Garçonete Universitária Grávida
Sou bartender, na casa dos trinta e poucos, numa cidade universitária. Se você conhece alguma coisa do ramo de restaurantes, sabe que ele é infestado de pegação entre os funcionários, e o ambiente acaba favorecendo mais as mulheres. É simplesmente a realidade num meio onde se vive de gorjetas. Como homem nesse tipo de trabalho, você precisa realmente manjar do que faz pra ganhar dinheiro. Mas conseguir pagar as contas e ainda ter o benefício de uma rotatividade constante de garotas universitárias novinhas e taradas, sendo um dos poucos homens e ainda por cima bartender, tem suas enormes vantagens!
Numa primavera, os gerentes contrataram outra garçonete novata. Uma caloura de marketing, recém-saída dos 19 anos. No primeiro dia em que a vi, soube que tinha um novo alvo. Ela era uma baixinha, mal chegando a 1,52 m, longos cabelos castanhos esvoaçantes, olhos verdes sexy, pele bronzeada e um rostinho inocente que facilmente passaria por uma aluna do ensino médio, imagina de faculdade. Fiquei na minha, fiz meu trabalho, fingi que mal a notava, até que nossos caminhos se cruzaram no trabalho.
Lá pelo meio do turno, a encontrei na cozinha, parecendo perdida e sozinha.
"Procurando alguma coisa?", perguntei.
A treinadora dela a tinha mandado preparar chá, mas não a ensinara como fazer. Temos uma daquelas grandes urnas que preparam chá gelado, chá doce e café. Então ela não era burra nem nada, é que esses equipamentos têm uma certa curva de aprendizado se você nunca mexeu com eles.
Ela me olhou com aqueles olhos verdes sexy tão inocentes e perdidos: "É, não sei direito como usar essa coisa".
Eu ri: "Aqui, deixa eu te mostrar".
Mostrei como se fazia, e ela agradeceu.
"A propósito, sou Jon", me apresentei.
"Sou Katie", ela disse, e apertamos as mãos.
Nossa, ela tinha mãos tão macias e jovenzinhas... Mal podia esperar para senti-las envolvendo meu pau duro. E caralho... aquele rostinho de bebê enquanto eu a encarava, mmmm, aqueles lábios macios, em breve também.
"Bem, bem-vinda, Katie, se você se perder ou precisar de qualquer coisa, é só perguntar!", eu disse, e voltei para o meu bar com a comida que tinha ido buscar para meu cliente.
Viu, não havia necessidade de chegar com tudo nessas garotas; na verdade, isso era um empecilho, na minha experiência. Como eu disse, sou um dos poucos homens com quem elas trabalham, e a maioria dos outros ou é gay, tem namorada ou é mais feio que eu. Além disso, ser mais velho e chegar com muita sede ao pote só parece creepy para essas garotas. Tudo o que eu precisava fazer era ficar na moita, manter um perfil baixo, ser eu mesmo, fazê-la rir algumas vezes por turno e simplesmente esperar pelo dia certo, quando ela estivesse com tesão suficiente para vir até mim e então mandar aqueles pequenos sinais.
Uma das outras garçonetes engravidou do namorado cerca de duas semanas depois. Fez um estardalhaço sobre como estava feliz por ser mamãe... Nossa, a febre de bebê se espalha por um restaurante como fogo! Não demorou muito para outra garçonete engravidar umas três semanas depois.
Levou uns bons dois meses e meio desde que ela foi contratada, mas a semana de provas finais estava chegando para a faculdade, e os jovens estavam todos estressados por essa época. Katie e eu acabamos no mesmo turno no domingo antes do início das provas finais. Ela vinha tentando trocar o turno para estudar mais, mas ninguém aceitava. Provavelmente era ainda mais irritante o fato de o restaurante estar vazio, então ela não estava nem ganhando dinheiro. Ela era a garçonete de fechamento naquela noite, e o resto dos garçons foram dispensados (esse é o termo do ramo para mandar para casa quando está parado e não precisam de você). Então, éramos só eu e Katie no salão, como bartender e garçonete, com o restaurante vazio.
Sentamos na ponta do bar, só conversando sobre a vida. Eu basicamente a deixei falar sem parar enquanto observava aqueles lábios bonitinhos se moverem e as diferentes expressões que aquele rostinho inocente fazia. Nossa, que expressões eu poderia fazer surgir com meu pau duro enfiado na bucetinha jovem dela! Começamos a falar sobre nossos colegas de trabalho, de quem gostávamos e de quem não gostávamos e por quê. Naturalmente, chegamos no assunto das garçonetes grávidas.
