Mas Eu Sou um Garoto, Não uma Líder de Torcida!
Ser o roupeiro do time de basquete é um trabalho ingrato.
Pra começar, eu sou bombardeado com toalhas suadas, cuecas fedorentas e todo tipo de acessórios radioativos que seguem um jogo intenso de basquete. Além disso, eu destoo totalmente nos eventos do time; fico sozinho em cada treino, foto do anuário, jantar de confraternização — e se eu fosse convidado pras festas deles, também ficaria sozinho lá.
Darius não ajuda em nada. Ele é o astro do time, uma massa enorme de músculos e pelos. Ele implica comigo desde o primeiro dia, me chamando de "vadia" do time, apesar dos avisos do Treinador Brown pra parar. Mas o Treinador também não gosta de mim, então ele faz vista grossa; o Treinador provavelmente é o homem mais grandão e assustador que já vi na vida, tipo o Idris Elba bombado de esteroides. Juntos, Darius e o Treinador são a desgraça da minha existência. Eles garantem que eu nunca seja bem-vindo nas festas deles. Ouvi dizer que são bem loucas.
Eu não poderia parecer mais um estranho entre eles. Com pouco mais de um metro e sessenta, branquelo e com cara de bebê, eu não poderia ser mais um florescimento tardio. Quando eu receberia todos aqueles pelos corporais e músculos que a puberdade me prometeu? Até mais alguns centímetros de altura me ajudariam a contrastar menos com eles: todos com mais de um metro e oitenta, peludos e sarados, a maioria com tons de pele variando de morenos escuros a negros como a noite. Não que eu veja o mundo por essa lente, só é difícil não fixar nas diferenças enquanto observo eles suarem no treino intenso.
Nosso time é um dos melhores do estado. Nosso programa é um dos times esportivos de colégio mais bem financiados da região, e isso transparece. Até nossas líderes de torcida estão num nível à parte. Campeãs por mérito próprio, trazendo troféu atrás de troféu de competições nacionais de cheerleading, elas são sem dúvida as garotas mais legais da escola. Nem as líderes de torcida do time de futebol americano chegam aos pés.
O que me leva à Rachel. Uma deusa ruiva em seu uniformezinho apertado. Ela costumava ser minha amiga no ensino fundamental, mas desde que ela se desenvolveu e entrou pro time de líderes de torcida, ela me dá um gelo. Provavelmente não ajuda que eu fique encarando a forma saltitante dela em cada jogo. Ela nunca falaria comigo.
Até o dia em que finalmente falou, claro.
Era uma tarde de quinta-feira, pouco antes do fim de semana do torneio. Era um grande evento na escola toda, com cartazes e aquela bobagem de rally de incentivo. Os ânimos estavam altos; se vencêssemos, quebraríamos um tipo famoso de sequência contra nossa escola rival. Não presto muita atenção nessas coisas, mas gostei de como o Treinador foi legal comigo essa semana. Ele até me deixou tomar banho primeiro, antes do treino terminar.
Mesmo sem malhar, eu ficava bem suado nesses treinos. Além disso, os chuveiros são super bons.
Enquanto os tênis dos garotos faziam sua costumeira algazarra, eu me esgueirei pro chuveiro e comecei a me despir. Já nu, me vi de relance no espelho. Eu tinha engordado um pouco esse ano, mas parecia que ia tudo pras coxas. Minhas pernas lisas e brancas eram tão magrelas no verão passado, mas agora estavam quase rechonchudas. Curioso, me virei e olhei pra minha traseira... caramba. Minha bunda sempre foi tão redonda? Uma pintinha charmosa enfeitava uma nádega, como uma pinta de beleza de modelo. Me observei me afastar e fiquei chocado ao ver minha bunda balançar e bambolear. Pensei em todas as vezes que encarei o traseiro da Rachel, e minhas bochechas ficaram vermelhas.
RANGIDO. Ouvi o som inconfundível de um tênis na porta. Me virei bem a tempo de ver a porta fechar. Droga. Alguém tinha me visto me exibindo no espelho? Corando dos pés à cabeça, entrei no chuveiro. Se foi alguém do time, vão pensar que sou algum tipo de aberração esquisita. Se foi o Darius, ele vai me dar uma surra com certeza. O pensamento de seu corpo enorme e negro me encarando com malícia me fez estremecer de novo, e me concentrei no banho.
Eu devia ter ido mais rápido. Depois de alguns minutos, o time entrou na área do vestiário, logo atrás da parede divisória do chuveiro, gritando e se encorajando sobre o jogo. Darius os liderou como um mestre de cerimônias. Eles não tinham me visto ainda, então rapidamente comecei a tirar o sabão, na esperança de evitar um confronto emasculante.
Peguei uma toalha e me cobri, ainda molhado, e corri pra outra porta. Quase trombei de cara com o Treinador Brown. Frente a frente com seu peito largo, ele me olhou de cima com algo como pena.
"Senta num banco no vestiário, vamos conversar sobre o torneio", ele murmurou, sem realmente fazer contato visual.
Corando, o segui passando pela parede divisória até o vestiário, onde o time estava quase todo nu. Percebi que era a primeira vez que eu estava tão nu perto deles. Agarrando a toalha com tanta força que meus nós dos dedos ficaram brancos, evitei os olhares deles e me escondi num canto. Olha pro chão, só olha pro chão.
