Use Suas Irmãs
*****
Mary tinha um problema: seu filho de 19 anos, Michael, não parava de se masturbar.
Mary nunca teve esse problema com as três irmãs de Michael. Elas não ficavam enfiando a mão nas calças a cada minuto livre que tinham. Mary, ela mesma, certamente nunca fez tais coisas. Tinha certeza de que seu John também não, quando era vivo. De que outra forma ele a teria engravidado tão rapidamente? Uma família de quatro filhos em quatro anos era sinal de um homem verdadeiramente moral.
Mary descobriu o hábito de Michael do jeito de sempre. Ela entrou no quarto dele para pegar a roupa suja e lá estava ele, se esfregando como um animal enlouquecido. Foi horrível, e ela mandou ele parar imediatamente. Mary ficou brava com o filho, claro, mas acima de tudo ficou assustada. Ela sabia que o que Michael fazia era um pecado terrível.
Mas Michael continuou se masturbando apesar da danação iminente que isso implicava. Ele fazia o possível para esconder suas atividades. Mas uma vez que Mary conhecia os sinais — a porta fechada, a música alta, as cuecas misteriosamente pegajosas e o vasto consumo de lenços de papel — ela sempre conseguia pegá-lo.
Mary começou sendo gentil. Explicou pacientemente que era natural que um garoto da idade de Michael tivesse impulsos, mas que Deus queria que ele permanecesse puro. Depois Mary ameaçou o filho, dizendo que cada ejaculação o levaria um passo mais perto da danação eterna. Até tentou castigos, mandando ele para a cama sem jantar assim que via o que ele estava fazendo. Mas tudo que ela tentava só parecia fazê-lo fazer ainda mais.
Sem ter a quem recorrer, Mary foi conversar com o padre da família. Ficou envergonhada, claro. Admitir que não conseguia controlar o filho, mantê-lo no caminho moral, a fazia se sentir um fracasso. Mas Mary precisava mais da sabedoria do Padre Donovan do que do seu orgulho.
Eles se encontraram no escritório particular dele. Tudo cheirava levemente a livros velhos e pot-pourri fresco. Sentada do outro lado da enorme escrivaninha de madeira do Padre Donovan, Mary contou tudo.
"Sinto muito, Mary", disse o Padre Donovan, "sei que perder seu marido tão jovem foi difícil para sua família. Michael em particular. Mas masturbação é pecado. Deus é bem claro sobre isso. O homem só tem permissão de ejacular dentro da vagina de uma mulher. Não na cueca, num lenço de papel, na própria mão ou... bem, em qualquer outro lugar que ele possa pensar em colocar."
"Mas ele vai para o Inferno", Mary disse e soluçou.
"É por isso que ele precisa da sua ajuda."
*
A longa viagem de carro para casa deu a Mary bastante tempo para pensar sobre o problema. Será que ela poderia enrolar o pênis de Michael em algo que o impedisse de tocá-lo? E se ela garantisse que alguém estivesse vigiando ele o tempo todo? Tudo parecia tão estúpido e ridículo. Mary estava falhando com o filho e sabia disso.
E então a ideia surgiu. O Padre Donovan não disse que Michael não podia se masturbar. O ato em si era aceitável — era o resultado, e o que Michael fazia com ele, que era o problema. Mary simplesmente precisava do receptáculo apropriado para o esperma do filho. E adivinha só? Ela tinha três deles esperando por ela em casa.
*
Mary pediu que a família inteira se reunisse em volta da mesa da cozinha. A primeira a descer as escadas foi sua filha mais velha. Hope tinha 21 anos, alta e magra, com cabelo castanho escuro que sempre mantinha preso num rabo de cavalo. Estava usando uma calça social sensata com um suéter sobre uma camisa de botão.
Sua filha do meio, Chastity, desceu em seguida. Tinha 20 anos e altura mediana, com cabelo loiro brilhante que caía em cachos até os ombros. Tinha uma constituição mais robusta, como a do pai. Chastity usava um vestido de verão azul claro que provavelmente mostrava um pouco demais dos seios grandes e das pernas torneadas.
Por fim, Tabitha, a mais nova, com 18 anos, entrou na sala. Com cabelo castanho claro até o meio das costas, era um pouco mais baixa que Chastity e um pouco mais curvilínea que Hope. Especialmente nos quadris. Usava uma camiseta com um personagem de desenho animado e uma calça jeans rasgada.
As três eram garotas muito bonitas — brilhantes. Hope e Chastity estavam no topo de suas turmas na faculdade próxima, e Tabitha estava cotada para uma bolsa na Villanova. E as três eram solteiras. Não era apropriado que moças tão jovens tivessem namorados. Mas Mary sabia que cada uma seria uma excelente esposa no futuro.
Quando todos estavam sentados, Mary chamou Michael para a sala. Aos 19 anos, ele era alto e musculoso, embora frequentemente desajeitado — como um garoto preso no corpo de adulto. Não ajudava que parecia que ele havia crescido demais para as roupas da noite para o dia. Tudo ficava um pouco apertado demais no corpo do filho.
O cabelo castanho cacheado e rebelde de Michael balançou quando ele se jogou na cadeira. Ele claramente achava que estava metido em alguma encrenca. Mary sorriu — ele ia se sentir muito melhor quando ela lhe contasse as boas novas.
"Como todos vocês sabem, tenho lutado para lidar com seu irmão e o pequeno problema dele."
"Mããããe", Michael disse, enterrando a cabeça atrás dos braços musculosos, "por que você está sempre falando disso? É tão vergonhoso."
"Se você pudesse se controlar, não precisaríamos falar disso", Mary disse.
"Tudo bem, Michael", Hope disse, gentilmente. Ela havia assumido o papel de segundo pai substituto para os irmãos mais novos depois que o pai deles morreu. "É perfeitamente natural querer fazer coisas assim. Especialmente como um homem jovem." Como sempre, Hope tinha uma expressão séria no rosto. A filha mais velha arquetípica — determinada e deliberada.
"Concordo", Tabitha disse, "li muito sobre isso." Ela era a mais inteligente da família, embora também a mais inocente. Tabitha passava tanto tempo atrás de uma tela, que muitas vezes tinha dificuldade quando saía para o mundo real.
"É", Chastity disse, "todo mundo sabe que garotos precisam acariciar a cobra de um olho uma vez por dia ou, tipo, morrem." Essa era Chastity — sempre provocando. Ela não era maldosa, mas Chastity não era exatamente gentil com os parentes, também.
"Algumas pessoas claramente acham isso engraçado", Mary disse, "mas eu sei bem. No começo, pensei que você fosse inocente, Michael. Ingênuo. Depois acreditei que estava fazendo de propósito. Tentando me machucar e à família. Mas agora entendo a verdade: você não consegue se controlar. E é meu trabalho — o trabalho da família — ajudá-lo. Manter sua alma segura. É por isso que falei com o Padre Donovan."
"Ai, meu Deus. Todo mundo precisa saber?" Michael perguntou.
"Sim, Deus", Mary disse, "esse é exatamente o problema. O Padre Donovan deixou bem claro que você será condenado para sempre se não o impedirmos de derramar seu esperma pela casa toda. E, ao contrário de algumas pessoas, sei que o Padre Donovan não é do tipo que diz coisas só para me provocar."
Chastity deu uma risadinha.
"Na verdade, o Padre Donovan me deu uma ideia de como podemos lidar com o problema do Michael, para que não espirre na nossa cara."
Chastity caiu na gargalhada. O rosto ficou vermelho.
"Não é piada, Chastity", Mary disse, "vamos todos ter que trabalhar juntos para que a solução do Padre Donovan funcione."
Bem, era a solução de Mary, na verdade. Mas ela sentiu que a família estaria mais propensa a ouvir se colocasse um pouco de orientação sacerdotal por trás de seu pensamento. E o Padre Donovan deu a ela a semente da ideia. A sala ficou em silêncio. Ela tinha a atenção deles.
"O Padre Donovan me lembrou que o problema não é o terrível vício de Michael em prazer próprio..."
"Mããããe", Michael gemeu.
"...é o que ele está fazendo com os resultados."
"Olha, mãe", Hope disse, "todos nós queremos ajudar o Michael, mas isso não deveria ser uma conversa entre você e ele? Não sei por que precisamos nos envolver."
"Porque são vocês que têm que ajudá-lo", Mary disse.
"Espera", Chastity disse, "você quer que a gente, tipo, bata punheta nele..."
"Oh, Senhor, não! Vocês não podem fazer isso com o irmão. Isso seria terrível!" Mary disse, chocada. Ela sentiu toda a sala parecer suspirar de alívio, "Michael precisa ejacular nas vaginas de vocês, não nas mãos."
As três irmãs ficaram paralisadas. Trocaram olhares de soslaio. Ninguém respirava, muito menos dizia algo. Mary viu que Michael, no entanto, estava encarando diretamente Tabitha. Ele fazia uma cara muito estranha que parecia quase desejo.
"Não é a solução perfeita?" Mary disse. "Deus quer que o esperma de Michael vá para dentro de uma mulher. Desde que ele faça isso, está tudo bem."
"Você quer que a gente fo... quer dizer, tenha relações sexuais com Michael?" Hope perguntou. Sua voz escapou como um sussurro.
"Ah, não, querida. De jeito nenhum. Michael vai fazer as coisas dele como de costume. Quando estiver pronto para gozar, ele simplesmente terminará onde deve. Só isso."
"Ah, bom, se é só isso", Chastity disse.
"Viu", Mary disse, "sua irmã entendeu."
"Mas mamãe", Tabitha disse, "nenhuma de nós toma pílula."
"Exatamente, querida", Mary disse, "controle de natalidade também é pecado. Nada de pílula, camisinha ou qualquer coisa assim. Mas existe o método da tabelinha. Seu corpo só é fértil alguns dias por mês, quando você está ovulando. E vamos saber quando é porque podemos acompanhar no calendário. Além disso, há outros sinais também. Então, quando vocês não estiverem seguras, Michael simplesmente usará uma das suas outras irmãs, em vez disso. É por isso que todas vocês precisam trabalhar juntas."
"Estou tão confusa", Hope disse.
"É fácil", Mary disse, desapontada que sua filha mais velha, justamente ela, não entendesse, "mas se te faz sentir melhor, vou supervisionar as primeiras vezes para garantir que a gente faça certo."
"Mãe", Hope disse, "eu entendo que você está tentando ajudar. Mas não sei..."
A paciência de Mary finalmente se esgotou. "Já estou cheia desse entitlement nesta família!" Mary pulou da cadeira, apontando o dedo para as filhas enquanto falava. "Eu trabalho tanto para sustentar todas vocês. Mas peço um pequeno sacrifício, um só, e já é pedir demais. Claramente, criei meninas egoístas e mimadas. Se vocês não estão dispostas a fazer isso pelo irmão, talvez eu devesse parar de fazer coisas por vocês. Faculdade, celulares, roupas. Não preciso pagar por essas coisas. Talvez quando estiverem trabalhando em três empregos em vez de ir para a aula, vocês entendam o que significa fazer concessões pelas pessoas que amam."
As três garotas se olharam com olhos pequenos e assustados. Tentaram fazer mais perguntas, mas Mary deixou claro que esse era o único caminho adiante. Finalmente, ela extraiu a promessa de cada uma de que ajudariam o irmão, custasse o que custasse. Deus, o que era tão difícil em ajudar um irmão, honestamente?
Quando todos saíram da sala, Mary percebeu que o filho não tinha dito nada sobre o plano dela. Ele só acenou com a cabeça quando ela pediu que prometesse usar as irmãs dali em diante. Ela supôs que Michael estava tão envergonhado que as coisas chegassem a esse ponto que não conseguia dizer uma palavra. Ou talvez estivesse tomado de felicidade.
Afinal, Mary tinha acabado de salvar sua alma.
*
Mary comprou um calendário grande e o prendeu na geladeira. Depois fez cada uma das garotas marcar seus ciclos para que pudessem determinar os dias seguros. Dava para pensar que ela estava pedindo para escolherem qual dedo queriam cortar fora, de tanta reclamação.
Mary sabia que não adiantava pedir a Michael que fosse regular em suas atividades. Todos teriam que improvisar e ir descobrindo as coisas conforme avançavam. Felizmente, as três garotas moravam em casa e todas tinham horários diferentes com escola, atividades extracurriculares e, claro, igreja. Isso significava que pelo menos uma irmã estaria disponível o tempo todo.
Com tudo organizado, Mary queria começar as coisas o mais rápido possível. Felizmente, seu filho estava na mesma sintonia. Na noite seguinte mesmo, depois do jantar, ela ouviu música alta no quarto de Michael. Sua loção hidratante perfumada favorita tinha sumido do banheiro. Todos os sinais estavam lá. Mary abriu a porta e, com certeza, lá estava Michael deitado na cama. Calças nos tornozelos. Pênis na palma da mão.
Mary ouvira dizer que garotos gostavam de olhar fotos quando faziam aquilo, mas seu filho só tinha os olhos bem fechados. Seu corpo se contorcia em prazer crescente. Ele sussurrava uma palavra que soava um pouco como "Tabitha", mas Mary não tinha certeza.
Os olhos de Michael se arregalaram quando a mãe entrou no quarto. "Caramba... Mãe! Eu disse para não me incomodar quando estou... Quando minha porta está fechada."
"E eu disse a você o que fazer na próxima vez que se masturbar", Mary disse. Ela cruzou os braços com desdém. Michael ficou deitado, parecendo chocado. Seu pênis ainda estava no punho, pulsando e roxo.
"Bem, vamos logo então", Mary disse, "vamos acabar com isso. A menos que você precise de mais tempo."
"Não! Quer dizer. Não — está bem perto."
"Bom", Mary disse, "vamos encontrar sua irmã."
"Você quer dizer Tabitha?" Michael perguntou, esperançoso. Mary o olhou com cautela. Uma irmã não deveria ser mais desejável que outra. De qualquer forma, Tabitha estava no treino de vôlei e Hope tinha aula à noite. Mas, felizmente, Chastity estava no quarto e quase certamente pronta para ajudar.
"Talvez eu espere", Michael disse, "tenho quase certeza que Chastity me odeia."
"Chastity não odeia você", Mary disse, "ela só tem um jeito único de expressar os sentimentos." Michael parecia pronto para protestar mais, então ela agarrou o filho pelo braço, o arrastou para fora do quarto e o levou pelo corredor.
"Chastity vai ficar tão brava", Michael disse.
"Claro que não. Aliás, ela ficaria mais brava se você não a deixasse ajudar. Você vai ver." Mary bateu na porta de Chastity (uma cortesia que ela não dera ao filho) e então abriu a porta.
Chastity estava deitada na cama, lendo um livro. Usava um pijama conservador — xadrez vermelho e preto de mangas compridas que quase parecia um terninho de quarto. Os cachos dourados de Chastity se espalhavam no travesseiro atrás dela.
"O que conversamos", Mary disse, "é hora." Ela empurrou o filho para dentro do quarto. Michael estava completamente nu. Mantinha a cabeça baixa, evitando os olhos de todos. Segurava o pênis ereto na mão como se fosse algo que precisasse ser carregado. Parecia ser mais ou menos do tamanho do do marido dela, Mary notou. Talvez um pouco mais comprido e definitivamente mais grosso. Um pênis muito bonito que um dia daria à futura esposa de Michael muitos bebês saudáveis.
Chastity olhou para o irmão em choque. Sua boca se mexeu, como se tentasse formular uma réplica atrevida, mas nenhum som saiu.
