O Wingman
Iowa é a capital do milho dos bons e velhos EUA desde que alguém no meu estado consegue se lembrar.
Temos festivais do milho, festas do milho e tenho certeza de que qualquer outra coisa que você possa imaginar associada à sagrada espiga amarela.
Eu venho de um lugarzinho chamado Pleasantville. É, igual à série. Fica perto do Lago Red Rock e foi um lugar ótimo para crescer.
Como diz a música do Keith Urban, tinha "Tudo que eu precisava, John Cougar, John Deere, João 3:16."
Música, lavoura e Jesus. O que mais um garoto poderia querer? Ah, sei lá, talvez uma garota.
É que durante todo o ensino médio eu fui o Homem Invisível. Não de propósito, mas por falta de status em qualquer time esportivo, eu geralmente era só um carona, ou como meu melhor amigo disse uma vez, eu era o Melhor Wingman do Mundo.
O apelido me foi dado no começo do primeiro ano. Mark Robinson era uma estrela em tudo que fazia, mas basquete era sua vocação. Ele se destacou logo nos primeiros anos do colégio. Todas as garotas bonitas queriam estar ao lado dele, e ele se recusava a decepcionar qualquer uma delas.
O maior problema do Mark era que ele vinha de uma família muito religiosa e nunca podia sair com alguém sem supervisão, e é aí que eu entrava na história. O único jeito de Mark conseguir sair era se levasse sua irmã gêmea Macy e/ou eu junto com ele e o par. Acontece que também era uma coisa da comunidade, segurança em números quando adolescentes estão saindo, acho.
Com apenas 200 alunos na nossa escola, não era difícil conhecer a maioria dos estudantes, então Macy quase sempre era amiga ou conhecida dos pares do Mark.
Uma vez, e apenas uma vez, Mark chamou aquilo de encontro duplo. Por esse esforço, ele levou uma bronca da irmã e uma ameaça de contar aos pais dele sobre ele ter feito sexo antes do casamento no banco de trás do SUV da mãe deles. Mesmo que aquele sexo fosse só uma punheta.
Muitos sábados à noite, Macy e eu sentávamos juntos no banco da frente no drive-in, dividindo um balde de pipoca gordurosa e amanteigada e um refri, enquanto o irmão dela e uma das amigas aprendiam os fatos da vida no banco de trás.
Macy era tudo que você poderia querer numa garota. Ela era linda, com seu cabelo escuro e traços do leste europeu, quase russos. Ela também era muito atlética e inteligente. Eu sei o que você está pensando, e sim, eu tentei dar em cima. Nas duas vezes, resultou num tapa e num soco.
O soco foi da Macy: "Juro porra, Brandon, você toca na minha teta mais uma vez e eu te apago", e o tapa veio do Mark, no banco de trás do carro, nas duas vezes. "Caralho, cara, o que você tá fazendo? Essa é a minha irmã."
Era difícil explicar pro meu melhor amigo que a irmã dele não era feia, e que os sons e cheiros dele brincando com uma boceta bem atrás do meu ombro tinham o mesmo efeito em mim que teriam na maioria dos outros caras da minha idade.
Então, depois de alguns meses de carona em encontros com várias garotas diferentes, o apelido "Wingman" grudou em mim até a formatura.
No começo do último ano, eu era o cara que você contratava se precisasse de alguém pra ir junto, pra que a amiga ou a prima feia do seu par ficasse coberta. E se a amiga/prima do seu par tentasse atrapalhar você, eu podia mantê-la afastada. Um verdadeiro wingman.
"Ei, Brandon, vou levar a Alysa no Vallee no sábado à noite, tá a fim de colar?"
Não só eu não era tão amigo assim do cara que perguntou, como eu sempre tive uma quedinha pela Alysa, então a ideia dela ser dedilhada ou pior enquanto eu bancava o legal com a amiga dela tinha absolutamente zero apelo pra mim.
"Foi mal, cara, eu vi os filmes fim de semana passado."
"É, eu sei. O Mark me contou. Olha, eu pago tudo. Até pago o jantar e peço pro meu irmão comprar um six pack pra gente."
"Não. Não vai rolar pra mim. Valeu mesmo assim."
Eu sabia o que vinha a seguir. Os pais de Harry Bateman tinham a maior fazenda num raio de 160 quilômetros, e ele não tinha medo de ostentar o dinheiro deles.
"Qualé, cara, ela prometeu me chupar. Quem sabe você consegue pegar a amiga dela."
Isso era improvável. Nunca tinha acontecido até então. Na maioria das vezes, quando as garotas da minha escola iam sair e precisavam trazer uma amiga, elas pediam que eu fosse junto, porque sabiam que eu era a escolha segura. Não muito mão-boba, nunca forçava nada, e como algumas já disseram, eu até cheirava bem.
"Foi mal, Harry. Não vai rolar."
"Caralho, cara, te dou cinquenta conto e você pode dirigir a Yukon. Olha, eu até falo bem de você pra Alysa, quem sabe ela convence a amiga a te chupar também."
"Adiantado." Estendi a mão e esperei ele descascar cinco notas de dez. Era troco de pão pro Harry e seria uma graninha extra pra mim.
Guardando os Alexander Hamilton no bolso, fui em direção ao ginásio. Pude ouvir o som dos pés monstruosos do Mark batendo no asfalto enquanto ele corria pra me alcançar. Pela velocidade da aproximação, dava pra saber que não era um bom sinal.
"Que porra é essa, Bran, você acabou de se vender pro Bateman em vez de mim?"
"Se é isso que você quer chamar, então sim. E só pra ficar bem claro, ele me paga. Diferente do meu amigo ingrato de merda. Além disso, ele disse que eu posso ter uma chance com a garota que a Alysa vai trazer."
"É, me avisa como isso funcionar pra você."
"O que isso quer dizer?"
"Você é muito mole, parceiro. As garotas desta escola querem um cara assertivo. Sabe, alguém que pega o que quer. Enfim, que porra eu vou fazer no sábado agora? Eu já disse pra Cheryl e pra Macy que tava de pé."
"Foi mal, parceiro, mas tô tentando ser mais 'assertivo'." Fazer aspas com os dedos pra zoar ele só o irritou mais.
"Vai se foder, Brandon. Da próxima eu levo outra pessoa."
"Ah é, aposto que tem uma fila de babacas morrendo de vontade de ouvir você ganhando uma punheta da Cheryl. O som das luvas de látex esfregando no seu pau seco é excitante pra todos nós. Olha, eu buzino quando passar com a Yukon do Harry na frente da sua casa."
"Uau. Você é muito babaca quando quer ser."
"É, mas sou um babaca com cinquenta conto no bolso, a chave do possante do Bateman, e ele, diferentemente de você, vai tentar me arranjar alguém."
"Vai se foder."
"É só isso que você tem, Robinson? Não jogue esse jogo comigo, você simplesmente não é bom nisso."
Queria ter ficado de boca fechada, porque o treino de basquete daquele dia foi mais pesado que a maioria. O treinador me fez tentar marcar o Mark, e ele me provou como era bom me castigando na quadra.
Como planejado, a mensagem do Harry chegou por volta das três da tarde. Ele me buscou e, como combinado, assumi o volante e dirigi até a casa da Alysa pra pegar as garotas.
Elas estavam paradas perto do fim da entrada quando encostamos. Alysa acenava e pulava como uma maluca, enquanto a amiga estava de costas pra gente, falando ao telefone. Alysa estava com sua saia curta de sempre e blusa decotada. Ela sempre gostava de mostrar o que tinha. Isso, acompanhado do cabelo loiro, é por que ela é tão popular na escola.
Eu conheci a outra garota antes mesmo de ela se virar. O rabo de cavalo castanho na altura dos ombros, o corpo pequeno coberto por Levi's justos, um moletom da escola, e a eterna mochila xadrez que ela chamava de bolsa entregavam sua identidade.
Harry saltou da caminhonete e segurou a porta de trás como um cavalheiro. Ele e Alysa entraram e afivelaram os cintos enquanto esperávamos a amiga.
A expressão no rosto dela foi o suficiente pra me fazer rir quando viu quem estava ao volante da Yukon do Harry. Ela balançou a cabeça e entrou.
"Brandon?"
"Mace."
"Mark não conseguiu te convencer a ir com ele e a Cheryl hoje?"
"Não. Opções melhores aqui. Além do mais, da última vez que saímos com a Cheryl, eu fiquei na zona de respingo. Acabei ganhando algo a mais no meu casaco, se lembra?"
"Eca. Que nojo. Obrigada por me lembrar."
"Merda, eu esqueci." Olhei pra irmã do Mark, que me fuzilava com raios mortais através de olhos flamejantes.
"Você diz uma palavra que seja, eu juro, te mato bem aqui."
"O quê?" Harry e Alysa perguntaram do banco de trás.
Macy foi rápida com um "nada" e, pelo seu tom, nenhum dos dois teve coragem de continuar a perguntar.
Foi na mesma noite e na mesma hora do incidente do casaco. Cheryl tinha envolvido a mão no Mark com tanta força que ele não conseguia ejacular. Todo o esperma estava ficando preso no corpo do pau dele enquanto Cheryl o masturbava furiosamente. Mark gemia no que depois foi determinado como agonia. Quando ela finalmente soltou o aperto, a porra do Mark voou pra todo lado. Um pouco caiu no ombro do meu casaco, mas o melhor foi o glóbulo enorme que caiu no cabelo da irmã gêmea dele.
Mark recostou no banco. Cheryl fez o possível pra se limpar de tudo que tinha caído nela, e eu ri como uma hiena. Até hoje, é um ponto sensível pra Macy.
"Não tô brincando, Brandon. Fala qualquer coisa e você vai queimar no inferno."
Eu não disse nada, mas não tinha como ela apagar o sorriso que se enrolava no meu rosto.
A viagem até o restaurante foi em silêncio. Os sons de Harry e Alysa se pegando eram abafados pela playlist do Harry explodindo nos alto-falantes, enquanto Macy se mantinha ocupada digitando no celular.
Uns dez minutos depois, Macy me olhou com uma expressão de nojo no rosto.
"Sério?"
"Sério o quê?"
"Você contou pro meu irmão que ia ganhar um boquete hoje à noite?" O tom dela era pouco mais alto que um sussurro, pra que os de trás não ouvissem. O meu também.
"NÃO! Bom, não exatamente. Eu disse a ele que o Harry prometeu tentar me arranjar alguém hoje. Mas isso foi antes de eu saber que era você." As expressões dela mudaram diante dos meus olhos, ambas eram olhares irritados, mas por motivos completamente diferentes.
"O quê, não sou boa o bastante pra você, Brandon?"
"Não. Sim. Você sabe o que eu quero dizer. Caralho, a gente já saiu tantas vezes. Quer dizer, fala sério, Mace, eu tentei tocar no seu peito uma vez e você quase me matou. Você acha honestamente que eu tentaria alguma gracinha com você?"
"Você é uma figura, Wingman. Você acha que só porque Bateman manda a nova namorada pedir, eu devo te chupar?"
Eu sussurrei que ela devia me chupar só por eu ter aguentado toda a merda dela nos últimos anos.
"O quê?"
"Eu disse que acho que você deveria me chu...nada. Esquece. Olha, por que você veio, afinal? Você deve ter ouvido que era eu de carona."
