Reencontro Fodido
Olá a todos, esta é a primeira vez que posto uma história aqui. Se acharem minha escrita erótica, por favor me avisem...
~AL
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Já está quase noite quando o avião pousa, e eu imediatamente me arrependo de ter voltado. Oito anos. Oito malditos anos desde a última vez que pisei nesta cidade desgraçada. Oito anos desde que me assumi para meus pais e fui jogado fora como lixo. Eu tinha 18 anos, estava quebrado e sem rumo. Nem sei por que voltei para cá. Talvez para esfregar na cara deles que estou muito bem sem eles, ou será que é porque o velho está morrendo?
O karma é uma vadia.
Duas semanas atrás, minha genitora ligou. Não faço ideia de como ela conseguiu meu número. A voz dela estava trêmula ao me contar que meu doador de esperma estava doente, alguma doença que nem me dei ao trabalho de lembrar. Ela disse que eles queriam "fazer as pazes". Como se isso consertasse alguma merda.
Eu sou Kaiden, ou Kai, para encurtar. Naquela época, eu era um garoto magricelo e cheio de espinhas que todo mundo tratava como uma maldita doença contagiosa. Mas agora? Sou esguio, musculoso e bonito pra caralho, se posso dizer eu mesmo. Sem cicatrizes, sem manchas, praticamente irreconhecível.
Passei anos nas ruas, me virando, fazendo merdas das quais não me orgulho. Mas sobrevivi. Até prosperei. Até aquele maldito telefonema.
O táxi parou em frente à minha antiga casa. O mesmo chiqueiro, só com mais mato e uma cerca quebrada. Peguei minhas malas, dei gorjeta ao motorista e caminhei até a porta e bati.
A porta se abriu. Dois rostos enrugados familiares me encararam.
"Kai?" Mamãe disse, trêmula. "Você... mudou."
"É, sem merda," murmurei.
Ela ficou surpresa. Mas eu continuei impassível.
"Entre, entre."
Ela me fez um gesto para entrar. A casa também não tinha mudado.
"Está igualzinha ao dia em que vocês me expulsaram," eu disse, largando minhas malas.
Eles congelaram, parecendo que eu os tinha esbofeteado. Bom. Que sintam uma fração da merda que carreguei por oito anos.
"Está com fome? Fiz biscoitos," Mamãe disse.
Eu a encarei como se ela fosse louca, o que, aliás, ela é.
"O Mason está em casa?" perguntei em vez disso.
Mason é meu irmão mais velho. Apenas dois anos mais velho. Costumávamos ser próximos, muito próximos. Ele era o astro do atletismo no colégio e o cara que me defendia, ou costumava me defender. Bem, não até o dia em que ele só ficou parado vendo esses fanáticos me expulsarem para a rua.
"Não, mas ele estará aqui esta noite," ela disse.
Claro que estaria.
"Vocês sabem por que estou aqui, certo?"
"Sim," ela disse rapidamente. "Sente-se. Precisamos conversar."
Sentamos na sala de estar.
"Então... como você tem estado?" ela perguntou.
"Como eu tenho estado?" Eu ri. "Ótimo, Mãe. Simplesmente ótimo. Vivendo minha melhor vida desde que vocês me jogaram fora como lixo. Obrigado por perguntar."
Meu pai pigarreou. "Kai, nós... sentimos muito. Não sabíamos como lidar com isso naquela época."
"'Lidar com isso?'" Eu explodi. "Eu era só um garoto. Vocês não lidaram com merda nenhuma. Vocês me expulsaram. Me deixaram sozinho. Vocês têm ideia do que isso faz com uma pessoa? Acham que me jogar na rua ia magicamente me fazer desejar buceta?"
"Ok, ok. Vamos falar sobre outra coisa," Mamãe disse.
"Não, vamos falar sobre isso," eu rosnei.
Ela me olhou, suplicante. Que pena, eu não poderia me importar menos. Vim aqui para dar a eles um pedaço da porra da minha opinião.
"O motivo de termos chamado você aqui é que... seu pai está com câncer."
"E o médico disse que está avançando bem rápido."
Eu revirei os olhos. "Uau. Acho que os dias dele estão contados."
"Kaiden!" Mamãe chorou. "Como você pode dizer isso?"
"Ah, por favor. Vocês acham que ele estar doente mudaria alguma coisa?"
"Não vamos fingir que eu sou o vilão aqui. Já se passaram oito anos. Oito malditos anos. Vocês acham que eu vou simplesmente esquecer o que vocês fizeram?"
"Não esperamos que você esqueça," Mamãe disse engasgada. "Nós só... queremos ser uma família de novo."
"Uma família?" Eu cuspi. "Vocês perderam esse direito quando me expulsaram por ser gay."
A sala ficou em silêncio.
Eu me levantei, com vontade de sair.
"Vou me acalmar," eu disse, indo para a porta.
"Kai, espera--"
Saí furioso para a rua. Achei que vê-los e dizer tudo o que estava engasgado dentro de mim pelos últimos 8 anos me traria paz. Mas não, só me deixou mais furioso. Não sei nem para onde estou indo. Andei pelo que pareceu uma eternidade até tropeçar em frente a um bar imundo com um letreiro de neon piscando.
