O Substituto
Matthew estava sentado no sofá, trocando de canal na TV tranquilamente. Sua irmã mais nova, Penelope, deslizava o dedo pelo celular em um site que Matthew não reconheceu. Os dois irmãos estavam sozinhos em casa, entediados até a alma. Seus pais tinham viajado por alguns dias, deixando-os com nada além de tempo um com o outro. Matthew não parava de tentar olhar por cima do ombro esguio de Penelope para ver o que ela estava fazendo.
Os olhos de Matthew se arregalaram quando viu o que a irmã estava olhando. Era uma foto de Penelope com a barra da camiseta levantada até o queixo, segura pelo próprio queixo. Seus seios pálidos e empinados estavam à mostra, expostos à luz do sol, dando uma visão perfeita de seus lindos mamilos rosados. Ela fazia biquinho para a câmera.
"Você está mandando nudes?" Matthew perguntou, assustando Penelope.
"Não." Penelope deu um tapa no braço de Matthew.
"Então o que você está olhando?"
"Não é da sua conta." Penelope disse com sua ironia de sempre. Ela fechou rapidamente a aba no celular, colocou-o na mesinha de centro e ajeitou uma mecha de cabelo loiro do rosto bonito.
"É da minha conta sim. Você é minha irmã."
"Você quer mesmo saber? Não é algo que você vai gostar."
"Fala."
"É pornô." Penelope disse. Os olhos de Matthew se arregalaram. Ele cruzou as pernas para esconder a ereção crescente. Penelope bufou.
"Eu criei um Onlyfans há um tempo porque, bem, lembra da Eva?" Penelope começou. Matthew engoliu em seco e assentiu. Como ele poderia esquecê-la? Eva Ramirez era o assunto da Escola Clovis. Ela tinha só dezoito anos na época, mas seu corpo exalava puro sexo. A jovem garota foi abençoada com quadris largos e um busto muito generoso, e era alta. 1,78m de altura.
Matthew tinha vinte e um e Penelope vinte. Eles iam para a mesma escola e ambos eram caidinho pela Eva. Penelope era amiga dela (às vezes com benefícios) e Matthew era um dos muitos garotos que fantasiavam com ela.
"O que tem ela?"
"Ela começou um." Penelope sorriu com malícia.
"Ela começou?" Matthew quase pulou da cadeira. Embora não fosse admitir, ele ainda estava pensando nos seios nus de Penelope. Ele ficava dando umas olhadelas na regata decotada branca como leite dela sempre que ela desviava o olhar. Mesmo que Eva fosse o combustível para suas fantasias adolescentes excitantes, ele via Penelope todo dia. Obviamente não de um jeito sexual, pelo menos não até alguns minutos atrás.
"Pois é, aí a gente tava conversando, e ela comentou quanto dinheiro ela fez." Penelope fez uma pausa. Matthew odiava quando ela fazia pausas. Era só o jeito dela de garantir que a pessoa com quem falava ainda estava interessada.
"Quanto?"
"O suficiente para sair da casa dos pais."
"Nessa economia?"
"Pois é."
"Então você pensou em fazer o mesmo?"
"Estou fazendo o mesmo."
"Você não é como a Eva." Matthew imediatamente se arrependeu do que disse.
"Valeu," Penelope franziu a testa.
"Não foi isso que eu quis dizer."
"Sei o que você quis dizer. Se você pensa em bater uma vendo as coisas dela, eu te mando o link. Ela tem uma página gratuita sem nudez já que você não tem emprego." Penelope provocou.
"Olha quem fala. Quanto dinheiro você ganha afinal?"
"Quanto eu ganho não é da sua conta."
"Então você não está ganhando nem perto do que a Eva ganha." Matthew disse. Ambos os irmãos tinham tendência a retrucar.
"Isso porque eu não dei pra nenhum pau ainda."
"Você não tem namorado? Aquele cara que a mãe odiava que sempre usava óculos escuros dentro de casa?"
"Ricky? A gente terminou. Na verdade, a gente nem tava namorando de verdade."
"Então por que ele tava sempre por perto?"
"Drogas, irmãozão. Usa esse seu cérebro grande e para de pensar nos meus peitos." Penelope disse. O rosto de Matthew estava vermelho beterraba.
"Eu não tava..."
"Então por que você não para de olhar pra eles?" Penelope perguntou enquanto pressionava intencionalmente os braços contra as laterais dos seios. O decote pálido perfeito de Penelope estava totalmente à mostra.