"Na verdade, não ouvi, senão provavelmente não teria vindo. Mas comida grátis e um filme nunca são coisa ruim."
"É, e nós dois já tivemos nossa cota justa disso ao longo dos anos, não é?"
O jantar foi bom, e com a escuridão já no horizonte, fomos para o drive-in. Estacionados longe dos outros carros, Harry tirou um cooler pequeno de trás e entregou uma rodada de bebidas.
A cerveja gelada desceu bem enquanto assistíamos ao filme.
Eu podia ouvir zíperes e botões sendo abertos, mas nunca olhei por cima do ombro, e é por isso que eu era o melhor wingman de Iowa. Tanto Harry quanto Alysa sabiam que estavam seguros comigo. Infelizmente, o mesmo não se podia dizer de Macy.
A curiosidade tomou conta dela. Os sons dos nossos amigos se pegando eram mais que suficientes para atrair seus olhares. A certa altura, notei uma perna nua empurrando o encosto do banco da Macy e soube que a festa de hoje tinha escalado além de uma simples sessão de amassos.
A cabeça de Macy balançava, assim como a de Alysa, acompanhando os movimentos da cabeça da amiga enquanto chupava Harry, e seus olhos se arregalaram quando o ato principal começou.
Com alguns grunhidos e uns barulhos de "Oh, oh, oh", eu teria apostado que Bateman estava dentro, mas não precisei.
Mace estava com os olhos grudados neles e, quando percebeu que eu a olhava, fez um círculo com o dedo e o polegar da mão esquerda e enfiou o dedo indicador da mão direita dentro e fora dele.
Já tínhamos estado juntos muitas vezes quando o irmão dela se aventurava mais e mais na exploração sexual, mas aquela era uma primeira para qualquer um de nós. Nunca ninguém tinha tido relação sexual completa na nossa frente, ou, no caso, atrás de nós.
Macy se remexeu no banco enquanto Harry penetrava Alysa. Os sons de "Harry, ai caralho, mais forte, mais rápido, ai meu deus do caralho" ficarão para sempre gravados na minha memória. Minha quedinha por ela acabou para sempre.
Tão rápido quanto começou, parou. Foi uma montanha-russa de 42 segundos para os dois. Harry gozou em silêncio e Alysa colocou a mão sobre a luz de cortesia enquanto ele deixava cair a camisinha usada no cascalho do estacionamento do drive-in abaixo de nós. Os jovens de dezoito anos tinham acabado de perder a virgindade no banco de trás, e Macy assistiu a tudo.
Desgrenhado seria a melhor palavra para descrever o casal quando eles caminharam em direção às lanchonetes. Macy e eu rimos ao mesmo tempo e, pela primeira vez, olhei para o banco de trás. Tudo estava em ordem. Nenhuma roupa extra, nenhum esperma respingado escorrendo, nem camisinhas largadas, só um cobertor de lã para manter a pele nua protegida do couro frio dos bancos.
Não ouvi Macy se mexer, mas senti o hálito dela no lado do meu rosto. Virando para olhá-la, fiquei surpreso ao encontrá-la de joelhos no banco ao meu lado. Ela estava inclinada sobre o console, a centímetros do meu rosto. Sua beleza toda americana, sem maquiagem, estava bem ali na minha frente.
"O quê?"
Eu estava perdido. Não tinha ideia do que passava pela cabeça dela.
A irmã gêmea do meu melhor amigo colocou a mão no meu queixo e fechou a distância entre nós. Seus lábios eram macios e quentes contra os meus e, embora minha experiência com beijos se limitasse a algumas partidas de verdade ou desafio, fiz o que vinha naturalmente. Pude sentir seus seios macios pressionando meu braço enquanto Macy movia a boca e pressionava a língua contra meus lábios. Nossas línguas dançavam para frente e para trás sobre nossos dentes e lábios. Foi a melhor coisa que eu já senti, de longe. Se não me engano, nosso beijo durou muito mais que a cópula de Harry e Alysa.
"Caralho, Mace. Isso foi incrível."
O "cala a boca" dela veio bem quando Harry abriu a porta de sua Yukon. A luz de cortesia iluminou o veículo. Olhei para Macy sentada ao meu lado e notei como o rosto dela estava corado.
Ela olhou um pouco mais para baixo e notou como minhas calças estavam armando uma barraca.
"Sério, Brandon?"
"Caralho, vocês dois não conseguem se dar bem nem por cinco minutos?" Alysa ralhava com a amiga, mas não fazia ideia do porquê.
Logicamente, fui eu quem foi deixado primeiro em casa. Harry assumiu o volante e, com uma rodada de despedidas, nos separamos.
Meus pais já estavam na cama havia muito tempo, e isso jogou a meu favor. Embora eu tivesse tomado só uma cerveja, minha mãe sentia cheiro de cerveja a um quilômetro de distância, e eu teria pegado um baita sermão por isso. E ainda tinha o fato de que minha ereção ainda não tinha baixado.
Nu na cama, revivi cada segundo da noite. Normalmente, o pensamento de ouvir alguém transando bem atrás já teria sido suficiente para o banco de punheta, mas aí a Macy teve que ir e foder tudo.
O som de 'bing' de uma mensagem me tirou do transe. Peguei o telefone e abri a mensagem. O emoji de rostinho tímido corando era a única coisa na tela. Não reconheci o número, mas sabia que era ou Alysa ou Macy. Alysa teria sido o palpite lógico. Quantas vezes você transa com alguém tendo duas pessoas sentadas a sessenta centímetros de você? Não seria surpresa ela estar corando.
O segundo 'bing' me assustou o suficiente pra eu derrubar o telefone no peito.
Ainda era o mesmo número, mas desta vez havia uma mensagem. "Não conte para o Mark." Novamente, poderia ser qualquer uma das garotas. Alysa já tinha saído com Mark várias vezes, então talvez ela quisesse mantê-lo na reserva, caso as coisas não dessem certo com Harry. Por outro lado, podia ser Macy ficando nervosa com a possibilidade de eu contar ao irmão dela, meu melhor amigo, que ela me beijou. Eu estava dividido, mas no clima para um pouco de diversão.
"O que eu ganho com isso?" A resposta foi instantânea. "Vai se foder, Brandon." "Isso é o que eu ganho ou é uma ameaça velada?" "Nada velada. Vou te encher de porrada." Ainda não tinha certeza, mas pela minha experiência com as duas, estava pendendo para Macy. "Tarde demais. Já tô mandando mensagem pra ele." "Não. Não faz isso, Bran. Vou contar pra todo mundo da sua ereção."Definitivamente Macy. Alysa nunca me chamava de Bran. Salvei as informações da Macy no meu celular.
"Todo cara da minha idade tem ereção. Quem você acha que vai chocar com essa revelação?"Esperei por mais de um minuto até a mensagem chegar.
"Vou dizer que foi porque você tava secando Alysa e Harry." "Você não ganha a fama de ser o melhor Wingman do estado secando os outros, então ninguém, nem mesmo você, jamais acreditaria nisso. Vou contar a verdade. Foi porque você enfiou sua língua na minha garganta." "Quanto vai me custar?" "Foto dos peitos." "Vai se foder, cuzão." "Ei, Mace, você precisa controlar essa loucura. Sabe que quando eu contar pro Mark, ele vai te encher o saco pra sempre."Meu celular entrou em modo silencioso. A tela escureceu por falta de uso e imaginei que aquela seria a última vez que ouviria falar dela até segunda-feira na escola. Quando já estava a ponto de me declarar por vencido naquela noite, chegou um alerta de mensagem.
"Foto de sutiã. Sem pele!" "Nua" "Vai se foder" "Ei, Mark, já te contei daquela vez..." "Seu filho da puta. Sutiã. Um pouco de decote."Provavelmente era o melhor que eu conseguiria, e seria melhor do que qualquer outra coisa que eu já tivesse recebido em termos de foto pelada.
"Combinado"Demorou mais do que eu esperava, mas quando o anexo chegou, fiquei chocado. O rosto de Macy não aparecia, mas ela estava puxando a frente do sutiã de renda preta para baixo, me dando uma visão muito boa do seu decote e dos seus seios macios. O cabelo de Macy estava jogado sobre o ombro, quase como se ela estivesse tentando se cobrir.
Algo dentro de mim mudou para sempre só de ver aquela foto. A coragem para responder demorou uma eternidade. O nó seco na minha garganta não me deixava engolir e quase me impedia de respirar.
"Absolutamente linda, Mace. Vou ficar olhando por mais 5 minutos, depois vou apagar. Prometo. Obrigado pelo beijo."Partiu meu coração, mas, conforme prometido, apaguei a foto. Embora sumisse do meu celular, ela viveria na minha memória para sempre.
Mais de 30 minutos se passaram e nada. Parecia que nossa troca de mensagens tinha acabado por aquela noite.
Luzes apagadas. Coberto. Ia ser difícil dormir pensando no meu primeiro beijo de verdade e na minha primeira foto seminu de uma garota.
A luz e o som de uma mensagem recebida me alertaram de novo. Quase virei de lado e evitei olhar, mas por alguma razão me senti compelido. Atraído como um inseto pela luz da varanda, peguei o celular.
"Mace" apareceu no topo da tela. Quando abri minha central de mensagens, meu coração com certeza deu um salto.
A irmã do meu melhor amigo tinha me enviado outra foto. Sem palavras anexadas. Sem explicação do porquê. Ela simplesmente enviou. Lá estavam eles, os seios nus de Macy.
Ninguém poderia provar que era ela, mas lá estava ela. Seus peitos, nus e em exibição para o meu prazer visual. Eram espetaculares. Empinados e firmes, com mamilos duros e aréolas enrugadas. Eu não tinha pedido essa foto, nem planejava apagá-la em cinco minutos como a outra.
O flash do meu celular iluminou o quarto escuro. Segundos depois, eu estava enviando uma foto de volta para Macy.
"Idiota" veio a resposta em questão de momentos. Acho que meu peito nu não causou nela o efeito que o dela tinha causado em mim. "Sério? O seu teve um efeito muito mais profundo em mim"O emoji de carinha sorridente/envergonhada estava de volta, junto com "Eu estava esperando algo mais ao sul do seu peito"
"Uau. Quem é o pervertido agora"Outro emoji envergonhado.
Eu sabia que não deveria enviar nudes meus. Fotos de pinto vivem para sempre na internet uma vez que estão por aí, mas o senso comum já tinha ido dormir há muito tempo quando apertei o botão de enviar. Sabia que em menos de um segundo Macy estaria olhando, na tela do celular dela, uma foto do meu pau semi duro pressionando o tecido da minha cueca Joe Boxer.
"Me fode" A mensagem dela foi curta e doce, mas nada feminina. "Isso é um pedido ou uma afirmação?" "Por que você tem que estragar as coisas, Bran?"Em algum momento, acabei caindo em uma noite de sono agitado. Seria uma noite que eu reviveria mais de uma vez na minha vida.
O som do meu celular tocando me acordou. Queria que fosse Macy, mas era exatamente o oposto, era Mark.
"E aí."
"E aí, mané, estamos indo pro lago andar de caiaque em 45 minutos, passo aí pra te pegar."
"Quem tá junto?"
"Cheryl e eu. Você e Macy. Quem diabos você achou que 'a gente' era?"
