Contos eróticos para ler inteiros.

Primeira Vez

Revelando a Puta em Mim – Parte 01

Prosasheyla16 min

Estou deitada na cama ao lado dele. Nem lembro o nome dele e duvido que fosse verdadeiro. Um vendedor qualquer. Mas ele tinha um pau enorme e sabia usar. Ele não se importava se eu gostava. Me tratou como uma puta paga. Usou minha boceta jovem. Eu gostei daquilo.

Ele me pagou $500 e me deu uma das melhores fodas que já tive. Com certeza fez valer o dinheiro com minha boceta jovem. Me abriu toda e me trabalhou como uma puta. Eu adorei também. Droga, eu adorei muito.

Ele está dormindo. Hora de eu sumir. É uma ducha rápida e vou embora antes que a culpa bata. Sou casada e tenho dois bebês. Minha puta interior tomou conta e eu precisava de algo diferente. Fingir ser prostituta satisfez essas necessidades muito mais do que eu esperava, mas não vou fazer isso de novo.

Estou vestida, ele ainda dorme. Olho mais uma vez para o corpo grande e peludo dele na cama. Ele é um macho alfa, mais velho que meu pai. Ele me fodeu por um tempão me dizendo o quanto gostava da minha boceta de novinha. Vejo a aliança. Receber o sêmen do marido de outra pessoa deixou tudo ainda mais sujo.

Fecho a porta silenciosamente e ando rápido pelo corredor. Consigo pegar o trem das 9:45 e chegar em casa para buscar as crianças na casa da minha mãe. Darin chega às 12. Ele é um bom marido, mas nunca me fodeu como esse homem fez. Lá vem a culpa. Como vou encará-lo depois de ter me prostituído para um estranho?

*******

Peguei o trem. Minhas entranhas estão se sentindo tão bem. Minha boceta foi bem trabalhada por um homem bem grande. Ele até que era bonito... para um coroa. Mas caramba, ele tinha um pau grande e grosso, nada de pau de moleque, com certeza. Ele coçou minha coceira. O escritório me deixou tão frustrada hoje. Eu precisava disso. Agora minha puta interior está satisfeita e estou sentindo o brilho. Preciso esconder esse dinheiro também.

Estou tentando não pensar na putinha suja que sou. O pensamento me excita. Vender minha boceta para um estranho em um bar. Me tratar como puta dele me deu aquele orgasmo fantástico. Fui paga, mas não é como se eu pudesse dizer que fiz porque precisava do dinheiro. Não, fiz porque precisava de um homem que me tratasse como puta e ele fez isso.

******

Tudo começou naquela noite em que encontrei a Lin, minha melhor amiga das líderes de torcida. Era um emprego novo e cheguei muito cedo para o trem das 7:45, então parei no Ritz para tomar um drink. Comecei a observar as pessoas quando a vi. Não via a Lin fazia um ano. Ela realmente não mudou nada. Parada lá com seu longo cabelo loiro e aqueles peitões 38 que ela adorava balançar para os garotos. Ela parecia tão gostosa. Provocando os homens agora.

Nas líderes de torcida, éramos parecidas. Ambas baixinhas e com um belo par de peitos, e ambas adorávamos provocar os garotos. Eu me casei logo depois de me formar. A Lin parecia ficar com vários, principalmente caras da faculdade. Ela até namorou alguns homens casados.

Ela estava conversando com um cara com idade para ser pai dela. Um pouco rechonchudo, ele estava em cima dela. Não o culpo. Ela era linda com aquele corpo gostoso vestida como se estivesse procurando uma foda. Mas não conseguia ver o que ela via nele.

Então eles se levantaram, ele deixou uma nota na mesa e foram embora. Eu me levantei para correr até eles, mas já estavam no elevador antes que eu chegasse perto.

Relaxei, tomei outro drink e esperei uma hora até o próximo trem chegar.

