Contos eróticos para ler inteiros.

Fetiches

Problema em Dobro

entrelinhasdoibson14 min

Em um tranquilo bairro inglês, com o sol mal tocando o horizonte, Harry cambaleou para fora de casa, curtindo a ressaca da festa da noite anterior. Bom, tecnicamente era manhã — 10h — e James só tinha decidido ir embora um minuto atrás. No geral, tinha sido uma boa noite, exceto pela excitação constante que ele sentira o tempo todo. Cocaína tinha esse hábito. Isso, e as gêmeas lindas com quem ele passara a primeira metade da noite, embora, irritantemente, a mãe delas as tivesse buscado cedo.

Foda-se. Ele ia bater uma... ou três. O gosto rançoso de uísque e tabaco grudava na língua e no fundo dos dentes, a camisa cheirava a fumaça, a calça jeans colava na pele. O cigarro pendurado nos lábios queimava preguiçosamente enquanto ele tentava acendê-lo com a mão trêmula; cada vez que clicava o isqueiro, chegava mais perto de queimar a barba. A cabeça latejava, mas só havia um lugar onde ele queria estar. Seu santuário. O galpão no fundo do jardim. Seu lar. Onde ninguém o incomodava. Onde ele podia desabar, fumar e se afogar na névoa dos próprios vícios.

Ele empurrou a porta, esperando o acolhimento familiar do Xbox, da maconha e da cama aconchegante, mas o que o aguardava era tudo menos comum. Duas figuras estavam ajoelhadas no chão, de costas para ele, vestindo saias escolares tão curtas que mal cobriam as coxas. O coração deu um salto quando ele reconheceu as gêmeas da festa, ambas com 19 anos, ambas assustadoramente idênticas. Uma tinha cabelo loiro caindo pelas costas, enquanto o da outra contrastava intensamente — preto como azeviche. Ambas usavam meias brancas rendadas, sainhas escolares e blusas brancas.

"Mas o quê...?" A voz de Harry falhou ao absorver a cena. Mas. Que. Porra. É essa? Por mais que fosse uma surpresa excitante.

"Vocês duas não foram para casa horas atrás?" Harry perguntou, o olhar indo de uma para a outra, a suspeita se infiltrando lentamente na voz. "E como caralhos vocês sabem onde eu moro?"

Ele passou a mão pelo cabelo bagunçado, mas cacheado e bonito, sacudindo a névoa persistente de álcool e cansaço. Precisava de um pó pra ontem. Deu um passo lento ao redor delas, posicionando-se bem na frente, os olhos percorrendo a visão diante de si — duas garotas lindas, ajoelhadas, esperando.

Para um cara como ele? Isso normalmente não aconteceria. Sim, ele pegava garotas. Era bom de cama. Tinha uma aparência decente, com olhos azuis brilhantes, um bronzeado oliva bonito e cabelo cheio.

Mas não quando estava meio bêbado, ainda fedendo à festa da noite anterior. Não quando a cabeça latejava e os pensamentos estavam uma bagunça. Mas lá estavam elas, perfeitamente posicionadas, perfeitamente dispostas. E apesar do espinho agudo de confusão no fundo da mente, outro sentimento subiu mais alto, mais quente, mais duro.

Bonnie, a loira, ergueu o olhar primeiro, os olhos azul-oceano cheios de uma mistura indecifrável de inocência e brincadeira. "Surpresa, Harry," ela murmurou.

Porra. Ela estava ainda mais linda do que na noite anterior.

Ivy riu baixinho, olhando primeiro para a irmã e depois de volta para Harry, inclinando a cabeça enquanto se aproximava, lenta e deliberadamente, até apoiar a bochecha na coxa dele. O calor da respiração dela atravessou o jeans.

"Jogamos aquele joguinho de verdade ou desafio ontem à noite, lembra?" ela ronronou. "Como poderíamos esquecer aqueles desafios. Nossas calcinhas ficaram ENCHARCADAS! E você nos contou que morava na Hallslake Road... A casa com as roseiras na frente?" Os dedos dela roçaram o joelho dele, traçando círculos preguiçosos, e então subiram até pousar na virilha. "Então enganamos a mamãe, saímos escondidas e voltamos aqui para continuar a diversão?"

Os pensamentos de Harry aceleraram enquanto ele observava as figuras lindas e delicadas delas. Certamente, isso era errado? Tinha que ser. Mas ele não conseguia evitar olhar de novo. Os seios da gêmea loira eram como duas flores delicadas despontando do tecido da blusa, enquanto os da outra estavam engolidos pelo pano, deixando apenas o contorno mais tênue. Porra, ele apostava que aqueles peitos eram hipnotizantes. Sua mente nadava em confusão, a batida na cabeça se misturando ao choque súbito de excitação que percorreu seu corpo. Definitivamente não era o que ele planejava para aquela manhã de domingo.

