Um Favor Complicado
Nota da autora: todos os personagens têm mais de dezoito anos.
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Capítulo Um: Solução
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Sair com minhas irmãs todo fim de semana era algo que simplesmente tinha se tornado uma parte natural da minha vida. Nós tínhamos nos afastado um pouco quando cada uma saiu de casa e foi fazer suas próprias coisas. Como essas coisas acontecem.
Mas geograficamente não estávamos tão longe uma da outra, e uma vez que pegamos o hábito de arrumar tempo para nos encontrar regularmente, isso se tornou quase necessário para nós três. Uma constante, uma característica prazerosa de vidas que, de outra forma, seriam turbulentas.
Fiquei desconfiado quando Elsa arranjou uma namorada séria e começou a convidá-la para os nossos encontros. Mas acabei amando Casey como uma irmã, e agora que as duas estavam casadas e tinham uma casa bem legal, tínhamos um local confiável e agradável para socializar, então tudo meio que deu certo.
Anna, assim como eu, não estava em nenhum tipo de relacionamento de longo prazo. Nós dois já tivemos pessoas relativamente sérias em nossas vidas em alguns momentos, mas nada que durasse. Isso nem sempre era fácil, mas até nos piores momentos — como logo depois de términos — não era tão ruim quando estávamos todos juntos. E Anna e eu tínhamos a opção de nos unir contra Elsa e provocá-la implacavelmente por ser uma adulta responsável e equilibrada com um casamento saudável e funcional, o que ajudava de um jeito muito estranho de afeto entre irmãos.
Era um dia de verão particularmente bonito quando Elsa lançou uma bomba em mim. Nós quatro estávamos simplesmente relaxando no deque da casa de Elsa e Casey, bebendo sob o sol. Casey e Anna tinham saído momentaneamente para preparar outra leva de daiquiris. Eu não suspeitava de nada.
"Casey e eu queremos um bebê", Elsa disse, do nada.
Dei de ombros tranquilamente. "Claro. Sinto que devo avisar que, biologicamente falando—"
"Sim, eu sei que nenhuma de nós duas pode engravidar a outra, espertinho."
"Ok. Só checando. Então, o quê, adoção ou... uma daquelas coisas de ciência?"
"Bem, Kai, meu querido irmão, é justamente aí que está."
"O quê?"
Elsa hesitou. "Estávamos contemplando algo totalmente diferente."
"Ah é?"
"Nem adoção nem... coisas de ciência."
"... magia?"
"Também não."
"Ok, bom, então acabaram minhas suposições. E não sei por que você esperou até... espera..."
"Hm?"
"Elsa, por que diabos você esperou Casey e Anna terem saído para tocar nesse assunto?"
"Porque eu queria falar de uma coisa com você. Meio que em particular."
"E enquanto eu estou um pouco bêbado?" perguntei incisivamente.
"Isso também, sim."
"Casey sabe?"
"Ela está distraindo nossa irmãzinha enquanto conversamos."
"Claro que está." Respirei fundo. "Elsa, por favor me diz que isso não é algo bizarro."
"Desculpa. É algo bizarro."
"Ah, Deus."
"Olha, nós só gostaríamos que você considerasse, só isso."
"Elsa..."
"Se você fosse o... doador, digamos, então, geneticamente, Casey e eu duas teríamos uma participação mais ou menos igual no processo de criação. Mais ou menos."
Esfreguei a testa. "Viu, essa era a coisa mais bizarra que eu podia imaginar, e ainda assim você veio e falou."
Elsa deu de ombros. "Nah, poderia ser mais bizarro. Quando estávamos conversando sobre isso, Casey disse que seria mais bizarro se eu tivesse um filho seu."
"Isso é... quero dizer, sim, isso é mais bizarro." Levei um momento só para pensar. "Você está falando sério?"
Ela sorriu torto. "Sim, Kai", disse baixinho, afastando um pouco do cabelo para trás da orelha. "Estamos bem sérias. Não é para te pressionar nem nada. Só... nós conversamos sobre as opções. E tivemos muito tempo para pensar nelas. Sinceramente, pedir para você ser o doador estava no topo da lista por um bom tempo. Aí brincamos de pular o intermediário. Acho que talvez tenha sido Casey quem falou primeiro. Tipo, 'Haha, e se eu desse pro seu irmão?'"
"E isso parece uma boa ideia agora?"
"... sim? Tipo, só pensa nisso. É só isso."
"Você quer que eu transe com a sua esposa, Elsa."
"Estou perfeitamente ciente do que estou pedindo", Elsa disse educadamente. "Mais ciente que você. Sorte que você e Casey têm uma quedinha um pelo outro, então—"
"Que diabo você tá falando?"
"Você me ouviu. Acredite, querido irmão, todos nós sabemos que você acha Casey uma gracinha."
"Ei!"
"E ela... quero dizer, ela diz que você é tipo a versão masculina de mim. O que... sim, basicamente você é. Eu provavelmente não devia te contar isso, mas já tivemos noites em que eu finjo—"
"Por favor, não termine essa frase." Balancei a cabeça. "Você está quão bêbada agora?"
"Bêbada o suficiente para ter essa conversa com você."
"Sim. É mais ou menos isso, né."
Casey e Anna voltaram em desfile até nós, interrompendo qualquer conversa adicional. As duas estavam rindo e batendo papo como antes, inicialmente alheias ao clima diferente lá fora. Serviram drinks novos para todos, e Anna então sentou ao meu lado, percebendo aos poucos que eu não estava tão animado quanto quando ela saiu.
"Ei, o que tá pegando?" Anna perguntou, me cutucando com o cotovelo. "Você tá com uma cara... pensativa."
"É que estou", admiti.
"Sobre o quê?"
"Uma coisa que a Elsa falou."
Casey revirou os olhos para minha evasividade e respostas secas. "Bem, o que ela falou?"
Fiz contato visual com Elsa, que simplesmente deu de ombros. Casey ao seu lado parecia já ter percebido o clima àquela altura, mas não parecia nada confusa. Nem estaria. Ela já sabia o que estava rolando.
"Quer que eu fale?" perguntei, direcionando a pergunta para Elsa.
"Não, você não precisa", Elsa disse. "É assunto nosso." Ela estendeu a mão para a de Casey e a apertou. Casey sorriu para ela, embora com um toque de cumplicidade nos olhos.
"Bom, desembucha", Anna disse, dando um gole. "Por que eu sou a única que não sabe?"
"Porque eu precisava falar com o nosso irmão primeiro", Elsa disse. "Eu teria contado a você. Não necessariamente agora, mas—"
"Ah, claro. Deixam a caçula de fora", Anna disse, fingindo descontentamento, mas ainda alegre o suficiente para o efeito não colar. "Negócios como sempre, hein?"
"Nós não te deixamos de fora de nada", Elsa disse calmamente. "Mas é engraçado você ter mencionado bebês..."
"Por que isso?"
"Porque Casey e eu gostaríamos de ter um."
"Ah." Anna se animou. "Bom, isso é legal. Quer dizer, para algumas pessoas. Acho que dão bastante trabalho, e são barulhentos, e estão sempre fazendo cocô, e—"
"Sim, obrigada, irmã querida", Elsa disse.
"Não, mas tipo, é maneiro se vocês duas estão fazendo isso. Qual é o plano? Por que você precisava contar ao Kai antes..."
Anna parou de falar e lançou os olhos desconfiada para mim. A mente dela estava claramente girando agora. Juntando as informações que eu ainda estava remoendo.
"Espera aí, sério", Anna disse num tom mais perigoso. "Por que você não podia contar para nós dois juntos?"
"Eu queria perguntar uma coisa ao nosso irmão sem que ninguém mais tornasse a conversa mais esquisita", Elsa disse. "Não que tenha funcionado tão bem."
"Que coisa?" Anna insistiu.
"Bem..."
"Elsaaa."
"Anna."
"Ah, pelo amor de Deus", Casey disse, finalmente entrando no discurso constrangedor. "Anna, a gente queria saber se o Kai poderia nos ajudar."
"... ok, caramba, era o que eu estava pensando. Isso não seria bizarro, Casey tendo o..." Anna balançou a cabeça. "Ah, isso é tão bizarro."
Dei uma risadinha para mim mesmo, sem conseguir evitar. Anna se virou para mim.
"O que é tão engraçado?" ela exigiu.
"É pior do que você pensa", eu disse.
"Ah é?"
"Sim. Quer dizer, essa parte faz sentido quando você pensa nisso. Genética e tudo mais."
"Eu não—"
"Pergunta a elas como elas querem que eu seja o... doador."
Anna franziu a testa e se virou de volta para Elsa e Casey. "Como é que—"
Casey revirou os olhos, parecendo a menos desconfortável de todas àquela altura. Ela tinha a vantagem de não ser irmã de ninguém ali, suponho. Cunhada não contava exatamente da mesma forma para esses propósitos.
"Economiza muito tempo e problema se a gente simplesmente... fizer a coisa nós mesmas", Casey disse como se fosse perfeitamente razoável.
Anna inclinou a cabeça. "Com isso você quer dizer—"
"Eu transaria com o seu irmão. Feliz agora?"
"Não exatamente, não." Anna se remexeu. "Isso é... ah, nossa, isso é tão bizarro."
"Nem me fale", concordei.
"Essa é só a primeira opção", Elsa resmungou. "Não precisamos fazer desse jeito."
"Digo que não mesmo", Anna afirmou. "Mas vocês ainda—"
"Ainda gostaríamos que Kai estivesse envolvido, sim", Casey disse. "A gente pensou muito nisso, lembra. Dê um tempo."
"Ok, escuta", Anna disse. "Você é como uma irmã para mim, Casey. Você sabe disso. Mas... é diferente ouvir isso da minha perspectiva. E da do Kai."
"Mas Elsa está de acordo", Casey apontou. "Se é pra alguém ficar mais chocada com isso, deveria ser ela."
"Não vejo por que ela tem mais direito de achar isso bizarro", Anna disse.
Coloquei a mão no braço de Anna. "Tá tudo bem", eu disse. "Relaxa um pouco. Toma outro drink."
"Você não vai—"
"Não estou dizendo nada", eu disse. "Mas acho que elas têm razão em dizer que a gente devia simplesmente levar um tempo e deixar assentar. Se for não, é não. Discutir sobre isso não muda nada."
"Continua sendo bizarro", Anna disse amuada, embora tenha se recostado e tomado um longo gole. Seu rosto estava corado de constrangimento a essa altura.
Continuar ficando mais bêbados talvez não fosse a coisa mais sábia a fazer nas circunstâncias, mas com certeza parecia a mais fácil.
A conversa fluiu normalmente de novo, devagar no começo, mas acabou engrenando. Sempre com uma corrente subterrânea, no entanto. Como se nenhum de nós conseguisse tirar o elefante da sala metafórica.
Meus pensamentos sempre voltavam à oferta que minha irmã tinha feito. Eu percebia que Anna também estava remoendo aquilo. Elsa e Casey talvez não estivessem tão focadas, ou pelo menos não do mesmo jeito, mas com certeza ficavam me olhando de relance de vez em quando de um jeito que sugeria que estavam esperando uma resposta positiva no fim das contas.
A não ser que isso fosse coisa da minha cabeça, o que era bem possível."
"O negócio é o seguinte", eu disse por fim, a cabeça transbordando de considerações e nadando agradavelmente no álcool. "O negócio sobre transar com a Casey..."
Elsa bufou divertida. "Você ficou matutando isso esse tempo todo, não foi?"
"Como eu poderia não ficar?" eu disse calmamente.
Casey deu um sorrisinho. "Bem, Kai, o que tem sobre transar comigo?"
"Ok, então, tipo, acho que a bizarrice é um perigo", eu disse. "Não só porque a bizarrice inicial é... bizarra. Mas tipo, e se a gente fizer. E aí, e se não for realmente o que vocês duas queriam. E Elsa, e se você não gostar que eu transei com a sua esposa, e—"
"Não, não", Elsa disse. "Ela está transando com você. É diferente."
"Isso é... essa é uma distinção tão irrelevante. Nós estaríamos transando um com o outro."
"Acho que ele tem razão", Anna disse. "Trepação mútua."
"Alguém poderia, por favor, parar de usar a palavra 'trepação'?" Casey pediu educadamente.
"Eu estava tentando evitar dizer 'foder'", eu disse.
"Tudo bem. Mas você pode falar. Somos todos adultos aqui", Casey disse firmemente.
"Tá. Se eu te foder, ou você me foder, ou... ou a gente foder, de qualquer forma. Tipo... não quero que isso foda com a nossa coisa toda. Você sabe quantos irmãos se dão bem como a gente? E se isso for uma cunha no meio de tudo isso depois?"
Elsa e Casey trocaram um longo olhar significativo.
"Isso é... verdade", Elsa admitiu. "E é basicamente o pior cenário possível, mas é uma possibilidade definida, embora pequena."
"Kai tem razão", Anna disse. "Isso não é justo. E se... e se não pudermos mais fazer isso. Só ficar de boa. Porque as coisas ficam todas esquisitas e bizarras e ninguém consegue mais se falar."
Em particular, na minha cabeça, eu contemplava o que significava estarmos todos discutindo o que poderia acontecer depois. Que, de certa forma, já tínhamos passado batido pela noção de que eu poderia transar com a esposa da minha irmã ponto final.
Eu tinha feito parte daquilo. Reconheci isso em retrospecto. Era uma coisa tão pequena assim? Ou... merda, será que eu estava meio a fim?
Olhei cautelosamente para Casey. Consegui encarar por alguns segundos antes de os olhos dela fitarem os meus e eu ter que desviar o olhar, corando.
Ok, então ela era uma gracinha. Linda, até. E divertida e fácil de conversar e de estar por perto. Eu me sentia confortável com ela. Eu realmente gostava dela, embora não do jeito que eu jamais tinha pensado como 'aquele jeito'. Elsa tinha bom gosto. Eu não podia fingir que ela não tinha. Talvez um gosto bem parecido com o meu, agora que eu pensava nisso.
Aquele comentário sobre eu ser a versão masculina de Elsa ecoou na minha cabeça. Não achei que fosse muito preciso, mas éramos irmãos, afinal. Não era como se fôssemos pessoas radicalmente diferentes.
"Uma grande parte disso tudo está entre Elsa e eu", Casey afirmou taxativamente. Ela apertou a mão de Elsa. "Vocês são da nossa família também, obviamente, os dois. Mas vocês não podem colocar o nosso casamento nos ombros de vocês aqui. Nós podemos tomar nossas próprias decisões, e pedir isso ao Kai é uma delas."
"Mas isso impacta todo mundo", Anna insistiu. "Até eu, e eu tecnicamente nem estou realmente envolvida."
"Você está certa", Elsa disse. "Claro que está. E é por isso que estamos nos comunicando abertamente. É isso que Casey e eu vamos precisar fazer muito durante todo esse processo. No caso de ciúmes ou... ou seja o que for. Aconteça o que acontecer. Nada de segredos na entrada. Segredos são o que estraga coisas boas. Nós não vamos ter nenhum."
"Ah", Anna disse. Ela considerou as palavras da irmã mais velha. "Nenhum segredo de nenhum de nós?"
"Esse é o plano."
"Bem... ok então. Contanto que a gente converse sobre todas as coisas bizarras..."
Anna olhou para mim, e de repente eu percebi que as três garotas presentes estavam me examinando com atenção demais para o meu conforto.
"Espera aí, espera aí, então você está de acordo agora?" eu perguntei.
"Quer dizer... talvez?" Anna disse. "Acho que talvez eu não esteja mais contra."
"Ah", eu disse. "Acho... acho que talvez eu estivesse mais feliz quando você estava. Isso me deixava não ter que tomar uma decisão ainda."
Elsa riu baixinho. "Não tome uma decisão agora, irmão querido. Você está bêbado demais para ser algo definitivo. Só pensa nisso. Leva um tempo. Tudo depende do ciclo da Casey, de qualquer jeito."
Corei com a menção da consideração biológica, como se eu fosse jovem e inocente de novo, e já não estivéssemos falando de sexo extraconjugal e beirando o incesto.
"Ah", murmurei. "Claro."
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Anna e eu passamos a noite. Geralmente não precisávamos, mas às vezes exagerávamos e não dávamos tempo de ficar sóbrios antes de dirigir para casa mais tarde. Essa era definitivamente uma dessas vezes.
Nós dois tínhamos nossos próprios quartos quando estávamos lá. Havia dois quartos de hóspedes, de certa forma, embora parecesse agora que um deles pudesse ser ocupado pelo novo bebê, quando chegasse. Se de fato seguíssemos por esse caminho.
Seria, possivelmente, meu filho também. Esse era um pensamento doido. Eu não tinha certeza do quão louco isso era comparado a engravidar a esposa da minha irmã em primeiro lugar, mas eu nem tinha tido chance de sequer realmente contemplar ter um filho de forma alguma. Mesmo um que fosse meu apenas geneticamente. Nunca tinha surgido antes, não sério, e agora surgir assim...
Tão bizarro.
Não conseguia dormir e, por fim, me arrastei pelo corredor até o quarto de Anna. Bati de leve e, então, entreabri a porta.
"Você está dormindo?"
"... sim."
Bufei. "Se você quiser que eu vá embora, é só falar."
"Não. Entra. Ainda estou pensando sobre... você sabe."
"Sim. Eu sei. Eu também."
Deslizei para dentro do quarto, fechando a porta atrás de mim, e tateei cautelosamente até a cama de Anna. Sentei na beirada enquanto Anna se sentava e encolhia os joelhos contra o peito. Meus olhos estavam suficientemente adaptados à escuridão para distinguir a forma geral dela.
"Você quer falar mais sobre isso?" Anna perguntou baixinho. "Ou quer uma distração?"
Suspirei pesadamente. "Meio que os dois?"
"Justo." Anna estalou a língua pensativamente. "Eu vi um filme legal outro dia."
Sorri cansado, então gemi e me espreguicei na cama. "Me conta", eu disse.
Anna lançou uma resenha improvisada e desorganizada do filme mencionado. Continuei sorrindo diante dos seus esforços, mesmo que, na verdade, não estivesse mantendo minha mente longe do meu dilema muito bem.
"Parece um filme legal", eu disse quando ela terminou.
"Sim, era."
"Anna?"
"Hm?"
"Sou um mau irmão se eu fizer essa coisa? Ou... sou um mau irmão se eu não fizer?"
Anna engatinhou para mais perto e deitou ao meu lado. "Não acho que você seja um mau irmão de qualquer jeito."
"Ah. Que bom."
"Acho que talvez não haja uma resposta certa. E... e eu vou te apoiar seja qual for a sua decisão, ok?"
"Valeu. Não acho que precise de apoio, mas valeu."
"Claro. Para que servem as irmãs?"
"Essa pergunta ficou mais complicada hoje."
"Haha, sim."
Rolei para mais perto de Anna, encontrando conforto na sua proximidade. Ela, de fato, estendeu a mão e bagunçou meu cabelo gentilmente, um gesto que eu não esperava da minha irmãzinha, mas que pareceu muito bom no momento.
"Eu acho que você deveria fazer, no entanto", Anna disse num sussurro quase inaudível.
"Você acha?"
"Sim. Elsa quer isso. E Casey. Elas merecem coisas boas."
"Verdade", concordei.
"E seria meio legal elas terem um filho. Eu nunca fui tia, você sabe."
"Estou ciente, sim."
"Embora... e se a gente não puder mais ficar sentado nos fins de semana sendo delinquentes?" Anna disse pensativamente.
"Não tenho certeza se essa é a maior preocupação."
"É uma preocupação, sim. Mesmo que não seja a maior." Anna suspirou. "Eu sentiria falta dos nossos encontros."
"A gente ainda podia se encontrar. Só talvez com menos bebida."
— Ou talvez a gente tivesse que beber mais pra compensar a Casey parando. Sabe, depois que você enfiar um bebê nela e tudo mais.
Eu ri sem jeito. — Ai, Deus, não fala assim.
— Você vai ter que engravidar ela, mano — Anna disse, aproveitando na hora minha fraqueza.
— Ah, não...
— Mmhm. Encher ela de—
Tapeei a mão na boca da Anna e consegui cobrir. Ela quase imediatamente enfiou a língua pra fora e lambeu minha mão, me fazendo arrancar de volta. Igual quando éramos crianças. Nós dois explodimos numa risada frenética.
— Você é uma merda — eu disse.
— Não sou eu que tô planejando—
— Nem pense nisso!
— Anda. Tenho umas bem nojentas que quero falar. Tipo sobre cruza—
— Juro por Deus, Anna.
— Ooh, ou umas machistas. Tipo finalmente botar essa fábrica de bebês pra—
Achei um travesseiro e bati firme na cara da Anna. Ela brigou pelo travesseiro, mas depois só riu quando o rosto ficou livre de novo.
— Talvez eu até goste disso — Anna disse.
— É, você tá se divertindo muito agora, né?
— Pra caramba. — O tom da Anna ficou um pouco mais sério. — Mas sério... assim, faz o que você sentir. Meu voto é de longe o menor aqui.
— Ei, seu voto conta. Não quero que você se sinta excluída nessa. Você sabe o que significa pra mim. Pra todos nós.
— É. Acho que sim.
Olhei fixo pra Anna no escuro. Ela me encarou de volta.
— Isso vai soar estranho — eu disse —, mas... se importa se eu dormir aqui hoje?
— Na minha cama?
— É. Só... quer dizer, é grande o bastante.
— É mesmo. — Anna pensou mais um instante, depois deu de ombros. — Pra mim tudo bem. Acho que dormiria melhor sem ser eu sozinha com meus pensamentos aqui.
— É. Eu também.
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Capítulo Dois: Sedução
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Acordei meio envergonhado por ter me imposto assim pra minha irmãzinha. Mas só um pouco. E ver a Anna dormindo fofa por um tempo compensou um pouco.
Decidi sair de fininho antes que ela acordasse, só pra evitar qualquer vergonha remanescente da situação.
Parte da tal vergonha a evitar era meu tesão matinal. Que não tinha nada a ver com a Anna, mas ainda parecia esquisito lidar com uma ereção depois de acordar do lado da minha irmã.
A Casey acordou antes de mim. Chegou na frente na cafeteira e já tinha ligado quando eu entrei cambaleando. Ela me agraciou com um sorrisinho leve ao me ver.
— Dormiu bem? — perguntou.
— É... bem o bastante — eu disse. — Acabou indo.
— Ah. Muita coisa na cabeça?
— Basicamente, sim.
— Algum novo pensamento desde ontem?
A Casey tentou ficar casual, mas eu via ela saltitando de leve de um pé pro outro. Ela puxou o laço do roupão mais apertado conforme os movimentos ansiosos faziam ele escorregar um pouco.
— Bom, acho que a Anna já embarcou — eu disse. — O que só deixa... eu.
— Você não tá totalmente contra, né?
— Não. Nunca estive totalmente contra. Só... sinto que tem muitos fatores aqui. Não quero ser o motivo de vocês duas terem ciúme depois ou algo assim.
— Não se preocupa com isso. A gente tem isso sob controle.
— Você acha que tem — eu disse. — Talvez tenha mesmo. Mas não tem como saber com certeza até acontecer.
— É verdade. Mas tô bem confiante. — A Casey chegou mais perto de mim, vindo descalça, mãos juntas timidamente atrás das costas. — Sabe que a Elsa às vezes finge ser você enquanto a gente transa.
Eu suspirei. — Não precisava saber disso.
— Acho que precisava sim, na real.
— Então, tipo, você já tem essa fantasia, aí não vai dar problema se a gente fizer de verdade?
— É um pouco mais reducionista do que eu gostaria, mas algo assim, sim.
— Não sei se acredito nisso.
Fui ficando meio nervoso com a Casey parada perto. A pose que ela mantinha e o jeito que o roupão estava amarrado me davam uma visão pequena mas tentadora do decote. Normalmente eu dava uma espiada rápida e fingia não notar. Nesse caso, era mais complicado. Ela queria transar comigo, afinal. Isso mexe com a cabeça de um rapaz.
A Casey deu de ombros de forma exagerada, o que não ajudou nada eu ficar encarando os peitos dela. Podia até ter sido de propósito. Tinha um sorrisinho malicioso nos lábios.
— A gente conta tudo uma pra outra. Especialmente essas coisas. Eu... tenho uma quedinha por você faz tempo.
Eu corei. — A Elsa mencionou.
— Mmhm. Quer dizer, você é tão igual a ela, sabe? Só que homem e tal. — A Casey mordeu o lábio por um instante. — Sempre achei que ia acabar com um cara, sabe? E de algum jeito sua irmã... sei lá, ela meio que me varreu os pés. E eu amei cada minuto.
— A Elsa é incrível — eu concordei.
— Ela com certeza é. Mas o ponto é que eu realmente não me importaria se ela fosse homem às vezes quando a gente faz as coisas.
— Isso é—
— E ela sabe. Entra na brincadeira. Mas se fosse você—
— Ok, espera, isso não é só pra satisfazer seus fetiches, né? Não é uma parada sexual esquisita no fim das contas?
— Não, de jeito nenhum. A gente ainda quer um bebê. Seu bebê. Tô tentando acalmar suas preocupações.
— Não sei se tá funcionando.
A Casey me olhou por um instante. — Ok, deixa eu tentar uma coisa diferente. Você quer transar comigo?
— Ah, nossa.
— Quer?
Engoli seco. — Nas circunstâncias certas... com certeza, provavelmente.
— Essas são as circunstâncias, Kai. Não fica melhor que isso.
— Só porque tive uma quedinha por você não significa que a gente precisa mesmo fazer algo a respeito.
A Casey assentiu. — Mmhm. Tecnicamente correto. Mas de novo, circunstâncias. A gente quer o bebê, você tá ajudando a gente, e os dois ganham um extra no processo. Não é mau negócio se você me perguntar.
— A Elsa tá mesmo de boa com você ter uma quedinha por mim? E vice-versa?
O sorriso da Casey se alargou. — Cara, você tinha que ouvir umas paradas que ela curte.
— Prefiro não, obrigado.
— Justo. Mas sim, ela tá totalmente de boa. Óbvio que vão ter umas emoções nisso tudo. Confusas. Mas a gente vai falar sobre elas. Não esconder nada. Vai ficar tudo bem.
Fechei os olhos por um instante, engoli seco e abri de novo. — Bom, acho que então a gente devia fazer essa parada, né?
A Casey praticamente fulgiu pra mim. — É?
— É. Acho que. Quer dizer... se eu mudar de ideia—
— Com certeza, com certeza. Sem ressentimentos se você desistir. Ou se a gente não chegar lá na primeira ou algo assim. Só... ah, nossa, você quer mesmo tentar?
— Acho que sim.
— Maneiro. — O sorriso da Casey ficou diabólico. — Nesse caso... quer se divertir um pouco?
