Nós o Cornamos com Seus Colegas de Trabalho
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Era uma manhã de sexta-feira quando meu marido Carl me ligou pedindo para levar uns papéis para o escritório. Ele estava conduzindo um treinamento de produto naquela semana e esqueceu alguns materiais de referência. Não me importei. Carl ganhava bem e eu não precisava trabalhar havia dez anos, então me organizei para entregar os papéis na hora do almoço.
Carl é gerente de produto em uma empresa de dispositivos médicos. Ele participa da maioria dos treinamentos da empresa. Naquele momento, estavam fazendo duas semanas de treinamento da equipe de vendas.
Quando cheguei ao escritório do Carl, a recepcionista me cumprimentou e disse que ele estava lá. Fui até a sala dele e o observei por um instante. Lá estava ele, bonito como sempre. Ele ainda me fazia suspirar quando o via.
Enquanto esperava, pensei no nosso casamento. Tivemos um começo difícil. Tínhamos 18 anos quando começamos a namorar. Engravidei logo de cara e decidi ter o bebê. Carl disse que não estava pronto para casar, mas queria estar presente para nós. Por sorte, nossos pais foram extremamente solidários e nos ensinaram as habilidades, os sacrifícios e as alegrias de cuidar de um bebê. Carl continuou muito envolvido.
Decidimos que seria melhor para nossa filha se Carl fizesse faculdade. Eu trabalhava e ele estudava em uma faculdade local, perto dela. Por volta do último ano do Carl, voltamos a namorar. Acho que nenhum de nós percebeu que estávamos namorando. Simplesmente caímos no hábito de sair juntos. Era uma forma muito mais madura de namoro. Éramos melhores amigos.
Carl conseguiu um emprego depois da faculdade. Então me pediu em casamento. Eu sabia que o amava, mas não tinha certeza do que ele sentia. Não queria que ele casasse comigo por senso de dever.
— Eu tive minha chance de namorar — ele disse. — Nada se compara ao que sinto por você e pela Veronica — nossa filha.
Aceitei e nos casamos alguns meses depois. Desde então, tem sido um casamento incrível, e a Veronica, agora com 19 anos, se tornou uma jovem linda e maravilhosa.
Carl finalmente me viu e se levantou para me beijar. Enquanto fazia isso, me apresentou aos quatro homens em sua sala. Eles faziam parte da equipe de vendas de Dallas. Estavam ali para o treinamento de duas semanas. Notei que eram todos cavalheiros bonitos. Meio que cortados do mesmo tecido. Todos no final dos 20, início dos 30 anos, e nenhum com menos de 1,80 m. Eu sabia porque Carl tinha 1,78 m. Todos tinham aquele porte de quem praticou esportes no colégio. Descobri depois que eram bons amigos e malhavam juntos. Foram extremamente educados quando apresentados.
Entreguei os papéis que Carl precisava. Ele agradeceu e disse que estavam de saída para o almoço.
— Por que não vem conosco? — disse um dos homens.
— Não, não posso — respondi. — Vocês devem ter assuntos de trabalho para discutir.
— Estamos fartos de trabalho — disse aquele que eu depois saberia se chamar Bobby. — Uma moça bonita para nos distrair cairia bem.
Eu ri. — Bem, não sei se sou tão bonita, mas obrigada.
Na verdade, eu sabia que os homens me achavam atraente. Eu tinha apenas 1,55 m e 48 kg. Embora baixinha, eu tinha curvas. Tinha longos cabelos loiros e me mantinha em forma. Tinha 18 anos quando tive a Veronica, e meu corpo se recuperou rapidinho.
Olhei para Carl. Os quatro homens também olharam.
— Bom, estou com eles — ele disse. — Adoro ter uma mulher bonita por perto. Ainda mais quando é minha esposa.
Eu ri. As apresentações foram feitas. Meu nome é Brenda. Os rapazes eram Jim, Scott, Don e Bobby. Fomos almoçar.
Caminhamos até um lugar de churrasco e cerveja na esquina. Os rapazes pediram cerveja.
— Cerveja em dia de trabalho? — perguntei.
— Ora, a primeira semana de aula acabou. Vamos ficar o fim de semana em vez de voar para casa. Então temos um tempinho de folga, e isso inclui cerveja — explicou Scott.
— Uma para você? — perguntou Jim.
Olhei para Carl. Ele encolheu os ombros. Aquilo significava que estava tudo bem para ele, então aceitei. Pedimos o almoço e a conversa foi divertida. Os rapazes me fizeram rir e, embora eu não percebesse na hora, flertaram comigo e me fizeram sentir bonita.
Jim, Scott, Don e Bobby me deram muita atenção, e eu estava adorando. Talvez eu tenha tomado uma cerveja a mais, e com meus 48 kg, cada cerveja fazia efeito. Enquanto eles flertavam, eu flertava de volta. Carl estava quieto, na maioria do tempo só sorria e bebericava a cerveja.
Veja bem. Carl foi o único homem com quem namorei. A última vez que flertei foi aos 18 anos, então não era muito boa nisso, nem em reconhecer. Mas ter quatro homens atraentes me dando atenção me deixou quentinha por dentro. Eu estava me divertindo.
O almoço se estendeu além da hora prevista, e eu nem notei. Quando chegou a hora de ir, fiz beicinho.
Carl riu. — Bem, talvez os rapazes queiram vir aqui em casa assistir ao jogo amanhã à noite.
Eu não percebi, mas depois Carl me contou que pareci tão animada com a ideia que não tinha como eles recusarem. Marcamos um horário para churrasco e o jogo.
Quando nos separamos, os rapazes perguntaram a Carl se ele queria jogar golfe com eles na manhã seguinte, antes do jogo. Ele aceitou, e eles se ofereceram para buscá-lo de manhã.
Os rapazes voltaram para o escritório. Carl me fez prometer esperar uma hora antes de dirigir para casa. Passei um tempo fazendo compras, de bom humor.
Quando cheguei em casa, sentia uma animação quase infantil. Não entendia por quê, mas estava energizada. Mal podia esperar Carl voltar para casa.
Veronica notou meu humor.
— O que foi, mãe? — perguntou.
— Como assim? — respondi.
— Não sei. Você parece diferente, meio boba de feliz? Talvez? — ela arriscou.
— Pode ser — respondi. — Mais cedo estava pensando na vida maravilhosa que tenho com você e seu pai. Estou feliz, só isso.
— Bem, nós também amamos você — ela respondeu.
Fui fazer o jantar. Carl chegou bem na hora em que eu estava pondo a mesa.
Encontrei-o na porta com um beijão. Ele conhecia aquele beijo. Era meu beijo de "espere só até eu te pegar sozinho".
— Oh? O que deu em você? — ele provocou.
— Nada, uma esposa não pode beijar o marido? — desconversei.
— Assim? — ele retrucou. — A qualquer hora.
— Nossa, vocês arrumam um quarto — Veronica riu.
Na verdade, Veronica era bem tranquila quanto a nós sermos carinhosos um com o outro. Éramos bem abertos com ela sobre sexo e atração. Não queríamos que ela caísse na mesma armadilha que nós.
— Já estamos em um quarto — provoquei de volta.
Ela revirou os olhos.
Sentamos para jantar, rindo e conversando sobre o nosso dia.
Carl mencionou o almoço. Como qualquer jovem de 19 anos, a primeira pergunta da Veronica foi: — Eles eram bonitos?
Ela olhou para mim. Eu corei. Não sabia como responder. Carl interveio.
— Bem, não sei dizer se são bonitos, mas ficaram bem atraídos pela sua mãe — ele ofereceu.
— Sério? — Veronica respondeu. — Como assim?
— Bom, eles não paravam de flertar com ela e elogiá-la — ele respondeu.
