Contos eróticos para ler inteiros.

Coroas

O Garoto da Casa ao Lado

Poesiadejosely23 min

Certo, respira fundo. É a primeira vez que faço algo assim. Escrever de verdade, quero dizer. Já bati punheta pra um monte de histórias ao longo dos anos, mas nunca escrevi uma até agora. Tô aqui sentada no sofá completamente pelada, pernas bem abertas que nem a putinha suja que eu sou. Meus dedos ainda têm cheiro da minha buceta gorda e apertada, o sofá tá encharcado do segundo orgasmo que eu me dei antes mesmo de abrir o laptop. Deixei as persianas bem abertas, quero me sentir observada, mesmo que ninguém esteja olhando. Mas se você tá lendo, sinto como se estivesse me olhando e isso me deixa com um tesão do caralho.

Já faz seis meses que o divórcio saiu, mas eu e o Mick estávamos separados um ano antes disso. Ele tinha dinheiro, mas Deus, como ficou chato rapidinho. Dezoito anos de sexo sem graça de missionário e, honestamente, o mínimo possível de chupada na buceta. Toda vez que eu tentava ser mais ousada com ele, fazer algo selvagem, ou até mesmo algo simples como anal ou ele meter entre meus peitos grandes e fartos, ele se acanhava como se eu fosse algum tipo de pervertida. Me trocou por uma mulher dez anos mais nova, com peitos menores, e aposto que ela não é nem metade tão safada quanto eu, e desejo tudo de bom pra ele e espero que ela dê por fora sempre que puder. Sinceramente, não parei de me tocar desde então. Tava louca por isso. Tudo me excita. Pornô. Estranhos. Corredor de frutas. A brisa nos meus mamilos. Tô pingando de molhada o dia todo, meus amores, como se me livrar do meu marido tivesse me aberto pra um novo mundo de sensações eróticas.

Enfim, é aí que eu tô, e é aí que a coisa boa começa. Foi em abril passado. Um calor estupidamente forte pra época do ano. Eu tava no jardim que tem atrás das casas geminadas que divido com minha vizinha Marie. Ah, a Marie é adorável, sexy, na casa dos cinquenta e poucos, com peitos que ela diz que não são falsos, mas todo mundo sabe que são, e acho que eu daria pra ela num piscar de olhos. Só que, na época, a Marie tinha ido pro sul, um fim de semana de sacanagem com o novo namorado chique, e deixou a casa vazia. Bom... quase vazia.

O Liam ainda tava lá. O filho dela. Dezenove anos, aprendiz de marceneiro. Ombros largos. Mãos fortes. Sempre cheira a suor e lascas de madeira quando passa. Sempre educado, tímido e nervoso, mas sempre olhando pros meus peitos. Ele não sabia que eu já tinha percebido antes. Achava que era discreto. Inventava desculpas pra ficar trabalhando no jardim sem camisa enquanto eu cuidava das plantas, ou eu via ele na janela do quarto, obviamente pelado, dando uma espiada quando eu tava tomando sol, o braço forte se mexendo fora de vista e eu imaginava ele batendo punheta pra mim.

Então, quando aquela onda de calor chegou, não perdi tempo. Desenterrei o biquíni vermelho que comprei pras férias em Marbella que nunca fizemos, e nunca tinha usado. Mal cabia em mim. Bojos triangulares minúsculos que nem tentavam segurar meus peitos. A parte de baixo era mais fina que fio dental, e meus lábios carnudos e suculentos da buceta faziam uma piada do tecido. Eu depilo com cera Hollywood regularmente, especialmente desde o divórcio.

Me estiquei na espreguiçadeira com uma bebida gelada, óleo brilhando por todos os meus peitos, barriga e pernas, praticamente pelada, e esperei. Não demorou muito. Vi ele pelo canto do olho, encostado no muro dos fundos da casa da mãe, celular na mão. Fingindo rolar a tela, mas não tava. Tava olhando, o celular discretamente apontado na minha direção e dava pra ver que ele tava me filmando ou tirando fotos. E, puta que pariu, ele tava duro. Dava pra ver, claro como o dia. O short cinza não escondia nada. A regata colada no peito de suor. Cabelo úmido. Uma perna dobrada, como se tentasse parecer casual, mas o pau tava pressionando pra fora, como se quisesse escapar.