"Seus desejos se realizaram," Ivy disse. "Pelas próximas doze horas, somos todinhas suas para fazer o que quiser."

"Como você nos disse ontem, você tem uma fantasia... e nós queremos fazer parte dela." Bonnie continuou.

Harry as encarou, de boca aberta. Isso tinha que ser um sonho, certo? Mas enquanto falavam, ele sentiu um leve tremor dentro da cueca. Ah, pelo amor de Deus. Seus olhos vagaram pelos corpos delas, absorvendo os detalhes. Os mamilos da loira pressionavam o tecido da blusa, e ele podia ver o contorno de girassóis amarelos na calcinha box azul-bebê. O cós ficava baixo, abraçando logo acima dos ossos do quadril, o material subindo levemente onde as coxas se juntavam. A calcinha da gêmea de cabelo preto era vermelha com nuvens brancas que apareciam um pouco por baixo da saia. Diferente do ajuste boxer da amiga, essa calcinha era mais justa, mais colada, o elástico cravando nas curvas macias dos quadris. Ele engoliu em seco, os pensamentos correndo. Essa oportunidade nunca mais surgiria, e ele não tinha intenção de deixá-la escapar por entre os dedos. Deu um passo à frente, a mão enfiando no bolso em busca de algo.

"Muito bem, se isso é real, vamos começar com algo divertido," ele disse com um sorriso malicioso, puxando um saquinho com pó branco que planejava guardar para si como o pó da punheta pós-festa. "Quem quer um pó?"

Mesmo que elas não quisessem, ele com certeza precisava de um. Graças a Deus ele tinha guardado aquela metade para depois.

As gêmeas assentiram ansiosas, os olhos brilhando de antecipação. Ele preparou carreiras sobre a mesa ao pé da cama, e elas se inclinaram, os narizes tremendo enquanto inalavam o pó fino. Bonnie limpou um pontinho perdido debaixo do nariz, lambendo-o da ponta do dedo antes de lançar a ele um sorriso inocente e sujo.

Ivy apenas sorriu maliciosamente. "Agora..." Ela jogou o cabelo para trás sobre um ombro, os olhos escuros semicerrados. "O que devemos fazer primeiro?"

Harry soltou um suspiro lento e controlado, o pulso martelando nas veias, e sentiu o poder percorrê-lo enquanto inspecionava seus novos brinquedos. As gêmeas riram, as pupilas dilatando conforme a onda da cocaína as atingia. Ele observou os peitos delas subirem e descerem em uníssono, os seios pequenos ainda sendo a única coisa em que ele conseguia se concentrar de verdade. A gêmea loira, os olhos agora vidrados de luxúria, inclinou-se mais para perto, a respiração quente no pescoço dele. O perfume doce encheu suas narinas enquanto ela sussurrava: "Por favor, diga o que quer que a gente faça."

"Preciso que vocês duas tenham 100% de certeza de que é isso que querem."

"Não estaríamos aqui se não quiséssemos," Bonnie sussurrou, engatinhando até Harry e então se levantando devagar, o nariz mal alcançando o dele.

Harry suspirou. Estava fodido. Mas o consentimento tinha que vir primeiro.

"Então provem."

Mas Harry não se mexeu — esperou.

Bonnie pairou, os lábios mal roçando os dele, a respiração irregular. Ela queria que ele assumisse o controle, mas Harry deixou o momento se alongar, a tensão crescendo mais espessa, mais pesada, até que a antecipação se tornou quase insuportável.

Então, finalmente, ele fechou a distância.

Não suave. Não lento.

Os dedos dele se enroscaram no cabelo de Bonnie, puxando-a para mais perto, mais fundo, mais rude. Ela ofegou contra ele, o corpo se derretendo sob o toque, as mãos agarrando instintivamente a camisa dele como para se firmar.

Ele sentiu Ivy observando, sem fôlego, esperando, ansiando. Ele gostou de perceber o anseio dela.

Harry quebrou o beijo apenas o suficiente para olhá-la. Os olhares se encontraram, e ele viu a fome desesperada no olhar dela. Era uma sensação inebriante, algo que não experimentava havia um tempo. Isso ia ser divertido.

Hora de mudar o jogo.

Ele decidiu começar com algo simples, algo para testar os limites delas. "Muito bem, quero as duas curvadas sobre a cama," ele disse, a voz firme, mas não cruel. "Vamos ver que tipo de calcinha vocês estão usando."

