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Hipnose e Controle Mental

Terras Perdidas: Garanhão Goblin Pt. 02

daniisidio14 min

...e aí ela me manteve por meses, parecia! O garanhão voluntário dela, me usando como um touro reprodutor. Eu só consegui escapar porque a duende, um dia, esqueceu de usar o perfume dela para me colocar sob o feitiço de novo. Consegui sair de fininho pela porta com minha mochila e pegar a estrada antes que ela percebesse nada."

Lukas Wright terminou seu relato com um suspiro. Ele estava sentado à beira da estrada, a escuridão da Mata dos Arames às suas costas, o céu noturno uma cortina de estrelas e o olho pálido da lua. Só de pensar em Midzie já lhe trazia sensações incômodas.

Claro, parte disso provavelmente se devia a com quem ele estava compartilhando a fogueira.

A criada duende se chamava Jazzie, e ela o ouvia absorta, a boca ligeiramente aberta e os olhos cintilando enquanto ele lhe contava sobre sua fuga audaciosa e sua captura. Ele se manteve do outro lado da fogueira, desconfiado, mas ainda assim não conseguia deixar de observá-la. Apesar das roupas de viagem, as rendas e o couro tinham sido cortados de um jeito que mais do que realçavam as curvas dela, a baixinha aparentemente compensando a falta de altura com a largura dos quadris, do traseiro e dos seios cheinhos.

Todas as duendes eram assim. Ninguém via um duende macho desde que os demônios surgiram das fendas, transformando as Terras Perdidas no que eram. Só restavam fêmeas, e elas eram espertas e ávidas por encontrar machos e maridos para reconstruir seus números, como Lukas conhecia bem demais. O mascate tinha acabado de escapar de ser o garanhão reprodutor da duende Midzie, envolto no abraço cálido de seu perfume e de sua boceta aveludada enquanto ela o cavalgava até orgasmos aparentemente intermináveis.

"Uau!" disse Jazzie. "Isso é incrível. Coitado de você!"

Lukas pigarreou. "É. Foi por um triz, confesso. Mas eu perseverei. E agora, estou de volta à estrada, e eu sentia falta disso."

"Aposto que sim. Eu sei exatamente como você se sente", suspirou Jazzie, deixando a cabeça repousar na palma da mão, seus grandes olhos sonhadores enquanto encarava os céus. As rendas que cruzavam o busto dela se esforçavam para conter os seios verdes e firmes que avolumavam sua pequena figura ampulheta. Lukas desviou os olhos daqueles globos carnudos e voltou ao rosto suave dela enquanto ela continuava. "Eu também viajei. Saí de casa faz tempo. Claro", ela riu, os lábios brilhando vermelhos de batom, "isso não é lá muito surpreendente."

"É, hm... Não é?" disse Lukas.

"Não, bobinho! Todas as criadas duendes se mudam da casa dos pais. A gente não pode simplesmente ficar com a nossa mãe para sempre. Ela precisa de espaço para a próxima ninhada! A gente tem que sair. Fazer nosso próprio caminho no mundo. Tenho certeza de que você entende."

Lukas assentiu rapidamente. "Ah. Ah! Com certeza. Comigo foi a mesma coisa. Precisava fazer, hm... seguir minha própria carreira, entende."

"Entendo!" disse Jazzie. "Como um homem de verdade, você quis sair, fazer sua fortuna. Uma vida nova longe de casa."

"Exato!"

"Deve ser solitário, no entanto."

Lukas fez uma pausa. "Solitário?"

"Sim", disse Jazzie, os olhos solidários. Poças cálidas de escuridão que prenderam os dele. "Você deve se sentir tão solitário na estrada."

Lukas se ajeitou onde estava sentado. "Ah, hm. Bem... Às vezes, confesso. Pode ser duro ser um mascate, sozinho. Mas é assim que é às vezes."

"É mesmo. O que deve ter sido por que você se juntou ao meu acampamento, apesar de ver que eu também era uma duende."

Lukas sentiu as bochechas esquentarem. Ele... ele supunha que estivera solitário. Desde que escapara da armadilha amorosa que fora o chalé de Midzie, ele sentia uma solidão estranha, bastante aguda dentro de si. Um anseio pelo calor e o conforto de companhia. O que era... era estranho, porque ele nunca havia sentido isso tão intensamente antes. Claro, ele conhecera a dor da solitude antes. Qualquer viajante conhecia. Mas nada parecido com isso...

