O Segredo do Filho Dela
Na verdade, Kathy tinha conseguido parecer ainda mais jovem quando Paul voltou para casa depois do primeiro ano de faculdade do que quando ele foi embora. Talvez fosse só o tempo longe dela pregando peças na cabeça dele. Talvez fosse porque ele sentiu mais falta dela do que esperava. Ela era bem mais nova do que a maioria das mães dos amigos dele, mas ainda assim sempre aparentava ser mais jovem do que era. Algumas mães dos amigos dele eram definitivamente gostosas, mulheres sensuais que chamavam muita atenção tanto de caras mais velhos quanto de mais novos, mas nenhuma delas tinha os traços clássicos da Kathy ou as curvas pneumaticamente voluptuosas dela.
E era por isso que ele tinha feito tanta questão de escolher uma faculdade longe o suficiente para ter que sair de casa. Aliás, no começo do ano, Paul tinha planejado ficar perto do campus durante as férias de verão. Não era tão longe a ponto de não poder voltar para casa nos fins de semana e feriados. Cortar todos os laços com a mãe lindíssima era a última coisa que ele queria. Ele só precisava de um pouco de distância. Perspectiva. Mas, por mais estranho que fosse morar na mesma casa com uma mulher como a Kathy, Paul sentiu mais falta dela do que jamais sentiu de alguém.
No dia em que voltou, ele programou a chegada para o meio do dia, quando sabia que a mãe ainda estaria no trabalho. Ela tinha se oferecido para buscá-lo na SUV dela para que pudesse trazer as coisas dele para casa no verão, mas ele recusou a oferta e fez com que ela alugasse um carro para ele. Ele queria fazer a viagem de quatro horas sozinho, mas mal tinha passado meia hora na estrada quando começou a desejar que a mãe linda estivesse lá.
Paul ficou aliviado e decepcionado ao mesmo tempo quando entrou na casa quieta e vazia. Deixou as coisas no carro, pensando em carregar tudo mais tarde. A primeira coisa que fez foi ir direto para a cozinha procurar algo para comer e beber. Depois, subiu as escadas, mas em vez de ir para o próprio quarto, foi direto para o da mãe. Como sempre, tudo estava arrumado e organizado, do jeito que ela mantinha a casa inteira e o quintal.
Ele se sentou na beirada da cama impecavelmente arrumada da mãe e se deitou de costas. Era frustrante, para dizer o mínimo, que o ano longe não tivesse ajudado a resolver os sentimentos ambivalentes dele por ela. Na verdade, sentir tanta falta dela só parecia piorar as coisas. A ironia não passava despercebida para ele, a forma como seus sentimentos mais profundos por ela o faziam mantê-la a uma distância emocional.
Lá estava ele, depois do primeiro ano de faculdade, e a mãe dele tinha trinta e poucos anos. Ela parecia ainda estar na casa dos vinte, e não era incomum as pessoas acharem que ela era irmã de Paul. Ele sempre teve consciência do ótimo trabalho que ela fez criando-o sozinha, mas, ao mesmo tempo, não tinha sido fácil viver com uma mãe que todo mundo queria comer. Isso tinha arruinado a maioria das amizades dele quando outros caras diziam coisas sobre ela.
Paul também sabia que a mãe tinha plena consciência da forma como as pessoas reagiam a ela, e não fazia nada para desencorajar a atenção que recebia. E mesmo que raramente saísse com alguém, ela claramente gostava da admiração. A maioria das pessoas achava que a mãe gostosa dele era uma loira burra típica, mas ele sabia que ela só estava interpretando um papel que era esperado dela. Ela era mais inteligente do que deixava a maioria pensar, até mesmo o próprio Paul.
Deitado na cama dela, ele percebeu que não tinha se afastado muito dela. Talvez fosse por isso que não conseguiu a mudança de perspectiva que esperava. O campus era perto o suficiente para voltar para casa num fim de semana sempre que quisesse, e eles conversavam por voz ou vídeo pelo menos quatro vezes por semana. Mantinham isso mesmo quando Paul estava fazendo conexões com algumas garotas gostosas que conhecia no campus.
Só quando começou a se aproximar de Jenna, a quarta garota que conheceu na faculdade, foi que percebeu que estava se sentindo atraído por garotas que se pareciam com a mãe. Todas loiras bonitas com peitos enormes. E Jenna se parecia mais com Kathy do que qualquer outra.
"Que porra é essa," ele murmurou, levantando-se da cama da mãe e entrando no banheiro adjacente. Ele enfiou a mão no cesto de roupas sujas dela e começou a remexer as roupas íntimas. Estava cheio de sutiãs de renda tamanho D e calcinhas fio-dental minúsculas. Por fim, escolheu uma fio-dental branca de renda e levou a minúscula tira de pano ao rosto. Inspirando profundamente, seus sentidos se encheram com o cheiro forte da buceta da mãe.
"Jesus, isso é ruim," ele disse a si mesmo, sentindo o pau começar a inchar enquanto cheirava o aroma da buceta em que só pensava cada vez mais quanto mais tempo ficava longe.
Segurando a calcinha fedorenta da mãe contra o rosto, ele abriu o zíper da calça jeans e tirou o pau para fora com a mão livre. Ficou totalmente ereto e pulsando em segundos, o pré-gozo já escorrendo abundantemente da cabeça do pau. A mão dele logo estava batendo forte e rápido na haste enorme. Depois de alguns minutos de punheta furiosa, ele pegou a calcinha e a enrolou no pau.
Como o pau dele era grande e a calcinha tão pequena, ela não cobria muito da carne rígida. Mas o tecido delicado ainda era gostoso, e, de forma indireta, permitiu que Paul imaginasse ter a buceta linda da mãe perto do pau.
Ele tinha visto a buceta dela várias vezes quando ela estava saindo do banho ou se vestindo com a porta aberta. Ela nunca se assustava quando isso acontecia, e simplesmente continuava o que estava fazendo como se não fosse nada de anormal. Paul achava que uma mulher como a mãe dele estava tão acostumada com as pessoas olhando para o corpo dela que já nem pensava mais nisso. Ver o monte de Vênus sedoso dela, que ela ia depilar com cera a cada poucas semanas, nunca deixava de lhe dar uma ereção dolorosamente latejante.
E a visão dos peitos enormes e redondos, tão lisos com mamilos proporcionalmente grandes, o afetava da mesma forma. Ele sempre notava a pele bronzeada dela, e como nunca tinha marcas de bronze. Também o impressionava como as aréolas dela eram grandes, mas mal um tom mais escuro do que o resto da pele.
