Gay para o Nosso Pai Cap. 01
— Bem-vindo em casa, filho — James estava na porta de braços abertos, dando em seu filho mais velho um abraço de urso gigante.
Chris estava na faculdade nos últimos seis meses. Sabia que sua ausência tinha impactado tanto o pai de quarenta e três anos quanto os dois irmãos mais novos. Era bom finalmente estar de volta. Mesmo que fosse apenas uma viagem repentina e curta. Ele precisava de um espaço depois de uma briga bem feia com a namorada.
— Oi, pai — Chris apertou o pai com carinho, inspirando sua colônia, que sempre o deixava nostálgico por algo que nunca conseguia definir exatamente.
— Eles ficaram o dia todo esperando por você — James sussurrou no ouvido do filho enquanto se soltavam, e ele se afastou para revelar os irmãos de Chris.
Evan foi o primeiro a cumprimentá-lo. O garoto tinha dezenove anos agora, já mostrando um corpo muito promissor, com definição suficiente em todos os lugares certos, mesmo através de roupas largas. Enquanto Chris lhe dava o segundo abraço, podia sentir a dureza do corpo do irmão contra o seu.
Tudo começou com o pai deles. Durante toda a sua vida, James tinha sido um verdadeiro rato de academia. Mesmo agora, na meia-idade, seu corpo de um metro e oitenta exibia uma constituição física impecável, com braços enormes ligados a peitorais salientes e o tanquinho mais definido que Chris já vira em qualquer homem. O filho mais velho seguira os passos do pai primeiro, embora Chris preferisse se manter ligeiramente mais magro, favorecendo sua cintura estreita.
— Malhando esses braços, hein? — ele parabenizou Evan quando se separaram, e apertou os bíceps do irmão mais novo.
— Tô fazendo bulking! — Evan disse animado.
— Dá para ver! — Chris riu e se virou para o último membro da família.
Havia uma década e meia inteira de diferença entre Chris e Mason. O menino tinha apenas dez anos, mas em seu sorriso, podia-se facilmente ver a semelhança entre ele e os outros três homens. Correu animado com os braços estendidos para pular nos braços do irmão mais velho. Chris o levantou e o girou algumas vezes.
— Eu também tô malhando! — exclamou animado enquanto o irmão mais velho o colocava de volta no chão. Flexionou os braços orgulhosamente para Chris ver.
— Uau! Que legal! Você tá enorme! — o irmão mais velho o parabenizou, apertando seus braços finos com uma expressão impressionada.
— Certo, vamos entrar, garotos — James declarou, guiando os garotos para dentro e fechando a porta.
— Deixa eu só largar minhas malas e já volto — Chris disse, pegando suas coisas e indo em direção às escadas.
— Vai ter que deixar no meu quarto — James o informou com um tom de desculpas. — Acho que o Mason tomou conta do seu quarto. Ele é um homenzinho agora, então não pode continuar dormindo com o irmão.
O mais novo inchou de orgulho, e Chris decidiu não discutir.
Quando voltou a descer as escadas, todos estavam sentados à mesa, prontos para comer. Para sorte deles, o pai sempre fora um mestre da cozinha. Todos eles conseguiram crescer saboreando comida incrível.
— Filho, não perguntei a você. Quanto tempo planeja ficar com a gente? Amanhã vamos fazer um churrasco.
— Ah, com certeza vou ficar para isso. Provavelmente uma semana, se estiver tudo bem para vocês.
— Sim! — Evan e Mason disseram ao mesmo tempo.
A conversa então se voltou para assuntos mais mundanos, como escola, ganhos na academia e até a nova namorada de Chris. Ficaram acordados até bem tarde, colocando a conversa em dia após seis meses. Até Mason teve permissão para ficar, embora naturalmente tenha ficado sonolento depois de um tempo e ido para a cama voluntariamente. Os outros três homens compartilharam uma cerveja, abrindo uma exceção única para Evan.
