O Garoto Sujo da Mamãe
Diane encarou a tela do celular em choque. Espalhada por ela em cores vivas e nítidas, estava um pau muito grande e muito ereto. A foto mostrava apenas o pau descaradamente inchado e um vislumbre modesto da virilha e dos quadris que o acompanhavam. Se a perspectiva da imagem servia de referência, era também um pau impressionantemente grande, cruzado de um lado para o outro por veias pulsantes e uma cabeça proeminente e profundamente sulcada. Diane passou do choque para o humor, depois para o constrangimento e então para o assombro, tudo em questão de segundos.
A mãe solteira de trinta e seis anos estava sentada no meio do restaurante lotado na hora do almoço, olhando fixamente para o celular, até que pensou em dar uma olhada nervosa ao redor para ver se alguém conseguia perceber o que ela estava vendo. Ela tinha algumas amigas que brincavam com sexting e tinham muitas fotos de paus nos celulares. Ficava divertida e até um pouco excitada nas vezes em que elas mostravam descaradamente durante almoços como aquele que ela estava prestes a ter hoje, mas simplesmente não era o tipo de mulher que se envolveria em algo assim.
Felizmente, ninguém conseguia ver o que ela estava olhando, e voltou sua atenção para o celular. A foto era um lembrete marcante de quanto tempo fazia desde que tivera um pau de verdade em sua vida. Tempo demais. Tanto tempo que não conseguia admitir nem para as amigas mais próximas, embora elas soubessem que Diane havia se dedicado a construir uma boa vida para si mesma e para seu filho de dezoito anos, Ricky. Mas essa era a coisa mais chocante sobre a foto — era o pau de Ricky. Diane tinha aberto a mensagem imediatamente quando viu o número do filho aparecer nas notificações, e quando viu a selfie obscena que ele tirara do próprio pau, sentiu-se corar instantaneamente.
Era quase demais para a voluptuosa jovem mãe absorver tudo de uma vez. Ver um pau duro e nu no celular já era chocante o bastante. Depois, perceber que era do próprio filho e não conseguir desviar os olhos e simplesmente apagar a foto era ainda pior. No entanto, a parte mais chocante de todas era que ela não conseguia evitar admirar o quão grande e lindamente formado era o pau de seu filho de dezoito anos. Era o pau mais perfeito que Diane já tinha visto, mas ela sabia que nem deveria estar olhando para ele.
Tudo isso passou por sua mente em questão de segundos enquanto estava sentada à mesa esperando sua amiga, Elise, aparecer para o almoço. Mal tinha começado a se perguntar por que diabos o próprio filho lhe enviaria uma foto de seu pau lindamente excitado quando a mensagem dele chegou logo em seguida.
Meu Deus, mãe, desculpa! NÃO era pra você!
Agora fazia mais sentido, mas ela não conseguia imaginar para quem o filho estaria enviando uma foto do pau. Não achava que ele estivesse saindo com alguém no momento, e ele havia terminado com a última namorada há apenas duas semanas. Enquanto ficava sentada tentando pensar em como responder, na verdade se viu sentindo um pouco decepcionada. A ideia de Ricky querer que a mãe o visse daquele jeito lhe dava uma sensação estranha de calor e afeição. Também estava começando a deixar seus mamilos duros dentro dos sutiãs tamanho D.
A melhor coisa a fazer parecia ser apenas rir da situação e não dar muita importância. Ricky era um jovem adulto agora e podia compartilhar seu belo pau com quem escolhesse. Imaginou se ele riria também se ela dissesse que ele tinha um pau bonito.
Mas então Diane avistou Elise vindo em direção à mesa e rapidamente guardou o celular na bolsa antes que a amiga a pegasse encarando o pau excitado do próprio filho. A bela morena não sabia mais o que fazer.
"Você está se sentindo bem?" Elise perguntou, lançando um olhar curioso para a amiga enquanto se sentava do outro lado da mesa. "Nunca te vi tão corada."
O rosto de Diane estava quente enquanto tentava pensar em uma desculpa. "É — é só o calor," gaguejou. "Está simplesmente insuportável."
Elise lhe deu um olhar cético, obviamente não convencida, mas não insistiu no assunto até que pedissem o almoço e o celular de Diane ficasse vibrando com notificações de mensagens dentro da bolsa. Não era difícil supor que Ricky devia estar fora de si de vergonha e se perguntando por que a mãe não respondia. Ela sabia que não podia simplesmente deixar pra lá. Afinal, teria que encará-lo mais tarde quando chegasse em casa.
"Você não vai ao menos verificar suas mensagens?" Elise perguntou. "Alguém certamente quer sua atenção."
Então a amiga loira lançou um olhar malicioso. "Você conheceu alguém, não foi?" sondou. "Não é à toa que estava corando tanto."
Diane sentiu-se começar a corar de novo enquanto se preparava para negar, mas conhecendo Elise, ela não ia parar até que sua curiosidade fosse satisfeita.
"Ele acabou de te mandar algo safado, não foi?" a loira continuou insistindo.
"Claro que não," Diane disse debilmente.
"Ah, por favor, Di, você não pode enganar uma enganadora. Confie em mim, já passei por isso. Além do mais, estou com inveja. Queria eu ter alguém me mandando fotos de pau no meio do dia."
"Ele não mandou..."
A loira riu. "Eu sabia! Me deixa ver. Pelo menos posso viver indiretamente até essa seca passar."
A morena finalmente soltou um suspiro de rendição. "Não acredito que estou fazendo isso."
Diane puxou o celular da bolsa e reabriu o tópico de mensagens de seu filho obviamente excitado. A foto não mostrava nada além do pau dele, então Elise não saberia quem era e talvez deixasse pra lá. Havia mais alguns pedidos de desculpas em pânico de Ricky, mas sua mãe deslizou por eles até a foto. Vê-la novamente fez seu pulso acelerar. Salvou a imagem no álbum de fotos para que Elise não visse o nome dele quando a visse.
Diane abriu a foto do álbum e entregou o celular para a loira.
"Ai, meu Deus," Elise disse, erguendo uma sobrancelha enquanto estudava o pau impressionante. "Mas que putinha sortuda." Riu de novo e continuou olhando fixamente para a foto.
"Ah, por favor," Diane protestou. "Dificilmente sou uma putinha."
"Se um pau desses não te transformar em uma, então não há esperança para você."
Diane não conseguiu evitar rir junto com a amiga descarada. Tinha que admitir que Elise tinha razão. O pau de Ricky devia ser um dos maiores e mais bonitos que sua mãe já tinha visto. Mas não podia se permitir pensar assim. Podia?
"Hmmm," Elise disse pensativamente, ainda olhando fixamente para a foto, sem saber que estava vendo o pau do filho da própria amiga. "Ele parece bem jovem. Estou impressionada, no mínimo. Só consigo imaginar como essa coisa quente deve ser gostosa bombeando uma carga enorme dentro..."
"Tá bom, tá bom," Diane quase gritou, pegando o celular de volta da mão da amiga. Permitiu-se mais uma olhada no pau excitado do filho antes de enfiar o celular de volta na bolsa. "Somos ambas adultas inteligentes. Tenho certeza de que podemos encontrar outra coisa para conversar."
Elise soltou uma risadinha. "Claro, mas não seria nem de longe tão divertido."
Diane não conseguiu evitar uma risada breve e sentiu-se corar de novo. Já era ruim o suficiente não conseguir evitar pensar no que a outra mulher acabara de dizer sobre como seria a sensação do pau de Ricky bombeando seu esperma. Ela nunca admitiria a nenhuma das amigas, mas Diane sempre teve um gosto especial por esperma. Sempre adorou senti-lo e prová-lo, e nunca perdia a oportunidade de tomar uma boa e quente boca cheia. Por mais que a sensual morena amasse foder, fazer punhetas e boquetes sempre foram algo pelo qual ela tinha um fascínio especial.
A morena ficou ainda mais constrangida enquanto a loira a encarava com um olhar curioso.
"Você está fodendo um dos amigos do Ricky, não está?" Elise disse sem rodeios.
Mais uma vez, Diane sentiu o rosto corar com um calor vergonhoso. "Isso é ridículo!" insistiu, embora Elise não parecesse convencida. A loira apenas ficou sentada com um sorriso malicioso.
"Se você está atrás dos amigos dele," Elise continuou, "então talvez não se importe se eu for atrás do Ricky. Mmm, aquele garoto é um tesão."
Diane respirou fundo e forçou-se a se acalmar e deixar o rosto voltar a um tom normal. "Você não vai começar a dar em cima do meu filho," anunciou, lançando um olhar sério para a amiga.
Elise ergueu as mãos em rendição. "Tá bom, tá bom," sorriu maliciosamente. Mas Diane conhecia bem a amiga para perceber que ela ainda tinha paus jovens e duros na cabeça.
Pelo resto do almoço, por mais que a morena tentasse desviar a conversa da foto do pau no celular, não conseguia parar de pensar no órgão impressionante do filho.