"Bem, vamos logo com isso", Mary disse. Os irmãos olharam para a mãe. "Preciso fazer tudo? Tá bom. Michael, você disse que estava perto, então vá. Chastity, tire a roupa. Você precisa estar pronta quando seu irmão estiver, ou tudo isso será em vão. Não fiquem aí me olhando como idiotas. É com isso que concordamos — andem logo!"
Michael começou a esfregar a mão para cima e para baixo no membro levemente. Não parecia para Mary que ele estava fazendo muito, mas ela estava disposta a admitir que cada um funcionava de um jeito. Chastity levantou a blusa do pijama por cima da cabeça. Seus seios grandes saltaram para fora.
"Caralho, mana!" Michael disse, "Que lindos!"
Chastity lançou um olhar ao irmão — era para ser malvado, mas saiu meio satisfeito. Mary tinha que admitir, os seios da filha eram bem grandes. Mesmo assim ainda tinham a firmeza da juventude. Seus pequenos mamilos rosados apontavam para fora.
Ocorreu a Mary que a filha na verdade não precisava tirar a blusa para aquilo, mas já era tarde. Além disso, parecia estar funcionando para Michael. Ele estava se esfregando muito mais rápido.
Chastity deslizou para fora das calças, depois se deitou na cama.
"Abra um pouco as pernas, querida", Mary disse. Ela deu um passo à frente e separou os joelhos de Chastity. O sexo da filha era tão roxo quanto o do filho — seus lábios pendiam abertos e desejosos. O cheiro forte de excitação feminina encheu o quarto.
"Tá ficando excitado com sua irmã, tarado?" Chastity perguntou.
"Ah, sim", Michael disse, como se não ouvisse o insulto. Seu corpo inteiro ficou vermelho. Ele respirava como se tivesse acabado de correr uma corrida. Michael começou a se esfregar ainda mais rápido — completamente focado no corpo nu da irmã.
"OK, Michael. Quando você estiver..."
"Ah, PORRA, eu vou..." Michael tentou pular para frente, mas era tarde demais. Seu sêmen jorrou no estômago e nos seios da irmã. Ele gemeu enquanto seu corpo se sacudia, cada ejaculação lentamente cobrindo o peito generoso da irmã.
"Eca, que nojo!" Chastity disse enquanto era salpicada com o esperma do irmão.
"Você precisa gozar dentro da sua irmã, querido, não em cima dela", Mary disse, não sem gentileza, "Não se preocupe. Vamos continuar praticando e você vai conseguir direito no final." Ela afagou a cabeça dele amorosamente. Michael olhou para o que havia feito.
"Desculpa", Michael disse, "me desculpa mesmo." Ele saiu correndo do quarto.
Mary olhou feio para Chastity. "Não foi exatamente isso que eu quis dizer com ser solidária."
"A culpa não é minha se ele esporrou a porra dele toda em mim", Chastity disse.
"Mas você não precisava fazê-lo se sentir mal por isso, precisava?"
Chastity se levantou e começou a se limpar com um lenço de papel. Ela suspirou. "Irmão idiota e inútil."
"Estamos todos aprendendo aqui", Mary disse, "Espero que você seja mais encorajadora da próxima vez, OK?"
"Tipo, implorar para ele enfiar o pauzão duro dele na minha boceta latejante até me encher de porra quente e grudenta?"
"Bem, talvez não tão encorajadora assim", Mary disse.
*
Depois de um tempinho, Mary foi ao quarto do filho e conversou com ele. Ela disse que ninguém estava chateado. Ele só precisava aprender a controlar melhor o momento.
"Com a Chastity pelada ali me olhando. Desculpa, mãe. Eu perdi o controle", Michael disse.
"Eu entendo, querido. E agora sabemos como resolver para a próxima", Mary disse.
Michael assentiu. Ela achou, por um instante, ter visto um sorriso nele.
"Chastity é muito bonita, não é?" Mary disse.
"Ela é OK."
"E a Hope", Mary disse, "Você não acha que ela é bonita?"
"Claro, eu acho. Elas são minhas irmãs. A Chastity é tão má e a Hope sempre fica mandando. É difícil para mim pensar nelas desse jeito."
"E a Tabitha?"
"Ah, a Tabby é linda. Todo mundo sabe disso", Michael disse.
"Mmhmm", Mary disse, "Você é um garoto de muita sorte."
"Acho que sou."
*
Depois do fiasco do dia anterior, Mary sabia que precisava ajustar sua ideia de como as coisas aconteceriam. Ficar escolhendo uma irmã aleatoriamente no momento era complicado demais. Eles precisavam tornar o processo o mais fácil possível no começo. Mais tarde, quando já tivessem um sistema, poderiam ser menos organizados.
Ela também decidiu que Michael podia estar certo. Mary não tinha dúvidas de que Chastity ficaria bem a longo prazo, mas provavelmente não era a melhor escolha para a primeira tentativa. E se a loira de 20 anos havia tido dificuldade em fazer direito, então começar com a caçula morena Tabitha estava fora de questão. Além disso, as próprias reações de Michael à irmã mais nova eram um pouco preocupantes. Aquilo deveria ser funcional, não uma fantasia.
Então, no dia seguinte, Mary fez Michael prometer que se masturbaria em um horário determinado. Ele resmungou e reclamou, mas concordou. Depois, ela garantiu que Hope estivesse por perto no momento certo e preparada. Mary disse à sua filha mais velha que esperasse no quarto, já nua. Então foi até Michael e disse que ele podia começar.
Mary esperou no corredor enquanto o filho se ocupava. Ela achou que seria questão de minutos, mas um bom tempo se passou antes de ouvir a porta do quarto do filho se abrir. Ele estava nu de novo, segurando o pênis do mesmo jeito que antes. Parecia um pouco maior dessa vez, de alguma forma.
Mary o levou de volta ao quarto de Hope. A morena alta sabia que eles viriam, então Mary não se preocupou em bater. Ela abriu a porta e empurrou Michael para dentro.
Bem parecida com a irmã no dia anterior, Hope estava deitada nua por cima das cobertas. Ela era tão comprida que os pés ficavam para fora da cama. Hope era muito magra, com seios minúsculos, quase inexistentes. Seu cabelo castanho ainda estava preso num rabo de cavalo bem arrumado. Hope era muito bonita – todas as minhas filhas são, Mary pensou com orgulho – e ela percebeu pela reação de Michael à irmã nua que ele também a achava atraente. Apesar da negação anterior.
Hope sorriu para o irmão e fez um gesto caloroso para que ele entrasse.
"Está tudo bem, Michael", Hope disse, "Estou aqui para você." Ela abriu as pernas, levantando os joelhos para dar a Michael acesso fácil ao seu sexo. Michael ficou parado na ponta da cama, o pênis na mão. Ele o esfregava tão rápido que Mary mal conseguia ver o punho.
"Você está quase lá?" Hope perguntou. Michael apenas gemeu e assentiu.
"Quando estiver pronto", Mary disse, "Não espere demais como da última vez."
Michael deu um passo à frente e alinhou o pênis com a vagina da irmã. Ele tentava ainda assim esfregá-lo enquanto fazia isso. Então, lentamente, moveu a cabeça até ela se encaixar na abertura da irmã mais velha. Ela soltou um pequeno "hmph" quando ele a penetrou pela primeira vez.
"OH! Uau", Michael disse, "Hope. Você é tão..."
"Muito melhor que a mão, não é, filho?" Mary disse.
"Incrível", Michael disse. Seus olhos se encheram de maravilha com o prazer que sentia só de estar dentro de uma mulher.
"Enfia tudo aí", Mary disse, "Não quero que escape nada."
Michael se inclinou para a frente e Mary viu o membro dele desaparecer dentro do corpo da irmã. Hope mordeu o lábio. Jogou a cabeça para trás.
"Tão bom..." Michael disse. Ele abaixou a mão para começar a esfregar o pênis de novo, mas percebeu que não havia mais comprimento para segurar. Olhou para Mary com uma expressão triste e confusa.
"Metendo nela", Mary disse, "Só um pouquinho. Pra fazer seu líquido sair."
Michael recuou e depois empurrou para a frente. Hope soltou um suspiro profundo enquanto ele fazia isso. Para dentro. Para fora. Mais duas vezes. Então, de repente, Michael convulsionou. Seus testículos pularam para cima. E Mary soube que seu filho estava se derramando dentro da filha.
"Ah, SIM!" Michael gritou.
"MMMmmmph", Hope arfou. Michael ficou dentro da irmã até parar de tremer. Depois, puxou lentamente para trás. Mary viu um pouco de líquido branco vazar da cabeça do pênis dele.
"NÃO!" ela gritou e empurrou Michael de volta para dentro da irmã. Os dois irmãos ficaram ali, conectados, olhando um para o outro quase com assombro. O pênis de Michael pulsava suavemente dentro de Hope. Somente depois de se certificar de que todo o esperma do filho havia sido deixado no lugar adequado, Mary permitiu que Michael se retirasse.
Hope se sentou como se não fosse nada. Pegou um lenço e o segurou contra o sexo pingando. Mary supôs que, desde que o esperma estivesse inicialmente na vagina de Hope, Deus não poderia se preocupar muito se vazasse depois.
Michael ficou de pé sobre a irmã, o pênis murchando ainda na mão. Ele tremia ligeiramente.
"O que você diz?" Mary perguntou.
"Obrigado, mana."
"Sem problema, Michael", Hope disse, "Agora, se me dão licença, tenho umas leituras pra fazer para a faculdade."
"Excelente", Mary disse, "Lembre-se, Michael, se precisar da Hope de novo, é só avisar, OK?"
Michael assentiu, sério.
*
Agora que tudo tinha corrido tão bem com Hope, Mary estava pronta para tentar de novo com Chastity. Como Hope havia feito, a garota loira se despiu e então esperou o irmão aparecer. Michael entrou no quarto logo em seguida, com Mary atrás dele.
O quarto de Chastity cheirava fortemente ao seu sexo novamente. Ela deu ao irmão um sorriso malicioso, depois o adoçou para a mãe.
"Tenta não estragar tudo, maninho", Chastity disse.
Mary achou que havia pouca chance disso. Michael saíra do quarto muito mais rápido dessa vez, e Mary achou que o pênis dele parecia um pouco menos preparado. Mas ela sabia que era tolice presumir que toda vez seria exatamente igual. Por isso precisavam praticar.
Michael acariciava levemente o pau, enquanto Chastity deslizava para a frente, colocando a vagina aberta na beira da cama.
"Lembre-se, Michael, igualzinho com a Hope", Mary disse.
Michael assentiu, então enfiou o pênis no sexo da irmã. Dessa vez, não parou na cabeça, mas se enterrou até o cabo dentro de Chastity. Então começou a balançar para frente e para trás.
O quarto se encheu de sons de squelch enquanto Michael deslizava dentro da irmã.
"Ffffff... Ela é bem apertada", Michael disse, "É tão bom."
"Melhor que a Hope?" Chastity perguntou, sorrindo maliciosamente.
"Tenho certeza de que cada uma é diferente, querida", Mary disse, "Mas também igualmente boa. Certo, Michael?"
"S... Sim. Ah, sim."
"OK, querido", Mary disse, "Agora vai em frente e..."
Como num impulso, os braços de Michael se estenderam e de repente agarraram os seios enormes da irmã mais velha. Mary esperava que Chastity gritasse e lhe desse um tapa, mas em vez disso ela meio que grunhiu e o deixou apalpá-la.
Quase no instante em que tocou o peito da irmã, o corpo de Michael começou a se contrair. "Ah... Ah, MEU DEUS!"
"Ele está fazendo?" Mary perguntou.
"É. Ah, sim", Chastity disse, "Dá para sentir jorrando dentro de mim. Eu estava errada antes. Quando disse que o esperma dele era nojento. Na verdade, é meio incrível."
"OK, ótimo. Lembre-se de não tirar muito cedo, Michael." Mary disse. Seu filho assentiu enquanto o prazer o inundava.
*
Mary achou que seria só isso pelo dia, mas mais tarde, naquela noite, ouviu uma batida na porta. Quando abriu, viu Michael parado ali, com uma expressão de dor. O pênis dele espreitava pela porta.
"Ah", Mary disse, "OK."
Michael tentou levá-la ao quarto de Tabitha, mas Mary o arrastou de volta para o de Hope. Ela bateu na porta da filha e então a abriu.
"Ei, o que..." Hope ergueu os olhos e viu o irmão nu parado atrás da mãe. Pênis a postos. "Ah! OK, claro."
Hope se levantou de um pulo e tirou o pijama – o mesmo xadrez vermelho que todas as garotas usavam. Então Hope se deitou de novo na cama, as pernas abertas de forma lasciva. Michael olhou para a irmã mais velha e sorriu. Sem dizer uma palavra, ele se colocou entre as pernas de Hope.
Hope arfou quando o irmão a penetrou. Michael começou a meter imediatamente. Já um veterano. Hope olhou para a mãe e fez uma careta.
"Não deve demorar muito mais agora", Mary disse.
"Não é justo", Hope disse, "A Chastity me contou que o Michael brincou com os seios dela antes, mas ele não está nem tocando nos meus.
"Michael, brinque com os seios da sua irmã."
"Sim, mãe. Desculpe, mana." Michael estendeu a mão e pegou os seios minúsculos de Hope. Ele também beliscou os mamilos.
"Tudo bem", Hope disse, "Eu perdoo... OH!"
"Deus, Hope, você é tão boa!" Michael estremeceu e caiu para a frente.
Hope soltou um gemido longo e baixo. Seu peito e rosto ficaram vermelhos como cereja. Suas pernas chutaram. Tremeram. Ela emitiu sons agudos e seus olhos verdes se apertaram com força. Envolveu os braços nas costas do irmão e sacudiu.
Mary sabia que a filha não fez de propósito, mas Hope estava claramente tendo um orgasmo enquanto o irmão a enchia com sua porra.
*
Depois que terminou, Mary acompanhou Michael de volta ao quarto.
"Acho que já pegamos o jeito", ela lhe disse, "Você não precisa mais vir me buscar toda vez. É só pegar a Hope ou a Chastity e fazer o que precisa."
Michael assentiu, então se inclinou e deu um beijo na bochecha de Mary.
"Obrigado, mãe. Quer dizer... Por tudo."
Mary sorriu abertamente. Ela realmente, verdadeiramente, havia conseguido.
*
Na tarde seguinte, um Michael nu correu para a sala como se a casa estivesse pegando fogo. Seu pênis ereto balançava comicamente enquanto corria.
"Mãe? Temos um problema."
"Achei que já tivéssemos resolvido isso", Mary disse, pausando o filme. Michael explicou que Hope não estava no quarto e então ele foi até Chastity. Mas ela lhe disse que estava no período fértil. Mary foi até a cozinha e olhou o calendário. De fato, Chastity ficaria fora da rotação por alguns dias.
Isso significava que só sobrava Tabitha. Depois de tudo ter corrido tão bem com Hope e Chastity, Mary havia decidido discretamente não envolver sua filha mais nova. Mas agora, parecia que Tabitha era a única opção. Mary ficou contente que Michael tivesse vindo até ela primeiro.
"Achei que seria melhor", Michael disse. Eles caminharam juntos até o quarto de Tabitha. O pênis de Michael parecia não dar a menor bandeira. Ah, ser jovem de novo.
Mary entrou primeiro e encontrou Tabitha assistindo a um filme na Netflix. A garota pequena de cabelo castanho tirou os fones.
"Oi, mãe, o que foi?"
"É seu irmão."
