Papai Ensina as Gêmeas
— Ah, qualé, foi só uma vez... por enquanto.
— Ah. Meu. DEUS! Sua vadia completa!
Robert acordou num susto quando a porta da frente bateu com força. Suas filhas tinham chegado em casa e, como sempre, estavam brigando de novo. Depois de trabalhar o dia todo, tudo o que ele queria era tirar uma boa soneca. Mas isso era raro em sua casa que mais parecia um campo de batalha entre suas gêmeas rivais. E dessa vez estava particularmente feio. Tracy foi a primeira a pisar forte na sala e apontar o dedo para a irmã.
— Pai! — gritou a loira de cabelos compridos. — Você ouviu o que ela disse? Ela se passou por mim para transar com meu namorado!
— Fala sério! — rebateu Stacy, quase idêntica, com um uivo. — Você fez exatamente a mesma coisa com meu último namorado, e ainda foi pelas minhas costas. Pelo menos eu te falei na sua cara.
— Enquanto você estava montando nele! — Tracy guinchou. — Eu sei que você não toma pílula, e ele nunca usa camisinha. Você tá tentando fazer um bebê ou algo assim?
— Hummm, tentando? Igual você e ele? — Stacy sorriu maliciosamente e acariciou a própria barriga. — Talvez eu e ele não estejamos mais tentando, né...?
— Paaaaaaiii!
Tracy se jogou no ombro do pai e enterrou o rosto no pescoço dele. Ali continuou seu discurso em soluços abafados enquanto Stacy arrulhava e provocava do outro lado da sala. Já não dava mais para salvar a soneca. Gemendo, Robert esfregou o sono gostoso dos olhos e encarou o teto.
— Meninas! Parem de gritar. Parem de brigar. Agora!
Robert endireitou a filha tagarela com um braço e a puxou para perto com um movimento rápido pela cintura. Na mesma hora a insolência delas cessou e ambas assumiram um tom completamente infantil.
— Pai — disse Tracy, doce como um botão de rosa —, a Stacy é uma vadia.
— Nããão, pai! — Stacy começou de volta. — A Tracy é uma mentirosa E uma va—
— Shhh! Vocês duas são vadiazinhas malvadas que interromperam o sono do papai! E por acaso ouvi algo sobre namorado? — Robert enfiou as mãos por baixo das saias delas e agarrou suas bundas firmes. Isso atingiu em cheio suas garotas taradas. Tracy se contorceu com força especial.
— Ele não é ninguém, pai. É só... só um garoto bonitinho da escola.
— Mentira — sorriu Stacy. — Ela está tentando engravidar dele.
— Gr-grávida... cala a boca! Você estava tentando a mesma coisa!
— Bem, não vou deixar você ser a primeira, como sempre!
Como sempre, as meninas de Robert compartilhavam uma quantidade impressionante de coisas — hobbies, namorados, fetiches —, mas brigavam constantemente sobre quem ficava com o quê. Tinham dezoito anos e ainda brigavam como crianças. Já estavam velhas demais para serem colocadas de joelhos sobre seus joelhos, mas Robert encontrou uma forma diferente de fazer suas filhas famintas por rola se comportarem.
— Vocês duas conhecem as regras: nada de namorados. O papai é suficiente para as duas — disse Robert. Os olhos de Stacy e Tracy se iluminaram, embora cautelosos. Afinal, elas tinham sido muito malcriadas.
— Você está bravo, pai? — perguntou Tracy. — É que eu... não aguentava mais esperar para ser mãe.
— Nem eu — gemeu Stacy. Robert já podia sentir a excitação das filhas umedecendo suas calcinhas. O mesmo acontecia com a irmã. Ambas estavam famintas por rola, e por mais do que uma boa trepada. Robert balançou a cabeça e começou a soltar o cinto.
As meninas taradas do papai precisavam de um pouco de endogamia.
