Streaming com a Irmã
— QUE PORRA É ESSA, CHRIS?! — Carrie explodiu ao entrar furiosa no quarto do irmão.
— Só estou aqui sentado, rolando minhas contas favoritas do OnlyFans.
— Muito engraçado! Seu tarado de merda! — A frustração dela aumentou. — LuvOfCarriesBro69! Esse nome de usuário te soa familiar?
Chris sorriu. — Fui tão óbvio assim?
Carrie recuou a mão para dar um tapa nele.
— Você aceitou minhas gorjetas. E ei… seu canal tem um ótimo conteúdo. Prefiro que meu dinheiro suado, bom, você sabe, fique em família. — Ele riu, convencido da própria piada.
— Cancele a inscrição, seu tarado de merda! Você é nojento pra caralho!
Chris exibiu um sorriso maldoso. — Calma aí, maninha. O que te faz pensar que, se eu cancelar, vou continuar guardando seu segredinho da mamãe e do papai? E quer saber? Você parece não ter se importado que eu ficasse assistindo nos últimos quatro dias, não é? Acho que o estopim foi quando eu digitei: 'Isso é quente pra caralho, maninha'.
— Vai se foder, idiota! — ela disparou, fazendo uma pausa. — Você não deduraria! Eu teria que contar pra eles o tarado que você é, se acabando na punheta pra própria irmã.
— Sim. Quatro dias seguidos. Ontem foi o melhor… tive que limpar bem a tela, e também o histórico do navegador toda vez que te via. Eu vou ter provas. Cadê as suas? — Chris riu.
— Merda…
— Então, vou manter minha assinatura, e você não vai me mandar. Aliás, não estou a fim de buscar a mamãe na igreja daqui a uma hora. Tenho pensado coisas muito nojentas sobre a minha irmãzinha ultimamente, e não tô muito a fim de sofrer essa culpa. Sabe, chegar perto de solo sagrado. Você vai ter que buscá-la.
— Vou buscar o caralho. — Carrie percebeu que ele estava tentando chantageá-la, e estava fervendo de raiva.
— Bom, eu odiaria pensar como seria a conversa na volta pra casa. Sabe… precisando tirar esse peso da consciência e tudo mais. Absolvição pela confissão?
O sarcasmo dele deu vontade de vomitar.
Chris jogou as chaves para Carrie. — É melhor você sair agora. O carro precisa de gasolina, e a mamãe vai ficar puta se você tiver que parar no caminho de volta.
Carrie saiu furiosa e bateu a porta atrás de si.
Chris sorriu ao ouvir os pneus cantarem na saída da garagem.
Na semana seguinte, Chris continuou enrolando nas tarefas estranhas e chatas da casa. E continuou assistindo o canal dela no OnlyFans.
Carrie se acostumou com a presença dele toda vez que fazia live. Ainda a irritava. Mas teve uma ideia — algo que poderia afastá-lo, ou pelo menos deixá-lo com vergonha.
Enquanto colocava o menu, recebeu uma gorjeta de 30 moedas para tirar a blusa.
— Obrigada, LuvOfCarriesBro69. Vocês sabiam que ele é, na verdade, meu irmão mais velho, tarado na irmãzinha? Doente de merda! Sim, estou falando com você, Chris — o mesmo Chris que acabou de dar gorjeta para a irmã tirar a blusa.
A tela dela se iluminou…
que tesão
irmão sortudo
queria que minha irmã tivesse um OF
As mensagens chegavam rápido demais para ler. Até que um comentário chamou sua atenção:
5000 fichas, se você transar com seu irmão.
Carrie desligou a câmera.
— Ai, meu Deus. O que há de errado com as pessoas? — Ela enterrou o rosto nas mãos ao ouvir a batida na porta.
— Vai embora, Chris. Isso foi muito escroto.
— Não fui eu que disse aquilo. Só quero conversar com você.
— VAI… TOMAR… NO CU! — a voz dela vibrou com desprezo. — Você fodeu minha semana com esses pedidos idiotas, me irritou pra caralho, e agora arruinou minha live. Você se deu conta do que fez?!
— Do que eu fiz? O que eu fiz foi abrir uma mina de ouro pra você, Carrie. Só me escuta.
Carrie abriu a porta. — O quê?! Não me faça te bater. — Ela ergueu a mão.
