Minha Irmã Vem Morar Conosco
Meu marido Dave e eu estávamos em casa quando minha irmã Tina ligou.
— Bom, vendemos a casa — ela disse.
— Sinto muito — respondi. — Sei que foi difícil para você.
Minha irmã tinha 26 anos, seis anos mais nova que eu. Ela acabara de passar por um divórcio bem complicado. Tiveram que vender a casa como parte do acordo. Ela amava a casa e queria comprar a parte do ex, mas por várias razões não deu certo. Agora estava vendida.
Ela chorou ao telefone. Tinha economizado como louca quando era mais nova para dar a entrada. Sabia que queria uma casa o mais rápido possível. Era determinada e se esforçou muito para economizar.
Ela havia investido muito suor na casa. Reformou a cozinha e o banheiro quase sozinha. Meu marido ajudou com algumas coisas mais pesadas. Ela arrancou o carpete e revitalizou o piso de madeira. O marido dela esteve ausente na maior parte do processo. Trabalhava até tarde e nos fins de semana.
Ela tinha noventa dias restantes na casa.
— E agora? — perguntei.
— Bom, não tenho certeza. Acho que não consigo comprar uma casa nova sozinha — ela disse com voz triste. — Acho melhor eu encontrar um apartamento rápido.
Conversamos mais um pouco. Disse a ela para ligar a qualquer hora, e desligamos.
Meu marido percebeu que algo estava errado pela expressão no meu rosto quando voltei.
— O que foi? — ele perguntou.
— Ela vendeu a casa — contei.
Ele já sabia de toda a história. Dave e eu somos muito próximos e compartilho tudo com ele.
Ele desligou a TV. Sabia que eu queria conversar.
— E agora? — ele perguntou.
— Ela não tem certeza — respondi. — Provavelmente vai procurar um apartamento.
Ele se solidarizou. Sabia o quanto ela queria estar em uma casa. Conversamos sobre isso por um tempo.
Então ele disse: — Ela nunca vai conseguir comprar uma casa nova se estiver pagando aluguel.
— Eu sei — respondi. — Ela também sabe. Acho que é por isso que está tão difícil.
— Bem — ele disse. — Ela poderia ficar com a gente.
Eu olhei para ele. Todos os motivos pelos quais eu o amava vieram à mente. Isso acontecia muito, ele era muito bom para mim. Trabalhava duro para me dar a vida que eu queria. Era bom com a minha família, sempre fazia tarefas domésticas sem que eu pedisse, quando eu tinha um dia ruim no trabalho ele estava sempre lá. Nosso casamento era maravilhoso.
— Você acha? — questionei.
— Claro, temos bastante espaço. Ela e eu nos damos super bem — ele respondeu.
Realmente tínhamos bastante espaço. 3100 pés quadrados, cinco quartos. Estávamos planejando começar uma família em breve e compramos uma casa que nos comportasse.
— É por isso que você ganha boquetes quando quiser — brinquei. Era nossa piadinha interna. Algo que eu dizia sempre que ele fazia algo legal. Eu dizia muito.
Na verdade, era verdade. Ele era um marido incrível, além disso, eu o achava sexy demais. Se ele quisesse um boquete, eu não conseguia me ajoelhar rápido o bastante. Adorava ter o pau dele na boca. Além disso, ele era um amante maravilhoso. Eu faria qualquer coisa que ele pedisse sexualmente.
— Ela poderia me ajudar a reformar a casa, afinal, ela me deve — ele brincou. — Você acha que conseguiria morar com ela?
Pensei. Minha irmã era mais nova que eu. Era nova o suficiente para nunca termos estudado juntas ou competido por amigos. Sempre nos demos super bem. Conforme envelhecemos, ela se tornou minha melhor amiga. Fomos madrinhas de casamento uma da outra. Compartilhávamos amigos e praticamente todo o resto.
— Claro — respondi.
— Bom, todos os meus amigos vão ficar com inveja — ele disse. — Eu poderia morar com duas mulheres tão bonitas.
Pensei. Aos 32 anos eu me mantinha em forma. Tinha 1,68 m, 59 kg, com cabelo loiro até abaixo das omoplatas. Minha irmã era uma versão mais nova de mim. Trocávamos de roupa facilmente e éramos frequentemente confundidas por pessoas que não nos conheciam bem.
— Bem, coitado de você — ri. Então o beijei.
— Que tal um daqueles boquetes agora? — sussurrei.
— Quem poderia recusar? — ele respondeu enquanto eu deslizava de joelhos.
Era tarde da noite, então nós dois já tínhamos vestido roupa de dormir. Ele estava de shorts de ginástica e camiseta. Puxei o shorts dele para baixo para expor o pau. Já estava semi ereto.
— Mmmmm — disse, segurando-o nas mãos.
Admirei por um momento. Ele tinha um pau ótimo. Com uns 20 cm, era quase grande demais. Era grosso, grosso como um tubo de rolo de papel toalha. A cabeça era um pouco mais grossa. Eu amava o pau dele. Levei-o à boca.
Deus, como era bom. Adorava como ele ficava mais duro conforme eu chupava. Havia uma gota de pré-gozo na ponta. Lambi. Minha boca subia e descia no pau dele. Não conseguia colocá-lo todo na boca, então minhas mãos o envolviam e eu o masturbava enquanto chupava.
Parei por um instante. Eu estava de camiseta e calcinha. Puxei a camiseta pela cabeça e joguei de lado. Ele amava meus seios. 36c e firmes. Queria que ele os visse. Então abaixei a boca de volta ao pau dele.
Ele afastou meu cabelo para trás dos ombros. Adorava me ver. Encontrei os olhos dele e tirei a boca do pau.
— Gostando da vista? — provoquei, e lambi a ponta.
— Você é linda — ele respondeu.
Voltei a chupar o pau dele.
Ele estendeu a mão para mim. Como um boquete muitas vezes é preliminar do sexo, tenho certeza de que ele pensou que íamos nessa direção.
— Não — eu disse. — Isso é todo sobre você — e abaixei a cabeça de volta ao pau dele.
Minha mão continuou a acariciar o pau dele.
— Onde você quer gozar? — eu disse. Voltei a chupar.
— Na minha boca? — voltei a chupar.
— No meu rosto? — voltei a chupar.
— Nos meus seios? Onde você quiser — eu disse.
Puxei meu cabelo para frente e o enrolei no pau dele. Acertei o pau com meu cabelo.
— No meu cabelo? — sorri, e novamente tomei a ponta na boca.
Eu adorava ser safada e falar sujo e, embora na maioria das vezes nosso sexo seja amoroso e lento, às vezes eu só queria foder.
Senti o pau dele começar a inchar.
— Não? Eu escolho — eu disse. Puxei o cabelo para trás, endireitei as costas e empinei os seios. — Goza em mim, amor. — Continuei a acariciar o pau dele.
Ele começou a gozar. Mirei o pau dele na minha boca aberta. O primeiro jato de porra me acertou no queixo e na boca. O seguinte no rosto. Conforme ele continuava a gozar, foi parar em todo o meu rosto, pescoço e seios.
— Mmmm — gemi enquanto tirava as últimas gotas. Novamente tomei o pau dele na boca para provar o gosto. Engoli as últimas gotas.
Sentei nos calcanhares. Peguei um pouco nos dedos e os lambi.
— Deus, eu amo sua porra — eu disse. Comecei a esfregar a porra dele nos meus seios.
Ele simplesmente disse: — Eu te amo.
Depois que a porra começou a secar, eu disse: — Bem, melhor eu ir tomar banho. — Enquanto saía do quarto, empurrei a calcinha para baixo, saí dela e a deixei no chão.
Entrei no banho e senti a água quente lavar a porra de mim. Pensei em Dave e como ele era gostoso. Meus dedos deslizaram para a minha boceta. Eu já estava excitada e molhada por ter feito o boquete no Dave. Quase assim que toquei na boceta, gozei. Foi bom.
A porta do boxe se abriu e Dave entrou no banho.
— Foi bom? — ele riu. Ele obviamente tinha me visto gozar.
— Não tão bom quanto seu pau — ronronei.
Ele me tomou nos braços e me beijou. Forte e longo. Meu corpo estava sentindo o calor. Pude sentir meus seios apertados contra o peito dele. Meus mamilos estavam duros. A mão dele deslizou para minha boceta. Ele começou a esfregar meu clitóris. Gemi.
Ele enfiou dois dedos na minha boceta. Gozei. Continuamos a nos beijar.
Minha mão deslizou e envolveu o pau dele. Estava duro como pedra. — Mmmmmm — gemi.
