Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

O Desejo de Natal de Holly

dedees25 min

Era véspera de Natal.

A casa estava silenciosa.

Tínhamos passado a noite jogando jogos de tabuleiro, cantando algumas canções natalinas e decorando biscoitos de Natal.

As crianças tinham ido para a cama há uma hora. Minha esposa e eu limpamos a sala de jantar e guardamos os jogos.

Eu estava começando a puxar as cobertas para me enfiar na cama ao lado da minha esposa quando ela me lembrou que eu precisava ir "entregar" os presentes do Papai Noel, encher as meias e cuidar do leite e biscoitos que as crianças tinham deixado para o querido São Nicolau.

Eu resmunguei. Estava cansado — além disso, estava ansioso por uma rapidinha com a "Sra. Noel" antes de dormir.

"Você vem ajudar?"

"Você não vai precisar de mim. Tudo está etiquetado — e no armário — como de costume."

Ela pegou um livro e acendeu a luz de leitura.

"Vou ficar aqui, lendo. Quando você voltar, pode me contar como foi."

O rosto dela estava estranhamente sério — e o tom dela soava um pouco tenso — e parecia que ela estava escolhendo as palavras com cuidado.

Fiquei parado por um minuto, olhando para ela. Algo estava acontecendo.

"Tem algumas anotações perto do leite e biscoitos. Certifique-se de que os pequenos estão dormindo e depois vá para a sala da frente. Você saberá o que fazer a partir daí."

Agora eu estava ainda mais confuso.

Ela se virou, abriu o livro e colocou os fones de ouvido.

Obviamente, eu estava dispensado.

Levantei-me e fui para os quartos de Molly e Ben.

Molly tinha oito anos. Seus cachos loiros me lembravam os de Shirley Temple. As cobertas estavam puxadas até o queixo. Dei um beijo na testa dela. Ela estava apagada.

Ben tinha dez anos. Ele, obviamente, lutou contra o sono e a única coisa que o mantinha aquecido no momento eram seus pijamas. Puxei as cobertas de volta sobre ele e deixei-o como estava — aparentemente esparramado no colchão como um respingo descuidado de tinta.

Seguindo as instruções da minha esposa à risca — porque já me meti em confusão por interpretá-las mal no passado — fui até o armário na sala da frente.

Dei uma olhada nas anotações sobre a mesa com o leite e biscoitos ao passar.

Peguei as caixas de sapato da prateleira — etiquetadas com o nome de cada um — e transferi o conteúdo para cada uma das nossas meias. Eu ia ganhar meias e colônia.

Peguei os "presentes do Papai Noel" e os coloquei debaixo da árvore. Não havia presente para Holly no armário e fiquei preocupado de tê-lo perdido enquanto tirava os outros.

Finalmente, vi um bilhete adesivo que dizia: "O presente de Holly será explicado quando você chegar ao leite e biscoitos."

Cada vez mais curioso.

Fechei a porta do armário, joguei o bilhete no lixo e fui para o sofá.

Peguei um biscoito, tomei um gole do leite e peguei a primeira anotação — de Molly.

"Papai Noel, eu tentei ser boazinha. Espero que você e a Sra. Noel tenham tido um bom verão."

A próxima anotação era do Ben.

"Papai Noel, só me meti em grande encrenca uma vez este ano. Mamãe e Papai disseram que ainda estou bem, mas vou tentar melhorar no próximo ano. Você poderia fazer a Molly ser menos irritante? Ainda vou me esforçar mais — mas isso ajudaria muito."

A próxima anotação era da minha esposa.

"Holly tem um pedido especial este ano. Não estou feliz com isso, mas conversei com ela várias vezes e realmente não vejo outra forma de fazer isso funcionar. Não estou preocupada com você e eu tanto quanto com você e ela — mas — como eu disse — já analisei todas as outras opções que consegui pensar — e teremos que resolver isso. Seja gentil. Ela me garante que está pronta, mas sei que ela não tem ideia do que está se metendo. Siga as instruções dela como se fossem minhas."