— E você, pai? Com certeza deve ter umas mães de jogador de futebol atrás de você com esse corpo de quem não aparenta ser tão forte — Chris perguntou.
Evan olhou para os dois e soltou uma risada; suas bochechas tinham ficado bem vermelhas, adornando suas feições angulares. Ele puxara mais os genes do pai do que os da mãe, enquanto Chris era exatamente o oposto. Enquanto Evan tinha um maxilar pronunciado que deixava seu rosto quadrado, Chris herdara mais as feições mais finas da mãe. Um rosto de "garoto bonito", como o pai costumava chamá-lo, com olhos grandes e covinhas profundas.
— Não há nada lá fora que possa me interessar — James admitiu de forma despreocupada. — Estou feliz com meus garotos.
A ferida da morte da mãe deles parecia recente aos olhos de Chris, mesmo depois de dez anos. Ele tivera que pensar muito sobre sua decisão de sair para a faculdade, sentindo-se culpado por deixar o pai com um filho a menos para cuidar. Felizmente, parecia que tudo tinha dado muito certo.
— Certo, acho que é hora de encerrar — James anunciou, levantando-se da mesa com um grunhido.
— Pai, vou sair com o Jack — Evan disse depois de checar o celular. Seus olhos verdes estavam arregalados em súplica.
— Tudo bem, mas leve camisinhas. E passe a noite fora porque a caminhonete está com o pneu furado, e não vou buscar você às 4 da manhã.
— Ei, ei! Quem é Jack? — Chris interrompeu a conversa deles.
— É meu namorado!
— Sério? Quem diria?
Evan sorriu e lançou um olhar furtivo para o pai antes de se levantar.
— Você vai trazê-lo para o churrasco amanhã? — Chris perguntou.
— Claro! — o irmão do meio gritou de volta, já que estava na porta, e uma buzina podia ser ouvida lá fora.
— Ele saiu do armário enquanto você estava fora. Está namorando esse cara há uns dois anos — James explicou sob o olhar inquisitivo do filho mais velho.
— Hum — foi tudo o que Chris disse enquanto seguia o pai escada acima.
— Quer tomar um banho antes de ir para a cama? — James ofereceu já dentro do quarto.
— Sim, bem que eu precisava de um.
— Bem, você é um garotão agora, então pode usar o chuveiro do papai.
Eles riram juntos, e Chris tomou um longo e relaxante banho quente, pensando em tudo o que acontecera nos últimos seis meses. Lembrou-se de que deveria mandar uma mensagem para a namorada, mas seu celular estava descarregado desde cerca de uma hora antes de chegar em casa, e ele esquecera o carregador portátil no dormitório. Uma série de eventos infelizes, mas ele tinha certeza de que ainda poderia remediar a situação antes que fosse tarde demais. Trish não era uma namorada particularmente tranquila, e já estava chateada porque
— O lado direito tem sido o meu desde o dia em que conheci sua mãe, então você fica com o lado da janela — James declarou enquanto observava seu filho sair do banheiro vestindo apenas cueca boxer preta.
O pai de Chris estava com os lençóis cobrindo-o até a cintura, com o laptop apoiado no colo. A parte superior de seu corpo estava exposta enquanto James se recostava contra a cabeceira da cama. Seus peitorais eram grandes como montanhas, cobertos por uma camada fina de pelos negros. Seus braços eram cada um do tamanho dos dois de Chris juntos. O filho mais velho sempre admirara a dedicação do pai em esculpir a si mesmo.
Era muito fácil ver por que sua mãe se apaixonara por um homem assim. Ele tinha um maxilar esculpido coberto por uma barba por fazer, com uma estrutura facial impressionantemente definida. Até onde Chris conseguia se lembrar, seu pai sempre mantivera o cabelo grosso e escuro curto e alinhado; mantendo seus olhos intensamente verdes perfeitamente claros para a vista. James era um daqueles homens que não precisavam dizer uma palavra ao entrar em uma sala para inspirar respeito.