Parece que o universo quer que eu encha a cara.
O bar estava lotado quando entrei, cheirando a suor, bebida e más decisões. É, eu conseguia sentir aquele cheiro também.
Caras rindo, doses sendo viradas, garotas gritando junto com uma música natalina de merda. Mas eu não estava ali por isso. Eu estava ali para queimar um pouco de energia.
Pedi um uísque, virei e pedi outro. Olhei ao redor e meus olhos pegaram um cara do outro lado do bar.
Alto. Ombros largos, usando um chapéu de cowboy. Ele estava apoiado no balcão como se fosse o dono, falando com alguém, mas seus olhos estavam em mim. Ele virou a bebida dele enquanto claramente me olhava de cima a baixo.
Eu não desviei o olhar.
Nunca tive um cowboy antes, e puta que pariu, este aqui parecia que ia me arruinar de todas as melhores maneiras.
Ele sorriu, lento e arrogante, e então curvou o dedo, me chamando.
Eu sorri de volta. Fode-me, parece que esta noite vai ser interessante.
Peguei minha bebida e avancei pela multidão, olhos fixos nele.
Não dei dois passos antes que um idiota esbarrasse em mim, derramando uísque por toda a minha camisa.
"Porra, cuidado, cara!" Eu gritei.
"Merda, desculpa," o cara disse, recuando.
Olhei para cima -- e puta merda. Quase esqueci como respirar.
O cara era estupidamente gostoso. Cinco, sete centímetros mais alto que eu, musculoso como se vivesse na academia. A camisa dele grudava no peito, nos braços, e aqueles bíceps? Porra. Do tipo que você quer enrolados na sua garganta enquanto ele te fode.
Ele parecia um maldito viking. Mas de algum jeito seus olhos pareciam familiares.
Esqueci o que ia dizer.
"Caramba," murmurei em vez disso.
"Você está bem?" ele perguntou, sorrindo como se soubesse exatamente o que eu estava pensando.
"Sim," eu disse, limpando o uísque do peito. "Só... olha por onde anda na próxima vez."
Ele riu, como se eu tivesse dito algo engraçado.
"Anotado. Camisa legal, aliás. Você é fã?"
Olhei para baixo. Minha camisa tinha o logotipo de um time de futebol aleatório que peguei num brechó.
"Na verdade, não," murmurei. "Só uma coisa que vesti."
"Pena, cara, você está perdendo," ele disse, sorrindo. "Eu jogava no colégio. Na faculdade também. Você pratica algum esporte?"
"Não," eu disse, sorrindo. "Sou mais de ficar na linha lateral."
"Esperto." Os olhos dele percorreram meu corpo. "Você evita as contusões."
Eu ri, e por um segundo, esqueci do Cowboy de Chapéu.
"Meu nome é K-- quer dizer, Alex," eu disse, pegando o primeiro nome que veio à cabeça.
"Calix?" ele perguntou, erguendo a sobrancelha.
"Jack," ele disse, estendendo a mão.
Eu a apertei, e puta que pariu, o aperto dele era firme, áspero e quente. Minha mente foi imediatamente para o que aquelas mãos poderiam fazer.
"Você está aqui sozinho?" ele perguntou.
"Posso te perguntar o mesmo," eu disse, inclinando-me um pouco.
Ele sorriu, os dentes aparecendo.
"Touché."
Jack chamou o barman.
"Deixa eu te pagar uma bebida. Para compensar sua camisa."
Olhei para minha camisa encharcada. Podia pedir um pagamento diferente, mas uma bebida grátis serviria. Por enquanto.
"Claro," eu disse, dando de ombros. Devia ter pedido para ele tirar a camisa em vez disso.
Conversamos. Bem, ele falou. Principalmente de futebol, mas eu não estava realmente ouvindo. Meus olhos continuavam indo para a boca dele. Lábios carnudos e macios que pareciam que seriam pecaminosos pra caralho contra os meus.
Então ele lambeu o lábio inferior.
Só uma passada rápida da língua. Foi sexy pra caralho. Só conseguia pensar em morder e chupar aquele lábio.
Ele me pegou encarando e se inclinou, perto o suficiente para eu sentir o cheiro de uísque fraco no hálito dele.
"Você continua encarando minha boca, Cal," ele sussurrou. "Tem algo na cabeça?"
Sorri, sem vergonha, sem me incomodar em inventar uma desculpa idiota. "Talvez eu goste do que vejo."
"Talvez?" Aquele sorriso arrogante dele era pura encrenca. "Quer sair daqui?"
Meu pau pulsou. Não conseguia acreditar no que tinha acabado de ouvir.
"Sério?" eu perguntei, querendo ter certeza.
"Sim," ele disse. "Minha casa não é longe. Aposto que a gente se divertiria."
Jesus Cristo. Ele poderia ter sugerido um beco ou o banheiro, e eu já estaria abrindo o zíper da calça dele.
"Vamos," eu tentei não soar desesperado.
Saímos do bar rápido. Ele andou ligeiramente na frente, e eu aproveitei para realmente olhá-lo. As coxas dele eram grossas, como um tronco, aposto que seria o paraíso colocar minha cabeça ali. Deixar ele apertar enquanto eu lambia as bolas dele, o pau dele, o que eu conseguisse alcançar. Os ombros dele eram largos, e caramba, as costas dele são enormes e gostosas, perfeitas para agarrar enquanto ele te fode até perder os sentidos.