— Olha, Carrie, não estou dizendo que a gente tem que transar pra lucrar com isso. Seria como a provocação definitiva… fazer eles acharem que pode acontecer.
— Estou ouvindo… — A ideia de transformar aquilo em conteúdo a enojava. — Só pra você saber… o fato de você estar tentando me convencer dessa merda me dá nojo.
— Você sabe quantos caras fantasiam com tabu? Eu não sou o único doente de merda por aí. Coisas de tabu estão super em alta agora. Aposto que você pode ganhar cinco ou dez vezes o que costuma ganhar só criando a ilusão de que pode acontecer.
— Então você acha que, só de falar de você durante a live, eles vão dar mais gorjetas? — ela perguntou, cética.
— Não. Teria que ser um pouco mais. Digamos… tipo, eu entro no seu quarto enquanto você está se tocando. Claro que você ficaria apavorada e tal. Aí você coloca o novo menu de gorjetas. Deixa eles votarem com as gorjetas… eu devo ficar e assistir? Ou devo brincar com seus peitos? Ou até… devo usar meu dedo em você? Não sei o que seria aceitável pra você. A gente não precisa ir até o fim. Eu já te assisto. Agora, eu só estaria no mesmo quarto, assistindo. E estaríamos apenas vendendo a fantasia favorita deles, deixando que 'dirijam'.
— Não sei se eu estaria bem com qualquer uma dessas coisas. — O tom dela suavizou.
— Só estou dizendo… pense nisso. Tabu é o assunto mais quente no pornô hoje em dia. Você pode faturar muito. E eu estaria disposto a te ajudar a ganhar esse dinheiro a qualquer custo… sendo um bom irmão. — Ele piscou.
Ela empurrou Chris porta afora e mostrou o dedo do meio ao bater a porta com força.
— Mas que porra? — ela murmurou, recostando na porta. Correu para a cama, pegou seu vibrador favorito e trancou a porta. — Eu não deveria estar com tanto tesão. — Mordeu o lábio, abaixou o short e a calcinha, e olhou para o brinquedo. Fechando os olhos, sussurrou…
— Isso é muito errado.
Carrie não fazia live havia mais de uma semana. Estava envergonhada com a reação de todos quando ela expôs Chris. Chris não tocava mais no assunto, nem usava isso contra ela. Na verdade, estava tratando-a melhor — brincando com ela, oferecendo caronas, até perguntando se ela precisava de algo quando saía para fazer tarefas.
Ainda assim, Carrie percebeu que seu dinheiro estava acabando. O fim de semana do Spring Break estava chegando, e ela tinha pouco menos de cem dólares na conta para gastar na viagem a South Padre Island com as amigas.
Sabia que o único jeito de conseguir dinheiro suficiente — e sacar até sexta — era oferecer conteúdo mais extremo.
— Vamos ver o que isso gera. — Ela entrou nas redes sociais e começou a digitar:
"VISITANTE SURPRESA ÀS 15H HOJE! VOCÊS NÃO VÃO QUERER PERDER!"
— E… postar.
Depois de trinta minutos, ela checou os fóruns de mensagens.
As respostas chegaram em massa.
Uau! Nunca tive tanta gente respondendo meus posts no Reddit, pensou consigo mesma. Agora não tem mais volta.
Carrie foi devagar até a porta do quarto de Chris. Passou três vezes em frente, fingindo estar à toa. Queria que ele saísse para que ela pudesse tocar no assunto casualmente — como se não tivesse levado uma eternidade para criar coragem. Só uma conversa normal de corredor… que mentira do caralho.
Na quarta passada, ela parou junto à porta, respirando ofegante, temendo o que estava prestes a fazer. Ficou ali em silêncio pelo que pareceu uma eternidade.
Não seja uma covarde, Carrie. Não seja uma covarde.
— Foda-se! Chris…! — ela exclamou ao escancarar a porta.
Pela primeira vez, ela viu com clareza o tamanho do pau do irmão. Já ouvira boatos na escola, mas nunca acreditara.
— Que porra é essa, Carrie?! — ele gritou, puxando a calça de moletom para cima do pau duro.
— Belo, hã… belo pau, mano. — Ela sorriu com ironia. — É só isso que você faz aí? Se masturbar no quarto? Você tem vinte e seis anos… já devia ter um emprego e seu próprio lugar.
