Seus Presentes
Ela tinha algumas surpresas para ele...
Tínhamos acabado de voltar do casamento de um amigo. Fizeram uma cerimônia bonita num campo de golfe, sob algumas árvores, e depois uma festa dentro do clube. Era open bar e tinham contratado uma banda. Passamos a maior parte da noite circulando, cumprimentando e visitando as duas famílias. Depois de vários drinques e algumas danças, nos despedimos.
Chegamos em casa e nos aconchegamos na cama. Era a primeira vez no dia todo que tínhamos um momento só nosso. Depois de muito beijo e carícia necessários, Pam disse: "Comprei um presente para você."
Fiquei agradavelmente surpreso quando ela me mostrou. Era feito de três elos de ouro entrelaçados de maneira precisa e intrincada, com cerca de dois centímetros de espessura. Olhei mais de perto e vi a palavra 'Pam' gravada repetidamente em cada um dos elos dourados.
"É bonito," eu disse, segurando-o.
"Deixa eu colocar em você," ela sorriu. Estendi o pulso e ela riu. "Não, bobo, é um anel peniano." Ela puxou as cobertas e desceu até minha virilha. Abri as pernas, dando a ela bastante acesso. Eu nunca tinha visto um anel peniano antes.
Ela o abriu e passou a joia dourada ao redor do meu saco escrotal, unindo as pontas para prender meu pau e minhas bolas afastados do corpo. Fechou o fecho, deu um puxão suave para garantir que estivesse bem preso e admirou a vista.
"Assim está melhor," ela disse. "Agora você vai pensar em mim o tempo todo," falou com um sorriso.
"Amor... eu penso em você o tempo todo agora." Estendi a mão e apalpei o anel. Na verdade, era bem confortável. Estava justo, mas era assim que deveria ser. Colocava tensão ao redor do meu pau, puxava minha atenção para a virilha. Não estava acostumado a ter algo ali, algo que eu pudesse sentir daquele jeito.
"Então... o que você acha?" ela perguntou.
"Acho que é meio sexy," eu disse, me sentindo ficar excitado.
Ela notou minha excitação e deslizou a mão ao redor do meu pau, que crescia rapidamente. "Isso é o que eu gosto de ver," disse, bombeando meu pau. O anel acentuava as sensações. E depois que fiquei duro, o anel mantinha minha ereção realmente rígida. Ela se inclinou e dançou a língua sobre meu mamilo enquanto continuava a me masturbar.
Agora a coisa estava ficando boa. Tudo parecia acontecer duas vezes mais rápido e duas vezes melhor.
"Humm... você está tão duro! Sobe aqui no meu peito. Quero ver meu presente."
Passei a perna por cima dela e montei em seu abdômen. Meu pau estava tão duro. O anel mantinha minha atenção no meu pau, que estava bem diante dos olhos dela. Uma das mãos envolveu meu pau enquanto a outra brincava com minhas bolas. "Seu pau está tão fofo," ela sorriu. "Eu sou dona disso agora... pertence a mim."
"Vai ser mais do que fofo se você continuar com isso," eu disse, me aproximando rapidamente do clímax. Ela bombeou ainda mais forte. "Ah, caramba..." gemi. Não só era uma delícia, como era terrivelmente erótico. A mão dela era um borrão. "Estou... vou..."
Ela apontou meu pau para os seios bem na hora em que explodi, cobrindo-os de sêmen. Foi um orgasmo poderoso. Eu realmente gozei litros. Aquele anel fez toda a diferença do mundo.
"Chupa meus mamilos," ela gritou, puxando minha cabeça para baixo, em direção aos seios. Me vi com o rosto esmagado contra o seio dela. Podia sentir o esperma quente e espesso com que eu os havia acabado de cobrir. Em meio a toda aquela excitação, simplesmente deslizei os lábios ao redor do mamilo dela e o provoquei com a língua, sentindo o gosto do meu sêmen.
Pam arqueou sob mim ao sentir minha língua brincando com seu mamilo. "Ah, isso é tão bom. Lambe, amor... lambe tudo," ela gritou.
Passei a língua por todo o seio dela, lambendo e provocando, tendo minha primeira grande prova de sêmen.
"Mais... faz mais... quase lá," ela gritou. Havia algo no tom da voz dela. Eu podia sentir o corpo dela ondulando sob mim. Ela estava muito, muito excitada.
Dei uma lambida longa e gostosa no seio dela, juntando uma quantidade enorme na língua. Foi então que percebi a fonte da excitação dela. Era eu comendo o sêmen. Aquilo a estava deixando louca. Fiquei mais agressivo, fazendo barulhos de sucção para deixar bem claro.
"O outro... rápido!" Fui para o outro seio. Parecia uma montanha com pico nevado. O mamilo dela estava tão duro, sobressaindo do sêmen gostoso e quente que o cobria.
Passei a língua da base do seio até o mamilo, deixando o sêmen se acumular na língua. Passei a língua rapidamente por aquele mamilo duro e levantei a cabeça para que ela pudesse ver o sêmen na minha boca. Engoli e gemi.
Ela observava, os olhos grudados no que eu fazia. Me ver engolir o sêmen foi demais para ela. Fechou os olhos e virou a cabeça. "Ahhhhh, Deus." Aquilo a estava deixando louca.
Não tinha gosto ruim. E, dados os efeitos que estava causando nela, aquilo só me motivava a fazer mais. Passei a língua por todo o seio dela procurando mais. Mais ou menos quando terminei, ela chegou ao clímax. E como ela chegou ao clímax. Soltou um gemido agudo que veio do fundo da alma. Caímos nos braços um do outro e adormecemos.
Dormi a noite inteira com aquele anel peniano.
Acordei na manhã seguinte com uma ereção extrema. Pam estendeu a mão e a sentiu. "Quero você dentro de mim... agora!"
Engatinhei entre as pernas dela e a encontrei muito molhada. Deslizei para dentro de uma vez, até o fundo. Meu pau parecia de aço. Cada sensação era dobrada, triplicada. Era glorioso.
Depois de vários minutos dentro dela, recuei e a provoquei só com a ponta do meu pau. Ela adora isso. Esfreguei ao longo do clitóris dela, provoquei os lábios dela repetidas vezes. Eu não conseguia acreditar nas sensações. E estava tão duro.
Finalmente, não aguentei mais e enfiei dentro dela mais uma vez. Era inacreditável. Cada estocada era amplificada. Rolei e a puxei para cima.
"Me fode, bebê... cavalga esse pau dentro de você." Observei enquanto ela começava a descer em mim. Era tão bom. Estendi a mão e passei as pontas dos dedos sobre os seios ondulantes dela. Meu pau era aço.
"É gostoso, bebê? Hein? Você gosta desse pau duro e gostoso? Mostra... fode ele... fode com força."
Ela estava descendo no meu pau com uma energia incrível. Nós dois estávamos tão excitados. Observei enquanto ela martelava meu pau sem parar. Agarrei-a e a rolei. Fui para entre as pernas dela, senti-as subirem e se enrolarem ao meu redor.
Empurrei meu pau fundo dentro dela. Fiquei apoiado nos braços e a penetrei com uma potência incrível. Era alucinante. Nós dois estávamos gemendo e grunhindo com as sensações incríveis que fluíam entre nós. Era como se estivéssemos em outro planeta.
Senti que estava perigosamente perto do orgasmo e tirei. Não ia deixar aquilo acabar. Girei-a e afundei o rosto na boceta dela. Provoquei e dancei a língua ao longo daquele clitóris, suguei os sucos incríveis dela. Nunca a tinha visto tão molhada.