Era o que o levara a compartilhar o acampamento com a duende, mesmo que, quando ele se aproximou, visse o que ela era. As lembranças de Midzie ainda estavam fortes em sua mente. E provavelmente ficariam até o fim dos seus dias. E, no entanto, a visão de Jazzie sentada junto à fogueira, cantarolando enquanto cozinhava numa panela, trouxe uma dor funda nele. Uma necessidade quase física de companhia. Uma sensação que o puxara para fora da estrada como uma coleira, arrastando-o para a luz da fogueira e implorando uma chance de compartilhar o acampamento dela.

Mas não o jantar. Ele conhecia duendes. Muito bem agora. E sabia que elas eram mestre boticárias, e que comer a comida que elas preparavam era condenar-se a ser o garanhão descerebrado delas. Claro, evidentemente elas tinham outros truques, mas ele estava em guarda.

"Você deve estar muito solitário", disse Jazzie.

Lukas notou que ela se remexera um pouco ao redor da beira da fogueira. Ele pensou em se afastar, mas ela não estava tão perto... "Ah, hm. Bem. A solidão não me incomoda tanto assim. Estou acostumado."

"Ninguém deveria se acostumar a ficar só", disse Jazzie com simpatia. "É tão injusto que um rapaz tão bonito tenha que vagar, tendo só os próprios pensamentos para lhe fazer companhia."

"E-Eu realmente não tenho estado tão solitário assim", disse Lukas, mesmo sentindo-se esquentar um pouco mais.

"Não?"

"Não."

"Então... talvez houvesse uma outra razão para você ter parado no meu acampamento."

Lukas engoliu em seco. Jazzie se movera mais ao redor da fogueira. Quando foi que ela chegara tão perto? Ele achava que estivera observando-a. Observando seus grandes seios verdes subirem e descerem. Subirem e descerem...

"Eu hm... que outra r-razão?"

Ela riu. Ele notou que as rendas que prendiam bem apertado o top dela eram a única coisa que o faziam. Aqueles pequenos fios seguravam aquela faixa de pano fechada a custo, mas a cada respiração funda dela eles pareciam ranger, provocando-o com a possibilidade daqueles seios verdes e cheios.

"Mmm. Bem, talvez você... sinta um pouco de falta da companhia dela. Sinta falta de ter uma duende bonita por perto. Para conversar. Para ver os grandes seios macios dela balançarem. Para senti-la perto de você e sussurrar coisas para você."

Jazzie estava ao lado dele. Sua respiração prendeu quando a mão dela foi pousar na perna dele. Ele arrancou o olhar dos seios dela e voltou aos olhos dela. "H-hã? N-não. Eu nunca... Eu hm... Eu escapei para... para poder voltar à estrada."

"Claro que sim", Jazzie cantarolou, sua mão acariciando a perna dele, e ele gemeu ao sentir seu pau esticar as calças. "Claro que você escapou. Quero dizer, com certeza você não poderia ter sido enganado. Certo? Certamente você não teria vindo ao meu acampamento porque você é só um bonito... bobo... bimbo..."

O jeito como os lábios vermelhos e macios dela formaram essa última palavra fez o coração dele latejar. Seu pulso acelerar. Seus olhos fitarem os dela, tão quentes, tão escuros. Como poças de amor cálido. Aquela palavra. Aquela palavra despertou coisas nele de novo. Fora uma das coisas favoritas que Midzie gostava de chamá-lo. Quase tanto quanto... quanto...

"Eu hm, eu não sou um... b-bimbo", Lukas sussurrou.

Os lábios de Jazzie, aqueles mesmos lábios vermelhos e macios, sorriram largos. "Claro que não. Se você fosse, você seria simplesmente massa de modelar nas mãos de uma garota bonita. Simplesmente incapaz de resistir a ela. Incapaz de desviar o olhar dela. Incapaz de fazer qualquer coisa a não ser exatamente o que ela diz. Exatamente o que ela quer. Só o bimbo bonito dela. Mas você não é isso."

"N-não", disse Lukas, sentindo o primeiro formigamento de alívio.

Ela sorriu maliciosamente. "Não. Você não é um rapaz bonito e bimbo. Mas... talvez você seja outra coisa."

"O-outra coisa?"

"É", riu Jazzie, e de repente ele percebeu que ela deslizara para o colo dele. Ele engoliu em seco enquanto o sulco macio da bunda dela pressionava sua ereção. Algo estava errado ali. Tão errado. Mas ele não tinha certeza do quê. Não conseguia dizer exatamente o quê. Ele estava... Ele estava hm...

"J-Jazzie? Você poderia hm... t-talvez..."

"Você está desconfortável?" disse Jazzie, sorrindo radiante para ele, e Lukas arfou quando a bunda dela esfregou preguiçosamente contra seu pau, o toque do tecido que os separava fazendo seu membro pulsar. "Você não quer saber o que você é?"

