O Presente de Aniversário
Sexta-feira, 4 de abril
Alicia Simmons serviu duas taças de vinho, uma para ela e uma para sua melhor amiga, Mandy Parker.
"Não sei o que comprar para o Adam. Estou completamente sem ideias, Mandy. O aniversário dele é na quinta que vem, e quero dar algo especial, mas estou totalmente sem criatividade."
Mandy assentiu com simpatia. "Você sempre capricha tanto nos presentes do seu marido, Alicia."
"Eu sei, e este ano estou completamente travada."
O longo cabelo loiro de Alicia caía em cascata pelas costas. Ela tinha curvas que preenchiam perfeitamente suas calças de yoga – quadris fartos que balançavam quando ela andava, e uma cintura fina que contrastava maravilhosamente com sua bunda magnífica.
Seu bundão era sua marca registrada, a razão pela qual Adam e todos os outros caras não conseguiam evitar olhar. E ela sabia disso, saboreando os olhares famintos que frequentemente pegava.
"Só quero que o Adam se sinta amado e valorizado", disse com um tom de preocupação na voz. "Estou começando a sentir a pressão."
"Bem, você sempre pode optar por um vale-presente", Mandy sugeriu com um sorriso brincalhão.
Mais magra, com uma atitude típica de quem não tolera bobagens, Mandy era a contraparte mais ousada de Alicia. Seu cabelo castanho, muitas vezes estilizado com um toque de rebeldia, destacava uma sagacidade de quem conhece a realidade das ruas que Alicia nunca conseguiria abraçar por completo.
Alicia lançou-lhe um olhar penetrante. "Muito engraçado. Você sabe que quero algo mais pessoal que isso."
"Tá bom, tá bom. Desculpa... Tenho certeza de que você vai descobrir... então, está pronta para assistir A Escolha Perfeita?"
Assistir juntas ao filme de 2012 sobre grupos a cappella era uma espécie de tradição para as duas mulheres.
"Claro!" Alicia disse, ligando a TV. "Em qual plataforma assistimos da última vez? Peacock?"
"Aff, não lembro..."
Mandy fez uma busca rápida no celular. "Sim, parece que podemos assistir no Peacock."
Alicia abriu o aplicativo de streaming. "Aff, claro", resmungou ao se deparar com uma tela de login em vez da página inicial.
"Você sabe as credenciais?"
"Não, mas acho que meu marido tem elas salvas no laptop dele." Alicia abriu o computador prateado que estava sobre a mesa de centro.
Quando a tela desbloqueou, Mandy engasgou.
"Ai, meu Deus. São tantos."
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Aqueles eram só os títulos que começavam com A. A lista continuava sem parar. Cada título era temático de um ato sexual específico.
Com as Bolas Lá Dentro da Bunda Dela Escurecendo Minha Esposa: Edição Anal Piranhas de Bunda Empinada Goza Pela Porta dos Fundos Piranhas Sedentas por Gozo no Cu Anal Profundo Divide Minha Bunda Aproveite Minha Bunda Adolescente Termina Na Minha Bunda Fode Meu Cu Fodida Em Todos os Buracos Me Arromba Bundona, Buracos Apertados Eu Gosto No Cu No Meu Cu Jovem e Apertadinho Vamos Tentar Anal Piranhinhas Anais Adolescentes Milfs Amam Anal Piroca Monstro No Cu da Mãe Minha Líder de Torcida Anal Minha Enfermeira Anal Minha Colegial Anal Minha Professora Anal Goza Na Minha Bunda Martela Meu Cu Enche Meu Cu de Gozo Enfia Na Bunda Dela Rainha do Anal Ela Só Quer Anal Estica Todos os Meus Buracos Empanturra Meu Cu de Piroca Princesinha Anal Adolescente Desafio do Cuzinho Apertado Duas Bundonas Pra Foder Lá No Cu Dela Destroi Meu Cu Sua Mãe Ama Anal
"Parece que alguém tem a mente bem focada em uma coisa só! Não sabia que você e o Adam curtiam tanto coisas com o bumbum... Espero que ele te dê um descanso de vez em quando!" Mandy disse, brincando.