Enquanto Chris se dirigia ao seu lado designado da cama, não conseguiu evitar se ver refletido num espelho ao lado da cama. Ele era o único dos três garotos que tivera a sorte de herdar o tom de pele bronzeado da mãe. E embora não tivesse a menor chance de ser tão grande quanto o pai, estava longe do que as pessoas considerariam um twink.
Puxando os lençóis, Chris subiu na cama enorme ao lado do pai, que apagou as luzes pelo celular antes de fechar o laptop e deixá-lo na mesa de cabeceira. Ao fazer isso, Chris conseguiu vislumbrar uma mulher de cabelo curto, notavelmente parecida com Evan, enfiando a boca num pau enorme.
— Pai, você podia ter feito isso enquanto eu estava no banho.
— Não se preocupe com isso. Eu estava só... relembrando.
Com aquelas palavras enigmáticas ainda pairando no ar, cada um deslizou para debaixo dos lençóis, deitando a cabeça em travesseiros brancos e fofos.
— Ei — James falou depois de alguns segundos de silêncio. — Senti sua falta, meu garoto.
— Também senti sua falta, pai.
— Por que você não vem aqui? Lembra de quando você era tão jovem quanto o Mason e vinha correndo à noite porque queria que eu te fizesse carinho?
— Pai, já faz uns quinze anos — Chris se virou para olhar para o pai com um sorriso nostálgico.
— E daí? Quem disse que você está velho demais? Vem cá.
Sentindo-se apenas ligeiramente envergonhado, Chris obedeceu. Ele se empurrou para trás até sentir o peito maciçamente firme de seu pai pressionando contra suas costas. Eles ainda se encaixavam tão perfeitamente quanto nos velhos tempos.
Enquanto isso, James puxou uma perna, envolvendo ambas as de Chris. O filho mais velho podia sentir o quão enormes eram as coxas de seu pai apenas pelo peso de uma delas. Um dos braços de James deslizou sob o lado do torso de seu filho enquanto o outro deixava uma mão áspera descansar suavemente no quadril de Chris.
— Pronto — o hálito quente de James roçou a nuca de seu filho, fazendo Chris estremecer ao sentir uma repentina descarga de adrenalina percorrer seu corpo. — Agora me conta, como estão indo essas festas da faculdade?
— Estão... estão indo bem — Chris respondeu com uma careta, confuso sobre aonde aquilo ia dar.
— É? Você andou fodendo muito? — O tom de James era perfeitamente calmo, como se estivesse falando do tempo quente. Aquilo desconcertou Chris.
— Não tanto desde que conheci a Trish... — isso o fez lembrar. — Merda! Esqueci de mandar mensagem para ela.
No instante em que tentou se mexer e sair da cama, sentiu o aperto do pai se retesar por todo o seu corpo, mantendo-o no lugar. Chris sabia muito bem que não havia como escapar dos músculos colossais daquele homem.
— Você pode fazer isso de manhã — James o tranquilizou e, de repente, se aproximou do filho, erguendo a cabeça para pressionar os lábios contra o pescoço macio de Chris.
— Pai...
— Você já foi fodido por um homem, filho?
A pergunta repentina tirou o ar de Chris.
— Pai, que porra é essa que você está dizendo? — uma mistura de medo e confusão estava lentamente se infiltrando nele.
— Estou perguntando se meu filho é um viadinho — James respondeu, ainda perfeitamente calmo.
— Sou hétero. Você sabe que sou hétero.
— É? Tudo bem, então. Não precisa ficar chateado.
Suas palavras soavam razoáveis, mas Chris sabia que algo estava errado.
— Você está se mantendo bem — o comentário veio com uma mão deslizando do quadril do filho para os abdominais duros, ainda mais rijos porque o corpo inteiro de Chris ficou tenso sob a atenção do pai. — Está pensando em fazer bulking?