Ele então me virou. Coloquei as mãos na parede do boxe e me inclinei, empinando a bunda o mais alto que podia. Dave era 12 cm mais alto que eu, então teve que dobrar os joelhos para entrar em mim. O pau dele deslizou facilmente na minha boceta molhada.
Deus, como era bom. Ele me fodeu. Segurando meus quadris, senti-o enterrar o pau em mim e depois tirar, e fazer isso repetidamente. Gozei de novo.
Dave já tinha gozado, então não ia gozar rápido. Desligamos a água, nos secamos e fomos para a cama. Deitei de costas enquanto ele entrava em mim. Transamos por pelo menos uma hora.
Na manhã seguinte, liguei para Tina. No começo ela estava relutante. Não porque estivesse preocupada em morar conosco, mas porque não queria ser um incômodo. Assegurei-a de que não era um incômodo e que Dave tinha sugerido como uma forma de ela economizar para uma casa nova. Ela finalmente aceitou.
No mês seguinte, Dave e eu a ajudamos a empacotar. Colocamos o que ela não podia levar em um depósito, vendemos algumas coisas e mudamos o resto para nossa casa. Tina não podia estar mais grata. Entre alguns choros e muitos agradecimentos, conseguimos mudar tudo.
Tina se mudou. Foi bem tranquilo. Rapidamente caímos em uma rotina, com Tina fazendo sua parte ou mais das tarefas da casa.
Eu adorava ter Tina lá. Ela e eu conversávamos. Ela estava bem deprimida. Ainda precisava reclamar do ex, não tanto, mas ainda um pouco. Ela o pegara na cama deles com outra mulher.
— Não é como se ele fosse mal amado. Puxa, eu transava com ele sempre que ele quisesse — ela me contara. — Puxa, se ele quisesse outra mulher, eu teria feito um ménage.
Na maioria das vezes era só coisa normal. Ela se adaptou à nossa rotina doméstica bem facilmente.
À noite, a gente ficava no sofá modular assistindo TV. Não pensei muito nisso na época. Eu usava minha camiseta e calcinha normais. Tina começou usando shorts de ginástica de dormir e uma camiseta. Eu sabia que ela dormia nua, assim como eu.
Geralmente, no sofá, eu me aconchegava com Dave e assistíamos TV, mas às vezes, quando ela e eu conversávamos, ela chorava. Quando isso acontecia, eu a abraçava e a gente se aninhava no sofá e eu a confortava.
Ela e Dave começaram a reforma/atualização da nossa casa. Trabalhavam bem juntos e tinham um ótimo relacionamento.
Um dia, aconteceu de eu trabalhar até tarde. Quando cheguei em casa, Tina estava dormindo com a cabeça no ombro de Dave. Ele colocou os dedos nos lábios e me silenciou. Não fiquei preocupada. Eu confiava absolutamente nos dois. Estava mais preocupada com a Tina. Era óbvio que ela estivera chorando.
A vida continuou. Incluímos Tina em quase todas as nossas atividades. Muitas vezes saíamos para jantar, cinema ou dançar e sempre incluíamos Tina. Com o tempo, notei pessoas nos olhando. Percebi que as pessoas deviam se perguntar sobre o cara gato com duas loiras bonitas nos braços.
Quando íamos dançar, homens se aproximavam sem saber qual era solteira e tentavam uma dança. Tina nos dizia que ainda não estava pronta para homens. Ela se agarrava a Dave e dizia: “Estou com ele.” Então eles se viravam para mim e eu fazia o mesmo. Eles se afastavam balançando a cabeça ou faziam uma piada e apertavam a mão de Dave. Para nós, ríamos e nos divertíamos.
Uma coisa que fazíamos era que, quanto mais homens se aproximavam, mais a gente dançava de forma provocante com Dave. Era divertido ver os homens nos olhando enquanto rebolávamos. Nós nos esfregávamos no Dave e uma na outra. Tenho certeza de que, naquelas noites, éramos a fantasia de muitos homens.
Muitas vezes, nessas noites, quando eu me esfregava no Dave, sentia o pau dele ficar duro. Tinha certeza de que, se eu sentia, Tina também sentia. De certa forma, era estranho. Percebi que eu tinha orgulho do pau dele. Me perguntei se ela percebia como era bom pelo volume. Somos próximas, eu já tinha contado a ela no passado como ele era um ótimo amante. Até contei que ele tinha um pau ótimo. Me perguntei o que ela conseguia sentir.
Quando chegávamos em casa depois dessas noites, Dave me levava direto para o quarto e me fodia com força. Eu o provocava.
— O quê? Dançar com duas loiras gostosas te deixa com tesão?
— Qual de nós te deixou todo excitado?
— Esse pau duro é por minha causa ou da minha irmãzinha gostosa?
— Você está pensando em me foder ou na minha irmã caçula?
Uma noite, depois do jantar e da dança, eu estava de quatro. Dave estava me fodendo furiosamente por trás. Minha cabeça estava baixa no colchão. Enquanto ele me macetava, eu o provoquei.
— Isso aí, amor, me fode. Quem você está fodendo? Por trás assim, provavelmente pareço com a Tina. Você está pensando em mim ou na bundinha sexy da minha irmã no ar?
— Deus, amor, eu te amo — ele respondeu.
— Isso aí — respirei. — Me fode. Sabe o que a putinha uma vez me contou?
Ele grunhiu algo.
— Ela uma vez me disse que teria feito um ménage com outra mulher se o Jim (o ex dela) tivesse pedido — contei.
Ele começou a me foder mais rápido. Gozei com um gemido.
— Ai, meu Deus, amor. Você gosta disso? Gosta de pensar na minha irmã caçula fazendo um ménage com outra garota? — provoquei.
— Porra, isso é gostoso — ele admitiu.
— Ah, quem é a outra garota? — continuei. — Hmmmm, eu, talvez?
Ele gemeu.
— Meu amor tem fantasia com irmãs? Aposto que muitos homens têm — provoquei.
Ele estava me fodendo furiosamente. Tinha a mão enrolada no meu cabelo e puxava levemente enquanto macetava minha boceta. Gozei de novo.
— Seu pervertido — provoquei. — Imaginando me foder e a minha irmã. Você nos imagina juntas? Talvez ela e eu nos beijando? Mais? Você quer que a gente seja putinhas para você? Sou seu brinquedo sexual, sua esposa, você também a quer? Está pensando na bundinha safada dela no ar ao lado da minha? Está, amor?
— Deus, sim, amor. Isso é tão bom — gemi enquanto ele me fodia. Gozei de novo. — Se você prometer me foder assim, pode pensar na minha irmãzinha e em mim quando quiser. Sou sua, você pode me foder do jeito que quiser. — Gozei de novo.
Senti ele enrijecer. Sabia que ele estava prestes a gozar.
— Vamos, amor. Me enche. Goza na minha boceta. Você pode imaginar que é a boceta da Tina. Tudo bem. Imagine estar dentro da bocetinha apertada dela. Vamos, amor, goza para mim.
Pude sentir ele gozar. Jato após jato quente enchendo minha boceta. Gozei de novo.
Ele terminou de gozar e caímos na cama de frente um para o outro.
— Isso foi gostoso, amor — ele disse.
— É? Você quer foder minha irmãzinha? — provoquei.
— É um pensamento excitante — ele admitiu.
— Ela é bem gostosa — admiti.
Nós nos beijamos.
— Eu te adoro — ele disse
— Eu te amo — respondi. Adormecemos.
Tive uma experiência estranha naquela noite. Ouvi um barulho no corredor. Levantei, vesti uma camiseta e abri a porta. Lá no corredor estava Tina, completamente nua, parada na frente da porta do banheiro. Quer dizer, fazia sentido. Ela dorme nua, o banheiro é no corredor, para que se vestir se nós dois estamos dormindo no quarto, é o meio da noite, e temos nosso próprio banheiro.
Mesmo assim, foi estranho. Eu já a tinha visto nua antes, mas geralmente quando estávamos nos vestindo ou trocando de roupa, não simplesmente parada no corredor. Pior ainda, percebi que a camiseta que eu usava só chegava até a cintura e minha boceta e bunda estavam de fora. Some isso ao que Dave e eu tínhamos acabado de falar e me senti constrangida.
— Opa, desculpe — eu disse.
— Culpa minha — ela disse.
Nenhuma de nós se mexeu. Não sei se alguma de nós sabia o que fazer. Percebi que o corpo dela era fantástico.
— Bem — ela disse e abriu a porta do banheiro.
— Ah, certo — eu disse e me virei para entrar no quarto.
Voltei para a cama.
— Tudo bem? — perguntou Dave.