Alicia balançou a cabeça negativamente. Mandy percebeu que a amiga não achou a piada tão engraçada quanto ela.
"Vocês, hã... não..." Mandy perguntou, pigarreando.
Alicia fez uma pausa.
"Quero dizer, lá no começo, quando a gente namorava, anos atrás, ele perguntou se podia... colocar lá e eu disse não, de jeito nenhum, nunca." Alicia disse. "Me sinto mal. Não fazia ideia de que era uma fantasia tão grande para ele."
"Entendo... Você tem alguma curiosidade?" Mandy perguntou.
"Quem não tem? Claro que tenho..."
Mandy lançou-lhe um olhar exasperado. Não entendia por que Alicia era sempre tão careta. Mas conseguiu morder a língua.
Alicia criou coragem para fazer a próxima pergunta. "Você e seu marido...?"
Mandy assentiu que sim.
"E é gostoso?" Alicia sussurrou.
"Precisou de um pouco de, digamos... prática, mas sim. Agora é muito gostoso. Nem sempre estou a fim, mas quando estou, eu peço."
"Sério? É assim tão fácil?"
"Nunca disse que era fácil, Alicia."
Alicia sentiu-se desconfortável, sem saber o que dizer. Mandy decidiu elaborar.
"Nas primeiras vezes, foi... estranho. Tive que relaxar muito, e ajudou usar lubrificante – bastante lubrificante. Teve um certo desconforto, mas nada insuportável. Fomos bem devagar, e meu marido foi super paciente. Com o tempo, conforme meu corpo foi se acostumando, começou a ficar realmente gostoso. Agora, é uma forma de nos conectarmos num nível bem íntimo. É... gratificante, de um jeito difícil de descrever."
"Ai, meu Deus, Mandy. Você é uma putinha." Alicia riu, tentando aliviar a conversa.
"Será que é ser putinha mesmo quando é para o seu marido?" Mandy respondeu, num tom mais sério.
Alicia deu a Mandy um olhar desdenhoso que ela não apreciou.
Mandy voltou sua atenção ao laptop do Adam, rolando pelos arquivos com um brilho travesso nos olhos.
"Não, Mandy... não se atreva..." Alicia avisou.
Mandy ignorou a amiga. "Esse aqui parece interessante... 'Destroi Meu Cu'... parece bem refinado", disse, clicando duas vezes no filme hardcore. A cena ganhou vida na tela do laptop – um close-up cru e apertado que não deixava nada para a imaginação.
Alicia gemeu e imediatamente cobriu o rosto com as mãos. "Mandy! O que você está fazendo? Fecha isso!" Os sons que emanavam do laptop eram terrivelmente explícitos.
"Olha, Alicia", Mandy riu. "Aquela garota aguenta mesmo."
Naquele momento, ouviram passos se aproximando da porta do quarto. "Ele está vindo!" Alicia sibilou, com os olhos arregalados de pânico. Ela gesticulou freneticamente para Mandy, articulando com a boca: "Fecha! Fecha agora!"
Mandy, ainda rindo, fechou a tampa do laptop com força bem no momento em que a porta começava a abrir.
Adam entrou, com uma expressão confusa no rosto. "Ei. O que está acontecendo? Achei que vocês duas já estariam no meio de A Escolha Perfeita a essa altura... Tudo bem, querida?" Ele olhou para Alicia, que ainda estava com as mãos pressionadas contra as bochechas, o rosto corado. "Você parece um pouco vermelha."
"A gente ia começar o filme agora", Alicia disse rápido demais, esforçando-se para soar casual. "Mas, hã, não consigo lembrar o nome de usuário e a senha do Peacock. Você pode ajudar?" Ela ofereceu um sorriso fraco.
"Espera aí... ok, o nome de usuário é 'Simmons67'... e a senha... é 'BirthdayBoyApril'." Ele sorriu, uma animação genuína iluminando seu rosto. "Falando nisso, faltam só mais alguns dias para o meu grande dia! Estou ficando tão empolgado."