— Sério, mãe? — ela me perguntou.
— Seu pai está exagerando — eu disse.
Ela olhou para ele. Ele apenas sorriu e balançou a cabeça em um gesto de "não estou, não".
— Uau, mãe, arrasou — ela exclamou.
Eu corei.
Olhei para Veronica. Ela era linda. Longos cabelos pretos, olhos escuros, 1,52 m e cerca de 45 kg. Pequena, mas deslumbrante. Já a vi flertar com homens e garotos. Ela sabia que era atraente e sabia usar isso para conseguir o que queria.
Até certo ponto, ela até tinha o pai na palma da mãozinha.
Naquele momento, o telefone do Carl tocou. Temos uma regra de não atender telefones à mesa. Carl olhou.
— São eles — disse. — É melhor eu atender.
Ouvimos a nossa parte da conversa.
— Sem problemas, o que foi?
— Como eu saberia?
— Ok! Ok — ele riu. — Ouvi dizer que a Centerfolds ou a Kings são boas.
Centerfolds e Kings? Então me dei conta: eram clubes de strip. Os rapazes estavam perguntando ao Carl onde havia um bom clube de strip.
Então ouvi:
— Não, não posso.
— Estou em casa com minha esposa e filha.
— Acho que não.
— Tenho certeza de que não é a praia dela — ele disse.
Eu interrompi. — O que não é a minha praia? — perguntei.
Carl cobriu o bocal. — Eles querem saber se quero ir a um clube de strip com eles — ele me disse.
— Você deveria ir — respondi. — Você gosta de sair com eles. Pense como formação de equipe, mas o que isso tem a ver comigo?
— Quando eu disse que estava em casa com você, sugeriram que eu te levasse junto — ele disse.
— Sério? — quase engasguei com a bebida. — O que você disse?
— Eu disse que não era a sua praia — ele respondeu.
Pensei um pouco. Bem, na verdade não pensei, por algum motivo apenas reagi.
— Pode ser divertido — eu disse.
Afinal, tive uma criação bem recatada e, embora ainda não tivesse admitido, gostei do modo como aqueles homens me trataram.
— Sério? — perguntou Carl.
— Claro, por que não? — respondi.
Veronica me olhou com espanto. Eu apenas dei de ombros.
Carl disse ao telefone: — Hum. Ela disse ok, então acho que vamos encontrar vocês lá.
Ele desligou.
— Sério? — ele perguntou.
— Por que não? — respondi. — Nunca fui, estou curiosa e tenho cinco homens grandes e fortes para me proteger. Espera? Tem outras mulheres lá, não tem?
Carl me garantiu que geralmente havia. Isso me deixou um pouco mais confortável.
— Arrasa, mãe — exclamou Veronica.
Enquanto jantávamos, Carl não parava de me olhar de um jeito estranho. Eu continuava imaginando como seria a noite. Algo em ser a única mulher com um bando de homens num clube de strip estava me deixando um pouco excitada. Veronica me perguntou sobre os rapazes. O máximo que pude dizer foi a aparência deles e que eram legais. Eu continuava confundindo eles. Descrevia quem eu achava que era Don só para Carl me corrigir e descobrir que era Jim.
Depois do jantar, lavamos a louça. Fui para o quarto me trocar. Carl me seguiu.
Eu me sentia um pouco brincalhona e ansiosa.
— O que devo vestir? — perguntei.
— O que você está usando está bom — Carl respondeu.
Eu estava de jeans, uma blusa bonitinha e salto. Eu estava bem. Tínhamos uma boa hora antes de sair. Comecei a tirar o jeans.
— Eu disse que estava bom — disse Carl.
— Eu sei — falei. — Não cabe nada aqui.
— Não cabe? — ele me olhou, obviamente confuso.
Passei os braços ao redor dele e disse, ofegante: — É, está apertado demais. Não consigo colocar seu pau aqui dentro.
Ele levou um instante, então a ficha caiu. Ele agarrou minha bunda, me puxou para ele e me beijou. Eu gemi e retribuí o beijo.
— Vamos resolver isso — ele riu.
Ele me empurrou na cama e começou a puxar minha calça jeans e a calcinha pelos quadris, tirando-as pelas pernas.
Ele ficou em pé e me olhou. Eu me sentia bem. Tinha acabado de depilar as pernas e mantinha os pelos da boceta aparados, limpos.
Carl não é de recusar sexo. Eu o observei enquanto ele se despia. Tínhamos sorte. Tínhamos uma boa vida sexual, bem, até onde eu sabia. Eu só tinha estado com Carl, mas sabia que ele estivera com algumas outras mulheres na faculdade. Transávamos pelo menos duas vezes por semana. Pelo que eu percebia, era mais do que outros casais da nossa idade. Claro, a maioria ainda estava criando filhos em idade escolar. Carl e eu paramos de transar quando engravidei e só voltamos a ter relações quando começamos a namorar sério, aos 22 anos. Quando recomeçamos, foi como se fôssemos iniciantes. Quando converso com mulheres com filhos da idade da minha filha, elas geralmente são pelo menos dez anos mais velhas do que eu, e, pelos comentários, não transam com tanta frequência.
Carl deitou na cama ao meu lado.
— Depois do jantar? — ele disse em tom de pergunta.
— Está reclamando? — respondi.
— Não — ele disse enquanto deslizava a mão devagar pela minha barriga. — Só curioso.
Eu arqueei os quadris, antecipando aquela mão chegando na minha boceta.
— Então, o que está te excitando? — ele perguntou.
Não respondi, mas quando a mão dele alcançou minha boceta, eu gemi.
Ele se inclinou para me beijar enquanto os dedos deslizavam pelo meu clitóris e entravam na minha boceta. Levamos alguns anos para acertar, mas agora ele sabia exatamente como eu gostava. Ele acariciou levemente os lábios da minha boceta e então circulou meu clitóris com os dedos. Gemi de novo.
— Então? O que provocou isso? — ele perguntou enquanto brincava com meu clitóris.
— Cala a boca — respondi. — Me beija.
Ele me beijou e deslizou os dedos de volta para dentro da minha boceta. Eu empurrei contra eles quando entraram. Coloquei uma mão atrás da cabeça dele e segurei seus lábios nos meus, e com a outra mão desci e envolvi o pau dele. Sempre fui fascinada pela sensação. A pele tão macia, mas duro como uma barra de aço nas minhas mãos. Imaginei por um instante se todos os paus tinham a mesma sensação. Quer dizer, eu sabia que vinham em todos os tamanhos e formatos, mas aquele era o único que eu já tinha visto, certamente tocado, na vida real. Claro, eu já tinha visto fotos, mas não é a mesma coisa.
Acariciei levemente o pau dele enquanto o beijava. Rolei de costas e o puxei para cima de mim. Dobrando os joelhos, tentei guiá-lo para dentro de mim. Ele tomou o controle e guiou o pau para dentro da minha boceta. Gemi quando ele entrou.
— O que te deixou tão molhada? — ele insistiu.
Eu o beijei com força. Na verdade, eu não tinha certeza do porquê de estar tão excitada. Quer dizer, naquele momento. Olhando para trás, eu sei. Quatro homens bonitos estavam flertando comigo, e eu ia fazer algo safado. Ia a um clube de strip. Nunca tinha feito nada parecido. Já mencionei que ia fazer isso com meu marido e outros quatro homens?
Envolvi minhas pernas ao redor do meu marido e o puxei fundo para dentro de mim. Enquanto fazia isso, ele me penetrou.
— Deus, amor, você é tão gostosa — ele sussurrou no meu ouvido.
