Sogra Recheada de Creme
— Uh, era o recheado de creme que você queria, não é, Carole?
— Sim. Obrigada, Spencer — disse a atraente mulher de meia-idade do banco de trás. Ela se inclinou para frente e pegou o donut que o genro lhe oferecia.
— E aqui está o seu cruller, amor. — Spencer entregou outro donut para a esposa enquanto entrava no carro, sacudindo a neve acumulada dos ombros. — Jesus, essa neve está bem forte. É melhor a gente ir logo antes que piore.
— Aqui está o seu café, mãe. — Peri se virou no banco e entregou um dos copos para a mãe, e colocou o de Spencer e o dela nos porta-copos do console dianteiro. — É, parece que está piorando desde que saímos de casa há quinze minutos — disse Peri, olhando pelo para-brisa enquanto afivelava o cinto de segurança. — Espero que melhore quando sairmos desse nevoeiro. Estou ansiosa por esse fim de semana há um mês. É melhor o tempo não atrapalhar nossos planos. — Ela lançou um olhar safado para o marido e piscou para ele, sem ser vista pela mãe no banco de trás.
Spencer percebeu o olhar que a esposa lhe deu e sorriu de volta enquanto religava o carro, os limpadores já com dificuldade para acompanhar a neve que caía. Ele e sua esposa, Peri, estavam planejando esse fim de semana de esqui há um mês. Na verdade, o plano era mais para um fim de semana picante no resort, com talvez um pouco de esqui no meio. Como um banqueiro de investimentos de 27 anos em uma grande empresa renomada, esperava-se que Spencer dedicasse muitas horas, o que ele fazia com prazer e adorava — mas agora era hora do fim de semana deles.
Peri tinha 25 anos e havia começado recentemente sua clínica como psicóloga. Como jovem associada, ela também estava acumulando muitas horas. Ela tinha sido contratada recentemente por uma pequena sociedade que percebeu que não conseguia dar conta do número de clientes que solicitavam seus serviços. Como jovens profissionais, tanto Spencer quanto Peri muitas vezes se viam cansados demais quando chegavam em casa até para pensar em sexo, ambos geralmente adormecendo em frente à TV tarde da noite. Peri vinha sentindo uma coceira danada entre as pernas ultimamente, e esperava que Spencer coçasse essa coceira bem fundo nesse fim de semana com aquele pauzão dele. Sua mala estava cheia de lingerie sexy e sapatos que definitivamente não eram feitos para tempo com neve. Ela não se importava nem um pouco se eles nunca saíssem do quarto.
O resort ficava a cerca de três horas de onde moravam — três horas em circunstâncias normais, não como a tempestade de neve em que se encontravam agora.
A mãe de Peri, Carole, de 47 anos, estava pegando uma carona de volta para a cidade onde morava, mais ou menos na metade do caminho entre o resort de esqui e a cidade onde sua filha e Spencer residiam. Ela tinha vindo de carona com uma amiga de manhã cedo e passou o dia visitando a irmã, que morava na mesma cidade que Peri e Spencer, tendo combinado com antecedência pegar uma carona para casa com a filha e o genro a caminho do resort. A casa de Carole ficava bem no caminho, e eles concordaram felizes em dar uma carona para ela. Assim que Peri e Spencer terminaram o trabalho na sexta-feira, pegaram as malas, buscaram Carole na casa da tia de Peri e saíram da cidade, fazendo uma rápida parada para donuts e café nos arredores. Na esperança de chegar ao resort o mais rápido possível, eles saíram da loja de donuts e seguiram viagem.
— Jesus, não acredito nisso — disse Spencer, tomando um gole de café enquanto entrava cuidadosamente na rodovia, mantendo os olhos nas lanternas traseiras do carro à frente.
— Cuidado, querido — disse Peri, apertando os olhos para tentar enxergar através da neve que caía também. — Vá com calma. Não estou a fim de morrer nessa viagem.
— Concordo. Toma, segura isso — disse Spencer, entregando-lhe seu copo de café enquanto se endireitava e se inclinava para frente, ambas as mãos segurando o volante com força. A neve estava caindo mais pesada agora, e ele mal conseguia ver as linhas da estrada por causa do carro à sua frente, as lanternas traseiras vermelhas à frente quase piscando agora, pois a neve o impedia de vê-las claramente. Além de tudo, a escuridão estava começando a cair.
— Ai, meu Deus — disse Carole do banco de trás —, isso não está nada bom.
— Não, não está — respondeu Spencer, colocando os limpadores no máximo para acompanhar a neve que caía pesadamente. A tensão da situação silenciou os três enquanto Spencer se concentrava na estrada, os nervos à flor da pele. A situação não melhorou, e depois de cerca de quarenta e cinco minutos, se é que não piorou.
— CUIDADO! — gritou Peri, apontando para o para-brisa.
Através da neve que caía pesadamente, Spencer viu o carro parado bem na frente deles ao mesmo tempo que Peri. Ele reagiu instintivamente, pisando fundo no freio e virando o volante bruscamente. O carro girou na estrada gelada enquanto ele tentava retomar o controle, mas sem sucesso. Ele sentiu o carro virar de lado e tentou esterçar na direção oposta para endireitá-lo, mas ele continuou girando. Deu um giro completo de 360 graus, finalmente parando a derrapagem e imobilizando-se na direção em que originalmente estavam indo. Arfando nervosamente e com o coração disparado, Spencer encostou o carro no acostamento e o colocou em ponto morto, acionando as luzes de emergência enquanto se inclinava para frente e apoiava a cabeça no volante.
— Estão todos bem? — perguntou ele, virando-se para olhar para a esposa e a sogra.
— Sim, estou bem — disse Peri, visivelmente abalada. — Mãe?
— Estou bem. Obrigada, Spencer. Foi por pouco.
— Muito por pouco. — Spencer sacudiu os braços, tentando espantar a tensão.
Peri pegou o celular. — Vou checar a previsão do tempo. — Seus dedos voaram sobre a tela do aparelho. — Nossa. Acabou de ser atualizada há minutos para esta região. Diz que essa tempestade vai continuar por pelo menos mais quatro a seis horas. — Todos olharam pela janela da frente, enormes flocos de neve continuando a cair. — O que você acha que devemos fazer, Spencer? Acha que devemos dar meia-volta e tentar voltar para casa?
— De jeito nenhum — disse Spencer enfaticamente. — Vou ir devagar pelo acostamento até chegar ao próximo acesso. Se estivermos onde eu acho que estamos, há alguns motéis de beira de estrada perto desta parte da rodovia. Espero que consigamos chegar até lá sem sofrer um acidente.
Com as luzes de emergência piscando e os limpadores funcionando como um metrônomo turboalimentado, Spencer seguiu lentamente até chegar à próxima estrada. Feliz por pelo menos estar fora da rodovia principal, ele respirou aliviado ao pegar a rampa curva para a estrada secundária, chegando pouco depois a um posto de gasolina.
— Já abasteci aqui antes — disse ele. — Tem um motel logo adiante na estrada, se bem me lembro. — Continuando a passo de tartaruga, dez minutos depois avistaram o letreiro de neon piscante do motel, mas só conseguiram lê-lo claramente quando estavam bem embaixo dele.
— The Olde Log Inn — leu Peri em voz alta enquanto passavam em marcha lenta.
— Bem, imagino que não seja o Ritz — disse Spencer, apertando os olhos para encontrar a unidade com a luz de "RECEPÇÃO" sobre a porta. — Mas qualquer coisa é melhor do que tentar enfrentar essa neve. — Ele parou ao lado da recepção e colocou o carro em ponto morto. — Volto já.
Assim que Spencer fechou a porta atrás de si, Carole se inclinou para frente, apoiando o braço no encosto do banco da filha. — Peri, se Spencer conseguir alguns quartos para nós, o que eu vou vestir para dormir? Eu vim só para o dia, então não tenho nada além da roupa do corpo.
— Vai ficar tudo bem, mãe — respondeu Peri. — Tenho certeza de que tenho alguma coisa que você possa usar. — Ela pensou na mala cheia de lingerie e se perguntou se tinha falado rápido demais.