A SUV da Família Robinson parou na frente da minha casa e minhas opções eram limitadas, então pulei no banco de trás com Macy. Com uma rodada de "E aí. Oi. Beleza?", pegamos a estrada.
Não havia constrangimento entre Macy e eu. A única coisa fora do normal foi quando ela inclinou a cabeça, franziu os lábios e olhou para a minha virilha.
Macy estava incrível com seus shorts jeans cortados e camiseta cinza. Durante toda a viagem, ela ficou sentada de lado, meio olhando para mim, meio olhando pela janela.
Com tudo carregado nos caiaques, fomos em direções diferentes, combinando apenas um lugar e hora para nos encontrarmos para o almoço.
Depois de sólidas 2 horas remando pelo lago, fomos até os penhascos de pedra para nadar e nos refrescar.
Meus olhos estavam grudados na bunda de Macy enquanto ela deslizava as pernas para fora dos shorts jeans, revelando o biquíni branco que estava por baixo, mas quando ela puxou a camiseta pela cabeça, eu quase morri. Os peitos reais, dos quais eu tinha uma foto no celular, estavam a menos de 3 metros de mim.
"O quê?" Macy estava me encarando, olhando para ela.
"Ah, você sabe exatamente o quê. Nunca mais vou conseguir te olhar do mesmo jeito."
Pela primeira vez na vida, Macy e eu estávamos sozinhos no que alguns poderiam chamar de encontro. Deitados numa toalha, absorvendo o sol, conversamos sobre tudo, desde ir para a faculdade fora até sexo.
"Por que você acha que seu irmão se sai tão bem com as garotas na escola?"
"Basquete, com certeza."
"Você acha que ele vai se dar tão bem na faculdade?"
"Sim, mesmo que ele não seja titular, ele tem boas cantadas para usar como plano B." Não consegui evitar de rir. Mark não tinha nenhuma cantada que eu me lembrasse de ele ter usado com eficácia.
"O quê? Todas dizem que ele é um doce. Ele as encanta com palavras. Todas as garotas dizem que ele tem cantadas clássicas." Eu ainda estava sorrindo, mas entrei no jogo.
"Tá bom, então você é amiga da maioria dos encontros dele. Me ilumine com as palavras mágicas que ele usa, talvez eu as teste em você."
"Ha, você queria. Bom, ele disse pra Cheryl que ela devia ter vindo do céu, porque parecia um anjo."
"Fala sério. Isso é muuuuito piegas. E você acha que isso é uma boa cantada?"
"Suponho que você poderia fazer melhor?"
"Facilmente." Macy ergueu a sobrancelha e aceitou o desafio.
"Então vamos ouvir, valentão."
"Bom, minha favorita pessoal é: 'Esse pano cheira a clorofórmio?' Funciona comigo toda vez."
Macy se jogou de costas na toalha e gritou de tanto rir.
"Caralho, Bran, você é realmente um babaca."
"Sério, Mace? Então me diz sua melhor cantada."
"Tá: 'Você é tão gostosa que até minha calça tá caindo por você'." Ela tentou cobrir os olhos em fingida vergonha, mas ambos sabíamos que era só brincadeira.
"Então é assim? Que tal: 'Seus tornozelos estão dando uma festa, acho que sua calcinha deveria descer para uma visita'?" Macy veio instantaneamente com a próxima.
"Hoje não tô me sentindo eu mesma, posso te sentir em vez disso?"
"Gostei. É boa, mas nem de longe tão boa quanto: 'Você me lembra meu dedinho do pé. Você é pequena e fofa, e provavelmente vou acabar te macetando na mesa de centro mais tarde hoje'."
"Só se for em sonho. Que tal: 'Pernas são a palavra do dia, agora vamos espalhar a palavra'." Foi a minha vez de rir e gritar.
"Ainda tô na frente no placar. Essa também é boa: 'Já joguei muito Tetris na vida, deixa eu ver se consigo encaixar isso' ou 'Ei, meu pau precisa de um abraço da sua boca'." Macy parou antes de falar, com a boca ligeiramente aberta. Estava pensando na próxima cantada ou eu tinha cruzado uma linha para um jogo com o qual ela não se sentia mais confortável?
"Desculpa, Mace, eu só tava brincando."
"Eu sei. Só me deu um flashback da noite passada. Talvez a gente devesse ter ficado com as que eram menos agressivas."
"Tipo: 'Você sabe o que ficaria realmente lindo em você? Meus braços'." Macy olhou para mim e, embora de forma quase imperceptível, mordeu o lábio inferior.
"Bom, Bran, não sei se você tava tentando, mas essa foi a sua melhor até agora."
"Na verdade não. Tenho uma que é melhor, mas vou guardar para outra hora."
"Sem chance, amigão. O estrago já tá feito. Vamos ouvir." Eu queria poder ter enviado o emoji de carinha envergonhada antes, mas essa não era uma opção.
"Ei, acabei de perceber que você se parece muito com a minha primeira namorada."
"Fuu. Essa nem é tão boa, Brandon, porque eu sei que você nunca teve namorada."
"Exatamente."
Nossas bocas se encontraram pela segunda vez em dois dias. Rolando de costas, puxei Macy sobre mim, de modo que a parte superior do tronco dela ficasse em cima de mim. Seus dedos arranhavam meu cabelo cacheado enquanto ela devorava minha boca com a língua. O que nos faltava em experiência com beijos, compensávamos de sobra com entusiasmo.
Pela primeira vez em todos os meus 18 anos, minhas mãos percorreram pele nua que não me pertencia. Embora fosse apenas as costas e os ombros, parecia perfeito.
A perna de Macy se moveu até ficar sobre meu colo, numa posição em que, se ela se mexesse um pouco mais para a esquerda, teria me montado. Não havia como ela não sentir minha ereção pressionando contra ela.
Corajosamente, deslizei minha mão direita pelas costas dela, sobre a caixa torácica, e, com o polegar logo abaixo da base, cobri seu seio. Um gemido e um hálito quente encheram minha boca.
A perna de Macy roçava a dureza no meu short a ponto de eu achar que fosse explodir. Nossa primeira vez nos braços um do outro foi muito natural.
A única coisa que poderia ter estragado tudo para nós, estragou. Os sons de Mark chamando nossos nomes da margem do lago, acompanhados pela risada estridente de Cheryl, nos fizeram nos afastar correndo.
Macy estava a salvo, mas lá estava eu com uma ereção apontando para o céu dentro do short. Ia ser difícil explicar para Mark o que eu estava fazendo com uma, estando sozinho com a irmã gêmea dele.
Distraído por um peixe ou alguma coisa idiota na água, Macy aproveitou a oportunidade para me arrastar, com toda a minha vergonha, para dentro d'água e para a segurança.
"Que porra vocês dois tão fazendo? Achei que a gente ia almoçar, não nadar." Mark parecia um pouco irritado conosco.
Enquanto as garotas abriam as bolsas térmicas e tiravam os sanduíches, Mark me contou por que estava tão chateado.
"Caralho, cara, achei que hoje ia ser o dia. A gente falou disso a semana toda." Eu sabia que Mark queria dizer transar. Ele sempre queria dizer transar.
"O que aconteceu?"
"Natureza. Ela tá menstruada, cara."
"Que azar do caralho, amigo."
"Né? Mandy Townes me chamou pra sair hoje. Sei que teria conseguido alguma coisa com ela."
"Uau, cara, isso é bem superficial. Só porque Cheryl não tá a fim de transar, não significa que ela não vá te chupar ou algo assim. Talvez, só talvez, você possa tratar isso como um encontro de verdade e tentar se divertir com ela. Ela é bem legal de ter por perto."
"Vai se foder. Que tipo de merda você andou comendo? Quando você finalmente tocar numa boceta, vai querer o tempo todo. Espere pra ver."
Ele não estava errado. Eu tinha olhado uma foto dos seios perfeitos da irmã dele 12 horas atrás e tinha segurado um deles, coberto, na minha mão há menos de 10 minutos, e era tudo em que eu conseguia pensar.
O resto do dia foi passado no lago. Remamos nos caiaques até a escuridão se aproximar e não conseguirmos mais mexer os braços. O mau humor de Mark tinha baixado a um nível aceitável para todos e, quando guardamos tudo e fomos embora, ele até pagou sorvete.
Cheryl foi com o corpo inclinado sobre o console da SUV da mãe do Mark. Se tivéssemos que adivinhar, ele estava recebendo uma punheta enquanto dirigia. Sentados em silêncio, Macy soltou o cinto de segurança, virou as costas na minha direção e se aproximou mais.
"Faz massagem nos meus ombros, Brandon. Tão doloridos por causa de hoje." As palavras dela chamaram a atenção do irmão, que nos olhou pelo retrovisor.
"De jeito nenhum. Eu também tô dolorido. Você faz em mim."
"Não seja bobo, Brandon, faz massagem nos ombros da minha irmã." E ali estava, a aprovação de Mark para eu tocar na irmã dele. Macy queria contato de qualquer tipo na volta para casa e essa foi a única coisa que ela conseguiu inventar.
Soltei meu próprio cinto de segurança, virei para a esquerda e levantei a perna para o banco, de modo que Macy pudesse deslizar para trás entre minhas pernas e eu pudesse massagear seus ombros.
"Não é assim. Um pouco mais forte perto do pescoço. Jesus, era melhor eu pedir pra Cheryl fazer." A encenação foi boa. Mark olhou para trás algumas vezes e sorriu para sua gêmea me dando bronca, mas o que ele não percebeu foi a mão dela passando suavemente as unhas sobre a pele e os pelos da minha coxa.
Mudando de posição e se mexendo até encontrar o encaixe perfeito, Macy estendeu a mão para trás e desamarrou as tiras do top do biquíni.
"Faz na minha pele. O tecido da minha camiseta vai me dar assadura." Era a mesma coisa de antes. Eu tocando sua pele nua, mas dessa vez outra pessoa sabia que eu estava fazendo isso.
Eu estava preocupado com meu melhor amigo e o que ele poderia sentir se soubesse o que estava acontecendo entre sua irmã e eu, mas não precisava me preocupar. O trabalho manual de Cheryl o tinha enfeitiçado e era tudo que ele conseguia fazer para se concentrar em dirigir.
Sob o manto da escuridão, arrisquei morte e desmembramento quando baixei minha mão esquerda do ombro de Macy e a coloquei em sua barriga. A palma da mão dela instintivamente cobriu a minha, pressionando-a contra o calor úmido. Eu não sabia para onde ir a partir dali, mas se Mark por acaso olhasse para trás, ainda veria minha mão direita no ombro da irmã.
Para minha surpresa, Macy levantou a mão e puxou o tecido fino que cobria seus seios, afastando-o da pele. Com um empurrão suave, ela moveu minha mão para cima.
A maciez me chocou. Assim como a ideia de que seu seio era duro, mas macio ao mesmo tempo. A dureza do mamilo era como uma pedra sob meu polegar. Eu nunca poderia imaginar sentir outro peito na vida que fosse melhor do que aquele.
Um gemido, provavelmente mais alto do que ela esperava, escapou da boca de Macy.
"Ele tá aliviando a rigidez, Mace?" Mark perguntou para a irmã.
Ela colocou a mão sobre meu pau duro e disse a ele: "Na verdade não. Ainda tá bem rígido, mas estamos trabalhando nisso."