"Somos um time aqui", começou o Treinador, "o que significa que construir camaradagem é o que vai nos separar deles."
Não prestei muita atenção no discurso do Treinador. Meus olhos ficaram vidrados e tentei olhar pro nada. De repente, um objeto estranho entrou no meu campo de visão — um pau. Um enorme.
Como eu disse, já vi uns paus nas minhas funções de roupeiro, mas nunca olhei muito de perto. Mas esse estava a uns trinta centímetros do meu rosto, balançando como um pêndulo. Grosso, cheio de veias e profundamente negro. Pra deixar claro, eu não estava encarando de um jeito gay, só meio que comparando mentalmente com o meu próprio membro, que era bem mais fino e curto. Senti o meu murchar de vergonha. Esse tipo de coisa é o motivo de a Rachel não falar comigo. Ela percebe que sou um camarãozinho.
Saio do meu devaneio de autocomiseração e percebo pra quem estou olhando. Levanto o olhar e vejo a forma massiva de Darius, me dando um olhar estranho.
"Darius", o Treinador ralha. "Estou com sua atenção?"
"Tô procurando uma toalha", Darius responde.
"Então encontre uma e preste atenção."
Num floreio cômico, Darius arranca minha toalha da minha mão e me deixa nu e tremendo. O time explode em gargalhadas estrondosas enquanto eu cubro meu membro minúsculo bem devagar demais. É a coisa mais humilhante que já me aconteceu. Eles riem pelo que parece uma eternidade, e ouço Darius dizendo coisas como "minúsculo", e "camarão", e "piruzinho" entre as risadas. Nunca corei tanto.
Olho pro Treinador Brown em busca de orientação, e até ele está rindo um pouco, apesar de si mesmo. Corando, com os ouvidos zumbindo, pego minhas roupas do chão e corro pro banheiro ali perto, batendo a porta atrás de mim.
Passei os próximos trinta minutos remoendo. Que bando de babacas. Sou menos homem que eles, só porque meu corpo é diferente?
Depois de um tempo, saio cautelosamente pro corredor, me sentindo abençoado por estar totalmente vestido de novo. Enquanto tento me esgueirar até uma saída, um toque no ombro me faz pular da pele.
É Rachel, em seu uniforme de líder de torcida. Ela está suada, então deve ter sido logo depois do treino.
"Ei Jamie", ela me cumprimenta, "os garotos estão se sentindo prontos pro torneio?"
Eu tinha esquecido do torneio. "Acho que sim", digo. "Mas provavelmente não vou. Acho que vou sair do time, na verdade. Não tô sentindo o espírito de equipe."
Rachel franze o rosto em preocupação. "Nããão, não diga isso! Precisamos de você. Todo mundo faz parte do time, certo?"
"Eu não. Aqueles caras me odeiam. Eles me excluem, e me implicam..." Percebo que estou começando a soar patético. "Mas tá de boa, sabe? Vou tentar futebol americano ou algo assim."
Rachel mal contém uma risada. "Talvez essa não seja sua vocação. Com seu tipo de corpo, quer dizer." Caramba.
"Mas", ela oferece, "talvez você fosse uma boa líder de torcida. Aposto que é pequeno o bastante pra ser jogado."
"Vou levar como um elogio." Tento não encarar como o uniforme dela abraça suas formas. Pros padrões de uniformes de cheerleading, deixa pouco pra imaginação.
"Te vejo na festa hoje à noite?" Ela parece estar arrependida por ter me insultado.
"Ah não, não sou convidado pra esse tipo de coisa. Os caras e eu não nos damos bem."
"Aww, bem, você pode ficar com as líderes de torcida em vez disso. Vamos todas nos encontrar na minha casa antes pra fazer um esquenta e nos arrumar. Vai ser divertido!"
Não consigo imaginar estar perto de tantas garotas bonitas. "Uh, acho melhor eu ir pra casa."
"Vamos, eu nunca mais te vejo hoje em dia!"
Ela quer me ver. Ela sente minha falta, talvez. Essa pode ser minha chance de reacender o que quer que tínhamos antes.
Ela enrola um cacho ruivo. Deus, ela é linda.
"Claro", digo. "Que horas?"
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Estaciono minha bicicleta na casa da Rachel mais tarde, depois de ter tomado banho, hidratado e raspado o rosto. Tentei ao máximo parecer apresentável, mas ainda tinha uma qualidade infantil. Talvez eu não devesse ter me barbeado (não que tivesse muita coisa pra barbear).
Rachel me recebe na porta tão animada que eu coro pela terceira vez naquele dia. Ela me leva pro quarto dela, onde o resto do time retoca a maquiagem e o cabelo. Algumas me reconhecem educadamente, mas parecem focadas na tarefa.
"Por que todo mundo está de uniforme?" pergunto.
"Você realmente nunca foi a nenhuma dessas festas, né?" Rachel provoca. "É tradição, os garotos também vão estar de uniforme. Você tem, tipo, um uniforme de roupeiro?"
Uma das outras garotas gargalha com a sugestão.
"Não, geralmente só uso moletom."