Spencer voltou para o carro momentos depois, mais uma vez sacudindo a neve dos ombros, a porcaria se acumulando em seu casaco mesmo na curta distância entre a porta da recepção e o carro. Ele entrou, entregando uma sacola de mercado para Peri. — Conseguimos o último quarto. Ele disse que cinco pessoas na última hora fizeram check-in por causa da tempestade. — Ele apontou para a sacola que tinha dado a Peri. — Até comprei comida. Temos sanduíches, salgadinhos e algo para beber. Pelo menos não vamos morrer de fome.
— O último quarto? — perguntou Carole, um tom de interrogação na voz.
— Sim — disse Spencer, virando-se e sorrindo para a atraente sogra, percebendo que ela estava preocupada por não ter o próprio quarto. — Mas ele tem duas camas de casal, então acho que vamos ficar bem.
— Vai ficar tudo bem, mãe — interveio Peri, tendo notado o tom na voz da mãe. — É só por uma noite.
— Claro. Desculpe. Desde que não estejamos lá fora dirigindo, é o que importa. Obrigada por ser tão cuidadoso, Spencer.
— Tudo bem, Carole. Vamos dar o nosso melhor. Ok, quarto 16. Ele disse que é o do canto no segundo andar, bem acima do 8. — Spencer estacionou em frente à unidade do canto, o número "8" na porta mal visível através da neve que caía pesadamente. Ele pegou as duas malas no porta-malas e trancou o carro enquanto Peri e Carole subiam as escadas precárias no final do prédio. Peri verificou o número do quarto e usou a chave antiga para abrir a porta. Os três entraram arrastando os pés, sacudindo a neve dos casacos.
Spencer colocou as malas no chão e se endireitou, gesticulando com os braços abertos em direção ao resto do quarto. — Bem-vindos ao Taj Mahal — disse ele, tentando aliviar o clima.
— Podia ser pior — disse Peri, tirando o casaco enquanto todos olhavam para o quarto onde passariam a noite.
Típico desse tipo de motel envelhecido, a decoração deixava muito a desejar. As duas camas de casal pareciam cansadas e bem usadas, a arte na parede apenas um pouco melhor que o clássico "Velvet Elvis", enquanto a TV parecia algo saído do Smithsonian.
— Bem, é melhor nos acomodarmos. Parece que vamos passar a noite aqui — disse Spencer, distribuindo os sanduíches e as bebidas. As duas mulheres sentaram nas camas e encolheram as pernas enquanto provavam os sanduíches embrulhados.
— O meu está muito bom. Parece caseiro — disse Peri, dando avidamente uma segunda mordida. — E o seu, mãe?
— Sim, está muito melhor do que eu esperava. Definitivamente não são de máquina de venda automática. — Ela ergueu os olhos para Spencer com ar interrogativo.
— O cara disse que, quando viram o tempo virar, a esposa dele imaginou que isso poderia acontecer, então preparou umas comidas, só por precaução. A inteligência dela acabou sendo vantajosa para nós, acho. O meu também está bom. — Ele deu mais uma mordida e foi até a TV antiga. — Vamos ver o que essa belezura consegue sintonizar — disse ele, ligando-a. Enquanto o aparelho aquecia, a tela ficou coberta de pontos brancos piscando.
— Você está brincando? — disse Peri, sorrindo de orelha a orelha. — Tem mais neve nessa TV do que lá fora.
— Que programa é esse ao fundo? — perguntou Carole, tomando um gole de sua bebida enquanto apertava os olhos para a TV.
Spencer se ajoelhou em frente à TV, o rosto a cerca de trinta centímetros da tela. — Acho que é um episódio antigo de Seinfeld. — Ele apontou para a tela cheia de neve. — Olha, lá está o Kramer... não... é o George.
— Desliga isso, Spence — disse Peri, terminando de comer e esfregando as mãos uma na outra. — Essa TV é inútil. Por que não vamos todos dormir e tentar descansar um pouco? Se o tempo melhorar como dizem que vai em algumas horas, talvez a gente possa sair cedo amanhã de manhã. O que você acha, mãe?
— Por mim, tudo bem. Só... você sabe, o que conversamos antes.
— Sim, vou achar alguma coisa para você vestir. — Peri abriu a mala e começou a remexer no conteúdo. — Spencer, você pode fechar essas cortinas, por favor?
— Claro, amor. — Spencer estendeu a mão e puxou as cortinas de cada lado da janela da frente, juntando-as. Um lado veio até o centro, mas o outro parou estranhamente curto, com uma abertura de uns 20 centímetros entre os dois lados. Ele puxou aquele lado, mas não conseguiu movê-lo. Olhou mais de perto, notando que estava firmemente preso na ponta, mas impossível de ir mais longe. — Ah, ótimo.
— O que foi?
— Esse pedaço de tecido é muito pequeno. — Ele puxou-o para mostrar. — É o máximo que vai.
— Parece ser a regra para este lugar. Ah, bem, como eu disse antes, é só por uma noite. — Peri se levantou, com as mãos na cintura, observando-o puxar a cortina mais uma vez. — Spence, por que você não usa o banheiro primeiro enquanto eu arrumo essas coisas para mim e para a mãe?
— Ok. — Ele pegou sua nécessaire na mala e tirou também uma cueca larga boxer e uma camiseta. Ele tinha planejado dormir nu durante o fim de semana, na esperança de estar pronto para entrar na bocetinha apertada da esposa a qualquer momento. Ser pego de surpresa por essa tempestade definitivamente tinha atrapalhado seus planos. Resignado a mais uma noite de celibato, ele levou suas coisas para o banheiro e ligou o chuveiro, esperando que mergulhar em um dilúvio de água quente batendo nele o ajudasse a esquecer o frio lá fora.
— Então, o que você tem que eu possa usar? — perguntou Carole, parada ao lado da filha enquanto a jovem vasculhava a mala. Carole logo avistou o colorido sortimento de lingerie que praticamente enchia a mala — não exatamente trajes de esqui. — Ah, meu Deus.
— Mãe, Spencer e eu estamos trabalhando muito. Precisamos desse fim de semana.
— Eu entendo, querida. — Carole sorriu para a filha enquanto tocava ternamente em seu braço. — Eu já fui jovem.
— Isso soou ominoso do jeito que você disse. Por favor, me diga que esse desejo não desaparece com a idade?
— Bem, não, definitivamente não. Você sabe o que dizem sobre as mulheres atingirem o auge sexual aos 40. — Carole deu à filha uma piscadela cúmplice, fazendo a jovem sorrir e acenar concordando.
— Você ainda sente tanta falta do papai quanto sentia? Quanto tempo faz agora, quatro anos?
Carole fez uma pausa, pensando no marido, o homem que amava e que tinha sido morto por um motorista bêbado. Ela estivera pensando nisso quando estavam dirigindo na tempestade de neve, e respirou aliviada quando Spencer decidiu parar para passar a noite. — Sim, já faz uns quatro anos. E sim, ainda sinto falta dele.
— Você ainda não conheceu mais ninguém?
— Não. Teve uns dois homens dando em cima, mas simplesmente não estou pronta.
— Mãe, você ainda é jovem — e ainda é um arraso. Eu também amava o papai, mas você realmente deveria se abrir de novo. Não quero que você passe o resto da vida sozinha.
— Obrigada, querida. Vou chegar lá.
— Você... você sente falta disso? — O tom da voz de Peri deixou claro do que ela estava falando.
— Claro que sinto falta "disso". Esses homens que têm aparecido são legais o suficiente, mas não quero pular na cama com nenhum deles só para aliviar o tesão. — O comentário pegou Peri de surpresa, e ela abraçou a mãe enquanto riam juntas. Ela apertou a mãe com força e depois se afastou, ambas olhando para dentro da mala.
— Ok — disse Peri, enfiando a mão na mala e remexendo as peças de lingerie sedosa. — Deve ter alguma coisa aqui que sirva. Sempre tivemos mais ou menos o mesmo tamanho, então isso não deve ser problema.
— Acho que você ainda é tamanho 44? — perguntou Carole, olhando para as coisas sexy na mala da filha. — Eu estou usando sutiã 48 há vários anos.
— Mas ainda temos a mesma altura e constituição. Talvez fique um pouco apertado aqui e ali, mas deve servir. Que tal este? É a coisa mais comportada que tenho aqui. — Peri ergueu uma camisola de renda branca com alças finas como fitas de espaguete. Era evidente pelo tamanho da peça que terminaria bem alto nas coxas de qualquer uma das mulheres, mal cobrindo a boceta da pessoa.