Enquanto estava ali no banheiro da mãe dele, batendo uma para o pau duro como pedra, ela era tudo em que conseguia pensar. Ele a amava como nunca amou ninguém no mundo, mas era exatamente por isso que se via evitando-a tantas vezes.
A mão dele estava batendo no pau cada vez mais rápido e forte, esfregando a calcinha usada da mãe para cima e para baixo naquela haste longa e grossa. Mas não demorou muito para que ele estivesse enfiando a mão de novo no cesto para pegar outro par, segurando-os contra o rosto para inalar o cheiro da buceta dela enquanto usava o outro para continuar batendo punheta.
Ele estava se levando a um orgasmo gostoso quando o celular no bolso de trás começou a vibrar com mensagens chegando. Isso o fez pensar em todas as selfies que ele salvava da mãe, muitas das quais vinham de provadores de lojas de roupas quando ela queria a opinião dele sobre uma roupa ou outra. Considerando o jeito que ela geralmente se vestia, as roupas eram sempre justas e reveladoras.
Paul começou a pensar na última selfie que a mãe mandou quando estava experimentando um top minúsculo. Ele mal segurava os peitos enormes dela. Se mostrasse mais decote, as aréolas dela ficariam visíveis. Não tinha dúvida, a mãe dele tinha os peitos mais incríveis que ele já tinha visto.
Poucos momentos depois, Paul estava ofegando desesperado enquanto o pau liberava uma carga abundante de porra que salpicou a roupa suja no cesto da mãe junto com a parede atrás.
O jovem bombeou o pau jorrando até espremer os últimos filetes de porra com a calcinha da mãe debaixo da mão. Por fim, usou os dois pares para limpar o pau e os respingos que tinham acertado a parede. Depois jogou as calcinhas encharcadas de volta no cesto.
Depois de guardar o pau, ele tirou o celular do bolso de trás e encontrou as mensagens de texto que a mãe tinha acabado de enviar.
Onde você está? Já chegou em casa? dizia a primeira. Depois havia uma segunda: Estou tão animada por você estar voltando para casa. Não acredito que vou ter você o verão inteiro! Senti tanto a sua falta!
Paul ainda estava se sentindo atordoado pelo orgasmo e não conseguiu responder logo. A mãe dele tinha enviado dezenas de mensagens durante o semestre para dizer o quanto sentia falta dele. Ele não conseguia pensar em ninguém que conhecesse cuja mãe os amasse tanto quanto Kathy o amava. Talvez fosse só por ela ser mãe solteira por tantos anos, mas Paul não se importava com os motivos. Ele a amava de volta pelo menos na mesma medida, e até mais.
Mas ele não confiava totalmente em si mesmo perto dela, e o jeito como as outras pessoas olhavam para ela sempre o fez sentir estranho, então, por mais que amasse estar perto dela, ainda mantinha distância.
Ele decidiu tomar um banho antes que ela chegasse em casa, e decidiu usar o banheiro dela em vez do que normalmente usava do outro lado do corredor do quarto dele. Ele abriu a água e então se despiu completamente, esperando a água ficar na temperatura certa antes de entrar na banheira fechada com vidro. O vidro logo ficou embaçado.
Paul se ensaboou todo e então ficou parado debaixo d'água, perdido em seus pensamentos. Foi um choque quando ouviu a mãe falando com ele ali mesmo dentro do banheiro.
"Amor, quando você chegou em casa? Por que não me avisou que já estava aqui? Você não recebeu minha mensagem?"
"Sim," ele disse. "Eu só queria me arrumar primeiro. Não esperava você tão cedo."
"Acho que eu estava ansiosa," ela admitiu. "Mal podia esperar para te ver. Além disso, parece que vai ser um fim de semana bem bonito, então metade do escritório já tinha saído na hora do almoço para começar mais cedo."
"Mãe, a última vez que estive em casa foi há apenas três semanas."
Mesmo através do vidro coberto de vapor, ele podia vê-la recostada na pia. A saia preta de escritório era justa e mais curta do que qualquer uma de suas colegas usava. Ela geralmente usava terninhos, com saia e paletó combinando, mas devia ter tirado o paletó antes de entrar no banheiro. Estava usando apenas uma blusa branca. Mesmo que não pudesse distinguir detalhes pelo vidro embaçado, Paul podia perceber que a blusa da mãe estava aberta o suficiente para mostrar uma boa porção do decote profundo e liso. Era como ela costumava se vestir.
"Eu sei, mas três semanas bem que poderiam ser para sempre," ela respondeu.
O tom dela era choroso e nada maternal. Soava mais como a Jenna quando tentava fazer Paul fazer algo que ele não estava a fim.
"Mãe," ele respondeu, "a gente conversa quase toda noite, e eu troco mensagens com você mais do que com qualquer um."
"Eu sei. Mas não é a mesma coisa que ter você aqui."
Paul podia ouvir o beicinho no tom da mãe. Ele nunca poderia admitir para ela, mas não conseguia evitar amar o jeito como ela falava com ele mais como namorada do que como mãe. Apesar de ter acabado de esvaziar uma boa na calcinha dela, o pau dele começou a formigar enquanto imagens da Jenna vinham à mente. Elas eram praticamente gêmeas, e ele sabia que teria que impedir que se conhecessem, ou ambas veriam a comparação óbvia.
"Tudo bem," ele finalmente disse, esfregando o pau discretamente. "Também senti sua falta."
"Bem, por que você não se apressa para que eu possa me arrumar também e a gente possa sair para um bom jantar de boas-vindas?"
"Parece ótimo, mãe."
Kathy riu feliz, e Paul pôde vê-la começar a se mover. Ele estava enrolando agora para não ter que sair do banho com o pau meio ereto na frente dela. Enquanto ela se movia para sair, ele notou que ela fez uma pausa no cesto de roupa suja. Pôde perceber que ela enfiou a mão lá dentro e então olhou rapidamente para ele por cima do ombro. Depois disso, saiu rapidamente do quarto com um pequeno punhado de pano branco enrolado na mão.
