Contos eróticos para ler inteiros.

Coroas

No Chuveiro

Sthefanie_lobao25 min

Porra, por que eu aceitei ficar na casa do Andy?

Quer dizer, são só 22h e ele já tá dormindo.

Pra piorar, ele nem me deu um cobertor pra dormir, então eu tenho que me virar com uma almofada decorativa.

"Ei Sean, quer um cobertor antes de eu capotar depois de reclamar da minha namorada por umas duas horas?"

Seria tão difícil pra ele falar isso?

Na real, querer passar um tempo com ele é só metade do motivo de eu ter vindo.

A outra metade?

A mãe dele é gostosa.

Tipo, absurdamente gostosa.

Porra, eu quase gozei nas calças quando ela disse que eu podia chamar ela pelo primeiro nome, Olivia, em vez de Sra. Ericks.

O Sr. Ericks é legal também. Ele é gente boa, mas a Olivia com certeza tá muito acima do nível dele.

Ela tem uma altura bem normal pra uma mulher, cabelo ruivo que cai nos ombros e olhos castanhos. Como a maioria das ruivas, ela também é bem branquinha, o que só deixa ela mais linda pra mim. Ela é gentil, e é sempre divertido conversar com ela.

E pra ser grosseiro, ela tem um corpo incrível e adora flertar quando o Sr. Ericks e o Andy não estão por perto. Ela sempre usa calças de yoga justas ou leggings quando tá mais frio, e shorts curtinhos quando tá calor, o que mostra as pernas maravilhosas dela. Sem falar na bunda empinada. Outra vantagem de ficar aqui, ela de vez em quando anda por aí sem sutiã, deixando eu ver os mamilos dela através da camiseta. E uma vez, ela até usou só um top esportivo, que obviamente não fez nada pra esconder o fato de que ela tem peitos bem grandes.

Hoje à noite, ela tava usando um suéter vermelho grande que infelizmente passava da bunda, junto com umas leggings pretas.

Não importava, porque eu ainda foderia com ela já que ela tava uma gracinha vestida assim.

Pensando nela desse jeito, eu começo a ficar duro.

"Merda, não dá pra bater uma aqui..." eu digo, virando pro outro lado caso o Andy acorde.

Depois de esperar a ereção baixar pensando em coisas que não fossem a Olivia, eu decido levantar e ir lá em cima ver se mais alguém tá acordado.

Eu entro na sala, e vejo o Sr. Ericks apagado no sofá, com o History Channel na televisão. O volume tá quase ensurdecedor.

Cristo, como ele consegue dormir com isso ligado?

Eu desligaria, mas tô acostumado com meu pai acordando se eu fizesse isso com ele, então decido deixar quieto.

Eu vou até a cozinha pegar um copo d'água, quando vejo que a luz da varanda ainda tá acesa.

Considerando que não tem mais ninguém nesta casa, deve ser a Olivia.

Depois de me servir um copo d'água, eu saio lá fora. Quando abro a porta, eu ouço... bom, uns barulhos estranhos. Quase como um homem e uma mulher gemendo?

Quase instantaneamente, os barulhos param, então eu não dou importância.

Eu dobro a esquina, e vejo a Olivia parecendo um pouco atordoada, com o celular virado pra baixo na mesa.

"Ah, Sean! O que você tá fazendo aqui fora?" ela pergunta, se acalmando.

"O Andy dormiu, então eu vim pra cima, e vi a luz acesa, então..." eu digo, minha voz sumindo.

"Ele dormiu mesmo? Nossa, logo na noite que ele resolve dormir num horário decente, ele tem um amigo em casa! Sinceramente..." ela diz, rindo pra si mesma. "Bom, vem sentar comigo então! Eu não me importo de conversar um pouco!" ela diz, apontando pra cadeira na frente dela.

Eu teria que ser muito burro pra recusar esse convite.

Eu sento na frente da Olivia, colocando minha água na mesa.

"Sedento, né?" ela diz, tentando puxar assunto.

Sim, por você.

"É, eu esqueci de trazer minha garrafa d'água dessa vez, então tive que usar um dos copos de vocês." eu respondo.

"Ah, querido, não faz essa cara como se fosse um problema! É só um copo! Quer dizer, a gente tem um monte deles!" ela me tranquiliza, sorrindo.

Eu sorrio de volta, sem saber o que dizer a seguir. Tudo que eu consigo pensar é no que ela tava assistindo antes de eu chegar aqui. Pra ser sincero, parecia muito pornô.