Ele deu um passo mais perto de Alicia, ajeitando gentilmente uma mecha solta de cabelo loiro atrás da orelha dela. "Alguma coisa especial em mente?" Ele sorriu calorosamente para ela.
Mandy, cobrindo a melhor amiga, interrompeu. "Ela me fez jurar segredo, mas você vai ter um presente de aniversário incrível, Adam. Confia em mim."
Sábado, 5 de abril
Na manhã seguinte, Alicia mandou uma mensagem para Mandy.
AS: Ei Mandy. Me diverti tanto com você ontem à noite!
MP: Eu também! Sempre é demais quando a gente se encontra.
AS: Ainda não sei o que comprar pro Adam de aniversário. Você teve alguma epifania? Depois que ele mencionou ontem o quanto está ansioso pelo presente, estou realmente começando a ficar desesperada.
MP: Duas palavras...
AS: Você tem uma ideia???
MP: VALE-PRESENTE
AS: Muito engraçado. Então você não tem nenhuma ideia?
MP: Não acredito que você está realmente me perguntando isso quando é tão óbvio...
AS: Do que você está falando?
MP: A pequena coleção de filmes dele não te deu nenhuma ideia?
AS: Acho que ele não precisa de mais pornô sobre bumbum, Mandy. Ele já tem praticamente todos os filmes anais já feitos. Eu teria dificuldade de encontrar um que ele já não tenha.
MP: Concordo. Ele não precisa de mais um filme adulto. Ele precisa da coisa real.
AS: Aff... Só não sei se consigo fazer isso de verdade. Estou muito preocupada se vai doer. E se eu for péssima nisso?
MP: É natural estar nervosa! Mas honestamente, se você for com calma, eu prometo, pode ser incrível. Você mesma me disse que tinha curiosidade. Contanto que você comunique como se sente com o Adam, e ele escute e respeite você (e eu sei que ele respeita), realmente não há nada a temer.
AS: Então o que, eu compro um laço gigante de presente (trocadilho intencional), coloco na minha nádega e digo pra ele mandar ver?
MP: Ai meu Deus - se você fizer isso, tem que me mandar uma foto!
AS: Estou falando sério, Mandy...
MP: Se você está falando sério, faz o que eu deveria ter feito quando tentamos pela primeira vez. Você compra um kit de plugs anais e um lubrificante de qualidade. Você se prepara para isso.
AS: Um kit de plugs anais?
MP: (link)
AS: Você não pode estar falando sério.
MP: Deixa de ser medrosa. Seu marido merece um pouco de bunda.
Domingo, 6 de abril
"Ok, então... anal", ela pensou consigo mesma, uma onda de nervosismo a invadindo com a ideia. "Será que é algo que estou realmente considerando?" Sua mente percorreu imagens – algumas intrigantes, outras intimidadoras. Decidiu fazer uma pesquisa, achando que informação era poder.
Encontrou vários artigos e fóruns online discutindo o assunto. Alguns eram clínicos, o que a deixou um pouco desconfortável, mas outros focavam em como tornar a experiência prazerosa para ambos os parceiros.
Um tema recorrente chamou sua atenção: preparação. Ela leu mais sobre o que Mandy havia mencionado - plugs - e como usá-los poderia gradualmente alongar e relaxar os músculos.
"Isso realmente faz muito sentido."
Se ela sequer considerasse a ideia de explorar isso com Adam – e uma parte pequena, mas crescente e rebelde dela estava definitivamente curiosa – então parecia lógico abordar com certo cuidado.
O pensamento de potencial dor ou constrangimento diminuiu um pouco enquanto ela focava no lado prático da coisa.
"Ok, plugs então", concluiu. "Se vou tentar escalar essa montanha, é melhor ter o equipamento certo."
Ela clicou no link que Mandy enviara e pediu um kit de plugs de silicone. A previsão de entrega era para terça-feira.
Terça-feira, 8 de abril
Alicia abriu a embalagem e tirou um conjunto de três plugs anais pretos de silicone, em tamanhos que variavam do pequeno ao grande.
Ela tirou as calças de yoga e a calcinha. Depois passou lubrificante no brinquedo. 'Não acredito que estou realmente fazendo isso...'