Comecei a mexer os quadris e a encontrar as estocadas dele com as minhas. Já tínhamos feito muito isso. Era maravilhoso, era familiar. Pensei brevemente na equipe de vendas. Imaginei como seria a sensação de outros homens. Eu não era ingênua. Lia livros, romances, sexo ardente entre os heróis. Sabia que tinha um bom sexo, tinha orgasmos, mas você sempre se pergunta sobre algo que nunca experimentou.
Afinal, era normal fantasiar. Eu tinha minhas fantasias. Gostava de ser possuída. Carl podia me possuir. Eu adorava quando ele fazia isso. Às vezes eu trocava o rosto por um astro de TV, ou até alguém que eu tinha conhecido, mas eram só fantasias.
— Me fode — eu disse enquanto ele me penetrava. — Deus, eu te amo.
— Também te amo — ele gemeu.
Agarrei a bunda dele, puxei-o para dentro de mim e reboli os quadris. Era tão bom.
Enquanto o pau dele me comia, pensei no clube de strip. A ideia de ser tão safada me excitava. A ideia de estar cercada por cinco homens bonitos também me excitava. Para mim, Don era o mais bonitinho. O rosto dele apareceu diante de mim enquanto eu sentia o pau do meu marido dentro de mim. Com o rosto de Don na minha frente, agarrei a bunda do meu marido com mais força e comecei a impulsionar os quadris com mais intensidade. Ele sentiu minha urgência e começou a me foder mais forte. Senti meu orgasmo se formando.
— Ai, porra — eu gritei. Raramente xingava, mas de alguma forma, durante o sexo, parecia tão certo.
— Gostou? — ele sibilou.
— Porra, sim — gemi.
— Estou gozando! — gritei enquanto meu orgasmo me inundava.
Carl grunhiu enquanto bombeava seu esperma dentro de mim.
— Mmmmmm — suspirei.
Ficamos deitados por um tempo enquanto o pau dele murchava e, por fim, escorregou para fora de mim. Depois ficamos de conchinha por um tempo.
— Vai me contar o que provocou isso? — ele perguntou.
— Não sei. Acho que a ideia de ir a um clube de strip, fazer algo selvagem — respondi.
— Bem — respondeu Carl. — Estou gostando desse seu lado selvagem.
Nós nos beijamos um pouco, e então Carl disse que era melhor nos aprontarmos.
Vesti um sutiã e uma calcinha bonitinhos, uma calça jeans e uma blusa de botão. Olhei no espelho. Eu estava bonitinha. Por que lingerie bonitinha? Algo para o Carl desembrulhar quando chegasse em casa.
Quando estávamos saindo, Veronica nos lançou um olhar engraçado.
— O quê? — perguntei.
— Nada — ela disse com voz irônica. — Só gosto do jeito que vocês dois se preparam para sair. — Ela riu.
Droga, a gente a criou para aceitar sexo como uma parte normal da vida, mas algumas coisas não deveriam ser compartilhadas. Eu me senti um pouco envergonhada, mas também um pouco orgulhosa por ela saber que tínhamos uma vida sexual boa. Eu apenas sorri para ela.
Dissemos a que horas voltaríamos, entramos no carro e fomos para o Centerfolds.
Quando chegamos, estacionamos a um quarteirão de distância e caminhamos até o clube. O letreiro tinha fotos de garotas em vários tipos de lingerie. Havia um cara grande na porta, provavelmente o segurança.
Quando entramos, uma mulher tatuada, entre 25 e 35 anos, cobrou a entrada dos rapazes. Para mim, não cobraram entrada. A entrada incluía uma bebida grátis.
Fomos levados a uma mesa perto do palco. Olhei ao redor. Havia várias outras mulheres lá. Isso me fez sentir mais confortável. Algumas estavam vestidas como eu, jeans ou vestidos casuais. Outras estavam com o que você chamaria de roupa de balada ou o que eu chamo de roupa de puta. Imaginei que a maioria fosse prostituta. Me informaram que algumas podiam ser swingers que também gostam de se vestir como putas e sair. A maioria dos grupos com mulheres estava sentada mais perto do palco. Isso nos incluía.
A música era pesada e pulsante. Havia uma garota nua andando pelo palco. Ela não estava exatamente dançando, só estava andando e então fazia um movimento, um espacate, ou se agachava com os joelhos abertos e fingia se tocar ou, às vezes, interagia com um poste.
Ela 'dançava' até a ponta do palco. Havia homens que obviamente davam mais gorjetas e ela focava neles. Ela também focava nas mulheres, pois isso fazia os homens darem mais gorjetas também.
Havia garçonetes circulando pelo salão servindo bebidas pequenas e superfaturadas e outras garotas, obviamente dançarinas, fazendo dança no colo ou procurando alguém para oferecer uma dança no colo.
Quando a música acabou, a garota no palco saiu e uma nova garota entrou. Ela fez uma sequência andando pelo palco de lingerie. Depois, na música seguinte, ela ia para os fundos, tirava parte da lingerie e voltava de topless. Na dança seguinte, ela tirava o resto da roupa. Para mim, foi surpreendente. Não era exatamente um strip como eu imaginava. Era só dançar em vários estados de nudez.
Essa é uma descrição bem clínica, escrita semanas depois do acontecido. Na hora, eu estava de olhos arregalados, maravilhada por estar lá e ver todas as pessoas, as cenas e os cheiros. Por ser mulher, as dançarinas frequentemente faziam contato visual comigo e focavam os movimentos em mim. Quando faziam isso, os homens no bar vibravam e davam mais gorjetas.
Uma vez, uma dançarina no palco se abaixou e me puxou para o palco para dançar com ela. Eu fui líder de torcida. Sei rebolar e mexer os quadris. Ela desabotoou o primeiro botão da minha blusa. Dava para ver um pouco do sutiã. A dançarina ganhou uma fortuna em gorjetas. Eu recebi muita atenção. Todos aqueles olhos masculinos em mim estavam me deixando excitada. Eu sentia o calor entre as pernas.
Fiquei sem fôlego quando voltei para a mesa. Dei um beijo enorme no Carl e sentei no colo dele. A multidão vibrou.
"Porra, isso foi excitante," sussurrei para ele. Então o beijei de novo.
Continuei no colo dele e assisti às garotas no palco. Uma das garotas veio e me ofereceu uma dança no colo. Olhei para o meu marido. Os rapazes me incentivaram e se ofereceram para pagar.
"Que se dane," declarei e fui para uma cadeira.
A mulher se despiu até ficar de topless e começou a rebolar no meu colo. As regras para homens são não tocar, para mulheres são diferentes. A dançarina pegou minhas mãos nas dela e as passou pelo corpo dela, incluindo os seios. Eu nunca tinha tocado nos seios de outra mulher antes. Senti a pele macia dela e os mamilos ficarem duros sob as pontas dos meus dedos. Todos os homens estavam nos observando e eu estava gostando da atenção. Enquanto brincava com os peitos da mulher, me inclinei e beijei Carl. Eu estava ansiosa para chegar em casa e transar.
Quando ela terminou, ela me beijou. De novo, os rapazes vibraram. Eu beijei Carl e proclamei: "Eu faria melhor."
"É mesmo," disse Jim. "Eu gostaria de ver isso."
"Bem, ninguém está me pagando," eu ri.
Scott sacou uma nota de 20 dólares e disse: "20 dólares por uma dança no colo para o Carl."
Eu ri, peguei os 20 e enfiei no sutiã. Comecei dançando na frente do Carl. Não só o meu grupo, mas outros grupos estavam me olhando. Dancei o mais sexy que eu sabia. Obviamente foi bom o suficiente. Eu estava sendo aplaudida pela multidão.
Os aplausos me deixaram mais ousada. Desabotoei outro botão da minha blusa. De novo, isso foi recebido com aplausos. Então me virei e rebolai a bunda na cara do Carl, descendo lentamente para o colo dele. Fiz contato com o pau duro dele.