"Porque eu acabei de vê-los e a gente tá falando da Eva. Como eu disse, você não é a Eva."
"Se você gosta tanto da Eva, então por que não foi atrás dela no colégio?" Penelope cruzou os braços sobre o peito, recusando-se a dar um show para o irmão.
"Porque... hum..." Matthew tropeçou nas palavras. Algo que você nunca deve fazer perto de Penelope Wells.
"Porque você é um bundão? Porque você prefere muito mais bater uma pra ela do que criar coragem?" Penelope se aproximou do rosto de Matthew e encarou diretamente nos olhos dele.
"Hum..." Mais uma vez, Matthew tropeçou. Os peitos sem sutiã de Penelope balançavam sob o tecido da blusa. Ele percebeu os mamilos dela roçando o tecido. Ele sentiu o calor dela perto da sua pele. Mas, o mais importante, o joelho dela estava bem ao lado do seu pau duro.
"Ou é porque você gosta mais de mim?" O tom de julgamento de Penelope caiu para um mais suave, quase suplicante. Como se ela quisesse uma confissão do irmão. Matthew, apesar da sua força de vontade enfraquecendo, não ia dar uma a ela.
"Nem. Você é minha irmã. Já te vi de biquíni. Suas fotinhas pornô de baixo orçamento não me excitam." Matthew estava mentindo só pela metade. Penelope sorriu de forma diabólica e recuou. Suas costas esguias descansavam no braço do sofá. Ela abriu as pernas finas, de modo que a perna direita ficou por cima do sofá e a esquerda quase tocou a mesinha de centro ao lado. Ela vestia um short de pano azul escuro que deixava pouco para a imaginação.
"Então, você só estava pensando na Eva?" Penelope acrescentou um leve ronronar à voz enquanto brincava com a alça fininha da blusa.
"Sim," Matthew disse.
"Então, se eu tirasse a blusa agora, você não ficaria duro? Ainda estaria pensando na Eva? A garota dos seus sonhos com quem você falou talvez duas vezes em todos esses anos?"
"Nós estudamos na mesma turma do Sr. Schmidt." Matthew retrucou.
"É, e ela ficava lá na frente enquanto você sentava no fundão."
"Cala a boca." Matthew cuspiu.
"Deixa eu te contar uma coisa sobre a Eva," Penelope deslizou o dedo pelo espaço entre a parte de cima do short e a barra da blusa, antes de subir até o meio da barriga.
"Terceiro ano. Eu chupei a boceta dela e brinquei com os peitos. Ela tinha um gosto bom pra caralho. Você sabe o tamanho dos peitos dela?" Penelope perguntou. Matthew assentiu devagar enquanto limpava uma gota de suor que escorreu pela testa.
"Eram mais que uma mão cheia. Tetões enormes e eram todos meus. Eu chupei aquelas bolsas de caramelo por horas. Sabe qual foi a melhor parte?" Penelope tinha abaixado as duas alças da blusa pelos ombros, provocando a parte de cima dos seios. Seu peito subia e descia rapidamente.
"O quê?" A voz de Matthew era quase um sussurro. Foi preciso tudo para ele não descruzar as pernas e se masturbar ali mesmo. Isso significaria que Penelope venceria.
"Eu fui a primeira dela. Não a primeira mulher. A primeira vez dela, em toda a vida. Eu fiz ela gozar. Eu fiz a princesa perfeita da Escola Clovis gozar três vezes em uma noite com minhas mãos e língua. Sabe o que torna tudo isso ainda melhor?" As mãos de Penelope deslizaram para dentro da calça. Matthew não precisava de visão de raio-X para ver o que a própria irmã estava fazendo consigo mesma bem na frente dele.
"O quê?" Matthew perguntou depois de limpar a garganta. Penelope era a mulher mais linda do mundo naquele momento. Ele a queria. Ele precisava dela.
"Ela começou o Onlyfans por minha causa. Até onde eu sei, sou a única garota com quem ela já ficou. Eu comprei o conteúdo dela. Ela já deu pra uns... uns paus bem grandes e grossos, mas só isso. Até onde eu sei, sou a única mulher com quem ela já ficou- ufa..." O pequeno orgasmo de Penelope a interrompeu. O pau de Matthew estava pulsando tão rápido que parecia que ia ganhar vida.
