Sempre Verifique o Celular da Mãe
Tudo começou quando o nosso escritório de advocacia estava se expandindo. Minha mãe é sócia da firma e me contratou depois que eu me formei na faculdade de direito. Eu ajudava a redigir memoriais de casos e fazia pesquisa jurídica, mas, com o tempo, também acabei me envolvendo na contratação de novos funcionários.
Como minha mãe disse, "Vai ser uma loucura por aqui e eu realmente preciso da sua ajuda. Vou te dar acesso ao e-mail do meu escritório e vamos trabalhar bem juntos. Pense nisso como uma promoção."
Ela me deu a senha do e-mail dela e deixava o celular na mesa sempre que tinha uma reunião. A gente dividia o mesmo espaço de escritório, então trocar informações era fácil.
Um dia, minha mãe me avisou sobre uma candidata a emprego que ela queria que eu avaliasse; uma ex-promotora de Justiça que depois virou advogada corporativa. Essa pessoa tinha um conhecimento imenso sobre como lidar com a burocracia do governo, que era o que a gente precisava.
Como minha mãe explicou, "Ela é uma grande amiga minha. Com certeza vai trabalhar aqui, mas quero que você passe por todas as formalidades do processo de contratação para ganhar mais experiência."
Conduzi uma entrevista de emprego de uma hora com uma mulher chamada Amira, que tinha muito em comum com minha mãe. Ambas tinham a mesma idade e a mesma dedicação impecável à profissão jurídica.
A entrevista de emprego foi como esperado. Perguntas básicas e ela me deu respostas completas. Fiquei surpreso com o quanto ela era atraente e o quão clínica ela permaneceu. Toda vez que falava, era como se estivesse prestando um depoimento.
Quando a entrevista estava quase no fim, ela finalmente relaxou um pouco.
"Como é trabalhar com a sua mãe?" Amira perguntou, com um leve franzir de nariz e um brilho nos olhos.
Foi a primeira vez na entrevista de emprego que ela expressou algum tipo de emoção humana positiva, além do sorriso inicial de quando nos conhecemos.
"Ótimo," respondi. "Ela sabe muito e tem uma tonelada de experiência. Aprendo algo novo todo dia."
Ela pareceu divertida. "Desculpa, eu quis dizer como é trabalhar para a sua própria mãe. Tipo, tem alguma tensão constrangedora? Alguma discussão que transborda de casa? Parece o enredo de uma sitcom, se você não se importa que eu diga."
"Ah, isso. É, a gente ouve muito essa pergunta. Sinceramente, não teria como eu ter conseguido esse emprego sem a ajuda da minha mãe. Então não estou reclamando."
"Não seja tão duro consigo mesmo," ela disse educadamente. "Você se encaixaria em qualquer grande escritório de advocacia desta cidade."
"Obrigado. É óbvio que posso dizer o mesmo sobre você."
Gesticulei para o extenso currículo dela e ela riu.
"Ponto justo," ela riu. "Agradeço todos os dias pelas minhas bênçãos."
"Há quanto tempo você conhece minha mãe?" perguntei.
Amira sorriu e pensou por um momento. "Nos conhecemos num seminário jurídico, acho que dois anos atrás. Estávamos sentadas na mesma mesa no centro de convenções e tivemos uma conexão. Mantivemos contato desde então."
"Ah, sim, lembro da minha mãe indo naquele evento."
Houve mais bate-papo, antes de cair num silêncio constrangedor.
"O que acontece agora?" ela perguntou.
"Bem, obviamente você já tem o emprego. Mas mantendo as formalidades, vou precisar das suas referências e consentimento para fazer uma verificação de antecedentes."
"Sua mãe está fazendo você fazer tudo isso?"
"Sim. Para praticar. Ela adora me orientar."
Amira assentiu. "Isso é bom. Sua mãe é uma mulher extremamente minuciosa. Adoro isso nela. Foi por isso que eu quis oferecer meu tempo e experiência para este escritório. Porque sua mãe está fazendo algo positivo e eu quero ajudar."
***
Alguns dias depois, eu estava sozinho no escritório privativo que dividia com minha mãe, analisando inscrições de estágio. Tudo era rotina.
