Compartilhando a Irmã
Minha irmã mais nova Kara era um pé no saco quando a gente era criança. A gente brigava o tempo todo pelas coisas mais idiotas. Mas conforme fomos crescendo e entrando na puberdade, passamos a curtir uma rivalidade amigável de irmãos. Éramos os únicos dois filhos da família e parecia que a gente sempre competia por mais atenção e elogios dos nossos pais. Se eu tirava uma nota boa na escola, ela ficava emburrada e se esforçava pra me superar na próxima. Se ela ganhava um prêmio no atletismo, aquilo me motivava a me esforçar ainda mais no time de basquete. A gente se mantinha motivado, provocando um ao outro com as últimas conquistas. Olhando pra trás agora, era tudo bem bobo.
Competir um com o outro criou um respeito mútuo, apesar das discussões constantes. Com certeza eu fui gostando muito mais dela conforme ela amadurecia e sua autoconfiança crescia. Quase parecia que, da noite pro dia, ela desabrochou numa garota linda. Quando ela chegou no último ano do ensino médio, já não sentia mais que precisava provar nada pra ninguém. Eu era um ano mais velho e é sempre bom ter um irmão mais velho pra te defender.
Kara tinha 1,73 m e pesava uns 59 kg. Tinha pernas torneadas e uma pele maravilhosamente texturizada que parecia sempre manter um tom de cor, nunca pálida. Aos 18 anos, ela tinha seios 36c. Mas pra mim, a característica mais marcante dela era a bunda perfeitamente redonda! Meu Deus, juro que eu passava horas nos verões em casa da faculdade, deitado na cama tarde da noite, fantasiando em agarrar e lamber aquela bunda dela. No começo eu me senti culpado, mas com o tempo ela passou a usar roupas muito mais reveladoras. Ela me pegou algumas vezes olhando pra bunda dela e eu tinha certeza de que ela gostava da atenção.
Uma noite, enquanto nossos pais estavam num encontro, eu estava sentado no sofá vendo TV. Estava ficando tarde e eu conseguia ouvir o chuveiro no andar de baixo enquanto minha irmã se arrumava pra dormir. Alguns minutos depois, ela subiu as escadas com um top de pijama de seda decotado e um shortinho combinando, bem curtinho e que abraçava a bunda dela bem apertado. Eu nunca tinha visto ela usar aquilo e minha boca deve ter ficado escancarada enquanto eu olhava. Fiquei vendo ela andar até a pia e sumir de vista. Embora eu nunca planejasse transar com ela, não conseguia evitar olhar toda chance que tinha.
Eu ouvi ela parar no meio do caminho e dar alguns passos pra trás, voltando pra vista. Ela olhou pra mim com aquele sorrisinho atrevido.
"Qual é, Jason? Tentando pegar mosca com essa boca?" ela perguntou de brincadeira, com um sorriso enorme e sem graça.
"O quê?" eu perguntei, olhando pra cima pra ela e me esforçando ao máximo pra não deixar meus olhos percorrerem o corpo dela. "Do que você tá falando?" Eu não ia admitir aquilo pra ela. Ela ia gostar demais.
"Ué, a sua Sandra não tá te dando nada?" ela brincou, mostrando a língua como uma criança e rebolando a bunda pra mim. Era verdade. Eu estava namorando a Sandra fazia só algumas semanas e a gente ainda não tinha transado. Eu estava bem frustrado com isso, já que meus hormônios estavam a mil, especialmente com minha irmã constantemente exibindo aquela delícia pros meus olhos.
"Cala a boca, Kara!" eu reagi bravo. "Se você usasse um pijama decente que não te fizesse parecer uma puta, eu não olhava!" Ela pareceu surpresa com minha resposta raivosa e dava pra ver que eu tinha tocado na ferida.