Quando Diane voltou para o carro após o almoço, sua boceta estava quente e úmida. Elise só tinha piorado as coisas com um comentário sugestivo atrás do outro. Diane passou um longo tempo sentada no carro tentando pensar na maneira certa de responder à foto enviada por engano por Ricky. Tirou o celular de volta da bolsa e checou a série de 'meu Deus' e desculpas que o filho tinha enviado em pânico após a foto. Mas então não resistiu a deslizar de volta para a foto em si. Sentia-se tão orgulhosa do filho por ter um pau tão impressionantemente bonito. Era impossível não imaginar o quão quente e sólido o órgão de Ricky devia ser em seu estado totalmente excitado, ou como seria o gosto de seu pré-gozo escorrendo sobre sua língua.
Diane queria culpar a amiga sexualmente descarada por falar tanto sobre a ferramenta de Ricky, mesmo que ela não soubesse de quem era a foto. Se é que isso adiantava, só a fazia pensar ainda mais no assunto. Mas, quando admitiu a verdade para si mesma, seu choque inicial ao ver o pau duro como pedra do filho no celular rapidamente se transformou em uma fascinação amorosa antes mesmo de Elise se sentar com ela. Agora estava sentada no carro olhando fixamente para o pau de Ricky por nenhum outro motivo senão o fato de adorar olhar para ele.
O maior problema da mãe confusa era que, quanto mais olhava para aquela única foto, mais imaginava todas as maneiras que conhecia de agradar aquele pau maduro e viril. Viu-se imaginando como Ricky iria gemer e sugar profundas lufadas de ar enquanto sua amorosa mãe cuidava de suas intensas necessidades.
Ele finalmente parou de enviar mensagens apressadas de desculpas, e Diane percebeu que já deveria ter respondido algo há muito tempo. Não conseguia imaginar o que devia estar passando pela cabeça dele após perceber o que tinha feito. Não tinha ideia do que dizer, mas também não parecia certo simplesmente deixar pra lá. Cedo ou tarde, teria que ir para casa e encará-lo. Finalmente, digitou rapidamente uma mensagem tentando não pensar demais.
Tudo bem. Não é como se eu nunca tivesse visto um antes. Tenho certeza de que quem quer que fosse a pessoa para quem você realmente queria enviar isso ficará muito impressionada.
Talvez isso fosse o suficiente e pudesse ser o fim de toda a história. Mas, ao ligar o carro e começar a dirigir, sabia que nunca conseguiria tirar da cabeça a imagem do pau grande e excitado do filho. Sabia que deveria ter apagado a foto — aliás, o tópico inteiro de mensagens — mas não o fez. Sabia que acabaria olhando para ela de novo.
Quando chegou em casa, Diane ficou aliviada ao encontrar a casa vazia. Talvez Ricky tivesse saído para evitar ter que encará-la após seu erro embaraçoso. Eles teriam que se encarar mais cedo ou mais tarde, mas ela ficou contente por não ter que enfrentar nenhuma situação constrangedora no momento em que chegasse em casa. Uma coisa era enviar uma mensagem para o filho fingindo tratar o assunto com leveza, mas olhar nos olhos dele não ia ser tão fácil.
Ela subiu para o quarto e chutou os sapatos, depois tirou a blusa larga e removeu o sutiã, libertando seus peitos grandes e firmes. Passou alguns minutos apenas massageando seus orbes nus, até que os mamilos ficassem quentes e eretos. A imagem do pau impressionante do filho continuava passando por sua mente enquanto rolava e torcia seus botões entre as pontas dos dedos. Os comentários obscenos da amiga loira não paravam de ecoar em seu cérebro, até que se forçou a parar de brincar com os peitos.
Diane colocou a blusa de volta, sem nunca gostar de usar sutiã quando estava em casa, sem se preocupar em abotoá-la. Com a blusa totalmente aberta e leggings pretas, deitou-se na cama e pegou o celular. Contra seu melhor juízo, imediatamente abriu a foto do pau de Ricky e contemplou seu bastão delicioso na privacidade silenciosa do quarto. Sem Elise martelando comentários sugestivos, e ignorando a série apressada de desculpas do filho, simplesmente estudou a grande e madura ereção que cobria a tela do celular.
Sua blusa estava completamente aberta, deixando seus peitos cheios e pesados fáceis de alcançar e acariciar enquanto praticamente memorizava cada veia e sulco no pau do filho. Enquanto brincava com seus mamilos grossos e sensíveis, imaginou pegar aquele eixo quente na mão e esfregá-lo para frente e para trás sobre aqueles peitos macios e quentes. Ricky certamente suspiraria profundamente de prazer, sabendo que sua própria mãe tinha peitos maiores e mais bem torneados do que qualquer garota com quem ele saísse.
Com a casa inteira só para si, tudo estava perfeitamente silencioso e não parecia algo tão terrível imaginar passar a língua ao longo daquele eixo rígido e incandescente. A cabeça parecia tão grande que ela tinha certeza de que encheria sua boca sozinha, mas sabia que seu filho iria gemer e empurrar mais fundo, tomando mais do que sua amorosa mãe tinha para dar.
Diane riu baixinho, estudando o pau jovem e descaradamente exibido no celular enquanto imaginava entregar todo seu corpo e alma ao seu lindo filho, deixando-o se satisfazer da maneira que quisesse. Sua mão desceu dos peitos para dentro das leggings e por baixo da calcinha, seus dedos deslizando pelos lábios úmidos de sua boceta palpitante. Suas dobras rapidamente ficaram escorregadias enquanto as dedilhava, imaginando uma vida em que Ricky entraria em casa e simplesmente colocaria sua mãe sexy de joelhos, abrindo o zíper das calças e apresentando seu pau já inchado para ser chupado até que a recompensasse com uma boca cheia de esperma.
A curvilínea morena nunca havia se entregado a tais devaneios inomináveis antes. Eram apenas sonhos, afinal, então como poderia ser tão ruim? Enquanto enfiava um dedo em seu buraco melado, todo o seu corpo tremeu com deliciosos arrepios enquanto imaginava Ricky enfiando a mão em sua calcinha sempre que quisesse, onde quer que estivessem: como no meio de um filme no cinema, ou debaixo da mesa em um restaurante.
A boceta de Diane continuava ficando cada vez mais molhada, seus fluidos se espalhando por toda a calcinha e leggings enquanto enfiava um segundo dedo na fenda e começava a se foder enquanto olhava ansiosamente para o pau delicioso de Ricky. Com suas depilações regulares e hidratação, sabia que seu filho iria adorar como sua boceta seria lisa e macia. Imaginou que fossem os dedos dele agora bombeando em seu buraco e se curvando em seu ponto G, levando seu corpo a um estado contorcido de necessidade deliciosa.
Em sua mente, podia ouvir seus gemidos roucos e o viu puxar os dedos para fora e substituí-los por seu pau grosso e pulsante. Começou a gozar, sentindo estremecimentos deliciosos pelo corpo enquanto imaginava a sensação de seu pênis quente enfiando com força e vigor no buraco de foda acolhedor de sua mãe.
Diane ficou sem fôlego após seu devaneio safado e sua dedada. Puxou os dedos para fora das leggings e chupou o mel ácido de foda deles. Fazia tanto tempo desde que alguém provara aquele doce petisco, e não conseguia evitar imaginar como Ricky iria saborear o néctar orvalhado de sua mãe.
Depois de limpar os dedos com a boca, Diane fechou os olhos e começou a cochilar.
*
Ricky avistou o carro da mãe na garagem quando voltou do parque. Tinha ficado lá o máximo que pôde, arremessando cestas sozinho quando não conseguia falar com nenhum dos amigos. Quase tinha tirado da cabeça o fato de ter enviado aquela foto do pau para o celular da mãe, mas a caminhada de volta para casa só trouxe tudo de volta à mente. Quando viu o carro dela, soube que finalmente teria que encará-la, sabendo que ela tinha dado uma boa olhada em seu pau totalmente excitado.
Provavelmente não seria tão ruim quanto pensou a princípio, já que ela havia tratado o assunto como se não fosse nada demais. Só queria que ela não tivesse demorado tanto para responder. Devia ter passado mais de uma hora que ele passara se perguntando se ela iria surtar ou ficar completamente enojada. Ficou tão aliviado quando ela não ficou. Ela até disse que o pau dele era impressionante. Isso só lhe deu outra ereção. Ricky adorou saber que sua mãe achava que ele tinha um pau bonito.
Com seu corpo lindamente curvilíneo e uma aparência jovem e bonita, Diane era de longe a mais gostosa de todas as mulheres do seu círculo de amizades. Ele queria esquecer que ela era sua mãe toda vez que ela usava algo que exibia seu decote profundo e suave e sua bunda firme e redonda. Não tinha como um cara saudável e tarado como Ricky viver sob o mesmo teto que uma mulher tão gostosa quanto sua mãe e não estar completamente consciente dela como mulher.
Diane tinha muitas amigas de ótima aparência. Como a maioria das pessoas, ela convivia com outras com quem tinha mais em comum. Consequentemente, as amigas de Diane eram em sua maioria outras mães solteiras que gostavam de almoçar ou jantar nos mesmos lugares e iam juntas à academia para manterem umas às outras motivadas a malhar. O bonito e musculoso rapaz de dezoito anos já tinha perdido as contas de quantas vezes bateu punheta fantasiando com as amigas gostosas da mãe, especialmente a Elise.
Ricky e Elise estavam flertando bem pesado ultimamente, e era exatamente por isso que ele tinha a intenção de mandar aquela foto do pau para o celular da loira, e não para o da própria mãe. Mas depois que percebeu o erro, ele não fez isso. Era difícil se concentrar em qualquer outra coisa depois de perceber que sua mãe tinha dado uma olhada inesperada no pau duro do filho.
