Reconectando
— Adam? É você?
Parei no meio do passo e olhei em volta, sem saber de onde vinha a voz, um pouco desconfiado por estar ali na escuridão. No começo, não vi ninguém, mas então um movimento chamou minha atenção e tive que me concentrar para ver a silhueta de uma mulher se aproximando lentamente.
— Sim? — falei, franzindo os olhos para tentar reconhecer quem era. A voz era feminina, o único motivo pelo qual não continuei andando. Geralmente, mulher não representa ameaça em um estacionamento escuro.
— Ah, meu Deus! Achei que fosse você — disse a mulher, chegando mais perto. A luz do letreiro do Walmart iluminou o suficiente seus traços para eu identificá-la como Kayla McHenry, minha babá fixa dos oito aos doze anos. Meus pais eram pessoas ambiciosas e workaholics que trabalhavam até tarde da noite, e a Kayla se tornou uma presença constante na minha vida naqueles anos de formação. Devem ter pago uma pequena fortuna para ela, do primeiro ao último ano do ensino médio, cuidar do filho único deles. Muitas de suas noites de semana e fins de semana eram passadas assistindo filmes comigo, jogando ou me levando para atividades extracurriculares.
Foi nessa época que entrei na puberdade, o que significa que ela também protagonizou minhas sessões noturnas de masturbação por horas a fio. Ela tinha cabelos grossos cor de palha que batiam nos ombros e já tinha desenvolvido corpo antes de entrar no ensino médio: no dia em que a conheci, já tinha peitos tamanho B, que evoluíram para seios fartos D até ela se formar e ir para a faculdade. Ela foi cursar faculdade do outro lado do país e raramente voltava para visitas, o que era bom, porque nossa cidade natal era minúscula, sem quase nada para fazer.
Isso foi um grande motivo para eu ter ido embora. Não estava cursando faculdade do outro lado do país, mas uma cidade universitária a uma hora e meia de distância era uma opção melhor do que ficar por aqui. Estava fazendo ciência da computação, o que me impedia de ficar empacotando compras no Walmart local ou trabalhando na loja de ferragens.
— Kayla? — perguntei. — É você?
— Sim! Não acredito que é você! Que bom te ver!
— Você também! — respondi. Ela veio até mim e nos abraçamos; notei seus seios grandes esmagados contra meu peito.
— O que você está fazendo aqui? — perguntei. — Não tinha saído da cidade?
— Bem — disse ela —, você sabe o que dizem sobre este lugar. Se você come o Dairy Queen depois de se formar, está condenado a voltar.
— Merda — falei. — Você comeu o DQ?
— Sou viciada nos dedinhos de carne deles — respondeu, rindo.
Ela ainda tinha um corpo bonito. Os seios fartos tinham crescido, se eu me lembrava bem, e parecia que ela tinha ganhado uns quilinhos extras, mas ficavam bem nela... especialmente na bunda.
— Escuta — disse ela —, preciso ir para casa. Meu pai está cuidando do Caleb e tem que entrar no trabalho logo. Você está fazendo alguma coisa?
— Não muito? — respondi. — Eu ia encontrar um pessoal, mas cancelaram, então eu ia voltar para casa e estudar um pouco antes de dormir.
— Quer vir lá em casa? — perguntou. — Não me importaria de bater um papo. Se não estiver ocupado, claro.
O convite pareceu surgir do nada e me pegou desprevenido. Por que a Kayla iria querer ficar comigo? Claro, passamos muito tempo juntos quando eu era mais novo, mas isso foi anos atrás. Que tipo de coisa teríamos em comum para conversar? Ainda assim... eu não tinha outro lugar para ir. Dei de ombros, abri o aplicativo de mapas no celular e entreguei para ela: — Claro. Digita o endereço.
Quarenta e cinco minutos depois, estávamos sentados no sofá dela, rindo de umas merdas antigas que eu aprontei com ela, enquanto bebericávamos vinho tinto. Quer dizer, eu bebericava meu primeiro copo. Ela já estava no terceiro.