— Se essa é a coisa mais comportada que você tem, acho que vai ter que servir. — Carole pegou a camisola da filha, justamente quando Spencer saiu do banheiro, esfregando uma toalha nos cabelos molhados. Ele estava diante delas de camiseta e cueca boxer larga, esfregando a cabeça.
— O chuveiro é surpreendentemente bom — disse ele, jogando a toalha sobre o encosto de uma cadeira pequena ao lado de uma cômoda de venda de garagem.
— Que bom. Preciso de um banho — respondeu Peri, pegando outra peça e sua nécessaire da mala. — Voltamos já.
— Não tenha pressa — disse Spencer, enfiando a mão na mala e tirando um romance em brochura que tinha começado a ler há séculos, mas que nunca parecia ter tempo de terminar. Ele esperava que também não tivesse tempo neste fim de semana, achando que estaria fodendo Peri até os dois desabarem, mas tinha enfiado o livro na mala de qualquer jeito. Enquanto as mulheres desapareciam no banheiro, ele puxou as cobertas e subiu em uma das camas, tirando a camiseta e jogando-a em direção à mala de roupas.
"Nada mais justo." Ele se congratulou quando a camiseta amassada caiu direto na mala aberta. Estava acostumado a dormir nu, mas com a sogra na cama ao lado, sabia que não podia fazer isso. A camiseta o deixava todo enrolado se tentasse dormir com ela, então a manteve até entrar na cama. A cueca box ficaria, mas a camiseta definitivamente tinha que sair.
Ele empilhou os travesseiros e recostou-se na cabeceira, abrindo o romance de Michael Connelly onde havia parado. O Lincoln Lawyer estava em suas travessuras habituais, e Spencer se acomodou enquanto lia, imaginando Matthew McConaughey no papel de Mickey Haller. Spencer adorou o filme original e o personagem peculiar de Haller, ficando viciado nos livros de Connelly depois disso.
"Sério, mãe, ficou ótimo em você."
A voz de Peri o fez levantar os olhos. Sua esposa atravessou o quarto em sua direção, deslumbrante em um body rosa-choque. Ela tinha cerca de 1,70 m e pesava uns 55 kg. A peça sexy se ajustava perfeitamente à sua silhueta curvilínea de ampulheta, os bojos rendados do sutiã moldando-se espetacularmente aos seus seios grandes 36DD. Conforme se movia, ele podia ver as curvas de seus seios grandes balançando e tremendo tentadoramente acima do tecido esticado dos bojos. O tecido rendado do body apertava-se como uma vespa em sua cintura fina e então fluía até o topo de seus quadris largos e fodedores, as aberturas das pernas cortadas perversamente altas nos quadris. O formato em V sedutor da parte de baixo do body o fez salivar enquanto olhava para o jeito que desaparecia convidativamente entre suas pernas. As aberturas altas nas pernas faziam suas pernas longas e torneadas parecerem ainda mais longas que o normal, suas coxas cheias e cremosas atraindo seus olhos famintos.
Quando estavam no carro, ela estava com o cabelo preso em um rabo de cavalo — agora estava solto, suas madeixas loiras e lustrosas caindo atraentemente até as omoplatas, os fios loiro-mel emoldurando seu rosto bonito de forma encantadora. Seus olhos azuis brilharam quando ela se virou de volta para ele, um sorriso brincalhão erguendo os cantos de sua boca larga e cheia.
"Já pronto para dormir, querido?" Peri perguntou, dando-lhe uma piscadela safada, contornando a cama e se deitando ao lado dele.
"Sim. Você está linda." A resposta de Spencer foi intencionalmente contida, tentando manter sua excitação sob controle por causa da sogra. Ele mal conseguia tirar os olhos de sua esposa deslumbrante, desejando que a sogra estivesse em qualquer outro lugar que não ali.
"Você não acha que a mamãe também está bonita?"
"Ah, Peri, Spencer não precisa se preocupar com uma velha como eu," Carole disse, atravessando o quarto rapidamente e se enfiando na outra cama, puxando as cobertas sobre seu corpo parcamente vestido.
Spencer automaticamente se virou para a sogra quando sua esposa pediu sua opinião, seus olhos se arregalando ao olhar para a mulher de meia-idade. Mesmo ela tendo se enfiado apressadamente na cama ao lado dele, ele conseguiu vislumbrá-la, seus olhos captando cada detalhe delicioso.
Ele se lembrou daquelas vezes em que ele e Peri estavam namorando e as coisas começaram a ficar sérias. Lembrou-se de um de seus amigos lhe contando sobre aquele velho ditado: "Se você quer saber como sua namorada vai ser daqui a 20 anos, olhe para a mãe dela."
Quando Peri o levou para casa para conhecer a mãe, ele olhou — sim, ele olhou bem, bem demorado, e ficou muito feliz com o que viu. Ficou surpreso com a semelhança entre as duas mulheres a princípio, ambas tendo a mesma figura exuberante e curvilínea que o fizera salivar da primeira vez que pôs os olhos em Peri. Carole provavelmente tinha uns 5 a 7 quilos a mais que a filha, com todos os quilos extras exatamente nos lugares certos. Ele facilmente via de onde vinha a generosa linha do busto de Peri — o de sua mãe parecia tão sedutor quanto o conjunto cheio 36DD de Peri, se não mais.
O cabelo loiro de Carole era até cortado similar ao da filha, e era um loiro um pouco mais escuro, o que ele notara vir naturalmente com o envelhecimento das loiras. Ainda estava fabuloso, as madeixas loiro-douradas caindo em ondas suaves ao redor de seu rosto bonito, seus olhos azuis tão calorosos e reconfortantes quanto os da filha, com aquele toque de experiência transparecendo.
Também muito parecida com a filha, Carole tinha uma queda por usar suéteres justos, que enfatizavam o impressionante de seu peito. Na primeira vez que Spencer a conheceu, ela estava usando um suéter de gola alta sem mangas azul-celeste que se moldava às suas armas espetaculares, fazendo um nó se formar em sua garganta enquanto ele olhava para o jeito que as nervuras verticais da blusa fluíam ao redor e sobre seus seios volumosos.
Spencer tinha visto muito pornô de MILF em sua época, tendo uma queda por mulheres mais velhas desde que era adolescente — como todos os garotos — e homens. E sua sogra Carole era material MILF de primeira, e ele frequentemente fantasiava com ela, jogando o braço sobre os olhos e a imaginando em uma miríade de atividades sexuais — o tempo todo enquanto sua esposa, Peri, se ajoelhava entre suas pernas e o chupava. Sim — ele já tinha gozado muitas vezes na boca de sua esposa pensando no que gostaria de fazer com a mãe peituda dela.
Mas ele nunca a tinha visto com algo parecido com o que ela estava usando esta noite. Nos poucos segundos em que a viu antes de ela mergulhar sob as cobertas, ele viu seu corpo maduro e exuberante deliciosamente trajando uma camisola branca brilhante, a peça sedutora ajustando-se à sua sogra um pouco mais apertada do que ele imaginava que ela esperasse. A renda diáfana da camisola esvoaçante ondulava sobre seus quadris largos e matronais antes de terminar a poucos centímetros de sua boceta — seus olhos fixos até captando um vislumbre provocante de calcinhas brancas recatadas quando ela se enfiou na cama.
Agora, a parte de cima da camisola — sim, a parte de cima gloriosamente justa. As peças triangulares de renda branca cintilante mal cobriam seus peitos enormes, os montes voluptuosos de carne de peito quente e macia transbordando ao redor e acima dos bojos confinantes de forma convidativa. Os bojos da camisola pareciam mal aguentar a carga gigantesca que lhes era pedida para sustentar, as alças finas de espaguete sobre seus ombros esticadas e tensas como a pele de um tambor. Mesmo com seus seios livres de qualquer suporte firme, sua linha de decote profunda e escura ainda parecia ter um quilômetro de comprimento — um vale convidativo para um pau duro e rijo deslizar para frente e para trás.