"Ah, é a minha vez?" Tabitha perguntou. Ela se levantou rapidamente. "Hope e Chastity me contaram tudo. Mal posso esperar. Quer dizer, hmmm, mal posso esperar para ajudar meu irmão."
Tabitha se despiu rapidamente e se deitou na cama. Ela realmente era uma mistura das irmãs mais velhas. Tinha os ombros largos e os quadris de parir de Chastity, combinados com os seios menores e os braços mais finos de Hope. Ela sorriu, quase ansiosa.
Então Michael entrou no quarto. Ele claramente estivera acariciando o pênis enquanto esperava, e ele se projetava furiosamente. Ele olhou para a irmã e ficou boquiaberto.
"Deus, Tabitha. Você é incrível. Quer dizer, melhor até do que eu... hum. Uau."
Tabitha sorriu para o irmão, calorosamente. Então ela viu o que ele segurava e seus olhos se arregalaram.
"Vai dar tudo certo", Mary disse.
"Eu sei, é só que... Eu nunca vi um antes", Tabitha disse, "Pelo menos não fora de um livro didático. É um pouco intimidador."
Mary não queria que sua filha caçula tivesse uma experiência ruim com aquilo. Se fosse demais, Tabitha poderia não querer fazer de novo e então ficariam com apenas duas opções. Como aquele dia provara, era útil ter uma terceira. Mesmo que fosse só para emergências.
Mary sabia que Tabitha era muito intelectual, então se perguntou se explicar as coisas de forma um pouco clínica a ajudaria a superar o choque inicial. Tabitha assentiu. Ela se sentou na cama. Seus seios pequenos – um pouco maiores que os de Hope, mas não muito – penderam o melhor que podiam.
"Venha aqui, Michael", Mary disse. Seu filho andou até ficar na frente da irmã caçula. O sexo dele apontava quase diretamente para a boca dela. "Este é o pênis do seu irmão." Mary gesticulou para o membro de Michael, tomando cuidado para não tocá-lo.
"Também é chamado de pau", Michael disse. Tabitha deu uma risadinha feminina.
"Quando ele esfrega, fica duro. Erétil", Mary disse.
"Aham."
"Você gostaria, talvez, de tocar?" Michael perguntou, "Sabe, ver como é a sensação?"
Tabitha estendeu a mão e agarrou o pênis do irmão mais velho. O pau dele, Mary se corrigiu. Soava como uma palavra de filme pornô, mas se era assim que ele chamava, quem era ela para dizer o contrário?
Tabitha e Michael arfaram em uníssono quando a mãozinha dela envolveu o membro dele.
"Ah, Tabby", Michael disse.
"É tão quentinho", Tabitha disse, "Macio. Mas também forte."
"Ele fica duro para poder entrar na sua vagina", Mary disse, "Quando estiver dentro de você e for o seu período, o pau do Michael vai produzir esperma e é assim que se faz bebês."
"Eu sei essa parte, mamãe", Tabitha disse. Ela não havia tirado a mão do pau do irmão.
"Bem, você está pronta para tentar?" Mary perguntou. Tabitha sorriu e se recostou, apoiando a cabeça no travesseiro.
"Ah, Tabitha", Michael disse, pegando o pênis na mão novamente, "Eu sempre... Quer dizer, quando eu ficava. No meu quarto. Você sempre foi a que eu..."
"Você está divagando sem sentido, querido", Mary disse.
"Tudo bem, Michael", Tabitha disse. "Estou pronta quando você estiver."
Michael deu um passo para mais perto da irmã e começou a acariciar, lentamente. "É um pouco... Só preciso de mais um tempo", ele disse.
"Você podia simplesmente colocar dentro de mim", Tabitha disse com um sorriso. "Pode ser mais científico assim."
"Não até ele estar pronto", Mary disse, "Você está recebendo o esperma do seu irmão para que ele não vá para o inferno. Vocês não vão fo... Ter relações."
"Certo", Tabitha disse, "Claro. Isso é gostoso, Michael? Esfregar? Quer dizer, tipo, no sentido de aprendizado. Para eu saber quando casar."
"Você está um arraso, Tabitha", Michael disse, "É tão bom."
"De que jeito?" Tabitha perguntou.
"É uma sensação de prazer que vai aumentando", Michael disse, "Eu deslizo a pele solta para cima e para baixo. É fantástico. Especialmente quando passo pela cabeça."
"Hmmmm... Realmente foi bem gostoso na minha mão", Tabitha disse.
"OK, chega de hora do aprendizado", Mary disse, "Vamos acabar logo com isso. Estou no meio de um filme aqui."
"OK", Michael disse, "Estou quase lá." Ele se moveu para a frente da irmã e, como antes, pegou o pau e o apoiou na abertura molhada dela. Tabitha olhou para a conexão iminente. Fascinada.
Michael começou a deslizar para dentro da irmã. "Ah, Tabby Cat, eu sempre sonhei em..." De repente, ele parou. Tinha entrado só até a metade.
"O que foi?" Mary perguntou.
"Não sei", Michael disse, olhando para a mãe confuso, "Tem algum tipo de barreira aí ou algo assim. Talvez a boc... quer dizer, a vagina da Tabitha. Talvez seja muito pequena."
Mary quase riu quando percebeu o que ele estava dizendo. Ele havia alcançado o hímen da irmã. Pensando bem, Mary se perguntou por que Michael não tivera esse problema com as outras duas irmãs. Bem, era um problema para se pensar em outra hora.
"Você consegue se masturbar enquanto ainda está dentro dela desse jeito?" Mary perguntou.
"Na verdade, não", Michael disse.
"Bem, faça o melhor que puder com o que tem", Mary disse, "Tenho certeza de que será suficiente."
"É, mas. Estou preocupado que um pouco possa derramar para fora."
"Bom ponto", Mary disse, subitamente preocupada.
"Tudo bem, mamãe", Tabitha disse, "Ele pode empurrar mais. Eu sinto que ele consegue."
"Tem certeza, querida?" Mary perguntou.
Michael recuou um pouco, depois deslizou para a frente. "Dá para sentir que cede um pouco."
"Eu também", Tabitha disse, "Tenta empurrar mais forte."
"Tem certeza, Tabitha?" Michael perguntou, "Não quero te machucar."
Tabitha assentiu. Michael se afastou. Dessa vez, ele realmente se enfiou na irmã. Tabitha gritou. Michael gemeu.
"OH!" Tabitha gritou, "Ah, ppporra."
"Você está bem?" Mary perguntou.
"S... sim. Eu consegui. O... Eu sinto isso jorrando dentro de mim."
Michael esperou, depois se retirou. Seu pênis estava manchado de sangue. "Ah, Deus. Sinto muito, mana. Eu não queria te machucar. Juro que não."
"Está tudo bem, Michael", Mary disse, e deu um tapinha nas costas dele. Tabitha se sentou e Mary lhe entregou alguns lenços. Uma gosma espessa e rosada pingava de sua vagina.
— Não dói mais — Tabitha disse. — Só parece um pouco estranho. Não se preocupe, tenho certeza de que estarei pronta na próxima vez que precisar de mim.
— Tem certeza? — Michael disse. — Talvez seja melhor eu não...
— Nem pense nisso — Tabitha disse. — Quero ajudar a família como todo mundo.
*
Agora Mary achava que seu trabalho estava realmente terminado. As três garotas estavam treinadas para a próxima emergência. Com o tempo, Michael superaria essa fase e suas irmãs poderiam parar de supri-lo. Até lá, Mary ficava feliz em ficar de fora.
No entanto, sem querer, Mary tinha se colocado como a diretora de todo esse projeto e, por isso, descobriu que não conseguia escapar de suas responsabilidades. Ela estava encarregada do calendário — os irmãos dependiam dela para "designar" uma irmã para Michael quando chegasse a hora. Como um maître sujo. Além disso, como Mary estivera presente em todas as tentativas iniciais, as crianças a tratavam como a especialista, a coordenadora e, quando necessário, a juíza.
Ainda assim, Mary tentou se desvencilhar o máximo possível. Na vez seguinte em que Michael veio até ela com uma "necessidade", Mary mostrou a ele o calendário e explicou como funcionava. Disse que ele também poderia simplesmente decidir qual irmã era a mais apropriada e agir de acordo.
— Eu só me sinto mais confortável quando é você que decide, mãe — Michael disse. — Quando sou eu sozinho, parece meio errado. Perverso. Mas se decidirmos em família...
— Não posso estar aqui toda vez que você precisar fazer sua coisa — Mary disse. — Também tenho que trabalhar, querido. Mas entendo que você queira respeitar suas irmãs. Você está sendo um bom irmão. Farei o possível para ajudar quando puder.
Então, Mary revisou o calendário com Michael. No fim das contas, com Hope fora para uma corrida matinal e Chastity ainda na zona de perigo, era a vez de Tabitha de novo. A irmãzinha de Michael estava passando de dispensada a quase sobrecarregada. Bem, não havia outra opção — Mary mandou o filho subir para pedir a ajuda de Tabitha.
Mary ouviu a porta do quarto se fechar atrás dele. Voltou a dobrar roupas limpas. Mas, de repente, ouviu passos e viu sua filha nua parada diante dela, com ar aflito.
— Precisamos de uma ajudinha — Tabitha disse, seus seios minúsculos ainda balançando da corrida. Tabitha levou a mãe para o quarto. Michael estava de lado, parecendo encabulado. Tabitha pulou de volta na cama, jogando seus ursinhos de pelúcia para o lado. Retomou a posição. Joelhos elevados. Coxas afastadas.
— Estou com um pouco de dificuldade, hummm. Pra começar — Michael disse. — Achei que estava pronto, mas quando entrei aqui, simplesmente...
— Então volte para o seu quarto até estar realmente pronto — Mary disse. Afastou o cabelo dos olhos. Sério? Como esse garoto tinha se masturbado sozinho todo esse tempo?
— Não posso ficar aqui deitada esperando — Tabitha disse. — Tenho aula em alguns minutos. Não podemos fazer algo para, tipo, acelerar ele?
Ambas as crianças olharam para a mãe com expectativa. — Honestamente, vocês dois — ela disse. — Não sou especialista nessas coisas. Mas parece que Michael está apenas nervoso. Tabitha, querida, você está fazendo o possível para deixar Michael confortável?
— Quer dizer, acho que sim — Tabitha disse. — Eu só estava fazendo perguntas sobre o pênis dele. Tipo como funciona, como se sente. Coisas assim.
— Bem, aí está, querida — Mary disse. — Você não pode interrogar o garoto enquanto ele está se preparando assim.
— Ah — Tabitha disse. — Desculpe, Michael. Não foi minha intenção. O que posso fazer para consertar, mamãe?
— Bem, talvez você possa fazer coisas que deixariam Michael mais confortável. Tipo, dizer coisas bonitas sobre ele.
— Michael, seu pênis parece muito bonito — Tabitha disse.
— Valeu? — Michael disse. Ele havia retomado lentamente as carícias em si mesmo, mas claramente ainda não estava totalmente ereto.
— É um bom começo — Mary disse. — Tente dizer outras coisas. E use a palavra pau, seu irmão parece preferir. Devemos respeitar isso.
— Michael, seu pau parece realmente túrgido. Mal posso esperar para tê-lo dentro da minha vagina.
— Um pouco menos clínico, querida.
— Talvez você pudesse tentar, tipo, se tocar também — Michael disse. — Não tipo se masturbar. Sei que isso seria errado. Só, tipo, carícias leves que mostrem que você está gostando do que vê.
— É uma boa ideia — Mary disse. — Só não se empolgue demais, como seu irmão disse.
Tabitha esfregou o seio pequeno, cuidando para beliscar o mamilo rosado. Com a outra mão, ela desceu e meio que provocou a entrada. Claramente não fazia ideia do que estava fazendo, mas a jovem morena conseguiu criar uma aparência convincente de estar se divertindo.
— Não se esqueça de falar, querida.
— Ah, sim — Tabitha disse. — Michael, eu sei que você pensa em mim quando... faz coisas. Eu também penso em você, às vezes. Aqui estou eu. Esperando por você. Desejando você. Por favor, venha me dar seu pau. Parece tão bom. Eu quero tanto.
Mary achou que o discurso de Tabitha soou bastante forçado, mas claramente fez efeito para o filho. Ele se lançou para a frente e se enterrou na irmãzinha. Ela arfou, mas claramente não foi tão doloroso quanto da última vez. Tabitha olhou para baixo, interessada no ponto onde ela e o irmão agora estavam unidos. Sorriu e bateu palmas.
— Iupi! Obrigada, mamãe. — Tabitha pegou as mãos do irmão e as puxou para seus seios. Ele os apertou ambos, como se testasse a maturação. Aparentemente, isso agora fazia parte do procedimento. Michael se moveu para dentro e para fora, depois estremeceu. Caiu para a frente.
Tabitha deu uma risadinha. — É tão gostoso, explodir dentro de mim.
— Ah, sim — Michael disse, a cabeça enterrada entre os seios da irmã.
— Bem, muito bom — Mary disse. — Só lembrem do que aprendemos para a próxima vez.
Ambos os irmãos acenaram simultaneamente. Os olhos de Michael ficaram vidrados no torpor pós-sexo. Os da irmã, porém, permaneceram brilhantes e ansiosos.
*
De novo, Mary pensou que finalmente tinha resolvido as coisas. Mas, de novo, Michael correu para encontrá-la quando precisou de ajuda.
— Achei que tínhamos conversado sobre isso — Mary disse, parada diante do fogão quente, mexendo algo.
— Conversamos — Michael disse. — E concordamos que é esquisito eu simplesmente requisitar uma irmã.
— Você não está requisitando suas irmãs. É por isso que o calendário está lá. Ele literalmente diz a quem você deve pedir ajuda.
— Tá bom — Michael disse. Foi até a geladeira e fez beicinho ruidosamente enquanto olhava. — Oba, parece que Chastity voltou à rotação.
— Aí está.
Alguns minutos depois, o jantar ficou pronto, e Mary chamou as crianças para comer. Hope e Tabitha apareceram imediatamente, mas nem Chastity nem Michael apareceram.
— Não deveria demorar tanto — Mary disse.
— Tenho certeza de que Michael está apenas fazendo o que precisa, mãe — Hope disse. — Devemos tentar respeitar a privacidade deles.
Mary serviu as refeições das meninas, mas não conseguia parar de se preocupar que algo pudesse estar errado. Finalmente, desistiu e subiu. Afinal, Michael tinha pedido sua ajuda — ela não estava bisbilhotando, só estava sendo solidária.
Encontrou os irmãos no quarto de Chastity. A loira estava deitada de costas diante do irmão, mas ele estava apenas parado entre as pernas dela. Mary esperou na porta. Não queria interrompê-los a menos que precisasse.
Michael claramente tinha uma mão no pau (Mary decidiu usar a palavra dele dali em diante), mas a outra estava apertando os seios fartos da irmã. Ele deslizava de um para o outro — acariciando, apertando, beliscando o mamilo.
Chastity sorriu faminta para o irmão. Suas mãos estavam em seu sexo e ela as movia de um jeito que sugeria que ela estava... Ah, não. Isso não podia. Não podia mesmo.
Mary irrompeu no quarto. — Chastity! Finalmente consegui colocar Michael nos eixos e agora você está fazendo a mesma coisa? Vamos, querida, você sabe muito bem que isso não pode.
Ambos os irmãos congelaram e encararam a mãe. O cheiro do sexo de Chastity encheu o nariz de Mary. A mãe dedicada imediatamente se sentiu desconfortável, como se tivesse feito algo errado. Mas então a raiva justa de Mary tomou conta. Por que todos tinham que se comportar tão mal?