A casa estava silenciosa quando Ricky entrou. Ele rapidamente percebeu que sua mãe provavelmente estava no andar de cima depois de uma rápida passada pela cozinha e pela sala. Suado de tanto arremessar basquete, decidiu subir e tomar um banho antes de ter que encarar a mãe. Pelo menos ela não parecia estar brava.
Quando subiu, a encontrou dormindo na cama, com a porta do quarto escancarada. A blusa dela estava completamente aberta, deixando seus peitões totalmente expostos. Eles eram ainda mais incríveis do que qualquer coisa que Ricky tinha imaginado antes, e ele não resistiu a ficar parado na porta do quarto da mãe olhando fixamente para os seios nus dela.
As coxas dela estavam abertas de qualquer jeito, mostrando o formato delicioso do monte pubiano dentro das leggings apertadas. Havia uma mancha reveladora de umidade na virilha, e Ricky também viu o celular dela largado na cama ao seu lado. Ele ficou pensando se ela estava olhando o pau dele antes de cair no sono. E por que ela tiraria uma soneca com a porta aberta e os peitos deliciosos expostos daquele jeito? A única explicação razoável era que sua mãe devia estar brincando consigo mesma antes de dormir.
Silenciosamente, ele se arriscou a dar alguns passos para dentro do quarto, ousando se aproximar da cama da mãe onde poderia olhar para baixo e admirar aqueles peitos magníficos de um ângulo melhor. Ele gostava de pensar que ela estivera olhando o pau dele antes de dormir. Por que outro motivo o celular estaria tão perto? Será que ela poderia até estar esfregando a boceta enquanto olhava? Era uma ideia maluca, mas não tão maluca a ponto de o pau do jovem não reagir. Ele esfregou o pau que crescia rapidamente por cima do shorts enquanto olhava para sua mãe seminua.
Os peitos de Diane eram facilmente os mais lindos que ele já vira. Ele morria de vontade de tocá-los, mas a última coisa que queria era que sua mãe acordasse com o choque de ter os seios apalpados pelo próprio filho.
Ricky não estava namorando firme com ninguém no momento, mas tinha um relacionamento casual com umas garotas da sua idade que estavam perfeitamente ansiosas e dispostas a cuidar do seu pau grande e grosso. E também tinha o jeito como Elise andava flertando tanto com ele ultimamente. Ele sempre achou a amiga loira da sua mãe uma gostosa, e tinha certeza de que as coisas estavam indo na direção certa com ela. Mas havia algo diferente na sua mãe. Algo especial. Ela era a única mulher que tinha dedicado a vida inteira a ele. Ela o amava de um jeito que ninguém mais jamais o amaria, e era assim que ele também se sentia por ela.
Ele não conseguia esquecer esses sentimentos enquanto baixava o shorts e a cueca para baixo das bolas e libertava o pau grande. De pé ao lado da cama da mãe, ele envolveu a mão no próprio mastro e começou a se masturbar, fazendo a vara inchar e pulsar até o estado máximo de dureza. Aquelas garotas da sua idade que ele conhecia da cidade eram a última coisa em que ele pensava agora.
Os peitos de Diane subiam e desciam levemente com a respiração sonolenta, e Ricky mal desgrudava os olhos deles enquanto silenciosamente batia punheta com seu mastro rígido. Ele não conseguia acreditar que estava fazendo aquilo, mas também não conseguia acreditar que sua mãe estava deitada ali com os peitões de fora. Ele queria senti-los mais do que tudo, esfregar a cabeça molhada do pau naqueles mamilos sugáveis, mas era impossível.
Depois de ficar de pé ao lado da cama de Diane massageando o pau superaquecido por tempo demais, Ricky finalmente se forçou a sair quieto do quarto da mãe. Ele foi direto para o banheiro no fim do corredor, ainda com o shorts abaixado abaixo das bolas e o pau excitado balançando nu.
Ligando o chuveiro, esperando a água esquentar até a temperatura que ele gostava, Ricky tirou a roupa e começou a bater punheta no pau inchado com mais força do que antes. Ele estava latejando por liberação, mas antes de se fazer gozar, pegou o celular e finalmente enviou a foto do pau que tinha tirado de manhã para a destinatária originalmente pretendida: a amiga da sua mãe, Elise.
Talvez isso ajudasse a tirar sua mente da vontade de foder a mãe gostosa. Elise era quase tão gostosa quanto, e sendo uma mulher mais velha e sexy era como a segunda melhor opção. Mas a loira não respondeu imediatamente, então Ricky entrou no chuveiro e continuou batendo uma no pau duro. Por mais que enviar a foto para Elise o deixasse ainda mais excitado, ele praticamente esqueceu tudo sobre ela enquanto a visão do corpo adormecido de Diane com os peitos expostos dominava sua mente. Mesmo que quisesse sua mãe mais do que tudo, era simplesmente impossível.
Nada que ele já tinha visto podia se comparar à visão incrível que acabara de ter da sua mãe, e enquanto seu punho começava a voar mais forte e rápido ao longo do comprimento do seu mastro latejante, não havia mais nada em que ele conseguia pensar. Ele a queria mais do que tudo, e ela era tudo em que conseguia pensar quanto mais perto chegava de explodir uma carga quente e cremosa de porra por todo o box do chuveiro.
Com sonhos de chupar os mamilos duros da mãe, suas mãos apertando a carne macia dela, ele bateu punheta no pau dolorido com mais força e velocidade. Ele devia ter imaginado como os peitos dela eram pelados pelo menos umas mil vezes, e nunca ia esquecer a vista incrível que acabara de ter deles. No entanto, ele morria de vontade de ver a boceta dela, senti-la e prová-la, enfiar a língua, os dedos e o pau bem fundo dentro dela. Não demorou muito para Ricky explodir no limite e jorrar porra até ficar praticamente tonto.
*
Elise estava se sentindo excitada depois de chegar em casa do almoço com Diane. Ela estava pensando naquele pau grande e delicioso de um jovem que sua amiga morena tinha no celular. Era divertido ver como ela tinha ficado envergonhada de mostrar a foto. Obviamente, Diane simplesmente não estava acostumada a flertar com caras mais novos, gostosos e tarados. Mas ela certamente não era imune a dar uma olhada e falar sobre eles quando as duas almoçavam juntas. Só que hoje a morena estava de repente reticente e reservada, agora que obviamente tinha se envolvido com algum garanhão jovem a ponto de receber fotos do pau dele.
Elise não conseguiu evitar uma risadinha com a situação da amiga enquanto servia uma taça de vinho para si mesma. Diane tinha passado metade da vida mimando seu filho lindo, Ricky, mas agora que ele tinha dezoito anos ela ia ter mais liberdade para prestar atenção às próprias necessidades. A loira não pôde evitar sentir inveja, já que ela tinha passado muito mais tempo sem pau do que gostaria. Ela quase se sentia culpada por flertar tanto ultimamente com Ricky, mas ele era praticamente irresistível, e ela não achava que Diane faria diferente se estivesse na mesma situação.
Aliás, a morena estava realmente na mesma situação. Seja lá de quem fosse aquele pau no celular dela, tinha que ser filho de alguém. Então talvez as duas amigas estivessem realmente no mesmo lugar, afinal.
Mas por mais que Elise e Diane fossem amigas próximas, as duas eram muito diferentes em algumas questões fundamentais. A vida de Diane era praticamente dedicada ao filho, então ela não era nem de longe tão aventureira quanto Elise. A morena muitas vezes parecia viver indiretamente através do estilo de vida muito mais ousado da amiga, mas Elise frequentemente se pegava sentindo inveja. A loira pensava muito em como sua vida seria diferente se ela própria fosse mãe, especialmente se tivesse um filho gostoso e sexy como Ricky.
Elise se conhecia, no entanto, e sabia que se tivesse um filho remotamente tão gostoso quanto Ricky, ela estaria fodendo com ele o máximo possível.
A loira curvilínea levou seu vinho para o quarto e tirou a roupa, decidindo beber e relaxar nua com um pouco de pornô no laptop. Ela também não trocava mensagens com Ricky há algumas horas e, depois de ver o que a mãe dele tinha no celular mais cedo, parecia uma boa hora para levar as coisas com Ricky para o próximo nível. Parecia o momento perfeito para deixar o garanhão jovem ver seus peitos grandes e nus, depois de todos os comentários legais que ele já tinha feito sobre eles.
Sim, umas mensagens sexy com Ricky eram a maneira perfeita de entrar no clima para um pornô quente na internet. Ela tomou um gole do vinho e então ficou de pé em frente ao espelho de corpo inteiro na porta do armário. Observou-se acariciando e brincando com os seios bem torneados até que os mamilos ficassem inchados e sensíveis. Teria sido tão bom ter um par de mãos masculinas, maiores e mais fortes, apertando seus peitos, e as mãos de Ricky teriam sido simplesmente perfeitas. O pensamento estava fazendo a boceta dela fervilhar de calor.
Foi então que ela foi pegar a bolsa que tinha deixado na mesa de cabeceira e tirou o celular. Ver que tinha uma mensagem nova de Ricky colocou um sorriso no rosto dela, e ela se sentou na cama para ler, mas teve um choque delicioso quando viu a foto que o jovem paquerador tinha enviado.