E eu só fiquei deitada. Fingindo não notar. Fingindo ler um livro enquanto meus mamilos furaram o top do biquíni e o forro da calcinha encharcava completamente. Mudei o quadril, como se tivesse me ajeitando. Tudo o que fiz foi abrir mais as coxas pra dar uma visão melhor pra ele. Arqueei as costas, estiquei os braços acima da cabeça, peitos se erguendo e balançando a cada respiração. Passei os dedos pela barriga como se estivesse distraída, e desci até a dobra da coxa, roçando perto do calor úmido ali embaixo.

Eu sentia os olhos do Liam em mim. Sentia ele arrastando o olhar por cada centímetro meu, bebendo a curva dos meus peitos, o jeito que o biquíni grudava na minha buceta, o brilho do suor que escorria entre meus seios e desaparecia por baixo da tira fina de tecido vermelho. Não falei nada. Não olhei pra ele. Só deixei o show continuar, como se não fosse tudo pra ele.

Por dentro, eu tava latejando. Meu clitóris tremia loucamente. Sentia meu pulso entre as pernas, cada batida mandando outra onda de umidade pro triângulo minúsculo de tecido que deveria me manter decente. Não mantinha. Eu queria que ele visse. Queria que ele puxasse o pau pra fora ali mesmo e começasse a bater punheta enquanto eu assistia por trás dos óculos de sol, fingindo ler.

Eu tava tão perto de deslizar a mão pra dentro da calcinha e me masturbar ali mesmo, sabendo que ele tava olhando. Os nós dos dedos dele tavam brancos em volta do celular, como se ele tivesse tentando não bater punheta bem naquela hora. Coitado. Mas eu queria ver ele se contorcer. Queria ver aquele tremor doce e nervoso no queixo dele, aquele que ele tem quando fica sem jeito. Queria ver aquele pau quicar dentro daqueles shorts fininhos assim que ele ouvisse minha voz.

Então virei a cabeça devagar, um braço apoiado sob os peitos, óculos ainda no rosto.

"Liam, querido," eu disse, suave e preguiçosa, como se não tivesse acabado de pegar ele no flagra. "Faz um favorzinho, pode ser?"

Ele estremeceu como se eu tivesse pego ele roubando biscoitos. Olhos arregalados. Garganta se mexendo. "Ah, é?"

"Tô preocupada de queimar as costas," eu disse, passando a mão no alto do ombro, lambuzado de suor e óleo. "Não consigo alcançar. Me dá uma mão?"

Ele ficou parado, congelado. Uma estátua do caralho com o pau duro como pedra. A boca abriu uma vez, depois fechou. Abençoado.

"Vem," eu ronronei. "Não vou morder."

Isso o fez se mexer. Ele se afastou do muro e veio devagar, tentando se ajustar no short como se eu não tivesse notado. Como se eu não tivesse encarando o volume grande e óbvio balançando a cada passo. Ele cheirava a calor e suor. Ajoelhou-se ao meu lado, sem saber o que fazer. Ainda segurando o celular como se fosse protegê-lo.

"Tem óleo na mesa," eu disse, apontando vagamente com os dedos pro bronzeador na mesinha lateral. "Fica à vontade."

Ele pegou como se pudesse explodir na mão. Derramou óleo demais na palma. Um líquido espesso e brilhante, escorrendo pelos pulsos antes mesmo de me tocar. As mãos pairaram sobre meu corpo, incertas, e isso me fez sorrir.

"Tá com medo?" perguntei, sem me importar em esconder o sorrisinho.

Ele riu, nervoso. "Não, só não quero fazer errado."

