O Dilema de Penny – Parte 01
O cabelo loiro de Penelope chicoteava ao vento, a mão para fora da janela sentindo a brisa enquanto Ben dirigia pela paisagem plana do noroeste do Texas. "Você tem certeza de que ele vai gostar de mim?" Ela olhou para o namorado, uma mão no volante e a outra segurando a mão dela com força.
"Amor, ele vai te adorar. Quer dizer, o que há para não gostar?" Ben piscou para ela e levou a mão dela aos lábios, dando um beijo rápido antes de voltar a atenção para a estrada.
Penny suspirou; mesmo com a garantia de Ben, ela ainda estava nervosa. E tinha motivos para estar um pouco nervosa. O pai de Ben era intimidador. Construído como um lenhador, com um temperamento estoico e uma casca externa rude quase impossível de quebrar, ele era o garoto-propaganda da masculinidade distante. Tendo trabalhado no corpo de bombeiros local por quase trinta anos, ele era duro como poucos. Ben garantiu que seu pai, Spencer, tinha um lado sensível. Ele era um bom pai. Mesmo depois do divórcio, sete anos atrás, seu pai sempre esteve presente. Nenhum aniversário foi esquecido. Ele ligava duas vezes por semana, como um relógio. Às vezes mandava dinheiro para Ben, só porque sim. Ele era um bom homem, e Ben tinha certeza de que Spencer ia adorar Penelope. Nem que fosse só porque Ben a amava.
Eles continuaram dirigindo em silêncio por um tempo antes de Penny falar. "Desculpe, é que estou nervosa. Eu só..." Ela se virou para Ben com um sorriso genuíno. "Eu meio que gosto de você." Ela piscou para ele, o que fez Ben rir.
"Que bom. Porque eu também gosto de você." Ele se inclinou rapidamente para dar um beijo nos lábios dela.
"Tudo bem. Se você diz que ele vai gostar de mim, vou acreditar." Penny se recostou no banco, relaxando só um pouquinho. Ela cruzou as pernas, e a saia jeans subiu pelas coxas, atraindo a atenção de Ben.
"Olhos na estrada, tarado." Penny riu, mas não fez nenhum esforço para puxar a saia para baixo. Na verdade, ela rebolou no banco, fazendo a saia subir mais, de modo que, quando descruzou as pernas, deixou à mostra a calcinha rosa, fina o suficiente para dar um vislumbre de sua vulva lisinha.
Ben pigarreou e se ajeitou, uma mão ainda no volante. Penny deu uma risadinha e voltou a olhar a paisagem passando.
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A casa de Spencer era uma grande residência em estilo rancho que ocupava vários hectares de terra plana e vazia. Era construída de pedra escura sólida e tinha um telhado com telhas vermelho-escuras. Tinha um toque rústico, com a decoração comicamente tradicional de grandes estrelas sinalizando, caso as pessoas já não soubessem, que estavam no Texas. E o Texas tinha orgulho.
Pelo que Ben contara a Penny, Spencer Galloway era um desses homens durões bem 'tradicionais'. Acreditava em caça e pesca. Amor severo. Emoções, embora importantes, não deveriam ser compartilhadas, pelo menos por homens, e uma rápida briga de socos ou uma cerveja e um jogo de futebol americano podiam resolver a maioria dos problemas. Mas, mesmo com tudo isso, que para Penny soavam um pouco como sinais de alerta, Ben falava com carinho do pai. O divórcio tinha sido difícil para todos os envolvidos e, embora seu pai fosse aquela estátua estoica de pedra sem emoção, ele mencionou que, logo antes de Ben e a mãe se mudarem, flagrou o pai chorando no quarto. Por mais duras que algumas pessoas fossem, elas ainda tinham seus pontos fracos.
Eles entraram na entrada curva de cascalho, com Penny admirando o jardim bem cuidado e as cercas-vivas. Estava claro que o pai de Ben era do tipo Hank Hill, cuidando meticulosamente de tudo ao ar livre. Era admirável. Também um sinal de que ele era obsessivo. Rígido. O que deixava Penny ainda mais nervosa para conhecê-lo. Ela queria muito, muito mesmo, que o pai de Ben gostasse dela. Ela conhecera a mãe dele, e ela era legal, agradável, mas parecia o tipo de mulher que gosta de todo mundo. Spencer ia ser um animal completamente diferente.
Quando se tratava de Emily, a mãe de Ben, Penny não tinha precisado se esforçar. Ela sabia que este fim de semana ia testá-la. Mas Ben valia a pena. Ela nunca conhecera ninguém como ele e queria muito que desse certo. A ideia de um futuro com ele era bem possível, e ela não queria ver tudo desaparecer só porque o pai dele não gostava dela. Ela faria o que fosse preciso para causar uma boa impressão.