"Você pode pegar o uniforme da Kelsey emprestado", provoca Erin, uma das mulheres lindas que agora me torturam. Kelsey, ouvi dizer, é uma garota nova que vai entrar pro time no próximo semestre.
Aguento o abuso enquanto Rachel me serve uma bebida. Depois de alguns vodkas com cranberry, todo mundo relaxa e para de me tratar como um intruso. As garotas parecem felizes em fazer shots com uma pessoa nova, e Rachel fica sorrindo com o bom momento que pareço estar tendo. Raramente bebo, então estou mais que um pouco bêbado ao final de uma hora.
Tento acompanhar a fofoca e tal, mas o álcool deixou meu cérebro lento. Além disso, não faço ideia de quem elas estão fofocando. A conversa eventualmente vira pro torneio, e todo mundo fica muito sério.
"Não sou supersticiosa, mas tenho andado desviando de rachaduras na calçada e essas merdas essa semana", Erin admite. "Provavelmente é efeito gazebo, mas temos que levar as tradições a sério."
As outras garotas concordam com compreensão.
"Tipo o Beijo de Boa Noite", Rachel murmura. Aquelas que ouvem gargalham com apreciação.
"O que é o Beijo de Boa Noite?" pergunto. Todo mundo gargalha de novo.
"É uma tradição antiga, antiga, antiga que a gente não faz mais", Erin responde. "Antigamente, quando as líderes de torcida namoravam o time de basquete, elas fugiam da festa em pares e... você sabe. Satisfaziam eles. Acalma os hormônios deles ou algo assim, e ajuda a vencer o jogo. Talvez seja por isso que começaram a perder."
Uau. Sinto arrepios com o pensamento safado deste quarto cheio de jovens mulheres sexy fugindo pra dar prazer aos jogadores.
"Por que parou?" pergunto bêbado. As garotas trocam olhares entre si.
"Temos uma hora até os garotos chegarem", Rachel diz, olhando o relógio. "Alguém quer fumar?"
Fico tenso, nunca tendo fumado maconha antes. Mas quando todas as garotas levantam a mão, eu me junto a elas, para grande animação da Rachel.
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As coisas ficam turvas quando elas começam a passar o negócio. Eu me seguro com umas tragadas hesitantes, mas assim que minha cabeça começa a girar, sinto o erro. Todo mundo rindo e compartilhando segredos me relaxa, e logo me sinto como uma das garotas.
Eventualmente, numa névoa, Rachel se vira pra mim. "Ouvi o que aconteceu depois do treino hoje." Meus olhos se arregalam. "Tudo bem. Tamanho não é tudo." Ela está dando em cima de mim? Ou outra coisa?
"Você tem uma espinha. Sabia?" Erin se intromete na nossa conversa. Quanto ela ouviu? Elas todas sabem da minha exposição essa tarde?
"Vem aqui." Erin me leva pra penteadeira dela, onde ela dá uns toques de maquiagem no suposto ponto na minha bochecha. "Você tem que esfumar", oferece outra garota. Logo todas se aglomeram pra ajudar a cobrir minha bochecha, minha maçã do rosto, e então eventualmente meu rosto em maquiagem.
"Ok, já chega", insisto. Rachel me mostra um espelho, e eu suspiro. Minhas feições infantis foram suavizadas em traços femininos. Começo a rir, e as garotas se juntam a mim. Esquecendo completamente da festa que está chegando em alguns minutos, fico rindo enquanto elas me embelezam, a maconha e a bebida me distraindo da emasculação. Além disso, que bom ter amigas.
"Você tem um cabelo tão bonito e grosso", Erin elogia. Ela começa a brincar com ele, adicionando produto e estilizando. Meu cabelo está mais comprido que o normal ultimamente, consequência de preguiça de cortar, mas Erin transforma minha juba num bob fofo. Ok, AGORA eu devia pará-las e ir pra casa.
Rímel entra na festa, e quase as impeço. Mas fica bom, então deixo estar. Depois algo nas minhas sobrancelhas, e depois iluminadores e contornos e todo tipo de produto cheiroso que nunca ouvi falar. Finalmente, Rachel saca um batom vermelho brilhante e todas paramos e olhamos pra ele.
"Essa é absolutamente a cor", Erin comenta com admiração. As garotas olham pra mim em busca de aprovação. Eu devia pará-las. Eu devia limpar meu rosto e ir embora. Em vez disso, aceno com a cabeça, e Rachel cobre meus lábios com a cor vermelha sensual ela mesma. Satisfeita com seu trabalho, ela dá um beijinho nos meus lábios. Meu coração dispara, e minha mão tem um espasmo e derruba um pote cheio de coisa cosmética fedorenta em cima de mim.
"Nããão, essa merda é cara", Erin grita. Minha camisa e calça estão arruinadas, e Deus todo poderoso, o cheiro é forte. "É tóxico, amor, tira essa roupa."
Erin me ajuda a tirar a camisa e a calça. Não parece ter nada na minha pele, então todas rimos.
Nisso, a campainha toca. Ai merda, os garotos estão aqui.
"Aqui", Rachel agarra minha mão, "eu cuido de você." Ela me leva pro banheiro escuro dela e me entrega uma pilha de roupas. Ela fecha a porta rapidamente e vai receber os convidados. Na escuridão, sinto a pilha que ela me deu. É o uniforme da Kelsey. Certamente ela não queria me dar isso?