— Sim, só encontrei a Tina nua no corredor — respondi.
— O quê? — ele perguntou.
Contei a ele o que aconteceu.
— Droga, por que você não me acordou? Seu marido grande e forte deveria investigar barulhos no corredor — ele disse.
— Você teria adorado — respondi. — Ela tem um corpo incrível.
Ele me beijou e voltamos a dormir.
Na manhã seguinte, encontrei Tina na cozinha. Ela estava com seu shorts e camiseta de sempre. Eu estava de calcinha e camiseta.
— Vejo que você colocou calcinha — ela riu.
— Ah, claro, a senhorita fica desfilando pelada — respondi. — Olha quem fala.
— Bem, eu poderia desfilar só de camiseta, como você — ela brincou de volta.
— Aposto que o Dave ia adorar — retruquei.
Ela riu: — Imagina se ele tivesse visto a gente?
Pensei no assunto. — Ele teria adorado — falei.
— Você me mataria — respondeu ela.
— Não mataria. Confio totalmente em vocês dois. Além disso, ele merece uma emoção de vez em quando — disse.
Ela riu: — Vou ver o que posso fazer.
Nós duas rimos e nos abraçamos. Eu estava consciente dos peitos dela pressionando contra mim através da camiseta.
Nosso dia foi a rotina de sempre. Naquela noite, fomos nos despir para dormir. Eu vesti minha camiseta e calcinha padrão. Dave, shorts e camiseta. Quando a Tina desceu as escadas, nós dois olhamos. Em vez de shorts e camiseta, ela estava de regata e um shortinho de renda. Ela estava uma graça. Nós dois ficamos encarando.
Ela olhou para nós e disse: — Vou me trocar.
Eu finalmente respondi: — Não seja boba. Você está ótima.
Ela veio e se juntou a nós no sofá. Eu não parava de olhar para ela; ela estava tão linda. Como aquele idiota pôde traí-la? Observei Dave. Ele estava fazendo aquela coisa de tentar não olhar, mas não conseguir evitar.
Outro pensamento idiota: as calcinhas dela eram mais bonitas que meus biquínis de algodão.
Quando fomos para a cama, meu marido puxou minha boceta para o rosto dele e começou a me lamber. Era tão bom.
— Isso não tem nada a ver com as calcinhas da minha irmã, tem? — provoquei. Naquele momento, eu não me importava; só me importava com a língua dele contra meu clitóris. Eu gozei.
Ele subiu pelo meu corpo e posicionou a cabeça do pau na entrada da minha boceta. Ele empurrou para frente. Ele me penetrou até o fundo. Era tão gostoso.
— Mmmmm — gemi.
Então eu comecei. Não sei por quê, mas eu gostava de mencionar minha irmã quando estávamos na cama.
— Ela usou calcinhas lindas. Talvez eu precise melhorar o meu jogo — falei. — Ou você preferiria vê-las no chão. Ela tem uma bundinha e uma boceta lindas. Sinto muito por eu ter visto e você não.
Meu marido gemeu e começou a me bombar com mais força. Dessa vez, ele respondeu: — Sim, eu adoraria ver as dela, e suas calcinhas no chão.
— Uma ao lado da outra? — provoquei.
— Deus, sim — ele retrucou.
— Hmmmmm, você gostaria de tirar as calcinhas da gente ou que a gente tirasse uma da outra?
— Sim — ele respondeu. Nós dois rimos.
Ele levantou minhas pernas esticadas, tirando minha bunda da cama. Nessa posição, ele conseguia meter mais fundo e eu recebia o pau dele inteiro na minha boceta.
— Ummmphh… — grunhi quando ele meteu em mim.
— Isso, amor, me fode — falei, enquanto o pau dele me bombeava. Eu estava me sentindo a putinha dele. Adorava essa sensação. — Fode sua putinha. Fode minha boceta. Eu te dou tudo que você quiser.
Eu falava sério. Amava tanto ele, e ele me tratava tão bem que eu faria qualquer coisa, sim, qualquer coisa, por ele. Eu conhecia o amor dele por mim e sabia que, se ele me pedisse para fazer algo, nosso amor e eu estaríamos seguros.
Enrolei as pernas ao redor dele e o puxei para dentro de mim.
— Bem, podemos falar dela depois — sussurrei. — Agora eu quero você todo em cima e dentro de mim. — Empurrei meus quadris contra ele e fodi de volta enquanto ele me comia.
— Umppphh, ummmph. Ummphhh — grunhi. — Sim, sim, sim, Deus, sim — gritei enquanto gozava.
Deixei ele me foder até mais um orgasmo, e aí eu estava ficando cansada. Eu o puxei para mim. — Goza em mim, amor — sussurrei. — Quero dormir sabendo que parte de você está dentro de mim. — Eu o beijei. Agarrei a bunda dele e o puxei para dentro de mim.
— Goza para mim, amor. Me dá tudo — falei.
Senti ele enrijecer. Senti o esperma quente inundar minha boceta, pulsando várias vezes. Eu gozei de novo. Adormecemos nos braços um do outro.
Na manhã seguinte, topei com Tina na cozinha. — Noite boa ontem? — ela perguntou.
Olhei para ela.
— Aquele ‘Sim, Deus, sim’ foi bem alto. Normalmente, só ouço sons abafados, mas isso foi alto e claro.
Eu corei. — Sinto muito — falei. Então, acrescentei com um sorrisinho cúmplice: — Mas foi ótimo.
Ela riu. — Fico feliz que uma de nós esteja se dando bem — retrucou.
— Sinto muito — falei. — Deve ser difícil para você, nos ver e ficar sozinha — solidarizei-me.
— Na verdade, não, é até legal. Me lembra que ainda existe amor verdadeiro no mundo e é bom fazer parte disso. Mesmo como observadora próxima — disse ela.
— Você é muito mais do que isso — falei e a abracei.
Naquela noite, enquanto me trocava para a noite, pensei na Tina de camiseta e shortinho. Olhei para as calcinhas de algodão que eu usava à noite. Eram bonitinhas, mas eu tinha um monte de coisas mais bonitas que sempre trocava ou guardava para saídas à noite. Me perguntei por quê. Dave me amava de calcinhas sexy; por que eu não as usava com mais frequência?
Peguei uma calcinha fio-dental de renda branca e a vesti. Me olhei no espelho. Esqueci como eu ficava gostosa com elas. Vesti uma camiseta curta que deixava meu umbigo à mostra. Deixa ele olhar para ela agora, ri para mim mesma.
Quando desci as escadas, Tina e Dave estavam no sofá modular. Bastante espaço para mim ao lado de Dave. Tina estava de camiseta e shortinho de novo. Os dois me olharam.
— Uau, mana — disse Tina. — Você está um arraso. Alguém vai transar hoje.
— Bem — ri. — Com você aí sentada toda sexy, achei que precisava melhorar meu jogo para manter a atenção do Dave.
Nós todos rimos.
O que não percebemos na época foi que esse foi o início da ‘guerra das calcinhas’, como Dave, rindo, gosta de chamar agora.
Sempre disse que minha irmã e eu éramos amorosas. Nunca disse que não éramos competitivas. Se uma de nós se machucasse, nunca competiríamos, mas se fosse só diversão… o jogo começava.
Na noite seguinte, usei uma camiseta diferente e calcinha fio-dental. A camiseta ia até mais ou menos o umbigo.
Ela estava com uma camiseta acima do umbigo e um shortinho mais cavado do que na noite anterior, que mostrava bastante a bunda.
Só piorava, ou melhorava, dependendo do ponto de vista.
Todo dia a gente aparecia de calcinha e camiseta. Tudo estava coberto. Eu tinha biquínis que cobriam menos. Um dia, ela ou eu aparecia de shortinho, fio-dental ou calcinha sexy. Às vezes, eram bem cavadas. Às vezes, mostravam bastante a bunda. Uma vez, usei uma calcinha de seda bem cavada, estilo fio-dental, que amarrava nos lados.
As camisetas também mudavam. Umbiguinhos estavam sempre à mostra. Às vezes, tão curtas quanto a caixa torácica. Às vezes, decotadas e mostrando muito colo.
Cada uma tentava superar a outra.
Tenho que admitir, a guerra das calcinhas me deixava excitada. Eu transava com Dave toda noite e, quando digo transar, quero dizer que eu transava mesmo. Praticamente o atacava toda noite. Queria ser comida com força e de jeito sujo. Queria chupar o pau dele. Queria dar de costas. Queria cavalgar o pau dele. Até dei o cu. Queria gozo por todo o corpo. A guerra das calcinhas me deixava super excitada. Se eu já tinha agido como uma puta na cama antes, me superei durante a guerra das calcinhas.
