Contos eróticos para ler inteiros.

Primeira Vez

Sacrifício... ao Demônio?

deizianehenrique25 min

Alina foi à igreja com os pais, como fazia toda quinta-feira à noite. Quinta, sábado, domingo e terça. Alguns os chamariam de devotos, mas Alina os chamava de sectários lunáticos. Ela já tinha dito quase isso na cara deles e agora era taxada de filha-problema pela pequena congregação. Mesmo tendo 20 anos e desesperada para fugir, sua família ainda a via apenas como uma garota a ser entregue a um marido — nunca como uma pessoa por direito próprio. Alina tentava fazer seus planos e juntar dinheiro escondido para de alguma forma escapar dali, mas conforme os anos passavam, ela começava a se desesperar. Talvez fosse por isso que mal conseguia mais guardar os pensamentos para si, por mais que isso dificultasse sua vida.

Mais cedo naquele dia, seus pais tinham ido a uma reunião com os anciãos da comunidade e voltaram para casa com lágrimas nos olhos. Não lhe contaram nada, mas Alina tinha certeza de que tinha a ver com ela e com o problema da sua rebeldia que eles estavam desesperados para erradicar. Ah, sim, muito rebelde com suas perguntas sobre atualidades, seus pedidos por educação e para talvez, só uma vez, sair do pequeno complexo isolado onde viviam.

Enquanto subiam o caminho de cascalho até a igreja, Alina sentiu uma corrente no ar. Havia uma espécie de energia geralmente reservada para ocasiões especiais, como o solstício e as noites de festa. Ao empurrar a porta pesada, o salão estava lotado de membros da comunidade.

Alina se perguntou se era alguma ocasião que tinha esquecido. Antes que pudesse pensar muito, viu-se sendo empurrada para a frente da igreja, enquanto as portas pesadas eram trancadas atrás dela.

— Alina, filha de Anders e Hanna, você deseja salvar sua alma? — bradou o líder da igreja, a quem ela sempre detestara.

Alina olhou em volta, meio confusa. — Eu venho aqui quatro vezes por semana... Não entendo. — Sua piedade tinha sido questionada simplesmente porque ela ousara fazer perguntas? Certamente não poderiam estar levando sua pequena crise de fé tão a sério.

— Você está aqui, sim, mas ainda deseja fazer parte da nossa congregação? Você entrega sua vontade à de Deus e à dos seus anciãos?

A congregação inflamou-se em cânticos enquanto Alina olhava para os pais, que estavam de cabeça baixa, sem ousar encará-la.

— Minha vontade? — Alina sentiu repulsa tomar conta de si. Seus pais, claramente envergonhados do que ela se tornara, não conseguiam nem olhar para ela. E seu castigo era esse desafio de todos que conhecia.

Mantendo a cabeça erguida, Alina fulminou o pastor com o olhar. — Não, eu não entrego minha vontade.

A congregação explodiu enquanto sua mãe desabava sobre o pai, aos prantos.

— Muito bem — o pastor falou, e a congregação se aquietou. — Você será submetida à Evocação. Pela manhã, se seu corpo sobreviver, você renascerá e viverá para a eternidade. Se Deus não achar por bem, que seus pecados sejam perdoados na morte — cuspiu as palavras para ela.

As vozes do povoado aumentaram enquanto entoavam em uníssono: — Aceitai este tributo e purificai sua alma!

Sua comunidade cantava repetidamente, e enquanto o som crescia ao seu redor, Alina sentiu-se empurrada para o escritório dos fundos, e a porta foi trancada atrás dela. O pequeno cômodo tinha sido esvaziado de toda mobília, restando apenas um pentagrama marcado no chão e velas iluminando o espaço.

Alina, confusa, mas nem um pouco chocada com o desenrolar dos acontecimentos, só pôde se perguntar em que novo inferno tinha ido parar. Imaginou que poderia simplesmente esperar até de manhã — e rezar para que nenhuma vela provocasse um incêndio. Depois, talvez pudesse implorar perdão por suas supostas transgressões até encontrar um jeito de fugir dali.

Sacudindo a cabeça e resmungando sobre sua submissão idiota, Alina começou a apagar as velas. Devia haver centenas delas. Ela soprava, virava, soprava, virava, percorrendo lentamente o cômodo. Depois de várias dúzias de velas, começou a sentir-se tonta. Alina suspirou, descansando no chão, furiosa, frustrada e mais que um pouco desesperançada. Não exatamente por sua situação atual, mas mais pelo que sua vida seria depois daquilo. Decidiu que, quando saísse dali, deixaria o complexo, mesmo sem dinheiro e sem ideia para onde ir. Só precisava fugir, ou aquela seria sua vida inteira. Superstição e subserviência.