O pau de Ricky parecia tão grande e duro. O primeiro instinto de Elise foi imaginar-se envolvendo a mão e os lábios em volta do mastro grosso dele ao mesmo tempo e fazê-lo gemer como ninguém nunca tinha feito antes. Era um pau verdadeiramente incrível, e a loira soube naquele exato momento que ia precisar de muito mais do que apenas uma foto dele.
Fez cócegas de satisfação saber que Ricky estava ficando tão excitado por ela quanto ela por ele. Ela se recostou contra um travesseiro e olhou fixamente para o mastro jovem e robusto dele enquanto os dedos da outra mão percorriam sua fenda da boceta que esquentava rapidamente. Sua boceta estava recém depilada e macia como seda. A língua de Ricky teria sido perfeita naquele momento.
A fenda de Elise foi ficando rapidamente mais molhada enquanto ela olhava para o pau duro do seu jovem admirador. Então ela percebeu que tinha visto exatamente a mesma foto no celular de Diane no almoço. Não era de admirar que ela estivesse agindo tão nervosa. Ela estava tentando esconder o fato de que tinha o pau nu do próprio filho no celular!
A mente da loira girava com perguntas sobre como o pau de Ricky foi parar no celular da mãe dele. Ela adoraria saber, mas só de lembrar como Diane tinha ficado corada e nervosa com aquilo fez a boceta da loira tremer de excitação. O fato de ele ter até enviado o pau tanto para a mãe quanto para uma amiga próxima da mãe era ainda mais excitante. Elise mal podia imaginar com que força e desespero Ricky foderia sua boceta quente e experiente se ele estivesse tão tarado assim. Ela não conseguia evitar se perguntar se ele até foderia a própria mãe, o que fez sua própria boceta tremer e pulsar com tanta força que ela desejou ter um filho gostoso e bem-dotado, igualzinho a ele.
Depois de um tempo, Elise se sentou e tirou uma foto de seus peitos grandes e nus, com os mamilos proeminentemente eretos. Ela enviou imediatamente para Ricky com uma mensagem: Venha aqui que eu vou envolver esse pau grande e lindo com eles.
Em segundos após enviar a mensagem, a loira tarada estava com os dedos de volta na boceta lisinha. Ela sabia que era só uma questão de tempo até ter o pau suculento de Ricky martelando sua boceta muito disposta. Ela nunca tinha fodido com o filho de nenhuma amiga antes, embora Ricky mal fosse o primeiro a demonstrar interesse. Mas Ricky era a nata da ninhada, por assim dizer, e Elise estava cada vez menos no controle do seu desejo por ele quanto mais os dois flertavam e se provocavam pelas costas da mãe dele.
No momento em que Elise enfiou um dedo profundamente na boceta molhada, seu celular vibrou. Ela manteve o dedo enterrado no buraco enquanto pegava o celular com a mão livre. Ver o aviso de uma mensagem de Ricky a fez sorrir de satisfação. Era outra foto do pau duro dele, mas dessa vez estava preso sob o tecido fino de uma cueca boxer cinza justa, e mostrava cada detalhe do mastro rígido e da cabeça. Elise enfiou o dedo no seu ponto G aveludado e gemeu.
A mensagem que acompanhava a nova foto de Ricky dizia simplesmente: a qualquer hora.
A boceta suavemente depilada da loira tremeu em volta do dedo profundamente enfiado ao pensar nisso. Sem pensar duas vezes, ela segurou o celular entre as pernas abertas e tirou uma foto da boceta com o dedo enfiado até a metade. Enviou imediatamente para Ricky com uma mensagem dizendo: que tal agora?
Elise mal conseguia respirar enquanto dava um tempo para ver se Ricky ia responder imediatamente. Seu dedo começou a entrar e sair da boceta escorregadia de novo enquanto ela segurava o celular com a outra mão, esperando ansiosamente. Menos de um minuto depois, a resposta dele chegou: Estarei aí em 20.
A loira mal podia acreditar que realmente ia acontecer. Ela enfiou o dedo furiosamente no buraco encharcado só para ter um orgasmo que aliviasse seus nervos antes que ele chegasse. Com o coração acelerado de antecipação, seu buraco dolorido estava apertando o dedo que bombeava em questão de dois minutos.
Ela ficou com a necessidade de mais orgasmos, mas pelo menos agora conseguia funcionar. Levantando-se da cama, ela foi até sua coleção de lingerie para encontrar algo sexy para vestir quando Ricky chegasse.
*
Ricky já estava se vestindo depois do banho quando recebeu a foto dos peitos da Elise no celular. Eles eram incríveis, e apesar de ele ter acabado de gozar batendo uma para a visão dos peitos da própria mãe quando a flagrou dormindo, ele começou a ficar duro de novo. Entre sua mãe e a provocação maliciosa da amiga loira e sexy dela, ele andava com o pau quase permanentemente duro. Ele gostava mesmo da Ashley, a garota que ele começou a namorar no início do verão. Ela tinha uma ótima aparência e um ótimo corpo, mas não tinha as curvas nem a confiança das duas mulheres mais velhas que pareciam estar chamando muito sua atenção ultimamente.
Ashley gostava de sexo tanto quanto ele, e cuidava com prazer do pau grande e ansioso do namorado tarado. Ele não queria traí-la, mas não conseguia evitar o quão excitado sua mãe e Elise o deixavam. Aí a amiga da sua mãe enviou uma foto da boceta aberta e molhada com o dedo enfiado dentro para o celular dele e pronto.
As fotos da Elise já estavam deixando ele duro de novo, e ele se vestiu com pressa para chegar à casa dela o mais rápido que pudesse. Ele parou um momento do lado de fora do quarto da mãe e olhou para ela ainda dormindo com os peitos deliciosos totalmente expostos. Sendo totalmente honesto consigo mesmo, ele preferiria estar levando aquele pau duro direto para sua mãe sexy em vez de para Elise. Por mais estranho que parecesse, não parecia certo. Ele sempre fora próximo da mãe e a amava mais do que qualquer pessoa. Ele tinha que admitir que estava 'apaixonado' pela mãe e já fazia muito tempo. O fato de ela ser tão bonita e ter um corpo que o deixava duro todo dia só piorava as coisas.
Mas Ricky não podia foder a própria mãe a sério. Ela podia gostar de provocá-lo e apreciar sua atenção mais do que a maioria das mães, mas realmente foderem um ao outro estava fora de questão. Elise teria que ser a segunda melhor opção. Até mesmo com ela era contra metade das regras do manual, o que só o fazia querer fazer ainda mais, mas sexo com sua mãe era contra TODAS as regras.
Depois de dar umas apertadas no pau por cima das calças enquanto olhava para os peitos da mãe, Ricky finalmente se arrastou para fora da porta do quarto dela e foi para o carro. Quando chegou à casa da Elise seu pau só tinha murchado mais ou menos pela metade, mas quando tocou a campainha seu pau rapidamente inchou de volta ao tamanho máximo diante da expectativa do que estava por vir.
Elise não foi abrir a porta, apenas gritou de dentro para Ricky entrar. Ele entrou e fechou a porta atrás de si.
— Estou aqui — ela chamou novamente da sala.
Com o pau fazendo um volume inconfundível na frente da calça, Ricky seguiu a voz de Elise e a encontrou perto do sofá. Ela usava um top regata fino, cinza claro, com alças finas, que mal continha os seios pesados. Os mamilos já estavam duros e facilmente visíveis através do tecido. Também vestia uma calcinha minúscula, azul clara, de renda elástica que realçava os quadris redondos e as coxas grossas de um jeito que ele nunca imaginara.
— Meu Deus — ela disse assim que ele entrou na sala. — Não acredito que você entrou aqui com esse volume na calça. O que sua mãe pensaria?
O pau de Ricky pulsou ainda mais forte depois de entrar na casa dela com o membro quase estourando a calça. Era um ato ousado que ele imaginara fazer inúmeras vezes. Ele adorava o jeito como a amiga da mãe olhava descaradamente para o volume dele, quase sem nada cobrindo o corpo voluptuoso. E então um sorriso perverso surgiu nos lábios dela com o comentário sobre a mãe.
— Acho que ela pensaria que vim aqui para te foder — ele disse, esfregando abertamente o caroço saliente na calça.
— Acho que ela estaria certa — Elise respondeu, andando em direção a ele.
Ricky não conseguia desviar os olhos do balanço dos seios fartos dela enquanto ela se aproximava. Assim que chegou perto, ela colocou a mão no volume da calça dele e começou a esfregar o membro por cima do tecido. Ele mal conseguia acreditar que aquilo estava realmente acontecendo, mesmo quando ela rapidamente abriu o zíper e tirou o pau para fora para acariciá-lo.
— Estou morrendo de vontade de botar as mãos nesse pau há séculos — a loira arrulhou sedutoramente enquanto deslizava as mãos pelo membro quente de Ricky.
As mãos da loira eram incrivelmente gostosas enquanto exploravam o comprimento grosso da vara dolorida do garoto. Ao mesmo tempo, Ricky estendeu a mão para os seios protuberantes dela e os apalpou por cima do top fino.
— Eu queria botar as mãos nesses há ainda mais tempo — ele respondeu, encarando abertamente as orbes de dar água na boca da loira sob suas mãos tateantes.