Spencer absorveu tudo isso nos poucos segundos que levou para sua sogra se enfiar constrangida na cama, mas a visão lasciva ficou gravada em sua mente para sempre. Percebeu que ainda não havia respondido à pergunta de sua esposa. "Sim, sua mãe está ótima. Sério, Carole, está lindo, o que eu consegui ver — acho que nunca a vi se mover tão rápido antes." Seu comentário leve fez todos rirem.
Peri deslizou para perto dele e falou com a mãe por cima da forma reclinada de Spencer, a mão pousada em seu peito. "Viu, mãe, eu disse que estava bonito. Spencer não mentiria para você, mentiria, querido?"
"Claro que não. Acho que está muito bonito."
"Ah, vocês dois," Carole disse, sorrindo para os dois enquanto puxava as cobertas até o pescoço.
Peri olhou para o marido, "Por que você não apaga a luz, querido. É melhor a gente dormir, não há mais nada para fazer neste chiqueiro."
"Tá." Spencer marcou seu lugar no livro e o colocou na mesa entre as duas camas, e então se esticou para apagar o abajur.
Foi apenas segundos depois que Peri falou, "Ah, ótimo, que especial." Através da fresta nas cortinas, a luz do letreiro de neon da frente parecia fluir como a cauda de um vestido de noiva para dentro do quarto, o feixe de luz entrando bem no espaço entre as duas camas. Conforme seus olhos se acostumaram, a luz parecia piscar com os grandes flocos de neve caindo através dela de todas as formas, como um enxame de mariposas voando pela janela.
"Bem, não há nada que possamos fazer quanto a isso," Spencer disse. "Não consegui fechar mais aquela persiana. Pelo menos aquele letreiro horrível não está piscando. Isso realmente me deixaria louco." Ele fez uma pausa, olhando ao redor para o ambiente deprimente. "Vamos apenas tentar esquecer isso e dormir um pouco. Com sorte, a neve vai parar e as estradas estarão limpas pela manhã. Devemos deixar sua mãe em casa e estar no resort logo depois disso."
"Está bem. Boa noite, mãe."
"Boa noite, Peri. Boa noite, Spencer."
"Boa noite, Carole."
Os três se ajeitaram para dormir, com Peri se aconchegando ao lado do marido.
"Sinto muito, querido," ela sussurrou em seu ouvido. "Eu estava realmente ansiosa por esta noite — mas não em um lugar como este." Enquanto se deitava ao lado dele, ela traçou as unhas sobre seus peitorais largos e musculosos, arranhando-o provocativamente.
"Eu também," Spencer sussurrou em resposta, virando-se de costas para a sogra para que suas palavras só fossem ouvidas pela esposa. "Você sabe como está gostosa nesse body? Foi tudo que pude fazer para não te agarrar e te macetar no colchão quando você veio para a cama. Está fantástico."
"Fico feliz que você gostou. Espero que você goste também das outras coisas novas que comprei. Sinto muito que tenha que ser assim, amor. Prometo que vou compensar você."
A mão dela desceu pelo seu abdômen, as pontas dos dedos fazendo um oito enquanto traçava as unhas com pontas vermelhas sobre seus abdominais.
"Você percebe que vou cobrar essa promessa," Spencer disse, deslizando o braço sob os ombros da esposa e puxando-a mais para perto.
"Então o que você vai fazer a respeito, grandalhão?" Peri perguntou, seus dedos percorrendo provocativamente o cós da cueca box dele agora.
Spencer colocou os lábios perto da orelha da esposa e sussurrou, seu hálito quente fazendo-lhe cócegas deliciosamente, "Vou te foder até você desmaiar, e então vou te encher tão cheia de porra que o negócio vai escorrer de você por uma semana."
"Mmmm, gostei da ideia," Peri respondeu com um ronronar quente, sua mão deslizando propositalmente mais para baixo sobre a frente da cueca box dele agora. Spencer já estava respondendo ao toque dela, e agora sentiu seu pau dar um grande solavanco enquanto o sangue continuava a fluir para ele.
"Cuidado aí, bebê," ele sussurrou apreensivo. "Não comece algo que não pode terminar."
"Apenas fique quieto, querido. Só quero sentir esse pau lindo na minha mão por um minuto. Senti tanta falta dele." A mão dela deslizou para dentro da abertura da cueca box, seus dedos tateando em busca de seu pau enrijecendo.
"Peri!" Spencer sussurrou urgentemente. "O que você está fazendo? E a sua mãe?"
"Escute. Ela já está dormindo." Peri parou de se mover e acenou com a cabeça por cima do corpo de Spencer em direção à mãe. Com os olhos e ouvidos acompanhando os dela, Spencer olhou também, o rosto da sogra visível enquanto ela se deitava de frente para eles, suas feições parcialmente iluminadas pelo feixe de luz que entrava pela fresta das cortinas, seus olhos fechados pacificamente. Ele escutou enquanto ficavam parados, o ronco suave e rítmico da mulher mais velha dormindo chegando aos seus ouvidos. Ele se virou e olhou para a esposa, surpreso.
"Ela sempre dorme muito rápido. Sempre foi assim." Peri se inclinou e o beijou, sua língua deslizando quente para dentro de sua boca. Enquanto sua língua duelava com a dele, sua mão se tornava mais insistente enquanto ela puxava seu pau empinado para fora pela abertura na frente da cueca box, dando ao seu pênis enrijecido a liberdade que desejava. Ela agarrou as cobertas e as empurrou para baixo, o brilho suave da janela iluminando seu abdômen exposto.
"Peri!" Spencer engasgou, seus olhos se voltando mais uma vez para a sogra.
"Shhhh, relaxa," Peri disse, um sorriso malicioso no rosto. "Só quero ver por um minuto." Ela se sentou ligeiramente, sua mão circulante descascando lentamente para cima e para baixo ao longo de seu pau engrossando. Em menos de um minuto estava duro como uma rocha, seu membro prodigioso fazendo a mão dela se abrir mais enquanto enrijecia e crescia, a coroa inflamada erguendo-se acima de sua mão bombeante.
"Ai, meu deus," Peri murmurou baixinho, "Está tão duro. Eu amo." Sua outra mão deslizou para dentro da cueca box folgada e puxou suas bolas carregadas de esperma, embalando-as gentilmente na palma da mão enquanto continuava a masturbar sua ereção impelente. "É tão lindo. Amo a sensação, tão aveludado e macio, e ainda assim tão duro como aço ao mesmo tempo. Não há nada igual na terra."
Spencer recostou-se, deleitando-se com a sensação da mão talentosa de sua esposa subindo e descendo em seu pau latejante. Já fazia dias desde que fizeram sexo, e embora ele tivesse batido algumas punhetas sozinho, sentira falta de estar com ela, aproveitando seu corpo sexy e curvilíneo contra o dele. Com a sogra a poucos metros na cama ao lado, ele sentia que deveria ser adulto e interromper aquilo antes que saísse do controle — mas ele queria manter na mão — a mão de sua esposa, exatamente como ela estava fazendo agora, seus dedos finos e palma macia levando-o ao ápice do prazer. Embora ter a sogra tão perto fosse estressante, ele tinha que admitir que o risco do que estavam fazendo o tornava cintilantemente excitante ao mesmo tempo.
Ele estava deitado ali saboreando a tortura deliciosamente sensual que sua esposa lhe infligia quando ela de repente se inclinou para frente, aquele brilho diabólico nos olhos enquanto levava os lábios perto de sua orelha. "Apenas relaxe e fique onde está, amor. Não olhe, mas ela está acordada." Peri sentiu Spencer ficar tenso, mas ele fez como ela pediu, e ficou completamente imóvel. Ela mordiscou ternamente seu lóbulo e então deslizou a ponta da língua em sua orelha, deixando-o louco, antes de recuar ligeiramente e sussurrar, "Quero dar a ela um pequeno show. Já faz muito tempo desde que ela viu um pau, então vai fazer bem a ela ver um tão bonito como o seu. Acho que ela precisa disso tanto quanto qualquer um de nós. Então apenas recoste e aproveite. Eu assumo daqui."
Peri sentou-se novamente e empurrou as cobertas ainda mais para baixo, expondo totalmente o corpo do marido. Ela envolveu uma mão ao redor de seu pênis rígido e começou a bombear lentamente, enquanto as pontas dos dedos da outra mão traçavam provocativamente sobre seus abdominais tensos.
