A Noiva Infiel
Para meu amigo Michael, que aguenta com paciência minhas sumidas, e cujas fotos privadas me renderam muitos sonhos prazerosos.
"A gente já volta!" minhas damas de honra disseram enquanto saíam apressadas do quarto. Eu conseguia ouvir as risadinhas delas descendo as escadas. Saíram com a missão de encontrar uma garrafa de licor.
Faltavam trinta minutos para o grande evento. Eu andava nervosa de um lado para o outro em um dos dois quartinhos do andar de cima da pousada. Logo me chamariam para descer e ir até o gramado, onde meu lindo noivo me esperava. Eu me casaria com meu noivo — o amor da minha vida.
Eu estava sozinha, salvo por Marie, minha dama de honra, que estava no quarto do outro lado do corredor. Ela estava tendo outra "crise" com o namorado. Eu conseguia ouvi-la gritando no celular através da parede fina.
Espiei pela janela. Havia mais de cem convidados. A maioria já estava sentada nas fileiras de cadeiras brancas dobráveis no gramado. Eu conseguia ver o pastor e quatro belos cavalheiros de smoking preto parados na frente da multidão. Não podia pedir um dia mais ensolarado e lindo para me casar.
Meu noivo, Errol, era um empresário bem-sucedido. Eu o conheci em um cruzeiro nas Bahamas oito meses atrás. Ele era um homem bonito, ainda que um pouco sem graça. Nossa vida amorosa também era sem graça, mas ele era gentil, e eu o amava.
Me afastei da janela e me olhei de novo no espelho alto. Admirei meu lindo vestido de noiva. Era branco puro, com centenas de lantejoulas minúsculas e enfeitado com renda delicada. Baixei o véu sobre o rosto e me admirei através do tecido de trama aberta.
A frente do vestido tinha um decote baixo o suficiente para exibir meu busto generoso, mas ainda assim discreto o bastante para ser usado na igreja. Não foi fácil encontrar um vestido que servisse em uma mulher magra, mas "peituda" como eu, e foram precisos muitos ajustes para funcionar. Acho que minha peça favorita, no entanto, provavelmente eram as luvas de renda. Fiquei ali ajeitando o vestido e empurrando os seios para cima quando, de repente, bateram na porta.
"Quem é?" perguntei, me virando.
A porta se abriu e, para minha surpresa, entrou meu ex-namorado, Dave. "Meu Deus", ele disse com um sorriso, "Karen, você está de tirar o fôlego!"
Meu coração começou a bater mais rápido. Dave foi um acréscimo de última hora à lista de convidados. Nosso breve caso de amor tinha sido tão intenso que eu decidi não convidá-lo, mesmo ainda sendo amigos. Foi só por insistência do meu noivo que mandamos um convite para ele.
"Oi, Dave", respondi sem jeito. "Você também está muito bonito de smoking." Olhei para ele de cima a baixo de novo. Só de vê-lo já começava a despertar sentimentos que eu realmente não precisava naquele momento.
Dave fechou a porta. Ele atravessou o quarto e colocou as mãos nos meus ombros. "Não podia imaginar como você estaria linda até te ver agora." Dave continuou a desfilar os olhos por todo o meu corpo.
"Dave, você é um amor, mas não pode estar aqui", eu disse, levantando o véu e tirando-o do rosto.
"Bobagem!" Dave respondeu. "Tenho todo o direito de ver o que estou perdendo. Todos os homens do lugar vão ficar de olho em você esta noite. Você vai partir muitos corações!"
Eu via através da bajulação de Dave. Ele era um falante mansa. Mesmo assim, senti um calor enquanto ele falava.
"Você já sabe o que está perdendo, Dave", eu disse. Então falei algo de que me arrependeria imediatamente. Acrescentei: "Você já me viu pelada umas cem vezes, lembra?"
Como pude dizer aquilo? Por que eu abriria a porta para ele daquele jeito? Comecei a corar.
Dave sorriu um sorriso torto. "Mil vezes", ele disse, "mas quem está contando."
"OK, agora estou oficialmente constrangida!" eu disse com um sorriso. "Mas você precisa ir."
"Claro. Mas primeiro me deixe dar um abraço na noiva", Dave disse estendendo os braços. Hesitei por um instante, depois soltei um suspiro e me aproximei. Dave me envolveu nos braços e me apertou forte. Encostei o rosto no ombro dele. Certamente sentiria falta da nossa intimidade, mas sabia no fundo do coração que estava tomando a decisão certa.
