Traído – Parte 01
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Sentado sozinho num banco do parque, Samuel Matthew tomava seu terceiro café do dia. Ele estava estressado com os trabalhos da faculdade e, mais importante, com sua família. Era seu aniversário de 19 anos e, exceto por alguns desejos de feliz aniversário meia-boca de alguns colegas, seu dia não teve nada de especial. Sua família deveria ter chegado à churrascaria uma hora atrás. Devem ter esquecido desde a semana passada, pensou consigo mesmo. Já fazia vários anos que ele sabia que sua família não o tratava como deveria. Bem, a maior parte da família não o tratava.
Seu pai, Brendan, sempre foi frio e distante com ele. Sua mãe, Brooke, e sua irmã mais velha, Amber (24), eram mais como colegas de quarto do que família. Amber até conversava com ele de vez em quando. Foram próximos durante a infância; ela se distanciou gradualmente dele desde que fez 16 anos. A mudança na mãe aconteceu mais ou menos na mesma época.
A única pessoa na família que realmente se importava com ele era sua outra irmã, Jesse (21). Ela sempre foi boa para ele e o ajudava o máximo que podia. Os dois tinham um vínculo especial e eram os melhores amigos um do outro. Ambos eram introvertidos, mas sempre se sentiam bem quando estavam juntos. Até onde ele sabia, ambos recebiam o mesmo tratamento dos outros membros. Ou pelo menos era o que ele pensava até o ano passado.
Mas ele não era um fracassado total. Tinha as melhores notas de toda a região. Já havia recebido ofertas de bolsa integral de muitas universidades por todo o país, algumas até com ajuda de custo para moradia. Mas ele já tinha decidido cursar a faculdade local, assim como suas irmãs, para ficar perto da família. Decidiu que seria melhor para ele.
Mesmo que sua família tivesse uma boa situação financeira, ele sempre sentiu que seus pais preferiam suas irmãs a ele. Então, começou a trabalhar meio período num escritório de advocacia como suporte de informática. Cuidava principalmente de problemas de software nos computadores e, assim, ganhava seu próprio dinheiro para não precisar depender da família para o que precisasse. Também havia juntado dinheiro suficiente para pagar a faculdade, já que seu pai se recusara a fazê-lo. Ele era um rato de computador e começou a aprender programação desde seu aniversário de 12 anos, quando sua avó lhe dera um computador de presente. Mas, apesar da forma como o tratavam, ele ainda amava sua família.
Ele também tinha uma namorada, Cassidy (21), com quem namorava havia dois anos. Cassidy foi sua primeira namorada; ele não sabia o que ela via nele.
Ela tinha 1,78 m, apenas alguns centímetros a menos que seu 1,83 m. Ele era magro e não tinha nada que se pudesse chamar de corpo sarado. Mas era bonito, e seu cabelo loiro cacheado combinava perfeitamente com seus olhos verdes. Mas não era nada comparado à gostosa que era Cassidy. Ela era curvilínea e, embora tivesse uma estrutura um pouco maior, era incrível. Seus seios 32D e coxas grossas faziam os caras babarem por ela. Tinha traços marcantes, lindos olhos negros e uma bunda de matar. Mesmo tendo uma gordurinha na barriga, isso não importava, pois seus peitos grandes e sua bunda enorme compensavam com sobras. Ela estava muito acima do nível de Sam. Ele a conheceu na festa de aniversário de Amber. Ela era da turma de Amber e se conheciam. Ela deu o número dela a ele e as coisas simplesmente se encaixaram entre eles. Ele a amava e o relacionamento parecia sério, embora nunca tivessem tido nenhum tipo de intimidade. Ela queria se manter 'pura' até se casarem. Ele não se importava, porém. Não a queria para sexo. Ficava feliz só de estar com ela e conversar sobre as coisas. No geral, achava que sua vida estava bem. Ah, se soubesse o que o destino lhe reservava.
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Ele começou a caminhar para casa. Aproximando-se da porta da frente, ouviu sons abafados vindos de dentro de casa. Otimista como era, pensou na hora que seus pais tinham lhe preparado uma festa surpresa. Mal sabia ele que a cena na sala mudaria sua vida para sempre.
Quando entrou, percebeu que os sons abafados eram gemidos. "Estranho", pensou. Lentamente, foi em direção à sala e o que viu o chocou profundamente.
Sua namorada, Cassidy, estava quicando no pau de seu pai enquanto Amber cavalgava no rosto dele. Seu tio Mike e seu avô Jacob faziam sexo duplo com sua mãe, e seu tio Jay recebia um boquete de sua irmã Jesse. Ele ficou chocado. Não conseguia acreditar que sua família fizesse esse tipo de atos vergonhosos em vez de comemorar seu aniversário. Um grito repentino da namorada o tirou do atordoamento. Seus dois tios, irmãos do seu pai, e o pai deles estavam lá e todos estavam aproveitando muito.
"Sim, Brendan, me dá esse pau gordo. Ai, Deus, você me preenche tão bem! Senti falta de todos os paus de vocês. A gente precisa fazer isso mais vezes", gritou Cassidy.
"Ai, papai, chupa minha boceta.", gemeu Amber.
Ele então ouviu seu tio dizer: "Por que você não transa com aquele garoto quando não estamos aqui?"
"Eu não transo com garotos. Só transo com homens de paus grandes e viris.", Cassidy deixou escapar.
"Então por que você não larga aquele coitado?", perguntou o pai de Sam, debaixo de Amber.
"Não vou. Ele é o cara mais nerd que já vi e sei que vai se dar bem na vida. Preciso do dinheiro dele. Aquele perdedor patético acha que sou virgem e estou me guardando para o casamento. O cérebro dele funciona como o de uma criança de cinco anos quando se trata de interagir com pessoas de verdade." A risadinha de Cassidy que se seguiu a essa frase rasgou o coração de Sam como uma adaga.
"Ele é um cara tão patético.", disse seu avô. Uma risada coletiva de todos foi ouvida, exceto de sua irmã e sua mãe, cujas bocas estavam ocupadas com outras coisas.
Eles mudaram de posição, e Cassidy agora fazia um boquete nos dois tios ao mesmo tempo. Ela colocou os dois na boca ao mesmo tempo e esfregou as pontas dos pênis um no outro até que gozassem em sua boca.
Enquanto isso, Brendan terminou de despejar sua carga dentro de Amber ao mesmo tempo em que seu avô Jacob gozava dentro de sua mãe Brooke. Ambos foram e se montaram no rosto de Jesse e liberaram o esperma em sua boca antes que ela começasse a lamber e chupar as bocetas deles. Ele viu Cassidy tentando deixar o pai e o avô dele duros de novo, chupando os dois novamente. Levou uns bons 10 minutos até que ficassem duros de novo.
"Agora usem meus dois buracos, Sr. Matthew e Sr. Matthew.", ele ouviu Cassidy dizer antes de rir, e em instantes, viu seu pai e seu avô enfiando os paus na boceta e no cu dela.
Seus tios agora fodiam sua irmã e sua mãe de quatro. As duas estavam de frente uma para a outra e começaram a se beijar. Jesse ficou sentada, olhando para o outro lado.
"E se ele encontrar outra garota disposta a dar para ele por dinheiro e ele te trocar por ela?", ele ouviu sua mãe dizer.
"Não vai. Ninguém vai querer tocar nele. Além disso, eu o tenho sob controle. Ele acha que eu o amo. E também tenho o pau do pai dele no meu cu, o que garante que ele não deixaria Sam me largar se quiser meu cu de novo. O Sr. Matthew fez aquele perdedor assinar e passar todos os direitos e dinheiro dele para ele mesmo.", ela disse entre gemidos.
Todos riram, exceto Jesse. Palavras como perdedor, cara triste, patético foram ouvidas.
"Talvez um dia eu o traga aqui. Ele poderia bater uma punheta com seu pintinho enquanto assiste homens de verdade me fodendo direito. Talvez, se ele for bonzinho, eu deixe ele lamber o esperma de vocês da minha boceta.", Cassidy disse com uma risada.
Sam recuou. Ele não tinha muita experiência, mas sabia que não era pequeno. Na verdade, achava que era maior do que qualquer um daqueles no quarto.
"Aposto que ele adoraria isso, não adoraria?", ele ouviu seu tio Mike dizer. Sam não aguentou mais. Começou a sair.
Todos disseram 'Sim'. De novo, Jesse ficou em silêncio. Ele notou que ela estava de shorts e não parecia interessada. Mas ele nem reparou direito.
Enquanto os gemidos e grunhidos deles enchiam a sala, ele estava em tormento. Não suportava mais ouvir ou ver aquela devassidão. Ele correu dali o mais rápido que pôde. Fechou a porta da frente atrás de si, mas duvidava que pudessem ouvi-lo por causa dos próprios sons de prazer. Correu e correu sem olhar para trás. Sua mente estava a mil por hora. Ele não sabia o que fazer. Tudo estava desabando ao seu redor.
Por que eles fizeram aquele tipo de coisa? Será que Cassidy, na verdade, nunca o amou? Sua família se importava tão pouco com ele que decidiram ficar em casa se comendo em vez de comemorar com ele? Será que as tias dele sabiam das ações dos maridos? E a avó dele, sabia?
Ele tinha tantas perguntas, mas nenhuma resposta. Mas uma coisa era clara: ele não queria mais nada com eles. Ele perdeu Cassidy e Jesse, as duas pessoas que fingiam se importar com ele, embora estivesse muito mais magoado com Jesse. Por fim, parou na área arborizada do parque, onde tinha certeza de que estava sozinho. Sentou no chão duro, olhando para o céu claro na noite fria; sua mente um caos. Seu coração estava partido. Ele até vomitou duas vezes. Então um tsunami de emoções o atingiu. Raiva, nojo, ódio, mágoa, mas acima de tudo, humilhação. Sua namorada abertamente zombara dele, e todos os caras riram e participaram. Até sua mãe riu e Amber deu risadinhas também. Jesse foi a única pessoa que não esboçou um sorriso. Ele tentou se recompor e teve certo sucesso, mas as lágrimas não pararam de cair de seus olhos.
Ele pensou no que faria. Sabia que não podia fugir, já que estava sob total controle do pai. Sabia que precisava da permissão dos pais para ser aceito numa faculdade também. Ele não ia destruir sua própria carreira por causa do que fizeram. Tampouco queria estar nem perto daquela gente. Não sabia o que fazer. Ele estava tirando um ano de folga para seu curso de informática e para relaxar antes de ir para a faculdade.
Também se lembrou de que seu pai o fizera assinar um acordo que lhe dava a custódia de Sam e controle sobre suas contas bancárias e decisões legais. Ele se amaldiçoou por ter sido tão estúpido a ponto de assinar aquele documento. Ele achava que, por baixo da fachada dura do pai, ele devia amá-lo. Agora percebia que o fez assinar aquele acordo no seu aniversário de 18 anos não para protegê-lo, mas para obter controle sobre ele e seu dinheiro.
Não só isso, ele sabia que precisava da faculdade para conseguir um bom emprego e não ser como Amber, que mal passava de ano e não tinha nada no futuro próximo.
Ele pensou muito. Queria se libertar deles. Também queria feri-los por tê-lo traído. Pensou no que poderia fazer, mas nada lhe veio à mente. Contar para as tias e a avó só as destruiria e despedaçaria a família. Ele não queria que elas sofressem. Sabia que não podia ir à polícia denunciar nada, pois não tinha provas e seu pai era o melhor amigo do comissário também. Não conseguia encontrar uma saída para aquilo.
Ele estava uma bagunça de emoções e pensamentos quando seu telefone tocou no bolso. 'Vai se foder', pensou e ignorou a chamada da mãe. Alguns minutos depois, tocou de novo. Ele ignorou. Teve vontade de jogar o telefone nas pedras, mas decidiu o contrário. Sabia que o comprara com seu próprio dinheiro e não queria desperdiçá-lo. Então, finalmente atendeu.