Ben saiu, deixando Penny sozinha por um segundo enquanto ela respirava fundo algumas vezes, puxava a saia um pouco mais para baixo e amaldiçoava a si mesma silenciosamente por ter se vestido de forma confortável, mas um tanto reveladora. A última coisa que queria era passar a impressão de ser uma vagabunda para esse homem. Ela abriu a porta e saiu, ajeitando a camiseta e, pela segunda vez em poucos segundos, desejando ter se vestido um pouco melhor do que uma camiseta do Hello Kitty para conhecer o pai do namorado pela primeira vez. Ben dissera que não importava. O pai dele era rígido, rude, mas não ia julgar alguém pelas roupas que vestia. Para ele, era tudo questão de caráter. E Penny tinha muito caráter.
A porta da casa se abriu e um homem grande apareceu, ocupando todo o vão da porta. Enxugando as mãos numa toalha como se estivesse lavando louça, ele era um homem sólido, peito largo, facilmente um metro e oitenta, cabelo grisalho claro e barba por fazer aparada. Por mais rude e desengonçado que parecesse, ele era bem arrumado, seus olhos escuros eram firmes e inabaláveis.
Penny tinha visto algumas fotos, mas, por algum motivo, a aparência dele naquelas imagens não desencadeara a lembrança que sua presença causava agora. Seus olhos se arregalaram enquanto ela via Ben caminhar até o pai, de braços abertos, e lhe dar um abraço. O homem retribuiu o abraço, o sorriso no rosto dizendo que estava feliz em ver o filho. Alguns tapas fortes nas costas de Ben e então ele o soltou, e Ben estava conduzindo o pai pela calçada para conhecer Penny, que estava grudada no chão ao lado da porta do carro.
Não havia dúvida. Penny já conhecia o pai de Ben antes. Isso não teria sido grande coisa, as pessoas se conhecem o tempo todo. Por maior que o mundo seja, ele também é muito pequeno. O problema, o pavor absoluto que ela estava sentindo no estômago, era por causa de onde e como ela conhecera Spencer. Ela havia guardado aquelas lembranças, como as pequenas recordações especiais que as pessoas colecionam e colocam numa caixa de sapatos e escondem no armário. Mas agora essa caixa tinha caído, e as lembranças estavam se espalhando... explícitas e tão vívidas quanto quando aconteceram...
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DOIS ANOS ATRÁS
"Vai láááá!" Chelsey provocou, quase empurrando Penny do banquinho em direção ao homem mais velho no fim do bar.
"O quê? Não! Ele tem idade para ser meu pai, Chels!" Penny riu, empurrando a amiga de volta e, em seguida, pegando seu drinque chique e frutado, que provavelmente tinha mais álcool do que o necessário, e tomou outro gole. Seus olhos voltaram para o homem.
Ele estava no fim do bar, cotovelos na mesa, apreciando uma cerveja artesanal e assistindo à televisão que estava pendurada no fundo, atrás do balcão. Estava passando um jogo, mas Penny não estava prestando atenção.
Era o meio das férias de primavera, e Penny e algumas amigas tinham tomado a decisão precipitada e um tanto aventureira de ir para Dayton Beach e passar a semana na praia, nos bares e simplesmente sendo selvagens. O primeiro ano da faculdade deveria ser a época de se soltar, fugir de todas aquelas regras antigas e festejar. Os outros três anos seriam para se dedicar e conseguir o diploma. Penny não ia discutir, especialmente quando uma das amigas se ofereceu para pagar a conta dos quartos de hotel. Viva o dinheiro do papai.
Os últimos dias tinham sido exatamente isso: praia, bares e pular de festa em festa. Ela dançara e bebera e simplesmente fora selvagem como nunca antes. Algumas amigas já tinham ficado com uns caras aqui e ali, mas Penny se mantivera casta. Não porque fosse puritana, mas porque nenhum dos garotos universitários babacas tinha chamado sua atenção ou mantido seu interesse. Muito menos acendido o fogo entre suas pernas.
Agora, no entanto, depois de algumas horas nesse novo bar, cujo nome há muito fora esquecido (se é que ela soubera o nome), seu olhar tinha pousado nesse tanque de homem. Ele era sólido, grande e seu cabelo estava rapidamente mudando de escuro para grisalho, deixando-o com aquele visual grisalho que ela achava muito distinto. Com todo o caos ao redor do bar, o homem tinha um foco singular em sua bebida e na televisão. Nada parecia distraí-lo. O que fazia Penny sentir que ele era um desafio a ser conquistado.
Chelsey empurrou Penny de novo. "Vai, garota. Você tá comendo ele com os olhos há tipo uma hora. Por que não vai e realmente dá pra ele?" A amiga ajeitou o cabelo tingido de azul e pegou sua cerveja barata, virando o resto de uma vez.
Penny revirou os olhos, tomando mais um pouco de seu drinque, as bochechas ficando rosadas, e olhou de volta para o homem. Desta vez, os olhos dele encontraram os dela. Ela piscou, incapaz de desviar o olhar.
Aquele olhar firme e duro era como um anzol, afundando bem fundo dentro dela, e bastava ele dar um único puxão para que ela fosse fisgada.
