Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Negócios de Fada, Queridos de Fada

jameson_0029 min

Folhas secas estalavam sob meus pés enquanto eu percorria o mesmo caminho na floresta que trilhara todas as noites nos últimos sete anos. Sempre sentia que estava me aproximando de algum grande evento na mata se continuasse andando, mas nunca chegava antes de o sonho acabar. A paisagem era linda, porém, o suficiente para que eu me sentisse verdadeiramente em paz enquanto viajava.

Os caminhos do sonho serpenteavam como de costume até que fiz uma curva ao redor de uma faia particularmente larga e as árvores se abriram em uma clareira.

A clareira estava cheia de pessoas que pareciam estar preparando uma festa. Mas as pessoas eram como nada que eu já tinha visto. Algumas usavam vestidos feitos de folhas e outras vestiam túnicas de flores. Havia até um grupo coberto de luz que escondia apenas as partes mais íntimas.

Enquanto eu ficava parado olhando, uma mulher se aproximou de mim do meio da multidão. Ela era mais alta que qualquer pessoa na clareira em mais de uma cabeça e usava folhas douradas e alaranjadas que se fundiam no formato de um vestido de gala, e no topo da cabeça repousava uma coroa de galhos trançados cravejados de gemas brutas.

"Bem-vindo, Steven, estávamos esperando por você. A festa está quase pronta. Só mais um pouco até o solstício de outono." Um sorriso suave pousou nos lábios dela enquanto parecia se lembrar de algo. "Acho que você não se lembra de mim, mas isso vai se resolver com o tempo. Um novo Caomhnóir vai ajudar muito por aqui."

Soou como se ela tivesse dito KEHV-noor. Eu não conhecia a palavra, mas parecia importante para ela.

Com essas palavras enigmáticas, a mulher escultural chamou um copeiro e me ofereceu a bebida que ele carregava.

"Uma amostra da nossa parte do contrato", disse ela de forma enigmática enquanto me fazia sinal para beber. "Isso despertará o poder do seu sangue. Beba profundamente e desperte para o seu direito de nascença."

O sonho parecia tão real. Eu não conseguia desviar o olhar daqueles olhos profundos e hipnotizantes. A voz dela me puxou para um transe e eu emborquei o cálice e bebi a bebida âmbar lá dentro. Tinha gosto de mel e flores, mas por baixo havia um sabor rico, quase almiscarado, que fez meu sangue começar a pulsar e minha cabeça ficar leve. Não consegui me controlar enquanto o calor se espalhava do meu estômago para os membros e minhas pernas cederam sob mim. Gemi ao sentir o calor se transformar em dezenas de pequenos lábios que beijavam suavemente meu pescoço e desciam pelo peito até os quadris e depois mais abaixo. De repente, senti meu pau inchar mais duro do que nunca, e minha ereção pressionava dolorosamente contra as calças, a pulsação ameaçando estourar o zíper e se mostrar para as pessoas reunidas. Enquanto isso, um aroma me cobria. Um cheiro forte como flores e promessas sombrias, como o gosto da bebida, mas mil vezes mais potente e, ainda assim, inteiramente meu.

"Boa viagem, Steven", disse a bela mulher com um sorriso brincalhão e se afastou para continuar organizando a festa. Senti-me deslizar para a escuridão enquanto o pulso do meu coração martelava nos ouvidos e as sensações do meu corpo me dominavam.

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Um sacolejo firme me despertou do sonho incomum.

"Stevie, Claire, podem acordar, chegamos em casa", veio a voz suave ao meu lado.

Olhei para a bela mulher no banco do motorista que tinha me sacudido para acordar. Ela me lembrava tanto a senhora imponente do meu sonho, e fiquei agudamente consciente do gosto de mel e almíscar terroso. O sabor da bebida não era a única coisa que eu guardava daquele sonho incrível. Minhas calças estavam apertadas demais e, quando olhei para baixo, juro que meu volume estava duas vezes maior que o normal. Um balançar de cabeça afastou um pouco a confusão, e me reposicionei antes que alguém visse minha ereção moldada no tecido.

Lentamente, fui me dando conta das terras arborizadas ao meu redor. Era tão diferente da cidade onde eu crescera que eu mal podia acreditar que um lugar assim existia. Tão silencioso e dourado com o outono em pleno vigor. Exatamente como os caminhos do sonho que eu percorria.

Eu sabia que me mudar para o outro lado do país seria uma provação, mas fugir para este bosque esquecido era muito mais fácil do que ver os lugares familiares onde eu cresci. Lugares que nunca mais, que jamais poderiam ser os mesmos.