"Que porra você quer??", ele cuspiu no telefone.
"Bem, olá pra você também, maninho!", sua irmã disse alegremente.
"Por que você me ligou?", Sam perguntou.
"A mãe quer saber onde você está. É tarde e está muito frio lá fora", ela perguntou um pouco surpresa com a raiva do irmão.
"Diga a ela que não é da conta dela onde estou e que ela não precisa fingir que se importa", ele disse ao telefone.
Amber ficou claramente surpresa ao ouvi-lo gritar. Não era típico dele. Ele era uma pessoa doce. Mesmo assim, ela não deu muita importância, ainda alegre pela excelente foda que recebera dos quatro paus na sala de casa.
"Sam, por que você não está em casa? É muito tarde. Isso não é coisa sua.", ele ouviu a mãe dizer depois que ela arrancou o telefone das mãos da filha.
"Por que você se importa?", Sam disse secamente.
"Porque estou preocupada com você, querido. É quase meia-noite. Está muito frio lá fora", Brooke disse.
"Não me importo. Eu vou quando quiser."
"Samuel Matthew, você vai voltar para casa agora mesmo.", Brooke disse, sentindo a raiva aumentar.
"Jesus, cala a boca. Já estou indo. Não precisa se descabelar."
Brooke ficou chocada com a mudança no comportamento de Sam. Ele falou rudemente com qualquer um da família.
"O que aconteceu, querido? Por que você está falando assim?", ela perguntou.
"Hmph", foi tudo o que ele disse antes de desligar e começar a voltar para casa. Não era mais o lar acolhedor e amoroso para ele. Para ele, era um lugar frio que ele odiava.
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Ele entrou em casa pouco mais de 20 minutos depois de desligar. Viu sua mãe e Amber na cozinha conversando e decidiu se refugiar no conforto de sua própria cama, provavelmente o único lugar onde sua família incestuosa ainda não tinha transado.
"Olá, baixinho. Onde você esteve até essa hora?", Amber perguntou. Baixinho era o apelido de Sam por causa de seu corpo acima do peso e músculos inexistentes. Ele tinha exatamente 1,83 m, mas toda a gordura que cobria seu corpo o fazia parecer mais baixo do que realmente era.
"É, querido. Onde você estava?", Brooke perguntou ao filho enquanto se inclinava para abraçá-lo, como de costume. Ela se surpreendeu quando ele se afastou. Ele sempre era o que a cumprimentava assim. Mas aquele não era o menino doce que ela conhecia.
"Não é da sua conta. Não finjam que se importam comigo.", Sam disse friamente. Ele não queria nada com elas.
A visão delas transando estava gravada em sua mente. Ele nunca tinha visto nenhuma garota nua na vida real e não pôde deixar de notar que sua mãe e irmãs tinham corpos bonitos. Como ele soube mais tarde, sua mãe Brooke tinha seios naturais enormes, tamanho 32EE, com grandes mamilos marrons e uma bunda carnuda. Amber também se parecia muito com a mãe. Ela tinha seios 30DD com botões rosados e uma bunda grande e carnuda para combinar. Jesse, por outro lado, não era como a mãe. Tinha bem menos curvas e seus seios 28C não chegavam nem perto dos seios das outras da família. Mas ela gostava assim. Ainda eram bem grandes para sua estrutura magra, e seus mamilos invertidos também pareciam fofos para ela. Ela também tinha um bumbum redondinho e empinado de dar inveja.
Sam lembrou que sua irmã Jesse foi a única pessoa naquela orgia nojenta que estava de shorts.
"Samuel!! Que comportamento é esse? Você não fala com sua mãe desse jeito.", sua mãe rosnou.
"Como mais eu deveria falar com uma mãe fracassada?", Sam disse no mesmo tom alto. Sua cabeça virou para a esquerda ao sentir o ardor da bofetada da mãe em sua bochecha.
"SAMUEL! COMO VOCÊ OUSA FALAR COMIGO ASSIM?", Brooke gritou.
Samuel apenas sorriu com desdém e começou a se dirigir ao seu quarto.
"Sam, volte aqui, peça desculpas e me diga onde você esteve, ou pode esquecer o jantar hoje.", ele ouviu a mãe gritar atrás dele.
"Não preciso de nada de você. Cala a boca e me deixa em paz.", Sam disse de forma displicente, sabendo que podia comer algumas das conservas que tinha no quarto.
"O que deu naquele garoto?", Brendan perguntou à esposa, tendo ouvido tudo do escritório.
"Não faço ideia."
"Devo ir falar com ele?", Brendan perguntou.
"Duvido que ele te conte alguma coisa. Ele parece estar de péssimo humor.", Amber disse depois que seu pai deu um tapa na bunda dela enquanto beijava sua mãe.
"Tudo bem.", Brendan disse, sem realmente se importar com seu filho mais novo. Ele foi uma gravidez acidental e era apenas um estorvo para sua 'diversão'. Mas ele não ia expulsá-lo nem deixá-lo se mudar, já que ele entregou todo o seu dinheiro ao seu controle e também tinha um futuro brilhante. Decidiu que deixá-lo ficar não era nada comparado ao retorno que teria.
"Mas-"
“Não se preocupe, mãe, eu vou falar com ele depois do jantar.” Amber disse para a mãe. Ela queria dar um espaço para ele. Ela o amava muito e não queria machucá-lo.
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Assim que abriu a porta, sentiu um par de seios nas costas e braços no peito. Virou-se para perceber que era Jesse quem o abraçava.
“Feliz aniversário, Sammy!” Jesse quase gritou. Só ela tinha permissão para chamá-lo de Sammy. Todos os outros recebiam olhares duros e palavras amargas.
Sam ficou feliz por ela não ter esquecido seu aniversário e estava quase rindo e abraçando a irmã quando viu o rosto dela e lembrou do que vira algumas horas antes.
Proferiu um ‘Obrigado’ da melhor forma que conseguiu, sem deixar o ódio que sentia por todos escorrer nas palavras.
“Comprei um presente para você!” Jesse disse, entregando-lhe o processador de computador mais recente que ele queria muito havia meses. Mas o pai não permitia que ele comprasse.
Não era incomum ela ficar no quarto dele enquanto cada um fazia suas coisas. Eles eram muito próximos e sabiam tudo um do outro. Ela o vira olhando esse processador e decidiu comprá-lo para ele.
Ela ficou realmente surpresa quando Sam disse friamente: “Não quero isso. Você pode devolver. Posso te pagar se você perder valor na devolução.”
“Mas-mas, eu sei que você queria.”
“Não de você.”
“O que aconteceu com você, Sammy? Eu-eu fiz alguma coisa?” ela perguntou, entrando no quarto dele e fechando a porta atrás de si. Ela o conhecia melhor do que ninguém no mundo, e esse comportamento não era nem um pouco normal.
Sam apenas bufou: “Por que você está aqui?”
“Só estou passando um tempo aqui com você. Algum problema nisso?” ela disse, preocupada com o motivo de o irmão estar agindo tão mal. Ele sempre deixava que ela ficasse com ele. Na verdade, ela passava mais tempo no quarto dele do que no próprio. Várias vezes, até dormia no quarto dele, na cama vazia do beliche.
“Sim. Quero ficar sozinho. E gostaria de pedir que você pare de ficar perto de mim ou do meu quarto.”
“Mas-”
“Saia”, ele disse, segurando a porta aberta para ela. Desesperadamente, queria apenas abraçá-la e consolá-la quando a viu começar a chorar, mas as imagens de algumas horas atrás ainda estavam frescas em sua mente.
“O que acontec-”
Ela nem conseguiu terminar a pergunta quando Sam fechou a porta na cara dela. Ela sentiu lágrimas quentes escorrendo pelo rosto enquanto começava a chorar na frente da porta dele.
“Ei. O que aconteceu? Por que você está chorando?” Amber perguntou, envolvendo a irmã mais nova nos braços enquanto ela soluçava.
“O que eu fiz? Comprei um presente para ele e ele nem aceitou. Ele... nem quer mais... quer ficar perto de mim. Ele está sendo tão frio.” Ela disse entre soluços. Estava realmente magoada com o comportamento dele, pois o amava mais do que tudo. Tinha decidido fazer sua jogada para seduzi-lo hoje, no aniversário dele, mas agora isso parecia impossível. Algo o estava incomodando, e ela não gostava da ideia de ser a causa disso.
“Shhh. Não leve isso a sério. Ele só está chateado com alguma coisa. Logo voltará ao normal. Vou falar com ele depois.” Ela encorajou a irmã.
Sam decidiu que precisava de um cigarro e do calor da cama. Não era fumante. Ainda tinha 2 cigarros do maço de 10 que comprara havia mais de um ano. Fumava apenas quando estava estressado, e o que acontecera hoje realmente se qualificava como estressante.
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“Sam, o jantar está pronto. Você pode comer um pouco.” Brooke gritou na direção do quarto dele. Sentia-se um pouco culpada pela forma como tratava o filho. Ele fora um erro, mas isso não significava que não o amasse; ela o amava. Ele era seu filho, afinal. Sempre fora um bom garoto e tirava boas notas. Apesar disso, ela nunca conseguira se vincular a ele adequadamente e achava que ele também não se importava. Contentava-se com o fato de ele não bisbilhotar; ficava no quarto com o computador, para que ela pudesse ter sua ‘diversão’ com os membros da família quando as meninas estavam na escola e ele não.
Sem resposta.
Ela gritou novamente, mais alto dessa vez.
Ainda sem resposta.
Ela subiu para chamá-lo, pensando que ele não conseguia ouvi-la por estar no outro canto da casa.
Passou pelos dois quartos de hóspedes, um de frente para o outro, e bateu na porta de Sam, que ficava no final do corredor. Em frente ao dele, ficava o quarto da irmã Jesse.
Ela bateu lá também.
“O quêêê?”
“Desça e jante, querido.”
“O que aconteceu com eu não jantar hoje?”
“Decidi deixar você comer. Desculpe por ter gritado com você. Agora venha comer.”
Assim que terminou de falar, Jesse saiu do quarto com os olhos vermelhos. Ela certamente tinha chorado até cansar. Desceu as escadas antes que Brooke pudesse dizer uma palavra.
“Não. Não quero.” Sam finalmente disse alguns momentos depois. Não sentia vontade de comer nem de fazer nada com sua família pervertida.
“Ok, bebê. Vou deixar um pouco na geladeira, caso você queira.” A mãe disse e saiu com um suspiro ao não obter resposta dele.
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Na manhã seguinte, Sam levantou às 6, uma hora mais cedo do que de costume. Quase não dormira na noite anterior e vomitara algumas vezes.
Decidiu tomar uma xícara de café antes de fazer qualquer coisa e foi para a cozinha.
Ao passar pelo quarto dos pais, ouviu ruídos de rangidos vindos de lá. Sentiu-se enojado e foi direto para a cozinha pegar um café, sentando-se para bebê-lo.
Estava na segunda xícara quando sua irmã mais velha, a mãe e o pai entraram na cozinha.
“Oh! Não percebi que você estava aqui. Você geralmente não acorda antes das 7.” disse Brooke.
“Não preciso da sua permissão para acordar agora, preciso?”
“Não, mas só estou perguntando se algo está errado.”
“Não é nada com que vocês queiram se preocupar.”
“Por que você está agindo tão frio conosco? Você nunca foi assim.”
“Oh! Diga-me, desde quando vocês sabem o que eu faço ou como é minha vida? Diga-me qual é meu filme favorito? Quantos amigos eu tenho? Ou que romance estou lendo?”
Todos os três ficaram em silêncio.
“Sim. Era o que eu esperava.”
“Matrix, Zero e O monge que vendeu sua Ferrari.” Jesse surgiu das escadas, surpreendendo a todos.