Senti os lábios dela se fecharem ao redor do meu pau. Caímos no sessenta e nove mais tórrido. Eu podia senti-la chupando meu aço enquanto eu sugava os sucos diretamente da boceta dela. Nós nos demos prazer delirantemente, perdidos em nosso ato de amor.
Finalmente, me afastei e deitei ao lado dela na cama. Olhei de relance e vi os seios dela arfando enquanto ela jazia ali. Meu pau estava reto, duro, pulsando como nunca antes. Os lençóis estavam encharcados com nosso suor.
Deus, como eu queria foder ela. Era tudo em que conseguia pensar. Ela era tão gostosa. Nós estávamos com tanto tesão. Rolei de volta para cima dela e enterrei meu pau até o fundo dentro dela. Eu estava fora de mim.
"Você é tão gostosa," eu gritei.
"Me fode... me fode com força," ela gritou.
Eu sabia que não ia me segurar dessa vez. Comecei a penetrá-la fundo e com força. Podia sentir a mãe de todos os clímax se formando na minha cabeça. Me sentia como uma máquina, uma máquina de foder, enfiando meu pau nela.
Então aconteceu. Tudo explodiu na minha cabeça. Gritei enquanto minhas bolas explodiam. Tudo estava explodindo. Quase desmaiei de tanta intensidade. Bombeava e bombeava, enchendo-a com minha semente. Ela travou as pernas ao meu redor e recebeu cada gota.
Caí de costas na cama, drenado como nunca antes. Mal conseguia me lembrar de como respirar. Me vi à deriva para aquele lugar tão distante.
Finalmente, algum tempo depois, voltei. Abri os olhos e nos vi ainda deitados na cama. Virei a cabeça para olhar o relógio e era quase meio-dia. Coloquei a cabeça de volta no travesseiro e fechei os olhos.
Que maneira maravilhosa de acordar.
Descansamos nos braços um do outro por algum tempo, apenas curtindo a sensação um do outro. Mas aí era hora de levantar e fazer o café da manhã. Olhei para o anel peniano, mas não consegui descobrir como abrir o fecho.
"Como tira isso?" perguntei.
"Acho que você devia deixar," ela disse antes de se inclinar e passar a língua pela ponta do meu pênis. Ela saiu da cama e me jogou o roupão. Vesti e fui para a cozinha.
Era estranho como eu estava consciente de cada passo que dava. Porque a cada passo eu podia sentir o anel peniano. Estava bem ali. Aquele anel me fazia pensar no meu pau constantemente. Ela veio por trás de mim várias vezes enquanto eu preparava o café e passava os dedos sobre ele. Ela traçava o anel com o dedo, provocava minhas bolas sensíveis. Sua exploração suave era muito sensual.
Durante todo o café da manhã, eu estava constantemente consciente do meu pau. Estava ali na minha mente. Depois do café, enquanto lavava a louça, estava ali. Não fazia diferença o que eu estivesse fazendo; meu pau ocupava uma certa porção da minha consciência constantemente.
Vesti um shorts e uma camiseta para trabalhar no jardim. Estava refazendo um canteiro perto do lago. Comprei material orgânico para misturar com a terra antes de plantar. Enquanto mexia na terra, podia sentir aquele anel ao redor do meu pau. Era como se uma imagem dele estivesse sobreposta em tudo que eu olhava. Não conseguia acreditar, mas aquele anel peniano realmente transformava o trabalho no jardim em uma experiência sexual!
Pensei em como ele tinha chegado ali. Pensei em Pam. Que ideia diabólica. Será que ela sabia que me faria pensar nela o tempo todo? Como eu poderia não pensar? Reproduzi mentalmente os eventos das últimas vinte e quatro horas. Tudo era tão intenso.
Me peguei ocasionalmente me esfregando, esfregando aquele anel. Era gostoso. Aquele anel me deixava ligado. Mantinha minha libido funcionando o tempo todo.
Entrei para tomar um banho depois de trabalhar no jardim. "Ei, amor, vou tomar um banho. Como tira isso?"
"Você pode usar no banho. Água não estraga."
Entrei no chuveiro e comecei a lavar o cabelo. Passei um pouco de xampu ao redor do anel peniano. Tinha se tornado uma coisa permanente. Comecei a ficar excitado. Havia algo na água morna, no sabão e naquele puxão constante. Pam entrou no banheiro e me olhou no chuveiro.
Me senti envergonhado. Não queria que ela pensasse que eu estava me masturbando no banho. "Sabe... essa coisa prende nos meus pelos pubianos e puxa," eu disse sem graça. Não sei se ela engoliu, mas me senti melhor.
Saí do chuveiro e me enxuguei. Mais uma vez, me apalpei garantindo que o anel estivesse seco. Pam se virou com uma lâmina na mão. "Aqui, deixa eu cuidar disso para você." Ela caiu de joelhos e começou a remover meus pelos pubianos. Fiquei parado ali observando.
Lá estava ela, a centímetros do meu pau, raspando todo o pelo. Naturalmente, fiquei excitado. Meu pau cresceu até uma ereção total em segundos.
"Isso facilita muito," ela sorriu enquanto o segurava para o lado para raspar. Quando o último pelo desapareceu, ela deslizou meu pau na boca e começou a me fazer um boquete de classe mundial. Eu não tinha percebido o quão excitado eu estava até gozar. Gozei tão forte que realmente doeu.
Pam acompanhou meu clímax até a última gota ser drenada. Então, levantou-se e me deu um beijo. A língua dela forçou entrada na minha boca, seguida por um oceano de esperma quente e espesso. Nossas línguas dançaram e brincaram. Embora eu tivesse acabado de gozar, eu jurava que podia sentir meu pau ficando mais grosso. Pam inclinou minha cabeça um pouco para trás enquanto continuava a me beijar, deixando a gravidade fazer seu trabalho. Pela segunda vez, engoli minha semente, achando aquilo estranhamente erótico.
Quando acabou, ela se afastou do beijo. Me olhou nos olhos com aquele olhar. Eu sabia que ela estava terrivelmente excitada. Passou o dedo ao longo do meu lábio inferior, recolhendo um pouco de sêmen perdido, e o empurrou para dentro da minha boca.
Era tão erótico. Minha língua naturalmente se moveu para acariciar o dedo dela. Tracei sua forma, recolhendo o sêmen. Não pude deixar de pensar que aquilo era exatamente como chupar um pau, gosto e tudo. Senti uma descarga enorme quando esse pensamento encheu minha mente.
"Isso foi muito legal..." ela disse, removendo o dedo. Beijou a ponta e pressionou contra meus lábios para que eu soubesse exatamente a que ela estava se referindo. Houve aquele momento. Foi apenas um instante compartilhado entre nós.
Os olhos dela desceram pelo meu corpo até minha virilha completamente sem pelos. Não sei como, mas meu pobre pau estava mais uma vez duro como o inferno, empinado e orgulhoso. O anel tirou toda a folga do meu saco escrotal, pressionando minhas bolas juntas, a cerca de dois centímetros do meu corpo. Era como se estivesse apresentando meu pau e minhas bolas como uma estatueta, uma curva, uma escultura.
"Justo quando eu achava que não podia ficar mais fofo..."
Me virei para encarar o espelho. Estava liso como um bebê recém-nascido. E lá estava aquele anel, na frente e no centro. Eu não iria à academia tão cedo, com certeza.
Fizemos amor duas vezes naquela noite. Foi incrível.
Agora, eu não me importava de usar o anel peniano em casa. Aquela coisa era a única responsável por transformar minha vida sexual em lenda. Mas eu não tinha certeza nenhuma sobre usá-lo no trabalho. Quando sugeri que poderia não ser apropriado, Pam me disse que era bobagem.