Me inclinei para trás e coloquei os braços em volta do pescoço dele: "Ooooooo, isso é para mim?" arrulhei, enquanto rebolava no colo dele.
"Oooooooo," provocaram os rapazes.
Finalmente a música acabou e a dança no colo também. Me virei e dei um beijo extremamente apaixonado no Carl. Havia algo em ter uma plateia que realmente me excitava.
Jim riu: "Porra, eu quero uma dança no colo."
Eu estava me sentindo sapeca. Por algum motivo, respondi: "Bem, isso depende do Carl."
Todos os rapazes olharam para o Carl. Carl olhou para eles e depois para mim.
"Vai fundo, amor," ele riu.
Uau, dar uma dança no colo para um cara que eu mal conhecia? Eu conseguiria? Não tentava excitar outro homem havia quase 20 anos. Conseguiria?
Corajosamente, coloquei as mãos na cintura. "Quem é o primeiro?" desafiei.
Scott balançou outra nota de vinte e disse: "Eu."
Todos rimos enquanto eu pegava a nota e a enfiava no sutiã. Fiquei de pé na frente do Scott e comecei a dançar. Havia uma parte de mim que realmente queria excitá-lo. Balancei os quadris sedutoramente enquanto passava as mãos pelo meu corpo. Então me virei e balancei a bunda com as mãos e os braços acima da cabeça.
Balançando a bunda, desci lentamente para o colo dele. Quase pulei para cima de novo quando senti o pau obviamente duro dele contra a minha bunda, mas em vez disso, rebolei a bunda contra ele. Senti que ficou mais duro enquanto eu fazia isso.
"Mmmmmm," ele suspirou.
Isso me deixou excitada e continuei a rebolar ainda mais.
Então me levantei. Ele fez um som de protesto até que eu coloquei os braços em volta do pescoço dele, me inclinei e balancei os peitos na cara dele. Depois subi no colo dele de frente para ele. Braços em volta do pescoço e mexi a bunda no pau duro dele. Meus lábios perto dos dele. Ele tentou me beijar, mas eu me afastei.
"Uh Uh Uh," provoquei. "Sem tocar."
Continuei a rebolar os quadris no pau dele enquanto respirava nos lábios dele e quase enfiava os peitos na cara dele.
Olhei para Carl. Eu conhecia aquele olhar. Ele tinha um olhar de luxúria no rosto. Mandei um beijo para ele, fiz um biquinho dizendo eu te amo, e me virei de volta para Scott. A música parou.
"Eu sou o próximo," declarou Jim, balançando 40 dólares. Peguei os 40 e enfiei no sutiã e comecei a dançar.
"Ei, espera," Jim protestou.
"O quê?" parei, perplexa.
"O Scott ganhou um botão por vinte," ele reclamou.
Olhei para Carl. Ele apenas deu de ombros.
Pensei sobre isso. Eu estava usando um sutiã push-up rosa de renda bem bonitinho.
Que se dane. Comecei a dançar e, enquanto dançava, brinquei com outro botão da minha blusa. A mesa ao lado tinha dois homens e uma mulher. Eles começaram a cantar: "faz, faz, faz." Outras mesas estavam olhando para ver o que estava acontecendo. Isso me fez caprichar mais.
Desabotoei o botão e meu sutiã estava completamente à mostra. Empinei o peito e balancei os peitos na cara do Jim. Então me abaixei no colo dele de costas para ele. Dessa vez eu estava preparada para o pau duro. Na verdade, eu estava antecipando, esperando que estivesse lá. Estava, e eu rebolei contra ele. Foi gostoso contra a minha bunda. Eu estava sentindo uma emoção em deixar outros homens duros além do meu marido.
Como fiz com Scott, me levantei e montei no colo do Jim de frente para ele. Balancei os peitos na cara dele e rebolei a minha boceta contra o pau dele. Foi gostoso.
Olhei para Carl. Ele estava assistindo atentamente. Agarrei a mão dele, me inclinei e o beijei, com força. Ele retribuiu o beijo.
Naquele momento, Jim agarrou minha bunda e me puxou para o colo dele, especificamente para o pau dele, enquanto ele empurrava para cima e rebolava o pau contra a minha boceta. Foi demais. Eu gozei.
"Ah, porra," soltei um gemido. Eu sabia que os rapazes meio que perceberam o que aconteceu. Olhei para Carl. Ele entendeu imediatamente o que tinha acontecido também. Primeiro ele pareceu chocado, depois me beijou de novo.
"Isso foi incrível pra caralho," ele sussurrou enquanto me abraçava.
Parei de rebolar e desci do colo do Jim.
"Eu sou o próximo," disse Don, balançando 60 dólares.
Eu só balancei a cabeça. Estava chocada demais com o que tinha acontecido para fazer de novo. Parte de mim queria. Foi intenso gozar no pau de um estranho, mesmo que coberto. Eu adorei. Estava tendo dificuldade em lidar com as emoções conflitantes.
Voltei para o Carl. "Podemos ir?" perguntei.
Ele viu a urgência nos meus olhos.
"Claro," ele disse.
Embora os rapazes protestassem, nós nos despedimos e saímos.
Assim que chegamos no carro, eu o empurrei contra o carro e o beijei. Não o beijei, o devorei. Minha mão esfregou o pau duro dele enquanto o beijava.
"Me leva para casa e me fode," suspirei.
Entramos no carro e, enquanto dirigíamos, eu estiquei a mão e esfreguei o pau dele. Não me aguentei e abri o zíper da calça dele e tirei para fora. Eu o masturbei enquanto dirigíamos para casa.
"Porra, amor, isso é gostoso," ele disse. "O que deu em você?"
"Cala a boca e me leva para casa," eu disse.
Desabotoei minha calça, abaixei um pouco e enfiei a outra mão dentro, começando a brincar com o meu clitóris. Soltei um gemido agudo assim que me toquei. Continuei a punhetar ele e a me masturbar pelos 20 minutos que dirigimos até em casa.
"Isso foi excitante," eu finalmente disse.
"É mesmo? Qual parte?" ele perguntou.
"Todas," expliquei.
Ele insistiu. "Então você gostou de fazer danças no colo?"
"Sim," eu disse timidamente.
"Você estava um tesão," ele disse.
"Estava?" respondi.
"Muito tesão," então ele soltou, "especialmente quando você gozou."
"Me desculpa," eu me desculpei rapidamente.
"Não se desculpe," ele me disse. "Foi uma das coisas mais excitantes que eu já vi."
"É mesmo?" eu provoquei. "Você gostou de ver sua esposa gozar?"
"Muito," ele disse.
Então, eu simplesmente falei: "mesmo no pau de outro homem?"
"Acho que foi isso que tornou tão excitante," ele disse. "Meio como assistir pornô com sua estrela favorita."
"O que fez você gozar?" ele perguntou.
"Eu nunca tinha sentido o pau duro de outro homem antes, muito menos tê-lo duro por mim," respondi honestamente.
"Porra," ele disse enquanto dirigia e eu masturbava o pau dele. "Isso torna ainda mais excitante."
Finalmente chegamos em casa, estacionamos o carro e corremos para dentro. Por sorte, Carl já tinha guardado o pau. Eu mal fechei o zíper da calça. Quando entramos correndo pela porta da frente, lá estava a Veronica. Porra, eu tinha esquecido da Veronica.
"Ai, meu Deus," ela riu. "O que deu em vocês dois? Se divertiram no clube? Espera, era um clube de strip. Vocês tiraram a roupa?" ela riu de novo.
"Não, a gente não tirou a roupa," respondi com uma voz tensa. "Vamos dormir."