Ergui a cabeça. Nós nos olhamos nos olhos. Meu coração batia forte. Através das grossas camadas de tecido do meu vestido de noiva, eu conseguia sentir o pau de Dave começar a inchar. Dave colocou a mão na minha bochecha. Eu recuei, rompendo o abraço. Segurei as mãos dele nas minhas.
"Sempre vou ter sentimentos por você, Dave", eu disse, "mas agora você precisa ir. Não posso ser pega conversando com meu ex-namorado antes do meu casamento."
"Eu entendo", ele disse. Ele me olhou de cima a baixo de novo. "Antes de eu ir, me faça um pequeno favor."
Lancei um olhar feio para ele, mas antes que eu pudesse falar alguma coisa, ele continuou.
"Sempre tive curiosidade de saber o que uma noiva usa por baixo do vestido."
Suas palavras ficaram no ar. Meus olhos se arregalaram. "Como é?" eu exclamei.
"Me mostra, Karen, e eu vou embora. Minha curiosidade estará satisfeita", ele disse. Dave sempre teve essa audácia. Quase me surpreendeu que ele quisesse me ver uma última vez.
"Você está louco?" eu disse em tom baixo. "Minha mãe pode entrar a qualquer segundo! Ou minha SOGRA!" Apontei o dedo para o chão, indicando que, a qualquer momento, alguém podia subir as escadas e entrar no quarto sem avisar. "Além disso", acrescentei, "você já teve sua chance. Acabou entre nós."
"Por favor, Karen", Dave disse, "me deixe ver o que outro homem vai curtir esta noite."
Minha respiração acelerou. Imaginei Dave de joelhos deslizando as mãos pelas minhas pernas. Imaginei as mãos dele chegando no meio da coxa, onde as meias terminavam e a pele nua começava. Imaginei as mãos dele deslizando para trás e acariciando suavemente minha bunda nua.
"De jeito nenhum!" eu disse a ele. Mas Dave não se mexeu. Ele ficou ali sorrindo e fingindo fazer beicinho. Um instante se passou. O quarto estava em silêncio. Prestei atenção a qualquer passo na velha escada de madeira. Ainda conseguia ouvir minha dama de honra ao telefone no quarto do outro lado do corredor. Eu sentia meu rosto ficando vermelho.
"Vamos, Karen", Dave insistiu, "pelos velhos tempos. Me deixe dar uma última olhada nessas pernas sexy."
Disse a mim mesma que estava tudo bem. Disse a mim mesma que ele já tinha me visto nua em todas as posições sexuais imagináveis, e que mostrar minhas pernas ou até a calcinha não era grande coisa. Respirei fundo.
"Você vai embora logo depois?" perguntei. Dave concordou com a cabeça. "Senta", eu disse, apontando para a única cadeira no quarto. "Você NÃO vai me tocar."
Dave não perdeu tempo em se sentar na cadeira de madeira rangente ao lado da escrivaninha. Tentei esquecer que em vinte e cinco minutos eu ia me casar com outro homem, e que o que eu estava prestes a fazer era muito errado.
Caminhei até ele e fiquei parada ali. Soltei um suspiro pesado, como se dissesse que ele era um incômodo. Olhei nos olhos dele. "É a última vez", eu disse. Dave sorriu abertamente. "Não acredito que estou fazendo isso", eu disse baixinho. Então, lentamente me dobrei ao meio e agarrei a barra do meu vestido de noiva. Juntei o tecido em pregas e com cuidado me levantei. Centímetro por centímetro, fui expondo minhas longas pernas cobertas por meias. Parei no meio da coxa, onde as meias terminavam.
"Pronto. Gostou das minhas meias?" perguntei a Dave.
Dava para ver pela expressão dele que ele estava se esforçando muito para não estender a mão e me agarrar.
"Muito... sexy", Dave disse. "Mais, por favor."
Revirei os olhos e parei por um instante. Lentamente levantei o vestido mais alguns centímetros, revelando os tops de renda das meias e parando logo abaixo da calcinha.
Eu conseguia ouvir a respiração pesada de Dave e observava enquanto os olhos dele absorviam os detalhes da minha pele macia e das meias brancas sexy.
Virei para olhar a janela para ter certeza absoluta de que ninguém no chão podia me ver. Parei de novo para ouvir se havia passos na escada rangente. Então olhei de volta para Dave. Senti um frio na barriga. Eu devia ter abaixado a saia naquele momento. Em vez disso, continuei.
"E isso", eu disse, fazendo uma pausa para efeito dramático, "é a calcinha de uma noiva."
Lentamente levantei o vestido até o peito.
A boca de Dave se abriu. "Uau", ele disse.
Olhei para as calças de Dave. Reconheci o grande volume que já tinha visto muitas vezes. A visão dele me deixou tonta.