Não houve um único minuto naquele dia em que eu não pensasse no meu pau e nela. Pensei sobre nosso fim de semana. Pensei sobre nossa vida sexual. Pensei sobre aquele maldito anel peniano. De alguma forma, ele tinha tomado conta da minha vida. Estava sempre na minha mente.
Fiquei duro dirigindo do escritório para casa. Tinha estado tão excitado o dia todo que mal podia esperar para chegar em casa. Entrei pela porta e encontrei Pam esperando por mim. Era como se ela lesse minha mente.
A mão dela foi direto ao volume nas minhas calças. Ela sorriu, eu gemi. Ela não perdeu tempo, libertando meu pau duro e pulsante e deslizando os lábios sobre a ponta.
Era incrível. As sensações eram de outro mundo. Observei enquanto ela banhava meu pau com a língua. Era tão damn sensual. O anel peniano deixava minhas bolas hiper-sensíveis. Gemi incontrolavelmente enquanto ela as lambia e provocava.
Deus... tudo era sobre meu pau. Tinha sido assim o dia inteiro. Não importava o que eu fizesse, aonde fosse, era sobre meu pau. A vida era agora um estado constante de excitação. E com esse pensamento, liberei uma onda gigante de esperma quente e espesso direto na boca dela.
E ela usou meu pau como um canudo, sugando cada última gota das minhas bolas. Foi glorioso.
Ela se levantou. Eu sabia exatamente o que ela tinha em mente. Os lábios dela estavam cobertos de sêmen.
Dei a ela um sorriso sexy enquanto me inclinava e passava a língua pelos lábios dela. Recuei, meus lábios agora cobertos, para que ela pudesse ver.
Os olhos dela se fecharam enquanto saboreava o momento.
Me inclinei, pressionando meus lábios contra os dela, seguido pela minha língua, que insistentemente encontrava caminho para dentro da boca dela. Podia sentir a onda de calor me inundar enquanto mais uma vez brincava com a semente espessa e quente. Estava realmente começando a me identificar com a natureza erótica e sensual desse joguinho.
Tudo naquilo era sexy, sujo, erótico. Acariciei a língua dela com a minha, lenta e sensualmente, compartilhando o gosto entre nós. Mas aí fiquei ganancioso. Engoli cada última gota, pensando nela como uma iguaria.
Ela olhou nos meus olhos. Estavam vidrados de luxúria. Agarrou meu pau, que tinha ficado completamente duro, e me levou para o quarto. Fizemos amor por uma hora com uma intensidade tão grande que era inacreditável. Me senti um verdadeiro astro pornô.
Mais tarde, depois do jantar, estávamos conversando e contei a ela sobre o meu dia. Falei como eu estava constantemente consciente do meu pau. Aquele anel provocava uma excitação de fundo que nunca ia embora.
Ela me disse que era a mesma coisa para ela. Ela também pensou nisso o dia todo. Ela adorava a ideia de eu estar depilado e usando o presente dela. Ela sabia que eu devia estar com tesão.
Ela me contou como gostava do jeito que o anel deixava meu pau, como o apresentava como se estivesse em um pedestal. Ela amava como eu ficava tão duro enquanto fazíamos amor. Ela me disse que se masturbou três vezes naquele dia pensando em mim lambendo e bebendo porra. Ela ficou tão feliz por eu ter gostado porque isso realmente a excitava. Ela me contou como foi sensual aquele dia em que chupei o dedo dela e como isso a fez pensar em mim chupando pau. Ela admitiu que isso também a excitava muito.
Naquela noite, gozei nos seios dela de novo e fiz uma enorme produção para lamber devagar enquanto ela se contorcia e se remexia embaixo de mim. Desci entre as pernas dela e a encontrei tão molhada. Foi fácil levá-la a um orgasmo poderoso com a minha língua. Ficamos de conchinha antes de adormecer nos braços um do outro.
Fui trabalhar no dia seguinte me perguntando se seria como no dia anterior. Foi, e ainda mais. Fiquei imaginando se alguém perceberia que eu estava usando o anel. Me peguei olhando para outros caras, mais especificamente, as virilhas deles. Algum deles estaria usando anel peniano?
Ao fazer isso, comecei a notar os volumes. Nunca tinha olhado para a virilha de um homem antes, nunca tinha pensado nisso. Mas agora que eu estava olhando, conseguia ver os volumes. Alguns eram tão sutis que mal dava para ver. Outros estavam bem ali e difíceis de ignorar. Alguns iam para a esquerda, outros para a direita. Alguns usavam cuecas, outros usavam samba-canção. Cheguei a um ponto em que conseguia distinguir com um olhar. Me peguei visualizando os paus deles na minha cabeça. Era uma loucura.
Nossa vida amorosa estava fora deste mundo. Nós dois estávamos com tesão o tempo todo. Também fazíamos amor o tempo todo, o que era ótimo. E estávamos conversando sobre as coisas de novo. Até compartilhei com ela que eu estava notando os volumes.
Ela pareceu bastante interessada por esse pequeno detalhe. Ela me pediu todos os detalhes. Contei a ela como comecei a visualizar os paus desses caras e as cuecas que eles usavam enquanto ela acariciava meu pau. Contei como agora conseguia identificar se era samba-canção ou cueca num piscar de olhos.
Passamos a meia hora seguinte discutindo paus. Achei que estava detectando um leve caso de inveja de pênis enquanto ela compartilhava seus sentimentos mais íntimos sobre o assunto. Ela descreveu em detalhes íntimos a emoção que sentia ao chupar pau. Eu estava latejando quando ela terminou.
Ela perguntou se eu já tive curiosidade sobre essas coisas. Confessei que, em raras ocasiões, tive curiosidade de como seria essa experiência. Pude ver o interesse nos olhos dela. Você pensaria que eu tinha revelado a cura do câncer. Ela fez mil perguntas, me incentivando a contar cada pensamento e sentimento que eu tinha sobre o assunto. Continuei dizendo que achava que a maioria dos caras tinha curiosidade até certo ponto, mas nunca agiria em relação a isso.
Ela subiu em cima de mim. Pude sentir que ela estava encharcada. Ela se ergueu e desceu em cima do meu pau. Cara, como ela era gostosa. Ela começou a montar no meu pau como um caubói. Ela estava realmente balançando isso dentro dela.
Ela empurrou o dedo dela contra os meus lábios. "Chupa aqui, amor... faz exatamente como fez outro dia."
Acariciei o dedo dela com minha língua. Ela começou a movê-lo para frente e para trás nos meus lábios e eu comecei a pensar em pau. Era como se eu estivesse chupando pau. Eu sabia que era nisso que ela estava pensando. Nossos olhos fizeram contato e foi totalmente incrível.
"Mal posso esperar para te ver chupar pau", ela sussurrou.
Não sei por que, mas o pensamento dela me vendo chupar um pau gostoso e suculento encheu minha cabeça e me levou direto ao limite. E quero dizer muito além do limite! Gozei tão forte que achei que fosse desmaiar.
Ela me olhou com luxúria: "Você realmente se excitou com isso, não foi?"
"Ah, cara, isso foi quente", eu disse tentando recuperar o fôlego. Não sei o que deu em mim.
Ela sorriu para mim. "Sim, foi. Agora é a minha vez. Sabe o que eu vou fazer?"
Não pude deixar de sorrir. Eu não tinha ideia, mas sabia que ia gostar.
"Vou te ver chupar toda essa porra da minha boceta..."
Sorri de orelha a orelha. "Mmm, sim, amor. Faça... deixe eu te lamber limpinha."
Vi o rosto dela ficando vermelho e ela se moveu, apoiou um joelho de cada lado da minha cabeça e baixou a boceta dela até os meus lábios.
