Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Meu Vício

lucelia1025 min

Meu Vício

Eu só fiquei parada em choque, observando, meus dedos ficando brancos enquanto eu agarrava o cesto de roupas. Jesus, como um homem só podia produzir tanto? Ouvi ele dar um grunhido suave enquanto aquela corda grossa e longa era ejetada direto pro ar.

Assim como as mulheres, os homens têm orgasmos diferentes. Alguns escorrem ou pingam, em outros o líquido flui; e alguns poucos realmente conseguem esguichar. Aquilo não era esguicho; era uma porra de um tiro de canhão que disparou pra fora da ponta e subiu no ar.

O que piorava tudo era o fato de eu estar encharcando minha calcinha enquanto encarava uma visão tão inacreditável. Ouvi ele grunhir de novo, e Deus me ajude se uma segunda corda grossa não seguiu a primeira. Para piorar, teve o que ele tinha grunhido antes da segunda esguichada sair.

Quando ouvi aquele grunhido suave de 'mãe', pensei que fosse gritar. Minha garganta apertou, meu aperto se intensificou; e minha calcinha se tornou um maldito pântano. Recuei cambaleando da porta entreaberta e fui pelo corredor até a suíte master. Soltei o cesto de roupas no chão e minha mão já estava dentro da calça jeans num instante.

Droga, eu nem cheguei na cama. Fiquei parada no meio do quarto e enfiei dois dedos na minha boceta encharcada, ouvindo o barulho obsceno e molhado enquanto eles entravam fundo.

"Porraaaaaaa" eu gemi baixinho.

Imagens rugiam na minha cabeça enquanto eu martelava os dedos com violência na minha boceta. Imagens que pra maioria seriam degradantes ou humilhantes; mas só me excitavam mais; a imagem daquela fonte espirrando no meu rosto, ou pingando nos meus peitos.

"Caralho" eu gemi quando meu orgasmo me atingiu com força em minutos.

Líquidos quentes inundaram minha mão enquanto meu corpo tremia e vibrava. Eu soube então que estava encrencada, muito encrencada. Eu tinha acabado de me masturbar até um orgasmo intenso vendo meu filho se masturbar.

Sou mãe solteira; tenho sido desde que meu filho nasceu, há dezenove anos. Não porque precisei por ele; mas porque escolhi; por ele E por mim. Ter um homem não era algo que eu realmente sentisse uma necessidade forçada. Nós tínhamos nos virado muito bem todos esses anos; e talvez um dia eu encontrasse aquela pessoa especial, mas simplesmente não era uma grande prioridade.

Tenho trinta e sete anos; e sim, se você fizer as contas, isso significa que tive meu filho aos dezoito. Não, não foi planejado, mas eu não mudaria nem uma vírgula da minha vida. Quem sou eu? Sou uma ex-mãe de APM, membro do grupo de mulheres da minha igreja e voluntária num banco de alimentos local.

Também sou caixa sênior num banco local, mãe solteira... e viciada em porra. Isso mesmo, viciada em porra. Foi assim que engravidei. Amo porra; amo engolir, amo provar, amo usar, amo porra... ponto final. Na primeira vez que fiz sexo, fiquei viciada, a ponto de deixar um homem mais velho despejar sua carga quente na minha barriga fértil, e BUM; ali estava meu filho.

Eu tinha conseguido controlar o vício até certo ponto nos últimos anos. Eu namorava e conseguia minha dose regular; revezava com quem saía pra não ficar tão óbvio. Até hoje, pelo menos. Fazia muito tempo que eu não via um homem gozar tanto e com tanta força; MUITO tempo. Só de pensar naquela semente quente... grossa... viscosa... porra, eu tava fazendo de novo. Enfiei os dedos mais fundo, tentando enfiar o punho inteiro na minha boceta pingando enquanto me devorava com as imagens.

Enquanto um segundo orgasmo fritava meus circuitos lógicos, eu só sabia de uma coisa... eu queria aquela porra. Eu queria... eu precisava... eu ansiava por tê-la esguichada no meu rosto e corpo. O fato de ser meu filho já tinha partido do meu cérebro há muito, enquanto meu vício agarrava meu corpo como não fazia há anos. Eu ia conseguir aquela porra, percebi; só precisava descobrir como.