Penelope lentamente tirou as mãos de dentro da calça. Seus dedos estavam reluzentes com seus próprios fluidos. Ela os colocou na boca e lentamente lambeu sua própria porra de garota dos dedos. Seus olhos estavam baixos e sexy, mas ela manteve contato visual com o irmão.
"Agora você deve estar pensando, por que eu estou dizendo tudo isso?" Penelope passou os dedos cobertos de saliva pela barriga, deixando um rastro molhado em seu abdômen tonificado.
"É porque a Eva não tem namorado. Os caras que ela fode são chamados de Preenchedores. O trabalho deles é foder a garota e durar o suficiente para o vídeo. Não sei como ela consegue esses caras, então eu estava pensando..." Penelope fez uma pausa. Uma pausa insuportável. Os olhos de Matthew estavam grudados na pequena gota do seu próprio fluido escorrendo pelo queixo.
"Fala." Matthew implorou.
"Eva fez uma grana fudida usando esses caras. Fotos dos meus peitos não vão dar conta. Eu preciso de um pau. Não dou pra nenhum desde... não consigo lembrar. Preciso de um pau na câmera. Preciso de você." Penelope sorriu maliciosamente.
"Eu... Penelope você é... minha...ir-"
"Se você não me quisesse, já teria subido furioso e se tocado pensando na Eva. Você ainda está aqui. Não estou te forçando a nada. Na verdade, você pode ir embora quando quiser." Matthew estava focado no rosto da irmã e na mancha molhada na calça dela. Isso era tortura no limite. Nenhum ser humano são recusaria isso.
"Penelope..." Matthew sentiu seu cérebro embaralhar em todas as direções. Obviamente, a parte primitiva do seu cérebro dizia que ele tinha uma mulher gostosa que queria gravar um pornô com ele. A parte sensata do seu cérebro dizia que era errado. Ele não podia transar com sua própria irmã de sangue. Sua irmãzinha. Não importava o quão gostosa ela fosse. Não importava o quão bem seu corpo esguio se sentiria em suas mãos. Não importava há quanto tempo ele não transava.
"Além disso," Penelope começou a esfregar os mamilos por cima da blusa. "Um dos Preenchedores da Eva? Tenho quase certeza que era o primo dela. Lembra do Danny? Alto e moreno com cabelo ondulado? Eu fui na festa na piscina dela e vi o contorno do pau dele. Comprido e curvado. Sabe como era o pau no vídeo dela? Comprido e curvado. Então seu dileminha moral é inútil."
"Nem todo pau é igual..." Matthew disse. Penelope revirou os olhos.
"É, eu sei que você não tá no clube dos grandões." Penelope provocou.
"Como você sabe?" Matthew não acreditava que estava deixando Penelope entrar na sua mente.
"Sério? Você tem mais que sete centímetros?"
"Cala a boca."
"Você se recusa a provar que estou errada." Penelope disse. Seu peito esquerdo estava à mostra, e ela girava o dedo ao redor da aréola.
"Tá," Matthew descruzou as pernas, agarrou o cós da bermuda e a deslizou até as panturrilhas. Seu pau grosso e carnudo estava achatado contra a parte interna da coxa. Os olhos de Penelope dispararam para baixo. Ela mordeu o lábio inferior e beliscou o mamilo esquerdo.
"É disso que eu tô falando, Matty... Eu só precisei falar da sua masculinidade e agora a gente tá se mostrando. É tão fácil te frustrar. Provavelmente vai ser ainda mais fácil fazer você gozar." A voz de Penelope estava quase tão cheia quanto o pau do irmão. A boca de ambos os irmãos se encheu d'água à visão da carne nua um do outro.
"Você fala demais, sua provocadora de pau." Matthew rosnou.
"Você é bundão demais pra fazer algo a respeito." Penelope retrucou.
"Arranja um emprego de verdade, sua puta." A mão de Matthew desceu para seu pau grosso. Ele estava massageando lentamente a base de sua carne enquanto Penelope esfregava os peitos.
"Te digo uma coisa," Penelope pegou o celular, apoiou-o no suporte redondo de porta-copos e abriu o aplicativo da câmera. "Se você me foder bem e fizer um vídeo decente, eu te dou metade dos meus ganhos pelos próximos quatro meses."
"Seis..." Matthew disse.
"Faço oito se você souber usar esse pauzão direito."