— N... não, estou mantendo.
— Faz sentido. Garotos da sua idade adoram essa figura de triângulo invertido, não é? Vocês gostam de suas cinturinhas apertadas com peitorais grandes.
Chris estava ficando cada vez mais alarmado, embora estivesse convencido de que pouco poderia fazer a respeito das mãos de seu pai se aproximando de seu peito.
— Sabe, o problema disso é que faz você parecer uma mulher — James continuou. — E você se torna muito desejável para homens de verdade como eu.
— Pai... hmph! — um gemido suave mal foi sufocado na entrada da garganta de Chris quando ele sentiu dois pares de dedos calejados fechando ao redor de mamilos sensíveis e apertando com força.
Até aquele ponto, suas mãos estavam inutilmente moles ao lado do corpo, sabendo muito bem que não podia lutar contra a força do pai. Agora, por puro instinto, elas dispararam para segurar as mãos de James, mas isso só fez com que seu pai torcesse mais forte, enchendo os olhos de Chris com lágrimas dolorosamente prazerosas.
— Sabe, filho — a boca dele agora estava bem debaixo da orelha de Chris. O hálito de James estava quente, e ele estava ficando agitado. Provavelmente não pelo mesmo motivo que seu filho. — Quando eu era jovem, eu olhava desesperadamente para o time de natação do meu colégio. Todos eles ostentavam exatamente o mesmo físico que você, e eles eram tão bonitos pra caralho. Eu queria tanto foder eles. Mas eu era um ninguém magrelo. Ninguém sequer olhava para mim.
— Pai, por que você está me contando isso? Eu nem sabia que você era bi — Chris conseguiu exclamar com dentes cerrados e respiração ofegante.
— Porque, filho, imagine minha surpresa quando meus garotos se revelaram também umas vadiazinhas bonitas.
Só nesse momento Chris sentiu a perna de seu pai, ainda envolvendo as suas, apertar para arrastar seu corpo e pressioná-lo com força contra a constituição física enorme de James. Uma percepção fria tomou conta do filho assim que um membro quente, de vinte e cinco centímetros de comprimento e grosso como seu antebraço, se alojou entre suas nádegas, pulsando ansiosamente através do tecido fino da cueca boxer.
— Isso é tão fodido! Que porra é essa, pai? — Havia pânico perceptível nas palavras de Chris.
— Shh, você vai acordar o Mason.
As palavras não carregavam uma ameaça, mas um aviso. O que aconteceria se o irmão mais novo entrasse no quarto e visse seu irmão mais velho na cama com o pai nu?
— Assim é melhor — James sussurrou. — Você tem sorte de eu ter mandado seu outro irmão e o namoradinho viado dele embora. Se ele sequer suspeitasse que eu estava a fim, já teria te expulsado.
— O quê? Evan? — Chris precisou se lembrar de não gritar.
— Sim, ele provavelmente não vai te contar a história real de como saiu do armário...
As mãos calejadas de James cederam no ataque contra o peito de Chris, optando em vez disso por deslizar pelo torso firme de seu filho, deixando um rastro ardente que ficava mais quente à medida que o irmão mais velho percebia a situação em que estava. E não apenas ele, ao que parecia, mas também o irmão do meio.
— ...Eu o encontrei no quarto dele com a bucetinha de garoto para cima, se oferecendo como uma puta para aquele namorado que ele tem. O outro garoto é bonitinho, mas não foi feito para foder como um homem. Eu venho alimentando os dois desde então. E agora é a sua vez.
— Pai, pare — ele conseguiu forçar as palavras para fora com um coração batendo forte preso na garganta.
— Não há nada com que se preocupar, filho — James o tranquilizou. — Somos ambos homens. Você é do meu sangue. Isso nunca vai sair desta casa, e você pode voltar para a sua princesinha de namorada. É seu dever como o mais velho dar um alívio ao seu velho.