Rolei de bruços, lenta e deliberada. Minha bunda se mexeu sob o fio dental, gorda, firme e redonda, suor brilhando nas dobras. Meus peitos se achataram debaixo de mim, mamilos duríssimos.

"Só espalha, Liam," eu disse, deixando a voz cair um pouco. "Certifica de passar em tudo."

Ele começou pelos ombros. Carícias leves, hesitantes, como se eu fosse de vidro. Soltei um suspiro alto, deixando ele ecoar, esticando os braços acima da cabeça pra que a lateral do seio se derramasse mais.

"Um pouco mais firme," murmurei. "Não faço hematoma fácil."

Ele pressionou mais, mãos deslizando pela curva das minhas costas. Gemi baixinho, só o suficiente pra ele ouvir. Os dedos tremeram quando chegaram à minha cintura.

"Você tá suando," ele disse, a voz falhando.

"Mmm. Você também," eu disse. "Calor, né? Por que não tira essa regata?"

Ele engoliu em seco. "Vai! Não é nada que eu já não tenha visto, querido."

Ele tirou a regata, revelando o torso esguio mas musculoso, brilhando de suor. O peito subia e descia em respirações profundas e rápidas. Dei a ele um sorriso doce, então alcancei atrás de mim, bem devagar, e desamarrei a tira das costas do top do biquíni. Os bojos caíram moles sob mim, peitos libertos e pressionados contra a toalha, mamilos latejando com o calor e a fricção.

"Assim é melhor," eu disse com um suspiro. "Não gosto de marcas de bronze."

Ele parou. Eu sentia as mãos dele pausarem no meio do movimento, o calor das palmas pairando logo acima da minha pele.

"Continua, querido," sussurrei. "São só peitos. Você já viu peitos antes, não viu?"

Ele não respondeu. Só expirou pelo nariz, longo e trêmulo, e continuou. As mãos desceram mais. Pela base da minha espinha. Roçando o contorno da minha bunda. Minha calcinha tava encharcada, nem era mais uma calcinha naquele ponto, suor e lubrificação da buceta molhando a tira fina como se eu tivesse me mijado.

Os polegares roçaram o alto das minhas nádegas. Movi o quadril, arqueando só o suficiente pra fazer a gordura da minha bunda balançar.

"Você tá indo bem," murmurei. "Não seja tímido."

Ele soltou um fôlego minúsculo, meio risada. Os dedos se afundaram um pouco mais. Deslizando mais baixo. Ele não percebeu que tava fazendo, mas eu percebi. Eu sentia o tremor nos dedos enquanto eles pousavam logo acima da minha bunda, como se ele não soubesse se tinha permissão de ir mais longe. Como se tivesse esperando um sinal.

Então eu dei um. Mudei o peso, quadril girando, aquele fio dental esfregando na minha racha com um som molhado e obsceno, e rolei de costas com um gemido satisfeito. Meus peitos, grandes, nus e brilhando, derramaram-se no sol, firmes e altos por causa de todo o pilates e yoga que eu vinha fazendo desde o divórcio. Sempre tive peitos grandes, mas desde que cheguei no fim dos trinta, fiz um esforço de verdade pra mantê-los firmes. Talvez eu mande ajeitar um dia, mas por enquanto são naturais, enormes e macios.

Os bojos do top do biquíni escorregaram inutilmente pro lado, laços desamarrados, mamilos já ruborizados e duros, empinados como cerejinhas gordas implorando pra serem lambidas.

Peguei o olhar dele por trás dos cílios, arregalado e grudado nos meus peitos como se tivesse acabado de ver Deus. Ele tava ajoelhado ali, o pau furioso contra a frente do short como se quisesse romper o tecido, e por um segundo ele só congelou. Eu via uma mancha molhada na virilha dele, ele tava vazando pré-gozo do pau duro, e estiquei os braços acima da cabeça. Deixei meus peitos subirem e se separarem, tudo lento e melado, como se eu tivesse oferecendo numa bandeja de prata do caralho.