Com não pouca apreensão, peguei a última anotação e a desdobrei.

"Papai Noel, agora sou adulta. Cansei de brinquedos. Estou pronta para ser mulher. Fui boazinha. Isso é tudo que eu quero. Por favor, não me decepcione."

".. adulta."

Holly ganhou esse nome por ter nascido na véspera de Natal — bem — na verdade — de manhã cedo no dia da véspera de Natal — há 18 anos, esta manhã.

Uma adulta.

Minha garotinha.

Minha pequena devoradora de livros (como a mãe) — nerd de Star Wars (principalmente eu, mas a mãe dela também era acima da média nisso) ..

"Fui boazinha."

Ela era provavelmente a adolescente menos problemática que já observei em meus quase 40 anos.

Era paciente com os irmãos, respeitosa com a mãe e comigo, e gentil com todos.

Releio a anotação.

Olho ao redor em busca de mais pistas. Não havia nenhuma.

Dei uma mordida no segundo biscoito, bebi o resto do leite, joguei as anotações na lixeira da cozinha ao passar e fui para o quarto de Holly.

Quando cheguei, bati levemente na porta.

Nada.

Girei a maçaneta cautelosamente. Estava destrancada.

Abri a porta e encontrei minha filha mais velha, nua, amarrada de pernas e braços abertos na cama com fios de luzes de Natal acesas.

Aquelas — e as luzes enfileiradas na cabeceira — eram as únicas luzes do quarto — e serviam para dar um brilho quente ao ambiente.

Holly estava vendada com uma máscara de dormir.

Uma mordaça de bola — tão vermelha quanto o nariz de Rudolph — estava enfiada em sua boca.

Seus seios de tamanho B estavam firmes — devido à sua juventude — seus pequenos mamilos estavam eretos.

Em seu peito e estômago, alguém havia escrito com caneta permanente: "Vadia do Papai Noel. Foda todos os buracos. Me faça mulher."

Holly não poderia ter escrito o bilhete — estava escrito bem demais para ter sido feito de cabeça para baixo ou em frente ao espelho — só podia ter sido minha esposa.

Ignorando a visão dos vibradores enfiados firmemente na boceta e no cu da minha filha, notei outro bilhete adesivo ao lado do pé direito dela.

"Use camisinha para o anal — ou lave com água e sabão. Comece com oral — depois anal — depois vaginal. Ela não toma pílula, mas ela diz que é um dia seguro. Ela quer que você termine dentro."

Percebi que ainda estava parado no vão da porta. Fechei a porta.

Eu tinha feito o possível para não notar o quanto minha garotinha havia se tornado sexy ao longo dos anos.

Sempre que pensava em como ela era gostosa, eu imediatamente começava a olhar ao redor para ver quais outros homens tinham notado e estavam demonstrando interesse demais na minha garotinha.

A cena diante de mim era saída de um filme pornô — um quarto com tons vermelhos, uma garota nua amarrada na cama com "vadia" escrito no peito.

Mas essa era a minha Holly.

Ela sabia que eu estava ali. Estava se esforçando para empurrar a mordaça para o lado. Eu a soltei.

"Papai Noel!"

Não era uma pergunta — era uma exigência.

Comecei a responder e percebi que não deveria usar minha voz normal.

"Sim, Holly?" perguntei com uma voz baixa — tentando soar jovial.

"Eu quero isso. Preciso disso. Fui boazinha."

"Eu .. hm .. não sei, Holly."

"Por favor?! Estive esperando. Fui boazinha. Por favor!"

Não consegui manter a farsa. Mudei para minha voz preocupada de pai.

"Holly .."

"Não!" ela exigiu, "Eu preciso do Papai Noel."

Eu congelei.