Elise soltou uma risadinha maliciosa.
— Eu sei — ela disse. — Já te peguei olhando para eles centenas de vezes.
— Não consigo evitar. São incríveis.
Então Ricky puxou o top de Elise para cima dos seios, expondo-os, finalmente vendo-os como imaginara tantas vezes antes. A loira soltou um ronronado de aprovação enquanto ele agarrava e apertava os globos cheios com as mãos jovens e fortes. Eles eram tão gostosos ao toque quanto pareciam, e ele levou tempo para torcer e rolar os mamilos duros e grossos enquanto ela mantinha o movimento de vai e vem com as duas mãos ao longo do membro dele.
Foi Elise quem se inclinou e começou a beijar o rapaz mais novo. Ricky respondeu imediatamente, enfiando a língua na boca de uma das amigas mais próximas de sua mãe. A língua da loira rodopiava e brincava com a dele. Ele apertou os seios lisos e quentes dela com ainda mais força e não conseguiu evitar que a mente voltasse à visão da mãe dormindo na cama com a blusa aberta descuidadamente. Os seios dela eram tão lindos quanto os de Elise, e ele achava que talvez fossem ainda um pouco maiores. Por mais que estivesse saboreando os melões da loira, estar com ela estava se mostrando um fracasso completo em tirar sua mente da mãe. Na verdade, quanto mais brincava com os seios de Elise, mais queria sentir os da mãe.
E quanto mais a loira esfregava e acariciava sua ereção dura como pedra, mais ele queria sentir as mãos da mãe tocando e alisando seu órgão. Com a mente girando em uma dúzia de direções sexuais ao mesmo tempo, grossas gotas de pré-gozo escorriam da cabeça do pau sobre os dedos sensuais de Elise.
A loira de repente interrompeu o beijo e lançou ao garoto um olhar sensual. — Definitivamente não podemos desperdiçar esse creme quente e pegajoso, amor. Tenho certeza que vai ser delicioso — ela disse.
Então ela tirou habilmente o top e se agachou, agora vestindo apenas a calcinha minúscula azul. Rapidamente colocou a ponta bulbosa do pau pulsante de Ricky na boca quente e úmida, chupando levemente e rodando a língua ao redor da cabeça. Ele gemeu e a observou chupar a ponta do seu membro enquanto as mãos dela terminavam de abrir a calça e empurrá-la até os joelhos.
Com a calça fora do caminho, a amiga de sua mãe rapidamente começou a chupar com mais força, deslizando os lábios macios para frente e para trás ao longo do membro rigidamente dolorido do garoto, enquanto as mãos trabalhavam na base do tronco e nas bolas. Ricky mal podia acreditar que mal tinha dado dois passos na sala de Elise e ela já estava no chão, de calcinha, com o pau furioso dele na boca.
Ricky gemia e encarava a loira mais velha com admiração enquanto ela chupava sua vara com voracidade. A amiga de sua mãe era obviamente uma chupadora de paus muito experiente. O deslize da boca dela parecia tão fácil e sem esforço, provocando tanto prazer ao longo do seu membro inchado. A sensação era incrível, e ele não pôde evitar de se perguntar se a mãe chupava pau do mesmo jeito. Mas não demorou muito para que os lábios famintos da loira capturassem toda a atenção do rapaz no imenso prazer da sucção acariciante de sua boca molhada.
Ele gemia e observava a mulher mais velha lamber, chupar e acariciar sua vara grossa até que todo o seu corpo formigasse de calor. Era tão bom que ele nem tentou se segurar quando sentiu o prazer subindo em direção a um clímax explosivo, mas Elise percebeu que estava chegando e recuou. Ela tirou a boca do membro lambuzado de saliva e ergueu o olhar para ele, sorrindo perversamente enquanto a mão acariciava calmamente seu membro.
— Você não veio até aqui só para gozar na minha boca, veio, amor? Não que eu me importasse, mas na nossa primeira vez juntos eu quero muito que você deixe uma bela carga quente na minha boceta.
— Porra — Ricky gemeu.
Elise se levantou com um risinho malicioso enquanto Ricky terminava de chutar as calças para longe. Ele rapidamente arrancou a camisa, enquanto a loira se virava, mostrando a bunda enquanto se curvava lentamente para deslizar a calcinha pelas pernas torneadas. Ela se endireitou e se virou rapidamente, jogando a calcinha usada no rosto de Ricky com um risinho tímido. Depois praticamente dançou até o sofá, ajeitando-se de lado, com um pé apoiado nas almofadas e o outro no chão, revelando e abrindo a boceta recém-depilada para o olhar faminto de Ricky.
— Por que você não prova antes de foder, amor — a loira arrulhou em tom rouco.
Ricky ficou mais do que feliz em obedecer. Com o pau terrivelmente excitado balançando à sua frente, ele foi até o sofá e se ajoelhou no chão, com o rosto entre as coxas escancaradas da loira. Passou as mãos ao longo das coxas dela e começou a plantar beijos úmidos e lambidas rápidas sobre a pele. Os gemidos e arrulhos de aprovação dela mantiveram seu pau pulsando de calor enquanto ele se aproximava rapidamente da boceta encharcada.
— Ah, sim, isso mesmo, amor — a loira gemeu enquanto a língua ansiosa do garoto lambia seus lábios sexuais avermelhados.
Com uma mão indo e voltando de acariciar o pau para enfiar o dedo na boceta cada vez mais molhada de Elise, Ricky lambia e chupava a delícia dela com voracidade. A loira gemeu profundamente e gozou contra a boca ávida dele. Ele só diminuiu um pouco, certo de que conseguiria levá-la a outro orgasmo antes de finalmente enfiar seu pau rígido dentro do corpo contorcido dela. Enquanto molhava os dedos na boceta dela e depois usava a mesma mão para acariciar o pau, continuava banhando a fenda com a língua, quando o telefone dela começou a tocar e vibrar na mesinha de centro próxima.
Ricky ergueu a cabeça e olhou para o telefone ao mesmo tempo que Elise, e viu o nome da mãe piscando na tela.
— Não para, amor — a loira disse com um sorriso malicioso, estendendo a mão para atender a ligação. Ela deslizou o dedo na tela uma segunda vez para colocar a chamada no viva-voz.
Ricky apenas olhou surpreso para a amiga nua da mãe, enquanto ela abria ainda mais as pernas e arqueava a boceta em direção a ele.
— Ei, Di. O que está pegando? — a loira disse, abaixando a mão para abrir bem a boceta para Ricky.
O garoto ainda não conseguia se mexer, e seu pau pulsava ainda mais forte sabendo que era a mãe no telefone. Então Elise fixou o olhar nele e deslizou um dedo inteiro dentro da boceta, tirando-o encharcado de sua umidade. Ela levou o dedo aos lábios num gesto de silêncio, depois o enfiou na boca e chupou o suco sem fazer barulho.
— Sei lá, estou me sentindo meio inquieta, acho — a voz de Diane veio pelo alto-falante.
Com pré-gozo escorrendo pesadamente da ponta bulbosa do pau inchado, Ricky acariciou o membro e se inclinou novamente para a boceta lisa de Elise, passando a língua ao redor dos lábios e do botão do clitóris. A loira conseguiu responder sem revelar nada sobre o fato de Ricky estar entre as pernas dela chupando sua boceta quente enquanto falava com a mãe dele. A situação toda parecia tão louca quanto quando ele tirou o pau excitado bem ao lado da mãe adormecida, mas o excitava tanto quanto, se não mais.
— Está tudo bem? — a loira perguntou, com a língua do filho da outra mulher enfiando-se dentro do buraco dela.
— Não sei — Diane suspirou alto. — Ando meio fora de mim, para ser honesta.
Ricky continuou lambendo a boceta da loira, mas sabia que a mãe devia estar falando sobre a foto do pau que ele enviara acidentalmente para o telefone dela. Agora estava mais convencido do que nunca de que ela estivera olhando para a ereção do próprio filho antes de se masturbar até dormir.
— Hum — Elise disse curiosamente —, será que tem a ver com aquela foto linda que você me mostrou no almoço?
Ricky congelou. Obviamente Elise tinha visto a foto no telefone da mãe dele, e agora que a loira já conhecia intimamente o pau dele, sabia de quem era o pau que Diane estivera olhando. Mas Diane obviamente não sabia que a amiga sabia mais do que aparentava. O pau dele pulsou de excitação enquanto voltava a lamber a boceta da loira, deslizando um dedo pela fenda para aumentar o prazer dela. Elise abafou um gemido prazeroso.
— Sim, meio que tem — Diane admitiu envergonhada. — Talvez eu tenha passado metade da tarde curtindo um tempo só minha por causa disso.
Os olhos de Elise se arregalaram enquanto seu olhar e o de Ricky se encontraram. A loira respirou fundo, recompondo-se. — Mmmm, bem, você tem que admitir que é um pau lindo.
Ricky não resistiu a se levantar, o néctar da boceta da loira cobrindo sua boca enquanto deixava o pau em questão balançar para frente e para trás diante da amiga maliciosa da mãe. Ele o segurou e acariciou ousadamente o membro na frente dela, sentindo uma pulsação extra quente no membro com a mãe inadvertida ao telefone.
— Então você está pensando em foder esse cara que obviamente tem a idade do seu filho? — a loira acrescentou astutamente.