Paul imediatamente desejou ter sido mais cuidadoso e empurrado a calcinha em que tinha gozado mais para o fundo do cesto. Seria tolice achar que a mãe não sabia exatamente qual era o cheiro e a textura do gozo, mesmo encharcado no fundilho de uma calcinha minúscula. Ele sabia que tinha sido pego e não se lembrava de jamais ter sentido tanta vergonha como naquele momento. Ao mesmo tempo, não conseguia deixar de se perguntar o que a mãe estava fazendo com a calcinha vagabunda que descobriu. Teria sido impossível para ela pegá-la sem tocar no gozo dele.
O pau dele estava inchando duro e rápido de novo, e ele abriu a água fria antes de começar a se masturbar de novo. Deixou a água correr fria o máximo que aguentou antes de desligá-la e sair para pegar uma toalha. Ainda estava semi-ereto apesar do banho frio, e notou que a mãe tinha deixado a porta aberta entre o banheiro e o quarto dela. Ele se secou rapidamente e enrolou a toalha na cintura.
Encontrou a mãe sentada na beirada da cama dela. Os sapatos estavam fora e as pernas cruzadas, fazendo a saia subir bem alto nas coxas. A blusa estava jogada perto dela na cama enquanto os peitos enormes dela pressionavam os bojos superlotados de um sutiã com borda de renda. A calcinha não estava em lugar nenhum, e Kathy tinha um olhar distante. Pareceu levar alguns segundos até que ela notasse o filho seminu parado no quarto.
"Ah... querido," ela disse sonhadora. "A gente vai sair, certo?"
"Sim, se você quiser. Desculpa monopolizar seu banheiro. Realmente não esperava você até mais tarde."
Paul não conseguia se mexer. A mãe dele estava agindo como se estivesse sonâmbula, e ele não conseguia tirar os olhos das pernas dela ou das enormes porções lisas de peito transbordando dos bojos do sutiã. O pau dele começou a ficar maior, fazendo um volume maior na toalha úmida em volta da cintura.
"Tudo bem, amor. Você pode usar o banheiro da mamãe quando quiser," ela disse, ainda sem fazer contato visual.
O pau dele estava tremendo debaixo da toalha e ele não conseguia controlar. Os olhos da mãe estavam no volume tubular, mas o olhar era como se ela estivesse encarando através dele para o horizonte. Ele queria arrancar a toalha e depois puxar os peitos lindos da mãe para fora do sutiã e senti-los enquanto deslizava o pau inchado entre eles. O pensamento só o deixou maior e mais duro, o pau começando a levantar a toalha molhada.
Mas ela era a mãe dele. Isso seria impossível.
"Acho que eu deveria ir me arrumar também," ele disse sem convicção.
"Sim," Kathy assentiu. "Sim. Eu também."
Ela se levantou sem dizer mais nada e abriu o zíper da saia, deixando-a cair no chão para revelar uma fio-dental turquesa bem minúscula por baixo. Não dava para negar como o corpo da mãe dele era incrível, e o jeito como ela estava ali, de pé, com um par escasso de calcinha e sutiã fez o pau de Paul latejar mais do que nunca. Ele já a tinha visto de biquínis quase tão sumários quanto a lingerie, mas aquilo era diferente.
"Me avisa quando estiver pronto, amor," ela disse. Então se virou e entrou no banheiro, fechando a porta lentamente atrás de si. A bunda da mãe dele estava praticamente nua, exibindo o mesmo bronzeado uniforme do resto do corpo.
Sem pensar em como ela poderia facilmente voltar para o quarto a qualquer momento, Paul tirou a toalha da cintura com um puxão e agarrou o pau sofrido. Começou a bater punheta na haste com força e fúria, imaginando a sensação do pau deslizando entre as nádegas redondas e firmes da mãe.
Com a ereção violenta firmemente segurada na mão grande, Paul pegou a blusa da mãe na cama e descobriu a calcinha encharcada de gozo que ela tinha encontrado no cesto. Agora não dava mais para fingir que ela não as tinha encontrado ou que não tinha percebido o que ele tinha feito com elas. Ele colocou a blusa de volta e pegou a calcinha. Cobrindo o pau da melhor forma possível, começou a bombear a haste latejante mais uma vez, grunhindo e já tão perdido que nem se importava se a mãe voltasse de repente e o encontrasse.
Ele perdeu a noção do tempo enquanto bombeava o pau forte e rápido, finalmente explodindo com outra carga cremosa na calcinha minúscula da mãe. Estava atordoado quando espremeu os últimos filetes de gozo na fio-dental da Kathy. De novo, usou-a para limpar o excesso de porra da haste e dos dedos, mas a peça minúscula já estava saturada. Sem pensar, simplesmente jogou-a em cima da blusa da mãe, deixando-a e a toalha para trás ao sair do quarto.
Kathy dirigiu até o restaurante. Ela tinha levado um tempão para se arrumar. Paul estava acostumado com isso, e também estava acostumado com o jeito que ela se vestia para o jantar fora. Acostumado, mas ainda profundamente afetado. Sua mãe finalmente desceu as escadas com um vestido de coquetel revelador. Era branco, o que realçava lindamente seu bronzeado, e tinha um decote halter profundo que deixava à mostra uma quantidade perturbadora de seu decote liso e profundo. Era o tipo de vestido feito para ser usado sem sutiã, e Paul não conseguia ignorar o movimento hipnótico dos peitos enormes de sua mãe a cada gesto e movimento.
A barra do vestido era justa e curta. A bunda e as coxas de Kathy eram ligeiramente mais cheinhas, embora ainda firmes e duras como as de mulheres muito mais jovens, e no banco do motorista do carro o vestido subia quase até a bunda.
Kathy estava num humor completamente diferente daqueles momentos tensos que tinham compartilhado depois do banho dele. Ela estava praticamente radiante de felicidade agora e falava enquanto dirigia sobre todas as coisas que podiam fazer juntos durante o verão. Paul a acompanhava o melhor que podia, mas estava severamente distraído lembrando o olhar sonhador nos olhos dela quando ela observava o contorno do pau dele endurecendo sob a toalha.
Ele também estava preocupado com a aparência dela no vestido, além de ter flashbacks do jeito que ela se despiu até o sutiã e a calcinha fio dental antes de entrar no banheiro.
No entanto, Paul já a tinha visto naqueles estados de roupa e/ou pouca roupa muitas vezes antes. Ela nunca foi tímida em relação ao corpo, e seu filho sempre oscilou entre desejar que ela fosse mais como as mães de seus amigos e sentir orgulho dela. Isso também significava passar pela vida ouvindo palavras como "vagabunda", "gostosa burra" e "coroa" sendo ditas sobre ela por caras da idade dele, bem como pelas mães deles. Era uma grande parte da razão pela qual nenhum dos dois tinha muitas amizades duradouras e próximas.