Dois dias depois, meu cérebro febrento bolou uma ideia. Eu tinha me dedilhado pelo menos duas vezes por dia, se não mais, desde a primeira vez que o vi. Naquela noite, eu me revirei na cama depois de três orgasmos massivos. Eu devia estar exausta, mas meu corpo estava em chamas. Levantei da cama e fui de fininho até o banheiro, pegando os comprimidos pra dormir do armário de remédios. Raramente os usava, mas em noites como essa, eram uma bênção.

Coloquei um comprimido na boca e enchi um copo d'água na pia. Só tomei um porque geralmente eles me derrubavam como uma parede de tijolos depois de mais ou menos meia hora. Ao colocar o copo no balcão, me olhei no espelho.

No que você está se transformando? Eu pensei. Era como se eu tivesse dezoito anos e estivesse incontrolável de novo. Suspirei e peguei o frasco de comprimidos para guardá-lo. Meus olhos pousaram no frasco, meu cérebro fez um clique; e eu tremi.

Eu não podia... eu não faria... encarei meu rosto no espelho. Aquele rosto simplesmente acenou de volta. Sim, amanhã à noite... um comprimido... no refrigerante que ele bebia de noite enquanto jogava no computador. Era fácil demais, simples demais; e ainda assim podia realmente funcionar.

Na noite seguinte, depois do jantar; ele lavou a louça por mim, como costumava fazer todas as noites. Eu subi para o meu banho noturno... como de costume. Peguei um único comprimido do frasco e entrei de fininho no quarto dele, deixando o comprimido cair na lata de refrigerante meio bebida que estava na mesa, e então recuei para o meu quarto.

Me recriminei por ter caído tão baixo a ponto de dar um comprimido pra dormir pro meu filho. Mas o pensamento daquele gêiser persistia na minha mente. Depois que ele foi pra cama, eu fiquei no térreo, alegando assistir a um filme. Era sexta-feira, então ficar acordada até mais tarde era fácil. Eu esperei... e esperei. Debati... debati mais. Por fim, abaixei a cabeça de vergonha e, por volta da meia-noite, subi as escadas. Minha intenção era só ir dormir e não deixar essa coisa ganhar controle de novo.

Mas, era como se meu corpo dissesse uma coisa enquanto meu cérebro dizia outra. A próxima coisa que soube, eu estava parada na frente da porta do quarto dele, olhando-o dormindo em sua cama. Ele estava de costas, só com um lençol por cima, e a luz pálida do corredor vazava para o quarto.

Dei um passo para o lado da cama e olhei para baixo; aquilo acabou com qualquer resistência que eu ainda tinha. Meus olhos percorreram seu peito nu, traçando os contornos de seu abdômen e peitorais esculpidos. Jesus, quando ele tinha se transformado num pedação de homem tão gostoso?, eu me perguntei. Me inclinei e puxei a borda do lençol.

Talvez eu tivesse sorte e ele estivesse de shorts. Eu não tinha ideia de como tirá-los sem acordá-lo. Então, o lençol deslizou mais para baixo; e lá estava ele. Deus me ajude, ele estava dormindo nu. Jurei que os deuses estavam conspirando contra mim quando aquele tubo flácido apareceu. Mole, estava deitado sobre a barriga, rodeado por cachos marrons de pelo. Calculei que tinha uns quinze centímetros mole; o que significava que provavelmente tinha entre dezoito e vinte duro. Não era enorme, mas também não era pequeno; um comprimento respeitável.

Sem hesitar, envolvi minha mão naquele caule enquanto me ajeitava na cama ao lado dele. Olhei pra mesa e vi a lata agora vazia no seu cesto de reciclagem; ele tinha bebido a coisa toda.

Chamei seu nome baixinho e toquei no ombro dele, sem resposta; pelo menos não uma resposta acordada. Mas eu o senti responder conforme aquela haste engrossava e se alongava na minha mão, enquanto o sangue a preenchia.