"Hm... Eu... Hm..."

"Eu não posso te contar se eu estiver fora do seu colo. Eu tenho que estar bem perto. Você não se importa, não é?"

"Hm... hm..."

"Não?"

Se importava? Lukas tentou pensar, mas pensar estava muito difícil agora. Tão duro quanto ele. Tão duro quanto seu pau. Tão duro. Seus lábios tremeram, sua respiração presa enquanto ela esfregava a bunda contra ele. E... e, ó deuses, os dedos dela estavam subindo pelo seu peito, puxando os fios que prendiam o top dela como as cordas de uma guitarra, cada um vibrando, seus seios tremendo.

"Hm... hm... n-não... Não m-me importo."

"Claro que não", ela riu. "Porque eu deveria te contar, meu bimbo bonito, que muito, muito poucos homens escapam da casa de uma duende. Tão poucos."

"É-é?"

"Ah, sim", Jazzie assentiu, e desfez o primeiro fio do top. "Duendes... elas raramente conseguem manter um homem. Por que você acha que é?"

"Hm... Eu n-sei", Lukas arquejou, os olhos grudados no segundo cordão enquanto ele cedia, seus seios verdes balançando.

Jazzie riu. "Garoto bobo. Elas os deixam ir! Ela não pode ter um homem bonito em casa enquanto ela está grande e pesada, cheia de filhas. Ela precisa de um pouco de paz e sossego para a gravidez. Então ela deixa o seu bimbo bonito partir."

"P-Partir?" Lukas arfou quando outro fio cedeu, só um restante, só um segurando aqueles gloriosos peitos verdes.

"Isso mesmo", Jazzie cantou, os olhos brilhando. "Mas tenho certeza de que você não foi um desses. Porque se fosse, uma duende libera seu bimbo com um pequeno extra. Uma coisinha para que ele simplesmente não consiga resistir à próxima criada duende que encontrar. Um gatilho bobo na sua mente boba. Mas tenho certeza de que você não tem. Tenho certeza de que você realmente escapou. Tenho certeza de que, lá no fundo, você não é só um bonito,

"Garanhão,

"De duende."

Lukas arfou, sua mente girando, seu pau latejando. A palavra o percorreu como fogo líquido. E talvez ele pudesse ter sido capaz de resistir àquele gatilho. Aquela palavra que Midzie passara tanto tempo perfurando nele. Dando-lhe prazer. Gemendo e entoando enquanto o fazia gozar e gozar dentro dela, como seu perfeito garanhão de duende. Talvez ele pudesse ter resistido.

Mas, com aquela palavra, Jazzie arrebentou o último laço do top. E, olhando para aqueles seios verdes firmes e saltitantes, aqueles mamilos necessitados escuros como carvão, Lukas nunca teve chance.

Jazzie riu ao ver a luz se apagar dos olhos de Lukas e se encher com o calor do amor. "Esse é um bom garanhão", Jazzie arrulhou, abaixou-se e desamarrou as calças dele, tirou o pau dele para fora, arfando de prazer com a grossura e o peso da virilidade dele. "Ooooh, a Midzie encontrou um bom! Sim, ela encontrou. Tão bonito. Ansioso. Bimbo. Garanhão."

"Oooooh!" Lukas gemeu enquanto a mão dela acariciava seu pau palpitante, o polegar esfregando a parte de baixo. "P-por favor..."

"Ah, querido, não precisa implorar", Jazzie riu enquanto se ajeitava por cima dele, erguendo os seios carnudos. "Eu vou dar ao meu garanhão tudo o que ele jamais poderia querer! Como beijar meus grandes peitos."

Lukas gemeu, um som de rendição e prazer enquanto ela acariciava seu pau e guiava o rosto dele até seus seios verdes e macios. Ele estremeceu de prazer, beijando aqueles globos verdes e firmes, tão parecidos com outro par não muito tempo atrás.

"Mmmm. Bom garanhão. Oh! Isso. Lambe meus grandes mamilos. Dá uma... mnnn... uma boa chupada. Nossa. A Midzie te treinou tão bem! Vou ter que... ah... mandar uma carta para ela depois agradecendo. Ooooh..."

A mão dela soltou a cabeça dele. Não era necessária. Lukas não conseguia se afastar dos seios dela enquanto ela habilmente tirava as calças, sua boceta cintilando de excitação sob o brilho da fogueira enquanto ela se movia por cima dele, acariciando o pau, alinhando-o com as profundezas dela.

E se empalou nele.

"Mnnnnn!" Lukas gemeu quando aquele torno aveludado apertou seu pau.