Então o celular da minha mãe apitou. Naquele ponto, eu já estava acostumado a deslizar até a mesa dela com as rodinhas da minha cadeira e verificar o celular.
Minha mãe tinha enviado um e-mail para Amira com o assunto Parabéns! e essa era a resposta. Minha mãe me autorizou a verificar todos os e-mails relacionados a trabalho dela e depois marcá-los como 'não lidos' para que ela pudesse vê-los mais tarde.
Clicando para abrir a mensagem, li o e-mail, Re: Parabéns!
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Oi Joan,
Estou tão feliz que sua verificação de antecedentes não descobriu nenhum grande segredo sobre mim, haha. Meu registro é realmente perfeito. E estou empolgada por entrar na sua firma. Foi ótimo conhecer seu filho e o resto dos seus colegas.
Como prova da minha gratidão, aqui vão 3 fotos antigas de quando eu trabalhava no escritório do promotor, anos atrás. Sei o quanto te excita que eu fosse promotora.
beijo beijo,
Amira
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Havia 3 arquivos anexados ao e-mail.
Naturalmente, me pareceu estranho que uma profissional tão consumada como Amira falasse sobre 'excitações' e terminasse um e-mail com 'beijo beijo' para minha mãe. O tom do e-mail era informal comparado a qualquer conversa que elas tinham no escritório.
Fiquei pensando se deveria olhar as fotos ou não. Minha mãe estabeleceu um limite claro de que quando eu usasse o celular dela, era para e-mails de trabalho, nada mais. Mas, ao mesmo tempo, aquilo estava anexado a uma mensagem relacionada ao trabalho.
Então abri a primeira imagem.
Para meu choque, havia uma imagem nítida de Amira tirando uma selfie num escritório, sentada em cima de uma mesa. Ela usava um terno bonito com um sorriso brilhante no rosto. O que tornava a imagem tão chocante era que a saia do escritório estava levantada e suas coxas estavam visíveis.
A próxima imagem era dos dedos de Amira levantando a frente da saia. O rosto dela não aparecia naquela foto. Era um close da parte inferior do corpo dela e sua virilha nua estava à mostra. Ela estava completamente depilada e era óbvio qual seria a imagem final.
Amira mostrava uma imagem em close da sua boceta na última foto. O celular dela foi colocado entre as pernas para aquela foto. Seus lábios eram escuros, combinando com sua tez, mas a entrada era um tom rosado de rosa. Ela estava molhada e brilhando. Era algo que ela realmente gostava de fazer.
Com minha mãe podendo voltar a qualquer momento, deletei as fotos e marquei aquele e-mail como não lido, decidindo que não diria nada sobre aquilo.
A única pergunta na minha cabeça era: por que Amira estava enviando essas fotos para minha mãe? Foi um acidente? Ou elas eram mais do que apenas amigas? Minha mãe é workaholic, como a maioria das pessoas que se tornam sócias em grandes firmas. Ela adora a rotina pesada e as longas horas, e como resultado, não namorou muito nos últimos anos. E quando saía em encontros, era com homens, especialmente outros advogados.
Enquanto folheava a correspondência recente da minha mãe com Amira, havia um flerte claro entre elas. Mesmo não devendo, senti uma forte vontade de me aprofundar.
Garanti que teria privacidade verificando pela parede de vidro. Mamãe não estava à vista. Então fiz algo que pensei que nunca faria: abri a galeria de fotos da minha mãe. Como qualquer mulher moderna, minha mãe tira uma boa quantidade de fotos com o celular. Às vezes é relacionado ao trabalho, às vezes é comum.
Como esperado, a primeira fileira de fotos era de documentos legais e comida feita pelas amigas (elas frequentemente trocavam fotos de suas comidas e compartilhavam receitas).
Rolando para baixo, me dei conta.
Mamãe tirou uma selfie com roupas íntimas no banheiro deste prédio. A blusa dela estava aberta e o sutiã preto à mostra. Era um sutiã transparente e eu podia ver fracamente a cor dos mamilos dela. Incapaz de resistir, dei zoom e vi que os mamilos dela eram rosa escuro.