"Ai, meu Deus" sussurrei suavemente enquanto ele endurecia na minha mão.

Como qualquer rapaz viril de dezenove anos, bastaram algumas poucas punhetas e aquela coisa já estava latejando, dura contra a palma da minha mão. Me arrepiei ao ver uma gota de pré-gozo escorrendo da ponta. Isso mesmo, baby, pensei, goza pra mamãe.

Me inclinei e passei a língua pela cabecinha, gemendo baixinho ao provar aquela gota salgada. Eu estava viciada, estava perdida; enquanto abria a boca e enfiava a cabeça entumecida.

"Hmmmmmm" eu o ouvi gemer enquanto eu chupava suavemente a ponta do pau dele.

Seus quadris começaram a se mover no ritmo da minha boca. Deus, mesmo dormindo ele estava fodendo minha boca como um profissional. Aumentei a velocidade, girando a língua sobre a uretra dele. Não queria perder muito tempo, eu QUERIA aquela porra.

Então aconteceu. Eu o ouvi dar aquele grunhido suave característico, senti o pau dele dar um tique na minha mão. Tirei a boca e pairei o rosto sobre o pau pulsante dele, esperando. Não fiquei decepcionada quando ele disparou a primeira jorrada, como se saísse de um cano de espingarda.

"Ghuu" eu o ouvi grunhir enquanto a primeira golfada grossa espirrava no meu rosto.

Deslizei minha mão pela haste dele, segurando suas bolas, massageando suavemente o saco enquanto as sentia contrair uma segunda vez.

"Mãe" ouvi um suspiro suave quando uma segunda meleca disparou contra meus lábios e queixo, pingando no meu pescoço.

Olhei pra baixo, sem perceber que tinha inclinado o pau dele, e vi uma terceira esguichada, menor, ser ejetada e cair nos meus seios cobertos de pano. Eu podia sentir o fluido morno encharcando o tecido fino e grudando na minha pele.

Eu o ouvi dar um suspiro suave, e com medo de que ele acordasse, delicadamente coloquei o pau amolecendo de volta na barriga dele, puxando o lençol de volta pra esconder aquela ferramenta magnífica. Levantei-me e, num meio atordoamento, voltei pro meu quarto.

No escuro, estirada na minha cama, fiz o impensável. Levantei a mão e comecei a espalhar os fluidos pegajosos na minha pele. Esfregando no meu rosto e pescoço, e depois lambuzando pelo meu peito. Eu podia sentir o cheiro dele enquanto grudava na minha pele; hesitantemente, estendi a língua e provei sua carga ácida, deleitando-me com o sabor.

Não havia dúvida na minha mente de que meu vício estava de volta com força total, e a fonte perfeita estava bem no final do corredor. O fato de ser meu filho só aumentava o desejo. Aquela sensação do proibido, a fome oculta só me fazia querer mais. Eu sabia que era errado, sabia que era perigoso. Eu era uma mulher de meia-idade, o que ele iria querer ou ver em mim? Ele me chamar das duas vezes que gozou tinha me chocado; mas eu não tinha ilusões.

Sou uma mãe de trinta e sete anos. Não sou nenhuma garota sarada de dezenove. Meus quadris são mais largos, minha bunda é maior e meus peitos 36C caem mais do que se levantam. Como eu ia competir com alguma gostosinha da faculdade? Tentei não repetir... aguentei três dias e coloquei outro comprimido na bebida dele.

Dessa vez, enquanto sentia aquela haste grossa pulsar, o primeiro jato de semente quente bateu no fundo da minha garganta enquanto eu chupava a cabeça fundo. Deus, como ele tinha gosto bom. Eu gostava de sexo; quer dizer, eu GOSTO da sensação de um pau duro me enchendo. Mas quando descobri chupar pau, me apaixonei. Ter aquela coisa esguichando gosma quente na minha garganta como uma puta de beira de estrada; me fez tremer.