— Hã....
— Sabe, já que a gente vai ter que esperar pelo meu ciclo agora de qualquer jeito?
— ... o que você tá sugerindo?
A Casey abriu o roupão casualmente, como se não fosse nada demais. Meu queixo caiu com a facilidade com que ela fez, e mais importante o que me revelou.
Ela só estava de calcinha por baixo do roupão, e seus seios lindos estavam totalmente expostos pra mim, junto com o resto do corpo tentador. Todos aqueles anos de dar uma espiada ocasional ou fantasia sobre ela. Coisas que eu não conseguia evitar. E agora... agora isso.
— É, a Elsa ficava olhando assim nas primeiras vezes também — murmurou a Casey. — Meio que sinto falta daqueles dias. Mas, de novo, agora ela olha como quem conhece intimamente cada centímetro. O que ela conhece. Então vou aceitar.
Tive um lampejo de imaginar a Elsa e a Casey juntas. A Elsa primeiro apreciando o corpo nu da Casey, depois as duas nuas juntas. Tive que chacoalhar a cabeça e tentar esquecer a última parte. Não precisava de uma fantasia esquisita com a irmã por cima de tudo mais.
Embora se a Elsa fingiu ser eu durante o sexo...
Melhor não pensar nisso também, provavelmente.
— No que cê tá pensando? — perguntou a Casey.
— Meio... na Elsa por um instante ali.
— Ha, sim. Acontece. Vocês dois são basicamente iguais mesmo.
— Não acho que somos.
— Você é tendencioso. — A Casey mudou o peso. — De qualquer jeito, quer sentir antes de eu me cobrir de novo?
— ... sério?
— Sim.
Hesitei um instante, mas mais porque senti que devia do que porque queria. — Ok.
Estendi a mão com cautela e segurei um dos seios da Casey. Ela sibilou baixinho e empinou o peito mais. Encorajado, agarrei o outro seio também. E fiquei ali apalpando enquanto ela parecia gostar bastante.
A Casey fechou os olhos, e ouvi ela sussurrar baixinho — Elsa — enquanto eu continuava a sentir ela. Foi meio estranho, mas honestamente me fez sentir um pouco melhor. Não que ela estivesse de novo me comparando à minha irmã, embora eu talvez tivesse que aprender a conviver com isso, mas de algum jeito não senti tanta pressão emocional no momento se ela estava fingindo que eu era a Elsa. Ou até só pensando na Elsa enquanto eu a apalpava.
Um pesadelo de complicações, misturado com uma oportunidade bem gostosa de satisfazer uma paixão ilícita.
Sem querer, me veio o pensamento de que se a Elsa e eu estávamos a fim da mesma garota, isso era mais um ponto pra sermos tão parecidos como pessoas. Me vi forçado a considerar se minha paixão teria se desenvolvido num relacionamento completo e lindo se eu tivesse conhecido a Casey primeiro.
Mas não tinha resposta possível pra isso e, além do mais, eu estava distraído com outras coisas. Tipo os peitos da Casey.
Uma garganta sendo limpada atrás de mim me fez puxar a mão dos seios da Casey e me virar culpado. Anna estava ali, tendo aparentemente se esgueirado atrás de nós, toda silenciosa e furtiva nos pés descalços. Ela inclinou a cabeça com um sorrisinho nos lábios.
— Não demorou muito — ela disse.
— Não foi... não foi nada — eu disse.
— Você tava apalpando os peitos dela, Kai. Eu vi.
— Quer dizer... tecnicamente.
A Casey riu. O roupão continuava aberto. — Você é tão fofo quando fica todo sem jeito e envergonhado.
— Pô, valeu — murmurei. — Tão feliz por estar envolvido.
A Elsa veio descalça dobrando a esquina, bocejando e passando os dedos pelo cabelo. — Envolvido no quê? — perguntou.
— Em nada — eu disse imediatamente.
A Anna me traiu do mesmo jeito. — O Kai tava apalpando os peitos da Casey.
Dei um olhar magoado pra Anna, mas ela só sorriu docemente.
A Elsa deu de ombros. — Ah. Como eles eram?
Desisti, me sentindo completamente em desvantagem. — Bem bons, na real.
A Elsa passou por mim e segurou os seios da Casey enquanto dava um beijo lento e molhado nela. — Mmm, não são mesmo.
Meu tesão matinal não melhorava nada com isso. E só ficava mais esquisito. Acordar do lado da Anna com ele já era ruim. Pelo menos ela estava dormindo pra essa parte. Mas só piorava. Apalpar minha cunhada, e agora ver a Casey e a Elsa se beijando, os seios da Casey ainda de fora. Nada bom.
A Anna se achegou do lado da Elsa e manobrou a mão pra sentir um dos seios da Casey. A Elsa deu um olhar interrogativo pra irmãzinha.
— O quê? — Anna disse. — Todo mundo tá fazendo.
A Elsa riu. — Tesudinha — ela provocou.
— Não! — Anna insistiu. — O Kai que é o tesudo.
A Elsa e a Casey olharam pra mim, depois pra barraca na minha cueca samba-canção. Percebi que a Anna já estava bem ciente. Talvez todo mundo estivesse.
— Vocês dois podem ser — a Elsa disse, com os olhos demorando um instante na minha ereção.
Ainda assim, a Elsa abriu espaço pra Anna, e as irmãs dividiram os seios da Casey por um instante. A Casey parecia estar se divertindo bastante e continuava lançando olhares perigosos pra mim.
Era eu quem deveria engravidá-la. Transar com ela de verdade, engravidar e tudo mais. Era muito a processar, mas ajudou a contextualizar esse desastre sensual de manhã.
Mesmo nesse contexto, porém, não explicava direito como terminei vendo minhas irmãs apalpando uma Casey quase nua.
Passei por elas e peguei café. Eu precisava. As garotas continuaram por um instante, depois todas desataram em risinhos bobos. A Anna saiu saltitando e pegou café também.
A Elsa e a Casey ficaram juntas, cochichando em segredo por um instante. A Elsa então ajudou a Casey a tirar o roupão inteiro, deixando-a só de calcinha.
— Vai ter que se acostumar com isso — a Casey me disse enquanto eu olhava pra ela.
Ela deu um giro lento no meio do chão, muito menos constrangida do que eu pensava. Mas parecia que era o jeito dela. Eu não sabia se era algo nela que estava sendo liberado essa manhã, ou se... se tinha a ver comigo. Quão a fim de mim ela estava de verdade?
A Anna me cutucou de leve com o cotovelo. — Você vai botar um bebê nela, hein?
Eu suspirei e tomei mais café. — Tá parecendo que sim.
— Não soa tão animado.
— Bom, é esquisito.
— Claro. Mas, tipo, meio gostoso também, né?
Dei uma olhada de lado pra Anna. — Quer dizer, sim, é. Mas ainda é esquisito.
— Mmhm.
— Especialmente com você e a Elsa por perto.
— Vai ter que se acostumar com isso, eu acho.
— Não sei se quero.
A Anna tamborilou as unhas na caneca pensativamente. — A gente é tudo o que tá te impedindo?
— Quer dizer... acho que vocês provavelmente são uma grande parte. Só... nunca fiz nada assim antes. Muito menos com minhas duas irmãs envolvidas. É... muita coisa.
— Claro — Anna disse. — Entendo isso. É muita coisa pra mim também. Mas, tipo, tô meio que entrando no clima. Quantas vezes você pode fazer uma parada assim? Livre de consequências e tudo. Tipo... você pode gozar dentro de uma gata gostosa várias vezes sem se preocupar. Na real, é uma coisa boa.
Eu corei. — Olha só, eu não deveria ouvir você me falar pra "gozar dentro de uma gata gostosa várias vezes".
— Pff, cresce.
— Você é minha irmã mais nova.
— Eu sei. Não é em mim que você vai gozar.
— Verdade. — Tomei mais café, ganhando tempo. — Anna, você sabe que meu maior medo é machucar você ou a Elsa. Principalmente a Elsa nesse caso. É a esposa dela que a gente tá falando.
— Eu sei, Kai. Eu sei. — A Anna roçou os lábios na minha bochecha. — Não acho que você vai. Mas se machucar, é a gente. A gente resolve, tá?
Olhei nos olhos da Anna, o beijo dela ainda persistindo na minha bochecha. Eu a amava. Confiava nela. Confiava nas minhas duas irmãs mais que em qualquer pessoa no mundo. Claro que isso significava mais preocupação com o bem-estar delas, mas uma coisa importante a lembrar é que eu podia confiar nas decisões delas também. Não precisava ser tudo nas minhas costas.
Retribuí o beijo da Anna, na bochecha dela, talvez um pouco mais perto da boca do que ela tinha ido. Ela corou como eu tinha corado, só que mais bonitinho.
— Eu confio em você — eu disse.
A Anna, ainda rosada nas bochechas, assentiu e sorriu. — Que bom.
A Anna me deu um último olhar significativo, depois saiu pulando até a Elsa e a Casey. A Casey continuava só de calcinha, o que dificultava desviar o olhar uma vez pousado. Caramba, como a Elsa tinha bom gosto. A Casey era tão fácil de ficar olhando.
As três garotas cochicharam e riram juntas, e lançavam olhares frequentes na minha direção. A pequena conspiração foi um teste imediato à confiança que eu tinha acabado de depositar nas minhas irmãs.
— Ok, não gosto do que tá rolando ali — eu disse alto.
As garotas só riram mais. Mas aí a Elsa deu um empurrão firme na Casey em minha direção. A Casey mordeu o lábio e andou hesitante, mas quando fez contato visual comigo pareceu firmar sua decisão de algum jeito.
Ela se aproximou de mim e ficou com as mãos atrás das costas, sorrindo fofa pra mim. Deliberadamente empinando os seios na minha direção.
— Ei — ela disse.
— Ei — eu disse desconfiado.
A Casey baixou o olhar pra minha ereção. — Quer ajuda com isso?
Desviei os olhos pras minhas irmãs, ambas me olhando atentas.
— Claro — eu disse.
— Porque a gente vai precisar se acostumar— ah, você disse sim.
— Disse.
— Ah. Bom, então é fácil.
A Casey primeiro ficou confusa, depois encantada com minha aceitação fácil. Ela se ajoelhou na minha frente, ficando ainda mais fofa e sensual na nova posição safada.
Tentei não olhar mais na direção da Elsa e da Anna. Queria focar só na Casey. Talvez deixar as coisas um pouco menos esquisitas. Não funcionou direito. Não consegui evitar olhar pra elas de vez em quando. Especialmente porque não estavam sendo nem um pouco discretas na diversão.
— Vocês duas podem parar, por favor? — eu pedi.
A Anna riu de canto. — Pouco provável.
A Casey puxou minha cueca samba-canção pra baixo, fazendo meu pau quicar ao se soltar. O movimento arrancou suspiros das minhas duas irmãs, depois mais risinhos.
A Casey revirou os olhos. — O Kai tem razão. Vocês duas são uma distração. Fora daqui!
— Ei, de jeito nenhum! — Anna disse. — Não é justo.
A Elsa também pareceu pesarosa, mas agarrou o braço da Anna. — Não, não, a Casey tá certa. Dá um pouco de privacidade pra eles.
— Ahhh.
Me senti um pouco mais à vontade de início com minhas irmãs fora do quarto. Mas aí, estranhamente, senti falta delas. Essa foi uma percepção extremamente bizarra.
A Casey estava quase nua e ajoelhada na minha frente, alcançando meu pau hesitantemente e roçando os dedos nele. Era como um sonho bem safado se realizando. A esposa da minha irmã brincando com meu pau assim tão casual.
Mas parecia errado sem a Elsa. O que era fodido, mas era verdade. Sentia que ela precisava estar ali. Pra "legitimar" isso, ou seja lá o que for.
Casey, no entanto, estava fazendo argumentos bem convincentes. O que quer dizer que ela estava brincando com o meu pau, basicamente. Ela o tocou de forma incerta no começo, depois com mais confiança.
"Faz um tempo desde que fiz algo assim", ela disse.
"Acho que estando com a minha irmã, faz sentido", eu disse.
"Mmhm. Quer dizer, a gente usa brinquedos às vezes. Até cintaralho. Mas não é a mesma coisa. Tocar neles assim é meio que desperdício."
"Seria mesmo", concordei.
Casey se inclinou e passou a língua na cabeça do meu pau. Ela sorriu com o jeito que ele saltou ao toque, e com o gemido baixinho que soltei.
"E eles não reagem assim", ela disse.
"Aham."
"Nem parecem vivos e quentes e... excitantes." Casey beijou meu pau um pouco. De forma suave e exploratória. "E você é o irmão dela", ela murmurou.
Fechei os olhos por um segundo. "Não precisamos mencionar isso."
"É relevante."
"Eu sei. Mas não estou acostumado."
"Mmhm. Mas você meio que deu um pulo na minha mão quando eu falei isso."
Abri os olhos. "Bem, é que... é..."
Casey sorriu de forma selvagem. "Vou chupar o ir-mão da Elsa."
Senti meu pau pulsar na mão dela. Estava, de fato, funcionando. Ela achou bem divertido. Eu não sabia o que achar.
Confiar nas minhas irmãs. Precisava me lembrar disso.
"Sou só uma versão masculina dela pra você, não é?" eu disse.
Casey deu de ombros. "Pra esses fins, na maior parte, sim. Vocês dois são tão parecidos, sabe."
"Já ouvi isso."
"Eu não ligo muito pra pau na maioria das vezes. Quer dizer, fora o contexto de gravidez, obviamente."
"Obviamente."
"Mas tipo, quando a Elsa usa um cintaralho, eu meio que queria às vezes que fosse mais... como um pau."
"Como o meu."
"Como o seu." Casey tinha um olhar perigoso e predatório nos olhos. "E agora eu tenho ele... Elsa."
Eu quis reclamar dela me chamar pelo nome da minha irmã, mas ela, astutamente, se lançou pra frente e enfiou parte do meu pau na boca. Era difícil argumentar com ela assim. Quando eu estava parcialmente dentro dela. Uma técnica de argumentação injusta, mas não indesejada.
Casey ainda estava me chamando de Garoto-Elsa na cabeça dela. Dava pra perceber pelo jeito que ela olhava pra mim com a boca cheia. Mas ela continuou trabalhando meu membro, me engolindo fundo, mostrando habilidades impressionantes de boquete, considerando tudo.
Era aquilo do cintaralho de novo? Que tipo de coisas elas faziam, afinal? Não que eu devesse estar pensando nisso. Com Casey e Elsa. Minha irmã mais velha. Nem deveria imaginar.
Falando em irmãs, minha agitação anterior sobre pedir que elas saíssem do quarto se mostrou infundada. Elsa e Anna estavam ambas espiando de volta pra Casey e eu, tentando ao máximo ser sorrateiras. E possivelmente fazendo um bom trabalho, dependendo de há quanto tempo estavam ali antes que eu notasse.
Fiquei envergonhado por ser visto recebendo um boquete, mas com um estranho conforto de fundo de que pelo menos se elas estivessem ali, as coisas estavam bem. Minha confiança nelas aparecendo de novo, eu supunha, mesmo em circunstâncias super inapropriadas.
Tentei focar nisso. No meu amor pelas minhas irmãs, e no conforto que elas traziam. Não tinha certeza se estava funcionando totalmente. Não era uma situação muito amigável pra irmãs. Além disso, elas não paravam de sussurrar e rir juntas enquanto assistiam. Mas ainda assim, tornava as coisas estranhamente ok.
"Vou gozar, Casey", eu disse.
Casey fez um pequeno som de afirmação sem tirar meu pau da boca. Ela continuou chupando, continuou me trabalhando, obviamente determinada a alcançar o objetivo.
Eu ia gozar na frente das minhas irmãs. Das duas. Nunca tinha feito isso antes. Tinha que admitir, a antecipação disso estava meio que funcionando pra mim, de um jeito incrivelmente safado.
Me senti todo quente e corado quando Casey me fez gozar. Aquela onda de prazer se misturando com todos os sentimentos envolvidos na situação, que naquele momento eram numerosos demais pra eu acompanhar.
Casey tornou as coisas mais intensas ao se afastar quando eu gozei, punhetando meu pau rápido e forte, e borrifando o rosto todo com meu gozo. Eu não estava esperando por isso. Nem minhas irmãs, a julgar pelos seus suspiros baixinhos e olhos arregalados.
Depois, Casey sentou-se sobre os calcanhares, sorrindo maliciosamente pra mim com o rosto cheio de porra. Eu realmente não sabia o que fazer além de ficar ali parado olhando pra ela. Eu estava me sentindo muito bem após um boquete muito bem feito, mas sentimentos estranhos estavam por vir a qualquer minuto. Eu podia senti-los.
Elsa andou até sua esposa. Ela parou atrás de Casey e inclinou a cabeça dela pra trás pra dar uma olhada. Casey sorriu radiante para Elsa, de cabeça pra baixo e tudo.
"Você fez uma baita bagunça", Elsa disse, examinando o rosto de Casey criticamente.
"Seu irmão fez isso, na verdade", Casey disse.
"Você podia ter simplesmente engolido."
"Que graça tem isso? Você e Anna não teriam visto muito."
"A gente nem estava olhando mesmo!" Anna declarou, ainda espiando de seu esconderijo.
"Tudo pra nosso benefício, hein?" Elsa perguntou, ignorando Anna. Ela alisou o cabelo de Casey pra trás, ainda olhando atentamente para o rosto melado da esposa.
"Isso mesmo", Casey disse. "Agora você tem algo pra lamber."
Elsa bufou. "Eca. Não vou lamber o gozo do meu irmão de você. Obviamente."
"Bem, pelo menos eu ofereci. É o que conta."
"Você precisa se limpar."
"Não."
"Não?"
"Quero café da manhã primeiro."
Elsa franziu os lábios. "Sério? Você vai ficar assim?"
"Mmhm!"
Casey estava desafiando Elsa com os olhos. Provavelmente esperando que Elsa fosse firme e mandasse ela se lavar. Se essa era a esperança, eu senti que talvez ainda houvesse algumas pequenas facetas da minha irmã que Casey não compreendia totalmente.
"Ok", Elsa disse, dando um último tapinha na cabeça de Casey. "O que queremos? Ovos?"
"Isso pode ser um pouco na cara", Anna disse, finalmente voltando para o quarto. Ela se aproximou de Casey numa dança que claramente era pra ter uma visão melhor, sem parecer que estava interessada na bagunça de porra. Minha bagunça.
"Como assim?" Elsa perguntou.
"Sabe. Porque você quer engravidar a Casey. E isso envolve espermas e óvu--"
"Ah. Isso."
"Mmhm."
"Vou tomar um banho", eu disse em voz alta, sentindo a necessidade de escapar do quarto por um momento. Não estava nem de longe tão estranho quanto poderia ter sido, mas ainda senti necessidade de um tempo sozinho e de clarear um pouco a cabeça.
"Vista uma calça depois", Elsa gritou atrás de mim.
Corei e tentei ignorar o fato de que todos os presentes tinham dado uma boa olhada em mim, sem falar no boquete em si. Minhas irmãs tinham visto exatamente como era o meu pau, por exemplo. Tinham se enchido os olhos, de verdade. Não tinha volta disso. Mas... eu não tinha certeza se me importava. E isso me preocupava.
Na hora do café da manhã, as coisas tinham se acomodado de volta em algo parecido com nossa rotina habitual. Casual e brincalhão e confortável e tudo.
Exceto que Casey ainda estava usando meu gozo no rosto. Pelo menos ela tinha colocado o roupão de volta.
Anna estava talvez um pouco quieta também, e não parava quieta na cadeira. Muito irrequieta e ansiosa com alguma coisa. Eu sabia o que era a coisa, em geral, mas não especificamente que parte disso estava em sua mente.
****
Soube mais sobre os pensamentos de Anna mais tarde naquela semana. Depois que todos tivemos a chance de nos acalmar do fim de semana e organizar nossas ideias sobre algumas coisas.
Anna me ligou no meio da semana. Supostamente só pra conversar, mas claramente havia algo que ela queria discutir. Ela só não soltava de primeira. Ficou rodeando o assunto por um tempo. Qualquer coisa relacionada a momentos sexy, na verdade.
Mas ela chegou lá no final.
"Você ainda pensa em gozar no rosto da Casey?" Anna perguntou.
Bufei com a mudança abrupta de assunto. "Sim, claro. Isso foi só alguns dias atrás."
"Eu sei. Eu penso nisso."
"Aposto que sim."
"Você acha que faria isso de novo?"
"Não acho que eu seja quem decide tanto assim."
"Bem... não. Mas se ela oferecer, quero dizer."
Hesitei um momento. "Provavelmente", eu disse. "Quer dizer... foi muito bom. E tem muita pressão pra eu ir em frente. Nunca tive tantas garotas todas querendo que eu recebesse um boquete antes. É... uma experiência fascinante."
Anna ficou quieta tempo suficiente pra eu pensar que a ligação tinha caído. "Não quero que você se sinta pressionado", ela disse. "Não é a intenção."
"Quer dizer, vai haver alguma pressão. Só pela natureza da coisa."
"Eu sei. Mas você não precisa fazer nada disso se não quiser."
"... mas você quer que eu faça, né?"
Anna suspirou. "Sim, eu quero. Mas... não se for um problema. Prefiro você a um bebê hipotético qualquer dia."
"E os momentos sexy?"
"E esses também, sim." Anna fez uma pausa por um segundo. "Os momentos sexy são bons, no entanto. Quer dizer, o único momento sexy que teve."
"Você gostou daquilo, hein?"
"Isso é estranho?"
"Meio que. Mas a coisa toda é."
"Sim, é. É divertido, porém."
"Também é verdade."
"Então... você ainda está a fim de fazer mais?"
Sorri pra mim mesmo. "Anna, quase parece que você quer me ver sendo chupado de novo", provoquei.
"... talvez?"
"Você vai admitir isso?"
"Bem, você já sabe."
"Eu só suspeitava."
"Eu... merda, não conte pra ninguém, ok? Mas eu tenho me masturbado pensando nisso toda noite."
Minhas sobrancelhas se ergueram. "Ah é?"
"Não use esse tom."
"Não teve tom nenhum."
"Você estava julgando."
"Não estava", eu disse. "Eu... também tenho me masturbado pensando nisso."
"Ah. Bom."
"O rosto da Casey todo pingando de porra..."
"Eu seeeii."
"Não te incomoda que seja eu?"
Anna considerou. "Te incomoda que eu tenha assistido?"
"Eu perguntei primeiro."
Anna respirou fundo, audível mesmo pelo telefone. "Então... você já pensou sobre como, tipo, crescendo, a gente sempre esteve perto um do outro, e a gente sabe um monte de coisas--"
"Tudo", eu disse. "Eu sei tudo sobre você."
"Quase tudo. Mas, veja, sexo e nudez e coisas assim, são coisas que todo mundo fica tipo 'não, você não pode saber dessa parte'."
"Acho que há boas razões pra isso."
"Claro", Anna concordou. "Mas não significa que não vá me interessar quando surge uma oportunidade."
"É mesmo?"
"Quer dizer, meio que, acho."
"Então é curiosidade científica?"
"... sim?"
Ri de leve. "Ok. O que você quiser dizer a si mesma."
"É complicado, ok?"
"Nisso eu acredito plenamente."
"Mmhm." Houve outra longa pausa, então, "Kai, você vai me deixar assistir de novo na próxima vez, né?"
"Não cabe totalmente a mim. Mas, tipo, não acho que ninguém esteja realmente te impedindo."
"Ok. Legal."
****
Capítulo Três: Sexo
****
Eu estava nervoso. Admito livremente.
Não gostava muito de estar nervoso. Era perfeitamente razoável dadas as circunstâncias, claro. Mas eu nunca tinha precisado me sentir assim perto das minhas irmãs. Nossos momentos juntos em particular tinham sido um oásis de conforto e relaxamento em um mundo adulto de outra forma estressante.
Por mais que eu ainda quisesse isso, havia agora um elemento de estresse e incerteza que tinha se infiltrado, e eu não gostava.
Anna percebeu isso mais rápido, ao que parecia. Estávamos todos sentados no deck da Elsa e da Casey, ficando um pouco bêbados como costumávamos fazer. Anna arrastou sua cadeira pra mais perto pra ficar bem do meu lado.
"Ei", ela disse me cutucando de leve. "Não está preocupado com isso, está?"
"Preocupado? Por que eu estaria preocupado em engravidar a esposa da minha irmã?"
"Talvez não pense nisso dessa forma?" ela sugeriu de forma leve.
"Bem, é verdade", eu disse.
"Mmhm. Mas talvez reformule. Tipo... somos só nós. Está tudo bem aqui, certo? E... e você pode transar com a Casey. Você gosta da Casey."
"Eu gosto."
"Então é tipo um brinde. Um pequeno bônus."
Suspiirei e tomei outro gole. "Não acho que posso fingir que é só isso. Mas... estou feliz que você esteja aqui, Anna. Você e Elsa."
"Bem... claro."
Coloquei a mão na dela. "É estranho, porque estou mais preocupado que uma de vocês se machuque. Elsa mais, eu acho, dadas as circunstâncias. Mas também... não acho que conseguiria fazer isso se vocês duas não estivessem apoiando."
Anna corou levemente, mas me deu um grande sorriso. "Nós te amamos, Kai, você sabe disso. Estamos sempre aqui por você."
"Eu sei."
"E... estou meio que ansiosa pra ver isso."
Bufei. "Claro que está. Quando você se tornou tão pervertidinha, afinal?"
Anna jogou a cabeça de forma despreocupada. "Não vamos atirar pedras, irmão. Você é quem está engravidando a esposa da sua irmã aqui."
"Você acabou de dizer pra não pensar--"
"Sobre o que vocês dois estão sussurrando?" Elsa gritou.
Virei pra ela. Ela e Casey estavam ficando bem agarradinhas juntas. Eu estava bem certo de que era o mais bêbado de todos nós naquele momento, dados meus nervos, mas elas duas estavam ficando bem risonhas.
"Estou nervoso", admiti em voz alta.
"Ah. Isso", Elsa disse. "Não se preocupe. Vamos ir devagar. Garantir que todos fiquem confortáveis."
Casey tomou outro longo gole. Observando-a por um momento, reconsiderei minha avaliação anterior. Poderíamos estar ambos bem empatados em termos de embriaguez. Eu estivera obcecado demais com meus próprios medos pra notar que Casey poderia estar sentindo algumas das mesmas coisas.
"Não fique bêbada demais", Anna advertiu. "Você precisa estar funcional. E não queremos pisar em questões de consentimento aqui."
Elsa assentiu. "Verdade. E se precisarmos parar e tentar de novo outra hora, podemos fazer isso. Não há pressão aqui."
"Há um pouco", murmurei.