Procuro no banheiro por mais opções, mas não parece ter outras roupas ou mesmo toalhas. Cadê o roupeiro quando você precisa dele?
Me aproximo do espelho de corpo inteiro e seguro o uniforme contra mim. Sou bem pequeno, e a Kelsey também. Não posso vestir isso. Não posso. De dentro da saia cai uma calcinha rosa. O que isso está fazendo aí? A Rachel me deu isso?
Olho pro meu rosto no espelho. É a maconha e a bebida, ou estou irreconhecível? Lá fora, a festa começa, os garotos já gritando e berrando com entusiasmo bêbado.
Sinto o uniforme contra minha pele, e meu pequeno membro responde. Tiro minha cueca boxer. O que estou fazendo?
Visto a calcinha rosa e a subo pelas minhas pernas lisas e brancas. Consigo passá-la pelas minhas coxas grossas e sinto ela deslizar na minha bunda redonda. Ela cobre meu pênis pequeno bem, e ele reage ao tecido liso com prazer.
Visto o uniforme da Kelsey e me olho no espelho. Nossa, quem é essa? Uma pequena provocadora sensual me encara de volta, suas pernas grossas levando a uma saia fofa e cintura fina, seus lábios vermelhos entreabertos com curiosidade e luxúria. Grandes olhos castanhos piscam por trás de longos cílios. Eu estou sexy agora.
Posso realmente fazer isso? Eu provavelmente deveria só aproveitar a oportunidade pra ir embora. Boto a cabeça pra fora da porta e encontro o quarto da Rachel abandonado. Pela porta dela, consigo ver a festa escura rolando na sala no fim do corredor. Preciso passar por lá pra chegar na porta.
Reunindo coragem, ando na ponta dos pés pro corredor. A brisa de vestir uma saia curta é completamente alienígena. Felizmente, está tão escuro na casa que alguém provavelmente vai só pensar que sou uma das garotas.
Quando chego na sala, vejo que mais do que só o time de basquete chegou. Jogadores de futebol americano e suas próprias líderes de torcida estão aqui pra celebrar o torneio, junto com um monte de outras pessoas que não conheço. Todo mundo é bem mais alto que eu, então não vão perceber se eu escapar.
Todo mundo está apertado na casa grande da Rachel como sardinhas enquanto me aproximo da porta. Sinto minha bunda roçar em um monte de pernas.
Ao passar pelo sofá, alguém grita "CARTAS!" e me perco na correria enquanto todos se apressam para ver algum jogo finalmente começar. Sou empurrado para uma posição sentada no enorme sofá da Rachel; é tão desconfortável! Rebolo o bumbum para encontrar uma posição melhor, sem sucesso. Olho em volta e vejo que o time de basquete está sentado lado a lado em vários assentos, cada um com uma líder de torcida no colo. Percebendo tarde demais o que aconteceu, olho para baixo e vejo que eu também estou no colo de alguém.
Dou uma espiada por trás e sinto o coração cair no estômago.
É o Darius. Claro que é.
Desvio o olhar antes que ele consiga ver bem o meu rosto.
"Tudo bem, Kelsey?" ele sussurra no meu ouvido. Estremeço. O nome da Kelsey está nas costas do uniforme, então ele parece pensar que sou ela. Aceno que sim.
Com os olhos de todos no jogo, não consigo escapar sem fazer cena. Tento fazer contato visual com uma das garotas para pedir ajuda, mas estão todas bêbadas e tentando jogar seja lá qual for esse jogo. Fico extremamente consciente da minha saia curta subindo pelas minhas coxas grossas. Os shorts de basquete do Darius são a única barreira entre as pernas dele e as minhas.
Vejo o jogo começar; as líderes de torcida estão passando uma carta de baralho para o seu jogador pela boca, usando a respiração para manter a carta no lugar. Engulo em seco ao perceber o que está prestes a acontecer.
Darius bate no meu ombro e me entrega um baseado. "Bem-vinda ao time, gatinha." Sinto a mão livre dele alcançar minha coxa e dou um pulo, minha saia subindo ainda mais. Aperto as pernas com toda a força para impedir que alguém veja minha calcinha, ou pior, o que se esconde por baixo dela.
Preciso relaxar. Vou superar isso. Dou um trago muito grande no baseado para acalmar os nervos e tusso. Vergonhoso. Darius dá tapinhas na minha coxa grossa e lisa com sua mão negra enorme, como se dissesse "calma, calma". Se houvesse algum pelo no meu corpo, ficaria todo arrepiado. Se ele descobrir quem eu realmente sou, vai me machucar. Muito.
Minha cabeça gira com a maconha. Finalmente, a carta chega até nós. Olho para o lado e vejo Erin, sentada lindamente no colo de um jogador chamado Tony. Erin, com a carta plana na boca, vira-se no assento e pressiona o rosto no de Tony. Eles estariam se beijando se não fosse a carta. Tony segura Erin pela cintura e pela perna para impedi-la de cair. A mão dele esfrega a perna dela de forma sugestiva.
Tony se vira para mim com a carta de baralho. De perto, vejo que é uma Dama de Espadas.