"Adoro como elas são meio transparentes", ele disse. A calcinha que eu usava era principalmente de material branco transparente, com um forro branco sólido cobrindo minha boceta.
"Bonitinhas, não são?" eu disse, olhando para elas. Permaneci ali, segurando o vestido para cima, deixando Dave dar uma longa olhada no meu corpo da barriga aos pés. Esperava que ele também notasse meu novo piercing no umbigo.
"Me mostra as costas agora", Dave disse.
"Ah, acho que não", eu disse, rindo e soltando o vestido.
"Por que não?" Dave disse em tom decepcionado.
"Não", eu disse com firmeza.
"Como assim?" ele perguntou. Ele estava falando sério? Como ele não entendia minha relutância?
"Bem, primeiro, Dave, vou me casar em vinte e cinco..." fiz uma pausa, olhando o relógio na parede, "vinte minutos. E segundo, não tem costas nessa calcinha para mostrar."
Dave ergueu as sobrancelhas e nós dois caímos na gargalhada.
"Ah, SÉRIO?" ele disse. "Então você vai de fio dental até o altar hoje?" Eu dei de ombros e não respondi de imediato. Então eu disse: "É uma tanga atrás. Mas é bem pequena." Eu estava sorrindo enquanto falava. Adorei a reação no rosto dele quando contei que estava usando uma tanga.
"Ah, entendi", disse Dave, balançando a cabeça e batendo o dedo no queixo.
"Não", eu disse, balançando a cabeça, "você não entendeu." Eu queria muito mostrar para ele, mas não queria trair meu futuro marido.
"Uma olhadinha só. Não vou tocar, prometo", Dave disse. Um momento se passou. Continuei olhando o pau grande pressionando a calça preta do terno de Dave.
Quebrei o silêncio com um suspiro exagerado. Virei de costas para ele e, por cima do ombro, eu disse: "Uma espiada."
Dave agarrou a oportunidade. Ele se inclinou e agarrou a barra do meu vestido. Ele se levantou, puxando o vestido para cima, e o pressionou contra meu ombro, segurando firme. Senti o ar frio do quarto na minha bunda nua e uma sensação quente subindo pelo pescoço e rosto.
"Meu Deus, Karen, que bunda incrível você tem", Dave disse, "tão redonda e perfeita."
"Você devia estar olhando para a minha tanga", lembrei a ele. Eu estava tão excitada que sentia minhas pernas tremendo. Adorava ter Dave olhando para minha bunda nua de novo. Sentia meus mamilos endurecendo contra meu sutiã de renda.
"Adoro como o fio branco desaparece entre as suas nádegas pequenas", ele disse. De repente, senti a mão quente dele na minha bunda nua. Soltei um suspiro. Dave me apertou e deu tapinhas suaves na minha pele nua. Ele moveu a mão de uma nádega para a outra. Parte de mim queria me virar e dar um tapa nele. A maior parte de mim queria que ele me jogasse na cama e terminasse o que começou. Fiquei imóvel por um minuto inteiro enquanto a mão de Dave explorava cada centímetro da minha bunda nua.
"Dave, já chega!" eu sibilei, fingindo estar irritada por ele ter quebrado a palavra.
Me virei para encará-lo e Dave soltou o vestido.
"Pronto, agora você oficialmente apalpou a noiva. Espero que esteja feliz", eu disse com raiva fingida. Decidi que tinha que acabar com aquilo antes que as coisas saíssem do controle. "Vem comigo", eu disse. Peguei-o pelo braço e o conduzi até a porta. Meus saltos altos brancos ecoavam no quarto pequeno a cada passo no piso de madeira.
Paramos na frente da porta. Coloquei uma mão na maçaneta. "Você vai fazer o seguinte", eu disse a ele, "vai atravessar o corredor até o outro quarto. Lembra da minha amiga Marie, não lembra? Pois então, Marie está lá tendo um ataque com o namorado no telefone. Você vai lá dar em cima dela e, acredite em mim, ela vai enfiar seu pau na boca tão rápido que você nem vai saber o que te atingiu."
Dave pareceu atordoado enquanto eu abria a porta. Ele fez uma pausa e depois soltou um suspiro.
"Fora!" eu ordenei. Dave suspirou. Ele deu de ombros e saiu pela porta. Fechei a porta atrás dele e respirei fundo. Caminhei lentamente de volta ao espelho. Meu coração batia forte, mas eu sabia que tinha feito a coisa certa.