Elas obedeceram sem hesitar, e Harry sentiu o pau engrossar nas calças enquanto as saias subiam, revelando a roupa íntima infantil que cobria as bucetas. Ele tomou um momento para apreciar a visão, os olhos demorando-se na carne macia e rosada agora exposta para ele em cada lado das linhas das calcinhas. A gêmea loira teve a audácia de rebolar a bunda, sua atrevidazinha, o tecido da calcinha azul-bebê de girassóis esticando-se sobre o cuzinho. A gêmea de cabelo preto fez o mesmo, a calcinha vermelha de nuvens subindo ainda mais, revelando um vislumbre do tesouro que havia por baixo.

Com um sorriso sádico, Harry se aproximou da gêmea loira. Estendeu a mão, o dedo traçando a linha da calcinha desde a base das costas até o ápice das coxas. Ela ofegou, a pele se arrepiando, enquanto ele a provocava. "Tão sensível," ele murmurou. "Aposto que você adoraria um puxão na calcinha agora, não é?"

A gêmea loira mordeu o lábio inferior, assentindo. "Sim, por favor," ela sussurrou.

O sorriso de Harry se alargou. Ele agarrou o cós da calcinha dela e puxou com força para cima, o tecido desaparecendo na fenda da bunda. A gêmea guinchou, as bochechas ficando vermelho-escuras enquanto o puxão se firmava. Ele continuou puxando, ouvindo o esticar e estalar do tecido, e então deixou-o voltar com um piparote. Recuou para apreciar a visão, agora se contorcendo dentro da calça de moletom. "Perfeito," ele disse, a voz cheia de satisfação. "Agora, você," ele disse, virando-se para a gêmea de cabelo preto.

O sorriso dela igualou o da irmã, e ela se inclinou ainda mais para trás, as mãos firmemente plantadas na cama. Ele se aproximou, os olhos nunca deixando os dela enquanto estendia a mão e agarrava o tecido da calcinha. Puxou, o elástico cravando na carne até que ela gemeu de prazer. A calcinha agora era uma faixa vermelha apertada na cintura, as nádegas totalmente expostas. As gêmeas riram e se contorceram, a dor e a humilhação misturando-se à excitação num coquetel delicioso. Nunca tinham levado um puxão na calcinha antes.

Harry sentiu o coração acelerar de excitação, a mente já correndo para o próximo ato da encenação. Ele sabia que aquilo era só o começo.

"Só se ajoelhem e apoiem-se nas mãos para mim, por favor, com o rosto no chão."

Elas obedeceram. Imediatamente.

Ele observou, tentado a agarrar a sensação crescente dentro da cueca, mas se recusou. Ainda não. Respirou fundo, os olhos brilhando enquanto estendia um único dedo para acariciar as bucetas cobertas pelas calcinhas. O tecido esticava tão bem sobre os pequenos montes. Ele acariciou por um tempo a fenda onde as calcinhas afundavam nos buracos delas, uma pequena poça macia de umidade aparecendo onde ele as tocava. Ambas as garotas se contorciam e gemiam, ficando inquietas, provavelmente precisando gozar. Ele precisava acrescentar outra regra à mistura.

"Nova regra, meninas: vocês duas estão proibidas de usar o banheiro durante nosso pequeno... encontro." O sorriso dele era gentil, mas perverso, os cantos dos lábios se contraindo para cima enquanto observava a compreensão surgir nos rostos delas. Como por ensaio, a bexiga de Bonnie começou a pulsar com uma necessidade de urinar.

"Mas e se a gente realmente precisar ir?" A voz de Bonnie foi um guincho minúsculo. O sorriso de Harry cresceu, os olhos escurecendo com uma emoção de poder. "Então, minha querida Bonnie, você aprenderá a arte da resistência. E o preço por falhar será... bastante memorável."

Nas horas seguintes — mais vários pós, alguns puxões provocantes nas calcinhas e a negação implacável de orgasmos — as bexigas das gêmeas ficaram mais pesadas, a dor se aprofundando a cada minuto. Harry fez um gesto para que as gêmeas ficassem de pé diante dele, as pernas tremendo levemente do esforço de segurar a urina por tanto tempo. Ele as olhou com uma mistura de orgulho e divertimento, os olhos percorrendo as virilhas encharcadas. "Fiquem com as pernas abertas," ele ordenou, a voz um ronco baixo que provocou arrepios nas espinhas delas. Bonnie e Ivy obedeceram, o tecido das calcinhas grudando na pele, retorcido pela luta para segurar tudo.