— Bem? — Mary perguntou. — Estou esperando uma explicação.
— Nós. Isto é. Quer dizer, mãe — Michael disse. Seu pênis murchou lentamente em sua mão.
— A culpa é minha — Chastity disse.
— Bem, obviamente — Mary disse.
— Não, não. O que quero dizer é que Michael veio aqui todo pronto e disposto, como você ensinou. Mas quando ele tentou colocar em mim, tipo, não entrava. Sabe?
Mary lançou à filha um olhar que dizia que, claramente, ela não sabia. Tudo tinha deslizado tão facilmente antes. O que era diferente dessa vez?
— Eu estava, hummm. Deus, mãe, não acredito que você está me fazendo dizer isso. Eu não estava m... Quer dizer, eu estava sem lubrificação. Como a Tabitha poderia dizer.
— Sim, mãe — Michael disse. — Foi exatamente isso que aconteceu. Tentei colocar na Chastity, mas ela estava seca, então não conseguimos.
— Certo, então eu disse: deixa eu me preparar para você — Chastity disse. — Era só isso que estávamos fazendo.
— Ah, querida — Mary disse, o coração de repente doendo pelas crianças. — Claro que entendo. É natural que você não esteja sempre pronta para seu irmão. Mas você não pode se esfregar assim, querida.
— Mas foi muito doloroso para nós dois — Chastity disse. — Talvez se o pau estúpido do meu irmão estúpido não fosse tão grande, seria mais fácil, mas o que podemos fazer?
— Você precisa deixar Michael fazer isso por você — Mary disse. — Ele deve te preparar antes de colocar dentro.
— Ah, sim! — Chastity disse. — Mãe, é uma ótima ideia.
— Só certifique-se de mostrar a ele o que fazer, primeiro — Mary disse.
— Certo. Não apenas aperte meu peito, seu bobão. Não está me ordenhando. Desça a mão e coloque o dedo aqui — Chastity disse. Ela arrastou a mão do irmão para baixo de seus pelos pubianos loiros. — Sim, isso mesmo. Isso é... OH!
— Parece que você já está mais que molhada — Mary disse. Viu o olhar nos rostos dos irmãos e decidiu se afastar. Eles precisavam se acostumar a fazer isso sozinhos. Mesmo assim, ela esperou junto à porta, deixando-a entreaberta para ouvir, só por precaução.
— Vou colocar em você agora, mana — ela ouviu Michael dizer.
— Sim. OK — Chastity disse. — Só continue esfregando aí. Sim. Assim eu não fico, hummm, seca de novo de repente.
— C... claro — Michael disse. — Está bom agora?
— S... sim. Estou sentindo. Sinto que estou ficando... Esfrega mais rápido.
Mary ouviu sons molhados enquanto Michael trabalhava na irmã. Se Chastity estava realmente tendo tanta dificuldade, podia ser um problema médico, ela pensou. Ou talvez devesse comprar lubrificante. As três irmãs poderiam precisar em algum momento.
— Me dá — Chastity disse. — Mais rápido... ah... ah... OH! OH, PORRA!
Mary espiou pela porta e viu o filho tremendo enquanto gozava. A filha também tremia. Seu corpo parecia estremecer a cada ejaculação de Michael. Costas arqueadas. Cabelo loiro pendurado. Seios grandes balançando. Boca aberta em um grito silencioso. Então, o corpo de Chastity relaxou e ela caiu de volta na cama.
Chastity estava tão bonita naquele momento, Mary pensou, o peito brilhando de suor. Michael olhou para a irmã, arfando. Chastity sorriu e estendeu a mão, dando tapinhas na bochecha dele.
— Bom garoto — Chastity disse. — Me dando todo o seu leite.
Mary teve que concordar. Imaginou o que tinha acontecido com Chastity, agindo tão docemente com o irmão.
*
Durante o jantar, Mary fez questão de que Chastity compartilhasse as novas regras básicas com o grupo.
— A lubrificação é muito importante — Mary disse. — Não quero que nenhuma de vocês se machuque por não seguir os comportamentos adequados. Lembrem-se de garantir que Michael faça isso por vocês. Tentem pensar nisso como uma troca justa.
— Ah, com certeza eu tenho um peito para a troca dele — Chastity disse.
*
Na manhã seguinte, ao passar pelo quarto de Hope, Mary não pôde deixar de ouvir Michael falando com a irmã.
— Assim? — ele perguntou.
— Mais devagar — Hope disse. — E não tão forte. Você está esfregando minha boceta, não moendo um dente de alho.
— Chastity gosta assim — Michael disse com um leve choramingo.
— Bem, a xoxota da Chastity deve ser feita de aço ou algo assim, porque isso dói pra caralho — Hope disse.
— Desculpe — Michael disse.
— Ah, tudo bem, querido. Sei que você ainda está aprendendo.
Mary cuidadosamente abriu um pouco mais a porta de Hope, para poder ver o que estava acontecendo. Hope estava na posição de sempre, de costas. Michael se inclinava sobre ela. Tinha uma mão no seio pequeno de Hope, a outra na sua junção. Seu pênis estava praticamente esquecido.
— Um pouco mais para cima — Hope disse. — Sim. Está sentindo aquele carocinho ali? É meu clitóris. É o que seria meu pau se eu fosse um garoto. Pense nele como meu botão mágico do prazer. Coloque o polegar bem aí e... OH! Um pouco menos de pressão, mas mais fricção. De um lado para o outro. Sim.
— Chastity já tinha gozado a essa altura — Michael disse.
— Que bom para Chastity.
Mary se inclinou para dentro do quarto. Cuidadosa para não ser notada, ansiosa para não perder um momento. Por mais que quisesse deixar esse projeto para os filhos, Mary descobriu que ficava estranhamente decepcionada sempre que perdia uma dessas sessões.
— Ah, isso é bom — Hope disse.
— Seu irmão está fazendo um bom trabalho para você? — Michael perguntou.
— Tããããão bom.
— Acha que posso colocar em você agora, Hope-zinha?
— Com certeza.
Michael tirou a mão do seio pequeno da irmã, mas Hope o deteve. — Aqui, deixa eu pegar isso para você — ela disse. Então estendeu a mão entre as pernas e guiou o pau de Michael para sua entrada.
— Hummmm — Hope gemeu e meio que riu enquanto o irmão a preenchia. — Não vai demorar agora.
Michael enfiou e tirou da irmã, depois enrijeceu. Mary conhecia todos os sinais. O peito de Hope ficou ruborizado. Suas pernas tremeram.
— Ohhhhhhhhhhh... PORRA! — Hope gritou. Michael gemeu e foi isso. Os dois se retesaram um contra o outro em êxtase orgásmico.
Michael permaneceu dentro da irmã enquanto ambos se acalmavam. Hope acariciou o rosto de Michael. Seus braços. Com carinho.
Mary percebeu, enquanto os observava, que todos os seus filhos pareciam estar ficando muito mais próximos. Parecia que eles viviam brigando desde sempre. Especialmente depois que John morreu. Mas aqueles pequenos momentos de gentileza estavam acontecendo cada vez mais.
Eles realmente estavam agindo como uma família agora, e isso fez Mary se encher de alegria.
*
Naquela noite, Mary voltou das compras para uma casa vazia. Achou que as crianças deveriam ter todas saído. Então ouviu vozes vindas do quarto de Tabitha. Mary se sentiu um pouco frustrada. Eles sabiam que deviam vir cumprimentá-la assim que ela chegasse em casa.
— Ei, crianças! — Mary disse, abrindo a porta. Todos olharam para ela, com ar surpreso e um pouco envergonhado. Como se estivessem tramando algo. Tabitha estava deitada de costas na cama, completamente nua. Michael estava de pé sobre ela, segurando o pau. Bem, essa era uma visão normal. Mary teve que rir consigo mesma — de alguma forma, tinham chegado ao ponto em que isso era perfeitamente normal.
Não, o que tornava tudo tão surpreendente era que Chastity e Hope também estavam no quarto. Ambas as garotas estavam totalmente vestidas, de pé em ambos os lados da cama de Tabitha.
— Ah, oi, mamãe — Tabitha disse. — Não ouvimos você chegar.
Mary suspirou e entrou no quarto. Fechou a porta atrás de si.
— Achamos que seria uma boa ideia ajudar — Hope disse. — Toda essa questão da lubrificação. Queríamos garantir que nossa irmãzinha ficasse confortável.
— Sabíamos que os dois podiam estragar a trepada — Chastity disse. — Se é que você me entende.
— Bem, devo dizer que estou muito satisfeita — Mary disse. — Como vocês estão sendo solidárias com sua irmãzinha. Mas espero que não estejam colocando pressão demais no Michael.
— Ah, não, estou bem, mãe — Michael disse. Sua ereção sobressaía. — Sei que minhas irmãs podem cuidar de mim.
— Estávamos quase começando — Chastity disse. — Quer ficar e ajudar?
— Eu só atrapalharia — Mary disse e começou a recuar lentamente.
— Não, eu quero que a mamãe fique — Tabitha disse com um leve tom de menininha manhosa.
— Bem, se isso te deixar mais confortável — Mary disse. — Vou só ficar aqui atrás e deixar vocês, meninas, cuidarem disso.
— Certo — Hope disse. — Vamos retomar de onde paramos. Michael, você ia começar a esfregar o clitóris da Tabitha.
— Ele primeiro tem que achar — Chastity disse.
— Seja solidária, querida — Mary disse. Chastity apenas balançou a cabeça com desdém.
— Não se esqueça de colocar a mão no meu peito — Tabitha disse. Michael esticou a mão esquerda e encontrou o seio de Tabitha.
— Não tenha medo de dar uma boa apertada — Chastity disse.
— Só não muito forte — Hope disse. — Bom, agora desça e encontre aquele nódulo de nervos. Como eu te mostrei. Não se frustre se demorar um pouquinho. Pode ser um pouco complicado.
— Talvez com o seu clitóris minúsculo possa — Chastity disse. — Eu? Você não pode errar.
Tabitha arfou.
— Acho que ele achou o lugar certo — Hope disse.
— Com certeza — Tabitha disse. — E agora?
— Apenas esfregue de um lado para o outro — Hope disse. — Michael, tente velocidades e padrões diferentes até achar algo que funcione.
— Lembre-se — Mary disse. — Você só está tentando garantir que Tabitha esteja molhada o suficiente para receber o pau de Michael.
— Aham — Chastity disse. — Não se esqueça dos peitos dela, bobão.
Tabitha gemeu. — Isso é muito bom. Mas agora acho que quero algo dentro de mim também.
"OK, Michael, essa é a sua deixa", Hope disse. Michael tirou a mão do clitóris de Tabitha e alcançou o próprio pênis. A virilha de Tabitha se sacudiu e ela xingou.
"Não para!"
"Desculpa", Michael disse, "eu só estava..."
"Como sempre, tenho que fazer tudo", Chastity disse. A garota loira se esticou e agarrou o pau do irmão. Então ela o enfiou na vagina da irmãzinha. "Pronto", ela disse, e deu um tapinha na bunda de Michael. "Dá pra ela com vontade."
"Sim", Tabitha disse, a voz apenas um sussurro, "me dá."
Era como esfregar a barriga enquanto batia na cabeça, Mary refletiu. Michael tinha que passar a mão de um lado para o outro na irmã enquanto se empurrava para frente e para trás.
"Ai..." Tabitha disse, "Ai, caralho! E-eu... tô sentindo. Tem algo crescendo. Acho que preciso parar."
"Tá tudo bem, Tabby Cat", Hope disse. Ela se abaixou e passou os dedos pelo cabelo de Tabitha. "Ele está quase lá."
"Confia em mim", Chastity disse, "crescer é coisa boa."
"N-não assim. Sinto um tipo de pressão", Tabitha disse, "acho que vou fazer xixi."
Michael olhou para as irmãs. Seus olhos questionadores. Mas não parou de deslizar para dentro e para fora da irmã.
"Ai, Deus", Tabitha disse, a cabeça rolando de um lado para o outro. "Tão bom. Não quero que ele pare, mas eu..."
"Talvez a gente devesse..."
"Ah, não!" Tabitha gritou. Um jato de líquido quase transparente saiu da vagina dela e espirrou no peito nu do irmão.
"Ah, ISSO!" Michael gemeu e soltou o próprio líquido dentro da irmã mais nova. Os irmãos pareciam sincronizados, jato por jato. Os olhos de Tabitha reviraram. Seus seios balançaram e ela uivou de prazer.
"GOZAAAAAAAAndoooooo..."
Finalmente, os gritos de Tabitha começaram a diminuir. Os dois se endireitaram lentamente.
"Uau", Chastity disse.
"Ai, Michael, sinto muito", Tabitha disse, "eu perdi o controle."
"Tudo bem", Michael disse, "até que foi legal, na verdade."
"Não acredito que fiz xixi em você", Tabitha disse. Ela parecia realmente chateada.
"Acho que aquilo não era urina", Hope disse.
"Você é uma squirter!" Chastity disse.
"O que é isso?" Mary perguntou. Ela estava preocupada com sua caçula agora. Se ela tinha algum tipo de condição estranha.
"Eu já vi online", Chastity disse, "quer dizer, já li sobre isso. Algumas mulheres produzem líquido quando gozam. É uma coisa totalmente natural, eu juro."
"Vou ter que pesquisar isso", Tabitha disse, sua curiosidade intelectual superando o constrangimento.
"Te mando uns sites", Chastity disse, "coisa bem educativa."
"Bem, acho que vocês dois deveriam se limpar", Mary disse, "e depois descer para o jantar."
*
Depois do jantar, Mary recrutou Michael para ajudá-la a lavar a louça. Os dois ficaram de pé na pia — Mary lavava enquanto Michael secava. Era uma velha rotina que ela costumava fazer com o marido, e agora dividi-la com Michael parecia muito reconfortante. Doméstico.
Como era só os dois, Michael se sentiu à vontade para se abrir com a mãe. "Você estava certa", ele disse, "o que você falou antes — minhas irmãs são realmente deslumbrantes."
"Fico feliz que você concorde", Mary disse. Ela lhe passou uma tigela pingando e ele a secou com a toalha.
"Tabitha é tããão linda. Mas agora que Chastity está sendo legal comigo, estou achando ela muito divertida de ter por perto. E Hope, sei lá, eu a via como uma figura de autoridade. Mas ela se tornou mais como uma melhor amiga. Alguém em quem eu confiaria qualquer coisa."
"Fico feliz em ouvir isso", Mary disse, e estava mesmo.
"Como você disse, sou um cara de sorte." Ele lhe entregou o pano de prato. Ela olhou para ele, confusa.
"Só terminamos metade", Mary disse.
"Tenho que ir", Michael disse, "toda essa conversa sobre minhas irmãs — acho que está na hora de eu 'usar' uma delas. Se é que você me entende."
Mary entendia, com certeza. Ela suspirou e terminou a louça sozinha.
*
Finalmente, parecia que eles tinham se estabelecido em uma rotina regular. Alguns dias se passaram sem Mary ver ou ouvir quase nada. Era quase como se Michael tivesse parado completamente, embora Mary tivesse quase certeza de que isso era impossível. Mais provavelmente, os irmãos estavam finalmente começando a aprender a manter as coisas mais silenciosas.
Então, uma manhã, Mary estava fazendo o café da manhã e ouviu gritos vindos da sala de jantar.
"Bem, talvez seja porque ele gosta mais de mim", Chastity disse.
"Isso é ridículo", Hope disse.