"Não se preocupe com isso." Matthew tirou a camiseta pela cabeça e saiu da bermuda, ficando completamente nu no sofá. Penelope tirou o short e a calcinha, revelando sua bunda apertada, pernas longas e boceta molhada pingando. Matthew encarou. Tinha uma pequena faixa de pelos pubianos loiros como um ponto de exclamação. Seus lábios estavam vermelhos e ligeiramente inchados, mas ainda assim bonitos e organizados.
"Sem beijo na câmera. Sem declaração de amor. Vou chupar seu pau e você vai me foder." Penelope comandou.
"Onde eu gozo?" Matthew perguntou.
"Não sei. Você vai descobrir quando sentir. Se você passar do boquete." Penelope removeu a blusa e esticou o braço para apertar o botão de gravar. Matthew congelou por alguns segundos enquanto Penelope se inclinava e agarrava a base de seu tronco grosso. Suas bolas pesadas descansaram na palma macia dela enquanto ela começava a passar a língua pelas veias.
Ela lambeu lentamente a base do pau como um envelope até passar a língua na cabeça arroxeada. Penelope emitiu um gemido baixo quando seus lábios envolveram a ponta bulbosa. Sua língua deslizou sobre o buraco do mijo de Matthew, e ela se pressionou mais para baixo afrouxando a mandíbula e os lábios.
Penelope não ia contar ao irmão como ele tinha um gosto bom. Ela definitivamente não ia admitir o quão excitada estava, mesmo que seus fluidos de boceta estivessem manchando o sofá. Matthew jogou a cabeça para trás e soltou um gemido masculino e profundo que ondulou por todo o corpo de Penelope.
Pele masculina grossa e saliva eram as únicas coisas que Penelope podia sentir o gosto. Ela fechou os olhos enquanto lubrificava o resto do pau dele com seu cuspe. A mão de Penelope ainda acariciava as bolas de Matthew quando ela sentiu seu cuspe morno bater nas mãos. Penelope tentou segurar o engasgo que sabia que estava vindo.
"Glrk!" Ela falhou. Seu irmão era simplesmente comprido e grosso demais. Ela não queria parecer uma puta de cabelo bagunçado e só pernas. No fundo ela realmente queria dar prazer ao irmão, apesar das provocações e insultos constantes.
O orgulho masculino de Matthew disparou quando Penelope recuou ligeiramente de seu pau monstruoso. As sobrancelhas de Penelope se franziram de frustração quando ela sentiu a mão de Matthew roçando a nuca dela. Ela tirou a boca do pau rapidamente, deixando múltiplos rastros de cuspe grosso que grudaram nos seus lábios carnudos.
"Muito meloso," Penelope sussurrou e balançou a cabeça.
"Desculpa," Matthew sussurrou de volta quando Penelope enfiou o pau dele de volta na boca. Penelope bombeava para cima e para baixo ao longo do grosso mastro de Matthew enquanto movia as duas mãos para a base intocada. Ela envolveu as mãos e as passou para cima e para baixo na carne dele, chupando e babando como uma profissional.
"Porra..." Matthew cobriu a boca com a mão. Penelope sorriu ao redor da sua grossura (pelo menos ela tentou) quando ouviu o gemido dele. O cuspe empastava as palmas dela enquanto suas longas madeixas loiras faziam cócegas na barriga e coxas de Matthew. Penelope trabalhava o tronco do irmão duro e rápido, determinada a fazê-lo gemer de novo.
A bunda de Matthew levantou do sofá alguns centímetros, enfiando o pau na garganta de Penelope. Penelope engasgou e cuspiu de novo, mandando um jato de gosma por todas as pernas de Matthew. Cordas e cordas de porra encharcaram as bolas peludas de Matthew enquanto Penelope continuava a subir e descer e sugar.
Matthew caiu de volta e afundou mais na almofada do sofá. O boquete magistral de Penelope estava sugando a energia do irmão. Os dedos de Matthew agarraram o cabelo de Penelope, inadvertidamente empurrando-a mais para baixo na base de seu pau ensopado.
"Glahk! Ohmmm!" Penelope era uma bagunça balbuciante. Ela estava viciada na carne que saqueava sua boca, mas ela realmente queria senti-la dentro de si. Penelope continuou a chupar por cerca de meio minuto antes de bater nas coxas de Matthew, dando o sinal para parar.