Por outro lado, ele estaria mentindo se dissesse que nunca achou que a própria mãe era meio que uma gostosa burra. Ela não passava exatamente o tempo lendo Shakespeare, mas Paul sabia que ela era muito mais inteligente do que deixava as pessoas pensarem. As roupas cuidadosamente escolhidas que ela sempre usava para o trabalho ficavam em algum lugar entre roupa de vagabunda e traje profissional de escritório, e por ficar na mesma empresa por muito tempo, ela tinha avançado constantemente.
Paul não podia culpá-la. Ela só estava fazendo o que sentia que precisava para criar um filho sozinha. Ele nunca soube quem era seu pai. Ele nem tinha certeza se a mãe sabia, mas nunca perguntou. Ele não se importava. Ela era tudo que ele sempre precisou.
Ele não sabia para onde ela o estava levando para jantar, mas sabia que ela ia fazer todas as cabeças na sala virarem quando entrassem. Ele estava acostumado com isso também, e esta noite não ia ficar constrangido com isso, apenas orgulhoso de como sua mãe era sexy e deslumbrante.
Em um momento durante o trajeto, Kathy descansou a mão livre na coxa do filho, simplesmente deixando-a ali enquanto continuava falando sobre como estava feliz por tê-lo em casa. Apesar de ter batido punheta duas vezes, o toque íntimo de sua mãe fez o pau dele começar a formigar de calor. Ele quase colocou a mão sobre a dela, mas então seu celular vibrou com um aviso de mensagem. No começo foi um alívio, porque ele não tinha ideia de onde colocar a mão sobre a da mãe poderia ter levado. Mas então ele viu a mensagem de Jenna.
Agora Paul estava olhando para a foto que preenchia a tela do celular. Os peitos grandes e nus de Jenna o encaravam de volta. Ela estava segurando um de seus globos pesados na mão e apertando com força. A mensagem que veio segundos depois dizia: Saudades de vc, amor. Me diz q não vamos ficar o verão todo sem nos ver.
Paul deu uma longa olhada nos peitos da namorada da faculdade enquanto a mão da mãe apertava levemente sua perna a meros centímetros de seu pau. Ele finalmente fechou a foto e guardou o celular no bolso da camisa antes que Kathy visse o que ele estava olhando. Ela era a última pessoa que ele queria que visse como a namorada parecia. A semelhança entre elas seria óbvia demais.
As garotas com quem Paul tinha ficado antes de Jenna eram do mesmo tipo, mas nenhuma se parecia tanto com sua mãe quanto ela. Com as outras, Paul se pegava fechando os olhos e imaginando que estava enfiando seu pau inchado na boceta molhada de sua mãe gostosa, mas nunca precisou fazer isso com Jenna. Com ela, era tão parecido com foder a mãe que ele acabava devorando e martelando ela como nenhuma outra garota que ele já conheceu.
Tudo que Jenna sabia era que tinha esse cara ótimo com um pau lindo que era louco por ela e a fodia como ninguém nunca tinha fodido.
Paul não queria perder Jenna, e sabia que teria que dar um jeito de passar um tempo com ela durante o verão ou ela poderia não estar lá para ele no outono. Uma garota como Jenna não ficaria sem ofertas. Mas ele não podia deixá-la vir vê-lo e arriscar que ela e sua mãe se conhecessem. Ambas saberiam seu segredo mais sujo. Mas então, depois do que aconteceu no início da tarde, sua mãe sabia muito mais do que ele jamais quis que ela soubesse.
Claro, a reação de Kathy a tudo certamente deixou Paul saber que o desejo provavelmente era mútuo, mas querer algo e fazer algo a respeito eram duas coisas muito diferentes. Especialmente quando se tratava de uma mãe e um filho fodendo até não aguentar mais. Não importava o quão gostosa a mãe fosse.
Ou importava?
Paul estava desejando que sua mãe tirasse a mão da perna dele, mas ela a manteve ali enquanto não precisava das duas mãos no volante.
"Alguma gata gostosa da escola já com saudades?" Kathy perguntou com um sorriso sutil.
"Só uma amiga," Paul mentiu, pensando que o radar feminino de sua mãe era assustador.
"Sei," ela respondeu cética.
Paul ficou em silêncio, perdido em pensamentos sobre como se encontrar com Jenna o mais rápido possível. Ele sabia que cada dia perto de sua mãe deslumbrante só ia deixá-lo mais e mais excitado até estar pronto para explodir. Bater punheta só lhe dava um alívio limitado. Ele precisava de mais, e Jenna era a única garota que podia lhe dar o que ele mais precisava. Ele estava louco para responder a mensagem dela, mas não queria fazer isso na frente da mãe.
Felizmente, Kathy deixou isso de lado e voltou a falar sobre todas as coisas que podiam fazer durante o verão. Ela sugeriu a ideia de fazerem uma viagem juntos enquanto seus dedos começavam a cravar levemente na carne da coxa dele. Paul ficou aliviado quando ela teve que tirar a mão para virar no estacionamento do restaurante, porque seu pau estava começando a ficar desconfortavelmente grosso.
O celular de Paul vibrou de novo quando eles entraram no restaurante. Era um lugar chique, e assim que se sentaram, ele tirou o celular e verificou a nova mensagem de Jenna. Dessa vez, havia uma foto da boceta lisinha dela com dois dedos enfiados até a metade em seu buraco muito molhado. Ele ficou aliviado por estar sentado à mesa. Ele sentia uma falta louca da boceta de Jenna, e a essa altura estava perdendo a batalha contra ficar duro num momento muito inconveniente.
Mantendo o celular abaixo da mesa, Paul mandou uma mensagem de volta. Também tô com saudades. Muita!
Prova, ela respondeu.
Paul sabia que ela esperava uma bela foto de pau duro.
Depois. Tô jantando com minha mãe.
Quero ver ela! Jenna mandou.
Paul guardou o celular no bolso e tentou se concentrar no cardápio. Sua mãe o olhava com curiosidade. Ele desejava não ter mencionado nada sobre sua mãe para Jenna.
"Então você conheceu uma garota na faculdade," ela disse.
Paul sabia que ela estava sondando, mas não conseguia decifrar a expressão no rosto dela. O tom também era evasivo.
"Só uma amiga," ele respondeu. "Só, hum, falando sobre as férias de verão."