Vasculhando as imagens privadas dela, a galeria de fotos da mamãe era uma mistura de negócios, pessoal e seu lado sexual secreto. Uma imagem era uma fatura de cobrança, a seguinte era um close da calcinha da mamãe no escritório.
Avançando mais na galeria, eu vi. Os seios da mamãe. Eram globos lindamente moldados com grandes mamilos rosados. O rosto dela estava na mesma selfie, que ela havia tirado ali mesmo no escritório enquanto a blusa estava aberta. Ela estava sem expressão na foto, o que a tornava mais sexy.
Vi uma foto da boceta da mamãe, com o celular colocado entre as pernas, debaixo da mesa. A boceta dela era rosa e molhada, com pelos pubianos encaracolados ao redor da entrada. Na foto seguinte, dois dedos dela estavam enfiados dentro do canal vaginal.
Também havia mais fotos baixadas de Amira na galeria. Como minha mãe, Amira adorava tirar fotos de si mesma e de partes do corpo enquanto estava no trabalho. Mas diferente da minha mãe, Amira era mais ousada, tirando fotos escandalosas pelo local de trabalho quando não havia ninguém. Também vi os seios e os mamilos escuros dela.
Seria esse o fetiche secreto da mamãe? Seria essa a razão de ela ser tão amiga de Amira? Seria algo que as uniu?
Minha mente estava girando e eu sabia que nunca mais poderia olhar para a mamãe do mesmo jeito, pelo menos no escritório. Ninguém imaginaria que uma mulher profissional como minha mãe poderia ter um celular cheio de conteúdo adulto, muito menos trocando fotos com uma colega advogada.
Sem querer ser pego, larguei o celular e voltei ao trabalho. Era melhor fingir que nada disso aconteceu, mas eu sabia que seria impossível.
Perspectiva da Mãe: Admissão & IndulgênciaJoan permaneceu na sala de conferências depois de uma reunião com os sócios e associados da firma. Ela estava juntando seu laptop e documentos da apresentação que havia feito enquanto os outros haviam saído.
Como ela havia antecipado, Amira ficou com um sorriso, e ambas estavam de pé na frente da sala enquanto Joan fechava o laptop. Estavam perto da janela onde havia uma bela vista do horizonte do centro da cidade.
"Você pareceu um pouco fora do seu jogo," Amira observou.
"Pareci?"
"Dava para perceber que algo estava na sua mente. Estresse? Ou outra coisa?"
Joan dobrou o cabo de energia do laptop. "Tenho 90% de certeza de que meu filho sabe."
"Sobre?"
"Você sabe, isso," Joan disse, gesticulando em direção à barra da saia do escritório e dando uma leve levantada para expor a coxa por um segundo.
Os olhos de Amira se estreitaram e seu nariz franziu. "Minha nossa."
"Estou começando a achar que contratar meu próprio filho foi um erro. Era para ser o sonho de toda mãe. Posso passar todo o meu tempo com ele, orientá-lo, vigiá-lo de perto."
"Você ainda está fazendo tudo isso. Essa é a marca de qualquer ótima mãe."
Joan deu de ombros. "Dei a ele acesso limitado ao meu celular. Imaginei que agilizaria nosso fluxo de trabalho, mas você pode imaginar como acho que acabou."
"Oh!" Amira disse, desta vez com um sorriso sardônico.
"Não era para você sentir prazer nisso," Joan repreendeu.
"Não era?"
"Não, definitivamente não era."
Amira ergueu uma sobrancelha. "Serei eu a juíza disso. Me conte mais."
"Tenho certeza de que você entendeu. Percebi mudanças sutis nele. A maioria dos jovens pensa que é sorrateiro, mas uma mãe sempre sabe. É um instinto maternal que as mulheres possuem."
"Alguma evidência de que seu filho sabe?"
"Acredite em mim. Tenho certeza de que ele viu algo no meu celular, mesmo eu tendo dito quais eram os limites."
"Suponha que isso seja verdade," Amira opinou depois de pensar profundamente. "Suponha que seu filho tropeçou na sua coleção secreta. Qual é o dano?"
Joan franziu os lábios. "Ok, agora você perdeu a cabeça."