Mas de alguma forma, tive a sensação de que o conhecia de algum lugar.
Dez minutos depois, paramos em frente a um complexo de apartamentos. Ele me levou ao terceiro andar, e em frente ao apartamento dele. Ele destrancou a porta, abriu e fez um gesto para eu entrar primeiro.
O lugar era pequeno, aconchegante, mas nada disso importava.
Eu não estava ali para um tour. Estou numa missão diferente.
Assim que ele fechou a porta, eu o empurrei contra ela, meus lábios colidindo com os dele. Ele levou um segundo para responder, mas então tomou o controle, a língua dele deslizou por entre meus lábios, arrancando um gemido de mim. Minhas mãos subiram pelo peito dele, agarrando os ombros dele, desesperadas para sentir mais. Uma mão desceu e se esgueirou por baixo da camisa dele, traçando as linhas duras do abdômen dele.
"Porra, Cal," ele ofegou. "Você não perde tempo, né?"
"Nope," eu disse, minhas mãos descendo ao cinto dele.
Mas antes que eu conseguisse desafivelá-lo, ele me girou, me empurrando contra a porta. O pau dele já estava duro, roçando na minha bunda por cima da calça jeans, e porra, parecia enorme.
"Tá sentindo isso?" ele murmurou, os lábios roçando minha orelha. "Isso é o que você está fazendo comigo."
"Então me deixa ver essa porra," eu retruquei, virando e agarrando o cinto dele de novo.
"Jesus, você é impaciente pra caralho." Ele riu, as mãos dele agarrando minha cintura enquanto eu atrapalhava com a fivela. "Tem certeza que aguenta tudo isso?"
"Por que você não cala a porra da boca e descobre?" eu disse, sorrindo enquanto conseguia desafivelar o cinto dele.
"Porra, que boca você tem," ele rosnou. "Por que não usamos ela para algo bom."
Antes que eu pudesse dizer outra palavra, ele agarrou meus braços, me prendendo mais forte contra a porta enquanto me beijava de novo. Foi desleixado, bagunçado e cheio de porra de necessidade.
Quando o aperto dele afrouxou, minhas mãos desceram para a calça jeans dele, abrindo o botão e puxando o zíper.
Eu acariciei o pau dele por cima da cueca, grosso, quente e pulsando contra o tecido. Porra, eu podia sentir o quão enorme ele era. Deslizei minha mão por baixo do cós, alcançando-o, querendo sentir mais. O pau dele é pesado, assim como as bolas.
Eu empurrei a cueca junto com a calça jeans. O pau dele saltou para fora, grosso e pesado, balançando no ar. Era enorme pra caralho. Mais ou menos 28 centímetros, pingando pré-porra.
"Puta merda," murmurei, encarando.
Ele sorriu, segurando a base e se acariciando uma vez. "Qual é o problema? É demais para você?"
"Não mesmo."
"Bom," a mão dele subiu, agarrando a nuca. "Por que você não para de babar e prova essa porra."
Isso foi o suficiente.
Meus joelhos ficaram fracos, enquanto eu caía na frente dele.
Minha mão envolveu em volta dele, e porra, ele era tão gostoso quanto parecia. E o cheiro. Porra, o cheiro me deixa louco. Cheirava a almíscar e masculinidade, forte o suficiente para me fazer salivar.
O pau dele é tão malditamente pesado que meus dedos não conseguiam nem fechar em toda a volta da grossura. Dei algumas boas punhetadas antes de espremer mais pré-porra.
"Porra, isso," ele murmurou, a mão deslizando para o meu cabelo enquanto eu me inclinava e lambia devagar uma faixa na parte de baixo do pau dele. "Isso aí. Põe a porra da boca nisso."
Não precisei ouvir duas vezes. Abri a boca, envolvendo os lábios na cabeça gorda, minha língua girando enquanto eu o chupava mais fundo, provando o salgado da pré-porra dele.
"Merda," ele gemeu, os quadris dele empurrando para frente. "Porra, assim mesmo."
Eu gemi em volta dele, engolindo-o mais fundo, minha mão acariciando a base onde eu não conseguia encaixá-lo. Ele era grande demais para eu engolir tudo de uma vez, mas eu tentei pra caralho, afundando as bochechas, saliva pingando do meu queixo enquanto eu trabalhava nele.
"Para de ser bicha e engole cada centímetro," ele rosnou, enfiando mais do pau na minha boca. Tento relaxar a garganta, mas porra, ele é grande demais, eu engasguei em volta dele.
"Porra, é, isso aí," ele gemeu. "Engasga nisso."
Senti meus olhos lacrimejarem. Mais saliva escorreu, enquanto eu recuava, arfando.
Ele bateu o pau na minha bochecha, espalhando pré-porra sobre meus lábios.
"Vamos, Cal. Mostra que você aguenta."
Abri bem, engolindo o pau dele mais fundo, minha garganta queimando enquanto eu empurrava até os pentelhos dele fazerem cócegas no meu nariz.