“Estou certo, não estou?”
“Sim”, Sam murmurou. Sabia que Jesse saberia, mas não contava que ela lhe desse atenção.
“Olha, Sam”, a mãe começou, “eu sei que não somos muito próximos e não passamos muito tempo juntos, mas isso pode mudar. Você não precisa agir assim.”
“Sim, é isso que me incomoda. Bom trabalho, Sherlock.” Sam disse sarcasticamente.
“Na verdade, fo-” Jesse estava prestes a contar como tinham esquecido o aniversário dele, mas foi interrompida pelo olhar de reprovação que ele lhe lançou. Ela conhecia bem esse olhar. Ele o usava quando ela fazia algo que ele não queria que ela fizesse.
Ela então apenas assentiu e foi para a cafeteira, e Sam subiu para o quarto. Seus olhos vermelhos eram prova de que ela estivera chorando. Sam se perguntou por que ela estava agindo assim. Pelo que vira ontem, acreditava que ela realmente não se importava e estava apenas fingindo.
Pensou que conseguiria lidar com seus sentimentos. Sempre fora bom em esconder suas emoções de todos, exceto de Jesse. Mas isso era diferente. A mistura de emoções que passavam por sua mente era maior do que ele podia esconder. Sabia que precisava sair dali, e rápido. Não podia fugir. Então, passou o dia todo no quarto. Passou metade do tempo praticando codificação e o resto elaborando seu plano para se afastar deles. Fugir estava fora de questão enquanto não conseguisse acessar o dinheiro que ganhara e mantinha guardado para a faculdade. Não teria permissão para morar nas muitas propriedades que a família possuía. Isso apenas levantaria suspeitas sobre ele.
Estava deitado na cama quando a porta se abriu. Instantaneamente, soube que não era Jesse, pois ela viera várias vezes ao longo do dia e sempre batia. Embora ele se recusasse a deixá-la entrar todas as vezes, sabia que ela era inteligente o suficiente para não arrumar briga com ele entrando sem bater.
“Oi”, Amber disse fracamente.
“Você não sabe bater?”
“Você teria me deixado entrar se eu batesse?”
“Não.”
“Por isso não bati.”
Foi naquela manhã que ela percebeu como se distanciara do irmão nos últimos anos. Ela o amava, mas sabia que estivera ocupada demais se ‘divertindo’ e não lhe dera atenção. Achava que ele acabaria se juntando a eles e então ela poderia estar próxima dele novamente.
“O que você precisa?” Sam disse irritado. Ela estava invadindo seu espaço pessoal. Até ontem, esse espaço não existia, mas hoje era de uns bons 3 metros, e ele estava irritado por ela estar entrando nele.
“Fiz chocolate quente para você.” Ela disse, colocando a xícara na mesa dele.
“Obrigado, mas eu não precisava.”
“Você não precisava, mas eu queria fazer para você. Você está claramente magoado com alguma coisa. Eu esperava que pudéssemos conversar sobre isso.”
“Você não precisa fingir que se importa comigo. Estou no meio de algo e você deveria sair agora.”
“Ok. Agora eu sei que fiz alguma coisa. Fale comigo, pequenininho. Diga-me o que eu fiz de errado.” Ela pediu.
“Isso é para eu saber e para você descobrir sozinha. Agora saia antes que eu mesma a empurre para fora.”
“Ok. Ok. Apenas se acalme. Podemos conversar quando você se acalmar.” Ela não sabia como lidar com ele naquele momento e pensou em falar com Jesse para entender as coisas. A ideia de ele tê-los flagrado durante uma das orgias que faziam ou com os pais nem passou por sua cabeça, pois ela os observava fazer isso desde que entrara no quarto deles no seu 17º aniversário e se juntara a eles quando fez 18. Achava que eles se escondiam muito bem e ninguém poderia pegá-los. Pensou que talvez fosse algo com Cassidy.
Ela se virou e foi para o quarto de Jesse falar com ela.
“Ei, Jesse, posso entrar?” Amber perguntou.
“Sim”, Jesse disse em voz baixa. Nem uma vez na vida Sam a ignorara ou a tratara mal. Eles tinham um vínculo especial. Raramente brigavam. Mesmo quando brigavam, sempre resolviam conversando. Isso era muito estranho e a estava machucando.
“Você está bem? Parece triste.”
“É só... o Sam. Nunca tivemos uma briga tão grande assim e ele não falou comigo o dia todo.” Jesse disse. Sua voz mal passava de um sussurro.
“Eu já te disse. Não é você. Deve ser algo com a Cassidy.”
“Eu não gosto daquela vadia. Ela trai o Sam e depois finge que o ama. Ela não o merece.”
“Eu sei, irmã. Mas você não precisa chorar por isso. Tenho certeza de que ele ficará melhor em um ou dois dias.”
“Espero que sim.”
“Agora, vamos. Anime-se. Venha jantar.”
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1 hora depois...
“Oh, sim, papai. Me fode. Mais forte. Mais fooorte!! Isssooo.” Amber gritou enquanto o pai terminava de descarregar dentro dela, enquanto Jesse levava a mãe ao terceiro orgasmo com a língua.
O pau de Brendan saltou para fora da boceta de Amber, seguido por um filete de seu esperma.
“Limpe-nos, Jesse.”
“Pai, realmente não estou com vontade de fazer muito hoje. Estou de mau humor.” Jesse sussurrou.
“Você conhece o acordo que fez, querida.” Brendan disse com um sorriso malicioso nos lábios.
“Sim, pai.” Jesse suspirou e começou a limpar o pau do pai, lambendo o sêmen, e depois passou a lamber e limpar a gozada de dentro da boceta de Amber, enquanto ela gemia e a língua habilidosa de Jesse a levava a outro orgasmo.
Depois de um tempo, eles arfaram e Brendan anunciou: “Acho que é tudo que podemos aguentar esta noite. Vamos dormir.”
Jesse obedeceu rapidamente e foi para o quarto pensar em Sam, enquanto Amber e Brooke reclamavam. Queriam mais orgasmos.
“Vocês duas podem transar uma com a outra ou algo assim. Não me importo. Quero dormir.” Brendan disse e foi para a cama.
Ao mesmo tempo, Sam tentava dormir, mas os pensamentos não saíam de sua mente. Não sabia o que faria. Claramente, não estava no controle de suas emoções e sabia que precisava sair dali. A outra parte estava ocupada com pensamentos sobre sua irmã Jesse. Ela parecia genuinamente magoada, e ele sabia que ela estivera chorando. Ela sempre tivera total controle de suas emoções. Nunca chorava. Ninguém jamais a vira chorar, exceto ele. Isso o fez pensar que talvez ela realmente se importasse com ele, ou talvez estivesse fingindo. Ele tendia para a primeira opção, pois, se ela realmente se importasse, teria contado a ele sobre a namorada infiel.
Depois de cerca de 2 horas de brainstorming, encontrou sua solução. Teria de aguentar até encontrar um jeito de recuperar seu dinheiro do pai e começar a ganhar mais, para poder se sustentar longe de casa, e a maioria das áreas próximas às melhores universidades são muito caras. Não podia ficar em dormitórios, pois parecia perder a cabeça se alguém, exceto Jesse, estivesse em seu quarto enquanto estudava ou trabalhava.
Também precisava deixar a família e ficar longe, por algum tempo, pelo menos, se não permanentemente. Temia tomar uma atitude precipitada e prejudicar seu próprio futuro. Foi quando se lembrou da avó. Não aquela com o marido infiel, mas a mãe de sua mãe. Fora ela quem comprara o computador para ele e parecia amá-lo genuinamente. Mas ela não tinha um bom relacionamento com os pais dele e se mudara para uma casa na Índia depois de ganhar na loteria. Ela o amava e sempre o mimava, e ele sabia, pelas ligações regulares, que ela ainda o fazia. Embora limitadas, suas conversas eram divertidas e interessantes. Ele também sabia que o relacionamento dela com a mãe melhorara um pouco e que ele poderia passar um tempo com ela na casa dela. Só precisava convencer os pais a deixá-lo ficar lá por algum tempo.
Então, adormeceu depois de calcular seus passos e estava esperançoso de que teria sucesso.
Acordou às 6h30 e pôs seu plano em ação. Teria de fazer sua mãe se sentir culpada e também dar algum incentivo ao pai. Mas, primeiro, precisava saber se sua irmã realmente se importava com ele ou estivera mentindo o tempo todo.
Levantou-se e foi até a porta dela, que estava entreaberta, e então ele viu. Sua irmã estava na cama. Nua. A visão era verdadeiramente celestial. Com a blusa enrolada no pescoço e o pijama perto dos joelhos. Ela era realmente linda e tinha um corpo incrível. Ele não notara antes porque era um bom irmão, mas agora estava claro. Não era um tarado e não estava nem um pouco interessado em ver a garota gostosa se masturbando. Estava prestes a sair quando a ouviu sibilar: “MERDA! Não consigo nem gozar agora. Porra!” Sua atenção foi capturada. Não sabia o que pensar daquilo e apenas ficou parado, repassando a frase dela, até vê-la puxar as roupas para baixo, virar-se e soluçar. Ele sentiu pena dela, mas precisava cuidar de suas próprias coisas primeiro. Não ia ser feito de idiota novamente e ser manipulado.
Desceu e pegou seu café de sempre. Pegou o café e decidiu bebê-lo no quarto, e foi então que a ouviu chorando quase alto demais. Ele simplesmente não suportava. Mesmo que não confiasse nela, sabia que ela não chorava e devia estar muito séria sobre algo. Então, ficou parado na porta do quarto dela e bateu. Ela se assustou e enfiou o que segurava na mão na gaveta, olhando nos olhos dele. Ela sabia que, não importava o que acontecesse, ele não podia vê-la chorar. Embora nunca tivesse tirado proveito desse enorme controle que tinha sobre ele.
“Oi”, ele disse, segurando as próprias lágrimas. A visão de Jesse visivelmente perturbada o estava matando.
“Sammy, o que você está fazendo aqui?” ela disse fungando e limpando as lágrimas do rosto.
“Me preocupando com o motivo de minha linda irmã estar chorando.” Ele disse casualmente.
“ENTÃO, isso significa que você está falando comigo de novo?” ela perguntou com esperança.
“Depende.”
“De quê? Diga-me. Eu faria qualquer coisa. Apenas fale comigo. Por favor.”
“Ok. Primeiro de tudo, você precisa se acalmar. E depois responder às minhas perguntas.”
“C-certo”, ela disse, recuperando o controle de si mesma.
Ele lhe entregou seu café, esperando que ajudasse. O coração dela palpitou com esse gesto doce. Mesmo estando chateado, ele estava cuidando dela.
“Então, o que você quer perguntar?” ela disse depois de tomar um gole da caneca.
— Você acha que eu te conto cada detalhe da minha vida? — Sam perguntou. Ele não ia confrontá-la para que ela desse alguma desculpa. Só precisava saber se ela era honesta com ele.
— Não acho, tenho certeza. — ela disse com confiança.
— Você faz o mesmo?
Ela queria dizer que sim, mas não conseguiu se forçar a fazer isso enquanto olhava para ele encarando seus olhos azuis. Ele não fazia ideia do poder que tinha sobre a irmã.
— Não. — ela sussurrou, incapaz de mentir naquele momento. — O que você sabe que eu estou escondendo?
— Não sei. Só queria saber se você fazia ou não.
— Bem, também odeio fazer isso.
— Pode me dizer por que você faz isso então? — Sam perguntou. 'Pelo menos ela é honesta comigo', pensou.
— Só estou tentando te proteger.
— Tudo bem, não vou perguntar o que você está escondendo — ele sabia exatamente o que era e acreditou nela —, mas tome cuidado, ok? E não chore. Não suporto ver você chorar.
— Isso significa que estamos nos falando de novo?