— Hahahaha — Kayla riu, afastando o cabelo dos olhos pela terceira vez e me lançando um olhar rápido. — Nossa, você realmente não calava a boca sobre aquele livro.
— A culpa foi sua — apontei para ela, acusador. — Foi você quem leu histórias de terror para mim.
— Estava nas bibliotecas escolares de toda a América! — defendeu-se, com fingida indignação. — Como eu ia saber que seriam tão ruins?
Dei uma risada e coloquei a taça de vinho meio vazia na mesa; Kayla olhou para ela.
— Não gostou?
— Nem tanto — respondi. Tinha bebido cerveja na faculdade, mas vinho tinto era uma estreia para mim, e não fiquei impressionado. — Sou mais chegado em cerveja.
— Típico homem — disse Kayla, balançando a cabeça. — Igualzinho ao meu marido.
— É — falei, olhando em volta. — Você não mencionou onde ele está.
Ela suspirou: — Foi por isso que voltei para cá. Ele me trocou por uma versão mais nova uns nove meses atrás. Tentei aguentar uns três meses em Seattle sem ele, mas é caro. Principalmente com filho. Minha mãe me convenceu a voltar para cá até eu me reerguer.
Ela me lançou um sorriso triste, que se aprofundou quando viu minha expressão de pena. — É só por um tempinho. Assim que eu me recuperar, Caleb e eu vamos embora daqui. — Descobri que Caleb era o filho de um ano dela, que dormia no quarto dos fundos.
— Sinto muito — falei. — Divórcio é uma droga.
— Seus pais também estão passando por isso? — perguntou Kayla. — Soube disso.
Dei de ombros: — Não é como se eu não esperasse. Imagino que você também tenha visto os sinais.
— Vi. Mas nem por isso fica mais fácil — respondeu. Recostou-se no sofá e virou a taça de vinho, matando o resto do líquido carmesim acumulado no fundo. Colocou-a na mesinha lateral, e ficamos em silêncio olhando para a parede oposta por alguns minutos.
Por fim, olhei para ela e a peguei me observando, os olhos levemente desfocados e, embora não estivesse completamente bêbada, claramente estava alegre.
— Então, você está saindo com alguém na cidade?
— Não — respondeu, apoiando a cabeça nas almofadas e me dando um sorriso melancólico. — E você? Tem namorada na escola?
— Estou conversando com uma garota, mas ainda não tornamos nada oficial.
— Já se beijaram? — perguntou Kayla.
— Sim — respondi, com um sorriso sonhador, lembrando do nosso primeiro beijo algumas semanas atrás. Tinha virado uma sessão de amassos de duas horas e meia assistindo a um dos filmes de Velozes e Furiosos. O Vin Diesel fazia o discurso sobre família enquanto eu enfiava a língua na garganta dela.
— Só beijos? — questionou Kayla. Seus olhos piscaram lentamente enquanto me dava um sorriso estranho.
— Até agora — falei.
— Mmm — fez Kayla.
Caímos em silêncio outra vez, nos encarando um pouco mais. Finalmente, Kayla falou de novo: — Você chegou a fazer com aquela... como é o nome dela? Felicia?
— Não — respondi.
— Espera — disse Kayla, erguendo a cabeça da almofada do sofá, o foco repentinamente nítido. — Você já fez antes?
Hesitei em responder, com medo de ser zombado pela verdade, mas nervoso demais para mentir. Kayla me conhecia havia quase uma década, e eu tinha certeza de que ela sabia quando eu estava mentindo, apesar de não me ver há quase seis anos.
Minha hesitação foi resposta suficiente para ela.
— Ah, meu Deus, você é virgem — constatou.