"Pelo bem da argumentação, pense nisso como uma oportunidade. Você não precisa mais esconder. Sua vida profissional e pessoal ficarão mais fáceis."
"Essa pode ser nossa primeira discordância de verdade. Isso também te excitaria?"
Amira riu. "Chegaremos lá. Por agora, me dê sua calcinha."
Num instante, os olhos de Joan examinaram as paredes de vidro da sala de conferências. Havia algumas pessoas à vista e, como esperado, estavam ocupadas com sua carga de trabalho. Então seus olhos dispararam para a janela, em direção ao prédio de escritórios do outro lado da rua.
Voltando sua atenção para a amiga, Joan enfiou a mão por baixo da saia e deslizou a calcinha preta até os calcanhares. Saiu dela e entregou para Amira, que aceitou com prazer a oferenda.
"Um presente de boas-vindas," Joan disse, empurrando fundo na mão da amiga.
Amira guardou a calcinha no bolso do blazer. "Sente-se e fique de frente para a janela."
"Tenho escolha?"
"Você nunca tem."
Ouvir aquelas palavras enviou uma onda de sangue para a vagina dela. Ela adorava entregar o controle a uma pessoa adequada. Então sentou-se na cadeira na ponta da mesa e se aproximou um pouco mais da janela.
"É isso que você quer?" Joan perguntou, abrindo um pouco mais as pernas.
"Saia para cima. Dois dedos dentro. Vamos ver se alguém no outro prédio tem sorte de vislumbrar isso."
"Isso faria o dia deles, com certeza."
Joan puxou a saia para cima e sua bunda nua ficou apoiada na cadeira elegante. Ela enfiou dois dedos na boceta, enquanto Amira olhava ao redor para garantir que ninguém as pegaria. Porque em seus jogos secretos, nenhuma das duas queria ser pega. Havia muito a perder.
Elas amavam o sigilo disso. Eram mulheres respeitáveis que tinham descargas incríveis de adrenalina com atos exibicionistas no escritório. Era algo que tinham em comum além da educação e do status.
"Me diga no que pensar," Joan disse em voz baixa, enfiando os dedos mais fundo.
"Você já sabe."
"Sério? Ainda está falando sério sobre aquilo?"
Amira lambeu o lábio inferior. "Imagine estar de joelhos, debaixo de uma mesa, fazendo sexo oral no seu filho. Do tipo doce e amoroso. Mas rápido o bastante para que nenhum de vocês fosse pego."
"Isso é tão, tão errado."
Permitindo que sua mente vagasse para essa ideia hedionda, Joan se satisfez. Honestamente, não era a primeira vez que ela se masturbava pensando no filho. Mas desta vez era diferente.
Ela sabia que Amira era uma força imparável. Juntas, elas empurravam os limites uma da outra a novos patamares sexuais. No fundo, ela sabia que seria só uma questão de tempo até os desejos de Amira se tornarem realidade e ela fosse levada a dar prazer oral ao próprio filho.
Enquanto se masturbava na frente da janela, ela se imaginou de joelhos, chupando o pau do filho com tanto amor, balançando a cabeça. Seus olhos vasculharam o outro prédio por voyeurs. Nenhum até agora. Ela continuou se esfregando enquanto sua mente vagava para lugares escuros. A imagem da sua boca se enchendo de porra era tão vívida que ela quase conseguia sentir o gosto.
"Estou quase lá," Joan gemeu, esfregando mais rápido.
"Vá, goze. Preciso de um registro disso. É intenso demais."
Enquanto se levava a um orgasmo, ela abriu mais as pernas para Amira poder se ajoelhar e tirar fotos daquilo. A boceta de Joan estava encharcada e seus dedos estavam se perfurando. A visão de Amira segurando um celular perto da sua boceta era excitante. Ela adorava a expressão concentrada no rosto de Amira, que tentava capturar as imagens perfeitas.
Quando gozou, viu Amira tirar várias fotos de vários ângulos e distâncias. Aquela seria uma coleção de fotos para a posteridade porque era a primeira vez que brincavam juntas na firma.
Depois que o orgasmo cobriu seus dedos, Joan riu do absurdo do momento e puxou a saia do escritório para baixo, caso alguém passasse. Amira também se levantou e tentou agir naturalmente.