"É, a febre de bebê se espalha por aqui de um jeito bem louco às vezes", eu disse, rindo com um sorrisinho.
"Ai, meu Deus, nem me fale!", ela disse, e então fez uma pausa por um segundo.
Estávamos ali meio que criando um vínculo a sós esse tempo todo... foi como se ela tivesse feito uma pausa para decidir se deveria me contar um grande segredo, e então sua boca se abriu...
"Para ser sincera, eu meio que estou com isso", ela disse, com o rosto corado e um sorrisinho.
"Oooh, sério?!", eu disse, com um sorrisinho brincalhão de volta.
Ela riu: "Tipo, é, mais ou menos... não conta para ninguém nem nada, mas eu meio que parei de tomar meu anticoncepcional faz pouco mais de um mês", olhando para mim de novo com o rosto corado.
"Bem, caramba, garota, você está realmente tentando engravidar, hein?", eu ri e a cutuquei de brincadeira.
Ela riu de volta: "Bem, não, sei lá...", foi deixando a voz sumir, rindo... "quer dizer, eu ainda tenho usado camisinha e tal, acho que eu só queria sentir que era um pouco mais arriscado, não preciso realmente ser mamãe", ela riu.
Eu ri de volta, e continuamos a falar sobre mais coisas do trabalho. Uns dez minutos depois, na nossa conversa, mudamos para o assunto da faculdade dela, que não estava indo bem.
"Aff, estou tão estressada, esperava estudar hoje à noite, preciso tirar 95 nessa prova final só para ficar com C na matéria, senão tenho que repetir", ela me disse.
"Caramba, garota, tenho fé que você vai conseguir o 95", eu disse com um sorriso.
Ela sorriu de volta: "Valeu, mas eu não acho, nem sei se vou fazer a prova, para ser sincera... não tenho chance de tirar 95", ela riu. "Estou só estressada porque meus pais vão ficar putos, isso vai me atrasar".
Nesse momento, o gerente veio e nos disse para limpar ou organizar coisas, já que não tínhamos nada para fazer. Eu sabia exatamente o que fazer!
"Ei, Katie, você já viu a câmara fria dos barris?", eu disse para ela.
"Não", ela respondeu.
"Bem, quer vir aqui atrás me ajudar a reorganizar as coisas lá?", respondi.
"Claro!", ela disse.
A câmara fria dos barris era o lugar PERFEITO para fazer qualquer coisa sem ser pego... claro que era fria, mas era o único lugar, além dos banheiros, em todo o restaurante que não tinha câmeras... e a vantagem de ter bastante espaço livre.
Enquanto entrávamos, Katie olhou em volta: "Legal, então é assim que toda a cerveja das torneiras fica gelada?"
"Isso", respondi. "Também é o lugar perfeito para não ser incomodado pela gerência", eu disse com um sorrisinho e tranquei a porta da câmara fria de propósito atrás de mim.
Ela me devolveu um sorrisinho brincalhão.
"Agora, se eles perguntarem, a gente estava organizando este engradado de cervejas engarrafadas aqui, ok?", com outro sorrisinho brincalhão.
Ela riu: "ok".
Então fui até as caixas extras de cervejas engarrafadas, peguei duas Mich Ultra e abri uma para ela e uma para mim.
"Eu nem tenho idade para beber, sabe?", ela disse rindo, mas aceitou mesmo assim, tomando um grande gole.
"Eu sei", eu ri, "mas o que mais a gente vai fazer numa noite tão parada dessas?", dando a ela um olhar malicioso.
Ela respondeu com um sorrisinho diabólico de raposinha e tomou um gole de cerveja...
"Beeem... então os gerentes realmente estão trancados do lado de fora?", ela perguntou.
"Isso!", eu disse, categórico, e então tomei um gole da minha cerveja. "Eles teriam que bater, e a gente esconde as cervejas, abre a porta e diz que estava organizando coisas aqui e não sabia que a porta trancava, acontece toda hora", eu disse e tomei outro gole.
Ela estava sentada, recostada, tentando ficar confortável sobre um barril. Isso fez com que o uniforme dela se moldasse sobre seus peitinhos minúsculos, delineando-os perfeitamente. Quando eu digo minúsculos, quero dizer que eu não tinha percebido que ela estava sem sutiã até aquele momento, mas acho que com peitos tão pequenos ela realmente não precisava. Mas eles eram, mmm, tão firmes e empinadinhos, em posição de sentido. Ela estava ficando com frio na câmara, e seus mamilozinhos começavam a endurecer e aparecer através do tecido fino do nosso uniforme, e eu não consegui deixar de encarar.