Sentada na beira da cama do meu filho, enquanto ele enchia minha boca de semente quente, uma enxurrada de líquidos quentes jorrou entre minhas coxas. Nem precisei me tocar, e já estava gozando.

Pelos quase quinze dias seguintes, eu estive no céu. Mais ou menos a cada três noites, eu colocava um comprimido pra dormir na bebida dele; e depois ia pro quarto dele mais tarde me banhar na sua semente quente. Eu tinha abandonado minha camisola, em vez disso sentindo aquele creme pulsar nos meus seios e rosto.

Uma vez, até fiquei de pé enquanto batia uma punheta naquele pau duro, sentindo-o engrossar na minha mão, vendo a cabeça se entumecer, e quando senti que ia latejar, fiquei na beira da cama e esperei. O primeiro jato arqueou pelo ar e espirrou na minha barriga, causando um arrepio. Fiquei ali, meio curvada, assistindo, enquanto uma segunda corda grossa explodia da ponta, dessa vez espirrando na parte de baixo da minha barriga, glóbulos brancos e quentes grudando nos pelos do meu monte de Vênus.

Ele tava gozando na minha boceta, pensei. Tive a vontade horrível de jogar uma perna sobre o corpo adormecido dele, e descer naquele pau pulsante. Me segurei, por pouco; o comprimido pra dormir não era tão forte e o risco era grande demais.

Em vez disso, me estiquei na minha própria cama, deslizei os dedos pelo meu monte coberto, ajuntando aqueles glóbulos grossos nos dedos; e então os enfiei o mais fundo que pude na minha barriga.

O orgasmo que rugiu por mim ofuscou tudo o que eu já havia sentido antes. Gorgolejei e choraminguei enquanto bombeava a semente viril do meu filho na minha boceta. Gozei mais forte do que em mais de uma década. Eu sabia que queria a porra dele dentro de mim, mas não tinha a menor ideia de como começar a contar pra ele. O fato é: eu não precisei.

Naquele sábado à noite, coloquei um comprimido pra dormir na lata aberta dele na mesa; e depois, mais tarde, depois de 'assistir um filme', entrei de fininho no quarto dele.

Me arrepiei com a sensação do pau dele se enchendo de sangue; engrossando e endurecendo na minha mão. À essa altura, eu já conhecia quase cada veia e dobra daquela linda maravilha de vinte centímetros. Comecei a acelerar lentamente, minha outra mão indo acariciar suas bolas.

"Ai, meu Deus... mãe" ouvi um gemido suave.

Sobressaltada, levantei os olhos e cruzei o olhar com o dele. Ele estava acordado, ó meu Deus, ele estava me observando. Olhei pra mesa e fiquei horrorizada ao perceber que a lata de refrigerante ainda estava lá; ele não tinha bebido naquela noite. Eu devia ter parado, devia ter saído do quarto dele... não saí. Em vez disso, apertei suas bolas suavemente e vi seus olhos ficarem vidrados.

"Porra, vou gozar" ele gemeu.

Eu nem pensei; me inclinei e selei meus lábios em volta da cabeça do pau dele; o tempo todo sem desviar meus olhos do rosto dele. Eu vi o rosto dele se contorcer em luxúria bruta; senti as bolas dele espasmarem na minha mão; e a primeira golfada explodiu na minha boca.

O que eu não tinha percebido era que o comprimido pra dormir tinha seu próprio efeito no corpo dele além do sono; ele o relaxava. Quando a primeira golfada explodiu na minha boca, foi uma inundação de canhão. Era mais forte e maior que antes e espirrou na minha garganta, me fazendo engasgar e ficar com ânsia. Literalmente encheu minha boca até minhas bochechas se distenderem, ameaçando transbordar pelo meu nariz.

Ele não gozou, ele despejou na minha boca. Chocada com a força e o volume, minha boca se soltou e eu engasguei enquanto tentava engolir o dilúvio. No momento em que aquela gosma quente escorreu pela minha garganta, ele grunhiu de novo e uma segunda golfada arqueou pra fora e espirrou na minha barriga e peitos. Eu estava recebendo a porra dele tanto dentro quanto fora ao mesmo tempo.