Penelope deslizou a boca babosa do pau do irmão e sentou-se ereta. Ela sentiu a poça que tinha feito no sofá na sua bunda. Matthew agarrou os ombros ossudos de Penelope e empurrou-a para costas. Suas testas suadas se tocaram quando eles olharam para baixo para ver o ato tabu que estavam prestes a realizar.
"Tá pronta, provocadora?" Matthew sussurrou. Penelope deu ao irmão um sorriso nervoso.
"Manda ver, seu merda." Penelope sussurrou de volta quando sentiu a cabeça do pau do irmão roçar seus lábios da boceta.
Matthew enfiou o pau dentro de sua irmãzinha lenta e firmemente. Penelope relaxou o corpo e envolveu os braços nas costas largas de Matthew. Apesar de seu pedido por nenhuma intimidade, Penelope achou impossível manter isso devido à posição objetivamente romântica em que seu irmão a tinha colocado. Matthew assistiu Penelope cuidadosamente enquanto deslizava para dentro de sua boceta apertada.
"Iip!" Penelope fez uma careta quando Matthew chegou a um quarto do caminho. Matthew então saiu de dentro dela, provocando sua entrada com sua cabeça sensível. Eles continuaram assim por algum tempo. Toda vez que Penelope tremia ou guinchava, Matthew tirava o pau para fora.
"Para... para de ficar me provocando... idiota..." O rosto de Penelope estava vermelho vivo e Matthew podia dizer que ela estava fingindo coragem. Seus olhos escuros a encaravam enquanto ele se empurrava totalmente para dentro o melhor que podia sem machucá-la.
Penelope sentiu como se uma garrafa térmica estivesse enfiada em sua boceta. Um guincho alto escapou de seus lábios até que sua respiração ficou presa na garganta. Os dedos dos pés de Penelope se curvaram e seus quadris se abriram, dando ao irmão mais espaço para se enfiar dentro dela. Matthew soltou um suspiro e a cabeça de Penelope se ergueu bruscamente.
Matthew estava até as bolas dentro de sua irmãzinha na câmera.
Ambos os irmãos ficaram parados por um minuto. Ambos sugaram o ar compartilhado e sentiram o calor dos corpos um do outro. A boceta de Penelope apertou o pau de Matthew quando ele pulsou de volta à vida dentro dela. Penelope nunca tinha sentido algo tão grande dentro dela. Nunca. Matthew levantou seu corpo e se empurrou de volta para dentro da boceta apertada de sua irmãzinha.
— Porra! — Penelope gritou. Parecia que uma pessoinha estava dentro dela, dando pauladas com um taco de beisebol. Todo o peso de Matthew desabou sobre Penelope e suas entranhas foram rearranjadas. Matthew movia os quadris num ritmo constante, rápido o bastante para fazer Penelope derreter, mas devagar o suficiente para não gozar na hora.
— Me fode, irmãozão... me fode que nem uma puta... — Penelope sussurrou. Sua pose de esnobe virou pó quando Matthew começou a metelança. Penelope não ligava mais. Se provocar com striptease e palavras cruéis lhe rendia tanto prazer vindo de Matthew, ela ia perturbar ele pelo resto da vida.
O coração de Matthew martelava no peito e o suor pingava em seu olho. Matthew não parava de bombar. Seus dedos cravavam na cintura dela, afundando na carne macia e suada. Matthew não estava fodendo a buceta dela, ele estava detonando o corpo inteiro.
— Isso... ISSO! — Penelope gritou. Sua boceta apertava e jorrava em volta do pau de Matthew, bem apertadinha. Cada estocada de Matthew era como um raio que mandava o corpo dela a mil por hora. Se os braços e pernas de Penelope não estivessem agarrados às costas do irmão, ela teria caído do sofá com a força bruta da foda.
— Matty... — Penelope gemeu baixinho. Fazia muito tempo que não chamava o irmão assim. Aquilo era mais que sexo para Penelope. Estava além de uma foda casual. Além de dinheiro ou de fazer uma declaração. Era algo que Penelope não conseguia compreender direito.
— Goza de novo — Matthew provocou, um sorriso malicioso cruzando o rosto suado. — Goza bem gostoso no pau do seu irmão. — Penelope estava chapada de tesão e, no instante em que Matthew falou, ela soltou um soluço alto e escandaloso de prazer ao gozar. Era como se Matthew soubesse exatamente o que a fazia gemer e se contorcer nos braços dele.
