Mas Por Que Ele 01: Confissão e Desejo
— Mas por que ele? — Paige perguntou ao marido, confusa com o que ele acabara de admitir.
— Não sei... não consigo controlar... — David respondeu. Pela expressão no rosto dela, definitivamente não era uma explicação suficiente.
David estava chocado por estar tendo essa conversa com a esposa. Era algo que nunca imaginou que teria com ela. Especialmente agora, no começo do verão.
Tudo começou quando ele era mais jovem. Ele tinha essa fantasia de a namorada fazer um pouco de exibicionismo para outros homens. Começou com ele imaginando sua primeira namorada dançando para um grupo de homens que assistiam, mas nunca tocavam. Ele nunca contou para ninguém, mas isso afetou seu hábito de consumir pornografia.
Ele assistia a vídeos de cuckold ou lia histórias de voyeurismo online, e essa pequena fantasia meio que se expandiu. Ele começou a imaginar cada namorada em posições cada vez mais comprometedoras. Nunca contou a nenhuma delas; era uma fantasia só para si mesmo.
Então ele conheceu Paige, o amor da sua vida. Eles se conheceram numa boate uma noite, os seios grandes de Paige, tamanho 34F, sendo uma atração óbvia. Assim como seus olhos castanhos cheios de paixão, seu cabelo castanho longo e exuberante e seus lábios rosados e bonitos. Ela era, sem dúvida, um mulherão. David também não era nada mal. Um metro e oitenta e cinco, ombros largos, cabelo castanho já raleando, mas com um maxilar forte e olhos castanhos cativantes.
Mas ele a amava por mais do que sua aparência. Seu coração bondoso, sua voz apaixonada e sua inteligência formavam a mulher perfeita para ele. Eles namoraram por alguns anos até que ele fez o pedido. Agora, aos 33 anos, estão casados e planejando começar uma família juntos. Com o tempo, a paixão que sentem um pelo outro não diminuiu, e ele não mudaria nada na vida deles.
Paige é professora e quer ter os filhos no próximo verão, para não perder o ano inteiro. Até recentemente, ela tomava pílula, mas leu que pode levar vários meses para a mulher voltar a ter um ciclo menstrual regular. Ela espera engravidar em outubro para ter o bebê em julho do ano que vem.
A vida sexual de Paige e David é bastante ativa, especialmente para um casal casado há cinco anos. Por um tempo, Paige saciou a estranha fantasia de voyeurismo de David. Mas ela voltou recentemente.
Eles se mudaram para a casa atual há quase dois anos. Foi quando conheceram o vizinho, Hank, que as fantasias de David ressurgiram.
Hank era um homem velho, provavelmente no início dos 60 anos. Tinha uma cabeleira grisalha escura com uma careca proeminente, um maxilar áspero com uma barba por fazer, um rosto que enrugava rapidamente e uma barriga de cerveja. Nunca se casou e fizera uma pequena fortuna no mercado imobiliário.
Mas Hank também era um tarado, Paige e David concordavam nisso. Ele olhava para Paige de modo lascivo, encarava seus seios constantemente e, nas poucas vezes em que ficava a sós com ela, tentava flertar.
— Ugh, ele é tão nojento! — David lembrava-se de Paige reclamar no início daquele primeiro ano, enquanto entrava vinda do quintal usando um biquíni minúsculo branco.
— Quem? — David perguntou.
— Hank! — ela respondeu.
— O que ele disse? — David retrucou.
— Ele me disse como estou bem nesse biquíni e que, se eu fosse esposa dele, ele não me deixaria sair do quarto! — ela contou, furiosa.
— Bem... isso não é tão ruim... — ele respondeu.
— Ugh, é uma forma nojenta de falar com a vizinha casada! — ela respondeu. — Eu não conseguia ver ele encarando meu peito e apertando o volume no shorts dele, onde obviamente enfia uma meia.
— Você olhou o volume dele? — David perguntou.
— E-eu... é completamente óbvio. — ela respondeu, um pouco nervosa. — Você não notou? Aparece na calça dele de forma bem evidente. Não é como se fosse realmente grande, ele precisa enchê-lo para atrair mulheres. Como se alguém fosse se sentir atraído por um velho tarado como ele!
A fantasia de David voltou com tudo depois daquele dia. Ele começou a imaginar Paige com Hank, de todas as pessoas. O jeito como ele olhava para ela, sem nenhum respeito pela decência, fazia David imaginá-los juntos. Ele observava do segundo andar sempre que Paige estava no quintal tomando sol. Hank aparecia logo depois, e David assistia às rápidas interações. Mesmo de cima, conseguia ver o modo como ele a olhava e como claramente ajustava o volume, uma ereção óbvia crescendo.
Sua fantasia começou a infectar sua mente. Até quando fazia sexo com Paige, começou a imaginá-la com Hank. Seu hábito de pornografia também voltou. Ele lia histórias, via fotos e assistia a vídeos. Salvava seus favoritos numa pasta no laptop que compartilhavam. Derà à pasta o nome de "Impostos 2020", e como era contador e cuidava dos impostos deles, achou que Paige nunca a encontraria. Estava enganado.
Era um dia chuvoso de julho, e Paige estava de férias do trabalho no verão. Decidiu ser produtiva e limpar o laptop de itens desnecessários. Quando encontrou o estoque pornô de David, ficou um pouco surpresa. A princípio, sentiu-se magoada, achando que não era suficiente para ele, que ele precisava procurar em outro lugar para se satisfazer sexualmente.
Mas, quando começou a examinar os arquivos, começou a entender. Não era que ela não fosse suficiente; era simplesmente uma fantasia dele que ele tinha vergonha demais de compartilhar. Imaginou que ela fazia parte da fantasia, que ele a imaginava naquelas fotos e histórias.
A ideia começou a agradá-la. As fotos e histórias eram definitivamente excitantes, e ela se sentiu esquentar enquanto as lia. Decidiu conversar com David sobre aquilo e se ele queria que ela realizasse essa fantasia. Ela pensou e talvez topasse um voyeurismo leve e brincalhão. Sexo estava fora de questão, mas talvez um boquete se encontrassem o cara certo.
— Oi, amor! — David disse ao entrar pela porta da frente depois de um longo dia de trabalho.
— Oi, querido, como foi seu dia? — Paige perguntou, sentada no sofá, uma taça de vinho tinto na mão.
— Ah, o de sempre. — ele respondeu. — Ainda tem mais vinho?
— Sim, deixei no balcão para você. — ela respondeu enquanto David foi para a cozinha.
— E como foi seu dia? — ele perguntou.
— Interessante... você sabe o que eu encontrei na pasta "Impostos 2020"? — ela perguntou.
