Contos eróticos para ler inteiros.

Exibicionismo e Voyeurismo

Velho Vizinho Pt. 01

kaizinha15 min

Jo era uma mulher casada, na casa dos trinta e poucos anos.

Ela morava com o marido, que era uns dois anos mais velho que ela.

Peter viajava muito a trabalho e ganhava bem, o que significava que Jo não precisava trabalhar.

Mas ela fazia meio período para ocupar parte do tempo e ter o próprio dinheiro.

A casa que dividiam ficava num pequeno e tranquilo cul-de-sac.

Todas as casas eram isoladas, com jardins na frente e atrás e entradas para carros.

Havia áreas verdes gramadas e bosques ao redor.

A rotina de Jo era começar com uma corrida, um banho, café da manhã e depois o que tivesse planejado para o dia.

Era início de verão, e Peter acabara de sair para mais uma viagem de negócios.

Jo começou o dia como qualquer outro: vestiu as roupas de corrida.

Top esportivo, leggings, fones de ouvido e tênis.

Saiu de casa e foi correr.

Tudo estava normal.

O percurso a levava pela área gramada perto de algumas casas e depois por uma região arborizada, voltando para casa.

A cada vez, ela parava na casa em frente e depois atravessava a rua de volta para a sua.

Naquele dia, depois da corrida, Jo parou na frente da casa do vizinho.

Arfando, ela olhou para o relógio para ver o tempo. Igual ao de ontem.

Então ouviu uma voz.

"Bom dia, Jo."

Era John, seu vizinho idoso. Ele estava na entrada da garagem.

Devia ter entre sessenta e setenta e poucos anos.

O cabelo estava ralo, e ele tinha uma barriguinha.

Mas inofensivo, pelo menos Jo pensava assim.

"Oi, John."

Jo sabia que estava suada e só queria tomar um banho.

John, por outro lado, queria bater papo para poder olhar o corpo de Jo.

Ela era atlética, levemente bronzeada, cabelo curto loiro. O top mostrava a barriga lisa e os seios tamanho C.

Enquanto a olhava, ele via o suor brilhar na pele e as partes mais escuras do top onde o suor tinha encharcado.

Dava até para perceber duas pequenas saliências sob o tecido.

Depois de uma conversa rápida, Jo atravessou a rua de volta para casa. John ficou olhando o tempo todo, reparando como as leggings estavam apertadas nas coxas e como dava para ver a calcinha fio dental através do tecido, desaparecendo na bunda empinada.

Ele sabia que estava encarando, e não se importava.

Na manhã seguinte, tudo começou igual.

O calor estava ainda mais intenso que no dia anterior, e a previsão era de que a temperatura aumentasse ao longo da semana.

Jo saiu para correr, fazendo o percurso e sentindo o suor escorrer.

Ela parou pouco antes da casa de John e começou a caminhar na direção dele, tentando recuperar o fôlego.

"Bom dia, Jo. Calor, né?"

"Oi, John. Sim, está. Tô toda suada."

"Bom, você está ótima", John elogiou.

Ele estava encarando de novo, olhando para a barriga dela, tonificada e brilhante.

O top estava molhado de suor, os mamilos mais protuberantes que no dia anterior.

Até o cós da legging estava úmido.

De novo, ele bateu papo para mantê-la ali, admirando o corpo, imaginando como ela seria nua, pensando como gostaria de tocá-la, apertar a bunda dela e chupar seus mamilos.

Enquanto Jo conversava, ela via os olhos dele baixando constantemente.

Ela sabia o que ele estava fazendo. Mas ele era tão descarado.

"Talvez você precise de uns shorts. Só vai esquentar mais", John disse para os seios de Jo.

E então ele ergueu os olhos para o rosto dela.

"Acho que você tem razão", Jo disse.

"Você poderia exibir essas pernas lindas", ele disse antes de dar um sorrisinho e entrar em casa.

Jo ficou um pouco chocada com o comentário.

Mas ele já estava indo embora, e ela não teve uma resposta rápida.

Foi para casa, chutou os tênis e subiu as escadas correndo, tirando a roupa pelo caminho.

Até ficar nua no quarto, indo para o banheiro da suíte e para o chuveiro.

Deixando a água morna se misturar com a imagem de John olhando para seus peitos.

Ele era tão descarado, quase assustador.

Mas Jo continuou pensando naquilo. Imaginando como seria mostrar os seios para o vizinho.