Uma onda de calor nervoso incendiou suas bochechas. 'Será que essa sou eu mesmo?', ela se perguntou, enquanto uma mistura de excitação e incredulidade agitava seu interior.
Ela removeu cuidadosamente o menor plug da embalagem, examinando o silicone liso e elegante. Então aplicou uma quantidade generosa de lubrificante na ponta do brinquedo.
Ela levou o brinquedo frio à sua entrada quente. Lentamente, circulou seu buraco mais apertado com a ponta afilada do plug, acostumando-se à sensação. Então, respirou fundo e começou a pressioná-lo para dentro com uma lentidão deliberada.
No início, seu corpo resistiu instintivamente, contraindo-se firmemente ao redor do objeto intruso, um protesto primitivo contra a invasão. Uma faísca de pânico acendeu em seu peito. 'Será que sou louca de tentar isso?', pensou, sua determinação vacilando.
Alicia respirou fundo e tentou ao máximo relaxar. Lembrou-se de um fórum que lera antes, que falava em 'empurrar para fora' em vez de 'ficar tensa'. Como mágica, a ponta do plug ultrapassou o anel muscular inicial.
Quando a parte mais larga do plug abriu completamente seu buraco e deslizou para dentro, ela soltou um gemido suave, dominada pela intensidade de ter algo a preenchendo tão completamente num lugar onde nenhum brinquedo jamais estivera antes.
Ela se deu um momento para se ajustar, intrigada pela sensação pesada e cheia. Não era doloroso, era único. Ela trabalhou o plug mais fundo bem devagar. 'Não é... ruim', ela admitiu silenciosamente, uma emoção hesitante percorrendo seu corpo. 'Talvez a Mandy estivesse certa.'
Ela retirou o brinquedo, lavou-o e escondeu o kit de plugs antes que o marido chegasse em casa.
Quarta-feira, 9 de abril
A lembrança da sensação inesperada de terça-feira ficou cutucando Alicia o dia todo. No trabalho, durante reuniões e enquanto respondia e-mails, uma plenitude fantasma persistia, uma pressão sutil que era ao mesmo tempo estranha e inegavelmente intrigante. Seus pensamentos voltavam à experimentação do dia anterior, ao deslizar surpreendente e à estranha sensação de preenchimento... pensamentos que, surpreendentemente, mantiveram sua calcinha perpetuamente molhada o dia inteiro.
No momento em que ela entrou novamente em sua casa silenciosa, o desejo se tornou irresistível. Seus dedos atrapalharam-se com os botões da calça social enquanto ela corria para o quarto.
O plug de tamanho médio esperava em seu estojo discreto. Repetindo o processo do dia anterior, ela lubrificou o brinquedo e o inseriu em seu buraco necessitado.
Conforme o plug maior se aninhava mais fundo e a abria completamente, desencadeou uma reação erótica em cadeia por todo o seu corpo. Suas bochechas ficaram rosadas e seus mamilos enrijeceram. Então um calor formigante começou a se acumular entre suas pernas. Seus lábios vaginais brilhavam de excitação.
Quanto mais cheio seu cu ficava, mais desesperada por atenção sua boceta se tornava. Suas mãos começaram a explorar seu corpo. E quando não conseguiu mais resistir, começou a esfregar círculos apertados em seu clitóris necessitado.
Quinta-feira, 10 de abril
Adam praticamente entrou correndo pela porta da frente. Era seu aniversário, e ele mal podia esperar para ver que surpresa atenciosa Alicia planejara para ele este ano, especialmente depois que Mandy implicara que seu presente seria 'incrível'.
Ele olhou ao redor – a sala de estar estava vazia. Na verdade, a casa inteira estava escura e silenciosa, uma quietude inesperada que diminuiu sua animação.
Então, ele notou um cartão apoiado na mesa de centro. Um cartão de aniversário simples e elegante.
Ele o pegou.... 'Só um cartão?'
Adam desdobrou o presente simples, sentindo uma mistura de confusão e expectativa.
A caligrafia dentro era sem dúvida de Alicia – cursiva, limpa, elegante, com laçadas.