"Mmmm, é tão gostoso na minha mão," ela disse em um ronronar suave e ofegante, sua voz assumindo um tom melódico e embalador. "Tão grande... e tão duro... eu amo."
Spencer ousou desviar os olhos de lado, agora capaz de ver o brilho dos olhos de sua sogra faiscando para ele do outro lado do vão entre as duas camas.
"Ai, nossa, o pré-gozo está vazando por toda a minha mão. Mmmm, até consigo sentir o cheiro. Tão quente, tão viril, tão excitante." A voz de Peri continuou suave em um tom hipnótico e embalador, e Spencer lembrou que ela teve treinamento em hipnoterapia como parte de sua formação como psicóloga. Ele se sentiu relaxar apenas ouvindo o timbre suave e ressonante de sua voz, como alguém esfregando suas têmporas gentilmente entre as pontas dos dedos.
"Mmmm, mal posso esperar para ele jorrar. É tão grande e duro, sei que vai ter muito esperma." Ela manteve sua estimulação suave enquanto continuava a falar, suas palavras suaves filtrando-se pelo quarto como ruído branco, embalando sua mãe em um estado de transe. Peri sabia que ninguém podia ser hipnotizado a menos que seu subconsciente permitisse, e sabia que o que estava fazendo não era realmente hipnose, apenas usando o tom de sua voz para permitir que sua mãe se submetesse a seus desejos ocultos, o poder da sugestão quebrando aquelas paredes de resistência. Se fosse algo que o sujeito realmente quisesse, era tão fácil quanto cortar manteiga com uma faca quente. Ela podia ver sua mãe observando atentamente, e sabia que era hora de aumentar a aposta.
"Tão duro... tão bonito... você não acha, mãe? Você não gostaria que fossem suas mãos neste pau lindo e duro?"
Spencer olhou de relance para a sogra assim que Peri disse seu nome, e viu seus olhos se arregalarem enquanto ela se sentava ligeiramente, apoiando-se no cotovelo. Ele podia ver a luxúria em seus olhos, seus lábios cheios entreabertos, as cobertas deslizando um pouco para expor seus seios enormes, inadequadamente contidos na camisola branca rendada.
"Já faz um tempo, não é, mãe?" Peri continuou, sua voz permanecendo suave e consistente, aquecendo o quarto como o ronronar de um gato. "É tão quente e duro na minha mão, como se fossem feitos um para o outro. Por que você não vem aqui e sente você mesma, mãe? Sinta como é duro... como é quente."
Carole puxou as cobertas e silenciosamente se ajoelhou entre as camas. Havia espaço suficiente para seu corpo ajoelhado, e ela se arrastou um pouco para baixo, seu rosto maduro a apenas centímetros do membro ingurgitado de seu genro.
"Isso... isso é bom," Peri continuou, lentamente acariciando o pau do marido. "Coloque sua mão acima da minha, mãe — há espaço suficiente para nós duas."
Spencer observou enquanto Carole levantava lentamente a mão, seus olhos jamais se desviando da cabeça inchada de sua ereção rígida, filetes de pré-gozo agora escorrendo da ponta e descendo provocativamente pelo eixo ereto. Peri interrompeu sua punheta, a base da mão pressionando contra a virilha dele, a coroa inflamada latejando na luz filtrada enquanto se erguia centímetros acima da mão circular dela. Os dedos de Carole tocaram o pau dele logo acima da mão da filha, suas pontas explorando a pele macia e aveludada do eixo enquanto se curvavam ao redor, a palma suave agora pressionando a haste, seus dedos se fechando calorosamente.
"Mmmmmm," Carole murmurou no fundo da garganta enquanto o calor incendiário do cilindro de carne entumecido parecia fluir diretamente por sua mão e então por todo o seu corpo, fazendo-a corar de desejo.
"Isso, mãe... sinta... sinta como é quente e duro," disse Peri, sua voz mantendo aquele tom suave e embalador enquanto começava a bombear lentamente a mão mais uma vez. "Não é maravilhoso?"
"Sim," Carole disse sem fôlego, sua mão madura e macia movendo-se em uníssono com a da filha.
Spencer estava no paraíso, recostado e deixando aquela linda mãe e filha masturbarem seu pau, suas mãos mágicas o deixando louco. Ele olhou para a sogra de perfil, seus olhos atraídos magneticamente para seus peitos enormes, os orbes massivos quase transbordando do body branco apertado, seus mamilos grandes claramente visíveis marcando a frente do tecido rendado, o raio de luz da janela causando sombras fortes em seu corpo curvilíneo, seus peitos enormes subindo e descendo provocativamente enquanto sua respiração vinha em arfadas irregulares. Ele desviou os olhos de volta para o rosto dela, vendo o desejo em seus olhos enquanto permanecia hipnotizada por seu pau latejante, suas mãos bombeando mais e mais pré-gozo cintilante da ponta babada.
Peri viu aquele olhar nos olhos da mãe também, e então sorriu para si mesma enquanto a língua da mãe deslizava inconscientemente para fora da boca e circulava os lábios, umedecendo-os obscenamente. Ela já tivera aquele olhar em seus próprios olhos antes, enquanto masturbava o pau do marido, sua boca salivando instintivamente, o desejo por uma boa bocada de porra quente e grossa a dominando. Ela sabia exatamente o que a mãe queria — e precisava.
"O gosto é ainda melhor do que a sensação, mãe. Por que não se inclina e desliza os lábios sobre a ponta? Deixe sua língua rolar por toda aquela cabeça de pau grande e quente, sinta como é luxuoso dentro da sua boca." A mãe começou a se inclinar para mais perto, seus lábios fazendo um biquinho convidativo. "Isso... isso... só mais um pouco. Você já deve estar sentindo o calor que sai dele. Não é maravilhoso?"
Spencer observou enquanto sua linda sogra se inclinava para frente, seus lábios deliciosamente macios pressionando contra sua glande inchada, seus lábios se abrindo e deslizando sobre os contornos alargados da cabeça larga de cogumelo até que, finalmente, deslizaram sobre a borda coronal como uma corda, prendendo a cabeça de seu pau Latejante dentro de sua boca quente e molhada. Ele sentiu a língua dela rolar calorosamente sobre sua glande inflamada, sua saliva quente banhando amorosamente a cabeça de seu pau que pingava. Sentiu as bochechas dela se contraírem enquanto chupava, a ponta da língua agora sondando o olho vermelho e molhado, querendo mais de sua seiva de pau xaroposa. Sentiu um pulso percorrer seu pau duro como aço, e soube que a tinha alimentado com mais do néctar delicioso que ela chupava.
"Mmmm," Carole gemeu novamente, sentindo o fluido sedoso escorrer em sua língua.
"Isso, mãe, chupe tudo dele," Peri disse encorajadoramente. "Percebo que ele vai gozar logo, e quero que você engula tudo, cada gota quente e cremosa. Entendeu?"
"Um-hum." Carole murmurou sua concordância no corpo de Spencer enquanto venerava seu pau duro como pedra com sua boca madura e quente. Ela chupava com luxúria agora, enquanto instintivamente começava a subir e descer a cabeça, rendendo-se aos desejos de chupar pau dentro dela.
"Boa menina," Peri disse, dando a Spencer uma piscadela maliciosa ao se virar, olhando para a mãe, a boca da mulher mais velha chupando possessivamente o pau do marido. "Agora tire a mão, mãe, deixe-me punhetá-lo direto na sua boca. Quero ter certeza de que você receba o máximo possível daquela porra quente."
Spencer observou enquanto Carole tirava seus dedos circulares do pau e os levava aos seios, apertando-os através do body de renda enquanto continuava a chupar servilmente, seus lábios fazendo biquinho, sua língua quente e molhada banhando a cabeça latejante de seu pau enquanto chupava, suas bochechas quentes pressionando contra seu pau em uma bainha quente e amanteigada. Gemidos quentes saíam continuamente do fundo de sua garganta, evidência de quanto amava o que estava fazendo. Spencer olhou para suas mãos enquanto ela acariciava seus peitos enormes, observando enquanto os travesseiros macios de carne de peito transbordavam ao redor de suas mãos que apertavam, e isso foi tudo o que bastou para levá-lo ao limite.