— Sim. Mas ainda preciso de um tempo sozinho para organizar minha cabeça. — Ele não estava prestes a perdoá-la pelo que fez, mas pelo menos ela se importava com ele, e isso bastava para que ele ficasse um pouco menos irritado com ela. Ela havia quebrado a promessa de contarem um ao outro a primeira experiência sexual e, mais importante, a confiança dele.
— Mas posso ficar no seu quarto como pagamento pelos dois dias de inferno que você me fez passar, né? — ela perguntou com um sorriso no rosto. Ela mesma estava surpresa com a capacidade do irmão de mudar seu humor em poucos instantes.
— Claro. Mas preciso de um favor seu. — Ele achou que essa seria a melhor forma de implementar seu plano.
— É só pedir.
— Quero que você lembre a mamãe de como eles esqueceram meu aniversário.
— Tá — ela disse, arrastando a palavra. — Mas por que você quer que eu faça isso? Achei que você não se importasse. — perguntou, confusa.
— Só faz. Depois me pergunta, crocodilo? — Depois me pergunta, crocodilo era o código secreto deles desde pequenos. Servia para avisar que a pessoa teria que fazer algo, sem fazer perguntas.
— Pode deixar. — Ela queria perguntar o que estava acontecendo nos últimos dois dias, mas sabia que não era a hora certa.
— E obrigado pelo chip. — ele disse, pegando a caixa embrulhada da mesa dela.
— De nada, querido irmão. — ela disse, lançando um sorriso genuíno.
Ele se virou e estava prestes a sair quando ela o chamou.
— Sammy? — ela disse, a voz quase inaudível.
— Sim?
— Eu te amo, você sabe disso, né?
— Sei, maninha, também te amo. — ele disse.
Ele soltou um grunhido quando ela de repente correu para ele e se jogou em seus braços. As mãos em volta do pescoço, pernas ao redor da cintura e o hálito quente no ouvido. Ele sentiu os seios grandes se esmagarem contra seu peito magro enquanto ela o abraçava mais apertado do que nunca.
— Da próxima vez que ficar bravo comigo, me fala e a gente conversa, ok? Não faça sua irmã mais velha passar por isso de novo ou ela vai te bater. Tá me ouvindo? — ela disse em lágrimas.
— Tá. Desculpa, mana. Agora me solta. — ele respondeu, dando um tapa na bunda dela e um beijo fraternal na bochecha.
Depois de alguns minutos, eles se separaram e Sam foi para o quarto, enquanto Jesse foi ao banheiro se masturbar. Aquele tapa a deixou tão molhada que estava pingando. Sam instalou os novos chips, usou um pouco e foi para a cama. Ele sabia que precisava da permissão dos pais para visitar a avó e planejava fazer isso na manhã seguinte. Então percebeu que nem tinha perguntado à avó se podia visitá-la. Ligou para ela e conversou por meia hora. Ela ficou feliz com a perspectiva de ele ir vê-la.
Ele foi dormir sem nem se dar ao trabalho de olhar as várias ligações perdidas e mensagens que recebeu da namorada. Ou ex-namorada, se dependesse dele.
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Sam acordou no dia seguinte tendo dormido melhor do que nos últimos dois dias.
Desceu para pegar seu café e encontrou a mãe e Amber olhando para ele preocupadas. Sam sabia que Jesse devia ter finalmente contado.
— Bom dia, Sam — as duas disseram em uníssono.
— Bom dia — Sam disse de forma distraída, mas sabia que aquilo ia acontecer do jeito que ele queria.
— Escuta, Sam. Sei que meio que esquecemos seu aniversário e estamos realmente arrependidas. Você tem todo direito de estar bravo, especialmente porque até lembrou a gente uma semana antes. — Brooke gaguejou nervosa.
— É, pequenininho. Eu também esqueci. Sinto muito. Por favor, perdoa sua irmã mais velha. — Amber entrou na conversa, esperando se aproximar dele.
— Então é isso? Vocês esqueceram meu aniversário e uma desculpa de trinta segundos resolve?
— Não, bebê. Não resolve, mas você precisa saber que sinto muito por ter esquecido. Eu estava com muita pressão do trabalho e trabalhei o dia inteiro.
'É, trabalhando como a puta da família', Sam pensou.
— Pequenininho, sinto muito, irmão. Eu estava estudando para uma prova naquele dia. Por favor, não pode ver no seu coração um jeito de nos perdoar? — Amber disse.
'Provas. Essa é sua melhor desculpa?' ele ficou tentado a dizer isso em voz alta, mas não disse.
— A gente faz qualquer coisa que você quiser. — Brooke exclamou. Amber torceu para que ele pedisse que se ajoelhassem e o chupassem ali mesmo, mas era só ilusão.
— Qualquer coisa? — Sam perguntou, arqueando uma sobrancelha, mas por dentro estava animado que seu plano pudesse funcionar.
— Sim, bebê. Qualquer coisa. — a mãe disse.
— Bem, não vejo minha avó há um tempão e também preciso de umas férias.
— Como assim, pequenininho? A vovó mora a uns dez quarteirões daqui. Você viu ela algumas semanas atrás. — Amber perguntou.
— Não estou falando da mãe do papai. Quero visitar a vovó Sally.
— Ah — foi tudo que Brooke conseguiu dizer. Ela não esperava que Sam quisesse ver a mãe dela. Eles eram próximos, mas a relação quase foi arruinada depois que ela se casou com Brendan, o namorado da faculdade. Ela tinha ajudado ele a conseguir um bom emprego e depois parou de falar com a mãe. Só quando Brooke deu à luz os primeiros netos ela os viu. Claro, estava melhor nos últimos anos e conversavam ao telefone uma semana sim, outra não, mas não sabia se a mãe iria querer ver o neto. Mesmo assim, ela topava se ajudasse o filho a voltar ao normal. Isso também poderia ajudar a reparar a relação com a mãe.
— O que você me diz? — a voz de Sam a tirou dos pensamentos.
— Se for isso que precisa para meu filho querido me perdoar, então você tem minha permissão. Mas lembre de pedir ao seu pai e à sua avó também.
— Tá. Obrigado, mãe.
Como se fosse ensaiado, Brendan chegou na cozinha para pegar o café.
— O que está acontecendo aqui? Está dando problemas para sua mãe e irmãs de novo, garoto? — a voz rouca soou quase como uma ameaça.
Sam não sabia por que, mas sempre teve medo do pai. Talvez fosse o fato de ele o castigar severamente por qualquer erro até bem na adolescência.
— Não, querido. A culpa é nossa. Ele estava bravo porque esquecemos o aniversário dele, e com razão. — Brooke disse.
— E daí? Quer dinheiro? Ou permissão para se embebedar e passar a noite com prostitutas? — Brendan cuspiu. Ele nem se deu ao trabalho de pedir desculpas por esquecer o aniversário. Sempre achou o filho feminino demais. Acreditava que homens deviam ser fortes e tomar o que quisessem. Para ele, controle era tudo e Sam nunca quis controle. Ele sempre se importou mais com os outros e era doce. Na cabeça dele, isso o tornava um bundão.
— Não, papai. Ele quer fazer uma viagem para visitar a vovó na Índia e precisa da sua permissão. — Amber disse, esperando que o pai a ouvisse.
— E o seu emprego naquela firma? — Brendan perguntou.
— Posso pedir licença ou arrumar outro quando voltar.
— Não vou te dar um centavo que não vou receber de volta. Você pode pagar sozinho ou me pagar depois. Está me entendendo, garoto? — Era o jeito de Brendan dizer que não dava a mínima, desde que recebesse o dinheiro.
— Não se preocupe, pai. A viagem se paga sozinha. Eu também ganharia experiência lá. Afinal, é o polo mundial de TI.
— Tá bom então. Não tenho problema nenhum com você indo. — Brendan disse como se não o afetasse, mas sorria por dentro. Isso lhe daria acesso a bocetas sem ter o filho rondando por perto o tempo todo. Talvez pudesse convencê-las a ficar nuas o tempo todo enquanto ele estivesse fora.
— Obrigado, pai. — Sam disse e se dirigiu ao quarto quando a mãe o abraçou e deu um beijo na bochecha. Era uma interação normal entre pais e filhos, mas enojou Sam. Ele achava a boca dela suja. Brooke, por outro lado, sentiu a boceta formigar com o cheiro masculino do filho. Ela raramente o abraçava e ele sempre usava colônia. Mas hoje ele veio sem tomar banho e o cheiro com feromônios fez a bucetinha dela melar.
— Sinto muito. Espero que me perdoe e desça para o café. Agora vai tomar banho. E é melhor ser rápido ou posso decidir te lavar eu mesma. — ela disse com um sorriso lascivo que Sam não percebeu.
Enquanto isso, Jesse só ouvia a conversa toda e se perguntava se Sam sabia das conversas dela com a vovó Sally. Mas deu o benefício da dúvida e deixou o assunto de lado.
Ele subiu, reservou passagens para o voo dois dias depois e foi escovar os dentes e tomar banho antes de descer para o café. Sabia que só precisava agir como o idiota que era até uns dias atrás para poder cair fora dali e tentar entender tudo aquilo.
O café da manhã em si foi muito estranho para ele. Normalmente, os pais e as irmãs só trocavam conversa fiada e ele ficava calado o tempo todo. Mas naquele dia, ele foi ativamente incluído na conversa. A mãe e as irmãs praticamente o forçaram a falar sobre computadores e programação, mesmo sabendo que elas não davam a mínima.
Ele achou que era só a culpa as levando à estranheza, então não pensou muito nisso.
Voltou para o quarto e passou o resto do dia lá. Fez o possível para se distrair do fato de que sua vida estava basicamente desmoronando e tudo que ele achava que sabia era mentira, jogando videogame no computador. Continuou praticando programação e aprendeu coisas novas pelo caminho.
Então Jesse veio passar um tempo com ele depois que voltou da faculdade. Ela perguntou por que de repente ele queria ir ver a avó e foi aí que ele percebeu que não fazia a menor ideia do motivo. Ele queria se afastar, mas não sabia como ficar com a avó o ajudaria a lidar com tudo aquilo. Mas por fim, deixou os pensamentos de lado e simplesmente deixou as coisas seguirem o rumo. Ele conversou amenidades com Jesse. Nada como antes daquele dia fatídico, mas ainda era uma grande melhora em relação aos últimos dias. E ela ficou satisfeita com isso. Depois que ela saiu, Sam finalmente descansou bem. Foi a primeira noite desde aquele dia em que não viu toda a família se fodendo de maneiras inimagináveis nos sonhos. Nem precisou acordar no meio da madrugada com pesadelos.
Enquanto isso, a irmã Amber passou a noite toda no quarto de Jesse. Conversaram a noite inteira sobre Sam.
Amber tinha parado de correr atrás do irmãozinho quando tinha uns 16 anos e começou a receber mais atenção dos garotos da escola. Com o tempo, ela se afastou dele por causa das próprias ações. Só quando fez 18 anos se viu entregando o cabaço ao pai. O cabaço que ela sempre quis que Sam tirasse. Dali em diante, a relação dela com o irmão foi ladeira abaixo. Ela o ignorava e as ofertas de passar tempo juntos. Evitava falar com ele e passava mais tempo sendo passada de mão em mão como uma puta pelos familiares. O pai a fez acreditar que a amava e ela se entregou a ele.
Mas, ao contrário dela, Jesse ainda era basicamente obcecada por Sam. Ela o amava e o seguia o máximo que podia sem ser assustadora. Cuidava dele e ele fazia o mesmo. Passavam várias horas juntos todos os dias e eram melhores amigos. Fumaram juntos pela primeira vez. Foram o primeiro beijo um do outro (aconteceu quando ela tinha 15 e ele 13). Saíram nos primeiros encontros de 'treino' um com o outro. Ela nunca deixou de amá-lo. Há muito o considerava namorado, embora Sam não fizesse ideia. Quando Sam encontrou Cassidy, ela ficou de coração partido. Mas depois de saber a verdade, tinha esperança.