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Querido Marido,
Feliz Aniversário! Eu te amo muito! Eu realmente queria te dar algo especial este ano. Tive dificuldade de pensar no presente perfeito, mas aí tive sorte.
Acidentalmente me deparei com a coleção de filmes exóticos no seu laptop. (Você deixou aberto, bobinho!)
Olhando os títulos, ficou claro para mim que talvez eu não estivesse te dando tudo o que você poderia querer de uma esposa.
Talvez existam certas áreas do meu corpo que eu te disse anos atrás que eram proibidas, mas que hoje podem estar mais disponíveis para você do que estavam quando nos conhecemos.
Talvez eu esteja animada para explorar isso com você.
Talvez eu tenha passado a semana inteira me treinando para isso.
Talvez eu esteja pronta para tentar agora mesmo.
Talvez eu esteja te esperando no nosso quarto, doida para te dar seu presente especial.
Sobe as escadas quando estiver pronto e me desembrulhe.
Sua esposa amorosa,
Alicia
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Adam encarou a mensagem.
Alicia viu a pasta secreta, aquela que ele fora tão cuidadoso em manter escondida...
Uma onda de vergonha o invadiu enquanto ele se lembrava de alguns dos títulos mais coloridos. No entanto, foi rapidamente seguida por uma onda de outra coisa.
Esperança.
Alicia? Aberta a...? Era uma fantasia que ele guardara tão profundamente, num canto muito privado de sua mente que jamais ousara expressar. Afinal, desde que começaram a namorar, Alicia deixara cristalino que 'coisas com o bumbum nunca seriam uma opção'.
O pensamento de realmente acontecer parecia surreal, quase uma brincadeira cruel de sua imaginação. 'Treinando a si mesma? Ela não poderia estar querendo dizer...?'
Não. Ela provavelmente estava se referindo a outra coisa completamente diferente. Ele devia estar lendo coisas demais nas entrelinhas, disse a si mesmo, deixando sua fantasia de longa data nublar seu julgamento.
Então, ele leu o cartão novamente enquanto subia as escadas.
'Certas áreas do meu corpo que eu te disse anos atrás que eram proibidas, mas que hoje podem estar mais disponíveis para você do que estavam quando nos conhecemos.'
Seu coração saltou. O que mais aquilo poderia significar? Ele não queria criar expectativas, preocupado em enfrentar uma decepção esmagadora se tivesse interpretado mal a mensagem, ou pior ainda, se aquilo fosse algum tipo de piada de mau gosto que Mandy a convenceu a fazer.
Adam empurrou a porta do quarto lentamente, sua mão tremendo levemente na maçaneta fria de metal.
A primeira coisa que ele notou foi um frasco de lubrificante na mesa de cabeceira.
E então ele a viu. Alicia estava deitada provocativamente na cama, completamente nua, exceto pelas meias arrastão pretas transparentes que aderiam às suas coxas cremosas, e os laços vermelhos vivos em seu cabelo loiro que sugeriam que ELA era o presente dele este ano.
Sua pose era um convite deliberado, seu corpo um banquete para seus olhos. Seus seios modestos e empinados estavam projetados para cima, os mamilos duros e implorando para serem tocados. Um sorriso suave e cúmplice nos lábios, seus olhos azuis brilhando com uma mistura de travessura e nervosismo.
A mente de Adam entrou em curto-circuito por um momento, lutando para processar a sexualidade explícita que irradiava de sua esposa.
Uma luxúria pura e avassaladora o atingiu em cheio. Ele engoliu em seco, o pau latejando desconfortavelmente dentro das calças.
— Gostaria de tirar minha virgindade anal, aniversariante? — sussurrou Alicia, a voz rouca e carregada de desejo.
Ao pronunciar as palavras, ela se moveu, rolando de lado. Sua bunda magnífica e grande agora totalmente à vista do marido. Aninhado perfeitamente entre as nádegas substanciais de Alicia, e reluzindo com um toque de lubrificante, estava seu plug de tamanho médio.
Adam avançou, tirando a roupa com uma velocidade que beirava o frenesi. Botões voaram, zíperes gritaram. As peças descartadas logo formaram uma pilha caótica no chão. Em segundos, ele estava nu e já se juntava à esposa na cama, o corpo tremendo de necessidade.