Estendo a mão para pegá-la, mas Darius afasta minha mão gentilmente. "Sem as mãos", ele avisa.
Inclino-me para frente e Tony agarra a parte de trás da minha cabeça. Ele pressiona o rosto no meu e pisca para mim enquanto inspiro para receber a carta. Isso não foi tão ruim.
Viro-me para Darius e percebo que a parte difícil está longe de terminar. A mão dele desliza mais para cima na minha coxa cremosa e ele me agarra. Nunca fui tocado assim. Ele está completamente no controle de mim. A outra mão dele desliza pela minha cintura enquanto me puxa para ele. Meu valentão, meu atormentador, aquele que me fez sentir menos homem. Ele pressiona nossos rostos com mais gentileza do que eu já o vi demonstrar. Fecho os olhos e passo a carta para ele. Ainda de frente para ele, observo enquanto ele passa a carta para a líder de torcida ao nosso lado e sinto uma pontada de... ciúmes?
Dou outro trago na maconha enquanto o foco do quarto se move para os próximos jogadores. Darius se vira para mim e eu me viro rápido demais, esfregando meu traseiro liso e de calcinha nos shorts dele. As pernas dos shorts dele se movem comigo e fico sentado nas coxas nuas dele. Tenho outro ataque de tosse e Darius ri.
"Toma", Darius sussurra no meu ouvido, pegando o baseado. Ele dá um trago grande e então, com a mão no meu queixo, força meus lábios vermelhos a se abrirem. Ele exala na minha boca, a centímetros do meu rosto na escuridão, e eu inspiro. Desta vez não tusso.
"Boa menina", Darius diz enquanto o quarto gira.
Sinto-me tão chapado. Tudo que toca minha pele parece profundamente sensual, incluindo e especialmente as pernas de Darius e a mão enorme que ainda repousa na minha coxa, agora agarrando um punhado de carne. Rebolo o bumbum sem pensar, apenas curtindo a sensação de estar tão perdido. Quando percebo o que fiz, paro, mas o estrago está feito.
O pau duro de Darius agora está pressionando contra mim. O mesmo pau que ele me flagrou olhando embasbacado mais cedo hoje. Naquela hora, nem estava ereto. Quão grande poderia estar agora?
Tento recuperar os sentidos, mas Darius me entrega uma bebida num copo vermelho descartável. Dou um gole, mas já estou tão chapado que me contenho. Quão grande poderia ficar?
Pare. Pare de pensar assim. Preciso sair daqui. Mas tudo parece tão bom. Meu pauzinho, nem mesmo duro em sua prisão rosa, vaza uma pequena quantidade de pré-gozo.
É só a maconha, é só a maconha. Calma, Kelsey. Quer dizer, Jamie. Não Kelsey.
Darius acaricia minha coxa com a mão, e meus olhos reviram na cabeça. Deus, tudo parece tão bom. Imagina tocar na Rachel nesse estado.
Meu Deus, Rachel. E se ela me ver assim? E se ela já viu? Olho em volta e percebo que o jogo acabou. Algumas das minhas colegas líderes de torcida ainda estão sentadas no colo dos garotos. Eu deveria me levantar. Encontrar Rachel. Mas fico parado.
Procuro pela festa sinais dela, mas há estranhos no meu caminho. Rebolo para frente e para trás para ter uma visão melhor. Enquanto desisto e me acomodo de volta no meu assento, sinto uma nova sensação. Meu estômago revira quando percebo que a cabeça do pau duro de Darius está agora saindo para fora dos shorts e entre minhas amplas nádegas. Isso é ruim. Preciso ir embora.
A mão livre de Darius está na minha mão. Maravilho-me por um momento com o quanto a mão dele é maior que a minha.
Olho em volta e percebo que todas as líderes de torcida estão trocando olhares conspiratórios. Um sussurro começa entre elas, e o passam adiante como um jogo de telefone. Finalmente, Erin se vira para mim, fogo nos olhos, e sussurra no meu ouvido:
"Beijo de Boa Noite."
Uma a uma, as líderes de torcida se levantam e conduzem seus jogadores pela mão para fora do quarto. Observo enquanto uma desliza para um armário, outra para um banheiro, outra para o quarto dos pais da Rachel.
Darius agarra a minha mão.
Não. Preciso escapar.
Eu me levanto. Ah, merda, minha saia. Está presa na metade da minha bunda.
Eu a puxo para baixo, cobrindo meu traseiro redondo. Percebo que estava bem na cara do Darius.
Também percebo que a mão dele ainda está segurando a minha.
Está tão escuro e barulhento. Ninguém está olhando. Eu poderia simplesmente correr pela porta. Estou tonto e com tanto tesão. Sinto Darius bem atrás de mim. Sou tão pequeno. Ele é tão grande. Tão, tão grande.
Ele pressiona seu pênis enorme e ereto em mim por trás e se inclina para sussurrar no meu ouvido: "Vamos, gata."
Formulo rapidamente um plano de fuga. Conduzi-lo ao quarto da Rachel, pedir licença para ir ao banheiro e escapar sorrateiramente. Ele está bêbado e chapado, nem vai se lembrar! Com propósito renovado, conduzo-o pelo corredor escuro até o quarto da Rachel, onde toda essa confusão começou. Ouço alguns "uuuh" enquanto passamos pela periferia da festa.