— Mas eu não sou gay — Chris implorou. — Não sou nem bi como você.
A essa altura, as mãos do homem mais velho já haviam alcançado os quadris de seu filho, segurando-os com um aperto de ferro. James segurava firme para garantir que Chris permanecesse imóvel enquanto esfregava seu enorme pedaço de carne contra a bunda firme de seu filho.
— E daí? É só um pouco de diversão com o papai. Você está me dizendo que não quer saber como é estar debaixo de um macho de verdade? É por isso que todos os viadinhos como você se moldam assim, não é?
Chris não tinha resposta, pois cada centímetro de sua mente estava inteiramente focado em resistir às investidas do pai. Felizmente, James ainda não percebera o quão espetacularmente bem-sucedida estava sendo a sedução de seu próprio sangue. Explicar a razão pela qual o filho mais velho se sentia tão incrivelmente seduzido pelos desejos morbidamente perversos de seu pai estava fora de questão por enquanto. A verdade era que o pai de Chris despertara algo estranho dentro dele. Como se as palavras que o homem mais velho dissera fossem verdade. Como se ele tivesse trabalhado a vida inteira apenas para este propósito.
— Não vou fazer isso para você, garoto — James estava perdendo o controle a cada investida contra a bunda firme de Chris. Sua voz se tornara baixa, rouca de luxúria. — Abaixe sua calcinha para o papai.
As mãos ásperas em seus quadris, o hálito quente em seu pescoço, o tamanho descomunal do pedaço de carne deslizando contra ele repetidamente. Todas essas eram coisas que Chris poderia ter suportado; ele ainda poderia ter dito não. Mas, novamente, havia um fascínio sombrio em se deixar levar e permitir que seu pai assumisse o controle novamente, do jeito que fazia quando ele era pequeno. Não, ele não era gay, mas por que isso importaria se é só com o pai? Ele poderia liberar um pouco daquela luxúria reprimida que estivera acumulando nas últimas duas semanas. Ninguém jamais saberia que o cara popular que namorava a garota mais popular da faculdade estava sendo enrabado pelo próprio pai.
Com mãos trêmulas, Chris abaixou a mão, puxando lentamente o tecido fino de sua cueca boxer, a última barreira que o separava de seu pai. Enquanto se inclinava para frente para tirá-la completamente, teve que forçar a bunda com mais força contra o pau nu de seu pai. Ele podia sentir latejando, molhado de pré-gozo como se estivesse babando pela ideia de fodê-lo já.
Agora completamente nu, o filho voltou à sua posição original, sentindo os pelos finos do peito de seu pai roçando em suas costas, e tremendo de adrenalina enquanto sentia James deslizar as mãos luxuriosamente por seu corpo torneado.
— Olhe para mim — ele ordenou, e Chris não pôde fazer nada além de obedecer.
Nenhum dos três filhos tivera a sorte de herdar os olhos azuis penetrantes do pai. Em vez disso, receberam a cor castanha da mãe. Chris se perguntou se era nisso que James estava pensando quando se inclinou para conectar sua boca à de seu filho mais velho. Era uma posição estranha para um beijo, com Chris tendo que se esforçar para olhar para trás, mas a paixão que compartilharam compensou mais do que tudo.
Não houve perda de tempo quando o homem mais velho deslizou sua língua grande para dentro da boca do filho, violando ainda mais o tabu da sociedade enquanto provava Chris pelo tempo que conseguiram prender a respiração um contra o outro. Antes que isso acontecesse, porém, James tirou a coxa de cima das pernas do filho, certo agora de que Chris não fugiria mais. Ele a substituiu pela mão, deslizando-a para a parte interna da coxa do mais jovem e levantando-a, de modo que agora era Chris quem estava com a perna sobre a do pai. Isso significava que seu buraco estava escancarado, uma entrada virgem para o pai tomar. Ele podia sentir como aquele monstro de pau cutucava e pressionava, ansioso para entrar. Isso o fez gemer de um jeito que nunca havia feito antes.