— Eu... bem... — gaguejei, desviando o olhar, procurando uma boa desculpa para ir embora. Os minutos seguintes se passaram em silêncio e, por fim, olhei de volta para ela com curiosidade mórbida. Sua cabeça estava de novo na almofada, e ela me encarava com expressão de pálpebras semicerradas.
— Não tem nada de vergonhoso — disse, dando um sorriso suave.
Sem saber o que dizer, dei de ombros e baixei os olhos para o chão.
— Gostaria de mudar isso?
Minha cabeça virou de repente para olhá-la. — O quê?
Ela deslizou um pé de debaixo da perna onde estava dobrado e o colocou na minha coxa; olhei para baixo. Ela tinha pintado as unhas do pé recentemente de um bordô escuro, mas dava para ver que o tempo tinha desgastado um pouco do esmalte enquanto seus dedos deslizavam pela minha perna.
Olhei para o rosto dela, para seus olhos castanhos claros, mal acreditando no que estava acontecendo. Me lembrei de incontáveis noites imaginando como seriam seus peitos e me perguntando como seus lábios sentiriam nos meus. Graças à internet, eu sabia como era uma mulher nua. Tinha visto todas as formas e tipos de corpo feminino, e me perguntava com qual ela mais se parecia. Ela tinha sido ginasta no ensino médio, então seu corpo era mais esbelto naquela época.
Agora, ela tinha a figura cheia de uma jovem mãe, com quadris largos, seios grandes que esticavam o tecido da blusa e uma bunda de mãe de filme da Pixar. Se eu a tivesse visto só de costas, provavelmente não a reconheceria, mas, embora seu rosto estivesse um pouco mais redondo, estava praticamente igual. Ainda tinha aqueles olhos grandes e expressivos, um narizinho arrebitado e fofo e aquela boca larga e expressiva com lábios levemente inchados como se tivessem sido picados por uma abelha. A mulher com quem eu tinha fodido incontáveis vezes nos meus sonhos estava dando em cima de mim.
Ela jogou o cabelo para trás da orelha e passou os dedos do pé pela minha coxa. — Faz dez meses que não dou, Adam. Estou alegre e com tesão. Gostaria de perder o cabaço hoje à noite?
Ela girou o restinho de vinho na taça enquanto me estudava com um meio sorriso. A mão que tinha jogado o cabelo para trás desceu pelo pescoço e pelo peito, e as pontas dos dedos brincaram em pequenos círculos sobre o tecido esticado da blusa, bem perto de onde eu conseguia ver a vaga impressão de um mamilo duro.
Ajeitei os joelhos embaixo de mim e fiquei de quatro, indo devagar pelo sofá na direção onde ela estava sentada na outra ponta, avaliando sua reação enquanto me aproximava, procurando qualquer sinal de que ela estava me provocando. Ela me olhou de cima a baixo e mordeu o lábio.
— Pra caralho, sim — falei.
Kayla virou o resto do vinho, colocou a taça no chão e se inclinou para a frente, deixando nossos rostos a centímetros de distância.
— Seja sincero, Adam — disse, a voz pouco mais que um sussurro. — Você já pensou em mim? — Senti o cheiro do vinho frutado no hálito dela.
A verdade era humilhante demais, mas também devia ser lisonjeira para ela, então qual era o problema? — O tempo todo?
— Mmm — fez Kayla, e se deitou de volta no sofá, abrindo as pernas enquanto passava as mãos para cima e para baixo nas coxas. — Quantos anos você tinha da primeira vez?
— Foi no inverno antes de você ir embora — admiti, rastejando entre suas pernas até ficar pairando sobre ela. — E constantemente por uns dois anos depois disso.
Kayla me deu um sorriso tímido. — Sério? Tanto tempo?
— Acho que você foi minha primeira paixão séria — falei. — Você usava muito camiseta larga, mas aquelas calças de yoga. Sempre me lembrei da sua bunda nelas. Nunca conseguia parar de olhar.
— Não subo numa barra de equilíbrio há anos, Adam — disse Kayla. — Ganhei um pesinho desde que fui embora.