Então vi a Lin de novo. Desta vez ela estava sozinha, voltando do elevador. Foi quando ela me viu. Ela sorriu e veio correndo.

"Nina, amor, que bom te ver," ela gritou toda animada.

"Ah, você também, Lin," respondi com um sorriso e dando um grande abraço.

"Faz tanto tempo," ela disse.

"Ah, sim, faz."

"Faz um ano desde que te vi no casamento."

"Ah, é."

"Lembro, ainda feliz no casamento?" ela perguntou. "E mais um pequenino também, ouvi dizer," ela disse, sabendo que eu tive uma menina no colégio.

"Ah, sim," eu disse, "dois bebês agora, minha mãe cuida deles."

"Ah, sim, então você trabalha?" ela perguntou.

"Darin e eu trabalhamos. O dinheiro está meio apertado."

"Ah, e você gosta mesmo de gastar," ela disse sorrindo, me conhecia bem.

Balancei a cabeça que sim..... "Eu gasto," e nós duas rimos.

"Então," perguntei, "o que você está fazendo aqui?"

"Ah," ela respondeu, "gosto do bar daqui e venho tomar uns drinks."

"Você trabalha por aqui?" perguntei sem resposta, "Acabei de começar um emprego novo aqui na cidade e este lugar fica tão perto da estação de trem."

"Oi, Rose," um homem disse ao parar para falar. "Eu estava esperando que você estivesse livre por um tempinho."

"Ah, querido," ela respondeu tocando-o suavemente no ombro, "estou ocupada com uma amiga, mas já falo com você."

"Rose?" perguntei quando ele se afastou.

"Lin," eu disse, "me conta o que está acontecendo. Você estava com outro homem há uma hora e quem é esse cara?"

A Lin hesitou, então desembuchou, tínhamos sido amigas muito próximas durante todo o colégio. Nunca guardávamos segredos.

"Estou trabalhando aqui algumas noites, Nina, tenho um apartamento legal na cidade. É assim que pago por ele."

"Me conta," eu disse parecendo confusa.

"Este hotel tem um centro de convenções, todos aqui são homens de negócios," ela respondeu. "São caras com quem eu saio... por dinheiro."

Fiquei sem palavras.

"Lin......"

"Eu sei... é... diferente, mas eu gosto muito," ela disse.

"Transo com um homem diferente toda noite e ainda sou paga por isso." Ela sussurra.

"Ah, Lin," eu disse balançando a cabeça, "você sempre gostou de transar com homens casados."

"Eu gosto," ela disse, "eles são tão gostosos e tão carentes. Eu adoro. Eles fazem comigo o que querem fazer com as esposas e ainda me pagam."

"Mas você não... tipo... vai pra cama com uns... tipo... caras escrotos de verdade?" perguntei.

"De jeito nenhum!!" ela cantou, "Não quero nenhum escroto", como a gente cantava na escola e nós duas rimos.

"Não," ela disse, "posso escolher, essas convenções trazem tantos coroas gostosos e eu simplesmente faço minha escolha."

"Tipo... olha, tem quatro caras de olho na gente agora mesmo," ela diz, "gosto daquele ali da direita," ela disse olhando para a direita. "Escolhe o seu."

"Espera," eu disse. "Vamos conversar."

"Não, tenho que ir agora."

"Podemos conversar depois?" perguntei.

"Adoraria," ela disse, "amanhã no mesmo horário."

Ela saiu correndo enquanto três caras se levantaram de mesas separadas esperando chamar a atenção dela, mas ela pegou o braço daquele que queria. Então um vem até mim.

"Não, tenho que correr," sem perguntar o que ele queria e corri para o trem.

*******

Pensei nela o dia seguinte inteiro e fui para lá depois do trabalho.

"Ah, Nina, você ia adorar," ela disse.

"Então," perguntei, "quanto você cobra deles?"

"400 se eu gostar deles," ela disse, "alguns dos mais velhos podem pagar 600 fácil."