Mary se afastou do fogão e foi até o outro cômodo. As duas garotas ainda estavam de pijama xadrez combinando. Chastity se recostou na cadeira, parecendo satisfeita consigo mesma. Hope estava de pé, as mãos pesadas sobre a mesa.
"Nós duas sabemos que ele vem mais vezes a mim", Chastity disse, "goza mais também. Talvez a gente devesse começar a te chamar de 'Não-pe'."
"Noite passada ele estava babando todo nos meus peitos, não nos seus", Hope disse.
"Aposto", Chastity disse, "com esses seus peitinhos, ele provavelmente estava morrendo de fome por mais."
Hope gritou e saltou ao redor da mesa. Ela agarrou a blusa do pijama de Chastity pelas lapelas e levantou a irmã da cadeira, rosnando.
"Meninas!" Mary gritou antes mesmo de perceber que estava pronta para falar, "Que diacho vocês duas estão fazendo?"
"Chastity está dizendo que Michael gosta mais dela", Hope disse. Ela ainda segurava a irmã pela blusa. Os nós dos dedos brancos.
"Não é minha culpa se eu tenho o corpo melhor", Chastity disse.
"Bem, eu com certeza sou melhor que você em fazer ele feliz", Hope disse, "ele sabe que quando precisa de alguém para cuidar dele, sou eu que ele procura."
"E quando ele quer uma boa foda", Chastity disse, "ele vem a mim."
Hope rosnou e puxou com mais força. Chastity gritou e tentou agarrar o cabelo de Hope.
"Parem as duas imediatamente!" Mary disse. Ela ficou ali furiosa até que as garotas se soltassem. Elas se esgueiraram de volta para seus lados da mesa, se encarando.
"Primeiro", Mary disse, "ninguém está fodendo ninguém. Entenderam? Vocês estão ajudando seu irmão. Só enfiar um pau em você por um minuto não é sexo. Acreditem em mim."
As duas garotas acenaram. Mary podia ver os músculos do braço de Hope começarem a relaxar lentamente.
"Segundo", Mary disse, "Michael ama muito vocês duas. Chastity, eu sei que Michael vai até você quando precisa de uma amiga, alguém para rir ou ver um filme. Mas Hope, você e eu sabemos que quando Michael quer ser confortado, ou se realmente precisa de um conselho, ele recorre a você. Isso não significa que ele ame uma menos que a outra. Apenas diferente."
"Mas, mãããe", Hope disse, "Michael realmente vai mais à Chastity do que a mim."
"Tenho certeza de que parece assim, mas aposto que se a gente olhasse direitinho, seria igual. Além disso, Hope, você acabou de ter seu período fértil semana passada, então Michael provavelmente estava te evitando um pouco mais. Como deveria. E não se esqueçam, vocês duas também precisam dividir com Tabitha. Agora, quero que essa seja a última vez que ouço falar disso. Entendido?"
As duas garotas acenaram, mal-humoradas. Mary voltou para a cozinha para terminar de cozinhar. Mais tarde naquele dia, porém, ela chamou Michael de lado e conversou com ele. Eles concordaram que ele precisava fazer um trabalho melhor em distribuir a riqueza. E Mary sabia que ele honraria isso. Ele realmente amava demais suas irmãs para ferir os sentimentos delas intencionalmente.
*
Mary estava errada sobre uma coisa, no entanto. Os irmãos estavam progredindo para sexo completo. Não foi uma mudança imediata. Não de início. Mas Mary continuava recebendo pistas — de ouvir e observar e apenas pelo jeito que todos falavam. Michael estava passando menos tempo se preparando e mais simplesmente entrando nos quartos das irmãs para obter seu alívio.
Era natural, Mary supôs. Por que recorrer a um punho quando uma vagina perfeitamente boa estava esperando? De certa forma, Mary estava contente. Michael estava aprendendo a não se masturbar, mas sim a procurar uma mulher de verdade. Então ela não exatamente desencorajou o comportamento à medida que se tornava mais comum.
Todos ainda agiam sob o pretexto de que Michael estava se esfregando até quase o orgasmo, então encontrava um irmão. Só que o 'quase' estava ganhando uma definição cada vez mais ampla. Então, o inevitável aconteceu.
Mary estava no andar de baixo lavando roupa quando ouviu Tabitha gritar. Ela subiu e respondeu. "Tabitha, querida, o que foi?"
"Mamãe, Michael está fodendo Hope!" ela gritou. Mary marchou pelo corredor e abriu a porta do quarto. Lá estava Michael, entre as longas pernas da irmã mais velha, simplesmente serrando para frente e para trás. Tabitha estava de lado, gesticulando como um mestre de cerimônias para a performance dos irmãos. De olhos arregalados com o que estava acontecendo.
"Ai, minha nossa", Mary disse. Michael grunhiu, mas não diminuiu o ritmo nem um pouco. Ele estava completamente nu. Seu traseiro tonificado balançava levemente a cada investida. As mãos de Michael agarravam os quadris da irmã. Hope balançava para frente e para trás na cama. Seu cabelo castanho se espalhava por toda parte. Ela soltava um pequeno grunhido cada vez que o irmão ia até o fundo dentro dela.
"Você disse que ele deveria fazer só a parte final", Hope disse, "mas ele entrou aqui e simplesmente enfiou em mim."
"Michael, isso é verdade?"
Mary ouviu passos ecoando pelo corredor.
"De jeito nenhum", Chastity disse. Ela estava atrás da mãe, olhando maravilhada para o irmão e a irmã na cama.
"Desculpa, mãe", Michael disse, "eu estava no meu quarto e me sentindo, sabe. Eu ia começar a esfregar, mas sei que é errado. E aí pensei, bem, isso não resolve o problema completamente?"
"Bem..." Mary disse, começando a se sentir inclinada a dizer que sim. Quer dizer, acho que deveria estar orgulhosa do garoto de certa forma.
"M-mãe?" Hope perguntou.
"Ele não está te machucando agora, está?" Mary perguntou.
"Ah, Deus, NÃO", Hope disse, "embora ele esteja... uhn... negligenciando seus deveres de lubrificação."
"Desculpa, mana", Michael disse. Ele soltou os quadris dela e começou a massagear seus seios.
"Ah, isso é ótimo, Michael", Hope disse, "mas eu gostaria que você tocasse um pouco mais embaixo também."
Michael obedeceu. Ele pegou uma mão e começou a esfregar entre as pernas da irmã. Ela gemeu com apreço.
"Bem, contanto que você não a esteja machucando, acho que pode continuar, por enquanto", Mary disse, "só não façam isso toda vez."
Com a permissão dada, Michael e Hope pareceram acelerar. Seus movimentos ficaram mais frenéticos. Os sons do sexo deles ficaram mais altos e menos contidos. Em vez de apenas ficar deitada, Hope movia o traseiro para cima e para baixo para combinar com o ritmo do irmão. Seu sexo se esticava avidamente ao redor do pau dele.
"Mas, mãe", Chastity disse, "não é justo que Hope possa foder Michael e a gente não."
"Sim", Tabitha disse, "parece algo que cada uma de nós deveria poder experimentar."
"Não sei..."
"Tudo bem", Hope disse, o corpo quicando, "AH! Tão bom! Michael c... claramente sabe como tratar suas iiiirmããããs."
"Tá bom. Está combinado", Mary disse, "agora vamos dar um pouco de privacidade a eles." Ela arrebanhou as duas garotas para o corredor e fechou cuidadosamente a porta atrás de si.
Enquanto caminhava pelo corredor, ela ouviu os sons inconfundíveis do clímax compartilhado dos irmãos.
*
Mary teve que fazer umas tarefas naquela tarde, mas voltou para casa e encontrou uma cena e tanto. Chastity estava curvada sobre o sofá, completamente nua. O cabelo loiro escorria como cachoeiras sobre as almofadas. Seu traseiro proeminente pendia sobre o braço do sofá, exibindo obscenamente sua vagina. Chastity havia se gabado para Hope antes que seu clitóris era fácil de encontrar, e Mary viu que sua filha não estava brincando. O homenzinho no barco de Chastity mais parecia um gigante em seu iate.
Michael estava atrás da irmã, igualmente nu. Ele estava com as mãos nos quadris dela e estava alinhando seu pau como se estivesse prestes a penetrá-la.
"Ah, oi, mãe", Hope disse. Ela estava sentada no sofá ao lado da cabeça de Chastity, acariciando levemente o cabelo dourado da irmã. Hope estava totalmente vestida, mas Mary podia ver aquele rubor inconfundível subindo pelo pescoço da filha. "Estamos só cumprindo nossos deveres de irmãos."
"Hm, estou vendo", Mary disse. Ela quase deixou as compras caírem no chão. "Mas vocês não acham que, talvez, fosse melhor, sabe, fazer isso em um lugar mais privado?"
"Foi muito mais fácil caber todo mundo aqui", Tabitha disse. Ela estava ao lado do irmão, também completamente vestida. Estava de óculos e parecia estar estudando o ato inteiro como se fosse um novo projeto de ciências. Mary praticamente esperava que sua filha mais nova tivesse um caderno e uma caneta.
Mary queria reclamar, algo naquilo parecia particularmente indecente. Ela não sabia dizer exatamente onde passava do limite. O aspecto público, talvez. Mas então ela já havia dado permissão para isso. O jeito como as três garotas estavam se dando bem, ajudando o irmão, Mary estava quase orgulhosa. De um certo ponto de vista.
"Podemos prosseguir com isso?" Chastity perguntou, "isso não é exatamente confortável, sabe."
"Pare de reclamar e receba o pau do seu irmão como uma boa irmãzinha putinha", Hope disse, dando um tapa leve na bochecha de Chastity.
"Hope!" Mary disse, "não vou permitir que você fale com sua irmã desse jeito."
"Ah, eu não me importo, mãe", Chastity disse, "faz parte do meu, hmmm, processo de lubrificação."
Mary olhou e, de fato, a vagina da filha certamente parecia pronta para receber um pênis. Os lábios estavam escuros e escancarados. Uma linha fina de baba feminina pingava no tapete.
"Meninas, me desculpem", Mary disse, "algo nisso parece errado."
"Bem, por que você não fica e supervisiona, mãe?" Michael perguntou.
"Isso seria ótimo, mamãe", Tabitha disse, "assim você pode nos corrigir se fizermos algo errado."
Ah, Senhor, preservai-me. "Bem, OK. Acho que sim.""Excelente", Michael disse, "Tabby Cat, pode fazer as honras?"
Tabitha fez uma pequena mesura e deu um passo à frente. Ela pegou o pau do irmão na mão e pendurou a cabeça na abertura de Chastity. Fez isso delicadamente, como se pendurasse um vestido que queria manter sem rugas para uma noite elegante.
Chastity soltou um pequeno grunhido quando Michael começou a empurrar para frente. Dessa posição, Mary podia ver facilmente a vagina de Chastity se esticando para acomodar o grosso e roxo mastro do irmão. Michael suspirou, contente, enquanto seus testículos batiam contra a irmã. Totalmente enterrado entre as pernas dela.
"Deus, isso é bom", Chastity disse, a voz abafada pelos travesseiros. "Você pode ser um idiota, mano, mas tem o melhor pau."
Michael deu um tapa na bunda da irmã. "Com certeza. Sobre a parte do pau, quero dizer. Não a coisa de idiota."
"Sério", Chastity perguntou, a voz abafada pelas almofadas, "você está provando meu ponto."
Eles se moveram em silêncio por um tempo, rangendo contra o sofá. Michael passou as mãos pelos flancos da irmã. Tabitha observava os dois, atentamente. Às vezes se abaixando para obter um ângulo diferente. Realmente parecia algum tipo de demonstração estranha. Reprodução Humana 101.
Michael se movia quase graciosamente dentro da irmã. Ele estava claramente tentando ser gentil.
"Nossa, você está tentando me fazer cócegas ou o quê?" Chastity perguntou.
"Linguagem, querida", Mary disse.
"Bem, então diga ao Michael para parar de enrolação e me foder", Chastity disse, todo o pretexto de decoro desaparecido. "Mal consigo sentir o que ele está fazendo agora."
"Foi assim que Hope gostou", Michael disse.
"Então guarde para quando estiver com ela. Eu sou uma mulher de verdade e esta boceta precisa de pancada."
"Cada mulher é diferente, Michael", Mary disse, "você precisa respeitar o que Chastity está fazendo por você, entendendo as necessidades únicas dela."
"Ah, OK", Michael disse. Ele começou a bombar Chastity mais rápido. Suas coxas batiam contra a bunda da irmã. Sons de squelch encheram o quarto. Mary podia sentir o cheiro único e feminino de Chastity. Havia algo meio bonito nisso, de certa forma.
Chastity esticou a mão para trás como se fosse se esfregar, então parou. Hope percebeu o dilema da irmã. "Michael, não negligencie sua irmã."
"Não consigo alcançá-la por baixo nessa posição", Michael disse.
"Eu disse que essa posição era estúpida", Chastity disse.
"Cala a boca, putinha", Michael disse e deu um tapa tão forte na bunda de Chastity que deixou uma marca de mão na nádega, "aguente como uma boa irmã."
Mary engasgou, mas Tabitha a segurou.
"Parte do...?" Mary perguntou.
"Sim", Tabitha disse, então deu de ombros. "Eu não entendo, mas também, Chastity não se molha toda vez que goza. Como você disse, cada um é diferente."
Michael estava realmente arando a irmã agora. O rosto de Chastity pressionado desconfortavelmente contra as almofadas. Em vez de usar os quadris da irmã para guiá-la, Michael agora os segurava como corrimãos. Como se pudesse desabar sem eles. Sua respiração vinha em grandes tragos.
"Ele está quase lá?" Chastity perguntou, "estou chegando perto."
"Bem, Michael? Você está?" Hope perguntou.
"Aham."
"Bem, OK então. Responda sua irmã-putinha quando ela te perguntar algo", Hope disse.
Michael esticou a mão para frente e encontrou o grande seio da irmã mais velha. "Caralho, eu amo seus peitões", Michael disse.
"É por isso que ela é nossa Chas-peitos", Tabitha disse, rindo. Michael, estimulado por segurar o seio da irmã, começou a investir freneticamente para dentro e para fora da irmã.
"Ahhhhhh, ISSO!" Chastity gritou, "mais forte, caramba! Não, não o peito, idiota. Minha boceta. Caralho, me dá isso."
"Ahhhh... Chegando perto", Michael disse.
"Já era hora", Chastity disse, "estou esperando uma eternidade para explodir. Agora me enche. Me dá com vontade. Dá para miiiiim!"
Michael engasgou, então rugiu. "E-eu... estou fazendo isso, mana. Estou te enchendo toda!"
Chastity estava claramente gozando com o irmão. Sua boca aberta em um O silencioso. Sua cabeça inclinada para o céu. Ambos pareciam trancados naquele momento, congelados em seu êxtase. Então se quebrou e ambos caíram para trás. Michael dobrou-se no chão. Seu esperma escorria pela perna da irmã.
"Oh!" Tabitha disse, "eu pego isso." Ela estendeu a mão com um lenço e recolheu o esperma de Michael. Michael continuou encolhido no chão. Chastity se levantou com as pernas trêmulas. Hope ajudou a segurá-la, e as duas lentamente voltaram para o banheiro.
Mary olhou para o que sua vida havia se tornado e suspirou. Bem, ela pensou, pelo menos isso deve segurá-los por um tempo.
*
Depois do jantar, Mary se distraiu com um programa e ficou acordada até muito tarde. Ela subiu as escadas sorrateiramente, mas viu uma luz escapando por baixo da porta do quarto de Michael. Mary bateu - ela esperava que seu filho não estivesse acordado até tarde, preocupado com alguma coisa.