— Vocês duas estão sendo garotas muito más — disse ele, deixando o cinto cair no chão ao lado da poltrona e abrindo o zíper da calça jeans. — Arranjando um namorado e nem sequer compartilhando como boas irmãs deveriam...
— Desculpa! — disseram as meninas em uníssono. Seus olhos estavam fixos no colo do pai enquanto ele tirava o pau para fora da cueca boxer.
— Não é o suficiente, meninas. Vocês também interromperam a soneca do papai, então vão ter que me fazer sentir melhor com isso.
— Sim, pai! — Stacy foi a mais rápida, caindo de joelhos e beijando a cabeça do membro de Robert. Tracy chegou logo atrás, franzindo a testa enquanto os lábios da irmã envolviam a glande do pai.
— Tsc, vadia gananciosa... — murmurou, se esgueirando para debaixo da irmã para beijar os testículos do pai.
— Muah! Isso mesmo, o papai é meu, assim como o seu rapaz-mmm! — Robert puxou Stacy com força, fazendo sua garganta superlotada se estufar com cada centímetro do seu pau.
— Chega de reclamação — rosnou Robert antes de soltar sua filha rebelde.
— P-pai, isso é maldade — a garota tossiu e gaguejou, apesar do grande sorriso no rosto.
— Isso mesmo, o papai pode ser malvado. Agora, meninas — Robert enganchou as mãos em volta dos pescoços delas e as puxou até que seus narizes roçassem cada lado do seu pau —, vocês duas vão compartilhar o pau do papai e ser legais uma com a outra. Entenderam?
— Sim, pai... — disseram.
— Ótimo. Agora se beijem e façam as pazes — Robert pressionou os lábios das gêmeas contra cada lado do seu pau enrijecido. Nenhuma das suas meninas resistiu. Elas começaram a trabalhar seu tronco imediatamente, suas bocas macias beijando e lambendo cada borda do pau pulsante do pai. Seus cabelos loiros combinando emolduravam seus rostos, ambas de olhos fechados e se deleitando com o sabor daquilo que ajudou a criá-las dezoito anos atrás. E conforme subiam até a cabeça em forma de cogumelo, seus lábios se conectaram e suas línguas lutaram ao redor dela.
— Boas meninas... — Robert afagou suas cabeças balançando suavemente. A animosidade entre elas a princípio alimentou um beijo quase violento, como se batalhassem para colocar mais do pau do papai dentro de si. Mas o confronto de iguais rapidamente se transformou na sessão de beijos doce e libidinosa que só irmãs amorosas poderiam desfrutar. Seus pequenos gemidos, estalos de lábios e línguas ávidas excitaram o pai de forma intensa.
— Hummm, não é assim que vocês duas deveriam estar sempre?
As garotas levantaram seus olhos azul-celeste para ele e assentiram sem interromper seus agrados. Elas se beijavam enquanto o pau do pai lustrava suas bocas com esguichos de pré-gozo que escorriam por seus queixos. O líquido desceu até seus decotes generosos e grudou neles em fios pegajosos. Já estavam quase bagunçadas o suficiente para arrancar o gozo dos testículos de Robert ali mesmo. Mas ele não podia permitir isso. Relutante em acabar com aquela adoração harmoniosa ao pau, Robert mesmo assim descolou suas filhas ofegantes.
— Sentindo-se melhor? — perguntou. Suas meninas assentiram, seus sorrisos tímidos e queixos pingando sucos familiares.
— Pai, estou com tesão... Eu quero um bebê — confessou Tracy.
— Eu também — acrescentou Stacy. — Você vai deixar o namorado da Tracy nos engravidar agora?
— Não — disse Robert. Antes que seus anjos abatidos pudessem sequer choramingar, ele as pegou no colo, uma debaixo de cada braço. Elas guincharam e se contorceram enquanto ele as carregava para o quarto onde já as havia levado muitas vezes antes. Não estavam tentando fugir, nem mesmo quando ele jogou as ninfetas sobre seus lençóis e rasgou a frente de suas blusas, botões e tudo.