"Ah, pobrezinho." ela choramingou debochada. Eu pulei do sofá atrás dela e ela riu e disparou pras escadas. Eu cheguei bem a tempo de dar um bom tapa na bunda dela enquanto ela corria pro quarto rindo.
Mais tarde naquela noite, eu estava deitado na cama, batendo uma pensando no corpinho gostoso da minha irmã. Meus olhos estavam fechados e eu estava imaginando como ela seria pelada. Minha mente percorria o corpo dela, vendo os peitos perfeitos. A bunda apertada. Será que ela tinha uma boceta peluda? Bem quando eu estava prestes a gozar, abri os olhos e um movimento minúsculo chamou minha atenção na porta. Todo mundo estava dormindo, eu pensei, e eu esqueci de fechar a porta direito. A sombra se moveu rapidamente pra longe. Eu me perguntei se minha irmã estava me observando e aquele pensamento me levou ao limite. Eu jorrei minha carga e soltei um gemido alto. No dia seguinte, não havia nenhum sinal de que minha irmã tinha me visto e eu decidi que não era nada.
Enfim, um ano depois eu estava na faculdade e namorando uma amiga mais velha da minha irmã. O nome dela era Cassie e ela era um avião! Ela e minha irmã tinham se conhecido na aula de biologia no ano anterior e ela a trouxe pra estudar uma noite. Ela era uma das criaturas mais lindas que eu já vi. Tinha um sorriso clássico e doce de "garota da porta ao lado". Os peitos dela não eram tão grandes quanto os da minha irmã; um 34b. Ela também era um pouquinho mais cheinha. Tinha 1,67 m e 66 kg. A Cassie também tinha uma bunda supergostosa que me deu um tesão instantâneo na primeira vez que eu a vi. Dali em diante, eu ficava por perto quando ela estava lá em casa só pra dar uma boa olhada nela e flertar um pouco. Algumas semanas depois a gente estava namorando e ela e minha irmã ficaram ainda mais amigas. Quando Cassie e eu não estávamos juntos ou se eu estava no treino de basquete, ela estava com minha irmã. Elas viraram melhores amigas.
Algumas semanas depois que começamos a namorar, Cassie e eu transamos pela primeira vez. Pra minha surpresa (e de todo sonho molhado realizado), a Cassie perdia a reputação de garota da porta ao lado quando a gente fodia. Aquela garota não tinha medo de tentar nada e, depois que a gente transou a primeira vez, ela queria toda hora! Cara, era o sonho de todo garoto se tornando realidade! A gente não só aproveitava pra foder sempre que podia, como ela ficava cada vez mais ousada; tipo fazer no parque e dentro de uma cabine telefônica no píer. Uma vez ela me convenceu a fazer no quarto dela com os pais em casa. Eu morria de medo e ela sempre me empurrava além dos meus limites, mas a emoção realmente excitava ela, e quem era eu pra dizer não? Embora fosse arriscado e me preocupasse de vez em quando, aquilo também me excitava pra caramba.
Ela era demais! E pra um garoto de 19 anos que era virgem até aquele ponto, parecia que ela fazia de tudo! Ela chupava meu pau, me deixava comer ela por trás e me permitiu descobrir que minha parte favorita do sexo era dar pra ela no cu! Depois que eu comi o cu dela pela primeira vez, fiquei muito mais preocupado que ela contasse pra minha irmã as coisas que a gente fazia. Mesmo que minha irmã e eu estivéssemos de boa ultimamente, eu tinha medo de que não ia custar muito pra ela me ferrar com meus pais na próxima briga ou pensar que eu era algum tipo de tarado sexual.
"Com o que você tá preocupado?" Cassie perguntou. "A Kara é minha melhor amiga e qualquer coisa que eu contar pra ela em confiança, fica entre a gente."
"Olha, ela é minha irmã e eu realmente prefiro que ela não saiba de todas as coisas que a gente faz, sabe? Além disso, não ia custar muito pra ela usar isso contra mim com nossos pais." eu disse.