Chelsey se inclinou e sussurrou, seu hálito cheirando a cerveja e chiclete de menta: "Bem, olha só. Papai está de olho na pequena Penelope Winters. Talvez você devesse ver se ele consegue derreter sua neve de inverno."
Penny olhou de volta para a amiga, incrédula. "Ok, alguém tá bêbada."
"Quase nada. Tô a duas cervejas de ficar bêbada." Chelsey riu e mais uma vez deu um empurrão em Penny. "Vai logo! Caramba, viva um pouco esta semana."
Com um suspiro profundo e uma revirada de olhos, Penny pegou seu drinque e foi até o fim do bar, o homem acompanhando-a com os olhos. Ela foi se esgueirando, sentindo as pessoas esbarrarem e roçarem em sua barriga de fora, já que vestia apenas um short jeans rasgado e um top de biquíni roxo, pois tinham ido à praia no começo da tarde. O top balançava junto com seus seios, não fazendo um bom trabalho em sustentá-los. Mas ela não escolhera aquele biquíni por sua firmeza. Era favorecedor, e ela gostava dos olhares que recebia. Especialmente o olhar que estava recebendo daquele homem.
Penny se sentou no banquinho ao lado do cavalheiro, certificando-se de empinar um pouco o traseiro ao fazê-lo. Apoiando o cotovelo no bar, o queixo na mão, ela lhe deu um sorriso bem provocante. "Oi." Ela bateu os lindos olhos verdes e jogou um pouco do cabelo loiro para trás da orelha. "Como está sua noite?"
O homem deu um sorriso pequeno, mas charmoso, e terminou sua cerveja. "Bem... estava um pouco chata. Mas acaba de ficar um pouco mais interessante."
Os olhos deles permaneceram um no outro, com um desejo profundo e ardente...
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Penny mal conseguia se lembrar de como tudo aconteceu. Num momento ela estava flertando com um homem com idade para ser seu pai, no seguinte estava andando com ele pela rua até o hotel dele. Ela fez questão de mandar mensagem para as amigas dizendo aonde ia, tirou uma selfie rápida com o homem porque podia estar um pouco alta, mas não era burra. E agora...
O homem se recostou na cadeira, enquanto Penny cavalgava seu pau enorme com força e avidez. O top desamarrado e pendurado na cintura, os seios balançando em círculos hipnóticos. O short jeans jogado de lado junto com a parte de baixo do biquíni. Sua boceta loira e peludinha, mais aberta do que ela julgava possível, no membro enorme que o homem lhe apresentara quando entraram no quarto.
"Porra! Porra!" Ela arfou, já suando. Estava calor, e o ar-condicionado do quarto não dava conta. Mas ela não ligava. Nem o homem. Eles não se preocuparam com nomes. Parecia melhor assim. Mais seguro? Mais pervertido? Ou talvez apenas... divertido. Penny arranjaria uma razão depois. Naquele momento, a única coisa que importava era o quão fundo ele estava dentro dela, a camisinha esticada, e as bolas dele batendo em seu traseiro apertado.
Suas mãos grandes agarraram os quadris dela, ajudando-a a cavalgar com mais firmeza. "Isso aí, menina. Porra, como você é apertada!"
"Você é... só... não tá acostumado... com boceta de adolescente!" Ela riu e respirou enquanto quicava para cima e para baixo. O sorriso brincalhão e firme dele a fez se inclinar para frente e beijá-lo com força, enfiando a língua na boca dele. O cheiro e o gosto de cerveja se misturaram à saliva deles enquanto ela fazia o beijo bagunçado e ávido, pequenas gotas de cuspe borbulhando e pingando quando os lábios se separavam, caindo nos seios dela enquanto os esfregava contra o peito peludo dele.
Mamilos roçando nos dele, suor se misturando enquanto ela quicava a bunda nas coxas fortes dele, eles se beijavam e fudiam. As mãos dele agarravam a bunda dela e batiam com força em intervalos. Seus grunhidos eram tão másculos. Porra. Ela estava percebendo rapidamente que poderia ter uma queda por homens mais velhos. Não que ela não tivesse paixonites ou atrações por outros homens na escola. Tinha um garoto, muito bonitinho, na aula de Psicologia Geral, cabelo castanho claro, sorriso doce, meio infantil. Não como esse homem corpulento que estava enfiando o pau tão fundo na boceta pequena dela que ela queria gritar. Mas algo nele era... interessante. Mas isso não importava agora.
"Isso mesmo, querida." O homem grunhiu. "Toma tudo. Tudo. Porra, isso!"
Penny soltou um grito, sem se importar se as paredes finas do motel deixavam todos ouvirem. Que soubessem que ela estava gozando num pau enorme. Quem se importava? Esta semana era para se divertir.
E foi assim que o resto da semana transcorreu. Ela voltou ao hotel daquele homem várias vezes. Ela nunca soube o nome dele, e ele nunca soube o dela. Uma batida simples. A porta se abria, e ela entrava. Momentos depois...