Pensamentos sombrios esfriaram meu sangue rapidamente e tentei ao máximo afastar os piores deles. A clareza me despertou de vez, então me endireitei no banco e olhei ao redor.

Eu fui acolhido pelas minhas primas mais velhas, Claire e Tiffany, depois que meu pai faleceu de câncer há um mês. Elas tinham perdido a mãe para a mesma doença anos atrás e me ofereceram um lugar bem longe de todas as lembranças para recomeçar.

Eu odiei ter que largar meu primeiro ano de faculdade justo quando começava a fazer amigos. Infelizmente, não havia ninguém lá para me acolher, então agora eu estava sendo levado de volta para a propriedade da família, da qual meu pai tinha fugido décadas atrás.

Tiffany tinha me pressionado para vir com elas, dizendo que estava no testamento do meu pai que eu deveria voltar para a casa da família e estudar na universidade local.

Meu pai sempre dizia que eu precisava me importar mais com o meu futuro, então foi simples transferir meus poucos créditos. Morar com as irmãs me dava a moradia tão necessária, e uma bolsa da minha família distante cuidaria de tudo que eu precisasse para as aulas.

Através das árvores, uma casa enorme foi surgindo conforme continuávamos pela entrada. Era antiga, com paredes de um amarelo dourado que combinava com a floresta e detalhes em marrom-escuro. Três andares de altura e estilo vitoriano. Endireitei o banco para ter uma visão melhor da propriedade. Havia colinas onduladas que terminavam em um penhasco rochoso a uns trinta metros da lateral do prédio principal, provavelmente descendo até a praia escondida que Claire tinha mencionado. Faias pontilhavam o quintal e uma floresta densa crescia nos três lados restantes. Trilhas abertas na mata pelo caminhar frequente. Achei que havia outro prédio atrás da casa principal, mas era difícil ver através da folhagem.

O carro de Tiffany parou em frente à porta da frente e eu desci para olhar ao redor do meu novo lar. A casa mais parecia uma mansão agora que eu estava parado diante dela. Pilares enormes flanqueavam as sólidas portas duplas de madeira, e uma imensa cabeça de gárgula de latão servia de aldrava em cada uma. Inclinando a cabeça para trás, olhei para as duas torres, uma de cada lado do prédio. Eu não sabia que uma casa podia ser tão imponente.

O clique da porta lateral corrediça me fez virar de volta para a van.

Minha prima saltou do banco de trás e se espreguiçou. Ela era só um pouco mais velha que eu, com 20 anos, mas era um feixe de energia agora que estava acordada.

Com pouco mais de um metro e meio, Claire era a garota mais baixa da sua escola. Tinha um rosto redondo, olhos brilhantes e cabelos castanho-escuros, cacheados, que caíam até abaixo dos quadris. Um suéter verde e uma saia xadrez a faziam parecer fofa. Atlética mas esbelta, sua silhueta se escondia naquela cabeleira volumosa. Por alguma razão, o visual único de Claire me trazia à mente a imagem de uma duendezinha, em vez da criancinha pela qual ela era muitas vezes confundida.

A irmã mais velha de Claire saiu do banco do motorista e bateu a porta da sua Odyssey surrada. Tiffany era o oposto total da irmã mais nova. Se Claire era uma duendezinha, Tiffany era uma deusa da floresta. Cabelos negros como um corvo emolduravam seus traços faciais marcantes e olhos escuros. Jeans e um suéter de tricô não escondiam sua figura cheia e imponente.

"Você está sentindo esse cheiro?" Claire se aproximou de mim e inspirou profundamente. "Tem um cheiro de madressilva, e mais alguma coisa."

Ela se aproximou mais e inspirou de novo.

"O que é isso?" ela perguntou enquanto andava ao redor, seguindo o aroma cada vez mais perto de mim. Entrei em pânico ao perceber que a bebida não tinha só aumentado meu tamanho, mas mudado o odor que meu corpo exalava. Aquele aroma estava emanando do meu corpo e parecia chamar Claire.

O pensamento de que ela poderia perceber que era eu a quem ela estava prestando tanta atenção começou a esquentar meu corpo de novo. Aquele gosto inebriante ainda estava nos meus lábios, e eu percebia que quanto mais eu esquentava, mais fácil ficava para Claire identificar de onde vinha o seu aroma misterioso. Quando ela estava a poucos passos de distância, Claire se virou para mim e nossos olhos se encontraram.