Eu conhecia bem o Dave. Sabia que, uma vez que tivesse o pau chupado, ele perderia o interesse em mim e eu poderia me concentrar no casamento. Também conhecia muito bem minha amiga Marie. Sabia que ela era uma puta enorme e que, dada a oportunidade, ela cairia de joelhos para ele num piscar de olhos.
Me olhei no espelho. Comecei a me arrepender do que tinha deixado Dave fazer comigo. Tinha deixado meu ex-namorado apalpar minha bunda nua no dia do meu casamento.
"Você é uma idiota", eu disse ao meu reflexo. Minha mente estava a mil. Pensei no meu futuro marido, Errol, em como ele era confiante e um bom provedor. Depois pensei em Dave e na surra que ele conseguia dar na cama. Lembrei de um dos nossos últimos encontros. Dave me fodeu numa festa. Ele me deixou pelada e me fodeu na cama onde os casacos de todo mundo estavam guardados. Fomos interrompidos várias vezes por convidados entrando no quarto para pegar seus casacos, mas Dave não parou de me foder nem por um segundo.
Fechei os olhos e passei as mãos pela minha cintura fina e depois as deslizei para cima sobre meus seios grandes. Me lembrei de um ano atrás, quando eu chupava o pau de Dave toda noite. Imaginei o som da voz dele quando gozava na minha boca. Tinha certeza de que estava encharcando a calcinha.
"Eu te quero tanto", sussurrei para mim mesma. Senti meus mamilos pressionando forte contra meu sutiã de renda.
Olhei de novo para o relógio e depois de volta para o espelho. Fechei os olhos e enfiei a mão pela frente do vestido. Adorei a sensação da luva fina sobre minha pele macia. Encontrei meu mamilo duro e o puxei de leve. De repente, percebi que a voz de Marie tinha silenciado. Imaginei que Dave tinha feito sua mágica e agora estava com o pau sendo chupado pela minha dama de honra. Como eu queria ser eu de joelhos naquele momento, chupando o pau grande de Dave.
Silenciosamente, estendi a mão para trás e deszipei o vestido uns quinze centímetros. Com cuidado, relaxei a frente do vestido, puxando-o para baixo e para fora, até onde o material rígido permitia. Então enfiei a mão direita dentro do decote e tirei o seio esquerdo para fora do seu lar rendado. Depois fiz o mesmo com o seio direito. A gola rígida do vestido fez as vezes de uma prateleira, segurando meus seios enormes para cima e os apertando de um jeito nada natural. Olhei de novo no espelho. A luz da janela fazia meus seios nus brilharem. Meus mamilos escuros e duros contrastavam com minha pele branca e pálida.
"Você gosta dos meus peitões, Dave?" eu disse ao meu reflexo, balançando suavemente o peito de um lado para o outro. "Devo andar até o altar assim? Você gostaria disso?" Deixei cair a mão na minha virilha e pressionei. Deus, como eu queria que Dave estivesse lambendo minha boceta molhada naquele momento.
"Você gostaria de ver meus peitões balançando a cada passo que eu desse?" eu disse ao espelho. Levantei as mãos e agarrei os dois seios. Separei os dedos para poder ver meus mamilos duros. "Talvez você queira me foder mais uma vez antes de eu casar?" Adorei como a palavra "foder" soou. Me repeti devagar, deixando a ênfase na palavra "foder".
"Talvez você queira me FODER mais uma vez antes de eu casar?" eu disse ao espelho.
De repente, uma voz falou atrás de mim. "Ela não estava lá", a voz disse. Eu pulei e girei nos calcanhares. Soltei um grito e perdi o equilíbrio. Escorreguei para trás e caí, com os braços se debatendo para agarrar a escrivaninha e amortecer a queda.
Dave saltou pelo quarto na minha direção. "Oh, meu Deus, Karen!" ele gritou.
Caí de bunda no chão ao lado da escrivaninha. Um seio tinha voltado para dentro do vestido, o outro ainda arfava sobre o decote. Comecei a rir.
"Você está bem?" Dave perguntou enquanto me ajudava a ficar de pé.
"Tô", eu disse ainda rindo. "Malditos saltos altos!"
Sacudi o vestido e ajeitei o véu, mas não fiz nenhum esforço para cobrir o seio exposto.
— Estou bem — eu disse. Virei-me para encarar o espelho de novo. Dave deu um passo para o lado para que eu pudesse ver meu reflexo. Enfiei a mão no vestido e puxei o outro seio para fora, deixando os dois peitos completamente expostos outra vez.
O quarto ficou em silêncio. Os olhos de Dave estavam grudados nos meus seios nus.