— Calma, tigrão — a voz de Alicia trazia um tom de cautela. — Vamos saborear isso. Já esperamos tanto; mais uns minutos não vão nos matar. Quero que seja incrível para nós dois, então vai devagar e respira pra mim — ela orientou.
Adam assentiu, a garganta subitamente apertada por uma luxúria tão potente que parecia uma dor física. A visão da esposa oferecendo TODO o seu corpo fez seu pau duro latejar com um único propósito: enterrar-se dentro dela. Ele ficou ajoelhado ali por um instante, paralisado pela visão erótica à sua frente.
Alicia, sentindo sua paralisia momentânea, estendeu a mão, os dedos envolvendo gentilmente o antebraço dele. Aquele toque amoroso e tranquilizador enviou um choque de pura eletricidade por suas veias.
Então, com um movimento lento e deliberado que dizia tudo, ela se inclinou para frente e pressionou um beijo molhado e faminto em seus lábios. Adam já fora beijado assim por Alicia antes. Era o jeito dela de comunicar ‘preciso que você me foda, agora’.
Depois de quebrar o beijo sexual, os olhos de Alicia, escuros de desejo, cravaram-se nos dele.
— Talvez — ela sussurrou — você devesse começar tirando meu amiguinho. — Seu olhar deslizou para o silicone preto e elegante aninhado no fundo do seu cu, um convite aberto para invadir seu espaço mais privado.
Com uma lentidão deliberada, Adam estendeu a mão. As palmas, úmidas de suor, pressionaram a curva magnífica da bunda da esposa, que estava de quatro.
Ele podia sentir o aperto sutil dos músculos dela sob seu toque enquanto segurava gentilmente a base do plug.
— Por favor — Alicia conseguiu sussurrar, a voz sem fôlego. — …vai devagar, tá? — A combinação de antecipação e a sensação de esticamento era muito intensa.
Quando ele começou a retirá-lo, os polegares roçaram a pele sensível ao redor do seu ânus, arrancando uma inspiração aguda de Alicia. Foi uma faísca inesperada que a atravessou.
Suas costas arquearam ligeiramente, pressionando os seios nus com mais firmeza contra o colchão, a ação ao mesmo tempo involuntária e provocante. Um gemido baixo, carregado de excitação e um toque de vulnerabilidade, escapou de seus lábios. O som era cru e honesto, uma indicação clara das sensações poderosas que percorriam seu corpo.
O plug deslizou para fora com um plop suave, o som preenchendo o quarto silencioso. Deixou para trás uma abertura molhada e inchada que pulsava visivelmente, um testemunho da prontidão do seu corpo.
— Como você está se sentindo? — Adam conseguiu perguntar, a voz trêmula de excitação.
Os olhos de Alicia se abriram, o olhar se fixando no de Adam. — Com um tesão do caralho — ela sussurrou, a voz urgente.
Sua hesitação anterior se dissolvera completamente, substituída por um desejo cru e exigente. — Preciso de você dentro de mim.
— Sim, senhora — ele respondeu animado. Pegou o frasco de lubrificante na mesa de cabeceira, sem desviar os olhos dos dela.
Espremeu uma quantidade generosa nos dedos, os movimentos deliberados enquanto cobria a abertura mais íntima dela, garantindo que cada centímetro ficasse reluzente. Depois, com igual cuidado, besuntou generosamente o próprio pau dolorido.
Alicia observava cada movimento, a respiração vindo em arfadas curtas e agudas. A visão do pau lubrificado dele enviou outra onda de calor a inundando. Suas mãos agarraram os lençóis em antecipação, os nós dos dedos brancos.
— Rápido — ela insistiu.
Alicia deu um leve pulo ao sentir a pressão da cabeça do pau de Adam se aninhando contra sua entrada mais apertada.
Adam mal podia acreditar que isso estava acontecendo, que Alicia, sua Alicia, estava se oferecendo a ele dessa forma.