"Claire, ajuda o Stevie com as coisas dele", a afirmação de Tiffany quebrou o feitiço e me salvou da curiosidade de Claire. "Eu vou dar uma volta pela propriedade para ver se não aconteceu nada desde que saímos." Com isso, Tiffany começou a contornar a casa.

"As coisas costumam acontecer aqui?" perguntei a Claire enquanto abria a porta traseira da van e pegava minhas malas e mochila. Segurando uma ligeiramente na frente para me esconder.

"Bem, claro. Qualquer coisa pode acontecer tão dentro da floresta. Se acontecer, temos que cuidar rápido para não se tornar algo ruim." Vendo que não havia mais nada para pegar, ela franziu a testa. "Eu posso pegar uma dessas."

"Desculpa, hã, não quero incomodar. Eu pego essas, se você puder abrir a porta."

"Claro", ela riu.

Um pequeno pulo a fez girar, e ela saltitou até a porta para destrancá-la. Claire tirou um chaveiro com uma grande chave de ferro e girou a fechadura com um estrondo. Seu chaveiro parecia desequilibrado com aquela única chave enorme e um monte de pequenos pingentes.

"Não acredito que as pessoas ainda usam chaves tão antigas", eu ri enquanto entrava cambaleando no hall de entrada e largava minhas malas ao lado da escadaria. A caminhada até a casa tinha resolvido meu problema crescente.

"Ah, sim", ela riu enquanto olhava para a chave. "Mamãe gostava de dizer que a casa era digna na sua idade e não queria se modernizar muito. Mas não se preocupe, tem eletrodomésticos normais na cozinha e o aquecedor de água é incrível. Você pode tomar banho o tempo que quiser e a água quente nunca acaba. Também tem uma sauna no outro prédio que é tããão boa."

Tiffany fechou a porta atrás de si ao entrar e pendurou sua própria chave de ferro.

"Vamos te instalar, Stevie. Enquanto você faz isso, eu começo o jantar. Tem alguns quartos vazios. Encontre um que você goste e deixe suas coisas lá."

"Oh, oh, eu te mostro a casa", Claire subiu as escadas de dois em dois degraus e parou no primeiro patamar para acenar para mim. "Vem, lesma!"

Eu soquei todas as minhas malas e comecei a subir as escadas com um pouco mais de cuidado.

"Alguma das torres tem quarto?" perguntei enquanto a seguia no lance seguinte.

"A Tiff está usando a do leste, mas a torre oeste está vazia. Era o quarto antigo da vovó. Tem uma vista linda da floresta e uma varanda agradável. Eu te mostro o caminho." A energia dela era contagiante e eu sorria enquanto ela apontava os cômodos por onde passávamos. Aqui uma sala de estar, ali um escritório, outro era o quarto de algum tio, tia ou primo antigo. Cada um vinha com uma história ou lembrança que Claire tinha das pessoas que moraram ali. Palavras incessantes jorravam dos seus lábios animados. O final das histórias, porém, era o mesmo. Todos se mudaram ou faleceram ao longo dos anos. Deixados limpos, mas quase inalterados.

Finalmente, no fim do terceiro andar, havia uma escada em espiral que subia íngreme. Claire liderou o caminho com vigor e subiu os degraus de dois em dois de novo. Quando comecei a subir o espaço apertado, percebi que se olhasse para cima podia ver debaixo da saia dela, direto para a calcinha. Verde-escura, combinando com a roupa. Rapidamente baixei o olhar e me concentrei nos degraus.

O quarto no topo era muito mais aberto. Uma escrivaninha e uma cama de dossel tamanho king ocupavam metade do espaço. Havia também um armário, uma mesinha com cadeira e uma lareira no quarto. Um grande tapete cobria o chão de madeira e uma porta de vidro dava para a varanda.

"Uau..." fiquei olhando ao redor do quarto enquanto percebia que todo aquele espaço era meu agora.

Claire girou animadamente e me chamou para segui-la. "Vem aqui e olha a floresta também", ela disse.

Com um empurrão na porta de vidro, ela saiu para a varanda e se virou para me olhar com outro sorriso deslumbrante. Naquele exato momento, uma brisa forte de outono soprou sobre as árvores e ondulou ao redor de Claire para dentro do quarto comigo. Juro que pude ouvir uma risadinha travessa no vento antes de uma rajada forte levantar a saia de Claire e me mostrar que sua calcinha verde-escura tinha um gatinho estampado na frente.

Eu me virei rápido para esconder o rubor e cobrir meu pau que crescia. Imediatamente ouvi um guincho surpreso de Claire e o som dela pulando de volta para dentro, batendo a porta atrás de si. Com as duas mãos no meu pau agora, eu podia sentir como ele tinha ficado mais grosso. Não conseguia escondê-lo nem se quisesse, só com as mãos.