Não que tenha algo de errado nisso. Quer dizer, todos nós temos nossos desejos. É só que o pensamento da Olivia sentada aqui fora, assistindo algum pornô depravado achando que ninguém mais tá acordado, é algo gostoso de imaginar.

Claro, eu tô mentalmente me batendo por não ter esperado mais pra ver se ela ia começar a se tocar, mas fazer o quê.

"Então..." eu digo, meu raciocínio começando a voltar ao normal. "O que você tava fazendo aqui fora sozinha?" eu pergunto.

"Bom, tenho certeza que você notou que o Greg apagou assistindo TV, mesmo a gente tendo combinado de ver uns filmes juntos." ela diz, rindo. "Então, eu decidi passar um tempinho aqui fora pra relaxar. Tá um pouco friozinho, mas acho que vou tomar um banho quente quando terminar." ela me conta.

Tentando não pensar nela ensaboada no chuveiro, eu mantenho o foco.

"Sinto muito que ele dormiu. Eu adoraria ver filmes com você." eu flerto.

Ela revira os olhos de brincadeira.

"Ah, para. Além disso, eu gosto de falar demais durante os filmes." ela brinca.

"Ei, eu também falo bastante. Podia ser bem divertido." eu digo.

"Bom, quem sabe um dia então." ela sorri.

"Eu conheço uns filmes ótimos também. Mas a maioria é de suspense ou terror." eu digo.

"Não, pra mim não." ela diz, rindo. "Eu não aguento filme de terror. Eles me deixam apavorada demais."

"Eu vou estar lá, então acho que vou conseguir fazer você se sentir segura." eu flerto.

Ela fica vermelha e dá uma risadinha com isso.

"Você não é um convencido?" ela provoca.

Eu sorrio.

Então, uma ideia surge na minha cabeça. Eu tô quase certo de que ela tava vendo pornô antes de eu chegar aqui. Se eu conseguir fazer ela abrir e eu ver, talvez eu consiga direcionar a conversa pra algo ainda mais provocante e safado.

"Na verdade, tem um filme que eu acho que você ia gostar. Se você quiser, eu posso te mostrar o trailer." eu digo a ela.

"Isso parece ótimo!" ela diz, sorrindo.

Eu sorrio de volta.

Eu enfio a mão no bolso vazio, e finjo estar chocado.

"Droga, esqueci meu celular. Tudo bem se eu usar o seu?" eu pergunto.

"Claro, pode pegar!" ela diz.

Eu pego o celular, e quando o levanto, uma expressão de realização súbita se forma no rosto dela.

"Sean-" é tudo que ela consegue dizer antes de eu abrir o celular.

E como eu esperava, ela tava vendo pornô.

"Ah." eu digo, tentando me fazer de desentendido.

E então, o vídeo começa a tocar.

"Me fode! Fode, Jason!" a mulher geme.

"Nossa, Sra. Jacobs..." o cara responde.

Eu dou uma olhada no título.

"O Amigo do Meu Filho Me Fode com Força"

Eu percorro a tela, e vejo que ela curtiu, favoritou e marcou o vídeo.

E então, eu reparo com quem o cara se parece.

Comigo.

Alto, magro e bem em forma, cabelo castanho, pele clara. Mas eu sou mais bem dotado que ele.

Enquanto isso, gemidos altos e sons de corpos se chocando saem do celular. A Olivia parece estar se remexendo na cadeira.

"Desculpa!" eu digo, devolvendo o celular.

Tentar bancar o inocente é bem difícil quando você planejou tudo isso. Também é bem difícil quando você mesmo tá duro.

"N-não, tudo bem." a Olivia diz, parecendo nervosa.

Ela pega o celular e limpa a garganta.

"Então..." eu começo. "'O Amigo do Meu Filho Me Fode com Força', hein?" eu pergunto.

Os olhos dela se arregalam com o fato de eu ter lido o título.

"Eu só cliquei no primeiro vídeo que apareceu." ela afirma de forma direta, tentando se posicionar como calma e controlada.

"Tava favoritado." eu digo.

"Deve ter sido um acidente, então." ela diz.

"Curtir e adicionar aos favoritos também foi um acidente?" eu provoco.

Ela se remexe mais na cadeira.

"E o fato de o cara se parecer comigo?" eu pergunto.

Os olhos dela se arregalam de novo.

"Isso é..." ela começa, a voz sumindo.

Eu sorrio, me levanto, e ando até ela.

"Tudo bem." eu sussurro no ouvido dela. "Pra ser sincero, eu também vejo vídeos onde a mulher se parece com você." eu conto a ela.