— Kayla — falei, olhando-a de cima a baixo. — Você ainda é gostosa pra caralho!
Ela sorriu de novo: — Me beija.
Sem precisar de mais incentivo, esmaguei meus lábios nos dela e imediatamente invadi sua boca com a língua. O ataque repentino deve tê-la pego de surpresa, porque ela soltou um gritinho e não reagiu de imediato, o corpo rígido embaixo de mim. Depois relaxou, e senti a língua dela pressionando contra a minha, começando a se enroscar. O gosto de vinho era forte em seus lábios e língua.
Passamos os vinte minutos seguintes nos beijando. Seus lábios generosos se banquetearam nos meus, dentes mordiscando-os. Ela chupou minha língua como se fosse um pau pequeno e usou a minha para esfregar cada centímetro da boca dela que eu conseguia encontrar. Eu era um tornado de desejo e necessidade, anos de hormônios me deixando selvagem de vontade, e me joguei sobre ela com abandono total. Ela também era um incêndio, mas mais controlado e contido, retribuindo a paixão que eu ansiava, mas também me guiando para caminhos mais úteis.
Se dependesse de mim, eu teria chicoteado o interior da boca dela com a língua por horas, mas ela me mostrou um jeito melhor. Estremeci quando ela segurou meu rosto com as mãos e passou os lábios suavemente sobre minha pele. Beijou minha testa, nariz e lábios, depois virou minha cabeça para o lado e passou os lábios ao longo do meu maxilar. Mordiscou com os dentes e subiu até minha orelha, mordiscando-a. Eu já sentia meu pau à beira de explodir, e sua única ação tinha sido alguns minutos de fricção na almofada do sofá enquanto nos beijávamos.
Com os lábios colados na minha orelha, Kayla sussurrou: — Tira minha blusa, Adam.
Obedeci, agarrando a barra da blusa e puxando para cima. Ela se sentou o suficiente para me ajudar a tirar a blusa e levantou os braços; deslizei a peça para fora e a deixei cair no chão. Aquilo era o máximo que eu já tinha visto da minha ex-babá, e enquanto ela se deitava de volta no sofá, eu simplesmente a admirei. Sua barriga era macia e lisa e parecia ter se recuperado totalmente da gravidez. Eu tinha ouvido dizer que mulheres que mantinham o preparo físico antes da gravidez tinham mais chance de recuperação total, o que fazia sentido. Mesmo ela afirmando que não fazia ginástica havia anos, devia ter ao menos alguma rotina de exercícios. Seus quadris se alargavam lindamente, e sua cintura ainda tinha a forma de ampulheta, levando a um peito que sustentava seios grandes DD envoltos em um sutiã fino de estampa floral. Havia pouco enchimento, e os mamilos faziam o tecido se projetar.
Passei a língua nos lábios enquanto olhava. Ela lambeu os lábios enquanto me observava.
— Quer tirar meu sutiã? — perguntou. Assenti e deslizei as mãos para trás dela, o rosto novamente a centímetros do seu, enquanto atrapalhado tentava soltar o fecho. Ela me deu um sorriso provocante e disse: — Leva um tempo para se acostumar com isso.
Então, o fecho do sutiã se soltou e sorrimos um para o outro.
— Aprendo rápido — falei.
Deslizei o sutiã de seus ombros e o puxei para longe do peito, vendo seus seios pela primeira vez. Eles pendiam do peito enquanto ela se acomodava de volta no sofá, espalhados contra o tórax pela gravidade. Grandes aréolas rosa-escuras se estendiam pelos cumes e eram encimadas por mamilos grossos.
Me inclinei para frente e fechei os lábios em torno de um dos mamilos, sugando suavemente. Ela envolveu minhas mãos atrás da minha cabeça e me puxou para dentro do peito, sibilando: — Mais forte.