"Você viu alguma coisa?!" Claire perguntou, vergonha na voz.

"Um gatinho..." eu sussurrei, envergonhado demais para tentar mentir.

Claire guinchou de novo e gaguejou: "Se vira, por favor. Já estou bem agora."

Quando eu não me virei, ela se aproximou e arfou quando viu o que eu estava fazendo.

"Você está..."

Mas eu a interrompi: "Sim, hã, desculpa, eu não... quero dizer, eu nunca olhei para... quer dizer..." mordi a bochecha para parar de gaguejar.

Eu não tinha experiência nenhuma com mulheres, já que era só eu e meu pai em casa. Ele ainda fazia questão de eu estudar em uma escola particular só para meninos. Nunca tive chance de conhecer garotas, e quando cheguei ao último ano do ensino médio não tinha beijado ninguém, muito menos segurado a mão de alguém.

"Eu realmente te excitei, Stevie?" Claire perguntou. Seu tom não soou maldoso, mas sim admirado.

Virei a cabeça para olhar para ela e assenti lentamente. "Você é muito bonita, e... ver sua calcinha... me deixou tão duro..."

Os olhos de Claire encontraram os meus, sondando, e então ela sorriu suavemente.

"Eu achava que todo mundo me via como uma criancinha. Você não está mentindo, está?"

"Não, eu não mentiria sobre isso. Você não parece uma criança, a culpa é sua por eu estar assim." Virei as costas para ela de novo e tentei acalmar meu coração acelerado.

Uma risadinha veio de trás de mim. Soou brincalhona e emocionante. Lentamente, seus passos se aproximaram das minhas costas até que eu percebi que ela parou bem atrás de mim.

"Lá está aquele cheiro de novo, Stevie, é você que eu estive sentindo, não é? Flores e algo sombrio e tentador." Claire estendeu os braços ao meu redor e colocou as mãos sobre as minhas, seu corpo pressionado contra as minhas costas.

O martelar no meu peito se transformou em latejar nas minhas mãos enquanto eu imaginava ela movendo as mãos para baixo das minhas para me tocar. Eu a tinha excitado só com meu novo corpo. O presente que me disseram ser meu direito de nascença era algo que fazia Claire perder a compostura, e eu acho que, talvez, a deixasse... excitada.

"Diz de novo, eu quero ouvir você dizer de novo." Ela sussurrou suavemente atrás de mim.

"Você é linda." Eu também estava sussurrando. Não queria acabar com o momento que estávamos compartilhando. "Ver sua calcinha me deixou... duro."

Claire soltou minhas mãos e andou para a minha frente, sorrindo orgulhosa para o monstro túrgido. "Preciso ir ajudar com o jantar, mas não vou contar para a Tiff o que você viu se você não contar também. Um segredinho entre nós." E com isso, Claire desceu as escadas correndo.

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Fui com calma para guardar minhas coisas. Muitas respirações profundas e lentas foram necessárias para clarear minha cabeça e acalmar minha excitação.

Minhas roupas foram para o armário e espalhei meus poucos pertences. A maioria tinha sido vendida, já que eu não podia levar no avião, ou dada a amigos para que se lembrassem de mim. Só me restavam algumas fotos minhas com meu pai e uma pequena coleção de pedras que eu achava muito legais. A maioria delas, pegas nas nossas caminhadas de fim de semana.

"Acho que agora posso fazer trilha quando quiser, com todas essas trilhas na floresta aqui." Falei para ninguém em particular. "Vou precisar de mais pedras para repor minha coleção. Espero que tenha umas legais escondidas na mata."

Justo quando eu estava terminando, um ding persistente começou a soar pelo quarto. Segui o som e encontrei uma sinetinha balançando na parede, com uma plaquinha de latão onde se lia "Jantar".

Abaixo de mim, pude ouvir alguém subindo correndo a escada em espiral para o meu quarto, provavelmente Claire, pela velocidade. Em um segundo, uma cascata de cachos veio quicando escada acima.

"Ei, Stevie, hora do jantar!" ela anunciou. Um sorriso enorme iluminou seu rosto. "É o Jantar de Parabéns especial da Tiff!"

Com isso, ela disparou de volta pelo caminho que viera, e eu fui atrás.

Uma vez que cheguei ao pé da escada, percebi que não sabia para onde estava indo, então comecei a andar sem rumo procurando a sala de jantar.