"Ok, há um pouco", Elsa permitiu. "Mas estamos mirando em algo tão divertido e fácil quanto possível, certo?"
Casey assentiu. "Sim. Acho que devemos."
Levei mais um tempo pra criar coragem pra fazer algo. O álcool extra que eu tinha alcançado até então provavelmente ajudou.
Todos os olhos estavam em mim quando me levantei e andei até Casey. Os dela em particular. Ela na verdade corou quando estendi a mão pra ela. Como se isso fosse algo romântico, em vez de pragmático e safado.
"Pronta?" perguntei.
Casey assentiu e pegou minha mão. "Vamos tentar isso, vamos?"
Flagrei Elsa e Anna trocando olhares enquanto Casey e eu entrávamos na casa. Como uma só, minhas irmãs pularam e vieram logo atrás.
Senti uma ansiedade crescente conforme Casey e eu nos aproximávamos do quarto. Meu coração batia forte e minhas palmas suavam. Como se eu fosse um adolescente totalmente inexperiente de novo.
De certa forma, não estava tão longe disso. Eu tinha quase certeza de que nunca tinha transado com mais alguém no quarto. Quanto mais duas pessoas. Quanto mais essas duas sendo minhas irmãs.
Mas Casey também estava ansiosa. E isso ajudou. Nós dois nos demoramos sem jeito ao lado da cama dela, sem saber o que fazer no momento.
Elsa e Anna não ajudavam nesse quesito. Estavam ocupadas demais se ajeitando em assentos improvisados. Precisando de um lugar pra assistir.
"Isso é estranho, hein?" Casey disse baixinho, só pra eu ouvir.
"É."
"Nós não... não precisamos fazer isso agora."
"Você quer isso, não quer?"
"Quero!"
"É por causa da Elsa e da Anna?"
"Não. Sim. Talvez."
"Poderíamos pedir pra elas saírem", sugeri.
Ela sorriu maliciosamente. "Elas só voltariam escondidas de novo."
"Eu sei. Mas a pressão sairia por alguns minutos."
Casey balançou a cabeça. "Não é isso que está me pressionando mais, de qualquer forma."
"Ah é?"
"Não. É... é engravidar. É isso que está me estressando. Não sei... nunca fiz isso antes."
"Bem, sim, essa é meio que a ideia."
Casey assentiu. "Eu sei. Só... é muita coisa."
"Não precisamos. Só estou aqui pra ajudar você e a Elsa, sabe. Se você não está pronta--"
"Estou pronta! Quero isso. Não significa que não seja assustador. Muitas coisas que quis na vida foram assustadoras. Até... até casar com a Elsa. Aquilo foi assustador no começo. Casamento, sabe? Mas tem sido tão bom."
Sorri para Casey. "Certo, então só precisamos... começar?"
"Sim. Só começar. Tenha paciência comigo se eu for devagar."
"Ei, não estou sob pressão de tempo aqui. Temos a noite toda. E se não parecer certo--"
"Se não parecer certo, tentamos de novo outro dia", Casey completou por mim. "Combinado."
Casey estendeu a mão pra mim, depois parou. Queríamos prosseguir, mas não era fácil. Eu também não sabia o que fazer. Parecia que beijá-la era a jogada, mas ela não era minha esposa. Eu não sabia quanto beijo era ok. Talvez fosse uma preocupação boba. Eu ia gozar dentro da boceta dela. Beijar sequer entrava na equação nesse contexto?
"Pelo amor de Deus", Elsa disse, interrompendo meus pensamentos. "Parece que vocês dois nem sabem o que fazer."
Elsa marchou até Casey e começou a ajudá-la a se despir. Era fascinante de assistir, mas não tão fascinante quanto quando Anna começou a me ajudar. Ergui uma sobrancelha pra minha irmã mais nova, mas ela só sorriu de lado e deu de ombros.
"Você não está errada", eu disse. "Não sei qual é a etiqueta aqui."
"Acho que não existe uma", Anna disse.
"Não, eu sei", eu disse, "mas tipo... não posso tratar a Casey como se fosse minha namorada."
"Só por um tempinho você pode", Elsa disse.
Ela já tinha tirado a blusa da Casey e deixado os peitos dela à mostra. Casey me encarou, meio entre envergonhada e sedutora, enquanto Elsa continuava a despindo na minha frente.
"Sim", Anna disse. "Seja gentil e romântico. Tem que fazer ela se sentir bem, sabe."
"Mas--"
— Não se preocupe tanto com isso — disse Elsa. — Eu sei que você quer ser delicado e se preocupar com os sentimentos de todos. E eu agradeço por isso. Mas... parte de tudo isso é que vocês dois precisam transar. Essa é a parte principal, na verdade. Então façam isso.
— Nós vamos assistir e garantir que você está fazendo certo — acrescentou Anna, prestativa.
Eu bufei. — Juro que se minhas irmãs começarem a me criticar no sexo...
— O quê? — perguntou Anna, inocentemente.
— ... aí eu vou ficar meio irritado.
— Ah.
Anna terminou de me despir, puxando minha cueca boxer pelas pernas. Eu apenas deixei. Ela sorriu para mim ao ficar quase cara a cara com meu pau, que estava crescendo bem diante dela. Então recuou e se sentou antes que ficasse mais inapropriado que isso.
De algum modo, deixar que Anna tirasse minhas roupas foi a coisa mais fácil do momento. Provavelmente não deveria ter sido. Eu deveria ter feito isso sozinho, de verdade. Mas ela tirou de mim a necessidade de tomar decisões, e isso era importante. Só queria não ter agora a imagem dela sorrindo para mim com meu pau na cara.
Mas quem se importava? Ela veria mais que isso em breve.
Casey também estava nua. O que era sorte, porque era muito fácil focar nela com exclusão de todo o resto. Ela estava realmente muito sedutora sem roupa nenhuma. Sem calcinha dessa vez, até, o que era legal.
Elsa deu um último beijo na bochecha de Casey, sussurrou algo para ela, e então foi se juntar a Anna como espectadora.
— Então — eu disse.
— Então — Casey repetiu.
Começamos a andar um em direção ao outro, então paramos. De novo. Mesmo nus, não parecia muito certo. O ritmo da coisa não estava ali.
— Vocês precisam de ajuda? — Anna perguntou alegremente da lateral. — Vocês podem...
— Não preciso — eu disse firme. — Obrigado.
Puramente por despeito fraternal, fui até Casey e a beijei. Algo em ser provocado pela minha irmã caçula tornou mais fácil superar meus receios. Eu esperava extrair conforto do nosso amor fraternal, mas o incômodo fraternal foi uma força igualmente poderosa.
Casey gostou do beijo. Ela se apertou contra mim por mais. Ela era tão quente, tão macia, tão ávida por se aproximar.
Nossa hesitação mútua derreteu um pouco enquanto nossos lábios permaneciam juntos. Foi legal. E me deixou totalmente duro, cutucando Casey.
Caímos juntos na cama. Ainda nos beijando, agora nos apalpando um pouco também. Eu poderia me perder nela. Tentei. Parte da minha mente, no entanto, estava sempre em minhas irmãs. Sabendo que estavam ali. Imaginando o que sentiam enquanto assistiam. Imaginando, de forma bem irritante, se eu estava dando um bom espetáculo.
— Ignore-as — sussurrou Casey.
— Quem?
— Suas irmãs. Eu sei que você está pensando nelas. Seus olhos ficam desviando para lá. Mesmo que você não possa vê-las.
— Desculpa.
— Não se desculpe. Não estou esperando romance ou toda a sua atenção nem nada. Só... isso pode ser bom, sabe.
— Já está muito bom.
Casey riu. — Bajulador.
— Mas é verdade.
— Mmm, ok. Escuta, não se preocupe com o que elas estão pensando. Eu as expulso se começarem a ser um incômodo.
— Ha, boa sorte com isso.
Casey me beijou na bochecha. — Eu sei, né? Mas sério, que tal você só me ajudar a ficar toda molhada e pronta para você, hein?
Eu gemi. — Quer dizer, isso parece divertido.
— Assim espero. Você pode... você pode basicamente fazer qualquer coisa, se quiser. Peitos. Boceta. Bunda. Quer dizer, nada de comer o cu. Mas se quiser me tocar ou algo assim...
Eu gemi mais alto. — Você faz parecer tão casual.
— É casual.
— Não é.
— Certo. Bem... poderia ser. — Casey empurrou minha cabeça para os peitos dela. — Só... se divirta.
Enfiei o rosto nos peitos de Casey. O que mais eu poderia fazer, de verdade? Eles estavam bem ali, e eram magníficos, e fiquei com um pouco de inveja da Elsa por um momento. Mas aí comecei a chupá-los, e aquela inveja foi embora. Por que ter inveja quando ela estava compartilhando tão completamente comigo? Não que fosse exatamente isso que estava acontecendo. Mas era perto o bastante.
Não tive pressa, me fartando dos seios de Casey. Poderia ser a única vez que eu teria a chance de brincar com eles livremente, afinal.
Por fim, desci mais, até a boceta dela. Ela tinha uma boceta tão linda. Toda molhada e me esperando. Pensei em perguntar se ela estava pronta, pular as preliminares desnecessárias. Tínhamos um trabalho a fazer, afinal.
Mas... ela queria que eu fosse com calma. Que eu me divertisse. Ela queria curtir isso também. Por motivos tarados, claro. Mas tudo bem. Nosso raciocínio não precisava ser puro, ali. Só precisava funcionar para todos. E até agora, estava funcionando.
Lambi a boceta da Casey. Ela gemeu em apreciação e afagou minha cabeça com carinho.
Ouvi alguns sussurros das minhas irmãs enquanto eu chupava Casey. Estava me saindo bem em ignorá-las. E, de fato, quanto mais excitado e envolvido eu ficava, menos me importava que elas estivessem ali. Eu só sentia o conforto da presença delas, e não o constrangimento. Era um bom lugar para se estar, emocionalmente falando.
— Mmm, merda — sibilou Casey. — Você vai me fazer...
Continuei lambendo enquanto ela se calava e agarrava minha cabeça com as duas mãos. Parecia rápido demais para ela estar gozando, mas também era uma situação bem excitante. Tomei para mim grande parte do crédito, de qualquer forma.
— Elsaaa — gemeu Casey enquanto gozava.
Continuei lambendo o clitóris dela. Fiquei na dúvida se ela estava me chamando de Elsa de novo, ou se estava chamando pela Elsa sentada por perto assistindo.
Trouxe-a de volta suavemente com um beijinho final em sua boceta antes de rastejar de volta pelo seu corpo nu. Deixei mais alguns beijos pelo caminho. O olhar que Casey me lançou agora estava totalmente ausente da hesitação e incerteza de antes. Decidi que eu provavelmente também tinha perdido muito disso. Parecia melhor agora, o que estávamos fazendo. Mais natural. Só precisávamos entrar no clima.
— Pronto? — ela perguntou baixinho.
Eu assenti. — Sim. Vai me chamar de Elsa de novo?
Casey deu de ombros de forma brincalhona. — Talvez. Sem promessas.
— Eu não sou minha irmã, sabe.
— Mas você é muito próximo. — Casey beijou minha bochecha. — É uma coisa boa. Juro.
— Aham.
Ela apenas riu da minha expressão e me fez abrir um grande sorriso em resposta. Então ela abaixou a mão e agarrou meu pau, guiando-o para sua boceta.
— Vamos colocar você dentro de mim — sussurrou Casey.
Eu assenti, sem confiar em mim mesmo para falar naquele momento. Havia algo incrivelmente excitante no jeito como ela casualmente me manobrava em direção à sua entrada, com o conhecimento de que eu ia gozar dentro dela. Diante das minhas irmãs e tudo.
— Por que você está me olhando assim? — ela perguntou, corando levemente.
— Como assim?
— Como... como a Elsa olha quando ela está super excitada. — Casey esboçou um sorriso. — Acho que acabei de responder minha própria pergunta.
— Isso está meio que me deixando com tesão — admiti.
Meus olhos reviraram ligeiramente quando Casey me pressionou contra sua boceta molhada, e eu instintivamente comecei a empurrar para dentro.
Casey fechou totalmente os olhos por um segundo, então os abriu tremulamente de novo. — Mais — ela instou.
Eu meti mais fundo. Ela mordeu o lábio e assentiu em aprovação, praticamente me fodendo com os olhos enquanto eu abria caminho dentro dela.
— Isso é bom — ela respirou.
— Unf. É sim — eu disse.
A boceta da Casey estava realmente muito gostosa em volta de mim. Toda apertada e quente e molhada, e deliciosamente proibida também. Normalmente proibida, tecnicamente. Naquele momento, três outras pessoas estavam ativamente querendo que eu estivesse dentro dela. O que era um pensamento estranho, mas preciso.
— Lembra, você tem que gozar fundo em mim — disse Casey.
— Estou ciente.
— Não adianta nada você tirar e gozar em cima de mim.
— Ah, por que você iria sugerir isso?
— Só mencionando. — O sorriso de Casey ficou diabólico. — Você parece gostar da ideia de gozar em mim, só isso. Então achei que talvez ajudasse.
— ... ajuda, na verdade.
— Mmhm. Então goza em mim. Enquanto suas irmãs assistem.
Eu gemi e beijei Casey, só para fazê-la parar de falar. Ela estava me excitando loucamente, era verdade. E claro, esse era meio que o objetivo. Eu só sentia uma certa pressão para não gozar rápido demais. Nesse caso, seria perfeitamente aceitável. Mas ainda havia o orgulho a se pensar.
Um peso afundou o colchão enquanto eu fodía Casey. Elsa se aproximou de lado. Ela me olhou de relance, mas tinha olhos principalmente para sua esposa.
Elsa gentilmente afastou minha cabeça e assumiu o beijo com Casey. Ciúmes? Possessividade? Ou apenas ficando excitada demais? Tomara que a última opção. Eu realmente não queria parar agora.
Elsa e Casey se beijando tão perto de mim era demais para resistir nesse ponto. Eu explodi dentro de Casey, fazendo questão de ir o mais fundo possível, conforme as instruções.
Nunca antes na vida eu tinha gozado tão livremente dentro de uma garota. Simplesmente me soltei completamente e enchi a boceta dela, sem preocupações ou medos sobre as consequências disso. Foi uma sensação meio maravilhosa, mesmo que muito disso fosse puramente o ato de gozar em si.
— Você gozou nela? — Elsa perguntou, me olhando com olhos grandes.
— Ele gozou — Casey disse antes que eu pudesse responder.
Eu confirmei com a cabeça.
Elsa abriu um sorriso largo para mim. — Deixa eu ver.
Relutantemente, eu tirei o pau, já amolecendo e bagunçado. Elsa quase foi atingida no rosto por ele, de tão ávida que estava para verificar a boceta da Casey.
— Ooh — Elsa murmurou. — Olha só para você. — Ela enfiou um dedo dentro da esposa. — Tão cheia de porra.
— Bem, não vai ficar brincando aí dentro agora — disse Casey.
Elsa sorriu para ela e puxou o dedo de volta. Examinou-o criticamente, então o limpou delicadamente na parte interna da coxa de Casey. Beijou Casey ternamente em sua boceta, então rastejou para cima para beijos mais apropriados.
Mais uma vez me senti ligeiramente deslocado. O pós-orgasmo podia fazer isso de qualquer jeito às vezes, mas especialmente agora. Eu não tinha ideia do que fazer comigo mesmo, e por fim deslizei da cama e fui em direção à porta.
Anna foi rápida atrás de mim. Eu quase tinha esquecido que ela ainda estava ali.
— Ei, você está bem? — ela perguntou.
— Mais ou menos.
— Mais ou menos? Você parecia estar curtindo muito aquilo.
— Eu estava. Só... eu sei que é bobo, mas eu poderia ter usado... algo depois. Um chamego ou sei lá. Não sei.
— Isso não é bobo! É normal. — Anna deslizou a mão na minha. — Elsa deveria saber disso.
Eu dei de ombros. — Casey é dela.
— Mesmo assim. — Anna me arrastou para o quarto dela. — Vou falar com ela. Ela vai se sair melhor da próxima vez.
— Próxima vez?
— Bem... teoricamente, eu acho. É improvável que você acerte de primeira.
— Ah. Certo.
Anna me empurrou para a cama e se enfiou comigo. — Chega mais para lá.
— Uh... o que estamos fazendo?
— Chamego. Dã.
— ... ainda estou pelado.
— E daí?
— Ah... nada, eu acho.
Anna se aninhou comigo e me abraçou. Era exatamente o que eu precisava. Uma sensação de amor e pertencimento. Não gostava de estar me sentindo vulnerável, mas percebi que essa era a maior questão. Uma sensação de vulnerabilidade e incerteza. E Anna levou tudo isso embora.
Eu expirei, deixando minha tensão se aliviar. Absorvendo a presença da minha irmã.
— Melhor? — ela perguntou.
— Na verdade, sim.
— Bom.
O calor e o amor da Anna me embalaram para um lugar muito tranquilo e, sem querer, adormeci ali mesmo com ela.
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Capítulo Quatro: Irmãs
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Anna estava me acariciando como um cachorrinho sonolento quando acordei. Ela parecia divertida com isso. Eu lhe lancei um olhar envergonhado mesmo assim.
— Acho que adormeci, hein? — eu disse.
— Com certeza.
— Não era minha intenção dormir em cima de você.
— Você não dormiu. Você só meio que apagou. Deve ter rolado por cima de mim durante a noite.
— Ah. Então você também ficou aqui?
Anna deu de ombros e se contorceu para sair debaixo de mim, pulando da cama com muito mais ânimo e energia do que eu sentia.
— É o meu quarto — ela disse, como se isso explicasse tudo.
Fiquei distraído por um momento com a bunda dela. Ela estava só de calcinha da cintura para baixo.
— Você tirou a calça também? — perguntei.
— Bem, eu não ia dormir de calça, ia, senhor pelado?
Eu corei e puxei as cobertas para cima de mim. Anna riu.
— Eu já vi você pelado, Kai. Não adianta se esconder agora.
— Bem, agora estou com vergonha — murmurei.
— Ah. Entendo.
Anna encontrou sua calça e a vestiu de volta. Não tinha certeza se isso me fazia sentir melhor. Agora ela estava totalmente vestida e eu totalmente pelado.
Mais constrangedor, eu estava duro. Maldita ereção matinal. Embora...
Não era por causa da Anna, era? Algo nela que tinha causado a ereção? Ela não tinha notado, tinha?
— Vou te deixar um pouco de... privacidade — Anna disse, piscando enquanto saía toda pomposa pela porta.
É. Ela provavelmente tinha notado.
Eu não ia me masturbar, se é que era isso que ela estava insinuando. Mas eu definitivamente precisava de roupas. Merda, como eu ia conseguir roupas? Eu as tinha deixado no quarto da Elsa e da Casey.
Droga.
— Ei, Anna! — Corri para a porta e gritei. — Anna!
— O quê? — Anna reapareceu, seu olhar caindo imediatamente na minha ereção. — Cara!
— Shiu. Só... eu preciso das minhas roupas.
— Diga-se de passagem.
— Elas estão no quarto da Elsa e da Casey!
— Ah é. Isso vai ser constrangedor, hein? Talvez elas ainda não estejam acordadas.
— Você pode pegá-las para mim, por favor?
Anna sorriu e me deu outra olhada de cima a baixo enquanto passava por mim. — Sim, ok. Estou tendo que cuidar muito de você, sabia?
— Sim, sim. Eu sei.
— Sorte que eu te amo.
— Eu... na verdade tenho — eu disse, principalmente para mim mesmo então.
Esperei Anna voltar. Esperei tempo demais antes de admitir para mim mesmo que ela não ia voltar logo.
Suspirei, ouvi ansiosamente por qualquer som de movimento, então fui na ponta dos pés em direção ao quarto da Elsa e da Casey.
Anna estava sentada aos pés da cama de pernas cruzadas, só conversando e rindo com Elsa e Casey. Tentei me esgueirar para longe de novo, mas Elsa me viu antes que eu pudesse.
— Anna, você devia estar trazendo as roupas do Kai de volta? — Elsa perguntou, uma sobrancelha erguida para comunicar perfeitamente que ela já sabia a resposta.
— Taaalveeez — Anna disse.
— Tudo bem — eu disse. — Vou só ficar pelado e esquisito aqui.
— Ah, pff. Vem se juntar a nós. Elsa e Casey também estão peladas. — Anna fez uma pausa para considerar. — Acho que eu sou a única vestida, na verdade.
— Elas têm cobertas — eu disse.
Entrei mesmo assim e sentei ao lado de Anna. Recebi alguns olhares, mas uma vez sentado não era tão óbvio o quão ereto eu estava. Além disso, sério, todas elas já tinham me visto na noite passada. Isso não era novidade para nenhuma de nós.
— Como você está se sentindo? — Elsa me perguntou.
— Ok. Eu acho — eu disse.
— Com tesão de novo, no entanto — Anna disse.
— É, bem... isso acontece.
— Tudo bem. A noite passada foi bem excitante. Aposto que Elsa e Casey fizeram bagunça depois que saímos.
Olhei para Elsa. Ela nem se preocupou em negar.
— Claro que fizemos — disse Elsa. — Você acha que a gente ia simplesmente dormir depois ou algo assim?
— Hehe, contanto que você não tenha lambido toda a porra da boceta da Casey — Anna disse. — Isso estragaria o propósito todo.
Elsa e Casey coraram. Os olhos da Anna se arregalaram.
— Vocês fizeram! — Anna exclamou.
— Só um pouco — disse Elsa. — Sem querer.
— Aquilo é a porra do nosso irmão! — Anna disse, embora seu tom sugerisse que ela não estava horrorizada, mas sim intrigada.
— Um acidente — Casey repetiu. — Eu precisava de outro orgasmo. Elsa me lambeu. A língua dela pegou um pouco. Acontece.
— Uau. — Anna abraçou os joelhos contra o peito, pensando profundamente.
— Ok, bem, isso não está me ajudando muito — eu disse. — Talvez eu só pegue minhas roupas e...
— Desculpa — Elsa disse. — Eu não queria tornar isso estranho. Quer dizer, sim, eu provei um pouco da sua porra ontem à noite. Juro que foi acidental.
— Ah, não, quer dizer, isso é... tanto faz — eu disse. — Só que isso tudo está sendo demais para primeira hora da manhã. Eu provavelmente preciso ir bater uma e me acalmar.
Anna deu uma risadinha. — Hehe, ereção.
— Ah, muito maduro — Elsa disse. — Como se você não fosse se aliviar também.
— Eu não vou! — Anna disse desafiadoramente. — Não sou tão tarada quanto vocês todos.
— Claro que é — Elsa disse. — Você é nossa irmã. Não pense que eu não sei. A não ser... quantas vezes você se satisfez na noite passada?
— Ela não se satisfez — eu disse. — Ela estava comigo. Eu adormeci. Ela...
Eu parei. Anna tinha se virado para o outro lado.
— Ah, Deus, Anna. Enquanto eu estava dormindo?
— ... talvez.
— Ah. Ah, uau.
— Eu estava com tesão! Eu não consegui gozar, diferente de algumas pessoas.
— Sim, não, eu sei — eu disse. — Mas agora eu tenho uma imagem de...
— Do quê? — Elsa perguntou docemente. — Nossa querida, inocente irmãzinha toda...
— Nem vem — Anna disse. — Você lambeu a porra do nosso irmão.
— Você se masturbou com ele.
— Ao lado dele. Não com ele.
Casey finalmente interrompeu. — Certo, já chega. Todas vocês. Deus, como vocês podem ser tão irritáveis de manhã.
— Nós não somos! — Anna disse. — Somos... espirituosas.
— Sim, espirituosas — Elsa concordou.
— Bem, podem ser espirituosas de forma menos argumentativa? — Casey perguntou.
— ... não? — Anna arriscou.
Elsa teve uma tática diferente. Ela rolou sobre Casey e a atacou com beijos. As cobertas delas caíram um pouco no processo.
Eu parei, intrigado com a visão de Elsa se beijando com Casey, seus peitos agora visíveis e se pressionando juntos.
Anna observou atentamente também, deslizando uma mão para baixo entre as pernas, só segurando-a ali e apertando as coxas ao redor dela.
— Você está excitando seus irmãos, querida — Casey avisou, de forma bem perceptiva.
Elsa deu de ombros e mordiscou a orelha de Casey. "Tudo bem."
"É mesmo?"
"Bom... a gente sempre pode fazer o Kai gozar dentro de você de novo esta manhã. Pra aumentar nossas chances e tal."
"Ah! Que malvada", Casey disse.
"Hehe, você só acha isso porque quer."
"... talvez."
"Você gooostou de transar com meu irmãozinho."
Casey soltou um gemido e enterrou o rosto contra Elsa por um momento, se escondendo de Anna e de mim.
Elsa virou a cabeça para nós e piscou, depois voltou a beijar Casey por todo lado.
"Tá bom, chega disso", Anna resmungou. "É uma manhã de tirar a calça."
Anna se debateu para sair da calça e a chutou para longe. A calcinha já estava molhada, o que era realmente fascinante para mim. Não que me surpreendesse particularmente, mas me fez perceber que eu queria ver mais. Todo mundo já estava nu, de qualquer forma.
"Ei, Anna?" eu disse.
"Hm?"
Ela se virou para mim, e eu coloquei as mãos nas laterais do corpo dela, deslizando por baixo da camiseta. Seus olhos se arregalaram, mas ela não me impediu. A pele dela era tão quente e convidativa por baixo. Já ruborizada e excitada.
Anna ergueu silenciosamente os braços quando ousei subir mais. Eu tremia enquanto continuava, tirando completamente a camiseta dela. Seus peitinhos ficaram expostos, e os mamilos já estavam tão duros. Combinando com o meu pau, do jeito deles.
Fiz contato visual com Anna, o que significou desviar meu olhar do peito dela. Ela me encarou de volta, sem graça e insegura, mas também excitada e desafiadora.
"Ainda estou de calcinha", ela disse baixinho.
"Devo..."
Anna deu de ombros. "Só tô falando."
Me ajoelhei reverentemente diante da minha irmãzinha. Não tinha certeza do motivo de isso parecer uma boa ideia para qualquer um de nós. Mas, por outro lado, ela tinha me ajudado a tirar a roupa na noite passada. E... e eu queria vê-la nua.
Era um pensamento estranho para ter que justificar para mim mesmo. Não sabia como. Minhas irmãs já tinham me visto nu e transando. Isso era simplesmente... o que era.
Agora, esta manhã, eu estava vendo cada vez mais de Elsa enquanto ela e Casey se contorciam nuas na cama, chutando as cobertas para longe a cada minuto que passava. Isso também parecia algo que estava acontecendo. Tipo, claro que eu estava gostando, mas não me sentia responsável. Provavelmente era a coisa errada para focar. Mas quem se importava, de verdade?