"Entendo," Kathy disse cética. "Parece que vocês têm muito o que conversar para umas férias que ainda nem começaram de verdade."
Ela tinha um sorriso tenso no rosto e começou a ficar vermelha. Paul sentiu o próprio rosto esquentando e ficando vermelho também. Uma sensação bizarra tomou conta dele, como se estivesse traindo, mesmo sabendo que isso era ridículo.
"Só uma amiga da faculdade," ele tentou insistir.
Então seu celular vibrou com três mensagens em rápida sucessão.
"Então você já sabe o que vai pedir?" ele tentou desviar.
"Você não vai verificar suas mensagens?"
Kathy endireitou os ombros e manteve os olhos fixos no rosto dele enquanto seus peitos empurravam com mais força contra o decote profundo do vestido revelador. O garçom então se aproximou da mesa e encheu os copos d'água, perguntando se estavam prontos para pedir. Paul o flagrou olhando para os peitos da mãe sempre que podia. Ele estava acostumado com isso. Sempre costumava incomodá-lo, mas agora se sentia orgulhoso de como sua mãe era gostosa e bonita. Ela disse ao garçom que precisavam de mais alguns minutos. Quando ele saiu, ela voltou a atenção para Paul.
"Então? Você nem vai verificar as mensagens da sua namorada?"
"Ela não é minha namorada," ele mentiu.
Seu celular vibrou de novo.
"Sei." Seus olhos se estreitaram com suspeita.
Ela respirou fundo, fazendo seus peitos exuberantes pressionarem o vestido, e seu humor mudou. Paul ficou aliviado por ela parecer estar deixando o assunto de lado. O garçom voltou e eles fizeram o pedido. Conversaram mais sobre o que fazer no verão, e Kathy agiu como se não percebesse cada vez que o celular de Paul vibrava e ele ignorava.
Em algum momento no meio do jantar, houve uma breve pausa na conversa, e Kathy soltou uma bomba inesperada no filho.
"Então acho que você deve estar fodendo ela," ela disse do nada.
Paul quase engasgou com a comida que estava mastigando, o que pareceu divertir sua mãe. Ele sabia que a expressão em seu rosto revelava a verdade, e não havia sentido em tentar negar de novo. Mas então a expressão de sua mãe mudou. Seu rosto ficou vermelho e seus olhos se estreitaram. Ela fez aquele biquinho com os lábios que sempre fazia quando não estava feliz com algo.
"Não é nada sério," ele tentou protestar.
"Claro. Só que ela está te mandando mensagem a cada sessenta segundos. Então por que você não me mostra uma foto dela?"
Paul evitou a pergunta. Pela mesma razão que não queria mandar uma foto da mãe para Jenna, ele não queria que nenhuma das duas visse o quanto se pareciam. Ele deu uma desculpa esfarrapada de precisar ir ao banheiro.
Ele saiu da mesa e foi se trancar numa cabine do banheiro masculino, sentindo-se aliviado pelo momento de privacidade. Encostado na lateral da cabine, ele colocou a mão sobre o volume crescente nas calças, esfregando firmemente o pau enquanto ele continuava a aumentar. Pensou no jeito como sua mãe tinha encarado o volume na toalha em volta da cintura depois de usar o banheiro dela, e isso só fez sua vara inchar ainda mais rápido.
Também era impossível não lembrar de como ela estava de sutiã e calcinha, como se estivesse provocando de propósito. Mas Kathy sempre tinha sido tão livre e aberta com o corpo que era difícil saber se ela alguma vez pensava duas vezes sobre como alguém reagia a ela. E o jeito como seus peitos deliciosos e pesados estavam praticamente caindo para fora da blusa aberta o tempo todo na mesa estava deixando ele maluco. Os sinais do ciúme dela por Jenna só pioravam as coisas.
Paul abriu o zíper das calças e tirou seu pau inchado para fora, suspirando enquanto dava à sua carne dolorida a atenção que ela implorava. Ele sabia que teria que ver Jenna o mais rápido possível, ou um verão inteiro com sua mãe gostosa seria pura tortura. Ele ainda não estava em casa há um dia inteiro. Jenna era a única maneira de aliviar seus desejos persistentes.
Ele decidiu mandar uma foto rápida de seu pau excitado e responder às últimas mensagens dela. Com sorte, a visão de sua vara enorme a distrairia de seus pedidos insistentes para ver como a mãe dele era. Mas quando ele pegou o celular, percebeu que o tinha deixado na mesa. Um momento de pânico tomou conta dele quando pensou em sua mãe pegando-o e vendo as mensagens e fotos entre Jenna e ele. Ela não resistiria, mas pelo menos seu celular estava protegido por senha.
Paul passou alguns minutos tentando se acalmar antes de voltar para a mesa, onde estaria olhando o rosto bonito e o decote farto de sua mãe. Ele poderia mandar mensagem para Jenna do carro e depois enviar algumas fotos de pau quando chegassem em casa. Com sorte, ela já teria parado de pedir para ver fotos de Kathy até lá. Sua mãe provavelmente não desistiria tão facilmente, mas ele daria um jeito de evitar isso de alguma forma.
Quando seu pau relaxou o suficiente para caber de volta nas calças, Paul guardou sua carne e fechou o zíper. Voltando à mesa, encontrou sua mãe sentada calmamente, a refeição terminada. Ele se abaixou para pegar o guardanapo na cadeira onde o tinha deixado, e descobriu uma calcinha fio dental minúscula dobrada embaixo. Seu coração gelou com a visão. Não havia dúvida de que era o mesmo par em que ele tinha gozado mais cedo. Ele a pegou da cadeira antes que alguém ao redor pudesse ver, percebendo que o tecido estava quente e encharcado.
Com a calcinha amassada em seu punho grande, Paul afundou na cadeira, mal conseguindo olhar a mãe nos olhos do outro lado da mesa. Seu rosto queimava enquanto se forçava a fazer contato visual, também notando os mamilos inchados apontando contra o tecido fino e branco do vestido revelador de sua mãe.
Ela respirou fundo, forçando seus peitos cheios a pressionar ainda mais contra o aperto do vestido.
"Sim, são as mesmas," ela disse num tom neutro. "Eu as usei esse tempo todo. Você ficaria surpreso como é fácil tirar uma calcinha num restaurante sem ninguém saber o que você está fazendo. Pelo menos eu acho."
Paul ficou sentado em choque, mas com o pau inchando rapidamente para a mesma dureza que tinha no banheiro masculino.