Sentindo-se sucumbir à exaustão, Alina deixou os olhos se fecharem. Enquanto seu corpo começava a ficar deliciosamente leve, ela aquietou a mente. O pequeno escritório da igreja começou a parecer cada vez mais distante. Alina sentiu uma brisa morna na bochecha e cheirou água salgada e grama. A sensação era tão acolhedora que ela se deixou afundar mais e mais... sentindo como se estivesse nadando em direção à superfície de um novo mundo.

Ao se entregar ao ar cálido e aos aromas, sua visão começou a clarear novamente. Parecia o sonho mais vívido. Alina sentiu a plataforma lisa de pedra sob si e o algodão leve do seu vestido branco. Tinha que estar dormindo, pensou. Mas tudo parecia tão real. O oceano diante dela cheirava a sal, e o calor do sol em sua pele era reconfortante. Mesmo que não fosse real, sentia-se consolada por saber que poderia ficar naquele lugar por um tempo.

Houve um farfalhar atrás dela, e Alina virou-se para ver duas figuras saindo da mata. Eram dois homens altos, de cabelos loiros sujos e compridos. Em vez de sentir medo daqueles estranhos, Alina ficou curiosa. Conforme se aproximavam, calculou que eram um pouco mais velhos que ela, talvez na casa dos trinta. Não se sentia ameaçada exatamente, talvez apenas cautelosa. Não tinha convivido com estranhos, muito menos com jovens estranhos, a vida inteira. Achou as figuras deles intimidantes, aqueles homens montanhosos. Vikings, pensou... era o que lhe lembravam. Imediatamente, seus pensamentos voltaram ao escritório da igreja... Era para lá que a congregação a tinha enviado? Certamente não era o "sacrifício demoníaco" que o pentagrama tinha evocado em sua mente. E, no entanto, tinha que admitir que fora transportada para aquele lugar. Não era um sonho ou uma visão. E se tinha sido transportada e aqueles homens estavam ali...

— Olá? — Alina dirigiu-se hesitante aos estranhos.

— Olá, Alina — respondeu um dos homens. Eles estavam bem ao seu lado agora, junto à enorme laje de pedra. Altar? Alina sentiu a respiração acelerar ao perceber onde estava e o que estava acontecendo. Não, um demônio não tinha se materializado do pentagrama na igreja, mas ela se encontrava ali, numa praia, num altar de pedra, com dois homens muito imponentes. Seriam homens?

Alina engoliu em seco. — O-o que está acontecendo? O que é este lugar?

O segundo homem respondeu desta vez: — Você nos foi enviada, querida Alina, por aquelas pessoas que chama de família.

— Por quê? Por que estou aqui? — Alina tentou acalmar o coração disparado.

Os homens se entreolharam antes de responder.

— Eu sou Erik, e este é meu irmão Vidar. Este é um lugar muito especial. Seu povo encontrou um jeito de enviá-la a nós — e nós aceitamos este presente. Eles acham que estão punindo você, enviando-a para cá. Mas nós podemos lhe dar uma escolha. Se completar nosso ritual, damos a você a opção de ficar neste lugar.

— Eu... eu não preciso voltar para lá? — Alina deixou a mente dançar no alívio por um instante. — Eu poderia ficar aqui?

Desta vez, foi Vidar quem respondeu: — Sim. Nós a acolhemos e aceitamos neste lugar. Mas também exigimos seu presente. Nosso povo acredita que é seu presente que os deuses exigem para manter este lugar em beleza, harmonia e paz.

— Qual é o 'meu presente'? — Alina sentiu as bochechas corarem quando uma imagem inundou sua mente. Ela se viu nua, deitada sobre aquela mesma pedra, os dois homens também com os corpos despidos, deitando-se com ela em movimentos gemidos e contorcidos. Seus olhos se arregalaram para eles, não exatamente com surpresa, mas com uma ansiedade aguda.

— Eu... eu não acho que consigo fazer isso...

— Doce Alina — Erik sentou-se no altar ao seu lado, a mão acariciando levemente sua bochecha, não sem notar seu recuo. — Não desejamos machucá-la, mas este é o caminho deste lugar.

— M-mas — Alina engoliu em seco —, os dois? — Ela sentiu o rosto queimar.

— Sim, é o que exigimos de você — Vidar falou asperamente, sentando-se à sua direita. Alina sentiu-se cercada e presa — pelos homens e por aquele lugar estranho onde se encontrava. Mas talvez esse fosse o caminho para sua liberdade.