Ela estava enojada ou excitada com aquilo?

Fosse como fosse, ela demorou mais que o normal no banho. Sonhando e depois tirando cada pelo do corpo.

Jo acordou e se arrumou para a corrida. Mas, dessa vez, ela caprichou na roupa.

Vestiu o top esportivo vermelho.

Depois, o shortinho justo de corrida combinando. Sem calcinha hoje.

Jo já estava atrasada. Tinha demorado mais que o esperado para se arrumar.

Saiu correndo pela porta e foi direto para a corrida.

Estava quente, e ela tentava compensar o tempo.

Mas sentia o shortinho subindo na bunda.

Quando chegou ao bosque, ela parou e olhou em volta. Ajeitou o short, puxando para fora do meio das nádegas.

Depois levantou um pouco o top e se abanou.

Pronta para continuar, ela acelerou para terminar na frente da casa de John.

"Olá, Jo."

Ela olhou e viu John saindo rapidamente pela porta da frente.

Ele veio até ela.

"Olha só você. Está ótima."

Os olhos de John percorriam Jo novamente.

"Uau, e esse shortinho? Olha essas pernas, deslumbrantes."

Jo percebeu que ele estava olhando para a boceta dela.

John nem tentava esconder.

Ela sentiu os mamilos começarem a endurecer com o olhar descarado para a virilha.

John levantou o olhar para o umbigo e a barriga lisa e definida.

Então seus olhos subiram pelo corpo, parando e demorando nos seios.

O top vermelho grudava nas curvas, mostrando os seios tamanho C, e os mamilos pareciam saltar para fora, crescendo enquanto ele observava, até ficarem eretos e visíveis, como se quisessem furar o tecido fino.

Jo não conseguia acreditar que ele estava fazendo aquilo e que ela estava deixando.

Finalmente, ele olhou para o rosto dela.

Depois coçou o queixo e olhou para os seios de novo.

"Por que você não se vira para eu ver esse shortinho?"

Jo ficou chocada com o que ele disse, mas só conseguiu responder "tá bem".

Ela fez o que ele mandou, mas não sabia por quê.

"Esse shortinho é incrível, realça essa bunda maravilhosa. E sem marca de bronze. Você deve usar biquínis bem pequenos?"

Então ela sentiu ele tocar a parte de cima do short, puxando o cós para baixo e para fora, deixando-o ver o topo das nádegas.

Jo engasgou, envergonhada com a atitude dele.

"Aí está. Uau, é uma marca de bronze bem pequena. Parece que você usa um fiozinho."

Ela não conseguia acreditar no que ele dizia.

Jo protestou. Não era tanto pelo toque, mas por ser na rua, em público. E se outro vizinho visse?

A mão dele tocou a nádega dela e desceu até a parte interna da coxa.

Aquilo foi o suficiente para Jo. Ela não podia deixar aquilo continuar. O que o marido pensaria? E com isso, ela começou a ir embora.

"Só achei que podia ajudar. Para você não precisar se ajeitar de novo no bosque."

Jo ficou chocada. Achou que ninguém a tinha visto.

Então se deu conta. O quarto dele dava vista para o bosque. Era por isso que ele saiu correndo para vê-la. Ele estava lá em cima.

"Velho tarado", ela pensou enquanto ia para casa.

Na manhã seguinte, Jo se arrumou para a corrida.

Vestiu um top branco justo e o shortinho de corrida combinando, mais tênis.

Nada mais.

Ela conferiu o horário. Estava adiantada. Então esperou até a hora certa e saiu pela porta.

Jo estava correndo, mas só conseguia pensar em John olhando para ela.

De novo, o shortinho subia enquanto ela corria.

E, ao se aproximar do bosque, ela pensou que devia parecer que estava usando fio dental.

Jo chegou ao bosque, a mesma área do dia anterior. Colocou as mãos na cintura, respirou e olhou em volta.

De novo, não viu ninguém. Igual ontem. Então olhou para a janela de John.

Ele estava lá, observando.

Fingindo não perceber, Jo inclinou-se para frente, levantando a barra do top para limpar o suor do rosto.

Esse movimento mostrou por um instante os mamilos de Jo, expondo-os à luz do dia.

Mas foi só um lampejo.

Um piscar e você perde. Mas Jo se sentiu um pouco atrevida por fazer aquilo. Um pequeno show para o seu novo voyeur.