Ela estava de cabeça para baixo, costas na cama, cabeça e ombros contra o carpete áspero do quarto, as pernas penduradas e abertas e a boceta completamente exposta. O homem a dominava, enfiando seu pau enorme na bocetinha dela, direto para baixo, repetidamente, grunhindo como se estivesse tentando minerar ouro. Ela chorava de absoluta dor e prazer. As mãos dele cobrindo sua bunda empinada, abrindo as nádegas e cuspindo em seu cuzinho rosa. "Sua boceta gostosa! Isso... toma cada centímetro!" Ele ficara mais rude e confiante a cada visita. E Penny, que não era necessariamente uma garota que gostava de sexo bruto, estava absolutamente amando se livrar de todas as inibições.
Ela gritava, olhando para cima, vendo-o mergulhar repetidamente, fazendo-a gozar de novo e de novo. Então os fluidos cremosos ao redor dele escorriam pela barriga dela. Tirando o pau para fora, arrancando a camisinha e apontando o pau para baixo, na direção do rosto dela e da boca aberta aos gritos, esguichando sua carga enorme e grossa por todo o rosto dela e na língua.
Outro dia, ela estava embaixo dele, as pernas ao redor dos quadris dele enquanto ele metia com força e rapidez. Uma posição quase normal, considerando as outras coisas que tinham feito e estavam fazendo. Mas era intensa. Profunda. Tomando cada centímetro de sua vagina e engolindo cada centímetro de seu pau enorme.
Outro dia, eles estavam no chuveiro, e ela estava contra a parede, pernas ao redor da cintura dele, empalada nele repetidamente enquanto a água espirrava e escorria por seus corpos.
Em outras vezes, ela venerava o pau dele. Lambendo, cuspindo, chupando, mordiscando, beijando cada centímetro. Ela era completamente apaixonada pelo pau dele. Punhetando-o com força e rapidez, fazendo-o grunhir. Como se estivessem numa competição para ver até onde cada um poderia ir com o tratamento bruto para ver quem cederia primeiro. Ela bebia o pré-gozo dele e engolia os jatos grossos de sua ejaculação quando ele rugia de orgasmo.
Uma vez, ela estava na cama dele, de costas, pernas abertas, a mão dele entre as coxas metendo três dedos fundo e rápido. Esfregando impiedosamente o ponto G dela. Ela segurava firme o outro braço dele, a mão em volta do pescoço apertando apenas o suficiente para dificultar a respiração. Em minutos, ela gozou e esguichou por toda a cama dele. Então ele a virou, enfiou o rosto dela na umidade que ela acabara de fazer e meteu o pau nela quando ela estava com a bunda para o alto, fudendo-a até outro orgasmo, rápido e sujo.
Todo o resto do fim de semana foi uma maratona de sexo. Penny gozou inúmeras vezes. Ela bebeu tanto esperma e foi pintada com tanto pela pele que teve medo de engravidar só por aquilo ser absorvido pelo corpo, mesmo que ele nunca tivesse gozado dentro dela. E então...
Então acabou. Ela estava de volta à escola. Sem nomes. Sem telefones. Nem mesmo um adeus. Eles tinham sido apenas parceiros sexuais por alguns dias e só. Fora estimulante. Libertador. Ela pegou aquela lembrança, embalou-a e a guardou para noites solitárias, quando precisava de uma ajudinha para se masturbar. Fora isso, estavam guardadas como uma doce lembrança. Nada mais.
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PRESENTE
Se Spencer reconheceu Penny, ele não demonstrou. Ele seguiu Ben e estendeu a mão com um olhar inexpressivo. Penny apertou-a. "Hã..." Ela limpou a garganta, tentando superar a surpresa e o constrangimento. Talvez ela tivesse mudado nos últimos dois anos e ele não a reconhecesse. Agora estava usando o cabelo mais comprido. "Oi. É muito bom conhecer você. Sou Penelope." Penny deu a ele um sorriso radiante.
"Prazer em finalmente conhecer você, Penelope. Meu filho falou muito sobre você."
"Só coisas boas, eu prometo." Ben riu e deu um beijo rápido na bochecha de Penny. "Vou pegar as malas, você entra. Meu pai acabou de começar a fazer hambúrgueres." Ele passou por Penny em direção ao porta-malas do carro.
"Ãh. Tá." Penny mordeu o lábio. Spencer fez um gesto para ela segui-lo e ela caminhou ao lado dele enquanto entravam na casa.
"Obrigada por me receber neste fim de semana." Penny conseguiu dizer, torcendo desesperadamente para que Spencer não se lembrasse dela ou, melhor ainda, que ela estivesse enganada. Talvez aquele homem não fosse o que ela conheceu nas férias de primavera do primeiro ano e com quem transou por dias.