Passei a língua da base da boceta dela bem no meio. Ela gemeu alto e se contorceu. Brinquei com o clitóris dela e ela gozou imediatamente. Mas ela não saiu de cima. Não, ela ficou exatamente onde estava. Enfiei a língua dentro dela e chupei uma grande quantidade de sêmen para dentro da boca. Eu gemi. Era tão safado. Fiz de novo e ela começou a rebolar os quadris para frente e para trás, fodendo minha língua. Então ela fez alguma coisa e minha boca ficou inundada de sêmen. Eu amei. Nós dois gememos enquanto eu engolia tudo. Ela gritou quando teve outro orgasmo. O corpo dela estremeceu em movimentos mínimos enquanto ela agarrava a cabeceira.
Ela caiu amontoada ao meu lado e começou a rir. "Essa é a minha favorita!" ela disse. Ela olhou para mim. Seus olhos desceram para minha virilha e contemplaram a visão do presente dela. "Você é um garanhão!"
"Você me deixa com tanto tesão", confessei. "Eu amo o seu presente."
Ela se aninhou em meus braços e caímos no sono. Meus sonhos foram tão obscenos naquela noite que eu poderia jurar que tive um sonho molhado. Mas quando abri os olhos, encontrei os lábios de Pam ao redor da minha ereção furiosa. Ela me levou ao orgasmo em segundos e me beijou longa e intensamente depois.
Foi difícil colocar a roupa para o trabalho. Queria ficar em casa e fazer amor com ela o dia todo. O trabalho era impossível. Havia o gosto persistente de sêmen na minha boca, do qual eu tinha passado a gostar. Quanto mais eu tentava não olhar para os volumes, mais eu os notava. Eu tinha esse filme pornô passando no fundo da minha mente o dia todo. Era acompanhado pelo puxão constante daquele anel peniano, nunca me deixando esquecer o quão excitado eu realmente estava.
Eu estava um caos total quando saí do trabalho. Meu pau estava latejando descontroladamente no carro. Era tudo o que eu podia fazer para não tirá-lo para fora e me masturbar no caminho para casa. O pensamento de encharcá-los com porra e chupar dos meus dedos enquanto passava pelos meus colegas de trânsito era quase irresistível. Será que eles notariam?
Minha pequena safada estava me esperando na porta. Ela estava usando o roupão e aparentemente mais nada. Ela me entregou uma bebida, se ajoelhou e libertou minha ereção ali mesmo no hall de entrada. Os lábios dela eram tão gostosos. Mais uma vez, meu pau era o centro das atenções, algo com o qual eu estava ficando muito confortável.
"Pensando em pau de novo, querido?" ela perguntou entre lambidas.
"Sim", eu gemi. "O dia todo", continuei, observando a língua dela deslizar sobre minhas bolas. Ela fazia parecer tão gostoso.
"Eu também", ela sorriu enquanto se levantava. Ela agarrou minha ereção e me levou para o quarto. Ela me sentou na cama e ficou entre minhas pernas. Meu pau estava ereto orgulhosamente para fora da braguilha.
Ela se abaixou e abriu a gaveta ao lado da cama. Observei enquanto ela pegava o pau mais realista que eu já tinha visto. Senti meu rosto corar quando ele apareceu por completo.
"Agora eu também tenho um", ela disse esfregando a ponta nos meus lábios.
Eu naturalmente abri a boca para colocá-lo dentro, mas ela disse: "Não, não. Ainda não. Apenas feche os lábios... sinta-o."
Fechei meus lábios novamente. Observei-a me observando enquanto ela arrastava sensualmente o pau dela sobre meus lábios. A sensação lenta e sensual do pau dela desviou meus pensamentos do meu pau para o dela.
"Eu queria um pau para te dar prazer há muito tempo", ela ronronou. "Quando vi este, não pude recusar."
Mal podia ouvir as palavras dela, pois minha mente estava totalmente focada no pau de carne sintética massageando sensualmente meus lábios da maneira mais sugestiva. Eu tinha pau na cabeça há dias. Mal havia um minuto do dia em que eu não estivesse pensando no meu ou em um que eu tinha acabado de ver passando.
Os olhos dela estavam me observando atentamente. Ela tinha aquele olhar luxurioso. Ela estava ansiosa por isso tanto quanto eu.
"Quando o coloquei contra meus lábios... não consegui distinguir a diferença... parecia exatamente como você..."
Meu pau latejou entre minhas pernas.
"Este é o meu pau, querido... Eu queria que você tivesse o melhor", ela sorriu. "Coloque sua língua... sinta a ponta. Sinta a ponta do meu pau duro e gostoso."
Ah, cara, isso estava ficando bom. Passei a língua sobre a ponta, senti a fenda. Agora, eu nunca tinha sentido um pau antes, mas ela estava certa, parecia real para mim.
"Esperei muito tempo para ver você fazer isso", ela sussurrou. "Agora deslize os lábios sobre a ponta... só a ponta."
Ela me dar instruções assim tornava tudo muito mais quente. O tom da voz dela, o olhar nos olhos dela estavam me deixando louco. Deslizei meus lábios para frente até sentir a cabeça em forma de cogumelo entrar. Eu estava chupando bem a ponta do pênis dela.
"Não é a coisa mais sensual..." ela disse. "Sinta a fenda com a língua."
Passei a língua ao longo da fenda, provocando os pensamentos mais selvagens na minha mente.
"Se você fosse eu... essa é a parte que esguicha seu creme maravilhoso na minha boca. Você gosta tanto desse creme... imagine como é erótico senti-lo esguichando na sua boca."
"Mmmmm", eu gemi. Podia sentir a porra quente e espessa caindo na minha língua, enchendo minha boca. Podia ouvir em minha mente os gemidos dela enquanto bombeava as bolas dela na minha boca. Eu estava começando a entender o quão excitante era chupar pau.
Até então, era tudo sobre receber. Agora eu percebia que provavelmente era tão erótico fazer isso em alguém. Meu pau saltou com o pensamento.
"Você pode sentir meu pau deslizando entre seus lábios... não pode?"
"Mmm hmm."
"Você o quer tanto... não quer?"
"Mmm hmm."
"Sim... eu sei que você quer", ela disse, afastando-o. "Quero que você pense em como será maravilhoso senti-lo entre seus lábios... quando chegar a hora."
O quê? Eu não podia acreditar. Eu estava com tanto tesão que não aguentava. Queria chupar aquele pau desesperadamente. "Mas... mas, amor..."
"Sim, querido?" ela sorriu. Ela estava gostando muito daquilo. Seus olhos foram direto para o meu pau, que pulava para frente e para trás.
"Eu... eu quero chupar seu pau", implorei.
"Eu sei, amor. Eu sei. E você vai. Mas só quando eu estiver pronta para você também." Ela enfiou a mão na gaveta e tirou um cinto. Era de couro e combinava perfeitamente com o tom da pele dela. Ela me entregou o cinto e abriu o roupão.
"Me ajude a colocar isso... pode ser?"
Peguei-o e o segurei aberto para ela passar as pernas. Puxei-o para cima, notando como a boceta dela estava molhada. Havia uma pequena protuberância no interior e eu a posicionei contra o clitóris dela. "Sim... sim, isso é gostoso", ela disse. Apertei as correias no lugar e observei o couro rosa se misturar ao resto do corpo dela.
Ela me entregou o pau dela. Só de senti-lo na minha mão foi elétrico. Reconheci imediatamente que a grossura era maior do que a minha. E sim, também era mais comprido do que eu. Claro que o dela era maior. Eu sorri. Eu teria feito a mesma coisa.
