Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Meu Engraçado Valentim

david_star26 min

Lisa Smith precisava de uma mudança de ritmo. Pelo menos era essa a mentira que ela contava para os pais quando voltou a morar na casa deles. Lisa tinha 25 anos e uma nova apreciação pelos pais bem de vida. Quando ela disse que ia para uma faculdade fora do estado, na Califórnia, para perseguir o sonho de atuar, eles desejaram boa sorte e ofereceram apoio de qualquer jeito, forma ou maneira.

Lisa não gostou disso. Ela queria que dissessem que os sonhos dela eram idiotas para então ela responder que um dia estaria na telona. A ideia de vencer sozinha a confortava, mas ela se sentiu uma tola quando percebeu como era caro morar sozinha e como era solitário estar no meio da Califórnia sem amigos.

Lisa finalmente engoliu o orgulho e arrumou as malas, voltando para a casa de infância em Montana no começo de fevereiro. O irmão mais novo de Lisa, Scott, ficou indiferente. Ele era um garoto quieto de dezoito anos, sempre enfiado nos livros, focado nos estudos. Lisa era completamente diferente. Onde Scott era quieto e educado, Lisa era expansiva e extrovertida. Scott tinha cabelo castanho curto, grandes olhos verdes expressivos e um corpo magrelo. Lisa tinha uma cabeleira ruiva selvagem e ondulada, um físico mais cheio e curvilíneo, olhos azuis amendoados e estreitos, e um sorriso lindo.

Eles não se odiavam, mas eram mais como primos distantes que se viam de vez em quando em vez de irmãos que cresceram juntos. Quando Lisa e Scott se reencontraram depois de quatro anos, a conversa deles foi certamente uma que ambos lembrariam.

"Ei, Scott!" Lisa sorriu radiante antes de envolver o irmão num abraço de urso.

"Oi, Lisa." Scott corou levemente, muito consciente dos seios grandes da irmã pressionando contra sua camiseta regata.

"Como você tem andado, amigão?"

"Tô bem." Scott disse depois que Lisa desfez o abraço.

"Que bom. Soube que você vai se formar logo. Finalmente saindo do ensino médio."

"É."

"Tá de olho em alguma faculdade? Quer dizer, tem alguma faculdade de olho em você, Cabeção?"

"Eu tava pensando em Stanford. Talvez." Scott respondeu, corando com o elogio.

"Isso é ótimo!"

"É, hã... como você tem andado?" Scott perguntou.

"Tô indo bem. Só precisava de uma mudança de ritmo, sabe? Algo diferente."

"Você ainda pretende ser atriz?"

"Não. Esse barco já zarpou. Eu não sou exatamente... hã... do tipo atriz." Lisa disse enquanto deslizava os braços para baixo sobre o corpo. Scott olhou rapidamente e pigarreou. Lisa não era gorda. Ela era curvilínea. Notavelmente curvilínea. Essas curvas a tornavam absolutamente linda aos olhos de Scott. Ela vestia uma camiseta branca fina que não conseguia esconder o sutiã preto considerável e uma calça jeans que abraçava suas curvas. Ele se amaldiçoou internamente por taradear a própria irmã de sangue.

"Nem toda atriz é magra."

"Não foi isso que eu quis dizer. Me disseram... bem, se eu quisesse maximizar meu potencial, eu precisaria emagrecer."

"Emagrecer o quê? Essas são a forma que as suas... hã... partes têm. Mesmo se você perdesse vinte e cinco quilos, elas ainda seriam..." Scott parou de falar quando Lisa começou a sorrir maliciosamente.

"Elas?" Lisa disse, sorrindo de orelha a orelha agora.

"Suas... você sabe..."

"O que é, Scottie?" Lisa disse, usando suas habilidades medianas de atuação para fingir ser uma loira burra. Não era como se ela não tivesse aprendido nada em quatro anos.

