O Vídeo da Minha Irmã
— Mãe! — Minha irmã gritou enquanto corria do meu quarto.
— Merda — eu disse, tentando puxar as calças e desligar o computador ao mesmo tempo. Era só o que me faltava. Acho que a culpa foi minha. Não tranquei a porta do quarto, e minha irmã entrou e me flagrou batendo uma enquanto assistia a um vídeo dela enfiando dois dedos na boceta. Ela gritou comigo e depois chamou minha mãe.
— Mãe! — ela gritou de novo. Minha irmã mais nova era uma pirralha mimada, que meu pai achava que não fazia nada de errado. Ele sempre ficava do lado dela. Meu pai protegia minhas irmãs com um fervor quase reverente. Uma vez, fui pego espiando minha irmã mais velha e as amigas dela de calcinha, e ele ameaçou me expulsar de casa. Se descobrisse que eu tinha um vídeo sexual da sua filhinha, ele não só me expulsaria, mas provavelmente tentaria me dar uma surra.
Ouvi minha mãe subindo as escadas. — O que foi, Miranda? O que aconteceu? — ela disse, aproximando-se da porta do meu quarto onde minha irmã estava.
— É o Keith. Ele estava olhando um vídeo meu pelada e batendo punheta. Vem ver. — Ela gritou, irrompendo no quarto.
Felizmente, eu tinha desligado o laptop e me ajeitado. Então tentei ao máximo parecer confuso e inocente quando as duas entraram. — O que foi, mãe? Por que a Miranda está gritando?
Isso deixou minha irmã tão furiosa que ficou vermelha. Eu esperava que ela simplesmente deixasse passar, já que a pergunta óbvia seria por que ela fez um vídeo se masturbando. Mas ela não ia se deixar abalar. Parecia disposta a contar toda a história.
— Ele sabe, mãe. Esse tarado sabe muito bem por que estou gritando. Você me dá nojo, seu porco. — Ela cuspia as palavras para mim.
Mamãe ainda tentava entender o que estava acontecendo. — Acalme-se, Mira, me conte o que aconteceu.
Miranda finalmente se virou para a mãe. Devia estar tão brava que não estava pensando direito; ela ia mesmo contar tudo.
— Mãe, lembra quando a Cassie veio aqui depois da formatura? Bem, a gente bebeu um pouquinho...
Minha mãe ergueu as sobrancelhas, mas deixou minha irmã mais nova continuar.
Miranda parecia um pouco nervosa agora que percebeu o que estava prestes a contar. — Bem, a gente estava sendo boba e acabou fazendo vídeos uma da outra pelada. Não sei se o Keith tem o que fiz da Cassie...
Eu tinha, e era foda pra caralho.
— Mas eu peguei ele olhando o meu, e ele estava se tocando enquanto assistia. — Com isso, ela se virou para mim e sua raiva ressurgiu. — Não negue, seu desgraçado!
Ergui as mãos e dei de ombros. — Miranda, você é minha irmã. Eu não conseguiria ficar excitado com você nem se dançasse pelada na minha frente agora.
— Vai se foder, seu merda mentiroso! Você estava batendo uma...
Minha mãe interrompeu o discurso da minha irmã com a mão no ombro dela. Quase parecia ter um leve sorriso no rosto. Estava achando graça de como Mira falava de forma grosseira ou era outra coisa?
Olhando para mim, ela perguntou. — Keith, você estava vendo pornografia?
Ok, isso eu poderia aceitar. Era constrangedor, mas respondi. — Sim, mãe, me desculpe, mas não era a Mira. Eram só mulheres nuas normais. Eu nem ia querer ver minha irmã pelada. Além disso, como eu conseguiria um vídeo dela nua se ela queria manter em segredo? — Eu sabia como: ela tinha deixado o celular desbloqueado e eu peguei antes do bloqueio automático. Descobri os vídeos e os enviei por e-mail para mim mesmo.
— Mira, provavelmente era só uma mulher nua e você se sentiu vulnerável por ter feito um vídeo e imaginou que fosse o mesmo. — Minha mãe disse, tentando conduzir minha irmã para fora do quarto.
Miranda estava me olhando como se quisesse me matar. Eu devia ter deixado por isso mesmo, mas não deixei.
— É, provavelmente foi isso. Quer dizer, qual é, você é minha irmã. Isso é nojento!