Dessa vez, Jo não ajeitou o shortinho, mas saiu correndo do bosque em direção à casa de John.

Quando chegou, ouviu a porta da frente se abrir.

"Oi, Jo."

"Oi, John", Jo respondeu, caminhando na direção dele.

"Mais um dia quente?"

"Com certeza, e meu chuveiro está quebrado", Jo disse, mentindo, imaginando o que ele diria diante daquela afirmação tão apressada.

John agarrou a chance.

"Por que você não usa o meu?", ele disse, sorrindo e olhando para ela de novo.

Ela sabia que os mamilos estavam aparecendo e que ele estava encarando. Descaradamente encarando.

Se ele fosse um personagem de desenho animado, seria um lobo com a língua de fora e os olhos saltados.

Ela sabia que o shortinho tinha subido na bunda, mas não se importava em mostrar um pouco de pele, e também o contorno da marca da boceta, de tanto que tinha subido.

John absorvia tudo o que via. Não conseguia acreditar que uma mulher bonita e em forma o deixava secá-la daquele jeito. Ela até se vestia para agradá-lo. Estava literalmente com duas peças de roupa. Nada maior que um biquíni.

Ele sabia que essa era sua melhor chance.

"Entre, vou te fazer uma bebida e você se refresca."

Jo sabia o que ele estava tramando.

Ela viu que havia um pequeno volume no shorts dele. Mas estava gostando da atenção e de provocá-lo.

Ela se perguntou até onde aquilo iria. Ele daria em cima dela?

Ela sairia correndo e gritando?

John abriu a porta e a segurou, convidando Jo a entrar.

Enquanto ela caminhava na direção dele, ele a devorava com os olhos, quase babando ao ver os mamilos apontando para ele.

Então, quando Jo passou por ele e entrou na casa, os olhos dele mudaram de alvo para a bunda de Jo, que balançava levemente a cada passo.

"O que você quer beber?"

"Só água, por favor", veio a resposta.

Jo observou enquanto o velho ia até a geladeira.

Ele vestia uma camisa polo velha, já suada nas axilas, shorts que agora mostravam a ereção e sandálias.

O cabelo grisalho e ralo estava uma bagunça, ele suava e as bochechas estavam vermelhas.

Jo se apoiou no balcão enquanto ele preparava a bebida. Depois, ele ofereceu um assento.

Jo fez todo um teatro para se abaixar e colocar o copo na mesa, mantendo as pernas retas e ligeiramente afastadas para dar a John a visão que ele tanto queria.

Depois, sentou-se e manteve as pernas um pouco abertas.

John aceitou o convite e olhou diretamente entre as pernas dela. Seu pau estava duro como nunca. Estava evidente, e ele não se importava.

Já estava farto de conversa fiada e queria levar as coisas adiante.

Ele achou que uma abordagem mais direta era melhor. Ela podia aceitar ou cair fora se ficasse chocada com o que ele dizia.

"Essa marca de bronze que sai da sua bunda é bem pequena. Imagino que a da frente não seja muito maior?"

Jo ficou chocada. Uau. Aquilo veio do nada. Ela pensou um pouco e respondeu com uma risadinha.

"Não, não é."

"Então você deve ter a boceta depilada. Não dá para usar algo tão pequeno e deixar pelos aparecendo?"

Jo de novo não acreditou no que ele dizia, mas respondeu à pergunta.

"Você tem razão. Minha boceta é sem pelos. Sempre é.

Eu gosto de lisinha", ela respondeu.

John sentiu o pau pulsar enquanto ela falava da própria boceta.

John escolheu as próximas perguntas e palavras com cuidado.

"Você mantém os peitos cobertos ou gosta de mostrá-los para pegar bronze?"

Jo estava começando a ficar um pouco excitada.

As palavras dele eram grosseiras, mas excitantes.

"Eles são bronzeados. Eu faço topless. Não é problema para mim."

"Aposto que seu marido adora.

Outros homens ou mulheres olhando para seus peitos, vendo seus mamilos?", John estava explorando seu ângulo.

Jo percebeu como as palavras dele estavam ficando mais vulgares.

"Não, ele não se importa que outros homens vejam meus peitos, como você gosta de chamar."

John estava feliz que a conversa tinha ido na direção que ele esperava.

"Isso é bom", John disse com um sorriso malicioso.

"Então você não vai se importar de me mostrar."

Jo soltou um suspiro de horror.

"Ele não se importa, mas você é meu vizinho."