— Eu... eu simplesmente não posso — Diane vacilou.
— Por quê? — a loira a incitou. — Não é como se você estivesse traindo alguém. E um gostoso jovem assim pode fazer você se sentir como nada mais.
Ricky não conseguia acreditar que Elise estava realmente encorajando a mãe a pensar em foder com ele, mesmo que Diane ainda pensasse que a amiga não sabia de quem era o pau sobre o qual falavam.
— Meu Deus — Diane suspirou. — Não acredito que estou te contando isso. Mas. Aquele pau. É, hum, do Ricky. Então, por mais bonito que seja, você entende por que não posso pensar nele desse jeito.
— Parece que você já pensou, amiga — a loira apontou o óbvio com os olhos fixos na mão de Ricky que o acariciava. — Além disso, não seria a primeira. Uma mulher como você e um filho como ele dividindo o mesmo teto? Isso é praticamente uma receita para o tesão.
— Não acredito que você disse isso — Diane sibilou. — Isso é... é... incesto.
— Mmmm, sim, é — a loira ronronou. — Sua putinha sortuda.
Diane suspirou alto. O órgão de Ricky pulsava como nunca antes. Ele não aguentava mais e se ajoelhou no sofá, posicionando-se para enfiar a cabeça do pau na fenda entre os lábios da boceta de Elise e moer o comprimento grosso do membro profundamente dentro do buraco dela. Enquanto afundava sua vara impressionante no corpo dela, a loira não conseguiu conter um gemido óbvio de prazer.
— Meu Deus — a voz de Diane surgiu no alto-falante. — Você está ficando excitada com isso?
Ricky lutou para permanecer em silêncio enquanto começava a balançar os quadris, deslizando o membro quente como brasa para dentro e para fora da boceta cremosa de Elise, mas a loira estava ficando cada vez menos cuidadosa com seus suspiros e gemidos de prazer.
— Mmmm, com certeza estou — ela confessou à mãe do garanhão jovem que agora bombeava seu pau rígido dentro da boceta dela. — E você também ficou. Não pode negar. Aposto que você adoraria a sensação desse pau entrando em você.
Ricky estava espantado com o jeito como Elise falava com a mãe, mas também estava excitado como poucas vezes na vida. Ele bombeava com mais força, enfiando o pau mais fundo no buraco dela.
— Você está se masturbando? — Diane perguntou. — Não acredito.
— Mmmm, ohhhh — Elise gemeu. — Uhhh, sim, isso mesmo. Não consigo evitar me masturbar. Você não se importa, né? Acho que você deveria simplesmente foder com ele. Sei que você quer.
— Meu Deus — Diane disse novamente. A respiração entrecortada ao telefone traía sua excitação. — Eu simplesmente não poderia... não importa o quão lindo esse pau seja.
— Ah, Deus, sim, você poderia — a loira gemeu enquanto Ricky a enchia constantemente com o pau sobre o qual falavam. — Essa coisa seria tão boa em você. Você sabe que seria.
Diane começou a deixar seus gemidos e suspiros soarem cada vez mais claros ao telefone.
— Porra — a mãe frustrada cuspiu —, não consigo evitar. Eu o quero. Quero esse pau incrível. É tão ruim que eu o amo assim, mas o quero tanto.
Ricky ficou atordoado com as palavras da mãe, e isso tornava cada vez mais difícil não fazer barulho enquanto fodia a amiga da mãe cada vez mais forte. A essa altura, Elise estava apenas gemendo e ofegante, mal conseguindo formar palavras enquanto ele bombeava a boceta dela com toda a força de seu corpo jovem e duro. Por mais linda e peituda que a loira parecesse enquanto ele a fodia, Ricky fechou os olhos e se concentrou no som da voz da mãe enquanto os gemidos dela chegavam pelo telefone.
Ele sabia que ela devia estar se masturbando, sem ideia de que o filho estava realmente fodendo a amiga dela. Ele não conseguia parar de imaginar a mãe no lugar da amiga e que era a boceta quente e escorregadia dela que ele estava socando com seu pau furioso.
Ambas as mulheres começaram a gozar ao mesmo tempo, e ambas gritavam que queriam seu pau jovem e luxurioso bombeando-as fundo e forte. Ricky mordeu o lábio inferior para não gemer e gritar também enquanto seu membro duro como pedra explodia na boceta apertada da loira e enchia o buraco dela com jorros de porra adolescente quente.
Quando abriu os olhos, Elise parecia atordoada e sem fôlego, o pau dele ainda enfiado em sua fenda bem fodida. Sua mãe estava saindo do próprio orgasmo enquanto ele lentamente tirava o pau da boceta de Elise e sentava no sofá, no espaço aberto entre as pernas escancaradas dela.
— Não acredito que acabamos de fazer isso — Diane disse, ainda ligeiramente ofegante.
— Você não tem ideia — Elise respondeu, os olhos no filho nu da outra mulher. — Deus, isso foi bom.
Diane deixou escapar uma risadinha. — Acho que uma pequena fantasia entre amigas não pode machucar ninguém.
— Mas a realidade seria como nada que você já sentiu antes. Apenas confie em mim nisso.
As duas mulheres combinaram de almoçar juntas novamente no dia seguinte e então se despediram. Elise olhou para baixo, entre as pernas, para Ricky e disse: — Não me importo se você pensar nela enquanto me fode, se for para me foder desse jeito.
Ricky não pôde evitar sorrir.
*
Diane tomou banho e depois de secar o cabelo vestiu uma calcinha e um top regata elástico com alças finas. Por cima, jogou um roupão curto que deixava à mostra suas pernas lisas quase até as curvas inferiores de suas nádegas suntuosas. Era um pouco mais revelador do que ela costumava se vestir quando Ricky estava em casa, mas quem sabia se ele estaria em casa antes que ela decidisse se recolher. E se ele chegasse antes disso, que mal haveria? Afinal, ela passara a maior parte do dia olhando para o pau dele no celular, e até se masturbara ao telefone falando sobre isso com Elise.
Ela queria não ter perdido a cabeça durante a ligação com a amiga, mas Elise era a última pessoa que a julgaria. Aliás, ela tinha gozado com mais força do que antes, quando se masturbara na cama. Sabia que nunca poderia realmente fazer algo tão insano quanto transar com Ricky, mas pelo menos não estava mais se sentindo tão envergonhada. Uma mulher tinha direito às suas fantasias íntimas, não tinha? Mas é claro que não eram tão íntimas assim depois de admiti-las para Elise.
Diane pegou o laptop e o levou para a sala, onde se acomodou em sua grande poltrona reclinável e começou a navegar na internet com a TV ligada baixinho ao fundo. Acabou entrando em seu site favorito de vídeos pornô e procurou por cenas de mãe e filho. Os vídeos eram obviamente falsos, mas ela se deixou levar facilmente por sua nova fantasia favorita e assistiu a três seguidos antes de perceber. Os vídeos estavam fazendo sua boceta ferver de calor, apesar de já ter se masturbado duas vezes naquele dia.
Frustrada, a morena bonita fechou o laptop e o colocou de lado, pegando o celular e indo direto para a foto do pau do filho, que tinha dado início a um dia muito perturbador. O problema era que, quanto mais Diane estudava o pau de Ricky, mais imaginava como seria vê-lo ao vivo, tocá-lo, senti-lo, até mesmo prová-lo. Se ela não parasse com aquilo, precisaria trocar a calcinha de novo antes de dormir.
Ela ainda estava admirando o pau delicioso do rapaz quando ouviu o carro chegar e, um momento depois, Ricky estava entrando em casa. Diane rapidamente colocou o celular na mesinha ao lado da poltrona e fingiu estar absorta no que passava na TV. Seu filho apareceu na porta sem entrar no cômodo. Estava meio escuro, exceto por um abajur pequeno e a luz da TV, mas Diane poderia jurar que ele a olhava de um jeito diferente. Imaginou que ele ainda estivesse envergonhado por ter mandado a foto do pau por engano. O assunto parecia pairar no ar sem ser resolvido, mesmo ela tendo mandado uma mensagem dizendo que não era nada demais.
— Nem percebi que você tinha saído — ela disse, tentando soar casual.
— Você estava dormindo quando eu saí. Não quis te acordar.
Diane se deu conta de como tinha dormido com a porta escancarada e os peitos completamente expostos. Ricky com certeza a tinha visto. Não havia outra explicação para o jeito intenso como ele a olhava agora.
— Da próxima vez, deixe um bilhete, está bem? — ela falou.
— Claro.
Ele se virou para sair, mas Diane o chamou de volta, sentindo que só queria tê-lo por perto.
— Sim, mãe? — ele perguntou, ainda parado na porta.
Diane precisou pensar rápido em algo para fazê-lo ficar.
— Querido... hã... Espero que você não continue envergonhado pela foto de hoje.
— Eu estava, mas não estou mais — ele disse, misterioso. — Espero que você também não esteja.
— Ah, claro que não. Quer dizer, no começo eu fiquei, mas, sinceramente, qual é o problema, né? Foi só um acidente, então que mal tem?
Ricky entrou mais na sala e sentou no sofá, a alguns passos da poltrona de Diane. Mesmo na penumbra, ela percebeu como os olhos dele percorreram suas pernas nuas e a parte superior dos seios, que aparecia pela abertura do roupão.