"Seus peitos, Lisa. Você tem peitos grandes. Pronto, falei." Scott admitiu, com a pele vermelha feito tomate.

"Obrigada. Não sei por que você tava tão nervoso. São só peitos." Lisa deu de ombros dramaticamente com os braços juntos, provocando o irmãozinho ainda mais. Scott riu para disfarçar enquanto tentava se acalmar. Ele era fofo quando ficava sem jeito. Lisa agarrou o ombro dele e sorriu calorosamente.

"Falando sério, eu agradeço o elogio. Foi muito... desmoralizante ouvir aquilo. Uma mulher me disse isso. Disseram que eu acabaria sendo estereotipada como a gorda ou a gostosa. Eu não pretendo fazer cenas de topless ou ser motivo de chacota num drama ruim de ensino médio."

"Essas pessoas são um lixo. Eu... eu tô feliz que você voltou pra casa, Lisa. Eu senti sua falta."

"Eu também senti sua falta, irmãozinho." Lisa deu outro abraço no irmão.

"Irmãozinho? Eu sou adulto."

"Ah, por favor. Você fez dezoito anos tipo duas semanas atrás." Lisa disse, segurando o abraço.

"Foi em janeiro!" Scott riu.

"Isso é gostoso," Lisa disse, sentindo o calor dos corpos juntos. Os irmãos ficaram abraçados no meio da sala por uns dois minutos, ouvindo a respiração um do outro e sentindo as mãos na pele. Quando finalmente se soltaram, Lisa beijou o irmão na bochecha.

"Te amo," Lisa disse antes de pegar as coisas e subir para o quarto antigo.

Scott passou os dedos sobre a bochecha. Se o beijo da irmã fosse só uns centímetros para a direita... ele afastou esses pensamentos sujos da cabeça antes de ir para o quarto. Quando sentou na cama, o pau estava duro como pedra. Ele abriu o laptop, foi no site pornô favorito e procurou por ruivas peitudas com sorrisos lindos. Claro, ele encontrou milhares de vídeos, mas não coçavam a coceira. Não conseguiam.

*

Na madrugada de 11 de fevereiro, os pais de Scott e Lisa desceram as escadas com sorrisos bobos no rosto. Lisa e Scott estavam sentados no sofá, assistindo novelas na TV sem muita atenção.

"Tá bom, crianças," o pai começou.

"Vamos fazer uma viagenzinha. Scott você já sabe, mas Lisa, enquanto a gente tiver fora, você tá no comando da casa, entendeu?" a mãe disse.

"Entendi." Lisa deu um joinha.

"Nada de festas. Nada de quebrar coisas. A gente vai ficar fora uma semana. Voltamos no domingo que vem." o pai disse.

"Por que vocês vão viajar?" Lisa perguntou. Scott revirou os olhos.

"Uma semaninha de escapada romântica de Dia dos Namorados nas Bahamas..." o pai disse enquanto passava o braço pela cintura da mãe.

"Credo." Lisa disse, mostrando a língua.

"Qualé, não seja assim. Vem cá." o pai disse. Ambos os irmãos se levantaram do sofá e a família se juntou num abraço em grupo.

"Se comportem. Liguem se precisarem de algo!" o pai disse saindo pela porta.

"Tchau!" Lisa e Scott acenaram. Eles viram os pais saírem da garagem antes de voltar para o sofá.

"Semana dos Namorados... um monte de besteira." Lisa disse.

"Você não gosta do Dia dos Namorados?" Scott perguntou.

"Não. É um feriado sem alma que promove chocolatinhos venenosos e doces cheios de porcarias que não foram feitas para consumo humano e atos ridículos que resultam no rico ficando mais rico e o solitário se sentindo um lixo. Todo mundo transformou isso num grande evento. Tipo, se alguém não se esforça ao máximo no Dia dos Namorados, então essa pessoa não ama de verdade, mesmo que você esteja com ela desde que se mudou pra Califa. Mesmo que você não tenha dinheiro pra comprar as coisas favoritas do cara naquele dia específico, apesar de estar lá todos os outros dias do ano. Estúpidos e superficiais do caralho, todos eles." Lisa bufou, com a raiva e o ressentimento vindo à tona.