Eu foquei na nuca de Mark para ver o que ele estava fazendo e, quando a barra estava limpa, beijei Macy suavemente na nuca salgada e suada.
O acionar dos freios nos tirou do transe. Lá estava eu, mais uma vez em apuros. Tendo o melhor momento da minha vida com Macy, mas parado na frente da minha casa com uma ereção furiosa.
Macy se ajeitou para o lado dela do banco de trás e eu agarrei minha mochila e a segurei na minha frente.
"Valeu pelo dia. Senhoritas, o almoço foi ótimo, vejo vocês depois."
"Ei, Bran, cinema drive-in no próximo sábado?" Tentei disfarçar minha empolgação, mas respondi rápido demais.
"Sim, parece legal."
Eu nem tinha chegado na porta de casa quando, pela primeira vez no dia, meu celular apitou. Um par de lábios vermelhos exageradamente franzidos apareceu na tela. Era da Macy.
Mais tarde, na escuridão total, a vibração do meu celular me acordou. Era pouco depois da meia-noite, mas eu acordei na hora.
"Tá acordado?" "Depende do que você quer dizer com acordado" "Acordado mesmo" "Então sim. Não tava, tô agora. Por que você não tá dormindo?" "Não consigo" "Por quê?" "O que você tá procurando?" A Macy aparentemente queria falar de coisas que eu não fazia ideia. "Eu tava dormindo. Não tava procurando nada" "Numa namorada. O que você tá procurando? Quais são as suas regras "Clássicas"?" "Regras clássicas? Boca suja... não desce pro sul" "PQP" "São 3h da manhã. Sei lá" "Vai. Me conta uma das suas regras." "Bom senso. Boca suja indica falta de higiene. Eu não beijo garota com boca suja, então acho que também não desço pro sul. Todo mundo sabe disso" "Me lembra de não te mandar mensagem depois de dormir nunca mais." "O quê? Você que perguntou?" "Você tem muita experiência no departamento 'lá embaixo'?" "Sinceramente? Vi uns filmes, mas só isso" "Desculpa ficar te incomodando" "Tá brincando? Suas mensagens são as melhores. Pode me mandar a hora que quiser." A próxima foi uma foto do rosto com focinho e orelhas de cachorro colados. "Valeu por hoje, Bran. Foi um bom momento." "Ótimo momento. Você?" "Eu o quê?" "Muita experiência ao sul da fronteira?" "Nanhã... igual você. Mas o Mark anda pelado aqui em casa o tempo todo, então já vi "aquilo" várias vezes." "Ei, Mace" "Oi" "Você beija tããão bem, e seus lábios têm gosto de morango" Outro emoji de rosto corado e uns lábios franzidos apareceram na minha tela. "Você também não é nada mal, Wingman" "AI!!!"Eu ri sozinho por a Macy ter me chamado de wingman. Deitado ali no escuro, eu me perguntava aonde isso ia dar. Será que íamos chegar ao ponto em que meu amigo ia querer me fazer mal? Se minhas preocupações eram exageradas antes, as mensagens seguintes foram suficientes para me deixar em parafuso.
Três pings seguidos me disseram que a Mace tinha mandado mais mensagens, mas eu estava enganado. A primeira era uma foto da boca e dentes dela. Pareciam limpos e perfeitos. A segunda era a mesma foto que ela tinha mandado na noite anterior dos peitos, e a terceira foi o divisor de águas.
A Macy ergueu o braço o mais alto que conseguiu e tirou uma foto do corpo nu, deitada na cama. Ela era magra, bronzeada e sexy. Com uma mão na barriga e uma perna dobrada no joelho, eu via os pelos pretos ralos que mal cobriam o monte de Vênus. Eram curtos e lisos, sem nenhum cachinho. Pelo ângulo, só dava para ver um pedacinho da bunda. O rosto lindo dela ficou de fora da foto, mas no geral foi a melhor coisa que eu já tinha visto.
"Mace, você é absolutamente linda. Eu teria dito isso mesmo sem essas fotos"Tão de repente quanto as mensagens começaram, elas pararam. Como meu avô costumava dizer, "Silêncio de rádio".
Segundas-feiras de manhã são uma merda. Era a última semana de aula e eu tinha que me acostumar com o trabalho, porque sempre preciso trabalhar no meu emprego de verão cedo nas segundas, sem exceção. Minha única salvação é um banho rápido e gelado e a corrida até a escola, para me acordar. Infelizmente, o banho de hoje não ajudaria na minha condição. A lembrança da Macy deitada nua me deixou duro como pedra e meu pau apontava para o céu como um míssil pronto para lançar.
Foda-se. Peguei o celular, tirei três fotos rápidas, mandei com a legenda "você fez isso comigo" e abri a conversa da noite anterior.
Olhando a foto do corpo nu na tela, envolvi a mão no meu pau e comecei a bater. Não demorou muito até eu estar rebocando o box do banheiro com uma fornada fresca de porra.
Depois de 8 horas ouvindo merda repetitiva, me vi de volta no chuveiro e mais uma vez enxaguando minha carga pelo ralo. Nem mensagem, nem foto, nem recado. Nada. O silêncio de rádio da Macy continuou até quinta-feira à noite, quando meu celular tocou.
"Quê?"
"Se arruma, cabeção, a gente te pega em dez minutos."
"Pra quê?"
"Vou levar a Cheryl na Sorveteria Dairy para um sorvete."
"Por que caralhos eu iria querer ir com vocês dois?"
"Como se você tivesse algo melhor pra fazer. Além disso, hoje a gente vai comemorar. Eu pago."
"Comemorar o quê?"
"Te conto depois. Te vejo em dez."
"Não. Não tô a fim de ser vela."
"Você sempre foi a vela, Wingman." Clique.
De fato, a Macy estava no banco de trás e me deu o cumprimento habitual "Bran".
Achando uma mesa debaixo de um guarda-sol, perguntei ao Mark o que estávamos comemorando.
"Cara, recebi a ligação. É Boston College, baby. Bolsa integral. Vou ficar pertinho de você."
"O quê? Espera. Onde você vai estudar?" a Macy perguntou.
Em todas as vezes que andamos no mesmo carro ou estivemos no mesmo evento, eu nunca tinha falado com a Macy sobre "onde" ela planejava continuar os estudos depois do ensino médio.
"MIT. Por quê?"
"Merda. Sei lá. Talvez você pudesse ter comentado, já que eu vou estar do lado, em Harvard."
"Caralho. Sério? Que legal. Esqueci de mencionar e nunca surgiu o assunto." Mark entrou na conversa quando a irmã terminou de falar. "É, nós três vamos estar em Massachusetts. Vamos estar a um pulo um do outro."
"Quatro de nós." Todos viramos a cabeça na direção da Cheryl. "Eu vou para Tufts, e caso vocês não saibam, também fica em Massachusetts."
"Olha só, Wingman, você ainda vai ter que sair com a Macy para fazer companhia a ela mesmo quando estivermos na faculdade."
"Vai à merda, Mark. É, tarefa bem difícil, não é, Bran?" O sarcasmo da Macy não passou batido por mim.
Cheryl e Mark começaram a falar sobre todas as possíveis oportunidades de pegação quando voltassem às aulas. Como talvez depois do primeiro ano pudessem alugar um lugar juntos para economizar. Todas as coisas que os casais falam. Macy, por outro lado, me olhava de um jeito que não tinha olhado antes. Nosso único contato foi quando ela tocou minha mão para pegar meu celular e brincar com ele. O passeio virou uma noite bem quieta.
Macy manteve distância e Mark me deixou em casa sem ela me beijar como tinha feito nas duas últimas vezes que saímos.
Sentado com meus pais e minha irmãzinha, eles me avisaram que sairiam na sexta-feira à noite quando meu pai chegasse do trabalho e não voltariam até domingo à noite. Iam para Chicago, para a família da minha mãe. Aparentemente, tinha um casamento no sábado e um batizado no domingo.
Eu tinha esquecido completamente de todo o resto. Liberdade de fim de semana era algo muito raro na minha família, e ter isso era uma ótima notícia. Depois de assistir a um jogo de beisebol com meu pai, subi para o quarto.
Jogando as roupas sujas da cama, peguei o celular e me joguei nela. Uma mensagem do Mark e uma série de mensagens da Macy estavam me esperando. A do Mark era só papo furado de cara, mas a Macy tinha perguntas e não parecia nada impressionada por eu não ter respondido.
"Cadê elas?" "Bran" "Me conta" "PQP, Bran" "Tá, desculpa não ter mandado mensagem depois que você mandou as fotos" "Brandon, fala sério"E assim por diante. Quando finalmente respondi, ela retornou num instante.
"Desculpa, Mace. Assisti ao jogo dos Cubs com meu pai. Tava sem o celular" "Cadê as fotos que eu te mandei?" "Apagadas" "Apagadas como?" "Apagadas mesmo. Deletadas." Levou um tempo para ela mandar alguma coisa de volta. "O quê? Por quê?" "Me partiu o coração, mas você sabe que seu irmão usa meu celular toda hora. Tenho quase certeza que você não ia querer que ele achasse" Dessa vez levou ainda mais tempo para ela responder, mas quando respondeu, valeu a espera. "Tão responsável. Você ganha uma estrelinha dourada por isso, mas da próxima vez que a gente se ver, eu te mostro como criar uma pasta oculta para só você abrir" Depois das palavras, uma foto em close da vagina dela. Saindo dos lábios inchados e rosados amarronzados, um clitóris que parecia uma pedrinha.Meu pau estava tão duro que achei que ia explodir. Não resisti à vontade de bater uma para as fotos.
"Porra, Mace, você tá me matando"A próxima mensagem era um vídeo curto. Era a mesma boceta, mas eu ouvia a respiração dela, enquanto via um dedo deslizar suavemente para baixo, separar os lábios molhados e entrar até a primeira falange do dedo mindinho.
Não podia deixar isso passar sem mandar algo de volta. Acionando o vídeo na câmera do celular, eu estava cada vez mais perto de gozar, então dei mais umas punhetadas no pau até ele jorrar porra para cima e por cima da minha barriga. Apertei enviar e esperei.
"Isso era porra?" "Sim" "Das fotos e do vídeo que eu mandei?" "Mace, você é gostosa pra caralho. O que você esperava?" "Você gozou tão forte, caiu alguma no seu ombro?" Também tinha um emoji de carinha rindo/chorando. "Quase, mas não" "Aposto que um pouco disso teria caído no meu cabelo" O mesmo emoji de antes. "Quem me dera" "Quem dera tivesse caído no meu cabelo?" "Não. Quem me dera você estivesse aqui" Depois disso, ficou um tempo sem resposta, então eu comecei. "Ei, Mace, por que eu?" "???" "Você podia ter qualquer cara da escola. Você quase me bateu por tentar tocar no seu peito e agora... bom, você sabe" De novo, silêncio por um instante. "Você é o melhor amigo do Mark. Eu não podia simplesmente dizer o que eu pensava, a gente se conhece desde sempre, mas agora que vamos nos mudar, é diferente"Diferente em que sentido? Pelo resto da noite e no dia seguinte na escola, tudo que eu conseguia fazer era não ficar encarando as fotos e o vídeo da Macy no celular. Quando o dia acabou, Mark estava me esperando do lado de fora.