— Chega de namorados, suas garotinhas más.
— Mas paaaaai — Tracy fez bico enquanto seus seios núbeis balançavam livres.
— Nada de 'mas', de você também — Robert lançou um olhar para sua outra filha fazendo beicinho.
— Mas eu quero tanto um bebê, pai... — disse Stacy. — Por que você não deixa a gente te dar netos logo?
— Porque o papai não quer netos — disse ele, plantando as mãos sobre suas barrigas quentes e lisas. — O papai quer mais filhos e filhas das suas garotinhas más. Entenderam?
Elas entenderam, e simultaneamente arrancaram as calcinhas encharcadas de seus quadris férteis e levantaram as minissaias sobre suas barrigas expostas. Conheciam o procedimento, mas dessa vez seus quadris quase tremiam de excitação. Jogando suas roupas junto às de suas meninas, Robert as arrastou para o pé da cama até que suas pernas balançassem na beirada.
— Pai, eu quero ter seu bebê primeiro! — Tracy escancarou as coxas.
— Não, pai! Me engravida primeiro! — Stacy empinou os quadris e se abriu ainda mais.
— Ei, foi você que—
— Shhhhh — Robert agarrou as duas meninas pela boceta e afundou os dedos em seus buracos molhados. Ambas quase o sugaram até os nós dos dedos — bocetas gêmeas desesperadas por satisfação incestuosa. Apesar de se contorcerem e gemerem, o papai começou a bombá-las.
Tracy agarrou o peito nu logo abaixo dos seios, seus braços cruzados esmagando seus seios tenros em um decote convidativo. Seus mamilos rosados e firmes se empinaram, enrijecidos pelo ar frio, e saltaram facilmente para dentro da boca faminta do seu pai.
— Ooo-Oh! Pai... — Tracy gemeu. — O papai está chupando eles...
— Acostume-se — disse Robert, ensaboando os seios empinados da sua garota com a língua. — Meus bebês estão sempre com fome dessas coisinhas lindas.
— Pai — Stacy cantou e pressionou seus seios idênticos contra os da irmã. — Eu também preciso me acostumar!
— Sim, você precisa — disse Robert, deixando os seios da primeira filha brilhando com sua saliva generosa antes de começar o mesmo na segunda. Stacy se contorceu e gemeu, um pouco mais alto que Tracy. Mas isso não durou muito. Robert curvou os dedos dentro da boceta da loira carrancuda até que seus lamentos se dissolvessem em um gemido obsceno, que foi igualado pela irmã quando Robert deu uma mordidinha em seu peitinho.
— Pai! Bebês não mordem — disse Stacy.
— Mas os papais mordem — Robert passou os dentes em seu outro mamilo. Isso incendiou sua boceta, que se contorceu e apertou em volta de seus dedos que a penetravam profundamente. As gêmeas empinaram os quadris em sincronia contra as palmas do pai como um par de pistões, atiçando seus núcleos férteis até que simplesmente não pudessem ser ignorados.
— Hummmph — Tracy se debateu impotente contra a mão penetrante do pai. — Pai, você está tão fundo...
— Ah é? Acho que não está fundo o suficiente — disse Robert. O som molhado de seus dedos escapando da boceta dela foi rapidamente abafado por seu gemido profundo, um gemido sufocado pelos dedos dele pingando com os próprios fluidos dela. Seus lindos olhos azuis grudaram em Robert enquanto ele alinhava seu membro enrijecido com o aperto de Tracy.
— Pai... — Tracy mordeu o lábio inferior. — Estamos ovulando hoje...
— O papai sabe — disse Robert enquanto afundava seu pau nu na boceta nua da filha. A garota gemeu e arqueou as costas nos travesseiros enquanto sua irmã invejosa assistia. A forma como as paredes internas de Stacy se apertavam com força em volta dos dedos de Robert copiava o modo como as de Tracy ondulavam ao redor do seu membro. Eram gêmeas, afinal, e ambas eram garotinhas perfeitas do papai.