"Sou um homem velho. Que mal poderia fazer?

Além disso, está todo suado, e vai ter que tirar para tomar banho. E você não pode ficar envergonhada.

Não se mostra seus peitos para estranhos olharem." Havia lógica no que ele dizia.

Os mamilos dela estavam duríssimos.

Ela sabia que ele podia vê-los, especialmente através do tecido fino, quase transparente. E ela via a reação que aquilo provocava nele.

"Vou te mostrar o chuveiro."

Ele precisou recuar um pouco, encontrar outra forma de entrar.

Ele se levantou, o que fez a ereção ficar bem evidente, e Jo não pôde deixar de notar.

Não era grande, mas estava lá, e John estava feliz em mostrá-la, sem fazer nenhuma tentativa de esconder. Ele estendeu a mão para indicar o caminho para as escadas.

Jo se levantou da cadeira e passou por John, olhando para o shorts dele enquanto fazia isso.

Jo começou a subir as escadas, com o rosto de John a centímetros da bunda dela, olhando para suas nádegas, até cheirando-a.

No topo do patamar, ele a guiou para o banheiro, colocando a mão na parte inferior das costas dela.

Quando ela entrou e ficou parada no centro do cômodo, ele lentamente deslizou a mão pelo resto das costas e até a bunda, acariciando suavemente a nádega.

Jo não protestou nem encorajou.

Ele foi até o chuveiro e o ligou.

Então ficou parado ali.

Jo não sabia o que fazer.

Ele esperava que ela se despisse na frente dele?

"E então?", ele disse.

"O quê?"

"Tire o top."

Jo permaneceu imóvel.

"Tire o top... quero ver seus peitos."

Jo estava em modo de luta ou fuga, sem saber o que fazer.

"É para isso que você está aqui. Usando essas roupas. Eu notei como elas foram ficando menores, mais apertadas. Empinando os mamilos. Como as calcinhas fio dental que você usava sumiram.

Desfilando seu corpo, correndo em público com algo tão pequeno quanto um biquíni.

Você adora isso, adora a atenção."

Jo só ficou parada.

"Vamos, não tenho o dia todo. Tire o top. Deixe-me ver esses peitos durinhos, jovens e bronzeados."

Jo engoliu em seco, respirou fundo. Sentia-se como um coelho paralisado pelos faróis.

John deu um passo à frente e colocou as mãos nos quadris dela, logo acima do shortinho.

"Parece que vou ter que fazer eu mesmo", ele disse.

John olhou nos olhos dela. Tinha olhos de predador.

As mãos dele desceram até o cós do shortinho dela.

Ele colocou os dois polegares para dentro, puxando o cós o suficiente para enfiar mais dedos.

Depois puxou a parte de cima em sua direção, abaixando as mãos para expor mais.

John olhou para dentro do shortinho dela.

"Essas calcinhas que você usa para tomar sol são minúsculas.

Seu marido deixa você usar isso em público?

Ele deve querer que outros homens te vejam nua.

Aposto que ele pensa neles batendo punheta para você. É por isso que ele te exibe."

Ele puxou o shortinho um pouco mais para baixo.

Jo olhou para baixo e viu sua região exposta. A pele branca e depilada à mostra.

Ela desviou o olhar, envergonhada. Será que outros homens batiam punheta para ela?

John puxou o tecido minúsculo mais para baixo.

Agora a boceta dela estava totalmente à mostra.

Ele deu um puxão forte no shortinho, fazendo-o descer até a metade das coxas.

"Minha nossa. Seu marido é um homem de sorte, por poder foder essa boceta. Você tem uma boceta linda."

Jo estava tão chocada. Ele vendo a boceta dela, falando sujo. Mas o puxão forte a fez pensar.

A realidade começou a bater. Jo olhou para o homem sujo à sua frente. Ele era velho e feio. Por que ela estava fazendo aquilo?

Por que tinha deixado chegar tão longe?

Ela olhou para ele, então agarrou a frente do shortinho e começou a correr para a porta.

Desceu as escadas correndo, puxando o shortinho para cima. Chegou à porta da frente e a abriu.

A luz do sol a atingiu. Tudo parecia normal.

Jo, puxando a parte de trás do shortinho para fora das nádegas, atravessou a rua casualmente e entrou em casa, fechou a porta e desabou contra ela.

O que ela tinha feito? E por que estava tão molhada?

Para ler em seguida