Mark tinha uma proposta, que claro funcionaria a favor dele. Ele queria que eu fosse seu wingman no sábado, mas só por um tempinho. Ele queria que os pais dele e os pais da Cheryl acreditassem que nós quatro íamos todos sair juntos, e o único jeito de ele conseguir o carro era levar a Macy junto. Depois que estivéssemos todos juntos, ele largaria a irmã e eu para ficar sozinho com a Cheryl.
Era um ótimo plano, mas ele não queria que a Macy soubesse até a última hora, nem percebeu que também seria vantajoso para mim.
"Bran, você tem que me fazer esse favorzão. Descobre o que fazer com a Mace por umas duas horas e eu vou te dever para sempre."
"Você já me deve mais do que vai conseguir pagar."
Mark me deixou em casa e disse que mandaria os detalhes depois. Era bom estar na minha casa vazia. Meus pais deixaram $50 de emergência e instruções de como esquentar pizza congelada no balcão. Ajustei a temperatura a 350 e o timer no tempo necessário, abri um refri e liguei o jogo.
A pizza não estava tão ruim quanto achei que seria, mas o jogo estava. No sétimo inning, falei foda-se e mudei de canal.
Quando meu celular tocou, achei que era o Mark, mas pela centésima vez no dia, eu estava errado.
Harry Bateman estava mais uma vez precisando dos meus serviços. Ele precisava de um wingman para outra noite com a Alysa. Quando eu disse não, ele imediatamente voltou com a oferta habitual de $50, mas mais uma vez recusei.
"Vamos, Brando, eu preciso disso. Mesmo esquema da última vez e te dou $100 em dinheiro." Pensei um pouco e cheguei à conclusão de que poderíamos fazer funcionar. Mark ia me largar com a Mace na minha casa, a Mace podia andar até a casa da Alysa, e Harry e eu pegaríamos elas lá.
"Fechado." E então contei os detalhes.
"Desculpa, cara, a Macy não vem."
"O quê, por quê?"
"A Alysa tá toda pirada. Disse que a Macy ficou olhando e secando a gente transando da última vez. Disse que parecia que a avó dela tava encarando a gente fazendo aquilo."
"Não vou fazer o papel de vela, cara."
"Você não vai. A prima dela tá na cidade por umas semanas. Ela viu sua foto do anuário e tá a fim. Cara, você vai ganhar um jantar de graça, umas cervejas, cem pratas e vai perder o cabaço tudo na mesma noite."
Em qualquer outro universo, em qualquer outro momento, essa teria sido a melhor notícia que eu já ouvi, mas hoje à noite partiu meu coração.
"Desculpa, Harry, tô fora. Não posso ir", e desliguei. Não fazia sentido ficar pensando mais nisso.
O som do celular tocando não me surpreendeu. Eu sabia que Harry tentaria de novo. Ele melhoraria a oferta de algum jeito. Caras como ele não estão acostumados a ouvir não. Sem olhar, atendi.
"Oi."
"Que porra é essa, Bran?" Não era o Harry, afinal.
"Oi, Mace."
"Você acabou de recusar o Harry, uma noite fora, cem pratas e uma transa garantida?"
"Ah, é."
"Você falou pra ele que iria se eu fosse?"
"Não."
"Bom, a Alysa tá no meu pé por causa disso. Disse que você falou que não iria a menos que eu fosse junto."
"Nunca disse isso. Disse que queria que você viesse, e depois disse que não ia com a prima da Alysa. Nada além disso."
O tom e o clima mudaram com aquelas palavras. Todo mundo sabia que Macy era irmã do meu melhor amigo e ninguém jamais esperaria que houvesse algo rolando entre a gente.
Depois de alguns instantes, a voz dela pareceu uns dois oitavos mais grave quando perguntou: "Você ainda vem amanhã à noite?"
"Você ainda quer que eu vá?"
"Sim", e foi só isso.
Bem na hora, o carro da família Robinson apareceu, mas diferente de todas as outras vezes que Mark saía para um encontro, eu não entrei. Em vez disso, abri a porta para a Macy sair. Ela olhou para o irmão, depois para mim, depois de volta para o irmão.
"Vamos, Mace, eu te explico."
Quando terminei de dar a ideia geral do porquê o irmão tinha largado nós dois, ela perguntou se meus pais se importariam se ela ficasse lá até Mark voltar.
"Eu não contei pro Mark, e não quero te assustar, mas eles viajaram no fim de semana."
"Para onde?"
"Chicago."
"Por que você não contou pro Mark?" Essa era uma boa pergunta. Eu devia ter contado. Teria facilitado as coisas para ele, mas fui egoísta. Queria ficar sozinho com a irmã dele, e disse isso a ela.
"O que você acha que vai acontecer, Brandon?"
"Nada. Só quero ficar sozinho com você."
Macy já tinha estado na minha casa antes, mas fazia anos. A última vez provavelmente foi na minha festa de 10 anos, então mostrei a casa e ofereci algo para beber. Coca Diet e um pacote de Doritos Cool Ranch foram servidos.
Colocando The Mandalorian, sentamos lado a lado no sofá.
Assustado, mas excitado, seria a única forma de descrever o que eu sentia. Juro que dava para sentir o pulso da Macy batendo na almofada onde estávamos.
A cada chance, eu me aproximava um pouco mais, até que a pele nua das nossas pernas cobertas por shorts se tocou. Macy deu um pulo quando sentiu os pelos da minha perna encostando na perna lisa e sem pelos dela, mas não se mexeu.
Minhas mãos tremiam tanto que precisei largar a latinha de refri. Com um movimento rápido e direto, passei o braço direito em volta do ombro da Macy. Ela não fez objeção e se recostou no meu corpo, o que era um bom sinal, e quando olhei para baixo, vi que os mamilos dela estavam eretos por baixo do sutiã e da camiseta, o que era um sinal ainda melhor.
Continuamos sentados em silêncio até eu não aguentar mais.
"Mace, você ficaria brava se eu te beijasse?"
"Mais tipo, brava se você não beijasse." Tinha um sorriso no rosto dela, mas notei que a latinha de refri dela tremia ainda mais do que a minha tinha tremido.
Cinco minutos de beijo, e eu estava meio deitado no sofá, com as costas apoiadas no braço, e a Macy deitada em cima de mim. Nossos lábios exploravam cada centímetro da boca um do outro. A Macy tinha gosto doce e ácido do refri e dos salgadinhos, mas eu não trocaria por nada.
O mais casual possível, deslizei a mão para a lateral da caixa torácica dela e dei uma leve apalpada no peito por baixo. Quando não houve resistência, eu o enchi a mão e o polegar foi e voltou sobre o mamilo endurecido por baixo da roupa.
Macy parou e se afastou.
"Você tem certeza que seus pais não voltam hoje à noite?"
"Absoluta."
Aquela era a palavra-chave. Em um movimento fluido, Macy puxou a camiseta e o sutiã para cima, tirando-os pela cabeça. Seu peito ficou nu diante de mim pela primeira vez. Apenas mechas de seu longo cabelo escuro lhe davam alguma cobertura.
"Levanta." Macy me chamou para a frente até conseguir alcançar e tirar minha camiseta.
Quando ela se recostou em mim, sua pele nua estava quente e macia contra meu peito. Nossos lábios se encontraram e nossas mãos vagaram livremente sobre a pele nua embaixo delas. Eu honestamente ficaria satisfeito em continuar assim a noite toda, mas a coxa de Macy roçando na minha virilha protuberante me dizia que as coisas continuariam a se intensificar.
Levantando minha bunda da almofada, Macy puxou minhas cuecas boxer até os tornozelos e se afastou. Sem tirar os olhos da minha ereção, ela colocou os dedos finos nas laterais de sua calcinha delicada e a deslizou até o chão.
Nua. Macy Robinson estava nua e linda, e estava na minha casa. Eu estava tão excitado que o pré-gozo começou a escorrer pelo buraco do meu pau. Se Macy sentasse onde estava antes de começarmos tudo isso, e sua coxa nua encostasse no meu pau, tenho certeza de que eu ejacularia na hora.
Eu não ejaculei. Macy sentou no meu colo com os joelhos de cada lado dos meus quadris. O calor e a umidade de sua boceta pressionavam a parte inferior do meu membro. Cada movimento fazia os pequenos pelos delicados acima de sua fenda me provocarem cócegas. Era uma sensação à qual eu poderia facilmente me acostumar.
As pequenas nádegas de sua bunda preenchiam minhas mãos enquanto eu as apertava. Macy arqueou as costas, afastando o peito do meu. Sem pedir, chupei um de seus mamilos duros para dentro da boca e o rolei com a língua.
"Ah, merda." Macy foi muito receptiva às minhas ações. Suas mãos e dedos se enrolaram no meu cabelo curto e puxaram meu rosto com força contra o seio.
Seu corpo esguio e sedoso deslizou pelas minhas pernas e saiu de cima de mim. Sua mão agarrou meu pênis e puxou o membro para cima e para baixo. A boca de Macy estava aberta e não muito longe da ponta. Eu sabia o que estava por vir e, por mais feliz que estivesse com isso, me ofereci para ser um cavalheiro.
"Mace, eu realmente quero que você faça, mas vou ficar bem se não fizer."
Sem nem piscar, ela me colocou entre os lábios e começou a balançar a cabeça. Não demorou muito para ela ser recompensada por suas ações. A sensação da língua dela me acariciando molhada, enquanto seus dedos embalavam minhas bolas, foi mais do que meu pau virgem podia aguentar.
"Mace, estou lá."
A cabeça de cogumelo do meu pênis saiu de sua boca com um som de estalo. Meu primeiro jato a atingiu logo abaixo do queixo, e o segundo e terceiro espirraram pelo peito e seios dela. Observei maravilhado enquanto a porra pingava pelo seu pescoço, escorrendo e cobrindo seus mamilos duros. Eu não sabia o que fazer a seguir, mas não resisti a beijá-la o mais forte que pude.
Uma toalha morna e úmida limpou o queixo e o torso superior de Macy. Ela estava rindo quando perguntou se eu sempre gozava tanto.
"Não sei, Mace. Nunca estive tão excitado antes na minha vida."
"Nem eu. Acho que estou encharcando seu sofá."
Ela provavelmente estava, mas eu queria verificar por mim mesmo. Recostando-se no braço do sofá, Macy abriu as pernas para que eu pudesse retribuir suas ações anteriores.
Pequenos fios de seus fluidos pareciam uma minúscula teia de aranha nos lábios de sua boceta. Com uma lambida da minha língua, eles foram apagados. Macy estava muito molhada. Sua excitação vazava livremente, e minha boca saboreou todos os seus ricos sabores. Sem nada para comparar, ainda assim senti que nunca seria melhor do que naquele exato segundo.
Agradá-la se tornou meu objetivo número um. Tudo o que eu fazia naquele momento parecia ser para ela, mas não havia dúvida de que eu também estava gostando, e muito. Macy me deixava saber do que gostava e do que não gostava. Tentar enfiar minha língua enrolada nela foi recebido com um "Não". Depois, enquanto chupava suavemente seu clitóris, ela levou a mão à minha bochecha, e um suave "Sim" escapou dela.
Estávamos aprendendo na prática.