— Eu-eu nunca... me deitei com um homem — Alina desviou os olhos, sentindo sua vergonha e embaraço.

— Sabemos, é isso que torna seu presente tão especial. — Erik e Vidar estavam tocando-a agora. Com suavidade, percebendo sua trepidação. Uma mão acariciou seu ombro. Outra, de leve, em seu joelho.

Quando Alina pensava em como imaginava perder a virgindade, imaginava um dos garotos fracos e pequenos com quem crescera. Escapando sorrateiramente para um dos celeiros de manhã cedo, eles se atrapalhariam rapidamente um com o outro. Em sua vergonha, não se olhariam enquanto o garoto encontrasse sua conclusão após alguns momentos.

Alina engoliu em seco, a cabeça girando. Quase se sentia consolada por não ter escolha em tudo aquilo. Ela simplesmente se encontrara naquele lugar, com aqueles homens... exigindo coisas dela. Certamente não poderia ser culpa sua se ficasse. Que escolha tinha, realmente? Poderia correr para a floresta ou para o mar. E depois, o quê? Ela não era daquele mundo, e não tinha vindo por conta própria. Tinha sido seu próprio povo que a enviara para lá. Para pagar por seus pecados.

— Não se chamaria sacrifício se fosse fácil — a voz grave de Erik rosnou em seu ouvido, aparentemente lendo seus pensamentos e fazendo-a estremecer.

Alina forçou-se a olhar para ele, encontrando seus olhos glaciais, como geleiras congeladas. Sentiu-se assentir levemente, e naquele momento soube que iria se entregar.

A mão grande e quente de Erik envolveu seu maxilar enquanto seus lábios encontravam os dela. Foi o primeiro beijo de Alina, mas ela sentiu seu corpo responder como se soubesse o que fazer. Enquanto seu corpo grande a pressionava contra o altar, ela sentiu apenas uma leve hesitação. Olhou para Vidar, que agora tirava a camisa, revelando seu peito e ombros expansivos. Ele enrolou a camisa e ergueu gentilmente a cabeça dela, colocando o travesseiro improvisado sob si.

A respiração de Alina prendeu-se quando Vidar se inclinou, sua vez de beijá-la profundamente. Ela sentiu sua língua morna encontrar a sua e a mão dele gentilmente em seu cabelo. Os dois homens se revezavam assim, beijando-a e aquecendo seu corpo. Lentamente, os homens removeram seu vestido branco, puxando-o por sobre sua cabeça. Alina, usando nada por baixo, fez um movimento para cobrir sua figura nua.

— Por favor, não se cubra — Vidar segurou sua mão, levando-a ao seu ombro para poder contemplá-la.

— Tão linda — Erik passou as pontas dos dedos pela lateral do corpo dela, deixando um rastro de calor em sua pele.

— Eu... eu não sei como fazer isso... — Alina mal conseguia falar, a garganta apertada e seca.

— Você não precisa fazer nada, doce Alina — Erik puxou a túnica por sobre a cabeça, bloqueando o céu azul para que Alina só pudesse ver sua forma massiva. — Apenas se entregue a nós, e cuidaremos de você.

Alina estava aterrorizada com a ideia de se entregar a Erik e Vidar, e ainda assim era o que pretendia fazer. Fechou os olhos, engolindo um estremecimento enquanto se forçava a relaxar e se recostar na pedra lisa e dura.

As mãos deles exploraram seu corpo nu, logo seguidas por suas bocas. Os dedos ásperos de Vidar agarraram seu mamilo, fazendo-a soltar um pequeno grito de surpresa. Imediatamente, a boca de Erik estava lá para suavizar a pequena dor. A cabeça de Alina girava com todas as novas sensações. Ela nunca tinha sido tocada daquele jeito, nem mesmo por suas próprias mãos.

Logo, Alina não conseguia distinguir onde terminavam as mãos de Vidar e começava a boca de Erik. Eles se moviam com confiança experiente, tocando-a aqui e beijando-a ali até que ela sentiu suas pernas se abrirem por vontade própria. Ouviu-se gemer, numa voz que não reconhecia, enquanto uma mão pressionava seu centro, encontrando uma umidade sedosa. Alina quase gritou para Erik parar, sua criação e toda a sua vida até aquele momento gritando que aquilo não era certo. Mas, tão rápido quanto começara, aquela voz foi silenciada e empurrada para algum lugar distante. Ali só havia calor e sensações que faziam sua cabeça girar e seu estômago se contrair em lugares profundos.