O rosto de David empalideceu ao ouvir o nome daquela pasta. — Hã... o quê? — ele perguntou, terminando de servir o vinho.
— Querido... tudo bem se você vê pornografia. — ela disse.
— Tudo bem? — ele respondeu, sentindo-se relaxar um pouco enquanto caminhava em direção a ela.
— Claro. — ela respondeu quando ele se sentou ao seu lado. — No começo, fiquei um pouco chateada. Mas eu entendo, você tem uma pequena fantasia.
— Sim, é só isso. É só uma fantasia. — ele disse, sentindo-se aliviado com a tranquilidade de Paige.
Ele largou o vinho e beijou seus lábios, saboreando a compreensão de sua linda esposa. Recostou-se no sofá, e Paige se aconchegou ao seu lado, a cabeça em seu ombro.
— Você já me imaginou nessa fantasia? — ela perguntou, maliciosamente.
— Hã... sim. — ele admitiu, sabendo que Paige conseguia lê-lo como um livro.
— Então, você gostaria que eu, sabe, a realizasse? — ela insistiu.
— Amor, você não precisa fazer isso. Você é suficiente para mim. — ele respondeu.
— Eu sei, mas talvez eu queira. — ela respondeu.
Os olhos de David brilharam ao ouvir aquilo. — Sério? — ele disse, meio que esperando que ela falasse "brincadeira".
— Sim... quer dizer, eu não transaria com ninguém, mas uma brincadeirinha nunca matou ninguém. — ela respondeu.
— Ah, meu Deus... sim! — ele respondeu com entusiasmo. — Isso seria a coisa mais excitante que alguém já fez por mim!
— Hehe! — Paige riu da evidente excitação do marido. — Você tinha alguém em mente? Tipo um amigo, ou quer que seja um completo estranho?
Houve um longo momento de silêncio. Paige sentiu o marido engolir em seco e o corpo dele enrijecer. Ela se afastou do peito dele para olhá-lo nos olhos, já que de repente pairava um ar desconfortável no ambiente. Ela o olhou com suspeita, sabendo que ele já tinha pensado nisso e definitivamente tinha alguém em mente, mas por algum motivo não queria dizer.
— O que foi? — Paige perguntou.
— Nada... — David mentiu. — Acho que deveríamos achar um completo estranho.
— Tem algo que você não está me contando. — ela respondeu.
— Hã... — ele exalou, sabendo que não adiantava esconder dela, mas também que aquilo não seria fácil de dizer. — A pessoa com quem eu te imaginei é... hã... Hank. — ele disse lentamente, baixando a cabeça assim que as palavras saíram de sua boca.
Os olhos de Paige se arregalaram em choque e horror. — Hank? Nosso vizinho Hank?!? — Paige perguntou, e David só conseguiu acenar que sim com a cabeça. — Eca, aquele vizinho tarado.
— Eu sei que é estranho. — David respondeu, a cabeça ainda baixa de vergonha enquanto Paige balançava a dela em descrença.
— Mas por que ele? — ela perguntou.
— Não sei... não consigo controlar... — David respondeu.
Paige se levantou e olhou para o marido, cruzando os braços sobre o peito. Ela se sentiu suja só de discutir Hank com o marido.
— Seja honesto, você tem algum controle. Então, por que ele, de todas as pessoas? — ela perguntou.
— Acho que é o jeito como ele olha para você com desejo. Como se você fosse tudo que ele sempre quis. — ele admitiu como uma criança assumindo a culpa. — Ele é nojento e pervertido, o que torna tudo muito errado... mas isso só deixa mais excitante para mim.
— Ugh, isso é muito mais perturbado do que eu imaginava... — ela disse, esfregando a ponte do nariz com a mão direita.
David se levantou e abraçou a esposa. — Eu sei, e você não precisa fazer nada disso. Eu te amo e isso é o que importa. — ele respondeu.
Ela olhou para ele, estudando seu rosto. — Eu sei e quero realizar sua fantasia, mas não acho que consigo.
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Na manhã seguinte, Paige saiu para um lindo dia de verão no norte da Califórnia. Nem muito quente, nem muito frio. O sol brilhava e mal se via uma nuvem — um dia verdadeiramente espetacular.
Depois de um dia dentro de casa, era bom estar ao ar livre. O quintal deles era de tamanho médio, com uma piscina pequena e uma área gramada. Paige gostaria de ter um jardim de flores, mas dava muito trabalho de manutenção. Os buquês que David vivia lhe dando teriam que servir.
Ela pegou o cortador de grama; o gramado precisava ser aparado. Não havia muito o que fazer lá fora, mas era melhor do que ficar o dia inteiro em casa. Ela ligou o cortador a gasolina, o barulho alto certamente acordando todos os vizinhos. Começou a empurrá-lo para cima e para baixo na área gramada num padrão simétrico.
Sua mente divagou enquanto trabalhava. Obviamente pensou na conversa com o marido e na sua fantasia estranha. Ela conseguia entender o exibicionismo e até o voyeurismo. Mas com Hank, de todas as pessoas do planeta, fazia sua pele arrepiar; pensar que era isso que o marido queria, ou mesmo fantasiava.
— Bom dia, vizinha! — Hank disse, apoiado na cerca que dividia os terrenos.
Ele se aproximou sorrateiramente enquanto ela estava distraída. Ele apreciava o tempo que ela dedicava para ficar bonita, mesmo em dias em que ficava em casa. Ele a observou por um instante, as leggings esticadas sobre sua bela bunda, a barriga lisa tão firme e aqueles seios enormes balançando. Hank a desejava tanto que podia sentir seu pau endurecendo dentro do shorts só de vê-la.
— Ah! — Paige respondeu, surpresa ao ver o homem que criara tanta tensão em sua casa. — Oi, Hank! Você realmente me pegou de surpresa!
— Sinto muito, não queria assustar uma coisinha bonita como você. — ele respondeu com um sorriso dentuço.
Paige estremeceu por dentro ao ouvi-lo chamá-la de bonita. Mas uma ideia lasciva surgiu em sua mente, algo que suspeitava que deixaria o marido louco.
— Tudo bem, mas você realmente sabe como acelerar o coração de uma garota. — ela disse com um leve toque de energia provocante.
— Posso ter um ou dois truques na manga. — ele respondeu com um pequeno sorriso no rosto.
— Ah, então você tem mais de uma forma de me assustar. — ela respondeu, olhando o velho de alto a baixo.
— Hehe, não exatamente... — ele respondeu, ajustando o volume na calça.
A pele de Paige se arrepiou, mas ela manteve a compostura externa, pensando apenas no marido. — O que você quer dizer com isso? — ela respondeu, erguendo uma sobrancelha para o vizinho idoso.