"Então vai," eu disse, lambendo o suor do lábio superior. "Não deixe o trabalho pela metade."

Ele piscou, ainda sem se mexer.

"Meus peitos, Liam. Esfrega. Eles também precisam de óleo. Não queremos que esses bebês queimem, queremos?"

Juro que ele choramingou. A mão se moveu como se não estivesse mais sob controle, o frasco de óleo ainda na mão, dedos trêmulos desrosqueando a tampa como se pudesse explodir. Ele derramou rápido demais. Linhas grossas de óleo dourado espirraram sobre meus peitos, na clavícula, entre os seios, na curva. Caiu nos mamilos e me fez suspirar. Puta que pariu, o contraste do frio escorregadio com o calor do sol me fez arquear.

"Mmm... isso aí," ronroneei, observando-o por baixo dos óculos escuros. "Agora esfrega. Com cuidado... no começo."

As mãos dele me tocaram como se ele tivesse sonhado com esse momento a vida inteira, e provavelmente tinha. Ele morou na casa ao lado por dez anos, e deve ter pensado nisso o tempo todo, batido punheta pra mim, e agora aqui estava ele, fodendo com meus peitos grandes e suculentos. Dedos grandes e quentes, deslizando sobre o óleo, polegares roçando as laterais dos meus peitos como se não acreditasse como eram reais. Ele circulou meus mamilos, redemoinhos lentos e suaves, e eu não consegui impedir meus quadris de se contrair.

"Isso, é..." gemi, arrastando os dedos pela minha própria barriga, sem nem esconder mais o quanto eu tava molhada. "Você tá indo tão bem, Liam. Um puta talento natural."

A respiração dele tava tão pesada quanto o pau. A língua passou pelos lábios pra umedecê-los enquanto ele olhava, hipnotizado, palmas alisando minhas curvas como se quisesse afundar nelas. Eu agarrei um dos meus peitos, só pra provocá-lo mais, ergui e apertei, óleo escorrendo pelo meu antebraço.

"Sentiu como são firmes?" eu disse. "Peitos de verdade, esses. E naturais também."

Eu vi os olhos dele revirarem um pouco quando eu apertei meu próprio mamilo, torcendo até eu gemer. Ele gemeu como se estivesse com dor, e uma das mãos deslizou pra baixo, quase inconscientemente, roçando minha barriga, pairando logo acima do umbigo.

"Ah-ah," eu disse, agarrando o pulso dele com meus dedos lambuzados. "Aí não. A menos que eu mande."

Ele assentiu rápido, arfando como um cachorro. O pau pulsou visivelmente por dentro do short, contorno completo, a ponta encharcada. Eu mal tinha tocado nele.

Inclinei a cabeça, os óculos escorregando pelo nariz só o suficiente pra encará-lo direito.

"Agora," eu disse, mordendo o lábio, "você vai descer mais e passar óleo nas minhas coxas. E vai fazer devagar. Com as duas mãos."

Abri as pernas ligeiramente, só o suficiente pra mostrar o triângulo escuro e molhado da minha calcinha mal grudada nos lábios da buceta, esticada e encharcada como se tivesse sido mergulhada em mel.

"Tá pronto pra isso, Liam?" perguntei, a voz baixa e suja.

Ele engoliu, garganta seca como osso.

"S-sim."

Ele nem precisou que mandasse duas vezes. No segundo em que abri mais as pernas, Liam deslizou mais pra baixo como se tivesse sendo hipnotizado. As mãos dele tremiam, encharcadas de óleo, e deslizaram pela parte interna das minhas coxas com reverência. Puta que pariu, eu poderia ter gozado só com aquilo, os polegares grossos arrastando a carne oleosa e grossa das minhas coxas.