— Isso mesmo, relaxe para nós — a mão forte de Vidar separou sua coxa para o acesso de Erik. A boca de Vidar estava contra seu ouvido. — Tão doce, Alina. Tão linda só para nós. — Ele afastou o cabelo dela, sua boca encontrando um ponto em seu pescoço que fez seus dedos dos pés se curvarem.

Enquanto sua língua e dentes aplicavam pressão com perícia, Erik abriu mais as pernas dela. Alina ouviu seus murmúrios de apreciação enquanto seus dedos a exploravam ali. Deixou Vidar distraí-la enquanto Erik acariciava suas coxas e passava as pontas dos dedos por sua abertura sedosa. Quando seu polegar pressionou o ponto perto do seu ápice, ela quase desmoronou. Que magia era aquela? Certamente eram demônios, aqueles homens naquele lugar pecaminoso.

— Sim, isso mesmo, deixe-nos fazer você se sentir bem — os olhos de Erik encontraram os dela, um pequeno sorriso, quase um esgar em seu rosto. Sua boca estava nela então, e Alina não pôde mais ficar quieta. Ela gritou enquanto suas atenções a faziam sentir como se estivesse escorregando de um penhasco. A mão forte de Vidar apertou seu seio, quase com força demais, e então o dedo grande de Erik pressionou levemente dentro dela. Alina gozou então, gritando, a pressão do dedo de Erik em sua abertura sendo demais para suportar.

— Sim, isso mesmo, tão linda — Vidar murmurou em seu ouvido enquanto Erik a abria persistentemente com seus dedos. O corpo de Alina tremeu, o orgasmo aparentemente interminável enquanto sua mente tentava assimilar todas as sensações. Havia uma pressão forte entre suas pernas, Erik tentando introduzir dois dedos em seu corpo pequeno e apertado. Ela se ouviu choramingar enquanto Vidar cobria sua boca com a dele. Erik se levantou, empurrando as calças para fora dos quadris, revelando-se para ela. Alina engoliu em seco ao vê-lo. Bem ciente das coisas que aconteceriam a seguir.

— Não tenha medo — Erik deitou-se ao lado de Alina, ambos nus agora. Ele acariciou seu corpo arrepiado, beijando sua bochecha e depois seu seio enquanto Vidar se levantava, sua vez de se despir agora. Alina se mexeu, desconfortável, os dois homens enormes ladeando sua pequena figura. Ela roubava olhares para seus corpos grandes, aterrorizada agora com como tudo se encaixaria... Certamente eles eram muito grandes para ela receber... ali.

— Apenas respire, iremos devagar — Erik continuou acariciando o lado de Alina, gentilmente afastando a ansiedade de seu corpo. Vidar, tomando a mão de Alina, colocou-a em sua ereção rígida. — Sinta-me — exigiu em voz baixa.

A mão pequena e trêmula de Alina agarrou-o hesitantemente, fascinada e insegura. Sua mão era pequena demais para segurá-lo completamente, e de novo ela se perguntou como aquilo poderia funcionar.

— Sim, me toque, assim — Vidar gemeu enquanto Alina experimentava com pressão e ritmo. Ela olhou de relance para Erik, e ele acariciava a si mesmo enquanto a observava. — Prove-o — instou Erik.

Alina, sentindo-se como se não tivesse vontade própria, inclinou-se em direção a Vidar. Moveu-se de lado, o altar sendo mais que largo o suficiente para se deitar entre Vidar e Erik. Enquanto ela baixava a boca sobre a rigidez de Vidar, Erik a fez gritar ao colocá-la de joelhos, abrindo-a como uma refeição diante de si. Enquanto ela ousadamente tomava Vidar na boca, os lábios de Erik encontraram sua doçura e a fizeram choramingar repetidamente. Vidar gemeu com a sensação da boca morna de Alina e as vibrações de seus doces gemidos. Cedo demais, Vidar a estava puxando para frente, e Alina se viu em seu abraço. Seus braços quentes a envolveram enquanto ela recostava as costas em seu peito. Sentiu seu membro grosso pressionando suas costas, enquanto Erik se agigantava diante dela.

Erik inclinou-se para frente, beijando a boca de Alina com força. O movimento a pressionou contra Vidar, e ela se sentiu presa entre os dois homens. Quando Erik se moveu para frente, foi apenas o suficiente para se posicionar, sua coxa dura abrindo as pernas dela. Vidar, ansioso para ajudar, ergueu levemente os quadris de Alina. Ela teve uma imagem fugaz de si mesma — Vidar apresentando-a ao irmão. Essencialmente, segurando-a aberta para ele, presa em seu abraço.