"Relaxa, Jason, eu não vou contar pra ela." Mas eu não tinha certeza, e o jeito que ela falou não me convenceu. Então, eu simplesmente parei de me preocupar e aproveitei a viagem!
Um fim de semana, nossos pais viajaram e eu estava em casa da faculdade, deixando Kara e eu à nossa própria sorte. Pra mim, aquilo significava que eu podia trazer a Cassie e foder com ela na minha própria cama pela primeira vez. Pra Kara, significava que ela podia fugir de noite sem nossos pais saberem e ir pra um bar popular do outro lado da divisa do estado com alguns amigos, que permitia menores beberem. Minha irmã era meio pé-de-cana e de vez em quando dava um gole no armário de bebidas do meu pai, mas nada sério. Eu acho que ela só queria relaxar um pouco.
Cerca de uma hora depois que meus pais foram embora, Kara já estava com a mala pronta e saindo pela porta. Ela estava usando um top que mostrava os peitos jovens e fartos e uma minissaia que não deixava muito pra imaginação. Eu não conseguia evitar de pensar se algum cara sortudo ia pegar um pedaço daquilo naquela noite.
Peguei o telefone e liguei pra Cassie. Ela chegou logo depois e a gente não perdeu tempo indo direto ao ponto. A Cassie estava superexcitada naquela noite, por algum motivo, e a gente passou um tempão fodendo em cada cômodo da casa! Começamos no meu quarto, depois na sala, na cama dos meus pais, na cozinha e em cima da máquina de lavar e secar. Era eletrizante pra nós dois poder simplesmente andar pela casa pelados, fodendo livremente e como coelhos! Eu me sentia tão safado e parecia excitar a Cassie ainda mais do que a mim. Era a fantasia de um exibicionista se realizando!
Eu estava com a Cassie na secadora, minhas mãos sob os dois lados da bunda dela, segurando-a um pouco pra cima. Eu estava metendo na boceta dela com toda força que podia e ela estava ficando cada vez mais barulhenta a cada segundo. Suor escorria pelo peito dela e sobre os seios. Eu lambi os mamilos dela, que ficavam durinhos como borrachas quando eu fazia isso.
"Ah, ISSO! Me fode como uma puta!" ela gritou. Eu adorava quando ela falava putaria. Agarrei a bunda dela ainda mais firme e martelei a boceta doce dela como um louco. Nós dois gozamos simultaneamente com orgasmos intensos.
Ela se encostou na parede e eu em cima dela, ambos ofegantes. Era incrível pra mim saber quanto tempo a gente conseguia foder. Olhei pro relógio na parede e já fazia 2 horas desde que ela entrou pela porta e baixou o short, revelando que estava sem calcinha.
Descansamos por alguns minutos. A visão de tudo aquilo; os seios dela subindo e descendo enquanto ela recuperava o fôlego, o cabelo grudado na testa de suor. Olhei pra baixo, pra boceta adolescente dela, encharcada. A Cassie tinha uma boceta bem aparada e, naquele momento, estava pingando com minha porra. Meu pau começou a endurecer de novo. Ela olhou pra baixo e viu que meu pau de 18 cm estava começando a crescer de novo.
Ela sorriu abertamente e balançou a língua pra mim de brincadeira.
"Ei, querido, sabe o que a gente ainda não fez?" ela perguntou. "A gente ainda não fodeu na cama da Kara. A gente tem que fazer! Vamos!" Ela pulou da secadora animada e me puxou pela mão escada abaixo. Eu me senti hesitante. Embora a gente tivesse fodido em todo outro lugar, parecia estranho fazer no quarto da minha irmã. Mas parecia excitante.