A cabeceira começou a bater contra a parede. Robert não perdeu tempo em enfiar seu pau fundo na filha apertada como uma virgem. Da mesma forma, Tracy bufava e gemia enquanto sua bocetinha adolescente era esticada. O ar começou a se encher com os sons obscenos de duas fendas gêmeas sendo preenchidas e esvaziadas, cada vez mais rápido.
— Oh... oh... OH! Pai, você é tão grande e... umph!
— Maior que o namorado dela — acrescentou Stacy, esfregando a própria boceta ao lado da mão do pai e observando a abertura da irmã sendo recheada. — Não é justo... Eu aguento o pau do papai melhor...
— Ah, é mesmo? — Robert gemeu e saiu da sua Tracy contorcida com um som molhado. O gemido triste à esquerda foi rapidamente coberto pelo uivo obsceno à direita. Stacy se apoiou metade na cama e metade na irmã.
— Ah-ah! P-pai, vá devagar... — implorou. Robert balançou a cabeça.
— Sua irmã me lubrificou bem — disse Robert, batendo seu membro pingando de fluidos contra a fenda hesitante de Stacy. — Então você vai receber o papai até a raiz, querida. Tudo de uma vez...
— Mas pai, eu estou—
— A vadia fértil do papai — rosnou Robert e se enfiou fundo. Stacy uivou e apertou a irmã com força, tremendo enquanto seu corpo lutava para recebê-lo por inteiro. Mas recebê-lo ela recebeu, incapaz de resistir à força e luxúria do pai. Ele sorriu junto com Tracy enquanto assistiam a garota antes cheia de ímpeto perder toda a confiança e compostura.
— Agradeça à sua irmã por toda essa porra escorregadia, querida — disse Robert, martelando sua boceta com fortes batidas dos seus quadris.
— O-obri-obrigada-oh-oh! — conseguiu Stacy, enquanto toda sua estrutura pequena sacudia a cada movimento dos quadris dele. Robert se virou para sua outra garota, suas pernas ainda escancaradas exibindo sua própria boceta cremosa.
— Ouviu isso, Tracy? Agora dê um beijo na sua irmãzinha legal... — o pau de Robert pulsou enquanto Tracy assentia, o rubor em suas bochechas combinando com o da irmã. Os gemidos de Stacy desapareceram nos lábios macios da irmã, os leves estalos e sons de sucção quase levaram Robert ao limite.
— OH! Pai, seu pau escapou — gemeu Stacy.
— Humm, minha vez de novo — Tracy levantou a perna como uma cadela no cio, jogando-a sobre a irmã ainda choramingante.
— Nããão, ele te fudeu por mais tempo. Eu quero mais!
— Você não é tão boa de cama quanto eu. Como você acha que consegui um namorado, hein?
— Você roubou meu último—
— Chega! — Robert agarrou Tracy e puxou sua filha provocante e vadia por cima de sua irmã loira. Barriga com barriga, suas garotas gêmeas se amassaram enquanto ele juntava seus quadris rebolantes. Ambas as vadias guincharam e se contorceram, sua pele suada brilhando enquanto suas pernas emolduravam suas bocetas idênticas alinhadas para o papai usar.
— Vocês duas foram garotas muito más — disse ele, batendo seu pau primeiro contra a abertura de Tracy e depois fazendo o mesmo na de Stacy, abaixo. — Se não brincarem direito uma com a outra, não vão ganhar nenhum dos fazedores de bebê do papai esta noite.
— Não, por favor! — gemeu Stacy.
— Pai! A gente vai ser boazinha, prometo! — acrescentou Tracy. Ambas as vozes tremiam de desespero, seus corpos abandonados no meio do caminho para o clímax. Agora suas bocetas vulneráveis gotejavam de necessidade. A abertura rosada de Tracy babava sobre a da irmã, e Robert enfiou seu pau entre seus montes escorregadios e clitóris sensíveis.