"Não é incômodo nenhum. Aqui costuma ser bem entediante." Ele conduziu Penny pela casa até o pátio dos fundos, que dava para um grande quintal com uma piscina considerável e uma churrasqueira embutida, onde hambúrgueres frescos já começavam a chiar. "Mas..." Spencer foi até a churrasqueira, colocou um avental gasto e pegou uma espátula, então fixou o olhar em Penny, parada sob a cobertura do pátio, "Agora que você está aqui, acho que as coisas vão ficar um pouco mais interessantes."
O coração de Penny deu um salto. Seus olhos se arregalaram. Spencer não sorriu de canto nem deu qualquer outro indício de que reconhecia Penny, mas ela soube naquele segundo que o pai de Ben se lembrava dela. Lembrava de tudo. E, para sua mistura de vergonha e horror, ela sentiu a calcinha ficar úmida.
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Embora a noite estivesse chegando rápido, Spencer insistiu que usassem a piscina enquanto ele cozinhava. Ela era aquecida e bem iluminada por luzes suspensas e iluminação subaquática. Ele mesmo a construíra no ano anterior. Um projeto para se manter ocupado.
"Semi-aposentadoria é quase como aposentadoria total." Ele disse a Ben com aspereza quando perguntado se estava pegando turnos no quartel dos bombeiros. "Praticamente nada pra fazer, a menos que precisem de reforço. Felizmente, não tiveram emergências que precisassem chamar a gente, os velhos. Mas... estou aqui e pronto pra ir."
Penny ainda estava tentando lidar com a revelação de quem era o pai de Ben, mas não podia deixar Ben a ver angustiada. O melhor a fazer era fingir que não se conheciam. Fora dois anos atrás. História antiga. Só um caso. Uma temporada de pegar e largar. Nada mais. Não precisava tocar no assunto. Só... fingir que não tinha sido nada.
Então ela entrou no quarto que Spencer preparara para ela e Ben. Era meio progressista da parte dele presumir que dormiriam juntos. Aparentemente, não havia valores antiquados naquela casa. Claro, considerando o que Spencer fizera com ela naquela semana... Não! Não. Ela não ia pensar naquilo.
Afastando todas as memórias que queriam desesperadamente irromper de volta em sua vida, ela desfez algumas coisas e achou seus maiôs. Trouxera dois. Um maiô inteiro roxo, estilo esportivo, e um biquíni dourado bem mais sumário, de triângulos e amarração no pescoço. Basicamente cordões e alguns triângulos de tecido que mal cobririam suas partes íntimas. Ela o havia colocado na mala mais para provocar Ben. Se conseguissem um tempo a sós na piscina, ela ia usá-lo e dar a ele uma... Bem, agora isso não parecia uma boa ideia, considerando quem estava lá fora...
Ela guardou o biquíni e vestiu o maiô inteiro. Era justo, colando-se bem à sua silhueta de ampulheta e abraçando seus seios e bunda tão firmemente que as bordas cavavam agradavelmente em sua pele.
Voltando ao pátio, ela recebeu o cheiro de carvão e calor seco. Por mais quente que estivesse lá fora, havia muitas nuvens no céu que ajudavam a amenizar o sol escaldante. Penny foi rápido para a piscina, o chão dolorosamente quente contra as solas dos pés descalços. Pelo canto do olho, notou Spencer observando. Ele a olhava com um calor tão abrasador quanto o sol, mas nublado pelas sobrancelhas eriçadas e grisalhas e sua máscara de indiferença estoica. De repente, ela ficou muito consciente, enquanto se apressava, de que seus seios balançavam e sua bunda rebolava no maiô. Não importava que tivesse escolhido a roupa mais conservadora, ela ainda se sentia em exibição.
Isso deixou tudo mais quente!
Penny mergulhou rapidamente na parte funda. A água fria foi chocante e refrescante. Dissipou um pouco da queimação luxuriosa que tentava lhe crestear a pele. Mas, mesmo antes de voltar à superfície, ela sabia que aquele seria um fim de semana muito longo.
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Penny nadou, tentando manter a mente ocupada, e também o calor longe dela. Infelizmente, ela não pensara bem na escolha de se molhar para manter o olhar de Spencer à distância. Quando foi chamada para os hambúrgueres e a cerveja, já nadara quase vinte voltas na piscina de tamanho médio. A queimação nos músculos era boa, mas quando ela se içou para fora da água...
Sentiu os olhos dele novamente.
"Nossa, amor. Você estava nadando como se estivesse treinando para as Olimpíadas." Ben riu, aproximando-se dela com uma toalha. Seus olhos percorreram o corpo dela com uma apreciação doce e desejo que a fez dar a ele um sorriso malicioso.
O maiô colava em seu peito e estômago. Entre as pernas, uma nítida marca de camel toe se formara, e a parte de trás do maiô havia se enfiado entre suas nádegas. Água pingava e escorria pelo pescoço, descendo pelo decote. Ela pegou a toalha com uma piscadela e começou a secar o cabelo, uma desculpa aceitável para lançar um olhar para Spencer.
Ele não estava prestando atenção nela. Um prato cheio de hambúrgueres com um cheiro divino estava em sua mão, e ele o levava para uma mesa à sombra do pátio.