— Você vai descobrir um dia... — ele disse, as palavras pingando de insinuação sexual. — Sabe, com você de férias de verão e sozinha naquela casa grande, poderia vir aqui passar um tempo comigo.
— Ah, é? E o que faríamos? — ela perguntou, a mente enojada, mas o corpo mantendo uma postura provocante.
— Poderíamos trabalhar para acelerar esse coração. — ele respondeu, seu flerte sendo grosseiro e óbvio.
O estômago de Paige embrulhou, e ela não aguentava muito mais aquilo. — Bem, obrigada pela oferta, mas vou ter que deixar para outra hora. — ela respondeu, forjando o sorriso mais falso no rosto. — Preciso entrar.
Hank observou o balanço dos quadris e da bunda de Paige atentamente enquanto ela entrava de forma sensual. Ela nunca havia flertado de volta com ele, o que, para ele, significava que ela finalmente estava cedendo. Achava que era só uma questão de tempo até que ele estivesse alargando sua boceta jovem e apertada.
Paige se encolheu assim que entrou; seu corpo se sentia nojento. Era melhor David ter gostado do que ela fez hoje, senão... Ela precisava de um banho, o corpo se sentindo sujo por flertar com o vizinho.
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Paige respirou fundo. Olhou-se no espelho; sua maquiagem estava perfeita e seu cabelo castanho comprido estava naquela mistura ideal de arrumado e bagunçado. Vestia um tedd cor-de-rosa claro, quase transparente, que acentuava bem seus seios. Ela sorriu ao ouvir o marido se ajeitar na cama logo depois.
Conforme se afastava do flerte com Hank, Paige conseguiu se acalmar. Sabia que o marido iria gostar de ouvir sobre sua conversa safada. Na verdade, estava animada para contar ao marido. Imaginava como ele reagiria.
Paige decidiu esperar até depois do jantar, guardando para a cama a safadeza com o marido. Foi difícil não contar, sabendo que arrancaria um sorriso dele. Ela pôde sentir o nervosismo de David ao longo do dia, sabendo que a confissão de ontem a assustara. Ela continuou com o joguinho por mais um tempo, deixando-o pensar que ainda estava brava.
Abrindo a porta do banheiro, ela se aprumou e estufou o peito com orgulho. Saiu e se apoiou no batente da porta do banheiro, de frente para a cama. Viu o marido, sem camisa, se ajeitando na cama. Os olhos dele se arregalaram ao vê-la com o tedd, um pequeno sorriso surgindo em seu rosto.
— Achei que você estava brava comigo? — ele perguntou, sentando-se na cama.
— Eu estava... mas talvez agora eu veja o apelo. — ela respondeu.
— V-você vê? — ele retrucou, a voz trêmula enquanto a excitação aumentava.
— Mmhmm. — ela concordou, dando o primeiro passo em direção à cama. — Tive uma pequena conversa hoje...
— Conversa? Com quem? — ele perguntou, curioso com a mudança da esposa.
— Hank. — ela respondeu e deixou a palavra pairar no ar por um momento. Observou o rosto do marido e viu uma expressão chocada; percebeu que ele estava sem palavras. — Saí para cortar a grama hoje, e ele apareceu.
— O qu... sobre o que vocês conversaram? — ele perguntou enquanto Paige subia na cama e começava a engatinhar em sua direção.
— Nada demais... só sobre como acelerar nossos corações. — ela disse, e a insinuação sexual não passou despercebida por David.
— O qu... — David não conseguia pensar direito, seu pau estava mais duro do que nunca. Entre a história da esposa e seus seios balançando, ele não conseguia formar palavras.
Paige esperou até chegar mais perto de David para então sussurrar a próxima parte em seu ouvido. — Ele até me convidou para ir à casa dele e deu a entender que queria me foder... — ela disse, pressionando o corpo curvilíneo contra o dele. Conseguiu sentir a ereção dele latejando dentro da calça do pijama.
— Ele fez o quê? — ele respondeu, sem saber se aquilo o enfurecia ou excitava.
— Ele disse que queria acelerar meu coração. Não há outra forma de interpretar isso, especialmente vindo de um velho safado. — ela respondeu, mordiscando o lóbulo da orelha dele e esfregando o corpo contra o seu.
— Como você respondeu? — ele perguntou, a respiração ficando errática à medida que a esposa o excitava além do que julgava possível.
— Eu disse a ele que faríamos isso em outra hora... — Paige respondeu, afastando-se para olhar o marido nos olhos.
Ela mal teve tempo de reagir quando o marido segurou seu rosto e capturou seus lábios num beijo. Ela se entregou, apreciando os lábios macios do marido, e as mãos dele desceram e apertaram seus seios.
— Eu preciso de você agora! — ele disse com firmeza.
Paige viu os olhos cheios de desejo do marido. Isso lhe deu um arrepio quando ele a empurrou de costas ao seu lado. Ele então se levantou, tirou as cobertas de cima e ficou por cima de Paige, beijando-a novamente. Ela nunca o vira tão excitado, e tudo por causa de um flerte.
Ele puxou a blusa dela para baixo, revelando seu seio. Seus mamilos já estavam duríssimos enquanto as mãos dele continuavam a acariciá-los. As mãos dela desceram e puxaram o pijama dele para baixo, e o pau dele saltou livre. Ele já estava duro como pedra e pulsando enquanto ela o masturbava com as mãos.
Paige estendeu a outra mão e afastou a calcinha, alinhando o pau do marido com sua entrada. Ela se surpreendeu com a própria umidade. Embora soubesse que o marido ficaria excitado, não esperava ficar tão excitada. Ela estava apenas reagindo ao marido, aos olhares lascivos dele, às mãos gananciosas e ao pau duro.
"Aaahhh sim!" Ela gemeu quando o marido a penetrou com uma estocada rápida e poderosa.
Eles pararam de se beijar e apenas se olharam. David já a fodia com abandono selvagem, suas bolas já tensas. Não houve aquecimento aquela noite. A história provocante de Paige já o deixara em um frenesi. Ele a olhou com espanto por ela ter flertado com o velho bastardo; para ele, foi a coisa mais excitante que alguém já fizera por ele.
Paige sentia o pênis bem torneado do marido trabalhando dentro dela. Ele não tinha o maior dos paus, mas tinha uma curva agradável que fazia com que atingisse seu ponto G. Ela fechou os olhos e começou a gemer suavemente.
"Ele se agarrou?" David perguntou, um pouco de suor se formando em sua testa.
"Ah! Muito!" Ela respondeu. "Ele não parava de olhar para meus seios na regata e se ajeitar!"
"Você gostou de flertar com ele?" Ele retrucou.