"Uau," eu disse, "isso é mais do que ganho em um dia."

"Você é tão gostosa, Nina, vai ganhar 1000 por noite e ainda estar em casa às 10."

"Ah, e," ela diz, "arruma um celular também, deixa no escritório, com o toque desligado."

"Espera aí," eu digo, "eu nunca disse que ia fazer isso."

"Eu te conheço, Nina," ela diz, "você vai."

"Aqui," ela deixa cair uma camisinha na mesa e eu peguei para ninguém ver.

"Isso é caso você decida que quer mais do que um drink hoje à noite."

"Tenho que ir agora, tão bom ter uma amiga aqui."

Eu não disse que ia, ela simplesmente presumiu.

Quer dizer, isso é loucura. Não vou vender minha boceta para homens estranhos. Então o pensamento de que ela estava subindo para ser fodida deixou minhas entranhas em chamas de inveja. Sem compromissos, sem "eu te amo". Só foder e largar. Tive medo, então, de que provavelmente iria querer experimentar pelo menos uma vez.

******

Me olhando no espelho, sei que estou gostosa. Troquei de roupa para umas roupas de puta e vou para o bar. Mais uma olhada nesses belos peitos, enquanto afasto meu longo cabelo castanho para o lado. Ah, sim, e sei que estou com a maquiagem certa também, mas provavelmente eles não vão parar de olhar para meus peitos de qualquer jeito.

Estou surpresa por não estar muito nervosa. Me sinto mais como uma criança escolhendo um brinquedo novo. Acho que vou escolher um alto e bonito. Cabelo escuro, bonitão. Marido de outra pessoa com certeza, então vou provocá-lo como uma verdadeira puta e fazê-lo me foder como uma puta e sei que vou adorar. Ah, minha boceta já está pingando.

Então me bate. Não acredito que estou fazendo isso.

Não, não, não deixa isso te pegar. Foda-se a culpa, minha boceta precisa ser arrombada com força por um homem alto, um homem grande. Um com um pauzão.

Quer dizer, eu amo meu marido, ele é um cara tão legal, mas um pau me fodendo duas vezes por semana não é suficiente. Preciso ser fodida com força por um homem grande, um homem mais velho, um homem que possa me dominar e me possuir como se tivesse me comprado.

Vou para o térreo. Andando pelo bar, as cabeças começam a virar.

Ainda nem sentei e eles estão olhando. Eles sabem que estou trabalhando. Vejo a Lin. Ela está subindo com o dela para um quarto. Depois conversamos. Ela não sabe que estou aqui.

Vejo o que eu quero, ele está olhando fixamente. Eu sorrio.

Lá vem ele.

"Oi, tudo bem?" ele diz.

"Olá, bonitão," respondo.

"Se importa se eu me juntar a você?"

"Por favor, sim."

Ele continua olhando para meus peitos.

Conversamos um pouco. Conversa fiada de sempre.

"Você parecia tão gostosa aqui que tive que vir dizer oi."

"Seja direta," a Lin tinha dito, "não perca tempo."

"É só um oi que você quer?"

"Bem," ele diz nervoso, "estou procurando um encontro."

"É o que eu faço," respondo, "apenas um encontro simples, nada estranho ou pervertido, quinhentos."

****

Minhas entranhas estão vivas de antecipação enquanto andamos pelo corredor. É uma sensação ótima porque não sou eu, a Nina. É alguma puta que ele contratou para foder. É como se eu fosse uma atriz ou algo assim, interpretando um papel. Posso aproveitar o passeio e ainda fingir que não é real.

Ele me entrega meus 500 e coloco na bolsa. Ele não sabe que é minha primeira vez e minhas entranhas agora estão tremendo. Então ele me beija. "Você é tão linda," ele diz. "Você parece tão jovem."

Tenho 19 anos e pareço.