Olhei para minha garotinha — minha garotinha nua — "Vadia do Papai Noel".

"Estou aqui." disse Papai Noel.

"Eu tenho praticado," minha garotinha assegurou ao seu amante pretendido. "Estou pronta."

Esperei.

"Papai Noel?"

"O que você realmente quer?" Papai Noel perguntou.

"Eu quero que você foda minha boca safada. Posso te engolir até a garganta. Eu pratiquei. Cansei de brinquedos e quero a coisa real. Foda minha boca e minha garganta. Quero você todo dentro. Completamente dentro — três ou quatro vezes — mas não goze — e depois pare."

"Holly.."

Pai estava de volta.

"Papai Noel?" ela corrigiu.

"Eu .." Papai Noel gaguejou.

"Se você não fizer isso, vou encontrar o primeiro garoto que estiver disposto e farei com ele. Juro. Fui boazinha. Esperei. Cansei de esperar. Ou você faz isso ou eu mesma resolvo — amanhã de manhã. Até amanhã à noite, EU serei uma mulher."

Olhei para minha bebê — minha determinada e teimosa (igualzinha à mãe) — garotinha.

Troquei de voz novamente.

"Bebê," implorei.

"Caramba, Papai!" ela gritou. "Não pode ser você. Isso vai estragar tudo. TEM que ser o Papai Noel. Papai Noel me dá o que eu peço. Isso é o que estou pedindo. Uma vez que eu tiver isso, ficarei feliz — pelo menos até o próximo Natal — prometo. Agora traga o Papai Noel para mim."

Papai Noel voltou, "Estou aqui."

Ela pareceu aliviada — e depois ficou com tesão de novo.

"Foda minha garganta. Bata suas bolas no meu queixo e foda minha cara. Por favor. Fui muito boazinha, Papai Noel."

Não resisti a ser pai mais uma vez. Beijei o canto da boca dela.

"Papai Noel. A próxima coisa que tocar meus lábios precisa ser a cabeça do seu pau ou, Deus me ajude, terminamos."

Ela estava falando muito sério.

Levantei-me da cama e deixei minhas calças de pijama e cueca caírem no chão.

Olhei para minha garotinha — "Vadia do Papai Noel" — e tirei a camisa também. Mantive as meias.

Subi na cama e ela sibilou, "Isso .."

Olhando como os braços dela estavam amarrados, ia ser difícil descobrir onde colocar meus joelhos.

Se ela falava sério sobre a parte da garganta profunda, talvez eu devesse mudar o ângulo de abordagem.

Passei por cima da cabeça dela, fiquei entre sua cabeça e a cabeceira, tirei o travesseiro e montei sobre sua cabeça.

Quando meu pau, quase totalmente ereto, tocou o rosto dela, ela lambeu ao longo da parte de baixo.

Ela ou falava sério, ou estava pelo menos representando o papel.

Ela inclinou a cabeça para trás — esticando a garganta na minha frente — e abriu a boca.

Enfiei a cabeça do meu pau entre os lábios da minha filha e ela passou a língua em volta completamente e tentou forçar contra as amarras para colocar mais para dentro.

Empurrei para frente — através da boca — e para dentro da entrada da garganta.

Puxei de volta.

"Completamente," ela exigiu.

Pensei se deveria ir devagar — para dar tempo a ela de se ajustar — ou se isso limitaria seu suprimento de ar?

Empurrei de novo — cada vez mais fundo — até sentir meu saco colidir com .. o nariz dela? Puta merda!

Puxei de volta e chequei o rosto dela.

"De novo," ela exigiu.

Enfiei mais rápido — observando meu pau se esticar pela sua garganta macia.

"Como essa é minha garotinha?" me perguntei.

Puxei de novo.

"Papai Noel.." ela ralhou.

Enfiei dentro dela novamente.

Aqueles mamilos me chamavam.

Com qualquer outra mulher, eu já os teria beliscado e chupado.