Paige não esperava essa pergunta. A ideia de gostar de ser cantada por um homem tão repulsivo era impossível. Mas ela sabia como o marido queria que ela respondesse.
"Mmm... gostei!" Ela disse, gemendo a resposta para provocá-lo ainda mais. "Sei que já disse que ele é feio, mas há algo magnético nele. Talvez eu devesse aceitar o convite dele; aposto que meu marido nem se importaria..."
David começou a estocar Paige com mais força do que jamais fizera na vida. A cama rangeu, ameaçando ceder a qualquer momento, mas nenhum dos dois se importava naquele instante. Ele não conseguia acreditar no que ouvia. Sabia que ela provavelmente estava mentindo só para excitá-lo. Mas, caramba, estava funcionando.
O som do sexo preencheu o quarto do casal. Os gemens lascivos de Paige se misturavam aos grunhidos de paixão de David. O som de seus corpos se chocando se somava à experiência, junto com o ranger da cama.
A paixão em cada estocada de David levara Paige à beira. Ela respondia a cada investida levantando os quadris, tentando incitá-lo a ir mais fundo e preenchê-la mais. Ela inclinou a cabeça para trás e olhou para o teto enquanto ambos se aproximavam rapidamente do clímax.
"Ah, Paige!" David gemeu quando chegou ao fundo dentro dela, pintando seu interior de branco.
"Ah, sim!" Paige gemeu de volta, arqueando as costas enquanto também chegava ao orgasmo com o marido.
O corpo de Paige tremeu por um momento enquanto sua boceta massageava o pau de David, extraindo cada última gota de esperma dele. Ambos estavam sem fôlego e um pouco suados. Nenhum dos dois durou muito, mas a intensidade do amor deles foi muito maior do que o normal.
David beijou Paige suave e amorosamente. Paige segurou o rosto dele antes que ele se afastasse e saísse de cima dela, deitando-se satisfeito ao lado de sua amada esposa.
"Você foi um animal esta noite!" Paige comentou, virando-se de lado para olhar para o marido.
"É, essa história... ela simplesmente... me alimentou." Ele respondeu. "Foi verdade?"
"Ha... infelizmente, sim." Paige respondeu.
David virou a cabeça e encarou Paige. "Você não precisa fazer isso se não quiser." Ele disse. "Você já fez mais do que eu esperava."
"Posso flertar um pouquinho, especialmente se resultar nisso!" Ela respondeu.
David se inclinou e deu um selinho nos lábios dela. "Você é incrível!"
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Paige colocou a toalha na espreguiçadeira. Era mais um dia ensolarado e luminoso, e Paige estava do lado de fora tentando pegar um bronze. Ela usava um biquíni laranja revelador, os seios mal contidos e a calcinha fio-dental enfiada entre as nádegas.
Depois da noite anterior, a ideia de flertar com Hank não parecia mais tão repulsiva. A paixão e a excitação com que o marido a fodeu compensavam qualquer sensação de nojo. Sabendo o quanto o marido adorara ouvir sobre o flerte, ela poderia suportar os comentários degradantes de Hank.
Paige estava do lado de fora naquele dia para tomar um pouco de sol; sua pele branca imaculada precisava de um pouco de cor para o gosto dela. Imaginou que, se Hank estivesse em casa, ele provavelmente sairia para secá-la com os olhos. Ela sabia que isso só excitaria o marido, e o fato de estar usando um biquíni sumário também não faria mal à excitação dele.
Ela se sentou na toalha e pegou o óleo bronzeador. Começou pelas pernas, esguichando um pouco e depois esfregando, a pele brilhando ao sol do meio-dia. Foi subindo pelas pernas, massageando suavemente o óleo na pele. Chegou à barriga e, sem querer, esguichou demais, sendo obrigada a espalhar um pouco mais.
Como esperado, ela ouviu a porta dos fundos de Hank se abrir e viu o homem idoso se arrastar para fora. Ela revirou os olhos, as intenções dele eram claras. Imaginou que ele se aproveitara do dia anterior, tanto pelo fato de ela ter flertado de volta quanto por não ter saído furiosa como de costume.
"Oi, gatinha!" O velho disse, encostando-se na cerca que dividia os quintais. "Como vai?"
"Ah, você sabe, curtindo o verão." Ela respondeu, terminando de espalhar o óleo na barriga. "E você? Tenho visto você bastante lá fora; aproveitando o ar livre enquanto pode?"
"Com certeza!" Ele respondeu, os olhos percorrendo o corpo de Paige. "Adoro quando está esse calor, ver todas as garotinhas de biquíni!"
Paige olhou de lado para ele. Um comentário como esse normalmente a faria sair furiosa, mas, em vez disso, ela apenas sorriu de leve.
"Ah, é? Você é um especialista em biquínis?" Ela brincou, começando a passar óleo nos braços. "O que acha do meu?"
"Mmm... é um tom laranja muito bonito." Ele respondeu, e Paige sentiu o olhar intenso dele em seu peito.
"Não acha que é revelador demais?" Ela perguntou, passando óleo nos ombros e no decote, direcionando a atenção dele para seus seios.
"Talvez para um espaço público, mas para uma área privada, onde ninguém pode ver e ninguém saberia, é perfeito." Ele respondeu.
"Ninguém saberia o quê? Que estou de biquíni?" Ela provocou diante do flerte patético dele.
"Uma mulher modesta não gostaria que outros soubessem." Ele retrucou.
"Bem, claramente não sou uma mulher modesta, já que você me viu e sabe que estou de biquíni." Ela respondeu, ainda zombando dele de forma brincalhona.
"Não vou contar a ninguém. Será nosso segredinho." Ele disse com um sorriso.
"Ah, então agora temos um segredo?" Ela retrucou.
"Apenas um pequeno, a menos que você queira transformá-lo em um grande?" Ele perguntou, sorrindo de orelha a orelha.
Paige o examinou. Ela sabia o que o velho bastardo queria dizer, e foi aí que ela atingiu seu limite de flerte com ele por aquele dia. Fora mais fácil do que no dia anterior; houve menos momentos em que ela sentiu vontade de vomitar. Ela só ficava imaginando o rosto excitado do marido enquanto faziam amor na noite anterior, e isso a relaxava.
"Acho que vamos mantê-lo apenas um segredinho..." Ela disse e virou-se de costas. "... por enquanto."
"Hehe... por enquanto..." Ele retrucou com um sorriso diabólico. "Diga, você precisa de alguém para colocar um pouco de óleo nas suas costas?" Ele ofereceu.