Carrie se recostou no batente da porta com uma graça ensaiada. Seu cabelo ruivo irlandês caía em mechas sobre o rosto enquanto ela olhava por baixo, os olhos azuis impressionantes cintilando. Ela sempre tinha um ar sedutor involuntário que surpreendia todos — até Chris.
Ela encarava indiretamente, enrolando o longo cabelo ruivo nos dedos.
— Você já ouviu falar em bater? — ele retrucou, enfiando o pau entre as pernas para contê-lo.
— Você já ouviu falar em trancar a porta? — ela rebateu.
— O que você quer? Está fazendo aquela mania de enrolar o cabelo quando não quer pedir algo.
— Olha… eu pensei no que você disse semana passada. Se a gente for fazer isso, vai ser do meu jeito.
— Fazer o quê? — ele perguntou, fingindo ignorância. Adorava ouvir como ela tentaria dizer abertamente. A agitação nervosa dela sempre o divertia.
— Você sabe… — ela murmurou, evitando palavras diretas. Puxava a barra da blusa, incapaz de olhá-lo nos olhos.
Chris esboçou um meio sorriso. — Carrie, eu não faço a menor ideia do que você está falando.
— Bom, o que você sugeriu semana passada… depois da minha última live. Lembra? Criar aquele conteúdo doentio juntos.
— Ah, aquilo. Achei que você tinha deixado pra lá. Quais são suas regras?
— Número um… você segue minha liderança, minhas deixas. Número dois… nada de improvisar ou inventar suas próprias falas. Você só vai fazer a gente parecer idiotas. Número três… a gente não vai transar. Entendeu? — Os olhos dela faiscaram sobre ele.
— Tá bom, tá bom. Então o que eu faço? Qual é exatamente minha parte nisso? E qual é a minha fatia do butim?
— Sua fatia?! — ela disparou. — Esse é meu canal, meu conteúdo. Eu até pago os impostos sobre isso. Que porra você acha que vai ganhar?
A gramática de Carrie era sempre precisa… até ficar puta. Aí tudo ia por água abaixo, e ela virava totalmente garota da quebrada.
— Só estou dizendo… você não teria chegado até aqui se não fosse por mim. Eu poderia usar uns trocados… e prometo seguir suas regras.
Carrie olhou para baixo, considerou por uns instantes, depois respondeu: — Te dou vinte por cento. Depois dos impostos. Inegociável.
Chris riu. — Fechado! Eu teria aceitado cinquenta pratas. Acho que você não se deu conta da atenção que isso vai trazer pro seu canal.
— Tanto faz. Eu estava tentando ser justa. — O tom dela endureceu. — Vou fazer a live… — Ela checou o celular. — Merda! Começa em quinze minutos! Assista a live… eu vou reconhecer você de novo se acabando pra mim. Quando eu ativar o brinquedo interativo…
— Sua máquina de foder — Chris interrompeu.
— …Meu brinquedo! — Carrie corrigiu, rispidamente. — Você vai assistir até me ver começar a fechar os olhos. É quando eu começo a esquecer o que estou fazendo e me perco no momento. Aí você invade meu quarto e me interrompe.
— O que eu digo?
— Nada. Eles vão ver a mudança da luz quando a porta abrir. Eu vou fingir estar chocada… brava ou irritada. Vou parar o que estou fazendo e anunciar que meu irmão apareceu, exatamente como eu previ. Já coloquei no menu de gorjetas: se você deve ficar e assistir, ou ser expulso. Também acrescentei outras coisinhas. O que eles decidirem com as gorjetas… essa é a sua deixa. Mas não diga nada. É sério.
— Fechado.
Chris não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Todo dia que a observava, fantasiava com aquilo. Seu pau latejava de excitação enquanto imaginava a cena.
Chris correu para o laptop na escrivaninha, conectando-se bem na hora.
— Ei, amigos! Senti falta dos nossos momentos safados esta semana. Estive tão ocupada com provas e trabalhos… mas chega disso. O Spring Break está chegando, e vocês sabem o que isso faz com a gente, garotas universitárias?
O sorriso e os olhos dela queimavam sedutoramente através da tela.