O comportamento incomum de Sam e a falta de contato fizeram Amber perceber o quanto estava fria e distante com ele. Percebeu que suas ações tinham danificado muito o relacionamento. Talvez além de qualquer reparo. Mas ela tinha que tentar. Por isso passou a noite toda com Jesse, para saber o que o amado irmãozinho tinha feito nos últimos anos.
Depois de apenas duas horas de conversa, percebeu o quanto tinha perdido da vida dele. Não esteve lá para o primeiro encontro, nem o primeiro beijo. Mas ele era virgem, como Jesse contou e ela não tinha motivo para duvidar. Jesse falava sobre Sam com uma paixão que Amber nem achava possível. Amber basicamente o seguia, não de um jeito sexual assustador, mas de um jeito amoroso e carinhoso.
Conforme a noite avançava, as duas se viram na cama de Jesse, agarradinhas. Falar sobre o irmãozinho as deixou molhadas e excitadas. Depois de uns beijos ocasionais nos lábios e uma sessão de amassos quente, Jesse ficou entre as pernas de Amber e estava lambendo a boceta dela enquanto enfiava os dedos na própria buceta. Mas dessa vez Amber estava fantasiando que era Sam entre suas pernas. Imaginava que era a língua dele fazendo maravilhas na sua boceta molhada e babada. Foi a primeira vez que Amber fantasiou com outra pessoa enquanto estava na cama com alguém. Isso, por sua vez, se tornou um dos maiores orgasmos que ela teve em muito tempo. Jesse, por outro lado, era tão apaixonada por ele que na maioria das vezes imaginava o rosto dele ao fazer qualquer coisa sexual. Os orgasmos dela eram muito mais intensos quando ela pensava nele.
Depois da sessão quente de sexo oral, Amber voltou para a cama e ficou pensando em como reparar a relação com o irmão. Achava que não seria difícil, pois Sam era uma alma feliz. Ele sempre a animava quando ela precisava e sempre queria fazer planos ou só passar tempo com ela. Só agora ela percebia o erro que cometera ao rejeitar todos os convites dele para cinema, caminhadas ou qualquer coisa que ele pedia para passarem tempo juntos. Ela se odiou por ser tão estúpida. Decidiu começar a passar muito mais tempo com ele. Mesmo que isso significasse diminuir o tempo dedicado a outras atividades sociais.
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Na manhã seguinte...
Sam não acordou no horário normal naquela manhã. A falta de sono dos últimos dias estava cobrando seu preço. Amber tinha acordado e feito o café da manhã do irmão, esperando ter uma conversa franca durante as panquecas e o café que preparara. Eram 7h30, meia hora depois do horário que ele costumava descer. Ela estava ficando nervosa quando a mãe entrou na cozinha usando o roupão preto que mostrava a linda bunda e os seios grandes com os mamilos duros roçando no tecido de cetim.
Amber ergueu uma sobrancelha ao ver que a mãe estava com maquiagem sensual, algo que só fazia quando tinham as orgias em família.
— Mãe, o tio Mike e o Jay vêm hoje? Achei que tínhamos combinado de não ter orgias até o Sam ir viajar. — ela perguntou confusa.
— Não, querida. Ninguém vem hoje. Só me vesti assim porque tive vontade.
— Tá — Amber disse arrastando a palavra. Mas não insistiu, pois tinha coisas mais urgentes na cabeça.
Quando o relógio bateu 8h, ela decidiu buscá-lo, caso estivesse pensando em pular o café e ficar no quarto.
Mas quando ela abriu a porta, teve uma surpresa para a qual não estava preparada. Ele estava dormindo na cama, deitado de costas, e o pau dele estava duro, apontando para cima debaixo do lençol. Era um volume enorme. Ela foi se aproximando devagar da cama depois de superar o choque inicial. Jogou o lençol para o lado e ficou em choque ao ver a barraca que se formava na calça dele. Na longa conversa com Jesse na noite anterior, ela perguntou se ela sabia o tamanho dele. Jesse disse que não espionava ele porque sentia amor, não apenas desejo sexual. Contou que ele dorme de cueca boxer e o pau está sempre mole quando acorda. Pelo menos era o que acontecia quando Jesse passava a noite no quarto dele.
Mas naquele dia, ele tinha uma ereção matinal completa que mal cabia na cueca boxer. Tinha pelo menos vinte e seis centímetros de comprimento e era bem grosso também. Ela ficou completamente chocada. Jamais imaginaria que o irmão mais novo fosse tão bem dotado. Era o maior que ela já tinha visto e ainda parecia que podia crescer mais um pouco se fosse estimulado o suficiente. Tinha uma leve curvatura para cima também. Era feito para fazer garotas babarem e gozarem sem parar.
'Talvez eu tenha que parar de chamar ele de pequenininho', ela riu por dentro. Queria pegar aquele pau enorme com as mãos e sentir, mas não quis arriscar. Abaixou-se para sentir o cheiro dele. Ele tinha um odor másculo. Havia uma mancha molhada na cueca boxer onde o pré-gozo tinha vazado. Ela cheirou e era viciante. Era muito forte e ela mal se conteve para não estuprar ele naquele exato momento. Saiu apressada do quarto e foi para o seu. Tirou o short e depois a calcinha, que estavam encharcados. Nunca tinha sentido tanto tesão. Estava literalmente pingando e pegou o vibrador novo que tinha comprado alguns dias antes. Decidiu estreá-lo e ele deslizou na buceta com facilidade. Ela se masturbou até ter três orgasmos maravilhosos pensando no irmão.
'Vou te chamar de Sam', sussurrou para o vibrador antes de limpar os próprios fluidos com a boca.
Sam acordou por volta das 8h15 e foi urinar. Foi quando percebeu que tinha acordado de pau duro. Geralmente não tinha ereção matinal porque sempre batia uma antes de dormir. Era como um ritual noturno para evitar o tesão de manhã, porque não queria que Jesse o visse de pau duro e pensasse que ele era um tarado. Mas nos últimos dias, ficou tão enojado com o que viu a família fazendo que nem pensou em se masturbar. Então quis resolver aquilo antes de descer para o café, colocou as duas mãos no pau, usou o pré-gozo como lubrificante e começou a se masturbar. Ele era o garoto acima do peso que tinha dificuldade de falar com garotas. Por isso, nenhuma garota jamais tinha visto o pênis dele e ele achava que tinha tamanho normal. Essa conclusão era baseada no conhecimento limitado sobre sexo que adquiriu, principalmente vendo pornô.
Ele não era um viciado em pornografia e definitivamente não agia como um adolescente cheio de hormônios, como era de se esperar. Tinha os impulsos sob controle e batia punheta só uma vez por dia. Não era como outros garotos da sala que passavam o dia inteiro se masturbando olhando para peitos de silicone e orgasmos falsos. Só se masturbava quando tinha uma ereção que o corpo o forçava a ter.
Isso sempre fazia com que ele jorrasse cargas enormes quando se masturbava. Naquele dia não foi exceção. Despejou a carga enorme no vaso sanitário, deu descarga e foi escovar os dentes e tomar banho.
Sem que ele soubesse, o pai também tinha acabado de gozar na boca de Amber, que engoliu a porra dele. Amber odiava fazer aquilo, no entanto. Achava o gosto horrível. Mas nunca recusava as ordens do papai. Foi ele quem tirou a virgindade dela e a treinou todos aqueles anos. Ele a manteve só para si por mais de seis meses antes de considerá-la pronta para ser compartilhada com os tios e o avô. Então, toda a experiência sexual dela se limitava à família. Ela não estava feliz com a forma como os parentes traíam os cônjuges, mas não fez muita oposição. Sabia que aquilo destruiria as tias, a avó e as duas primas se fosse descoberto. Mas o medo foi diminuindo conforme ela tinha mais encontros com a família. Ficou aliviada quando Jesse concordou em se juntar a eles e esperava o dia em que o irmão também o fizesse.
Depois de se vestir, Amber e Brooke foram para a cozinha, onde reaqueceram o café da manhã que Amber havia feito para Sam. Mas antes que Sam descesse, o pai chegou e começou a devorar tudo. Isso irritou Amber muito mais do que ela esperava. Ela acreditava que amava o papai, mas essa crença estava começando a vacilar desde que Sam parou de falar com ela. Mesmo assim, não disse nada.
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Os dois dias seguintes transcorreram como de costume. Ele manteve as aparências na frente dos pais, trocou apenas conversas triviais com Jesse e não falou com Amber quando estavam a sós.
Esse comportamento estava irritando Amber e Jesse. Mas Jesse decidiu dar um tempo para ele se acalmar e adiar o plano de seduzir o irmãozinho até ele voltar da viagem. Amber, por outro lado, não estava tão preocupada e deixou que ele viesse até ela por conta própria. Decidiu que, se ele não se apaixonasse pelo corpo peitudo dela, teria que resolver a situação com as próprias mãos. Afinal, ele tinha o pau perfeito e ela estava determinada a fazê-lo seu.
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Dia seguinte...
Cassidy era uma namorada muito possessiva e, mesmo traindo Sam quase dia sim, dia não, não queria que ele saísse por aí deixando outra garota masturbar o pau dele.
Ela estava acostumada a conseguir tudo o que queria desde a infância. Mas tudo foi por água abaixo quando o pai a flagrou com o professor enfiando o pau até o talo no cu dela. Alguns 'nota 10' custaram toda a família e o dinheiro deles também. Ela não era muito boa nos estudos e foi deserdada. Embora o pai tenha mostrado alguma misericórdia, não a tirou da escola e até criou um fundo fiduciário para pagar a faculdade, um carro e cerca de dois mil dólares de mesada pessoal. Mas tudo isso acabaria quando ela saísse da faculdade.
Por isso Sam era tão importante para ela. Ela tinha um plano e estava indo muito bem. Pelo menos era o que ela pensava. Ela se aproveitou da falta de confiança dele e entrou em um relacionamento bem sério com ele. Não sentia atração nenhuma por ele, mas sabia que um dia ele seria muito rico e então ela colheria as recompensas. Sabia que ele era apaixonado por ela e não correria para os braços de outra garota se ela não transasse com ele. Então ela também não transava com ele.
Ela já tinha pesquisado sobre a vida dele antes de 'acidentalmente' esbarrar nele na festa de aniversário de Amber. Conhecia todos os interesses dele e as notas impecáveis ao longo dos anos. Fazê-lo se apaixonar por ela foi bem fácil. Entrar na casa da família durante uma orgia foi apenas um bônus. Ela ganhou o apoio deles e não precisava se preocupar em encontrar paus para satisfazer seus desejos. Era uma situação ganha-ganha para todos.
Mas isso foi antes do comportamento dele na última semana. Ele estava ignorando as ligações e mensagens dela, e ela estava preocupada que outras garotas tivessem se aproveitado da frustração sexual dele. Sabia que ele era fácil de controlar. Não tinha intenção de deixá-lo ir, mesmo que ele a traísse, mas manter o controle sobre ele era muito importante para ela.
Sam estava sentado na cama lendo um livro, apoiado na janela, enquanto Jesse ouvia música no iPod, aninhada nele. O contato físico nunca foi um problema entre os dois irmãos. Eles frequentemente se abraçavam e se aninhavam um no outro e não achavam estranho. Os pais nunca disseram nada e eles se sentiam normais com aquilo. Muitas vezes faziam carinho enquanto cada um fazia suas próprias coisas. Sam nunca considerou essa conexão física como sexual e até achava tranquila.
Até Jesse não achava aquilo sexualmente excitante. Ela apenas sentia amor e paz nos braços dele.
Por volta das 11h da manhã, Jesse viu o carro de Cassidy encostar na entrada da garagem.