Havia uma base saliente e eu empurrei o pau dela firmemente nela, adicionando essa nova forma às curvas maravilhosas dela. A tentação de colocá-lo na boca era quase irresistível.
Ela viu a expressão no meu rosto. "Ainda não, meu doce. Ainda não." Ela segurou minha cabeça com as mãos, inclinou-a ligeiramente para cima para que nossos olhos se fixassem um no outro. Então ela manobrou o pau dela sobre meus lábios usando apenas os quadris.
Foi a coisa mais erótica que eu já senti. Meu pau saltou incontrolavelmente.
Ela se afastou e amarrou o roupão. Seu eixo duro se projetava através do tecido de cetim fino com as abas descansando em cada lado. A visão era estranhamente erótica e muito provocante. Ela enfiou a mão naquela gaveta mais uma vez.
"Quero que você vista isso", ela disse balançando uma calcinha pendurada em seu dedo. "Comprei especialmente para você." Ela a colocou na minha mão. O cetim frio era excitante. "Você vai adorar a sensação."
Ela pareceu bastante satisfeita ao me deixar ali de boca aberta.
Eu podia ver que ela tinha planejado isso nos mínimos detalhes. Eu estava consumido pela luxúria por pau. Pensar que ela comprou um pau para si mesma estava me deixando louco. A provocação dela tinha sido perfeita. Eu o queria, queria muito.
Tirei minhas roupas e vesti a calcinha. Era vermelha, com acabamento em renda, feita de cetim e tinha um espaço para minhas bolas. Ela estava certa, cabia perfeitamente. Pensar que faziam calcinhas para homens explodiu minha mente. Pensar que ela sabia disso e comprou uma para mim realmente me surpreendeu.
Me virei para me juntar a ela na outra sala e imediatamente senti o cetim frio acariciando meu pau muito sensível. Só então apreciei plenamente aquela calcinha.
Ela estava me esperando na sala. Estava largada na poltrona, pernas abertas com a mão enrolada no pau dela. Ela o acariciava lentamente, como se tivesse feito isso a vida toda.
"Que lindo", ela disse com um sorriso. "Vire-se para mim. Deixe-me ver as costas."
Virei-me para ela. Tentei pensar em uma pose que fosse provocante para ela, mas simplesmente não consegui pensar em nada. Senti a mão dela na minha nádega e me contorci. Eu simplesmente não estava acostumado com isso. Ela estendeu o dedo e o passou pela minha racha. O cetim intensificou o ato. Meu pau saltou e, provocado pelo cetim, saltou novamente.
"Gostei disso", ela disse, satisfeita. "Você gosta da sensação?"
"Sim... eu gosto. Cetim é gostoso."
"Mmm hmm", ela gemeu. "Vire de volta."
Virei-me para encará-la. Ela estava sentada ali acariciando o pau dela. Seus dedos mal davam a volta.
"Pegue sua mão... use-a para esfregar seu pau contra o cetim."
Senti meu rosto corar. Que ideia diabólica. Baixei a mão até meu pau e o esfreguei lentamente contra minha calcinha. As sensações bombardearam meu cérebro instantaneamente. Senti meus joelhos enfraquecerem e começarem a ceder.
Ela ergueu a outra mão dentro do roupão e brincou com o mamilo enquanto observava.
Continuei me esfregando contra o cetim frio, observando-a se satisfazer. Eu sabia muito bem que aquele pau estava alojado contra o clitóris dela. Cada movimento devia estar enviando emoções ao cérebro dela. Vi o sorriso cruzar o rosto dela quando minha calcinha ficou úmida com o pré-gozo vazando profusamente do meu pau.
Ela me chamou para mais perto com o dedo. Dei um passo e fiquei bem entre as pernas dela. Ela enfiou a mão na minha calcinha e recolheu o pré-gozo com o dedo.
"Mmm... te ver fazendo isso me deixa com tanto tesão", ela disse, passando o dedo sobre a ponta do pau dela. Ela fez mais uma vez, fazendo-o brilhar.
"Só a ponta, amor... só a ponta."
Afundei entre as pernas dela. Ela empurrou o pau em direção aos meus lábios e mais uma vez tive o prazer de senti-lo entrar na minha boca.
Passei a língua sobre a ponta macia, sabendo que era exatamente assim que um pau de verdade tinha gosto, como era a sensação. Fechei os olhos e fiz de novo. Meu cérebro foi inundado com as sensações mais selvagens.
Abri os olhos para encontrá-la me encarando, sorrindo. Ela puxou o pau dos meus lábios famintos, acariciou-o algumas vezes a poucos centímetros dos meus lábios.
"Mmmm... isso foi gostoso, querido. Você não achou que foi gostoso?"
Apenas balancei a cabeça que sim. Queria guardar aquela imagem para sempre.
"Por que você não prepara uma bebida para nós? Você sabe o que eu quero."
Levantei-me e fui para o bar. Não tinha ideia de quanto tempo ela planejava me provocar, não sabia quanto tempo eu aguentaria. Nunca tinha estado tão carregado de erotismo em minha vida.
Passamos a hora seguinte dividindo bebidas e fingindo que nada de incomum estava acontecendo. Mas eu não conseguia pensar em nada além do pau dela, aquele que me encarava toda vez que ela passava. Eu adorava o contraste entre o robe feminino e macio e a circunferência muito masculina espreitando através.
Eu não estava mais envergonhado pela mancha cada vez maior na minha calcinha enquanto meu desejo pelo pau crescia. De vez em quando, a seu bel-prazer, ela mergulhava o dedo dentro e o aplicava sensualmente na ponta do próprio pau. Então o oferecia a mim.
Eu sabia que deveria pegar apenas a ponta e ficava feliz em conseguir isso. Mais uma vez tentei satisfazer meu desejo enquanto o anel peniano me mantinha pressionado firmemente contra o cetim frio, intensificando o menor movimento.
Ela tinha pensado em tudo. Eu estava totalmente consumido por ela. Ela havia capturado cada pensamento meu, comandado cada ação minha.
Finalmente ela desamarrou o robe, expondo totalmente seu pau. Ela se virou para mim, abriu bem as pernas e disse: "Estou pronta agora para você me dar prazer."
Examinei seu corpo adorável, absorvendo tudo. Seus mamilos estavam duros, seus seios arfavam. Seu pau parecia tão em casa aninhado entre suas coxas. Ele se projetava de sua virilha, esperando.
Virei-me para ela no sofá, deslizei entre suas pernas. Eu queria tanto aquele pau. Comecei a beijar a parte interna de suas coxas, subindo lentamente em direção a ele. Vi suas bolas penduradas abaixo. Queria beijá-las, sugá-las suavemente para dentro da boca. Queria sentir aquilo.
Fui subindo pela perna dela. Passei a mão ao redor da base do seu membro, instantaneamente lembrado de sua espessura. Acariciei seu pau pensando na riqueza de sua textura, no relevo dentro do cinto.
Levei meus lábios às bolas dela. Lambi uma, depois a outra, percebendo que havia testículos de verdade lá dentro, pendurados dentro do saco. Eu podia ouvir seu gemido descendo de cima.
Enfiei a mão na minha calcinha e peguei uma quantidade generosa de porra, espalhando sobre a ponta. Peguei mais e cobri o corpo também. Sentia as pernas dela se contraindo contra mim enquanto minha mão fazia o gosto penetrar em seu pau.
Soltei a bola dela da boca e movi meus lábios para a base do seu membro.
"Deixa eu ver, deixa eu ver", ela disse apressadamente. Percebi que meu ângulo bloqueava a visão dela. Não cometeria aquele erro de novo.
Girei e trabalhei meus lábios pelo comprimento do pau, mais uma vez impressionado por suas proporções saudáveis. O gosto de porra estava em cada centímetro.