"Sou jovem," digo, "é por isso que custo tão caro," enquanto levanto os braços e coloco em volta do pescoço dele. "Mas esta boceta jovem vale muito a pena." digo aproveitando meu modo provocação.

"Me deixe ficar confortável," digo, enquanto me dispo lentamente tirando a blusa e a saia como a Lin tinha me dito, me movendo devagar e sensual para excitá-lo. Parece que sou eu que estou ficando toda excitada. É tão... sujo, ficar pelada para um homem estranho em um quarto de hotel.

Ele está me observando.

Parada aqui só de calcinha, olho o corpo dele. Ele deve ter quarenta ou mais, tão peludo. Nunca tive um homem maduro e peludo mais velho. Boa definição muscular também, ele deve ir à academia.

Estou sentindo o calor, vou ser a putinha dele agora. Isso deixa minha boceta molhada de antecipação.

"Espera," ele diz, "eu tiro isso," enquanto me deito na cama.

"Minha calcinha não, senhor," digo enquanto ele a levanta das minhas pernas. Bancando a indefesa como a Lin disse.

Minha boceta está exposta agora, sem pelos como a bunda de um bebê também. Está tão molhada. Estou prestes a explodir de excitação.

"Você tem peitos tão bonitos," ele diz e posso ver o volume na cueca dele enquanto ele começa a tirá-la.

Então, quando meus olhos contemplam aquele pedaço grande de carne de homem, tudo de repente ficou muito real. O que estou fazendo? Penso, mas não posso voltar atrás. Estou excitada demais. Ele vai me foder!!!!

A camisinha, penso, ah, merda, esqueci a camisinha, enquanto ele já está em cima de mim, entre minhas pernas. Sinto esfregar na minha coxa. Aaahhh, meu Deus, é tão grande. Ele me abre toda. Está deslizando na minha boceta. Minha boceta molhada.

"Ah, porra," ele murmura, "que apertada," enquanto enfia as primeiras polegadas. Então o braço dele levanta minha perna para trás e minha boceta fica bem aberta para o uso dele. Sou tão pequena debaixo dele. Me sinto tão dominada, tão controlada. Agora sou a putinha dele. A puta paga dele para foder como ele quiser e isso me deixa louca de tesão.

Ele bombeia o pau mais fundo e sinto cada estocada como eletricidade. Dou uma molhada nele enquanto agora começo a foder de volta. Aperto o pau dele com força, esquecendo totalmente de tudo, exceto daquela carne de homem dura dentro da minha boceta. Esfrego meu monte liso contra os pelos pubianos dele. Mais fundo! Percebo que estou chegando mais perto, estou indo para o precipício.

Ele começa a empurrar com muita força e rapidamente alcançou lugares que o pau menor do meu marido nunca alcançou, me fazendo ter espasmos.

"Ah, porra, isso, porra, isso, aí, me dá esse pau," eu digo. E falo sério. Sou a puta dele. Eu sinto isso.

Agora ele começa a me bombear com vontade, tirando bem para fora e eu puxo os joelhos para trás, querendo tudo dele bem fundo, esquecendo totalmente que é um homem estranho que está prestes a depositar o gozo dele bem fundo no meu útero.

Ah.... sim, esse pensamento está me levando às alturas agora. Que puta suja eu sou, deixando esse estranho descarregar o sêmen dele dentro do meu útero fértil. Eu, ah, eu sou uma puta tão imunda enquanto ele me segura apertado e me bombeia longa e forte, me usando como a puta que sou.

Espero que acabe, mas continua e continua, me deixando louca. Então...

"Ahh, porra," ele resmunga, olhando no meu rosto. Então ele resmunga algo sobre boceta quente de novinha e como é apertada.

"É," sussurro. "Me chama de sua putinha suja de novinha."

Vejo o rosto dele tão perto. Ele gosta disso.

"É," ele resmunga, "fodendo minha putinha novinha."