E então eu fiz. Enfiei os polegares nas tiras vermelhas minúsculas, ainda úmidas de suor e lubrificação, e puxei a calcinha do biquíni pra baixo. Tirei devagar, centímetro por centímetro, até que grudou na parte de trás das coxas de tão molhada que eu tava. Então eu a chutei pra longe. Fiquei deitada completamente nua. Sol escaldante. Oleosa e aberta. Minha buceta brilhando e quente de suor, lábios inchados, ruborizados de rosa pelo calor e pela excitação. Nem um pingo de vergonha em mim. Nem me importava se algum dos outros vizinhos espiasse pela janela da cozinha enquanto lavava a louça. Que espionassem. Que todo mundo visse a puta suja que eu me tornei.

Olhei pra baixo, por cima dos meus peitos oleados, pra ele, agachado ali entre minhas coxas, olhos arregalados, peito arfando, mãos pairando como se não tivesse certeza se tinha permissão de tocar o fruto proibido. Sorri com malícia e peguei o pulso dele de novo, com mais firmeza dessa vez, e guiei a mão dele bem entre minhas pernas. Pressionei os dedos dele na minha buceta encharcada.

"Vai, querido," eu disse, a voz rouca de luxúria. "Vamos ver se você é tão bom com os dedos quanto com o martelo."

Ele os afundou, devagar no começo. Puta que pariu, os dedos dele eram grossos, e meu corpo inteiro estremeceu. Gemi alto e longo, a cabeça caindo pra trás, os óculos escorregando até a metade do nariz.

"Porra... isso... é..."

Os dedos dele se curvaram instintivamente, até os nós, a almofada do polegar esfregando contra meu clitóris. Eu tava tão molhada que era obsceno. Havia sons de verdade, sujos, tapas molhados e barulhos de sucção enquanto ele bombeava dentro de mim. E aquilo só piorava. Ou melhorava. Meus quadris começaram a rebolar contra a mão dele. Eu tava ofegante, suor escorrendo entre meus peitos, descendo pelas costelas, encharcando a toalha debaixo de mim. Cravei as unhas no tecido enquanto me sentia cada vez mais perto de gozar, minha buceta se apertando em volta da mão do Liam.

Olhei pra baixo e peguei ele me olhando com o rosto corado, lábios entreabertos, olhos indo dos meus peitos pra minha buceta e de volta como se não acreditasse que nada daquilo era real.

"Gosta de dedilhar sua vizinha, né?" rosnei. "Batia punheta pra mim toda noite, era? Teve a chance agora, faz valer a pena."

Ele gemeu, dedos se movendo mais rápido, polegar pressionando mais forte, e eu senti o orgasmo se formando como uma tempestade de fogo. Músculos se retesando, cada terminação nervosa em chamas, quadris empurrando. Eu tava bem ali.

"Não para," arfejei. "Não se atreva a parar, Liam."

Eu tava tão perto que podia sentir o gosto, quadris rolando, buceta se esfregando contra a mão do Liam como se fosse a única coisa que me mantivesse viva. Os dedos dele estavam encharcados, brilhantes, entrando e saindo de mim num ritmo sujo, o polegar nunca deixando aquele botãozin latejante no topo da minha racha.

Minhas coxas tremiam. Meus mamilos estavam como balas, duros e doendo. Toda vez que eu arfava, sentia o gosto do meu próprio suor nos lábios.

"Porra, Liam, não para. Não se atreva."

Ele me olhou com aquele olhar de quem estava se afogando em mim, e não parou. Ele se empenhou. Seus dedos se curvaram mais fundo, acertando aquele ponto exato como se o conhecesse a vida inteira, e aquele polegar, ai, caralho, circulou no ritmo certo, lançando faíscas pela minha barriga como se eu fosse perder o controle de cada músculo do meu corpo.

Eu gozei com um grito, não um gemido fofinho, não um suspiro educado como com o Kick pra fazê-lo se sentir melhor. Um grito de corpo inteiro, cabeça jogada pra trás, encharcada de suor que ecoou pelo maldito jardim e foi parar na rua. Minhas coxas se fecharam em volta do pulso dele, a boceta apertando forte nos dedos, o mel escorrendo pela toalha embaixo de mim como se alguém tivesse me espremido por dentro. Eu tremia. Olhos revirados. Peito arfando.