Focado no que a fazia feliz, chupei seus lábios escuros e rosados e mordisquei o pequeno botão de seu clitóris. Minha intenção era nunca parar de fazer isso por ela, mas depois que seu corpo tremeu no que acredito ter sido um orgasmo, Macy teve outras ideias.
"Pausa. Pausa, preciso dar um tempo."
Antes que me beijasse, Macy limpou a viscosidade do meu rosto com a mesma toalha úmida que usou para limpar minha porra.
Foi um grande dia. Um que eu esperava lembrar pelo resto da minha vida. Eu normalmente era o proverbial filho bom moço, mas para a ocasião especial desta noite, arrisquei a fúria dos meus pais quando peguei uma cerveja e um White Claw escondidos da geladeira de bebidas da família.
Macy sentou-se de frente para mim. Ficamos brincando ociosamente com as partes do corpo um do outro que ainda não haviam sido tocadas. Beijando, acariciando, roçando, aproveitando.
"Bran." Respondi com um "Uhm" enquanto ela passava levemente as unhas ao longo do meu membro ainda duro.
"Podemos ir para o andar de cima? Não quero que minha primeira vez seja no sofá da sua família."
Minha cabeça balançou como se estivesse numa mola. Macy se levantou primeiro, estendeu a mão e me guiou escada acima.
O colchão queen size herdado, que já pertenceu aos meus pais, estava no centro do quarto. Macy ficou de um lado da cama e eu fiquei do outro. Meus lábios estavam secos, minha boca parecia feita de algodão e meu estômago se enrolava em nós.
"Mace, tem uma camisinha escondida na gaveta ao seu lado. Está na caixa de Altoids de lata." Ela apenas balançou a cabeça e sussurrou, "tomo pílula".
Visivelmente trêmulos, subimos para o meio da cama. Macy era sexy além de sua idade. De quatro, seus seios empinados pendiam para longe do peito, enquanto suas costas se arqueavam, exibindo sua barriga firme e sua bunda doce e redonda.
Seu corpo quente se cobriu sobre o meu. Ela era sedosa e suave comparada à aspereza da minha pele, mas ambos parecíamos estar gostando da sensação. Nossos beijos e carícias eram o que poderia ser considerado preliminares, mas além da sensação, não era necessário. Os mamilos duros de Macy e sua vagina úmida, junto com minha ereção furiosa, eram o suficiente para que qualquer um soubesse que estávamos prontos.
"Como você quer fazer, Mace?"
"Você por cima, para que eu possa olhar nos seus olhos."
De joelhos, entre suas pernas abertas, tínhamos o alinhamento perfeito. Macy esfregou a cabeça do meu pênis ao redor de sua abertura. Meu pré-gozo misturado com sua lubrificação natural era mais do que precisávamos. Com um aceno de cabeça dela, eu me movi para a frente.
Quase com um estalo, a glande lisa entrou dentro dela. Macy e eu nos encaramos e gememos em uníssono. Lentamente, continuei. Não havia barreira para impedir meu progresso, então, pouco a pouco, afundei no paraíso.
A sensação de seu aperto sedoso e umidade foi épica. Se eu não tivesse gozado antes, já teria acabado para mim. Quando meus testículos repousaram nas nádegas dela, soube que não éramos mais virgens.
Um sorriso veio ao meu rosto e uma pequena risada escapou de mim. Macy tinha um olhar perplexo no rosto.
"O quê?"
"Você é tão linda. Estou pensando em como sou sortudo. Seis meses atrás, você me deu um soco por tentar apalpar seu peito, e agora está nua na minha cama."
"Nua na sua cama e você fez mais do que só apalpar meu peito, você está dentro de mim."
Envolvendo os braços ao redor do meu pescoço, ela se puxou para cima, enfiou a língua na minha boca e começou a girar os quadris.
Cada terminação nervosa no meu corpo estava em alerta máximo. Nosso ritmo estava fora de sincronia, mas iríamos trabalhar nisso. Cada impulso, cada investida, cada mordiscada e mordida era adicionada ao nosso currículo de experiência sexual.
Em certo ponto, Macy jogou a cabeça para trás no meu travesseiro e fechou os olhos. Fechar os olhos era a última coisa na minha mente. Eu observava cada movimento da forma feminina abaixo de mim. Observava enquanto meu membro entrava e saía. Observava enquanto meu pau puxava para trás a carne carnuda de seus lábios rosados e os empurrava de volta juntos. Observava o aperto da pele que me envolvia. Observava o acúmulo de seus fluidos que me cobriam. Observava suas mãos rasgando minha roupa de cama debaixo dela enquanto ela gozava.
Foi demais para mim.
"Mace... desculpa."
"Faz. Não se preocupe, amor." Ela sabia. Ela sabia que tinha acabado para mim. Eu dei tudo que podia, e ela me deu permissão para terminar.
"Poooooooooorra."
Entrelaçados, corpo e alma, adormecemos para um lugar onde a maioria das pessoas de 18 anos normalmente não vai tão cedo, para dormir.
"Quê?" Pulei assustado. Macy estava ao meu lado, ainda dormindo. Ninguém estava falando e o quarto estava escuro. Então aconteceu de novo. Com uma fração de segundo de diferença, nossos telefones tocaram novamente. Procurando na escuridão pelo som e ruídos ofensivos, encontrei meu telefone na mesa de centro lá embaixo.
"Sim?"
"Porra, cara, onde caralhos você estava? A Cheryl está ligando para a Mace, e esta é a terceira vez que eu te ligo."
"Estamos vendo Netflix. Não conseguíamos ouvir porque está muito alto."
"Estaremos aí em dez minutos. A Cheryl precisa ir para casa."
"Ok."
Três degraus de cada vez, eu subi correndo para o meu quarto. Tocar na minha amante nua para acordá-la me fez começar a ficar duro de novo.
"Mace, Mark ligou. Eles estão aqui em dez minutos."
Como uma gata se espreguiçando, ela levantou os braços sobre a cabeça, bocejou e semi gritou: "Me sinto tão incrivelmente bem."
"Bran, liga para o Mark de volta e diz que eu vou ficar até seus pais chegarem em casa no domingo."
"Acha que eu não vou? Eu faria isso num piscar de olhos."
Contrariada, ela saiu da cama e foi para o meu banheiro. Com a porta aberta, tive outra primeira vez na minha vida. Macy sentou e fez xixi na minha frente. Quando se limpou e lavou as mãos, ela pegou minha escova de dentes do suporte, colocou um pouco de pasta e começou a escovar. Meu olhar deve ter a surpreendido.
"O quê?"
"Nada."
"Claro que nada. Apenas lembre-se de onde sua boca esteve hoje. Acho que você está seguro me deixando usar." Eu concordei com a cabeça. Macy cuspiu, enxaguou, colocou mais pasta e me entregou a escova de dentes para provar seu ponto.
Parado dentro da porta da casa dos meus pais, ficar de agarramento com a irmã do meu melhor amigo era surreal. Cada beijo parecia tão vivo quanto o primeiro no drive-in. Seus lábios me possuíam.
Quando o brilho dos faróis do carro da mãe dela pôde ser visto chegando pela rua, foi preciso tudo em meu poder para deixá-la ir.
"Mace... eu te amo."
"Eu sei que você ama."
Saindo para a varanda, a mochila xadrez jogada sobre o ombro, Macy correu até o SUV e pulou no banco de trás. Com uma buzina e um aceno, eu estava sozinho em casa.
O banho foi bom, mas não preencheu o vazio que eu estava sentindo. Eu disse a Macy que a amava e não recebi nada em troca. Ela estava fora há quase 2 horas, sem mensagem, sem ligação. Eu sabia que estava pensando demais, mas sentia falta dela.
Ver os melhores momentos dos esportes, comer pizza fria e beber um Dr Pepper tirou minha mente dos eventos do dia, mesmo que por um segundo.
Sorri com minha sorte. Não era mais virgem. Tinha perdido essa carta para a garota mais gostosa da cidade, e foi ótimo, mesmo que ninguém jamais soubesse.
Mesmo em uma noite barulhenta como esta, quando o vento sopra os sinos dos vizinhos como uma orquestra de percussão, eu podia ouvir a madeira rangendo na varanda, revelando o segredo da presença de alguém. Eu sabia que não estava sozinho antes mesmo de ouvir as batidas leves.
Macy estava do outro lado da porta de tela. Ela estava usando roupas diferentes das de antes, seu cabelo ainda molhado estava preso no rabo de cavalo habitual, e sua mochila estava abarrotada.
Nenhum veículo à vista. Ninguém a havia deixado.
Abrindo a tela, ela deslizou entre a porta e a moldura, largou a bolsa e basicamente pulou nos meus braços.
"Eu também te amo. Desculpa não ter dito primeiro."
Não havia necessidade de se desculpar, mas eu me perguntava como ela estava e por que estava ali.
"Mace, o que você está fazendo? Seus pais vão te matar."
Matar talvez fosse um pouco forte, mas certamente ficariam furiosos por sua única filha estar fora depois do toque de recolher e na companhia de um garoto.
"Está tudo bem. Eles foram dormir cedo. Vão pescar amanhã de manhã e nunca nos verificam quando saem tão cedo."
Nossos lábios se encontraram em um beijo ganancioso enquanto eu a puxava para dentro de casa. Tudo nela me fazia arrepiar. O cheiro de seu cabelo recém-lavado e o aroma de sabonete feminino em sua pele estavam me deixando duro.
"Quanto tempo você pode ficar?"
"Eles voltam antes do jantar amanhã à noite. Eu esperava que você me convidasse para dormir aqui."
Meu sorriso e risada pareceram irritar um pouco Macy.
"O quê?"
"Ah, não sei. Por todos os anos que te conheço, você agiu como uma boa menina e agora é dolorosamente aparente que garota má você é de verdade, fugindo de casa, passando a noite com um garoto estranho, fazendo sexo antes do casamento. Que vergonha."
"Você não é um garoto estranho, Bran, você é só estranho pra caralho." O soco dela me acertou logo abaixo das costelas.
Imagino que um dia olharei para trás nos eventos do dia e da noite com grande carinho, mas também será engraçado para mim. Macy e eu tivemos quase tudo o que um homem e uma mulher podem ter durante o dia, no entanto, aqui estávamos à noite, agindo nervosos um com o outro.
Enrolada em mim, ainda envolta em seu moletom grande, assistimos televisão até que a tensão fosse maior do que nós dois.
Macy se levantou, estendeu a mão e me puxou como um cachorrinho. Pela sala, subindo as escadas, pelo corredor, até o meu quarto.
Suas mãos puxaram o moletom por cima da cabeça e a calça de moletom pelas pernas. O conjunto de sutiã e calcinha rosa combinando estava me deixando louco.
Macy sincronizou seu telefone com meu Bose e começou a tocar sua música. Tentei ir em direção a ela, mas como uma guarda de trânsito, ela colocou a palma da mão para cima e me parou no meio do caminho, apontou para a cama para eu me deitar, quase como se estivesse dando instruções.
"Lover" de Taylor Swift preencheu o ar noturno enquanto Macy balançava os quadris de um lado para o outro e dançava sedutoramente pelo quarto. Tudo nela me excitava. Eu me forcei a ficar parado. Cada centímetro do meu ser gritava para eu agarrá-la, mas observei maravilhado enquanto ela tirava minha cueca e depois a sua própria.