Não precisava ter se incomodado. Em vez disso, ela encontrou Michael deitado de costas na cama. Hope firmemente montada no pau do irmão. Seu corpo pendia sobre ele. Ele segurava seus seios minúsculos nas mãos enquanto ela cavalgava lentamente para cima e para baixo em seu membro. Chastity estava sentada ao lado deles na cama, nua também. Observando atentamente.
"Senhor, vocês nunca param?" Mary perguntou, "São duas da manhã!"
"Shhhhh, mãe," Chastity disse, "Você vai acordar a Tabitha."
Se a presença da mãe os incomodava, os irmãos não deixaram transparecer. Hope continuou a cavalgar o irmão, movendo-se quase sensualmente - como uma cobra, Mary pensou. A cabeça de Michael descansava contra os travesseiros, olhos firmemente fechados.
"Michael não conseguia dormir," Chastity disse, "E minha buceta. Quer dizer, minha vagi..."
"Tudo bem," Mary disse, "Buceta está bem."
"Certo," Chastity disse, como se estivesse adicionando ao seu livro-caixa, "Bem, estava realmente dolorida de mais cedo hoje. Então Michael concordou em sofrer com a segunda melhor."
"Cala a boca!" Hope disse, tentando dar um tapa na irmã, mas errou. Mary notou que isso não diminuiu nem um pouco o vaivém de Hope.
"Você está dizendo que eu não deveria menosprezar a Tabitha tão facilmente?" Chastity perguntou.
"Você não é... segunda melhor, Hope" Michael disse. "Você é praticamente perfeita."
"Oh, eu sei, querido," Hope disse. Ela acariciou a cabeça de Michael afetuosamente.
"Eu não sei, mano. Hope é legal e tudo, mas você não gostaria que esses peitos fossem um pouco mais cheios? E aquele grelinho. Eu me surpreendo que você consiga encontrá-lo na maioria das vezes."
"Oh, ele consegue encontrar muito bem," Hope disse, então ela estremeceu quando seu irmão fez exatamente isso.
Os três continuaram, como se tivessem esquecido que Mary estava no quarto. Ela pigarreou e finalmente os irmãos congelaram.
"É só que são todas essas posições," Mary disse, "O que há de errado em deitar de costas e deixar seu irmão te dar o esperma dele?"
"Michael estava muito cansado, mãe," Hope disse, "Eu disse a ele que precisava de alívio antes de conseguir dormir, mas ele não faria isso a menos que eu o ajudasse. Você conhece o Michael. Ele pode ser muito teimoso."
Mary ficou ali, um pouco em choque. Os irmãos tomaram seu silêncio como permissão e Hope, mais uma vez, começou a cavalgar o irmão. Ela se inclinou para frente, deixando seus seios minúsculos roçarem o peito do irmão e os dois começaram a se mover mais erraticamente. Urgentemente.
"Vou gozar!" Michael gritou. Sua irmã se endireitou como se tivesse levado um tiro. Seu corpo inteiro tremeu e seu peito ficou vermelho. Então ela caiu para frente e descansou a cabeça no ombro de Michael. Ela estendeu a mão e acariciou o irmão, amorosamente.
"Obrigada pelo meu agrado da meia-noite," ela disse, então o beijou na testa. Tudo aquilo pareceu muito maternal para Mary. Doce de um jeito estranho.
Hope cuidadosamente desmontou do irmão. Um pingo de esperma escorreu dela e caiu no peito de Michael, mas ele não percebeu. Ele já estava profundamente adormecido.
"Eu ainda digo que ele teria ficado mais feliz gozando em mim," Chastity disse.
"Chastity, pare de provocar sua irmã," Mary disse.
Hope silenciou as duas. "Por favor, falem mais baixo. Levou uma eternidade para fazê-lo dormir."
"Tudo bem, falaremos mais sobre isso de manhã," Mary disse. As duas garotas assentiram taciturnas, então as três saíram na ponta dos pés para o corredor.
*
Na manhã seguinte, enquanto Michael dormia profundamente em seu quarto, o resto da família tomava café da manhã juntos na cozinha. Mary estava feliz por ter um tempo a sós com suas filhas. Seu plano estava funcionando tão bem, mas agora parecia estar saindo do controle. Sim, Michael quase certamente não estava se masturbando. Era provável que ele nem estivesse se tocando, o que era incrível - uma meta que ela jamais poderia ter esperado alcançar.
Mas essa loucura com o 'processo de lubrificação' e fazendo isso uns com os outros pela casa toda. E eles realmente precisavam estar todos juntos toda vez?
"Achei que você ficaria feliz," Tabitha disse, "Estamos apoiando uns aos outros."
"E nem sempre somos todos nós," Hope disse, "Tabitha não estava lá na noite passada."
"Ainda estou triste por ter perdido," Tabitha disse.
"Não foi nada," Hope disse.
"Pode dizer isso de novo," Chastity disse.
"Cala a boca, Chas-peito," Hope disse, dando um golpe de brincadeira na irmã do meio. Então ela se virou para Tabitha: "Michael estava mal-humorado antes de dormir."
"Deus, por que ele sempre luta contra o sono quando claramente precisa?" Tabitha perguntou.
"Por favor, me deixem falar," Mary disse, "Estou feliz que vocês estejam todos trabalhando juntos para ajudar seu irmão, realmente estou. Só queria que vocês pudessem ser mais saudáveis quanto a isso."
"Não queremos te chatear," Hope disse, "Mas também achamos que devemos poder decidir o que é melhor para nós."
"Você é sempre bem-vinda para vir assistir, mamãe," Tabitha disse, "Para ajudar, tipo, responder perguntas e tal. Queremos que você faça parte disso."
"Assistir?" Mary perguntou. Aquilo soava desconfortavelmente próximo de algo inapropriado por si só.
"Olha, mãe," Chastity disse, inclinando-se para frente e parecendo tão séria quanto Mary jamais vira sua filha loira, "Você nos empurrou para isso e nós concordamos. Agora não é suficiente a menos que façamos do seu jeito? Não. Você tornou isso nosso trabalho e então tem que respeitar como nós fazemos. A menos que você queira que paremos completamente?"
Mary pensou em desafiar o blefe de Chastity. Mas decidiu que não valia a pena. Como elas disseram, ela estava conseguindo o que queria. Importava tanto assim se não estava acontecendo exatamente como ela esperava?
"Claro," Mary disse, "Vocês devem fazer o que acham melhor."
"Obrigada, mãe," Hope disse. Todas se abraçaram. Então Tabitha subiu para acordar Michael para seu 'exercício' matinal.
*
Quando Mary voltou para casa naquela noite, ela novamente encontrou todos os seus filhos no sofá. Parecia que este era o novo lugar favorito deles, como um bando de gansos pousando no meio de algum parque corporativo aleatório toda primavera.
Todos os quatro irmãos estavam nus. Michael estava de costas no chão e Tabitha estava em cima dele, como Hope estivera antes. Só que Tabitha estava de costas para o rosto de Michael. Ela quicava para cima e para baixo, meio distraidamente.
Chastity estava sentada perto da cabeça de Michael. Seu seio enorme pendia sobre a boca dele. Parecia um pouco brilhante, como se estivesse coberto com a saliva dele. Chastity tinha uma expressão meio azeda no rosto quando Mary chamou sua atenção. A loira soltou um suspiro profundo e se mexeu levemente, como se estivesse desconfortável.
Hope se ajoelhou aos pés de Michael, de frente para Tabitha. Ela segurava cada uma das mãos de sua irmã caçula e falava baixo, encorajando-a.
"Isso é bom, Tabby Cat, continue subindo e descendo assim. Tente inclinar-se um pouco mais para frente. Como eu te mostrei," Hope disse. Ela olhou para cima, "Oh, oi, mãe!"
Tabitha fez o melhor que pôde para se virar enquanto ainda estava sentada no pau de Michael. "Oi, mamãe," ela disse, "Estou tão feliz que você está aqui. Hope está me auxiliando com o Michael."
"Estou vendo, querida," Mary disse. Ela fez o possível para manter uma expressão neutra. Ela havia concordado com... bem, o que quer que fosse aquilo. Todo aquele tempo ela quis se livrar de sua responsabilidade, mas agora que os filhos tinham assumido o controle, ela se sentia esquecida. Deixada de lado. "Não me deixem atrapalhar," ela disse, melancolicamente.
"OK, bom," Hope disse, então disse a Tabitha, "Agora tente fazer sozinha. Como está?"
"Muuuuuuito bom," Tabitha disse, "Tem tipo... um ponto lá dentro. A cabeça dele fica roçando nele toda vez que eu me movo e é tipo... PORRA. Relâmpago na minha buceta."
"Esse é o seu ponto G," Chastity disse. Ela continuava olhando para Michael e depois de volta para Mary. Como se estivesse contemplando algo.
"É tipo o outro lado do seu clitóris," Hope disse.
"Deus, só posso imaginar como seria estimular os dois ao mesmo tempo," Tabitha disse, "Pena que o Michael não consegue alcançar de lá."
"Oh, eu posso fazer isso por você," Hope disse. Ela soltou uma das mãos de Tabitha e estendeu a mão para o sexo da irmã mais nova. Mary abafou um suspiro. Aquilo era claramente eles testando-a. Eles não queriam realmente fazer essas coisas. Estavam testando limites. Garantindo que ela cumpriria seu acordo. Era só isso.
Tabitha gemeu quando Hope fez contato. Ela começou a se mover para cima e para baixo mais rápido, como se estivesse se esfregando entre a rocha e o lugar duro do pau do irmão e dos dedos da irmã. Ela estendeu a mão para Hope e começou a retribuir o favor. A morena alta suspirou quando sua irmã mais nova tocou seu centro precioso.
"Foda-se," Chastity disse. De costas para os pés do irmão, ela montou nele. Chastity então envolveu os braços ao redor de Tabitha. Esfregou os seios da irmã mais nova por trás enquanto lentamente abaixava seu sexo sobre a boca dele.
Mary esperou que Michael dissesse algo. Em vez disso, ele inclinou a cabeça para cima e começou a lamber a boceta ansiosa da irmã. "Poooooooooorra," Chastity disse, "Finalmente encontrei uma utilidade para essa sua boca grande."
"Mmmhmm," foi tudo que ele conseguiu dizer.
Eles haviam se tornado como um enorme monstro, os quatro. Uma criatura feita de braços e pernas se contorcendo. Cabeças enterradas umas nas outras. Capaz apenas de gemidos e sussurros. Deslizando lentamente pelo chão da sala de estar. Rastejando em direção à euforia proibida.
Tabitha aumentou o ritmo no pau do irmão. Seus movimentos ficaram mais desesperados. Impulsionados. Suas irmãs a manipulavam de ambos os lados. Hope tremia enquanto Tabitha a esfregava. Chastity tremia na língua do irmão. E então, de repente, os quatro irmãos começaram a tremer quando um enorme orgasmo compartilhado rolou por eles.
Começou com Hope. Ela fez um barulho como se tivesse queimado a mão no fogão. Um alto "hssssss AH!" Seu peito e rosto ficaram vermelhos. O orgasmo de Hope fez efeito dominó no de Tabitha. "Oh, PORRA!" ela berrou para o teto. Um jato de líquido claro saiu de seu sexo e salpicou os seios nus da irmã. Michael grunhiu sob Chastity, que de repente se curvou para trás, boca aberta. Um coro de gritos extáticos e soluços exultantes. Gradualmente, eles diminuíram e cuidadosamente se recostaram uns nos outros.
Tabitha olhou para Hope, coberta com o gozo de menina da irmã. "Oh, Deus, Hope, sinto muito," ela disse, parecendo à beira das lágrimas.
"Oh, tudo bem, querida. É lindo," Hope disse e abraçou a irmã forte.
"Você conseguiu encher nossa irmã, Michael?" Chastity perguntou.
"Com certeza espero que sim," Tabitha disse, "Já está vazando de mim. Tem demais para minha bucetinha."
"Isso é tudo que eu tenho," Michael disse.
"É melhor não ser," Chastity disse, "Minha buceta está esperando sua própria entrega antes do dia acabar."
As irmãs de Tabitha a soltaram, e ela caiu de lado. Um rio de esperma do irmão escorreu por sua perna. Hope caiu para frente e abraçou Michael.
"Que bom trabalho," Hope disse, "Eu sabia que você conseguiria." Ela beijou a cabeça dele daquele jeito maternal novamente.
"Você acha que isso foi bom, deveria experimentar a língua dele," Chastity disse.
"Não poderia ser melhor que o pau dele," Tabitha disse, "De jeito nenhum."
Chastity lentamente se levantou, suas pernas tremendo levemente sob ela. Ela foi até Mary e lhe deu um beijo na bochecha. "Então, mãe, agora que a buceta da Tabby foi alimentada, o que tem para o jantar?"
*
Mary acordou mais cedo que o normal, precisando fazer xixi. Ela rolou para fora da cama e foi pelo corredor escuro até o banheiro. O sol ainda não tinha nascido no horizonte, mas as crianças logo teriam que se levantar para a escola.
Quando ela abriu a porta, ouviu o som suave de água corrente. Olhando através das portas de vidro fumê do box, Mary mal conseguia distinguir Michael e Chastity. As pernas da loira estavam enroladas na cintura do irmão. Ele a estava martelando contra a parede de azulejos. Os dois grunhindo e ofegando.
Mary não queria esperar, então sentou-se silenciosamente e usou o vaso sanitário. Ela observou enquanto os dois transavam quase violentamente. Tão envolvidos um no outro que nem notaram sua presença.
Quando terminou, Mary se levantou e então lentamente saiu do banheiro.
"Eu vou GOZAAAAAAAAAR," Chastity gritou enquanto Mary fechava cuidadosamente a porta atrás de si.
Mais tarde naquela tarde, ela encontrou Michael sentado em frente ao computador. Tabitha estava sentada em seu colo. Seus seios nus balançavam. A cadeira da escrivaninha guinchava ritmicamente junto com eles, subindo e descendo telescopicamente enquanto irmão e irmã se comiam. Tabitha estava ofegante, "rá RÁ rá RÁ rá RÁ." Arfando como se estivesse tendo um ataque de asma. Desesperada por ar.
Depois que Mary passou, ela ouviu o guincho parar, substituído pelo uivo orgásmico de sua filha mais nova.
"Oh, Tabby, você é tão booooooa!" Michael gritou.
Naquela noite, enquanto Mary ia dormir, ela ouviu a cama de Hope batendo contra a parede. Ela não pôde deixar de saciar sua curiosidade. Ela encontrou Hope em cima de Michael - sua posição favorita, aparentemente. Michael inclinou-se para frente, sua boca enrolada em um dos peitos pequenos da irmã como um bebê no mamilo.
Eles estavam travados juntos de um jeito que dificultava o movimento, então apenas balançavam lentamente um contra o outro. Como uma máquina a vapor gradualmente ganhando velocidade. Hope passava as mãos pelo cabelo cacheado de Michael. Ele a abraçava o mais forte que podia. Os dois tremendo nos braços um do outro.
"Chegando perto," Michael sussurrou. Ele deslizou a mão para a junção onde o pau do irmão encontrava a boceta da irmã.
"Isso é um bom garoto," Hope disse. Ela enrijeceu. Seu peito ficou vermelho. "Ahhhh, isso é um bom GAROTO! Dê à sua irmã mais velha tudo o que você tem."
Mary fechou cuidadosamente a porta atrás de si. Este era seu novo normal, ela supôs. E ela estava surpreendentemente bem com isso.