"Você vê," Amira disse com um sorriso malicioso. "O resultado fala por si. Seu orgasmo foi diferente hoje. Você ficou molhada mais rápido. E a expressão no seu rosto estava conflituosa, o que te deixou muito mais excitada."
"Talvez, talvez não. Mas obrigada."
Amira se inclinou e colocou as mãos no braço da cadeira. "Eu sei que você pensou no seu filho enquanto gozava. Vamos fazer um acordo. Se você me mandar fotos de boquete entre você e ele, então eu te mando fotos minhas chupando um parceiro nesta firma."
"Você vai chupar um parceiro desta firma?" Joan perguntou, sabendo que provavelmente aconteceria.
"Nunca fiz nada sexual com um colega. Mas se vamos jogar, então vamos jogar. Só vou ficar nesta firma por um tempo, então devemos aproveitar ao máximo."
"Ok, vou pensar. Por que você acha que eu gozei tão rápido?"
Ela viu Amira ficar sem fôlego por um momento.
***
No dia seguinte, enquanto estava sentada em sua mesa, observando seu filho trabalhar diligentemente no computador, ela se perguntou se Amira tinha razão. Para ela, Amira era uma deusa de corpo e mente. Amira era uma mulher que não podia errar.
"Você ficou mais rápido escrevendo memorandos," ela disse.
Ele parou de digitar. "Fica mais fácil com a prática."
Era só nisso que Joan conseguia pensar. Desde a noite passada até agora, sempre que tinha um momento livre, isso lhe vinha à mente. A perversão sexual suprema. A excitou quando pensou nisso na noite passada na cama, mas ela resistiu ao impulso de se masturbar. Algumas coisas é melhor deixar intocadas, ela havia pensado.
Mas agora, ao olhar para os olhos cansados do filho, a ideia parecia cada vez melhor. Se alguém merecia alívio oral neste escritório de advocacia, era definitivamente seu filho. Ela o havia colocado à prova. Deu a ele uma carga de trabalho que, pensando bem, era provavelmente demais, pois o tratou como um advogado veterano, em vez de um novato.
Talvez fosse hora de dar um bônus antecipado? Ela afastou esse pensamento.
— Tudo bem fazer uma pausa — disse ela casualmente. — Você parece um pouco cansado. Se quiser jogar no computador, fique à vontade.
Ele riu. — Nunca pensei que você me incentivaria a jogar videogame, ainda mais no trabalho.
— Você mereceu. Estou orgulhosa de você. É sério.
— Obrigado, mãe — respondeu ele, apreciando a gratidão. — Sinceramente, tenho vergonha de jogar aqui. Alguém pode passar e ver através do vidro o que está na minha tela.
— Isso te envergonha? Você se sentiria menos advogado?
— Basicamente, sim. Você não se sentiria igual se visse um advogado jogando videogame em horário de trabalho?
— E que tal meu telefone, então? — ela perguntou, como se as palavras tivessem escapado acidentalmente de sua boca, em vez de serem realmente ditas.
Por um momento, ele pareceu estupefato, e Joan tomou a decisão rápida de manter sua expressão impassível, em vez de mudar de assunto. Ela decidiu manter uma expressão que usava no tribunal, séria e direta.
— O que você quer dizer? — ele perguntou.
— Não estou chateada, mas sei que você viu o conteúdo do meu telefone. Não estou brava. A culpa foi minha.
— O quê? — ele engoliu em seco.
— Percebo que você está nervoso. Você sabe exatamente do que estou falando. Como eu disse, não estou brava.
— Foi um acidente — ele confessou. — Verifiquei o e-mail da Amira e ela tinha aquelas fotos anexadas.
— Imaginei. E foi totalmente minha culpa, e me sinto horrível por isso.
— Vou parar de olhar seu telefone — ele corou.
— Não, nosso fluxo de trabalho é ótimo. Não quero atrapalhar nada. Na verdade... talvez...
— O que é?
Ela forçou as palavras a saírem de sua boca. — Você olhou minha galeria de fotos?
A expressão no rosto de seu filho disse tudo. Não havia como negar qual era a resposta, e um silêncio pairou no escritório por um momento.