"Porra, é," ele gemeu, a mão apertando meu cabelo. "Sabia que você conseguiria."
"Você é tão talentoso pra caralho, bebê," ele murmurou, rolando os quadris.
"Merda," ele sibilou, o pau latejando contra minha língua. "Tão gostoso pra caralho."
Ele agarrou meu cabelo mais forte, fodendo minha boca agora.
"Ninguém nunca aguentou esse pau melhor do que você, Cal," ele murmurou, as estocadas ficaram frenéticas e inquietas.
Eu gemi em volta dele, saliva pingando do meu queixo. Os gemidos dele viraram rosnados, a mão apertando meu cabelo enquanto ele começava a meter mais forte.
"Porra, sua garganta é apertada pra caralho," ele sibilou, os quadris dele empurrando, o pau batendo no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar de novo.
"Olha para mim, Cal. Olha para mim enquanto eu fodo sua garganta," ele disse, a voz áspera e sem fôlego enquanto metia mais fundo.
Olhei para cima, lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas enquanto ele continuava martelando o pau quente dele na minha garganta. Era bagunçado e áspero. Sinto o pau dele pulsando. A respiração dele ficou irregular e ofegante.
"Oh merda, porra-- merda," ele sibilou, as estocadas falhando. "Você vai me fazer gozar pra caralho."
Ele me puxou para fora de repente, a mão agarrou meu cabelo forte, puxando-me para trás. Enrolou a outra mão no pau dele, o antebraço flexionando, veias saltando enquanto ele segurava o pau que latejava violentamente.
"Porra, ainda não," ele rangeu, o peito arfando.
"Oh, porr--."
Ele tentou segurar, mas uma conta grossa de porra branca perolada brotou na ponta e caiu.
Nem pensei. Peguei com a língua, meus lábios envolvendo a cabeça por só um segundo para prová-lo. O salgado e o levemente adocicado da porra dele atingiu minha língua.
"Merda," ele sibilou, o corpo dele se sacudindo. A mão dele disparou de volta para o meu cabelo, puxando-me para longe de novo. Mais áspero.
"Porra, não!" ele rosnou, o maxilar travado com tanta força que parecia que ia rachar.
Depois de um tempo, ele soltou uma risada baixa e sem fôlego, balançando a cabeça enquanto me olhava.
"Puta que pariu," ele murmurou. "Você quase me fez gozar pra caralho."
Engoli, minha língua saltando para pegar o que restava.
"Você é tão gostoso pra caralho," eu disse.
Vi os olhos dele escurecerem imediatamente.
"Quer um prêmio por ser uma putinha tão boa?" ele perguntou, olhos intensos, fixos nos meus.
Pisquei para ele, lambendo meus lábios inchados. "Porra, sim."
"Abre a boca," ele comandou.
"Abre a porra da boca, Cal." Ele repetiu.
Não discuti. Abri a boca. Ele se inclinou. A língua dele deslizou para fora, e senti a saliva dele pingar na minha língua.
"Merda," murmurei, mal conseguindo pronunciar a palavra.
Ele juntou uma cusparada grossa e cuspiu diretamente na minha língua.
"Engole," ele ordenou.
Engoli sem hesitar, pareceu sujo pra caralho, mas droga, foi quente pra caralho. Minha língua saltou para fora, lambendo meus lábios instintivamente.
"Porra," murmurei.
"Mais."
Os olhos dele cintilaram, e seus lábios se curvaram.
"Você quer mais?" ele perguntou.
"Seu porra suja. Abre a boca de novo."
Abri. E ele fez de novo. Um pouco da saliva dele escorreu pelo meu queixo.
Antes que eu pudesse engolir, a mão dele deslizou para o meu maxilar, inclinando minha cabeça para cima enquanto a boca dele colidia com a minha.
Os dentes dele arranharam meu lábio inferior enquanto a língua dele empurrava para dentro, reivindicando cada centímetro da minha boca.
Quando ele finalmente recuou, os lábios dele estavam molhados, a respiração pesada.
"Porra, cara. Você não parece uma puta, mas caramba, você é uma," ele murmurou, o polegar roçando meu lábio inferior de novo, lambuzando tudo com a saliva dele.
"Você é sujo pra caralho. Exatamente como eu gosto."
"Você não viu nada ainda," eu disse, convencido pra caralho.
Ele riu, o polegar roçando meu lábio inferior. "Agora levanta dessa porra. Vamos para o meu quarto."
Eu me levantei enquanto ele puxava a camisa e jogava de lado.
Ele me levou em direção ao quarto dele. O pau dele ainda estava duro como pedra, balançando a cada passo, e parecia estar babando, um fio longo de pré-porra grossa pendurado na ponta. Eu não conseguia parar de olhar.
O quarto dele parecia bem vivido, só algumas roupas espalhadas.
"Tira a roupa," ele latiu.
Tirei a roupa sem hesitar. Tenho confiança no meu corpo esbelto, mas porra, ficar ali parado enquanto ele estava completamente nu, parecendo uma estátua grega com um pau de cavalo, me fez sentir... menor.
"Caramba, Cal," ele murmurou, se aproximando. "Você é gostoso pra caralho."