— Imagino que você já tenha apagado a foto, né?
Diane não respondeu de imediato. Por fim, decidiu contar a verdade, ou pelo menos uma versão levemente alterada. — Era minha intenção, mas ainda não deu tempo.
— Tudo bem. Você não precisa apagar se não quiser.
Ela sorriu, gostando da ideia de que ele não se importava que ela tivesse o pau dele no celular. Então começou a sentir algo, finalmente percebendo que seu filho, sentado a poucos passos dali, cheirava completamente a sexo. Era inconfundível: ele tinha saído para transar em algum lugar. Diane sentiu uma onda súbita de calor percorrer seu corpo. Depois de tudo o que acontecera naquele dia, além do tempo que passara se torturando com fantasias falsas de incesto em vídeos, sua boceta latejou e tremeu de desejo. Ao mesmo tempo, sentiu uma pontada aguda de ciúmes, algo que jamais imaginaria sentir pelo filho.
Agora Diane tinha que se esforçar ainda mais para manter uma aparência calma.
— Nesse caso, acho que vou guardar. Por um tempo, pelo menos. Contanto que você não se importe.
— Não me importo — ele disse, olhando direto para o decote generoso dela. — Quer dizer, se você gostou, pode ficar.
Diane soltou uma risada, tanto para liberar a tensão quanto para tentar aliviar o momento estranho com humor. — Então vou ficar. Quer dizer, é bem bonito, afinal. Qual é o problema, né? Você podia me mandar mais fotos assim, se quisesse.
Ricky abriu um sorriso malicioso. — Você quer que eu te mande mais fotos do meu pau, mãe?
Diane sentiu o rosto queimar de calor, tão intenso quanto sua boceta. Ter feito sexo devia ter aumentado a confiança do filho, pois ele estava agindo de forma muito estranha com ela agora, especialmente pelo jeito como olhava as partes generosamente expostas de seu corpo. Claro, depois da ligação com Elise, ela também não estava se sentindo muito ela mesma.
Enquanto tentava pensar em uma resposta, outro pensamento muito perturbador lhe veio à mente. E se o cheiro forte de boceta nele fosse de Elise? Ela pensou no jeito como a amiga loira soara ao telefone, e as reações intensas de Elise pareciam fortes demais para uma mulher que usava apenas os dedos. Diane também sabia que Elise tinha colocado a ligação no viva-voz, e percebeu que, se sua suspeita estivesse certa, Ricky teria ouvido tudo o que a mãe dizia sobre ele enquanto se masturbava. Seus sentimentos mistos de ciúme e excitação dispararam ainda mais.
— E por que não? — ela finalmente respondeu, forçando um tom casual. — Você tem um bem bonito. Quer dizer, tá bom, um realmente bonito. Não faz mal nenhum deixar sua mãe dar uma olhadinha, faz?
— Nenhum — Ricky disse, o sorriso se transformando rapidamente num olhar sugestivo. — Aliás, você também podia me mandar fotos.
Foi aí que Diane decidiu que sua suspeita era mais do que um palpite. Ela simplesmente não acreditava em coincidência a ponto de aceitar outra explicação. Algo estranho e significativo então se acendeu como um interruptor na mente de Diane. Ricky era dela, não de Elise. Era ela quem o amara e mimara a vida toda. Elise só queria um pau jovem e gostoso. Não que houvesse algo de errado nisso, e a morena tinha que admitir que a amiga tinha excelente gosto. Mas, por mais louco que parecesse, Diane decidiu que Ricky tinha que ser dela.
— E que tipo de foto da sua mãe desleixada você quer ver? — ela perguntou.
— Você não é nem um pouco desleixada, mãe — Ricky a tranquilizou. — Você pode me mandar qualquer coisa que eu vou adorar.
— Então, digamos que eu te mande uma foto dos meus peitos. Você gostaria?
— Ah, sim — o rapaz disse com um olhar cobiçoso.
Diane notou o volume crescente na virilha da calça jeans do filho. A visão fez seu pulso disparar de excitação. Claro, seu filho era um garoto de dezoito anos cheio de tesão e com o pau duro, mas ele quase com certeza tinha acabado de transar com uma de suas melhores amigas e agora já estava em casa ficando duro para a própria mãe. Ela tinha mais certeza do que nunca de que era isso que tinha acontecido, mas estava tentando pensar em um jeito de confirmar de uma vez por todas.
— E se eu te disser que mostrei sua foto para Elise? — ela disse, estudando o rosto dele em busca de uma reação. Não havia o menor sinal de surpresa. Na verdade, o rosto dele corou levemente de culpa.
— Que legal — ele murmurou.
Agora Diane sabia que ele a tinha ouvido gozar enquanto gemia sobre o quanto queria o pau dele.
— Humm — Diane fingiu estar pensando. — Não parece bobagem a gente ficar mandando fotos pelo celular quando a gente mora junto?
— O que você quer dizer, mãe? — o rapaz perguntou, o rosto se iluminando de curiosidade ao mesmo tempo que o volume nas calças dele aumentava ainda mais.
— Quero dizer — ela disse, levantando-se da poltrona e deixando o roupão cair dos ombros enquanto ia ficar de pé na frente do filho —, por que te mandar fotos dos peitos da sua mãe se eles estão bem aqui na sua frente?
Diane então segurou a barra da regata justa e a puxou para cima, tirando-a pela cabeça e revelando os seios nus e fartos para o filho atento. O olhar enfeitiçado de Ricky agradou Diane e aumentou sua coragem mais do que ela esperava. Enquanto ele encarava as esferas da mãe, ela as segurava com as duas mãos, acariciando e apertando.
— Não é melhor do que uma foto, amor? — ela perguntou.
— Deus, mãe. Muito melhor. Nossa, seus peitos são simplesmente perfeitos.
Diane sorriu com satisfação. — São tão bons quanto os da Elise?
Ela quase riu da expressão de culpa que surgiu no rosto bonito do filho.
— Hum, como eu saberia? — ele gaguejou.
— Talvez porque você estava agora há pouco na casa dela, fodendo os miolos dela enquanto ouvia sua própria mãe se masturbar no telefone.
O coração de Diane batia forte. Ela mal podia acreditar que tinha dito aquilo, mas sua excitação aumentava cada vez mais a cada segundo. Ricky nem tentou negar. Ele sabia que tinha sido pego, mas o jeito como encarava os seios nus da mãe dizia a Diane tudo o que ela precisava saber. Ela ainda sentia uma pontada forte de ciúmes, mas ao mesmo tempo estava orgulhosa de o filho ter fodido a outra mulher tão bem a ponto de fazê-la chorar e gemer do jeito que ela ouviu ao telefone. Fazia muito tempo que ninguém a fodia daquele jeito, e não havia ninguém que ela quisesse mais entre as pernas do que Ricky.
— Mas você precisa senti-los para ter certeza — ela acrescentou, enquanto se ajoelhava no sofá com um joelho entre as pernas dele. — Vai, amor. Eles estão bem aqui para você.
Ricky soltou um suspiro profundo e segurou os seios nus e pesados da mãe com as duas mãos grandes. Diane soltou um gemido ainda mais alto quando ele começou a acariciar e apertar, puxando e girando os mamilos excitados entre as pontas dos dedos.
— Ah, Ricky, meu amor — ela arrulhou.
— Não acredito que estamos fazendo isso, mãe — o filho disse, pouco antes de se inclinar e sugar um dos mamilos para dentro da boca.
Diane ofegou bruscamente, mal acreditando que estava olhando para baixo e vendo o próprio filho sentir e acariciar com o rosto seus seios nus. Era uma sensação incomparável, e suas mãos foram para a nuca dele, os dedos se entrelaçando em seus cabelos curtos e escuros. Ele continuou massageando as esferas firmes enquanto ia de um mamilo inchado ao outro, sugando e passando a língua úmida por cada um de seus bicos sensíveis.
O pulso da morena batia mais forte do que nunca, e os sucos que escorriam de sua boceta ardente ameaçavam passar do tecido encharcado de sua calcinha minúscula. O pau do filho estava duro como granito dentro das calças, e o volume proeminente roçava na lateral da perna dela. Ela queria rasgar as calças bem esticadas do rapaz e colocar as mãos naquele pau que a estava deixando louca o dia todo, mas então uma das mãos dele desceu entre as pernas dela e começou a esfregar sua boceta excitada por cima da calcinha. Ela ofegou e empurrou os seios com mais força no rosto dele, enquanto os dedos dele rapidamente afastavam a calcinha para o lado e começavam a percorrer os lábios molhados que contornavam sua fenda.
— Ricky, ahhhh Ricky, meu amor — ela gemeu, sentindo os dedos grossos dele deslizarem sobre os lábios da boceta. Ela estava praticamente tremendo quando um de seus dedos encontrou o caminho para dentro de seu buraco quente e escorregadio e penetrou fundo.
Diane inclinou a cabeça para deixar o filho beijá-la do jeito que ela sabia que ambos queriam, mas nunca tinham admitido até agora. Só o fato de beijá-lo e sentir a língua ávida dele invadir instantaneamente sua boca enquanto o dedo dele vasculhava seu buraco molhado em busca do ponto G estava a levando a uma névoa de desejo lascivo como nunca sentira antes.