"Achou algo interessante?", ela disse com um sorrisinho, obviamente percebendo que eu estava olhando para os peitos dela.
"Para falar a verdade, sim, só admirando como você está obviamente ficando com frio e, caramba, garota, sem sutiã, hein?", eu ri.
Ela riu: "Bem, nem tenho nada lá para admirar, e sim, acho que estou ficando meio gelada", ela disse rindo, enquanto olhava para baixo e via seus mamilos, mas não fez nenhuma tentativa de cobri-los, e então tomou outro gole de cerveja.
"Ah, qualé, eles são fofos, combinam perfeitamente com você", eu disse com um sorriso malicioso, que ela retribuiu.
Tomei outro gole de cerveja. A paquera e os sinais corporais já rolavam a noite toda, e quem sabia quando um gerente poderia acabar com aquilo. Era hora de fazer minha jogada!
"Sabe, eu não me importaria de esquentá-los um pouco pra você, odiaria que você ficasse com muito frio aqui", eu disse displicentemente, tomando um gole de cerveja.
Ela riu: "Aposto que você conseguiria, mas não deveria começar algo que não vai terminar", ela disse, tomando um gole com um sorrisinho.
"Oooh, bem, então, mocinha, se é assim que você vai ser!", eu disse com um sorriso brincalhão, enquanto me esticava e começava a esfregar o mamilo ereto dela através do fino uniforme de poliéster.
Ela não protestou e tomou um gole de cerveja enquanto eu continuava.
"Sabe, eu conheço algumas atividades para aliviar o estresse que vão te esquentar muito bem", eu disse, olhando diretamente nos olhos verdes sexy dela, enquanto ela soltava um gemido suave com meu toque.
"mmmm...", ela gemeu e então sorriu, "...você tem camisinha, né?"
"Garota, não é como se eu tivesse vindo trabalhar esperando transar", eu disse rindo.
"Ai, caramba", ela disse rindo de volta, "é que... mmmm...", ela gemeu com meu toque, e a frase se perdeu. Ela estava perdendo a capacidade de ouvir a lógica do cérebro, seu corpo já estava se submetendo aos seus impulsos primitivos, e estar sem o anticoncepcional estava ajudando.
Eu sabia que essa jovenzinha provavelmente estava no auge de realmente sentir como é ser uma verdadeira cadela no cio, a mãe dela provavelmente a fez começar com anticoncepcional desde a primeira menstruação. Levantei a blusa dela para expor um peitinho lindo, minúsculo e empinado, e o chupei para dentro da boca. Ela inclinou a cabeça para trás e soltou o "coooo" mais fofo. Tirei minha boca do peitinho bonitinho dela para revelar um peitinho pequeno mas empinado, com o mamilo cor-de-rosa duro e ereto mais adorável. As luzes da câmara fria brilhavam forte para revelar a saliva cintilante que eu deixara sobre o mamilozinho, enquanto um fio de saliva quente e molhada se esticava com minha boca, depois se rompia e se espalhava sobre a barriga linda, magra e tonificada dela.
Respondendo à frase que ela não terminou: "É que o quê, garota?", perguntei, e então chupei ternamente o peitinho de bebê adorável dela de volta para minha boca.
Os peitos dela eram tão adoravelmente minúsculos, eu sabia que tinham que ser extremamente sensíveis, a chave para levar essa jovem cadela no cio ao limite e de cabeça para o seu lado primitivo. Se ela não quisesse experimentar isso, não deveria ter largado o anticoncepcional. Eu estava no controle do corpo dela, ela era minha para tomar como eu quisesse, qualquer senso de livre-arbítrio da parte dela era uma ilusão.
Ela inclinou a cabeça para trás em outro gemido suave: "oooooo... é que... mmmm... isso é tão bom... não, é que este é literalmente o pior momento... mmmm... com o que eu disse antes... tipo, sobre meu anticoncepcional".
Enquanto ela falava, movi minha mão para baixo e agora esfregava seu clitóris através da calça de yoga que ela usa para trabalhar; em termos de tecido, não fazia muito para me impedir de acertar o ponto dela.