— Isso mesmo, Juicydude39… o Spring Break deixa a gente, garotas, bem selvagens. — Ela sussurrou para os espectadores. — E eu realmente espero que seja isso que aconteça hoje. — Os olhos dela se arregalaram, depois ela piscou.
— Fui às compras ontem e encontrei a calcinha mais fofa com um sutiã combinando. Quem quer vê-los? Eles me fazem sentir tão sexy… e o sutiã mal contém meus seios tamanho C. — Ela lançou um olhar sensual para a câmera e fingiu uma expressão inocente de 'ops'.
— DICA 80 FICHAS PARA VER A NOVA ROUPA ÍNTIMA SAFADA —
DING
DING
DING
— Uau… — Carrie pareceu surpresa. — Nunca vi vocês, desculpe, e você, garota, tão rápidos com doações! Obrigada, Shotgunner57 e Staciesmom1969! Aposto que você arrasa.
Carrie estava pasma com a rapidez do dinheiro entrando.
— Você tem razão, Shotgunner57… este sutiã está muito apertado. Eu deveria tirá-lo, mas isso não é meio malcriado, DaddiesWhim78?
— 100 FICHAS PARA TIRAR O SUTIÃ — deslizou pela tela.
As gorjetas estavam voando. Carrie mal podia acreditar.
— Ai, meu Deus! Vocês são tão generosos. Quero tirar a calcinha de graça! Obrigada, PanHandleTaboo5! Obrigada, DallasDebbiesEx98!
Todo mundo estava dando gorjetas como louco naquela noite.
Isso não pode ser por causa do Chris… ela pensou.
— Olhem só, todos… meu irmão mais velho tarado apareceu na live pra se acabar na punheta vendo a irmãzinha sexy. Sim, estou falando do LuvOfCarriesBro69. Ele provavelmente está batendo uma agora. Mas não se preocupem, não vou deixar ele estragar meu tempo com vocês.
Carrie saiu do quadro e voltou carregando uma caixa, que colocou na cama.
— Vocês devem estar se perguntando o que tem nesta caixa? — Ela mordiscou a ponta do dedo de forma brincalhona. — Vocês todos sabem que adoro usar minhas mãos… — Ela olhou para os mamilos durinhos, deslizando os dedos sobre eles enquanto fazia um biquinho para a câmera. — Mas acho injusto eu fazer todo o trabalho. Então, queria colocar um pouco dele nas mãos dos meus fiéis espectadores… — A voz dela sumiu enquanto abria a caixa.
— Minha novíssima, multi-velocidade… MÁQUINA DE FODER! Estou tão molhada querendo usar isso. Quer dizer, olhem como estou encharcada agora. — Ela deslizou um dedo dentro da boceta, gemeu baixinho, e então ergueu o dedo brilhante para a câmera. — Viram como está molhado? — Ela chupou o dedo até limpá-lo. — Mmm… ai, meu Deus, adoro o gosto da minha boceta.
Chris não conseguia acreditar no que via. Ver até onde a irmã tinha chegado o levou ao limite. Porra, não vou durar muito nesse ritmo. Devagar, pensou, encarando o pré-gozo escorrendo pelo pau.
— Gente, adivinhem? É controlado interativamente… pelos gorjeteiros certos, claro.
— DICA 150 PARA VÊ-LA FODER A MÁQUINA —
— Puta merda! Acho que vocês estão todos prontos pra ver minha boceta ser castigada por esse monstro.
As gorjetas estavam chegando sem qualquer estímulo extra.
— Tenho que ser honesta… estou tão animada para ser bombada que eu teria feito sem gorjetas. Mas… quarenta fichas deixam você controlar como eu sou fodida por ela por trinta segundos. — Ela piscou e fez biquinho. — Mas, por favor, sejam gentis… é minha primeira vez. — Ela mandou um beijo e uma piscadela para a câmera.
Chris lembrou-se da deixa: quando ela fechasse os olhos e se perdesse no momento. Ele a observara por tempo suficiente para reconhecer aquele olhar em transe. Sempre o deixava louco.
O zumbido fraco da máquina preencheu o quarto. Carrie deitou-se diante dela, posicionando-se para que o dildo deslizasse fundo em sua boceta encharcada. A tela dividida mostrava dois ângulos: um de cima, focado no dildo entrando e saindo, e outro de lado com a porta do quarto à vista.
— Quem vai primeiro? Shotgunner57! Mostre como você me foderia se estivesse neste quarto agora.