Assim que seus lábios se separaram, ele recebeu sua próxima ordem:
"Vá pegar o lubrificante, rápido."
Chris se apressou em obedecer, ligeiramente com medo de que deixar o toque do pai pudesse funcionar como um banho frio, subitamente o fazendo perceber o que estavam prestes a fazer. Felizmente, nada disso aconteceu. Enquanto a luz da lua invadia o quarto pela janela, ele podia se ver claramente refletido no espelho em que havia se olhado antes. Ele estava com uma ereção furiosa, e com razão. Estava tão ansioso para finalmente ter alívio. Provavelmente isso o estava afetando o suficiente para nublar seus pensamentos e aproveitar a luxúria que sentia naquele momento.
"Está no armário. Tem outra coisa lá para você também", informou o pai.
Curioso, Chris abriu a porta à sua frente e encontrou o lubrificante sobre uma prateleira, em cima do que parecia ser sua jaqueta de letterman do ensino médio. Puxando os dois para fora, ele se virou para olhar para o pai com confusão.
"Vista", foi tudo o que James disse. "Quero te foder com ela."
Ainda confuso, mas sem dizer uma palavra, Chris obedeceu mais uma vez. A jaqueta ainda servia, embora estivesse um pouco apertada nas costas devido a toda a nova massa muscular que ele havia adicionado ao longo dos anos. A julgar pelo branco limpo e vermelho vibrante, ele percebeu que havia sido lavada recentemente. Seu pai havia planejado tudo isso com antecedência. Lembrando-se imediatamente das palavras que James havia dito antes sobre o time de natação no ensino médio, Chris percebeu que agora estava realizando uma das fantasias do pai.
"Venha aqui", disse James.
Chris subiu de volta na cama, olhando atentamente para o pai, que acariciava seu membro enorme com uma mão enquanto encarava o filho com uma mistura de sadismo e luxúria. O outro não conseguia deixar de olhar para aquele bastão de carne, imaginando em silêncio.
"Não, você provavelmente vai fazer uma bagunça. Sou grande demais para a sua primeira vez. Amanhã faço você praticar com seu irmão", James respondeu à pergunta silenciosa. "Venha."
Com uma leve sensação de alívio, Chris voltou a se mover. Desta vez, ele conseguiu montar no pai, colocando uma perna de cada lado dos quadris do outro homem e posicionando seu buraco ansioso e franzido sobre o membro grosso de James.
"Olhe para você", disse o pai com orgulho, descansando as mesmas mãos que um dia o seguraram quando criança sobre suas coxas nuas. "Só um empurrãozinho e você já é uma bichinha ansiosa sentada no meu pau esperando um prêmio."
Durante toda a sua vida, Chris nunca tinha ouvido o pai usar uma linguagem tão vulgar. Nem uma vez sequer. Era ainda mais intrigante e sedutor ouvi-lo dirigir tais palavras especificamente para ele agora.
Sem ser solicitado, o filho esguichou lubrificante na mão e a levou para trás, pegando o pau do pai e aplicando desajeitadamente o gel frio. Era a primeira vez na vida que ele tinha o membro de outro homem em sua mão. Só a sensação já o fazia sentir-se tonto de adrenalina.
"Você não diz uma palavra há um tempo", observou James. "O que está pensando?"
"Uh, é meio fodido eu estar gostando disso, eu acho", Chris admitiu com naturalidade. Ele nunca teve dificuldade em ser honesto com o pai.
"Eu te disse que reconheço uma bichinha bonita quando vejo uma. Reconheci você há muito tempo, obviamente", enquanto falava, o homem colocou as mãos na cintura do filho, esfregando os polegares para cima e para baixo nas linhas em V de Chris, o que tornava quase impossível se concentrar.
"Eu ainda não gosto de homens, pai."
"Então por que você está prestes a sentar no pau de um?"