'Ei, sua namorada chegou', Jesse disse, tirando-o da visão de túnel. O rosto dela estava carrancudo e a voz carregada de amargura. Sam sempre achou aquilo estranho.
'Merda. Quem convidou ela?', Sam disse visivelmente irritado. Depois de todos os acontecimentos recentes, ele estava se sentindo mais focado e com a mente clara. Especialmente quando a irmã mais velha pressionava o corpo quente e apertado contra o dele e arrulhava sempre que ele passava a mão no cabelo dela.
'Achei que tinha sido você. Ela é sua namorada.'
'Não fui eu.'
'Deve ter sido Amber então.' 'A putinha deve ter vindo pegar a porra do papai da boceta da Amber', ela pensou.
'Não quero ver ela', ele disse e se desvencilhou da irmã, resmungando.
Ele sempre foi calmo e mantinha a cabeça fria, mas naquele momento não queria nada além de socar a cara de Cassidy com toda a força.
'Por quê?'
'Simplesmente não quero, porra', Sam sussurrou gritado.
'Tá bom. Tá bom. Acalme-se, Sammy. Se não quer ver ela, não precisa.'
'Amber já deixou ela entrar.'
'E daí? Você vai para o banheiro. Eu minto para ela se ela vier.'
'Obrigado, Jesse.'
'Sem problema.'
'Ei, Cassidy', Amber disse, dando um selinho rápido nos lábios dela.
'Ei, gostosa. Como você está?'
'Estou ótima. Então, o que a traz aqui? Sabe que o Sam está em casa hoje, então não pode chupar a porra do papai de dentro de mim, né?', ela perguntou, imaginando por que ela estava ali.
'Na verdade, vim ver o seu irmãozinho insignificante', Cassidy disse com um ar divertido no rosto. Amber não gostava muito da garota quando ela começou a participar das 'brincadeiras' da família. Odiava como ela falava mal do irmão e mentia para ele. Mas com o tempo, a safadeza e a habilidade com a língua dela a conquistaram.
'Por quê?'
'Isso é novidade. Talvez o baixinho finalmente tenha percebido quem essa vadia realmente é. Isso é bom para ele', Amber pensou. Mas ela esperava que não fosse o caso. Cassidy era uma puta completa e aguentava bem as fodas brutais de Brendan com relativa facilidade, o que era um pouco doloroso para ela. Além disso, ela tinha habilidades com a língua como ninguém que Amber conhecesse.
'Ele não está respondendo minhas mensagens e ligações', Cassidy disse.
'Estranho. Ele era louco por você. O que aconteceu?'
'Não faço ideia. Ele te falou alguma coisa?'
'Não. Mas ele estava bem puto na semana passada, no aniversário dele. Lembra? Foi a festa em que você estava fodendo todo mundo da minha família?', Amber disse, soando mais brincalhona do que sarcástica.
'Bem, eu mandei uma mensagem para ele naquela noite. Também mandei um nude. Olha', Cassidy disse, pegou o celular e mostrou o nude que enviou a ele, junto com todas as mensagens longas que tinha mandado.
'Ei!', Amber respondeu dando um empurrão de brincadeira. 'Dá para ver toda a porra escorrendo da sua boceta. Você acha que ele viu isso e percebeu que você estava traindo ele?'
'Não, acho que não. Ele nunca abriu nenhuma das minhas mensagens. E mesmo que visse, ele simplesmente ia gostar, sendo o corno que é, e me deixar fazer o que eu quisesse.'
'É. Talvez ele deixasse.'
'Então? O que mais pode ser?'
'Talvez ele estivesse esperando um boquete de aniversário ou uma foda da namorada leal', Amber sugeriu, fazendo aspas no ar com a palavra 'leal'.
'Não. Não vou tocar no pauzinho patético dele até ele me pagar uma grana absurda para isso.'
Amber riu daquilo. Mas então lembrou da manhã em que viu o que o irmãozinho dela tinha no meio das pernas e de repente sentiu vontade de defendê-lo. Pela primeira vez em anos, sentiu culpa real pela forma como falava e agia.
'Bem, você vai ter uma enorme surpresa', Amber disse, enfatizando a palavra 'enorme'. Ela sabia que a vadia ia pular em cima do namoradinho dela quando soubesse da novidade.
'NÃO. FODENDO. ACREDITO!!', Cassidy arfou quando Amber terminou de descrever o monstro que Sam estava guardando.
'É. Ele é grande assim. E cheio de veias também. Você tem sorte de ter achado ele primeiro. Se as garotas da escola soubessem o quão grande ele é, teria uma fila de bocetas na frente dele', Amber sussurrou, sentindo-se excitada e orgulhosa do pau magnífico do irmão mais novo.
'Bem, não posso perder meu namorado para outras vadias agora, posso? Vou lá foder com ele agora mesmo, se puder.'
'Não esqueça o nosso acordo!' 'Sim, sim. Vou dividir ele depois que tirar a virgindade e foder a cabeça dele.' E com isso, Cassidy subiu as escadas.
'Que porra está errada comigo? Tirar sarro do meu irmãozinho amoroso e gentil? O homem que eu amei por tantos anos? O homem que me salvou e está sempre lá por mim? Preciso resolver minha vida! Posso amar o papai e o pau dele agora, mas ele ainda é meu irmão, apesar de tudo', Amber pensou consigo mesma e sentiu que o irmão era melhor que o pai em todos os aspectos importantes. Exceto por fazê-la gozar até ter orgasmos.
'Talvez se ele me fodesse melhor que o Papai, eu poderia virar a esposa dele como quero ser do Papai.'
Esse pensamento fez a boceta de Amber ficar encharcada e os mamilos ficaram duros. Ela de repente afastou os pensamentos e se concentrou nos sons que vinham do quarto de Sam. 'Eu pertenço ao papai, ele me ama e eu o amo', ela se tranquilizou.
Ficou decepcionada quando ouviu Cassidy conversando com Jesse. Queria que Sam e Cassidy fodessem, para que ela pudesse ter sua própria chance com ele. Voltou para o quarto para terminar o trabalho que estava fazendo.
A culpa pelo comportamento em relação ao próprio irmão a corroía constantemente. Lembrou-se da conversa que teve com Jesse naquela noite e recordou o quão doce e carinhoso ele era. Repassou todas as lembranças de Sam. Como ele a salvou naquele dia. Como ele sabia quando algo estava errado e sempre estava lá, não importa quão mal ela o tratasse.
'Meu irmãozinho é tão melhor que o papai. Talvez eu tenha feito a escolha errada. Papai nunca faz isso. O pequenininho é tão mais doce e carinhoso que ele. Preciso parar de ser fodida pelo papai por alguns dias e descobrir meus verdadeiros sentimentos por ele', ela pensou.
Alguns minutos depois, Cassidy estava no quarto dela e começou a se despir assim que trancou a porta atrás de si.
'Seu irmão não está em casa. Então tire a roupa e traga essa boceta doce cheia de porra aqui.'
Amber sorriu e fez como ela mandou.
'Mmmm. Isso, bebê. A porra do papai fica tão gostosa com a sua boceta.'
Amber só gemeu com o tratamento que estava recebendo. A língua habilidosa de Cassidy estava dentro dela, lambendo os fluidos enquanto brincava com o clitóris.
Justo quando estava prestes a gozar, imaginou Sam chupando sua boceta e explodiu em um dos melhores orgasmos que já teve.
De repente sentiu culpa. Culpa por fazer o irmão precioso chupar o buraco nojento cheio de porra dela. O toque dos lábios da boceta de Cassidy em seu nariz a trouxe de volta do sonho em que estava.
Imediatamente enfiou um dedo na boceta dela enquanto lambia e mordiscava o clitóris. Mordeu o pequeno clitóris, o que foi seguido por um gemido de Cassidy que pressionou o corpo com mais força contra o rosto de Amber.
Amber largou o clitóris e começou a lamber a fenda molhada de cima a baixo com lambidas longas. Isso arrancou uma série de gemidos baixos de Cassidy. Então, de repente, Amber enfiou a língua no cu dela e dois dedos na boceta. Foi o suficiente para Cassidy, que gozou com força.
Depois disso, vestiram as roupas imediatamente e saíram. Sem conversa de travesseiro, sem carinhos. Apenas rapidinha e tchau. Ambas e todos os parceiros sexuais delas preferiam assim.
'Diga ao seu irmão que você me convenceu a deixar ele me comer. Entre nas boas graças dele e me poupe da parte da conversa', Cassidy disse assim que estava prestes a sair.
'E se ele não quiser?'
'Ah, ele quer sim. Ele tem 19 anos e é virgem. Ele cortaria os braços fora só para me sentir ao redor do pau dele.'
'Ficando arrogante, não é?', Amber disse sorrindo. 'Aposto que vou fazer ele me comer antes de você.'
'Por favor! Aquele perdedor está guardando a virgindade para mim. Aposto mil dólares que serei eu a tirá-la.'
'Eu moro com ele e ele nem está falando com você. Boa sorte para chegar ao pedaço de carne grande dele antes de mim.'
'Combinado', Cassidy disse e foi embora.
Jesse estava ouvindo tudo do alto da escada e ficou completamente enojada. Ela já esperava isso de Cassidy, mas não de Amber. Não depois da conversa que teve com ela naquela noite. Sabia que Brendan tinha manipulado a irmã mais velha, mas não imaginava que ela cairia tão baixo. Estava tratando o próprio irmão como um pedaço de carne. Como um troféu a ser conquistado. Jesse sabia que precisava proteger Sam. E achou que tinha que avisá-lo e, possivelmente, contar a verdade também. Entrou no quarto dele e o seguiu até o banheiro. Pegou a mão dele, sentou-o na cama e segurou as mãos dele nas suas depois de trancar as portas.
— Sam, quero te perguntar uma coisa. — começou ela.
— Pode falar.
— Você ama sua namorada?
— Amava.
— O que mudou?
— Motivos pessoais.
— Então agora você esconde coisas de mim?
— Não, mana. Só não vou contar até eu mesmo entender.
— Tudo bem. Mas você vai me contar quando entender. Agora, está pensando em terminar com ela?
— Com certeza.
— Que bom. Nunca gostei muito dela, aliás.
— Não gostava? Podia ter me enganado.
— Como assim?
— Deixa pra lá.
— Certo. Agora preciso resolver uma coisa. Até mais. — disse ela e saiu do quarto. Assim que entrou no próprio quarto, jogou os braços para o alto e começou a dançar de alegria. 'Finalmente, aquela vadia vai embora. Agora posso ser a parceira que ele merece.' pensou, e seguiu feliz para o médico. Queria começar a tomar anticoncepcional. Sabia que as chances eram baixas, mas se sua sedução desse certo, com certeza ia querer que ele a possuísse em todos os buracos e gozasse dentro.
Quando voltou, já era quase hora do jantar. Foi até o quarto dele usando um baby doll sexy com sutiã e calcinha vermelhos por baixo. Queria se exibir para ele aquela noite, só para que ele ficasse mais disposto quando ela o seduzisse na manhã seguinte. Mas, assim que entrou, viu Sam arrumando uma mala.
— A gente vai viajar?
— Eu vou.
— Para onde?
— Já te disse. Vou para a vovó Sally. Meu voo é amanhã.
'Merda!!' pensou ela. Pelo visto, o plano lento de sete dias não ia funcionar. E não queria que ele caísse nos braços de alguma vagabunda quando estivesse vulnerável. Teria que apelar para a honestidade brutal.
— Eu esqueci que era amanhã. — disse ela, quase se desculpando.
— Não esqueceu, não. Eu nunca contei para ninguém. — Naquele momento, ao falar com a avó, as emoções que ele reprimira por tantos dias voltaram à tona, e ele ficou de novo com raiva dela.
— Ah. — ela não conseguia entender o que tinha feito de errado agora. 'Se ele não sabia antes, não pode saber agora. Ninguém nos viu, e eu não fiz nada hoje.' pensou.