"Hã... Sinto muito que isso aconteceu com você." Scott disse.

"Tá tudo bem. Eu não queria xingar. E você? Tem planos?" Lisa perguntou, se acalmando.

"Não." Scott respondeu rapidamente.

"Sério? Não tem nenhuma garota em quem você tá de olho?"

"Bem," Scott estava apaixonadinho por uma garota da sua turma. Ela era inteligente e quieta como ele, mas ele nunca tinha tido chance de falar com ela sozinho. "Tem uma garota. Eu queria falar com ela mas, bem... ela sempre tá com o grupinho de amigas."

"Qual o nome dela?"

"Eliza. Ela é dançarina."

"Nome bonito. Você devia chamar ela pra ser sua namoradinha."

"Eu não tenho doze anos. Você não chama alguém pra ser seu Valentim."

"Você sabe o que eu quis dizer, bobo. Convida ela pra sair e usa o Dia dos Namorados como motivação."

"Eu não sei..."

"Olha," Lisa colocou uma mão reconfortante no joelho do irmão. "Eu sei que eu acabei de amaldiçoar o Dia dos Namorados e jogar praga em quem gosta, mas isso é problema meu. É muito um problema meu. Você quer ficar com essa garota? Você acha que ela vai te fazer feliz e que você vai fazer ela feliz? Vai fundo. Você não precisa de doce, cartão ou nada. Se você convidasse ela amanhã eu ficaria orgulhosa. Não importa se der certo ou errado. Tá?"

Scott assentiu.

"Fala com palavras, Scottie."

"Tá. Entendi. É só..." Scott hesitou.

"Só o quê?"

"Nada. Eu... eu preciso mijar." Scott levantou do sofá rapidamente e subiu as escadas.

Lisa deu de ombros e pegou o controle para zapear. Ela se arrependeu do desabafo, mas simplesmente saiu. Esperava não ter arruinado as esperanças do irmão com a atitude negativa.

*

No dia 14 de fevereiro, Scott desceu para a escola com uma camisa polo preta da Ralph Lauren, calça jeans e sapatos sociais. Os cachos selvagens estavam penteados impecavelmente e ele raspou a barbinha rala para um visual limpo e arrumado. Lisa assobiou: o irmãozinho estava bonito e elegante.

"Ei, gatão. Cadê o Cabeção?" Lisa sorriu maliciosamente.

"Ah, não se preocupe, ele ainda tá aqui. Só tá meio gripadinho." Scott disse com uma suavidade inédita no tom e no andar.

"Devo ir buscá-lo no quarto?" Lisa disse enquanto caminhava até o pé da escada para ajeitar a gola dele.

"Não. Como eu disse, ele tá doente." Scott sorriu. Lisa se inclinou e beijou a bochecha dele de novo.

"Você consegue. Não seja muito galanteador, as garotas percebem quando você não tá agindo como uma pessoa real, tá? Só seja você mesmo." Lisa aconselhou o irmão.

"Obrigado." Scott retribuiu o abraço da irmã antes de pegar a mochila e sair pela porta.

"Dirige com cuidado!" Lisa gritou.

"Pode deixar!" Scott disse sorrindo. Scott foi para a escola com a confiança nas alturas. As palavras gentis e o incentivo da irmã o deixaram nas nuvens, pronto para convidar Eliza para sair.

*

Mais tarde naquele dia, Lisa estava sentada na varanda dos fundos da linda casa de infância, contemplando o pôr do sol sobre o lago e as árvores. Uma brisa fresca soprava, fazendo-a relembrar os bons tempos de quando era jovem. Quando não tinha preocupação nenhuma no mundo. As coisas estavam um pouco diferentes agora. Embora os pais frisassem que ela não precisava arrumar um emprego imediatamente, Lisa queria um. Eles disseram para esperar até o verão, mas ela não queria ser uma encostada de 25 anos às custas dos pais pelos próximos meses até junho chegar.