A mão dele percorreu meu corpo magro, descendo até alcançar meu pau de vinte centímetros, dando algumas puxadas lentas. Eu gemi, inclinando a cabeça para trás.
"Nada mal," ele disse. "Você já se divertiu. Agora é a minha vez."
Ele me empurrou na cama. Antes que eu pudesse falar algo, me virou de bruços, me imobilizando com uma mão grande nas costas.
"De cara na cama e bunda pra cima," ele ordenou.
Não discuti, só obedeci. A posição era degradante, mas porra, estava me excitando.
"Caralho, que bunda linda," ele murmurou, antes de dar um tapa, me fazendo gemer. Suas mãos agarraram as duas nádegas, me abrindo.
"Olha esse cu apertado, esperando uma rola grande para arrebentar."
Ele provocou meu cu com o polegar, circulando a borda apertada.
"Não se mexa, porra," ele rosnou.
Eu estremeci e parei de me agitar, meu pau latejando contra os lençóis enquanto sentia ele cuspir em mim. O líquido quente escorreu, e então senti a língua dele, quente, molhada e suja.
"Merda!" eu suspirei, minhas mãos agarrando a roupa de cama enquanto a língua dele me lambia, circulando e provocando, me abrindo com tudo.
"Isso é muito sujo," eu murmurei.
Ele riu, baixo e sombrio.
"É mesmo," ele disse, "E você adora, não é?"
Eu adorava. Era bom demais.
"Porra, você tem um gosto tão bom," ele rosnou, a voz abafada enquanto enterrava o rosto entre minhas nádegas.
Eu gemi, meu corpo tremendo enquanto ele enfiava a língua dentro de mim, molhada e suja, as mãos me abrindo mais para conseguir ir mais fundo.
"Caralho," ele murmurou, recuando só para cuspir em mim de novo. "Eu poderia te chupar a noite inteira."
Ele pegou um frasco de lubrificante da mesa de cabeceira, abriu a tampa, esguichando um pouco no meu cu. Estremeci com a sensação fria.
"Você vai me aguentar todo," ele disse, lambuzando os dedos. "Cada centímetro."
Ele enfiou um dedo, e eu gemi, as costas arqueando enquanto ele me abria.
"Isso aí," ele murmurou, adicionando outro dedo. "Relaxa para mim. Bom garoto."
Ele fez uma tesoura, me alongando mais.
"Você já está relaxando para mim, Cal," ele murmurou, os dedos se curvando ligeiramente. "Porra, olha como seu cu está faminto."
Ele começou a me foder com os dedos grossos. "Isso vai ser bom pra caralho."
Quando ele adicionou um terceiro, eu estava destruído, arfando no colchão, meu pau melando os lençóis.
"Pronto?" ele perguntou, alinhando a cabeça grossa e molhada do pau na minha entrada.
Eu assenti, engolindo em seco, agarrando os lençóis. "Porra, sim."
Ele entrou, lento e constante, e santo caralho, ardeu. Meu corpo se esticou ao redor dele, centímetro por centímetro, até ele estar enterrado até o talo.
"Caralho," ele foi até o fundo, "Você sente isso? Sente como estou fundo?"
Eu soltei um grito abafado nos lençóis.
"Caralho," ele gemeu, as mãos agarrando meus quadris. "Você está tão apertado."
Ele ficou parado por um momento, me deixando acostumar, e então começou a se mover, devagar no início, arrastando cada centímetro do pau para fora antes de enfiar de novo com força.
"hmm-ff-ck, Jackk," eu gritei.
"É--porra," ele sibilou, o ritmo aumentando. "Relaxa, bebê, você está apertando meu pau forte demais."
"Porra, você é tão grande," eu disse abafado.
"É? Você gosta disso?" ele perguntou, metendo fundo.
"Você está tão apertado. Vai me tirar leite até secar, não vai?" ele gemeu, batendo na minha bunda.
A cama rangeu embaixo de nós, as estocadas ficando mais fortes, mais rápidas, até que o som de pele batendo em pele encheu o quarto. Ele estava batendo tão fundo, tão forte, que minha visão começava a embaçar.
Então, de repente, ele saiu e me virou de costas.
"Olha para mim," ele ordenou, enquanto suas mãos agarravam minhas coxas, me abrindo. Ele entrou de novo, lentamente.
"Quero que você me olhe enquanto eu te fodo," ele rosnou, se inclinando para esmagar os lábios nos meus.
Eu enrosquei os dedos no cabelo dele, enquanto trocávamos saliva.
Quando ele recuou, suas mãos guiaram meus braços para suas costas enormes, úmidas de suor.
"Segura," ele murmurou. "Dessa vez não vou tirar."
Eu cravei as unhas nas costas dele enquanto ele começava a se mover, cada estocada tirando o ar de mim.
"Porra--Jack," eu engasguei. "Seu pau é o melhor."
"É?" ele rosnou, metendo fundo, a força jogando a cabeceira da cama na parede. "Aposto que ninguém nunca te fodeu assim."
"Ninguém--porra--ninguém," eu gemi, pernas enroladas firmes em volta dele, "Quero que você me engravide, Jack. Quero que você goze dentro de mim."