Tirar a roupa de Anna era uma admissão, para mim mesmo e para todo mundo, de que eu queria vê-la. Isso tornava mais difícil de processar.
"Vou tirar se você não tirar", Anna disse.
Percebi que hesitei tempo demais, só olhando para a calcinha encharcada e grudenta de Anna. Já dava para ver bastante do contorno por baixo.
"Desculpa", eu disse. "Só... me peguei pensando."
Anna sorriu torto. "Sim, eu sei. Eu entendo. Também estive pensando muito."
"Mas você ainda quer que eu..."
As bochechas de Anna estavam levemente rosadas. "Se você quiser", ela sussurrou.
Eu queria, esse era o ponto. Puxei gentilmente a calcinha de Anna, vendo-a ainda grudada na buceta por um segundo, depois lentamente se descolar e descer pelas pernas.
A buceta dela estava bem na minha frente. Toda molhada e excitada, mas tão pequena e bonita.
"Você está encarando", Anna disse.
"Desculpa."
"... você ainda está fazendo isso."
"É que... eu tenho uma vontade tão grande de beijar. É muito forte."
"Unf. Minha buceta?"
"Sim."
Anna desviou os olhos rapidamente para Elsa e Casey. Elas estavam tão envolvidas uma com a outra que não pareciam estar prestando atenção em nós.
"Só um rapidinho", ela disse.
Meus olhos se arregalaram, encarando-a por um segundo para ver se ela falava sério. Ela falava. Olhei de novo para a buceta linda e convidativa. Inclinei-me e a beijei. Rápido, mas talvez não tão rápido quanto poderia ter sido. Ela soltou o mais suave dos suspiros. Quase um gemido, até. O som perturbadoramente atraente, vindo da minha irmã caçula e tudo.
Tive que me levantar depois, para não ir em busca de mais. Anna e eu trocamos um olhar cúmplice. Ela teria me deixado continuar. Eu sabia que sim.
"Vamos, hã, focar na Casey", Anna disse. "Temos que fazer ela de novo. Por segurança."
"Certo", eu disse. "Isso."
Continuei olhando para Anna até ela corar e me dar um empurrão no ombro. "O que você está olhando?"
"Você está nua."
"Eu sei."
"Você está linda."
"Cala a boooca. Elsaaa, o Kai tá sendo um tarado!"
Elsa se desvencilhou brevemente de Casey. "O que ele está fazendo? Olhando pra minha bunda?"
"Quê? Não. Olhando pra mim", Anna disse. "Por que ele estaria tarado em você?"
"Eu tenho uma bunda bonita", Elsa disse.
"É verdade", Casey disse, agarrando as nádegas de Elsa com as duas mãos e apertando possessivamente.
"Sim, ela tem", concordei, voltando minha atenção para Casey brincando com a bunda de Elsa.
Anna fez um barulho ofendido. Eu tinha quase certeza de que era mais porque eu estava olhando para Elsa em vez dela, e não tanto porque eu estava sendo tarado pelas minhas irmãs em primeiro lugar. Se eu perguntasse, ela provavelmente diria o segundo.
"Casey", Anna me lembrou insistentemente.
"Elsa está no caminho", eu apontei.
"Isso é justo", Anna disse. "Anda, Elsa. Deixa o Kai entrar. Como ele vai gozar na Casey de novo se você está no caminho?"
"Casey é minha esposa", Elsa disse petulantemente. "Eu tenho prioridade."
Anna revirou os olhos. "Ah, fala sério. Foi você que quis um bebê, lembra?"
Anna engatinhou para a cama, examinou a situação mais de perto e então puxou as cobertas restantes completamente para fora do caminho. Elas já estavam quase todas fora, do jeito que as meninas estavam se contorcendo juntas.
Elsa e Casey estavam se esfregando e roçando as bucetas uma na outra. A bunda de Elsa estava apontada para mim, e ela estava certíssima em dizer que era bonita.
Eu estava tendo uma visão significativamente melhor de ambas as minhas irmãs esta manhã do que jamais tive em toda a minha vida. E estava funcionando para mim. Eu estava tão duro. Com opções demais de para onde olhar e em quem me concentrar como tarado a cada momento. Anna estava absolutamente certa sobre eu ser um tarado.
Mas então, Anna também estava sendo tarada. Ela estava bem perto da bunda de Elsa, ousando até abrir as nádegas da Elsa e dar a si mesma e a mim uma visão melhor do cu da nossa irmã mais velha.
Anna levou a mão e deu um tapa na bunda de Elsa, rindo do gritinho que provocou.
"Não bate na minha bunda!" Elsa disse.
"Por que não?" Anna perguntou, batendo na Elsa de novo. "Está bem aqui. E é tão bonita, como você mesma disse."
Anna deu mais alguns tapas na Elsa. Pude vê-la se preparando para correr caso Elsa se virasse contra ela, seu instinto de irmã mais nova entrando em ação. No entanto, se é que algo aconteceu, foi Elsa beijar Casey com ainda mais energia.
"Cuidado", Casey murmurou entre os beijos. "Elsa gosta muito de palmadas quando está no clima certo."
Anna engasgou. "Elsa! Você está gostando disso?!"
"... não."
"Mentirosa!"
Anna deu um último tapa na bunda de Elsa, mais forte do que qualquer outro, fazendo um estalo bem distinto de carne contra carne quando o golpe acertou. Elsa gemeu audivelmente com esse.
"Cuidado, Anna", Elsa disse com um olhar perigosamente sexy. "Eu também posso fazer coisas com você."
Anna hesitou, como se estivesse realmente considerando se deveria testar a ameaça.
Estávamos todos muito, muito excitados para estar fazendo qualquer coisa daquilo. Estávamos sendo tão idiotas de tantas maneiras.
Mas eu amava aquilo. Essa era a parte mais assustadora. Eu estava nu e tarado pelas minhas irmãs, vendo-as ficar cada vez mais provocantes e sexuais uma com a outra. Eu também deveria estar engravidando a Casey. Esse era um pensamento constante no fundo. O que, sério, era loucura que não fosse a coisa principal em que eu pensava o tempo todo.
Mas Anna toda nua brincando com a bunda de Elsa na minha frente... como um garoto deveria lidar com isso?
Anna captou meu olhar e me chamou. Eu me aproximei cautelosamente, bem atrás de Elsa. Anna segurava as nádegas de Elsa abertas, piscando para mim enquanto nos dava uma visão boa, mas incrivelmente travessa.
"Você está malvada esta manhã", eu disse.
Anna deu de ombros. "Isso acontece. De qualquer forma, eu tenho que ser. Sou a única focada aqui."
"... no cu da Elsa?"
"Bom, isso também, acho. Mas não. Não isso."
Anna me alcançou, agarrando meu pau. Eu sibilei de surpresa quando seus dedos quentes me envolveram. Ela nem pareceu notar o que tinha acabado de fazer. Para mim, era absolutamente insano. Mas a sensação era muito boa, no entanto. Anna guiando casualmente meu pau daquele jeito.
Eu segui sua liderança, deixando-a me apontar para a área entre Elsa e Casey, onde suas duas bucetas se esfregavam em um fluxo constante de tesão molhado.
"Entra aí", Anna disse.
"Sim, senhora."
Anna inclinou a cabeça e sorriu torto. "Não me chama de 'senhora'."
"Ok."
Anna continuou puxando meu pau para o lugar, segurando-o o máximo que podia. Mesmo quando a ponta começou a roçar nas meninas. Na buceta de Casey, e na de Elsa também.
Elsa fez um som estranho quando meu pau a tocou pela primeira vez. "Ah! Kai!"
"O quê?" Casey perguntou.
"Ele me cutucou", Elsa disse. "Na buceta."
"Hehe, bem, você não quis me liberar esta manhã", Casey disse. "Isso vai acontecer."
"Ah, você acha engraçado, é?"
"Meio engraçado. Meio excitante."
"É o meu irmão!"
"Eu sei. Uma ação Elsa com Elsa. Eu gosto."
"Eu não sou só o Elsa menino", resmunguei, absolutamente sem interesse de ninguém.
Anna riu de Elsa e Casey e me incitou a continuar. Admito que eu estava feliz em me enfiar mais fundo ali. Espremido entre duas bucetas. Uma delas da minha irmã.
As meninas estavam tão felizes em se esfregar no meu pau quanto estavam uma na outra. Minha intenção era deslizar cuidadosamente para dentro de Casey quando tivesse uma chance. Mas as duas se remexendo em mim daquele jeito tornava tentador ficar exatamente onde eu estava.
Meu pau começou a prender nas bucetas das meninas enquanto elas continuavam se esfregando em mim. Eu não estava ajudando, pois também estava metendo ali. Teria sido tranquilo se fosse só a buceta de Casey ameaçando me engolir, mas Elsa estava bem no meio também, e não parecia estar evitando contato algum.
Na verdade, eu deslizei para dentro de Elsa em vez de Casey. E naquele momento, embora não pudesse ter certeza, pareceu deliberado da parte da minha irmã.
Elsa engasgou alto. "Irmão malvado!"
"O quê? Ele... não!" Casey tentou espiar por trás de Elsa, mas não conseguiu ver bem.
Anna, no entanto, imediatamente engatinhou ao redor e enfiou a cabeça embaixo da ação para ter a melhor visão de perto possível.
"Ah, ele fez mesmo", Anna declarou, sua voz em algum lugar entre maravilhada e horrorizada, mas definitivamente excitada de qualquer jeito.
Pensei em tirar de novo. Eu não deveria estar dentro da minha irmã. Isso era o básico.
Mas Elsa empurrou contra mim, só um pouco, mas o suficiente. Eu agarrei sua bunda, abandonando qualquer pretensão de barreiras fraternas, e meti mais fundo nela.
Elsa arrulhou e acompanhou meu ritmo enquanto eu a fodia. Era isso que eu estava fazendo. Fodendo minha irmã. De um jeito, parecia impossível que aquilo tivesse acontecido. De outro, olhando os eventos imediatamente anteriores, estávamos brincando com fogo. Só que nenhum de nós estava se queimando.
"Ai, meu Deus", Anna disse, ainda observando de uma posição absurdamente próxima. "Isso... uau. Simplesmente uau. Elsa, você sabe o que--"
"Estou ciente", Elsa disse. Ela enterrou o rosto no decote de Casey.
Casey segurou Elsa e acariciou seu cabelo. "Não consigo ver", ela reclamou.
"Bem... o Kai está dentro da Elsa", Anna informou prestativa.
"Sim, eu sei disso", Casey disse. "Mas--"
Ela foi interrompida por Elsa beijando-a ferozmente. Casey aceitou os beijos, mesmo enquanto Elsa era fodida pelo irmão bem em cima dela.
A buceta de Elsa apertou tão forte ao meu redor. Ela estava ativamente me agarrando e balançando contra minhas estocadas. Quanto mais forte eu a macetava, mais freneticamente ela se mexia, gemia e beijava sua esposa.
Anna esfregava sua bucetinha excitada enquanto assistia, toda nua e enrolada praticamente embaixo da ação. Tive a forte tentação de tirar e gozar por todo o rosto dela quando terminasse, mas por sorte ela se moveu antes disso.
Anna, ofegante de tesão, voltou ao seu posto na bunda de Elsa, desta vez montando completamente nas costas de Elsa antes de abrir sua bunda de novo. Anna olhou para mim, buscando aprovação ou apenas apreciação mútua da bunda da nossa irmã mais velha.
De qualquer forma, Anna chupou um dos dedos na boca, deixou-o bem babado, então esfregou o cu de Elsa com ele.
"Anna!" Elsa gritou.
"Seus irmãos sempre foram tão levados?" Casey perguntou. "Você nunca me contou isso."
"Eles nunca foram antes", Elsa disse.
Elsa gemeu, e na verdade até empinou um pouco mais a bunda, mesmo enquanto Anna adicionava mais cuspe.
"Talvez nunca tenha outra chance de fazer isso", Anna disse, como se aquilo explicasse alguma coisa.
"Você... queria fazer isso?" perguntei hesitante.
Anna deu de ombros. "Não até agora. Mas se você pode foder a Elsa, brincar com a bunda dela não é tão ruim assim."
"Não sei se isso é verdade", Elsa disse.
Eu poderia ter ficado preocupado com Elsa, exceto que ela estava fazendo todo o possível para incentivar tanto Anna quanto eu. Seu principal problema parecia ser encontrar um compromisso entre me foder de volta e ficar parada para os dedos travessos de Anna.
Era um problema. Realmente era. Eu só deveria estar ajudando Elsa e Casey a ter um bebê. Em vez disso, estava atualmente envolvido em uma pequena orgia com ambas as minhas irmãs. E nenhum de nós parecia inclinado a parar.
Anna estava ficando cada vez mais ousada. Não só enfiando os dedos no cu de Elsa, mas alternando suas explorações com lambidas completas no cu de Elsa. Chupando o cu da nossa irmã mais velha enquanto eu enchia a buceta dela.
Comecei a ter ideias com o rosto de Anna tão perto do meu pau. De certos ângulos, parecia pela metade que eu estava fodendo o rosto dela às vezes. Tentei afastar a imagem a princípio, mais por instinto do que qualquer coisa, mas então considerei por que eu estava me incomodando. Hoje não era dia de reprimir pensamentos sexuais. Não era como se Anna estivesse se comportando nem um pouco.
Tirei de Elsa, para seu desapontamento verbal. Meu pau estava lubrificado da buceta dela, duro e balançando na frente do rosto de Anna. Anna olhou para mim, só por um segundo, seus olhos redondos e esperançosos. Então ela sorriu e mergulhou no meu pau. Empurrei mais fundo em sua boca, e ela chupou sem hesitação alguma.
"Coloca de volta!" Elsa insistiu.
"Só um segundo", eu disse, atualmente extasiado por Anna cobrindo meu pau de atenção.
"El-sa precisa do irmão-zinho dentro dela", Casey cantarolou, fazendo a si mesma rir. "Deus, imagina se você a engravidasse em vez de mim? Nosso bebezinho Elsa seria tão fooofo!"
Elsa rosnou e beijou Casey ferozmente. Ela também rebolou a bunda para mim sem vergonha alguma.
Anna se afastou do meu pau com um estalo molhado. Seus olhos brilhavam ainda mais do que antes.
"Melhor fazer isso", Anna disse.
Ela agarrou meu pau e o empurrou de volta para a buceta de Elsa. Fiquei feliz em voltar. Eu sabia que Casey estava só brincando, mas de alguma forma a ideia de eu realmente engravidar Elsa acidentalmente estava nos excitando a todos. Tipo, demais mesmo.
Assim que Anna me colocou no lugar, agarrei os quadris de Elsa e macetei sua buceta fundo e forte. Anna nem voltou a lamber o cu de Elsa. Ela só ficou olhando para mim comendo Elsa e esfregando sua própria bucetinha molhada enquanto assistia em um êxtase excitado.
"Goza nela", Anna disse suavemente, sem fôlego.
"Unf. Quieta", eu disse.
"Goza nela!"
"Você..."
A mão de Anna era um borrão no clitóris. "Goza na nossa irmã-zinha."
"Faz isso!" Casey concordou antes de ser atacada de beijos por Elsa de novo.
Eu gemi. "Não é justo."
Mas me senti chegando perto. E eu queria. Eu queria tanto. No fundo, eu estava secretamente insanamente feliz que todos estavam me encorajando a gozar em Elsa, porque era o que eu queria fazer de qualquer jeito. Pensei de volta nas palavras de Anna. Sobre talvez nunca ter outra chance como essa. Porque de verdade, essa poderia muito bem ser um único nexo de tesão, e nunca mais acontecer. Quem poderia dizer?
Essa não era uma boa razão para gozar na minha irmã mais velha. Mas eu não tinha uma. Eu só queria, simples assim. E todo mundo também.
Apertei Elsa com força e segurei sua bunda contra mim, mantendo meu pau enterrado o mais fundo possível nela enquanto gozava. Explodi dentro da minha irmã, jorrando porra e fazendo uma bagunça grande e travessa.
"Você está gozando?" Anna perguntou, de olhos arregalados, se masturbando freneticamente.
"Ele estááá", Elsa sibilou.
"Dentro?"
"Beeeem fundo."
Anna gemeu e caiu para trás, ainda se esfregando lascivamente, o corpo todo escarrapachado nu, olhando para o nada.
Permaneci na buceta de Elsa depois, esperando o arrependimento e a culpa baterem. Não bateu. Só me senti maravilhoso e satisfeito, e ainda confortável dentro da minha irmã.
Casey me fez sair do caminho. Ela escapou de Elsa e engatinhou ao redor para examinar a buceta dela. Anna, ofegante por ter acabado de gozar, juntou-se a Casey, e as duas cutucaram e admiraram a boceta melada e bagunçada de Elsa.
"Nossa, mana, você levou uma gozada", Anna disse.
"Muita, muita", Casey concordou.
"Estou ciente", Elsa ronronou. Ela parecia bem felina, de cara para baixo e bunda para cima para a inspeção, toda satisfeita consigo mesma.
Aparentemente, não havia culpa alguma aqui. Elsa claramente não sentia mais do que eu. Na verdade, ela estava apenas se exibindo para o resto de nós. O completo oposto de culpa.
Casey finalmente se virou para mim, luxúria nos olhos, recém-saída da inspeção de uma buceta melada. "Acha que consegue de novo?"
Eu já estava ficando duro de novo com aquela exibição sexual desenfreada. Minha ereção crescente pulsava diante da pergunta implícita se eu poderia gozar dentro da Casey agora, que era o ponto central da operação, afinal. O desejo nos olhos dela ajudou também. Assim como o jeito que ela se aproximou mais e envolveu os dedos no meu pau pulsante, acariciando-o suavemente com um toque macio e promissor.
"Tenho certeza que consigo", eu disse.
Casey sorriu maliciosa e continuou me masturbando, apertando o aperto. Tentei, hesitante, alcançar os peitos dela, e ela felizmente me deixou brincar com eles.
Anna, deixada à própria sorte atrás de Elsa, mais uma vez escolheu chupar o cu de Elsa. Elsa estava gostando bastante, pelo som das coisas, embora em certo momento tenha engasgado em choque.
"Você acabou de lamber minha buceta?" Elsa perguntou.
"Não", Anna disse.
"Lambeu sim! Eu senti."
"Então por que perguntou?"
"... você lambeu um pouco da porra do Kai?"
"Bem, estava vazando!"
"Isso é tão erraaado", Elsa ronronou. "A porra do nosso irmão."
"Diz você que está com a buceta cheia dela."
Elsa hesitou um momento. "Acho que eu poderia compartilhar."
Foi a vez de Anna engasgar. Elsa não esperou Anna processar, simplesmente virou de costas, abriu as pernas e convidou tacitamente Anna a se banquetear.
Anna levou apenas um segundo para superar o choque com a proposta. Ela foi rápida em se colocar entre as coxas de Elsa e se agarrar à sua bucetinha bagunçada.
Deveria ter sido uma exibição bem excitante e safada. Anna lambendo minha porra da buceta de Elsa. Eu tinha quase certeza de que era para ser. As irmãs cedendo aos impulsos carnais e tudo mais.
Não foi, porém. Suavizou quase imediatamente. O jeito que Elsa olhou para Anna, e o jeito que Anna encarou de volta, mesmo com a língua fundo dentro da irmã, não era sexual ou cheio de luxúria. Não primariamente. Era mais... um anseio. Um desejo. Pura adoração fraterna.
Anna lambia e chupava a buceta de Elsa, e Elsa arrulhava e a encorajava com carinhos na cabeça, mas as duas estavam transando com os olhos muito mais forte do que qualquer coisa que Anna fazia com a boca.
Casey viu também. "Caralho. Vocês têm certeza que nunca fizeram essas coisas antes?" ela sussurrou para mim.
"Quase certeza. Quer dizer, eu não fiz. Eu juraria que Elsa e Anna também não, mas..."
"Mas olha para elas", Casey completou por mim. Ela deu de ombros. "Mas talvez isso já estivesse para acontecer há muito tempo."
"Quer dizer... talvez?"
"Do jeito que você ficou com Elsa, afinal."
"Você nem conseguiu ver aquilo!"
"Eu ouvi. Senti. Eu vi o rosto da Elsa enquanto você estava dentro dela. E... enquanto você gozava nela."
Eu corei. "Desculpa por isso."
"Não se desculpe." Casey beijou minha bochecha. "Só... acho que vocês três são mais próximos do que querem admitir."
"Ah. Talvez? A gente não queria ser."
"Eu sei. Mas suas irmãs amam você. E uma à outra. Isso está ficando bem claro." Casey me fixou com olhos penetrantes. "E você as ama. Não pense que não vejo o jeito que você ainda está olhando para elas."
"Só estou com tesão."
"Não. Você está com tesão, mas não só isso. Nem perto disso."
Olhei hesitante para Casey. "Como assim você não está preocupada com nada disso?"
Ela sorriu maliciosamente. "Você continua esquecendo o quão bem eu conheço Elsa, não é? Eu sabia que isso era uma possibilidade desde o começo." Casey fez uma pausa. "Quer dizer, não nessa extensão, veja bem", ela disse, olhando para Elsa e Anna de novo. "Mas as chances de ficar inapropriado sempre foram altas. Eu sei o que ela curte. Como ela é. Como ela pensa. O que a excita."
"... eu e Anna?"
Casey riu. "Não que eu tivesse percebido especificamente. Mas quer dizer... sim, na verdade. Ela fingir ser você às vezes sempre foi uma das nossas coisas. Quando estávamos com tesão suficiente. Ou... eu ser a Anna."
"Ah, caralho."
"Eu sei, né? Esse fim de semana... Kai, vai ser combustível por meses. Anos, talvez."
"Isso é tão distorcido."
"Isso te incomoda?"
"... não. Quer foder?"
"Hehe, sim, por favor."
Casey se deitou de costas e me puxou com ela. Entrei nela suavemente, curtindo os pequenos gemidos que ela soltava enquanto eu a preenchia. Ela estava toda quente e molhada para mim. Tão pronta para isso.
"Vocês são uma boa família para fazer parte", Casey sussurrou.
"Hehe, você acha?"
"Mmhm. Amor assim... é outra coisa."
"Veja se ainda pensa isso quando não estiver com tesão."
Casey brincou com meu cabelo. "Eu já disse. É muito mais que isso. Só está saindo como tesão agora, só isso."
"Ah. Bem... estou feliz em ter mais uma irmã então."
"Ooh, seu charmoso."
"Sinto que isso deveria ser estranho, pensar em você como uma irmã agora. Já que vou gozar em você e tudo, mas..."
"Mas você acabou de gozar na Elsa."
"Certo."
"Talvez essa seja a sua coisa. Gozar nas suas irmãs."
Um arrepio percorreu meu corpo com o pensamento. O pensamento de gozar nas minhas irmãs, e de isso ser 'minha coisa'.
"Talvez seja", eu disse. "Eu amo minhas irmãs."
"Mmhm. Bem, me dá um pouco desse 'amor' então, que tal?"
"Mmm, Casey. Pretendo dar."
Eu a beijei. Suave e terno. Sentindo afeição fraternal por ela naquele momento. O tipo de amor e adoração que aparentemente incluía muita porra no fundo das bucetas.
Casey só me encorajava. Me dando olhares fofos e beijos suaves. Gemendo e choramingando para mim. Ela sussurrou o nome de Elsa algumas vezes, mas até isso estava começando a funcionar para mim. Não porque eu queria ser Elsa para ela, mas porque me fazia sentir como se estivesse safadamente me safando de transar com a esposa da minha irmã. O que era parcialmente verdade, na verdade. Exceto que eu não estava 'me safando' de nada. Eu só estava fazendo o que me pediam.
Eu bufei com o pensamento. Fazendo o que me pediam, de fato. Só um simples favor para minhas irmãs. Certo.
Casey questionou visivelmente meu pequeno ruído de diversão, mas não lhe dei tempo para pensar muito sobre isso.
Ela estremeceu e se agarrou a mim enquanto gozava. Gemendo o nome de Elsa mais algumas vezes, claro. Elsa até estendeu a mão para segurar a de Casey e oferecer seu amor, enquanto isso Anna continuava chupando a buceta de Elsa, e eu metia em Casey. Era uma demonstração doce mas terrivelmente pouco ortodoxa de amor conjugal.
Eu gozei feliz dentro de Casey logo depois, enchendo-a de porra pela segunda vez em dois dias. Eu estava desenvolvendo um gosto considerável por gozar livremente dentro de bucetas fraternas. Era tão bom se soltar, tensionar e pulsar e liberar tudo dentro delas. Safado pra caralho também.
Eu a beijei uma última vez, então me retirei, observando sua boceta bagunçada. Casey só me deixou olhar por alguns segundos antes de colocar a mão sobre a buceta e se enrolar de lado, a mão encaixada entre as coxas, aparentemente tentando segurar toda a porra dentro.
Casey e Elsa continuaram de mãos dadas enquanto Anna fazia Elsa gozar. A atenção de Elsa estava dividida entre olhar com adoração para a esposa ou para a irmã. Era uma escolha difícil de fazer. Eu entendia isso.
Eu mal conseguia decidir para onde olhar também. Anna lambendo a boceta de Elsa deveria ter sido o lugar óbvio. Mas eu estava mimado com as opções. Havia bundas e peitos por toda parte. Além de tentar dar uma espiada na buceta de Casey de novo. E os constantes olhares significativos piscando ao redor.
Acabei observando os olhos de Elsa mais do que qualquer coisa. O jeito que ela olhava para Casey e Anna era o tipo de coisa que me dava arrepios, mesmo em meu estado pós-orgasmo. Tanto amor fluindo dela. Melhor ainda quando Elsa captou meu olhar e sorriu, me enviando aquele mesmo senso de amor silencioso.
Elsa estava absolutamente adorável quando gozou. O trabalho de Anna valeu a pena, deixando sua irmã mais velha toda indefesa e delirante. Ver Elsa gozar foi mais uma coisa de pura beleza para eu absorver.
Anna deu a Elsa alguns beijos finais na buceta e recebeu carinhos na cabeça como recompensa. Anna corou e pareceu que poderia pular de volta em cima da irmã, mas em vez disso se virou para mim. Ela rastejou para fora de entre as pernas de Elsa e se sentou sobre os calcanhares. Seu queixo estava brilhante de buceta, suas mãos juntas no colo no que poderia ter sido um gesto inocente em outras circunstâncias. Seus olhos traíam excitação, mas também um medo e uma tristeza potencial. Eu não fazia ideia de por que ela estava parecendo tão excitada e lamentável ao mesmo tempo.
"Kai?" Anna disse, remexendo as mãos no colo.
"Sim, Anna?"
"Você... você vai gozar em mim também, né?"
Coloquei uma mão em sua bochecha, passando o polegar sob seu olho úmido. Ela se aconchegou na carícia esperançosa.