Entramos no quarto da minha irmã. Fazia um tempo desde que eu estivera lá. Reparei nas flores cor-de-rosa pintadas nas paredes, na foto dela e da Cassie na praia, numa moldura no criado-mudo; e no espelho de corpo inteiro na porta do armário, ao lado da porta, de frente pra cama dela — e aquilo já estava soando melhor. Eu me perguntei: será que a Kara se olhava quando se masturbava? O pensamento me fez tremer de excitação e meu pau agora estava duro como pedra.
Cassie se jogou na cama, animada pra fazer no quarto da melhor amiga. "Eu simplesmente amo esse espelho." ela murmurou. "Vem me foder de costas pra eu poder ver sua bunda no espelho enquanto você me fode!" ela exigiu.
"Sim, senhora!" eu disse e não perdi tempo pulando em cima dela, enfiando o pau na boceta escancarada. Comecei devagar, já que tinha acabado de gozar. Eu queria fazer aquilo durar o máximo possível. Tirei o pau e esfreguei a ponta do meu pau no grelinho dela, esfregando suavemente pra cima e pra baixo.
"DEUS! Eu adoro quando você faz isso!" ela gemeu baixinho. "Você conhece todos os meus botões, né, amor?"
"Considerando o quanto a gente já fodeu, espero que sim."
Cassie levantou as pernas acima da cabeça, me dando amplo acesso à boceta dela. Ela olhou pra trás de mim, no espelho, obviamente observando minha bunda no espelho atrás de nós. "Ah, é, continua fazendo exatamente assim." ela disse.
Continuei brincando com o clitóris dela, ocasionalmente enfiando meu pau nela pra uma estocada rápida, depois voltando pro clitóris. Ela realmente gostava muito disso, porque gemia ainda mais alto toda vez que eu metia. A cada estocada, os olhos dela reviravam, a boca aberta; claramente em êxtase. Toda vez, os olhos dela voltavam direto pro espelho.
"Aaaah, Jason..." ela gemeu. Eu sabia que aquilo significava que ela queria falar putaria, porque era a única hora que ela usava meu primeiro nome quando a gente tava transando. "Isso tá gostoso pra você também?"
"Ah, PRA CARALHO!" eu exclamei.
"É meio safado fazer no quarto da Kara, né?" ela perguntou. Os olhos dela estavam meio semicerrados, como se ela estivesse bêbada. Ela tinha um sorriso grande e sexy no rosto enquanto dizia aquilo e continuava olhando de relance pra minha bunda no espelho.
"É, meio que é" eu respirei. "É gostoso ter aquele espelho grande ali."
"Você já viu ela pelada?" Cassie perguntou enquanto eu acariciava a boceta molhada dela com meu pau. Eu fiquei um pouco surpreso com a pergunta, mas disposto a entrar na onda.
"Não desde que a gente era criança" eu disse.
"Bom, eu já vi. Ela é uma garota sexy." ela disse maliciosamente. Agora eu estava curioso. Continuei fodendo ela, mas só um pouco mais rápido agora.
"Quando você viu ela pelada?" eu perguntei.
"Ah, eu já vi ela trocar de roupa algumas vezes. Ela tem um corpão!" Eu conseguia ver onde aquilo ia dar e meu lado safado gostou da putaria. "Você não acha que ela tem?"
"Não sei, ela é minha irmã." eu fingi indiferença. Eu não queria responder aquela pergunta, na verdade, rápido demais.
Cassie olhou fixamente pro espelho. "Bom, sim, mas ela é uma garota. Com certeza você já reparou nela. Não seja tímido, eu não vou pensar nada diferente de você. Eu acho que seria meio gostoso se você reparasse." Ela piscou pra mim. Ela era esperta. Sabia como me incentivar.
"Bom, tá. Sim, acho que sim." eu disse. A boceta dela estava tão gostosa naquele momento que eu falaria sobre o que ela quisesse. Ela podia fazer pior do que me perguntar sobre minha irmã sexy. Agarrei os peitos dela e comecei a rolar os mamilos nos meus dedos.
"Mmmmmm, isso é tão bom." Ela fechou os olhos e recostou a cabeça de prazer. "Do que você mais gosta no corpo dela?" ela insistiu.