E Liam só olhava, de queixo caído, bochechas coradas, ainda agachado entre minhas coxas com a mão enfiada na minha xota, o pau duro empurrando o short como uma barraca.

Quando finalmente consegui respirar de novo, estendi a mão e o agarrei pelo cós.

"Tira isso", rosnei, a voz rouca de tanto gozar. "Agora."

Ele hesitou por meio segundo. Talvez de choque. Talvez pelo fato de a mão ainda estar encharcada de estar dentro da amiga da mãe dele. Mas obedeceu. Ficou de pé. Enfiou os polegares no cós. Puxou pra baixo.

E, caralho, aquele pau saltou como se não pudesse esperar nem mais um segundo, grosso, cheio de veias, vermelho e pulsando a cada batida do coração. O short caiu no chão. Ele saiu de dentro dele, parado ali como uma estátua grega ao sol, o peito brilhando, suor escorrendo pelo abdômen, as bolas pesadas e apertadas, já pingando.

Passei a língua nos lábios.

"Vem cá."

Nem esperei ele se aproximar. Rolei da espreguiçadeira e caí de joelhos naquela toalha quente e lambuzada de óleo, os olhos grudados no pau grosso e latejante a centímetros do meu rosto. O sol captava cada gota de suor escorrendo pelo comprimento, e o fio brilhante de porra que pingava da ponta.

Minhas mãos envolveram os quadris dele, puxando-o mais perto até eu passar a língua pela parte de baixo, traçando cada veia inchada, lambendo o suor escorregadio com uma lentidão deliberada que nos deixava loucos. Então eu o engoli até o fundo.

Sem hesitação, sem enrolação. Abri bem e o engoli inteiro, a garganta se esticando em volta do pau grosso e escorregadio enquanto meus lábios apertavam num selo molhado e faminto. Ele gemeu, os dedos se enroscando no meu cabelo enquanto eu balançava a cabeça com um ritmo voraz, arrastando cada centímetro do pau grosso, carnudo e jovem dele pela minha garganta antes de puxar de volta só o suficiente para rodar a língua na ponta.

O gosto dele era salgado, cru e absolutamente viciante. Eu sentia o pau dele pulsar, as veias latejarem, a respiração entrecortada enquanto eu chupava mais forte, minha boca quente e molhada.

"Porra, Eve", ele gemeu, a voz áspera e rouca, as mãos agarrando meu couro cabeludo como se estivesse se segurando pela própria vida.

Apertei a garganta uma última vez, puxei de volta só o suficiente para olhar para aqueles olhos arregalados e escuros queimando de luxúria e desespero. Eu estava chupando o pau dele há, talvez, trinta malditos segundos, e então ele gozou. Jatos grossos e quentes explodiram na minha boca de repente, e tive que engolir com força, gole após gole imundo, provando o gosto do esperma grosso e levemente adocicado dele. Mas ele não tinha terminado. No segundo em que se afastou da minha boca, os quadris dele avançaram, derramando as últimas gotas nos meus peitos, fios quentes e escorregadios descendo pela minha pele macia e suada, misturando-se ao óleo bronzeador e ao suor.

Passei a língua nos lábios e esfreguei os peitos, sem fôlego e pingando, olhei pra ele, sorrindo como a puta imunda e insaciável que eu era, que meu jovem e inocente vizinho estava descobrindo agora.

"É melhor estar pronto para fazer isso de novo", eu disse.

Depois de engolir até a última gota, olhei para Liam com aquele sorriso malicioso e sensual que vem de saber exatamente o que vai acontecer a seguir. Caras mais novos são como foguetes, disparam de novo com força mais rápido do que um piscar de olhos, e Liam não era exceção. O pau dele já estava pulsando, inchando de volta à rigidez total e grossa, as veias saltando como cordas sob a pele.

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