Agarrei Carl e o arrastei para o quarto. Assim que a porta fechou, eu caí de joelhos e terminei de abrir a calça dele. Tirei os sapatos e as meias e depois puxei a calça. Ele tirou a camisa. Com ele parado ali nu e eu de joelhos, envolvi os lábios no pau dele e comecei a fazer um boquete.
"Eu amo chupar seu pau," eu disse.
"Eu amo como você fica chupando pau," ele respondeu.
"Chupando o seu pau," respondi.
"Aposto que você ficaria um tesão chupando qualquer pau," ele respondeu.
Eu parei e olhei para ele. "Sério? Você diz o de outra pessoa? Eu nunca chupei nem segurei outro pau além do seu."
Quer dizer, eu fiquei chocada, mas já tinha lido pornô, sabia que essas coisas aconteciam. Só nunca tinha pensado nisso.
Ele pensou por um segundo. Voltei a chupar o pau dele. "Aposto que você ficaria sexy chupando o pau de outro," ele disse.
Eu me levantei e arranquei minhas roupas. O arrastei para a cama e caí de costas, abrindo as pernas. Enquanto ele subia em cima de mim, eu estava tão molhada que o pau duro dele entrou. Eu gemi.
Ele começou a me foder com força. Em poucos minutos eu estava gozando e ele gozou quase imediatamente depois.
Nós dois ficamos deitados na cama, recuperando o fôlego.
"Isso me excita," eu disse.
"O quê?" ele perguntou.
"Pensar em outros paus," admiti. "Eu só conheci o seu."
"Isso me excita," ele respondeu.
"O quê? Que eu só tenha estado com você?" perguntei.
"Não, que você pense em outros paus," ele disse.
Nós dois ficamos deitados ali, de mãos dadas. Adormecemos.
Acordamos com o som da campainha tocando. Levou um momento para percebermos o que estava acontecendo.
"Golfe," nós dois dissemos ao mesmo tempo.
Eu pulei da cama, vesti uma das camisetas do Carl e fui atender a porta. Acho que não percebi o quão curta era. Eu mal conseguia me mexer sem mostrar a bunda.
Assim que abri a porta, Veronica veio por trás de mim. Ela estava usando um short de corrida largo e curto e uma camiseta curta que mostrava bastante barriga.
Eu fiquei ali piscando por um segundo.
"Hmmm... Carl está terminando de se vestir. Vocês gostariam de entrar para um café?" perguntei.
"Adoraríamos," disse Bobby.
Todos entraram e se sentaram à mesa. Comecei a fazer café. Eu estava parcialmente consciente do que estava vestindo. Meio que me perguntei se estava mostrando demais, mas não podia fazer uma cena para ir me trocar e, para ser honesta, eu meio que esperava que estivesse.
Fiquei rondando a cozinha preparando o café. Eu podia sentir os olhos dos rapazes, e da Veronica, em mim.
Veronica falou primeiro. "Então, vocês se divertiram ontem à noite?"
Todos se entreolharam.
"Vamos lá," ela disse. "Eu sei que vocês foram ao Centerfolds, foi divertido?"
Bobby falou: "Bem, alguns de nós se divertiram mais do que outros."
Todos riram.
"Ah, como assim?" ela pressionou.
"Bem, sua mãe só fez dança no colo, OOF." O 'oof' foi Don batendo em Bobby para ele parar de falar.
Infelizmente, Veronica não deixou passar.
"Dança no colo?" ela perguntou, olhando para mim.
Os rapazes todos se entreolharam. Então todo mundo olhou para mim.
Eu não aguentei. "Ok, eu posso ter me empolgado um pouco e feito uma ou duas danças no colo," eu disse, como se estivesse ignorando.
"Hmmm, ela estava mostrando tanta bunda quanto agora?" ela riu.
Eu vi Carl entrar no quarto bem quando ela disse isso. Todo mundo olhou para ele. Ele olhou para mim, deu um tapinha na minha bunda, que eu pensei que estivesse completamente coberta, e disse: "não, ela não estava, mas que pena, é uma bundinha bonita."
Eu senti meu corpo todo ficar vermelho, mas não fiz nenhum movimento para me cobrir.
"Ok, estou pronto para ir," disse Carl. "Vocês estão prontos?"
"Hm... precisamos?" brincou Don.
"Não se preocupem," disse Scott. "Vamos voltar aqui hoje à noite para assistir ao jogo."
Don olhou para mim: "você vai se juntar a nós?"
"Claro," respondi.
"E você?" ele perguntou a Veronica.
"Diabos, não perderia," ela disse.
"Ok, então estou disposto a ir," riu Don.
Os cinco foram para o campo de golfe.
A primeira coisa que saiu da boca dela quando eles saíram foi: "esse Don é meio bonitinho. Na verdade, todos eles são meio bonitinhos."
"Eles são 10 anos mais velhos que você," eu a repreendi levemente.
"Ooooooo, experientes," ela arrulhou. "E que história é essa de bunda de fora?"
"Eu não percebi que a camiseta era tão curta," me defendi. "Eles me pegaram de surpresa."
"Aham," ela respondeu, me olhando de um jeito estranho.
Ela me ajudou a limpar e me perguntou como era o clube de strip. Eu contei, mas omiti as danças no colo. Ela perguntou, mas eu disse que não era da conta dela.
Continuei meu dia fazendo coisas normais, mas tendo pensamentos nada normais. Pensei em Scott e Jim e em como me excitou dar danças no colo para eles. Me perguntei por que não tentei cobrir a bunda quando descobri que estava aparecendo. Percebi que gostei que eles estivessem me olhando.
Carl finalmente chegou em casa do golfe. Ele disse que ia tomar banho. Esperei alguns minutos, fui para o quarto, me despi e entrei no chuveiro com ele.
"A que devo esse prazer?" ele disse, enquanto eu o abraçava.
"Reclamando?" perguntei.
Ele me beijou. Suas mãos foram para minha bunda e ele me puxou para ele. Dobei uma perna e me inclinei nele enquanto nos beijávamos.
"Mmmmmm," suspirei.
Senti o pau dele começar a endurecer contra minha barriga. Abaixei a mão e comecei a masturbá-lo. Gostei do jeito que endurecia na minha mão.
"Mmmmmm, adoro seu pau," eu disse.
"Noite passada parecia que você só gostava de pau," ele brincou.
"Estou tão envergonhada," eu disse baixinho.
"Não fique. Ver você gozar daquele jeito foi uma das coisas mais quentes que já vi," ele me acalmou.
"Sério," sussurrei. "Você gostou de ver sua esposa agindo como uma puta se esfregando no pau de outro homem?" Eu estava entrando no clima.
O pau dele ficou duro como pedra na minha mão.
"Hmmmm, parece que você gostou," apertei o pau dele. De repente me ocorreu, "Pensando bem, por que você não mencionou que minha bunda estava aparecendo esta manhã? Você gostou de ter outros homens me olhando, não foi?"
Ele gemeu, me puxou para perto e me beijou. Retribuí o beijo, ainda masturbando o pau dele.
"Mmmmm," sussurrei. "Você gostou de eu ser safada." Então me ocorreu, "foi mais safado com seus colegas de trabalho?"
Isso provocou uma reação. Ele me beijou forte e então agarrou minha bunda e me levantou. Tenho apenas 48 quilos e 1,55m. Já tínhamos transado no chuveiro antes. Enrolei as pernas na cintura dele. Com Carl me apoiando, abaixei a mão e guiei o pau dele para dentro de mim.
Gemi quando ele entrou. Usando meus braços no pescoço dele e as pernas na cintura para me segurar, me posicionei para que ele pudesse meter em mim. Adorava a sensação de estar sem peso e ter o pau duro dele dentro de mim.