"Espero muito que sim", eu disse.
O sorriso de Anna iluminou seu rosto. Ela passou as costas do pulso sobre os olhos, as preocupações desaparecendo quase instantaneamente.
"É?" ela perguntou.
Pensei de volta na minha visão de todas as três garotas, todas as três irmãs, por aí com as bucetas cheias da minha porra. O pensamento que estava se enraizando o fim de semana todo. Lentamente no começo, começando com Casey, agora abrangendo firmemente Elsa e Anna também. Minhas irmãs. As garotas que eu amava.
"Você achou que eu não ia?" perguntei.
Anna mordeu o lábio. "Talvez? Eu estava preocupada."
"Deu para ver." Inclinei-me e beijei minha irmãzinha suavemente nos lábios. "Tipo, preocupada demais", murmurei, só para ela. "Você quer tanto assim?"
"Elsa pode querer e eu não?"
"Eu nunca disse isso."
Anna fez beicinho. "Eu te amo."
"Unf. Eu também te amo. Você sabe disso. Eu estava esperando poder gozar na sua buceta também."
"Completar a coleção, hein?" ela perguntou com um sorriso malicioso.
"Bem... quer dizer, você pode colocar desse jeito..."
"Sorte que você guardou o melhor para o final", Anna disse, claramente se recuperando de seu breve pânico excitado.
"Não começa uma briga agora."
Anna riu e me empurrou de costas. "Nem sonharia."
Anna se posicionou entre minhas pernas e foi para o meu pau de uma maneira muito similar a como tinha ido para a buceta de Elsa. Ela acariciou, beijou e lambeu minha ereção amolecida, trazendo-a de volta à vida entusiasticamente. Eu já estaria duro se não tivesse gozado duas vezes há pouco tempo. Anna acreditava em si mesma de qualquer jeito.
Ela estava excitada e dedicada, me lambendo com determinação. Seus grandes olhos fraternos me alimentavam com amor mesmo enquanto chupava meu pau. Ela manteve contato visual o máximo possível, me dando arrepios que só chupar não teria produzido. Eu a amava tanto.
Então ela teve ajuda. Elsa e Casey estavam deitadas juntas sussurrando e se acariciando enquanto Anna e eu conversávamos. Elas agora rastejaram até nós, todas nuas e cheias de porra, e se acomodaram uma de cada lado de mim. Mais duas linguinhas quentes e molhadas surgiram enquanto as três garotas trabalhavam em mim juntas em estilo safado e fraternal.
Eu gemi indefeso sob o ataque. Anna, Elsa e Casey todas compartilhando meu pau naquele momento lindo. Elas riam e gemiam enquanto alternadamente atrapalhavam umas às outras ou conseguiam se beijar ao redor do meu pau. As garotas trancando os lábios com meu pau preso no meio era demais. Fiquei completamente duro de novo, vazando pré-porra para elas lamberem, e senti minha urgência por sexo retornando.
Anna não foi para cima de mim ainda. Ela continuou beijando meu pau, e Elsa e Casey. Lambendo minha pré-porra e suas irmãs, conforme seus caprichos a levavam.
Ela eventualmente empurrou as outras garotas para fora do caminho, porém, e reivindicou um tempo a sós comigo. Só uma diversão amorosa de irmão e irmã. Embora com Elsa e Casey ainda nos flanqueando, cabeças próximas à ação, trocando olhares uma com a outra e curtindo o show de perto.
Anna rastejou mais perto e me montou. Elsa e Casey a ajudaram a se posicionar e seguraram meu pau firme para ela. Anna fez contato visual total e penetrante enquanto se abaixava em minha direção.
"Anna..." eu sussurrei.
Passei as mãos por suas coxas, então o mais alto que pude alcançar por seus flancos quentes e nus. Anna corou, mas continuou vindo. Meu pau pressionou contra ela por um momento, então dividiu sua buceta e entrou, experimentando sua aperto e calor.
"Kai..." Anna sibilou de volta.
Ela choramingou um pouco enquanto descia até o fim, rebolando para garantir que estava o mais fundo possível. Minha irmãzinha estava tão fofa naquele momento, toda excitada e sobrecarregada e tentando manter o foco em mim.
Elsa e Casey estavam se divertindo, vendo Anna me receber dentro dela, sussurrando e rindo uma para a outra, e me dando olhares provocantes. Elas passaram as mãos pelos quadris e bunda de Anna, até mesmo pelas costas, encorajando-a a me cavalgar. Elsa em particular deu à irmã alguns beijos ternos perto de sua buceta, mas não indo direto para ela.
Anna tinha distrações por toda parte, e ainda assim realmente só tinha olhos para mim. O jeito que ela olhou para Elsa enquanto lambia sua buceta era exatamente o mesmo que agora olhava para mim. Olhos grandes, amorosos e promissores enquanto cavalgava meu pau.
"Vai gozar nela, hein, Kai?" Elsa disse, dando outro beijo na coxa de Anna.
"Acho que essa é a ideia", Casey ronronou. "Gozar em todas nós."
"Meu irmãozinho", Elsa disse. "Quem diria que ele era assim?"
"Criamos um monstro", Casey disse.
Elas estavam provocando. Vendo se conseguiam uma reação. Ou apenas se divertindo.
Eu estava apenas vagamente ciente de sua brincadeira, na verdade. Anna tinha os holofotes. Cada movimento, cada quicada, cada pequeno suspiro era tudo que eu conseguia ver. Minha irmãzinha me fodendo, querendo minha porra, querendo se sentir amada.
Eu entendia. Sentia aquele amor das garotas. Todas elas. Tanto afeto fraternal essa manhã. Tudo culminando na bocetinha apertada de Anna confortável ao meu redor, esperando por uma bagunça sexy.
"Goza em mim", Anna implorou, seus olhos perfurando minha alma, igualando a súplica de sua voz. "Goza em miiim!"
Eu não pude resistir a tal pedido. Não queria. Nem um pouquinho.
Me soltei, sentindo o tensionamento e arrepios familiares. Explodi dentro de Anna, bagunçando sua buceta como só um irmão poderia. De um jeito que a fez sorrir amplamente, olhos ficando marejados, pouco antes de cair em cima de mim, lábios encontrando os meus freneticamente.
Anna continuou balançando os quadris, ordenhando a última da minha porra de mim com pequenos apertos de sua buceta. Então ela se aquietou, aconchegando o rosto contra mim, e deitada feliz em cima de mim.
"Caramba", Casey disse suavemente. "Acho que estou com tesão de novo agora."
"Você está sempre com tesão", Elsa disse.
Casey bufou. "Rico vindo de você. Kai é só meu irmão de mentira. Você realmente deixou ele--"
"Eu sei o que eu fiz", Elsa disse.
Elsa se levantou, hesitou um momento enquanto observava a forma nua de Anna. Ela se inclinou e beijou a bunda de Anna, apenas suave e fraternal, então imobilizou Casey na cama.
Segurei Anna confortavelmente contra mim enquanto Elsa e Casey brincavam mais um pouco. Sorri com suas palhaçadas, então eventualmente fiquei excitado por elas. Em parte ajudado por ainda estar dentro de Anna e ficar duro dentro dela.
Eu basicamente fiquei de fora. Apenas observando e curtindo meu tempo com Anna. Depois de gozar tanto, precisava de um pouco de descanso.
****
Eventualmente, todos nós conseguimos nos arrastar para fora da cama e dar algum tipo de ordem ao dia. Não uma ordem particularmente digna, mas dignidade não estava no topo da lista de ninguém, realmente.
Eu tinha quase certeza de que Elsa e Casey só colocaram calcinhas como concessão às suas bucetas cheias de porra. Fora isso, vestuário foi um caso bem desleixado por um tempo. Camisetas ou roupões, principalmente.
Anna nem fez a coisa da calcinha. Ela sozinha verdadeiramente ostentou seu eu sem calcinha, usando uma camiseta e nada mais. Se para atrair atenção ou apenas para se deleitar em sua safadeza, eu não tinha certeza. Ela conseguiu ambos.
Elsa parecia ser a mais preocupada com o estado de Anna. Mais de uma vez ela repreendeu Anna por estar vazando porra por todo lado, saltitando meio nua como estava. Pensei a princípio que Anna realmente estava vazando porra loucamente, mais do que eu possivelmente poderia ter colocado nela. Depois me dei conta de que Elsa só estava procurando uma desculpa para lamber a buceta de Anna. Supostamente para limpar a porra, mas na verdade só pela lambida em si.
Minhas irmãs tinham sentimentos mais profundos do que eu jamais imaginei. Tanto por mim, quanto uma pela outra. Era fascinante e bastante adorável ver tudo aflorar. Assim como era realmente muito bom sentir-me extra próximo de todos. Elsa, Anna e Casey.
Eu pude perverter as três por um bom tempo, além de me aconchegar e ficar perto delas todas em vários momentos.
Anna era a mais aconchegável, sentindo uma necessidade extra de estar perto de mim. Ela rastejou para o meu colo mais de uma vez, frequentemente com a mão em concha sobre sua buceta, ou me fazendo fazer isso por ela. Eu curtia bastante apenas sentar com ela, palma moldada à sua bocetinha quente, imaginando que tipo de bagunça estava dentro.
"Essa foi uma boa manhã", Anna disse enquanto se recostava em mim.
"Mmm", concordei. "Foi mesmo."
"Obrigada por gozar em mim."
Eu soltei um risinho suave. "Isso é uma coisa tão estranha para me agradecer."
"Por quê? É o que eu precisava."
Pensei a respeito. "É. Acho que foi mesmo, né. Mesmo que eu não, você sabe que não significaria que eu te amava menos."
Anna deu de ombros. "Acho que isso não é totalmente verdade."
"É sim! Gozar dentro de alguém não é realmente a melhor expressão de afeto."
Anna sorriu para mim com um sorriso excessivamente convencido. "Mas você gozou em mim porque você me ama."
"Eu--"
"Encerro meu argumento."
Tive que ceder o ponto. Ela estava certa. Talvez não fosse a melhor ou mais saudável expressão de afeto, particularmente entre irmãos, mas era mesmo um sinal do meu amor por ela o fato de eu ter feito aquilo. O mesmo para Elsa e Casey. Eu não estaria fazendo nada disso com garotas de quem não gostasse tanto quanto gostava delas.
"Bom, você me ama mais," eu disse.
"Você acha?" Anna perguntou despreocupadamente.
"Você me deixou gozar em você."
"... não, eu fiz você gozar em mim."
"Pode ser as duas coisas."
"Você está sendo bobo."
"Aham. Claro que estou."
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Capítulo Cinco: Mudança
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Passei a semana toda pensando no que tinha acontecido. Eu era uma pilha de tesão. Nunca antes tive tanta dificuldade em não pensar nas bucetas das minhas irmãs. Era, francamente, um problema ridículo de se ter. E, ainda assim, aqui estava eu.
Pelo menos eu não era o único. Conversei com Elsa e Anna algumas vezes antes do próximo fim de semana. Era consenso geral que todos nós precisávamos de outro encontro imediatamente. Não tínhamos a desculpa de engravidar Casey para nos unir, mas também não precisávamos disso. Amor e tesão abundavam. Isso era mais que suficiente.
Minha suposição pessoal era que todos nós ficaríamos um pouco bêbados para quebrar o gelo, depois provavelmente brincaríamos um monte pelo resto do dia. Acontece que nem precisamos de bebida.
Logo de cara todo mundo estava se pegando, roubando beijos, sendo todo safado e brincalhão. Como se Anna e eu nunca tivéssemos saído de lá desde o fim de semana passado.
Fiquei encantado ao descobrir que eu tinha toda a liberdade que poderia querer com as garotas. Minhas irmãs. Sem inibições da parte de ninguém sobre onde eu poderia tocar e o que eu poderia fazer.
As roupas foram saindo em um ritmo lento e constante. Nudez e tesão andando de mãos dadas.
Todas as coisas com as quais sonhei durante a semana estavam disponíveis. Agarrar a bunda de Anna, Elsa e Anna se beijando com intensidade perigosa, esfregar a buceta de Casey e lembrar como tinha sido gozar nela naquela primeira vez com todo mundo assistindo. Tudo isso e muito mais.
"Você deveria chupar minha buceta," Casey disse bem casualmente, enquanto provocava minha ereção.
Eu levantei uma sobrancelha. "Eu deveria, é?"
"Mmhm."
"Bom, se eu devo..."
Casey saiu do meu colo e tomou meu lugar quando eu me levantei. Eu me ajoelhei entre as pernas dela.
Estávamos todos no deque, aproveitando o sol do final da tarde. Tínhamos relativa privacidade no quintal de Elsa e Casey. Eu tinha antecipado que estaríamos bêbados e dentro de casa quando as coisas sexuais começassem a acontecer, mas isso aqui também era muito bom. Melhor, de certa forma.
"Elsa estava esperando uma chance de lamber a buceta de Anna," Casey disse baixinho. "Meio que quero ver."
Eu sorri e beijei a parte interna da coxa dela. "É sobre isso que se trata? Encorajá-la?"
"Bom... isso e eu realmente quero minha buceta lambida."
"Ah."
"Pela Elsa Dois."
Revirei os olhos. "Eu não sou minha irmã."
"Eu posso fingir."
"É meio estranho, você fazendo isso."
"Você prefere que eu te chame de meu ir-mão?"
Meu pau pulsou. "Na verdade, sim. Faça isso."
Casey bufou. "Eu sabia que você ia dizer isso." Ela bagunçou meu cabelo. "Tá bem. Chupa a buceta da sua ir-mã, por favor."
"Unf. Ok."
Mesmo enquanto eu me inclinava para beijar a rachinha de Casey, eu a ouvi sussurrando, "Elsaaa." Eu queria revirar os olhos, mas honestamente meio que funcionou para mim também, de um jeito levemente fodido. Muito parecido com fingir que ela era minha irmã e não apenas cunhada. Coisas bem similares.
Mais do que a pequena fantasia de Casey, eu estava distraído tentando continuamente verificar Elsa e Anna. A revelação de Casey sobre o que Elsa estava sonhando tinha aguçado meu interesse. Ver Anna chupar Elsa tinha sido incrivelmente fofo e excitante ao mesmo tempo. Eu também estava interessado em ver Elsa dar umas lambidas fraternais.
Elsa realmente foi para a buceta de Anna. Tive que parar e assistir enquanto acontecia, o que fez Casey se remexer impacientemente, mas ela não podia me culpar.
Anna gemeu e envolveu as pernas ao redor da cabeça de Elsa enquanto Elsa dava as primeiras lambidas em sua buceta. O jeito que Anna olhou para sua irmã mais velha era uma coisa linda. As duas estavam com tesão, sim, mas mais uma vez as coisas estavam em um nível completamente diferente também.
"Eiii, não esquece da minha buceta," Casey reclamou.
"Desculpa. É só... cacete, no entanto."
"Mmm. Eu sei."
Casey teve o melhor dos dois mundos. Ser chupada e ainda poder assistir Elsa e Anna serem todas fofas e sexys juntas.
Casey envolveu as pernas ao meu redor, prendendo minha cabeça no lugar assim como Anna tinha feito com Elsa. Isso significava que eu podia ver ainda menos além da buceta de Casey diretamente na minha frente. Também provavelmente significava que Casey estava imitando Anna, me imaginando tanto como eu quanto como Elsa ao mesmo tempo. Como ela costumava fazer.
Era bem excitante, no entanto, ser tão firmemente segurado contra sua bucetinha quente. Tive que lambê-la até um belo orgasmo antes de ser libertado.
Sentei-me para trás, ofegando suavemente, ainda olhando para Casey com apreço, mas então virando para ver Elsa e Anna. Era fácil se perder assistindo-as. Ver minhas irmãs expressarem seu amor de forma tão excitada. Eu achava que elas nem percebiam que Casey ou eu estávamos assistindo. Elas estavam focadas, tendo olhos apenas uma para a outra.
"Fico impressionado que você não fique com ciúmes dessas coisas," eu disse baixinho para Casey.
"Por que eu ficaria?"
"Quero dizer... olha para elas."
Casey bufou. "Claro. Mas você não viu o jeito que Elsa olha para mim quando estamos sozinhas. E não é como se Anna estivesse tentando roubar sua irmã de mim."
"Verdade."
"Se alguma coisa, você deveria se preocupar consigo mesmo."
"Por quê?"
"Porque Anna gooosta de vooocêêê."
Eu corei. "Claro que ela gosta."
"Não, quero dizer, tipo, do jeito que ela fica comendo Elsa com os olhos? Ela faz isso com você também. Você sabe disso."
Balancei a cabeça. "Não é a mesma coisa."
"Ah, é sim. Eu sei que é mais difícil ver quando é com você. Mas confia em mim."
Observei Anna atentamente. Não achava que fosse verdade. Ela me amava, ela queria brincar, isso tudo estava claro. Mas eu não me lembrava dela me olhando exatamente do mesmo jeito que ela estava olhando para Elsa agora.
Mas então Anna olhou na minha direção. Apenas um movimento rápido dos olhos no começo, antes de perceber que estava sendo observada. Ela virou a cabeça, mordeu o lábio, então sorriu timidamente para mim.
Meu coração bateu mais rápido. Agora que eu estava procurando por isso, não apenas vendo minha irmãzinha do jeito que eu sempre via, talvez Casey estivesse certa. O olhar de Anna não era nada inocente.
Não poderia ser inocente. Ela estava nua e sendo chupada pela nossa irmã. Nada de inocente nisso. Mas como com o jeito que Anna olhava para Elsa, havia algo intensamente além do afeto fraterno em seus olhos.
"Viu?" Casey murmurou. "Você vê isso, né?"
"Só porque ela está com tesão," protestei.
"Não, cara. Não é só isso, de jeito nenhum."
Casey se levantou e foi gingando até as garotas, balançando nua perto da ação. Ela se ajoelhou e se enrolou em Elsa por trás. Casey sussurrou para Elsa e esfregou sua buceta enquanto Elsa gemia e continuava chupando Anna.
Ia ser aquele tipo de dia. Assim como todos nós esperávamos.
Anna conseguiu gozar na língua de Elsa. Seus olhos reviraram e ela ficou absolutamente indefesa enquanto seu orgasmo a percorria, ajudado por Elsa continuando a lambê-la.
Casey puxou Elsa para trás depois disso, e as duas caíram rindo no deque, brigando um pouco até Elsa imobilizar Casey sob ela.
Tive que admitir que Casey sabia o que estava fazendo em relação à falta de ciúmes. Ela tinha Elsa na palma da mão sempre que queria.
Falando nisso, Anna se levantou instavelmente, olhos fixos em mim. Ela cambaleou um pouco enquanto se aproximava, mas não estava menos sedutora por causa disso. As palavras de Casey ecoaram na minha cabeça enquanto Anna se aproximava de mim e me envolvia em seus braços.
"Você gostou de assistir aquilo?" ela perguntou sabiamente.
"Gostei muito," eu disse.
"Mmhm. Achei. Você pode ter sua vez também, se quiser."
Beijei Anna suavemente. "Você quer dizer lamber sua buceta?"
"Claro. Ou qualquer outra coisa, na verdade."
"Unf. Quando você ficou tão safada?"
"Em geral? Ou agora especificamente?"
"Deixa pra lá. Foi retórica."
Anna sorriu travessamente. "Fala comigo sobre estar com tesão enquanto você está me cutucando assim, hein?"
Ela se pressionou forte contra mim, se esfregando na minha ereção. Eu estava, de fato, cutucando ela. E como eu poderia não estar? Anna estava toda nua e fraternal, quente e macia em todos os lugares certos. Seus olhos cheios de esperança e promessa enquanto ela me olhava.
Anna envolveu os braços ao redor do meu pescoço e me deu alguns beijos suaves que lentamente se tornaram mais longos e profundos. Ela esfregou meu pau mais agressivamente quanto mais a gente se beijava.
Eu brinquei com a bunda de Anna, agarrando e apertando, até mesmo abrindo. Passei um dedo pelo meio, bem em cima do buraquinho do cu da minha irmã. Ela gemeu com meu toque safado.
"Esse é meu buraquinho," ela disse.
"Eu sei."
"Por que você está brincando com ele?"
"Sério?"
Anna trouxe a boca para perto do meu ouvido, ficando toda baixinha e secreta. "Você quer entrar na minha bunda?"
"... isso está na mesa?"
Anna recuou, olhos arregalados, tentando parecer chocada, mas sorrindo muito para isso. "Que tipo de irmã você acha que eu sou?!"
"Isso me parece uma pergunta capciosa."
Anna riu e me derrubou no deque. Eu não estava conseguindo uma resposta direta sobre sua bunda ainda, ao que parecia. Se ela estava realmente curiosa, ou apenas me provocando. Honestamente, eu não tinha pretendido nada além de apenas explorar o corpo dela. Mas agora a ideia de brincar mais com a bunda de Anna estava certamente na minha cabeça.
Consegui apreciar Anna brevemente de baixo antes que ela se jogasse por cima da minha cabeça e se largasse sem cerimônia no meu rosto. Eu me encolhi mentalmente e lambi sua buceta enquanto ela se aninhava e dedicava atenção ao meu pau.
Fiz um sessenta e nove com Anna, realmente gostando bastante. Lambi a buceta que a língua de Elsa tinha estado pouco antes. Anna recebendo um tratamento luxuoso de ambos os seus irmãos um atrás do outro.
A boca faminta de Anna estava por todo o meu pau. Ela me chupou tão bem, ficando toda babada em mim com seu entusiasmo.
Brinquei com sua bunda um pouco mais enquanto nos lambíamos e chupávamos. Anna guinchava e se remexia quando eu provocava muito seu cu e ameaçava enfiar um dedo nela, mas ela voltava para mais. Era um joguinho divertido e excitante continuar lubrificando Anna com seus próprios sucos de buceta, enquanto mantinha minha língua em sua rachinha quente.
"Ei! Não é justo!"
Eu congelei com o protesto repentino de Anna. Não tinha certeza do que havia feito de errado. Nada além do que eu estava fazendo. O que, para ser justo, era um monte de liberdades com o corpo nu da minha irmãzinha. Mas nada que devesse ter gerado uma reclamação do nada.
Então Anna se sentou, colocando totalmente seu peso no meu rosto e empoleirando sua buceta na minha boca. Senti outra pessoa me montando mais abaixo, então uma segunda buceta em mim enquanto quem quer que fosse se posicionava no meu pau.
Elsa. Era Elsa. Imaginei que poderia perceber apenas pela sensação de sua bucetinha molhada e apertada ao redor do meu pau. Mas, na verdade, foi a reação de Anna que selou a questão antes mesmo de Elsa falar.
"Era minha vez," Anna fez beicinho.
"A gente pode dividir," Elsa ronronou enquanto me envolvia em sua buceta aveludada. "Irmãs devem dividir."
"Grrr! Você foi gozada primeiro da última vez também! Isso não é dividir legal."
"Prerrogativa da irmã mais velha?"
"Acho que não existe nada disso quando se trata de foder nosso irmão, obrigada."
"Discordo."
Elsa se balançou, garantindo que me tinha o mais fundo possível dentro dela. Enquanto ela me massageava com sua buceta, ela também apaziguava Anna com muitos beijos de irmã.
Ou assim eu supus baseado apenas no som. Eu não conseguia ver muito além da bunda de Anna.
Anna começou a cavalgar meu rosto novamente enquanto Elsa trabalhava nela por cima e eu a mantinha toda excitada por baixo. Anna até começou a sentar seu buraquinho do cu bem em mim às vezes, me deixando chupar sua bunda por um tempo em vez da buceta.
Casey teve que se enfiar entre Elsa e Anna, fazendo um sanduíche de irmãs em cima de mim. Ela só conseguiu montar meu abdômen, mas tinha Elsa e Anna de cada lado para abraçar, beijar e dedilhar.
"Acho que estamos dividindo," Anna disse.
"Sim, estamos," Elsa disse. "Você sabe que adora."
"Bom, eu sou gozada em seguida," Anna insistiu. "Eu pedi."
"Mmhm. Isso é justo."
"Não vejo por que eu não posso ser a primeira," Casey disse.
"Você só tem prioridade quando Kai pode te engravidar," Anna explicou como se fosse óbvio.
"Ela não está errada," Elsa disse.
"Ah! Tá bom, já entendi."
Casey se virou, em vez de beijar Elsa, agora beijando Anna em vez disso.
Perdi muito das sutilezas acontecendo acima de mim, mas eu tinha três bucetas excitadas esfregando várias partes do meu corpo, e três garotas fazendo coisas excitantes e safadas umas com as outras em cima de mim. Quem precisava de sutileza, afinal?
Elsa me fodeu cada vez mais forte, ficando toda excitada por cavalgar meu pau. Ela ia me fazer explodir nela de novo. Em sua buceta. Ela continuava me apertando como se estivesse impaciente por sua torta de creme fraterna.
Tentei me concentrar em chupar a bunda de Anna e não ficar sobrecarregado com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo. Meio que funcionou. A bunda de Anna era exatamente o tipo de coisa que poderia me manter ocupado por um tempo desproporcional sozinha.
"Ah, uaaauuuu," Anna gemeu.
"Está bom, é?" Casey perguntou.
"Unf. Kai vai me fazer gozar."
"De chupar sua bunda?"
"Mmhm."
"Ooh. Bom, e se eu esfregar sua buceta também?"
Anna gemeu mais alto enquanto Casey a masturbava. Continuei lambendo o cu de Anna, e juntos Casey e eu a fizemos gozar forte. Anna balançou um pouco forte demais no meu rosto enquanto gozava, mas era tão excitante sentir ela perder o controle daquele jeito.
Anna completamente sentou no meu rosto por um longo momento, provavelmente sem realmente pensar no que estava fazendo. Elsa, enquanto isso, estava me cavalgando com entusiasmo não diminuído. Não pude evitar. Gozei em Elsa, bombeando muito esperma dentro de sua buceta confortável e fraterna.
"Iiiisso," Elsa sibilou feliz.
Ela continuou se mexendo e apertando meu pau, então eventualmente se acomodou quando eu estava seco.
As garotas não tinham terminado completamente comigo mesmo então, mas depois de mais algum rebolado e beijos, elas eventualmente saíram de cima.
Ficamos à toa em uma mistura nua e desordenada de relaxamento. Todos em vários estados de tesão ainda. Relaxei e aproveitei tudo enquanto podia. Era só uma questão de tempo até uma das garotas vir para mim de novo querendo mais sexo.
****
Anna me reivindicou em seguida. Ela pegou minha mão e me levou para dentro, um olhar fofamente determinado em seu rosto. Possessivo, até.
Ela parecia ainda um pouco irritada por Elsa ter roubado minha primeira gozada, mas ela também estava sussurrando e conspirando com Elsa e Casey, e claramente tramando alguma coisa.