Movendo os lábios junto com a música, Mace subiu na cama, esfregou as pontas dos dedos sobre seus mamilos duros e me olhou nos olhos toda vez que ela e Taylor diziam "Lover". Foi mais do que suficiente para me preparar para o evento principal. Meu pau estava duro como pedra e o pré-gozo mais uma vez escorria da ponta. O último "Lover" saiu da boca de Macy pouco antes de ela se afundar na minha dureza.
Ao contrário de mais cedo naquele dia, não havia senso de urgência. Esta noite, estávamos com calma. Estávamos fazendo amor. Minhas mãos traçaram cada centímetro do seu corpo bronzeado enquanto ela movia lentamente os quadris no ritmo da música.
Macy usou os dedos para acariciar seu clitóris enquanto eu empurrava em sua umidade. Com as costas arqueadas e minhas mãos envolvendo seus seios, minha amante gozou ao som de Lana Del Rey cantando "Let me love you like a woman". O aperto quente e úmido de sua boceta me levou ao limite. Jato após jato do meu sêmen cobriu o interior de sua feminilidade.
Inclinando-se para a frente, ainda unidos como amantes, nos beijamos. Suas mãos arrastaram os dedos pelo meu cabelo, enquanto as minhas seguravam a nuca de sua cabeça ainda úmida. Enquanto isso, eu podia me sentir pulsando dentro dela. Seria a melhor noite de sono que eu poderia lembrar.
A luz do sol da manhã surgiu acima das planícies, iluminando tudo em seu caminho. Meu quarto se encheu de raios alaranjados dançantes, realçando todas as características de Macy enquanto ela estava deitada nua na minha cama. Ontem e esta manhã seriam registrados como os dois melhores dias da minha vida até agora.
Nossa luxúria juvenil estava a todo vapor. Fizemos amor na minha cama antes do café da manhã. Transamos no chuveiro enquanto tentávamos nos limpar. Macy me fez um boquete enquanto os Cubs jogavam ao fundo. Retribuí o favor fazendo-a gozar na minha língua enquanto ela me observava.
Antes de tomarmos banho pela segunda vez naquele dia, encerramos o dia transando no sofá da família. A noite de cinema em família nunca mais seria a mesma.
De mãos dadas, levei Macy para casa.
A casa dela estava vazia e, por mais que eu quisesse ficar, ambos sabíamos que seria arriscado demais. Mark e os pais dela poderiam chegar em casa a qualquer momento e ser pegos lá causaria mais problemas do que qualquer um de nós estava pronto para enfrentar.
Mark estava sentado no SUV da família em frente à minha casa quando cheguei. Ele estava radiante. Seu sorriso ia de orelha a orelha. Ele estava morrendo de vontade de me contar algo e eu tinha uma boa ideia do que era.
Com duas cervejas geladas na mão, sentamos na grama do Shadle Park enquanto Mark me contava como havia perdido a virgindade na noite anterior. A história dele era exatamente como ele havia planejado. Ele deixou Mace na minha casa, foi ao drive-in e, no banco de trás do carro da mãe, ele se tornou homem.
Por mais que eu quisesse contar a ele sobre minha noite, eu sabia que isso nunca aconteceria.
Enfiando a mão no bolso da camisa, Mark tirou uma embalagem de camisinha usada.
"Esta é a escolhida, amigo. Aquela que fez tudo acontecer. Vou guardar essa porra de troféu para o resto da vida. Vai ficar na prateleira bem ao lado de todas as outras."
Não pude deixar de me perguntar como os pais dele, muito religiosos, reagiriam à notícia de que seus filhos gêmeos de 18 anos haviam perdido a virgindade na mesma noite. Quis rir ou até sorrir, mas reprimi essa ideia mais rápido do que ela surgiu na minha cabeça.
"Fico feliz por você, cara. Foi tudo o que você esperava?"
"Mais. Você espera. Da próxima vez que o Harry disser que a prima da Alysa está por perto, vá. Você não vai se arrepender. Lembra quando eu te disse como foi bom enfiar o dedo na Beth Hanlin? Bem, isso foi cem vezes melhor. A propósito, desculpe por fazer você ficar com a Macy."
Quando eu disse que era para isso que serviam os amigos, Mark bateu a lata dele na minha, disse "Saúde", depois riu e me disse que eu seria seu "ala" para sempre.
Para Mace e eu, os dias seguintes foram limitados a um sexting leve. Nós dois tínhamos trabalho e tarefas em casa, então escapar não era uma opção. Sabendo que um encontro durante a semana estava fora de questão, estávamos ansiosos pelo fim de semana.
Na quinta-feira, os planos para o fim de semana estavam confirmados.
Meu celular vibrou no bolso, então me escondi para não me ferrar ao atender.
"Ei."
"Brando. Não faça planos para o fim de semana. Vamos para o lago."
Por mais que eu quisesse pular na oportunidade, joguei o mais frio possível.
"Não sei, cara. Dois outros caras me chamaram para ir junto."
"Olha, Bran, seu dia vai chegar, eu prometo. Liguei para o Harry para perguntar da prima da Alysa, mas ela e a Alysa estão de castigo. Foram pegas bebendo e você sabe que a Cheryl não pode ir a lugar nenhum a menos que a Macy peça. Então, você está ferrado."
"Por que eu estou ferrado, porque você quer transar?" Eu queria enrolá-lo, mas meu telefone acendeu com uma mensagem da irmã dele.
"Cheryl ligou. Lago neste fim de semana. Mal posso esperar. Muita saudade." Com uns lábios fazendo biquinho.Com os olhos grudados na mensagem, senti meu pau crescendo dentro das calças.
"Ei... fala sério, cara, me responde."
"O quê?" Mark estava falando e eu não tinha ouvido uma palavra do que ele dizia.
"Eu disse, me faz esse favor e eu prometo que quando chegarmos na faculdade, eu arrumo uma transa pra você. Palavra."
"Sua palavra? Tipo quando você disse que ia mandar uma bola fácil pra eu rebater um home run e impressionar a Debbie Hinks? Essa palavra?"
"A gente tava no ensino médio, seu idiota. Não tô falando de beisebol. Tô falando de boceta, e você tem minha palavra."
"Esquece. Você não me deve porra nenhuma. Eu vou fazer porque somos amigos, mas você tem que me arrumar ingressos pro primeiro jogo da faculdade que você começar."
"Fechado, filho da puta."
O passeio de caiaque no lago estava garantido.
Eu podia ouvir a alegria na voz dele quando desligou. Quanto a mim, passei as três horas seguintes ajeitando a ereção dentro das calças.
Às vezes, o azar faz chover no nosso desfile, e aquele dia era hoje. Eu soube só de olhar para Macy que algo estava errado, mas ela não disse uma palavra e ficou do lado dela do SUV até chegarmos ao lago.
Com os coletes salva-vidas e os lanches embalados, e os detalhes para nos encontrarmos mais tarde para o almoço acertados, Mark e Cheryl foram para o norte, e nós dois fomos para o sul.
Pequenas mas visíveis lágrimas enchiam os cantos dos olhos de Macy enquanto remávamos em direção à praia.
Encalhando os caiaques na areia, olhei em volta e, com certeza, como em todas as outras vezes naquele pedaço de rocha, estávamos sozinhos. Aproveitando a oportunidade, puxei Macy para perto e perguntei qual era o problema.
Acontece que o mesmo destino de ser mulher que atingira Cheryl na nossa última vez aqui, surpreendera Macy mais cedo pela manhã.
"Bran, normalmente sou tão regular. Não sei por que veio três dias adiantado."
"Por que você estava chorando? Eu não me importo com todas as outras coisas. Eu queria estar com você. Quer dizer, eu gosto, não, eu amo as outras coisas, mas só de estar junto com você é muito mais importante."
Suas pequenas lágrimas se transformaram em soluços completos enquanto ela puxava minha camiseta e enterrava o rosto nela.
As coisas sempre dão um jeito de se acalmar. Estender o cobertor e descansar nele ao lado de Macy era exatamente o que precisávamos. Seu humor mudou quando nossos lábios se encontraram, e minhas mãos acariciaram a pele macia de seu pescoço. Conversamos longamente sobre tudo o que nos vinha à cabeça. Nenhuma pergunta ficou sem resposta. Era bom estar juntos.
A ideia de sexo estava sempre no fundo do meu crânio de 18 anos, mas hoje estava enterrada sob outros sentimentos, e não teria entrado em jogo, até que os dedos de Macy começaram a brincar com o cordão do meu shorts.
Ela estava de lado, deitada com a cabeça no meu peito. Seus dedos pequenos estavam circulando os pelos ao redor do meu peito e umbigo enquanto conversávamos, mas assim que eles deslizaram para dentro das minhas calças, fiquei duro como uma pedra.
Deslizando a cabeça mais para baixo, Macy me puxou para fora do tecido que me cobria e me chupou para dentro de sua boca quente.
Assim como no fim de semana passado, foi incrível pra caralho. Sua língua e seus lábios contraídos me acariciavam enquanto ela subia e descia no meu pau. Minhas bolas viraram brinquedos para os dedos dela, que arrastava suavemente as unhas sobre elas.
Macy engasgou uma ou duas vezes quando me levou fundo demais, mas não desistiu em momento algum.
Desamarrando o cordão que segurava a parte de cima do biquíni, libertei minhas duas novas amigas.
Macy respondeu ao meu toque com um gemido. Quando ela fez isso, enviou uma onda de choque pelo meu pênis e através do meu corpo.
Ver seus lábios sexy circulando meu pau, a sensação dela me chupando, e seus seios macios e mamilo duro enchendo minha mão, me levaram ao limite.
"Macy, tô gozando."
"Uhm" foi tudo que ela disse enquanto a pressão aumentava, e eu explodi.
Diferente da nossa primeira vez, nada respingou nela. Macy pegou tudo na boca, girou em volta, depois cuspiu na areia atrás dela. Foi a coisa mais sexy que eu poderia imaginar ver.
"Caralho, Mace, isso foi tão bom."
Balançando a perna por cima do meu quadril, Macy montou em mim e prendeu seus lábios aos meus. Ficamos assim por pelo menos dez minutos até que Macy se levantou e andou sem a parte de cima até o cooler, para pegar algo para bebermos.
No caminho de volta do cooler, ela parou, ergueu as mãos e perguntou, "sério?".
"Sério, o quê?"
"Esse negócio nunca fica mole, sério?"
"Não perto de você. Nunca vai ficar mole olhando para a sua bunda gostosa. Mace, me sinto tão mal por você ter me feito gozar e eu não poder retribuir o favor."
Do jeito mais tímido e acanhado, ela se sentou ao meu lado e disse, "A gente sempre pode fazer na água."
Outra primeira vez. Não seria algo que eu pensaria, mas uma vez que a ideia foi colocada na minha cabeça, me deixou ainda mais duro.
"Não vai te machucar nem nada, vai?"
A risada dela ecoou pelo lago.
"Não. Mas imagino que pode ser bagunçado, então no lago provavelmente seria a melhor aposta para nós. Além disso, vamos tentar algo novo juntos."
Em um lugar que sabíamos que ninguém nos veria, nos despimos e colocamos nossas roupas de banho sobre as pedras. Macy me fez virar as costas enquanto removia e descartava seu absorvente interno. De mãos dadas, entramos no lago até a altura do peito.