Quando chegamos à porta do quarto da Rachel, sinto a palma enorme de Darius dar um TAPA na minha bunda gorda! Ele vai pagar por isso. Seria bem feito para ele descobrir o quão gay ele está agindo agora.
Conduzo-o para o quarto da Rachel, que agora está completamente escuro. O cheiro acre de antes se foi, substituído por múltiplas velas perfumadas pelo quarto. Aquelas estavam lá antes? Cheiram maravilhosamente.
Viro-me para Darius para me desculpar e executar meu plano de fuga, mas assim que abro a boca ele me agarra apaixonadamente e pressiona os lábios nos meus.
Ai, meu Deus.
É mil vezes mais humilhante que o jogo de cartas. A barba por fazer dele é áspera contra meu rosto liso enquanto ele me invade, sua língua procurando a minha e seus braços enormes e musculosos me mantendo prisioneiro. Estou impotente.
Tento protestar, mas soa como um gemido na boca dele, e ele geme de volta em apreciação. Coloco a mão no rosto dele para empurrá-lo, mas ele apenas a agarra sensualmente. Sinto o gosto da maconha no hálito dele e fico ruborizado de... prazer? Não. Preciso ir embora agora.
Então, sinto uma cutucada quando a ereção dele encontra meu estômago. Darius pega minha mão livre e a move para o membro dele.
Puta merda. É enorme.
Mal posso acreditar no quão grande ficou desde a última vez que o senti. Ele pulsa com apreciação enquanto o esfrego curiosamente, só para ver o quanto maior está agora.
Fui eu que fiz isso. Eu o deixei duro.
Enquanto essa realização atinge meu cérebro intoxicado, gemo de verdade. Paro de lutar e me empurro contra ele, retribuindo o beijo e massageando a língua dele com a minha. Olha o que estou fazendo com ele. Ele está em frenesi agora, e suas mãos viajam para minha bunda. Ele agarra minhas nádegas redondas e as amassa, gemendo enquanto faz isso. Gostou disso, Darius? Agarro o pau dele por cima dos shorts--
Pare. Isso é longe demais.
Eu me afasto, mas Darius agarra meus ombros com sua força imensa e me empurra para os joelhos. Estou cara a cara com o monstro dele.
Ele desponta na parte de baixo da calça, brilhando com uma gota de pré-gozo. Preciso me levantar e correr. Preciso lavar o rosto, trocar de roupa e nunca mais falar com essas pessoas.
Sinto a mão dele na parte de trás da minha cabeça. A sete centímetros do monstro. Cinco. Dois. E agora meus lábios vermelhos estão pressionados contra a cabeça molhada, a cobra pulsa de prazer, a maconha e as bebidas me atingem, e eu me perco.
Kelsey desperta dentro de mim e arranca os shorts dele para baixo, agarra a mamba dele com as duas mãos e envolve lábios vermelhos nela. Minha língua dança na parte de baixo enquanto ele me guia mais fundo. É tão grande. Não acredito como é grande. Cada sensação intensificada, solto um gemido feminino enquanto dou prazer ao pau enorme do meu valentão com minha boquinha fofa. Minhas mãos mal conseguem envolvê-lo. ISTO é um pau de homem.
Darius geme com apreciação enquanto me solto, usando todas as habilidades que aprendi com pornô para agradá-lo. Engulo mais e mais da enorme cobra negra, e fico positivamente viciado nos sons que Darius está fazendo enquanto chupo o pau e a mente dele. Balanço para cima e para baixo como uma estrelinha pornô safada.
O tempo escapa de mim enquanto babo avidamente por todo o intruso na minha boca virgem. Sons perversos e molhados estão saindo dos meus lábios enquanto Darius começa a empurrar na minha garganta. Não consigo encaixá-lo totalmente lá embaixo, então ele diminui e me deixa continuar meu ataque. Lentamente descubro como encaixar um pouquinho na garganta, então vou um pouquinho mais fundo. Ainda não sou páreo para o comprimento total dessa coisa, mas a engulo o máximo que posso.
"Caramba, garota", Darius geme enquanto se recosta na cama da Rachel. Sempre sonhei em fazer sacanagem na cama da Rachel, mas não é isso que eu tinha em mente.
Os gemidos de Darius ficam mais desesperados, e percebo que ele vai gozar na minha boca. Corro para o orgasmo dele, massageando-o com a língua e as mãos, apertando levemente suas bolas enormes. Eu quero. Deus me ajude, eu quero fazê-lo gozar para mim.
"Isso aí, tá gostando desse pau, vadia?" Darius incita. Quase rio da ironia do velho apelido dele para mim também ser um que ele chama as mulheres dele. "Chupa esse pauzão. Você adora. Caramba, você adora esse pau." Não discuto com ele.
Ele solta um urro e mantém minha cabeça no lugar enquanto jorra jato após jato de porra quente na minha boca. Mal consigo acompanhar, então engulo sem pensar. Excitado pela sacanagem, gemo e engulo o resto. O orgasmo dele dura um bom tempo. Finalmente, diminui e o membro dele cai dos meus lábios. Ainda estou vibrando de tesão. Quase peço para repetir quando meu devaneio é quebrado--
BANG BANG! Alguém bate na porta do quarto. Percebo que lá fora, a música parou.