A máquina acelerou, depois desacelerou bem, depois de novo mais rápida.
— Uau… dá pra ver que você é um amante experiente. Isso é tão gostoso! — Os olhos de Carrie se fecharam enquanto ela arqueava as costas, ajustando-se para atingir o ponto exato. Ela nem notou que três espectadores já haviam feito sua vez.
Então ela congelou quando a porta do quarto rangeu ao abrir.
— Hã, n-nós temos… temos uma v-visita inesperada, pessoal! — ela gaguejou, tremendo com uma confusa mistura de nervosismo e excitação.
O irmão dela se recostou no batente da porta, acariciando o pau enorme enquanto a observava ser fodida pela máquina. A visão provocou um orgasmo súbito que dilacerou seu corpo.
— Aaaaiiiiii poooor… porra… PORRA! — ela gritou, se contorcendo violentamente.
— Isso não era pra ter acontecido tão rápido! — ela arfou, tirando-se da máquina. Atrapalhada, pegou os cartões de deixa que havia escrito antes.
— Hm… é, então… — Ela embaralhou os cartões, recuperando o fôlego. — Pessoal, temos uma visita. Ah, sim… aqui está meu irmão tarado. Expulsamos o babaca escroto dele, ou deixamos ele ficar? Vocês decidem.
— fica —
— fica —
— fica —
— Bem! Vocês foram unânimes nessa. Chris, é seu dia de sorte. Por que você não vem aqui e mostra pra essa gente o que você faz enquanto assiste minha live, seu tarado nojento? — ela disse nervosa, ainda sem fôlego.
Chris continuava parado no batente, ainda acariciando o pau, de repente com vergonha da câmera. Carrie colocou o novo menu de gorjetas:
— FAÇA ELE PUNHETAR ENQUANTO ME ASSISTE BRINCAR COM MINHA BOCETA (200 FICHAS) —
— DEIXE ELE DEDILHAR A BOCETA APERTADA E MOLHADA DA IRMÃ (300 FICHAS) —
— StaciesMom, sua garota safada! — Carrie riu, sem fôlego. — Ela quer ver meu irmão brincar com o pauzão dele enquanto ele me assiste tocar uma siririca. Então… vamos dar a ela o que ela quer.
Carrie estava além de excitada e nervosa… seu corpo inteiro tremia. Sua voz traía a intensidade.
— Vem cá, Chris. O júri decidiu. — Ela apontou para a tela, depois de volta para ele. — StaciesMom quer ver você acariciando seu pau enquanto me vê me dedilhar. Senta onde todo mundo possa ver você punhetar essa fera que você manteve escondida. — Ela arregalou os olhos para a câmera, fingindo choque com o tamanho da pica dele.
Lado a lado, a semelhança era inegável… o mesmo cabelo cor de fogo, os mesmos olhos azuis, até o mesmo sorriso. Chris, alto e musculoso com um sorriso ótimo, de repente pareceu mais impressionante para Carrie do que ela jamais notara.
Carrie puxava os mamilos enquanto rodava o dedo ao redor do clitóris inchado, fazendo sons molhados e obscenos. Mantinha os olhos grudados no irmão.
Sua respiração ficou entrecortada, o corpo vibrando enquanto ela se aproximava do clímax.
"Awwwuhhh... mmmmeeeeerda... UUUHHHHHHHHHH!" O som encheu a casa enquanto ela esguichava pela cama.
Ela nunca tinha gozado assim — completamente esquecida da câmera e da plateia.
Chris murmurou baixinho: "A tela, Carrie... você vai responder?"
--FAÇA ELE PROVAR--
O mesmo pedido ecoou de vários usuários.
Carrie, ainda trêmula e sem fôlego, olhou para o irmão, que acariciava o pau com avidez. Pela primeira vez, ele parecia absolutamente delicioso. Seria a máquina que a deixara tão louca de desejo, ou o pensamento sobre ele? Ela não sabia; só sabia que queria guiar os espectadores para o que secretamente ansiava.
"Não sei, amigos... isso é cruzar uma linha bem grande. Ele é meu irmão." Ela fingiu resistência. Mas, ao dizê-lo, uma onda de eletricidade percorreu seu corpo.