*
Tabitha olhou para sua boceta, confusa. Era de manhã cedo e ela ainda estava nua. Todas as garotas tinham começado a dormir assim, por precaução.
Normalmente as secreções vaginais de Tabitha eram esbranquiçadas, como uma combinação pálida do que seu irmão produzia. E a menos que ele estivesse no quarto com ela, Tabitha raramente ficava muito molhada só de andar por aí. Claro, ela estava acostumada a ficar pingando muito tempo agora, mas isso era de alguma forma diferente.
Naquela manhã, Tabitha se sentia como uma torneira pingando. Suas pernas já estavam escorregadias com sua essência. E o fluido saindo dela era claro e mais escorregadio que o normal. Era tudo um pouco estranho, Tabitha tinha que admitir.
Ela decidiu que seria melhor passar o Michael naquele dia. Só por precaução. Se houvesse algo errado lá embaixo, seria um erro fazer algo que pudesse piorar.
Assim que Tabitha resolveu dizer a Michael para usar uma irmã diferente, ela o ouviu bater na porta. Não era bem um sinal combinado, mas ela reconheceu o som de qualquer maneira. Ele estava lá para cuidar de suas necessidades. Tabitha abriu a porta, sem se preocupar em se cobrir. Ela teve cuidado para não ferir os sentimentos do irmão, mas disse a ele que não estava se sentindo bem e perguntou se ele se importaria de tentar com Hope ou Chastity.
"Porra," Michael disse, "Nenhuma delas está por perto. Acho que posso bater uma desta vez. Temos sido tão bons ultimamente. Tenho certeza que vai ficar tudo bem."
"Não," Tabitha disse firmemente. Ela podia imaginar o sermão que levaria da mamãe se não o deixasse entrar. O que quer que estivesse errado, não poderia ser pior do que mandar seu irmão mais velho para o Inferno. "Fico feliz em ajudar. Deixe-me me preparar."
Tabitha subiu na cama e deitou-se de costas. Era um pouco reconfortante voltar ao velho método. Eles tinham feito todo tipo de coisa em todos os tipos de lugares - deitar de costas na cama parecia quase pitoresco.
Michael tirou suas roupas e então ficou na beira da cama. Seu pênis apontava orgulhosamente para fora.
"Você... se preparou?" Tabitha perguntou.
"Não," Michael disse, "Nem toquei nele."
"Incrível. Quero que isso dure."
Ela estendeu a mão para baixo e segurou o pau dele nas mãos. "Deus, eu amo meu irmãozão," ela disse. Ela realmente falava sério. Antes de tudo isso - antes da mamãe ter contado a eles sobre seu plano e todos terem começado a cuidar do irmão - Tabitha sempre se sentiu próxima de Michael. Mais do que sentia por Hope (que era sempre tão condescendente) e Chastity (que era sempre tão malvada).
Michael era diferente. Ele se importava com ela. Legitimamente se importava. Houve momentos em que ela até pensou que ele poderia ter sentimentos por ela. Do tipo que um irmão não deveria ter por sua irmã. E então, conforme ela foi crescendo, ela começou a pensar que poderia ter esses mesmos sentimentos também.
Claro, agora, esses desejos pareciam perfeitamente comuns. Naturais, na verdade. Tabitha estudou seu irmão - seu corpo tonificado e musculoso. Olhos castanhos profundos e cabelo cacheado brincalhão. E, claro, seu pau. Seu maravilhoso, fantástico, tão prazeroso pênis. Como se tivesse sido criado apenas para lhe causar alegria.
"Oh, Tabitha," Michael disse, "Você não tem ideia do quanto eu costumava te desejar. Deitado na minha cama. Imaginando você. Nós. E agora estar com você, aqui. É como um sonho. Melhor que um sonho. O melhor."
— Eu não sabia naquela época, mas queria saber — Tabitha disse. — Queria poder voltar àquela garota e dizer para ela ir direto para o quarto do irmão. Para a cama dele. Queria saber o quanto eu te queria. Precisava de você. Você teria tido minha virgindade no dia em que eu fizesse 18 anos. No maldito minuto. Juro que sinto muito por ter feito você esperar tanto.
— Você me deu isso no momento certo — Michael disse e sorriu. — Mal posso reclamar disso. Agora, quer que eu te prepare? — Michael perguntou. Ele começou a se ajoelhar. Tabitha tinha aprendido a amar as lambidas de Michael, mas ela pensou em sua boceta pingando e decidiu não arriscar.
Além disso, quanto antes Michael enfiasse o pau nela, mais cedo ela alcançaria seu ápice de prazer. Deus, como ela iria viver sem isso quando fosse para a faculdade em alguns meses?
— Tudo bem — Tabitha disse. — Já estou excitada só de olhar para o pauzão do meu irmão mais velho. — Ela segurou o membro dele — tão duro, tão macio — e o colocou na entrada da sua boceta.
— Essa é a minha irmãzinha — Michael disse. Ele se enfiou até o talo, como se não fosse nada. Normalmente, mesmo depois de uma lambida, dava um pouco de trabalho se enfiar nela. Michael olhou para a irmã com espanto.
— O que foi?
— Só pensando em como sou sortudo por estar com você. Sentir sua boceta apertar meu pau. Encher você com minha porra.
— Ah, você gosta de como eu aperto seu pau, hein? — Tabitha perguntou. Ela pressionou o invasor quente e duro em sua xoxota.
— Ah, PORRA! — Michael gritou. — O que diabos foi isso? Quase gozei ali mesmo, juro por Deus.
— Kegels — Tabitha disse. — Músculos da boceta. Tenho lido sobre eles.
— Você tem que compartilhar esse livro com a Hope e a Chastity — Michael disse.
— Ah, nem fodendo. Já tenho competição demais com sua querida Hope e a Chas-peituda tarada.
— Ela não é minha querida. Eu amo cada uma de vocês. Você sabe disso. E eu amo seus peitinhos — ele disse. Ele se esticou e os apertou, certificando-se de beliscar seus mamilos. Tabitha sentiu a dor se transformar em prazer em sua boceta pingando.
— Isso, me mostra — Tabitha disse. — Dê para sua Gatinha Tabby o creme delicioso dela.
Michael sorriu maliciosamente. Ele se retirou lentamente, depois entrou nela de novo, amorosamente. — Quer do jeito da Hope? — ele perguntou. Então ele a estocou com força. — Ou da Chastity?
— Oh! — Tabitha gemeu. — Me dá do meu jeito. Só do meu jeito.
— Essa é a minha garota — Michael disse. Ele começou a metê-la. Variando as estocadas entre longas e curtas. Fortes e suaves. Estendendo a mão e lambuzando seu clitóris com os dedos.
Michael havia se tornado bastante habilidoso, pensou Tabitha. Mas aquilo estava além do que ela esperava. Parecia que seu corpo inteiro reagia a cada investida. Faíscas percorriam seus braços. Suas pernas. Sua boceta se contraía, espremendo cada pedacinho do lindo pau do irmão. Deus, se sexo com Michael antes tinha sido como tocar o prazer — alcançá-lo —, então aquilo era como banhar-se na euforia. Imergir nela. Afogar-se.
Tabitha gritou. Ela gemeu. Palavras sem sentido saíram de sua boca. Exclamações de uma felicidade incrível. Seu irmão estava fazendo algo com ela que ela não conseguia compreender. E tudo em que conseguia pensar era que a porra dele estava chegando. Sua bela recompensa de esperma que a levaria a um nível totalmente novo de paraíso.
Esperma, ela pensou. Ela estava tão acostumada a foder sem consequências. Aquilo a lembrou, de repente, do que o ato deveria fazer. Colocar o bebê do irmão dentro dela. Seria tão ruim assim? Ela se imaginou crescendo com vida. Vida que seu próprio irmão lhe dera. Por um momento, sua mente traiçoeira desejou aquilo. Quis aquilo. Mais do que tudo no mundo.
— Vou gozar — Michael disse, como se pudesse sentir sua necessidade dolorosa.
— Ah, Michael, eu quero isso — Tabitha disse. — Quero tanto.
Michael enterrou a cabeça no peito dela. Seu movimento diminuiu.
— Eu... Tabitha — ele murmurou contra o peito dela. — Eu te amo. Sabe disso? Não como irmão. Mas mais. Eu acho... eu acho que sempre amei.
— Eu sei — Tabitha disse. — Eu também te amo.
Michael começou a tremer, estremecer. Seu enorme pau ficou alojado bem no colo do útero de Tabitha. Então ele jogou a cabeça para trás e berrou. O próprio orgasmo de Tabitha aumentou e aumentou, mas então parou. Bem na beirada.
Ela sentiu aquela pressão estranha na boceta — quase como fazer xixi, mas muito mais prazerosa. A primeira explosão quente do irmão jorrou em sua boceta e Tabitha sentiu como se seu corpo inteiro fosse se estilhaçar. Explodir de dentro para fora.
— Ah, pppppppPPPAAAAAAAARRRRRRR! — ela gritou. Jorros de sua porra explodiram para fora — longos jatos quentes. Dessa vez, realmente pareceu um fluxo interminável. Fontes de gosma de garota. Um oceano lavando os dois. Tabitha jurou que estava encharcando o irmão. A cama. Seu ápice pareceu diferente de alguma forma. Melhor do que nunca. O êxtase explodiu direto do topo da sua cabeça.
O próprio calor líquido de Michael encheu a boceta da irmã até transbordar. Tabitha jurou que não cabia mais, mas aquilo continuou vindo. Um tsunami que a pegou e a levou embora. Onda após onda de uma felicidade indescritível. A fertilidade dele transbordou sua boceta. Passou pelo colo do útero. Ensopou seu ventre.
— Amo minha irmãzinha — Michael disse, repetidas vezes. — Te amo tanto.
Finalmente, os dois irmãos se desenroscaram. Eles se entreolharam, grudentos de porra e suor, e começaram a rir.
— Uau — Tabitha disse.
— Isso foi incrível, Gatinha Tabby — Michael disse. — Claramente eu estava subestimando minha gatinha linda.
Por uma razão que ela não conseguia explicar no momento, Tabitha se inclinou e beijou o irmão bem na boca. Eles tinham feito quase tudo, mas nunca tinham cruzado essa linha. O beijo pareceu muito mais erótico, perigoso, do que qualquer coisa que tivessem feito um ao outro antes.
Pareceu certo.
*
Depois daquele dia, porém, Tabitha se sentiu estranha. Só coisinhas. Ela disse a si mesma que era a intensidade do orgasmo que ela e Michael haviam compartilhado. Ele tinha quebrado seu cérebro.
Mas a estranheza ficou com ela. Ela começou a ter dificuldade de se concentrar nas aulas. Seu estômago também parecia um pouco azedo. Então sua menstruação decidiu não aparecer na visita mensal. Simplesmente não veio. E então Tabitha realmente se sentiu enjoada.
Quando conseguiu parar de vomitar, ela saiu e comprou um teste de gravidez. Como se já não soubesse. Mais um mês se passou. Outra menstruação perdida. Ela tinha certeza de que já estava começando a aparecer.
Então, um dia, Hope a pegou chorando no banheiro. Essa coisa toda com Michael tinha mudado todas elas. Alguns meses atrás, Hope provavelmente teria dito para ela parar de soluçar ou "crescer". Agora, sua irmã mais velha entrou correndo, abraçou Tabitha com força e perguntou o que havia de errado.
— É o Michael? — Hope perguntou. — Ele fez alguma coisa para você?
— Não — Tabitha disse. — Sim. Oh Deus.
Hope a levou até a sala de estar. Chastity já estava sentada no sofá. Era estranho vê-las todas juntas e totalmente vestidas. Que mundo estranho em que estou vivendo. Tabitha se sentou. Ela olhou para as irmãs mais velhas, nervosa.
— Somos só nós três — Hope disse. — Michael está na aula e a mamãe no trabalho. O que você disser nunca precisa sair desta sala. Então, quando estiver pronta.
— Estou grávida — Tabitha disse, as palavras saindo dela. Como uma confissão num drama policial ruim.
— Eu sei — Chastity disse. As duas garotas olharam para a irmã loira com surpresa. — Não sei como sei. Só sei. Intuição de irmã. Imaginei que você contaria quando estivesse pronta. — Chastity também tinha mudado. Ela passara de inimiga implacável a aliada incondicional. Sua dureza, algo a ser valorizado em vez de temido.
Tabitha sabia que Hope sempre a consolaria, mas Chastity mataria por ela. Era uma combinação incrivelmente reconfortante. Sou uma garota de sorte, Tabitha pensou.
— O que aconteceu? — Hope perguntou, genuinamente preocupada. Ela se esticou e acariciou a mão de Tabitha.
— Eu não sei — Tabitha disse e começou a fungar. — Eu segui a tabelinha e tudo.
— Ah, eu sei que você seguiu, querida — Hope disse. — Conheço alguém na escola. Eles podem resolver isso.
— Não! — Tabitha afastou a irmã. — Não posso. Não vou.
— Tudo bem — Hope disse. — Claro.
As três se sentaram na sala e choraram juntas. Hope abraçou a irmã caçula com força e lhe disse: — Vai ficar tudo bem. Eu prometo. — Ela repetiu isso várias vezes. Como se desejasse que fosse verdade.
— Sim — Chastity disse. — Vamos resolver isso juntas. Como sempre.
*
Depois que ambas levaram Tabitha de volta para o quarto, Chastity puxou a irmã mais velha de lado. — Temos que ajudá-la.
— Nem me diga — Hope disse. — Se a mamãe descobrir, ela vai culpar a Tabitha. Você sabe que vai. Ela vai dizer que a Tabby leu o calendário errado ou, pior, que ela fez isso de propósito. A mamãe... a família significa tudo para ela. Mas isso? É demais. Teremos sorte se ela nos deixar nos despedir antes de jogar nossa irmãzinha na rua.
Chastity se jogou no chão do corredor. Enterrou a cabeça nas mãos. — Família — ela disse. — Pois é... — Então, de repente, ela olhou para a irmã e sorriu. — Tenho um plano — ela disse. — Mas você provavelmente vai achar loucura.
Hope ouviu o que a irmã tinha a dizer, então assentiu. — Você está certa. É insano. E essa é a melhor parte.
*
No dia seguinte, depois de terem certeza de que Mamãe e Tabitha tinham saído, Chastity e Hope encurralaram Michael na cozinha. Ele estava comendo uma tigela de cereal.
— Você vai dar um tempo — Chastity disse.
— Do quê?
— Você sabe.
— Espera, sério? — Michael perguntou. — Não sei se consigo.
— Você vai — Chastity disse, inclinando-se sobre Michael, colocando o braço bem ao lado da cabeça dele. A mensagem era clara.
— Prometo que há uma recompensa para você no final — Hope disse. — Mas se você se importa conosco, vai parar.
— Então, voltar a me masturbar? — Michael perguntou.
— Não — Chastity disse. — Nada disso. Celibato total. Você sequer encosta no seu pau e juro por Deus que corto a maldita coisa fora. Entendeu?
Michael olhou de uma irmã para a outra. Ele engoliu em seco e assentiu.
Hope o observou enquanto ele se afastava. — Nossa, se tivéssemos pensado nisso seis meses atrás, não estaríamos nessa confusão.
*
Duas semanas se passaram. Chastity esperava que Michael tivesse dificuldade, mas não conseguia acreditar como foi difícil para ela parar completamente. Ela tinha se acostumado tanto com o pau dele. Quase vacilou algumas vezes. Talvez só oral, ela disse a si mesma. Mas não. Ela precisava se manter forte pelas irmãs.