Minha língua açoitou o pequeno botão enquanto eu aumentava a sucção. Tentei me afastar do peito dela, mas a pegada que ela tinha na nuca me impedia de me mover.
— Mais forte — gemeu. — Me morde.
Meus incisivos afundaram na carne macia do seio dela; não o suficiente para causar dano real, mas o bastante para chamar sua atenção. Ela sibilou de novo, e o som se transformou em um longo gemido enquanto suas costas se arqueavam para fora do sofá e ela esmagava meu rosto contra o peito. Minha mão esquerda vagou pelo outro seio, amassando e apertando o grande monte de carne antes de se concentrar no mamilo, beliscando-o enquanto eu mastigava o outro.
Passei os vários minutos seguintes alternando entre seus seios, lambendo, sugando e mastigando um enquanto torcia e beliscava o outro. Kayla se agitava embaixo de mim, os quadris balançando para frente e para trás enquanto ela fodia o ar.
— Para. Para. Para — disse. Abruptamente, ela me empurrou para longe, e eu fiquei de joelhos, sem saber se a tinha machucado ou não.
Ela se levantou do sofá e arrancou a calça de yoga e a calcinha da bunda, descendo pelas pernas e deixando-as no chão, uma poça de tecido, enquanto saía de dentro delas. De pé na minha frente, completamente nua, ela me puxou para ficar de pé e agarrou minha camiseta. — Tira essa merda — resmungou, enquanto a puxava pela minha cabeça e a jogava para trás. Abriu o botão da minha calça jeans e puxou para baixo pelas minhas coxas com a avidez de alguém desesperado.
Meu pau saltou no ar enquanto Kayla se ajoelhava na minha frente. A cabeça brilhava com pré-gozo, e eu temia que a mais leve brisa o detonasse. Sabia que, se aquilo acontecesse, estaria tudo acabado, e eu não teria chance de meter meu pau nela de novo.
— Ah, Deus, sim! — Kayla exclamou e se lançou sobre meu pau; abocanhou metade dele entre os lábios e começou a subir e descer pela haste. Suas mãos agarraram minhas coxas para me manter no lugar enquanto ela me fazia um boquete sem as mãos no meio da sala de estar. Gemeu com o pau na boca e olhou para mim com seus olhos bonitos.
Gozei imediatamente.
"Porra, porra, porra, porra!" gritei, colocando reflexivamente uma mão no topo da cabeça dela. Me senti sobrecarregado enquanto meu pau explodia na boca dela. Jorro após jorro do meu sêmen foi descarregado na boca da minha antiga babá, enquanto ela me olhava de baixo, e minha cabeça rodava com todo tipo de sensações incríveis ao alcançar um dos melhores orgasmos da minha vida.
Ao mesmo tempo, me senti decepcionado por ter acabado. Eu só tinha chegado na terceira base com ela antes de perder completamente o controle. Olhando para ela, porém, era difícil ficar muito decepcionado. Kayla continuou a chupar suavemente meu pau enquanto ele ainda liberava cargas menores em sua boca ansiosa. Eu conseguia ver sua garganta se movendo para cima e para baixo enquanto ela engolia o que eu lhe dava, e senti uma onda de desejo percorrer meu corpo ao pensar nela comendo meu sêmen daquele jeito.
Ela soltou meu pau da boca com um som que era algo entre um gemido satisfeito e uma risadinha, e passou a língua pela parte de baixo do meu membro. Segurando a base com a mão pela primeira vez, ela encostou os lábios na cabeça sensível e a beijou antes de soltar.
"Agora que isso está fora do caminho," ela disse, levantando-se e deitando-se de volta no sofá, com as pernas abertas. "Enfia essa porra em mim."
Sorri, feliz por não ter acabado, e mergulhei entre suas pernas. Meu pau ainda estava duro como aço e balançava sob mim enquanto eu ficava de quatro e abaixava a cabeça entre suas pernas. A boceta dela estava babando; uma gota de líquido espesso e transparente escorregava pela sua coxa em direção ao sofá. Comecei a me aproximar da buceta, mas ela me agarrou pelo cabelo e me obrigou a olhar para ela.