"O que seria justo? Duzentas fichas? Trezentas?" Ela provocou, depois sorriu maliciosamente para Chris. "Droga, ele provavelmente faria de graça. Ele é tão tarado."
As gorjetas transbordaram além do que ela pedira. Novos espectadores entravam mais rápido do que ela conseguia contar.
"Tá bom, mano... o povo falou." Ela mordeu o lábio de leve, ainda recuperando o fôlego. "Para de bater punheta e mostra pra sua irmã como você chupa buceta."
Chris deu um passo à frente, agarrou as pernas de Carrie e a puxou para a beirada da cama.
Ela se surpreendeu com a assertividade do toque dele — e ficou ainda mais chocada com sua própria vontade de se entregar.
Ele ergueu as pernas dela contra o peito, ajoelhou-se e sussurrou: "Tem certeza?"
Os olhos dela buscaram os dele desesperadamente antes de ela acenar que sim.
Tem certeza?, pensou. Não sei o que aconteceu esta noite, mas não quero nada mais do que isso.
Chris beijou a coxa dela lentamente, descendo até sua língua deslizar pelos lábios pulsantes dela.
Carrie gemeu quando a língua quente dele circulou seu clitóris. Ela olhou para baixo e encontrou os olhos dele — ele sugou o grelo dela para dentro da boca e o cutucou com precisão.
Os quadris dela saltaram involuntariamente quando ele mudou de posição, a língua dele dançando entre a entrada e o clitóris. Ele alternava padrões, lendo o corpo dela como se já o tivesse feito centenas de vezes. Ele deslizou um dedo bem fundo dentro dela.
"CARALHO, CHRIS!"
O corpo de Carrie se contorceu incontrolavelmente. Ele pressionou mais forte, mais decidido a mantê-la sob seu controle.
Os fluidos dela cobriam o rosto dele, e ele saboreou o gosto.
Carrie, incapaz de aguentar mais, recuou apoiada nos cotovelos. "Meu Deus," ela arfou, tremendo. "Acho que meu irmão está tentando me matar. Morte por orgasmo?"
Então seus olhos foram para a tela.
--FOODA SEU IRMÃO, CARRIE... 10.000 FICHAS-- AnonymousTaker75
Carrie congelou. O estômago dela embrulhou. Ninguém sabia seu nome verdadeiro. Ela nunca o usara online. Quem quer que fosse que digitara aquilo a conhecia — os conhecia.
Ela rapidamente pausou a transmissão e desligou tudo.
"Por que você parou?" Chris perguntou, frustrado.
"Você viu o último pedido?" A voz de Carrie tremia.
"Sim... eles queriam que a gente transasse. Você já tinha dito que não. Achei que você fosse ignorar."
"Não foi isso que me assustou." Ela hesitou, debatendo se admitia a verdade. "Ele sabia meu nome, Chris. Meu nome verdadeiro. Eu nunca usei online. Isso significa que alguém por aí me conhece... nos conhece."
Ela andava de um lado para o outro no quarto, nervosa.
"Deixando isso de lado," ela continuou, o tom suavizando, "eu não estava pronta para meus espectadores testemunharem o que vem a seguir."
Os olhos dela brilharam enquanto ela caminhava em direção a Chris.
"Testemunhar o qu--" ele começou, mas ela o empurrou na cama antes que ele pudesse terminar.
Sem hesitar, Carrie agarrou o pau agora flácido dele. "O que deu em você?" ela exigiu, apertando-o com mais força.
"Eu estava batendo punheta enquanto chupava você. Fiquei tão excitado... não demorou muito," ele admitiu, quase envergonhado.
"É melhor você ter outro aí," ela avisou. "Pode ser sua única chance de me comer depois de todos esses anos."
Chris a encarou, atordoado. "Não se preocupe... vou estar pronto rapidinho."
Carrie olhou para o pau dele enquanto ele começava a pulsar de volta à vida. "Sorte sua."
Ela queria senti-lo endurecer na boca. Lambeu a ponta, provando os resquícios salgados do orgasmo dele. Assim que umedeceu a cabeça com saliva, ela o enfiou fundo na garganta, engasgando de leve, suas glândulas salivares inundando.
"Você está prestes a receber o boquete mais babado da sua vida," ela arquejou entre as respiradas.
"Ligue sua câmera de volta," Chris disse de repente, parando-a.