— Lembre-se, vai devagar e me deixa acostumar. — Ela podia sentir o calor dele, a cabeça dura e lisa do pau pressionando contra ela, e era ao mesmo tempo emocionante e intimidador.
Alicia respirou fundo, seguido por uma expiração lenta, tentando relaxar conscientemente os músculos que instintivamente queriam se contrair. Era um exercício de confiança, de abandonar velhas inibições e abraçar o desconhecido.
Quando Adam pressionou-se para dentro da esposa, um gemido baixo escapou dele. Em resposta, Alicia mordeu o lábio, preparando-se não para a dor, mas para a torrente avassaladora de sensações ao sentir a penetração inicial começar. Havia um esticamento, uma plenitude como nada que ela jamais experimentara, mas não era desagradável. Era... intenso, inegavelmente intenso.
À medida que Adam deslizava mais fundo, preenchendo-a completamente pela primeira vez, Alicia o encorajou com um sussurro trêmulo: — Isso... isso mesmo... calma... — Seu corpo estava se adaptando e, a cada centímetro que ele ganhava, mais confortável ela ficava.
— Aaah, porra... Tão grande, me esticando... Você parece enorme deslizando dentro...
Alicia inspirou fundo pelo nariz enquanto o pau grosso de Adam afundava profundamente em suas profundezas antes intocadas, suas paredes tremulando e se contraindo ao redor da intrusão bem-vinda.
— Isso mesmo, tigrão... Bem devagar, firme...
Adam olhou para baixo, maravilhado com a visão incrivelmente erótica do cu de Alicia esticado ao seu redor. Ele estava dominado pela confiança que Alicia depositava nele. Queria saborear aquilo, não apenas as visões incrivelmente eróticas, mas os sons suaves de prazer que ela fazia.
— Está gostoso? — Ele queria meter mais forte, mas também sabia que precisava continuar se controlando.
Alicia estremeceu, tentando colocar as sensações complexas em palavras.
— Mmmmm, me sinto tão completamente preenchida, recheada até a borda... é gostoso pra caralho... continua fodendo meu cu, Adam.
— Posso acelerar?
— Sim... por favor... mas mais lubrificante...
Ele pegou o lubrificante e derramou mais sobre a haste escorregadia. Então, Adam agarrou os quadris de Alicia, as mãos ao mesmo tempo firmes e gentis, e começou a aumentar lentamente o peso das estocadas.
Seus esforços foram recebidos com suspiros e gemidos de puta enquanto choques de prazer percorriam seu âmago.
— Esse pau está gostoso no seu cu? — Ele queria ouvi-la, precisando saber quanto prazer estava lhe dando. — Me diz o quanto você está molhada, Alicia.
— Aaah deus, estou absolutamente encharcada! Sentir você socando meu cu de alguma forma incendiou minha boceta como um inferno furioso. Estou totalmente ensopada lá embaixo, meus sucos escorrendo pelas coxas enquanto você arromba meu cuzinho!
À medida que as estocadas de Adam ficavam mais pesadas, Alicia gemia desesperadamente.
— Se masturba. Quero que você goze pra mim, vagabunda do cu.
— Sim, senhor.
Alicia não perdeu tempo em deslizar uma mão pelo corpo para esfregar freneticamente suas dobras inchadas e lambuzadas.
— O que você mandar... eu vou dedilhar minha boceta desesperada pra você enquanto você ara meu cu apertado.
— Isso mesmo. Esfrega essa boceta bagunçada pra mim. Goza pra mim.
Alicia gritou alto, o corpo inteiro começando a tremer. — Issssso, ai deus sim! Você vai me fazer gozar tão forte nesse pau partindo meu cu! Não para, continua me fodendo!
Adam não aguentou mais, esvaziando as bolas fundo dentro do cu da esposa.
Os gemidos de Alicia se tornaram mais agudos e altos, enquanto ela se aproximava cada vez mais. — ISSSSOOO!!!
As costas de Alicia arquearam bruscamente e então a barragem finalmente estourou, jorrando fluidos obscenamente no edredom.