Mas essa era minha filha.

Essa era minha filha que não queria fazer sexo com o pai — essa era minha garotinha que queria que o Papai Noel a fizesse sua puta.

"Tenho quase certeza de que todos vamos para o Inferno," pensei.

Inclinei-me sobre seu corpo atlético e bronzeado, chupei seu seio esquerdo para dentro da boca e passei a língua sobre o mamilo pequenino.

Fodi lentamente meu pau em sua garganta apertada — até onde ia — puxei de volta até que apenas a cabeça estivesse na boca — momento em que ela me lambeu de novo — então troquei de mamilo — e repeti o processo.

Ela estava se contorcendo e gemendo embaixo de mim — com o mamilo entre minha língua e dentes — e meu pau enfiado na garganta.

Enfiei meu pau na garganta dela mais duas ou três vezes — e puxei antes de chegar ao ponto sem volta.

"Papai Noel?" ela perguntou.

"Muito perto." Papai Noel respondeu, "Preciso mudar."

Holly fez beicinho, "Tá."

Levantei e desci da cama.

"Desamarre meus tornozelos," ela instruiu.

"Tem uma camisinha na gaveta de cima da mesa de cabeceira direita. Coloque-a e já deve ser lubrificante suficiente. Apenas tire o vibrador e enfie seu pau."

Igualzinho à mãe — instruções claras e ordenadas — tudo que eu precisava fazer era segui-las.

Desamarrei seus tornozelos primeiro, conforme especificado, e peguei a camisinha.

Coloquei-a em meu pau duro e deixei a embalagem na mesa de cabeceira.

Fui para o pé da cama e engatinhei em direção ao corpo nu da minha filha.

"Tire o vibrador e vá entrando lentamente. Assim que perceber que estou pronta, comece a meter de verdade. Só coloque meus pés no seu peito que eu ajusto o ângulo para garantir que você está atingindo minhas zonas erógenas."

"Zonas erógenas?" pensei. "Quantos filmes pornô minha garotinha tem assistido?"

Coloquei os pés dela no meu peito e olhei para os dois vibradores saindo da boceta e do cu da minha garotinha.

A boceta dela estava depilada.

A mãe dela mantinha aparada — mas preferia não depilar completamente — embora geralmente depilasse para o meu aniversário — e Dia dos Namorados.

Deslizei o vibrador para fora do seu cu apertadinho e o corpo dela tensionou um pouco.

Não sou muito fã de anal — e a mãe dela também não — então essa parte terminaria rápido, se dependesse de mim.

O Túnel do Chocolate dela estava escancarado por ter sido recentemente desocupado.

"Isso definitivamente não é o meu tipo de sexo," pensei.

Fui enfiando lentamente meu pau na cavidade fecal da minha garotinha, parando antes do fim.

"Completamente," ela ordenou.

Persistentemente mandona — igualzinho à mãe.

Enfiei até minhas bolas pressionarem as nádegas dela — na verdade — ISSO era um pouco estimulante — e caramba como ela era apertada!

Puxei e enfiei de novo, batendo minhas bolas na bunda dela.

"Isso .." ela arrulhou.

Ela levantou a pelve mais alto e — na próxima estocada — pude sentir o topo da cabeça do meu pau roçando a parte do corpo dela que estava presa entre o vibrador na boceta e o pau no cu.

Ela se contorceu e gemeu.

Segurei a bunda firme e apertada dela em minhas mãos e fodi seu buraco de merda. Grunhi enquanto metia nela. Meu ritmo impulsionado pelos sons sensuais que ela fazia.

Por mais que isso não fosse "minha praia", definitivamente havia fricção suficiente para me levar a um clímax rápido.

Tendo em mente as instruções para o final, diminui até parar e puxei para fora.

A carinha de beicinho voltou.

"Você gostou disso, Papai Noel?"

"Não é meu favorito, mas — como você disse — você foi uma boa menina," Papai Noel respondeu.