Eu coloco as mãos nos ombros dela e começo a massagear.

"Sean..." ela diz.

"Não, sério. Eu tenho uma quedinha por você há muito tempo." eu digo a ela.

"Sean, eu sou casada..." ela responde.

"E? Pra ser sincero, eu não me importo muito com o Sr. Ericks." eu digo a ela. "Além disso, ver um vídeo desses meio que me diz que você também já teve uns pensamentos sobre mim." eu a provoco.

Minhas mãos deslizam dos ombros dela para os seios, e eu começo a apalpá-los.

Ela olha pra mim, e me sentindo ousado pelo fato de ela não ter me dado um tapa na cara, eu me inclino e a beijo.

Ela obviamente fica chocada no começo, mas acaba retribuindo o beijo, até gemendo enquanto eu continuo sentindo os seios macios dela, apalpando-os com ternura.

Ela interrompe o beijo, e tenta me afastar.

"Sean, a gente não devia." ela implora.

"Olivia, eu sei que nós dois queremos isso. É por isso que você me beijou de volta." eu digo a ela.

Eu a beijo de novo, e ela retribui mais uma vez.

Eu sinto meu pau crescendo nas calças enquanto nossas línguas começam a se encontrar, e não demora nada pra ficar completamente duro.

"Mas uma coisa sobre o vídeo." eu começo, sussurrando no ouvido dela. "Eu sou maior que ele." eu digo a ela.

Eu abaixo a mão e puxo minhas calças pra baixo, deixando meu pau saltar livre, o ar frio tocando ele.

Ela fica olhando em choque, de boca aberta.

Uma reação bem normal, considerando que eu tenho um pouco mais de vinte centímetros.

"Jesus..." ela sussurra.

Pra minha surpresa, ela mesma estende a mão pra ele, envolvendo de leve a mão delicada em volta do meu pau grosso. Ela o levanta gentilmente, olhando pra ele, incapaz de desviar os olhos.

E então, ela pisca e solta.

"Me desculpa... a gente não pode fazer isso." ela diz, se levantando.

"Olivia-" eu começo.

"Eu vou tomar banho." ela diz, entrando rapidamente, me deixando ali parado com o pau pra fora.

Eu suspiro, e sento.

Bom, eu tentei. Ela aceitou no começo, mas acho que depois ela caiu em si.

Eu olho pro meu pau duro, e percebo que provavelmente vou ter que bater uma pra não ficar com dor nos testículos depois disso. Eu levo a mão e começo a acariciar, pensando em como os lábios e os peitos dela eram macios.

E então eu começo a querer sentir ela de novo. Ela tava a fim no começo, então o que mudou?

Talvez eu só precise ser mais agressivo com ela.

Quer saber?

Que se dane, vou entrar no chuveiro com ela. Aliás, tá ficando frio aqui fora.

Eu puxo as calças e entro, e ainda consigo ouvir o Sr. Ericks roncando junto com a TV no volume máximo.

Ótimo.

Eu vou até o quarto deles, e é óbvio que a Olivia é quem cuida da decoração.

Muitas almofadas, plaquinhas de "Viva, ria, ame" penduradas na parede, fotos de família onde todo mundo tá usando cores pastéis, o pacote completo.

Eu consigo ouvir o chuveiro ligado, e conforme me aproximo, sinto o calor do vapor.

Eu me dispo silenciosamente, e entro no banheiro, fechando a porta atrás de mim, e consigo ouvir a Olivia.

Ela tá gemendo.

Eu puxo a cortina do box, e vejo ela ali de pé, uma mão se masturbando, a outra provocando o mamilo.

Como eu esperava, ela é perfeitamente depilada lá embaixo. O corpo nu dela parece ainda melhor do que eu imaginava, com a barriga tonificada pelo que eu suponho ser muito exercício. A pele branquinha é perfeita, sem nenhuma mancha que eu consiga ver, pelo menos. O cabelo ruivo tá bem mais escuro agora por estar molhado, mas ver ela assim a deixa ainda mais gostosa do que todas as vezes que eu a vi arrumada e vestida.

Os olhos dela se arregalam quando ela me vê.

"Sean!" ela grita.

Eu entro no box, e coloco um dedo na boca dela pra ela fazer silêncio.

"Eu te disse, a gente não pode-" eu a agarro e a puxo pra perto de mim, beijando-a.

Meu pau duro tá pressionado contra a barriga dela, e ela resiste ao beijo no começo.

E então, ela se entrega ao beijo, colocando os braços na minha cintura.

"Eu te quero tanto." eu gemo no ouvido dela.