Ele a estivera observando? Olhando para ela quando saiu? Penny não pôde evitar sentir seus pensamentos acelerados e em guerra consigo mesma. Ela estava ali com Ben. Estava feliz com Ben. E pensar no PAI do namorado não era nada bom. Feio. Menina má.
As bochechas de Penny ficaram rosadas com o pensamento intrusivo repentino, e ela mordeu o lábio com força para tirar a cabeça da sarjeta.
Enrolando a toalha nos ombros, segurou a mão de Ben e caminhou com ele até a mesa que agora estava cheia de hambúrgueres, condimentos e... o que Spencer chamava de 'acompanhamentos'. Tudo o que se poderia adicionar a um hambúrguer: queijo, alface, tomate, picles, bacon. Havia sacos de chips, um balde cheio de cervejas com nomes sofisticados e refrigerantes. O pai de Ben se sentou em uma cadeira na ponta da mesa, já com uma cerveja na mão, e se recostou, um ar relaxado como se tivesse feito um bom trabalho e estivesse particularmente orgulhoso de si.
Ben começou a se servir, mas não havia espaço para Penny fazer o mesmo do mesmo lado, então... pegando um prato, ela circulou a mesa, passando por trás de Spencer, e voltou. Será que ela rebolava um pouco mais do que o necessário? Será que a escolha de esticar o braço para trás e tirar o maiô enfiado no momento exato em que o olhar do homem poderia estar em sua bunda foi intencional? Era difícil dizer... mas Penny não apostaria contra.
Talvez ela tenha feito uma breve exibição, inclinando-se sobre a mesa para pegar algo, o decote molhado à mostra, o maiô justo grudado nos mamilos ligeiramente endurecidos. Ben certamente deu uma olhada rápida e um sorriso maroto. Spencer viu? Ela queria que ele visse?
Eles se sentaram para comer e a conversa foi esparsa, mas agradável. O pai de Ben era muito direto em suas respostas às perguntas de Ben sobre o trabalho e as atividades diárias do pai, que pareciam consistir principalmente em cuidar do gramado, fazer projetos variados aqui e ali com alguns de seus velhos colegas de trabalho e ficar à toa na piscina lendo o último romance policial de suspense que encontrara nas prateleiras do supermercado.
As perguntas que o pai de Ben fazia eram bastante insípidas e clínicas. Como iam as aulas? Mantendo as notas? Como estavam os vários times esportivos no campus? Nada mais profundo do que a superfície. E não perguntou nada sobre Penny. Mas seus olhos... aqueles olhos... continuavam a provocar arrepios em Penny. Seus mamilos endureciam sob apenas alguns segundos daquele olhar pousado nela. E a fineza do maiô não escondia esse fato. Ela poderia atribuir isso à água fria que ainda a envolvia depois do mergulho, mas com o sol quente e o clima seco, essa desculpa estava rapidamente se esgotando.
Quando se deu conta, o sol já se punha e as planícies texanas estavam esfriando. Eles passaram horas ali fora conversando, bebendo e comendo. Por mais rude que Spencer fosse, era uma companhia agradável. Não exigia nem esperava muito de você, e Penny gostava disso. Ela temera ter que ficar 'ligada' o tempo todo durante a visita. E, embora ainda estivesse em guarda por causa do passado, aquilo não parecia ser algo excessivamente intrometido.
"É melhor entrar. Não quero que vocês peguem um resfriado." Spencer disse, levantando-se da cadeira. Seus olhos estavam em Penny, avaliando-a por um momento, e um leve puxão no canto da boca lhe disse que ele estava segurando um sorriso. "Vocês dois entrem. Eu limpo isso aqui."
"Obrigado, pai." Ben disse e se aproximou do pai, dando-lhe um abraço rápido. O homem o abraçou de forma rígida, mas havia afeto ali, claramente. Ele deu um tapinha nas costas do filho e acenou para Penny.
Ela o observou por mais um momento enquanto se levantava. O modo como ele se movia, cada movimento muscular era muito proposital. Mãos grandes e musculosas. Peito firme e costas largas. Ela podia atestar como os movimentos daquele homem eram feitos para ter impacto e propósito. Ela estivera do lado receptor daqueles movimentos e daquele foco. Ela teve que desviar o olhar dele e correu atrás de Ben, o calor entre suas pernas rapidamente se tornando uma distração que ela precisava desesperadamente dissipar.
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"Por favor... por favor." Penny cravou as unhas nos ombros de Ben, as mãos dele em cada lado dela, quadris impulsionando com regularidade. Seu maiô fora puxado para baixo dos seios, empurrando-os para cima e fazendo-os balançar lindamente enquanto Ben a fodia com um ritmo firme, seu pau nu deslizando maravilhosamente nas pregas úmidas de Penny.
Ela não percebera o quão molhada ficara ao recordar aquelas férias de primavera distantes e sentir aqueles olhos sobre ela de novo. Ben entrara com tanta facilidade, tão suavemente, seus lábios nus se abrindo ao redor dele e envolvendo-o calorosamente.