"Sim, sim...", ela disse com os olhos semicerrados.
Tracei cada centímetro do membro dela com a língua. O pau não poderia ser mais real. Prestei atenção especial ao tubo que corria pela parte de baixo, às veias que se projetavam ao longo dele.
Cheguei à ponta mais uma vez. O lugar onde eu já estivera tantas vezes antes. Dancei a língua sobre ela várias vezes, enrolando-a ao redor da borda.
Olhei-a nos olhos e deslizei meus lábios sobre a ponta.
"Ah, sim...assim mesmo, moço, assim mesmo", ela murmurou. Fiz um espetáculo chupando aquela ponta para frente e para trás, fazendo barulhinhos.
"Estou tão feliz que você ama meu pau. Eu esperava que amasse. Adoro o jeito que você olha para ele. E adoro o jeito que você o acaricia com esses seus lábios sensuais."
Eu estava tão feliz que ela estivesse satisfeita. Voltei minha atenção ao meu primeiro pau. Respirei fundo e desci seu comprimento até onde pude. Amava a sensação do pau dela enchendo minha boca. Mais uma vez meu próprio pau estava saltando dentro da calcinha, sendo acariciado pelo cetim frio.
"Ah, isso é tão bom", ela disse com as pernas tremendo. "Ah, é...isso é gostoso." Ela estendeu a mão e agarrou minha cabeça. Virei os olhos para ela. "Deixa eu ver esses lábios enquanto você chupa meu pau."
As palavras dela me incendiaram. Comecei lentamente a chupar seu pau com movimentos longos e suaves.
"Ah, é...isso aí, baby...", ela disse observando. Ela grunhiu no movimento para baixo quando meus lábios fizeram o cinto pressionar seu clitóris.
Eu estava determinado a ouvir mais grunhidos. Não queria nada mais do que levá-la ao ápice. Peguei mais porra e espalhei por todo o comprimento. Depois voltei direto a amar o pau dela.
Eu devia estar fazendo certo. Seus grunhidos enchiam o ar. Toda vez que eu olhava para ela, encontrava seus olhos me encarando de volta.
"Faz isso, baby...continua...tão bom...tão bom...chupa meu pau, docinho."
Continuei perdido no ato. Eu estava chupando pau! Achei aquilo muito erótico. E o fato de pertencer à minha esposa me permitia aproveitar completamente, sem reservas.
"Ah, baby, estou perto...tão perto", ela sussurrou. "Adoro ver você fazer isso...esses seus lábios sensuais...mais, baby, mais."
Acelerei. As pernas dela estavam se contraindo incontrolavelmente agora. Seu corpo estava rapidamente se dirigindo a um orgasmo poderosíssimo.
"Sim...sim...chupa, CHUPA", ela gritou. Ela jogou a cabeça para trás e berrou enquanto o orgasmo a consumia. Ela empurrava os quadris para cima, tentando enfiar mais pau na minha boca gananciosa.
Ouvir seus gritos de êxtase me levou ao limite. Meu pau explodiu dentro da calcinha, enchendo-a com quantidades copiosas de porra morna. Continuei chupando o pau dela, gemendo enquanto nossos orgasmos nos levavam embora.
Finalmente, caí para trás contra o sofá, exausto. Eu podia sentir porra vazando da minha calcinha encharcada e não me importava nem um pouco. Olhei para o lado e vi minha esposa esparramada contra o sofá, fluidos escorrendo pela parte interna de suas coxas, seu pau brilhando com minha saliva. É uma lembrança que jamais esquecerei.
Ficamos ali deitados por vários minutos, tentando nos recompor.
"Ah, baby...isso foi maravilhoso", ela disse com os olhos semicerrados. "Olha a bagunça que você fez na sua calcinha", ela sorriu orgulhosa. "Ela é gostosa, não é?"
"Com certeza", concordei feliz.
"Estou quase pronta para outra", ela disse.
"Mas, docinho...", eu disse passando a mão até meu pau murcho.
"Entende...o legal do meu pau...é que está sempre duro", ela sorriu balançando o pau para mim. "Por que você não vai se limpar e me espera no quarto? Estou só me aquecendo. Quer uma bebida?"
Sorri de volta para ela. "Forte."
Fui ao banheiro e tirei a calcinha. Passei um pano úmido no pau e nas bolas. Meu anel peniano parecia brilhar para mim. Foi ali que tudo começou. Não fazia tanto tempo que eu não tinha ideia do que era. Agora não conseguia imaginar ficar sem ele.
Deslizei para a cama e esperei. A porta se abriu e ela entrou com as bebidas. Observei seu pau balançar lascivamente entre suas pernas enquanto se aproximava da cama. Eu queria aquela coisa. Queria tanto quanto antes, talvez mais.
"Aqui está, docinho", ela disse me entregando uma bebida. Ela ergueu o copo ao lado do meu, "Um brinde ao meu pau... e ao prazer que você receberá dele."
Sorri e tomei um gole. Isso já havia acontecido além das minhas expectativas mais loucas. Eu não conseguia tirar os olhos da criatura andrógina diante de mim. Havia algo sobre suas curvas femininas combinadas com um belo pau duro erguendo-se orgulhosamente de sua virilha que realmente me atraía.
"Estou tão feliz que você gosta", ela disse me flagrando encarando. "Você parece um pouco nervoso, querido. Precisa chupar meu pau por um minuto para ajudar a relaxar?"
Estendi a mão e o toquei mais uma vez. Parecia tão real. Eu não conseguia explicar meu fascínio por ele. Eu era atraído. A mão dela foi para trás da minha cabeça, me puxou para ela. Ele deslizou direto para dentro dos meus lábios.
Me peguei mamando nele como fizera no outro cômodo. Realmente achei reconfortante. Podia sentir meu pau voltando à vida, puxando contra o anel. Acho que foi quando percebi que tinha um fetiche por pau.
"Isso aí, baby...chupa essa coisa...", ela encorajou. "Adoro ter um pau."
Mais uma vez me vi perdido nas emoções de chupar um belo pau duro.
"Isso te deixa tão duro...nunca vou me cansar de ver isso...", ela disse começando a rebolar os quadris contra ele. Seus impulsos suaves empurravam o pau para frente e para trás sobre meus lábios da maneira mais sensual. Ela olhou para minha virilha e me encontrou latejando.
Vários minutos depois, ela puxou seu pau dos meus lábios famintos. "Isso foi gostoso, querido. Se sente melhor agora?"
Ela foi até a cadeira em frente à cama e se sentou. Abriu ligeiramente as pernas, o pau projetando-se de sua virilha. Observei sua mão envolver o membro e começar uma carícia casual, porém constante. Pensei naquele pequeno relevo do outro lado.
"Tenho uma coisa para você na gaveta. Por que não abre?"
O que mais ela poderia ter naquela gaveta? Estendi a mão e a abri. Tirei de dentro um par de meias de nylon, seguido por um cinto-liga.
"Tem mais...", ela disse com um sorriso. Enfiei a mão de novo e tirei vários vibradores de tamanhos variados.
"Você sabe como adora me foder quando estou de meias?", ela perguntou.
Balancei a cabeça que sim.
"Bem, agora é a minha vez. Veste isso para mim, baby."
Olhei para as meias. Ah, cara! Comecei a perceber que aqueles vibradores eram para mim também.
Com dedos trêmulos, nervosamente prendi o cinto-liga na cintura. Serviu perfeitamente, é claro. Claramente ela havia comprado aquilo para mim. Atrapalhei-me com as meias de nylon, tentando entendê-las. Então as vesti e prendi no cinto-liga.