"Então foi?" sussurrei. "Foi excitante ver sua esposa se esfregar no seu colega? Caras que você conhece agora viram sua esposa gozar, e não só isso, eles viram minha bunda. Você gostou disso? Gostou?"
Ele agarrou minha bunda com mais força e aumentou o ritmo. Eu tinha tocado em algo. Não só isso, aquilo também me excitou.
"Porra, sim," gemi.
Ainda em pé, ele me empurrou contra o canto do chuveiro para ter mais apoio.
"Uff, uhnn, uff," grunhi a cada estocada.
Enquanto era fodida, imaginei os colegas de Carl vendo minha bunda.
Sussurrei no ouvido dele, "você gosta da sua esposa agindo como puta."
"Porra, sim," ele ofegou e, ao fazer isso, o corpo dele estremeceu enquanto gozava. Ele gozou tão forte que tive medo de que fosse me derrubar. Esse medo me impediu de gozar também, mas tudo bem.
"Porra, sim," sussurrei no ouvido dele.
Tínhamos dito aos caras para passarem por volta das 18h. Faríamos hambúrgueres na grelha e depois assistiríamos ao jogo. Vesti uma calcinha pequena de biquíni rosa e um vestido de verão. Não precisava de sutiã. O vestido era branco e tinha alças nos ombros. Tinha botões até mais ou menos metade da frente. Depois caía reto até mais ou menos o meio da coxa. Eu estava bonitinha.
Os caras chegaram na hora. Tomamos cerveja e Carl colocou os hambúrgueres na grelha.
A conversa fluiu fácil e estávamos todos rindo. Acabamos chegando ao assunto da noite anterior.
"Então, você ficou feliz por ter vindo ontem à noite?" perguntou Jim.
Ele sabia muito bem que eu tinha gozado no colo dele. Os duplos sentidos estavam no ar. Para não ficar para trás, decidi entrar na onda.
"Me diverti muito," eu disse. "Deveria vir mais vezes."
"Bem, você pode vir conosco a qualquer hora. Vamos convidá-la mais para você vir mais vezes," riu Don.
"Você pode vir comigo a qualquer hora," disse Bobby.
"É só pedir," provoquei. "Provavelmente consigo vir com você."
Bem, isso ultrapassou um pequeno limite. Olhei para Carl para ter certeza de que ele estava bem. Ele sorriu para me tranquilizar.
Nesse momento, Veronica entrou saltitando na sala. Ela devia ter chegado em casa enquanto cozinhávamos. Estava usando um shorts minúsculo, daqueles que chamávamos de "booty shorts", e uma camiseta branca cortada.
"Do que vocês estão falando?" ela perguntou.
Don respondeu, "estávamos só dizendo como ficamos felizes por sua mãe ter vindo ontem à noite."
Lancei um olhar fulminante para Don.
"Ela era uma boa dançarina de lap dance?" Veronica perguntou.
"Ela era melhor que as strippers," respondeu Scott.
"Sério?" Veronica. "Quero ver isso."
A conversa mudou para outros assuntos. Veronica e Don meio que entraram em seu próprio mundo. Então Veronica olhou para mim, "Mãe?" ela exclamou.
"Você realmente gozou enquanto fazia uma lap dance?" ela perguntou.
Lancei um olhar ainda mais fulminante para Don.
"Hum, hum, hmmmm," gaguejei.
"Ai, meu Deus, você gozou," ela prosseguiu.
Ela olhou para Carl. "Como foi isso, pai?" ela perguntou.
"Hmmmm... sexy?" ele respondeu.
"Na verdade, parece excitante. Todas aquelas pessoas olhando para você. Talvez eu também não conseguisse me controlar," ela refletiu.
Bobby entrou na conversa, "eu perdi."
"Como assim?" perguntou Veronica.
"Sua mãe deu lap dances para Jim e Scott, mas nunca chegou em Don e eu."
"Isso não é justo," Veronica riu.
"É," disse Bobby. "Não é nem um pouco justo."
Então Jim começou a cantar. "Lap dance, lap dance, lap dance." O resto dos caras e Veronica se juntaram.
"Lap dance, lap dance, lap dance," eles cantavam.
Minhas bochechas ficaram vermelhas. Provavelmente meu corpo todo. A ideia de dar lap dances particulares para esses caras na minha casa me assustava e excitava ao mesmo tempo. Olhei para Carl. Ele apenas deu de ombros.
"Não tem música," protestei sem convicção.
No instante seguinte, Carl tinha uma playlist no Pandora dele tocando pelo Bluetooth. Ele chamou a playlist de "Sexy". É uma playlist que desperta meu lado sexy.
"Tá bom, tá bom, desisto, quem é o primeiro?" perguntei.
"Eu primeiro," Bobby se adiantou. "Não recebi uma no clube."
"Ok," eu disse e fiquei de pé na frente dele com a mão estendida.
Ele me olhou. "Era 20 dólares no clube," provoquei.
Todos riram. Ele tirou 60 dólares. "Se eu me lembro bem, eram 20 dólares por botão também."
Peguei os 60 dólares e fui colocar no sutiã, quando percebi que não estava usando um. Em vez disso, dei o dinheiro para Carl.
Fiquei na frente de Bobby e comecei a dançar. Essa era minha música. Eu sabia como me mover nela. Eu me inclinava e dava a ele uma visão do decote. Enquanto fazia isso, desabotoei um botão. Virava e rebolava a bunda para ele. Brincava com a barra da saia quase mostrando a calcinha, mas não totalmente.
Depois de um tempo, me abaixei no colo dele. Lá estava aquele pau duro. Me esfreguei nele. Recostei contra o corpo dele e desabotoei o segundo botão. Sou baixinha, então ele estava olhando por cima do meu ombro. Imaginei o que ele conseguia ver.
Então ele colocou as mãos nas minhas coxas.
"Ei," ri. "isso não é contra as regras?"
"A casa faz as regras," Bobby respondeu.
"Quem é a casa?" perguntei. Todos olhamos para Carl.
"Ah, não," disse Carl. "Estou ok com qualquer coisa com que você esteja ok."
"Bem, vamos ver," ri, mas não tirei as mãos de Bobby.
Bobby juntou os joelhos e minhas pernas se abriram em cada lado do colo dele. Com pernas curtas como as minhas, meu vestido estava quase na virilha e eu tinha certeza de que minha calcinha estava aparecendo. Estiquei os braços para trás, enlacei o pescoço de Bobby e me esfreguei no pau dele. Suas mãos foram para meus quadris e ele me puxou para ele.
"Vai, mãe," disse Veronica.
Ela tinha ido para a cozinha e estava de pé atrás da ilha. Don tinha se movido com ela e eles conversavam atentamente enquanto olhavam. Dava para ver que o braço dele a tocava, mas não dava para ver as mãos dele.
"Tira," Veronica riu.
Os caras se juntaram no coro, "tira, tira,". Até Carl estava cantando.
Comecei a brincar com a barra do meu vestido. Com Bobby levantando meus quadris para me ajudar, puxei o vestido até a cintura. Minha calcinha agora estava completamente à mostra.
"Isso, mãe," incentivou Veronica.
Don tinha se movido para trás dela e dava para ver que ela estava rebolando a bunda nele. Ela parou, olhou por cima do ombro e o beijou.
Eu ainda estava me esfregando no colo de Bobby. Estava praticamente empurrando minha boceta contra o pau duro dele. Com meu vestido na cintura, era fácil para os caras verem o que eu estava fazendo. Ser observada estava realmente me excitando.
Então Veronica começou a cantar, "goza para nós, goza para nós,".
Os caras, incluindo Carl, se juntaram.
Fechei os olhos e empurrei contra o pau de Bobby. As mãos dele deslizaram para cima do meu vestido e começaram a brincar com meus peitos e puxar meus mamilos.