"Mas... por quê?" Ele praticamente sabia a resposta, mas não conseguia pensar em mais nada para dizer.
Kathy se inclinou para frente para poder responder num tom sussurrante, seus peitos pesados inflando contra a mesa. Ela fez uma pausa, fechando os olhos brevemente enquanto tomava um fôlego de coragem. Então ela abriu os olhos e disse suavemente, mas de forma definitiva: "Porque eles estavam encharcados com o seu gozo e eu não pude negar a necessidade de senti-lo na minha boceta."
O bater descontrolado do coração de Paul parecia estar centrado em seu pau. Antes que ele pudesse pensar em algo para dizer, sua mãe ergueu o celular dele.
"Você realmente deveria tentar pensar numa senha melhor do que o aniversário da sua mãe, bebê," ela disse. Então deslizou por algumas das fotos de Jenna, inclinando o celular para que ambos pudessem vê-las. "E," ela continuou, "você foi mesmo para a faculdade só para encontrar uma namorada que parece que poderia ser minha gêmea mais nova? Até os peitos dela são iguais aos meus. Eu sabia que você gostava deles. Só não tinha certeza do quanto, mesmo com o jeito que você nunca conseguiu tirar os olhos deles, mas agora..."
Paul ainda não sabia o que dizer, mas ouvir sua mãe gostosa falar sobre o quanto ele amava os peitos dela fez seu pau latejar ainda mais forte. Ele sempre imaginou que ela percebesse o interesse dele nela, mas nunca imaginou que ela soubesse tanto como obviamente sabia agora.
"Desculpa, mãe," ele finalmente suspirou. "Eu simplesmente não consigo evitar. Todos esses anos vivendo na mesma casa com... a garota mais gostosa que se possa imaginar. Como qualquer cara não ia querer você? Passei metade da minha vida desejando que você não fosse minha mãe."
Kathy corou e seus olhos se encheram de lágrimas enquanto Paul finalmente confessava. Ela até permitiu que uma lágrima escapasse e escorresse pela bochecha. Ela endireitou os ombros e enxugou a lágrima com o guardanapo, mas era fácil ver que ela não estava chateada. Ela estava sentindo todo tipo de outras emoções, e Paul estava fora de si para aprender tudo sobre elas que pudesse. Enquanto isso, ele estava louco para pular através da mesa e beijá-la com força enquanto envolvia suas mãos grandes em seus peitos ainda maiores.
Então o celular de Paul vibrou com uma mensagem chegando. Sua mãe o deslizou pela mesa até ele.
"Você provavelmente deveria verificar isso. Pode ser importante," ela disse.
Paul pegou seu celular, sem saber o que ela poderia ter visto enquanto ele estava no banheiro. Quando abriu a conversa com Jenna, viu que sua mãe tinha tirado uma selfie e enviado para ela com uma mensagem que dizia: Ela é bem gostosa, não acha?
— Hum… baby… ela se parece demais comigo para ser coincidência — foi a resposta de Jenna.
Paul sentiu alívio quando o garçom apareceu na mesa com a conta. Ele não sabia o que dizer nem para a mãe nem para Jenna. Enquanto Kathy pagava a conta, chegou outra mensagem de Jenna: Deve te deixar maluco ter uma mãe tão gostosa. Não é à toa que você me fode tão gostoso, rsrs.
Ele ficou aliviado por Jenna não parecer chateada, mas ainda desejava que a mãe não tivesse enviado a foto. Quando finalmente se levantaram para sair, ele guardou o celular e ignorou as notificações vibrando. A mãe saiu do restaurante com orgulho, o requebrar dos quadris ainda mais acentuado do que quando entraram, e um sorriso maroto de satisfação no rosto.
No carro, Kathy se recostou contra a porta, virada para Paul, sem ligar o motor. Era óbvio que ela tinha mais coisas na cabeça, mas não dizia nada. Ficou ali sentada, sem se importar que a barra do vestido justo subisse pelas coxas a ponto de revelar a boceta lisinha e completamente depilada. Paul lembrou que as calcinhas bem usadas dela estavam amassadas no bolso da sua calça jeans.
Olhar abertamente para a boceta exposta da mãe acelerou o pulso de Paul, e a ereção que nunca desaparecia por completo voltava com força total. Ela puxou as laterais da parte de cima do vestido ainda mais, deixando os seios pesados e macios caírem à mostra. Passou as pontas dos dedos sobre os mamilos, fazendo-os inchar sob o toque, enquanto o filho respirava fundo e não resistia a apertar o pau dolorido por cima das calças.
— Não sou tão ingênua a ponto de achar que você ia para a faculdade e não arranjaria uma namorada — disse ela, continuando a brincar com os mamilos. — Sempre soube também o quanto você gosta de me olhar e deixar porra nas minhas calcinhas. Mas nunca imaginei que fosse encontrar uma garota tão parecida comigo. E então agora… uma parte enorme de mim está com um ciúme do caralho, mas pensar em você fodendo ela e pensando em mim me deixa toda molhada.
— Não é o que você está pensando — ele disse, pouco convincente, a mão deslizando ousadamente sobre o volume do pau. Percebeu que a mãe acompanhava o movimento da mão dele. Ela tinha aquele olhar distante que mostrara no quarto mais cedo, quando contemplava a forma da ereção dele através da toalha, mas agora havia algo diferente no olhar. Algo a mais. Mas os olhos de Paul acabaram voltando para as mãos dela, que começavam a enrolar e torcer os mamilos grossos.
— E o que exatamente você acha que eu estou pensando?
— Que você está desejando que não fôssemos mãe e filho — ele se forçou a dizer em voz alta.
Kathy suspirou e balançou a cabeça. Estendeu o braço sobre o console e afastou a mão do filho do pau, colocando a própria mão sobre o volume sólido.
— Não quero que você deseje essas coisas — disse ela, começando a massagear o pau dele por cima das calças. — Amo ser sua mãe. Tenho orgulho disso, e adoro o jeito como você me deseja mesmo apesar disso. E quero que você me foda justamente por eu ser sua mãe, tanto quanto por todos os outros motivos.
Paul ficou sem palavras, e o pau latejava loucamente. A mãe então começou a abrir as calças dele, e finalmente puxou para fora o caralho grande e inchado.
— Ai, meu Deus, baby, você é lindo — suspirou ela, começando a acariciar a haste dele para cima e para baixo com as duas mãos. — Não acredito que finalmente estou com as mãos em você.