— Não está muito certo — ele disse. Ele alcançou minhas costas e baixou meu zíper mais alguns centímetros. Senti a parte da frente do vestido afrouxar. Dave se pôs a trabalhar, puxando o vestido para baixo e fazendo-o assentar liso contra meu corpo. Ele ajeitou suavemente meus peitos grandes para que ficassem mais naturais.
— Melhor? — Dave perguntou, recuando. Olhei para o espelho. Peguei meu buquê de flores e o segurei à minha frente.
— Sexy — eu disse.
Olhei para Dave. Ele tinha aberto as calças e puxado o pau e as bolas para fora. Estava fechando de novo o botão da calça, de modo que seus genitais ficaram emoldurados pelo tecido preto.
— Ai, meu Deus — eu disse, encarando seu tronco grosso e o saco apertado.
Dave fez um gesto para a cadeira com a mão. Sem dizer uma palavra, me virei e sentei. Da minha posição em frente à janela, eu podia ver a maioria dos convidados no gramado dos fundos. Vi que os músicos estavam a postos e começando a tocar. Virei-me para Dave, que agora estava na minha frente. Seu pau era enorme. Parecia maior do que eu me lembrava. Levantei minha mão coberta pela luva e segurei seu saco volumoso. Eu o ergui e, ao fazer isso, apontei o tronco duro para o meu rosto. Na luz forte da janela, eu conseguia ver cada detalhe de seu longo pau carnudo.
Soltei um suspiro suave enquanto rolava suas bolas na palma da minha mão. — Disto... vou sentir falta — eu disse, olhando para cima, para Dave.
Mais um momento passou. Nenhum de nós falou. Levantei a outra mão e comecei a acariciar suavemente o pau de Dave. — Como é a sensação com minhas luvas? — perguntei baixinho.
— É diferente, mas gostoso — ele respondeu.
Continuei a acariciar seu pau suavemente. Vi uma gota de pré-gozo se formar na ponta do tronco.
— Você está molhada? — Dave perguntou.
— Sim — respondi sem hesitar.
Outro momento passou. Comecei a bater uma para Dave um pouco mais rápido. Tentei imaginar quantas vezes eu já tinha masturbado ele no passado. Cem? Quantas vezes eu tinha engolido o gozo dele?
— Karen — Dave disse. Olhei para ele. — Coloca esse pau na boca — ele falou baixinho.
Meu coração disparou. — Não posso — eu disse. — Dave, não posso trair meu marido no dia do meu casamento.
Dave estendeu a mão e tocou minha bochecha de leve com os dedos. — Karen — Dave repetiu. — Coloca esse pauzão na boca e chupa. — Suas palavras mandaram um arrepio pela minha espinha.
— Eu quero, Dave. Deus sabe que eu quero, mas não posso — eu disse a ele.
Soltei o pau dele e segurei meus seios. Puxei de leve os mamilos. Sentia-me tão à vontade brincando com os peitos na frente do Dave.
— Querida — Dave disse depois de um momento. — Chupa esse pauzão.
Olhei para ele. Uma lágrima se formava no canto do meu olho. Ele deu meio passo para mais perto de mim.
Segurando o pau pela base, Dave o ergueu e bateu de leve na lateral do meu rosto. Depois começou na minha testa e foi traçando lentamente a cabeça larga do pau pelo meu nariz, pressionando-a suavemente nos meus lábios.
— Abre essa boquinha linda e chupa meu pau — ele disse baixinho.
Olhei para cima, para ele. Lágrimas rolavam pelas minhas duas bochechas agora.
Então abri a boca e, faltando apenas 10 minutos para o meu casamento, coloquei o pauzão do Dave dentro da boca e comecei a chupar.
Dave engasgou. — Deus, que delícia — ele gemeu. Seu pau encaixou perfeitamente na minha boca. Continuei a punhetá-lo com uma mão rendada enquanto deslizava o pau para dentro e para fora da boca. Com a outra mão, brincava com suas bolas pesadas.
— Fica de joelhos quando for chupar, sua putinha — Dave sussurrou. Sem perder o ritmo, deslizei da cadeira para o chão, de joelhos. Foi aí que comecei a chupá-lo com força e rapidez.
Dave gemeu. — Você é tão... boa... nisso — ele disse baixinho. Tirei o pau da boca com um estalo para olhar para cima, para ele, enquanto mantinha uma punheta ritmada com a mão.
— Sou a melhor chupadora de pau que você já teve? — perguntei, sem fôlego.
— Sim, você é a melhor chupadora de pau do mundo — ele respondeu. Meu véu escorregou sobre o rosto e Dave o agarrou, puxando-o para trás outra vez. — Você sentiu falta de me chupar? — ele perguntou.