"ooooooooooh meu Deeeus, isso é mmmmmmm...", ela foi deixando a voz sumir, "...oooo, tipo, minha menstruação provavelmente vem em 10 dias, tipo, ovulando e tal... mmmm... tipo, é só um momento muito ruim, sabe... mmmm, caramba, você é tão bom nisso".
Eu estava deixando o corpo dela louco e observando aquele rostinho inocente em meio à luxúria, submetendo-se a mim como uma cadela no cio, querendo até se submeter; meu pau estava duro como pedra por ela agora.
Tirei minha boca do mamilo dela, mas continuei a esfregar seu clitóris através da calça de yoga. Aproximei meu rosto do dela e olhei profundamente nos adoravelmente sexy olhos verdes.
"Bem, o que foi que você disse sobre mais arriscado?", perguntei com um sorrisinho brincalhão, e esfreguei seu clitóris com mais força.
Ela soltou um sorriso brincalhão, e então gemeu mais alto com o estímulo: "ooooo, caralho, mmmm... aff, tudo bem, só goza fora então".
Ela continuava a se submeter a mim. Puxei sua calça de yoga para baixo e afastei de lado a calcinha fio-dental azul-clarinha e brilhante. Não dava para saber quando os gerentes viriam bater. Eu estava ali mesmo, e aquilo precisava ser rápido. Posicionei meu pau e o movi para cima e para baixo na fenda dela, recolhendo seus fluidos; ela estava tãããão molhada. Me curvei sobre ela e a observei se contorcendo em luxúria. Seu rostinho fofo de bebê ofegante, querendo fazer tudo o que seus impulsos primitivos pediam... implorando até, mas aquela pequena parte do cérebro dela, que rapidamente morria, dizendo para se preocupar.
Finalmente respondi a ela com meu pau duro roçando para cima e para baixo em sua fenda: "Garota, estamos na câmara fria dos barris, não posso deixar bagunça, só aceita e toma a pílula do dia seguinte".
Eu nunca quis realmente engravidar uma garota, não queria realmente um bebê. Mas naquele momento, toda essa conversa e saber o quão perigoso era. E caramba, essa garota com aquele rosto inocente sendo violentada por mim, cheia de luxúria, aquilo estava me deixando louco! Eu não transava havia uma semana e meia, o que era muito para mim, e nem tinha batido uma em uns cinco dias. Eu tinha uma carga enorme acumulada, e soube, bem ali, naquele instante, olhando para baixo para aquele corpinho de 19 anos, ofegante, se contorcendo, me provocando para engravidá-la, que essa carga enorme que eu tinha guardado estava ali para semear essa garota e semeá-la profundamente; nada mais importava agora.
"É que estou tão dura agora, é por isso que estou trabalhando... mmmm", ela disse, enquanto começava a empurrar os quadris para cima, na direção da minha ferramenta endurecida.
Eu já tinha ultrapassado há muito o modo "foda-se", essa garota ia receber uma carga enorme do meu gozo profundamente em seu útero em breve, mas eu queria que ela desejasse isso.
"Bem, garota, o que foi que você disse sobre não começar coisas que não vai terminar?", blefei por um segundo e puxei meu pau para trás, "tudo bem, posso parar", eu disse.
"NÃÃÃO!", ela envolveu as pernas em mim tão rápido e enfiou meu pau nas profundezas dela. Foi tudo que pude fazer para não explodir ali mesmo!
Ficamos cara a cara, meu pau duro bem fundo nela, enquanto ela soltava o maior gemido com aquele rostinho inocente e fofo quando meu pau a penetrou; foi tão difícil não explodir.
"caralhooo", respondi.
Ela era tão apertada, provavelmente não tinha ficado com muitos caras antes. A buceta dela simplesmente apertava meu pau nu como uma morsa!
"mmmm, tudo bem, você quer isso", eu disse.
"siiim, por favor, me fode!", ela disse.
"Não! Me diz mais... me diz que você vai ser uma boa garotinha e receber meu gozo bem fundo dentro de você!", eu disse, me recusando a mover meu pau enquanto ele estava dentro dela.
Eu queria tanto bombar, a buceta dela apertava tão forte, tentando me ordenhar. Ela queria, o corpo dela queria meu gozo, mas eu queria que ela pedisse por isso!
Inconscientemente, o corpinho dela deu uma leve bomba no meu pau enquanto ela ouvia aquilo: "oooooh Deus, eu não posso... não posso dizer isso", ela riu.
"Diz, ou você não leva meu pau", eu dei uma bombada.