Todas as preocupações sobre o futuro pararam quando ela ouviu a porta da frente bater. Lisa pulou da cadeira e correu para dentro, vendo a mochila de Scott largada perto da porta. Lisa subiu as escadas correndo até o quarto dele, mas a porta estava trancada. Lisa encostou o ouvido na porta e ouviu fungadas leves. O coração dela afundou.

"Eu sei que você tá aí, Lisa. Te ouvi subindo."

"Eu ouvi você bater a porta. Tá tudo bem?" Lisa perguntou.

"Eu tô bem." Scott mentiu.

"Claramente não tá. Você sempre me cumprimenta quando chega em casa."

"Talvez eu só não quisesse fazer isso hoje." Scott disse, a voz trêmula.

"Qualé... É sobre a Eliza?" Lisa perguntou.

"Não..."

"Então o que foi? Você tá machucado?"

"Por que você se importa?"

"O quê?" Lisa sentiu como se tivesse levado um tapa na cara.

"Eu tenho que me importar." Lisa respondeu, ainda em choque.

"Não, não tem. Não de verdade. Mamãe e papai têm que se importar." Lisa conseguia ouvir Scott segurando o choro.

"Scottie, por favor... Mamãe e papai não estão aqui. Você prefere que eu te ignore? Não pergunte como foi seu dia? Finja que você não existe?"

Uma pausa.

"Você não seria a primeira pessoa." Scott disse, soando quase suicida.

"Scott Jerimiah Smith! Abra a porta agora mesmo! Eu preciso saber se você tá bem! Mamãe e papai me deixaram no comando. Eu sou mais velha que você. Abre a porta." Lisa disse enquanto batia as mãos na madeira.

Sem resposta.

"Scottie... Por favor... Eu só preciso te ver..." Lisa implorou.

Lisa ouviu os passos do irmão até o clique da porta. Scott estava só de regata branca e cueca box verde escura. O cabelo estava desgrenhado e lágrimas escorriam pelo rosto. Partiu o coração de Lisa. Ela imediatamente se lançou sobre ele com um abraço amoroso, as mãos passando pelo cabelo dele.

"O que aconteceu?" Lisa perguntou.

"Ela disse não. Mas... mas ela foi horrível." Scott disse.

"Como assim?"

"Ela riu na minha cara... Depois... Depois contou pras amigas e elas ficaram... Ficaram fazendo caretas pra mim no corredor. Aí esse... esse cara... esse..."

"Deixa sair." Lisa disse, sabendo que ele queria xingar.

"Esse babaca do caralho disse que eu tava tentando roubar a mina dele... um idiota do time de futebol... Eu nem sabia que ela tava namorando..."

"Isso não é culpa sua." Lisa disse enquanto desfazia o abraço e eles se sentavam na cama. Lisa sentou no meio com as pernas cruzadas e Scott ficou nos travesseiros.

"Eu me sinto tão idiota..." Scott afundou a cabeça no ombro de Lisa. "Você tinha razão sobre o Dia dos Namorados."

Lisa sentiu um choque percorrer seu corpo.

"Não. Eu tava errada. Você... você não devia pensar como eu. Você é jovem, coisas ruins acontecem. Tem muito peixe no mar. Você vai superar isso, só precisa de tempo." Lisa garantiu.

"Eu nunca nem beijei... Nunca nem segurei a mão de uma garota... Me sinto uma aberração."

"Não tem nada de errado nisso." Lisa disse, levantando o queixo dele para fazer contato visual.

"Tem sim." Scott disse, a dor fazendo a voz falhar.

"Por quê? Por que você acha que isso é tão ruim?"

"Todo mundo ao meu redor fala sobre isso. Os malditos calouros transam mais do que eu."