Envolvendo os braços no pescoço dele, Penny puxou-o para mais perto e beijou-o profundamente, pressionando a língua em sua boca. Seus seios se apertaram contra o peito nu dele, mamilos roçando os pelos finos e claros que ele tinha. Nada como o peito peludo que ela se lembrava do pai dele.
Porra. Não pense nisso, Penelope. Não seja tão suja!
Ben a beijou com calor, com amor. Seus lábios eram tão bons, tão doces. Fazer amor com ele era como aquela primeira mordida quente de um cupcake recém-saído do forno. Úmido, fofo, derretendo contra seus lábios e língua, e os sabores explodindo por toda parte, fazendo seu cérebro enviar todos aqueles sinais e substâncias químicas de bem-estar pelo corpo. Ela sabia que amava Ben desde a primeira vez que se beijaram após o Banquete de Primavera, realizado para o departamento de Psicologia. Praticamente todos os departamentos faziam algum tipo de evento formal de primavera para ajudar os alunos a fazer contatos, relaxar e se sentirem apreciados e valorizados. Naquela noite, fora apenas um encontro doce com Ben e um beijo no fim da noite.
Agora seus beijos eram mais necessitados. Famintos. Havia um fogo no ventre de Penny e em suas entranhas, e ela precisava de mais. Mais!
"Me fode." Ela gemeu na boca dele, mordendo seu lábio.
"Mmmm." Ben gemeu. "Meu pai está no fim do corredor..." Ele continuava a investir, sentindo suas bolas baterem na bunda de Penny, a parte de baixo do maiô puxada para o lado e roçando em um lado do seu pau.
"Não... quero saber..." Ela mordeu o lábio dele com mais força e encarou os olhos de Ben com fogo. "Me. Fode." Ela disse com dureza e firmeza, enfatizando cada palavra.
Ben só pôde assentir. Como poderia recusá-la? Ele a penetrou com mais força, seus quadris batendo contra as coxas dela.
"Ahhh!" ela gemeu. Sentindo o esticar e a dor. Era tão bom. As investidas firmes de um pênis lindamente grosso. Ele não era o maior nem o mais comprido, mas seu pau era do tamanho certo. Perfeito.
Uma imagem repentina de um pau enorme e gordo balançando entre coxas firmes, quase carnudas, passou pela mente de Penny. Uma mão agarrando seu cabelo e puxando-a em direção a ele. "Adore-o." Aquela voz rude de cima ordenou, e ela gemeu, babando de necessidade e...
Porra, Penny! Que porra é essa? Ela se repreendeu, mas não conseguiu conter o gemido da lembrança e o orgasmo avassalador que veio junto, misturado com a estimulação maravilhosa das investidas de Ben.
"Isso... isso, oh Deus, Ben, por favor... por favor! Isso!" Ela estava ficando um pouco barulhenta e se perguntou, distraída, se o pai de Ben podia ouvi-los.
"Pen... oh, porra, Pen... eu vou..." Ela o agarrava com força.
"Tá... tá bom... tira..." Ela gemeu entre ondas de prazer e estocadas duras.
Ben concordou e, após mais alguns solavancos profundos em sua boceta apertada, ele se retirou e se sentou, mirando e gemendo enquanto jorrava sua carga grossa por todos os seios dela, braços sobre a cabeça, banhando-se no calor e na viscosidade do seu gozo e em seu próprio orgasmo devastador.
Ambos ofegaram juntos enquanto desciam lentamente do prazer, Ben caindo de costas ao lado de Penny. "Porra." Ele murmurou e virou-se para olhá-la com aquele sorriso doce que primeiro a atraíra.
Penny retribuiu o olhar e deu-lhe um sorriso. "É o que eu digo." Ela riu.
Ben riu também.
"Acho que o banheiro mais perto é no fim do corredor?" Penny perguntou, de olhos fechados por um momento enquanto deixava os últimos resquícios do orgasmo se extinguirem.
"É... ah, merda, desculpa... eu devia ter pensado nisso..." Ben se sentou, olhando para os seios de Penny. Estavam quase completamente cobertos. Seu gozo grosso pingando e escorregando pelos mamilos e suaves curvas.
Penny olhou para baixo e mordeu o lábio. Ela preferia muito mais levar gozada dentro, mas tivera que trocar de receita de anticoncepcional, então nas próximas semanas não era exatamente seguro deixar Ben gozar dentro. E camisinhas não eram mais o estilo dela. Ela não gostava da sensação.
Como seria sentir Spencer sem camisinha?
O pensamento surgiu como um boneco surpresa. Do nada e então BUU! Aqueles dias nas férias de primavera tinham sido todos com camisinha. Ela nunca experimentara Spencer no pelo. Como seria? Como seria sentir aquelas cargas enormes explodindo dentro dela em vez de cobri-la ou descerem por sua garganta?