Às vezes, bem, frequentemente, eu mencionava a Tina enquanto transava. Especialmente quando ele me comia por trás. Gostava do fato de que minha bunda provavelmente parecia igual à da Tina. Gostava de provocar Dave com isso.
Muitas vezes, eu ficava de joelhos, com o peito e a cabeça no colchão. Adorava essa posição. Dave podia me penetrar fundo e eu sentia cada centímetro do pau dele. Mas, o aspecto de ele não ver meu rosto, eu podia ser quem eu quisesse ou quem ele quisesse, era um tesão enorme.
Uma experiência foi super excitante. Comecei a provocá-lo. Fiquei de quatro. Eu estava tão molhada nessas noites que não precisava de preliminares.
— Vem aqui e me fode — implorei. — Me dá esse pau. Me fode como sua puta. Enche minha boceta com essa carne grande e dura.
— Ah, você acha que só porque fica andando por aí de lingerie já é putaria suficiente para ser comida como uma puta? — ele respondeu enquanto subia na cama atrás de mim e se posicionava.
— Por favor — implorei. — Preciso ser fodida.
Ele colocou a cabeça do pau contra meus lábios molhados da boceta. — O que você quer? — provocou.
Eu pressionei para trás tentando enfiar o pau dele em mim. Ele continuou recuando, só pressionando a ponta do pau na entrada da minha boceta.
— Quero ser fodida — gritei. Pensando nisso agora, percebo que não tinha como a Tina não ter ouvido.
— Me fode, seu filho da puta. Fode a boceta da sua esposa putinha. — Aqui — coloquei a cabeça na cama, empinando mais a bunda. — Se você não quer me foder, finge que é a boceta da Tina. Desse ângulo, tenho certeza de que somos parecidas.
Ele segurou o pau e começou a esfregar para cima e para baixo na minha fenda molhada, do clitóris ao cu. Eu estava tão molhada que ele espalhava meus fluidos pelo clitóris e cu.
— Por favor, por favor — implorei. — Enfia em mim. Enfia na minha boceta, fode meu cu. Não me importo, só me fode.
— Você acha que a Tina já deu o cu? Talvez você pudesse ser o primeiro a tirar a virgindade traseira dela. — falei, tentando de novo empurrar para trás no pau dele.
Com um grunhido, ele enfiou o pau com força na minha boceta. Eu gozei. Ele começou a bombar o pau em mim, me jogando contra a cama a cada estocada. Eu estava encharcada, dava para ouvir o som dos meus fluidos toda vez que ele recuava.
Ele empurrou meus ombros na cama e começou a me martelar.
— Isso, amor, fode sua puta, arromba essa boceta. Em qual boceta você está pensando, na minha ou na da Tina? Você gostaria de ter a boceta doce da Tina aqui aberta na sua frente? Você poderia ver seu pau abrindo os lábios dela enquanto empurrava para dentro.
Ele começou a me foder com mais força. Eu gozei de novo.
— Unnngh, unnngh, unnghh — grunhi a cada estocada.
— Isso, amor, pega essa boceta, pega essa buceta, fode, fode com força — arfei.
— Goza em mim, amor, goza em cima da minha bunda, pinta ela com seu esperma. Quero sentir ele quente e grudento na minha pele, escorrendo pela bunda e coxas. Goza para mim.
Senti ele começar a ficar tenso. No último momento, ele tirou. Jato após jato caiu na minha bunda, costas e coxas. Era quente. Parecia que grudava na pele. Eu adorei.
Fiquei com sede e perguntei ao Dave se ele queria água. Ele disse que sim. Vesti uma camiseta que mal cobria a bunda e fui para a cozinha. Sentia o esperma secando na pele. Comecei a ficar excitada de novo.
Quando cheguei à sala, Tina estava lá assistindo TV.
— Não conseguia dormir — disse ela.
— Sinto muito — respondi. — Só vou na cozinha pegar água.
Ela me observou enquanto eu ia para a cozinha.
— É o que eu estou pensando? — perguntou.
Eu me fiz de desentendida. Tinha esquecido que estava pingando com esperma secando.
— Ummm — gaguejei, sem saber o que dizer.
— É sim — ela riu. — Sortuda. Não me lembro da última vez que um homem gozou em mim.
Ali estava uma informação. Quem diria que minha irmãzinha gostava quando os caras gozavam nela. Talvez ela fosse mais parecida comigo do que eu imaginava.
— Eu amo a sensação — falei. — Às vezes, quando ele goza no meu rosto, fantasio que saímos e todos veem o esperma secando na minha cara.
— Mmmmmm — respondeu ela. — Isso parece divertido.
— Puta — provoquei.
— Quem dera — retrucou. — Agora estou mais para freira.
Eu ri.
A guerra das calcinhas durou pelo menos um mês. Então, um dia, nós duas aparecemos usando shortinhos rosa combinando e regatas rosa.
— Jinx — dissemos as duas ao mesmo tempo e rimos.
A competição acabou, mas calcinhas e camisetas se tornaram roupa aceitável pela casa na frente de Dave.
A vida continuou. O plano era ela ficar por 18 meses e juntar para uma entrada. Nós nos estabelecemos em uma rotina. Dave e eu transávamos muito e com furor. Nas manhãs depois de eu ser comida, Tina frequentemente me perguntava se eu tinha tido uma noite divertida. Não sei o quanto ela ouvia. Não importava, Dave transava bem pra caramba e eu tinha orgulho da nossa vida sexual. Já tinha contado a ela antes de ela se mudar. Agora não era diferente. Às vezes, eu descrevia em detalhes como tinha sido comida na noite anterior. Era só diversão.
Dave e eu decidimos sair de férias. Íamos dirigir até a costa, passeando pelo caminho. Seria uma viagem de 3 dias e 2 noites. Alugamos um Airbnb na costa. Íamos ficar em motéis no caminho.
— E a Tina? — perguntei a Dave.
— Ela quer ir? — ele perguntou.
— Se não tiver problema para você, vou perguntar a ela — respondi. — Você tem certeza de que ela não vai atrapalhar?
— Não, eu amo a Tina. Ela não é um fardo. Se você quiser que ela venha, por mim tudo bem — disse ele.
Quando perguntei à Tina, ela disse que não queria se impor. Eu disse que não era imposição e que Dave estava de acordo. Aí ela disse que realmente não podia pagar. Falei que precisava falar com Dave.
Dave foi aberto. Disse que poderíamos dividir quartos de motel com duas camas de casal na ida. Alugamos uma cabana de dois quartos na praia e podíamos ver os arranjos de dormir.
Voltei e contei à Tina. Ela ficou tão animada. Ela pulou e me abraçou. Naquele momento, Dave entrou no quarto. Ele parou, olhou e meio que não soube para onde ir. Percebi que ele tinha acabado de entrar e visto duas mulheres gostosas se abraçando de lingerie e não sabia bem como processar.
Quando Tina o viu, ela jogou os braços ao redor dele.
— Muito obrigada — disse ela. — Vocês têm sido tão bons para mim. — Então, ela riu. — Prometo me fazer escassa em alguns momentos para que vocês possam ter sexo de férias.
Nós todos rimos, mas no fundo da minha mente eu me perguntava como conseguiríamos isso.
Quando o dia de partir chegou, todos fizemos as malas e carregamos o carro. Eu estava de férias. Dave também. Usei um vestidinho de verão lindo que ele gostava. Na verdade, só levei vestidos de verão, biquíni e algumas das minhas lingeries mais bonitas. Eu sabia que Dave gostava de vestidos de verão. Se ele gostava de me ver neles, eu ia usá-los.
Tina desceu também usando um vestido de verão curto. Nós praticamente parecíamos gêmeas. Notei que, quando ela ficou na frente da porta aberta, dava para ver praticamente através do vestido. Ela estava um tesão. Então, percebi que, se eu ficasse ali, provavelmente daria para ver através do meu também. Gostei da ideia. Sabia que Dave não se importava. Ele gostava quando as pessoas me olhavam. Gostava de saber que eu estava meio que em exibição.
Entramos no carro e partimos. Entre conversar, cantar no rádio, dormir e internet, a viagem foi tranquila. Chegamos ao motel por volta das 18h. Fizemos check-in rapidamente. O motel era padrão, com duas camas de casal. Largamos as malas e fomos jantar.
O jantar foi em um restaurante de rede com um menu decente. Foi tranquilo, exceto pelos quatro adolescentes em uma mesa próxima secando a Tina e eu. Eles tentavam ser discretos, mas não estava funcionando.