"Agora, Bonnie, me mostre como você sabe se comportar e se ajeitar."

Com as mãos trêmulas, Bonnie abaixou-se e começou a puxar a calcinha, tentando endireitar o puxão que se formara. O tecido estava encharcado e rebelde, mas ela conseguiu puxá-lo e alisá-lo. Harry assentiu em aprovação, os olhos nunca deixando os dela. "Boa garota. Agora, Ivy, quero que você faça o mesmo." O rosto de Ivy era uma máscara de concentração enquanto seguia o exemplo da irmã.

Quando ambas estavam de pé diante dele, pernas abertas e calcinhas no lugar, Harry deu um passo para trás e cruzou os braços sobre o peito. "Agora, Bonnie, quero que você faça xixi para mim." Ele apontou para o chão, a antecipação da degradação delas claramente evidente através das calças. Os olhos de Bonnie se arregalaram, e ela sentiu as bochechas arderem ainda mais. Mas sabia que era melhor não recusar. Ela soltou a bexiga, o jato quente arqueando para fora e caindo com um respingo no chão de madeira do galpão. Harry se aproximou, enfiando a mão no fluxo constante de urina, os dedos dançando no líquido dourado antes de trazê-los de volta à calcinha dela, esfregando o xixi no tecido. Ele esguichava e chiava sob o toque, o calor do próprio xixi penetrando na pele dela.

"Agora, Ivy," ele disse. "Quero que me mostre o quanto você quer isso. Abaixe a calcinha e deixe sair." Ela engoliu em seco, as mãos se movendo quase por vontade própria até o cós da peça encharcada. Com dedos trêmulos, empurrou-a para baixo, o tecido grudando na pele antes de ceder. O xixi saiu num jorro quente e insistente, acumulando-se ao redor dos pés, encharcando as meias. Os pés se contorceram levemente na umidade, os dedos cruzando-se uns sobre os outros. Harry observava com um olhar voraz. "Boa garota," ele elogiou, a voz grossa de luxúria. "Agora, vamos garantir que você fique tão suja quanto sua irmã."

Com a mesma crueldade terna, ele começou a manipular o xixi dela, as mãos esfregando-o na pele, trabalhando-o na calcinha, usando os dedos para apertar juntos os lábios macios da buceta através do tecido enquanto o resto do xixi escorria pelas pernas.

"Olhem só como vocês duas estão bagunçadas. Me pergunto o que vou fazer com vocês em seguida?"

As gêmeas se entreolharam, os olhos cheios de uma mistura de excitação e medo. Eram dele para brincar, para usar e abusar, e estavam amando cada segundo. O quarto era o playground delas, e Harry era o mestre de cerimônias do circo perverso. Não faziam ideia do que viria a seguir, mas estavam prontas, ansiosas até, para descobrir. Harry se abaixou e recolheu as calcinhas encharcadas, o líquido ainda pingando delas, o tecido grudando nos dedos como uma segunda pele. Ele as segurou, o odor pungente da urina misturada preenchendo o ar. "Abram a boca," ele disse, o tom uma mistura de divertimento e comando.

Bonnie e Ivy obedeceram, os queixos caindo. Harry se posicionou atrás de Bonnie, enfiando o tecido encharcado de urina na boca dela até que ela sentisse o gosto oleoso e salgado. Ela engasgou, os olhos lacrimejando, mas aceitou, as bochechas inchando ao redor da mordaça. Ele fez o mesmo com Ivy. Os olhos delas lacrimejavam, arregalados pela cocaína, e as bochechas incharam, mas receberam as peças encharcadas sem reclamar, o tecido pressionando as línguas e enchendo as bocas.

"Olhem só para vocês." Harry zombou. "Patéticas."

Harry recuou, contemplando as duas — coradas, ofegantes, olhos brilhando de antecipação. Os corpos delas tremiam, fosse pela droga, pela provocação ou pelo puro acúmulo de tensão, ele não sabia. Mas o que ele sabia era que elas estavam esperando. Por ele.

Um sorriso lento curvou seus lábios enquanto ele alcançava o cinto na cintura, deixando o momento se alongar, esticando a antecipação como uma corda tensa prestes a estalar. "Espero que vocês saibam," ele murmurou, a voz baixa e áspera, "que estamos apenas começando."

Bonnie engoliu, o peito subindo e descendo com respirações superficiais. Ivy lambeu os lábios, as pupilas dilatadas. E enquanto os olhares delas se fixavam no dele, cheios de confiança e desejo não dito, Harry sabia de uma coisa com certeza — aquela manhã de domingo ia ficar para a história.

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