Ahhhh, eu sou, eu sou.

Um homem mais velho, um homem de verdade, um homem grande com um pau grande e ele toma seu tempo, me fodendo devagar para o prazer dele.

Me sinto tão suja. Ele só quer uma boceta apertada de novinha e um rosto bonito. Droga, é tão bom ser usada. Usada como a puta que sou.

Acho que sou uma esposa que ele está tentando engravidar. Sinto isso, ele está me procriando. Tranco meus tornozelos em volta das costas grandes dele enquanto ele empurra com força e fundo. Ah, é tão grosso e tão fundo. Estou em êxtase.

Então ele diz algo. Tudo que consigo entender é "toma isso" e "puta gostosa", porque ele dá um solavanco e sinto os jatos de sêmen quente caindo em cordas no meu colo do útero sensível, tão quente que me faz tremer e meus ouvidos zumbirem. Eu dou um tranco a cada jato que atinge minhas entranhas com força com esperma de macho alfa.

É gozo de estranho. Gozo quente de um homem estranho enchendo minhas entranhas. Sei que estou fértil, ainda bem que esqueci a camisinha, posso engravidar, e a onda de prazer que me envolve é como nada que já senti.

Deixar um homem mais velho e casado me procriar e inundar meu útero com sêmen. Eu tremo e gozo junto com ele. Sou uma puta tão suja e imunda deixando ele me procriar assim.

Nós dois estamos ofegantes. Foi como um sonho. Como se não fosse real.

******

Sentada no trem, sei que foi real. O pau grande dele foi real o suficiente e quando abriu minha boceta jovem, senti o choque percorrendo meu corpo. Ele me prendeu totalmente nua e estendida na cama dele e me trabalhou como uma boneca sexual. Eu estava lá para fornecer a ele uma boceta quente e apertada para ele se masturbar. Eu era a puta dele. Eu adorei.

*******

Estou fora do trem agora. Ok, foi fantástico, mas eu não deveria ter feito. Não vou fazer de novo. Não sou assim. Entro pela porta e minha mãe sorri, "eles estão na cama," ela diz.

"Estou cansada," ela diz enquanto vai para o quarto dela. Eu me dispo e entro no chuveiro. Sou uma puta tão suja e ainda assim é tão bom.

*************

Faz uma semana desde que fiz o papel de puta. Um completo estranho, um homem mais velho que me fodeu com força. Eu digo que fiz o papel de puta porque ainda não quero admitir que sou eu. Eu sou a puta. Eu gosto.

Jurei que faria só uma vez, mas foi um dia longo e duro. Preciso do alívio. Pego minha bolsa no escritório e vou para o Ritz.

Já me troquei e estou tão gostosa. Esses peitos precisam ser manuseados, com força. Esta boceta precisa ser martelada. Ah, adorei aquela boa foda que aquele cara me deu na semana passada.

Estou em um quarto com esse cara casado agora. Ele é tão lindo. Ele acabou de me entregar o dinheiro e estou nua para ele. Ele está massageando aquele pau comprido e duro enquanto caminha na minha direção. Eu caio para trás na cama. Os olhos dele estão consumidos de luxúria. Sei que ele pretende me foder com força. A camisinha está na minha mão, mas não quero usá-la. Quero sentir aquele gozo quente explodir dentro de mim. O que eu faço? Não posso simplesmente deixar um estranho me engravidar de novo. Ou posso?

Só de pensar em receber as sementes dele, minha boceta está pingando. A ideia de ser engravidada por esse estranho casado é mais do que eu consigo aguentar. Ah, minha jovem bucetinha precisa tanto que esse homem rústico me engravide.

Ah, por favor, me ajudem. Preciso dos comentários de vocês. Me digam por que sou uma puta por paus estranhos. Por que deixei a camisinha cair no chão? Me digam por que eu preciso sentir um estranho me engravidar!!!! Por que isso me faz gozar tão forte!!!

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