"Não sei, acho que da bunda. Ela tem quadris apertados e exibe eles bastante."
"É, eu também gosto disso nela. Mas, meu favorito tem que ser os peitos. Aposto que seria tão gostoso tocar neles. Hmmmm..." Eu estava realmente começando a gostar daquilo e estava me deixando com muito tesão. Minha namorada, que é a melhor amiga da minha irmã gostosa, estava fantasiando sobre ela enquanto eu fodía ela. Deus, eu estava tão duro. Eu me segurei pra não gozar com toda minha força pra fazer aquilo durar o máximo que eu pudesse.
Enquanto eu martelava a boceta dela, comecei a dar estocadas longas e profundas. Ela começou a gemer mais alto, sinalizando sua aprovação. Mais algumas estocadas e eu ouvi um barulhinho na porta, como de meias ou algo no carpete. Eu me virei e vi Kara, minha irmã, parada na porta completamente pelada, com uma mão na boceta. Ela olhou direto pra mim, piscou e colocou o dedo nos lábios, me mandando ficar quieto, com um sorriso enorme.
Será que eu estava sonhando? Aquilo podia realmente estar acontecendo?
Continuei a meter na Cassie enquanto Kara silenciosamente foi até a cama e ficou ao lado dela. Eu agora podia ver a bunda da minha irmã pela primeira vez e era ainda mais sexy do que eu tinha imaginado. O formato da bunda dela era perfeito! Nádegas que simplesmente gritam pra serem fodidas!
Minha irmã se inclinou e colocou um dos mamilos da Cassie na boca e começou a chupar suavemente. A cabeça da Cassie imediatamente se ergueu em confusão, já que eu teria que ter mudado meu corpo um pouco pra alcançá-los. Ela olhou pra baixo pro peito e viu que era a Kara chupando eles. Ela pareceu muito surpresa, mas a expressão no rosto dela me disse que ela rapidamente aceitou aquele novo êxtase.
"Ai meu DEUS, Kara! ISSO! Ah, DEUS, ISSO!" Kara lentamente colocou os mamilos na boca, chupando aqueles bicos duros como um pau. Cassie agarrou a nuca da minha irmã e a puxou com força contra os peitos. "AH, PORRA!" ela gemeu.
Kara estava empurrando os quadris contra a minha perna como se quisesse subir em cima da melhor amiga, e eu estava feliz em ajudar. Tirei meu pau da boceta da Cassie e deixei minha irmã assumir o comando. Me afastei só o suficiente para que meu pau tocasse a coxa da minha irmã, e comecei a tocar e acariciar suavemente a bunda nua e sexy dela. A bunda dela era tão linda, e eu conseguia ver seu pequeno botão de rosa apertado. Mas não ousei fazer mais do que isso. Kara gemeu, seja para me dizer que estava gostando, ou só porque estava realmente curtindo chupar os peitos da melhor amiga.
Cassie colocou as pernas ao redor de Kara e a puxou para cima dela. Minha irmã se ajeitou e elas começaram a se beijar de forma tão erótica, chupando a língua uma da outra. Ela começou a esfregar a boceta contra o monte de Vênus da minha namorada, e Cassie retribuiu, esfregando suas bocetas uma na outra. A boceta da minha irmã era totalmente raspada, lisinha como podia ser... e agora eu sabia.
Seus quadris se moviam em uníssono, roçando as bocetas uma na outra, se beijando como duas amantes há muito separadas. Continuei acariciando a bunda da minha irmã e desci a mão um pouco mais numa das passadas, passando o dedo pela boceta dela. Estava muito molhada. Kara pareceu ignorar, então continuei esfregando a boceta dela, ficando mais ousado a cada toque.