O beijo durou uma eternidade, e Ricky não demorou muito para encontrar o ponto G da mãe. Ele massageou o ponto com destreza, enfiando a língua na boca dela enquanto a outra mão ainda apertava e puxava as pontas de seus seios. De repente, Diane jogou a cabeça para trás e uivou enquanto o filho a fazia gozar com os dedos pelo menos no terceiro e melhor orgasmo do dia.
— Você é incrível, mãe — Ricky suspirou.
O olhar de admiração e luxúria dele fez o coração de Diane bater forte de expectativa.
— Tão incrível quanto Elise? — ela não conseguiu evitar perguntar.
— Pfff. Ela é gostosa, mas você é fogo — ele disse.
— Mmmm, bom garoto — ela lhe disse com um sorriso e um ronronar rouco.
Ao mesmo tempo, Ricky começara a puxar a calcinha da mãe para baixo. Diane colocou os dois pés no chão e terminou de tirá-la, expondo a boceta lisa e depilada para o filho, que a encarava com fome e agarrava o volume rígido nas calças. Ela então se ajoelhou no chão, aos pés dele, e começou a abrir o cinto e o zíper. Com alguns movimentos rápidos, a morena cheia de tesão tirou as calças e a cueca boxer do filho, revelando o pau belamente impressionante em sua mão.
Ricky gemeu de prazer, levando alguns segundos para arrancar a camiseta. Diane admirou o corpo definido dele por alguns instantes, masturbando o membro inchado com movimentos constantes, antes de baixar a cabeça e passar a língua ao redor da cabeça do pau e da parte superior do tronco. Havia vestígios do sabor ácido da boceta da amiga loira na carne sólida do rapaz. Estava longe de ser a primeira vez que Diane provava a boceta de outra mulher, mas era a primeira vez que o sentia direto de um pau duro que a estivera fodendo não muito tempo antes. Seu ciúme aumentou de novo, junto com a dor latejante na boceta.
— Você tem gosto dela, seu garoto sujo, mas logo você vai ter gosto da sua própria mãe — ela admitiu, masturbando-o e parando um momento para olhar para cima antes de voltar a descer e deslizar os lábios úmidos sobre a glande dele.
Ricky gemeu profundamente quando a mãe começou a subir e descer a cabeça, sugando o membro ácido e girando a língua. Em poucos instantes, o gosto da boceta da amiga loira desapareceu, sugado para dentro da boca dela junto com cada gota deliciosa de pré-gozo que pingava de sua glande. O pau dele parecia tão quente e forte em sua boca, e ela começou a usar a mão junto com a boca para agradar todo o comprimento do membro pulsante.
— Ah, mãe, porra, isso, chupa! — Ricky rosnou.
As palavras sujas de desejo dele só faziam a boceta de Diane vazar e pingar um fluxo constante de néctar quente. Ela adorava chupar pau, e chupar o órgão memorável do próprio filho estava em uma categoria totalmente nova de luxúria. Mas a boceta da mulher ardia de necessidade de ser preenchida e fodida. Por ele. Pelo filho.
Ela continuou o quanto pôde, mas Diane finalmente se afastou do pau de Ricky e se levantou. Voltou a se ajoelhar no sofá, mas desta vez com os dois joelhos, enquanto montava no filho nu. Os dedos dele estavam em sua boceta, abrindo sua fenda no mesmo instante em que ela alcançou o pau dele e enfiou a cabeça em sua fenda coberta de mel.
— Me fode, amor — ela gemeu, deslizando pelo membro rígido. — Fode a boceta da mamãe, seu garoto sujo.
— Ahhh, porra — Ricky gemeu, mexendo os quadris para enfiar o pau na boceta da mãe em contraponto ao movimento giratório dos quadris torneados dela.
Usando os joelhos como apoio, Diane balançava os quadris em um movimento constante, ordenhando o pau incandescente de Ricky com a boceta. O vaivém escorregadio de sua carne dura dentro dela enviava ondas de prazer quente por todo o seu corpo. Enquanto isso, as mãos dele percorriam todo o seu corpo, agarrando e apertando seus seios e depois as esferas completamente redondas de sua bunda. Quando ele enfiou os dedos entre as nádegas dela e provocou seu cu com a ponta de um dedo, ela quase explodiu na hora. Ela apenas ofegou desesperadamente e cavalgou o pau pulsante dele com ainda mais força.
— Você gosta de ter duas bocetas mais velhas e cheias de tesão na mesma noite, garoto sujo? — ela perguntou enquanto esfregava os seios saltitantes para cima e para baixo no rosto dele enquanto cavalgava.
— Porra, sim, mãe, mas é você que eu realmente quero. Sua boceta é mais quente e apertada que a dela — ele lhe disse com um brilho malicioso no olhar.
Diane riu, mas continuou cavalgando o pau do filho com firmeza. — A mamãe também tem peitos maiores, não tem, garoto sujo?
Então Ricky riu e mordiscou de leve os mamilos da mãe com os dentes, em tom de brincadeira. As mãos dele pareciam estar literalmente agarrando o corpo inteiro dela agora. E, de repente, do nada, ele deu um tapa alto e seco na bunda que rebolava, forte o bastante para fazê-la gritar. A próxima coisa que ela soube foi que ele a estava rolando de volta para o sofá e se reposicionando entre as pernas abertas dela. Ela jogou uma perna bem alto no encosto do sofá e o outro pé no chão. Ricky enfiou o pau de volta dentro dela com força suficiente para empurrá-la contra as almofadas.
Ele se apoiou ereto nos braços e começou a balançar os quadris com força e rapidez, enfiando seu pau grosso no buraco encharcado da mãe com o peso do corpo todo. Diane não conseguia parar de gemer e arfar enquanto o próprio filho a fodia como ela nunca havia sido fodida antes.
As estocadas longas, fortes e impulsionadas do pau adolescente logo arrancaram dela um orgasmo explosivo que deixou seu corpo inteiro tremendo. Mas ele simplesmente continuou a fodê-la. Ela sabia que ele devia ter despejado uma bela carga de porra na boceta da Elise mais ou menos uma hora antes, e agora parecia que ele ia foder a mãe sem parar.
"Quero uma gozada maior e mais quente do que a que você deu a ela," Diane rosnou de forma egoísta. "Você tem toda a boceta quente que vai precisar aqui mesmo, em casa, seu menino sujo do caralho."
Parecia que quanto mais sujo ela falava com o filho, mais forte ele queria fodê-la. E quanto mais forte ele a fodia, mais orgasmos ela tinha ao redor do pau que metia sem parar.
Depois de um tempo, Ricky tirou o pau da boceta da mãe e ela foi para a parte de trás do sofá e se curvou sobre ele, permitindo ao garanhão jovem e excitado acesso à sua boceta por trás. Ele mal perdeu o ritmo ao colocar o pau de volta nela. Fodendo-a ainda mais forte e rápido nessa posição, o garoto passava as mãos por toda a sua bunda de curvas grossas. Diane mal conseguia respirar quando sentiu que ele enfiava um dedo em seu cu enquanto continuava a meter o pau com força, entrando e saindo dela.
Diane gozou pelo menos mais duas vezes nessa posição. Ela mal podia acreditar que era o próprio filho a fazendo ter mais orgasmos do que qualquer outro homem antes dele.
"Ai, meu Deus, mãe, eu preciso gozar!" ele finalmente gritou, metendo nela com tanta força que o sofá começou a se arrastar pelo chão, chegando mais perto da mesinha de centro.
Ela sentiu o jorro quente do creme que esguichava e a enchia por dentro e começou a gozar mais uma vez, sua boceta pulsante ordenhando aquele pau jovem e quente até a última gota que valesse a pena.
Mãe e filho ficaram ambos sem fôlego com o clímax final juntos, e Ricky se inclinou sobre o corpo dela enquanto eles aproveitavam o tempo para recuperar o ar.
Subiram juntos para o quarto de Diane e se deitaram na cama dela, ainda nus. Beijaram-se e acariciaram-se até caírem em um sono exausto.
Diane tinha um sorriso no rosto quando acordou na manhã seguinte. Ricky ainda dormia profundamente enquanto ela vestia um roupão e descia para fazer café e o café da manhã. Não fazia muito tempo que estava lá quando sentiu um corpo grande, forte e jovem de macho se apertar contra ela por trás. As mãos dele entraram em seu roupão para acariciar seus seios macios enquanto a madeira dura matinal se enfiava em sua bunda. Ele ainda estava nu da noite anterior.
"Você é incrível, mãe," ele lhe disse, roçando o nariz em seu pescoço. "Eu te amo tanto, mas tanto, que é uma loucura."
O sorriso de Diane parecia estar permanentemente estampado em seu rosto. "Eu também te amo, bebê," ela lhe disse, virando-se nos braços dele para encará-lo. "A propósito, você está com o seu celular?"
"Ainda está na sala. Por quê?"
Ela ficou com um olhar malicioso no rosto e disse: "Porque acho que tem mais uma foto do pau que você deveria mandar para a Elise."
Ricky ergueu a sobrancelha em interrogação, mas foi pegar o celular e voltou rapidamente. A mãe dele se ajoelhou no chão e pegou o pau dele na mão.
"Espera só eu te colocar na boca, bebê," ela disse com um brilho nos olhos. "Aí a sua outra putinha vai saber que você pertence à mamãe."