Macy se virou para mim, pulou e enrolou as pernas ao redor do meu quadril. Comigo a apoiando pela bunda, ela alcançou entre nós e me posicionou para que pudesse se empalar no meu pau.
"Aaarrrrrggggh."
Me perguntei se estava tudo bem até que ela esmagou o rosto contra o meu e enfiou a língua na minha boca.
"Porra, Brandon, isso é tão bom."
Ela não estava errada. Era bom mesmo. Era diferente da primeira vez. As paredes internas pareciam diferentes. Ainda estava molhado e quente, mas de um jeito diferente. Quando começamos a nos mover juntos, Macy estremeceu e tremeu no meu pau. Toda vez que eu entrava e saía, seu calor era substituído pela água fria ao redor do meu pau causando sensações estranhas, e aparentemente estava afetando-a da mesma forma.
A água e minhas mãos segurando as nádegas da sua bunda me ajudaram a manter minha amante magrinha suspensa sobre meu pau. Cada estocada trazia um grunhido e um gemido. Seus lábios só deixavam os meus para que ela pudesse me dizer que me amava.
Puxando meu rosto em direção ao seu seio, Macy puxou meu cabelo e gritou quando gozou. Sabendo que ela tomava pílula e estava menstruada, nem me preocupei em pedir permissão.
Meu leite jorrou para cima e para dentro dela enquanto nos abraçávamos forte.
No pós-brilho do nosso amor luxurioso, nos lavamos na água. Salpicando água e nos beijando de brincadeira como adolescentes. Quando Macy me empurrou para trás e pulou em mim, se espetando na minha dureza, um segundo "sério" saiu dela.
"Eu te disse, não tem nada a ver comigo. A culpa é toda sua."
Macy ergueu a sobrancelha e afundou minha cabeça na água.
A segurança da nossa rocha e o ponto de vista mais alto nos permitiu ver Mark e Cheryl vindo em nossa direção pelo lago. Seus caiaques estavam quase se tocando. Eles salpicavam água e se empurravam de brincadeira, tentando virar as embarcações. Estavam tão felizes quanto nós, só que não podíamos demonstrar.
Outro ótimo dia no lago. Caiaque, natação, almoço e sexo, a vida não podia ficar melhor que aquilo.
Cheryl deu o veredito. Com a remada de volta para a rampa de barcos e o caminho para casa, teríamos que nos apressar para chegar a tempo do horário de recolher dela.
No carro, era o mesmo arranjo de assentos da última vez, só que desta vez Macy não estava nem um pouco recatada. Com minhas costas contra a porta, ela se enroscou ao meu lado, puxou meu braço sobre o ombro dela, se cobriu com sua toalha grande e disse a todos que estava cansada.
Os olhos atentos de Mark olharam para trás algumas vezes e eu fiz contato visual direto com ele todas as vezes. Se ele soubesse que a mão da irmã estava enrolada em mim e minha mão tinha deslizado para dentro do top dela e estava acariciando seu peito macio, ele teria me matado.
As atividades do dia e o conforto geral do que me cercava devem ter me colocado em um estado semi-comatoso.
Fui puxado para a realidade quando Mark freou bruscamente e gritou, "Ala, banco da frente", me fazendo sentir como se Macy e eu tivéssemos sido descobertos.
Cheryl mergulhou entre os dois bancos dianteiros e caiu no colo de Macy. Eu e minha ereção não tivemos escolha a não ser rastejar para o banco que acabara de ser desocupado.
"Todo mundo. Se ajeitem. Macy e Cheryl, finjam que estão dormindo. Mamãe e papai estão na casa do Brandon. Ala, se livre disso." E ele apontou para minha virilha.
Muito crédito tinha que ser dado ao seu estado de alerta. Mark notou a caminhonete da empresa do pai a um quarteirão de distância. Nada de bom viria de chegarmos em frente à minha casa com cada um dos gêmeos aninhado com um namorado ou namorada.
"Que porra é essa? Ai, merda, a gente tá tão fudido." Honestamente, eu nunca tinha ouvido a Cheryl falar palavrão. Era da sua criação. No entanto, aqui estávamos nós, e ela tinha acabado de soltar palavrões consecutivos. Por mais estranho que soassem saindo da sua boca, ela provavelmente estava certa.
Meu pai, o Sr. Robinson, e quem eu só podia presumir que era o pai da Cheryl, todos estavam sentados na varanda da frente da minha casa de família. Parecia que estavam saboreando uma cerveja gelada ou, no mínimo, um chá gelado.
Quando chegamos, meu pai gritou para dentro de casa. O pai do Mark se levantou e fez sinal para Mark ir até ele. Tanto Mark quanto eu saímos e fomos para a porta traseira. Puxando minha mochila, sussurrei, "que porra é essa, cara?".
"Mark, traz a Mace e a Cheryl também." A voz do Sr. Robinson pareceu trovejar do outro lado da rua.
"Eles estão dormindo, pai."
"Acorde-os." Aparentemente, eles saírem do SUV e virem até minha casa não era uma sugestão.
As garotas fizeram um bom trabalho de atuação. Elas se espreguiçaram e conversaram como se nada estivesse fora do normal, mas não exageraram.
De pé na passarela, meu pai achou que deveríamos levar a conversa para dentro de casa.
As três mães estavam sentadas ao redor da mesa de jantar que estava espalhada com formulários e papéis. O balcão da cozinha exibia algumas bandejas de petiscos, duas garrafas de vinho abertas, uma jarra de chá gelado e algumas latas de cerveja vazias. Fosse o que fosse, exigia bebidas.
"Se os outros não se importam, vou começar." O pai da Cheryl tomou o centro do palco. "Ao longo dos anos, Cheryl e Macy se tornaram muito boas amigas. Conhecemos e amamos Macy como se fosse nossa. Mark e Brandon, a Cheryl sempre fala muito bem de vocês, rapazes, e quero agradecer por deixá-la acompanhar vocês e protegê-la."
Ouvi Mark engolir o nó na garganta.
"Às vezes, o mundo é um lugar grande e ímpio e coisas ruins podem acontecer. Boston não é Pleasantville. Nunca foi, nunca será. Para sobreviver ileso a uma cidade como aquela, você precisa de apoio. Precisa do Senhor e um do outro. É por isso que estamos aqui."
Nós quatro olhamos em volta perplexos. Nenhum de nós fazia ideia do que ele estava falando. Então, a mãe de Mark e Macy assumiu.
"Crianças, o que estamos tentando dizer é que achamos que seria mais seguro para todos, se em vez de cada um de vocês morar em um dormitório separado em uma cidade grande e estranha, vocês pudessem dividir um lugar. Cheryl e Macy poderiam dividir um quarto, e Brandon poderia dividir um com Mark. Vocês quatro são amigos desde o jardim de infância."
Mark soltou um "fala sério, não quero ser babá", só para as aparências.
"Isso também ajudaria a aliviar um pouco a dor financeira, Mark. Escola em outro estado não é barata, mesmo quando você tem bolsas."
Meu pai aliviou a tensão por um tempo.
"Olha, vamos comer uns petiscos e beber algo. Vocês, jovens, conversem sobre isso e pensem um pouco para ver se é algo com que vocês possam possivelmente viver."
Dois copos de chá e meio quilo de pasta de taco e minha mente não tinha mudado nem um pouco. Caralho, sim. Eu amei o plano.
Quando nos reagrupamos, Cheryl falou por todos nós.
"Acho que todos podemos viver com isso desde que os meninos arrumem a bagunça deles e tenham dois banheiros. Se vocês acham que vai ser mais seguro para nós e mais barato para vocês, nós topamos."
Abraços foram distribuídos por todos. Nossos pais pensaram que tinham nos passado a perna, mas isso ainda estava para ser visto. Com Mark e eu em um quarto do outro lado do corredor, no mesmo apartamento, quem sabe o que aconteceria.
Na escuridão total, ouvi meu telefone apitando. Eu sabia que não era Macy porque já tínhamos dito boa noite mais cedo.
"Não vou dividir quarto com você, cabeça de pau." "Então por que caralhos você não falou nada na minha casa? Fala pro seu velho que a gente precisa de um lugar com 3 quartos." "A gente só precisa de 2." "???" "Vou dividir com a Cheryl." "Que droga eu devo fazer?" "Descubra, Wingman. Você sempre foi um cara inteligente. A propósito, vi você pegando no peito da minha irmã."O pai do Mark e o meu pai pararam o trailer U-Haul na frente do nosso novo lugar. Era central para todas as nossas escolas. A uma curta caminhada de tudo. Três horas depois, todos os móveis tinham sido carregados pelos três lances de escada e estavam na nossa sala.
Antes de irem embora, os pais do Mark e o meu pai nos deram um sermão sobre como nos comportarmos, depois foram embora.
Conforme solicitado, o lugar tinha dois banheiros e era definitivamente grande o suficiente para nós quatro. Mark e eu deixamos as garotas escolherem os quartos, porque realmente não importava muito para nós. Armar as camas e desfazer as malas levou menos tempo do que o esperado.
Mark pediu pizza de "cidade grande", e continuamos esvaziando caixas.
"Bran, o que tem aqui dentro, posso abrir?" Macy estava apontando para uma caixa grande com meu nome.
"Sim, pode abrir."
Os sons de papelão rasgando foram abafados por uma única palavra: "Maneiiiro". Macy levantou uma caixa de dentro da caixa. 12 latinhas de White Claw. Em seguida, uma caixa com 30 Bud Lights. Aninhada entre elas, embrulhada em papel, estava uma garrafa de um galão de Chablis. Macy me entregou o bilhete anexado.
Era do meu pai. "Também fui jovem um dia. Me dê orgulho. Fiquem seguros. Compartilhem com os outros, mas este é nosso segredo."
Copos cheios de gelo e bebida, brindamos à nossa primeira noite longe de casa.
No nosso quarto havia 2 mesas, 2 cômodas para roupas e um grande closet para compartilhar. No meio do quarto, Macy tinha prendido nossos colchões de solteiro juntos com fita adesiva para que não escorregassem e me surpreendeu ao trazer um jogo de lençóis tamanho king. Não haveria mais segredos. Macy e eu estaríamos dormindo juntos, na mesma cama, e ela não se importava com quem soubesse.
Mark viu. Ele não poderia deixar de ver, mas não comentou.
Seis horas depois que chegamos, estávamos instalados. A cerveja tinha gelado, e a pizza tinha sido entregue. Éramos jovens de 18 anos vivendo como adultos.
As imagens e sons da cidade grande eram muito diferentes de Iowa. Mais alto e mais rápido. Mas eu já amava aquilo.
Tinha sido um longo dia. Mark e Cheryl estavam agitados no sofá, então Mark quebrou o gelo e nos disse que iam se recolher.
"Animados por poderem passar a noite juntos?" Macy perguntou. Não tinha certeza se ela estava perguntando ao irmão gêmeo ou à melhor amiga, mas Cheryl respondeu.
"Claro que sim. E você?"
A resposta de Macy, "Esta não será nossa primeira vez passando uma noite inteira juntos", fez a cabeça de Mark girar em minha direção.
Quando ele caminhou até mim, fiquei incerto se ele ia me dar um soco. Em vez disso, ele me abraçou.
"Se tivesse que ser alguém, estou feliz que seja você, Wingman."