Deixei meu dedo deslizar mais, agora também roçando a boceta de Cassie a cada duas passadas. Elas se esfregavam com mais força e intensidade, ambas gemendo alto. "Ai, meu Deus, Kara. Me fode, me fode! Eu te quero há tanto tempo!"
"Eu também." Minha irmã sussurrou. "Ver vocês dois se pegando e falando putaria sobre mim... não consegui resistir a me juntar a vocês."
"Estou tão feliz que você se juntou. Tão feliz..." Cassie riu como uma garotinha que acabou de abrir um presente de Natal e encontrou exatamente o que queria. "Pode fazer uma coisa para mim?" Cassie perguntou.
"Qualquer coisa" minha irmã disse com naturalidade.
"Quero que você chupe minha boceta e deixe o Jason te foder! Deus, isso seria tão excitante que eu gozaria em cima de você na mesma hora!" Fiquei chocado com o pedido, mas esperei nervoso a resposta. Isso estragaria tudo? Com certeza minha irmã ficaria enojada e sairia furiosa do quarto.
Kara imediatamente deslizou pelo comprimento da cama e se posicionou, preparando-se para mergulhar na boceta da melhor amiga, com a bunda agora empinada para o ar, bem na frente do meu pau. De repente, fiquei um pouco tonto.
Ela olhou para trás, para mim, com um grande sorriso e disse: "Aqui está sua única chance, garotão. Não perca tempo. Eu com certeza não vou..." E com isso, ela mergulhou na boceta da Cassie como uma profissional, lambendo o clitóris como uma verdadeira lésbica.
Kara, quase gritando, soltou: "Ahhhhhh!"
Antes de investir no buraquinho apertado dela, contemplei sua bunda lisa e nua e me concentrei no seu botão de rosa. Não podia deixar passar. Me inclinei e lambi o cu dela com a língua, empurrando a língua para dentro. Ela se sobressaltou de surpresa, mas aparentemente não de desagrado. Começou a gemer e mexeu a bundinha em aprovação.
Lambi do topo da rachadura até embaixo, sentindo bem o cheiro da boceta dela, antes de voltar ao topo. Repeti esse movimento várias vezes, sob sua aprovação vocal de "ai, meu Deus, isso é tão bom!" antes de me afastar.
Acertei o comprimento do meu pau uma vez, a bunda dela agora encharcada da minha língua. Empurrei lentamente a ponta do dedo contra o cu dela, esfregando em movimentos circulares, relaxando-a para o que estava por vir. Ela fez uma pausa e olhou por cima do ombro para mim, olhando para a própria bunda.
"E o que você pensa que está fazendo?" ela perguntou com incerteza.
"Maninha, vou arrombar sua boceta. Mas antes, vou enfiar esse pauzão na sua bundinha provocante!" Sem esperar resposta, empurrei a cabeça do meu pau no buraco apertado dela. Seus olhos imediatamente se arregalaram e ela arfou quando entrei. Percebi que eu seria a primeira foda anal dela.
"AH, PORRA. Ele enfiou o pau no meu cu!" minha irmã sussurrou para Cassie. "Ai, merda, é tão grande!"
"Vai com calma com ela, Jason," Cassie implorou. "Se fosse eu, também foderia esse cu. Mas é a primeira foda anal dela. Não a machuque."
"Não vou, mas EU PRECISO FAZER ISSO!" expliquei com luxúria.
Empurrei devagar, mas com firmeza, em sua caverna de chocolate até chegar ao fundo, sentindo o cu dela apertar todo o comprimento do meu pau. Olhei para a bunda dela, minhas bolas agora contra as coxas dela, e senti uma grande satisfação. Eu queria comer aquele cu há anos, e ali estava eu com meu pau até o talo no cu apertado dela, enterrado entre aquelas nádegas doces.
Tive cuidado para não machucá-la mais que o necessário, dando-lhe 7 ou 8 estocadas longas e lentas, aproveitando cada minuto. Só o suficiente para ver sua bunda vibrar em resposta à minha força.