Eu levo a mão e aperto a bunda perfeita dela, puxando-a ainda mais pra perto de mim.

"Sean..." ela geme, me beijando de novo. "Isso é tão errado..." ela sussurra.

"Eu não me importo, eu preciso de você." eu digo a ela, dessa vez agarrando a bunda dela com as duas mãos.

"Suas mãos são tão gostosas..." ela me diz.

A água quente tá caindo em nós dois, e combinado com nossos corpos tão juntos, nós dois ficamos vermelhos e quentes.

Eu a viro de costas, meu pau agora pressionado contra a bunda firme dela. Eu levo a mão e começo a provocar o clitóris dela gentilmente, tudo enquanto beijo e chupo o pescoço dela até a orelha.

"Porra..." ela geme, pressionando a bunda contra mim. "Eu sou tão mais velha, no entanto..." ela choraminga.

"E tão gostosa pra caralho." eu digo a ela, beijando atrás da orelha. "Ninguém vai descobrir. Eu sei guardar segredo." eu a asseguro.

Ela geme em resposta, e eu continuo esfregando o clitóris dela. Ela agarra meu pulso enquanto eu continuo, e a voz dela ficou mais rouca e excitada.

"Eu quis isso por tanto tempo." eu digo a ela.

"Eu também... só nunca soube que você seria tão-" ela diz.

"Decidido?" eu interrompo.

Ela dá uma risadinha.

"Se eu não fosse, a gente não estaria fazendo isso agora." eu digo a ela, agora enfiando dois dedos na boceta molhada dela.

"Ai..." ela geme, a cabeça inclinando pra trás. "Faz tanto tempo que não sou tocada assim..." ela me diz.

"Se acostuma, porque eu vou te visitar muito mais daqui pra frente." eu digo com confiança.

"Ah, vai?" ela provoca.

Eu começo a esfregar o ponto G dela, usando o famoso movimento de "vem cá".

Ela gosta, obviamente, e geme alto.

"Sim, vou." eu digo a ela.

Usando a mão livre, eu alcanço e seguro o seio grande dela na mão, apalpando-o enquanto meu pau agora tá pressionado contra o rego da bunda dela. Ela começa a se esfregar nele também.

"Você é tão... grande..." ela diz, mordendo o lábio inferior.

"O maior que você já viu?" eu provoco.

Ela acena que sim.

"Eu vou ser gentil." eu a tranquilizo.

Eu começo a beliscar e provocar os mamilos dela, e ela pressiona contra mim ainda mais forte agora, mas eu não paro de masturbar ela.

Ela agarra meu pulso com força, as unhas cravando na minha pele.

"Sean..." ela geme.

"Olivia..." eu gemo de volta.

Ela se vira pra mim, e eu a beijo profundamente.

Enquanto isso, ela tá pressionando contra a minha mão agora, deixando eu esfregar o ponto G dela ainda mais fácil. Os gemidos dela estão ficando mais altos. Eu aperto o mamilo dela com força, e ela geme excitada dentro da minha boca.

Eu caio de costas contra a parede, levando ela comigo, e os gemidos dela estão se tornando mais chorosos agora, me implorando pra não parar.

E eu não paro.

O corpo dela começa a tremer, e ela tá praticamente chupando minha língua agora. Usando o polegar, eu começo a provocar e esfregar o clitóris dela enquanto a masturbo, tudo sem tirar a outra mão dos peitos dela.

Finalmente, com um último empurrão em mim, os gemidos dela ficam mais altos, só abafados pelo fato de minha língua estar na boca dela, e eu sinto o corpo dela começar a tremer e se apoiar mais em mim pra ficar de pé do que nas próprias pernas.

Por fim, ela interrompe o beijo, e se recosta em mim, dependendo de mim pra garantir que ela não caia. A respiração dela tá pesada, e ela não fala, só geme e arfa.

Eu sorrio.

Eu acabei de fazer a mãe do meu amigo, aquela de quem todos os meus amigos falam, e provavelmente batem punheta, gozar. E eu a fiz gozar gostoso.

"Porra..." ela finalmente diz.

"Eu diria que sou muito bom com as mãos, você não acha?" eu provoco, beijando-a.

"Não... Isso foi melhor que bom! Porra, isso foi incrível! Acho que nunca gozei assim!" ela diz, rindo em choque.

"Você vai gostar ainda mais do que vem a seguir." eu digo a ela.

"Ainda não acredito que tô fazendo isso..." ela diz.

"Nem eu. Parte do que torna isso tão divertido." eu digo.