"Porra, isso" ele arfou enquanto uma terceira meleca era ejetada e voava pelo ar pra espirrar na minha pele.

Comecei a recuar, pensando que ele tinha acabado, mas ele rapidamente estendeu a mão e segurou meu braço, me mantendo no lugar. Eu assisti fascinada enquanto uma QUARTA jorrada era disparada, mais fraca e direto pra cima, pra voltar e cobrir minha mão e o pau pulsante dele.

Santo Deus, como um homem goza tanto assim, meu cérebro exausto tentou entender.

"Obrigado" ele sussurrou; enquanto sua garra se afrouxava de mim e ele relaxava na cama.

Me agradecer, ó meu Deus, eu tinha acabado de tomar a carga do meu filho; e ele estava ACORDADO. Ele não tinha feito esforço nenhum pra me impedir; na verdade, ele tinha me segurado no lugar mesmo enquanto terminava. Olhei pra ele maravilhada, e disse a única coisa que conseguia pensar.

"Obrigada" eu repeti baixinho de volta.

De volta no meu quarto, nem me incomodei com os lençóis; só me estiquei sobre a cama, abri bem as pernas; e enfiei aqueles dedos ensopados de porra o mais fundo que pude. Martelei minha mão contra meu clitóris latejante enquanto me devorava. A imagem dele me observando tomar sua carga na boca queimando na minha mente enquanto meu corpo se contorcia. Eu ia explodir, e não conseguia parar.

Ouvi um barulho e, virando a cabeça, vi ele parado na porta do meu quarto. Querido Deus, ele estava duro de novo, e mal fazia meia hora. Enfiei minha mão com força contra meu clitóris enquanto nossos olhos se travavam.

"Gooozandooooooooooo" eu gritei aguda quando meu orgasmo me rasgou.

Vi faíscas e estrelas enquanto meus olhos reviravam; eu podia sentir meus quadris empurrando enquanto um jato de fluidos brancos e quentes jorrava de mim, misturando-se com a semente dele. Minha bunda quicou na cama enquanto eu perdia o controle dos meus músculos; a imagem daquele pau pulsando sua carga me mandou pra órbita.

Quando recuperei o controle dos meus músculos e da minha respiração, ele já tinha ido embora. Soltei um gemido de vergonha enquanto me encolhia e deixava o sono tomar conta do meu corpo exausto. Amanhã vai ser tão constrangedor, pensei.

Quando finalmente me levantei, já era mais tarde do que de costume. O esforço da noite anterior tinha cobrado um preço como eu não sentia havia anos. Arrastei meu corpo dolorido para fora da cama e fui até a cozinha tomar um café. Encontrei um bilhete dizendo que ele tinha ido jogar basquete com uns amigos e soltei um suspiro de alívio. Não precisava encará-lo... ainda.

Pouco depois do almoço, ouvi a porta da frente. Eu estava na lavanderia enchendo a máquina de lavar com a próxima leva de roupa. Me virei e lá estava ele, parado no vão da porta. Segurava a camisa encharcada de suor nas mãos e vestia apenas o shorts esportivo.

Tremi enquanto nos encarávamos. Não fazia ideia do que dizer, do que fazer; simplesmente travei. Ele não. Inclinou-se ao meu redor e largou a camisa dentro da máquina aberta e, ao se afastar, seus olhos cravaram nos meus.

Aquela pessoa que eu sempre vira como um garoto de dezenove anos se tornou um homem naquele momento. Não apenas um homem, mas O homem da minha vida.

'Tira a blusa', ele disse com calma.

Não tive resistência nenhuma, não havia um pingo de briga em mim enquanto levantei as mãos, agarrei a barra da regata e a puxei pela cabeça. Ele encarou meus seios presos no sutiã enquanto balançavam livres.

'Tira o sutiã', ele ordenou.

Rapidamente levei as mãos às costas e desenganchei os fechos. Ele observou enquanto eu esticava os braços e deixava a peça cair no chão da lavanderia.