"Quem se importa? Quem você come ou com quem você faz carinho não define quem você é como ser humano. Você é um doce, gentil e de alma bondosa com uma boa cabeça nos ombros, Scott. Se você encontrar uma mulher que tenha problema com a sua falta de experiência, então que se dane ela. Ela não é a certa pra você. Além disso, você disse que vai pra faculdade, garotas inteligentes são legais, sabia?" Lisa sorriu.

"Eu só sinto que não tenho as... bases pra esse tipo de coisa. Tipo... Se eu não souber o que tô fazendo, vou ser dispensado por alguém melhor. Alguém mais experiente ou mais bonito ou..." Lisa interrompeu o irmão com um selinho nos lábios. Um beijo de irmã, mas ainda assim um beijo.

"Eu te amo, Scott." As mãos de Lisa saíram do próprio colo para as mãos trêmulas dele.

"Por que... Por que você fez isso?" Scott disse, atordoado pelo fato de que seu primeiro beijo tinha sido da própria irmã.

"Eu te disse. Porque eu te amo."

"Você... a gente não devia fazer isso..." Scott disse, a pele corada.

"Quem disse?" Lisa disse, esfregando os braços do irmão.

"A sociedade. É... É errado."

"Você tá chorando. Eu tô aqui por você. Mesmo que você ache que ninguém ia querer estar aqui por você."

"Eu..." Os olhos de Scott desceram pelo rosto lindo de Lisa até os seios dela sem sutiã balançando na blusa vermelha larga.

"Você quer beijar de novo?" Lisa perguntou. Ela não ia se forçar a nada. Queria guiá-lo. A boca de Scott se mexeu, mas não saiu palavra. Lisa continuou esfregando os braços dele, massageando suavemente os tríceps e cotovelos. Os olhos de Scott estavam fixos nos lábios e olhos da irmã mais velha. Ela era tão legal e reconfortante que Scott sentiu que não merecia.

"Sim..." Scott finalmente respondeu.

Lisa se inclinou e beijou o irmão um pouco mais demorado. Não teve língua, mas ainda foi um beijo apaixonado. Lisa sentiu os músculos de Scott tensos em seus braços. Ela quebrou o beijo e sorriu.

"Eu te amo, Scott."

"Eu... Eu também te amo. Desculpa... É que... Às vezes eu fico frustrado..."

"Tá tudo bem. Você teve um dia difícil."

Scott se inclinou e deu um beijo rápido nos lábios dela.

"Eu gosto muito de beijar." Scott corou. Lisa sorriu radiante para o rosto corado dele, finalmente sorrindo.

"Eu gosto muito de beijar você. Especificamente." Scott se corrigiu.

"Aí está ele."

"Quem?"

"Cabeção. É dele que eu gosto. É ele que eu gosto de beijar." Lisa disse.

"Ah."

"Ele também é fofo." Lisa moveu as mãos dos braços de Scott para os ombros, massageando os músculos.

"Obrigado."

"E ele merece um bom Dia dos Namorados, você não acha?" Lisa sorriu enquanto mordia o lábio inferior sugestivamente.

"Hã... Quer dizer... claro?"

"Não fica nervoso, Scottie. Você me fez fazer algo que eu não queria fazer há anos."

"O quê?"

"Beijar um garoto no Dia dos Namorados."

"Heh," Scott riu sozinho enquanto o coração batia forte no peito.

"Mas eu falei sério sobre o chocolate. Fique longe deles, Ohmpfff!" Lisa foi interrompida quando Scott agarrou a cintura dela e a empurrou para a cama. Os lábios dele estavam por todo lado, beijando molhado e bagunçado. Desajeitado e descoordenado, Lisa se viu gemendo levemente enquanto o irmãozinho beijava sob o queixo dela, o nariz batendo contra sua mandíbula.

"Ai," Lisa riu.

"Você tá bem?" Scott disse, o rosto imediatamente se afastando do pescoço da irmã mais velha.