Penelope nem sentiu Matthew sair de dentro. Só percebeu que ele a virou de bruços quando sentiu o rosto afundar no braço do sofá encharcado de suor.
— Matty... você vai me partir no meio... — Penelope balbuciou. Matthew enfiou o pau entre as coxas dela, metendo sua grossura mais uma vez na boceta encharcada.
As mãos de Matthew agarraram as nádegas macias como manteiga de Penelope. A mão direita apertava os glúteos e a esquerda pressionava a base das costas, empurrando-a ainda mais fundo no sofá.
Penelope nem conseguia pensar em se mexer. Seu plano original era desgastar Matthew até ele gozar. Um vídeo rápido com o irmão. Agora Penelope não queria que aquilo acabasse. Daria ao irmão todo o dinheiro do mundo se ele conseguisse continuar. Matthew comprimiu o corpo contra a bunda carnuda de Penelope, enfiando o pau bem fundo dentro dela repetidas vezes.
— Ugh... — O gemido de Penelope fez um fio de baba escorrer pelo queixo. Matthew diminuiu as estocadas, rebolando e roçando os quadris suavemente. Penelope sentia tudo tremer e balançar. Parecia que o pau do irmão estava literalmente sacudindo o mundo ao redor.
Matthew observava ela babar e esguichar por todo o sofá, pensando em como ia limpar depois. Penelope definitivamente não ia conseguir funcionar depois daquilo.
— Você gosta desse pauzão grosso? — Matthew se inclinou e sussurrou no ouvido de Penelope. A barba por fazer roçou na pele macia do lóbulo e na lateral do rosto dela. Matthew apertou mais a mão na bunda dela enquanto apoiava a cabeça sobre a dela. Penelope assentiu e murmurou algo.
— Não tô ouvindo. Fala. — Matthew ordenou.
— Eu... — Penelope não conseguia falar. O cérebro dela já era purê a essa altura. Matthew parou de esmagar Penelope quando sentiu as bolas se revirando. Aumentou a velocidade das estocadas, fazendo os fluidos de Penelope voarem tão longe que mancharam a mesinha de centro e o tapete.
— Me fode! Caralho! Me fode com essa piroca grossa, seu desgraçado gostoso! — Penelope uivou para os céus. Matthew arfou. Sabia que estava prestes a gozar. Penelope era apertada e quente demais por dentro e por fora para ele tirar agora.
— Merda... — Matthew sibilou. O pau pulsou enquanto ele enchia a irmã de porra quente e grossa. Matthew arqueou as costas para enfiar o pau gozando ainda mais fundo na boceta encharcada de Penelope. Uma luz ofuscante tomou conta dos dois irmãos. Como um barato eufórico do qual não iam descer por um bom tempo. O corpo inteiro de Penelope ficou mole quando Matthew terminou e deslizou para fora dela com um som molhado e nojento.
Matthew limpou o suor da testa e rapidamente pegou o celular de Penelope para gravar a quantidade absurda de porra que escorria da buceta arrebentada dela. A respiração de Penelope estava pesada, e suas pernas pareciam gelatina.
Matthew saiu do sofá e deu zoom na câmera no rosto cansado, porém bonito, dela. As mechas loiras grudavam na pele bronzeada e suada, e seus olhos azuis profundos estavam semicerrados, mas cheios de luxúria.
Matthew sorriu para si mesmo antes de virar o telefone de volta para as nádegas dela, dando palmadinhas e apertando de brincadeira enquanto mais porra sua vazava de Penelope. Então parou a gravação quando percebeu que Penelope não ia se levantar tão cedo.
— Matty... isso foi... — Penelope estremeceu.
— Bom o bastante para oito meses? — Matthew provocou, sentando no sofá agora manchado.
— Bom o bastante... bom o bastante para uma porra de uma vida inteira...
— Sério? — Matthew sorriu com malícia. Penelope encontrou forças para rolar de volta à posição original. A bunda dela ficou bem em cima da poça pegajosa dos fluidos combinados. Ela afastou o cabelo bagunçado do rosto e sorriu. Sabia que ele tinha vencido. Sabia que ele estava adorando aquilo. Naquele ponto, ela não ligava mais.
— Se você quiser mesmo — Penelope fez uma pausa. Matthew cutucou de leve o pé dela.
— Você pode ser meu Reserva permanente.
Fim.