"Darius, abre logo." Puta merda, é o Técnico Brown.
Corro para o banheiro onde comecei minha jornada, mas está trancado. Espera, merda, tinha alguém lá o tempo todo? Sem tempo para pensar nisso.
Corro para o armário da Rachel e fecho a porta atrás de mim. Está escuro e silencioso na casa. Ouço o Técnico distante repreendendo os jogadores por beberem descontroladamente na noite anterior a um jogo importante.
No silêncio escuro do armário da Rachel, a realidade do que acabei de fazer me atinge como um trem de carga. Como pude deixar outro homem me tratar assim? Especialmente um tão malvado quanto o Darius? A vergonha me lava. Preciso ir embora, de verdade desta vez. Se o Técnico Brown está acabando com a festa, eles vão acender as luzes em breve, e aí meu disfarce está arruinado.
Revisto o armário da Rachel em busca de algo para vestir. As roupas dela estão numa caixa no chão, então tenho que me curvar bastante para procurar. Olho para o lado e na escuridão consigo distinguir um espelho. Me flagro e não resisto a me olhar de lado. Arqueio as costas sensualmente enquanto continuo minha busca, meu traseiro rechonchudo aparecendo na minha sainha minúscula.
Ouço comoção, mas ignoro. Preciso de roupas novas. Nem ouço a porta ranger atrás de mim.
"E você", o Técnico Brown diz maldosamente, "eu reconheceria essa bundinha de longe, Jamie."
Ah, porra. Minha vida acabou. É isso. Estou congelado, não consigo me mexer.
"Não se mexa." É, não consigo.
O Técnico Brown fecha a porta atrás de si. O que ele está fazendo?
"Seus amigos te deixaram para trás, hein?" Não respondo. "Você é líder de torcida agora, Jamie? Você certamente tem o corpo para isso."
Sinto a presença maciça do Técnico se aproximar. Por que ainda estou curvado, oferecendo minha bunda para um homem adulto?
"Você vai me dar um Beijo de Boa Noite também? Ou vou ter que tomar?" Sinto um zumbido familiar subir pelo meu corpo. Estou ficando excitado de novo. Ah, não, lembra o que aconteceu da última vez? Corre! Grita! Faz alguma coisa!
Mas eu só fico ali na minha posição de cachorrinho enquanto o Técnico desliza suas mãos enormes pelas minhas coxas lisas. As mãos dele são ainda maiores que as do Darius. Meu Deus, o que ele está fazendo comigo...
"Vou te mostrar o que um homem de verdade faz com uma bunda como a sua."
Estremeço enquanto as mãos dele exploram meu traseiro redondo e agarram punhados das minhas nádegas. Ele me dá um TAPA forte, e minha bunda balança. Os dedos dele sobem até minha calcinha, que esteve enterrada no meu rego a noite toda. O Técnico puxa minha calcinha rosa para baixo e abre minhas nádegas amplas.
Então, ele passa a língua em mim, num lugar onde ninguém nunca tocou. Ali, no chão do armário da Rachel, o Técnico lambe meu buraco virgem e me muda para sempre.
Eu gemo. Deus me ajude, eu gemo e empurro minha bunda na cara dele. Ele me lambe avidamente. Meus barulhos ficam cada vez mais femininos. Ele está fazendo isso comigo! Ele está me transformando... numa garota...
Depois do que parece uma eternidade adorável, o Técnico se afasta do meu buraco faminto. Faço beicinho e rebolo minha bunda para ele, implorando por mais. Meu pau mole pinga pré-gozo como uma torneira. Deus, o que estou fazendo???
Não posso acreditar no que sinto em seguida. Levantando minha saia e revelando minha bunda completamente, o Técnico BATE o que parece uma tromba de elefante na minha bunda, que balança com o recuo.
"Vou te foder, gatinha. Tá pronta?" Definitivamente não estou. Já coloquei um dedo ali de vez em quando, mas isso é um passo além... vários passos além.
Antes que eu possa protestar, sinto-o esfregar seu pau enorme e pulsante no meu buraco, e gemo de novo. Relaxo e deixo-o esfregar aquela coisa gigantesca na minha buceta--espera, não é uma buceta, é meu cu, por que pensei isso??
A maconha e o álcool fazem coisas estranhas com meu cérebro e corpo e me vejo miando e implorando como uma vadia. Alcanço atrás de mim e agarro punhados da minha bunda gorda e esfrego o pau dele com minhas nádegas. Deus, como é tão grande e duro??
"Você quer?" Ele está perguntando para MIM? Eu deveria dizer não. Quer dizer, ele está pedindo permissão, então claramente tenho escolha no assunto.
PTEW--ele cospe um glóbulo de saliva no meu buraco, e o esfrega ao redor com a cabeça do seu enorme pau negro. Deus, eu quero? Sinto-me empurrando de volta para ele, querendo sentir só um pouquinho mais dele...
--Você. Quer. Isso. -- Agora ele está exigindo. Deixo a Kelsey assumir o controle...
-- Eu quero, por favor... -- gemo como uma menina levada. Não acredito que acabei de dizer isso para um homem.