"Tô bem, Scottie." Lisa bagunçou o cabelo dele e beijou os lábios molhados. "Viu? Você é tão atencioso."

"Obrigado,"

— De nada. O que você quer fazer agora? — perguntou Lisa. Scott congelou por um segundo. Lisa notou a ereção pulsante dele pressionando contra suas coxas expostas.

— Eu quero continuar te beijando. — disse Scott.

— Sou toda sua. — Lisa sorriu antes que Scott beijasse sua doce e amorosa irmã nos lábios macios. Lisa fechou os olhos e se agarrou com seu irmão mais novo, passando as mãos pelas costas e pelo pescoço dele. Nenhum dos dois sentiu que estava fazendo algo errado. Não pensaram nisso. Eram apenas dois irmãos apoiando um ao outro em seu quarto.

Lisa gemeu na boca de Scott quando a ereção dele pressionou ainda mais fundo em sua pele. As mãos dele finalmente foram para os seios dela, apalpando os dois por cima da blusa.

— Mmmhhh, Scottie... — Lisa arrulhou quando o irmão finalmente interrompeu o beijo para respirar.

— Você gosta disso? — perguntou Scott, suas mãos surpreendentemente fortes massageando os seios da irmã.

— Deus, sim... Continue fazendo isso. — Lisa implorou enquanto puxava o irmão de volta para mais beijos. Os dois estavam se babando no rosto um do outro, choramingando e gemendo de puro prazer. Scott apertava e apalpava os seios da irmã enquanto sua língua lutava contra a dela. Lisa tinha mamilos sensíveis, chegava ao orgasmo só de esfregá-los quando estava sozinha.

— Eu sei que pode... pode ser estranho, mas... você se masturba muito? — perguntou Lisa. Scott parou de apertar enquanto seu pau pulsava dentro da cueca.

— Sim...

— Você assiste pornô? — Lisa perguntou, beijando o nariz dele.

— Sim...

— Muito?

— Às vezes.

— Quer que eu te toque aí embaixo? — Lisa perguntou, segurando o rosto queimando dele.

— Você... Você quer? — perguntou Scott. Ele estava um caco suado. Não queria estragar tudo.

— Sim.

— Claro... — Scott disse antes de se recostar, puxar a cueca pelas pernas e sentar na cama só de regata. Lisa sorriu para o pau pulsante dele antes de se ajeitar de barriga para baixo. A mão dela roçou a cabeça do pau do irmão, fazendo uma gotinha de pré-gozo cair em seu pulso.

— Mmmh. — Lisa gemeu antes de chupar o gozo salgado do irmão do pulso.

— Agora... — Lisa pegou mais um pouco de pré-gozo do pau de Scott, esfregando a pequena quantidade nas mãos. Ela agarrou a base do pau dele com suas mãos macias e amorosas, acariciando o irmão devagar.

— Meeerda... — Scott sibilou. Lisa deu um beijinho leve na cabeça do pau, fazendo o corpo inteiro do irmão dar um pulo.

— Isso... isso é tão melhor quando outra pessoa faz...

— Quer que eu vá mais rápido? — Lisa disse, os seios balançando a cada movimento dos braços.

— Não... está bom assim... posso... posso vê-los?

— Ver o quê?

— Seus... — Scott, mesmo sendo masturbado pela irmã, não conseguia dizer peitos. Em vez disso, fez um gesto na direção deles.

— Ah... — Lisa se levantou para beijar os lábios ofegantes do irmão. Depois tirou as mãos do pau dele e puxou a blusa pela cabeça, ficando só de short de pano. Seus seios eram maravilhosos, com auréolas escuras e mamilos lindos. Lisa cobriu a barriga com os braços, com um leve rubor no rosto bonito.

— Não. — Scott disse antes de se inclinar e segurar os braços dela para ver sua barriga. Depois abaixou a boca até o seio esquerdo, lambendo o mamilo com precisão cirúrgica.

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