"Não," ela disse. "Dessa vez não. Já estou molhada o suficiente. Só preciso dele dentro de mim. Você pode fazer isso outra hora." Ela estendeu a outra mão para o meu ombro e me puxou, encorajando-me a subir pelo seu corpo. Fiz isso, dedicando tempo para pressionar meus lábios em sua pele macia enquanto percorria rapidamente seu corpo.
Me vi pairando sobre ela, olhando em seus lindos olhos, quando senti a cabeça do meu pau se conectar com algo quente, molhado e extremamente macio – as dobras da sua boceta.
"Sim. Isso, porra," ela disse, envolvendo meus braços ao redor do meu pescoço e as pernas na minha cintura, me encorajando a avançar enquanto suas pernas se apertavam ao meu redor. A ponta em forma de cogumelo afundou em suas profundezas como uma faca quente na manteiga, e meus olhos se arregalaram ao me sentir inserido em uma mulher pela primeira vez. Era incrível! Ela estava tão molhada e escorregadia, mas seu canal apertava meu membro com força, me dando o atrito que eu desesperadamente desejava enquanto continuava a me enterrar dentro dela. Em uma única estocada, consegui deslizar tudo para dentro dela.
Kayla soltou um gemido longo e alto, "Sim... Adam, por favor, não pare!"
Suas pernas se afrouxaram ao redor da minha cintura, e eu comecei a trabalhar, metendo e tirando de sua boceta quente e molhada. Enquanto fodía minha linda ex-babá loira, eu olhava para seu rosto, estudando suas belas feições enquanto seus olhos estavam fechados com força. Esse momento ficaria gravado em pedra na minha mente para a eternidade; era um sonho sujo se tornando realidade, e tinha sido melhor do que qualquer coisa que eu poderia ter imaginado. A realidade mais básica dela era melhor do que a fantasia mais obscena.
Os olhos de Kayla ainda estavam fechados com força enquanto ela jogava a cabeça de um lado para o outro e gemia. Ela claramente estava se divertindo, então decidi aumentar o ritmo. Estendi a mão e agarrei um de seus peitos, maravilhado com seu tamanho enquanto o apertava e massageava. Então enrolei os dedos em volta de um deles o máximo que pude e o levantei, enquanto abaixava o rosto para chupar seu mamilo mais uma vez. Ela gritou e novamente agarrou a parte de trás da minha cabeça, esmagando meu rosto contra seu peito. Sua virilha empurrava de volta para mim enquanto eu continuava a fodê-la.
Alguns momentos depois, a senti estremecer sob mim enquanto começava a gritar. Ela arrancou minha cabeça do seu peito, esmagou seus lábios nos meus e soltou um grito de gelar o sangue dentro da minha boca. Suas pernas apertaram novamente em volta da minha cintura, me prendendo no lugar com meu pau duro enterrado profundamente nela, e um de seus braços envolveu minhas costas nuas. Senti suas unhas cravar na minha pele, e gemi de volta em sua boca, uma mistura de dor e prazer, enquanto nos olhávamos nos olhos.
Eventualmente, ela se recuperou do seu orgasmo alucinante, e seu aperto em volta da minha cintura se afrouxou o suficiente para que eu pudesse continuar a fodê-la. Eu podia sentir que estava chegando perto, e queria gozar de novo. Kayla teve a mesma ideia e estava encontrando cada estocada com as suas próprias enquanto continuávamos a nos beijar como dois adolescentes no cio. Ela começou a gozar de novo alguns momentos depois, outro clímax intenso que a forçou a gritar novamente na minha boca.
Quando ela se recuperou do segundo, afastou os lábios dos meus, nossas respirações se misturando enquanto engolíamos bocados de oxigênio.