"Sinto que ele vai gozar agora," Peri disse, seus olhos vivos de malícia enquanto bombeava o pau do marido, sua mão circular batendo suavemente contra os lábios carnudos e cheios da mãe quando se encontravam no meio do eixo rígido. "Prepare-se, mãe, ele vai encher essa sua boca bonita, e então quero que você engula tudo."
"OH, POOOORRAAAA," Spencer gemeu, exatamente quando a primeira corda grossa de porra jorrou da ponta de seu pau que estocava.
"Mmmmm," Carole gemeu no fundo da garganta enquanto o sêmen quente e espesso explodia poderosamente contra o céu da boca, a semente viscosa deslizando pela boca antes de se acumular em sua língua larga e plana. Uma segunda corda disparou, e depois uma terceira, o visgo quente e escorregadio se acumulando em uma poça enorme dentro de sua boca quente e sugadora.
"Isso, mãe, pegue tudo." Peri disse, um sorriso satisfeito no rosto enquanto continuava a bombear o pau trêmulo do marido. "Engula agora. Leve tudo direto para sua barriguinha."
"Glmphh." Carole engoliu, a porra carregada de esperma deslizando quente pela garganta. Era grossa e grumosa, e ela adorava a ideia de estar cheia de nadadores dele, esperma suficiente para povoar o mundo encontrando um lar quente e agradável no fundo de seu estômago. Ela soltava gemidos suaves de contentamento enquanto chupava, seu nível de prazer aumentando enquanto se alimentava do pau que jorrava do genro.
"Isso. Ele tem muito mais. Continue chupando," Peri incentivou, sua mão talentosa arrancando corda após corda de porra leitosa, os pedaços coagulados enchendo a boca da mãe enquanto ela bombeava. Ela sorriu enquanto a mãe engolia novamente, e então uma terceira vez, mas não antes de filetes brancos aparecerem nos cantos de sua boca transbordante e escorrerem pelo queixo, pérolas da porra do marido penduradas obscenamente no rosto bonito da mãe.
Spencer não conseguia acreditar — sua esposa realmente o tinha punhetado na boca da própria mãe! E sua sogra tinha amado. Ele ouvira seus gemidos suaves de prazer o tempo todo em que ela o chupara, aqueles gemidos se transformando em miados de êxtase quando ele começara a encher sua boca de porra. Ele não conseguia acreditar no quanto gozou, mas a mulher mais velha continuou chupando enquanto ele inundava sua boca, como se nunca quisesse que parasse. As últimas pontadas formigantes percorreram seu corpo, e ele desabou contra os travesseiros, seu peito arfando enquanto se recuperava, ainda observando as duas mulheres. Peri sorria para a mãe, sua mão não se movia mais, mas a sogra continuou chupando suavemente, mamando na cabeça do pau, sua língua deslizando na fenda do mijo para tirar até a última gota de semente quente. Era mais sexy que o inferno, e ele ainda estava incrivelmente excitado — olhar para sua sogra peituda o chupando mantinha o fogo queimando fundo dentro dele.
Peri puxou com força o pau de Spencer para fora da boca da mãe, o êmbolo roxo saindo dos lábios sugadores com um 'POP!' molhado. Peri balançou o pau na frente do rosto da mãe, o pau rígido se erguendo vigorosamente para cima.
"Olha só o que você fez com ele, mãe — ele ainda está duro como pedra." Peri empurrou a cabeça do pau de Spencer contra o queixo da mãe, usando-a para empurrar os fios rebeldes de porra de volta para a boca da mulher mais velha. Carole lambeu tudo avidamente, sua língua rolando faminta sobre a cabeça de pau inflamada enquanto a filha a movia sobre sua pele macia e flexível.
"Você não pode deixá-lo assim, mãe — não é justo. Você vai ter que deixá-lo te foder agora."
Spencer ficou chocado, nunca esperara por aquilo — mas o jeito que seu pau deu um salto quando a ideia se registrou em sua mente fez um sorriso surgir no rosto de Peri.
Peri nunca tivera a intenção de que isso acontecesse, mas assim que viu aquele olhar de desejo libertino nos olhos da mãe, soube que tinha que fazer aquilo por ela. Sua mãe precisava de sexo — precisava muito. Ela vira a luz voltar aos olhos da mãe enquanto ela chupava o pau de Spencer — uma luz que ela não via naqueles olhos desde que seu pai morrera.
"Venha comigo," Peri disse, deslizando rapidamente da cama e agarrando a mãe pela mão. Ela puxou a mãe para ficar de pé e pegou sua mala com a outra mão, ambas as mulheres e a mala desaparecendo no banheiro.
Spencer se sentou sobre os cotovelos e olhou ao redor enquanto puxava o lençol até a cintura, imaginando que porra tinha acabado de acontecer — e melhor ainda, que porra ia acontecer? Ele tinha ouvido direito? Sua esposa realmente dissera que a mãe dela tinha que fodê-lo? Sua esposa estava lhe dando um passe livre para traí-la... com a própria mãe? Ele estava sendo autorizado a passar pelo "Go" e "receber $200"? Um milhão de pensamentos correram por sua cabeça enquanto ele se recostava e esperava — todos esses pensamentos obscenos e perversamente excitantes. Ele esperava que as duas mulheres saíssem do banheiro com Carole se sentindo envergonhada por como agira, que ela voltasse para sua cama e puxasse as cobertas até o pescoço, virando-se para que Spencer não pudesse vê-la, tentando esquecer o que fizera.
Mesmo que fizesse isso, ele teria aquele momento para se lembrar pelo resto da vida — aquele momento em que seu pau empinado enchera a boca dela de porra, jato após jato de sêmen espesso e cremoso inundando a boca sugadora de sua sogra. Ninguém jamais poderia tirar aquilo dele — jamais.
"O que você acha, Spencer?" O som da voz de sua esposa o tirou de seu devaneio, e ele olhou para cima enquanto sua esposa conduzia a mãe para ficar entre as camas.
"Ah, porra," Spencer disse para si mesmo enquanto olhava para a exibição vertiginosa de formosura diante dele. Sua sogra era de cair o queixo, vestida deslumbrantemente com algumas das lingeries novas de sua esposa.
Ela usava um espartilho de viúva alegre de cetim preto que se ajustava magnificamente ao seu corpo voluptuosamente curvilíneo. Seus seios espetaculares mal eram contidos pelos bojos de arame grosso, as quantidades generosas de carne de peito quase transbordando dos bojos lindamente desenhados com acabamento em renda. O reforço dos bojos de cetim empurrava os grandes globos redondos para cima e juntos para criar uma linha profunda de decote que o fez pensar no Grand Canyon — profundo demais para compreender, e parecia durar para sempre. As alças como fitas que passavam sobre os ombros estavam esticadas e tensas como cabos de ponte, o peso que carregavam quase o mesmo.
O corpete do espartilho se moldava firmemente ao corpo maternal dela, aqueles quilinhos extras que ela tinha em relação à filha fazendo-o parecer ousadamente apertado enquanto se moldava à sua figura ampulheta e peituda — e Spencer amava o visual, ansioso para colocar as mãos em cada um daqueles quilinhos extras.
A parte inferior do espartilho se alargava sobre seus quadris largos de matrona, e ele se lembrou de como amava mulheres curvilíneas em vez de modelos palito de picolé. Sua sogra tinha todas as curvas certas, nos lugares certos — um corpo feito simplesmente para o sexo.
Suas virilhas estavam cobertas por calcinhas pretas sedosas que eram cortadas perversamente altas nas aberturas das pernas, o fino pedaço triangular de tecido mal cobrindo seu monte protuberante antes de desaparecer provocantemente entre suas pernas. Ligas como fitas mordiam ferozmente as meias pretas transparentes, as ligas e as meias de náilon reluzentes emoldurando suas coxas cremosas e sua boceta de forma sedutora. Os nylons transparentes acentuavam suas pernas bem-feitas, que eram bonitas e cheias nas coxas e panturrilhas, com joelhos de covinhas fofos entre elas e tornozelos finos abaixo que ele imaginava segurar em suas mãos e puxar suas pernas bem abertas, abrindo-a para uma boa foda dura.