O nylon frio mandou arrepios ao meu cérebro. Nunca tinha realmente pensado na sensação que as mulheres têm ao usá-los. Agora eu entendia. Dizer que eles aguçaram meus sentidos seria um eufemismo.
"Deixa eu ver, baby", ela comandou acariciando o próprio pau.
Fiquei de pé e fui até ela. Ela passou a mão ao longo do meu belo pau duro. Seus dedos demoraram no anel peniano.
"Achei que você ia gostar disso", ela sorriu. Então sua mão deslizou entre minhas pernas e percorreu os nylons.
"Mmmmm", gemi.
"Gostoso, né?", ela sorriu. "Vai pular na cama para mim, baby. Deita de costas."
Mais uma vez me vi seguindo suas ordens amorosas sem a menor hesitação. Desabei no meio da cama, de costas. Podia sentir meu coração batendo a mil por hora.
Ela andou lentamente até a cama e subiu. Posicionou-se sobre mim sorrindo. Seu pau se projetava entre nós. Seus mamilos estavam tão duros.
"Emocionante...não é?" Ela não esperou minha resposta. "Abre as pernas para mim, baby."
Abri minhas pernas, me expondo completamente a ela.
Seus olhos foram ao meu pau retesado, saltando acima do anel peniano. Ela passou as mãos pelas minhas pernas cobertas de nylon, observando a expressão no meu rosto mudar de preocupação para excitação.
Ela baixou o pau até minha virilha, esfregou-o contra o meu.
A sensação era incrível. Meus olhos foram atraídos para minha virilha. Era tão lascivo. Pude ver pela primeira vez o quanto o pau dela era maior que o meu. Ela esfregou o pau ao longo do meu de uma forma que estabelecia algum tipo de dominância. Meu pau respondeu com espasmos nada sutis de excitação.
Olhei para cima e a encontrei estudando meu rosto. Nunca a tinha visto mais confiante.
Ela pegou o vibrador menor e o segurou entre nós. Abriu um frasco de lubrificante e deixou pingar sobre a ponta. Meus olhos observaram o líquido cair sobre a ponta antes de escorrer lentamente cobrindo os lados.
"Agora, eu sei que você nunca fez isso antes...mas eu sei exatamente o que estou fazendo. Você precisa confiar completamente em mim. Esperei muito tempo para fazer isso." Ela largou o frasco e me olhou.
"Você parece tão vulnerável assim. Adoro isso. Você confia em mim, querido?"
Estranhamente, eu confiava. Balancei a cabeça que sim, incapaz de encontrar minha voz.
Ela ligou o vibrador e o deslizou entre minhas nádegas. Empurrou algumas vezes até que ele entrou.
Admito que era bem pequeno. Pela primeira vez na vida senti algo sondando meu cu. A vibração aliviou minha tensão e me vi relaxando bem rápido.
"Viu só? Não foi tão ruim, né?", ela disse em total controle. Ela movia o vibrador para frente e para trás com facilidade. Era tão pequeno que não foi problema. Ela o empurrou de um certo jeito e senti meu pau saltar. Olhei para baixo e vi sêmen vazando da ponta.
"Isso aí...só relaxa", ela disse pegando o líquido com o dedo e me dando de comer. Chupei o dedo dela apreciando que ela realmente parecia saber exatamente o que estava fazendo. Ela cutucou aquele vibrador de novo, fazendo mais sêmen vazar do meu pau.
"Gostoso, né?", ela disse cobrindo meus lábios com uma quantidade generosa de sêmen.
"Agora vou usar esse outro. Só continua relaxado", ela disse tirando o pequeno e pegando o próximo tamanho. Observei enquanto ela lubrificava. Era provavelmente o dobro do tamanho do primeiro. Não fiquei preocupado, já que o primeiro tinha sido tão fácil.
Ela olhou para meu pau se contorcendo entre minhas pernas abertas. Sorriu sabiamente e o ligou. Observei enquanto ela o baixava até meu cu e o empurrava para dentro de mim.
"Mmmm", gemi sentindo sua circunferência. Claramente era muito mais grosso, mas não doeu de verdade. Fiquei impressionado com a rapidez com que me ajustei ao tamanho.
"É gostoso, não é?", ela disse sorrindo para mim. "Eu sei a parte que você gosta...", ela disse cutucando aquela coisa como fez com o outro. Esse era muito maior. Produziu uma sensação maior. Meus olhos foram ao meu pau e vi uma grande gota de porra instantaneamente produzida.
"Foi o que pensei", ela sorriu recolhendo e me dando de comer. "Agarra seu pau, baby...sei que você quer. Brinca com ele...deixa eu ver você brincar com ele."
Acariciei-me lentamente sob seu olhar atento. Era tão gostoso. Ela começou a meter aquele vibrador em mim no ritmo da minha mão.
Meu cérebro estava se iluminando mais uma vez. Senti-me como num nevoeiro, um nevoeiro sexual. Entreguei-me completamente a ela.
Ela percebeu imediatamente: "Isso aí...agora você está entendendo. Vou fazer você se sentir tão bem." Nossos olhos se travaram. A confiança dela era intoxicante.
Ela começou a mexer aquele vibrador de lado, depois para cima e para baixo. Fui inundado por sensações incríveis.
Comecei a rebolar um pouco o cu. Ela estava realmente trabalhando aquele vibrador. Fiquei surpreso com o quanto tudo estava gostoso.
"Não é gostoso? Estou te preparando para o meu pau. Você vai amar tanto isso. Apenas se entregue a mim...completamente."
Era tão fácil fazer isso. Tudo que ela fazia parecia melhor que a coisa anterior.
"Rebola esse cu para mim, baby", ela encorajou. Empurrei contra o vibrador. Ela o cutucou e aquele arrepio me percorreu.
"Ah, cara", gemi tentando pegar meu pau. A ponta estava encharcada. Passei o dedo sobre ela e levei aos lábios.
"Sente meu pau, baby", ela disse. "Você me deixa tão duro. Mal posso esperar para te foder."
Eu estava ficando delirante. Peguei o pau dela, encontrei aquela dureza familiar. Acariciei-o enquanto em algum lugar da minha mente tentava determinar se caberia.
Ela puxou o vibrador de mim e pegou o lubrificante. Derramou uma quantidade generosa sobre o pau e o colocou no meu cu bem aberto. Ela agarrou minhas pernas e as colocou sobre seus ombros. Senti seu pau entre minhas nádegas.
"Você vai amar isso", ela disse empurrando os quadris para frente. A cabeça do pau deslizou para dentro. Era ainda maior, mas eu estava inundado pelo fato de estar sendo montado pela minha esposa.
Respirei fundo tentando me submeter à penetração dela. Ela empurrou um pouco mais para dentro. Eu podia sentir cada centímetro. Ela fez de novo e eu aceitei mais. E então mais uma vez. Foi quando senti as coxas dela pressionadas contra as minhas.
"Você está certo...essas meias são ótimas", ela sorriu.
Gemi percebendo que o pau inteiro estava dentro de mim. Fiquei tão orgulhoso de conseguir aguentar tudo. Ela ficou ali, me deixando me ajustar. Então, do nada, ela dá uma estocada rápida e eu sinto quantidades enormes de porra vazando do meu pau. Eu tinha acabado de gozar?
"Ah, Deus!", gemi percebendo que estava completamente empalado no pau dela.
Senti o dedo dela passando pelos meus lábios, cobrindo-os com mais sêmen.
Senti seus quadris começarem a balançar. As sensações são de outro mundo. Ela agarra minha mão e a coloca no meu pau duro como pedra.
"Ah, é", gemo puxando meu pau no ritmo das estocadas dela.
Ela começa a se mover um pouco mais rápido, aumentando o ritmo. Fico impressionado com sua habilidade usando aquele pau. Cada estocada é tão gostosa.