Ele gemeu, baixo e rouco, o ritmo aumentando, fazendo a cama ranger mais alto. "Você quer que eu te encha de porra?" ele rosnou, o hálito quente no meu pescoço. "Você quer que esse pau te emprenhe?"
"Sim! porra, sim," eu engasguei, meu corpo tremendo enquanto ele continuava atingindo pontos que faziam meus dedos do pé enrolarem. "Quero sua carga, seus malditos bebês."
"Então você vai ter, porra," ele rosnou, agarrando a cabeceira enquanto me fodia mais forte e mais fundo. O pau dele batendo em todos os lugares certos e fazendo aquele som sexy e molhado enquanto continuava me macetando.
Eu sentia o suor escorrendo pelo peito dele, caindo na minha pele. As estocadas ficando mais fortes e mais rápidas.
"Porra, porra, porra," ele grunhiu, as estocadas vacilando. "Eu vou--merda, Cal--eu vou gozar, porra."
"Eu também," eu gemi, "Porra, não para, Jack."
Ele meteu como um possuído. Eu sentia cada latejo, cada contração do maldito pau dele.
"Santo caralho. Toma--toma cada gota, porra."
Ele enfiou uma última vez com força, o pau pulsando enquanto derramava sua semente quente dentro de mim. Eu gozei sem usar as mãos, meu esperma jorrando até o queixo.
Eu o senti, cordas grossas me enchendo, o pau dele pulsando a cada latejo. Ele gemeu, a cabeça caindo no meu ombro, praguejando baixinho enquanto dava algumas estocadas rasas, empurrando mais fundo.
"Ai, porra, porraaa," ele gemeu, a voz falhando enquanto permanecia enterrado fundo, o corpo tremendo.
Quando finalmente saiu, um som molhado e sujo o acompanhou enquanto ele arrastava o pau. Meu cu ficou vazio e escancarado.
Ele caiu de costas ao meu lado, arfando pesado.
"Porra," ele murmurou, a voz rouca. "Isso foi intenso pra caralho."
Eu engoli, a garganta seca. "O melhor sexo que já tive."
Ele soltou uma risada baixa e sem fôlego. "É?"
"É," eu disse, virando a cabeça. Meus olhos imediatamente encontraram o pau dele, meio duro, ainda molhado, um fio de esperma grudado na ponta enquanto pulsava levemente.
"Igualmente. Você ainda está olhando para o meu pau, Cal," ele murmurou.
Eu não desviei o olhar. Ainda estava latejando, contraindo como se não tivesse terminado.
A mão dele deslizou preguiçosamente pelo próprio pau, acariciando, um sorriso de canto puxando nos lábios. "Quer outro round?"
"Sim, mas preciso de uma pausa," eu arfei.
Ele soltou uma risada baixa, antes de me agarrar pelo pescoço e esmagar nossos lábios. Ficamos nos beijando por uns bons dez minutos. Minhas mãos sentindo os músculos duros dele, úmidos de suor.
"Já chega de descanso, me deixa duro de novo, Cal," ele rosnou.
Não precisei que me dissesse duas vezes. Enrolei meus dedos ao redor dele, acariciando seu pau ainda meio duro e molhado. Apertei a base, fazendo escorrer um pouco do resto de esperma. Peguei, ou melhor, agarrei o resíduo grosso com os dedos, levantei para ele ver, então passei na minha língua, deixando ele me ver engolir.
Isso imediatamente o deixou duro.
"Porra, isso é sexy pra caralho," ele murmurou, os olhos escurecendo.
Dei uma puxada lenta nele, fazendo um som molhado, cada puxada mais alta que a anterior enquanto o pau dele ficava duro como pedra.
A cabeça dele tombou para trás no travesseiro, a respiração ficando pesada de novo.
"Isso aí. Continua."
Acelerei o ritmo, os sons molhados me deixando louco. Olhei para cima, os olhos dele estavam em mim, escuros e famintos. Ele agarrou meu pescoço e me beijou de novo, foi quente e bagunçado.
"Monta em mim," ele murmurou, na minha boca.
Montei nele sem hesitar, alinhando-o. Meu corpo doía, superestimulado, mas eu não ligava. Desci no pau dele, a respiração presa enquanto ele me abria de novo.
"Porra," eu arfei, as mãos apoiadas no peito dele.
As mãos dele agarraram meus quadris, enquanto eu começava a me mover, rebolando, trabalhando ele mais fundo.
"Porra, Cal," ele murmurou, os olhos fixos no ponto onde estávamos unidos.
O som molhado e sujo de mim cavalgando ele encheu o quarto, mais alto a cada quicada conforme eu acelerava o ritmo.
"Isso aí--continua quicando no meu pau."
"Monta em mim, Cal. Como se você nunca fosse encontrar outro pau como o meu."
Minha respiração prendeu, o suor escorrendo pelas minhas costas enquanto eu o cavalgava fundo e rápido. Jack me deixou assumir o controle, a cabeça tombada para trás no travesseiro, o queixo caído enquanto gemia.
"Merda... Consigo sentir minha carga dentro de você," ele murmurou.
"Eu também sinto... porra, você está tão fundo," eu gemi, rebolando mais devagar para sentir.
"É? Cavalga isso, bebê. Se acaba em mim."