'Você tem peitos lindos', ele disse.

Não eram seios, eram peitos, OS PEITOS dele; e eu estremeci com o elogio. Estavam totalmente expostos, e para o meu filho. Eu não conseguia acreditar como mais uma vez meu vício tinha me reduzido a isso; um fato dolorosamente óbvio até para o meu filho.

'Você precisa de porra, não é?', meu filho me observava.

'Sim', admiti, baixando a cabeça.

'Minha porra ou qualquer porra?', ele perguntou.

'Qualquer porra', confessei a verdade.

'Ah', pude ouvir a decepção na voz dele.

'Preciso de qualquer porra', levantei a cabeça e encarei seus olhos. 'Eu quero... a sua', sussurrei.

'Então de joelhos', ele sorriu.

Meu Deus; eu não faria... eu não poderia... eu estava. Estava de joelhos na lavanderia encarando o pau grosso do meu filho enquanto o shorts e a cueca caíam no chão. Comecei a estender a mão para ele, mas ele afastou minha mão com um gesto.

Em vez disso, fiquei ajoelhada ali observando fascinada enquanto ele envolvia a própria mão naquele tronco grosso e começava a se masturbar. Achei que tinha morrido e ido para o céu ao vê-lo se tocar. Observei o pau dele pulsar e latejar; seus testículos começarem a se contrair lentamente. Eu não estava tirando a porra dele; ele estava me oferecendo.

'Abra a boca', ele grunhiu.

Como uma vadia submissa, fiquei ajoelhada nua da cintura para cima; a boca escancarada; vendo meu filho se satisfazer. Observei o orifício da uretra se dilatar e então o pau dele estremecer. Um jato de creme branco e pegajoso voou pelo ar e pintou meu rosto. Ele se aproximou e o segundo jorro disparou dentro da minha boca e deslizou pela minha garganta.

Fiquei ajoelhada recebendo cada gota que ele tinha; no meu rosto, pela minha garganta, por todos os meus peitos; enquanto ele esvaziava as bolas. Gozou e gozou e gozou; derramando o que parecia um litro de porra quente sobre mim. Fiquei encharcada de sêmen quando ele terminou.

Enquanto ele se curvava para puxar o shorts, eu olhei para o alto, para o homem que agora dominava minha vida.

'Obrigada', sussurrei.

Ele se virou e caminhou para a porta da lavanderia enquanto eu permanecia ajoelhada, a porra pingando do meu queixo no chão de ladrilho. Ele olhou para mim; e então meu filho me abalou até o âmago.

'Você sabe que eu vou te foder', ele disse com calma.

Estremeci, uma onda de choque percorreu meu corpo enquanto ele virava e saía do cômodo. Não tanto pela declaração direta, mas pela constatação, no fundo do meu ventre, de que meu filho estava certo; eu, a mãe dele, ia deixar que ele me fodesse; eu não tinha dúvida.

Tentei negar o inevitável, mas ele não ajudou. Por mais de uma semana ele me evitou. Eu levantava e ele já tinha saído, eu dormia esperando por ele; ele arrumava tarefas de última hora que consumiam seu tempo. Em dias, passei da negação ao desejo ardente. Eu tinha passado de semanas me regozijando na semente quente e espessa dele para uma abstinência total; eu era uma pilha de nervos.

Só conseguia pensar na porra quente e grossa dele; como grudava na minha pele de tão espessa e viscosa. Como cobria minha língua, como voava pelo ar para cobrir meus peitos. Minha vontade de lutar desmoronou como um castelo de cartas num vendaval. Era pior do que quando eu era mais jovem. Não sei se era por ser meu próprio filho, ou se aos trinta e sete anos minha fome era maior, ou o quê, mas eu rapidamente regredi de uma mãe madura e estável para uma viciada em porra sedenta.

Quando o fogo no meu ventre, o formigamento na minha pele e a febre no meu cérebro finalmente se tornaram insuportáveis, cometi um ato que meses atrás eu jamais teria sonhado. Fiquei completamente nua, entrei no quarto do meu filho e implorei pela porra dele.

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