"Que porra, Chris?!" ela rebateu. "Estou prestes a te dar o melhor boquete da sua vida, e você está preocupado com isso?" Ela apontou com raiva para a câmera.
"Carrie, eu tenho assistido seu conteúdo por meses, e nunca vi você tão excitada. Essa é a versão mais gostosa sua de todas. Isso vai explodir sua transmissão!" Os olhos dele ardiam de desejo. "Esse é o seu auge sexy. Você já arrecadou milhares esta noite... vamos quintuplicar isso."
Ela parou, depois sorriu com malícia. "Ai, meu Deus, você está certo. Sua mente — e esse pau monstro — vão ser explodidos de um jeito fodido."
Carrie correu para o computador, ligou tudo de novo e fez login. Rímel escorria pelas bochechas, batom borrado nos lábios, enquanto a tela voltava ao vivo.
"Ei, pessoal. Eu e meu irmão... bom, chegamos a um acordo. Contem para seus amigos... voltamos ao ar, com um novo menu de gorjetas. AnonymousTaker75, você estabeleceu o parâmetro. Então, meu irmão chupou minha buceta tão gostoso, que acho que ele merece uma recompensa. Talvez um boquete babado? Se alcançarmos, hmmm, 2.000 fichas... ou 3.500 fichas, ele pode foder a boquinha linda da irmãzinha dele com esse pau enorme. Mãe da Stacie, você acha que daria conta desse monstro?"
O sino das gorjetas enlouqueceu.
"Cacetada... somou tão rápido que não consegui nem ler o nome de vocês. Então obrigada... a todos vocês. Aqui está o que vou fazer..." Ela ergueu o pau semi-ereto de Chris na palma, como se o pesasse. "Vou deixar ele foder essa boquinha linda com essa jeba monstruosa. Não acredito que isso estava escondido a duas portas do corredor esse tempão todo."
Carrie deitou a cabeça para trás, o rosto pendendo da cama. Ela lançou um olhar de venha aqui para o irmão.
Ele se aproximou, imponente sobre ela. Mesmo com a maquiagem borrada, ela parecia devastadoramente sexy.
"Ok, irmãozão, seja legal com a garganta da sua irmãzinha," ela provocou, rindo. Depois sussurrou: "Lubrificante."
Chris pegou um frasco no criado-mudo, derramou pelo pau e espalhou ao redor da cabeça. Carrie lambeu os lábios, a mão esfregando freneticamente entre as pernas.
"Cacete, Chris," ela gemeu. "Me alimenta com essa pica linda. Me alimenta, irmão."
A visão do lubrificante reluzindo fazia ele parecer o homem mais perfeito que ela já tinha visto.
Sem esperar, Chris enfiou os primeiros três dedos na boca dela. Carrie agarrou a bunda dele com as duas mãos e o puxou para mais fundo, forçando a garganta a receber cada centímetro. Ela engasgou violentamente, mas o manteve dentro até o corpo se acalmar. Então ela o soltou, arfando por ar, saliva jorrando dos lábios.
Chris olhou para os olhos lacrimejantes e o rímel borrado dela, depois deu uma olhada na imagem da câmera mostrando seu pau coberto de saliva.
Carrie sorriu sem graça. "Aprendi algumas coisinhas na faculdade," ela disse com uma piscadela. "Voltando ao trabalho, irmão."
Ele deslizou para dentro mais devagar dessa vez, saboreando como a garganta dela apertava e soltava ao redor dele. Os sons babados e molhados enchiam o quarto, interrompidos apenas quando ela o empurrava para fora para respirar.
Chris olhou para o monitor. "Temos um pedido, maninha... vários espectadores querem a mesma coisa."
"Não consigo ver merda nenhuma agora. Lê," ela arquejou, limpando o rosto.
Ele baixou a voz. "Carrie... eles querem que a gente transe. Setenta e cinco mil fichas se fizermos... e isso sem contar onde eles querem que eu goze."
Carrie nem vacilou. Ela se sentou, limpou o rosto com os lençóis e então se inclinou para a câmera.
"Bem, então vamos dar a esses pervertidos adoráveis o que eles querem. Se não fosse por todos vocês... e esse tarado doentio atrás de mim... eu nunca teria vivido a noite mais incrível da minha vida. Amo todos vocês." Ela piscou. "Muito bem, irmãozão... me come de quatro. E é melhor você me foder gostoso... esse pessoal tá pagando por um show."