Paige paralisou por um momento. Aquilo parecia um grande passo, deixar Hank tocá-la. Ela sabia que provavelmente deixaria David louco de desejo, mas também sabia que a enojaria naquele momento. Tinha que decidir se valia a pena. David adoraria ouvir sobre o flerte que ela já fizera, então poderia facilmente parar ali. Mas a tentação de satisfazer a fantasia do marido era forte. Forte demais.
"Hã... sim, eu aceito uma mãozinha. Obrigada!" Ela disse, engolindo seco enquanto ele se virava e contornava a cerca que dividia os quintais.
Medo e apreensão percorreram o corpo de Paige ao ver seu vizinho asqueroso entrar em seu quintal. Ele se portava com um ar de confiança, cabeça erguida e um sorriso arrogante no rosto. Ela não pôde deixar de notar o volume saliente na calça dele, ainda achando que ele enfiava algo ali. Engoliu seco quando ele pegou o frasco de óleo e esguichou um pouco nas mãos.
'Tarde demais para voltar atrás agora...' Ela pensou enquanto ele largava o frasco e esfregava as mãos por um instante.
"Mmm... você tem costas muito bonitas, Paige." Hank disse, ajoelhando-se ao lado dela, o tom carregado de conotações vulgares.
Paige se encolheu quando as mãos de Hank tocaram suas costas. Ele começou perto dos ombros, acariciando seu corpo com aspereza, massageando o óleo. Paige sentia a pele arrepiar por onde as mãos de Hank passavam, o estômago embrulhado enquanto aquelas mãos repugnantes a apalpavam.
Ela tentou fechar os olhos e imaginar o marido. Mas não adiantou. Ela estava dolorosamente consciente de quais eram os dedos ossudos que a tocavam. Os dedos retorcidos dele desceram por suas costas, passando por baixo da tira do sutiã do biquíni. Ela sentiu enjoo quando o dedo dele foi para a lateral, ameaçando tocar seus seios.
Ela sentiu algo tocar seu braço. Abriu os olhos e olhou para baixo. Ficou paralisada de horror com o que viu.
Hank se inclinara e empurrara os quadris para frente, o que pressionou o volume dele contra o antebraço dela. Paige ficou chocada por o velho tomar tal liberdade. Sua mente girou sobre o que deveria fazer. Deveria dizer algo? Empurrá-lo? Gritar com ele?
As ideias passaram rapidamente por sua cabeça, mas, antes que pudesse fazer qualquer coisa, Hank se endireitou e afastou o volume. Ela sabia que ele estava testando os limites, vendo até onde podia ir. E o fato de ela não ter feito nada provavelmente significava, na cabeça dele, que ela estava consentindo que ele fosse mais longe.
"Estou fazendo direito?" Hank perguntou.
"Sim... sim, você está indo bem..." Paige murmurou, tentando segurar a bile.
"Ótimo." Ele respondeu, sorrindo, confundindo a apreensão dela com excitação.
Paige sentiu um leve alívio quando as mãos dele desceram para a região lombar, o que significava que ele estava quase terminando. Mas foi apenas momentâneo, pois sentiu as mãos dele deslizarem lentamente em direção à sua bunda. Ela podia sentir os olhos de Hank em sua bunda e desejou ter usado um biquíni menos revelador. A calcinha fio-dental deixava pouco para a imaginação de Hank. Ela sentia os olhos dele devorando sua bunda e começou a se preocupar que ele pudesse ir mais longe.
Ela se encolheu quando o dedo mindinho de Hank roçou na lateral da calcinha do biquíni. Ele claramente queria agarrar sua bunda, e Paige sabia que vomitaria se ele o fizesse. As mãos ossudas dele continuaram acariciando sua lombar, bem na curva das nádegas. Ela sentia o olhar lascivo dele sobre ela, desejando-a desesperadamente, mas disposto a esperar. Felizmente, depois de mais algumas fricções na lombar, ele removeu as mãos.
"Prontinho, toda besuntada para você!" Hank disse, levantando-se e admirando a bela esposa abaixo dele. Ele conhecia a dança que estavam fazendo e que, por hoje, precisava parar se quisesse mais no futuro.
"Obrigada..." Paige respondeu, forçando um sorriso falso.
"Foi um prazer!" Ele retrucou, o sorriso dele enviando um calafrio de repulsa pela espinha de Paige.
Hank então foi embora, e o sorriso rapidamente sumiu do rosto de Paige. Ela se deixou encolher por inteiro; a sensação da mão dele em suas costas ainda persistia. Ela se sentiu usada, como se fosse apenas um peão na fantasia doentia de Hank. Não conseguia acreditar que o marido pudesse querer que ela fizesse qualquer coisa com um homem tão vil.
Incapaz de relaxar mais ao ar livre, Paige entrou. Precisava de um banho para esfregar a sujeira que sentia em si.
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David estava com uma excitação nervosa ao estacionar na garagem. Depois do dia anterior e da disposição de Paige em brincar com sua fantasia, ele passara o dia inteiro se perguntando se ela fizera de novo. Paige o provocara no café da manhã, insinuando que ia ver seu admirador.
Ao sair do carro, ele se preocupou que alguém pudesse ver a barraca em suas calças. Lutou para manter a ereção furiosa sob controle enquanto dirigia para casa. Imaginou que Paige iria provocá-lo com o que fez até a hora de dormir. Mas ele já estava muito excitado para ouvir todos os detalhes sórdidos do que ela fez.
Porém, ao entrar em casa, sentiu um clima muito diferente. Havia quase uma sensação ominosa no ar. A casa deles estava escura e silenciosa. Ele chamou por Paige, mas não ouviu resposta, apenas alguns sons abafados vindos da sala.
Entrando na sala, viu Paige encolhida no sofá, de moletom. Ela tinha uma expressão abatida e um copo de uísque na mão. David sentiu a energia negativa que emanava dela.
"Está tudo bem?" Ele perguntou, a excitação rapidamente se transformando em preocupação ao se aproximar e sentar ao lado dela, passando o braço ao redor dela de forma reconfortante.
"Não..." Foi tudo o que Paige respondeu, deixando a palavra pairar no ar por um momento enquanto largava o copo.
"O que foi? Você está bem?" Ele perguntou, a preocupação só aumentando.
Paige se virou e olhou para o marido, os olhos cheios de arrependimento. "E-eu saí para flertar c-com... com Hank e..." Ela teve dificuldade para contar a David.
"O que ele fez?" David perguntou, uma mistura estranha de excitação e raiva crescendo dentro dele.
"Ele..." Paige desviou o olhar, quase envergonhada por ter permitido que ele a tocasse. "... se ofereceu para passar óleo bronzeador em mim. E eu permiti. Sei que parece inocente, mas foi o jeito como ele fez e as mãos nojentas dele no meu corpo."