Eu a viro e a inclino. Eu admiro como ela tá sexy, o corpo pingando, corada do calor da água. Meus olhos percorrem a silhueta de ampulheta dela, e focam direto na bunda perfeita e redonda.

"Nossa, como você é mandão!" ela diz.

"Tá com algum problema?" eu pergunto, esfregando a ponta do meu pau na entrada da boceta dela.

"...Não." ela responde, rindo.

"Foi o que eu pensei." eu digo a ela, empurrando lentamente a cabeça do meu pau pra dentro dela.

"Ai!" ela exclama excitada. "Me avisa, antes! Você sabe que é grande pra caramba!" ela me diz.

Eu rio.

"Então vou mais fundo." eu digo a ela, agarrando os quadris dela enquanto empurro mais do meu pau pra dentro.

Em vez de gemer, ela solta um gritinho de prazer quando eu enfio. Não era algo que eu esperava dela, mas faz meu pau pulsar de excitação.

— Só... tira quando estiver quase gozando, tá? Não consigo mais engravidar... mas, por favor, tira antes. — ela implora.

— Não se preocupa, vou garantir isso. — digo, dessa vez enfiando tudo dentro dela.

Ela solta um gritinho em resposta, mas começa a rir.

— Nossa... me sinto tão... cheia! — diz, com as mãos apoiadas na parede.

— Precisa de um segundo? — pergunto, agarrando a bunda dela.

— É, só brinca com a minha bunda ou algo assim. Só preciso me acostumar com você. — diz, a respiração ficando pesada de novo.

Atendo ao pedido e começo a apalpar a bunda dela. Afasto as nádegas, aperto uma contra a outra e, por fim, dou um tapa firme e forte.

— Ei! — ela reclama.

— Quieta. Não queremos que eles nos ouçam. — digo, batendo de novo.

Ela ri.

— Nem daria para ouvir com o barulho do chuveiro. Além disso, você fechou a porta, né? — pergunta.

— Fechei, tá tudo certo. — respondo, estalando a bunda dela mais uma vez.

Ela geme em resposta.

— Nossa, me sinto tão safada... — diz, rindo nervosa.

— Mas não é essa a graça? — respondo, começando a me mover devagar para frente e para trás.

Ela grunhe e range os dentes, mas logo começa a gemer.

— Jesus, você é enorme... — geme.

— Tá gostando? — provoco.

Ela geme que sim.

A boceta dela é apertada, agarrando meu pau como se quisesse arrancá-lo. E ainda por cima está molhada pra caralho, o que me deixa deslizar com facilidade.

— Pode começar a ir mais rápido. Só um pouquinho. — pede, com os nós dos dedos cravados contra os azulejos do box.

— Como quiser. — respondo, aumentando a velocidade.

Agarro os quadris dela e começo a tirar o pau até ficar só a ponta dentro, depois enfio tudo de volta o mais fundo que consigo, saboreando a sensação da boceta apertada agarrando meu pau o tempo todo.

— Puta merda... — ouço ela sussurrar.

— Ainda se acostumando? — pergunto.

— Sim! Jesus, você quer mesmo ir o mais rápido que pode, né? — ri.

— Dá pra me culpar? — digo, enfiando o pau fundo nela para dar ênfase.

— Oh! Porra! — geme.

Dou um tapa forte na bunda dela, vendo-a balançar.

— Anda, sei que você quer com força e violência. Não finge que não. — rosno.

— Eu... — começa.

— Fala. Me diz o quanto você quer. — ordeno.

— Quero que você me foda com força! Nossa, preciso que você acabe com a minha boceta! — grita.

Sorrio.

— Boa menina. — digo, dando um último tapa na bunda dela.

Sinto a boceta dela tremer quando falo isso, e percebo o quanto ela gosta de ser degradada.

Começo a bombar meu pau dentro e fora dela bem mais rápido agora, o som dos nossos corpos se chocando ecoando pelo banheiro.

— Ai, Sean! Eu queria isso há tanto tempo! — geme.

— Ah é? Há quanto tempo? — pergunto, agarrando um punhado do cabelo ruivo dela.

— Porra! Desde aquela viagem à praia, quando vi você saindo da água! Seu corpo durinho parecia tão... gostoso! E a bermuda marcava tudo, e dava pra ver como você era grande! — grita.

Eu comprei aquela sunga de propósito só para ela ver o que eu tinha, então parece que funcionou a longo prazo.

— Esse tempo todo, hein? — pergunto, fodendo-a por trás. — Nossa, eu queria isso desde que te conheci! — digo, agarrando a bunda perfeita dela.

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