Sinto um líquido frio escorrer no meu cu e no comprimento imenso dele. Ele trouxe lubrificante? Será que ele sabia que ia me foder esta noite?
Meus pensamentos são apagados enquanto meu buraco virgem é invadido pela cabeça pulsante do pau dele.
-- Ahhhhhhhh, porra! -- gemo de novo, mais alto agora. Não acredito que essa coisa cabe. Ela desliza com algum esforço, centímetro por centímetro.
-- Relaxa, bebê... não foge, aguenta esse pauzão -- o Treinador me encoraja. É o tom mais gentil que ele já usou comigo. -- Olha essa bunda branca e gorda, aguentando esse pauzão preto. Você foi feita pra ser fodida, bebê. Caralho.
Eu solto o ar, relaxo e sinto meu cu se abrir para ele. Meu rabo faminto aceita a circunferência imensa dele. Puta merda, é tão grosso.
-- Porra, porra, porra -- suspiro. O Treinador desliza mais fundo e DÁ UM TAPA na minha bunda. Enquanto eu me abro mais, ele tira um pouco e depois entra de novo. Ele está me fodendo. Um homem adulto está fodendo meu cu enquanto estou vestida de menina.
Uma dor aguda e ardente. É pau demais. Isso foi um erro. Começo a me afastar...
-- Não foge. Não foge. Você quer esse pau. Você anda por aí com essa bunda gorda, vem pra essa festa chupando pau que nem uma putinha, agora vai ser fodida como uma.
Paro de resistir. Sinto mais lubrificante sendo aplicado. Eu aguento. O Treinador vai ficar orgulhoso de mim.
-- Porra, é tão graaaaande... -- continuo arrulhando como uma vadiazinha burra. Não consigo parar, a Kelsey está no controle.
-- Você é tão sexy, bebê. Essa bunda gorda que você tem. -- Deus, ele está me excitando. Ele empurra mais fundo... Nossa, quanto pau esse cara tem?? Centímetro por centímetro suculento. Não consigo deixar de me perguntar onde ele vai gozar.
Finalmente, ele não consegue ir mais fundo. Olho para trás e vejo que ainda tem mais dele. Acho que acabou o espaço no meu cu.
-- Só respira. Respira. Relaxa -- ele diz.
-- Sim, senhor -- respondo por hábito.
Sinto algo mais profundo dentro de mim se abrindo, e ele chega até o fundo da minha boceta. Olho para trás e não acredito que esse homem imenso, hercúleo, está completamente dentro de mim.
-- Isso são vinte e cinco centímetros de pau, bebê. -- Puta merda.
Ele tira, entra de novo, hesitante. Eu gemo, mas com prazer, enquanto ele cutuca um ponto lá dentro que eu nunca senti antes. É como bater punheta, mas do avesso.
Ele começa a me foder pra valer. Tirando quase tudo, depois entrando, saindo, entrando. Acelerando agora. Estou arrulhando e gemendo e implorando por mais.
-- Porra, Treinador... Porra...
-- Me diz o que você quer, bebê. Fala.
-- Me fode, senhor...
-- Mais alto, bebê.
-- Me fode! Por favor! Me fode com esse pauzão! Arrebenta essa boceta!
Ele começa a me foder com força. Como uma prostituta barata. Minha bunda balança enquanto ele BATE em mim com sua enormidade, rasgando meu cu como prometeu. BATE BATE BATE BATE. Deus, nunca senti nada assim antes. Ele está me fodendo como se me odiasse.
Estou fazendo barulhos profanos. -- Me fode! Ai, Deus! Eu adoro esse pau! É tão gostoso pra caralho! Ahhhhhhh, isso!
Começo a jogar minha bunda de volta contra ele!
-- Boooa menina. Porra, você é foda demais! Aguenta esse pau, vadia! É assim que você vai aguentar toda vez! Com essa bundinha gorda! Vou acabar com esse cu!
PLOC PLOC PLOC! Sons molhados, altos e perversos enchem o armário minúsculo. Não me importo quem ouve. Imploro por mais e ele me COME como se não se cansasse.
Meu pauzinho vaza gozo no chão.
-- Isso aí, você adora essa porra desse pau. Dá essa boceta molhada pro Papai! Isso mesmo! Você nasceu pra levar pau assim, vadia!
-- Me fode, Papai! Me dá esse pauzão gostoso! -- Acho que falei "Me fode, Papai" umas cem vezes antes de ele finalmente urrar:
-- Papai vai gozar. Você quer que Papai goze nessa boceta, vadia??
-- Sim, me dá essa porra de gozo, Papai, quero fazer você gozar dentro de mim...
E então um GEMIDO estrondoso enquanto ele MARTELA em mim, gozo quente enchendo meu buraco usado e vazando no chão, me enchendo e me transformando numa vadiazinha suja para sempre, não tem mais volta disso, mas estou gozando de novo e ele está me enchendo e eu adoro tanto, eu adoro o pau do Papai, puta merda...
Uma batida silenciosa na porta do armário. Nós paramos.
-- Vocês já estão quase acabando aí? -- é a Rachel. Porra. -- Vou pro Darius, limpem tudo quando terminarem.
O Treinador Brown se levanta. -- Vou guardar seu segredo, vadia. Mas a coitada da Kelsey vai ter que se explicar no próximo semestre.