— Desculpe — ele respondeu.
Joan pegou seu telefone e caminhou até o filho, que parecia esperar um tapa no rosto. Em vez disso, ela tinha outras ideias. Abriu sua galeria e passou alguns momentos rolando para baixo.
Então entregou o telefone ao filho.
— Essa é minha foto favorita — disse ela. — Nunca me senti tão sexy, se é que posso dizer isso.
A imagem era dela tirando uma selfie enquanto sua blusa estava aberta e seus mamilos e seios estavam erguidos para fora do sutiã. Seus mamilos rosados estavam totalmente eretos e seu rosto estava estoico na foto. Fora tirada no saguão do escritório nas primeiras horas da manhã, antes de qualquer pessoa chegar, e ela estava ao lado do logotipo da firma na parede.
Como esperado, seu filho se deleitou com a imagem.
— Por que você está me mostrando isso? — ele perguntou, os olhos ainda na tela.
Ela sentiu o coração acelerado. — Em parte porque estou extremamente orgulhosa de como você se adaptou a um ambiente profissional. Em parte porque este é um bônus antecipado. E... talvez eu explique o resto quando chegarmos em casa. Mas, por enquanto, fique de olho, ok? Minha reputação estaria arruinada se alguém visse isso.
— Você está agindo de forma suspeita — disse ele.
— É porque nunca chupei um pau no escritório antes. Agora fique de olho, ok? Se formos pegos, provavelmente serei expulsa da firma e perderei minha licença de advocacia por fazer isso com você.
Antes que qualquer um deles pudesse avaliar as ramificações pessoais do que estava acontecendo, Joan graciosamente se ajoelhou. Ela se enfiou debaixo da mesa do filho, só por precaução, caso alguém olhasse de fora. Esse pouquinho de privacidade extra poderia fazer toda a diferença do mundo.
Ela estendeu a mão para desabotoar as calças do filho e não encontrou resistência alguma. Por mais fortitude que tivesse como advogada, ela não conseguia se forçar a olhar o filho nos olhos naquele momento crítico. Mas se tivesse olhado, tinha certeza de que haveria um olhar de confusão e excitação no rosto dele.
Desabotoando as calças do filho, seus dedos roçaram um pênis que estava rígido. Quando usou os dedos para alcançar lá dentro e puxar o pau para fora, ele imediatamente saltou à vida e ficou ereto enquanto ela o segurava.
Aquela era a primeira vez que via a ereção de seu filho adulto. Joan foi arrebatada por uma visão que era impressionante sob qualquer métrica. Mas aquele era o de seu filho. Sua própria criação. Aquilo saiu do corpo dela em algum momento, agora estava entrando em sua boca.
Recusando-se a pensar mais em suas ações, Joan era uma mulher possuída pelo sexo, como sempre ficava ao tirar fotos travessas no escritório. Ela cedeu aos seus desejos mais obscuros, como costumava fazer. Era sua válvula de escape de uma vida estressante e ocupada.
Ela colocou o pênis na boca e sentiu o filho se contorcer. Ouviu gemidos quando trabalhou seu poder de sucção a vácuo. Ela sabia como chupar pau e fazer um homem se sentir bem, algo em que sempre fora boa.
Com os joelhos apoiados confortavelmente no chão, a cabeça de Joan balançava para cima e para baixo. Ocasionalmente, seus lábios beijavam a haste e sua língua dava lambidas profundas das bolas até a ponta. Ela também rodava a língua ao redor da haste, antes de dar chupadas fortes.
— Não vou aguentar muito mais — ele gemeu alegremente depois de um tempo. — Ninguém aguentaria. Isso... é... incrível.
O coração de Joan se encheu de um senso perverso de orgulho maternal por estar dando ao filho essas sensações primitivas. Ela trabalhou a boca com mais força. Balançou a cabeça mais rápido. E acariciou a haste com a mão direita, o que sempre funcionava com os homens.
Cuspindo o pau para fora por um momento, ela disse: — Use meu telefone e tire algumas fotos. Quero isso documentado para meus arquivos secretos.
— Mas... mãe... você está... você está...