Alina sentiu o corpo de Erik contra o seu, e seu coração disparou no peito enquanto Vidar fazia sons tranquilizadores em seu ouvido. Erik segurou-se com firmeza e colocou-se contra sua abertura. O tamanho dele era impressionante, e Alina tremeu de apreensão.

— Tente relaxar, Alina — a voz de Erik era segura e forte. — Haverá dor, mas não é minha intenção machucá-la.

A mão de Alina agarrou o ombro de Erik, desejando que Vidar não a estivesse segurando com tanta força. Do jeito que estava, ela não tinha alavancagem nenhuma.

Com a primeira investida dentro dela, Alina não conseguiu evitar um grito. Ele estava apenas começando a romper sua entrada e a ardência da dilatação era inacreditável. Ele era simplesmente enorme comparado ao corpo dela, e Alina não tinha certeza de como aguentaria. Erik se conteve, sem ir mais fundo, enquanto Vidar beijava seu pescoço e sussurrava palavras doces.

Depois de um momento, não foi Erik quem pressionou mais, mas Vidar quem ergueu os quadris dela, forçando-a a receber mais de Erik dentro de si. Alina gritou de novo, tentando recuar contra Vidar em busca de alívio, mas encontrando apenas músculos duros e fortes a mantendo no lugar. Ela agarrou o ombro de Erik desesperadamente, embora estivesse claro que os dois homens sincronizariam a perda de sua virgindade.

"Shh, está tudo bem, tente relaxar," Vidar murmurou em seu ouvido suavemente. Os gritos desesperados de Alina faziam o pau dele doer contra as costas dela. Afrouxando o aperto nos quadris dela, ele moveu uma mão entre ela e Erik para acariciar seu clitóris suavemente, esperando dar algum alívio. Erik, incapaz de se conter por muito mais tempo, abriu mais as pernas de Alina sob ele e avançou, enfiando mais alguns centímetros de seu pau duro na entrada incrivelmente apertada dela. Ele sentiu a barreira dentro dela então e se forçou a parar. Ele se manteve firme enquanto Vidar acariciava o clitóris dela e ele sentiu a umidade dela crescer. Menos da metade de seu pau estava cravado na apertura dela, e ela teria que se dilatar muito para acomodá-lo. Erik sabia que isso não viria sem dor.

"Alina, obrigado por este presente," Erik olhou para Vidar, que segurava Alina com mais força. Com isso, ele investiu dentro dela. Alina gritou ao sentir algo rasgar dentro de si. Erik, sentindo-a se debater entre eles, tentou oferecer palavras suaves e toques gentis — o corpo dela tentando desesperadamente escapar, mesmo que ela estivesse se entregando voluntariamente a eles.

"Relaxe, relaxe," ele a persuadiu, "A pior parte já passou, você está indo muito bem."

Alina tentou recuperar o fôlego, sobrecarregada por todas as novas sensações percorrendo seu corpo. Suas mãos agarravam desesperadamente os ombros de Erik enquanto Vidar ainda a mantinha no lugar, sem dar a ela a alavanca que tanto desejava. Ela tentou relaxar recostando-se nele. Como Erik dissera, a pior parte já passara. A dor percorria a metade inferior de seu corpo, mas ela também sentia a ardência da dilatação em sua abertura se transformando em uma espécie de dormência. Doía, mas não estava piorando. Erik se manteve imóvel, agora mais fundo dentro dela, e beijou a umidade de seu rosto. Alina percebeu que lágrimas escorriam de seus olhos — um pouco pela dor, e também pela intensidade de tudo.

Alina deu uma respiração trêmula, retribuindo o beijo de Erik quando sua boca encontrou a dela. Vidar ainda a dedilhava no clitóris, lentamente, visando o relaxamento e um pouco de alívio da dor da penetração de Erik, em vez de tentar levá-la ao clímax. As palavras que ele grosseiramente falou em seu ouvido se tornaram mais eróticas quando Erik retomou suas atenções, abrindo caminho dentro dela lentamente, mas com determinação focada.

"Você é tão linda, se entregando a nós, tão linda," Vidar continuou a encorajá-la, mesmo enquanto Alina gemia. "Você fica tão linda com o pau do meu irmão dentro de você. Você é nossa, Alina. Nossa para reivindicar. Uma de nós agora." Enquanto seu irmão reivindicava a virgindade dela, suas palavras ainda a faziam corar, divertindo-o um pouco. "Sim," Vidar continuou, "Receba-o. Você precisa recebê-lo todo."

"Grande demais," Alina gemeu, "É demais, por favor."

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