Ele olhou para os sapatos dela, mais feliz do que nunca por sua esposa e a mãe dela calçarem o mesmo número. Os sapatos eram definitivamente sapatos 'venha-me-foder'. Eram escarpins pretos de bico fino com uma tira de couro fina que circulava o tornozelo e fechava com um pequeno fecho dourado. Os saltos — porra — os saltos. Eram saltos stiletto altíssimos, metálicos e pontiagudos como uma agulha, os saltos mortais e sexy de 5 polegadas fazendo a cabeça de Spencer girar enquanto todo o sangue parecia drenar direto para sua virilha.
Ele olhou para o rosto maduro e bonito da sogra, e sentiu seu coração palpitar, nunca a tendo visto tão sexy e erótica. Sua esposa deveria ter feito sua maquiagem, dando aos olhos um olhar profundo e fumegante com os tons escuros e esfumaçados que escolhera para combinar com o rímel e delineador diabolicamente escuros. Os lábios já cheios de Carole pareciam almofadas vermelhas e macias, o batom vermelho cintilante fazendo-os parecer carnudos e convidativos, a boca perfeita para uma sogra chupadora de pau.
Seu cabelo era lindo, as madeixas loiro-acinzentadas pareciam selvagens e sexy, como se ela tivesse passado o dia todo na cama — e aquele dia não tivesse sido passado dormindo.
Spencer a examinou da cabeça aos pés, sua mente girando com o quão deslumbrantemente sexy e linda ela parecia, seu pau duro como pedra falando por ele. Ele viu Peri sorrir enquanto ambas as mulheres olhavam para o lençol que cobria sua metade inferior, o lençol se elevando fazendo parecer que Barnum e Bailey tinham trazido o circo para a cidade.
"Ela está incrível," Spencer finalmente ofegou, seus olhos percorrendo famintos a forma de dar água na boca da sogra, seus sentidos formigando enquanto agora respirava o aroma de seu perfume sedutor, o aroma inebriante martelando sua libido ainda mais.
"Acho que ele aprova," Peri disse ao se virar e piscar para a mãe, um sorriso quente no rosto. "Por que você não entra na cama, mãe? Spencer já vai se juntar a você."
Enquanto sua mãe puxava as cobertas da outra cama e entrava, Peri deslizou para perto de Spencer e sussurrou em seu ouvido. "Faça isso por mim, amor. Ela precisa tanto disso. Quero que você a faça se sentir mulher de novo."
"Você tem certeza? Está realmente bem com isso?"
"Sim. Ela fez tanto por mim — quero fazer isso por ela. Nem pense em mim estar aqui. Quero que você a tome — várias vezes, quantas quiser. Posso ver o quanto ela precisa disso, e sei que ela vai amar. Então, por favor, amor, faça isso por mim."
"Tudo bem," Spencer disse, dando um beijo amoroso na esposa antes de sair da cama.
"Acho que você pode deixar essa cueca boxer aqui," Peri disse, um sorriso malicioso no rosto enquanto acenava para sua virilha, sua ereção latejante armando a frente da cueca boxer obscenamente.
Spencer as tirou e as jogou no chão, seu pau liberado balançando ameaçadoramente no ar enquanto ele se virava e deslizava para a outra cama, tomando a sogra em seus braços e beijando-a profundamente.
Peri puxou as cobertas sobre si e tentou dormir um pouco, mas os sons vindos da outra cama finalmente a fizeram se virar e ver o que estava acontecendo. Quando ela olhou, viu Spencer ajoelhado no meio da cama com sua mãe de costas diante dele, os joelhos dobrados, seus saltos stiletto sexy cravando no colchão perversamente. Ela observou enquanto ele alcançava entre as pernas da mãe e segurava suas calcinhas pretas pequenas com as duas mãos.
RRRIPPPP!!
Sua mãe ofegou enquanto Spencer puxava as calcinhas rasgadas e as jogava de lado. Ele abaixou-se e circulou os dedos ao redor de seus tornozelos finos, puxando suas pernas bem alto no ar. Ele moveu suas pernas lentamente bem para cada lado enquanto a abria totalmente, a boceta quente e molhada da mulher mais velha se abrindo convidativamente, emoldurada sedutoramente pelos nylons pretos transparentes e ligas bem esticadas. Peri observou enquanto ele se inclinava para frente, a enorme glande ardente de seu pau se aninhando entre as pétalas reluzentes da boceta de sua mãe. Ele empurrou ligeiramente, e Peri viu os lábios pingando de sua mãe se abrirem e circularem a lança invasora.
"Vou fundo, Carole, bem fundo," ela ouviu seu marido dizer enquanto flexionava para frente lentamente, forçando implacavelmente seu pau longo e grosso no corpo acolhedor de sua mãe.
"Ohhnnn... tão duro... tão... ohhhh," ela ouviu sua mãe ofegar, e olhou enquanto sua mãe puxava os lençóis, quase os arrancando da cama em um aperto mortal. Peri desviou os olhos de volta para seus corpos unidos, observando enquanto centímetro após centímetro de pau rígido enchia a trincheira fumegante de sua mãe.
"Oh, sim, isso, Carole. Receba," Spencer disse em uma voz quente e encorajadora enquanto alimentava os últimos centímetros em sua sogra, suas mãos segurando suas pernas bem afastadas para que ela ficasse totalmente escancarada diante dele. Ele lentamente deslizou sua ereção de aço até o fundo, sua virilha pressionando contra seu monte raspado enquanto se enterrava completamente. "Oh, sim, você o recebeu todo." Ele rolou os quadris, mexendo suas entranhas como uma fornada de cimento molhado, a coroa inflamada esfregando contra as portas de seu ventre.
"AI MEU DEUS... AI MEU DEEEEEEUS," Carole gemeu alto enquanto gozava, seus quadris largos sacudindo e tremendo como uma coisa selvagem enquanto ele a mantinha aberta como uma asa de frango. Ela se debatia, seu bolso de amor aveludado agarrando seu pau esticador de boceta possessivamente enquanto as sensações deliciosas percorriam seu corpo, os espasmos de êxtase fazendo-a tremer e sacudir como uma puta devassa.
"Isso, garota, deixa rolar," Spencer disse, curtindo o passeio. Ele não conseguia acreditar como a boceta dela era quente e apertada. Fazia tanto tempo para ela que ele imaginou que era quase como se ela fosse virgem de novo. Ela gozou por um longo tempo, banhando seu pau enterrado com seus sucos quentes e oleosos, a frente do seu abdômen encharcada com o néctar que escorria dela. Assim que ela diminuiu os tremores intensos, ele recuou e deslizou para frente em um ritmo lento e constante, observando os olhos dela parecerem absolutamente brilhar de desejo. Mesmo com ele segurando as pernas dela bem abertas, ela começou a trabalhar a boceta com maestria, rolando e flexionando os quadris enquanto fodia de volta — e porra — como ela era boa.
Os músculos dentro dela puxavam e agarravam seu pau com firmeza. Parecia um punho quente e amanteigado do jeito que puxava, querendo mais... e mais. E então ele realmente começou a mandar ver, prendendo as pernas dela para trás com os ombros enquanto se inclinava sobre ela, dobrando-a como um pretzel. Ela passou os braços ao redor do pescoço dele e puxou sua boca para a dela, beijando-o como se nunca quisesse soltá-lo. Ela gozou de novo, e depois uma terceira vez enquanto ele a empurrava fundo no colchão.
Peri sorriu ao olhar, ouvindo o som obsceno dos corpos quentes batendo um no outro enquanto a cama balançava e rangia em protesto.
"Tá bom, Carole, lá vem," ela ouviu Spencer avisar enquanto se enterrava até o talo dentro da mãe dela, inundando seu canal de amor suplicante com uma carga maciça de porra. Sua mãe guinchou de prazer ao mesmo tempo em que girava e convulsionava espasmodicamente sob ele, gozando de novo. Ele jorrava e jorrava, enchendo sua trincheira fumegante com sêmen leitoso e espesso enquanto saboreavam em êxtase o clímax mútuo.
Enquanto as coisas diminuíam lentamente na outra cama, Peri se virou e tentou dormir um pouco, sabendo por experiência passada com o marido que sua mãe teria uma longa noite pela frente. Ela acordou algum tempo depois e ouviu gemidos suaves e rítmicos vindos da outra cama. Ela rolou silenciosamente e, através da luz suave que entrava pela janela, viu Spencer sentado em uma pilha de travesseiros contra a cabeceira, suas mãos agarradas no cabelo da mãe dela enquanto ela se ajoelhava entre suas pernas abertas.