Elas escolheram um dia auspicioso em muitos aspectos. Tabitha tinha sua primeira consulta médica e Mary estava fora para jantar com um grupo da igreja. Elas teriam horas a sós.
Chastity concordou em assumir a liderança. Ela levou Michael para a sala de estar e o fez sentar no sofá. Hope segurou a mão esquerda dele. Chastity segurou a direita. A abstinência realmente surtiu efeito no irmãozinho delas. Ele estava praticamente tremendo só com o toque delas.
— Eu ia fazer todo um discurso. Meio que te preparar aos poucos. Mas a verdade é que acho muito mais gentil abrir o jogo e contar — Chastity disse. Michael olhou de uma irmã para a outra. Olhos arregalados de medo.
— Tabitha está grávida — Chastity disse.
— Ah, porra! — Michael disse.
— Basicamente.
— O que aconteceu? — Michael perguntou. — Erramos na tabelinha ou...
— Quem dera eu soubesse — Chastity disse. — Mas sua irmã jura que seguiu e ela é bem inteligente. Talvez o método da tabelinha não seja tão infalível quanto a mamãe pensava. Ou talvez tenhamos calculado os dias errado? Quem sabe?
— Ela vai...?
— Ela quer ficar com o bebê e nós apoiamos isso.
— Sim — Michael disse. — Eu também. — Chastity não pôde evitar sentir o coração quente pela forma como o irmão lidava com aquilo.
— Tabitha está no médico agora, fazendo exames.
— Deus, a mamãe vai surtar — Michael disse. — Ela vai deserdá-la. Nos deserdar.
— E é sobre isso que queríamos falar com você — Hope disse. — Não preciso te dizer que nada é mais importante para a mamãe do que a família. Depois que o papai morreu, ela ficou apavorada que crescêssemos. Nos mudássemos. E que ela nos perdesse para sempre. Chastity e eu conversamos e concordamos que, embora a mamãe nunca perdoasse você e a Tabby, ela teria muito mais dificuldade em expulsar nós quatro.
— Mas só a Tabitha está...
— No momento — Chastity disse. — Mas vamos resolver isso. Agora mesmo.
Os olhos de Michael se arregalaram. Suas irmãs se levantaram juntas. Chastity tirou a camisa. As calças. Hope fez o mesmo.
— A única maneira de salvar a família é fazer uma nova — Chastity disse. Ela se esticou para trás e soltou os seios enormes. Hope deixou seus peitinhos à mostra também.
Michael olhou para elas como se fossem deusas. — Foi por isso que tive que esperar? Para que vocês duas estivessem...
— Férteis — Hope disse. — Sim. E queríamos ter certeza de que você também estaria pronto. Muitos espermatozoides de irmãozinho para fazer muitos bebês de irmãozinho.
— Então vamos parar de enrolar e começar a foder — Chastity disse. — Suas irmãs mais velhas têm uns óvulos que precisam ser fertilizados e precisam disso agora mesmo.
Michael praticamente pulou do sofá. Ele arrancou a camisa e as calças. Jogou a cueca do outro lado do quarto.
— Você parece estar de acordo com isso — Chastity disse, olhando de esguelha.
— Ah, sim — Michael disse.
— Talvez tenhamos que tentar várias vezes — Hope disse.
— Estou disposto a fazer esse sacrifício — Michael disse.
— Era o que pensávamos — Chastity disse. — Você é a primeira, Desesperançada.
— Tenho quase certeza de que estou prestes a ficar Esperançosa — Hope disse. — Então cala a boca, Chas-peituda. — Michael começou a se deitar para que Hope pudesse ficar em sua posição favorita. Mas, em vez disso, ela o surpreendeu ficando de quatro, apresentando a boceta para ele.
— Tem certeza?
— Funciona para animais como a Chastity — Hope disse. — Deve ser bom o suficiente para mim.
Michael ficou de joelhos. Seu pênis estava tão duro quanto jamais sentira. Como se pudesse cheirar o ventre esperando da irmã. Hope rebolou a bunda para ele.
— Quer que eu te esquente um pouco? — Michael perguntou.
— Ah, MEU DEUS, não — Hope disse. — Estou pronta há duas semanas. Enfia essa coisa aí e me dá com gosto.
Michael sorriu e enfiou o pau na irmã com uma só estocada. — Ah, PORRA, eu senti falta disso! — ambos gritaram ao mesmo tempo. Michael não perdeu tempo em meter em Hope. Estocando-a com uma urgência que ela nunca experimentara. Como se ele precisasse explodir dentro da irmã da mesma forma que precisava respirar.
Chastity engatinhou até os dois, seus seios pendentes praticamente se arrastando pelo carpete. — Meu bebê vai ser muito melhor que o seu — ela disse para Hope.
Hope revirou os olhos. — Cala a boca e me deixa te preparar para sua vez — ela disse. Obediente, Chastity se deitou embaixo da irmã. Hope imediatamente começou a lamber a boceta da irmã.
Michael continuou metendo como se não houvesse mais nada no universo. Algo na forma como estavam posicionados — ele estava atingindo o ponto perfeito e aquilo disparava direto para a cabeça de Hope. — Pppppporra, que delícia — Hope disse.
Michael recuou e deu um tapa na bunda dela. — Sem falar de boca cheia — ele disse.
— Vou ser a mãe do seu filho — Hope disse. — É melhor você me tratar bem.
— Desculpa, Hope-zinha — Michael disse, intimidado. Ele passou a mão ao redor da coxa de Hope e encontrou seu clitóris. Começou a esfregá-la no ritmo de suas estocadas.
— Oooooohhhhh... Vamos, mano. Me fode. Me fode com força. Estou tão perto. Você vai chegar lá comigo, irmão? Vai seguir sua irmã mais velha como um bom garoto?
— Quase lá — Michael disse.
— Vamos, maninho. Me dá. Me dá meu bebê!
Michael ficou rígido, então explodiu. Suas bolas se esvaziaram para cima, e um jato de esperma passou direto pelo colo do útero de Hope e entrou em seu ventre.
— Ahhhhhhh... DEUS! Ele está fazendo! Meu irmão está me engravidando! — Hope gritou. Seu corpo inteiro tremeu. Seu rosto e peito ficaram praticamente roxos. O prazer percorreu seu corpo em arco. Uma série de explosões crescentes até que ela sentiu como se seu corpo inteiro fosse explodir como uma bomba nuclear.
Michael caiu para a frente. Hope enrolou os braços ao redor dele. As pernas. Eles se beijaram nos lábios. Línguas se enroscando.
— Ah, Deus — Michael disse. — Ah, Hope. Eu te amo tanto. Estou tão feliz que estamos fazendo isso. É como tornar nosso amor real.
— Eu também te amo, irmãozinho — Hope disse. — Obrigada. Obrigada por sua semente. Seu amor. Tudo.
Eles permaneceram juntos o máximo que puderam, como se não suportassem ter uma parte de si mesmos sem tocar o outro. Chastity olhou para baixo e sentiu, realmente, pela primeira vez, ciúmes. Não de sua irmã. Não exatamente. Mas do afeto honesto que Hope e Michael claramente compartilhavam. E, de repente, Chastity não queria mais foder com Michael. Ela queria amá-lo.
Chastity se deitou de costas e abriu as pernas. — Minha vez — ela disse. Michael engatinhou até a irmã. Para sua alegre surpresa, ele ainda parecia bem duro.
— Ainda tem um pouco aí sobrando para mim? — ela perguntou, apertando de leve o pau dele.
— Sempre sobra mais do que suficiente para todas as minhas irmãs — Michael disse.
Hope rolou de lado e olhou para os dois, com carinho. Seus olhos estavam desfocados, ainda perdidos nos efeitos posteriores do orgasmo.
Michael se abaixou entre as pernas de Chastity. Ele guiou seu pênis para dentro da boceta da irmã. Então Chastity se envolveu ao redor dele. No começo, foi lento, carinhoso. Chastity se banhava no prazer de cada pequeno movimento. Sentindo cada pedacinho do pau do irmão deslizando para frente e para trás em sua bainha apertada e pingando.
Chastity entendeu, então, do que se tratava Hope. Ela podia se glorificar em cada momento. Saboreá-lo. Os dedos de Michael dançando sobre seu corpo. Cada deliciosa estocada. Era realmente maravilhoso.
Então, aquilo já era o suficiente.
"Isso é legal e tudo mais", disse Chastity, "mas está na hora de você foder sua irmã."
Michael gargalhou, e então os dois começaram a trepar no chão. Ele sugou o seio dela para dentro da boca. Mordeu o mamilo. Beliscou o clitóris e deu um tapa na bunda dela. Mas, não importava o que fizesse, ele continuava enfiando o pau naquele buraco pingando. Chastity sentiu o primeiro orgasmo chegar quase imediatamente. Suas costas arquearam e sua boca se abriu. Um pequeno chiado escapou de seus lábios.
Então ela gozou de novo. E de novo. Ela nunca tinha tido múltiplos antes. Mas agora que os orgasmos estavam vindo, ela descobriu que não conseguia parar, e então continuou gozando como uma avalanche descendo uma colina cada vez mais íngreme. Seu corpo implorando pela semente do irmão.
Chastity sentiu Hope beijar seus lábios. Ouviu o irmão gemer. Tudo estava em um lugar diferente, fora de sua realidade de gozadas constantes.
"Chastity", a voz de Michael finalmente a alcançou, "estou chegando perto. Eu... eu vou gozar dentro de você. Te encher. Você tem certeza, Chastity? Você quer que seu irmãozão burro goze na sua boceta desprotegida?"
"Você não é burro", disse Chastity.
"Não sou? Talvez eu deva tirar. Evitar que você passe adiante meus genes de idiota."
Chastity não pôde deixar de sorrir para si mesma. Agora que ele a tinha onde queria, Michael iria extrair sua vingança. Ela quase podia ficar orgulhosa dele, se não fosse tão frustrante naquele momento.
Chastity ergueu a mão e agarrou o crânio de Michael com tanta força que sentiu que poderia rachar. "Você é inteligente e sexy e praticamente perfeito", rosnou Chastity, "Eu quero tanto o seu bebê. Eu só estou... com sorte. OK? Com sorte de ter todos vocês. Agora me dê a porra do seu gozo antes que eu tenha que espremer isso de você."
Chastity estendeu a mão para trás e puxou as bolas do irmão para enfatizar seu ponto. Michael piscou para ela e assentiu. "Eu também te amo, manona."
Chastity soltou e se deixou cair de volta no chão. "Então m... me mostre. Me encha com seu esplêndido esperma."
"OK... Só se prepare para gozar comigo, manona. Vai ser uma grande. Preciso da sua ajuda para chegar lá."
"OK", disse Chastity. Ela olhou e viu que Hope estava segurando a mão de Michael. Acariciando-a. "Sim", disse Chastity, "posso fazer isso. Juntos, então."
Chastity sentiu o pau do irmão começar a inchar dentro dela, incrédula de que ele de alguma forma a ajudaria a alcançar um nível ainda mais alto de prazer. Mas então ela sentiu suas entranhas se encherem com o gozo do irmão e aconteceu.
O corpo de Chastity se retesou para cima. Um grito longo e alto escapou de seus lábios.
"OOHHHHHHHhhhhhhh PORRA! Meu irmão está me enchendo, caralho!! Oh porra, ISSO!"
Chastity pressionou os lábios nos de Michael, com força. Como se sua língua não pudesse ir fundo o suficiente na boca dele. Tremores secundários sacudiram seu corpo enquanto uma quantidade impossível de esperma parecia se esvaziar dentro dela. Michael gritou seu prazer. Uivou e chorou.
"Eu amo tanto o meu irmão!" Chastity gritou. Eles se abraçaram forte, tremendo. Chastity sentiu Hope se enrolar ao redor deles. Abraçá-los. Estava terminado. Feito. Chastity não tinha dúvidas de que seu irmão a tinha feito mamãe.
"Eu também te amo", disse Michael, "eu amo minhas irmãs tanto, tanto."
*
Nove meses depois.Mary estacionou o carro no estacionamento de visitantes, e então ela e Michael caminharam até o hospital. A manhã estava fria e sua respiração era nebulosa. Um nascer do sol amarelo-avermelhado brilhante enchia o céu. Se isso ainda não parecia rotina, Mary pensou, bem, logo pareceria.
"Bem, espero que você esteja feliz consigo mesmo", disse Mary. Seus pés rangiam no cascalho sob eles.
"Você vai me perguntar isso toda vez?" Michael perguntou.
"Vou, até você me dar uma resposta direta."
"Estou bem, mãe", disse Michael, "estou feliz. Isso deveria ser o suficiente, não acha?"
"O Padre Donovan não acha", disse Mary, "ele acha que somos todos hedonistas ou pior. Como se essa coisa toda não tivesse sido ideia dele em primeiro lugar."
"Como ele descobriu?"
"Acho que seria óbvio depois de um tempo. Todas as três, Michael. Sério."
"Não é tão ruim", disse Michael, "realmente não é. Se você quiser, eu ficaria feliz em fazer o mesmo por você."
"Ah, não. Quatro filhos já são mais do que suficientes para mim, muito obrigada. Quanto mais netos. Não se preocupe, você vai ver por si mesmo em breve."
*
Eles entraram no quarto de Hope. Ela estava vestindo apenas uma bata de hospital. Seu corpo alto e magro segurava bem a gravidez. Sua barriga só se projetava ligeiramente. Ela finalmente tinha os seios maiores que sempre quis.
"Vou procurar Chastity e Tabitha", disse Mary, "dar uma olhada na minha nova neta. Vocês dois tentem se comportar enquanto eu estiver fora."
Michael sentou-se ao lado de sua irmã mais velha e suspirou. O monitor cardíaco apitava suavemente ao fundo.
"A mamãe está levando isso muito bem, considerando tudo", disse Hope.
"Como você previu", disse Michael, "família em primeiro lugar. Sempre. Funcionou muito bem, no entanto, você não acha?"
Hope fez uma pausa. Ela olhou para o irmão com desconfiança. Como se o estivesse vendo pela primeira vez. "Você planejou isso desde o começo, não foi?" ela perguntou.
"Sim - comecei a me masturbar sabendo que eventualmente engravidaria minhas irmãs", disse Michael. Ele a olhou com ceticismo.
"Não isso, obviamente. Mas depois. Quando a mamãe começou toda aquela política de 'use suas irmãs'. Você sabia. Ela fez todos aqueles pedidos ridículos. O tempo todo que discutimos, você ficou lá sentado em silêncio. Pensei que você estava resignado. Envergonhado. Mas não era isso, era? Você viu o que ela estava te dando. Aonde isso levaria."
"Se você acha", disse Michael, "pessoalmente, acho que eu era só um garoto tentando deixar sua mãe feliz." Ele deu uma piscadela exagerada para sua irmã mais velha. "Mas tenho certeza de que todos nós conseguimos o que queríamos."
Chastity entrou no quarto, tão pesada com a criança quanto Hope. Michael sabia que eles estariam de volta ao hospital para ela em algumas semanas.
Tabitha veio atrás da irmã mais velha, segurando o filho pequeno sobre o ombro. Mary entrou no quarto por último, sorrindo orgulhosamente.
"Você está se saindo bem com minha gatinha, Tabby Cat?" Michael perguntou.
"Você está brincando?" Tabitha perguntou, "estou quase pronta para você me dar outro!"
Mary suspirou e deixou a cabeça pender para trás. "Nós todos vamos para o inferno, não vamos?"
"Provavelmente", disse Michael, "mas pelo menos sabemos que estaremos juntos."