A casa era lindamente decorada, com arcos entalhados nos vãos das portas e pinturas a óleo em todas as paredes. A atenção aos detalhes era impressionante. Nenhum espaço ficava vazio e, ainda assim, não parecia apertado ou caótico. Acho que anos de colecionismo funcionavam bem em um espaço tão imenso.

Entrei na sala seguinte e fiquei cara a tela com uma pintura enorme de um homem. Só a moldura parecia cobrir toda a parede superior, com pelo menos um metro e oitenta de altura. Mostrava o homem em uma escala quase de um para um. Ele estava vestido com uma camisa branca cheia de babados, calças justas e botas altas. Ao seu redor havia um bosque arborizado que se parecia incrivelmente com aquele por onde eu caminhava todas as noites. A parte mais surpreendente, porém, eram as luzes aladas que cintilavam e esvoaçavam ao seu redor. Pareciam as fadas que eu via desenhadas em obras de arte. Nunca pensei que as veria em um retrato tão régio.

Tiffany entrou na sala enquanto eu estudava a pintura.

Quando ela se aproximou, perguntei: "Quem é este? Ele parece importante."

"Aquele, Stevie, é seu ancestral e o progenitor da família. Ele veio da Europa no século dezenove com muitos povos perseguidos e fundou nossa comunidade como um lugar seguro, longe de todo aquele ódio e medo." A explicação dela pareceu intencionalmente vaga.

"Qual era o nome dele?"

"Arthur."

"Arthur." repeti. Era a primeira vez que ouvia falar dele, ou de qualquer membro da história da minha família. Papai não falava sobre nenhum assunto familiar enquanto estava vivo. Como se quisesse se separar de tudo o que ele tinha sido aqui.

"Venha, Steven, vamos comer. É meu Jantar de Celebração especial. Para recebê-lo na propriedade da família." Enquanto ela voltava pela porta no fundo da sala, dei uma última olhada em Arthur e a segui.

Atravessamos a sala de jantar com sua mesa imensa e entramos na cozinha. O jantar estava montado no cantinho de café da manhã da cozinha e Claire já estava sentada. Tiffany sentou-se ao lado dela e eu me sentei em frente a Claire.

"Ficamos só nós duas por tanto tempo que normalmente comemos aqui na cozinha para facilitar a limpeza." Tiffany ofereceu sem que eu perguntasse. "Gostaria de usar a sala de jantar, mas parece um desperdício."

"Aqui também é legal, mana," Claire a consolou, "podemos ver o jardim pelas janelas da cozinha e eu gosto de como é aconchegante aqui."

Tiffany sorriu para ela: "Você é uma garota tão doce, Claire."

"Não sou uma garota, sou uma mulher! Né, Steven?" Ela olhou para mim com indignação. Insinuando nossa conversa de mais cedo.

"Acho que você é uma mulher bonita, Claire." Respondi baixinho.

Claire iluminou-se com o elogio e virou-se triunfante para Tiffany.

"Viu, Tiff, não sou uma criança, sou uma mulher! E uma mulher bonita ainda por cima." Ela se virou para mim e piscou.

"Vamos, boba, vamos comer." Tiffany não pareceu notar o olhar que a irmã me dera ou o jeito que fez meu rosto corar.

O jantar estava incrível, frango assado com legumes e uma batata assada. Tiffany e eu nos servimos de tudo, enquanto Claire só comeu os legumes e a batata.

"O frango está tão bom, você não quer um pouco?" Perguntei a Claire.

"Ah, eu não como carne, sou meio que vegetariana."

Continuamos comendo em silêncio até que Claire sem querer deixou cair o garfo embaixo da mesa e ele quicou perto do meu pé.

"Você pega, por favor? Não consigo alcançar." Claire disse.

Eu queria causar uma boa impressão em Claire, depois de tudo que aconteceu no meu quarto, então rapidamente me curvei e estendi a mão para pegar o talher. Estava longe demais para alcançar, então empurrei a cadeira e fiquei de joelhos para pegá-lo. No momento em que estava completamente embaixo da mesa, ouvi um tap-tap-tap do pé de Claire e olhei para ver o que estava acontecendo. Enquanto eu olhava, Claire abriu as pernas bem na frente do meu rosto e me deu uma visão completa da sua bucetinha de calcinha.

Assustado, bati a cabeça na mesa e ouvi uma risadinha. Sem terminar de me provocar, ela levou a mão entre as coxas e começou a arrastar lentamente as pontas dos dedos pela perna. Levantando a saia e mostrando mais pele a cada centímetro. Pouco antes de se tocar, Claire parou e balançou um dedo para mim, depois fechou as pernas. Escondendo-se da minha vista mais uma vez.

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