— Que horas é o seu voo?
— Seis da tarde.
— Eu vou te levar ao aeroporto. Esteja pronto às oito.
— Não precisa. Posso ir de Uber.
— Mas eu quero e vou levar. O que você tem a dizer, cale a boca. — disse ela. Estava farta de todas as mentiras. Queria sair daquela situação. Queria ficar com ele, e trair a confiança dele não ia acabar bem.
— Tá bom. — ele suspirou, admitindo a derrota. Sabia que não conseguiria discutir com ela quando ela assumia o controle. — Mas por que tão cedo? Tenho que estar lá ao meio-dia, e o aeroporto fica a umas duas horas daqui. — acrescentou, quase como uma reflexão tardia.
— Temos coisas para conversar. Às oito em ponto. — declarou ela e saiu do quarto. Jesse estava torcendo muito para estar fazendo a coisa certa. Não podia arriscar perdê-lo.
O jantar foi silencioso. Exceto quando ele anunciou que o voo era no dia seguinte. Brooke e Amber ficaram visivelmente chateadas por não terem sido avisadas antes. Brooke também queria seu próprio filho agora. Depois que Amber contou sobre o pau enorme dele, ela mal podia esperar para que ele fizesse parte da 'diversão' em família.
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Na manhã seguinte, Sam estava pronto às sete e meia, com toda a bagagem.
Jesse foi até o quarto dele usando um vestido de verão amarelo, um pouco apertado demais para o corpo dela. Estava com uma maquiagem leve, que, na opinião de Sam, ela nem precisava. 'Ela já era a garota mais bonita que ele já tinha visto.' era o que ele pensava.
Saíram pela porta uns dez minutos depois, decidindo pular o café da manhã em casa e comer no drive-thru. Quando ele estava saindo, a mãe veio e lhe deu um grande abraço que durou bem mais do que o necessário. Sam começou a ficar excitado. O fato de a mãe estar esfregando o rosto no pescoço dele, dando beijinhos enquanto apertava os seios macios e a virilha contra o corpo dele, não ajudava em nada.
Amber foi ainda mais longe. Saiu de casa sem camisa e praticamente forçou o rosto dele contra os próprios seios. Tinha decidido que ia reconquistar o irmão e dar a ele uma chance de substituir o papai.
Depois de alguns longos momentos constrangedores, ela o soltou.
Assim que ele se virou, a mãe de novo passou um braço pela cintura dele. A mão dela acariciou o pau meio duro por cima da calça jeans, enquanto a outra apertava a bunda dele.
— Você volta para a mamãe depois da viagem. Ela tem um presente para você. E mantenha o celular por perto. Você vai receber umas mensagens minhas que eu não gostaria que outras pessoas vissem. — disse ela num sussurro baixo e sedutor no ouvido do filho.
— Ela não vai ser a única a te mandar alguma coisa. — Amber sussurrou no outro ouvido, no mesmo tom.
Ele apenas assentiu e saiu. Amber e Brooke tinham decidido provocar Sam com muitas fotos e vídeos nus e lésbicos para que ele estivesse prontinho para ir para a cama delas quando voltasse. Só perceberam, uma semana depois, que ele tinha deixado o celular no próprio quarto para evitar distrações e apenas aproveitar a companhia da avó.
Todos ajudaram a colocar as coisas dele no carro antes de irem embora. Cassidy chegou uns dez minutos atrasada para encontrar Sam e saiu decepcionada.
— Você deixou o celular em casa, não foi?
— Deixei. Por quê?
— Como vou falar com você?
— Eu não quero que você fale. — Sam disse depois de pensar por um segundo. A emoção da traição estava clara em sua mente. Sabia que precisava lidar com aquilo sozinho, sem a influência do sorriso ou da beleza dela.
— Por quê? — Jesse estava ficando um pouco triste, um pouco brava e muito nervosa. Sabia que ia contar tudo a ele naquele dia, e o tempo que ele passasse longe decidiria o que ele queria fazer com ela. Estava com medo, mas estava farta de traí-lo e de deixá-lo tomar decisões ruins. Ia expor seus sentimentos e dar a ele a chance de reivindicá-la como sua.
— Porque eu...
— Cala a boca!! — Jesse quase gritou. A frieza a estava matando, e ela queria se explicar antes de começar uma briga com ele.
— Você e eu temos algo para conversar. Preciso te contar uma coisa, e você não vai me interromper. Agora, o que você tem a dizer, cale a boca. — declarou.
Pularam o café da manhã enquanto ambos remoíam seus sentimentos e pensamentos.
Finalmente, ela desviou o carro da estrada para uma trilha isolada e estacionou entre algumas árvores. Não disse uma palavra, só saiu do carro e abriu a porta dele. Puxou Sam pela gola e praticamente o jogou no banco de trás. Depois subiu no banco e se ajeitou no colo dele, de frente para ele.
— Mana, o que você está fazen...
— Cala a boca. Quem está falando agora sou eu. — Jesse nunca mostrava seu lado dominador para Sammy porque não sentia necessidade. Odeia ser dominada por qualquer um, mas Sam era diferente. Era ele quem a fazia se sentir segura. Mas aquele dia era diferente. Ela tinha que fazer o que precisava.
— Escuta, Sammy, o jeito como você me tratou nessas últimas duas semanas foi um inferno. Eu me senti muito mal e magoada. Não é do seu feitio fazer algo assim. Você mudou. E deixa eu te falar, eu não gostei do homem que você se tornou. Fiquei triste e te odiei pelos dias em que você não falou comigo, sem motivo aparente. Mas aí você fez as pazes comigo. Era assim que você era antes do que quer que tenha acontecido e te mudado. Você era atencioso, doce, amoroso e, acima de tudo, amigável. Você nunca se horrorizava com nada que eu dissesse ou fizesse. Esse era o irmão que eu amava. Mas, mesmo depois daquele dia, você continuou diferente. Você está escondendo algo. Mas agora, eu não quero mais esconder. Preciso te contar uma coisa, mas quero que você prometa que, aconteça o que acontecer, você nunca vai me deixar. NUNCA. Promete que vai tentar trabalhar no nosso relacionamento, seja o que for, hoje ou no futuro. — Quando terminou, estava em lágrimas.
— Eu prometo, mana. Eu não iria querer de outro jeito. — Sam queria ficar com raiva dela. Por ter a audácia de falar como se ele estivesse errado, mas não suportava vê-la daquele jeito. Ela deu um sorriso triste antes de continuar.
— Sammy, eu odeio o jeito como você está me tratando. Por favor, não faça isso. Eu te amo e está me matando te ver assim. Eu te amo.
— Também te amo, mana. Mas...
— Não. Não como irmão e irmã. Eu te amo como homem. O homem dos meus sonhos. Sempre soube, mas me dei conta no dia em que você me salvou daqueles valentões. Você tinha só doze anos, mas mesmo assim veio me ajudar. Nem se importou de apanhar. Foi aí que eu soube que te amava. E eu quero você, Sam. Sei o quanto nossos pais te trataram mal, mas você nunca reclamou. Nunca descontou em ninguém. Você é minha rocha, meu porto seguro. Você é tudo para mim. EU. ESTOU. APAIXONADA. POR. VOCÊ. Quero que você seja meu. Quero passar o máximo de tempo possível com você. Quero que fiquemos juntos. Não me importa o que os outros pensam. Eu sei há muito tempo, mas acho que você não sabe. Sammy, por favor, me diga que me ama. Faço qualquer coisa que você quiser. Serei o que você quiser. Mas eu quero ser sua, e você, meu. Quero que você faça amor comigo, muitas e muitas vezes.
— Não quero as sobras da minha família, Jesse. — ele rosnou, com lágrimas nos próprios olhos.
— O quê?
— É, eu sei. Você transa com o papai, com os tios e até com o vovô. Eu vi. Vi no meu aniversário. O dia em que todos vocês deveriam estar comigo, comemorando. Mas ninguém se importou. Estavam todos ocupados fazendo uma orgia maldita. E quer saber, você está certa. Eu te amo, mas não confio em você. Você me apunhalou pelas costas. Transou com a minha namorada, que eu achava que era a garota certa para mim. E agora tem a cara de pau de vir aqui e mentir para mim? Se você realmente me amasse, não teria feito o que fez. Não teria doído tanto se eu tivesse a única pessoa em quem eu mais confiava e amava do meu lado. Mas não, você não só sabia, como participou. Se você tivesse me contado que era tão vadia, eu não teria me importado. Teria conseguido o que você queria. Mas não, você está aqui para me incluir nas suas orgias. Você, a mamãe e a Amber, podem simplesmente calar a boca. Eu não sou um pedaço de carne que vocês podem controlar com sexo. Não quero mais nada com vocês. É por isso que estou indo embora: para me entender e também para achar um jeito de sair daquela casa. Não quero morar lá com as pessoas que me traíram. Agora que você sabe que nenhum truque que vocês tentarem comigo vai funcionar e que não vão conseguir me incluir nas suas orgias, então pode parar de fingir que se importa. Me deixa no aeroporto e, quando eu voltar, me deixa ir embora. Espere cartões de Natal de mim, porque é o máximo que vocês vão ter. — Ele também estava chorando enquanto dizia isso. Foi bom desabafar.
Ele tentou tirá-la do colo, mas ela envolveu os braços nos ombros dele e começou a soluçar abertamente, com os rostos colados e a respiração dela no ouvido dele.
— Eu... eu me... guardei para... você. — ela conseguiu falar entre os soluços.
— O quê?
— Eu sou virgem, Sammy. EU SOU UMA VIRGEM DE MERDA!! Guardei para você, Sammy. Queria que você fosse o primeiro, e você acha que eu sou uma vadia? Você pensa tão pouco de mim? É essa a sua percepção sobre mim? Eu te amo e você pensa em mim como uma vadia? É por isso que você passa tempo comigo? Para se satisfazer com o meu corpo? — acusou ela, depois de tirar as mãos de volta e encará-lo com um olhar ameaçador.
— Isso não é verdade, e você sabe. Sempre estive ao seu lado, mesmo antes de saber o que você faz, Jesse. Você me traiu. — disse ele num tom abafado e desapontado.
— Sammy, por favor, não diga isso. Não está vendo que está me machucando? Não estou mentindo para você. Eu sou virgem. Nem deixei que me tocassem lá embaixo. Você tem que acreditar em mim, Sammy. Eu nunca faria isso. Você é o único para mim. Por favor, Sammy. Você parece tão desapontado. Vamos, fala comigo.
— Por quê? — Sam perguntou.
— O quê?
— Por que você fez isso?
— Para te proteger. E para ficar com você. — Jesse o envolveu de novo nos braços e o abraçou com tanta força como se ele fosse embora se ela soltasse.
— Como assim?
— Eu sei que foi estúpido. Mas fiz tudo por você. Por nós! Não me afaste, Sammy. Posso explicar tudo, mas por favor me abraça. — disse Jesse. Estava ficando muito emocionada. Não esperava que o irmão soubesse o segredo deles. Não queria explicar assim. Tinha planejado contar tudo aos poucos, depois que ele voltasse e ela o tivesse seduzido. Deixaria a escolha de participar das orgias da família para ele. Mas aquilo estava saindo do controle, e a culpa de mentir para ele era grande demais. Sabia que podia ter contado a qualquer momento, mas estava com medo.
— Jesse, eu acredito em você. Me desculpe. Não devia ter te chamado de vadia. Mas, se você quer que eu confie em você, primeiro tem que me contar tudo. — Sam disse num sussurro suave e consolador, enquanto acariciava a cabeça dela e esfregava suas costas.
— Obrigada, irmão. — disse Jesse. A voz consoladora de Sam lhe deu confiança para realmente continuar.