"Ai, meu Deus, mãe, isso é tão quente," gemeu Veronica. Ainda se esfregando em Don.
"Tira, tira," ela recomeçou. Os caras se juntaram.
Bobby tirou as mãos dos meus peitos e agarrou a barra do meu vestido. Começou a puxar para cima. Troquei olhares com Carl. Percebi a mão dele no colo sobre o pau. Olhei para trás por cima do ombro. Bobby se inclinou e me beijou. Retribuí o beijo. Senti meu vestido sendo levantado sobre meus peitos. Ergui os braços e o vestido saiu. Olhei para ele no chão como se pertencesse a outra pessoa.
Houve gritos e exclamações pelo cômodo. Olhei para Veronica. Seus olhos estavam em mim, mas ela tinha uma expressão de paixão no rosto. Imaginei o que Don estava fazendo com as mãos lá atrás.
As mãos de Bobby voltaram para meus peitos. Enquanto eu olhava para Veronica, Don moveu uma das mãos para cima sob a blusa dela e cobriu os peitos dela. Dava para ver que ela não estava usando sutiã. Ela gemeu.
Então o coro mudou. "Goza, goza, goza,". Todos os olhos em mim, eu podia sentir meu orgasmo aumentando enquanto esfregava meu clitóris contra o pau de Bobby.
Todas as visões, sons e sensações me invadiram e, de repente, gozei com um orgasmo estrondoso. "Ai, meu Deus do caralho."
Ao mesmo tempo, Veronica jogou a cabeça para trás e disse, "porra, sim."
Todos olhamos para ela. Ela tinha uma expressão culpada no rosto. Ela se virou e beijou Don. Don abaixou as mãos, pegou-a no colo e a sentou no balcão. O shorts dela tinha sumido e ela estava só com uma calcinha fio-dental minúscula. Percebi que ele provavelmente a tinha feito gozar com os dedos atrás do balcão.
Olhei para Scott e Jim. Ambos tinham tirado os paus duros para fora e os seguravam nas mãos. Eu estava tão concentrada no que estava acontecendo comigo que não os vi fazer isso.
"Sabe, eu nunca vi o pau de ninguém além do meu marido," eu disse.
Olhei para Carl. Ele estava sorrindo. Sentei no colo de Bobby recuperando o fôlego. Scott estava sentado ao meu lado. Estendi a mão e hesitantemente envolvi o pau dele com minha mão. A pele era macia, o pau duro.
Bobby colocou as mãos nas laterais da minha calcinha e começou a empurrá-la para baixo. Enquanto eu lentamente masturbava o pau de Scott.
Eu o parei. "espera, se meu marido quer minha calcinha fora, ele vai ter que tirá-la," proclamei.
Andei até Carl. "Você quer minha calcinha no chão?" perguntei.
Todos, incluindo Veronica, começaram a cantar, "tira, tira."
"Esses são seus colegas, amor. Você quer que eles vejam como sua esposa pode ser safada? Eu nunca fiquei pelada na frente de outro pau nu. Isso está me dando pensamentos muito safados."
O coro recomeçou. "Tira, tira."
Carl se aproximou e colocou as mãos na lateral da minha calcinha. Olhei nos olhos dele. "Você tem certeza, amor? Esses caras trabalham com você."
Ele sorriu, lentamente puxou minha calcinha sobre minha bunda. Eu já estava molhada, fiquei ainda mais molhada ao sentir minha bunda ficar exposta. Carl empurrou minha calcinha até o chão e eu a deixei ali.
Me virei para encarar todos. Dei um sorriso bobo, levantei as mãos e disse, "e agora?"
Don disse, "eu ainda não recebi uma lap dance."
"É," disse Veronica, "e o Don?"
"Achei que você estava cuidando dele," retruquei.
"Estou aberta," ela riu.
"Ok, sua vez," eu disse para Don.
"Espera," disse Veronica. Ela puxou Don para si e o beijou. Enquanto fazia isso, ela desabotoou as calças dele e puxou o pau dele para fora. "Pronto, agora você está pronto."
Todos riram. Don se sentou na minha frente. Ficar ali pelada em um quarto cheio de homens com os paus de fora de repente me atingiu. A sala ficou em silêncio.
Veronica quebrou o feitiço. "Uhuuu. Requebra, mãezinha," ela incentivou.
"É," gritaram os caras. "Requebra, requebra, requebra."
Fiquei na frente de Don e comecei a dançar. Enquanto balançava meu corpo, não conseguia tirar os olhos dos quatro paus na minha frente. Imaginei como eles eram, como seriam o gosto.
Lembrei de um movimento que as strippers faziam. Fiquei de joelhos e engatinhei até Don. O pau dele estava para fora e duro, ereto. Levei minha boca até ele e soprei. Vi uma gota de pré-gozo na ponta.
"Faz, mãe," incentivou Veronica.
"Faz, faz, faz," o coro começou.
Estendi a língua e provei o pré-gozo. Um aplauso irrompeu. Tinha um gosto diferente, familiar, mas diferente.
"Chupa, chupa, chupa," foi o coro.
Enrolei minha mão em volta e abaixei minha boca no pau de Don. Novamente me maravilhei com a maciez da pele cobrindo a haste rígida. Olhei para trás, para Carl. Percebi que ele tinha o pau para fora das calças e estava se masturbando lentamente.
Vi Bobby se levantar para falar com Veronica. Parecia engraçado o pau dele reto para fora.
"Chupa, chupa," eles continuaram.
Abaixei minha boca ao redor da ponta. Um aplauso irrompeu do grupo.
Olhei para Don. "Você é o segundo pau que eu já chupei," eu disse.
"Estou honrado," ele respondeu.
"É melhor que esteja," eu disse e coloquei o pau dele de volta na boca. Gostei da sensação. Balancei minha cabeça para cima e para baixo. Com minha mão ainda em volta do pau dele, masturbando-o enquanto chupava. Eu sabia que esses caras provavelmente tinham recebido muitos boquetes. Queria que o meu fosse um dos melhores.
"Como estou me saindo?" perguntei.
"Está ótimo," Don respondeu.
Voltei a chupar. Pelo canto do olho, vi Bobby e Veronica. Bobby estava de pé atrás dela. Ele sussurrava no ouvido dela e tinha as mãos por baixo da blusa dela, brincando com os peitos dela. Ela estava rebolando a bunda e as costas no pau exposto dele. O pensamento da minha filha agindo tão safada quanto eu me excitou.
"Mmmmm, mãe, você está tão gostosa," ela disse.
Continuei a chupar o pau de Don. Scott estava sentado ao lado dele, masturbando o próprio pau. Estendi a mão e envolvi o pau dele com minha mão e o masturbei enquanto chupava o pau de Don. Dois paus ao mesmo tempo, meu Deus, eu tinha fantasiado, mas nunca pensei que faria.
Scott se aproximou um pouco mais. Levantei minha cabeça do pau de Don e coloquei o pau de Scott na boca. Era mais grosso que o de Don. Tinha um gosto diferente. Fui alternando entre chupar um e masturbar o outro.
Senti uma mão na minha bunda. Então um dedo deslizou do meu clitóris para dentro da minha boceta. Eu estava tão molhada que não houve resistência. Depois dois dedos. Olhei e Jim tinha se levantado e ido para trás de mim. 'Ai, meu Deus,' pensei. 'Ele vai me foder.'
"Fode ela," sibilou Veronica.
Minha própria filha queria me ver ser fodida, por estranhos, ainda por cima. Por que isso me excitava? Por que eu queria mostrar para aquelas pessoas como eu podia ser puta.
Me virei e olhei para Jim. "Faz, me fode," gemi.