Fomos para o quarto de Elsa e Casey. Elas tinham a maior cama, claro, mas também indicava que Anna não estava excessivamente preocupada com privacidade. Não que privacidade tivesse muito significado na casa naquele momento.
"Então, qual é o seu plano secreto?" perguntei.
"O que te faz pensar que eu tenho um plano secreto?" Anna perguntou de volta.
"Bom... você não me contou o que a gente vai fazer."
"Sexo."
"Certo. Ok, então. Mas você acha que eu não percebo que você está tramando alguma coisa?"
Anna parou quando nos aproximamos da cama. Ela se virou, pegou ambas as minhas mãos nas dela e fez contato visual firme, mas ligeiramente tímido.
"A gente vai fazer no bumbum," ela disse.
Minhas sobrancelhas subiram. "Nós vamos?"
"Nós vamos."
Meu pau pulsou com a maneira definitiva como Anna falou. Eu não esperava isso, mas graças a ter chupado o cu dela antes, já estava na minha mente. Sorri de forma meio boba com a ideia, e a seriedade que Anna estava demonstrando.
"Você me quer na sua bunda," repeti, emocionado só de dizer.
"Sim," Anna disse. "É justo. Casey vai ter seu bebê. Elsa foi gozada antes de mim. Duas vezes agora, na verdade. Então eu tenho você na minha bunda primeiro. E você tem que gozar dentro também."
"Unf. Sério?"
Anna assentiu, sem nenhum traço de humor em sua expressão. "Sim. Agora. Antes que Elsa te pegue de novo."
"Acho que ela não faria isso."
"Não, ela está certa," Elsa disse suavemente, tendo entrado sorrateiramente atrás de mim enquanto conversávamos. "Provavelmente é melhor fazer antes que eu faça."
Eu gemi, fechando os olhos por um momento enquanto Elsa passava um dedo pela minha espinha.
— A Elsa é bem putinha de traseiro quando tá no cio — Casey acrescentou, envolvendo Elsa nos braços e beijando seu pescoço por trás. — E ela vai estar super no cio esse fim de semana.
— Ai, meu Deus! Para de falar essas coisas — protestou Elsa.
— É verdade, minha querida.
— Bom... pois é. Mas mesmo assim.
Anna riu baixinho e me olhou nos olhos de novo, depois me deu um beijo suave. Ela se virou e engatinhou até a cama, balançando o bundinha apertada na minha direção enquanto se movia. Então ela deitou o rosto na cama e deixou o traseirinho apontado pra cima, convidando todo tipo de pensamento obsceno. Pensamentos bem anais em particular.
Eu dei um passo em direção à Anna, mas Elsa e Casey foram mais rápidas. As duas pularam na cama com a Anna antes de mim. A Casey engatinhou direto e pegou um frasco de lubrificante, enquanto a Elsa imediatamente mergulhou de cara no bumbum da Anna.
— Ei! Isso é meu! — eu disse.
— Não se preocupa, irmão querido — disse Elsa. — Você vai ter o cuzinho da nossa irmãzinha só pra você. A gente só precisa esquentar ela pra você. Afinal, ela nunca fez isso antes.
— Anna... você nunca fez?
Anna se contorceu. — Bem, quão difícil pode ser? A Elsa faz.
Elsa beijou a Anna bem no cuzinho dela. — Eu sei que você tá sendo só uma coisinha ciumenta agora. Mas tudo bem. Deixa a sua irmã mais velha cuidar disso.
— Eu não tô! — disse Anna. — Mas você fica pegando os gosos do Kai primeiro sempre.
— Mmm. Ciumenta.
— ... shiu.
Elsa foi muito carinhosa e experiente no tratamento do bumbum da Anna. Casey ajudou também, embora Elsa parecesse só um pouquinho territorial com o traseiro da irmãzinha no começo. Ela superou isso, e logo as duas garotas estavam se revezando beijando de língua o bumbum da Anna.
Eu queria engatinhar até a Anna e beijá-la, ou abraçá-la, ou algo assim. Mas teria significado perder parte do que estava acontecendo, e estava fascinante. Eu estava me acostumando com um nível totalmente novo de tesão em relação às minhas irmãs nesses dias. Sentindo coisas que nenhuma excitação anterior poderia competir.
— O Kai vai te arreganhar um pouco — disse Elsa.
— Eu sei — disse Anna.
Elsa enfiou um dedo dentro do cuzinho apertado da Anna. — A gente te esquenta, mas toma cuidado.
Anna se contorceu. — Nossa, é como se você nem achasse que eu aguento isso.
Casey deu tapinhas no bumbum da Anna. — Claro que você aguenta. A Elsa só tá sendo uma irmã mais velha protetora.
— Não tô — disse Elsa.
— Claro que tá. E é adorável.
Casey encostou o rosto na Elsa, que riu baixinho e tentou afastar Casey de brincadeira pra poder continuar enfiando o dedo no bumbum da irmã.
— Você pode me proteger se quiser — disse Anna com uma vozinha baixa.
Elsa rosnou e puxou o dedo pra fora pra poder fazer mais amasso no cuzinho da Anna.
Eu percebi que ainda ia demorar um pouco até elas estarem prontas para mim.
Me movi para a frente da Anna, onde ela estava com o rosto deitado na cama e as mãos agarrando os lençóis. Ela arrulhou feliz quando me ajoelhei diante dela, e encostou o rosto no meu pau.
— Eu te chuparia — ela sussurrou —, mas quero guardar você pro meu traseiro.
— Justo. — Acariciei o cabelo dela. — Como você tá?
— Unf. A Elsa não para de lamber meu bumbum.
— Eu sei. Tô vendo.
— Eu nem sei se ela vai deixar você ter uma vez.
— Tenho certeza que vai. Você quer mesmo eu no seu traseiro?
Anna sorriu. — Claro. Se... se você quiser.
— Não é só competição?
— ... não só isso, não.
— Ah.
— Mas eu quero algo especial. Isso não é ruim, né?
— Não. Não é. — Fiz mais carinho na cabeça dela. — Eu realmente quero gozar no seu bumbum, e não tenho motivo melhor que o seu.
Anna riu baixinho. — Você acha que é gostoso.
— Ah, é muito gostoso. Óbvio. O traseiro da minha irmãzinha. Tipo, caramba, Anna.
— Hehe, pois é. — Anna beijou meu pau. — E eu sempre vou ser a primeira.
— Nossa, que coisinha tão tarada — disse Elsa. — De onde você tirou isso?
Casey bufou e revirou os olhos. — Aham, que mistério total.
Elsa só sorriu pro comentário da Casey. — Enfim, já devemos estar prontos aqui. Só vai com calma no começo, Kai.
— Certo — eu disse. — Com calma.
— Bom... não tão com calma — acrescentou Elsa com uma piscadela.
Anna não contrariou a irmã, e até deu uma requebrada extra no traseiro quando me ajoelhei atrás dela. Tanto Elsa quanto Casey assistiram com muito interesse de cada lado. Elas trabalharam juntas para lambuzar meu pau com lubrificante antes de eu começar a me esfregar na Anna.
O bumbum da Anna estava todo escorregadio e convidativo. Ela empurrou contra mim, tentando me guiar para dentro. Eu estava fascinado, e realmente curtindo muito só esfregar no traseiro dela, sem falar em deslizar pra dentro.
Elsa e Casey ajudaram de novo. Elas abriram o bumbum da Anna e guiaram meu pau. Na essência, as três garotas juntas trabalhando pra me colocar dentro do traseiro da nossa irmãzinha.
Anna soltou um gemido baixinho com o estiramento inicial do seu cuzinho apertado. Mas ela continuou empurrando contra mim, e a cabeça do meu pau entrou facilmente. Anna esperou só um instante, se ajustando a ter o irmão no bumbum, depois empurrou mais contra mim.
Eu me livrei da ajuda da Elsa e da Casey, agarrando os quadris da Anna e fodendo suavemente mais fundo dentro dela. Foi absolutamente maravilhoso, exatamente como esperado. Depravado e safado, mas de algum jeito doce e amoroso ao mesmo tempo. Tudo alimentado por uma leve competitividade e um monte de tesão, claro, mas ainda assim amoroso. Sem falar no puro prazer físico de tirar a virgindade anal da minha irmãzinha.
— Mmm, isso parece bom. — Elsa inclinou a cabeça para perto da Anna. — Como tá a sensação?
Anna sorriu. — O Kai vai gozar no meu bumbum.
— Eu sei disso — disse Elsa. — Mas como tá a sensação agora?
— É como ter nosso irmão no meu traseiro.
Elsa revirou os olhos. — De novo, eu sei--
Anna se lançou e beijou Elsa. Elsa se permitiu ser interrompida, e as irmãs se beijaram ternamente enquanto eu explorava tão fundo no cuzinho da Anna quanto podia.
Casey enquanto isso pulou da cama, e voltou logo em seguida vestindo um cintaralho.
— A Elsa vai precisar — Casey me disse, como explicação.
Dei de ombros. — Isso é entre vocês duas.
— Bom... você vai poder assistir bem de perto, só isso.
Olhei pra baixo pro traseiro da Elsa, bem apresentado pra nós dois naquele momento. — Verdade.
Elsa aceitou o cintaralho da Casey significativamente mais rápido e fácil do que Anna tinha aceitado meu pau. A habilidade que vem com a prática, sem dúvida. Elsa gemeu e esfregou a boceta enquanto Casey arrombava o cuzinho dela.
Enquanto isso eu fodia o bumbum da Anna, e Anna e Elsa trocavam beijos sorrateiros entre si quando podiam.
— O Kai vai gozar em miiim — gemeu Anna.
Elsa sorriu com carinho pra nossa irmãzinha. — Pode apostar que vai. Bem no seu bumbum.
— Mmhm!
— Que bom irmão.
— Sim!
— Vocês duas são más — eu disse.
Elsa me olhou. — Diz o garoto que tá fodendo o traseiro da irmãzinha dele.
— Não tô fodendo. Nem tô metendo.
— Ele tá sendo amável e gentil, mesmo — murmurou Anna sonhadoramente. — É muito gostoso.
— Pra primeira vez talvez — disse Elsa. — Vocês dois vão melhorar.
Casey bateu com força no bumbum da Elsa, fazendo um bom som de tapa. — Só porque você é uma putinha de traseiro total não significa que sua irmã é.
Elsa enterrou o rosto nos lençóis por um momento enquanto Casey realmente socava no traseiro dela. Eu estava aprendendo tanto sobre o relacionamento delas ultimamente. Coisas demais, na verdade. Mas não podia negar o quanto estava gostando.
Anna ainda segurava fofamente a mão da Elsa, mesmo enquanto Elsa estava sendo fodida de um jeito bem obsceno na cama. Ela observou em silêncio por um momento antes de olhar de volta pra mim.
— Tipo... talvez você possa ir um pouco mais forte — disse Anna.
— Unf. Tão. Má.
Anna requebrou, o que foi uma sensação incrível enquanto enterrado dentro dela. — Não! Não má.
— Má sim.
Dei um tapinha no bumbum dela bem mais leve do que o que a Elsa tinha levado da Casey, mas ainda alto o suficiente pra todo mundo ouvir. Anna guinchou e requebrou o bumbumzinho de novo.
— Talvez um pouquinho má — ela admitiu.
Anna gemeu baixinho enquanto eu a fodia mais forte, realmente dando um bom exercício pro pobrezinho do bumbum dela. Ainda nada comparado ao que a Elsa estava aguentando, mas parecia ser o limite da Anna. Por enquanto. Eu conseguia ver a Anna ficando mais empolgada com isso com o tempo. Mesmo que só pra acompanhar a Elsa.
— Eu vou gozar no seu bumbum — eu disse pra Anna.
— Siiim. Faz isso!
Anna apertou a mão da Elsa com mais força, e o bumbum dela se apertou no meu pau também. Eu gemi e senti uma onda de prazer, um tenso e formigamento gostoso por todo o meu corpo. Minhas bolas pulsaram e se liberaram, explodindo dentro do traseiro da minha irmãzinha, bagunçando as entranhas dela do jeito que ela queria. Deixando o bumbum dela todo gozado.
— Ai, meu Deeuus — gemeu Anna. — Você gozou tanto em mim.
Elsa fez um ruído profundo, feliz e rosnante na garganta. Ela estava sendo fodida forte demais pela Casey pra dar uma resposta mais inteligível, mas ainda comunicou apoio pela Anna ter o bumbum explodido de gozo.
Elsa gozou momentos depois, esfregando o clitóris freneticamente e levando no traseiro da esposa amorosa. Anna se aproveitou e a beijou ferozmente enquanto ela gozava forte.
Juntas, Elsa e Anna engatinharam pra fora dos respectivos paus e foram pro meu pau. Elas lamberam ele todo fofo e putinho, olhando pra mim como irmãzinhas adoráveis e manhosas que queriam mais sexo com o irmão.
— Você tem que foder meu traseiro agora — Elsa me disse.
Anna concordou com a cabeça, mas Casey tinha outras ideias.
— De jeito nenhum — disse Casey, se livrando do arnês do cintaralho. — Minha vez. Com certeza minha vez. Vocês duas já levaram gozada dentro.
— Não no meu traseiro — disse Elsa, choramingando só um pouco.
— Não é problema meu — disse Casey de forma desdenhosa.
Elsa teve que ceder à lógica da Casey. Ela e Anna lamberam meu pau limpando e se certificando de que eu estava prontinho de novo, depois me entregaram pra Casey.
— Não preciso no meu traseiro, obrigada — disse Casey.
Ela se deitou de costas e abriu as pernas, me convidando pra sua bocetinha doce.
— Não é tão fã assim de anal? — perguntei.
— Tem seu lugar.
— Quando você tá fodendo minha irmã?
Casey sorriu. — Às vezes sim, nesses momentos.
— Acho que, na real, a gente devia estar focando em te engravidar.
Casey riu, e eu tive que rir junto. A ideia de que isso era tudo sobre colocar um bebê nela era só fingimento a essa altura. Claro que íamos tentar de novo de verdade em algumas semanas, mas esse fim de semana não tinha absolutamente nada a ver com engravidar. Fora praticar, talvez.
Casey me aceitou feliz, me recebendo na sua bocetinha molhada e prontinha. Ela me abraçou apertado e carinhoso enquanto eu me enfiava fundo nela.
Elsa e Anna se ajoelharam e assistiram por um momento enquanto Casey e eu fodiámos na frente delas. Elas esfregavam a boceta uma da outra e só observavam, ficando cada vez mais excitadas e interessadas em fazer algo mais.
— Eu podia foder seu bumbum um pouco — Anna eventualmente ofereceu.
Elsa riu com o oferecimento casual da irmãzinha, depois a beijou.
— Eu te corrompi totalmente, né? — disse Elsa.
— Não se dá crédito demais — disse Anna. — Não era como se eu fosse uma total inocente.
— Não. Você tá certa. — Elsa sorriu maliciosamente. — Mas você nunca fez pegging em ninguém antes, fez? Ou levou um monte de gozo no traseiro?
— ... tecnicamente não.
— Então tá aí.
Anna jogou o cabelo de forma desdenhosa e pegou o cintaralho descartado da Casey. — Vou te foder bem gostoso. Que tal?
— Não ameaça a Elsa com uma noite boa — Casey avisou.
— Ou ameaça — eu disse. — Eu gostaria de ver isso.
Casey riu. — Claro que você gostaria.
Levou um tempo pra Anna se organizar, e pra entender o que estava fazendo. Ela nunca tinha, de fato, fodido o traseiro de alguém antes. Muito menos o da irmã. Mas ela assumiu aquilo com gosto, entretanto, e logo estava fazendo Elsa gemer e choramingar.
— Minhas irmãs são loucas — eu disse pra Casey.
— Hehe, o quê, você só tá percebendo agora?
— Bom....
— Elas brigando pelo seu gozo não foi suficiente? Foi a Anna realmente fodendo a Elsa no traseiro que fez isso?
— Ok, então talvez tenha havido algumas pistas aqui e ali.
— Eu que o diga — Casey ronronou, olhando pra Elsa e Anna se pegando.
Eu também assisti por um instante, depois saí de dentro da Casey e a virei. Ela levantou o bumbum e me deixou foder a boceta dela numa imitação tosca do que a Anna estava fazendo com o traseiro da Elsa.
Anna me deu um sorriso tímido mas convencido, bastante satisfeita consigo mesma. Pus a mão na nuca dela, a puxei pra mais perto, e a beijei profundamente. Anna rosnou na minha boca e deixou a língua dançar com a minha, enquanto eu fodia a Casey e ela arrombava o cuzinho da Elsa.
Gozei na Casey, para grande alegria dela. Ela rolou de costas e brincou um pouco com sua bocetinha recém-melada. Então Elsa engatinhou pra perto e a atacou de brincadeira com beijos.
Eu agarrei a Anna e fiquei de conchinha com ela, sentindo muito pouco desejo sexual naquele momento, mas bastante vontade de intimidade próxima. Particularmente do tipo pelado.
Anna se aninhou comigo, mesmo ainda usando o cintaralho da Casey. Nós rimos um pouco do jeito que ela ficava me cutucando de forma desajeitada, só pra variar, mas principalmente tiramos um merecido descanso juntos.
Não que tenha durado muito. Eu nunca esperei que durasse. Já estava suficientemente familiarizado com as expectativas sexuais das minhas irmãs naquele ponto. Elsa nunca ia me deixar em paz sem levar gozada no traseiro. Simplesmente não ia acontecer.
— Sabe — murmurei pra Anna —, se vocês duas têm que competir, acho que essa é uma forma bem legal de fazer isso.
— A gente quase nunca compete — protestou Anna.
— Mmhm. Você tá falando que essa coisa toda de anal surgiu do nada? É a primeira vez que vocês brigaram?
— ... sim?
Bufei. — Ok. Claro.
— Você só não pode amar mais ela. Só isso. Ela já tem a Casey, sabe. Seria injusto.
Eu beijei Anna ternamente. — Você sabe que eu amo vocês duas. E não é pra ser uma competição.
Ela deu de ombros. — Tudo bem. Você gozou no meu bumbum primeiro mesmo.
— O que eu acabei de falar sobre competição?
Anna me beijou no nariz. — Irmão bobo. Não depende realmente de você, sabe.
— Isso é... provavelmente totalmente verdade.
— Mmhm.
Elsa e Casey vieram atrás de mim logo depois disso. As duas me puxaram pra longe da Anna e foram pro meu pau. Anna escorregou pra se juntar a elas, me dando três garotas taradas todas lambendo meu pau de volta à ereção total pra mim. As três eram tão fofas e sexy juntas, todas funcionando como uma só. Eu estava, reconhecidamente, bem tendencioso diante das circunstâncias.
As garotas logo ficaram mais atrapalhando uma à outra do que qualquer coisa. Só dava pra elas dividirem o espaço ao redor da minha ereção de forma efetiva por um certo tempo. Elas riram e brigaram de brincadeira por mim, aí Elsa assumiu antes que as coisas ficassem muito bagunçadas.
Elsa muito confiantemente me montou e sentou o bumbum dela no meu pau. Anna e Casey ambas assistiram com visuais bem de perto enquanto Elsa me recebia dentro, e fazia do meu pau seu brinquedo anal pessoal.
— Unf, eu preciso aprender a fazer isso — disse Anna.
— Hehe, igualzinha sua irmã — Casey riu. — Virando putinha de traseiro mais rápido do que eu pensava.
— Não sei disso — disse Anna. — Mas foi gostoso o jeito que ela simplesmente... fez.
— Mmm. Verdade. Posso te ajudar a praticar, se quiser.
Anna considerou. — Ok.
Elsa revirou os olhos pra mim enquanto Anna e Casey tinham sua conversa, e subsequentemente se arrumaram pra uma sessão de 'prática'. Eu só sorri. Era bem fofo. E eu pude assistir enquanto Anna apresentava o bumbum e deixava Casey fazer pegging nela.
— Pensei que você ia gostar da Anna aprendendo com você — eu disse.
— Eu gosto — disse Elsa. Ela mordeu o lábio enquanto assistia o traseiro da Anna ser esticado de novo. — Eu gosto mesmo. Era mais a Casey arrumando mais tempo de pegging pra ela sob o pretexto de ser prestativa.
— Eu tô sendo prestativa! — disse Casey.
— Aham. E nem um pouco animada por estar fodendo o cuzinho da minha irmãzinha?
— Bom....
Elsa riu e se esticou pra dar uns tapinhas na Anna algumas vezes, aí se focou em me cavalgar. O traseiro dela tinha muito mais treino que o da Anna, e ela quicava em mim com uma habilidade fraternal impressionante.
Elsa rebolou no meu pau, apertando-o ritmicamente às vezes. Ela fez um contato visual penetrante comigo, parecendo selvagem e tarada, e mais do que preparada pra me usar pras suas necessidades anais.
— Todo esse seu lado — eu disse —, e eu nunca soube.
Elsa sorriu com malícia. — Você nunca perguntou.
— Verdade. Parecia inapropriado perguntar pra minha irmã como ela se sentia sobre dar o traseiro.
— Sua perda.
Devolvi o sorriso malicioso pra Elsa e estendi a mão pra esfregar um pouco o clitóris dela, fazendo-a gemer feliz e contrair o cuzinho no meu pau.
— Você podia até ter gostado de eu perguntar, hein? — eu disse. — Você e a Casey, pervertidas demais esse tempo todo.
— Na medida certa, obrigada.
— Na medida certa leva a transar com os irmãos desse jeito?
— ... talvez?
— Tá funcionando pra mim — disse Casey.
Anna murmurou algo incompreensível e estendeu a mão pra mim. Peguei a mão dela e entrelacei nossos dedos, mantendo aquela conexão reconfortante enquanto éramos fodidos um ao lado do outro.
Continuei esfregando a boceta da Elsa com minha mão livre, e eventualmente a fiz gozar enquanto ainda me cavalgava. Ela então retribuiu o favor e me fez gozar no traseiro dela, sibilando vitoriosa ao sentir acontecer.
— Desculpa não ser muito — eu disse pedindo desculpas.
— Tudo bem — disse Elsa. — Te pego primeiro na próxima. Levo uma carga de irmão maior no meu traseiro.
"Nuh uh," Anna disse. "Eu primeiro!"
"Você não pode ser a primeira toda vez," Elsa disse. "Nem pense nisso."
Elsa se ajeitou e deslizou por baixo de Anna para lamber sua boceta. Anna desistiu da discussão bem rápido com a língua da irmã mais velha de repente dançando em sua boceta enquanto seu traseiro ainda estava sendo esticado e preenchido.
Com gozos mútuos no final, nós todos nos acomodamos em uma grande pilha pelada, com muitos carinhos e beijos para todos os lados.
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Capítulo Seis: Serenidade
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Tivemos mais alguns encontros assim. Nossos rolês antes inocentes viraram desculpas para pequenas orgias com uma frequência bem consistente. Sendo selvagens e loucos à vontade. Nós quatro caindo como vítimas voluntárias da nossa própria depravação mútua.
Eu fiquei, portanto, bem surpreso ao entrar em uma atmosfera mais séria alguns finais de semana depois. Elsa, Casey e até Anna, todas sentadas e me esperando. Não só ainda vestidas, mas sem a aparência travessa de quem só esperava uma desculpa para começar a se pegar.
"Aconteceu alguma coisa?" eu perguntei, olhando furtivamente pelo quarto.
"Mais ou menos," Elsa disse, me dando um sorriso cauteloso.
"É bom," Casey acrescentou. "Mas... complicado."
"Quão complicado?" eu perguntei. Eu não sabia o que estava rolando, e elas se fazendo de misteriosas não estava ajudando em nada.
"Bem..." Elsa disse, deixando a frase pela metade. Ela estendeu a mão para o lado, onde Casey estava sentada perto, e colocou a mão na barriga de Casey.
"Estou grávida," Casey disse.
"Ah," eu disse. Fiquei surpreso, mesmo que essa fosse uma das coisas mais previsíveis que poderia ser. "Parabéns?"
"Valeu."
"Mas, hã, isso é bom, né? Ou..." Eu parei, um pouco desolado. "Isso significa que precisamos parar... de transar por aí... e tal?"
"Não, irmão querido," Elsa disse. "Não significa isso."
"Ah. Ufa. Então... qual é a parte complicada?"
Casey moveu a mão para a barriga de Elsa. Eu tive tempo de arregalar os olhos e captar o significado antes que Elsa falasse.
"Você me engravidou também," Elsa disse.
"Ah. Ah, nossa. Ah, merda."
"Eu sei, né?"
Casey olhou diretamente para mim. "Essa não era a intenção," ela disse suavemente, mas com firmeza. "Mas... pode ser muito bom."
"Que eu engravidei minha irmã também?" eu disse, ainda tentando processar a ideia. Fiquei olhando para a barriga de Elsa, mesmo que ainda não houvesse muito o que ver. Talvez a mais leve curva extra aparecendo, mas também podia ser minha imaginação fértil.
"Nós conversamos sobre isso," Elsa disse, sua voz falhando ao falar. "É... muita coisa. Mas... nós queremos continuar. O bebê da Casey pode ter um irmãozinho ou irmãzinha logo de cara. Não exatamente gêmeos, mas quase tão perto quanto possível, sério."
Elsa deslizou a mão na de Casey, as duas se olhando por um instante e buscando consolo nos olhos uma da outra.
"Quer dizer... é decisão de vocês, claro," eu disse, ainda atordoado.
"A gente gostaria que você estivesse a bordo," Elsa disse baixinho. "Você está certo, cabe a nós decidir. Mas... eu não quero que você odeie. Que a gente vá fazer isso. Isso impacta você. E a Anna também."
Anna, sentada quieta até então, parecia estar lutando tanto quanto eu com a notícia. Seu rosto era uma mistura tão grande de emoções. Eu queria confortá-la, mas ainda estava processando meus próprios sentimentos.
"Você está grávida?" Anna guinchou, quase parecendo que ia chorar.
"Sim," Elsa disse gentilmente. "Quer dizer... é o que eu ganho por deixar o Kai gozar dentro de mim tanto, eu acho. Mas, como eu disse, a gente realmente acha que vai ser bom. Se você precisar de tempo para--"
"Eu também estou grávida," Anna deixou escapar. Ela se abraçou e pareceu ainda mais à beira das lágrimas.
Eu corri para ela, minhas próprias preocupações esquecidas. Eu nem tinha certeza se tinha percebido imediatamente o que ela disse, só que ela estava chateada, e eu não queria que ela estivesse. Era tudo o que eu sabia naquele momento.
Elsa e Casey estavam logo atrás de mim, nós três de repente afogando Anna em amor e carinho, empilhando nela até que ela estivesse balbuciando, rindo e lutando para respirar.
"Gente! Gente! Vocês estão me esmagando!" Anna protestou.