Ela se soltou dos braços da minha mãe e correu para mim. Achei que fosse me bater, mas em vez disso, ela foi direto até mim e levantou a blusa e o sutiã. Os peitos dela estavam tão perto do meu rosto que, se eu esticasse a língua, teria lambido um mamilo.
— Nojento, né? Você não fica excitado com meu corpo nu porque sou sua irmã? Você está mentindo. Sabe como eu sei? Porque você é um tarado de merda.
— Miranda! — Minha mãe gritou. — O que deu em você? Abaixe a blusa agora. Precisamos conversar.
Minha irmã se virou levemente para olhar para minha mãe, o que fez o mamilo durinho roçar suavemente na minha bochecha. Achei que ela ia recuar do toque, mas ela só segurou ali.
— Mãe, por que você não acredita em mim? — Miranda choramingou. — Ele fica excitado comigo sim. Olhe para a virilha dele.
Nós três olhamos para baixo entre as minhas pernas. Sim, não dava para negar que havia uma grande barraca se formando. Olhei para minha mãe esperando repulsa, mas em vez disso, ela tinha o mesmo sorrisinho no rosto.
— Mãe — eu supliquei. — Tem um seio nu tocando meu rosto, é claro que meu corpo vai reagir. Por favor, ponha juízo na cabeça dela.
— Ah, então se eu ficasse ali e tirasse a roupa, você não começaria a esfregar seu pau? — Minha irmã perguntou, recuando.
— Sim, exatamente. — Afirmei.
— Ah é? Vou mostrar para a mãe como você é tarado. — Minha irmã mais nova disse, tirando a blusa e começando a abrir o zíper da calça jeans.
Olhei para minha mãe para ver se ela a impediria, mas parecia hipnotizada pelo que estava acontecendo. Parecia que ia ver até onde aquilo iria. Mesmo com tanto sangue fluindo para o meu pau, minha cabeça começou a ferver e tive uma leve tontura. Aquilo era surreal.
Olhei de volta para minha irmã, que estava puxando a calça jeans das pernas. Ela hesitou enquanto olhava para minha mãe e depois para mim. Meu pau estava ficando mais duro. Ela fechou os olhos por um segundo e puxou a calcinha para baixo.
E ali estava. A bocetinha apertada para a qual eu tinha acabado de bater punheta.
Minha mãe ficou parada, chocada. Ela simplesmente sussurrou: — Mira.
Eu estava tão envolvido em ver minha mãe encarando a boceta da minha irmã que nem notei que tinha começado a esfregar meu pau.
— Viu, mãe? Agora você acredita em mim? Olha esse tarado esfregando o pauzão dele, enquanto olha para minha boceta. — Ela não estava mais tão barulhenta, e sua voz estava meio rouca.
Minha mãe se virou agora para mim, depois para o meu pau. Tocou os dedos nos lábios e disse suavemente: — Miranda, pegue suas roupas e vá para o seu quarto. Vou conversar com seu irmão.
Minha irmã já não parecia mais brava. — Não, eu quero ficar.
— Miranda, vou falar com você depois, por favor, faça o que estou pedindo.
— Não, mãe, eu sei que você quer ver o pau dele. Eu quero ficar. — Minha cabeça estava zumbindo de calor com os olhares que as duas estavam me lançando.
Eu as observei enquanto se olharam nos olhos por um momento. Então minha mãe se virou para mim.
— Você quer puxar o pau para fora e bater uma para a gente?
Eu balancei a cabeça. — Só se a Mira enfiar o dedo dentro dela. — Mal consegui dizer as palavras.
Minha mãe olhou para mim e perguntou: — Como no vídeo dela que você tem.
Balancei a cabeça novamente.
Minha irmã moveu lentamente a mão pelo corpo até tocar o clitóris. Ela suspirou e continuou até o dedo médio deslizar para dentro da boceta.
— Estou tão molhada — minha irmã disse com um pouco de surpresa na voz.
— Deixe-me ver — Minha mãe disse, segurando a mão da minha irmã e puxando-a para longe, trazendo-a para vermos como o dedo dela estava molhado. Estava brilhando na luz. Então ela se inclinou para frente e chupou o dedo de Miranda lentamente. — Sim, você está muito molhada.
Miranda gemeu e usou a outra mão para deslizar dentro da boceta. Ela olhou para mim e disse: — Ok, Keith, mostre como você está duro.