— Olha como aquele vestido é curto. Caramba, ela tem pernas ótimas.
— É, os peitos também não são nada mal.
— Eu adoraria afogar o rosto naqueles peitos.
— Vocês acham que aquele cara come as duas?
Às vezes, quando flagrava os olhares, Tina sorria para eles. Uma vez, quando fizeram um comentário bem grosseiro, ela acenou. Da minha parte, deixei meu vestido subir enquanto eu sentava. Do ângulo certo, eu tinha certeza de que alguém podia ver minha calcinha. Nós todos rimos do comportamento deles e brincamos sobre isso.
Eu precisava ir ao banheiro. Girei para sair do assento com as pernas bem abertas, mostrando tudo para a mesa deles. No início, houve um silêncio total.
Depois, a conversa começou.
— Você viu aquilo?
— Cara, ela mostrou tudo pra gente.
E assim por diante.
Terminamos nossa refeição e voltamos para o motel. Era por volta das 20h30 e decidimos ir para a cama para começar cedo.
Tina foi trocar de roupa no banheiro. Percebi que não tinha levado nada para dormir. Normalmente, quando viajamos, durmo pelada. Pedi uma camiseta ao Dave. Vesti-a. Mal cobria minha bunda, mas tudo bem. Eu ia ficar debaixo das cobertas. Jim estava com seu short e camiseta de sempre. Tina saiu do banheiro com uma camiseta e calcinha de shortinho.
Um pouco de conversa fiada, checamos mensagens e e-mails, e era hora de dormir. Subimos na cama e minha camiseta subiu. Esfreguei minha bunda nua contra o Dave. Ele me abraçou de conchinha, beijou meu pescoço, e adormecemos.
Acordei em algum momento no meio da noite. Senti algo duro me cutucando. Uma olhada rápida me disse que Dave estava dormindo, mas estava com uma ereção enorme. Comecei a sentir um formigamento entre as pernas. Olhei para Tina na outra cama. Ela estava dormindo profundamente. Me sentindo safada, estiquei a mão atrás de mim e comecei a esfregar o pau do Dave por cima do short. Ele estava duro como pedra.
Por fim, ele abriu os olhos. Levou um minuto para se orientar, mas assim que o fez, deslizou a mão por baixo da minha camiseta e começou a puxar meus mamilos e a brincar com meus peitos.
Empurrei o short dele para baixo e libertei o pau. A sensação contra minha bunda era boa. Soltei o pau dele e deslizei a mão para minha buceta. Enfiei um dedo dentro de mim. Estava molhada. Tirei o dedo e o segurei atrás do ombro para que ele pudesse chupar. Ele chupou.
Agora era a vez dele. Ele moveu as mãos dos meus peitos para minha buceta e começou a brincar com meu clitóris. Dei uma inspirada forte e olhei para Tina para ter certeza de que ainda estava dormindo. Ela estava de lado, virada para nós, mas de olhos fechados.
Enquanto esfregava minha bunda no pau dele, Dave me dedou até eu gozar. Tentei abafar um gemido, mas soltei um baixinho.
David sussurrou: "Shhhh."
Olhei para Tina. Ela ainda parecia estar dormindo. Inclinei-me um pouco para frente e joguei uma perna sobre o Dave. Nessa posição, estiquei a mão para trás e guiei o pau dele para minha buceta. Ele precisou ajudar, mas em instantes estava profundamente dentro de mim. Depois de algumas estocadas, comecei a gozar de novo. Gemi. David me calou. Olhei para Tina e meu coração deu um salto. Seus olhos estavam abertos. Com um sorriso brincalhão, ela levou os dedos aos lábios e me calou silenciosamente. Gemi e gozei de novo.
Tina não conseguia ver nada. Provavelmente só via o movimento de estocada do Dave debaixo das cobertas, mas só isso. Dave continuou a me foder sem saber que Tina estava olhando. Da minha parte, mordi o lábio e nós, Tina e eu, nos olhamos nos olhos. Vi a mão da Tina deslizar para debaixo das cobertas. Ela fechou os olhos. Eu sabia que ela estava brincando com a própria buceta. Ela abriu os olhos, levou os dedos à boca e depois de volta para baixo das cobertas. Eu gozei de novo. Percebi que eu também gosto de lamber os dedos quando me masturbo.
Gozei mais uma vez, rebolando os quadris enquanto Dave me fodia. Gemi de novo. Não tão baixinho. Tina soltou um gritinho. Percebi que ela gozou. Ouvindo aquilo, David parou de se mover. Ele olhou por cima do meu ombro. Tina havia fechado os olhos e fingia dormir.
Dave continuou a me foder. Tina abriu os olhos de novo e me deu um sorriso malicioso. Eu gozei de novo. A ideia de que estávamos sendo praticamente observadas me excitou tanto.
Senti Dave começar a tensionar. Empurrei para trás. Jorrada após jorrada de porra quente encheu minha buceta. Quando ele puxou para fora, um pouco de porra escorreu pela minha coxa. Deixei lá, empurrei minha bunda de volta contra o Dave e adormeci de novo.
Acordamos cedo para ir embora. Dave pulou no chuveiro primeiro.
"O que é isso na sua coxa?" Tina perguntou brincando. Ela sabia o que era.
"Porra," eu disse e mostrei a língua para ela. "Porra do Dave."
"Parece deliciosa," ela disse.
Abaixei a mão e peguei um pouco da porra seca nos dedos. Levei-os à boca e lambi.
"É mesmo," eu disse.
Dave saiu do chuveiro e Tina entrou. Dave olhou para mim.
"Você tem porra na perna," ele disse.
"Eu sei," respondi. "Tina me contou."
"TTTTina," ele gaguejou.
"É, enquanto você estava no chuveiro."
"O que ela disse?" ele perguntou.
"Que eu sou uma garota de sorte," eu disse e o beijei.
Dave se vestiu. Tina saiu do banheiro completamente vestida. Ela usava uma saia curta plissada rosa e uma regata branca. Era óbvio que ela não estava de sutiã.
Fui para o banheiro, tirando a camiseta enquanto caminhava. A ideia de os dois me verem pelada ao mesmo tempo me agradava. Tomei banho, me sequei e saí do banheiro pelada. Peguei um vestido camisa verde que abotoava na frente e vesti. Deixei a maioria dos botões desabotoados. Se alguém estivesse na minha frente e eu me inclinasse, veria meus mamilos. Se o vestido subisse, eu mostraria tudo para alguém. Comecei a arrumar as malas.
"Hmm, isso é tudo que você vai vestir?" perguntou Dave.
"O que mais eu preciso?" provoquei.
Ele realmente não tinha resposta. Olhei para Tina. Ela articulou "vadia" e sorriu.
Todos pulamos no carro e começamos a dirigir. Por fim, Dave colocou a mão na minha coxa. Frequentemente dirigíamos assim. Só nos tocando. Desta vez, empurrei meu vestido para o lado para que a mão dele ficasse na minha coxa nua. Dave rapidamente olhou para Tina e depois sorriu para mim. Me ajeitei no banco e desabotoei mais um botão. Minha buceta estava exposta. Dave não perdeu tempo e rapidamente começou a brincar com minha buceta.
"O que deu em você?" ele perguntou baixinho.
Dei de ombros: "Por quê? Reclamando?" respondi.
Ele deu um grande sorriso e balançou a cabeça. Ele me dedou até eu gozar.
Quase no mesmo instante, uma carreta passou. O motorista deve ter visto o que estava acontecendo. Ele buzinou e manteve o ritmo conosco por um momento.
A buzina fez Tina levantar os olhos. "O que vocês dois estão fazendo aí na frente?" ela perguntou.
Ela rapidamente olhou ao redor do banco. Não fomos rápidos o suficiente. Ela flagrou a mão do Dave saindo da minha buceta e eu com as pernas abertas e a buceta exposta.
"Seus pervertidos!" ela exclamou em tom de provocação. Depois, para mim: "O que a mamãe diria se soubesse que você está mostrando a buceta para caminhoneiros?"
Eu ri. "Quem sabe, talvez ela também fizesse isso."
"Bem, duas podem jogar esse jogo," ela disse e arrancou a blusa, expondo seus peitos perfeitos. Na próxima carreta que passou, ela apertou os peitos contra a janela. O caminhoneiro buzinou.
Continuamos a nos exibir para os caminhoneiros. As carretas deviam estar se comunicando por rádio sobre nós, pois rapidamente nos alcançavam e depois diminuíam a velocidade para acompanhar o ritmo. Nós mandávamos beijos e mostrávamos nossos peitos, bundas e bucetas. Dave me dedou até outro orgasmo enquanto as carretas passavam.
