eu aguento minha Ally gostosinha sentada no meu colo por alguns minutos!" O filho disse bem alto. Ele colocou a mão com muita coragem e bem no alto da coxa dela, se ajeitando um pouquinho no processo. Alison então sentiu uma dureza enorme na virilha do filho pressionar a parte de baixo do seu vestido vermelho contra sua bunda firme.

"Jesus, isso deve ser enorme", Alison pensou consigo, momentaneamente esquecendo que estava no colo do filho. "Ei, o que você está fazendo, Ally! Esse é seu filho! Você é mãe dele! Não deveria estar pensando essas coisas!" corrigiu-se.

Eles conversaram um pouco com os outros enquanto Greg começava a acariciar a coxa da mãe, a mão firme sobre as tiras conectadas ao cinto-liga dela. Naquele ponto, ela estava menos preocupada com o fato de o filho estar passando a mão e mais envergonhada por ser tocada abertamente na frente dos colegas de trabalho.

Depois de um tempo, Greg perguntou à mãe se ela queria se levantar. "Já descansei bastante, além disso adoro essa música que está tocando agora! Quer dançar, amor?" O filho perguntou, muito casualmente. Alison, ainda se acostumando com a ousadia do filho, apenas acenou com a cabeça.

Eles foram para o meio da sala e começaram a dançar com alguns dos outros casais. Divertiram-se, ficando cada vez mais íntimos um com o outro. Depois de algumas músicas, o rádio trocou para uma canção mais lenta e todos os casais se reuniram para dançar. Alison colocou as mãos em volta do pescoço do filho e olhou para cima para ele, tentando dançar lentamente.

Alison pensou em como tinha sido bom quando o filho passou os braços ao redor de sua cintura.

Continuaram dançando e ela percebeu que, bem devagar, as mãos dele estavam descendo. Até que notou que as mãos do filho apertavam firmemente sua bunda dura. Sentiu-se safada por deixar aquilo acontecer com o filho, mas já estava bem embriagada e era escrava do seu desejo sexual. Aproximou-se e colou o corpo esbelto ao dele, os seios empinados tocando o peito rígido.

Inclinaram-se e se beijaram de novo, desta vez derretendo de verdade para o mundo. Ela sabia que estava beijando o filho, mas, quando tentou protestar, a mão dele deixou suas costas e agarrou firme seu seio. Gemeu na boca dele enquanto as preocupações se dissipavam. Decidiu que já não se importava em se agarrar com o filho enquanto ele acariciava seu corpo firme e lindo. Só queria gozar.

Estava bêbada, excitada e pretendia fazer algo a respeito.

Rompeu o beijo e, quando o filho tentou abrir a boca, ela colocou um dedo sobre os lábios dele e o silenciou. "Me siga", disse, pegando-o pela mão e levando-o para a escada.

"Aonde vamos?", Greg perguntou enquanto ela o conduzia escada acima, a mão dele apertando sua bunda enquanto subiam para o segundo andar.

"Você vai me foder. Aqui e agora", disse ao entrarem no quarto, Alison agora livre de qualquer escrúpulo ou preocupação com as consequências.

Quando Alison se virou, o filho a puxou para perto de repente, desta vez com muita força. Pressionou os lábios contra os da mãe com ímpeto e deslizou as mãos pelos quadris largos e curvilíneos até a bunda firme. Ela gemeu ao sentir o toque do filho percorrer seu corpo como eletricidade.

Ele a virou contra a parede, fechou a porta devagar e prensou o corpo no dela. Esfregou a virilha na bunda dela e apalpou seus seios enquanto ela arqueava as costas e empurrava de volta contra ele.

Ela se virou de novo, desta vez começando a desafivelar o cinto dele e se pôr de joelhos. Arfou quando finalmente abriu as calças e a imensa grossura saltou das cueiras boxer. Estendeu a mão e envolveu a pequena palma em volta, enquanto Greg fechava os olhos e gemia alto.

"Que porra", disse em voz alta. "A mamãe fez um bom trabalho com esse aqui", arrulhou enquanto deslizava a mão devagar ao longo do comprimento do enorme pau do filho.

Lambou os lábios e, num só movimento, envolveu a ponta do membro com eles. Começou a subir e descer na haste do filho com a boca e a mãozinha, dando prazer ao filho e saboreando um belo pau jovem na boca. Greg olhou para baixo e gemeu de novo, extremamente alto dessa vez, diante da visão do rosto lindo e dos lábios rubros da mãe subindo e descendo em seu pau inchado.

Quando Alison acelerou o ritmo, sentiu o filho tensionar em sua boca e soube o que estava por vir. "Caralho, você é tão gostosa! Vou gozar!", ele praticamente gritou enquanto a mãe continuava a dar prazer ao seu pau pulsante.

Ela moveu a boca para cima e para baixo ainda mais rápido e se preparou para o orgasmo do filho. "Porra!", grunhiu o filho quando o pau jorrou cargas e mais cargas de esperma.

Alison estava pronta para engolir a porra do filho, mas não tinha calculado que seria tanta. Baldes e baldes de sêmen dispararam goela abaixo, enchendo sua boca até a borda. O filho finalmente parou de gozar quando Alison conseguiu se recompor, engolindo completamente a carga imensa que o filho lhe dera. Lambeu o pau do filho até limpá-lo enquanto começava a se levantar.

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