— Te fazendo um boquete? Eu sei. Vou explicar tudo depois.
Quando viu o telefone sendo hesitantemente erguido na frente de seu rosto, Joan acariciou a ponta do pênis duro enquanto olhava para a câmera. Ela não conseguiria sorrir nem se tentasse. Os nervos tomaram conta. O relacionamento deles nunca mais seria o mesmo, e aquela era a coisa mais devassa que ela já havia feito.
Depois da primeira foto, ela desviou o olhar para se poupar da humilhação adicional. Voltou a chupar e se concentrou em fazer o filho jorrar em sua boca, o que ela podia sentir que estava se acumulando. Ouviu mais gemidos e sentiu mais sangue correndo para o pau.
— Vou gozar — ele sussurrou.
Perfeito, ela pensou. Exatamente como imaginara, sua boca foi inundada pelo gozo de seu filho sexualmente frustrado. Sobrecarregá-lo de trabalho tinha suas vantagens, afinal. O alívio era necessário, e sua boca era exatamente o que resolveu.
O sabor único do gozo masculino jorrou em sua língua, e ela lutou para engolir tudo. Alguns jatos até atingiram o fundo de sua garganta. Ela continuou chupando e girando a língua ao redor, enquanto notava, pelo canto do olho, que o telefone ainda estava perto de seu rosto, tirando mais fotos. As imagens devem estar gloriosas, ela pensou. Especialmente com algumas gotas de gozo vazando de seus lábios, descendo pela haste.
Finalmente, a erupção terminou e o pênis foi perdendo o vapor. Ficou flácido em sua boca, e ela continuou chupando. Quando ficou mole, ela o deixou cair da boca e deu beijinhos doces na ponta, mesmo sabendo que o filho estava tirando mais fotos íntimas.
Quando olhou para o filho — atordoado pelo orgasmo — ela sentiu como se tivesse devolvido a normalidade à vida dele. Como se sua chupada tivesse curado todo o estresse de trabalhar em um escritório de advocacia movimentado. E ela estava certa. Não via o filho tão relaxado há muito tempo.
— Você obviamente gostou disso — disse ela, lambendo os lábios para limpá-los.
A atenção dele se voltou para fora do escritório. — Merda, acho que ouvi passos.
Rapidamente saindo de baixo da mesa, Joan ficou de pé e correu para sua própria mesa, enquanto usava as costas da mão para limpar a boca. Antes de se sentar, ela voltou rapidamente ao filho para pegar seu telefone. Estava desesperada para ver como tudo tinha ficado.
Perspectiva de Amira: Brinquedos de EscritórioEra algo saído de seus sonhos mais loucos. Algo que ela nunca pensou que conseguiria realizar. Ser capaz de persuadir uma mãe a chupar o pau do filho era o ápice de sua história sexual. O fato de a mãe ser uma advogada altamente respeitada que fez isso no escritório só tornava tudo mais delicioso.
Amira perdeu a conta de quantas vezes olhou as fotos em seu telefone. Ela olhava as imagens o tempo todo. Havia 31 fotos no total, graças à generosa sessão de fotos do filho.
Em troca, ela seduziu e chupou um dos sócios da firma e enviou aquelas fotos para Joan. Ela nunca falou do incesto com ninguém, é claro. Sigilo é uma grande parte do jogo, e ela era uma jogadora experta.
Como seu escritório ficava no final do corredor, ela tinha mais liberdade para fazer seus jogos sujos. Como ex-promotora, estava acostumada a exercer um poder enorme sobre as pessoas. Mas aquele era um tipo diferente de poder.
Na noite anterior, ela mandou uma mensagem para Joan, dizendo-lhe para usar meias-calças, salto alto e um sutiã transparente. Também disse a Joan para não usar calcinha por baixo de uma saia curta de escritório.
Chegando exatamente às 10h, conforme instruído, Joan estava visivelmente nervosa com o que estava planejado. A mesa estava limpa e a porta fora deixada aberta. Ela disse a Joan para se deitar na mesa de modo que suas pernas ficassem na beirada.
Amira desabotoou a blusa de Joan e puxou as copas frontais do sutiã para baixo para expor completamente os mamilos. Os mamilos rosados ficaram eretos de excitação.