"Sim," eu disse, empurrando minha buceta contra os dedos dele e me segurando no encosto do banco. "Isso, porra."
Tina sabia o que tinha acontecido. "Você está dedando essa vadiazinha aí na frente?" ela provocou rindo. "O que sua pobre irmãzinha iria pensar?" continuou.
"Ela gostaria de estar no meu lugar," eu disse, entre um grito e um suspiro, enquanto outro orgasmo me invadia.
"Com certeza," ela disse e se deitou no banco, puxando a saia até a cintura. Ela tirou a calcinha e jogou para o banco da frente.
A certa altura, Tina estava deitada no banco de trás, sem blusa, com a saia na cintura e brincando com a buceta. Uma carreta passou e segurou uma placa grande que dizia "Obrigado".
Tina soltou um "isso, porra". Eu percebi que ela tinha gozado pelo sorrizinho sujo que me deu.
Finalmente chegamos ao motel, rindo e tentando nos recompor. Dave pegou o quarto, trouxemos o que precisávamos e saímos para jantar. Nada excepcional. Nenhum de nós estava cansado e decidimos ver um filme. Trocamos de roupa para dormir, eu com minha camiseta, Dave com seu short e camiseta, e Tina com uma camiseta e calcinha. Colocamos um filme.
Eu não estava de calcinha. E quando me deitei de bruços para ver TV, minha camiseta subiu, expondo minha bunda. A mão de Dave encontrou o caminho até minha bunda e começou a massageá-la. Tina estava sentada contra a cabeceira e podia ver tudo. Abri um pouco as pernas enquanto ele massageava a fenda da minha bunda. Eu queria foder com ele ali mesmo. O dia todo tinha me deixado com tesão, e três orgasmos com os dedos dele só me deixaram querendo mais o pau dele.
Por fim, o filme acabou. Apagamos as luzes e tentamos dormir. Dave apagou em minutos.
"Ei, mana," Tina disse.
"Sim?" respondi.
"Eu te amo," ela respondeu.
"Também te amo," eu disse, e era verdade. Todo esse tempo morando juntas nos deixou mais próximas do que nunca.
Fiquei deitada de olhos abertos, com um tesão danado. Meus dedos acariciavam lentamente meu clitóris. Meus dedos não seriam suficientes esta noite. Eu precisava de pau. Olhei para Tina. Ela parecia dormindo.
Dave estava deitado de costas, dormindo. Rolei em direção a ele. De costas para Tina. Deslizei a mão pelo short dele e comecei a masturbar seu pau. Senti que começou a endurecer. Vi seus olhos se abrirem. Ele levou um segundo para se orientar.
Então ele articulou: "O que você está fazendo?"
Coloquei a boca bem perto do ouvido dele e sussurrei: "Vou te foder."
Ele levantou a cabeça e olhou por cima de mim para Tina. Ela parecia estar dormindo.
"Fique quieto," sussurrei enquanto jogava uma perna sobre ele e montava em seu corpo.
Abaixei a mão e apontei o pau dele para minha buceta. Lentamente, fui descendo sobre ele. Deus, era o que eu precisava. Quando ele estava todo dentro, usei meus joelhos e quadris para foder com ele. Era tão bom.
Olhei para Tina. Ela ainda parecia estar dormindo. Deitei sobre o peito de Dave enquanto fodíamos devagar. Soltei um suave "mmmmmmm".
Olhei de novo para Tina. Seus olhos estavam abertos e ela sorria para mim. Senti um arrepio de calor percorrer meu corpo. "Ai, Deus," eu disse.
"Shhhh, você vai acordar a Tina," Dave disse.
Decidi ir em frente. "Ela já está acordada," eu disse a ele.
Os olhos de Dave se voltaram para Tina. Ela deu um sorriso simpático e acenou. Dave parou de se mover. Eu comecei a me mover de novo, bombeando para cima e para baixo no pau dele. Deixei as cobertas caírem de mim. Usando os braços para me apoiar, levantei a parte superior do corpo. Meus peitos estavam completamente expostos. Usei joelhos e quadris para foder com Dave.
Nem fingi ser quieta. "Isso, amor, me fode. Me fode enquanto minha irmã está olhando. Eu sempre disse a ela como você é bom de foda."
Rebolei os quadris contra o pau dele. Era tão bom. "Mmmmmm, amor, é tão bom."
Acho que Dave não esqueceu que Tina estava no quarto, mas ele certamente ficou confortável bem rápido. Ele agarrou meus quadris e enfiou o pau para cima em mim.
"Isso, amor, me fode. Ai, Deus, sim, estou gozando."
Com isso, gemi e tremi enquanto o orgasmo me invadia. Tinha certeza de que, debaixo das cobertas, Tina estava se tocando. Queria que ela visse mais. Sentei ereta e deixei as cobertas caírem completamente de mim. Inclinei a cabeça para trás e joguei os peitos para fora. Cavalguei o pau do Dave.
"Deus, sim, isso é tão bom, ai, Deus, me fode, fode minha buceta, fode minha boceta," eu soltei. Então, com um orgasmo gigante, inclinei a cabeça para frente: "Deus, sim, sim, sim," gritei enquanto gozava.
Quando olhei para Tina, ela havia chutado as cobertas para longe. A blusa estava sobre os peitos e ela brincava com eles com uma mão. A outra mão estava dentro da calcinha, brincando com a buceta.
"Olhe para a Tina," eu disse a Dave.
Ele virou para olhá-la. Ela deu um sorriso tímido e disse: "Não parem."
Ver Tina se tocando deixou Dave em modo super foda. Ele me virou de costas e empurrou minhas pernas retas contra os ombros dele. Eu só podia imaginar a vista da Tina do pau dele. Ele o posicionou na minha buceta. Usando minhas pernas para inclinar minha buceta para cima, ele começou a me foder. Ele também ficou verbal.
"É isso que você quer? Quer ser fodida com força na frente da sua irmã? Quer que ela veja o quão vadia você pode ser? Fodendo na frente da sua irmã. Mostrando a buceta para aqueles caminhoneiros. E olhe para sua irmãzinha. Eu a vi se masturbando para aqueles caminhoneiros. Aposto que se eu tivesse parado, ela teria deixado um deles foder com ela."
Ouvi Tina gemer.
"É isso que você quer?" ele continuou. "Quer que eu mostre à Tina todas as maneiras que você gosta de foder. Quer contar a ela que às vezes finge que é ela quando fodemos?"
Tina gemeu de novo.
"Mostre à Tina a posição que você gosta de foder quando finge ser ela," ele ordenou.
Rapidamente, fiquei de quatro, cabeça baixa no colchão. Bunda para cima. Dave ficou atrás de mim e começou a meter o pau para dentro e para fora de mim.
"Conte à Tina o que você diz quando eu te fodo assim," ele continuou.
Olhei para Tina.
Eu grunhia a cada estocada. Entre as estocadas, contei a Tina o que eu dizia.
"Eu perguntava se ele achava que nós nos parecíamos nessa posição. Se ele podia imaginar que estava fodendo você."
"Me mostre," disse Tina.
Então eu mostrei, exatamente como fazia em casa. "Vamos, amor, minha irmãzinha está te excitando? Você gostaria de foder a bocetinha doce dela? Acha que ela se parece comigo nessa posição? Acha que conseguiria notar a diferença entre nós?"
Dave continuou me macetando por trás.
Tina disse: "Ai, meu Deus, isso é tão excitante. Será que nossas bucetas são mesmo iguais?"
Dave continuou me fodendo por trás. Na cama dela, Tina ficou de quatro. Ela tinha se livrado completamente da calcinha. Com a bunda virada para David e eu. Ela abriu um pouco as pernas e abaixou o peito e os ombros no colchão. Enquanto assistíamos, ela abaixou a mão entre as pernas e começou a brincar com a buceta. Era excitante demais.
Vendo Tina com o pau do Dave me bombeando por trás, não consegui me controlar.
"Ah, porra, Tina, isso é tão excitante, Deus, você tem uma buceta sexy. Espero que a minha seja tão bonita quanto. Ah, porra, sim, estou gozando."
Gozei forte. Eu esguicho. Molhei o pau do Dave e deixei líquidos escorrendo pela minha perna, encharcando a cama.
Enquanto eu gozava, Tina soltou um "Ai, meu Deus" e também gozou. Ela desabou de barriga para baixo e se virou para nos observar.
Eu tinha gozado tanto que queria que Dave gozasse também, mas queria que Tina visse. Queria que Dave gozasse em cima de mim.