Paul também não acreditava. Estava fascinado ao ver as mãos da mãe explorarem com tanto carinho o seu caralho enormemente inchado. Ao mesmo tempo, continuava a olhar para o rosto lindo dela, com uma expressão de excitação maravilhada nos olhos. E ainda havia os seios grandes e fabulosos balançando para fora da parte de cima do vestido. Ele estendeu a mão e começou a acariciá-los, deslizando a mão sobre a pele acetinada, sentindo cada curva pesada e apertando-os com firmeza.
Kathy soltou um suspiro suave quando Paul começou a apalpar seus seios, e o aperto das mãos dela em volta da haste dura dele aumentou enquanto ele brincava com os mamilos. Foi quando Paul entendeu plenamente o que ela dissera sobre ele não desejar que ela não fosse sua mãe. E agora que finalmente tocava nos peitos que o provocavam e tentavam havia tanto tempo, não conseguia imaginar desejar que a loira terrivelmente sexy com quem passara a vida inteira fosse outra pessoa que não sua própria mãe gostosa e com tesão.
Os seios dela eram incrivelmente firmes e macios, e Paul estava praticamente em transe por finalmente vê-los totalmente expostos só para o seu prazer, sem falar na sensação de calor e tato que sempre soube que seria incomparável. Por mais que os seios de Jenna fossem parecidos com os da mãe, nada se comparava a ter as orbes cheias dela nas suas mãos. Só de ver a reação dos mamilos dela endurecendo em botões inchados sob seus dedos já era o suficiente para intensificar o latejar do seu pau no punho que o acariciava.
— É melhor do que brincar de faz de conta com ela, não é? — perguntou Kathy, como se lesse a mente dele.
Paul só riu baixinho em resposta, sabendo que a resposta era óbvia demais para precisar ser dita.
— Mesmo assim — acrescentou a mãe com uma risadinha sugestiva —, é do caralho de excitante você ter feito isso. Sempre soube que você era um tarado safado, só não sabia o quanto.
— Você não faz ideia, mas vai descobrir.
Dito isso, Paul se inclinou e beijou a boca linda da mãe, os lábios deles se abrindo instantaneamente para deixar as línguas se entrelaçarem. Foi o beijo mais profundo e voraz que Paul já experimentara, um beijo que estava anos atrasado.
O aperto de Kathy se intensificou em volta do pau do filho, enquanto a pegada dele nos seios dela também ficava mais áspera e ansiosa. Mas em pouco tempo, Paul deslizou uma das mãos entre as coxas macias e quentes da mãe, subindo para sentir a boceta exposta. A fenda já estava molhada, os lábios escorregadios e inchados. Ela gemeu na boca do filho enquanto os dedos grandes dele exploravam o tesouro recém-depilado.
Quando um, depois dois dedos de Paul deslizaram para dentro do buraco encharcado da mãe, Kathy gemeu na boca dele, mas depois reclinou a cabeça contra a janela do carro e rosnou como uma felina da selva enquanto o filho a dedilhava naquela boceta há tanto tempo negligenciada e abaixava o rosto para sugar os mamilos grossos. Com o polegar dele trabalhando o clitóris, Kathy começou a se contorcer no banco, o prazer aumentando a cada segundo.
Relutante, Paul acabou levantando o rosto dos seios magníficos da mãe e olhou nos olhos dela, nublados de luxúria. — Tem uma coisa que eu preciso fazer há muito tempo — disse ele.
— Sim, baby? Sou sua. Você pode fazer o que sempre quis.
O pulso de Paul disparava, e ele queria poder fazer de uma vez tudo o que desejava com a mãe. Mas apenas sorriu para ela sem dizer nada. Deu uma olhada rápida pelo estacionamento para garantir que não havia ninguém, e então saiu do carro e contornou até o lado da mãe, com o pau rigidamente tesão saltando para fora das calças.
Ele tinha plena consciência do olhar fascinado da mãe acompanhando seu trajeto ao redor do carro até a porta dela. Quando abriu a porta, não conseguiu evitar parar no caminho para absorver a visão surreal dela encarando-o com uma expectativa dócil, os seios deslumbrantes de fora do vestido.
— Vire-se e coloque os pés no chão — disse ele, ansioso para tomar o que queria.
Kathy fez como o filho mandava, sem pronunciar uma palavra de pergunta ou protesto. Ao girar o corpo para pôr os pés para fora do carro e no chão, a barra do vestido curto subiu pelos quadris, deixando as pernas lisas e a boceta depilada totalmente expostas.
Paul se ajoelhou no chão entre as coxas abertas da mãe, colocando as mãos na carne sedosa da parte interna. Mal podia acreditar que estava perto o suficiente da boceta molhada da mãe para sentir o perfume da excitação dela. Lançou um olhar rápido para o rosto dela e disse simplesmente: — Isto agora é meu. Então se aproximou e lambeu a fenda coberta de melado.
— Ah, porra — disse Kathy com um suspiro rouco. Os quadris dela começaram a rolar e rebolar instantaneamente em resposta ao ataque voraz do filho à sua boceta. Ela empurrou a bunda até a beirada do banco do carro, dando ao filho ansioso o máximo de acesso possível.
Paul estava completamente intoxicado pela boceta quente e molhada da mãe, lambendo ao redor dos lábios e do buraco como se nunca se fartasse. O som dos suspiros e gemidos profundos de Kathy só o fazia lamber e sorver a fenda quente com uma fome cada vez maior.
Em meio à devoração voraz da boceta pelo filho, Kathy teve dificuldade para pegar o celular de Paul atrás de si. Quando ele percebeu que ela estava tirando fotos do rosto dele firmemente grudado à sua fenda escancarada, enfiou dois dedos no buraco e começou a dedilhá-la enquanto continuava a lamber o clitóris.
Os dedos dele acharam com facilidade o ponto doce lá dentro, acariciando o centro de prazer da mãe enquanto atacava o clitóris com a língua ágil. Logo, os músculos de Kathy se retesaram e ela gozou forte, com uma série de suspiros entrecortados.
Depois, Paul levantou-se de novo. Sua ereção longa e grossa ainda saltava para fora das calças, balançando diante do olhar fascinado da mãe. Ele tomou um instante para vasculhar o estacionamento e avistou um casal do outro lado entrando no carro, mas pareciam totalmente alheios ao que acontecia no carro de Kathy.