Essa era uma observação muito boa, para a qual Chris não tinha uma boa resposta.
"Sente", comandou James.
Finalmente, depois do que pareceu tempo demais, Chris se levantou com os joelhos e, usando as mãos, guiou o grosso bastão de carne do pai para sua entrada. Foi uma luta para encaixar no início, com o pai constantemente tendo que lembrá-lo de relaxar.
"Olhe para mim", disse James.
Quando Chris moveu os olhos para colocá-los no corpo esculpido do pai, ele notou a tensão nos músculos do outro, deixando claro quem tinha o abdômen mais definido, os peitorais mais salientes e os braços mais grossos. Seu pai era um macho alfa que havia escolhido seu filho para procriar. Chris deveria estar orgulhoso disso, ansioso para receber dentro de si o homem que o concebeu.
Em um movimento súbito, ele sentiu metade daqueles vinte e cinco centímetros deslizando para dentro de seu corpo sem esforço. O tabu perverso agora estava quebrado enquanto seu pai afundava mais fundo, gemendo de prazer e apertando o aperto na cintura do filho. Chris gemeu, seus olhos cheios de lágrimas pela mistura de êxtase e dor.
Não demorou muito para que o pau maciço do pai começasse a empurrar algo que lhe enviou arrepios pela espinha. Chris não conseguiu se conter, gemendo alto apesar dos avisos de James. Ele nunca havia sentido tanto prazer. Não só isso, mas cada sensação estava sendo ampliada dez vezes pela sensação de erro, de culpa e vergonha que ele deveria estar sentindo por ser a cadela de outro homem; por abrir mais as pernas para deixar seu próprio pai fodê-lo mais fundo e pela onda de choque terrivelmente forte de prazer que percorreu seu corpo quando ele finalmente afundou tudo. Tão forte, na verdade, que ele imediatamente começou a jorrar grossos jatos de porra branca sobre o torso magistral do pai, enquanto lutava para se segurar no peito do homem mais velho para não perder o equilíbrio.
"Você já gozou? Você gosta tanto assim do seu papai, sua bichinha?" James zombou dele enquanto simultaneamente os virava para agora ficar por cima do corpo menor do filho.
Essa posição permitiu que Chris tivesse mais estabilidade, já que ele só precisava ficar deitado de costas, mas, ao mesmo tempo, permitiu que seu pai agora recuasse e se jogasse contra seu buraco com força brutal enquanto passava as mãos sobre o corpo tonificado de Chris, deslizando-as sob a jaqueta como se estivessem se esgueirando e não tivessem tido a chance de se despir completamente.
"Você é tão sexy", James grunhiu no ouvido do filho. "Você e seu irmão vão ficar aqui como minhas cadelas até eu mandar, entendeu?"
"Sim, papai", Chris concordou sem pensar. Sua mente estava completamente perdida enquanto ele gemia e chorava sob o ataque implacável do pai. Sua masculinidade orgulhosa havia sumido há muito, junto com qualquer senso de dignidade. Nada disso importava mesmo. Não quando eles estavam se entregando a um dos prazeres mais deliciosamente perversos que se pode imaginar.
"Você quer que o papai encha seu bucetinho de menino de creme?" James o provocou novamente.
"Sim, papai. Por favor!"
"É? Você quer a porra do papai, sua bichinha?"
"Papai, por favor! Me dá!" Chris implorou.
Mais tarde, Chris juraria que podia sentir o membro maciço do pai pulsando bem no fundo de seu corpo enquanto jorrava jato após jato da mesma semente que havia ajudado a criá-lo. Chris se sentiu quente por dentro, como se tivesse acabado de receber um presente do pai. Ele nunca queria sair de baixo do corpo enorme do outro, sentindo-se seguro e preenchido.
"Não vou voltar para a faculdade", ele anunciou, ainda com as pernas abertas e o pau do pai ainda dentro.
"Eu sei que não vai."