Por um longo momento, o único som foi a respiração pesada deles e o tique-taque fraco do relógio. Adam permaneceu imóvel, enterrado profundamente dentro dela, deixando as ondas de prazer diminuírem. Ele podia sentir os tremores ainda ondulando por ela, o calor persistente do seu orgasmo. Gentilmente, ele começou a se retirar, os movimentos lentos e cuidadosos.
— Obrigado, Alicia — ele murmurou. — Isso foi... além de incrível. VOCÊ foi incrível. Foi realmente o melhor presente de aniversário que eu poderia ter recebido!
— Ai meu Deus... essa foi a gozada mais forte que já tive, Adam... tipo, nem se compara! — Alicia arfou, a respiração irregular, o corpo ainda tremendo com os tremores posteriores do prazer. Lágrimas brotaram em seus olhos, uma mistura de pura sensação e uma surpreendente onda de emoção.
Alicia, ainda surfando as ondas do pós-gozo, olhou para ele. Um sorriso genuíno e ligeiramente travesso se espalhou por seu lindo rosto.
— Uau — ela sussurrou, uma risada suave borbulhando. — Simplesmente... uau. Quem diria? — Ela balançou a cabeça em encantada descrença.
— Na verdade, eu adorei, Adam. Tipo, ADOREI mesmo. — Ela fez uma pausa, um brilho brincalhão entrando em seus olhos.
— Acho que isso faz de mim uma... — Ela hesitou, prolongando o momento, e então terminou com um sorriso largo: — ...uma total vagabunda do cu, hein?
Os olhos de Adam se arregalaram por uma fração de segundo, então ele caiu na gargalhada, o som cheio de alegria. Ele a puxou para perto, beijando-a profundamente.
— Minha vagabunda do cu — ele corrigiu. — Minha incrível, maravilhosa vagabunda do cu.
Epílogo - Um Ano Depois
Alicia estava deitada de bruços na maca acolchoada, as calças de yoga puxadas levemente para baixo para expor a curva da parte inferior das costas, bem na base da coluna. Mandy sentou-se ao lado, rolando o feed do celular.
— Você vai fazer isso mesmo, hein? — Mandy perguntou, erguendo os olhos enquanto a tatuadora, uma mulher corpulenta e masculinizada com tinta colorida e intricada cobrindo os braços, limpava o decalque com antisséptico.
Alicia sorriu, com um brilho travesso nos olhos. — Com certeza. É o presente de aniversário perfeito. O que é um ano de felicidade conjugal e exploração aventureira sem uma lembrança permanente?
Mandy balançou a cabeça com um sorriso desaprovador, mas brincalhão. — Adam é um homem de sorte.
— Ele é — Alicia concordou, uma onda de afeição a inundando enquanto pensava no marido. O último ano tinha sido incrível. A intimidade deles se aprofundara de maneiras que ela não imaginara, a comunicação mais aberta e honesta do que nunca.
(Além disso, ela simplesmente adorava dar o cu pra ele.)
— Ele ainda assiste aqueles filmes ridículos? — Mandy riu, lembrando-se da descoberta inicial de Alicia.
— Ah, com certeza — Alicia riu. — Mas agora, às vezes é... pesquisa que fazemos juntos...
A tatuadora limpou a garganta, sinalizando que estava pronta. — Certo, respira fundo. É sua primeira tatuagem, né? Pode arder um pouco.
Alicia apertou a mão de Mandy enquanto a agulha começava seu trabalho. Era uma sensação aguda e vibrante, mas sua mente estava em outro lugar, imaginando o rosto de Adam quando visse a tatuagem. Ela imaginou seu sorriso surpreso, o jeito como seus olhos se iluminariam com uma mistura de descrença e desejo.
O zumbido parou. A artista limpou a área novamente e aplicou uma fina camada de pomada. — Pronto.
Alicia sentou-se com cuidado, esticando o pescoço para olhar no pequeno espelho que Mandy segurava. Lá estava, logo acima da curva da sua bunda. "buttslut", escrito em minúsculas com a caligrafia cursiva limpa, arredondada e distinta da própria Alicia.
— Perfeito — Alicia sorriu radiante, um sorriso genuíno se espalhando pelo rosto. — Absolutamente perfeito. Ele vai amar.