"Me fode, baby...isso aí...me dá esse pau, docinho", imploro. Estou completamente sob o feitiço dela.
Abro os olhos e a vejo segurando minhas pernas para fora enquanto enfia aquele pau de vinte e dois centímetros na minha bunda. A excitação no rosto dela é incrível.
— Ah, isso mesmo — gemi ao ver o pau dela deslizar completamente para dentro de mim.
Ela me olha em total controle. Diminui o ritmo da estocada. — O que você acha do meu pau agora, querido? — diz enquanto o empurra lentamente até o fundo. Ela move os quadris, o que faz o pau girar e me arranca um gemido de prazer.
Observo enquanto ela o tira quase por inteiro. Vejo tanta satisfação no rosto dela. Então ela mete com força, fazendo meu pau vazar porra.
— Eu amo... meu Deus, eu amo... você está me deixando louco...
Ela sorri aquele sorriso sexy. — Eu queria fazer isso há tanto tempo... — diz, acomodando-se em uma série de estocadas profundas e gostosas. Sinto cada centímetro entrando e saindo. — Sua bunda me pertence... não pertence?
— Sim, sim... com certeza. Amo sentir seu pau dentro de mim — digo em total submissão.
Ela apoia minhas pernas nos ombros dela mais uma vez e começa a meter os quadris contra mim. Sinto todos os vinte e dois centímetros de cada estocada.
— Solta o seu pau, querido... deixa que eu faço — diz ela.
Solto meu pau. Coloco as mãos atrás da cabeça para não ficar tentado a pegá-lo de novo.
Ela está metendo em mim com tanta força que o impacto reverbera pelo meu corpo inteiro. Meu pau está vazando sem parar. Mordisco o lábio inferior, tentando gravar cada sensação.
— Ah, meu Deus, amor... acho que vou gozar... vou gozar — grito, balançando a cabeça de um lado para o outro.
Cada estocada dela arranca mais sêmen do meu pau. Sinto o anel peniano dela apertado em volta do meu pau. É isso. Eu perco o controle.
— Arrrrggghhhhhh — grito quando meu pau explode, jorrando um jato enorme de porra pelo meu peito. Ela mete o pau até o fundo, fazendo meu pau lançar outro jato imenso peito acima. — Arrrrggggghhhhhh.
Ficamos presos nessa causa e efeito. Ela enfia o pau em mim, meu pau explode com tanta força que acho que vai voar.
— Arrrrgghhhh... Arrrrggggghhh... Arrrrggggghhhhh.
Acho que desmaiei, não tenho certeza. Sinto algo nos meus lábios. Sinto-a empurrando os dedos melados de porra na minha boca. Obedientemente, chupo e lambo como se minha vida dependesse disso. Ela me dá tanta porra para engolir. Sei que é toda minha... só não consigo imaginar que haja tanta.
— Vira — diz ela, tirando o pau de mim.
Leva um instante para as palavras dela fazerem sentido. — Não, amor... não posso. Preciso descansar.
— VIRA!
Eu me viro e empino a bunda para o alto. Sinto a ponta do pau dela. Então ela o enfia dentro, até o talo. Recebo todos os vinte e dois centímetros na primeira estocada.
— Ah, meu Deus, sim — grito no travesseiro.
Bato minha bunda com força contra ela. Quero mais. Ela começa a me foder de novo. Dessa vez, estou fodendo de volta. Encontro as estocadas dela, bato contra ela tentando conseguir o máximo de pau possível.
Em pouco tempo, estamos num frenesi, fodendo com força.
— Eu amo isso... eu amo isso — ouço-a gritar enquanto segura meus quadris. Ela me mantém parado e mete o pau direto naquele ponto.
— Uuuuuuh — grito quando meu cérebro se acende.
Ela move os quadris em pequenos círculos, cada um atinge o alvo.
Sinto minhas bolas liberarem outra onda gigante de porra. Sinto o jato espirrando entre minhas pernas. Nem estou duro!
— Ah, sim, sim, sim — grito, tentando aguentar. Não consigo respirar, não consigo me mexer. Estou esporrando porra para todo lado. Ela me segura firme contra o pau dela. A ponta está pressionada contra seja lá o que for que está me fazendo jorrar descontroladamente.
Do nada, ouço-a gritar. É um som gutural que nunca tinha ouvido antes. Ela grunhe e geme sob a influência de um orgasmo poderoso enquanto continua a meter no meu cu.
Então acaba, acaba completamente. Desabo como uma boneca de pano. Sinto o pau dela ainda em mim. Não me importo. Não consigo pensar, não consigo me mexer, não consigo respirar. Estou deitado numa poça de porra. Minha mente está em outro mundo, recusando-se a fazer parte da Terra. Sinto-a desabar nas minhas costas, os seios esmagados contra minha pele. Sinto o suor dela pingando em mim.
Sinto aquele pau de vinte e dois centímetros alojado dentro de mim. É a única coisa que consigo sentir. É a única coisa em que consigo pensar. Ele domina minha mente.
Não sei como, não sei por quê... mas começo a me mexer contra ele. Sinto sua grossura dentro de mim. Sinto seu comprimento. Não consigo superar aquele último orgasmo. Meu corpo quer mais. Perdi o controle completamente. Estou tão desesperadamente viciado no pau dela, nessas sensações... preciso de mais.
Eu empurro contra ele. Como amo essa sensação. Faço de novo, por mais tempo dessa vez.
Sinto-a acordando. Ela mete em mim. — É isso que você quer?
— Sim, sim... quero seu pau.
— Você está tão faminto... — diz, metendo em mim de novo. — Você ama esse pau... não ama?
— Sim, sim... eu amo. Me fode. Por favor, me fode.
— Ah, vou te foder, sim... — diz, metendo com mais força. Ela enfia em mim várias vezes, ouvindo meus gemidos e suspiros.
— É... você ama esse pau — diz, triunfante.
Ela sai de dentro de mim e se deita de costas. — Sobe aqui. Senta nesse pau, querido.
Olho e a vejo. Subo na barriga dela e pego seu pau. Posiciono bem na minha entrada. Fecho os olhos e deslizo por todo o seu comprimento. Não acredito como entra fácil. Tomo tudo até as bolas dela.
— Ah, porra — sibilo, sentindo-o mexer dentro de mim. Dou umas mexidas com os quadris, procurando o ângulo certo. Ajeito as pernas para ter melhor acesso.
— Ah, isso mesmo — digo, balançando para frente e para trás suavemente. Não acredito no quão voraz fiquei. Balancei com mais força. Tudo gira em torno do pau dela. Encontro aquele ponto. Esfrego contra ele, acendendo meu cérebro mais uma vez. Já gozei tantas vezes, tão intensamente. Nem consigo imaginar outro orgasmo. Mas não posso negar essa sensação. Eu empurro contra ela.
Consigo ouvir o gemido que escapa da minha boca. Não acredito. É tão gutural, tão áspero, tão profundo.
Sei, naquele instante, que tudo mudou. Tudo.
— Vai, querido — ouço-a dizer. — Usa meu pau. Se fode com meu pau duro e gostoso.
Eu me esfrego nele febrilmente. Segundos depois, salpico os seios dela com uma camada farta de porra.
Desabo sobre ela. Minha boca vai para o seio dela. Minha língua procura porra.
Sou consumido pelo pensamento de como ela me fode muito melhor do que eu a fodo.
Vou para o outro seio. Encontro o creme morno escorrendo do mamilo dela.
Eu empurro para baixo naquela sensação familiar. A dureza dela me preenche mais uma vez.
— Isso aí, docinho... o bom do meu pau... é que está sempre duro.