Eu me inclinei para frente, rebolando para baixo, deixando-o bater fundo. As mãos dele apertaram minha cintura, me guiando para receber mais.
"Continua--quero ver você se destruir," ele rosnou.
Acelerei o ritmo, quicando mais rápido, mais bruto, minhas unhas cravando nos peitorais dele.
"Vira--deixa eu ver esse cu recebendo," ele sibilou.
Eu me virei, girando sem tirar o pau de dentro.
"Porra," ele gemeu.
Eu gemi, me acomodando de novo, sentindo ele me esticar de um ângulo novo.
"Olha esse cu, guloso pelo meu pau," ele murmurou, batendo na minha bunda.
Ele abriu minha bunda bem, o polegar roçando a beirada, pressionando o suficiente para me esticar mais.
"Não para, Cal, ou eu viro a gente."
Minhas pernas estavam tremendo, os movimentos ficando desajeitados. As mãos dele de repente subiram, agarrando meus quadris.
"Estou assumindo," ele rosnou.
Ele me virou no colchão, de cara na cama e bunda pra cima, o pau entrando de novo com força.
"Fica abaixado. Vou te foder com força."
A cama rangeu, a cabeceira batendo na parede de novo enquanto ele me fodia como se tivesse acabado de começar.
"Você está apertando forte pra caralho, Cal. Relaxa ou você vai quebrar meu pau."
Eu gemi, tentando relaxar, cada estocada tirava o fôlego, tudo que eu podia fazer era agarrar os lençóis como se minha vida dependesse disso.
A mão dele subiu pela minha espinha, agarrando a nuca, me pressionando mais na cama. A outra agarrava meus quadris enquanto ele continuava metendo.
"Caralho, você é apertado," ele murmurou.
Eu gemi, arqueando contra ele como uma bicha completa. De repente, ele me puxou para cima. Rápido e bruto. Minhas costas bateram no peito dele, e a mão dele deslizou, envolvendo levemente minha garganta.
"Consigo sentir você ficando mais apertado cada vez que aperto. Você gosta de ser dominado, hein?" ele perguntou, me sufocando levemente.
Eu arfei, a cabeça inclinando para trás no ombro dele. O polegar dele pressionou embaixo do meu queixo, virando meu rosto para o lado.
"Abre a boca."
Eu mostrei a língua instintivamente, e ele cuspiu direto na minha boca.
Eu gemi, engolindo sem hesitar, e ele rosnou, os lábios roçando na minha orelha.
"Bom garoto," ele disse beijando atrás da orelha.
Ele nos empurrou de volta para baixo, o peito pressionando minhas costas. O bíceps dele deslizou pela minha garganta, me imobilizando no colchão enquanto me fodia mais forte.
"p--porra, Jack. Seu pau é tão grande," eu gemi.
"É? Você ama esse pau, não ama?" ele perguntou, beijando e mordendo a parte que liga meu pescoço e ombro.
"Sim... porra, eu amo."
Ele é brutal pra caralho, o pau continuava batendo no meu ponto G. A sensação é tão insana, que tudo que pude fazer foi cravar os dentes no bíceps dele, gemendo contra isso enquanto eu apertava ao redor dele.
"Você gosta de ser imobilizado assim, não gosta?" ele perguntou.
"Simmm--porra," eu gemi.
O pau dele estava me macetando tão fundo que eu não conseguia parar os sons que escapavam dos meus lábios. Lambi onde o mordi, a respiração trêmula, e ele não aliviava. Eu sentia que estava chegando mais perto.
"Porra, sua bunda é a melhor," ele gemeu.
"Estou quase lá, Jack," eu arfei.
"Você quer gozar para mim, Cal?" ele perguntou, arrastando todo o pau antes de enfiar de novo.
Eu gemi no braço dele, empurrando de volta contra ele mesmo enquanto ele me imobilizava mais forte.
Eu já estava no limite.
De repente, ele parou e me virou de costas, então deslizou de volta para dentro. Eu arfei, minhas pernas se fechando em volta dele.
"Quero te ver gozar para mim," ele rosnou.
A outra mão deslizou entre nós, os dedos circulando meu pau, me masturbando enquanto ele metia em mim mais forte. Estou perto demais para pensar direito.
"Jack, tô quase gozando," eu gemi.
"Isso, porra, goza para mim, bebê. Quero sentir você ao meu redor," ele gemeu, metendo sem parar.
"Porraaa," eu gritei enquanto jorrava na mão dele, meu cu apertando ao redor dele. Ele me fodeu fundo e rápido, a cabeceira continuava batendo na parede.
"Porra, tô quase gozando," ele gemeu. "Ai--porra, porra."
De repente, ele saiu, deixando meu cu vazio e escancarado. Ele ficou de joelhos, se posicionando mais perto do meu rosto, a mão batendo uma punheta rápida. Fazendo barulho molhado.
"Abre essa boca, porra, Cal," ele ordenou, os músculos flexionando.
Eu separei os lábios, abrindo a boca. Ele bateu a punheta mais rápido.
"Porra, engole--porra."
Ele jorrou cordas grossas direto na minha língua, um pouco escorrendo pelo meu rosto.
O pau dele pulsou, latejando forte enquanto ele bombeava cada gota, e eu engoli, arrastando a língua pela cabeça pegando o que restou. Porra, ele tinha um gosto levemente doce, mas ainda salgado.