Baixei o short e deixei meu pau saltar livre. Toquei suavemente os dedos para cima e para baixo no pau. Meu pré-gozo já aparecia na ponta.
Minha mãe percebeu e estendeu a mão, tocando-me com o dedo. Limpou a umidade e também a levou aos lábios. Minha irmã e eu gememos ao mesmo tempo.
— Vamos continuar? — Minha mãe perguntou a nós dois.
Eu balancei a cabeça e minha irmã disse: — Ah, Deus, sim!
Minha mãe concordou e começou a tirar a roupa. Enquanto se despia, continuei a acariciar meu pau lentamente e vi que minha irmã esfregava o clitóris com pequenos movimentos circulares.
Quando ela ficou completamente nua, falou novamente: — Keith, venha para a cama com a mamãe. — Observei seu bundão balançar enquanto ela caminhava até lá. Levantei-me devagar e a segui. Enquanto passava por minha irmã, ela estendeu a mão e roçou suavemente a ponta do meu pau. Quase parei, mas minha mãe me chamou de novo. Virei-me para ela.
Minha mãe deitou-se de costas na minha cama. Ela usou os dedos para separar os lábios da sua boceta lisinha. Isso fez o clitóris ficar evidente. Ajoelhei-me na frente dela e beijei lentamente pernas acima. Quando cheguei à boceta, parei por um segundo e respirei pesadamente em sua umidade. Ela gemeu.
— Me lamba, bebê. Lamba a mamãe.
Obedeci com prazer. Estendi a língua e lambi seu clitóris suavemente. Deixando mal tocar e depois me afastando. Depois de provocá-la um pouco, comecei a lamber com mais pressão no clitóris. Esfregando a língua para cima e para baixo. Ela abriu bem as pernas com os braços e eu desci mais. Enfiando a língua dentro dela como se fosse um pequeno pau.
— Ah, Deus, bebê. Isso é tão bom. Tão bom.
Com as pernas abertas, meus dedos tocaram o cu dela. Senti que os fluidos dela e minha saliva tinham deixado bem molhado. Peguei o polegar e esfreguei na parte externa. Isso fez mamãe ofegar. Continuei lambendo e esfregando o ânus. Logo, as pernas dela ficaram tensas e ela gritou.
— Porra, estou gozando. — Ela estremeceu enquanto eu continuava, até que agarrou minha cabeça e me puxou para cima. Levantou-se da cama e me empurrou para ficar de costas. — Preciso que você me foda agora. — Disse, segurando meu pau e alinhando-o para deslizar na sua boceta agora encharcada. Lentamente, ela foi descendo. Parando a cada pouquinho para subir de novo, depois descer de novo. Mais abaixo a cada vez.
Tentei erguer o quadril para que meu pau fosse mais fundo, mas ela sussurrou: — Não, bebê, deixe a mamãe se acostumar com você primeiro. Logo vou te foder com força. Espere um pouco.
Deixei-a assumir o controle e logo ela estava toda descida. Estava completamente enterrado dentro dela. Ela começou a balançar o quadril para frente e para trás, e eu sentia a ponta do meu pau esfregando suas partes mais profundas. Ela começou a respirar pesadamente e me senti reagindo ao orgasmo iminente. Meu corpo tremeu e eu sabia que haveria uma explosão enorme.
— Mãe, vou gozar.
— Sim, bebê, goze dentro da mamãe. Me encha com seu leite quente.
Comecei a rosnar e então comecei a gozar. Estava enchendo a boceta da minha mãe, e ela se agarrou ao meu peito e cavalgou ainda com mais força.
— Ah, Deus, sim! Merda! Ah, Deus, sinto seu leite quente dentro de mim. Está me fazendo gozar. — Ela começou a desacelerar o quadril até mal se mover enquanto continuava a gozar. Finalmente, inclinou-se sobre mim e me beijou profundamente.
— Ah, Keith, a mamãe não tinha esse tipo de orgasmo há muito tempo. Obrigada, bebê.
— Não, obrigado, mãe. Foi maravilhoso.
Minha mãe rolou para o lado e deitou-se ao meu lado na cama. Uma de suas pernas cobria a minha. Foi então que percebi minha irmã se aproximando da cama. Ela subiu e veio em nossa direção.