"Isso, Carole, enfia mais fundo," ela ouviu Spencer sussurrar baixinho. "Ai, porra, essa sua boca é tão gostosa. Chupa, chupa... ah, isso." Ela viu a cabeça da mãe balançar ritmicamente para cima e para baixo, o som molhado e barulhento do boquete chegando aos ouvidos de Peri.
"Ah, isso... é isso... é isso... se prepara... ai, porra, sim. Toma mais um gole para você," Spencer sibilou enquanto Peri via seus quadris flexionarem e seu corpo tremer, sabendo que ele estava gozando dentro da boca da mãe dela. Ela ouviu um som repugnante de gorgolejo enquanto a mãe engolia, sua boca ainda subindo e descendo no pau cuspindo do marido.
Peri se virou de novo e começou a pegar no sono, acordando mais tarde com um som obsceno de tapas. Ela rolou e viu sua mãe de quatro, seus grandes seios para fora do espartilho e pendurados pendularmente abaixo dela, seus grandes mamilos duros roçando nos lençóis enquanto balançavam para frente e para trás. Spencer estava ajoelhado atrás dela com as mãos nos seus quadris largos e matronais, sua ereção penetrante indo e vindo de sua boceta encharcada, os sons obscenos de esguicho dos seus sexos se unindo enchendo o quarto. As pernas da mãe dela pareciam fantásticas nas meias de nylon brilhantes, seus saltos stiletto metálicos apontando para cima enquanto Spencer balançava para dentro e para fora dela, suas bolas pesadas cheias de esperma batendo contra seu monte labial saliente. Peri observou a mãe abaixar o rosto e gritar em um travesseiro enquanto gozava de novo, os sons prazerosos de seus guinchos extáticos abafados pelas penas.
Peri se virou de novo e puxou as cobertas até o pescoço, com o sono tomando conta dela. Ela acordou de novo com o som da outra cama rangendo e olhou mais uma vez, vendo seu marido montado sobre o corpo da mãe dela, seu pau longo e duro deslizando para frente e para trás entre seus seios enormes, as mãos da mãe mantendo os travesseiros maciços de carne pressionados juntos sobre sua ereção rígida.
"Ai, porra, isso é tão gostoso, Carole," Peri ouviu Spencer dizer enquanto balançava os quadris para frente e para trás. Ela podia ver os mamilos da mãe em pé e duros, os mamilos maiores do que qualquer um que ela já tinha visto na vida. Ela sabia que Spencer os amaria e não tinha dúvidas de que ele já os tinha chupado e lambido antes.
"Ai, Jesus, se prepara... se prepara," Spencer avisou, e então soltou um gemido baixo enquanto começava a gozar. Peri assistiu o primeiro jato de porra disparar da ponta do pau, a fita prateada se colando no rosto da mãe dela. Ele continuou jorrando enquanto flexionava para frente e para trás, seu pau longo e duro pintando o rosto e o peito da mulher mais velha enquanto continuava a foder seus seios.
Peri se virou mais uma vez, desta vez caindo em um sono mais profundo, sabendo que Spencer continuaria a colocar sua mãe à prova pelo resto da noite.
*
Peri se virou quando o som de água corrente filtrou em seus sentidos. Ela piscou e abriu os olhos, vendo um feixe de luz solar atravessando como uma espada no mesmo ponto entre as camas que a luz do letreiro atingira na noite anterior. Ainda meio adormecida, ela ficou deitada com os olhos fechados, pensando se deveria tentar pegar mais alguns minutos de sono, o som da água corrente a embalando de volta para o sono. O som da água parou, mas ela continuou deitada ali, sabendo que não precisava responder ao despertador matinal de sempre.
A porta do banheiro se abriu e Spencer saiu, uma toalha enrolada na cintura enquanto esfregava o cabelo estilo mop-top com outra. Ele viu que sua esposa estava acordada e veio até a cama, sentando na beirada e se inclinando para beijá-la.
"Bom dia, querida," ele sussurrou baixinho, um sorriso satisfeito no rosto.
"Oi, amor," Peri respondeu, estendendo a mão e acariciando sua bochecha ternamente. "Você teve uma boa noite?" Ela tinha aquele olhar travesso no olho — e ambos sabiam que ela já sabia a resposta para sua própria pergunta.
"Tive uma noite ótima. Muito obrigado," Spencer disse, enfiando a mão debaixo das cobertas e fazendo cócegas na esposa.
"Spencer, para! Você vai me fazer mijar nas calças," Peri riu de brincadeira, sorrindo de orelha a orelha. Spencer se moveu quando ela deslizou para fora da cama, olhando para a mãe dormindo na cama ao lado — a mulher mais velha parecendo quase em coma.
"Ai meu Deus," Peri disse baixinho enquanto sua mão foi à boca em choque. Sua mãe estava deitada de costas, com a cabeça inclinada para um lado e as pernas cobertas de nylon abertas obscenamente. Ela ainda usava toda a sua lingerie sexy, e até os estiletes sexy ainda adornavam seus pés delicados. Mas o que fez Peri engasgar foi a quantidade de porra que ela viu vazando de sua mãe. A boceta da mulher parecia inchada e fofa de uma noite inteira de abuso, e uma fita branca e escorregadia de esperma escorria de sua boceta transbordante para os lençóis abaixo dela, uma poça enorme da coisa manchando o lençol, com outros pedaços grudados em suas meias e coxas internas.
Peri olhou para os peitos da mãe, os seios enormes da mulher espalhados por toda a largura do peito. Havia porra por todos os seios, assim como pequenas marcas de mordidas, os montes de sêmen e fitas de esperma prateado cruzando seus seios obscenamente.
Peri se inclinou e olhou para o rosto da mãe de perto, a mulher morta para o mundo enquanto respirava suavemente. Havia pedaços de porra em seu cabelo e grudados em suas bochechas, testa e queixo, o fluido leitoso também tendo escorrido em riachos prateados por suas bochechas e para o pescoço. Seu rosto estava coberto com a coisa. Peri só tinha visto algo assim em filmes pornô.
Peri olhou atentamente para a boca da mãe, a boca da mulher mais velha entreaberta. "Ai meu Deus," Peri engasgou, vendo a boca da mãe transbordando de porra. Com a cabeça inclinada para o lado, a coisa tinha vazado dos lábios entreabertos, uma teia espessa da coisa conectando a poça em sua boca a uma poça considerável nos lençóis bem ao lado do seu rosto.
"Spencer, quanto... quantas vezes...?" Peri nem conseguiu terminar a pergunta, sua mente girando ao pensar em quantas vezes o marido devia ter gozado na boca dela ou na mãe.
"Não sei," Spencer disse com um encolher de ombros inocente. "Ela disse que gostava do recheio cremoso, então eu dei a ela o que ela queria."
"Isso mesmo," Peri disse, virando-se para o marido e beijando-o amorosamente.
*
Duas horas depois, eles entraram na garagem da casa de Carole. Sua mãe não tinha dito uma palavra desde que saíram do hotel, todos eles permanecendo em silêncio enquanto dirigiam rapidamente pelas estradas recentemente limpas de neve.
Carole agradeceu e se despediu apressadamente enquanto saía do carro e caminhava cuidadosamente até a porta da frente, sua mão esfregando a parte inferior da barriga ternamente. Quando a porta se fechou atrás dela, Spencer engatou a marcha e saiu, indo em direção à estação de esqui.
*
Eles chegaram em casa tarde da noite de domingo e enquanto Spencer desfazia as malas, Peri ligou o computador, verificando seus e-mails depois de tê-los ignorado de propósito para ter um fim de semana tranquilo e sem interrupções.
"Ei, amor," ela chamou quando Spencer parou o que estava fazendo e olhou para cima. "Recebi um e-mail da minha mãe. Ela acabou de enviar há cerca de uma hora."
"O que ela diz?"
Peri leu a mensagem e então sorriu enquanto se virava e olhava para o marido. "Ela quer saber se pode vir nos visitar no próximo fim de semana."
FIM.