— Boa. Agora sejam boas irmãs enquanto o papai fode vocês...
Seus cabelos dourados se embaraçaram, já úmidos pelo calor uma da outra, e seus montes nus cederam agradavelmente às investidas do pau do pai. Robert não conseguia se lembrar de uma vez nesta semana em que suas filhas estivessem tão quietas juntas, com apenas pequenos beijinhos e gemidos saindo de seus lábios. Mas não ficariam quietas por muito tempo.
— Isso é tão bom, pai... — gemeu Tracy.
— Coloca em mim... quer dizer, na gente, pai! — implorou Stacy.
Robert não podia concordar mais. A lateral do seu tronco roçava em ambas as garotas, para frente e para trás, até que seus quadris rebolando e sarrando ameaçassem esmagar seu membro na bagunça espumosa que ele fez entre elas. Ambos os buracos escancarados eram tão convidativos, mas foi Tracy quem levou o osso primeiro.
— Pa-pai... ah, porra! — ela gaguejou, seu buraquinho de menina lutando para acomodar a circunferência máscula do pai novamente. Os dedos de Tracy agarraram os seios da irmã enquanto ela se levantava para tentar ver atrás de si. Mas Robert segurou o cabelo de sua filha curiosa com um punho firme.
— Fique de olho na sua irmã — ordenou, bombeando seu buraco de foda com um ritmo constante. — Diga a ela o que o papai está fazendo com você.
— T-tá, pai... umph, oh... Papai está me enchendo tanto, mana...
— É? Eu posso sentir as bolas dele batendo no meu clitóris — Stacy engoliu em seco entre suas respirações ofegantes. — E o pau do papai, está... está fazendo sua barriga inchar contra a minha. Ughhh, está deslizando tão longe para cima, e para cima até parar, e depois volta e... Porra!
Robert enfiou seu pau de volta em Stacy, trespassando sua filha gemendo com seu membro pingando os sucos da irmã. Ainda assim manteve sua outra filha cheia. Enfiou dois dedos de volta em sua garota miante em cima, mantendo seu aperto esticado para quando voltasse a fodê-la.
— Eu sinto também, Stacy! Ele está me dedando. Papai está me dedando enquanto enfia o pau para cima em você. Seu pau grande e gordo de papai! Volta, pai! Coloca de volta em—Hmmmm!
Tracy já estava ficando bêbada de foda, e Stacy também. Ambas bufavam e arfavam como cadelas no cio. Porque eram cadelas gêmeas desesperadas para serem emprenhadas pelo pai, e seu pai estava decidido a encher suas doces garotas com sua ninhada.
Para frente e para trás Robert enchia suas meninas. Enquanto ele martelava em Tracy, suas bolas batiam contra os lábios trêmulos da boceta de Stacy. Quando ele penetrava Stacy, amassava a bundinha empinada de Tracy. Pares de pernas gêmeas se entrelaçavam e se agarravam ao redor dos quadris salientes do pai, puxando-o cada vez mais perto à medida que seu êxtase aumentava. Foi Stacy quem começou a tensionar primeiro.
— P-pai, eu estou... estou chegando perto.
— Eu também. Vou gozar no pau do papai.
Tracy ficou tensa junto com a irmã, as duas se abraçando forte e se beijando com paixão cega. Não importava que errassem metade das vezes, beijando bochecha, queixo e nariz. Seus olhos estavam revirando em suas cabeças, suas mentes disparando pelas nuvens no ritmo acelerado da cabeceira de Robert batendo contra a parede.
— Isso mesmo, gozem para o papai, meninas — Robert fez pressão, empurrando-as ambas contra a cama e observando seus rostos corados gemerem e miarem um ao lado do outro. — Gozem forte para que o esperma do papai faça uns bebês lindos em vocês duas.