"Obrigada, Papai Noel. Não gostei tanto quanto pensei que ia. Talvez pulemos essa parte da próxima vez."

"Da próxima vez?" me perguntei sobre sua profecia.

"No próximo Natal," ela respondeu — como se eu tivesse falado em voz alta. "Serei uma menina muito boazinha de novo e você pode vir me dar um presente especial de novo no ano que vem."

Meu cérebro deu um nó, e meu corpo congelou no lugar.

".. mas, primeiro, precisamos terminar o presente deste ano — e estou pronta para você entregar o pacote que eu estava esperando, Papai Noel."

Sem esperar por instruções, arranquei a camisinha, joguei no chão ao lado da mesa de cabeceira, puxei o vibrador para fora da boceta da minha filha, segurei seus tornozelos, a rolei um pouco para trás e enfiei meu pau em sua boceta até minhas bolas estarem roçando seu cu recém-fodido.

"O quê?! Ah! Porra!" ela gritou.

Não houve resistência à minha entrada repentina.

Ela ou não era virgem — ou tinha removido o hímen com o vibrador — o que, suponho, significava que ela ainda era, tecnicamente, não virgem — mas seu bilhete para o Papai Noel pedia para ele "fazê-la mulher".

Ela era definitivamente mais apertada que a mãe — mas também não havia parido três filhos por esse canal ainda.

Como eu sabia que não a machucaria, meti fundo em sua boceta apertada três vezes seguidas.

Ela grunhiu quando tirei o fôlego de seus pulmões.

Depois puxei, recuei, agarrei suas nádegas, enfiei minha cara contra seu monte pubiano nu e comecei a lamber e chupar seu sexo como se fosse uma laranja suculenta.

Ela começou a reclamar por eu ter saído de sua boceta e se debateu enquanto seu cérebro tentava alcançar quando comecei a devorar sua boceta.

Lambi cada lábio, dobra e pedaço de pele dentro e ao redor de seu buraco molhado.

Ela estava ofegante — tentando colocar ar suficiente nos pulmões para me dizer para parar o que eu estava fazendo.

Até agora, ela era quase uma duplicata menor da mãe.

Ela parecia — assustadoramente — um pouco mais confortável com a parte oral da transação — mas a mãe nunca foi de recusar uma troca dessas — o que me levou a crer que Holly gostava de ser chupada tanto quanto a mãe — mas provavelmente não tinha pensado nisso com seu roteiro de "foda todos os meus buracos".

Prendi seu clitóris, brevemente, entre minha língua e dentes da frente — e ela gritou.

Fiquei preocupado, imediatamente, que Molly e Ben pudessem acordar.

Provavelmente eu deveria ter trancado a porta.

Eu fiz uma pausa e Holly tentou recuperar o fôlego — ela estava ofegante.

Voltei a lamber e mordiscar em todos os lugares que eu sabia que a deixariam louca.

Ela deve ter arrancado as luzes de Natal, porque as duas mãos estavam agarrando minha cabeça — alternando entre tentar me afastar e me puxar para mais perto.

Lambi de leve ao redor e sobre o clitóris dela de novo, e ela rosnou para mim.

Finalmente decidindo que ela estava perto o bastante, afastei o rosto da boceta dela, limpei no lençol, subi pelo corpo dela e mastiguei cada mamilo por alguns segundos.

As mãos dela voltaram para minha cabeça — me puxando para baixo sobre seus seios que cresciam.

Antes que ela pudesse reagir, eu me levantei, tirei o peso de cima dela, a peguei pelas nádegas e enterrei meu pau de volta até o fim no seu canal apertado de foda.

A cabeça da minha piroca só roçou a parede do útero dela quando meus testículos bateram contra a bunda dela e eu não conseguia ir mais fundo — ela não era tão profunda quanto a mãe — mas eu tinha bastante espaço para trabalhar.