David sentiu o pau ficar ainda mais duro ao imaginar a cena, mas sabia que precisava confortar Paige. "Você fez isso por causa da minha fantasia idiota." Ele respondeu, tentando soar zangado consigo mesmo. "Paige, olha, podemos esquecer essa fantasia idiota agora. Não é para nós."
Embora as palavras dele fossem o que ela queria ouvir, o tom sugeria que talvez não fosse sua opinião genuína. Paige olhou nos olhos dele e viu uma luxúria envergonhada por trás. Ela sabia que ele estava mentindo, mas não tinha certeza de como se sentir sobre isso.
"É isso mesmo que você quer?" Ela perguntou.
"Sim..." O tom de David foi ainda menos convincente.
"Ahh!" Ele gemeu e fechou os olhos quando Paige estendeu a mão e agarrou sua ereção furiosa.
"Seja honesto comigo, te excita saber que Hank me tocou?" Ela perguntou.
David abriu os olhos novamente e olhou para Paige. Ela ficou chocada ao ver o olhar sutil de luxúria envergonhada ser substituído por um olhar ardente de desejo. Ela ficou surpresa, mas sentiu seu próprio impulso sexual se alimentar daquele olhar.
"Eu preciso de você! Agora!" Ele disse, as palavras desesperadas e lascivas.
Antes que Paige pudesse responder, David avançou e encontrou os lábios dela com os seus. Ele a empurrou de costas enquanto se beijavam apaixonadamente. As línguas se entrelaçaram enquanto Paige sentia o pau duro do marido pressionar sua intimidade coberta pelo moletom.
Paige nunca sentira o marido beijá-la daquele jeito. Uma paixão animalesca o alimentava, como se ele estivesse tentando beijar através dela. Aquilo despertou algo nela também, o corpo esquentando enquanto o corpo do marido a pressionava contra o sofá.
Paige começou a desabotoar a camisa de David enquanto ele rapidamente descartava as calças dela. Luxúria e paixão assumiram o controle, e eles se separavam apenas o tempo suficiente para as roupas serem jogadas de lado. As roupas de Paige saíram primeiro, seu moletom e calcinha de algodão branco amontoados no chão. David lutava com a camisa enquanto Paige, nua, tirava o pau dele para fora.
"Deus, você está duro!" Paige notou ao sentir o marido totalmente ereto.
"Não consigo evitar!" Ele respondeu, finalmente terminando de tirar a camisa e jogando-a de lado.
"Eu sei..." Paige disse, olhando para o peito agora nu do marido e pensando em como haviam chegado ali.
Era tão estranho como o vizinho idoso deles agora era um lubrificante sexual para eles. Paige não sabia bem como se sentir sobre aquilo. Parte dela estava enojada. Hank era um velho pervertido e lascivo, e ela queria pouco contato com ele. Mas, quando David segurou o próprio pau e empurrou Paige de costas, ela sentiu uma onda de excitação enquanto o marido alinhava a cabeça com sua boceta.
"Ah!" Ele grunhiu ao penetrá-la.
"Mmm!" Paige gemeu de volta, a boceta ficando mais molhada a cada segundo.
Assim como na noite anterior, David começou a martelar sua esposa. As estocadas eram alimentadas por uma luxúria insaciável que a esposa despertara nele. Ele não conseguia acreditar no quão sexy era o fato de ela estar fazendo tudo aquilo apenas para realizar sua fantasia. Sua libido estava em hiperatividade, levando-o a um êxtase sexual que nunca experimentara antes.
Paige olhou para o marido; o dia tivera uma reviravolta agradável, mas inesperada. Ele a penetrava com uma força que ela não sentia dele. Seu corpo balançava, os seios saltavam enquanto ele a fodia. Um barulho alto de estalos ecoava pela casa enquanto transavam no sofá.
— Tem mais uma coisa... — Paige disse baixinho, com a respiração pesada.
— O quê? — David grunhiu em resposta.
— Ele me tocou... com aquilo... — Paige contou, quase envergonhada.
— Com aquilo? — O marido parou por um segundo, olhou para baixo, os olhos arregalados.
— O pau... o volume. Ainda estava dentro da calça. — Ela explicou. — Ele roçou no meu braço.
David se inclinou e beijou Paige ferozmente nos lábios. Sua estocada já frenética ficou ainda mais desesperada à medida que o peso do que ela acabara de dizer o atingia. O calor de Paige só aumentou enquanto o peso do corpo do marido a pressionava contra o sofá. Ela passou os braços ao redor dele e sentiu os músculos das costas. Estavam contraídos, como se ele estivesse usando cada fibra muscular do corpo para foder com ela. David quebrou o beijo, enterrando o rosto no pescoço de Paige.
— Como foi a sensação? — Ele perguntou, precisando ouvir mais sobre aquilo.
— Foi gostoso. — Ela mentiu, sabendo que o marido ia gostar ainda mais.
— Você ainda acredita que ele enfia coisa na calça? — David perguntou.
— Não, era real! — Ela disse, rendendo-se à fantasia doentia do marido. — Acho que o Hank tem um pau enorme!
— Ah, Paige! Tô gozando! — Ele anunciou, liberando uma torrente de esperma no útero dela.
Paige sentiu a semente quente do marido preenchê-la e começou a ter um orgasmo com ele. A boceta apertou-o com força enquanto ela beijava seus lábios e o segurava firme. O abraço sensual durou mesmo depois que David terminou de gozar dentro dela. Definitivamente não era como Paige esperava que isso fosse acontecer.
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Cerca de trinta minutos depois, Paige e David estavam deitados na cama. Depois de mais uma rodada de sexo inflamado, Paige se viu com a cabeça apoiada no peito do marido. Ela ouvia os batimentos cardíacos dele enquanto ele respirava longa e profundamente. A paixão e a loucura com que ele a possuiu era diferente de tudo que ele já demonstrara antes. O fato de ele ter conseguido ficar duro de novo logo depois de terminar da primeira vez era outro sinal do que essa fantasia provocava nele.
Os dois estavam descendo do barato sexual, remoendo em silêncio para onde ir a partir dali. Paige tinha um medo enorme de continuar com essa fantasia. Ela queria ser a fantasia do marido, ir o mais longe que pudesse. Mas se submeter àquele homem, ser olhada com desejo, cobiçada e tocada por ele, lhe dava uma sensação revoltante.
David também não sabia direito para onde ir a partir dali. Paige obviamente não tinha gostado de ser tocada por Hank, mas ele teve uma reação diferente. Não podia forçá-la a nada e queria que ela se sentisse segura e protegida. Não podia razoavelmente pedir que ela fizesse coisas com Hank. Mas esses últimos dois dias tinham sido o melhor sexo do casamento deles, e ele não tinha certeza se queria se livrar disso.