"mmmmmm, sim, caralho, ok, ok! Eu quero, vou receber seu gozo", ela ofegou, "só me fode, por favor, por favor, me fode! oooooo mmmm caramba"
"Não foi tudo que eu mandei você dizer, não sei se você realmente quer esse pau", eu disse, dando mais uma bombada.
"ooooo meu caralho, tá bom, sim, porra, sim, eu quero! oooooo, por favor, eu sou uma boa garotinha, vou receber todo o seu gozo bem fundo em mim... mmmm, por favor, me fode... por favooor!", ela ronronou.
Seus lindos olhinhos verdes cheios de luxúria, seu rostinho inocente e fofo ruborizado com o olhar libidinoso e carente de precisar de um pau duro para empalá-la, ela finalmente se submeteu completamente a mim, mesmo que isso significasse engravidar. Aqueles pensamentos preocupantes tinham ido embora, só restava o impulso primitivo. Ela era verdadeiramente uma jovem cadela no cio. Quem sou eu para negar a essa coisinha inocente, fofa e sexy tudo o que ela pediu?!
"Boa menina!", eu disse, e comecei a foder ferozmente a bucetinha apertada de 19 anos dela, enquanto observava seu rostinho inocente com aqueles olhos verdes sexy se submeter a cada desejo primitivo cheio de luxúria.
— Aaaaaaai, isso, me fode, mmmmm, me fodddde, aaaaaai, isso, isso, isso! — ela gritou. — Mais forte, mmmm, isso, mais forte, fode, fode, fodddde, issooooo!
Não demorou muito para que todo o gozo acumulado dentro de mim estivesse pronto para explodir. Abaixei a testa até encostar na dela e a bombardeava o mais forte que podia, o mais rápido que conseguia.
— Tô quase lá, garota. 'Cê tá pronta? Pronta pra minha porra quente lá no fundo de você? — eu disse.
— Ai, meu Deus, ai, meu Deus, não acredito que vou fazer isso, mas SIMMMM, eu quero, quero tanto, vou ser uma boa garota, me dá, me dá o seu gozo, quero sentir tanto, tanto, tanto, mmmmm, me enche toda, faaaaaz isso, por favooooor! — ela gritou.
Não estava brincando sobre não fazer sujeira; se os gerentes vissem gozo em algum lugar, não ia ser nada bom, e a gente realmente não tinha nada para limpar. Então essa menininha ia ter que ser um bom depósito de porra agora e receber cada gota dessa carga gigantesca que eu ia explodir dentro dela. Não sei se ela tinha noção da quantidade de gozo que eu estava prestes a explodir nas profundezas da sua buceta jovem. Se eu tivesse contado, talvez ela tivesse pensado melhor. Mas ela estava ali agora, tinha se colocado nessa situação, e ia levar a carga de semanas acumuladas de um homem de 30 anos no fundo do seu útero recém-desprotegido de 19 anos! Eu estava determinado a depositar CADA gota dentro dela!
Ergui sua estrutura miúda de cima do barril e a coloquei com as costas dos ombros no chão, como se estivesse imobilizada, o rosto virado para cima, me olhando, e a parte de baixo do corpo empinada para que a gravidade ajudasse essa garota a ser o melhor depósito de porra possível. Segurei sua mãozinha macia e a guiei até o meu saco. Ela começou a acariciá-lo de leve, como se soubesse exatamente o que eu queria. Foi a gota d'água; aquelas mãozinhas macias e delicadas provocando minhas bolas sensíveis para jorrarem sua carga foi o máximo que pude aguentar.
Mergulhei o mais fundo que pude na buceta dela. — Aaaaah, é, toma, garota, toma, porra, sim, aí vem, toma meu gozo, toma tudo.
Acho que uma pequena parte dela torcia para que eu estivesse falando aquilo só para deixar a foda mais quente e que talvez eu não tivesse falado sério. Porque, assim que ela sentiu meu pau pulsar pela primeira vez por um minúsculo instante (literalmente uma fração de segundo), sua expressão facial mudou de cheia de luxúria para a boca caindo de choque e preocupação, ao perceber que eu REALMENTE estava enchendo ela de porra! Mas, assim que sentiu o primeiro jato de gozo quente e pegajoso atingir seu colo do útero, um sorriso erótico e satisfeito de dever cumprido tomou conta de seu rostinho inocente e bonito, e ela arrulhou tão ternamente que suavemente envolveu minhas costas com as pernas, me puxando para mais perto, se submetendo e aceitando seu uso como um bom depósito de porra de uma garotinha obediente. Suas mãozinhas macias nunca pararam de acariciar minhas bolas enquanto eu gozava; seu corpo queria cada última gota. Eu estava tão fundo que conseguia sentir tanto gozo jorrando para suas profundezas, um líquido quente e pegajoso preenchendo cada cantinho vazio de seu útero. Ela arrulhou mais enquanto me olhava de baixo, e eu continuava enchendo sua bundinha incrível, me ordenhando até a última gota.