Penny afastou o pensamento. "Tudo bem." Ela se levantou, puxando o maiô de volta sobre os ombros e se remexendo para que os seios coubessem novamente e... em grande parte, escondessem o fato de que seu namorado acabara de gozar em seu peito. Seria modesto o suficiente para ela chegar ao banheiro e tomar um banho. Puxando a parte de baixo do maiô de volta ao lugar, foi até sua bolsa e pegou uma muda de calcinha e seu pijama. "Volto em uns minutos, tá?" Ela foi até a porta, virou-se e jogou um beijo para Ben, e então deslizou para o corredor.
Estava quieto enquanto ela caminhava descalça para o banheiro no fim do corredor, passando pelo quarto de Spencer. Ela andou na ponta dos pés quando se aproximou da porta dele, vendo que estava parcialmente aberta e havia ruídos suaves vindos do quarto. Parecia que Spencer tinha o sono pesado.
Deslizando rente à parede oposta, ela passou pela porta, conseguindo um vislumbre rápido do grande quarto principal. Uma cama de dossel ocupava a maior parte do cômodo, e na frente dela uma TV de tela plana de sessenta polegadas estava montada na parede. Penny olhou para dentro e viu Spencer estendido na cama... se masturbando.
Os ruídos altos e rudes não eram de respiração pesada ou ronco, era Spencer gemendo enquanto se tocava, recostado nos travesseiros, de olhos fechados como se estivesse pensando muito... obviamente pensando muito.
Os olhos de Penny se arregalaram, e ela quase tropeçou. O tamanho do pau de Spencer era... uau, ela esquecera o quão grande era. Lembrou-se de como ele a preenchia. Na boca. Entre os seios. O único lugar onde aquele pau não estivera fora seu cu, e ela quase tinha medo de pensar nele tentando caber ali. Era pesado e imponente, o pré-gozo pingando e se espalhando pelo comprimento. Brilhava à luz dos abajures de cada lado da cama. O homem grunhiu, rosnou no fundo da garganta enquanto se masturbava com firmeza, mais rápido... mais rápido...
Penny estava hipnotizada, observando o pau inchar, pulsar e se retesar, enquanto o punho dele bombeava como um pistão acelerado. E então ele explodiu. Soltou um gemido grave e gutural e arqueou levemente o corpo na cama. O maxilar travou e os dentes ficaram à mostra; o pau disparou uma quantidade imensa de porra branca e cremosa, que subiu além da cabeça e escorreu pelo corpo. Jatos caíram sobre o peito nu, emaranhando os pelos grossos e escuros.
Ela não podia continuar olhando. Spencer abriria os olhos a qualquer instante e, se ao menos olhasse para a porta, provavelmente a veria. Penny correu o resto do caminho até o banheiro, fechou a porta em silêncio e girou a fechadura. No espelho, viu o rosto corado, as bochechas vermelhas. O que tinha visto não era novidade. As lembranças das férias de primavera eram vívidas. Mas já fazia dois anos... tempo suficiente para esquecer os detalhes. Para esquecer o quão grande era o pau de Spencer e o quão espessas e copiosas eram as gozadas dele. Tal pai, tal filho, ao que parecia. A porra que estava secando nos peitos dela era a prova disso.
Penny tinha tido outros parceiros sexuais, e o tamanho dos paus deles variava drasticamente. Spencer era definitivamente o maior, mas isso não o tornava melhor que os outros. Cada um tinha seus pontos fortes. Tamanho era apenas incidental. Embora fosse apreciado. Ben era incrível na cama e o pênis dele, bem, mesmo em comparação com o do pai, era perfeito. Mas... havia algo em Spencer... mais do que apenas o pau... era a presença dele. A autoridade.
Ficar remoendo esses pensamentos... era ruim. Errado. Ela precisava se controlar. Queria que Spencer gostasse dela... não como uma universitária que ele conheceu num caso de sexo casual, mas como a namorada do filho. Talvez mais. Ela vinha esperando que talvez... bem, fazia apenas seis meses que estavam namorando sério, mas já estavam se rondando desde o final do primeiro ano. Não seria um salto tão grande imaginar que Ben pudesse pedi-la em casamento em breve. Na verdade, ela achava que essa era uma das razões pelas quais ele a trouxera para conhecer o pai. Para obter aquela aprovação final. O aval definitivo dos pais para fazer o pedido.
Ela precisava causar uma boa impressão. Era hora de deixar de lado toda aquela tensão e... confusão sexual.
Controle-se, Penny. Você está aqui pelo Ben. O passado é passado. Seja mulher!
Com algumas respirações calmantes, ela se centrou, e todos os pensamentos e sentimentos conflitantes se dissolveram. Rapidamente se livrou do maiô, agora manchado por dentro com a porra de Ben, e entrou no chuveiro, abrindo a água fria. Não precisava de mais calor naquele momento. Mas, mesmo sob as gotas frias que a fustigavam, ainda conseguia se lembrar à distância... e esses pensamentos e memórias distantes... levaram a mão dela para o meio das pernas, debaixo da água gelada.