— Isso foi tão quente. — Ela disse, abrindo as pernas da minha mãe. — Que bagunça você fez, irmãozão. Mamãe está pingando seu leite. — Ela se abaixou e começou a lamber, limpando. Estendeu a mão e agarrou meu pau. Ao apertá-lo, senti que ficava duro de novo. Ela percebeu também e se inclinou para colocá-lo na boca. Eu estava ficando muito mais duro.
Levantei-me da cama e fiquei atrás dela. Ela ergueu o quadril da cama e o balançou. Peguei meu pau e esfreguei para cima e para baixo, do clitóris ao ânus.
Minha mãe engatinhou até a beirada da cama e estendeu a mão para tocar uma das nádegas da minha irmã.
— Bebê, talvez você não devesse. Seu irmão é um pouco maior que o normal.
— Tudo bem, mãe, não é como se eu fosse virgem. E, além disso, lembra do namorado da Cassie? O cara negro. Ele tinha um pauzão como o do Keith, e eu transei com ele algumas vezes e até dei o cu.
Minha mãe ofegou. — Você deu o cu para um pau do tamanho do do Keith?
— Ah, sim! E dói um pouco no começo, mas depois é tão bom. Eu gozo tão forte que quase sinto que vou desmaiar. — Ela estava agora estendendo a mão para trás e segurando meu pau, esfregando a ponta contra o cu. — Quer me ver receber o do Keith no meu cuzinho apertado?
Minha mãe concordou.
— Ok, então você vai ter que me preparar como a Cassie costuma fazer. Fique atrás de mim e lamba meu cuzinho. Deixe bem molhado e enfie a língua no meu cu.
Saí do lado enquanto minha mãe abaixava o rosto para o rabo da minha irmã. Mamãe estava realmente pressionando a língua no cuzinho de Miranda e a fazendo gemer.
— Deus, mãe, você é tão boa em chupar meu cuzinho. — Miranda gemeu. — Agora enfie um dedo, isso, assim mesmo. Agora outro... Porra! Empurre para dentro e para fora. — Minha irmã estava agarrando o cobertor da minha cama e mordendo a mão.
Ela gritou para mim: — Agora Keith, fode meu cu! Enfia esse pau duro nesse cuzinho apertado. Abre ele todinho!
Minha mãe se afastou, o rosto molhado de saliva e os olhos selvagens de luxúria. Ela apoiou a cabeça nas costas da minha irmã para assistir enquanto eu pressionava lentamente meu pau no cu da minha irmãzinha. Ah, porra, era maravilhoso. Eu sentia os músculos dela contraírem e relaxarem ao redor do meu pau. Logo, eu estava enfiado até as bolas.
— Agora, irmãozão, fode comigo com força! Me fode... Fode!
Eu metia no cu dela repetidamente. Nunca tinha sentido nada igual. Nenhuma garota com quem eu tinha ficado ao menos consideraria sexo anal comigo. Olhei para baixo para o rosto da minha mãe; ela me notou e se ergueu para enfiar a língua na minha boca.
— Ah, Deus, ah, Deus — minha irmã gritou. — Estou gozando! Tão forte, tão bom, tão gostoso... — Ela mal era inteligível. Então começou a gemer alto e a jogar o quadril com força contra mim.
De repente, ela parou e se segurou contra mim. O cu apertou meu pau. Isso me levou ao limite e enchi o cuzinho dela com uma leitada quente. Ficamos juntos assim por cerca de um minuto. Ninguém disse uma palavra até que comecei a sair.
— Uau — Minha mãe disse. Eu tinha que concordar.
Minha irmã estava deitada de bruços, ofegante. Minha mãe se inclinou sobre ela e beijou a nuca. — Você está bem, bebê?
— Ah, meu Deus. Mãe, isso foi maravilhoso — Miranda disse, virando-se para nossa mãe. Elas se beijaram e então se abraçaram.
Decidi ir ao banheiro me limpar. Estava descendo o corredor quando ouvi algo atrás de mim. Virei e vi minha irmã mais velha, Lisa, subindo as escadas devagar.
Ela estava olhando para baixo até chegar ao topo da escada. Quando ergueu os olhos, foi direto para o meu pau semirígido. Seus olhos se arregalaram. Mas isso não foi nada comparado ao olhar dela quando minha mãe chamou do meu quarto.
— Depressa, Keith, ainda não terminamos com você.