Ela passou por uma série de emoções naquele momento, respondendo com a voz sumindo aos poucos: — Aaaaai, aaaah, tá... mmmmm... tá tão... aaaaah... tá... tão quentinho... mmmmm... tão quentinho.
Ela sorriu com um senso erótico de conquista primitiva, um sorriso que manteve o tempo todo em que fiquei deitado ali, enchendo-a. Ela recostou a cabeça no chão, simplesmente deitada, aceitando a carga enorme que eu continuava a lhe dar, movendo a mão livre para segurar a barriga, onde sentia o calor em suas profundezas. Mesmo depois do último jato, que provavelmente veio uns dois minutos depois, ela continuou massageando suavemente meu saco, tentando extrair o que pudesse com aqueles dedinhos macios e delicados. Esgotado, tentei segurar o quadril dela para cima enquanto desmoronava sobre ela, o pau ainda dentro. Não vi nem uma gota escapar, e provavelmente dei a essa garota a maior gozada da minha vida. Fiquei impressionado que uma garota tão pequena tivesse aguentado tanto. Beijei-a, e ficamos nos beijando assim por um tempo, até que bateram na porta.
— Katie, você está aí com o Jon? Você foi escalada para mesa faz cinco minutos, a mesa está esperando! — gritou um gerente.
Olhei rápido para baixo e retirei meu pau, enquanto tentava manter o tronco dela erguido e deixar todo aquele gozo quente e gostoso escorrer para dentro do colo do útero. Acho que nós dois sabíamos que as chances eram altas de ela ter engravidado direitinho. Um sentimento que eu teria temido não muito tempo atrás, mas que agora não conseguia sentir nada além de pura realização. Com cuidado, coloquei a calcinha fio-dental azul-bebê de volta sobre o buraco bem fodido dela... conseguimos mesmo manter tudo dentro dela, exceto por alguns resquícios no meu próprio pau. Um quase sorriso de orgulho irradiava do rostinho bonito dessa garotinha fofa enquanto eu a ajudava a se levantar.
Ela riu ao ficar de pé e segurou a barriga.
— O quê? — sorri maliciosamente e ri dela.
— Eu... eu consigo sentir isso rolando aqui dentro quando levantei, tudo quentinho e tipo pegajoso se mexendo lá — ela riu de novo.
— É, você me fez gozar bastante, te falei que ia te esquentar — nós dois rimos.
Finalmente abrimos a porta, e eu dei uma desculpa esfarrapada sobre como tinha bloqueado a porta com um monte de barris enquanto estávamos reorganizando e não percebi que estava trancada, então demorei um minuto para movê-los de volta e chegar até a porta. O gerente pareceu acreditar. Katie saiu correndo para atender a mesa, e eu voltei para o meu bar para esperar os pedidos de bebida que a mesa dela pudesse fazer.
Se Katie pensou em ir ao banheiro para tentar deixar meu gozo sair, ela nunca teve chance pelo resto da noite. Pegamos o movimento das últimas três horas, e ela teve mesas para atender o resto da noite. O tempo todo andando para lá e para cá, servindo aquelas mesas com uma carga enorme da minha porra quente e grudenta no fundo do útero. Sorrimos sedutoramente um para o outro o resto da noite sempre que nossos caminhos se cruzavam.
No final da noite, quando finalmente terminamos de limpar, ela veio até mim com o mesmo sorriso sedutor que trocamos a noite toda. Ela estendeu a mão para o meu braço.
— Você... você quer vir lá pra casa hoje à noite? Eu quero tipo ficar de conchinha e tal — ela disse de forma inocente, mas direta.
— Claro, garota — eu disse. — Mas não posso prometer que só vou querer ficar de conchinha. — Falei dando um sorriso brincalhão.
Ela riu inocentemente: — Tipo, imaginei, tô de boa com isso... — ela fez uma pausa, corando enquanto um sorriso brincalhão e safado cruzava os lábios de seu rostinho inocente, então virou a cabeça de volta para mim: — ...só, hum, não traz camisinha.