Tirei tudo, bati a cabeça do meu pau no clitóris dela algumas vezes enquanto a segurava com uma mão, e então cutuquei os lábios da boceta dela de novo.

Depois agarrei as duas nádegas e enfiei de volta com força.

"Isso! Porra! Isso!" ela gritou.

O corpo dela tensionou e a boceta dela se apertou ao meu redor — então eu desacelerei bem as estocadas para dar tempo de ela terminar seu primeiro orgasmo.

Se o "Papai Noel" viesse visitar de novo no ano que vem, a gente ia ter que descobrir outro lugar para fazer isso.

O quarto principal era longe o bastante dos quartos das crianças para ser seguro — na maioria das vezes — mas o quarto da Holly era no mesmo lado da casa que o deles.

Afastando esse pensamento, percebi que Holly tinha se acalmado um pouco — então concentrei minha mente na tarefa diante de mim: foder a porra toda da minha filha.

O aperto que eu tinha no corpinho dela provavelmente ia deixar hematomas.

Tomara que desaparecessem antes do fim das férias de inverno — senão os colegas de classe poderiam notar quando ela estivesse trocando de roupa para Educação Física.

Ela parecia bem radiante com o primeiro orgasmo, mas eu sabia que ela ainda não estava realmente "pronta" — e minhas instruções eram para terminar dentro dela.

Hora do Papai Noel entregar.

Tirei meu pau da minha filha e mandei ela virar de costas.

Esqueci de usar a voz de Papai Noel — mas ela obedeceu sem reclamar ou objetar.

Ela puxou o travesseiro para o rosto e levantou a parte de baixo do corpo sobre os joelhos.

Agarrei os quadris dela e enfiei minha carne de homem lubrificada de volta na sua boceta suculenta.

Ela gemeu no travesseiro.

Segurei seus quadris esguios e comecei a martelar a boceta dela de volta na minha vara.

Metia e metia e metia.

A cada poucos segundos, ela gritava: "Porra! Isso!" no travesseiro.

Ela continuava ofegante.

Porra, a boceta dela era apertada — ainda bem que ela estava tão molhada.

Apesar disso, eu estava chegando perto.

Eu percebi que ela também estava — só precisava aguentar um pouco mais.

Quando eu achei que ela ia durar mais que eu, a boceta dela se apertou e um longo "Porra..." escapou de seus lábios enquanto ela perdia o aperto no travesseiro.

Aquilo foi o fim para mim.

Os sons sensuais que ela fazia — e a resposta do corpo dela — me empurraram para o abismo.

Eu estava bem excitado quando começamos — planejando foder a mãe dos meus filhos — então eu tinha uma carga e tanto acumulada depois de foder cada buraco da pequena "mini-eu" da minha esposa.

Enterrei meu pau na parede do útero da minha filha de 18 anos e rezei para que ela não tivesse errado a conta dos dias, enquanto eu jorrava jato atrás de jato de porra dentro da boceta abarrotada dela.

Quando senti o último esguicho pulsar dentro da minha garotinha, desabei ao lado dela na cama.

Olhei para o lado e percebi que a máscara de dormir tinha escorregado dos olhos dela durante os últimos minutos de sexo desenfreado.

Ela olhou nos meus olhos, sorriu para mim, puxou a máscara de volta sobre os olhos e disse: "Obrigada, Papai Noel. Era exatamente o que eu queria."

Eu me inclinei para ela e beijei sua bochecha.

"Espero que a mamãe não fique muito brava por ter que esperar pelo presente dela", ela disse. "Diga a ela que eu prometo ser uma boa menina o ano todo, para não ter nada com que ela se preocupar."

Ela estendeu a mão esquerda em minha direção, encontrou meu rosto, se inclinou e me deu um beijo ardente — com um pouquinho de língua. Depois desabou de volta na posição anterior, suspirou pesadamente e relaxou.

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