— No que você tá pensando? — Paige perguntou, olhando para o rosto do marido.
— Tô pensando que eu ferrei tudo completamente. — David respondeu, abaixando a cabeça como se estivesse envergonhado.
— Você ainda não ferrou tudo completamente... por enquanto. — Paige respondeu, olhando para o marido.
— É que... eu não quero te pressionar a fazer nada com que você não se sinta confortável. — Ele disse. — Você já fez mais do que eu jamais esperava!
— Você não me pressionou. — Ela respondeu. — Eu escolhi fazer tudo hoje.
— Mas você não teria feito se não fosse pela minha fantasia. — David argumentou.
— Eu sou uma mulher adulta, e estou escolhendo realizar a sua fantasia. — Paige respondeu, dispensando o assunto com um gesto. — A questão da pressão não importa. O que importa é para onde vamos a partir daqui?
— Acho que hoje devia encerrar isso, né? — Ele respondeu. — Você odiou, ponto final.
— É isso mesmo que você quer? — Paige perguntou, olhando o marido nos olhos.
— Sim... não... não sei. — Ele disse, confuso.
— Tudo bem se você quiser que isso continue. — Paige respondeu.
— Eu quero... pelo menos uma parte de mim quer. — Ele respondeu. — Mas não quero te colocar nessas situações.
— Eu também não quero muito estar lá, mas talvez tenha um jeito de eu ir um pouco mais longe sem que o Hank me toque. — Paige disse, sua mente bolando um plano malicioso.
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— Pode passar óleo nas minhas costas, por favor? — Paige perguntou, olhando para David. Os dois entenderam o tom de provocação que ela colocou nas palavras.
Era um sábado claro e lindo. David e Paige estavam aproveitando o quintal de casa. Paige usava um biquíni verde mínimo enquanto tomava sol com o marido. Sua figura curvilínea e a dele, musculosa, brilhavam sob o sol quente de verão.
Paige tinha evitado o quintal por alguns dias. Precisava de tempo para processar a esfregação de quarta-feira. Por sorte, o grupo de ioga de verão se reunia nas tardes de quinta. Elas iam a um parque próximo aproveitar o ar livre enquanto alongavam o corpo. Eram todas mulheres, então não havia olhares persistentes além de alguns transeuntes. Na sexta, ela visitou a mãe e passou o dia com ela. Então, tirando um pouco de flerte quando chegou em casa na sexta à noite, ela mal tinha visto Hank.
Isso não a impediu de provocar David na cama na sexta à noite. Ela pode ter exagerado a interação com Hank, fazendo o marido acreditar que ela estava a segundos de ir para a casa dele passar a noite.
Era estranho que, enquanto David metia nela, a mente de Paige vagasse até Hank. Não tinha sido de propósito, mas talvez a fantasia do marido tivesse começado a afetá-la um pouco. Ela se encolheu depois, o velho nojento não devia ter nada a ver com suas fantasias, mas ela se perguntou se conseguiria sobreviver a outra esfregação.
Mas essa era uma pergunta para outro dia, pois David já estava com as mãos nas costas dela, passando óleo. Ela revirou os olhos quando o marido pressionou o volume dele no antebraço dela, exatamente como Hank tinha feito. Ele estava tentando provocá-la agora.
Ela o provocara várias vezes desde aquele dia em que dissera que Hank tinha um pau enorme. Ela via e sentia que ele gostava desse pensamento. Por quê, ela não sabia ao certo, mas a essa altura já tinham entrado nesse caminho, então melhor seguir o fluxo. Na verdade, ela não tinha certeza se Hank era grande; o toque do volume dele tinha sido curto demais para dizer qualquer coisa.
Mas a esfregação de David a lembrou daquele encontro. Foi intencional; ele a estava esfregando exatamente como Hank fizera vários dias antes. A ameaça de tocar seus seios e o mindinho na calcinha do biquíni eram reminiscências daquilo. Paige já tinha contado todos os detalhes a essa altura, e ele estava usando essa informação agora. Mas Paige conseguia notar a diferença; David não tinha os dedos ásperos como o vizinho.
Depois de provocá-la na lombar por um momento, exatamente como Hank fizera, David se deitou na espreguiçadeira ao lado de Paige. Ela olhou para ele, mordendo o lábio, e o marido tinha um sorriso enorme e aberto no rosto. A lembrança de Hank tocando nela tinha se transformado em sua mente. Por mais que ela se lembrasse da sensação nojenta no corpo, agora também pensava em como ela e David tiveram o melhor sexo da vida dela. Estava começando a confundi-la.
— Ccrrkk! — Eles ouviram a porta dos fundos da casa de Hank se abrir e o velho sair.
— Boa tarde, vizinhos! — Hank disse, acenando para eles.
— Ei, Hank! — David respondeu, tentando soar casual.
— Como vai, David? — Hank perguntou, aproximando-se bem da cerca compartilhada.
— Tô bem. — David respondeu. — Como você tem passado?
— Ah, ótimo. Com uma dor chata na coxa, mas tirando isso, ótimo. — Hank disse a David. — Como tá o trabalho?
— Ah, o de sempre. Sempre ocupado, mas nunca tem mãos suficientes. — David respondeu.
— Pois é, notei que você tá trabalhando muito. — Hank respondeu. — Tenho feito companhia pra Paige enquanto você tá fora.
Hank olhou por cima de David e viu Paige corando, um sorrisinho discreto surgindo no canto dos lábios dele.
— Isso é bom. — David respondeu, impassível. — Tenho certeza de que Paige fica solitária durante os verões.
— Ah, com certeza ela fica... — Hank disse. — Vou deixar vocês aproveitarem a tarde juntos.
Hank se afastou para cuidar do jardim enquanto David virou a cabeça para Paige. Ela articulou em silêncio "Meu Deus" para ele enquanto os olhos deles se encontravam num olhar luxurioso.
Paige teve uma ideia maliciosa. Pegou o celular enquanto se virava de costas. David olhou curioso enquanto ela mordia o lábio e exibia um pequeno sorriso.
— Bbzzz — O celular de David vibrou. Ele rapidamente o pegou enquanto Paige largava o dela.
— Vai lá pra dentro e fica perto da janela do banheiro. — Dizia a mensagem de Paige.
David engoliu em seco, a boca de repente ficou seca. Ele soube imediatamente o que Paige estava pensando. Ela ia flertar com Hank, e ele conseguiria ouvi-los do banheiro. O pau dele já estava ficando duro dentro da calça.
— Você precisa de alguma coisa lá dentro? — David perguntou, fazendo questão de projetar a voz para que Hank pudesse ouvi-lo. Paige apenas balançou a cabeça negativamente.