Senti a cabeça do pau dele abrir os lábios da minha boceta. "Oooooooooo," gemi. Era tão bom. "Amor," arrulhei. "Seu colega de trabalho está me fodendo. O segundo pau que eu já tive é alguém com quem você trabalha."
Parei de chupar os dois paus na minha frente. Não conseguia me concentrar em nada além do pau na minha boceta.
"Ai, porra, sim, me fode, porra, isso é tão bom," gemi.
Olhei para Veronica. A calcinha e a blusa dela estavam no chão. Ela estava de joelhos na frente de Bobby, chupando o pau dele.
Continuei segurando os paus de Scott e Don enquanto Jim me comia por trás.
"Uff, unnn, unghnnnn," grunhi enquanto ele metia em mim.
Senti um orgasmo começar a subir. "Ai, Carl, vou gozar no pau dele. Porra, porra, ai, porra," eu gritei. "Meu Deus do caralho, é tão bom."
"Vou gozar," Jim me avisou.
"Porra, sim, goza para mim. Goza na minha boceta, goza para mim," gemi.
"Ai, merda," ouvi Veronica gemer. Olhei e ela estava de costas com Bobby metendo o pau nela.
Senti o pau de Jim pulsar e uma inundação de gozo quente encheu minha boceta. Gozei encharcando o pau dele, sou do tipo que esguicha. "Porra, sim," gritei e, ao fazê-lo, Veronica também gritou, "ai, porra." Acho que ela gozou também.
Virei para olhar bem a tempo de ver Bobby sair de dentro da Veronica e esguichar sua porra por cima dos peitos e da barriga dela. Parecia tão excitante.
— Minha vez — disse Scott. Ele me pegou no colo e, de pé, me segurou pela bunda. Enrolei os braços no pescoço dele e as pernas na cintura. Estiquei a mão para baixo e agarrei o pau dele, e conforme ele me abaixava, eu mirava o pau na minha buceta encharcada. Ele deslizou direto. Enquanto entrava, senti a porra do Jim sendo expulsa da minha buceta.
Ele continuou a me foder de pé. Enrolei os braços no pescoço dele e as pernas na cintura para me apoiar. Usando os braços fortes, ele continuou a me levantar e abaixar no pau.
De repente, sinto o Jim atrás de mim. Scott se encosta na parede. Jim usa os dedos e, com a porra pingando da minha buceta e os sucos que eu estava esguichando, começa a esfregar tudo no meu cu e a enfiar os dedos na minha bunda.
Scott me levantou um pouco e abriu minhas nádegas, e Jim posicionou o pau na entrada do meu cu. Olha, eu já tinha feito sexo anal antes, mas claro que nunca tinha tido dois paus dentro de mim ao mesmo tempo. A ideia me assustava e excitava.
— Fode, amor, ele vai foder meu cu — eu disse para o Carl.
— Isso aí, mãe. Você aguenta — incentivou a Veronica.
Imprensada entre Scott e Jim, senti o pau do Jim começar a penetrar meu cu. Eu só tentei relaxar e deixar acontecer. Conforme ele entrava, me senti sem peso, suspensa em dois paus. Me senti preenchida. Eu não conseguia foder direito, só meio que balançava entre os dois paus dentro de mim.
Enquanto eu balançava entre eles, uma onda de orgasmo me inundou.
— Ah, meu Deus do céu — praticamente gritei. — Me fode, porra, me fode.
Meu orgasmo me dominou. Enquanto isso, eu me agarrava no pescoço do Scott. Posso até ter mordido ele. Os caras continuaram a me foder. Eu me sentia mole. O Jim lentamente saiu do meu cu. O Scott me deitou no sofá e continuou a me foder.
Olhei para o lado. A Veronica estava de quatro. Ela estava com o pau do Bobby na boca e o Don estava fodendo ela por trás. Só de ver aquilo, gozei de novo. Esguichei por todo o pau do Scott.
— Porra, Carl — ofeguei. — Você acredita nas putas que sua esposa e sua filha podem ser?
O Carl se levantou sem dizer uma palavra, veio até mim com o pau duro na mão. Ele bateu mais umas duas vezes e uma torrente de porra atingiu meu rosto, peitos e barriga.
— Isso, amor, goza para mim. Pinta sua esposinha puta com sua porra — sibilei.
Enquanto eu dizia isso, ouvi a Veronica. Ela soltou um grunhido como se obviamente tivesse gozado. Vi o Donny tirar o pau mole da buceta dela. Ele devia ter gozado dentro. O Bobby a virou e enfiou o pau na buceta bagunçada dela. Ela esticou a mão para baixo e manteve as pernas abertas enquanto ele a fodia.
O Scott ainda estava me fodendo devagar. Voltei minha atenção para ele.
— Goza para mim, goza dentro de mim, goza em mim. Não me importo, só goza para mim — arrulhei.
O Scott acelerou o ritmo e começou a martelar minha buceta. Eu levantava os quadris tentando encontrar cada estocada. Senti o pau dele começar a pulsar. Pude sentir a porra quente me encher. Gozei de novo. O pau do Scott deslizou lentamente para fora de mim.
Fiquei deitada no sofá coberta de porra e com porra vazando da minha buceta. Fiquei vendo a Veronica ser fodida. Ela tinha porra secando na pele enquanto empurrava os quadris contra o Don.
— Ughhh, unnnnh, unnngh — ela grunhia a cada estocada.
Meus dedos brincavam de leve no meu clitóris enquanto eu olhava.
De repente, a Veronica solta um: — Isso, porra. — Presumo que ela gozou.
O Don começou a tirar o pau. Dava para ver que estava ficando mais mole e pingando porra.
— Uau — disse a Veronica.
— Preciso dormir — murmurei.
Olhei para os caras, agora em vários estados de despir.
— Vocês querem passar a noite? — perguntei. Todos concordaram.
A Veronica e eu acomodamos todo mundo e fomos para a cama. Tomei um banho e subi na cama ao lado do Carl. Me aconcheguei nele.
— Eu te amo — eu disse.
— Também te amo, minha esposa estrela pornô — e me beijou apaixonadamente. Nós dois pegamos no sono.
Em algum momento no meio da noite, senti a cama se mexer. Olhei e era o Scott. Ele estava nu e subindo na minha cama. Ele me puxou até eu ficar de quatro ao lado do Carl. Não resisti. Sem dizer uma palavra, ele enfiou o pau em mim por trás e começou a me foder. Bem ao lado do Carl e na minha própria cama.
Observei a forma adormecida do Carl enquanto eu era fodida. Eu queria que ele soubesse.
Beijei-o nos lábios. — Acorda, Carl. O Scott está me fodendo. Na nossa cama.
O Carl acordou sonolento e então olhou para o Scott. Não falou nada, só me beijou.
Enquanto eu beijava o Carl, senti o Scott começar a gozar. — Ele está gozando — eu disse e beijei o Carl de novo.
O Scott saiu da cama. — Sua esposa tem uma ótima buceta — ele disse.
O Carl só respondeu: — Eu sei.
Pegamos no sono de novo.
Acordei e fui para a cozinha fazer café. Todos os caras estavam lá e vestidos. Menos a Veronica, que estava nua, inclinada no balcão, com o Don fodendo ela por trás. Todo mundo simplesmente os ignorou.
Fiz café para todos. Havia uma pequena tensão no ar.
— Bem — disse o Scott. — Isso foi muito melhor que um clube de strip.
Isso quebrou o gelo. Todos rimos.
Preparei o café da manhã, o Don terminou de foder a Veronica, e a conversa fluiu. Enquanto os caras iam embora, eles nos disseram que deveríamos visitá-los em Dallas. Olhei para o Carl.
— Talvez a gente vá — eu disse.
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