Eu não sei quanto à Elsa ou à Casey, mas Anna se agarrou a mim ferozmente mesmo enquanto dizia que precisava de espaço. Eu fiquei bem perto dela, e seu protesto morreu, substituído por lágrimas suaves e trêmulas no meu ombro, depois mais risadas insanas.
"Desculpa," Anna disse quando finalmente nos afastamos dela, só um pouco, só para dar a ela espaço para se recuperar. Ela enxugou os olhos com as costas da mão. "Eu tenho estado... meio bagunçada. Desde que percebi. Eu não... não sei o que fazer, mas--"
"O que você quer fazer?" Elsa perguntou, pegando a mão de Anna e se ajoelhando na frente dela, olhando para Anna com seus olhos mais sérios e preocupados de irmã mais velha.
"Vocês vão continuar com os dois?" Anna perguntou.
Casey assentiu. "Esse é o plano."
"Então... eu posso também?"
Anna olhou ao redor, procurando em todo lugar por permissão. Ela não precisava. Em outras circunstâncias ela saberia disso. Mas era muita coisa. Eu entendia. E era, afinal, o filho do irmão dela, o que era uma complicação danada para lidar em cima de tudo o mais.
"Você não precisa nos perguntar," eu disse.
"Isso mesmo," Elsa disse, beijando a mão de Anna que ela ainda segurava. "É você quem decide. Maaasss... quer dizer, e se a gente tivesse trigêmeos? Mais ou menos. Três bebês. Tudo de uma vez."
Anna olhou para mim. "Tudo bem?"
"Por que você fica me perguntando? É sua decisão."
Anna colocou a mão livre na barriga. "Porque você é meio que o papai e tudo. Quer dizer, eu sei que você não planejou ser, mas--"
Eu suspirei. "Eu sei. Eu não planejei. Mas eu gozei dentro de você um monte de vezes."
"Em todas nós," Elsa provocou. "Tão safado."
"E eu acidentalmente botei um bebê nas minhas duas irmãs," eu disse. "Estou ciente." Eu dei de ombros. "Vou ser honesto, eu não estava preparado para isso."
"Justo," Casey disse.
"Eu realmente não tenho boas respostas para nada," eu disse. "A não ser que quero apoiar suas decisões."
"Eu quero continuar," Anna disse suavemente, ao mesmo tempo lastimosa e esperançosa. "Eu não estava pronta para um bebê, não sabia se algum dia estaria. Mas... se eu tiver um, estou feliz que seja seu."
"Do seu irmão?"
Anna assentiu firmemente. "Sim."
Elsa olhou para mim também. "O mesmo. É fodido, mas é verdade."
Eu encontrei os olhos de Casey brevemente, e ela só me deu um olhar desamparado. Eu entendi. Elas tinham me escolhido para ajudá-la a ter um bebê. Essas outras duas de repente não era algo para o qual ninguém tinha se preparado, embora também tivéssemos sido suficientemente incautos que talvez devêssemos ter nos preparado. Ninguém tinha todas as respostas ali.
"Vocês duas são tão estranhas," eu disse para minhas irmãs.
Anna fez beicinho e Elsa pareceu prestes a me bater. Eu as aplacai as duas com alguns beijos amorosos.
"Sabe a coisa mais fodida?" eu perguntei retoricamente. "Na verdade... é meio que muito gostoso que vocês duas também queiram ter meu bebê."
Anna sorriu timidamente. "Não é tão fodido assim."
"Irmão, lembra?"
Anna balançou a cabeça. "E daí? Eu amo você. Você me ama."
"Mmm." Eu a beijei de novo. "Você não está errada."
Elsa se infiltrou e roubou os beijos de Anna de mim. "Vai ser ótimo," ela disse. "Você e eu e Casey, todas tendo os bebês do Kai. Você vai ver."
"Espero que sim," Anna disse. Ela já estava parecendo menos aterrorizada e chateada.
Casey entrou na conversa também e compartilhou seu amor com Anna. Anna começou a rir e nos afastar enquanto recebia mais beijos de todas as direções do que podia aguentar.
"A gente só vai ter que garantir que nosso querido irmão não nos emprenhe mais depois disso," Elsa disse. "Só isso."
"Não é exatamente culpa minha," eu protestei.
"Você gozou ou não gozou dentro das nossas bocetas?"
"... você sabe a resposta para isso."
"Bem, então?"
Eu fiz beicinho. "Isso quer dizer que não vou mais gozar dentro das suas bocetas?"
Elsa riu e cutucou meu nariz. "Eu não disse isso. Só... vamos ter que realmente ter cuidado. Sabe, depois dos bebês e tal. Agora é meio irrelevante."
"Porque a gente não estava tendo cuidado," eu disse lentamente.
"Certo," Elsa disse. "Foi o que eu acabei de dizer."
Eu a olhei com suspeita. "Você não estava tentando isso, estava?"
"O quê?"
"Você me ouviu."
Elsa revirou os olhos. "Obviamente eu não estava tentando engravidar do meu irmão. Isso seria estranho."
"Tem certeza?"
"Claro!"
"Você pensou sobre isso, no entanto, amor," Casey disse.
"Ei! Não conta isso para ele," Elsa disse.
"Elsa!" eu disse.
"Ah, o quê? Casey e eu temos um monte de fantasias e joguinhos e merda. Não quer dizer que eu realmente pretendia que alguma delas se tornasse realidade."
"Bastante delas se tornou realidade," Casey disse. "Foder seu irmão. Nós duas. Engravidar. Toda a putaria anal. A--"
"Por que a traição de repente?" Elsa perguntou, fingindo-se magoada.
Casey sorriu. "Principalmente porque acho engraçado." Ela beijou o ombro de Elsa, então olhou para mim. "Sério, no entanto, prometo que a gente não planejou que a Elsa engravidasse. A gente só... não foi cuidadosa o suficiente para não acontecer. Quer dizer... eu realmente nunca pensei que você fosse realmente foder ela em primeiro lugar, para começar."
"Eu também não planejei nada disso," Anna disse em uma voz pequena. Ela olhou para todos nós com grandes olhos esperançosos. "Mas... acho que estou realmente feliz que aconteceu."
Eu tive que beijar Anna de novo. Ela não podia me olhar daquele jeito e não ser beijada.
A pilha inteira de nós se tornou uma massa se contorcendo de amor e tesão crescentes. Principalmente o tesão, na verdade. Nós já tínhamos amor, mas cada vez mais estávamos nos tocando, nos beijando, e atrapalhando uns aos outros mais do que qualquer coisa.
Anna recebeu a maior parte da atenção no começo. Sem precisar discutir, era óbvio que ela era quem mais precisava de segurança naquele momento.
Elsa usou sua prerrogativa de irmã mais velha para ser a primeira na boceta de Anna. Casey e eu aceitamos facilmente deixar Elsa lamber Anna enquanto a gente brincava com beijos e passava mais a mão nela.
Anna acabou pelada e atacada por todos os lados. Ela aceitou tudo feliz.
"Minha barriga vai ficar tão grande," ela disse.
Eu tinha a mão na barriga dela e a esfreguei. "Verdade."
"O mesmo para nós," Casey disse. "Vai ser interessante para o pobre Kai. Ter todas nós três passando por isso ao mesmo tempo."
"Pobre Kai, uma ova," Anna disse. "Ele não é o que vai ter que crescer um bebê dentro."
"Vai ter muito para todos nós reclamarmos mais cedo ou mais tarde," Casey disse pragmaticamente. "Espera só."
****
Eu fiquei meio esgotado conforme as gestações progrediam. Não foi de todo ruim, de forma alguma, mas quando era ruim era ruim em triplicata. Três vezes os problemas tudo de uma vez.
O bom ainda superava em muito isso. Eu tinha minhas três garotas em tempo integral, e eu amava isso.
Anna e eu tínhamos nos mudado permanentemente para a casa de Elsa e Casey. Só fazia sentido nesse ponto. Anna e eu basicamente dividíamos um quarto e uma cama. Embora eu passasse noites com Elsa ou Casey também, dependendo dos arranjos de sono em cada noite.
À medida que suas barrigas cresciam em uníssono, as garotas alternavam entre estarem super excitadas, quererem apenas carinho e segurança, ou quererem muito pouco contato físico. Era um ciclo difícil de se ajustar.
Anna dormia nua comigo na maioria das vezes, pelo menos. Era uma noite rara quando ela se sentia muito nojenta para ficar pelada. Mesmo quando ela não queria sexo, ainda gostava de ficar toda quentinha e agarradinha comigo, e secretamente buscava conforto no meu interesse por ela.
"Esse bebê nunca vai nascer," Anna reclamou uma noite.
Eu passei a mão pela barriga dela, aninhado confortavelmente atrás dela enquanto ela estava deitada de lado. "Vai sim," eu disse.
"Eu só fico cada vez maior."
"É assim que funciona."
"Bleh. Você não precisa assistir sua barriga ficar maior todo dia."
"Verdade." Eu beijei o ombro de Anna. "Não muda os fatos, no entanto."
"Eu vou parecer tão estranha em mais alguns meses."
"Você vai ficar linda. Como sempre."
Anna bufou. "É. Tipo aquelas manhãs com a cabeça sobre o vaso sanitário, cabelo grudado de suor no rosto. Eu estava tão radiante."
"Bem... ok, nem sempre."
"Kai!"
"Você me convenceu do contrário. O que posso dizer?"
"Minta mais para mim. Obviamente."
Eu envolvi Anna com os braços bem apertado por um momento. "Eu amo você, Anna. Isso não é mentira."
"... Eu sei. Mas tipo... eu sei que nem sempre quero sexo agora, mas e se você não quiser quando as coisas voltarem ao normal?"
"Você acha que isso é uma possibilidade séria?"
"Talvez. Ter filhos faz coisas aos relacionamentos."
"É. Pode fazer," eu disse. "Você nunca esteve preocupada com isso antes."
"Isso vem me alcançando. Fico pensando se cometi um erro."
"Oh Anna...."
"Mas seria tão ruim se eu fosse a única que não tivesse seu bebê."
"Anna, você não deveria fazer isso só para competir com a Elsa."
"Não estou. Acho... acho que definitivamente iria querer mesmo que nem Elsa nem Casey estivessem grávidas. Só... eu fico com medo às vezes."
"Bem, não fique. Eu estou com você, ok? Vou te segurar a noite inteira."
Anna riu baixinho. "Não vai. Você vai rolar para o lado no meio da noite quando ficar com muito calor. Igual você sempre faz."
"Vou tentar o meu melhor então."
"Ok. Talvez... talvez amanhã de manhã você pudesse gozar em mim?"
"Unf. Em algum lugar em particular?"
"Não. Só que não sei se vou querer sexo, mas... sei lá. Só um pouco de porra nos meus peitos ou algo assim seria legal. Só para me fazer sentir um pouco sexy."
"Você é sexy. Certamente sente minha ereção."
"É, Kai, eu sinto você me cutucando. Mas você sempre está."
"Porque você sempre é sexy."
"Sou? Ou você só está sempre com tesão?"
"Pode ser ambos."
****
As garotas coletivamente eram bem imprevisíveis quanto a estarem com tesão durante a gravidez. Qualquer uma delas podia passar semanas sem querer muito em termos de sexo, então outras vezes estavam tão putinhas quanto possível.
Muitas vezes parecia que todas estavam no seu pico de tesão ao mesmo tempo. Como se estivessem tramando. Se de fato elas estivessem decidindo essas coisas juntas, o que não estavam, teria sido legal se pudessem ter espaçado um pouco melhor.
Um surubão quente e íntimo entre todos nós era uma das minhas coisas favoritas. Quando todas as três garotas estavam loucamente grávidas, no entanto, a logística se tornava meio que um pesadelo.
"Por que a Casey é a primeira a levar gozada dentro de qualquer jeito," Anna reclamou.
"Shiu," Elsa disse. "É a vez dela. Você sabe disso perfeitamente bem."
"Eu deveria ser a primeira toda vez," Anna fez beicinho, cruzando os braços.
"Agora isso é só egoísmo," Elsa admoestou gentilmente.
Casey e eu compartilhamos um olhar longo e significativo enquanto Elsa e Anna discutiam ao nosso lado. Eu estava tentando o meu melhor para foder ela sem colocar pressão indevida em sua barriga inchada.
As garotas todas tinham me garantido que não eram tão delicadas quanto pareciam. Que ainda podiam aguentar uma boa metelança. O tesão delas falando, sem dúvida.
"Esfrega meu clítoris?" Casey pediu.
Eu assenti e a esfreguei enquanto continuava a meter em sua bocetinha molhada. Sua barriga balançava enquanto transávamos, e ela gemia feliz enquanto era satisfeita.
Casey segurou seus próprios peitos. Eles tinham ficado maiores com a gravidez, assim como os de Elsa e Anna. Todas reclamavam disso, mas também muitas vezes queriam brincar com os próprios seios mais, ou ter alguém que fizesse isso.
Elsa, enquanto isso, calou Anna sentando em seu rosto. Minhas irmãs não podiam facilmente jogar todos os mesmos jogos que queriam juntas, dadas as barrigas no caminho, mas elas tinham muitos momentos divertidos e amorosos mesmo assim.
Anna no começo se contorceu e fingiu que não queria sua irmã mais velha sentada presunçosamente em seu rosto, mas não enganou ninguém. Todos estávamos bem cientes de quanto ela amava lamber Elsa. A mão de Anna se esgueirando para sua boceta para se esfregar era outra pista.
"Cacete, vocês duas são adoráveis juntas," Casey disse.
Elsa pareceu confusa. "Quem?"
"Você e Anna. Dã."
"Só estou mantendo ela quieta."
"Sim," Casey disse. "Deixando ela lamber sua boceta."
"Bem...."
"E ela está tão a fim. É fofo."
"... talvez de vez em quando um tiquinho de ciúmes não faria mal," Elsa disse.
"Está tudo bem. Estou fodendo seu irmão. Você poderia estar com ciúmes também se quisesse."
Anna levantou a mão. "Eu estou um pouco," ela disse, sua voz abafada entre as coxas de Elsa.
"Calada," Elsa disse. "Continue lambendo como uma boa garota."
Casey chegou a gozar, assim como teve sua boceta grávida toda gozada. Ela sorriu preguiçosamente depois e me fitou com grandes olhos felizes. Seu olhar mudou para Elsa, ainda cavalgando o rosto da irmã, e Casey e Elsa estenderam a mão para segurar a mão uma da outra. Elsa se inclinou para beijar os dedos de Casey, as duas compartilhando um momento de amor em meio às travessuras safadas.
"Ugh," Casey disse depois de um minuto. "Eu realmente preciso fazer xixi."
Elsa riu. "É. Isso vai acontecer."
"Realmente faz o afterglow ser meio brochante," Casey resmungou enquanto se levantava desgraciosamente da cama.
"Desculpa," eu disse, sem saber o que mais fazer.
Casey só deu de ombros e saiu gingando, ainda claramente grávida por trás, e com porra escorrendo pela sua coxa.
"Droga, ela é linda, não é?" Elsa disse com um assobio baixo.
"Ela é," eu concordei.
"Ela não para de dizer que se sente nojenta e esquisita", disse Elsa. "Mas todo dia eu acordo com ela e é tipo... caramba, né."
"Que bom que você ainda está apaixonada pela sua esposa", falei. "Ela vai ficar tão contente."
"Ah, cala a boca. Eu estava tentando dividir um momento. Mas se você vai ficar assim por causa disso..."
Elsa saiu de cima de Anna, que mais uma vez fez beiço por ter sido negada. Anna me olhou de cara feia, mas eu só consegui dar de ombros enquanto Elsa me empurrava para baixo e subia em cima de mim.
"Tirando sarro de mim", murmurou Elsa. "Mas se duvidar você está mais tarado do que nunca também. E nem tem desculpa como esses hormônios malignos circulando por você. Você mal ficou meia-bomba."
"Talvez ele goste das meninas grávidas", sugeriu Anna, rolando de lado e esfregando sua barriga grande.
"Acho que não--" tentei.
"Descalça e grávida", disse Elsa. "Sempre foi sua praia ou o quê?"
"Ei, não me encham o saco por isso", falei. "Você pediu especificamente--"
"Para você engravidar a Casey", disse Elsa suavemente. "Não suas irmãs."
"Bem--"
"Eu não me importo", disse Anna. "Mas vou ficar feliz quando acabar." Ela suspirou melancolicamente enquanto Elsa se acomodava no meu pau. "Não sei como você consegue cavalgar o Kai assim. Meu equilíbrio anda todo estranho. E eu fico cansada."
"É a prática de cavalgar sua cara", disse Elsa com uma piscadela lasciva.
Anna riu e corou de verdade de um jeito muito adorável. Sinceramente, eu não sabia se ela ficava mais feliz levando meu pau ou chupando a boceta da Elsa. Provavelmente as duas coisas ao mesmo tempo era a resposta verdadeira.
Casey voltou e se aninhou com Anna, de conchinha por trás. Embora, como era típico nesses dias, as colheres não se encaixassem direito. Muito da vida, e do sexo em particular, era simplesmente sobre acomodar barrigas grandes de grávida.
Elsa me cavalgou com uma quantidade notável de controle e ritmo. Parecia, às vezes, que ela só tinha melhorado a técnica, apesar do impedimento. No entanto, eu sabia que a resistência dela não era mais a mesma. Ela fingia o contrário, mas eu tinha percebido.
"Estou surpresa que você não está na cara do Kai agora", disse Casey para Anna enquanto brincava com os peitos dela por trás.
"Eu sei", suspirou Anna. "A gente estava falando justamente sobre cavalgar. Acho que meu equilíbrio e resistência não estão à altura."
"Você sempre pode tentar. Ver como vai."
"Eu poderia. Mas meio que estou só esperando minha vez agora de qualquer jeito."
"Justo", disse Casey. Ela beijou o ombro de Anna. "Bem, então eu vou entrar."
"Ei, espera! Você podia esfregar minha boceta!"
Casey ignorou Anna, que mais uma vez fez beiço pateticamente.
Casey tomou posse da minha cara, se acomodando em cima de mim para que eu pudesse chupar sua boceta enquanto Elsa fazia coisas maravilhosas com meu pau. Casey se mexia para frente e para trás, fazendo eu alternar entre a boceta e o cu dela. Lambendo ela toda direitinho.
Elsa e Casey me compartilharam e definitivamente se beijaram bastante, mesmo que eu não pudesse ver.
A pobre da Anna teve que se tocar sozinha e soltar gemidinhos de vez em quando como se estivesse sendo esquecida.
Elsa teve um belo orgasmo, me apertando bem fundo dentro dela, gemendo, se apoiando em Casey por amor e suporte físico. Eu esperava que ela continuasse, mas em vez disso ela se levantou relutantemente de cima de mim.
"Tudo bem, pequenininha", disse Elsa para Anna. "Sua vez."
"Finalmente!"
"Vai levar no seu bumbum?"
"Claro", disse Anna. "É o único jeito de eu me sentir um pouco especial com ela por perto às vezes."
"Ah, Anna."
Elsa se aproximou para uns beijos ternos e profundos. Casey saiu da minha cara a tempo de eu testemunhar a maioria deles. Nós dois suspiramos melancolicamente vendo Elsa e Anna se beijarem, depois nos olhamos e rimos.
Anna acabou se soltando da irmã, relutantemente é claro, mas ansiosa pela surra no bumbum. Ela adotou uma posição que já era familiar a essa altura. De bruços, bunda para cima. Se apresentando tão bonita e safada quanto uma irmã jamais poderia.
Eu gostava bastante de preparar o bumbum da Anna para a diversão. Mas como acontecia com frequência, Elsa e Casey chegavam primeiro para se amontoar em cima dela e brincar com seu bumbum.
Era difícil se importar muito, vendo Elsa e Casey babando sobre o cu da Anna e enfiando dedos e tal. Era bem gostoso de assistir, afinal. Mas eu gostava de ter a chance de fazer essas coisas eu mesmo às vezes.
Acabei sendo autorizado a ter o cu da Anna. Elsa e Casey abriram espaço para mim e me deixaram chegar na minha irmãzinha muito tarada e muito grávida.
"Fode ela bem gostoso", Elsa sussurrou para mim.
Ela e Casey observaram enquanto eu inicialmente abria a bunda da Anna e penetrava no buraquinho apertado dela. Elas logo começaram com suas próprias brincadeiras, no entanto.
Anna suspirou tão feliz enquanto seu bumbum era todo preenchido. Ela olhou para mim por cima do ombro. Um olhar fofo e inocente, completamente traído pela facilidade e satisfação que ela demonstrava ao levar o irmão mais velho no cu. De novo.
"Acho que eu gosto muito disso", ronronou Anna.
"Ahã. Não diga", falei. "Você acha que eu não tinha percebido?"
Ela rebolou um pouco e apertou o buraco do bumbum em volta do meu pau. "Bem, eu nunca tinha curtido antes de você. Ainda gosto de ter aprendido anal com você."
"Mmm." Eu brinquei e massageei a bunda da Anna enquanto lentamente puxava para fora, depois para dentro. "Acho que a Elsa e a Casey tiveram algo a ver com isso também."
Anna riu baixinho. Elsa e Casey estavam, naquele momento, se preparando para a diversão anal por conta própria. Elsa sendo enrabada com cintaralho, como de costume.
"Ok, sim", concordou Anna. "Mas é principalmente por você. Você é o único que pode gozar no meu bumbum."
"Você não está errada."
Eu fui aumentando o ritmo lentamente até mais ou menos o que Anna conseguia aguentar. Ela estava ficando quase tão boa quanto Elsa em aguentar uma surra de bumbum, e não gostava de ser tratada com mais delicadeza devido à sua menor experiência, ou sua barriga grande.
Eu, por outro lado, nunca tinha conseguido me livrar completamente de uma sensação de precisar proteger a Anna. Só um pouquinho. Só a sensação de que eu não queria ir tão áspero e forte como ela às vezes insistia. Eu queria que ela se sentisse especial. Do jeito que eu a via. Às vezes parecia estranho que um dos melhores jeitos de fazer isso era foder o bumbum dela e gozar bem fundo, mas era um momento muito divertido.
Elsa e Anna estenderam a mão uma para a outra, dando as mãos do jeito que elas costumavam fazer enquanto eram enrabadas lado a lado. Casey e eu tínhamos conversado sobre como aquilo era adorável, e no momento só precisamos piscar um para o outro.
Casey macetava Elsa mais forte do que eu ousava com Anna. Anna ainda estava tentando ficar tão boa em levar no bumbum quanto sua irmã. Eu meio que achava que enquanto ela estava loucamente grávida não era exatamente a hora para isso. Ela discordava.
"Mais forte", insistiu Anna.
"Você só está com inveja da sua irmã de novo", falei.
"E daí?"
"E daí que você realmente quer isso? Ou só quer competir com a Elsa?"
"... a primeira opção?"
"Mentirosa."
Ainda assim, dei a Anna o que ela queria. Meus quadris batiam contra ela e eu apertava as nádegas dela nas palmas das minhas mãos. Anna gemia e apertava o bumbum em volta do meu pau, naturalmente tendo exatamente o efeito contrário ao que ela dizia querer. Eu só conseguia ir até certo ponto rápido quando ela me agarrava daquele jeito.
Às vezes eu tinha quase certeza de que era só a aparência de ser uma profissional anal que ela queria. O que combinaria com ela tentando acompanhar a irmã mais velha. Mas eu nunca consegui fazer ela admitir isso. E ela realmente estava ficando boa em coisas de bumbum, além de estar adorando.
"Mmm, você devia gozar nela agora", ronronou Elsa.
Eu grunhi, enfiando fundo no fundilho apertado da Anna de novo. "Esse é o plano."
"Não, quero dizer agora. Antes da Anna ficar toda dolorida."
"Ah! Viu?" reclamou Anna. "A Elsa ainda acha que eu nem sou boa nisso!"
Elsa piscou para mim e eu revirei os olhos. "Não provoca ela assim."
"Por que não?" disse Elsa. "Funciona bem para você."
"Talvez eu não queira machucar minha irmãzinha sem querer porque vocês duas não se comportam."
"Você não vai me machucar!" insistiu Anna.
Casey só riu e deu um tapa na bunda da Elsa, enfiando a cara de Elsa na cama com umas estocadas fortes. "Vocês são todos tão adoráveis."
"Tanto faz", resmungou Anna.
Logo, Anna estava miando feliz em vez disso enquanto eu gozava e enchia o cu dela com a recompensa melecada e pegajosa que ela tanto desejava.
Ela rolou de lado depois, arfando suavemente, a mão na barriga grande. Seus olhos se fixaram nos meus, todos ternos e amorosos.
"Sabe o que é uma merda?" perguntou Anna.
"O quê?"
"Não consigo nem curtir um momento sem ter que ir fazer xixi nesses dias."
Eu ri baixinho enquanto Anna estendia as duas mãos para mim. Eu as segurei e a ajudei a se levantar. Eu a segui enquanto ela ia manquitolando até o banheiro com um bamboleio um pouco borrachudo no passo.
"Não preciso que você venha comigo", ela disse.
"Eu sei", falei.
Anna deu de ombros e continuou. Ela se sentou pesadamente no vaso, gemendo baixinho enquanto deixava sua bexiga se esvaziar.
"Meio patético quantas vezes eu preciso fazer isso", reclamou Anna. "Parece que tudo que eu faço é ir ao banheiro esses dias."
"Pelo menos não é só você."
Anna bufou. "Não é bem um lado positivo. Só significa que eu tenho que brigar pelo vaso com a Elsa ou com a Casey às vezes."
"Ah, é. Imagino que sim, né."
"Você tem sorte, sabia."
Eu sorri carinhosamente para Anna. "Eu tenho."
Ela corou. "Não é assim. Eu quis dizer porque você não tem que fazer xixi três vezes por hora."
"Há múltiplas razões pelas quais eu tenho sorte, então."
"Tá, tá."
Anna estendeu as mãos e eu ajudei a içá-la para ficar de pé. Eu dei um beijo de fininho enquanto ela se equilibrava.
"É sério", falei.
"Eu sei que é. E... fico feliz. Estar grávida é um pé no saco, mas estou feliz que aconteceu, sabe. Com você."
"Sei que estou bem enrolado", falei. "Mas eu também. Não era nada como eu imaginei que acabaria. Não era a família que eu esperava. Mas eu estou tão incrivelmente feliz."
"Mmhm. Três garotas taradas sempre querendo sexo. Quem diria que você ia gostar disso?"
"Eu amo todas vocês mesmo quando não estão taradas", apontei.
"Ah. Bem, então. Isso faz--"
"Vamos ter um bebê juntos", sussurrei no ouvido de Anna, interrompendo sua réplica sardônica.