— Certo, então. Vou te contar o que eu sei. Começou quando eu tinha dezoito anos, voltando da escola. Você tinha decidido ficar para trabalhar em algo na biblioteca. Quando entrei em casa, vi quase a mesma coisa que você viu. Eu ia sair e te ligar, mas eles me viram. Eles me chantagearam emocionalmente, irmão. Me disseram que você era uma pessoa feliz e que, se soubesse, seu comportamento mudaria e você ficaria com raiva de mim. Eu não sabia o que estava pensando. Não queria que você descobrisse. Então eu disse para fazerem em outro lugar, para você não achar. Mas eles não fizeram. Peguei de novo uns dias depois. Não tive escolha, Sammy. Eu morria de medo de te perder. A ideia de você me odiar e me deixar sozinha me apavorava. Eu te amava e não podia arriscar você descobrir e descarregar a raiva em mim. Então fiz um acordo com eles. Aceitei ser a boqueteira deles. Não sei como começou com a mamãe, os tios e a Amber, e nunca quis perguntar. Eles concordaram em reduzir as orgias aqui em casa e ficarem atentos para você não descobrir. Em troca, eu teria que fazer sexo oral neles. Tinha que distrair quem não estivesse fodendo a mamãe ou a Amber. Eu chupava eles ou os masturbava quando mandavam. Aí a Cassidy me flagrou chupando o papai e o tio na festa da Amber. A mamãe estava sendo fodida pelo vovô bem ali, e a Amber estava garantindo que os convidados e você não fossem lá. Mas, de algum jeito, ela entrou e viu a gente. E se juntou. Depois, ela também passou a participar das orgias. Eu sabia que ela te traía com garotos do colégio também. Sinto muito, irmão. Devia ter te contado desde o começo, mas não consegui. Agora estou nessa bagunça. Você me perdoa, irmão? — Jesse perguntou. Foi difícil para ela contar tudo aquilo, mas o toque amoroso e a voz suave de Sam em seus ouvidos lhe deram todo o encorajamento que precisava.
— Então você nunca dormiu com eles? — Sam perguntou, perplexo.
— Não. Nunca, Sammy. Toma — ela pegou a mão dele das costas sem mover o corpo e colocou a mão dele dentro da saia. Estava desesperada e não conseguia pensar em mais nada. Segurou os dedos dele e os enfiou fundo na vagina. Enfiou o dedo médio inteiro e parou até não sobrar nada.
Sam ficou ali parado, atordoado demais para pensar. A irmã dele estava com o dedo dele dentro da boceta quente e molhada. Era incrivelmente apertada e apertava o dedo dele. Ela empurrou até o fundo, até ele sentir algo como uma membrana dentro dela. Era o hímen dela. Ele estava tocando o hímen da irmã.
Ela tirou o dedo dele com um gemido e o lambeu até limpar.
— Acredita em mim agora? — sussurrou no ouvido dele.
— S-Sim — Sam gaguejou. Jesse sorriu atrás dele, sabendo que ainda tinha o poder de amarrar a língua dele. Ele podia ser mais maduro e inteligente que ela, mas ela ainda era a irmã mais velha.
— Agora, Sammy, eu não queria que você descobrisse assim. Queria te contar meus sentimentos primeiro, depois construir nosso relacionamento e mais tarde decidir se a gente queria se juntar a eles ou não. Você sabe que fiz o que fiz porque te amo muito. Se ainda não acredita, pense bem. Lembra como eu sempre te abraçava forte quando você caía e se machucava. Lembra como eu sempre te defendia quando o papai era um babaca com você. Lembra como a gente estudava junto. Lembra como a gente sempre conversava sobre tudo. Lembra quando eu inventei um cara falso só pra te deixar com ciúmes e você ficou super possessivo. Então, me diz agora, irmão, você quer sua irmã mais velha como namorada? Eu faço tudo o que você mandar. E você faria o mesmo. A gente vai até o fim, amor. Você vai ser o único pra mim. O que você diz? Você me quer? Você... me ama? — ela disse olhando direto nos olhos dele. Tinha dado um salto enorme e o coração batia mais rápido do que nunca, sem saber o que faria se ele a rejeitasse.
— Eu também te amo, mana. E mesmo que eu não esteja pronto pra admitir pra mim mesmo, acho que já estou apaixonado por você há muito tempo. Mas não acho que estou pronto pra um relacionamento agora. Preciso entender meus sentimentos. Você pode ter feito as pazes com o incesto agora, mas eu não. Se você não fosse minha irmã, eu já teria caído em cima de você. Mas você é, e eu não sei como me sinto em relação a isso.
Jesse ficou eufórica quando ele começou, mas perto do final, quase ia chorar.
— Você não me quer? Eu sabia. Cometi um erro. Sou uma puta enorme. Não mereço você. Não sou boa o bastante pra você. — Ela blefou e começou a chorar. Não estava falando sério. Sabia que não era uma puta. Sabia que era a melhor que ele podia ter. Também sabia que ele acreditaria nela e acabaria aceitando a ideia de ficarem juntos. Era pra usar isso como último recurso.
— Nãããão! Você não é uma puta. Você é a melhor irmã do mundo. E se eu conseguisse entender a ideia de incesto, com certeza ficaria com você. Mas a gente não pode. Não tem futuro pra gente nisso, e não sei se consigo entrar num relacionamento tão cedo de novo. Por favor, entende, Jesse. Não estou bravo com você. Acho que nem sou digno de você. Você pode encontrar alguém melhor, mana.
— Não posso. Não tem ninguém melhor que você pra mim. E quem disse que a gente não tem futuro? Eu planejei tudo. Eu te falei, irmão; tô nessa pra valer. Confia na sua irmã mais velha nisso. A gente vai dar um jeito em tudo. Você sabe que eu não sou nada como a Cassidy e nunca faria nada assim com você.
— Eu sei, mana. Tá bom. Sabe o quê? Dane-se. Vou tentar. Só preciso de tempo. Me deixa ir nessa viagem e decidir sobre isso durante as férias. Se eu conseguir, com certeza vou tentar fazer isso. — Sam disse com um tom de finalidade na voz. Sabia que era a coisa certa a fazer e que entrar nisso com pressa machucaria os dois.
— Se é isso que você quer, Sammy. Posso esperar. Mas escuta isso. Se você não me reivindicar antes de viajar, vou perder a virgindade que chamo de amiga pro papai. E, Sammy, ele não é uma pessoa boa nem um amante atencioso. Ele não faria com jeito e me machucaria. Ele só se importa com o prazer dele. Ele enfiaria sem nenhum trabalho pra me deixar molhada e me usaria até gozar. Ele me machucaria, Sammy. Eu sei. É sua escolha, Sammy. Ou me reivindica de algum jeito ou me entrega pro papai e me deixa ser machucada. — Jesse blefou. Ela nunca se entregaria ao pai, por mais que ele implorasse.
Ela não esperou ele agir e deu um beijo rápido nos lábios dele e se levantou. Passou por cima do console do câmbio, dando ao irmãozinho uma boa visão da sua bunda empinada, e sentou no banco do motorista. Nenhum dos dois disse uma palavra pelo resto do caminho. Ela parou no estacionamento e se certificou de que não tinha ninguém por perto. Queria dar uma chance justa ao Sammy de vir até ela.
Saíram do carro e pegaram a bagagem dele. Ela se virou pra ele e disse:
— Não vou entrar. Então, se você quer marcar seu território, é melhor fazer agora. Ou o papai vai ficar feliz em fazer. — Ela segurou um sorriso ao ver a careta que se formou no rosto dele quando mencionou a ideia.
Sam sabia que não queria que ela se machucasse. Também se sentiu possessivo, como sempre. Mas dessa vez foi diferente. Dessa vez, ele queria um relacionamento sexual com ela. Mas não confiava em si mesmo no estado atual. Então, simplesmente pegou as malas e começou a andar em direção à entrada.
— Papai me dividiria com o pai e os irmãos dele também. Não quero nada disso. Quero ser devotada a um só homem, você. Você quer aqueles velhos enrugados em cima da sua pobre irmã?
'Não custa tentar', ela pensou.
Sam simplesmente largou as malas e andou até ela. De repente, puxou-a para perto e a beijou ferozmente. Ele colou os lábios nos dela e beijou com tanta paixão como nunca antes. Levou um momento até Jesse responder. Acabou virando uma sessão de pegação quente entre os dois irmãos. Ela tomou a liderança e, em pouco tempo, a língua dela batia na porta da boca dele e ele deixou entrar. O beijo ficava mais quente a cada segundo. O beijo foi perfeito para ambos. Foi algo que nunca poderiam ter esperado. Tinha a língua perfeita e muita saliva. Muita, muita saliva. Finalmente se separaram, os lábios conectados por um fio fino da saliva misturada.
Olharam nos olhos um do outro e sentiram apenas amor. Ele poderia tê-la tomado ali mesmo e ela adoraria. Mas ele fez algo que nenhum dos dois esperava.
Ele beijou o pescoço dela e mordeu a pele na clavícula. FORTE.
Ela sabia que ele queria marcá-la e fez o mesmo; quase tirando sangue dele. Momentos depois, ambos tinham uma mancha vermelha brilhante com marcas fundas de dentes nos pescoços, que certamente virariam chupões.
— Você definitivamente me marcou, maninho. Agora volta logo pra mim e a gente vai lutar contra o mundo juntos. Vou sentir sua falta. — Ela disse e beijou o irmão mais uma vez; bem suave dessa vez.
— Também vou sentir sua falta. — Ele sussurrou. Não acreditava no que tinha feito.
Sam pegou as malas e foi em direção ao aeroporto. Agora ele tinha mais uma coisa pra pensar durante as férias na casa da avó na Índia.
Por outro lado, Jesse estava em êxtase. Seu Sam a tinha beijado e marcado também. Não podia esperar nada melhor. Tinha esperado tanto tempo pra isso acontecer. Estava torcendo para que os dois estivessem prontos um para o outro quando ele voltasse.
Quando chegou em casa, andava orgulhosa com o chupão que o amor da sua vida lhe dera.
Quando ambos perguntaram a pergunta óbvia sobre como aquela marca de amor apareceu no pescoço dela; ela simplesmente disse:
— Meu novo namorado me marcou como a putinha dele. E mais uma coisa, mamãe e papai, o acordo acabou. Não esperem mais que eu coma creampies das suas bocetas sujas ou que chupe seus paus. Eu pertenço ao meu novo namorado agora. Ele me marcou e eu marquei ele. — Ela sorriu com desdém para as caras chocadas deles e se virou e disse: — E Amber, o Sam mandou avisar pra aquela puta da Cassidy que o Sam deu um pé na bunda dela e não quer mais vê-la. — Ela disse e foi para o quarto, trancando a porta.
Quando perguntaram quem era o novo namorado, ela percebeu que não tinha perguntado ao Sam se podia contar ou não. Não queria estragar tudo. Então, apenas disse que conheceu um cara da faculdade no café e estava saindo com ele. Seus pais e irmã acreditaram, pois não sabiam que ela estava apaixonada pelo Sam. Atribuíram sua falta de entusiasmo ao fato de que incesto não a excitava.
Jesse foi para o quarto do Sam depois de tomar banho e se enroscou na cama dele. Sabia que os próximos três meses seriam difíceis para ambos. Mas sabia que Sam voltaria para ela, para ficar com ela, e só de pensar nisso ela ria de emoção. Decidiu dormir na cama dele dali em diante. Amava o cheiro forte do Sam nos travesseiros e lençóis.
'Agora só preciso esperar ele voltar e se juntar a mim na cama dele, com sorte como meu namorado.' Ela sorriu de orelha a orelha com as possibilidades no futuro.
Sam sentou no avião e teve pensamentos parecidos. Não sabia por que a tinha beijado e mordido com tanta paixão, mas sabia que amava a irmã como mulher. Também se sentia culpado por isso e não sabia como lidar com o incesto. Esperava descobrir. Mas uma coisa era certa: ele ia tentar.
Continua...