Eu envolvi os lábios ao redor dele, batendo uma e tirando mais leite.
Jack sorriu de canto, o polegar limpando minha bochecha, espalhando a bagunça enquanto eu continuava chupando. "Você fica tão gostoso assim."
"Porra, parece que você vai mesmo me tirar leite até secar," ele grunhiu.
Eu sorri.
"Você vai me dar tudo, Jack. Até você estar disparando em branco."
Perdi a conta de quantas vezes fomos nessa depois disso. O quarto cheirava a sexo. Sexo quente e suado. Ele me pegava de novo e de novo, me puxando para o colo, me virando de barriga para baixo, me pressionando contra a parede--não importava. A cama dele está uma bagunça, lençóis manchados de suor, saliva e esperma.
Quando terminamos, eram 2h47 da manhã, e eu estava fodido demais para me mexer. Minha bunda doía, minhas pernas estavam bambas, e estou coberto de mais fluidos nojentos. Nem percebi quando meus olhos começaram a fechar.
"Caramba, Cal. Se você não ficar grávido depois disso, talvez eu precise ver um médico."
Essa foi a última coisa que ouvi antes de apagar.
--
O zumbido de um telefone me acordou de repente.
"Porra!" alguém gritou.
Eu gemi, me mexendo na cama, me encolhendo quando uma dor surda subiu pela minha espinha. "O que está acontecendo?" eu resmunguei, sentando rápido demais e me arrependendo.
Jack está olhando o telefone. Putasso. Nem olhou para mim.
"Caralho, merda!" ele gritou, jogando o telefone na cama.
Ele se levantou, apressado, pegando a cueca boxer do chão e vestindo rápido antes de pegar a calça jeans. "Estou muito atrasado, porra," ele resmungou.
"Para quê?" eu perguntei, ainda tentando acordar.
"Meu irmão," ele retrucou, enfiando as pernas na calça como se elas o tivessem irritado. Ele fechou o zíper rápido, pegando a camisa em seguida. "Eu deveria ter encontrado com ele ontem."
"Ontem?" eu perguntei, a voz arranhada.
"Sim," ele murmurou, vestindo a camisa. "Eu amarelei, porra. Não consegui..." Ele parou por meio segundo, balançou a cabeça, e não se preocupou em explicar.
O telefone zumbiu de novo. Ele pegou, olhou a tela, então enfiou no bolso. "E agora meus pais não param de encher meu maldito telefone por causa disso."
Ele enfiou as botas com força, resmungando sozinho.
Eu me recostei, observando ele se atrapalhar pelo quarto. Rápido, puto da vida, ainda parecendo gostoso pra caralho.
"Parece uma reunião de família divertida," eu disse, sorrindo de canto.
"É, uma explosão do caralho," ele rebateu, pegando a jaqueta. Ele pausou na porta, olhando por cima do ombro com um sorriso fraco.
"Mas a noite passada? Valeu a pena," ele acrescentou no meio do caminho.
"Espera--você está indo embora? Você confia em mim sozinho no seu apartamento?"
Ele deu de ombros. "Você não parece ser do tipo ladrão."
"Talvez eu seja bom nisso. Talvez eu seja algum ladrão sexy e gostoso."
Ele riu.
"Então leva algo legal. Tem comida na geladeira. Tranca quando sair."
Antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, ele se foi. Porta bateu.
Eu fiquei ali--dolorido, meio acordado, ainda cheirando a ele.
Caralho. Nem peguei o número dele.
Peguei meu telefone da mesa de cabeceira. Um monte de chamadas perdidas e mensagens da minha mãe iluminaram as notificações. A última pedindo para eu ir para casa.
Eu gemi, jogando o telefone na cama. Eu não queria voltar. Não queria ver nenhum deles--não queria estragar minha vibe matinal depois de uma noite quente.
Mas eu sabia que precisava.
Me arrastei para fora da cama e vesti as roupas da noite passada.
O apartamento estava quieto. Olhei ao redor, meus olhos fisgando uma camisa de futebol americano jogada sobre uma cadeira. Número desbotado. Parecia... familiar.
Provavelmente ele é alguém da minha antiga escola.
Vasculhei a geladeira dele. Comi algo rápido, tranquei como ele disse, e fui embora.
A caminhada de volta pareceu mais longa do que deveria.
Deixei minhas coisas na entrada, me perguntando se eles as jogaram fora como fizeram comigo.
Quando cheguei em casa e entrei, a primeira coisa que vi foi alguém sentado à mesa, rindo com meus pais.
Ombros largos. Uma silhueta familiar. Familiar demais.
Eu parei.
"Kai!" minha mãe exclamou.
O cara se virou. Congelou. Como se tivesse visto um fantasma.
Meu estômago embrulhou. Peito apertado.
"Olha quem está aqui! Faz oito anos que vocês dois não se veem", ela continuou.
Eu deveria ter percebido. Porra, como pude não perceber?
Agora eu vejo, a semelhança.
O cara da noite passada.
Jack.
O que me levou pra casa.
O que me fodeu, me arrebentou.
"Mason?" eu engasguei.
Era o meu próprio irmão.