Eu sabia como fazê-lo gozar.
"Vamos, amor, me fode. Fode minha boceta. É sua. Por favor, goza na minha bunda. Por favor, esguicha sua porra quente em mim. Quero sentir você quente e pegajoso na minha pele. Vamos, amor, fode sua boceta, fode sua buceta. Dê tudo para mim."
Observei Tina. Ela estava de lado de novo, ainda brincando com a buceta.
Eu percebi que ela estava perto de novo.
Incentivei Dave de novo: "Vamos, amor, mostre à minha irmãzinha o quanto você goza. Talvez da próxima vez você possa gozar em cima da bundinha vadia dela. Vamos, amor, mostre a ela o que você tem."
Foi o suficiente. Ele puxou para fora, e jorrada após jorrada de porra quente esguichou do pau dele, caindo nas minhas costas, pernas e coxas. Eu gozei com um alto "Isso, porra" enquanto a porra quente atingia meu corpo.
Ao mesmo tempo, ouvi Tina dizer: "Ai, meu Deus, sim," seu corpo estremeceu e eu percebi que ela tinha gozado de novo.
Descansamos todos por um momento para recuperar o fôlego. Curvei a cabeça para lamber o pau do Dave. Estava coberto dos meus líquidos e dos dele. Lambi até limpá-lo.
Enquanto eu fazia isso, Tina disse: "Isso parece tão gostoso."
"É mesmo," eu disse.
Percebi que Dave tinha adormecido. Levantei para lavar um pouco da porra de mim. Tina me seguiu até o banheiro.
"Deus, isso foi quente," ela disse. "Espero um dia encontrar um homem como o Dave. Ele é tão bom para você, e tão bom para mim. Nem uma vez me senti uma estranha na sua casa. Ele sempre me faz sentir que pertenço ali."
"Aliás, essa porra escorrendo do seu corpo parece deliciosa," ela disse.
Eu tinha pegado um paninho e estava me limpando. Coloquei um pouco de porra no dedo e chupei. "É delicioso," eu disse.
Ela estava olhando para mim. Peguei mais um pouco com o dedo e levei aos lábios dela. Ela lambeu meu dedo até limpá-lo.
"Mmmmmm", ela murmurou.
Ela me ajudou a terminar de lavar o sêmen do meu corpo. Depois me abraçou.
"Amo vocês dois. Vocês foram tão bons para mim", ela chorou. Então me beijou nos lábios. Nada muito sexual, mas um beijo.
"Mmmm, consigo sentir o gosto do sêmen dele e da sua boceta nos seus lábios", ela disse.
Eu tinha esquecido que tinha acabado de chupar o pau do Dave até limpá-lo. Claro que era esse o gosto. Nós duas fomos dormir.
No dia seguinte, não havia mais a desculpa de se trocar separadas no banheiro. Todos nós já tínhamos nos visto nus. Quem se importava? Entramos no carro e dirigimos. Foi uma viagem mais silenciosa que a do dia anterior. Tina quebrou o gelo.
"Quero que saibam que amo vocês dois. Vocês têm sido tão bons para mim. Obrigada por tudo", ela disse. "Espero não ter causado problema nenhum. As coisas ficaram meio loucas ontem à noite."
Dave respondeu. "Tina, nós amamos você. Todos nós adoramos a parte louca, mas não porque foi louca, mas porque era você. Você significa muito para nós. A loucura foi divertida, mas não poderia ter acontecido sem a confiança que construímos desde que você veio morar conosco."
"Não é, amor?", ele disse para mim.
"Você é minha irmãzinha. Nós compartilhamos tudo na vida. Não temos segredos. Menos ainda agora."
Nós três rimos.
"Adorei ter você conosco, tanto morando com a gente quanto nesta viagem. Meio que queria que nunca acabasse", eu disse.
A viagem continuou, conversamos sobre nossos futuros. Filhos, amor, lar. Tina sentiu que depois de morar conosco seria difícil encontrar um amor que se comparasse ao que tínhamos e ao que ela experimentou conosco.
Fiz a piada de que ela poderia simplesmente ficar com a gente. A conversa continuou num tom meio brincalhão sobre como poderíamos morar juntos. Todos nós estávamos basicamente brincando.
Falamos sobre:
Transformar outro quarto em uma suíte máster para que a casa tivesse 2.
Que já que Tina e Dave ganhavam mais, eu deveria pedir demissão e ficar em casa.
Que Dave deveria se divorciar de mim, pagar pensão e casar com Tina. Isso reduziria a renda deles para fins fiscais e manteria a minha baixa o suficiente para eu me qualificar para programas do governo para mim e para os filhos que teríamos.
Tanto Tina quanto eu queríamos dois filhos.
Teve mais. Nós entramos em grandes detalhes. Todos rimos enquanto planejávamos. Foi uma piada divertida e algo para fazer.
Conversamos sobre coisas que queríamos fazer na vida. Muito foi repetitivo, afinal, estávamos morando juntos, mas por algum motivo pareceu bom falar sobre isso naquele dia.
Chegamos à casa de praia e nos instalamos. Tinha uma cama king size e um sofá. Ficava bem em frente à água. Jogamos nossas coisas no chão, nos trocamos para maiôs e fomos para o oceano. Nem o maiô da Tina nem o meu cobriam muita pele. Muitos homens e mulheres nos olharam enquanto descíamos pela praia.
Entramos na água de forma brincalhona, com David nos agarrando e nos jogando enquanto tentávamos afundá-lo. Basicamente, David tinha duas loiras sexy tentando se enrolar nele. Brincamos até ficarmos exaustos e decidimos tirar uma soneca antes do jantar.
Todos nós simplesmente tiramos nossos maiôs molhados. Então ficamos parados, meio sem jeito, por um instante. Cada um olhando para o outro nu. Sem a coisa sexual rolando, isso era diferente. Era apenas se expor um ao outro. Aberto e vulnerável.
Eu queria tirar o sal do corpo antes da soneca. Tina também. Liguei o chuveiro e nós duas entramos. Brincamos de lavar as costas uma da outra. Não era sexual, era só ajudar. Nós nos secamos enquanto Dave entrou. Quando ele terminou, saiu e nos encontrou abraçadas nuas na cama queen size.
"Bem, acho que fico com o sofá", ele brincou.
"Tem muito espaço para você aqui", dissemos enquanto batíamos na cama entre nós.
"Esse lugar parece perigoso", ele brincou enquanto subia entre nós. Ele estendeu os braços e nós nos aninhamos dos dois lados dele. Deitamos de lado e descansamos nossas cabeças nos ombros dele e colocamos nossos braços livres sobre o peito dele.
Ficamos ali deitados por um tempo. Então beijei Dave na bochecha.
"Eu te amo", eu disse. "Você foi tão bom para nós. Sempre amei você, mas mais uma vez você me mostrou por quê." Então brinquei: "E é por isso que você ganha boquetes quando quiser."
Tina olhou para mim. Tina já tinha ouvido a piada antes, ela riu. Ela então beijou Dave na bochecha também.
"Eu também te amo", ela disse. "Você sempre foi bom para mim, mas foi além nesta situação. Não me sentia tão feliz há anos."
Pegamos no sono assim.
Quando acordei, ainda estávamos na mesma posição. David estava de pau duro enquanto dormia. O pau dele estava reto para cima. Deixei minha mão descer pelo corpo dele e acariciei levemente seu pau. Adorei a sensação dele na minha mão. Fui muito suave. Não queria acordá-lo. Em alguns minutos, Tina acordou e viu o que eu estava fazendo. Fiz um gesto de silêncio com os lábios.
Tina me observou acariciar o pau de Dave. Não era sexo louco. Era apenas de forma suave e afetuosa. Pensei em Dave, como ele era bom para mim, como era bom para Tina. Eu só queria acordá-lo e chupar seu pau, mas eu estava gostando daquele momento lânguido e íntimo com Tina.
Tive um momento surreal. Este momento perfeito deveria durar para sempre, deitada aqui com as duas pessoas que eu mais amava no mundo. Só nós três, juntos. Estendi a mão para Tina. Ela me deu um olhar confuso. Lentamente, arrastei a mão dela até o pau de Dave.
Tina olhou para mim. Ela parecia perguntar se eu tinha certeza. Eu tinha. Eu sabia que, mesmo que Dave não estivesse pensando nisso da mesma forma que eu, tinha certeza de que ele não reclamaria de tocar minha irmã sexy. Ela colocou a cabeça no peito dele e tomou meu lugar brincando levemente com seu pau. Acariciei o cabelo dela enquanto ela fazia isso.