"Goza pra mim, amor," ela ofegou, seus lábios roçando nos meus. "Se você sonha com isso há anos, essa é a sua chance. Goza na boceta da sua babá."
Isso me levou ao limite; cerrei os dentes e gemi, sentindo mais uma vez minhas bolas se prepararem para injetar outra carga dentro das pétalas doces de Kayla. Uma mão apertou com força o peito dela, e a ouvi sibilar de prazer; a outra deslizou pelo seu pescoço e por trás da cabeça, entrelaçando os dedos em seus cabelos e agarrando com força.
Meu gemido estava ficando alto, e ela estendeu a mão, agarrou meu rosto e puxou-o para o seu, engolindo meu grito enquanto eu descarregava profundamente no útero da minha antiga babá. Meus olhos reviraram e meu mundo se tornou uma sensação estreita de sentir meu pau sendo apertado pela boceta dela e sua língua rolando pela minha boca.
Não sei quanto tempo passou, mas quando comecei a recuperar os sentidos, percebi que minha cabeça estava deitada no seio macio de Kayla enquanto seus dedos acariciavam meu cabelo. Eu ainda podia sentir meu pau semi-duro alojado em sua boceta.
Levantei a cabeça e a vi simplesmente olhando para o teto. Sentindo que eu me mexia, ela olhou para mim e sorriu com seus lábios generosos. "Como foi sua primeira vez?"
Estiquei o pescoço e pressionei seus lábios nos meus mais uma vez, então disse: "Foi incrível."
"Deus, pra mim também," ela disse, deixando a cabeça cair de volta no braço do sofá.
"Bom," eu disse. "Fico feliz que conseguimos fazer isso. Achei que tinha acabado quando gozei na sua boca."
"Não," ela riu. "Gosto de engolir."
"Eu quis dizer que gozei. Sempre pensei que o jogo acabava depois que o cara gozava. É por isso que existe a piada do 'homem de dois minutos'."
"Você é jovem," ela disse, olhando de volta para mim com um sorriso. "A maioria dos caras da sua idade goza e continua. Muitos caras da minha idade também conseguem. Você não deve se preocupar com isso por um tempo."
Isso fazia sentido. Eu já tinha me masturbado três vezes seguidas antes.
"Obrigado por isso," eu disse. "Essa era uma fantasia que pensei que nunca experimentaria."
"Você está brincando?" Kayla disse. "Fazia uma eternidade pra mim. As opções são escassas nessa cidade."
"É. Sei o que você quer dizer," eu disse. Minha turma de formatura tinha vinte e três pessoas.
Ficamos deitados lá em silêncio por um longo tempo, enquanto eu pensava em como lamentava ter que ir embora e voltar para a faculdade amanhã. Pensei se deveria faltar um dia ou dois de aula, se ela toparia. Afinal, não tinha certeza se teria a oportunidade de fazer isso de novo.
"Aviso de dez minutos," Kayla disse. "Não quero ser assim, mas minha mãe provavelmente vai aparecer em algum momento na próxima hora, e não quero que ela me encontre fodendo um cara seis anos mais novo que eu, de quem eu era babá.
"Oh," eu disse. "Ok. Sim," eu disse, olhando para ela.
Ela me deu um sorriso compreensivo. "Sei que você provavelmente está pronto para outra, e se tivéssemos mais tempo, eu toparia."
"Sim," eu disse, tentando não soar muito decepcionado. "Você disse que me ensinaria a chupar você."
"Oh, vou fazer isso com certeza," ela disse.
"Não vou ter tempo esse fim de semana," eu disse. "Volto para a faculdade de manhã."
"Então visita sua mãe mais vezes," ela disse.
Me sentei para vê-la melhor. "A gente pode continuar fazendo isso?"
"Sim," ela disse. "Se você quiser. Podemos até arranjar mais tempo, se você estiver interessado."
Parecia que eu faria a viagem de uma hora e meia para visitar minha antiga casa com mais frequência.