O rosto de Anna ficou completamente vermelho, e ela encontrou meus olhos no espelho enquanto eu olhava por cima do ombro dela. Um sorriso se espalhou pelo seu rosto até ela estar absolutamente radiante.
"Vamos", ela concordou baixinho.
"Nunca vou deixar de ser seu irmão mais velho. E com certeza ainda vou te provocar."
"Naturalmente."
"Mas caramba, Anna. Nunca pense que eu só te amo pelo sexo."
Ela se virou, ainda em meus braços, e me fez derreter com o olhar de pura e sincera adoração que me deu.
"Eu sei", ela disse. "Nunca pense que eu teria seu bebê se isso fosse só sobre sexo."
"Bom saber."
Anna me beijou, longo e demorado. Sua barriga pressionada contra a minha enquanto ela se esforçava para ficar o mais perto possível.
"Vou gostar de poder me aninhar mais fácil", ela disse. "Não vou sentir falta dessa barriga."
"Sei lá. É meio--"
"Nem diga."
"Ok." Eu sorri. "Não vou."
Eu beijei Anna de novo, depois voltamos de mãos dadas para a Elsa e a Casey.
"A Elsa nem fez você gozar nela dessa vez, fez?" disse Anna.
"Não. Guardei para você."
"Imaginei. Foi legal da parte dela. Ela é uma irmã mais velha bem legal às vezes."
"Só às vezes?"
"Na maioria das vezes", emendou Anna.
"Tipo quando ela está lambendo sua boceta?"
"Tipo nessas horas, sim."
Eu sorri de lado para Anna. Eu sabia o quanto ela amava Elsa. Ela minimizava na maior parte do tempo, mas nenhuma das duas conseguia esconder seus sentimentos quando se empolgavam.
Elsa e Casey estavam acomodadas e só de conchinha quando voltamos. Anna e eu nos juntamos a elas para um aftercare mútuo e preguiçoso. Acomodar todas as garotas e suas barrigas era a parte mais complicada na maioria das vezes, mas a gente se virava.
****
Três partos em poucos dias um do outro foi meio que um pesadelo vivo. Nós quatro estressados e exaustos ao mesmo tempo. Não era como se eu estivesse passando nem perto do que as garotas estavam, mas mesmo assim eu estava bem desgastado.
Nós superamos, no entanto. Todos basicamente inteiros e ainda sãos.
Houve muitas piadas entre familiares e amigos sobre os partos triplos. Eu ficava tenso toda vez no começo antes de perceber que, apesar dos comentários, absolutamente ninguém suspeitava que eu era o pai em nenhum dos casos, muito menos de todos eles. Eu era só o bom irmão que intervinha para ajudar quando minhas irmãs precisavam de mim.
Mamãe e papai estavam tão felizes de ter tamanha fartura de netinhos de uma vez que até eles nunca questionaram abertamente o que diabos estava acontecendo.
Foi um alívio levar todo mundo para casa e acomodar, mesmo que ainda tivesse muito cansaço a essa altura. Anna e eu dividíamos um quarto juntos para que os bebês pudessem ter um quarto só para eles. Fazia sentido. Entre todos os adultos, nunca usávamos mais do que dois quartos de qualquer forma.
"Estou tão cansada pra caralho", disse Anna.
"Eu sei", falei. "Eu também."
"Quem diria que isso ia dar tanto trabalho?"
"Sério? Isso é o que bebês são."
"Eu sei, mas... blergh. É bom, mas tipo, cadê o tempo de descanso?"
Eu suspirei e deitei ao lado de Anna. "Tenho más notícias para você."
"Eu sei, eu sei. Sem descanso para os perversos."
"Não ia colocar desse jeito, mas sim."
Anna ainda resmungou, mas eu a aplacava com toques e carícias cada vez mais inapropriados, além de uns beijos quando achei que ia escapar. Apesar da nossa exaustão e irritação mútuas, Anna entrou na onda e começou a se divertir.
Ela riu e bagunçou meu cabelo enquanto eu abaixava a cabeça até o peito dela e chupava suavemente seus peitos. Ela sabia o que eu queria e me ofereceu um mamilo, no qual eu me agarrei.
"Você precisa parar de roubar todo o leite do bebê", disse Anna, ainda me segurando contra seu peito.
"Só um pouquinho", murmurei.
"Você é tão mau."
"É gostoso."
"É. E é para o be-bê."
Continuei sugando, mamando na minha irmãzinha numa total perversão da natureza. Ela protestava, mas aquilo a deixava com tesão. Sempre deixava. Se eu não fosse atrás, ela me incentivaria. Eu não sabia se era a sensação, ou poder depositar um pouco do seu novo afeto maternal em mim de um jeito totalmente pervertido.
De qualquer forma, eu tinha uma experiência bastante fascinante e excitante com aquilo.
Casey veio manquitolando para dentro do quarto, tirando o roupão a caminho da cama. Ela deslizou para dentro com Anna e eu e prontamente pegou o outro peito da Anna. Anna riu enquanto tinha dois adultos formados mamando nela sem absolutamente nenhuma vergonha.
"Vocês são tão maaauus", disse Anna, ainda rindo e agora embalando tanto Casey quanto eu contra si.
Eu descansei a cabeça no ombro de Anna e só observei Casey por um momento antes de ela parar também.
"É divertido", disse Casey com um dar de ombros simples.
"É mesmo", concordei.
Anna revirou os olhos mas ainda claramente gostou de, brevemente, maternar nós dois.
"Elsa ainda está amamentando?" perguntei.
"Mmhm. Ela deve terminar logo", disse Casey. Ela bocejou. "Não consigo decidir se preciso de um orgasmo, ou só de uma soneca."
"Um depois o outro", disse Anna decididamente.
"Mais fácil falar do que fazer", murmurou Casey, já começando a dormir nos peitinhos da Anna.
Eu me senti mais adulto do que nunca, nem que fosse só pela frequência absurda com que todos nós ficávamos pelados e tarados uns com os outros, para então cair no sono antes de chegarmos lá.
Enquanto Casey se ajeitava para uma soneca pelada, eu me arrastei para baixo e cutuquei as pernas da Anna para abrirem. Coloquei minha cara na boceta dela e comecei com umas lambidas gentis.
Anna ronronou feliz enquanto eu chupava sua boceta, e logo estava se remexendo e pronta para mais.
"Como é que você nunca mais me fodeu?" perguntou Anna. "Sempre com essa lambida."
"Porque você disse que se eu te engravidasse de novo, você ia me matar pra caralho."
"Não significa que você nunca pode gozar em mim nem nada."
Eu beijei a coxa de Anna. "Eu prefiro não ser morto pra caralho, querida irmã."
Casey riu baixinho. "Típico garoto. Querer não ser assassinado."
Anna fez beiço. "Bem... só não me empreenha."
"Ah, sim. Claro."
"Ou faz meu bumbum. Você mal fez meu bumbum desde o bebê."
"Você me disse que não estava a fim", falei. "Você realmente precisa se decidir."
Voltei a lamber a boceta da Anna. Ela reclamou mais um pouco, mas foi ficando cada vez mais sem fôlego até gozar na minha língua. Aquilo não foi exatamente o suficiente para ela, mas foi o bastante para acalmá-la um pouco.
Casey tinha estado preguiçosamente brincando e mamando nos peitos da Anna. Quando eu levantei a cabeça, Anna colocou um dedo nos lábios enquanto gentilmente acariciava o cabelo de Casey. Ela tinha adormecido. Bem ali nos peitos da Anna. O que era, afinal, um local propício para tal.
Eu sorri e me movi gentilmente para deslizar meu pau para dentro da Anna sem perturbar Casey. Os olhos de Anna estavam grandes e encorajadores.
"Eu realmente preciso começar com anticoncepcional", murmurou Anna.
"É, a gente devia conversar sobre isso em algum momento," eu disse.
"Mas... só goza dentro de mim, Kai. Eu preciso."
"Nossa. Que irmãzinha mais safadinha."
"Como se você já não estivesse acostumado."
Eu sorri. "Estou acostumado. É que ainda amo isso, só isso."
Anna sorriu radiante para mim, parecendo totalmente sensual e adorável ao mesmo tempo. Ela ainda embalava uma Casey adormecida, mas a atenção dela estava toda em mim. No irmão mais velho que a fodía devagar, nossos olhos preenchendo a parte mais emocional do vínculo.
Elsa entrou com passinhos leves, sorrindo maliciosamente ao nos encontrar transando ao lado de uma Casey ressonando baixinho. Elsa se despiu enquanto se aproximava e subiu na cama conosco, tão nua quanto todo mundo.
"Coitada da Casey, toda esgotada," Elsa disse, abafando um bocejo no final da frase.
"Não é a única," eu disse.
"Mmhm. Você parece bem sonolento. Que sorte ter tido energia pra transar com a nossa irmãzinha."
"É sorte mesmo," Anna concordou sem nenhum do sarcasmo suave da irmã.
Elsa beijou Anna, dando uns amassos com ela por um momento, depois casualmente sentou no rosto de Anna como se tivesse todo o direito de fazer isso a qualquer hora que quisesse. O que não estava muito longe da verdade, na real.
Elsa e eu compartilhamos Anna, cavalgando nela juntos. Elsa teve a buceta lambida enquanto eu fodía Anna mais forte, dando a ela o que ela precisava.
Eu me inclinei para Elsa para uns beijos, e também para brincar com os peitos dela. Como Anna, Elsa me deixou roubar um pouquinho de leite que vazava deles. Elsa gemeu enquanto o clitóris e os peitos eram chupados ao mesmo tempo.
Ficava cada vez mais difícil saber se Elsa e eu estávamos nos juntando contra Anna, ou se era Anna e eu nos unindo contra Elsa. Talvez fosse mais essa segunda opção, já que Elsa soltou um gemido agudo, se agarrou em mim em busca de apoio, e gozou enquanto se esfregava no rosto da nossa irmãzinha.
Elsa me lançou um olhar de satisfação pesada depois, mas ficou meio estragado por mais um bocejo. Ela saiu de cima de Anna e se aninhou atrás de Casey, abraçando a esposa de conchinha e caindo no sono quase imediatamente.
Anna e eu nos olhamos e rimos baixinho.
"Tão fofa," eu sussurrei.
"Toda com soninho," Anna sussurrou de volta. "Irmãzinha mais velha com sono."
"Você vai gozar logo?"
Anna assentiu ansiosamente. "Continua. Esfrega meu clitóris?"
Eu esfreguei o clitóris de Anna para ela enquanto continuava a fodê-la. Ela logo gozou para mim, tentando ser o mais silenciosa possível para o bem de Casey e Elsa ao nosso lado, mas de jeito nenhum silenciosa. Seus gemidinhos e choramingos abafados me encorajaram, e eu senti meu próprio orgasmo se preparando.
Eu tirei para fora e gozei sobre a barriguinha de Anna. Não era algo que eu fazia com frequência. Ela assistiu com deleite travesso enquanto o esperma escorria em jatos pela sua pele quente.
"Você podia ter gozado dentro de mim," ela disse.
"Pareceu mais seguro não fazer."
"Mmm. Com certeza preciso de anticoncepcional." Anna bocejou. "Isso é gostoso, mas não é a mesma coisa que dentro." Ela me chamou com um gesto para mais perto. "Ou faz mais no meu cuzinho. Como eu disse."
Eu lhe ofereci um beijo suave enquanto me deitava com ela. Meus próprios bocejos, adiados enquanto excitado, se misturaram aos dela enquanto nos aconchegávamos juntos.
"Vou te comer no cuzinho da próxima vez," eu prometi. "Te dar muito esperma dentro."
"Ah que bom." Anna me beijou. "Te amo, Kai."
"Mmm. Você também."
****
A vida certamente era interessante à medida que as crianças cresciam. Tivemos que nos acostumar a ser cuidadosos fora dos quartos, com nudez e sexo e tal. Ainda havia muitas oportunidades para gestos românticos, beijos e carícias.
Todas as coisas mais safadas tinham que ficar atrás de portas fechadas na maioria das vezes. O que era tranquilo.
Anna, Elsa e Casey todas começaram a tomar anticoncepcional. Nenhuma delas queria outro bebê, mas também não queriam desistir permanentemente de sexo arriscado, principalmente ter as bucetas cheias de esperma. Sexo anal ou usar camisinha simplesmente nem sempre resolvia.
As oportunidades de brincarmos os quatro juntos tinham diminuído significativamente, exceto depois da hora das crianças irem dormir. E nessa hora estávamos todos tão exaustos que muitas vezes nem acontecia.
Eu fiz um joguinho disso, nos dias em que eu tinha energia. Fazia o possível para achar um tempo escondido com as três garotas, individualmente ou juntas se funcionasse. Todas elas tinham suas próprias variações desse jogo também.
Uma das favoritas da Anna era acordar antes de mim, e me trazer à consciência cavalgando suavemente no meu pau. Eu não sabia de onde ela tirava tanta energia tão cedo de manhã, mas ela muitas vezes compensava dormindo em mim bem mais cedo à noite.
"Vale a pena," ela me disse, se esfregando lentamente na minha ereção matinal. "Contanto que eu tenha o seu esperma na minha buceta o dia todo."
"Mmm." Eu passei as mãos pelas laterais quentes e nuas da Anna. Eu ainda me deleitava com ela às vezes como se fosse novinha para mim. Só o jeito que ela parecia e a sensação para minha mente sonolenta. "Bucetinha cheia de porra para a Anna."
"Isso mesmo," Anna sibilou feliz enquanto eu apalpava ela. "Você sabe do que eu gosto."
"Eu fico pensando que você vai se cansar disso. Toda essa bagunça."
"A bagunça é a melhor parte. Eu posso pensar em você o dia todo."
"Nossa."
Anna se inclinou para beijos. "Meio que queria ter algo para você assim. Para uma lembrancinha."
Eu segurei o queixo dela e lhe dei um beijinho extra macio em seus lábios perfeitos de irmã. "Como se eu precisasse de algo assim para pensar em você."
Anna corou de um jeito fofo e apertou meu pau muito deliberadamente com a buceta. Ela me cavalgou mais forte e me fez gozar dentro dela, bagunçando suas entranhas do jeito que ela gosta.
"Você sabe que eu vou ficar pensando nessa frase o dia todo agora," Anna disse, bochechas ainda rosadas, olhos brilhando de amor.
"Não foi uma frase de efeito," eu disse. "Eu falei sério. Por mais triste que seja, às vezes sinto sua falta durante o dia."
Anna choramingou e se puxou lenta e lubrificada para fora do meu pau. "Eu gosto disso."
"Eu sabia que você gostaria."
"... quer fazer no meu cuzinho?"
"Eu acabei de gozar em você."
"Eu sei. Mas eu ainda não gozei. E você deixou minha barriguinha toda agitada agora."
Anna desceu de cima de mim e pegou o lubrificante que estava sempre à mão perto da nossa cama. Ela começou a lubrificar seu cuzinho sem esperar por mim.
Eu só observei por um momento antes de assumir. Anna enfiando o dedo na própria bunda era um deleite, mas dar ao seu cuzinho uns beijos profundos e linguados era ainda melhor. Eu fiz minha irmãzinha gemer e murmurar enquanto eu dava uns amassos no seu cuzinho doce.
Anna tinha ficado muito, muito boa em receber meu pau no cuzinho. Ela me recebeu como uma profissional, quando eu finalmente parei de lambê-la e terminei o trabalho de lubrificação.
Eu só tinha começado a foder a bunda da Anna quando Elsa entrou deslizando no quarto. Elsa só sorriu maliciosamente ao nos ver, eu bem fundo dentro da Anna, e Anna esfregando o clitóris com tesão e ronronando feliz.
"Não sei como vocês dois sempre têm tanta energia logo de manhã cedo," Elsa disse.
Ela nos agraciou tanto a mim quanto à Anna com beijos ternos de bom dia, depois sentou ao nosso lado. Elsa deixou o roupão se abrir e casualmente brincou um pouco consigo mesma enquanto assistia.
Anna estendeu o braço e enfiou sorrateiramente alguns dedos na buceta da irmã. Elsa gemeu e se esfregou mais forte enquanto Anna ajudava a dedá-la.
"Na verdade eu estava indo para o banho," Elsa disse, como se não estivesse totalmente entregue a se masturbar naquele momento.
"E você virou na direção errada?" eu perguntei.
"Bem... eu queria ver se alguém queria vir comigo," Elsa disse.
Anna riu baixinho, ainda brincando com a buceta da Elsa. "Eu vou, assim que o Kai gozar no meu cuzinho."
"Você vai precisar mesmo," eu disse. "Sua coisinha bagunceira."
Anna suspirou e se esfregou mais forte. Ela estava se saindo muito bem concentrando-se em si mesma e na irmã ao mesmo tempo, enquanto tinha seu cuzinho bem fodido o tempo todo.
"Você já recebeu uma gozada uma vez?" Elsa perguntou.
Anna se remexeu. "Taaaalveeez."
"Safada. Vou ter que me certificar de te limpar bem."
Anna assentiu feliz. "Boa ideia. Eu tenho que estar toda limpa para o trabalho, afinal."
Eu sabia exatamente o que Anna estava imaginando em termos de 'limpeza.' A imagem mental dela fazendo Elsa lamber sua buceta limpando meu esperma me fez gemer, e logo depois explodir no seu cuzinho. Anna se esfregou até um belo orgasmo ao mesmo tempo que eu jorrava esperma bem fundo dentro dela.
Elsa deu tapinhas na cabeça de Anna docemente até que Anna se recuperasse o suficiente para sair deslizando com ela. As duas deram as mãos e saíram juntinhas para o banheiro. Eu suspirei contente vendo-as partir. Minhas irmãs. Uma delas toda cheia do meu esperma.
Eu tive que segui-las pouco depois. Precisava fazer xixi. Elsa e Anna já estavam se divertindo bastante no banho a essa altura. Eu fiquei e observei pela porta de vidro do box por um tempo, e acho que nenhuma das duas sequer notou minha presença. Estavam muito envolvidas uma com a outra.
Eu não conseguia ver tanto quanto gostaria. Estava muito embaçado para isso. Mas eu captei a essência do que minhas irmãs estavam fazendo. Em particular, quando eu saí, Elsa estava de joelhos ajudando Anna com sua creampie. Conhecendo Anna, ela só estava disposta a deixar Elsa limpar aquilo porque também tinha esperma na sua bundinha.
Eu estava duro de novo, visões de Elsa e Anna na minha cabeça. Esfregando-se lubrificadas juntas, todas nuas e molhadas no chuveiro. Beijando e acariciando e roçando uma na outra. E imaginando a língua talentosa de Elsa fazendo coisas safadas na bucetinha bagunçada da Anna.
Eu me vesti, mas não consegui fazer nada quanto à minha ereção. Trabalhei no café da manhã enquanto as garotas ainda estavam no banho, e consegui tirar alguns muffins do forno quando Anna passou num redemoinho, ainda ajeitando o cabelo enquanto andava.
"Estou atrasada," Anna anunciou, como se fosse uma notícia chocante.
"Eu sei," eu disse. "Leva um muffin com você."
"Mmm, obrigada. Eu realmente devia comer alguma coisa... além da Elsa."
Eu sorri e lhe dei um beijo rápido, entregando-lhe um muffin só um pouquinho frio, então ela se foi de novo.
Elsa foi um pouco mais digna ao passar, mas só um pouco. Ela estava sem a parte de baixo, e estava de fato carregando metade de suas roupas na mão. Eu estava com saudades dos dias de nudez casual parcial ou total pela casa, e tirei um momento só para apreciar minha irmã mais velha com sua buceta aparecendo para mim.
Ela sorriu e posou casualmente para mim, me deixando absorvê-la.
"Muito arriscado," eu disse.
Elsa deu de ombros. "A Casey está com as crianças por um tempinho."
"Ah é?"
"Sim. Estava com saudades de transar em qualquer cômodo que a gente quiser."
Eu assenti. "Eu também."
"Então... quer transar na cozinha antes de eu ter que ir trabalhar?"
"Você realmente precisa perguntar?"
Elsa sorriu maliciosamente, empilhou cuidadosamente as roupas que segurava numa cadeira, então se aproximou de mim para um longo beijo que fundiu nossos corpos.
"Era isso que eu esperava ouvir," ela murmurou.
Eu dei uns amassos com Elsa um pouco, abaixando-me para brincar com sua bunda já que estava tão bem à mostra para mim.
"Seu cuzinho já está lubrificado?" eu perguntei, descobrindo como seu buraquinho apertado estava escorregadio com meu dedo.
"Talvez."
"Safada."
Elsa jogou o cabelo com desdém. "Só sendo eficiente. Não tenho muito tempo antes de ter que ir."
"Mas você quer no cuzinho, né?"
"É melhor para manter o esperma dentro o dia todo. Não quero ficar toda lambuzada e bagunçada no trabalho, você sabe."
"Ah. Pragmática, só isso."
"É isso mesmo."
Elsa virou-se de mim e se curvou sobre o balcão, apresentando seu cuzinho para minha aprovação. Eu deslizei para dentro facilmente. Elsa era boa em anal de qualquer jeito, mas eu tinha fortes suspeitas de que Casey a tinha ajudado a se aquecer esta manhã antes de chegar até mim.
"Caraaaamba," eu gemi.
"Mmm, você adora isso todas as vezes, não adora?" Elsa ronronou.
"Tanto quanto você," eu disse.
Eu enfiei no cuzinho da Elsa, dando a ela de um jeito gostoso e suave. Uma vez que pegamos o ritmo, eu estiquei o braço para esfregar seu clitóris do jeito que ela amava, o jeito que faria ela se sentir muito bem. Eu queria que ela gozasse para mim com meu pau no seu cuzinho.
"E a Anna," Elsa disse. "Ela ama tanto essas coisas."
"Quase como se vocês fossem irmãs."
"Mmm. Quase isso." Elsa sorriu com carinho pensando em Anna, então me lançou um olhar sensual por cima do ombro. "Goza no meu cuzinho para mim, ok?"
Eu gemi baixinho quando seu pedido teve o efeito desejado em mim. "Estou trabalhando nisso."
Levou mais um tempinho para dar a Elsa o que ela me pediu. Então, com seu cuzinho cheio de porra e meu pau ainda enterrado lá dentro, ela também conseguiu gozar.
Compartilhamos alguns beijos felizes, então eu a observei terminar de se vestir, sabendo que meu esperma ficaria aconchegadinho no seu cuzinho o dia todo. O mesmo com a Anna. Minhas irmãs safadas e amorosas.
"Tá bom, eu preciso ir," Elsa disse. "Te amo. Até mais."
"Te amo," eu chamei, ainda observando com melancolia enquanto Elsa saía.
Eu demorei um momento, então parti para encontrar Casey. Ela me cumprimentou, me beijou bom dia, e feliz despachou todas as crianças para mim enquanto tomava um banho.
Entre nós quatro, tentávamos garantir que pelo menos dois de nós estivessem em casa em qualquer dia. Cuidar de três crianças pequenas exigia muita energia, mental e de outras formas.
Hoje era Casey e eu. Nós estivemos bastante ocupados, até que de alguma forma conseguimos fazer todas as crianças dormirem a soneca ao mesmo tempo. Pareceu um grande feito quando nós saímos de fininho e nos jogamos exaustos no sofá juntos.
"Tanto trabalho," Casey reclamou.
"Nem me fale," eu disse.
"Eu queria um tempo com você, e agora que temos...."
Eu sorri cansado. "Né?"
Nós só ficamos sentados juntos por um tempo, até que eu consegui reunir alguma energia. Casey riu enquanto eu me ajoelhava na frente dela e tirava sua parte de baixo do caminho. Eu preguiçosamente chupei ela enquanto ela me dava tapinhas na cabeça igualmente preguiçosos.
Eu pensei que fazê-la gozar com minha boca seria mais ou menos o limite. Mas Casey achou alguma energia safada depois e subiu no meu colo para me cavalgar lentamente.
"Só quero conseguir mais uma antes das crianças acordarem," ela murmurou.
"Mmm. Coisinhas barulhentas, não são?"
"Bem, você sabe de quem é a culpa. Só um de nós teve participação nas três."
Eu fiz beiço. "Não acho que você pode me culpar por isso."
"Quer ver."
Casey continuou me cavalgando, e eventualmente eu gozei na sua buceta. Ela permaneceu aninhada em mim, nós dois aproveitando o momento, até que o inevitável choro começou. Sempre com o choro.
Eu suspirei. "É melhor a gente se vestir de novo."
"Ugh, eu sei."
Eu dei um último beijo em Casey antes de nos levantarmos e nos arrumarmos. Tão pouco tempo para carinhos hoje em dia. Uma pena.
****
Nós coletivamente ficamos melhores em gerenciar o tempo e as crianças à medida que desenvolvemos hábitos e horários. As crianças crescerem um pouco ajudou também, embora sua mobilidade extra tenha sido um puro incômodo por um tempo. Ainda assim, foi algo.
Se é que alguma coisa, eu só me apaixonei mais profundamente por Anna com o tempo. Como se sempre fôssemos destinados a ficar juntos. Ainda brincávamos bastante com Elsa e Casey. Sem mudanças aí. Mas elas eram casadas, e Anna e eu bem que podíamos ser também. Eu brincava com a ideia às vezes de fazer isso oficialmente. Anna entrava nos devaneios, mas ambos sabíamos que simplesmente não era para nós. Sendo irmão e irmã e tudo.
Nenhum de nós sabia exatamente o que diríamos às crianças quando fossem mais velhas. Não podíamos simplesmente ignorar tudo. Não era uma casa típica de jeito nenhum.
Não era um problema imediato. A família estava feliz. Eu pude realmente aproveitar as coisas simples como sentar no quintal e ver as crianças brincarem, particularmente com alguém ao meu lado. Anna, na maioria das vezes.
"Esta parte é boa," Anna me disse.
Eu assenti tranquilamente sob o sol poente que se esvaía. Peguei a mão de Anna e entrelacei nossos dedos. "É mesmo."
"Ninguém nunca explicou como é difícil criar filhos. Por que é assim?"
"Não sei," eu respondi honestamente. "Mas tudo parece bem quando você está por perto."
"É. É, o mesmo." Anna suspirou e se inclinou contra mim. "Eu só quero pegar esses momentos lindos e pacíficos e--"
Ela foi interrompida por um grito alto vindo do quintal. Nós dois gememos simultaneamente.
"Blargh. Quem é?" Anna perguntou.
"Não dá para saber."
"Acho que eu devia ir ver."
"Não, você fica. Eu resolvo."
Foi um esforço me afastar de Anna. Mas ela ainda estaria lá quando eu lidasse com qualquer tragédia menor que sem dúvida tinha acabado de ocorrer entre as crianças. Eu olhei para trás por cima do ombro para ela enquanto saía, e o sorriso suave e radiante que ela ainda guardava para mim fazia tudo parecer tão incrivelmente bom.