— Ah, pai, me dá um bebê! — Tracy gemeu alto.
— Me emprenha, pai! — Stacy gritou.
E Robert fez exatamente isso. Com um rugido, ele agarrou seus quadris férteis com força e enterrou seu pau jorrando dentro de Tracy. Três jatos de potente esguicho explodiram na boceta de sua filha mais acima, salpicando o útero fértil da adolescente com fazedores de bebê incestuosos. O calor de sua carga pegajosa a detonou como um arco retesado por tempo demais.
— Ele-ele está gozando dentro de mim!! — Tracy guinchou, sua boceta colapsando em um ataque de pulsações orgásmicas. A garota sem sentidos se contorcia sobre a irmã, arranhando, beijando e abraçando-a apertado. Mas Robert não tinha terminado. Apesar do aperto mortal da boceta de sua garotinha, isso não pôde impedir seu pai de se soltar e mergulhar direto no buraco trêmulo de Stacy a tempo de jorrar dentro dela também.
— A porra do p-papai está... está... UGHH! — Stacy não conseguiu dizer mais nada enquanto arqueava para cima com força suficiente para erguer a irmã com seu empurrão. Tiros espessos do esperma de Robert atingiram seu colo do útero desprotegido. Milhões de nadadores colidiram contra seus lugares mais íntimos, o mesmo tipo que a havia feito, e a sua irmã, mais de dezoito anos atrás.
Mais três jatos saudáveis dispararam dentro dela antes de Robert se soltar do sexo selvagem de sua filha. Masturbando-se com a lubrificação das bocetas delas em seu membro, Robert cobriu as bocetas gêmeas com os últimos esguichos de seu esperma paternal. Suas garotas, suadas e ofegantes em êxtase mútuo, gemiam e rebolavam sobre o esperma do Papai com suas bocetas se esfregando até a semente incestuosa formar fios e espumar entre elas.
"É tão excitante... o esperma do Papai..." Tracy suspirou.
"É..." Stacy apenas murmurou concordando e pressionou seu sexo melado de porra contra o da irmã. Robert recuperou o fôlego, seus rins ainda pulsando com a necessidade satisfeita e pingando sobre suas garotas.
"Vocês vão ser boas meninas para o Papai agora?"
"Sim, Papai," Tracy disse. "Sem mais namorados. Só o Papai."
"Já estamos cheias dos bebês do Papai de qualquer jeito!" Stacy acrescentou, uma risadinha ondulou pelas duas garotas.
"Boas..." Robert suspirou. Aquela soneca interrompida parecia muito boa naquele momento, até que as risadinhas pararam.
"Mas Papai..." Stacy fez beicinho e olhou para o pai enquanto tocava sua abertura melada. "Você gozou mais na Tracy. Eu senti!"
"Ah, mentira! Ele te fodeu por mais tempo," Tracy respondeu, "Eu ainda vou ter o bebê dele primeiro."
"De jeito nenhum! Eu vou ter gêmeos da foda extra do Papai!"
"Ué!? Papai! Não é JUSTO! Me fode até eu ter gêmeos também!"
"Meninas malvadas," ele rosnou, incapaz de esconder seu sorriso enquanto virava suas garotas para que Stacy ficasse por cima. "Papai vai encher vocês duas tão cheias de bebês que vão ficar de castigo por nove meses!"
As louras guincharam de alegria, balançando seus quadris maduros para ele enquanto o mesmo esperma que as fez vazava de suas bocetas férteis. Ambas já iam engravidar, provavelmente de gêmeos próprios, e Robert sabia que estava apenas multiplicando exponencialmente seus problemas...
Mas isso não o impediu de bater seu pau enrijecido de volta contra as suas travessas bocetinhas. Ele tinha que ser um bom Papai, afinal, e garantir que suas garotas aprendessem a lição - da maneira mais dura!