Carrie ficou de quatro. Chris se posicionou atrás dela, pressionando a ponta contra a entrada apertada e pulsante.
"Aguenta aí, maninha. Vou com tudo."
Ele avançou, enterrando cada centímetro do pau dentro dela. Os olhos de Carrie se arregalaram, o corpo estremecendo enquanto dor e prazer colidiam. Por instinto, ela se lançou para frente, mas Chris a seguiu, empurrando o peito dela contra o colchão enquanto a martelava sem piedade.
Ela encontrava cada investida com os quadris, desesperada para recebê-lo mais fundo. Toda vez que percebia que era seu irmão quem a comia, a vergonha se transformava em luxúria animal e crua.
Carrie sabia que precisava ver os olhos dele. Ela rolou de costas e jogou as pernas sobre os ombros dele. "Continua fazendo isso, Chris... mas quero ver você."
Suor pingava de ambos enquanto se encaravam.
Eles estavam perto. Ambos podiam sentir.
Chris diminuiu o ritmo, tornando cada estocada deliberada, longa e profunda.
"Você está pronta?" ele sussurrou.
Ela mordeu o lábio, lágrimas escorrendo enquanto acenava que sim.
"Eu vou gozar dentro de você. Não quero tirar. Tá bem?"
O ar dela prendeu. Ela assentiu de novo, tremendo.
Chris meteu mais forte, mais rápido. Ela o acompanhou, incapaz de se conter para não despencar no clímax. O mundo dela se reduziu apenas a ele... apenas a eles.
Os dedos dela cravaram nas costas dele. "Sim! Isso, caralho! Não para, Chris! Me fode... ai, meu Deus, sim!"
Os músculos dele tremeram conforme a pressão aumentava. "Eu... vou... gozar..."
"ESTOU GOZANDO, PORRA, CARRIE!"
Os corpos deles se contorceram violentamente juntos enquanto onda após onda os percorria. Chris bombeou sua carga bem fundo dentro dela, a buceta dela apertando e ordenhando-o a cada espasmo.
O quarto girava. O tempo se dissolveu.
Chris desabou sobre ela, ainda enterrado dentro.
"Deixa aí," ela gemeu. "Dá pra sentir pulsando. Adoro isso."
Ele afastou o cabelo úmido do rosto dela e a beijou na testa, no nariz, depois nos lábios. Ela o puxou mais fundo num beijo, sugando o lábio inferior dele para dentro da boca.
Eles estavam perdidos um no outro.
Então... o monitor chamou a atenção dela.
"Ai, merda..."
Carrie se virou para a câmera, com rímel borrado e lábios inchados. Ela soltou uma risadinha forçada. "Bem... obrigada a todos. Demos a vocês muito mais do que tínhamos planejado. Espero que tenham gostado tanto quanto nós." Ela cobriu a boca e caiu na gargalhada.
Chris a olhou com uma expressão confusa.
Carrie sorriu para a câmera. "Eeeek! Eu acabei de dar pro meu irmão... e adorei! Até a próxima..." Ela piscou. "E vai ter próxima. Amo vocês, tarados!"
Ela desligou a transmissão e se virou para Chris.
"Pelas minhas contas," ele disse, incrédulo, "nosso lucro de hoje dá uns cinquenta mil."
"Você tá de brincadeira comigo, porra!" Carrie guinchou. Ela pulou no colo dele, envolvendo os braços no pescoço dele e o beijando como se quisesse roubar a alma dele.
Então eles ouviram o carro na entrada da garagem.
"Merda! Entra no chuveiro... você está acabada!" Chris insistiu.
"Obrigada, babaca!" ela retrucou, correndo para o banheiro.
"Você é linda... você sabe o que quero dizer. Vai!" ele sibilou, empurrando-a.
A porta da frente se abriu. Chris se atrapalhou, percebendo que não tinha pegado as roupas.
"Porra!" Seus olhos se arregalaram antes que ele agarrasse um lençol, envolvendo-o pelo corpo.
Enquanto ele tentava sair do quarto de Carrie, bateu de frente com a mãe no corredor.
"QUE PORRA É ESSA, CHRIS?!" ela gritou quando ele sem querer a derrubou no chão.
"MERDA!"