Ficamos deitadas assim por uma boa meia hora. Finalmente, Dave começou a se mexer. Ele abriu os olhos e me beijou. Depois inclinou a cabeça para trás e disse: "Mmmm", apreciando a sensação de seu pau sendo acariciado.
Levei minha mão até o rosto dele e acariciei sua bochecha. Eu estava deitada de lado. Levou um momento para ele perceber que sabia onde minhas duas mãos estavam, então, quem estava acariciando seu pau? Ele olhou para Tina. Ela sorriu para ele. Ele seguiu o braço dela até seu pau. Então olhou para mim novamente. Eu o beijei.
"Está tudo bem", eu disse, e o beijei de novo. "Deixe acontecer."
Ele gemeu, fechou os olhos e recostou a cabeça.
Tina viu sua aceitação e moveu a cabeça para baixo pelo corpo dele. Sua boca encontrou a ponta do pau dele e o engoliu. David gemeu novamente. Assim como eu, ela só conseguia colocar cerca de 5 cm na boca. Ela usou a mão para acariciar o resto.
Assisti amorosamente enquanto minha irmãzinha chupava o pau do meu marido. Simplesmente parecia certo. Dava para ver a ternura, havia amor ali. Beijei Dave novamente.
"Isso é gostoso, amor?", perguntei. "Você gosta de ter minha irmãzinha chupando seu pau?"
Ainda era lento e amoroso. Eu a observei. Ela parecia feliz.
Afastei o cabelo de Tina do rosto para poder ver melhor. "Eu te amo", eu disse.
Ela tirou a boca do pau de Dave e disse: "Amo vocês dois, vocês foram tão bons para mim." Então acrescentou: "Eu amo este pau."
Eu ri.
Beijei Dave mais uma vez e, olhando nos olhos dele, disse para minha irmã: "Esta noite, ele é seu."
Ela olhou para mim. "Esta noite", eu disse, "meu marido, quer dizer, nosso homem, vai fazer amor com você."
"Não é, amor?", perguntei a Dave.
"Você tem certeza disso?", ele perguntou.
Eu o beijei. "Sim, amor, você merece, ela também, na verdade, ela precisa disso."
David colocou as mãos no cabelo dela e começou a guiar seu rosto para cima e para baixo em seu pau. "Mmmmm, que delícia", ele disse.
Ele puxou o rosto dela até o dele e a beijou. Enquanto se beijavam, acariciei as costas dela. Queria fazer parte daquele momento. Ele a puxou para cima dele. As pernas dela ficaram montadas em seu corpo. A boceta dela descansava contra o pau dele. Eles estavam se beijando ternamente. Alcancei o pau dele entre as pernas dela. Posicionei-o contra a abertura da boceta dela.
"Mmmmmm", ela disse. "Isso é gostoso, mas estou morrendo de vontade de ser fodida. Minha irmã sempre me conta como você fode bem. Preciso de uma boa foda!"
Eu ri. "Você ouviu a puta, Dave. Mostre a ela como você fode bem, me deixe orgulhosa."
David rolou, colocando-a de costas. Ele prendeu os pulsos dela e se posicionou entre suas pernas. Colocou o pau na abertura da boceta dela. Ele enfiou apenas a ponta do pau dentro dela. Pude ver os lábios da boceta dela se abrirem e se espalharem ao redor.
"Ai, meu Deus", ela disse. "Essa cabeça puxa meu clitóris. Me dá o resto desse pau."
Com uma estocada, ele estava enterrado dentro dela. Ela ofegou. "Deus, sim, isso é tão gostoso."
Dave, ainda segurando os pulsos dela, começou a bombar na boceta dela. Fiquei preocupada que ela pudesse não gostar tão forte quanto eu, mas eu estava errada. Ela amou.
"Deus, sim, ungh, ungh, ungh, me fode, fode sim, isso é tão gostoso. Deus, eu amo seu pau. Minha irmã não estava mentindo quando se gabava dele. Enfia essa coisa em mim."
Eu não conseguia me segurar direito. Comecei a puxar meus peitos e a brincar com minha boceta.
"Isso é tão quente", eu disse. "Fode ela, fode ela como a puta que você quer que ela seja, faça dela sua putinha."
"Diga a ele", eu disse para Tina.
"Deus, Dave, eu quero ser sua putinha, quero fazer parte do que vocês têm."
Dave olhou para mim. Eu balancei a cabeça que sim. Eu queria que Tina ficasse conosco.
Dave começou a meter com força nela.
"Então, sua putinha, você quer ser meu brinquedinho sexual como sua irmã. Você sabe que ela se ajoelha sempre que eu peço. Você quer chupar meu pau sempre que eu pedir?", disse Dave.
"Fode sim", ela disse enquanto seu corpo tremia com seu primeiro orgasmo.
Dave a virou de bruços.
"Coloca o rabo para cima", ele praticamente ordenou.
Ela ficou de joelhos. Os ombros e a cabeça ainda na cama. Com as pernas ligeiramente abertas, eu podia ver sua boceta brilhando com seus sucos.
Dave enfiou o pau na boceta dela. Eu gozei nos meus dedos com um gemido suave.
Dave olhou para mim. "Você gosta disso? Gosta de me ver foder sua irmã? Para sempre nós três? Você como minha esposa, amante e puta?"
"Por favor, sim", respondi.
"E Tina, você quer ser meu brinquedinho sexual, minha amante, uma parceira para sempre?"
"Sim, Deus sim", ela gritou durante outro orgasmo.
Para mim, aquilo soou quase como votos de casamento. Minha cabeça estava girando. Eu sabia aonde Dave estava indo com isso. Eu estava emocionada.
"Sim, me fode, fode ela, me cobre de porra, sou sua esposa, sua puta, seu brinquedinho sexual, para sempre", eu clamei. Ainda me masturbando, gozei de novo.
David ainda estava fodendo Tina furiosamente por trás. Dava para ver que ela teve outro orgasmo.
"O que você quer?", ele perguntou a ela.
"Quero que você me foda. Quero ser coberta com sua porra, quero ser parceira com você e minha irmã, parceira de cama, parceira de vida." Houve uma pausa. "Fode sim", ela gritou enquanto outro orgasmo a rasgava.
Dave saiu de dentro dela. "Quero um boquete", ele disse.
Tina começou a se virar na cama.
"Não, de joelhos no chão", ele disse.
Ela fez como lhe foi ordenado.
"Você também", ele olhou para mim.
Fiquei de joelhos ao lado de Tina.
Dave ficou em pé na nossa frente. Seu pau duro praticamente diante de nossos rostos.
"Chupem meu pau", ele exigiu.
Nós duas o alcançamos. Nós nos revezamos chupando-o. Algo era diferente. Dave raramente gozava com um boquete.
Então eu entendi.
"Goza para nós, amor. Goza em cima de nós. Faça-nos suas. Faça de nós suas putas da porra", implorei.
Tina entendeu. "Me faz sua, me pinta com sua porra", ela implorou. "Me usa do jeito que quiser. Eu te amo, nós te amamos, faça-nos suas com sua porra."
Tina e eu queríamos ser esposas irmãs. Nós tínhamos dito a Dave. Agora ele tinha que decidir.
"Se você nos quiser para sempre, goza em cima de nós", eu disse enquanto Tina chupava seu pau.
Dave afastou Tina. Uh oh, tínhamos ido longe demais? Ele não queria isso?
"Brinquem com seus peitos e bocetas", ele disse. "Façam-se gozar."
Nós duas começamos a brincar conosco. Eu estava me esforçando ao máximo para gozar. Tenho certeza de que Tina também estava. Dave estava na nossa frente se masturbando.
Eu gozei: "Deus, sim", eu arfei. Tina segurou minha mão. "Sim, sim, sim", ela disse enquanto gozava.
Nossos dois orgasmos fizeram Dave gozar. O primeiro jorro de porra me atingiu no rosto.
Enquanto ele gozava, parte caiu no rosto e nos peitos de Tina. Parte em mim, parecia quente e pegajoso. Adorei. Adorei ver aquilo atingir Tina.
"Somos suas, amor", eu disse, enquanto atingia minha pele.
"Também sou sua", disse Tina. "Amo tanto vocês dois."
Tina e eu nos abraçamos. A porra quente e pegajosa se espremeu entre nós. Nós nos sentimos grudadas. Percebemos que era assim que pertencíamos. Juntas. Com Dave.
Epílogo.
Tina e Dave terminaram de reformar a casa. Tina e eu temos nossos próprios quartos, mas normalmente nós três dormimos juntos com Dave. Tina e eu estamos grávidas e com previsão de dar à luz mais ou menos na mesma época.
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