Exatamente às 10h10, conforme solicitado, o filho chegou ao escritório, tendo uma ideia geral do que iria acontecer, mas não os detalhes exatos. Amira se encheu de deleite carnal ao ver o choque no rosto do jovem, enquanto ela mantinha as pernas da mãe abertas para dar uma visão perfeita de uma boceta perfeita.
— Talvez você queira fechar a porta — disse Amira, segurando os tornozelos de Joan separados. — Tenho a sensação de que as coisas podem ficar barulhentas aqui, dado seu pau sensacional e a boceta molhada da sua mãe.
Ela sentiu prazer ao ver o medo e a confusão no rosto do filho. Olhando para baixo, viu a mesma reação no rosto de Joan. Aquilo seria uma foda entre mãe e filho, afinal. De que outro jeito eles deveriam reagir?
Mas, como ela esperava, o filho se remexeu com o que devia ser uma ereção crescente, e a boceta da mãe liberou um aroma agradável de excitação feminina. Ah, sim, eles estavam prontos para foder.
O filho fechou a porta e caminhou cautelosamente até a boceta da mãe. Amira sorriu e manteve as pernas de Joan abertas.
— Tire seu pau para fora e foda — disse Amira. — Sua mãe tem uma reunião em uma hora e precisa estar fresca.
O jovem olhou para baixo e se desabotoou, revelando uma ereção que pulsava com mais força do que no boquete que ele havia recebido anteriormente. Ele pegou sua ereção e a apontou em direção à boceta da mãe, deixando Amira encantada com o que estava prestes a acontecer.
Deslizando facilmente devido à lubrificação natural e umidade, o jovem enterrou o pau dentro e começou a foder lentamente. Depois foi ficando mais rápido quando eles não puderam mais conter seus desejos. Joan fodeu de volta com investidas de seus quadris balançantes.
Os olhos de Amira se arregalaram enquanto observava o incesto, segurando as pernas de Joan abertas e vendo a carnificina sexual. A sala se encheu de gemidos e sons de estalos molhados da foda quente. Ela podia ver o jovem rangendo os dentes enquanto sua luxúria se tornava incontrolável, metendo cada vez mais forte. Ela podia ver o choque no rosto da mãe por aquilo estar acontecendo, com mamilos rosados que pareciam incrivelmente eretos.
— Eu... eu vou gozar — ele gemeu, como se em descrença por estar fazendo aquilo com a mãe.
Amira respondeu. — Na boceta da sua mãe, querido. Ela já concordou em manter seu gozo dentro dela pelo resto deste dia de trabalho.
Ouvir aquela admissão honesta o levou ao limite, e ele grunhiu, enchendo a boceta da mãe com gozo quente. Amira soltou um tornozelo e usou a mão livre para esfregar o clitóris de Joan, para que mãe e filho gozassem ao mesmo tempo. Funcionou depois de várias esfregadas rápidas.
Ela fez Joan ter um orgasmo com uma boceta que transbordava de grossos glóbulos de gozo branco. Ela observou enquanto o excesso de sêmen pingava das dobras dos finos lábios de Joan, vazando na mesa.
Quando acabou, o jovem estava ofegante, em descrença sobre o que havia feito e onde havia gozado. O olhar no rosto de Joan era o mesmo.
Amira se abaixou para chupar os mamilos ainda eretos de Joan, dando a cada um deles um beijo carinhoso e uma longa chupada.
— Eu... eu sinto muito, mãe — disse ele, com o pênis ainda mole dentro da boceta.
Joan engoliu em seco. — Não sinta muito. Eu gostei. Sei que você também gostou.
Afastando a boca, Amira pegou o telefone e tirou algumas fotos do rescaldo cheio de gozo de uma gozada dentro. Ela ouviu a conversa tímida e suave entre mãe e filho e achou aquilo divertido. Essas fotos eram agora a joia da coroa de sua coleção pervertida.
Quando conseguiu o que queria, ela ajudou Joan a ficar de pé e deu mais beijos nos sensíveis mamilos rosados, antes de beijá-la na boca, o que foi mais um agrado para o filho assistir.
FimSeus votos e seguir são apreciados.