Ele abriu a porta dos fundos, dando uma espiada para trás e vendo Hank rondando Paige como um predador pronto para dilacerá-la. O pau dele já estava tensionando as calças a essa altura, a emoção dessa fantasia o dominando.
Ele correu para o banheiro o mais rápido que pôde. A janela estava entreaberta só um pouquinho, o que ele agradeceu a Deus. Sentou-se no chão ao lado da janela, esperando ouvir o que seria dito.
— ... David já passou óleo nas minhas costas. — Ele ouviu Paige dizer, Hank obviamente havia começado assim que ele entrou.
— Ah, que pena! — Hank respondeu.
— É... ele não faz como você. — Paige respondeu.
— Como assim? — Hank respondeu.
— Não sei, alguma coisa que você fez deixou tão gostoso! — Paige respondeu.
— Sabe, eu poderia te fazer uma massagem se você quisesse. — Hank ofereceu. David sabia que ele devia estar com um sorriso enorme e malicioso no rosto.
— Talvez outra hora. — Paige respondeu. — Não ia querer que meu marido nos pegasse.
— Mas a vida não é mais divertida com um pouco de risco? — Hank perguntou.
— Claro... mas às vezes é preciso ter paciência. — Paige respondeu.
— Palavras sábias... paciência com certeza pode render! — Hank respondeu, e David apostou que ele estava tocando o próprio volume.
— Sabe, eu tava pensando, não quero muito ficar com marcas de bronze. — Paige disse.
Os olhos de David se arregalaram quando Paige disse isso. Ela estava prestes a tirar o biquíni e mostrar a Hank seus seios incríveis? Ele já estava se masturbando desde que tinha entrado, mas começou a bombear mais forte, precisando tirar o pau para fora das calças. Ele espiou pela janela, querendo ver se Paige ia realmente fazer aquilo.
— Hehe... é, ninguém quer isso! — Hank disse com o maior sorriso no rosto.
David observou Paige desamarrar as tiras do biquíni e puxar o tecido fino para fora de si. Os olhos de Hank se arregalaram ao ver os montes perfeitos de Paige. Eram imaculados. Pareciam desafiar a gravidade, perfeitamente firmes, o que era chocante dado o tamanho deles. Os mamilos eram pequenos e de um rosa escuro. David se escondeu de novo quando estava prestes a gozar.
— Caralho! — Hank disse quando David terminou, esguichando a porra no chão à sua frente.
— Você gostou deles? — Paige perguntou.
— Pra caralho! — Hank respondeu entusiasmado. — São os melhores peitos que eu já vi!
— Hehe... você é muito gentil. — Paige riu baixinho.
— Precisa de uma mão pra passar óleo nesses meninos maus? — Hank perguntou.
— Obrigada... mas acho que eu dou conta. — Ela respondeu.
A ereção de David não ia embora enquanto ele ouvia sua esposa de topless flertar descaradamente com o vizinho idoso. Ele agarrou o pau de novo e começou a se masturbar ao ouvir o som fraco do frasco de bronzeador sendo aberto. Imaginou Paige esfregando óleo nos seios enquanto o vizinho velho e tarado observava.
— Huh! Hank! — David ouviu Paige ofegar.
De repente, um misto de pavor e curiosidade encheu sua mente. Ele se perguntou o que Hank estava fazendo, mas se ele tivesse tocado em Paige sem o consentimento dela, não ia querer saber de fantasia; ia dar uma surra nele. Então, quando espiou pela janela de novo, ficou aliviado ao ver que Hank ainda estava do outro lado da cerca. Mas depois de um segundo, percebeu que Hank tinha tirado o pau para fora e estava se masturbando para Paige. Paige, em resposta, tinha coberto os seios com as mãos.
— Não consegui me segurar! — O velho respondeu.
— O David pode sair a qualquer segundo... — Paige disse, virando a cabeça para o lado, e pareceu olhar para a janela do banheiro.
David não sabia se ela conseguia vê-lo, mas acenou com a cabeça como que para dizer que aquilo o estava excitando. Ele viu que Paige estava em conflito. Só esperava que ela estivesse confortável com aquilo.
— Qual é, mostra esses mamilos! Isso vai me ajudar a gozar mais rápido! — Hank disse.
Paige se virou de volta para Hank enquanto David se afundou atrás da parede.
— Tá bom. Só se apressa, não quero que o David saia e veja isso. — Paige respondeu, colocando as mãos ao lado do corpo enquanto olhava para o vizinho idoso se masturbando descaradamente entre as grades pretas da cerca compartilhada.
Os olhos de Paige baixaram e finalmente olharam para o pênis de Hank. Ela ficou chocada ao ver que o pau de Hank era enorme. Seu queixo caiu enquanto ela absorvia aquela ferramenta grossa, os olhos fixos no órgão cheio de veias.
— Tá gostando do que vê? — Hank perguntou, ainda bombeando o pau e olhando para Paige.
— Hmm... é, você tem uma... coisa bonita. — Ela respondeu nervosa, sem saber como reagir.
— Mais bonita que a do seu marido? — Ele respondeu.
— E-eu não posso responder isso... — Ela disse, a garganta subitamente muito seca.
— Mas o meu é maior, né? — Hank perguntou, mas só recebeu um silêncio prolongado como resposta. — Vai, vai me ajudar a gozar se você disser que eu sou maior.
Paige olhou nervosamente para a janela do banheiro de novo. Ela não sabia o que fazer ou o que o marido queria que ela fizesse.
— Sim, o seu é maior... — Ela finalmente admitiu, insegura, mas seguindo o fluxo.
David gozou de novo ao ouvir a esposa admitir aquilo. Ele não sabia ao certo por que ouvir a esposa dizer aquilo o excitava, mas excitava. Estava esgotado, a porra acumulada no chão à sua frente enquanto recuperava o fôlego.
— Quanto maior? — David ouviu Hank latir.
— Muito maior... você é muito maior que o David! — Paige respondeu, a própria respiração embargada enquanto encarava o pau glorioso de Hank.
— Ah, sim, Paige! — Hank gritou quando o pau começou a explodir.
Os olhos de Paige se arregalaram ao testemunhar o pau do velho começar a jorrar porra. Era espessa e de um branco cremoso, e saiu bastante do pau dele. Ele voou pelo ar por um momento antes de cair na grama lá embaixo. Paige inconscientemente manteve a boca aberta, em choque com o que tinha acabado de acontecer.
Quando o pau terminou de dar os últimos jatos, Hank guardou o pau na calça com um sorriso enorme e assustador no rosto. Ele lançou um olhar lascivo para Paige, que corou de vergonha e nervosismo.
— Até mais, Paige. — Ele disse antes de voltar para casa.