Paul se inclinou e beijou a mãe longa e intensamente, fazendo-a sentir o próprio gosto dos fluidos da sua boceta pela boca dele. Ela o beijou de volta com voracidade, sugando ansiosamente o sabor da língua exploradora dele.
Quando Paul se endireitou, segurou o pau inchado com uma das mãos e deu um passo mais perto da mãe. Ela ainda segurava o celular dele e continuava tirando mais fotos enquanto ele acariciava a haste enorme e mandava que ela chupasse.
— Vamos, mãe. Você sabe que quer tanto quanto eu quero que você queira — disse ele.
— Sim, baby. Você pode ter o que quiser.
Então ela colocou o pau na boca e começou a chupar a haste, deslizando os lábios úmidos pela carne latejante enquanto mantinha o celular apontado para os dois. Paul percebeu que a mãe provavelmente estava filmando e tirou o celular da mão dela, passando a filmá-la de cima enquanto ela trabalhava o pau dele com perícia, usando as duas mãos e a boca.
Passou alguns minutos filmando a mãe se esfregando no seu pau, mas por fim desligou o celular e o jogou no carro. Kathy ordenhava a haste pulsante como se tivesse nascido para aquilo, e Paul não queria distrações. A expressão no rosto dela era algo que ele nunca tinha visto. Já tivera o pau duro chupado por garotas que adoravam o que faziam, Jenna mais do que todas, mas a fome ardente da própria mãe pela sua carne latejante estava além da crença.
A cabeça de Kathy ia e voltava num ritmo constante enquanto acariciava a haste dura do filho com os lábios úmidos e macios. Gemendo desesperado, ele agarrou um punhado do cabelo da mãe e começou a bombear o pau num ritmo que contrapunha a boca e a mão deslizantes dela.
Paul apoiou as mãos no teto do carro e fechou os olhos, entregando-se ao prazer intenso do momento. Mas depois de mais um pouco, Kathy recuou, liberando o pau superaquecido da boca. Baixou a janela do carro e saiu, fechando a porta.
Então começaram a se beijar mais intensamente do que nunca, a mão de Kathy acariciando o pau exposto enquanto Paul dedilhava a fenda coberta de orvalho.
— Preciso de você dentro de mim, baby — disse ela por fim. — Urgente. Preciso de você agora.
Dito isso, Kathy se curvou, apoiando a parte de cima do corpo no carro, deixando a bunda e a boceta totalmente expostas e oferecidas para o que o filho quisesse.
— Porra — rosnou Paul, ao estapear a mão aberta contra a bunda nua da mãe. Ela soltou um gemido em resposta à palmada, e ele lhe deu mais três seguidas. Então agarrou o pau e pressionou a glande contra as dobras macias e molhadas da boceta dela.
Empurrou a haste latejante para dentro do núcleo quente, preenchendo a bainha aveludada com carne quente e dura como pedra.
— Ah, meu, caralho, do, céu — rosnou Kathy enquanto a rola imponente do filho a preenchia gradualmente.
Segurando-a pelo quadril com uma das mãos, Paul massageou com o polegar o rebordo apertado do cu da mãe enquanto começava a balançar seu osso rígido para dentro e para fora do corpo delicioso dela. Mal conseguia respirar enquanto enfiava e tirava da boceta com que tanto sonhara durante tanto tempo.
Os gemidos e gritos de Kathy ficavam apenas parcialmente abafados com a cabeça dela dentro do carro, mas Paul percebia que ela sentia a mesma torrente de emoções que ele.
Não demorou para Paul estar se esforçando para segurar a carga, querendo que a sensação durasse o máximo possível. Ainda assim, não conseguia evitar meter o pau com mais força e rapidez na boceta escaldante da mãe. Fodeu-a com mais vigor, com estocadas mais longas, e a mão continuava levantando e baixando com palmadas fortes sobre a bunda magnífica como se tivesse vontade própria.
Quanto mais forte Paul batia, mais a boceta da mãe o agarrava e ondulava por dentro, em volta da haste que bombeava. Ela arfava e gemia profundamente, e ele sabia que ela gozava sem parar. Mas finalmente foi mais do que ele podia resistir, e rangeu os dentes e bateu na bunda da mãe com toda a força quando o seu pau explodiu num jorro de esperma quente no fundo dela.
Depois de um ou dois instantes para se recompor, Paul mudou de posição para dar espaço à mãe para tirar a parte de cima do corpo de dentro do carro e ficar de pé ao lado dele. Ficaram se olhando sem dizer nada. Não precisava dizer nada. Tudo o que Paul precisava saber estava bem ali no olhar sonhador dos olhos lindos da mãe.
A barra do vestido de Kathy ainda estava levantada na cintura, enquanto a parte de cima continuava aberta em volta dos seios pesados e nus.
— Desculpa se bati forte demais — disse Paul por fim, com um sorriso maroto. — Acho que me empolguei.
— Seu animal de tesão — ronronou a mãe, antes de se agachar ao lado do carro e chupar o pau do filho coberto de fluidos até limpá-lo completamente.
Depois, Kathy voltou para o carro sem ajeitar o vestido. Paul guardou o pau nas calças e contornou de volta para o seu lado do carro. Quando entrou no banco, viu que Kathy estava com o celular dele de novo.
— Me lembra de pensar numa senha melhor — disse ele, sabendo que ela devia estar respondendo às mensagens de Jenna.
— Baby, eu diria que já passamos da fase de ter segredos um com o outro. — Então ela deu um sorriso e devolveu o celular ao filho.
Enquanto ela ligava o carro e saía do estacionamento, Paul abriu a conversa que sabia que a mãe tinha acabado de adulterar. Soltou um suspiro profundo ao descobrir que ela enviara o vídeo dela chupando o pau dele para Jenna.
— Merda — murmurou, achando que o relacionamento com Jenna tinha acabado de terminar. Naquele momento ele amava Jenna, além do fato de ela se parecer tanto com a mãe, e gostaria de ver o relacionamento continuar o máximo possível. Mas agora ele tinha a mãe, e ninguém nunca poderia ser mais importante do que ela.
— Não se preocupe, baby — disse Kathy enquanto dirigia. — Se ela souber lidar com isso… com a gente… então você saberá que é a certa.
Ele recostou-se no banco e torceu pelo melhor. Um minuto depois, o celular vibrou com uma mensagem de Jenna.
Baby! Sua mãe chupa boceta tão bem quanto chupa rola?
Paul olhou para a mãe e sorriu. Ele estava pensando a mesma coisa.