"Oooooh, porra!" gemeu Jazzie quando as profundezas dela engoliram o membro dele. "Sim. Sim! Ah, meu doce garanhão! Sim! Me fode com seu pau humano. Mnnnn! Ó deuses, sim!"

"Siiiim", Lukas gemeu, estocando para cima dentro dela, quicando a baixinha verde e curvilínea em seu colo. Os braços dela ao redor da cabeça dele, puxando-o para o vale dos seus seios perfeitos. Seus seios gloriosos. Ele a estava beijando. Adorando-a. Venerando a putinha verde e cheinha enquanto ela cavalgava seu pau.

"Sim! Ah, porra! Me dá sua semente, garanhão. Me enche de filhas! Me atola com sua porra! Ah, porra. Porra! Sim! Um garanhão tão bom. Sim! Me fode! Me fode gostoso! Goza para mim! Goza!"

"Siiiim!" Lukas gritou, estremecendo quando ela mais uma vez o empalou até o talo. Incapaz de se segurar. Ele jogou a cabeça para trás com um gemido gutural ao gozar, o pau pulsando dentro dela, enchendo a putinha cheinha com sua porra. Cada espasmo de seu orgasmo varreu qualquer tentativa de pensamento. De resistência. De fazer qualquer coisa além do que sua maravilhosa e curvilínea esposa duende queria dele.

"Nnnnnn!" gemeu Jazzie, tremendo ao gozar em cima do garanhão gemebundo, enfeitiçada por sua beleza. Seus lábios. Sua luxúria. Ela puxou a cabeça dele de seus seios e pressionou um beijo nos lábios sem resistência dele. Ela riu de prazer. Era quase fácil demais! Ela nem precisara usar seu batom drogado ou suas poções nele.

Claro, o batom dela tinha outras qualidades que ela estava ansiosa para usar. Ela sorriu maliciosamente contra os lábios dele ao ouvi-lo gemer, seu pau enrijecendo de novo dentro dela enquanto a luxúria líquida jorrava por ele. Ooooh, talvez ela tivesse que sacar aquela poção de virilidade também. Seria uma pena mandar o pobre rapaz embora sem drená-lo de cada gota.

Falando nisso.

Jazzie o empurrou, o humano indefeso caindo de costas, seus olhos girando com a droga do batom dela e o êxtase do seu gatilho. Ela sorriu maliciosamente para ele de cima, os braços jogados para trás, o peito estufado, os seios gloriosos balançando enquanto ela rolava os quadris, fodendo-o de novo.

"Mmmm. Que bom garanhão. Que bimbo ansioso. Você vai me foder cheia de filhas, não vai? Você vai ser meu garanhão duende, não vai? Meu garanhão descerebrado, todo meloso. Não é isso?"

"Ah. Sim. Senhora. Sim", Lukas gemeu.

Ela riu, depois arfou quando as mãos dele alcançaram seus quadris, acariciando-os, ajudando-a a quicar em seu colo enquanto ele olhava para ela com adoração. Ela riu. "Ooooh! Tão ansioso. É como se você tivesse nascido para ser um reprodutor de duendes. Mnnn. Talvez você tenha nascido. Você simplesmente caiu tão bem no papel! Talvez eu devesse te segurar por um tempo. Eu estive procurando um companheiro de viagem. E um garanhão tão ansioso que mal pode esperar para me foder toda noite? Oooh", ela estremeceu, mordendo o lábio enquanto seus quadris se contraíam, esfregando-a em cima dele. "Isso parece... ah... tão bom, não parece?"

"Sim", Lukas arfou, estocando freneticamente para cima na duende, gemendo e ofegando e choramingando pateticamente. "Sim! Quero... quero te emprenhar. P-preciso. Ser um bom garanhão. Bom... oooooh!"

Seu gemido anunciou seu segundo orgasmo, o jovem mercador tremendo ao gozar de novo, bombeando sua semente na duende fértil, que ria e arfava enquanto sua porra praticamente esguichava das profundezas estufadas dela.

"Ooooh, tão bom garoto", ela gemeu, sorrindo maliciosamente para seu mais novo escravo. "Não se preocupe", ela disse, continuando a cavalgá-lo, sua boceta massageando o pau dele até ele arfar. "Quando você tiver me emprenhado bem fundo, eu vou te soltar para encontrar outra criada duende, que vai ficar toda contente de ter um garanhão tão ansioso. Não vai?"

"Sim", Lukas arquejou, muito além do pensamento, além da razão. Garanhões só precisavam pensar com seus paus. E ele era um bom garanhão.

Um perfeito.

Garanhão.

De duende.

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